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Marco Legal das Startups potencializará investimentos no Brasil

Por Pedro Waengertner

Não existe uma fórmula mágica para transformar o Brasil e colocá-lo nas primeiras posições mundiais dos rankings de inovação. Mas se pudesse fazer uma aposta, seria através do empreendedorismo digital. Em um ambiente desafiador, a criatividade é o que prospera – e, se tem algo que o brasileiro sabe contribuir com o mundo dos negócios, é com soluções fora da caixa. Dobrar a taxa de criação de startups e incentivar ainda mais esse tipo de inovação pode ser a maneira ideal de gerar riqueza e tornar o país cada vez mais competitivo.

Ainda sem regras e regulamentações específicas, as startups se veem obrigadas a seguir as mesmas burocracias das empresas tradicionais. O que não condiz com o formato, ou mesmo agilidade, que elas necessitam para prosperar. O Marco Legal das Startups que tramita no Congresso irá melhorar o ambiente de negócios para as startups e, entre suas principais propostas, destaca-se, a criação de uma conceituação unificada de startup, e a simplificação de modelos societários, deixando mais fácil e barata a burocracia para se abrir e manter uma empresa.

A burocracia é um custo invisível que nem sempre colocamos na conta. Uma startup é uma organização enxuta por natureza e vejo o quanto a complexidade legal e tributária brasileira toma o tempo e energia dos empreendedores. A constituição das startups como Sociedade Anônima (SA), embora seja mais recomendada pela característica do negócio, muitas vezes não é a primeira opção do empreendedor, que acaba optando por alternativas que limitam o seu crescimento.

Outro ganho importante para o cenário de investimentos no Brasil, é a proteção ao investidor-anjo, o investidor pessoa física que aposta nas Startups logo no início. Os riscos na pessoa física assustam e limitam o potencial de financiamento destes negócios. Com a redução das taxas de juros, o investimento de risco está mais atrativo que nunca no Brasil, e poderá servir de combustível para o crescimento que precisamos no setor. Basta deixarmos claras as regras e garantir minimamente a segurança dos investidores.

Existem, claro, pontos de extrema atenção no pacote regulatório, como, por exemplo, deixar bem claro o que, de fato, é uma startup. É importante ter suas características definidas para que outras empresas, que não não se encaixam no modelo de startup, não tentem se enquadrar nessa categoria por falta de definições claras, se beneficiando indevidamente.

Com mais de 12 mil startups de portas abertas no Brasil, e quase R$ 10Bi investidos neste tipo de negócio apenas este ano, estamos caminhando para um ecossistema de primeira linha. O governo brasileiro deve ficar atento para conseguir acompanhar o ritmo e criar um ambiente que favoreça o nascimento e crescimento de ainda mais startups. Vivemos uma era em que corremos o risco de ficarmos para trás na competitividade global se não desenvolvermos formas de andar muito mais rápido do que andamos, principalmente no quesito inovação e tecnologia.

Mesmo vivendo um momento de amadurecimento do ecossistema nacional das startups – atraindo, inclusive, muitos investimentos internacionais – o país deve fazer um esforço para o fomento desse setor, ainda pouco explorado e que pode contribuir tanto para a geração de renda quanto para o aumento da oferta de empregos qualificados.

Pedro Waengertner, Co-fundador da ACE, empresa de inovação e investimento em startups
Anexos

Nestlé Health Science anuncia startups vencedoras de seu primeiro programa global de aceleração de negócios de eHealth

Nestlé Health Science, braço de saúde e ciência nutricional da Nestlé, definiu as startups vencedoras do programa Nestlé Beyond Food para acelerar projetos de eHealth (inovações de tecnologia na área da saúde) no primeiro semestre deste ano. As startups foram selecionadas por especialistas da companhia em uma tarde de apresentações, que marcou a fase decisiva do programa, realizado em parceria com a StartSe e a Innoscience.

