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Veja 5 boas práticas de responsabilidade social corporativa que podem ajudar sua empresa

Por Jesus Rodriguez, Gerente de Corporate Social Responsibility da Subway América Latina

Quando falamos sobre “responsabilidade social corporativa” (CSR na sigla em inglês), muita gente fica sem saber direito o que a expressão quer dizer. Ações de responsabilidade social do tipo corporativo são aquelas atividades em que mostram que a empresa está preocupada com o impacto que ela causa no ambiente em que ela está inserida e as ações que ela toma para diminuir os danos que ela invariavelmente pode causar. Na hora de formular um plano para lidar com esse tipo de questão, é comum ficar em dúvida do que levar em consideração. Veja abaixo algumas dicas que podem ser úteis:

1. Alinhe os esforços de CSR com a identidade da marca

Para começo de conversa, não alinhar os esforços de CSR com o tipo da marca é um dos grandes problemas que empresas enfrentam ao colocar em ação suas iniciativas de social responsability. É muito importante centrar seus esforços de CSR em causas que tenham fit com a identidade da sua marca, para que a bandeira que será levantada tenha relação com as mensagens que a companhia carrega. Este esforço é especialmente importante para que suas ações não se percam com o tempo e que os resultados sejam satisfatórios.

Se a sua empresa é alimentícia, por exemplo, faz sentido engajar em atividades de preservação de água, diminuição de uso de plástico ou outras questões que estão relacionadas a experiência de comer. Assim, a causa não está longe do setor da sua empresa e faz sentido mesmo para os consumidores.

2. Seja genuíno

Não adianta só fazer um plano muito bacana de CSR, é preciso que você realmente ponha a mão na massa para fazê-lo sair do papel. Para isso, é necessário que você se comunique de maneira autêntica e que até mesmo os seus executivos sêniores estejam comprometidos em fazer com que a campanha da vez esteja sendo aplicada corretamente. Essa sinceridade pode ser sentida por parte do público, que acreditará nas suas ações e pode também contribuir para que sua campanha seja um sucesso e não só algo da boca para fora.

3. Comprometa-se com metas claras, mensuráveis e atingíveis

A menos que você tenha um objetivo claro, não existe a possibilidade de fazer uma campanha bem-sucedida. É aquilo: não dá para se comprometer com ideias abstratas, então a única saída é cravar um número, uma meta, algo que possa ser alcançado e quantificado. Trace um plano: o que você está fazendo para efetivamente ter um projeto bem-sucedido? Qual foi o passo a passo definido? Como ele te ajuda a atingir o objetivo macro da campanha? É preciso ser pragmático e persistente para que, com um plano estruturado, os objetivos sejam atingidos.

4. Procure iniciativas “ganha-ganha”

Também é muito importante que a empresa foque em iniciativas “ganha-ganha”, isto é, atividades em que os resultados sejam bons para todos os stakeholders envolvidos no processo. Encontre uma causa ou tipo de atividade que seja positiva para todos os atores da empresa, ou seja, os clientes, fornecedores, executivos e funcionários e que faça sentido para eles. Ter em mãos uma ação que cause comoção ou que seja relacionada com o dia a dia dos stakeholders ajuda todos a se engajarem e continuarem dando seguimento à causa após o impacto inicial de adesão da campanha.

5. Crie um ciclo virtuoso de engajamento com stakeholders

Por fim, é muito importante que suas ações sejam parte de um ciclo que se auto alimente. Começando com “ações”, é essencial que você tome iniciativas e as divulgue para todos os stakeholders envolvidos no processo. Isso já se relaciona com a segunda parte do círculo, a “comunicação”. É importante que todos estejam cientes de tudo o que está acontecendo com a campanha e possam compartilhá-la com o maior número de pessoas. Com isso, a terceira parte pode ter início, o “engajamento”. De posse de informação de como a campanha funciona, todos podem se engajar e contribuir para que ela cresça. Por último, todos que estiveram envolvidos de alguma forma oferecem “feedback” de como foi a experiência deles, ajudando a campanha a se afinar ainda mais e reiniciar um novo ciclo.

Ao levar todas essas dicas em consideração, é possível se nortear e começar a dar os primeiros passos nos planejamentos de social responsability e agregar valor para as ações da sua companhia.

Economia Circular ganha espaço entre empresas que buscam sustentabilidade

Todos os dias nos deparamos com notícias sobre o aquecimento global ou a poluição desenfreada ao meio ambiente, temas que preocupam a sociedade e incentivam a busca por um modo de vida mais sustentável.

O crescimento constante na demanda por produtos orgânicos ou ecológicos prova que o consumidor está ficando cada vez mais engajado e exigente. Por isso, é essencial que as grandes corporações comecem a investir em práticas mais sustentáveis ao nosso planeta.

Uma das alternativas usadas para reduzir o impacto ambiental é a Economia Circular, que propõe uma mudança em toda a maneira de consumir, desde a concepção dos produtos até nossa relação com suas matérias-primas e resíduos. O principal objetivo é manter a circulação de produtos – componentes e materiais – de volta ao processo produtivo, maximizando o proveito de valor e utilidade entre ciclos técnicos e biológicos.

Para o professor Hong Yuh Ching, coordenador do departamento de Administração da FEI, esta economia, que faz oposição ao atual sistema linear, não pode deixar de ser abordada pelos cursos de graduação. “As empresas encaram a sustentabilidade como algo mandatório pela sociedade, por isso, administradores e engenheiros devem chegar ao mercado aptos a trabalharem com Economia Circular”, explica.

O professor explica ainda que, na FEI, o tema é abordado nas disciplinas de Sustentabilidade nas Organizações e Sustentabilidade na Cadeia de Suprimento. Além disso, a sustentabilidade é tratada de forma transversal em boa parte das demais disciplinas do curso de Administração.

Em parceria com os departamentos de Engenharia e de Ciência da Computação, a instituição também trabalha em diversas linhas de pesquisa que buscam soluções ecológicas para diversos setores da sociedade, desde práticas agrícolas a cuidados com animais de estimação.

Pesquisa de “efeitos negativos” avalia sentimentos de preocupação e raiva na vida pessoal e profissional

O bem-estar do colaborador tem sido um assunto bastante discutido nos debates de recursos humanos e gestão de pessoas. De acordo com o Relatório Mundial da Felicidade, realizado pela Gallup, empresa de pesquisas, e a Organização das Nações Unidas (ONU), em março de 2019, o Brasil caiu 16 posições no ranking da felicidade, entre 2015 e 2019, ocupando a 32ª posição, de 156 países. O levantamento mostrou, ainda, que o país foi colocado como o pior da América Latina na categoria “efeitos negativos”, que avaliam sentimentos como tristeza, preocupação e raiva, ficando em 105º na classificação mundial.

