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AFRAC lança o Congresso AUTOCOM 2020

A AUTOCOM, maior feira de tecnologia para automação do comércio da América Latina, realizada pela AFRAC – Associação Brasileira de Automação para o Comércio, acaba de assinar uma aliança com a Channels’ University para realização do Congresso que acontecerá paralelamente a AUTOCOM nos dois primeiros dias da feira, dias 31 de março e 1º de abril de 2020.

A Channels’ University é uma divisão da Direct Channel, organização especializada em capacitação e conteúdo, coordenada por seu fundador Pedro Luiz Roccato, executivo que, há mais de 16 anos, lidera delegações de profissionais brasileiros para visitar a NRF Annual Convention, o mais importante evento de varejo do mundo, que acontece anualmente em Nova York.

Para Zenon Leite Neto, presidente da AFRAC, as pessoas participam de uma feira por dois motivos: saber para onde o segmento caminha, tendências, perspectivas e conhecer, na vida real, como as novas tecnologias estão impactando o setor, produtividade, redução de custos, melhoria de processos. “Por isto, feira e congresso precisam caminhar juntos. É esta simbiose que fará o visitante cada vez mais fiel e participando da Autocom todos os anos” afirma Zenon.

Segundo Roccato, responsável pela curadoria do congresso, a proposta é fazer uma conexão direta dos principais temas identificados na edição deste ano da NRF. “Serão dois dias intensos de imersão no estado da arte do varejo, com a realização de seis sessões de conteúdo e dois painéis de tendências, com representantes da indústria, varejistas, meios de pagamento e demais elos da cadeia”, completa Roccato.

O Congresso acontecerá nos dois primeiros dias da feira AUTOCOM, entre os dias 31 de março e 1 de abril. O tema principal e que permeará todo o evento será “O futuro da tecnologia é agora” e oferecerá uma programação com conteúdo de interesse dos varejistas e de toda cadeia de vendas, distribuição de tecnologias para o varejo, meios de pagamentos, fabricantes, distribuidores, revendedores e desenvolvedores de software (ISVs).

Entre os temas complementares programados estão: omnichannel, market places, soluções, tecnologias aplicadas para melhoria da jornada do cliente, meios de pagamentos e checkouts automáticos para melhorar a experiência de compra, venda de valor agregado, era da receita recorrente e, por fim, como obter o melhor resultado no mundo GAFA (Google, Amazon, Facebook e Apple).

Ainda segundo Roccato, anualmente, cerca de 1.700 brasileiros acompanham a NRF in loco, presencialmente. “Agora vamos estender este conteúdo absorvido por lá para todos aqueles que tiverem interesse aqui no Brasil”, finaliza. Na opinião do presidente da AFRAC é uma oportunidade especial para quem não conseguiu ir ao evento americano. “Traremos um conteúdo atualizado e adaptado para a realidade do varejo brasileiro”, assegura Zenon.

Empresas brasileiras precisam estar preparadas para fusões e aquisições

Nas últimas semanas, duas grandes consultorias divulgaram os números de fusões e aquisições no Brasil em 2019 e suas projeções para 2020. Ambas apontaram crescimento acima do recorde histórico e fizeram previsões de crescimento ainda maior em 2020. Dados divulgados pela Conferência das Nações Unidas para o Comércio e Desenvolvimento (Unctad) ajudam a confirmar a tendência: o país subiu da sexta para a quarta posição entre os principais destinos de investimentos estrangeiros no mundo em 2019 e recebeu US﹩ 75 bilhões em recursos externos, contra US﹩ 60 bilhões em 2018.

Diversos fatores contribuem para esse movimento, segundo o advogado Eduardo Gonzaga Oliveira de Natal, mestre em Direito do Estado pela PUC e especialista em Estratégicas Societárias e Sucessórias pela FGV, sócio do escritório Natal & Manssur. “O baixo valor da nossa moeda faz o preço dos ativos ser muito atrativo para os investidores. Outro ponto é o arrefecimento da economia internacional, o que desvia o foco para países como o Brasil. Sem falar no nosso mercado consumidor, de mais de 200 milhões de pessoas”, avalia.

“A Reforma da Previdência, a MP da Liberdade Econômica, a previsibilidade de haver uma reforma administrativa e as privatizações são movimentos que também reforçam a confiança do investidor estrangeiro no Brasil e atraem negócios”, complementa o advogado George Leandro Luna Bonfim, especialista em assessoria para fundos de Private Equity e Venture Capital em operações de compra e venda de empresas no Brasil, e que também atua no escritório Natal & Manssur.

Segundo ele, duas áreas são bastante promissoras para consolidação: construção civil, em crescimento acelerado desde o ano passado, e o setor imobiliário. “A previsão é que 2020 seja melhor ainda”.

Antes do M&A, a lição de casa

Nesse contexto, os especialistas alertam: é preciso estar preparado e contar com uma consultoria para iniciar um processo de M&A.

“Levando em conta que as médias e pequenas empresas estão, preferencialmente, na mira dessa tendência, é muito importante o empresário brasileiro fazer a lição de casa e colocar a casa em ordem, antes mesmo que se inicie a due dilligence”, pontua Eduardo Natal. O trabalho é complexo e envolve análises de contingências civis, trabalhistas, tributárias, regulatórias, previdenciárias, além da projeção do que pode vir a ser um problema, em função das boas práticas ou não. “O empresário que não se prepara, em geral, se frustra com a precificação após a due dilligence, porque o valor cai muito dependendo das contingências”.

Para George Bonfim, fazer um raio x da empresa não é relevante apenas para a precificação, mas também para traçar uma estratégia correta de futuro. “O empresário tem que saber que tipo de investidor ele quer. Se deseja apenas um fundo de investimento para crescer e se manter na gestão ou busca um parceiro estratégico para desenvolver o negócio no Brasil. Se está pensando em sair do negócio e como quer fazer a passagem desse bastão. Entender onde a empresa está e saber o que ela quer para o negócio é crucial para uma operação bem-sucedida”, afirma.