Foram mais de 130 projetos inscritos, que passaram por uma triagem em duas fases até chegar às finalistas. As vencedoras foram Meplis, do Rio de Janeiro, e Insight Technologies, de São Paulo, que vão dividir um aporte de até R$ 1 milhão para desenvolvimento dos projetos que responderam a desafios de e-Health propostos por Nestlé Health Science. As soluções atendem à jornada do paciente no processo de desospitalização, bem como no suporte ao profissional de saúde, por meio de ferramentas que auxiliam na tomada de decisão e respondem às demandas de terapia nutricional desses pacientes.

Fundada em março de 2012, a Meplis provê serviços de informações personalizados para provedores de saúde e para o paciente por meio de soluções online SaaS (Software as a Service), aplicativos para web móvel e nativos. “Nosso objetivo é possibilitar aos pacientes uma melhor qualidade de vida”, avalia Pedro Ivo Neves Azevedo Machado, fundador da Meplis.

Já a Insight Technologies aposta no uso de tecnologia para desenvolver programas que ajudem a melhorar as condições de saúde e qualidade de vida de pacientes com condições crônicas. “Temos como premissa proporcionar ferramentas para que o paciente dê continuidade à terapia nutricional”, avalia o diretor da startup, Leonardo Zimmerman.

O Brasil é o primeiro país do mundo da Nestlé a executar um programa de aceleração de negócios de startups de eHealth. “Foi uma experiência muito valiosa para Nestlé Health Science de incentivar projetos e plataformas de serviços em saúde e nutrição. Tivemos entregas muito interessantes e esperamos proporcionar novas perspectivas para o mercado brasileiro de saúde, em prol dos pacientes e do empreendedorismo”, destaca Monica Meale, head de Nestlé Health Science Latam.

Metodologia

Os critérios utilizados para avaliar as startups envolveram o nível de inovação, riscos, a viabilidade financeira e os impactos da solução para o desafio proposto pela Nestlé. As startups finalistas apresentaram os projetos para uma banca de executivos de Nestlé Health Science Global e da Nestlé Brasil, que definiu as vencedoras. As selecionadas dividirão um aporte financeiro de R$ 1 milhão. O objetivo é que esse incentivo seja utilizado para o desenvolvimento de um projeto piloto pelas startups, em linha com os desafios propostos pelo programa, em quatro pilares: execução do negócio; outpatients; produtos e e-Health. A escolha das finalistas considerou soluções que atendam às necessidades de consumidores e clientes.

American Airlines é a primeira companhia aérea a testar o Modo Intérprete do Google Assistente

A American Airlines está usando a tecnologia para eliminar uma das maiores dificuldades dos viajantes que não dominam a língua estrangeira. A companhia é a primeira a adotar o modo intérprete do Google Assistente em suas salas VIP nos aeroportos.

A American começou a testar a nova tecnologia na semana passada nas salas VIP do seu Admirals Club, no Aeroporto Internacional de Los Angeles (LAX).

Com a capacidade para traduzir em tempo real, o modo intérprete do Assistente ajudará no Atendimento ao Cliente Premium, proporcionando um serviço mais personalizado. O modo intérprete opera no Google Nest Hub e será usado para ajudar os passageiros apenas quando algum membro da equipe multilíngue não estiver disponível. O dispositivo pode traduzir em 29 idiomas, entre eles o árabe, francês, alemão, japonês, russo, português, espanhol e vietnamita.

“O tradutor universal da ficção científica é agora um fato”, disse Maya Leibman, CIO da American. “A incorporação de tecnologias como o modo intérprete do Google Assistente nos ajudará a derrubar barreiras, proporcionar uma experiência de viagem sem preocupações e tornar a viagem mais acessível a todos”.