A felicidade é imprescindível para a qualidade de vida do qualquer indivíduo e no ambiente de trabalho é fundamental para a produtividade e engajamento. O CEO da Passadori Educação, Liderança e Negociação, Reinaldo Passadori, explica que o local de trabalho é o lugar onde passamos a maior parte do tempo, por isso, deve ser um ambiente onde os colaboradores sintam-se à vontade. “Locais desorganizados, com muito barulho ou mal estruturados comprometem o bem-estar do colaborador o que, consequentemente, reflete na produtividade. A estrutura da organização, a forma de se relacionar com colegas de trabalho e a relação entre gestor e equipe influenciam, diretamente, no rendimento da empresa”, completa.

Entre os fatores que são determinantes para aumentar a satisfação dos colaboradores, estão as relações interpessoais, a organização do ambiente e o reconhecimento. “As empresas devem incentivar, sempre, a troca de informação e respeito entre os colegas, tendo em vista que o bom relacionamento no ambiente corporativo promove clima agradável, permitindo que o profissional tenha prazer de estar ali e realize as tarefas propostas da melhor maneira”, afirma.

O especialista comenta, ainda, que o reconhecimento é um dos principais motivos para o aumento no engajamento dos colaboradores. “Todos nós precisamos de objetivos, pessoais e profissionais, que nos estimulem diariamente. Por isso, ter o seu trabalho reconhecido, por meio de feedbacks, e recompensado, seja com promoções ou benefícios, faz com que o profissional sinta-se valorizado pela organização e aumente, também, a sua autoestima. É importante que os líderes e gestores saibam motivar sua equipe, para que se tornem profissionais engajados e satisfeitos”, finaliza Passadori.

‘Capacitt a Hub Education’ chega ao mercado com cursos diferenciados de tecnologia

A tecnologia vem ganhando cada vez mais espaço entre as pessoas e, consequentemente, entre as empresas. Segundo a pesquisa Tecnologia da Informação e Comunicação (TIC), realizada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), pela primeira vez – praticamente – dois terços da população do Brasil (69,8%) possuem conexão à internet. Em 2017, o país chegou a 126,3 milhões de usuários, o que significou um aumento de 10,2 milhões em comparação com 2016. Com esse movimento, segundo dados da Associação Brasileira das Empresas de Software (ABES), foram investidos 38 bilhões de dólares em hardwares, softwares e serviços no Brasil, em 2017, em relação a 2016.

Acompanhando o crescimento do setor e com a expertise de especialistas renomados do segmento, é inaugurado o Centro de Treinamento chamado Capacitt a Hub Education, referência na capacitação dos melhores profissionais para o mercado de tecnologia, através do ensino imersivo com atividades em “bootcamp”, multidisciplinares, práticas e exclusivas.

“Estamos falando de um nicho que precisa estar em constante desenvolvimento, levando em consideração que é uma área que tem se transformado com velocidade”, aponta Rodrigo Pimenta, um dos fundadores da Capacitt e CEO da HubChain Technologies. “Os profissionais da tecnologia precisam estar sempre um passo a frente para não serem surpreendidos e engolidos pelo mercado, e foi com essa percepção e experiência de 30 anos no setor, que estamos inaugurando cursos especializados e atualizados”, completa.

Segundo Eliandro Lopes de Sousa, CEO da GrooveTech e também fundador da Capacitt, a ideia nasceu através da escassez de profissionais de TI no mercado. “Um dos maiores problemas que as instituições de ensino não conseguem solucionar é a formação de profissionais capacitados neste setor que possam assumir desafios com maturidade mínima. A Capacitt veio para ajudar nisso, ou seja, através de seus cursos imersivos com método “bootcamp”, cursos objetivos, situações diárias, resolução de dúvidas e melhores práticas resolvidas na hora, como se os alunos estivessem em um ambiente profissional real”, cita Eliandro. “Esta metodologia de treinamento aumentará a maturidade daqueles que forem treinados na Capacitt”, completa.

A Capacitt conta com um programa multidisciplinar completo para cada módulo de seus cursos voltados a tecnologia. Atua também nos principais segmentos da tecnologia, compreende desenvolvimento de “software”, qualidade de “software” e infraestrutura de TI e tecnologia “blockchain”. A primeira turma inicia em setembro de 2019 com “soft open” com o curso de Qualidade de “Software”, formação básica denominado “Foundation” com 3 meses de duração e carga horária de 108 horas. O aluno, ao final deste curso, estará apto a integrar times de desenvolvimento de “software” e atuar como analista de qualidade de “software”, pilar que o especialista dessa área está acostumado a desempenhar, como criar planos de testes, automatizar testes entre outros, em diferentes “frameworks”, linguagens e ferramentas da área.

Inaugurado o Qualidade de “Software”, virão os demais cursos como “Full Stack Mobile DevOp” e “Blockchain”. O espaço contará com salas de aula com capacidade de 12 a 16 lugares e opção de atender 36 a 40 alunos simultaneamente. Os interessados nos cursos devem entrar em contato através do e-mail admin@capacitt.com.

As empresas em busca de profissionais na área de tecnologia, com desejo de melhor capacitação técnica e de gestão de seus colaboradores, se beneficiarão com a inauguração, assim como profissionais da área de tecnologia que se preparam para o próximo nível de sua carreira. Mas, além desses dois perfis, a Capacitt disponibilizará parte de suas vagas em sala de aula para talentos de baixa renda, que não têm a oportunidade de capacitar-se e atingir um melhor emprego. “Trata-se de um modelo de parcerias com grandes empresas que ajudarão a financiar esses talentos com bolsa de até 100%.”, explica Raquel Pimenta, executiva estratégica da Capacitt. “Capacitar-se para o futuro é fundamental para o desenvolvimento de qualquer indivíduo e o “Talent Training” é um projeto que colabora com a capacitação profissional de jovens talentos de baixa renda, preparando-os para o mercado de tecnologia”, completa a executiva.