A recomendação, portanto, é se antecipar e saber que a operação é complexa e pode levar mais tempo do que se espera. “A operação de M&A é bastante complexa e não ocorre em 30 ou 60 dias. Muitas vezes a empresa precisa passar por um estágio de saneamento, de auditoria financeira, jurídica, fiscal, precisa entender os estágios do processo. Se tentar atropelar as etapas e queimar a largada, terá sérios problemas lá na frente”, finaliza Bonfim.

Disposição do consumidor para gastar deve permanecer alta no 1º TRI

Após o melhor Natal para o varejo desde 2014, as vendas neste trimestre ainda devem se manter aquecidas. De acordo o Instituto Brasileiro de Executivos de Varejo e Consumo (IBEVAR), a estimativa de crescimento é de 5,87% no primeiro trimestre de 2020 em relação ao mesmo período do ano anterior. Na comparação com o quarto trimestre de 2019, a projeção é que as vendas cresçam 1,01%.

Segundo o levantamento do IBEVAR, o segmento de móveis e eletrodomésticos deve ter um avanço mais significativo, com 9,80% no primeiro trimestre em relação ao mesmo período de 2019. Seguido de artigos de uso pessoal e domésticos (7,66%), automóveis, motos, partes e peças (6,81%) e artigos farmacêuticos, médicos, ortopédicos e perfumaria (5,53%).

Algumas categorias que devem apresentar queda neste trimestre são livros, jornais, revistas e papelaria (-11,44%) e escritório, informática e comunicação (-0,87), comparado com o período do ano passado.

Uma nova década em Responsabilidade Social Corporativa: a era da cocriação

Para ter uma noção melhor de como as empresas poderiam priorizar suas iniciativas de responsabilidade social e atender melhor a várias partes interessadas, a IBM conduziu o “Estudo de Propósito Global” no final de novembro de 2019. A empresa entrevistou 7.020 pessoas em 14 países para classificar o valor dos esforços das empresas para ajudar sua força de trabalho, sustentabilidade ambiental e sociedade civil.

As pessoas catalogaram o impacto dessas iniciativas de responsabilidade social corporativa na favorabilidade da marca, além de avaliar o impacto e a influência de tipos específicos de programas de responsabilidade social corporativa em relação à probabilidade de fazer negócios com essas empresas.

O estudo mostrou que 80% dos entrevistados em todo o mundo concordaram com a afirmação de que as empresas têm a responsabilidade de priorizar seus funcionários, o meio ambiente e a comunidade, da mesma forma que as empresas priorizam a entrega de lucro para seus acionistas.

Para as empresas que buscam expandir a preferência por sua marca, o principal componente da percepção positiva é que as empresas incorporem a consciência ambiental em sua missão e o valor que prometem entregar: 78% dos entrevistados dizem que se sentiriam muito ou um pouco mais favoráveis ​​em relação a uma corporação ambientalmente consciente.

Quanto ao impacto de outras iniciativas de RSC na percepção da marca: pessoas entre 18 e 29 anos foram igualmente impactadas por empresas que promovem empregos e habilidades, e aquelas que promovem diversidade e inclusão. Aqueles entre 30 e 49 anos foram os mais impactados pela promoção de empregos e habilidades. Enquanto isso, os entrevistados com mais de 50 anos foram mais impactados pela promoção de diversidade e inclusão, seguidos de perto pela promoção de empregos e habilidades.

No Brasil, 85% dos entrevistados concordam que as empresas que investem em seus funcionários têm maior probabilidade de ganhar negócios.

“A tecnologia mudou a maneira como vivemos, trabalhamos, aprendemos e fazemos negócios”, diz Guillermo Miranda, vice-presidente de Cidadania Corporativa da IBM. “A questão agora é quão rápido e profundo podemos conduzir essa transformação em nossa comunidade, trabalhando como um ecossistema estendido, composto por empresas privadas, instituições de ensino e entidades públicas, para definir os modelos que moldarão as habilidades e skills da comunidade dos profissionais do futuro, para ter um impacto positivo em nossa sociedade”.

Segundo a pesquisa, o principal fator para potencializar vendas está nas empresas que promovem empregos e habilidades de qualidade e nas empresas que apoiam as comunidades locais. Os entrevistados entre 18 a 49 anos são impactados de forma mais positiva pelas empresas que promovem empregos e habilidades. Enquanto isso, os entrevistados com mais de 50 anos foram os mais impactados pelas empresas que apoiam as comunidades locais.

Mesmo com esse feedback valioso, que sugere que tipos de iniciativas de responsabilidade social são mais importantes para o público em geral e para os potenciais clientes, as empresas podem não saber como criar adequadamente esses programas. Para abordar a questão de como criar programas impactantes e sustentáveis ​​para o bem social, a IBM publicou o white paper “Reinventando a responsabilidade social corporativa para a economia digital”, que identifica três tendências sobre como as empresas poderiam projetar melhor seus programas para o bem social durante a próxima década:

1) Empresas com programas reflexivos de responsabilidade social corporativa estão alinhando suas iniciativas de impacto social com os imperativos e habilidades de negócios de seus funcionários. Eles estão entrelaçando a RSC na estrutura de seus negócios comerciais. A aplicação de suas habilidades dá visibilidade aos produtos e serviços das empresas. As empresas estão fornecendo a experiência pro bono de seus funcionários a iniciativas sociais, não por meio de doações em dinheiro, que não são necessariamente sustentáveis ​​ou não geram grande impacto. Em vez disso, o voluntariado qualificado beneficia a sociedade, enquanto aprimora as habilidades profissionais dos funcionários.

2) Projetos de RSC bem-sucedidos são projetados com o usuário no centro, ou seja, os recursos giram em torno do beneficiário, não da conveniência de seus criadores. Como tal, esses recursos serão realmente utilizados na prática e contribuirão para o bem comum. Os recursos fáceis de usar, cuidadosamente projetados e que realmente atendem a uma determinada necessidade, serão os mais duráveis, eficazes e consistentemente usados.