O Google Assistente é o mais recente de uma longa linha de aprimoramentos de novas tecnologias que a American introduziu para tornar as viagens mais fáceis para seus clientes. Entre outros aprimoramentos recentes estão a leitura de passaportes digitais em dispositivos móveis, notificações de embarque, passeios virtuais online em aeronaves 3D, um menu repaginado para o quiosque de autoatendimento que simplifica o processo de check-in, e uma abordagem aprimorada de designação de assentos para famílias, que garante que adultos e crianças menores de 14 anos fiquem sentados juntos a bordo.

A Google e a American anunciaram sua parceria na edição deste ano da CES, a maior e principal feira de eletrônicos de consumo do mundo.

IBM anuncia últimos avanços em computação quântica

Hoje, na CES, a IBM anunciou os últimos avanços que está realizando em computação quântica, entre eles está a expansão de sua rede de colaboração IBM Q e novos trabalhos de pesquisa voltados à tecnologia.

“A IBM vem trabalhando com seus parceiros do IBM Q Network para aplicar a computação quântica com o objetivo de resolver os principais problemas da sociedade, à medida que entramos na era quântica e vemos esses computadores começarem a ter um impacto além do ambiente de laboratório”, afirma Dario Gil, diretor da IBM Research. “Estamos investigando o impacto da computação quântica em questões-chave, como a busca de novos produtos químicos para capturar carbono na luta global contra as mudanças climáticas, bem como a descoberta de novos materiais que poderiam gerar baterias com maior eficiência energética”, acrescenta.

Além disso, a IBM atingiu agora um novo marco de desempenho: um Volume Quântico (QV) de 32. O volume quântico é uma métrica que determina o quão poderoso é um computador quântico, incluindo o número de qubits, conectividade e tempos de consistência, bem como erros de porta e medição, interferência de dispositivos e eficiência do compilador de software de circuito. Quanto maior o volume quântico, maior a complexidade dos problemas que os computadores quânticos podem solucionar, como, por exemplo, realizar simulações químicas maiores e mais precisas. Desde 2016 a IBM tem dobrado, todos os anos, o volume quântico de seus sistemas.

Como parte da pesquisa relacionada à energia, a IBM e a Daimler aliaram-se ao uso da computação quântica para desenvolver uma nova geração de baterias que serão mais poderosas, mais duradouras e mais baratas do que as usadas atualmente no mercado.

A IBM expandiu, ainda, o IBM Q Network, que agora inclui mais de 100 organizações, em vários setores, incluindo companhias aéreas, automotivo, bancário e financeiro, energia, seguros, eletrônicos, startups e instituições acadêmicas e governamentais. Hoje, anunciamos a colaboração para promover a computação quântica com:

• Grandes empresas: Anthem e Delta Air Lines;
• Start-ups: AIQTECH INC, BEIT, Quantum Machines, TradeTeq e Zurich Instruments;
• Instituições acadêmicas e laboratórios de pesquisa do governo: Georgia Tech e Los Alamos National Laboratory.

Como parte da rede, essas organizações têm acesso à experiência e recursos quânticos da IBM, software Qiskit de código aberto e ferramentas de desenvolvimento, bem como acesso baseado em nuvem ao IBM Quantum Computing Center, que agora inclui 15 dos computadores quânticos universais mais avançados disponíveis, incluindo um computador quântico de 53 qubits, o maior computador quântico universal disponível comercialmente.

Atualmente, existem 200.000 usuários que executaram centenas de bilhões de execuções em sistemas e simuladores quânticos da IBM por meio do programa IBM Q Cloud. Como resultado, mais de 200 trabalhos de pesquisa de terceiros sobre aplicações quânticas foram publicados.

A IBM também anunciou recentemente, como parte de uma iniciativa global, a instalação dos dois primeiros computadores quânticos comerciais: o IBM Q System One, na instituição alemã de pesquisa aplicada Fraunhofer-Gesellschaft, e outro na Universidade de Tóquio. Ambos os computadores foram projetados para promover pesquisas em todo o país e oferecer um programa educacional em que universidades, indústria e governo colaborarão para consolidar uma comunidade de computação quântica e promover novas oportunidades econômicas.