O projeto seleciona talentos nas comunidades, através de parcerias, acompanhando-os e preparando-os no seu desenvolvimento e aptidão técnica até que tenham a oportunidade de serem absorvidos por uma grande empresa, gerando assim mais empregos. Os fundadores, Rodrigo Pimenta e Eliandro Lopes de Sousa, investiram no centro com o objetivo de capacitar esses jovens em tecnologia e valorizar suas habilidades vocacionais, com a missão de prepará-los para um mercado cada vez mais exigente.

Jabra apresenta soluções em vídeo e áudio para o mercado de call center no Conarec

Em parceria com a SigmaOne, a Jabra, multinacional dinamarquesa referência em soluções de áudio e vídeo, participa do Conarec 2019 – Congresso Nacional das Relações Empresa-Clientes, dias 10 e 11 de setembro, em São Paulo. As marcas vão expor, em primeira mão no Brasil, o produto recém-lançado mundialmente: a Jabra PanaCast. Trata-se da primeira solução de vídeo inteligente Plug and Play com três câmeras integradas que oferecem um panorama de 180° do ambiente em resolução 4K.

Presentes no evento pela terceira vez, Jabra e SigmaOne também expõem aos visitantes as linhas Engage e Biz, que têm foco no atendimento ao cliente. Dotados de tecnologias de última geração, os headsets contam com cancelamento de ruído ativo, baterias de longa duração, luz indicativa de uso, múltipla conectividade, proteção auditiva PeakStop, que elimina picos de som repentinos potencialmente prejudiciais, entre outros benefícios desenvolvidos especificamente para o mercado de call center e atendimento ao consumidor.

O Conarec 2019 tem como objetivo desbravar a relação entre clientes e fornecedores, entender o comportamento do consumidor, bem como as ferramentas de fidelização.

Plataforma digital inovadora para gestão logística recebe primeira rodada de investimentos

O mercado aduaneiro passa por um momento de inovações, uma delas é a ElloX, startup que cuida de todo o processo logístico, desde o orçamento do frete à gestão do fluxo de documentos – em uma única plataforma. A empresa acaba de receber uma rodada de investimentos com o objetivo de entregar maior produtividade e eficiência às empresas que trabalham com exportação e importação aliados a melhor experiência digital.

Entre os investidores que fizeram aportes nesta primeira rodada de captação de recursos, estão: André Lettieri, fundador da Unimar Agência Marítima; Guilherme Nazar, atual Head de Operações do Uber Brasil; Gabriel Carvalho, fundador da Blu Logistics Brasil; André Xavier Andrade, fundador e CEO da Mimic; e Leonardo Caepa, diretor comercial da Kraft Heinz em Londres.

“Temos uma proposta bem definida quando iniciamos este projeto no fim de 2018 e estamos muito felizes em contar com estes parceiros que acreditam na ElloX Digital. É um marco muito importante para, pois mostra que estamos no caminho certo para reinventar a logística e facilitar os processos de exportação e importação”, afirma Lucas Moreno, CEO e fundador da ElloX Digital.

“Sendo a logística fator determinante para as empresas exportadoras, e com o advento do blockchain e os marketplaces, decidimos investir na ElloX Digital. Por ser uma plataforma ligada ao transporte e com a oferta de serviços correlatos, como seguros, vimos no projeto uma sintonia enorme com a digitalização de um segmento tradicional, abraçando fortes tendências para o desenvolvimento do mercado aduaneiro”, declara André Lattieri, fundador da Unimar Agência Marítima e um dos investidores da ElloX.

Com os recursos captados, a ElloX Digital continuará o desenvolvimento da plataforma desktop e mobile para agregar mais funcionalidades. A startup tem em como plano atuar em todo processo logístico, para além do transporte marítimo, incluindo os modais aéreo e rodoviário. A ElloX é a única startup brasileira com potencial de rápida com rápida expansão na América Latina que está fazendo esse tipo de trabalho, de facilitar a vida do exportador, para que não precise utilizar diversas plataformas para resolver os processos. Por questões contratuais, a ElloX Digital não abre os valores captados.

Parceria

Paralelamente à rodada de investimentos, a ElloX Digital anuncia uma parceria com a Blu Logistics, agente de carga presente em 11 países, em 50 cidades, ou seja, o parceiro possibilita que a startup atua em 11 países, além do Brasil, aumentando muito a credibilidade da marca. “Para nós, é essencial e de grande satisfação conseguir uma parceria dessa, pois nos dá uma penetração internacional devido à presença da Blu Logistics em 11 países”, destaca Moreno.

Profissionais engajados são a porta de entrada para a fidelidade do cliente

Por Paul Whitelam

A conquista de novos clientes pode ser uma iniciativa cara e as empresas precisam fazer tudo o que estiver ao seu alcance para oferecer uma experiência positiva que os mantenha fiéis. Na década de 90, os clientes tinham opções limitadas e, se houvesse uma escolha de fornecedores, eles normalmente procuravam organizações com o menor custo. Hoje, no entanto, os clientes desejam experiências que os façam se sentir valorizados.

No mundo altamente competitivo dos provedores de serviços de telecomunicação, a retenção de clientes não depende apenas do fornecimento dos recursos e benefícios certos, mas também da experiência. A última pesquisa de satisfação divulgada pela Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) neste ano, por exemplo, revelou que as maiores notas foram obtidas pelas prestadoras de pequeno porte, o que vem ocorrendo sistematicamente desde 2015. O levantamento da Anatel ouviu mais de 100 mil consumidores brasileiros, que avaliaram a qualidade e a satisfação do público com os serviços prestados pelas empresas de telecom. Os consumidores que mais ficaram satisfeitos foram os de telefonia móvel e pós-paga, com nota média nacional de 7,3 contra 6,99 em 2017. O aspecto que foi considerado com a melhor avaliação do serviço foi a cobrança, com 7,53. E as menores notas foram de atendimento telefônico, com 6,40, e a capacidade de solução de problemas, com somente 6,34.

Como prestadores de serviços, os técnicos de serviços em campo estão em uma posição única para controlar regularmente os clientes que atendem. Infelizmente, o único momento em que os clientes interagem com seu provedor de serviços é quando têm um problema, como interrupção de serviço, cobrança indevida, etc., ou na melhor das hipóteses, quando aguardam uma instalação. No passado, o nível para se medir o sucesso de um serviço era muito baixo. Em essência, as equipes de serviço tinham de aparecer em algum momento dentro de uma ampla janela, resolver o problema e não causar danos.