3) Programas bem-sucedidos de responsabilidade social estão sendo cocriados com a contribuição de parceiros internos e externos desde o início do processo de desenvolvimento. Essa abordagem pode tornar as empresas mais ágeis na adaptação e atualização eficiente de um programa verdadeiramente útil e bem gerenciado para o bem social.

Esses princípios e prioridades para programas bem-sucedidos de RSC são executados de forma consistente, ano após ano; não são uma ideia de última hora. Esses esforços podem atrair a atenção e a lealdade de clientes, funcionários e fornecedores com consciência social e ambiental, além de tornar o mundo um lugar melhor.

Gartner prevê que 50% das organizações ampliarão a colaboração entre as áreas de negócios e de TI até 2022

De acordo com o Gartner, Inc., líder mundial em pesquisa e aconselhamento para empresas, nos próximos dois anos, 50% das organizações irão ampliar a colaboração entre as áreas de negócios e de TI. Com isso, a disputa entre as áreas de negócios e TI pelo controle da tecnologia diminuirá conforme os dois lados da operação aprenderem que a participação conjunta é essencial para o sucesso da inovação em um local de trabalho digital.

“As áreas de negócios e de TI não podem mais funcionar em silos, uma vez que essa distância pode ocasionar o caos”, afirma Keith Mann, Diretor Sênior de Pesquisa do Gartner. “Tradicionalmente, cada unidade de negócios possui seu próprio pessoal de tecnologia, o que tornou as empresas relutantes em seguir a diretiva das áreas centrais de Tecnologia da Informação. Cada vez mais, no entanto, as organizações entendem que um objetivo unificado é essencial para garantir a integridade e a estabilidade dos negócios. Como resultado, os indivíduos permanecem alinhados com uma comum, trabalham de forma mais colaborativa e implementam novas tecnologias efetivamente em toda a empresa”.

Evolução do papel do líder de aplicações – O Gartner avalia que o papel do líder de aplicações mudou significativamente com a substituição de tarefas manuais por aplicações baseadas em Nuvem nos locais de trabalho digitais. O líder de aplicações deve garantir que essa transição seja apoiada por um time com habilidades e talentos adequados.

À medida que mais organizações optam por aplicações baseadas em Nuvem, técnicas de Inteligência Artificial (IA) como Machine Learning, Processamento de Linguagem Natural (PNL), chatbots e assistentes virtuais estão surgindo como tecnologias de integração digital. “Enquanto a escolha das tecnologias de integração continua a se expandir, a capacidade de usar aplicações e estruturas de dados de maneira integrada continua sendo um desafio complexo e crescente para as empresas. Em tais cenários, os líderes de aplicações precisam desempenhar o papel de especialistas em integração, a fim de garantir que os projetos sejam concluídos mais rapidamente e com menor custo”, diz Mann.

Os líderes de aplicações terão que substituir o modelo de comando e controle por versatilidade, diversidade e engajamento de equipes com as principais partes interessadas. Os líderes de aplicações deveriam se concentrar mais nas pessoas e fornecer suporte crítico às iniciativas de transformação digital.

Além disso, em um local de trabalho digital, é responsabilidade do líder de aplicações servir como o “sistema nervoso central” organizacional, detectando, respondendo e provisionando rapidamente aplicações e infraestrutura. “Os líderes de aplicações reunirão unidades de negócios e áreas centrais de TI para formar a equipe geral de negócios digitais”, afirma o analista do Gartner.

Estudo do Fórum Econômico Mundial apresenta 5 elementos para uma nova liderança responsável

Um novo estudo do Fórum Econômico Mundial, em colaboração com a Accenture (NYSE: ACN), identificou cinco elementos-chave para um novo modelo de liderança responsável, adequado a uma nova era de capitalismo voltado a todas as partes interessadas e envolvidas em seus processos. Este novo modelo é focado em forte desempenho organizacional em conjunto com impacto social e ambiental positivo.

O estudo sugere que enfrentar os desafios da próxima década com o propósito de acelerar o crescimento e melhorar os resultados sociais exigirá uma gama mais ampla de características e qualidade dos líderes, que o estudo identifica como:

• Inclusão de partes interessadas: garantir a confiança e o impacto positivo para todos, considerando a realidade das diversas partes interessadas na tomada de decisões e promovendo um ambiente inclusivo no qual diversas pessoas tenham voz e sintam que fazem parte.

• Emoção e Intuição: desbloquear compromisso e criatividade sendo verdadeiramente humano, mostrando compaixão, humildade e transparência.

• Propósito e Missão: promover objetivos comuns inspirando uma visão compartilhada de prosperidade sustentável para a organização e suas partes interessadas.

• Tecnologia e Inovação: criar novo valor organizacional e social inovando responsavelmente com a tecnologia emergente.

• Intelecto e Conhecimento: encontrar caminhos cada vez melhores para o sucesso, adotando aprendizado contínuo e troca de conhecimentos.

“A crise climática, a crescente desigualdade e a fragilidade econômica ameaçam o bem-estar do ser humano como nunca”, disse Adrian Monck, diretor do Fórum Econômico Mundial. “Precisamos de uma abordagem voltada a todas as partes interessadas na qual as empresas combinem empreendedorismo com propósito, trabalhando com as outras a fim de melhorar o estado do mundo em que operam. A boa notícia é que as próximas gerações desejam desenvolver a ampla gama de habilidades de liderança necessárias para que isto aconteça.”

Intitulado Buscando Novas Lideranças, o relatório é baseado em pesquisas realizadas com mais de 20.000 pessoas – incluindo membros das comunidades Young Global Leaders e Global Shapers do Fórum Econômico Mundial (“líderes emergentes”); CEOs e outros líderes comerciais; e funcionários, consumidores e outros grupos de partes interessadas – bem como uma análise econométrica do desempenho da empresa e outras pesquisas originais.