Os participantes da CES podem visitar o estande da IBM Quantum, GL-7, no Grand Lobby do Las Vegas Convention Center, até 10 de janeiro, para se reunir com especialistas da IBM, aprender mais sobre a tecnologia quântica da IBM e descobrir como todos, de desenvolvedores individuais e especialistas em domínio à indústria em geral, têm muito a ganhar se começarem a se preparar para a computação quântica hoje.

Grupo fomenta a participação de mulheres em TI no Brasil e exterior

Anteriormente à sua formação em 1994 na Universidade Federal de Londrina, a profissional Jhuli Takahara já se interessava por Ciências da Computação. Muito antes de conhecer linguagens de programação ou entender de algoritmos avançados, ela já consertava diversos equipamentos em casa. Desde toca fitas, calculadoras e até bicicletas passaram pelas mãos da curiosa Jhuli, que descobriu um tesouro na caixa de ferramentas do pai. Mestre em Engenharia Elétrica com foco em Telecomunicações, se especializou em desenvolvimento de software para centrais telefônicas e trabalhou em grandes companhias nesta área até enveredar para um lado mais consultivo e estratégico do mercado.

Mesmo com toda a bagagem adquirida em 25 anos, Jhuli, que atualmente lidera a equipe de Vendas da Mandic Cloud Solutions – uma empresa de gerenciamento de ambientes em nuvem – nunca parou de estudar e está sempre se atualizando. Paralelamente à sua carreira, cursou doutorado em Redes Móveis e Pós graduação em Segurança de Redes, além de um MBA em gestão empresarial pela Fundação Getúlio Vargas. Com um currículo de dar inveja a qualquer profissional da área, ela conta que nunca sofreu uma situação de assédio por ser mulher, mas admite que precisou provar sua competência logo de cara para ser tratada ‘de igual para igual’. “Em anos de experiência e agora à frente de processos seletivos posso dizer que os homens demonstram mais confiança que as mulheres, mesmo quando elas são mais qualificadas para determinada vaga”, afirma.

Opinião que compartilha com a arquiteta de Cloud Tatiana Scarpioni, que é uma das organizadoras e mentoras do grupo Cloud Girls, que nasceu em São Paulo. Para a profissional, a criação de uma comunidade voltada à mulheres que atuam em TI foi fundamental para garantir um lugar de fala em discussões que vão desde conhecimentos técnicos, bastidores do mercado e até mesmo orientação vocacional. “Nosso intuito é fomentar a presença feminina no mercado para que outras mulheres se sintam acolhidas desde o início da carreira e possam ocupar todos os cargos, dos mais operacionais, técnicos e até mesmo de liderança nas organizações”, revela.

Inspirada pelo irmão mais velho que já atuava na área de Tecnologia, Tatiana se formou em Sistemas da Informação, em 2002, quando começou a trabalhar com banco de dados. Passou por grandes instituições financeiras, que na época eram considerados ambientes masculinos, e também em empresas de tecnologia onde muitas vezes era incumbida de tarefas ‘mais fáceis’ e menos técnicas. “O início da carreira geralmente é o mais complicado para as mulheres mas, aos poucos, vamos ganhando nosso espaço e também uma autoconfiança para lidar com as adversidades”, explica.

Jhuli e Tatiana fazem parte das mais de 9 mil mulheres conectadas na rede Cloud Girls, que já promoveu meetups em São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Recife, Espírito Santo e, mais recentemente, na Colômbia. Segundo Danilo Alves, um dos idealizadores da comunidade, o cronograma de encontros não se restringe aos meetups mas também inclui processos de mentorias que ajudam as mulheres em suas carreiras. “As empresas são parte fundamental de tudo isso, elas nos ajudam a manter nossa estrutura e a levar os encontros a outros estados e, futuramente, a outros países”, esclarece Danilo.