Hoje, os técnicos precisam ter poderes para resolver os problemas de maneira mais rápida e fácil, o que significa remover os obstáculos que impeçam seu bom desempenho. Ao manter os técnicos de serviço em campo motivados, produtivos e engajados, a satisfação e a lealdade do cliente também aumentam.

Desbloqueie o poder dos técnicos em campo

A pesquisa da Gallup revelou que os locais de trabalho mais engajados têm uma probabilidade 56% maior de alcançar a lealdade do cliente acima da média, confirmando a forte correlação entre o engajamento dos funcionários e a satisfação dos clientes. De fato, os provedores de serviços que mantêm ativamente seus profissionais engajados beneficiam-se de maior produtividade, lucratividade e valor de estoque.

É claro que os funcionários que se sentem gratificados por seu trabalho sejam mais produtivos – e, em última análise, empregados mais produtivos proporcionam uma melhor experiência ao cliente. No entanto, existe uma “lacuna de envolvimento” significativa. A mesma pesquisa da Gallup também revelou que as empresas perdem mais de US$ 500 bilhões devido à queda de produtividade e rotatividade de clientes – e esses indicadores negativos podem ser atribuídos ao baixo engajamento dos colaboradores.

Então, o que as operadoras de telecom estão fazendo quanto ao baixo envolvimento dos funcionários? Em uma recente conferência para operadoras de telefonia móvel, um dos principais provedores de telefonia móvel do Reino Unido compartilhou sua estratégia para aumentar o engajamento de seus profissionais. Sua jornada para impulsionar o engajamento dos funcionários ganhou vida própria e o slogan inicial ‘People Promise’ (promessa de pessoas na tradução livre) evoluiu para ‘Live the Experience’ (viva a experiência), tornando-se a visão do Grupo Telefonica.

As empresas com alto nível de engajamento dos funcionários beneficiam-se de menor desgaste de clientes, redução de absentismo dos colaboradores e maior produtividade. Em um mercado de trabalho restrito, agora é a hora de os prestadores de serviços aumentarem seu foco no envolvimento de seus empregados.

Embora existam muitos caminhos para melhorar esse engajamento, a adoção de tecnologia e melhores práticas que aumentem a independência de um técnico em campo, a eficiência e o nível de envolvimento do cliente são métodos comprovados para conseguir esse feito. Aqui estão três maneiras distintas de aumentar a satisfação profissional dos técnicos de serviço em campo:

Dê um impulso à autonomia

É altamente provável que você tenha contratado ótimos técnicos, mas para que eles façam o trabalho, precisam de poder e autonomia para resolver quaisquer problemas que surjam. Por isso, é fundamental que você promova um ambiente de confiança, que os apoiará na tomada de decisão.

Quando possível, permita que eles escolham seu próprio caminho para a resolução, como através da disponibilidade de um manual de instruções em seu dispositivo móvel, colaboração em tempo real com um colega, assistência ao vivo por vídeo com um especialista no back office ou realidade aumentada. Técnicos em campo aprendem com a experiência o que precisam para fazer o trabalho e o que funciona melhor para eles.

Permita que os técnicos façam o que fazem de melhor

Não é segredo, os técnicos de serviço em campo não gostam da burocracia da papelada. Isso demanda tempo e atrasam o que eles fazem melhor – atender clientes e resolver problemas. Ao armar esses profissionais com as aplicações móveis corretas, a papelada pode ser reduzida ou mesmo eliminada. Utilizando formulários inteligentes, os técnicos só conseguem ver os campos relevantes para o trabalho em questão, eliminando a suposição de saber as informações necessárias que precisam ser capturadas.

Facilite a obtenção de informações

Normalmente, os técnicos trabalham sozinhos. Quando não têm fácil acesso às informações, peças e ferramentas necessárias, a resolução do problema na primeira visita torna-se quase impossível. Isso não apenas frustra o funcionário como fornece uma experiência ao cliente menos do que satisfatória. Para eliminar essas barreiras, concentre-se em oferecer ferramentas e processos que incentivem a comunicação bidirecional – a todos os participantes na jornada de atendimento ao cliente.

Como a satisfação do funcionário aumenta a satisfação do cliente. Como os técnicos são o rosto de sua organização, o engajamento profissional é uma maneira infalível de aumentar sua eficiência e níveis de satisfação, além da lealdade do cliente.

Paul Whitelam, Vice-Presidente sênior de marketing global da ClickSoftware

Spin abre inscrições para sétimo ciclo de aceleração

A Spin, primeira e maior rede de aceleradoras startup+indústria do Brasil e uma das dez melhores do país conforme o Startup Award 2018, abriu as inscrições para o sétimo ciclo de aceleração. O programa é destinado a startups de todo o país que desejam ganhar escalabilidade nos negócios.

Com metodologia exclusiva do Vale do Silício no Brasil, o processo transformador tem como foco as validações e ajustes necessários ao crescimento sustentado e consequente sucesso das startups. Ele ainda oferece programa exclusivo de governança corporativa para startups, coaching em grupo e individual, treinamentos e workshops, mentorias com grandes especialistas em diversas áreas, suporte jurídico, assessoria de imprensa e conexão com possíveis clientes e potenciais investidores.

O programa tem 12 semanas de duração, inscrições abertas até 15 de setembro e início do programa agendado para a segunda quinzena de outubro. Todas as unidades da Spin ao redor do país como São Paulo — SP, Curitiba no Paraná, Jaraguá do Sul, Joinville e Blumenau em Santa Catarina, estarão disponíveis para realizar o ciclo. As inscrições devem ser feitas por meio do site: http://academy.spin.capital/programs

A inovação do setor privado chegou à área pública?

Por Marcus Granadeiro

Imaginando uma empresa de serviços, de produção de inteligência ou de engenharia, ao pensar em desenvolver um projeto e estruturar um orçamento de uma área, quais seriam os principais custos a serem levantados? Esta estrutura de custos deve ser a mesma de dez ou vinte anos atrás? Este ponto pode ter impacto no processo de inovação do setor?

No passado, o escritório era algo importante: salas de reunião, linhas telefônicas, servidores, teleconferências, aparelhos de fax, grandes equipes de apoio, como secretárias, office boys, cadistas, recepcionistas, garçons e por aí vai. Esses custos “necessários” eram considerados fixos e mereciam atenção especial. Hoje, entretanto, tudo é mais fluido, computadores de mesa deram lugar aos notebooks, o celular é o novo “canivete suíço”, o espaço é compartilhado, as reuniões acontecem em qualquer local e a rede corporativa é a nuvem.