O relatório destaca a crescente demanda por empresas a fim de tratar sobre questões ambientais, sociais e econômicas em troca de sua “licença para prosperar”. Por exemplo, seis em 10 (61%) dos líderes emergentes pesquisados disseram que os modelos de negócios devem ser seguidos apenas se melhorarem os resultados sociais e o crescimento lucrativo. Além disso, a grande maioria dos líderes de negócios (79%) e das partes interessadas (73%) disse que o potencial positivo da tecnologia emergente exige que as empresas reconsiderem o seu papel na sociedade.

Segundo o estudo, muitos executivos de negócios estão fora de sintonia com as partes interessadas, que querem líderes com mais Emoção e Intuição e Missão e Propósito. As descobertas de um grupo de foco on-line de mais de 500 pessoas da geração Y e geração Z (pessoas nascidas desde 1980) realizadas como parte da pesquisa também sugerem que os jovens acreditam que as decisões de liderança na próxima década exigirão uma abordagem equilibrada em todos os cinco atributos da liderança responsável.

Prêmios de Desempenho Associados à Sustentabilidade, Confiança e Inovação

Da mesma forma, o estudo observa que os lucros e a liderança responsável não precisam ser mutuamente exclusivos; de fato, encontra um vínculo entre a liderança responsável e o maior desempenho financeiro. Como parte da pesquisa, a Accenture analisou, entre 2015 e 2018, o desempenho financeiro e as ações relacionadas à sustentabilidade, confiança e inovação das partes interessadas de mais de 2.500 empresas de capital aberto.

Uma constatação importante: as empresas que alcançam tanto altos níveis de inovação e quanto confiança das partes interessadas, superam financeiramente seus pares do setor – com uma média de 3,1% maior de lucros operacionais bem como retorno maior para os acionistas. Além disso, as empresas que alcançam a inovação líder do setor, a confiança das partes interessadas e o desempenho financeiro apresentam todos os cinco elementos de liderança responsável em maior extensão do que os seus pares.

De acordo com o relatório, as descobertas sugerem que apenas modelos de negócios centrados nas partes interessadas podem liberar todo o poder de inovação a fim de elevar o desempenho organizacional e impulsionar o progresso da sociedade.

“As organizações têm não apenas a oportunidade, mas uma obrigação de impulsionar o crescimento organizacional em conjunto com resultados positivos sociais e ambientais. Isto começa com a redefinição do que significa liderar com responsabilidade”, disse Ellyn Shook, Chefe de Liderança e Diretor de Recursos Humanos da Accenture. “Uma nova geração está assumindo a liderança, focada em gerar e honrar valores – onde o senso de missão, inclusão das partes interessadas e compaixão se torna uma segunda natureza. Por meio de nossa colaboração com as comunidades Young Global Leaders e Global Shapers, estamos entusiasmados em definir e catalisar estas novas qualidades de liderança nas pessoas e equipes encarregadas de moldar o futuro do mundo.”

O estudo representa o primeiro estágio de uma iniciativa plurianual entre a Accenture e as comunidades Young Global Leaders e Global Shapers do Fórum Econômico Mundial com o propósito de criar uma nova estrutura para a liderança responsável e ajudar as organizações a cultivar ambientes nos quais a liderança responsável possa prosperar.

Para obter mais informações sobre a Busca de Novas Lideranças, acesse http://www.accenture.com/responsible-leadership.

Selo Suíço de Eficiência de Data Center é criado para descarbonizar a infraestrutura digital em todo o país

Na Reunião Anual do Fórum Econômico Mundial, uma aliança formada por representantes do setor acadêmico e da indústria anunciou o lançamento do primeiro Selo Suíço de Eficiência de Data Center, que tem o objetivo inicial de descarbonizar data centers na Suíça e reduzir significativamente seu consumo total de energia. A aliança, criada pela industry association digitalswitzerland e pela Hewlett Packard Enterprise (HPE), empresa global de soluções de TI para o mercado corporativo, fundou a Associação Suíça de Eficiência de Data Center (Swiss Datacenter Efficiency Association – SDEA), que será a responsável pelo processo de avaliação e concessão do selo. Outros membros fundadores da aliança são a École Polytechnique Fédérale de Lausanne (EPFL), a Green IT Switzerland, HPE, a Lucerne University of Applied Sciences and Arts (HSLU), a Swiss Data Center Association (Vigiswiss) e a Swiss Telecommunications Association (ASUT). A iniciativa é apoiada pelo Swiss Federal Office of Energy por meio do programa SwissEnergy.

Dez usuários piloto, incluindo algumas das marcas mais renomadas do mundo, implementaram tecnologias e procedimentos com eficiência energética para garantir a conformidade com os critérios do Selo Suíço de Eficiência de Data Center, o que gerou economia de energia de até 70%, com cinco desses usuários piloto empregando 100% de fontes de energia neutras em carbono. O cantão de Genebra planeja incluir alguns dos principais requisitos do selo em sua próxima lei de eficiência energética como base para a construção de novos data centers. O objetivo é impulsionar a adoção em toda a Suíça, mas o selo também será apresentado à Comissão Europeia e às Nações Unidas em um esforço conjunto para alavancar o modelo suíço para todo o mundo.

“As fontes de energia neutras em carbono e as tecnologias digitais já são uma realidade, mas somente através de metodologias apropriadas, e contando com o compromisso da indústria e com a aplicação de políticas e regulamentações, que uma ampla adoção pode ser impulsionada”, disse Benoit Revaz, do Swiss Federal Office of Energy. “Projetos como o Selo Suíço de Eficiência de Data Center podem ajudar a diminuir o impacto negativo gerado por uma das espinhas dorsais digitais da nossa sociedade. Incentivamos e apoiamos organizações e nações em todo o mundo a empreender esforços semelhantes”.