Patrocinadora pioneira da comunidade Cloud Girls, fundada em março de 2017, a Mandic Cloud Solutions é uma das empresas que acredita que a iniciativa é uma forma de incluir as mulheres nas discussões do setor e estimular a vinda de novas profissionais no mercado de trabalho. “Queremos conectar e difundir o conhecimento para cada vez mais pessoas, e em todos os lugares onde percebemos o potencial de atuação do grupo”, completa o fundador que tem planos de expandir para países como Portugal, Estados Unidos, Costa Rica e México, em 2020.

Apesar do ecossistema não estar ligado diretamente a nenhuma companhia, os organizadores aceitam o apoio de todas as empresas interessadas em contribuírem financeiramente e também por meio da indicação de profissionais e especialistas que possam ministrar palestras ou ajudarem nos trabalhos de mentoria que estão mais frequentes à medida que a comunidade acolhe também jovens empreendedoras.

Regiane Nobrega assume o comando da área de alianças e parcerias na Claranet Brasil

A Claranet , provedora de serviços gerenciáveis em TI, acaba de anunciar Regiane Nobrega para a posição de Gerente de Alianças e Parcerias no Brasil. A executiva tem mais de 17 anos de experiência em cargos gerenciais no setor de tecnologia e chega com o objetivo de reforçar a estratégia da empresa para o desenvolvimento de novos negócios, posicionando a Claranet como o principal fornecedor de serviços de cloud no país.

Regiane iniciou sua jornada na Claranet em fevereiro deste ano como Account Manager no setor de serviços de cloud e, agora, assume a área de alianças e parcerias complementando a operação com todo o know how adquirido em sua trajetória profissional. Formada em Administração pela Universidade Presbiteriana Mackenzie e pós graduada em Marketing pelo Ibmec, a executiva teve passagem por grandes empresas de tecnologia como a multinacional CLM Colombia, em que ocupou a posição de country manager, e a CLM Software.

“Estou muito feliz em assumir o desafio de fortalecer cada vez mais a imagem da Claranet no mercado, principalmente destacando sua atuação primorosa em serviços de cloud, segmento este que está em franco crescimento no Brasil e no mundo. Acredito muito que por meio de alianças e parcerias somos capazes estabelecer e consolidar uma relação de confiança com parceiros e clientes, focando na entrega do melhor atendimento por meio da equipe extremamente capacitada que temos hoje”, afirma a profissional.

A Claranet está presente no Brasil desde 2016 e promove um intercâmbio global de sua expertise em todos os 11 países em que opera, oferecendo serviços gerenciados em TI, sendo um dos maiores fornecedores de serviços gerenciados nas áreas de hosting, redes, cloud, segurança e workplace. Neste ano, foi nomeada líder em seis dos oito quadrantes do ISG Provider Lens™, figurando entre os parceiros de nuvem mais premiados.

Sinqia abre vagas de emprego em São Paulo, Belo Horizonte e Rio de Janeiro

A Sinqia, empresa líder em tecnologia para o mercado financeiro, está em busca de profissionais de diversas áreas de atuação, para contratação imediata nas cidades de São Paulo (SP), Belo Horizonte (MG) e Rio de Janeiro (RJ). As vagas disponíveis são nas áreas Comercial, Controladoria, IT Business, IT Quality & Assurance, IT Software, Marketing, People (Recursos Humanos), Relação com Investidores, Suporte e Tesouraria. As inscrições podem ser feitas pelo site jobs.kenoby.com/sinqia.

Especialista na transformação digital de instituições financeiras e uma das maiores provedoras de tecnologia e serviços para este segmento, a companhia foi certificada pelo Great Place to Work, em 2019, como uma das melhores empresas para se trabalhar no Brasil, e eleita como uma das 100 maiores fintechs do mundo em 2017, 2018 e 2019, pelo IDC. Sua excelência em governança levou a companhia ao Novo Mercado da B3, um grupo seleto de empresas na bolsa.