Em uma cidade como São Paulo, o ideal não é ter um escritório, mas diversos, espalhados nas regiões onde estão os clientes, obras e colaboradores. Uma rede de escritórios é a forma de otimizar o tempo de todos os colaboradores. É diante deste cenário, estão crescendo os coworking e teletrabalhos.

Este tema também está associado a um aspecto que costumava ser importante: a frota e o aluguel de carros. Quer ser competitivo? Esqueça essa mentalidade, otimize sua operação para o uso do transporte público e, ou, modais compartilhados. O seu bolso e a cidade agradecem.

Por outro lado, um ponto que não era significativo, a tecnologia, passou a ser. A tecnologia não era listada, pois era considerada um ativo, como um investimento. Atualmente isso não faz mais sentido, pois estamos na era do software como serviço. Não se compra ou desenvolve software, o mercado já mostrou que o conceito correto é considerar a tecnologia um custo operacional, ou seja, pagar sob demanda.

Tudo isso parece muito lógico, porém aí vem uma dúvida: por que ainda temos a grande maioria dos editais públicos remunerando aluguel de escritório, aluguel de carro, quilometragem rodada, mas não apresentam nenhum item relativo à tecnologia?

Geralmente, são editais de projeto que não preveem o custo dos softwares de projeto, textos sobre gerenciamento que não têm espaço para gerenciamento de documentos e processos, assim como uma supervisão de obra que não prevê custo para soluções mobile. Indo além dos sistemas específicos, temos que citar as tecnologias de base como os computadores, editores de texto, planilhas, sistemas de planejamento e rede.

Para estes editais, todos estes custos não existem. Então, qual é o incentivo para inovar que o poder público está dando ao mercado? Este tipo de visão não seria um vetor que vem contribuindo com o atraso em nosso segmento?

O setor público caminha na contramão do privado quando o assunto é evoluir os processos para um mundo digital. Está, ou melhor, já passou da hora de rever este cenário se quisermos, de fato, transformar o mercado.

Marcus Granadeiro, engenheiro civil formado pela Escola Politécnica da USP, presidente do Construtivo, empresa de tecnologia com DNA de engenharia e membro da ADN (Autodesk Development Network) e ​ do RICS (Royal Institution of Chartered Surveyours).

Micro e pequenas empresas também precisam se adaptar à nova Lei Geral de Proteção de Dados

O tamanho da companhia não é parâmetro de exclusão para a aplicabilidade da nova Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD). Isso significa que sejam micro, pequenas, médias ou grandes empresas, todas as corporações, de qualquer segmento de atuação, que coletem e armazenem dados pessoais terão que atender às exigências da nova legislação.

Sancionada pelo então presidente Michel Temer, em 14 de agosto de 2018, a lei 13.709/2018 entrará em vigor em cerca de um ano, a partir de agosto de 2020, e exigirá o tratamento de dados pessoais, inclusive em meios digitais, com a finalidade de proteger os direitos individuais e fundamentais de liberdade e privacidade. “O objetivo do poder público é permitir que o cidadão tenha mais controle sobre suas informações pessoais”, explica Robson Prado, advogado especialista em Direito Empresarial.

Para isso, a legislação prevê uma série de alterações na forma como as companhias não só armazenam como utilizam as informações pessoais de clientes e outros contatos. Entre essas mudanças estão: O consentimento prévio e explícito para a coleta e arquivamento dos dados; o livre acesso do titular às informações, assim como a possibilidade de exclusão e transferência desses dados; além de procedimentos que garantam a segurança desses arquivos.

Para Robson Prado, quem mais terá dificuldade em se adaptar são as micro e pequenas, independente, do segmento em que atuam. “Clínicas, laboratórios ou outras prestadoras de serviços médicos, por exemplo, tratam dados considerados sensíveis pela nova lei e precisarão de padrões e procedimentos para cuidar dessas informações, sob pena de ter que arcar com multas pesadas. Mas empresas de outros setores, como e-commerces e apps, também passarão por mudanças. Todas terão que se adaptar”, diz.

Os valores para quem não cumprir as exigências podem chegar a 2% do faturamento no último exercício, limitado, no total, a R$ 50 milhões por infração. A lei prevê ainda a possibilidade de multa diária.

A recomendação é que as empresas passem a coletar apenas informações imprescindíveis para o funcionamento da operação ou do atendimento. E que comecem as mudanças agora. “O prazo parece longo, mas quem não começar a pensar nisso o quanto antes pode estar em risco, pois a adequação leva tempo e exige planejamento”, conclui Prado.

Semana do Brasil deve dar novo fôlego e movimentar a economia

Começou hoje a Semana do Brasil, uma ação inédita para mobilizar o comércio, aquecer a economia e celebrar o nosso País. Lojas de todas as regiões de Belo Horizonte irão oferecer diversas promoções e descontos em seus produtos e serviços até o dia 15 de setembro. A Semana do Brasil é uma iniciativa do governo federal, e tem o apoio da Câmara dos Dirigentes Lojistas de Belo Horizonte (CDL/BH), que incentiva a participação de seus associados. “Entendemos e acreditamos que neste momento, que precisamos destravar a economia, uma ação como essa será benéfica e irá contribuir para que possamos começar fomentar a recuperação das vendas, por isso estamos apoiando a participação de todos os empresários”, comenta o presidente da CDL/BH, Marcelo de Souza e Silva.

Em Belo Horizonte diversas empresas, de segmentos como calçados, vestuário, óticas, papelaria, entre outros, já aderiram à campanha, criada para movimentar o comércio e aquecer o turismo nacional. A Semana do Brasil tem como inspiração o varejo dos Estados Unidos, que costuma realizar promoções em feriados cívicos nacionais, como o 4 de Julho, Dia da Independência. A ideia é que a campanha seja repetida todos os anos.

“A Semana do Brasil é uma oportunidade para os lojistas e os consumidores de Belo Horizonte. As lojas vão oferecer produtos e serviços com condições especiais, buscando aumentar as vendas e renovar seus estoques. Os consumidores terão uma oportunidade de comprar produtos que estão precisando e presentes para as datas festivas que vêm pela frente”, avalia Souza e Silva.

Com investimento do fundo Kaszek Ventures e foco em payments e banking as a service, fintech espera mediar R$ 400 milhões em 2019

No meio da explosão de fintechs no Brasil, a forma como pessoas e organizações lidam com o dinheiro mudou completamente, exigindo das empresas que prestam serviço na área uma evolução constante para oferecer as melhores soluções para cada problema que possa surgir.