Atualmente, os data centers em todo o mundo representam 1% do consumo global de eletricidade1, mas esse número é muito maior em países que são conhecidos globalmente como “bons anfitriões” para hospedagem de dados. É o caso da Suíça, onde o uso de energia dos data centers foi estimado em 2,8% do consumo total de eletricidade do país em 20152. Considerando o crescimento exponencial de volumes e tráfego de dados previsto para os próximos anos3, são necessárias metodologias para medir e gerenciar a eficiência do data center de forma a reduzir significativamente as emissões de carbono e o consumo de energia.

“As metodologias de hoje estão analisando aspectos isolados relativos à eficiência e à sustentabilidade dos data centers, nenhum dos quais captura a pegada geral de energia e carbono”, ressalta Christopher Wellise, diretor de Sustentabilidade da HPE. “O Selo Suíço de Eficiência de Data Center, por outro lado, adota uma abordagem holística ao considerar todas as fontes de consumo e de suprimento de energia, bem como a reutilização da energia consumida. Por isso, fornece os elos que faltam para permitir que os operadores de data center, associações industriais e governos mensurem e controlem o impacto climático real das suas infraestruturas digitais”.

O Selo Suíço de Eficiência de Data Center é concedido pela excelência em eficiência energética e sustentabilidade ambiental das infraestruturas de data center e suas infraestruturas de TI. Isso inclui três componentes principais. Os critérios de reconhecimento da infraestrutura do data center se aplicam a todo o fluxo de energia, da entrada à saída, incluindo recursos de reciclagem da energia de saída (como o uso de descarga térmica para aquecer outros edifícios). Os critérios de reconhecimento da infraestrutura de TI se aplicam à tecnologia com eficiência energética e ao uso efetivo da TI. Dependendo da conformidade com os critérios de eficiência, os data centers podem receber o Selo nas categorias ouro, prata ou bronze. No caso de conformidade com os critérios de sustentabilidade ambiental, que se aplicam à pegada de carbono, um selo “a mais” é adicionado ao nível concedido.

A SDEA atualizará continuamente os critérios do Selo Suíço de Eficiência de Data Center para refletir o alto ritmo de mudança e inovação no setor de tecnologias da informação e comunicação (TIC). Uma área específica de foco é o rápido aumento de infraestruturas de TIC em execução fora dos data centers, necessárias para processar grandes quantidades de dados em tempo real em locais como fábricas, veículos ou locais públicos – geralmente chamadas de ‘borda’. Segundo o Gartner, cerca de 10% dos dados gerados pelas empresas foram criados e processados fora de um data center ou nuvem centralizada tradicional em 2018. Até 2025, o Gartner prevê que esse número chegará a 75%4. Portanto, daqui para frente, o Selo Suíço de Eficiência de Data Center também considerará as infraestruturas de TIC na borda para continuar a fornecer uma avaliação e controle holísticos da energia e da pegada de carbono das infraestruturas digitais das sociedades em todo o mundo.

“Estamos testemunhando uma mudança de paradigma na TI, na qual as tecnologias convencionais de silício – que, historicamente, resultaram em duplicação da densidade e eficiência dos chips a cada dois anos, durante cinco décadas – atingiram seus limites físicos”, complementa Babak Falsafi, professor da School of Computer and Communication Sciences e diretor fundador do EcoCloud, um consórcio industrial/acadêmico da EPFL. “Como resultado, o crescimento sustentado do desempenho de TI só pode advir da construção de mais infraestruturas, incluindo data centers com maior proximidade das fontes de dados na borda. Portanto, esse selo surge para ajudar a orientar os hosts em direção à TI sustentável em termos de energia”.

Referências:

[1] Swiss Federal Council, DETEC, Swiss Federal Office of Energy, Data Centers: Energy Savings are Possible (2015)

2 Estimated to be 33 zettabytes in 2018, IDC forecasts the Global Datasphere to grow to 175 zettabytes by 2025, see IDC White Paper: ‘Data Age 2025, The Digitization of the World From Edge to Core’ sponsored by Seagate (2018)

3 Koronen, C., Åhman, M. & Nilsson, L.J. Energy Efficiency (2019)

4 Gartner, What Edge Computing Means for Infrastructure and Operations Leaders (2018)

Cora entra para lista das fintechs com maior potencial de se tornar unicórnio antes mesmo de seu lançamento oficial

Depois de arrecadar US$ 10 milhões no maior investimento seed de uma fintech na América Latina, a Cora foi reconhecida pela Tracxn como uma Minicorns, categoria que lista as startups que poderão se tornar unicórnios no médio prazo. O posicionamento é baseado em análise detalhada de uma das maiores plataformas do mundo de startups, empresas privadas e setores inovadores emergentes.

Fundada em 2019, a Cora entra em operação no país oficialmente em março deste ano. A fintech, que até então vem operando para uma base fechada, vem ao mercado brasileiro para trazer soluções financeiras para os pequenos e médios empreendedores. O “banco digital” trará iniciativas com a possibilidade de revolucionar este segmento, inclusive, interferindo no PIB do país. Por conta disso, ela já entra no recém estudo realizado pela Tracxn, iniciativa que investiga mais de 300 setores de tecnologia.

“O impacto do nosso novo negócio em pouco tempo já despertou interesse e aporte de fundos como a Kaszek e a Ribbit”, lembra Igor Senra, CEO da Cora. Este é o segundo negócio do empreendedor, que fundou a empresa de pagamentos online MOIP e vendeu para a Wirecard em 2016.