A Sinqia possui colaboradores alocados nas filiais de Belo Horizonte, Curitiba, Salvador, além da matriz, localizada em São Paulo. É focada no desenvolvimento e qualificação de talentos, por isso possui parceria com instituições de ensino que certifiquem seus colaboradores, aplica o conceito “Carreira em Y” em sua gestão, oferece programas internos de liderança, além de promover um ambiente de trabalho descontraído e dinâmico, com flexibilidade de horário e sistema de home office semanal.

A empresa está em busca candidatos com perfis compatíveis com o momento de transformação em que se encontra — de constante e rápido crescimento. “Somos uma empresa dinâmica, que está em um processo de aperfeiçoamento. Buscamos atrair profissionais que estejam dispostas a fazer parte dessa evolução e, inclusive, que queiram ser protagonistas dela. Buscamos pessoas com perfil empreendedor, que gostem de inovar e não tenham medo de desafios”, afirma Tatiana Cirio, head da área de People da Sinqia.

boostLAB, do BTG Pactual, lança estudo sobre bancos digitais

O boostLAB, programa de potencialização de startups e hub de negócios para empresas tech do BTG Pactual, lança hoje o estudo “A Revolução dos Bancos Digitais 2020”, em parceria com a empresa de inovação ACE.

Trata-se de um retrato sobre a atuação e desenvolvimento dos bancos digitais. O setor bancário vem passando por uma verdadeira transformação, alavancada pelo incentivo dos órgãos reguladores de diversos países, alinhados à digitalização e ao maior acesso à internet via smartphones.

Avanço dos bancos digitais

No Brasil, o número de bancos digitais cresceu 147% entre 2017 e 2018.

O público mais jovem é um dos principais alvos para os serviços dos bancos digitais. 32% das pessoas com idade entre 18 e 35 anos utiliza cartões de bancos digitais ou fintechs. Os millenials também têm baixo índice de fidelidade em relação aos bancos, e mudam de instituição 2,5 vezes mais do que baby boomers (geração nascida entre 1946 e 1960).

Mesmo os usuários que estão em bancos tradicionais passaram a priorizar os meios digitais para efetuar suas transações. Hoje, 60% delas são feitas on-line, sendo 40% via telefone celular e 60% via internet banking. Entre as transações via celular, o número saltou de 1,7 milhão para 3 milhões no mesmo período – um aumento de 76%. No total, as transações digitais aumentaram 32,69% entre 2017 e 2018.

Bancos digitais x bancos tradicionais

A pesquisa aponta que os bancos tradicionais ainda dominam o mercado, tanto em tamanho, quanto em confiança. 63% têm como primeira opção tais bancos na hora de confiar seus dados financeiros, enquanto 12% preferem os bancos digitais. Apesar disso, os players digitais vêm ganhando cada vez mais espaço no mercado. O Nubank, por exemplo, já tem quase um terço do número de clientes (15 milhões) de um dos cinco maiores bancos tradicionais (46,3 milhões).

Os bancos digitais se destacam pela facilidade no processo de abertura de contas, maior escalabilidade e, principalmente, por suprir necessidades, até então, não oferecidas pelos bancos tradicionais. Eles atraem clientes principalmente por oferecerem economia com taxas de manutenção de contas, como apontado por 53,7% dos que já adotaram contas digitais.

Próximos passos

O próximo passo dos bancos digitais é se firmarem como instituições confiáveis e passarem a gerar lucro. Afinal, mesmo com muitos aportes e um crescimento acelerado, algumas fintechs ainda estão em prejuízo, num estágio de agregar clientes massivamente, oferecer novos serviços e consolidar o seu atendimento antes de se tornarem rentáveis.