A Hash atua nesse mercado viabilizando a entrada de novos competidores. Agora, a fintech é uma plataforma de tecnologia especializada na construção de produtos e serviços nas áreas de payments e banking as a service. Ou seja, ela permite que empresas que possuam redes de estabelecimentos comerciais ofereçam serviços de pagamentos e produtos financeiros personalizados para seu ecossistema, criando uma solução única e customizada para cada vertical de negócio. Com o novo posicionamento, o objetivo é mediar mais de R$ 400 milhões em sua operação – em 2018, esse número foi de R$ 100 milhões. Atualmente, as soluções da empresa estão em 15 mil estabelecimentos comerciais e possui grandes clientes em seu portfólio, como MadeiraMadeira, Leo Madeiras, Printi e Peixe Urbano.

“Queremos eliminar as barreiras que existem atualmente no mercado, permitindo a entrada de novos atores no setor e multiplicando ofertas que realmente entreguem valor e inovação aos pequenos e médios estabelecimentos, sempre através dos nossos parceiros de cada vertical”, afirma João Miranda, CEO da Hash.

Para isso, a Hash possui uma tecnologia White Label em que as soluções financeiras possam ser moldadas de acordo com as regras específicas de cada negócio. Na prática, possibilita que as companhias tenham relações financeiras com seus clientes e se transformem nos próprios intermediários financeiros da operação.

A proposta da fintech atraiu investidores, que já realizaram aportes na operação – a última, por exemplo, captou R$ 13 milhões do fundo Kaszek Ventures. A Hash também possui investimento do fundo Canary e dos empreendedores Henrique Dubugras e Pedro Franceschi, fundadores da Brex, unicórnio americano (empresas com valor de mercado superior a US$ 1 bilhão) com atuação nos Estados Unidos.

No comando está João Miranda, 24 anos, fundador e CEO da empresa. Ele fez parte da equipe inicial do Pagar.me, fintech adquirida pela Stone, e atuou como engenheiro de software e gerente de grandes contas. Ele não concluiu o curso de Ciência da Computação na USP para se dedicar ao empreendedorismo.

“Nossa missão é melhorar o mercado brasileiro na construção de serviços bancários e de pagamentos mais relevantes e justos. Buscamos ser protagonistas neste mercado, reconhecidos pela relevância na geração de valor e inovação aos nossos clientes”, conclui Miranda.

Callflex investe R$ 2 mi em startup de Customer Experience

A Callflex, atuante há doze anos desenvolvendo soluções para o mercado de atendimento no Brasil, anuncia o investimento de R$ 2 mi na 2CX. A startup com foco em Customer Experience criou uma abordagem própria chamada “Make Sense” e modelos de Design Sprint para desenhar a melhor jornada e entregar a melhor experiência neste processo.

Com pouco mais de um ano no mercado, a 2CX vem alçando grandes voos, atendendo clientes dos segmentos financeiro, health care e automobilístico, como Troller-Grupo Ford e Bradesco. Recentemente, a startup ainda venceu o programa Innovation Station, tendo como objetivo elaborar para a Auchan, um dos maiores grupos varejistas da Europa, um projeto focando o futuro do varejo no continente.

Defensora e atuante em prol do melhor relacionamento empresa-cliente, a Callflex sempre desenvolveu suas soluções com o objetivo de facilitar e aproximar esta relação, objetivo compartilhado pela startup, um dos motivos do aporte.

“Investimos na 2CX pois compartilhamos da mesma missão, a de melhorar o sistema de atendimento no Brasil. A startup sempre trouxe isso em seu DNA aliado a um modelo diferenciado de construção de jornadas para o cliente”, afirma Alexandre Azzoni, sócio-fundador e CSO da Callflex.

Marcelo Rodrigues, CEO da 2CX, comenta que o investimento é uma prova de que a startup está no caminho certo. “A Callflex já era uma parceira, já usávamos suas soluções e eles também utilizavam nosso know how em suas entregas. Com o investimento, agora estamos ainda mais fortes no mercado, prontos para desenvolver ainda mais o nosso time e nossa empresa.”

Além do investimento, neste ano a Callflex aumentou o seu time de colaboradores em 30%. Contrariando o mercado, a empresa vem passando por uma crescente vertiginosa, mesmo em um momento delicado para o setor de atendimento no Brasil.

“Sempre estivemos atentos ao mercado, as suas necessidades. Nossas soluções, mesmo os discadores, que são tão criticados de uma forma geral, aqui na Callflex sempre foram desenvolvidos dentro de uma regra clara de aproximar empresas e clientes e não o contrário, como temos visto algumas tecnologias e estratégias. Assim, momentos como este, que poderiam gerar uma crise para algumas empresas do setor, aqui o vemos como mais uma possibilidade de continuarmos crescendo, levando nossas soluções, já desenvolvidas de berço em conformidade com as novas regulamentações, aos nossos clientes. E tudo isso agora agregando a expertise da 2CX”, finaliza Azzoni.

Brasil Investment Forum destacará oportunidades de investimentos em setores estratégicos da economia brasileira

O maior evento voltado à atração de investimentos na América Latina será realizado nos dias 10 e 11 de outubro em São Paulo. Organizado pelo governo brasileiro – por meio da Apex-Brasil, do Ministério de Economia e do Ministério de Relações Exteriores –, em parceria com o Banco Interamericano de Desenvolvimento, o Fórum de Investimentos Brasil (em inglês: Brasil Investment Forum) destacará oportunidades de investimentos em setores estratégicos da economia brasileira, como infraestrutura, energia, agronegócios, tecnologia e inovação. Esta será uma oportunidade única para discutir as melhorias no ambiente de negócios no Brasil.

São esperados para o BIF cerca de 1.500 participantes entre executivos de grandes empresas, formadores de opinião, representantes de alto escalão do governo, investidores estrangeiros e empresários brasileiros. Para se ter uma ideia da relevância do evento, na edição 2018 estiveram presentes convidados estrangeiros de mais de 48 países. Noventa por cento do público presente era oriundo do setor privado.

O Fórum será inaugurado pelo Presidente da República, Jair Bolsonaro, e pelo Presidente do Banco Interamericano de Desenvolvimento, Sr. Luis Alberto Moreno. Também estão confirmados os Ministros Ernesto Araújo (Relações Exteriores), Paulo Guedes (Economia), Sérgio Moro (Justiça), Bento Costa L. Leite (Minas e Energia), Tereza Cristina Dias (Agricultura, Pecuária e Abastecimento), Tarcísio de Freitas (Infraestrutura) e Marcos Pontes (Ciência e Tecnologia).