A edição do Soonicorn Club of Brazil traz a lista dos:

– Unicórnios: Nubank e EBANX

– Soonicorn (startups que já estão altamente valorizadas e prometem se tornar unicórnios a curto prazo): Creditas, Neon, Guiabolso, WEEL e ContaAzul

– Minicorns (startups em estágio inicial, mas com alto potencial): RecargaPay, Pitzi, Contabilizei, Órama, Warren, Zoop, Toto Investimentos, FinanZero, REBELDE, idwall, Cora, Bidu, Gorila Invest, Pier, Vindi e Magnetis

Brasil tem mais de 430 startups de educação; São Paulo engloba quase metade, releva KPMG

A KPMG e a Distrito Dataminer realizaram um levantamento sobre startups que atuam no setor de educação, intitulado “EdTech Mining Report”. O relatório mostra que, no Brasil, existem 434 startups nesse setor, sendo que São Paulo engloba quase a metade delas com 41,6%. O estado tem o percentual maior que às regiões Sul (20,7%), Nordeste (8,2%), Centro-Oeste (6,4%) e Norte (1,3%). De acordo com o levantamento, a distribuição geográfica de EdTechs é maior que em outros setores, como por exemplo, o das FinTechs (startups de finanças).

De acordo com o estudo, as EdTechs são divididas em seis categorias, sendo o item “ferramentas para instituições” o principal deles com 25,4%. As outras categorias são as seguintes: novas formas de ensino representam 20,8%; seguidas por plataformas para educação, 17,3%; ensinos específicos, 17,1%; foco no estudante, 12,7%; conteúdo educativo, 4,2%; financiamento do ensino, 2,5%. O levantamento mostrou também que, entre 2013 e 2017, foi registrado um aumento de 62% no número de startups de educação no país, totalizando 273 somente nesses quatro anos.

“No Brasil, há um número considerável de EdTechs, porém, o quantitativo é inferior do cenário internacional. O mercado global deve crescer 17% ao ano, atingindo um faturamento de 252 bilhões de dólares no próximo ano. Outro aspecto que reforça o potencial das EdTechs no Brasil é o avanço das matrículas dos alunos do ensino na modalidade de educação à distância”, explica o sócio-líder em educação da KPMG do Brasil, Marcos Boscolo.

Com relação ao faturamento, a pesquisa mostrou ainda que 19,9% dessas empresas faturam até 360 mil reais; 61% empresas de 360 mil a 5 milhões de reais; 14,2% de 5 milhões a 25 milhões de reais; 1,6% de 25 milhões a 50 milhões de reais; e apenas 2,2% delas faturam mais de 50 milhões.

“Além de tornar as aulas mais dinâmicas e atrativas, os principais benefícios da tecnologia no ensino são: acompanhar o processo pedagógico em que é possível classificar os erros e acertos do aluno; identificar lacunas de aprendizagem e planejar intervenções apropriadas para solucioná-las e individualizar o ensino. Outro ponto de destaque é que com o investimento na educação e a formação de indivíduos podem contribuir para o desenvolvimento econômico e social do país”, complementa o sócio da KPMG.

Representatividade das mulheres nas EdTechs é a segunda maior entre outros setores

A pesquisa ainda traça o perfil dos sócios na EdTechs. O formato típico é composto de dois a três sócios, com idade entre 35 e 45 anos e ensino superior completo. Atualmente 79% dos sócios são homens, contra 21% de mulheres. Entretanto, a representatividade feminina entre os sócios de outros setores é a segunda maior nas startups de educação, ficando atrás apenas das startups de direito (LegalTech), com 25%, e na frente das de saúde (HealthTech), com 17%; administração (AdTech & MarTech), com 14%; Indústria 4.0 com 13%; financeiro (FinTech) com 11%.

Para ter acesso a pesquisa na integra, acesse: http://conteudo.distrito.me/distrito-dataminer-edtech-report

TIM fecha parceria com AgTech Garage para impulsionar a Inovação e as tecnologias móveis no Agronegócio

A TIM continua sua estratégia para desenvolvimento do agronegócio e firma parceria com o AgTech Garage, sediada em Piracicaba (SP), maior hub de inovação para o agronegócio da América Latina. O acordo vai oferecer a mais de 300 startups mentoria de negócios e fomento das soluções com apoio da plataforma NB-IOT (tecnologia destinada a soluções de internet das coisas), contribuindo para que o setor possa aumentar sua produtividade com automação, novas tecnologias e controle, tornando realidade o conceito de Agricultura 4.0.

“A estratégia da TIM é de se aliar aos principais players do agronegócio brasileiro para se posicionar como a fornecedora de conectividade do setor. A operadora já ultrapassou dois milhões de hectares cobertos e conta com mais de 20 parceiros diretos e indiretos para levar soluções de IoT para o campo. E, seguindo sua estratégia de expansão, celebra hoje a parceria com o AgTech Garage, que permitirá a ampliação de novas parcerias e negócios”, Alexandre Dal Forno, Head de Produtos Corporativos e IoT da TIM Brasil.

O AgTech Garage conta com cerca de 300 startups com as quais possuem relacionamentos e idealizam projetos exclusivamente para soluções do campo, independente de qual ou onde seja a dificuldade do produtor rural – do plantio à colheita, passando por todos os processos produtivos. Atualmente já são mais de 25 empresas parceiras que contam com a ajuda do hub para desenvolver suas estratégias de Inovação Aberta. Além disso, no momento, mais de 200 startups estão em processo de curadoria para entrada na comunidade. Na base de Piracicaba, o AgTech Garage conta com 25 startups residentes no espaço físico. A parceria com a TIM prevê ainda, desafios para startups ligadas ao setor, que poderão propor soluções para os clientes da operadora.

“É uma satisfação para o AgTech Garage ter a TIM como parceiro, sem dúvida um reforço de peso para nossa rede de parceiros, composta por líderes em seus mercados de atuação no Agronegócio. Faltava um líder com especialista em conectividade, uma área fundamental para o futuro tecnológico no campo. Além do know-how tecnológico da TIM ficamos contentes ao perceber o engajamento das pessoas envolvidas com o ecossistema de inovação, desenvolvendo todas as ações de forma planejada e estratégica”, diz José Tomé, CEO do AgTech Garage.

Esta é mais uma parceria realizada por meio do programa Open Innovation da TIM, que tem o objetivo de estabelecer uma rede de intercâmbio entre empresas de tecnologia, startups e instituições de ensino para apoiar o desenvolvimento de produtos e serviços inovadores. O intuito é explorar os novos negócios em conjunto com os parceiros da operadora, acompanhando continuamente a evolução das tecnologias exponenciais para criarem uma sociedade melhor.