Estudo completo em: http://conteudo.btgpactualdigital.com/boostlab-bancos-digitais

Hughes implementa programa de ética e compliance com foco em pessoas

A Hughes do Brasil, uma subsidiária da Hughes Network Systems LCC (HUGHES), líder mundial em redes e serviços de internet de banda larga via satélite, lançou seu programa de ética e compliance. O objetivo é disseminar uma cultura em que as pessoas se conscientizem sobre a melhor maneira de agir diante todas as situações do cotidiano.

Thiago Nascimento, coordenador jurídico e responsável pelo programa, explica que a ideia é fazer com que cada um – dos funcionários aos parceiros – saiba quais os princípios e valores importantes da empresa e todos identifiquem a Hughes por meio de sua conduta ética nos negócios.

“Investir em ética é investir nas pessoas. É desenvolver múltiplas frentes, iniciativas e programas para que uma cultura interna de ética floresça dentro da organização. A Hughes tem percebido essa preocupação e norteado o programa para que cada colaborador esteja empoderado e se sinta responsável pela cultura ética na companhia”, explica Nascimento.

Ainda segundo ele, foi criado o grupo dos Agentes de Ética – equipe de voluntários de múltiplas áreas da empresa cuja responsabilidade principal é se tornarem especialistas e multiplicadores dos treinamentos de ética e compliance. Esse grupo também desenvolve diversas atividades pela empresa visando a propagar as áreas de atuação do programa. “Com mais pessoas atuando e se sentindo responsáveis pela criação da cultura organizacional, maior o engajamento e mais efetivo é o processo de mudança cultural”, diz. “Um funcionário que confia e tem a confiança dos outros, trabalha com mais felicidade e sente orgulho de pertencer. Além disso, a ética no ambiente de trabalho permite a formação de equipes de alta performance. Assim, todos ganham.”

Hitachi Vantara se une à Hitachi Consulting para se tornar a principal parceira de inovação digital no mundo

As organizações em todo o mundo estão sendo desafiadas a obter insights e vantagens competitivas da grande quantidade de dados gerados por pessoas, processos e máquinas. As indústrias estão sendo interrompidas simultaneamente por tecnologias e arquiteturas em rápida evolução, como IA e IoT. Embora muitas dessas tendências e tecnologias não sejam novas, a MIT Sloan Management Review relata que apenas 25% das organizações possuem estratégias digitais suficientemente maduras para criar inovações digitais e impulsionar a transformação em toda a empresa.

Pensando neste cenário, a Hitachi Vantara anuncia que se uniu à Hitachi Consulting, empresa que também faz parte do grupo Hitachi para criar uma nova força de infraestrutura e soluções digitais. O intuito desta fusão tem como objetivo abrir vantagem competitiva digital para transformar o setor corporativo, combinando a melhor infraestrutura de TI, gerenciamento de dados e analítica, com experiência em Inteligência Artificial, soluções industriais e transformação digital.

A “nova” empresa combinará os serviços digitais liderados pela consultoria e o conhecimento vertical do setor, da Hitachi Consulting, com o conhecimento no domínio de TI da Hitachi Vantara. No futuro, essa integração ajudará os clientes a desenvolver estratégias e soluções digitais práticas escaláveis que transformam processos operacionais, melhoram a experiência do cliente e criam modelos de negócios para impulsionar a inovação e o crescimento.

Abstartups divulga mapeamento de startups do Sudeste

Buscando compreender o ecossistema de startups nas mais diversas regiões do país e suas características locais, a Associação Brasileira de Startups (Abstartups) acaba de divulgar o 5º e último mapeamento de startups por região, desta vez, com foco no sudeste do país.

Com 4776 startups ativas na região, sendo São Paulo o estado com a maioria delas (65%), seguido por Minas Gerais e Rio de Janeiro (ambas com 19% cada); o ecossistema do sudeste é composto, em grande parte, por modelos de negócios do tipo SaaS (40%) e Marketplace (21%), que contam com equipes de até 10 colaboradores.