Entre os executivos confirmados como panelistas do evento estão Francesco Starace, CEO Global da ENEL; Luiz Pretti, Presidente da Cargill; Dilip Sundaram, CEO da Mahindra; Werner Baumann, CEO Global da Bayer; José Acosta, Presidente da UPS nas Américas; Donna Hrinak, CEO da Boeing na América Latina; John Rodgerson, CEO da Azul; Leonardo Vianna, CEO do Grupo CCR; Marcelo Fujimoto, CEO da Mandaê e Marcelo Claure, COO do Softbank; Ana Paula Assis, Presidente da IBM na América Latina; José Berenguer, CEO da JP Morgan;

“Vivemos um período inédito no Brasil, em que temos os órgãos do governo federal atuando de forma uníssona e coordenada em prol do crescimento econômico e das melhorias do nosso ambiente de negócios. Estou certo de que os participantes do BIF sairão do evento com renovado interesse por atuar em nosso país, conscientes das vantagens competitivas que o Brasil oferece”, afirma o Presidente da Apex-Brasil, Sergio Segovia.

Solicite sua pré-inscrição e confira a programação completa do BIF 2019 em www.brasilinvestmentforum.com

Ambiente de investimentos no Brasil

Com área de 8,5 milhões de quilômetros quadrados e mais de 210 milhões de habitantes, além de um território rico em recursos naturais, uma indústria sólida e democracia consolidada, o Brasil é um dos países mais atraentes para investimentos estrangeiros.

Um sistema financeiro estável e um enorme mercado interno tornam o Brasil um destino seguro para investimentos e dão ao país a força para resistir a crises internacionais. O Brasil é hoje o sétimo maior destinatário de IED no mundo, de acordo com a Conferência das Nações Unidas sobre Comércio e Desenvolvimento (UNCTAD).

As reformas econômicas de ajuste fiscal formam a base para o realinhamento macroeconômico atual, garantindo a previsibilidade e a sustentabilidade dos investimentos estrangeiros.

O Brasil também trabalha para aumentar a competitividade e produtividade das suas empresas, adotando medidas para melhorar as condições de negócio.

Algumas das principais vantagens competitivas do país são:

– Ambiente de investimento sólido

– Enorme mercado interno

– Celeiro de inovação

– Grandes projetos de infraestrutura

– Potencial energético e agricultável – Principal economia da região

– Porta de entrada para a América Latina

– Grande competidor global

CDL/BH recebe a primeira edição em Minas do Startup Weekend Retail

Minas Gerais receberá pela primeira vez uma edição do Startup Weekend Retail, evento mundial de inovação focado em varejo. O encontro acontecerá no fim de semana dos dias 13, 14 e 15 de setembro, na sede da Câmara dos Dirigentes Lojistas de Belo Horizonte (CDL/BH).

O Startup Weekend é um evento que acontece no mundo inteiro, por meio uma rede global de líderes e empreendedores, que tem por missão inspirar, educar e capacitar indivíduos, equipes e comunidades. Na etapa de Belo Horizonte, o desafio será criar uma startup (empresa com solução escalável e inovadora) em 54 horas para solucionar algum desafio do varejo. Ao longo desses três dias, os participantes são encorajados a terem boas ideias, validá-las, construir o modelo de negócios, desenvolver um protótipo e realizar uma apresentação para uma banca avaliadora. Mas, apesar de ser uma competição, o maior prêmio é a experiência adquirida com isso.

‘Semana do Brasil’ é aposta de nova data comercial para aquecer o varejo em setembro

O governo federal lançou na quarta-feira (28) a Semana do Brasil, durante o congresso de varejo Latam Retail Show, realizado na capital paulista. A partir de agora, o período entre 6 e 15 de setembro entra no calendário do comércio com ações promocionais para estimular vendas em um mês habitualmente morno para o setor.

A Federação das Associações Comerciais do Estado de São Paulo (Facesp) e a Associação Comercial de São Paulo (ACSP), que já discutiam possíveis ações locais para impulsionar o comércio na Capital e no interior em setembro, agora apoiam a iniciativa do governo em sinergia com mais de 40 entidades, como o IDV (Instituto de Desenvolvimento do Varejo).

Alfredo Cotait Neto, presidente da Facesp e ACSP, afirma que ambas já orientam seus associados a participarem da Semana, que coincide com as comemorações da Independência do Brasil (7 de setembro). A ideia é que os comerciantes direcionem estratégias para oferecerem preços promocionais, descontos exclusivos e ambientação diferenciada na loja física e na virtual.

“É um esforço de vendas para reacender um pouco a economia, uma ação comercial onde os consumidores terão vantagens, e o varejo terá uma oportunidade de vender um pouco mais”, afirma o presidente. “Também é uma forma de pontuar o patriotismo, o sentido do Dia da Pátria, mas que será comemorado de uma forma mais completa”, reforça Cotait Neto, que acredita que a nova data promocional do calendário do varejo brasileiro “veio para ficar.”

Essa espécie de “Black Friday antecipada”, que será realizada nos mesmos moldes da ação promocional criada nos Estados Unidos, é uma ideia discutida há bastante tempo entre entidades varejistas. Agora, ela se concretiza num momento em que a economia precisa de estímulo, e deve ser puxada pelos saques do FGTS e a antecipação do 13º salário dos aposentados.

Assim como no período em que a Black Friday chegou ao Brasil via e-commerce no longínquo ano de 2010, e hoje virou um sucesso de vendas que cresceu 23% em 2018, faturando R$ 2,6 bilhões só na sexta-feira (dados da Ebit/Nielsen), por enquanto é difícil mensurar o quanto as vendas podem crescer na Semana do Brasil, diz Marcel Solimeo, economista da ACSP.

Afinal, apesar do estímulo para vender mais, nenhum comerciante é obrigado a aderir à ação. “É difícil saber qual seria o grau de adesão, embora haja uma expectativa de que ela seja bastante expressiva por conta das perspectivas de movimentar um mês tradicionalmente fraco e adicionar um extra no faturamento da loja”, afirma.