“A parceria com a AgTech Garage permitirá o desenvolvimento de um ambiente mais favorável a atração de novos de parceiros e o fortalecimento da nossa abordagem de Inovação Aberta para o campo. Dessa forma, expandiremos o ecossistema TIM de clientes e parceiros para o agro, ajudando-os a resolverem seus problemas com tecnologia e inovação me um mundo cada vez mais conectado e on-line”, avalia Janílson Bezerra, Head de Innovation & Business Development da TIM Brasil.

Outras iniciativas para o campo

Por meio do programa Open Innovation, a TIM vem apoiando diferentes iniciativas que agregam valor à cadeia produtiva do Brasil. Com o ConectarAGRO formado pela TIM, AGCO, Climate FieldView, CNH Industrial, Jacto, Nokia, Solinftec e Trimble, que já conecta 1,6 milhões de hectares.

No setor pecuário, a operadora patrocinou pelo terceiro ano consecutivo o Ideas for Milk, projeto que busca por soluções digitais, em uma competição nacional visando ideias inovadoras para o modelo de negócio de diferentes produtores baseado em software web, aplicativos para smartphones ou hardware, além de soluções em IoT (Internet das Coisas, na sigla em inglês).

Outra solução da operadora voltada ao agronegócio, mas que também pode ser utilizada nas cidades, é a solução NB-IoT, tecnologia destinada a soluções de Internet das Coisas, cujo objetivo é alavancar o ecossistema de desenvolvedores de soluções IoT. Em um teste realizado no começo deste ano, em Goianésia (GO), a empresa confirmou o funcionamento da plataforma para grandes distâncias, conseguindo uma comunicação entre máquinas a 100Km de distância da estação rádio base.

Os resultados comprovam o alcance maior possibilitado pela plataforma e abrem o caminho para a viabilização de soluções de IoT em regiões de menor densidade populacional, como é o caso das fazendas e usinas da agroindústria brasileira e dos moradores de cidades que ficam nos seus arredores.

Bradesco Seguros inicia oferta de produtos no Banco Digital Next

Os correntistas do Next — banco 100% digital do Bradesco — que desejarem contratar produtos da Bradesco Seguros, agora contarão com a oferta dos produtos e serviços no aplicativo do banco. Inicialmente, será disponibilizado o Plano Dental, que pode ser consultado em uma nova área do App, chamada de “Proteção”.

Composto por uma rede credenciada de mais de 31 mil dentistas em todo o Brasil, o plano dental foi pensado para atender as necessidades dos usuários Next e oferece ampla cobertura como periodontia e endodontia (cuidados com a gengiva e tratamento de canal, respectivamente), radiologia, cirurgias, próteses, além de medidas de prevenção bucal. O produto é fruto da parceria entre a Bradesco Seguros e a OdontoPrev.

Com valor de R$45,60 por mês e possibilidade de inclusão de dependentes de qualquer idade, o produto tem como objetivo levar proteção aos quase dois milhões de correntistas ativos do Next, em sua maioria jovens, entre 18 e 34 anos, que ainda não possuem a cultura de contratar seguros. A finalidade é que os novos produtos e serviços do Grupo Bradesco Seguros sejam disponibilizados na plataforma para contratação a longo prazo.

A partir do novo canal de contratação, a Bradesco Seguros reafirma o compromisso de potencializar os produtos e serviços por meio de novas plataformas de atuação, atingindo sempre o maior número de consumidores, com diferentes faixas etárias.

A Bradesco Seguros conta com um amplo portfólio de produtos disponíveis no mobile e no Internet Banking do Banco Bradesco. Desde de 2014, a seguradora disponibiliza soluções em seguros aos correntistas do banco por meio do mobile e do Internet Banking. Na plataforma disponível nos smartphones, por exemplo, é possível contratar não só o plano dental, como também seguro viagem, residencial, acidentes pessoais, previdência privada, além de títulos de capitalização.

Zendesk lança pesquisa sobre como o atendimento ao cliente pode influenciar na lealdade dos consumidores

A Zendesk, Inc. (NYSE: ZEN) divulga o seu Zendesk Customer Experience Trends Report 2020 (Relatório Zendesk de Tendências da Experiência do Cliente para 2020), que analisa como as empresas podem promover a lealdade do cliente, o que mais importa para as pessoas quando se engajam com os negócios e o que diferencia os líderes das companhias em comparação com os seus concorrentes. O relatório anual reúne os resultados de uma pesquisa global e do Zendesk Benchmark, um índice de dados baseado no uso de produtos Zendesk por mais de 45.000 empresas do mundo todo e sobre como as empresas utilizam suas soluções de experiência do consumidor.

As expectativas dos clientes estão mais altas do que nunca e a lealdade é passageira. Segundo o relatório, metade dos clientes poderá mudar para um concorrente após uma única experiência ruim e 80% deixará a marca após várias experiências negativas. A pesquisa também revela que o serviço é o principal fator de lealdade do cliente, seguido apenas pelo preço.

“Estamos em uma era totalmente nova de expectativas dos clientes, de tal forma que o serviço pode levantar ou quebrar uma empresa”, disse Elisabeth Zornes, Chief Customer Officer da Zendesk. “Para criar uma base de clientes fiéis e realmente se diferenciar, empresas de todos os tamanhos em diferentes setores e regiões geográficas devem fornecer aos seus clientes uma experiência fácil e sem atritos, ganhando e reconquistando o cliente a cada interação”.

Embora as expectativas dos consumidores continuem aumentando, o Relatório Zendesk de Tendências da Experiência do Cliente para 2020 mostra que as empresas não estão atendendo a essas expectativas. Por exemplo, muitos dos canais que as pessoas desejam para uma resolução rápida e eficiente de seus problemas não estão sendo oferecidos – apenas um terço das empresas oferece opções de autoatendimento, como uma Central de Ajuda com base de conhecimento disponível, e menos de um terço oferece chat, mensagens via redes sociais e aplicativos, bots ou comunidades.