“O Sudeste é, sem dúvida, um dos polos econômicos mais aquecidos do País, concentrando, hoje, mais de 1/3 de todas as startups mapeadas. Porém, como o nosso intuito é dar visibilidade a novos polos, priorizamos no mapeamento as cidades que estão começando a ter destaque, tal como São José dos Campos (SP), que se posiciona como polo de hardtechs e indústria, concentrando seus negócios nos setores Agro (20%) e meio ambiente (30%), em serviços e produtos para outras empresas (56%)”, pontua Amure Pinho, presidente da Associação Brasileira de Startups.

Entre as cidades, São Paulo assume a liderança com 46%, seguida do Rio de Janeiro (12%) e Belo Horizonte (10%). Entre os cinco primeiros, também está Uberlândia, com 104 startups ativas, a maioria em fase de tração e operação (39% cada, onde foi criada a comunidade UberHub (MG), indicada como finalista do último Startup Awards, com o objetivo de gerar densidade e conexões no ecossistema e que tem tornado o ecossistema local um dos mais vibrantes na região.

Como destaque temos também para a cidade de Campinas (SP), origem da unicórnio QuintoAndar, focada no aluguel de imóveis, que possui hoje 115 startups ativas, que possui ainda outros cases de sucesso como a Trustvox, a Super Lógica, a Agrosmart, a Movile e o PJBank, contendo uma academia forte através de universidades como a PUC Campinas, Unicamp, Inova Business School, com forte reputação e programas voltados para o empreendedorismo; Além de um ótimo relacionamento com grandes corporações que orbitam o ecossistema, tal como Ambev, Petrobrás, IBM e Bosch, motivadas por talento e outros pontos forte da cidade, cuja maioria dos negócios (38%) ainda está em fase de tração.

Para acessar o mapeamento completo, acesse: http://abstartups.com.br/mapeamento-sudeste

ELSYS fecha parceria com francesa Wyplay

A Elsys, empresa brasileira de tecnologia, assina parceria com a Wyplay, empresa francesa especialista em soluções TV e vídeo em plataformas AndroidTV, RDK, Linux STB, Legacy e OTT, para aplicação da tecnologia Frog no TOTOLMAX. Essa mudança na estrutura do dispositivo conecta o receptor de TV que tem acesso à internet às câmeras de segurança ELSYS, com transmissão de imagens pelo televisor.

A Wyplay foi selecionada por ser é um dos principais players do mercado mundial e que oferece maior controle de software para os produtos. A Wyplay vem trabalhando com a ELSYS desde 2017 no desenvolvimento e integração de novas possibilidade que tragam novas experiências aos usuários.

Segundo o CEO da Wyplay, Jacques Bourgninaud, esta parceria dá ao operador a possibilidade de implantar uma solução baseada no Frog Turnkey em menos de 10 meses. “Ficamos impressionados com a capacidade da ELSYS de fornecer recursos de valor agregado. Com este aprimoramento do suporte à câmera de segurança, a ELSYS mostra sua força tecnológica no Brasil”, explica.

Já Damian Zisman, CEO da ELSYS, destaca a força desta parceria. “Expandimos os aplicativos disponíveis no TOTALMAX para proporcionar uma melhor experiência aos nossos clientes. O Frog da Wyplay é a melhor tecnologia na atualidade e estamos muito satisfeitos com esses resultados”.

Dispositivos de streaming

A integração entre os dispositivos de TV e câmeras de segurança da ELSYS já pode ser encontrada no SMARTY e no Streaming Box. Por meio do aplicativo ELSYS Home, o usuário visualiza as imagens pela TV, fazendo o controle e monitoramento do local. O modelo integra o conceito de casa conectada, onde é possível fazer a gestão dos dispositivos de maneira fácil, simples e inteligente.