Mas como fazer um consumidor que ainda se mantém cauteloso e com medo de gastar abrir a carteira durante a nova semana promocional? Segundo Solimeo, há dois desafios a enfrentar: o primeiro é atrair o consumidor para a loja. Já o segundo é fazê-lo comprar na loja. Para isso, é preciso oferecer promoções muito competitivas para dar certo.

“Estamos no fim da estação, e muitos lojistas ficaram estocados porque o inverno demorou a chegar”, afirma. “Se o friozinho continuar nos próximos dias, dar bons descontos nesses itens e em outros com giro menor podem gerar resultados interessantes. Mas lembre-se: primeiro é preciso conseguir atrair o consumidor para dentro da loja.”

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SAP Now debate a Economia da Experiência no Brasil e no mundo e traz cases de empresas que saíram na frente nessa nova transformação

A presidente global dos negócios em nuvem da SAP e membro do conselho executivo da empresa, Jennifer Morgan, estará na edição brasileira do SAP NOW, segundo maior evento da SAP no mundo. A executiva falará no dia 11 de setembro sobre como vencer na era da Economia da Experiência, além de compartilhar projetos visionários que a companhia lidera em diversos países. O foco da apresentação também será a integração de Qualtrics ao portfólio da SAP, que vem tornando a empresa a única no mercado com potencial de oferecer soluções que combinam dados de experiencia (X-data) com dados operacionais (O-data).

Jennifer também vai chamar ao palco Rodrigo Vicentini, head da NBA no Brasil, que apresentará como a liga utiliza os diferentes tipos de dados para aperfeiçoar a experiência dos fãs dentro e fora das quadras. Juntos, falam sobre o showcase SAP & NBA Basketball Data Court, uma parceria da SAP com a NBA para trazer uma quadra de basquete sensorizada, que tem tecnologias SAP para comparar estatísticas com atletas reais e proporcionar uma experiência imersiva aos participantes do evento.

A grade também contará com outros palestrantes que trarão suas visões sobre economia da experiência em diversos segmentos de negócios. Claudio Muruzabal, presidente da SAP América Latina, recebe no primeiro dia do evento Dennis Wang, VP de operações do Nubank para um talk show sobre o papel da cultura da empresa na experiência do cliente.

Também está confirmada a apresentação de Chip Conley, fundador da The Modern Elder Academy (MEA), mentor e conselheiro estratégico de Hospitalidade do Airbnb, que vai falar sobre a reinvenção da hospitalidade. Na palestra Na palestra “Surfing Disruption”, no dia 12, ele vai abordar os desafios de se destacar na Economia da Experiência, onde todos buscam o novo e reinventar conceitos, como foi o caso do Airbnb.

Qualtrics na prática – jornada dos clientes e de colaboradores

Uma das sessões mais esperadas da edição de 2019 é mostrar como o portfólio Qualtrics se integra às soluções SAP. A palestra “O impacto e a jornada da Economia da Experiência, powered by Qualtrics”, conduzida por Kekoa Loo, head de Software Sales Strategy and GTM Learning & Enablement da Qualtrics, vai demonstrar como os usuários podem gerar resultados de negócios usando dados operacionais (“O” data) e dados de experiência (“X” data). As empresas agora podem coletar dados sobre as experiências de clientes, funcionários, produtos e marcas e combinar seus X’s & O’s por meio de um único sistema.

Ao longo dos dois dias, outras palestras vão abordar a integração de Qualtrics ao portfólio da SAP.

A programação do SAP NOW inclui mais de 500 sessões de conteúdos e apresentações de mais de 100 cases de clientes SAP. Confira a agenda neste link https://sessioncatalog.sapevents.com/go/agendabuilder.sessions/?l=224&locale=pt_BR

SAP NOW 2019

Data: 11 e 12 de setembro de 2019

Hora: de 8h às 20h

Local: Transamérica Expo Center – Av. Dr. Mário Villas Boas Rodrigues, 387 – São Paulo, SP.

Inscrições no site do evento SAP NOW 2019.

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Sua empresa está preparada para a LGPD?

Por Patrícia Cosentino

No dia 14 de agosto de 2018 foi sancionada a Lei 13.709, intitulada Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD). Embora esteja prevista sua entrada em vigor apenas em agosto de 2020, as empresas já precisam começar a pensar nos mecanismos que adotarão para se adequar à normativa, que tem como principal objetivo imputar transparência no uso de dados das pessoas, ou seja, garantir maior controle e privacidade às informações de pessoas físicas ou jurídicas. Mais do que isso: a lei cria regras claras sobre como deve ser realizada a coleta, o armazenamento e o compartilhamento destes dados.

A LGPD brasileira inspirou-se na regulamentação europeia aprovada em maio de 2018, que usa os direitos fundamentais da liberdade e privacidade para estabelecer regras sobre a coleta e armazenamento de dados pessoais. Prevê, ainda, hipóteses que tornam legais os tratamentos de dados, sendo necessário o consentimento explícito do titular, que deve ser informado de maneira clara sobre o tratamento que será dado às informações.

Os dados de pessoas jurídicas somente poderão ser coletados com a autorização expressa e comprovada do titular; e nos casos de dados pessoais de crianças e adolescentes, será exigida uma atenção especial, incluindo o consentimento de um dos pais antes da coleta das informações.

É importante destacar que os titulares poderão, a qualquer momento, retificar, cancelar ou solicitar a exclusão dos dados junto ao cadastro da empresa.

Para adequar-se às novas exigências, é impreterível a criação de um Comitê de Segurança da Informação, que será responsável pela análise da atual situação dos procedimentos internos no que diz respeito aos dados recebidos, fazendo um mapeamento a respeito do tratamento dos dados e de todo o seu ciclo e armazenamento dentro da empresa. Ou seja, as empresas deverão garantir a segurança das informações e em casos de incidentes, o encarregado de dados, ou DPO – data protection officer deverá comunicar o órgão regulador, a Agência Nacional de Proteção de Dados, e o titular dos dados.

As sanções administrativas que serão aplicadas aos agentes nos casos de violação da lei, estão previstas no artigo 52 e têm natureza retributiva, pois imputam ao infrator uma sanção pelo ato praticado, evitando, assim, a reincidência de atos ilícitos.

Com menos de um ano para a entrada em vigor da LGPD, as empresas precisam se adaptar às exigências da normativa, a fim de evitar sanções pela Agência Nacional de Proteção de Dados.

Patrícia Costa de Carvalho Cosentino, do escritório Almeida Prado & Hoffmann, é bacharel em direito pela Faculdades Metropolitanas Unidas – FMU.