Ao mesmo tempo, as empresas enfrentam uma concorrência que fornece soluções dirigidas e a serviço do cliente, elevando o padrão para todos. Marcas bem estabelecidas e icônicas como Disney, Levi Strauss & Co. e a rede de hotéis Four Seasons permanecem um passo à frente, porque investem em novas tecnologias na busca contínua de uma experiência fácil e excelente ao cliente.

Isso apresenta um cenário desafiador e o relatório identifica o que as empresas de todos os tamanhos, em todos os setores, podem fazer para fornecer um excelente serviço e gerar usuários fiéis, começando com o processo inicial de vendas. De acordo com o Relatório Zendesk de Tendências da Experiência do Cliente para 2020, as empresas:

Mantém uma conversa contínua

Hoje, os clientes desejam conversas ininterruptas que não iniciam ou param no meio da interação ou se perdem em um canal de comunicação diferente. Eles querem que as empresas os alcancem onde estão, nos canais que já estão usando para se comunicar com seus amigos e familiares. As empresas que fazem isso, realmente fornecem um serviço melhor, com equipes de alto desempenho, duas vezes mais propensas a adotar uma abordagem omnichannel que combina suporte, auto atendimento e canais ao vivo, como chat ou telefone. As experiências do cliente devem estar enraizadas em um único segmento de comunicação entre os canais, para garantir as respostas rápidas e eficientes que os clientes querem.

O Relatório Zendesk de Tendências da Experiência do Cliente para 2020 também constatou que as equipes de vendas e suporte devem estabelecer parcerias para conectar as interações com os clientes, desde o início até as posteriores. Os líderes de serviço de atendimento ao cliente dizem que as suas equipes colaboram mais com vendas do que com qualquer outra organização interna. Como a liderança de vendas espera o crescimento da receita e o da equipe, as empresas precisam colocar os dados para trabalhar entre os times, usando ferramentas compartilhadas para interagir com os clientes desde a venda inicial ao longo da sua experiência com um produto ou serviço.

Aproveitam os dados dos clientes

O Relatório Zendesk de Tendências da Experiência do Cliente para 2020 mostra que os clientes preferem que as empresas tenham seus dados, se isso levar a melhores experiências; mais de 75% dos clientes quer experimentar a personalização do atendimento. Ser capaz de gerenciar e interpretar dados é crucial para entender os clientes e identificar proativamente oportunidades para melhor atendê-los.

As equipes de atendimento ao cliente de alto desempenho fazem isso por meio de uma plataforma de CRM aberta e moderna – integrando fontes de dados para fornecer um serviço personalizado e baseado nas preferências dos clientes, garantindo que eles não precisem repetir suas informações. As descobertas do estudo da Zendesk mostram que as empresas que utilizam mais dados têm resoluções 36% mais rápidas e uma redução de 79% no tempo de espera, portanto solucionando quatro vezes mais solicitações dos consumidores.

Usam Inteligência Artificial

O Gartner prevê que, “até 2025, as organizações de atendimento ao cliente que incorporarem a Inteligência Artificial (IA) em sua plataforma de engajamento de clientes multicanal elevarão a eficiência operacional em 25%”. 1

A IA é o futuro do atendimento e ainda há uma grande oportunidade para as empresas começarem a tirar proveito da tecnologia. O levantamento da Zendesk mostra que apenas 37% das equipes de experiência do cliente estão usando IA, de acordo com os gerentes dessa área. As equipes de experiência do cliente de alto desempenho têm duas vezes mais chances de adotar a IA, incorporando a tecnologia em mais canais e interações com os consumidores.

Dão lugar à experiência do cliente no C-suíte.

Mais empresas estão percebendo o valor de priorizar a experiência do cliente e as que têm visão de futuro estão trazendo líderes que possam entender e conquistar o consumidor. Um relatório recente da Forrester constatou que o número de executivos especialistas em experiência do cliente cresceu mais de 1.000% ao longo de cinco anos nas empresas B2B e B2C.2. O Relatório Zendesk de Tendências da Experiência do Cliente para 2020 aponta que as empresas mais jovens e inovadoras que surgiram nos últimos cinco anos têm 64% mais chances de ter um Chief Customer Officer (CCO) com competência na experiência do cliente.

De acordo com as descobertas do relatório da Zendesk, os líderes de atendimento ao cliente esperam que as solicitações e equipes de seus clientes cresçam 42% e 36%, respectivamente. À medida que as empresas continuem investindo e tornando a experiência do cliente mais um foco do seu negócio, é essencial que transformem as equipes de atendimento ao cliente em uma parte central da sua cultura e estratégias. Com as ferramentas e sistemas certos, as empresas têm os recursos ideais para guiar os agentes para o sucesso e aproveitar os dados para tomar decisões mais inteligentes.

Mais informações sobre as tendências mais importantes do setor de experiência do cliente em 2020 podem ser baixadas em zendesk.com/customer-experience-trends. Neste link, também é possível encontrar um Scorecard de Desempenho de Atendimento ao Cliente, com uma classificação personalizada para ajudar as empresas a avaliar as suas próprias experiências oferecidas aos consumidores.

Metodologia. Este relatório combina dados do Zendesk Benchmark (um índice de dados de uso de produtos de 45.000 empresas que utilizam Zendesk), com os resultados de pesquisas e grupos focados em avaliar as atitudes de gerentes e agentes de atendimento ao cliente, bem como de clientes da Austrália, Brasil e Canadá, Alemanha, Reino Unido e Estados Unidos.

1 Gartner, Delivering Relevant Content and Knowledge to Customers Is Key to Great Customer Service, Multiple Authors, 5 December 2019

2 Forrester Research, The Number Of CX Executives Grew More Than 1,000% Over Five Years, Angelina Gennis, 10 May 2019