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Hiperssocialização virtual: brasileiros estão usando mais os aplicativos de mensagens

A mais recente pesquisa Panorama Mobile Time/Opinion Box sobre mensageria móvel – que conta com o oferecimento da Infobip – apurou que os brasileiros estão usando mais os aplicativos Facebook Messenger, Instagram e Telegram para se comunicarem com amigos e empresas. A liderança se mantém com o WhatsApp e os números fazem parte da nova edição da pesquisa Panorama Mobile Time/Opinion Box sobre mensageria móvel, de agosto de 2019.

Enquanto a proporção dos usuários Facebook Messenger subiu 10 pontos percentuais nos últimos seis meses, passando de 69% para 79%, e a do Instagram pulou de 65% para 72%, o Telegram chama a atenção ao crescer de 13% para 19% (um ganho de seis pontos percentuais) em uma época em que teor da troca das mensagens pelo aplicativo entre membros da Operação Lava Jato se tornou público.

“O crescimento da base de usuários dos três aplicativos chama a atenção, porque o Facebook Messenger vinha perdendo participação no Brasil, enquanto o Telegram estava estagnado em torno de 13% – esta é a primeira vez que ganhou participação acima da margem de erro da pesquisa. Apenas o Instagram reiterou a sua tendência de alta percebida nas edições anteriores do relatório”, afirma Fernando Paiva, editor do Mobile Time e coordenador da pesquisa. “Não sabemos o real motivo deste salto, talvez por curiosidade dos usuários em conhecer o aplicativo que contribuiu para sacudir a política nacional nos últimos meses”, comenta o coordenador da pesquisa.

WhatsApp se mantém na liderança

O aumento da popularidade do Facebook Messenger, do Instagram e do Telegram não está relacionada a qualquer fato negativo atribuído ao WhatsApp, de acordo com análise de Fernando Paiva. “Este continua sendo o canal de mensageria mais popular do País, presente em 98% dos smartphones e com 98% dos seus usuários declarando que o abrem todo dia ou quase todo dia. Na verdade, o WhatsApp em seis meses até aumentou em um ponto percentual a sua penetração, variação que está dentro da margem de erro”, aponta ele. “O que se percebe com os dados coletados desta vez, portanto, é que o brasileiro se mantém fiel ao WhatsApp mas ampliou a diversidade dos canais que utiliza para mensageria móvel, aprofundando ainda mais o seu comportamento de hiperssocialização virtual”, destaca Paiva.

Outras descobertas do Panorama Mobile Time/Opinion Box sobre mensageria móvel

SMS perde espaço – De todos os canais monitorados, o único a perder popularidade foi o SMS, tanto para recebimento quanto para envio de mensagens. Essa tendência deveria servir de alerta para as operadoras acelerarem seus projetos de implementação do RCS, tecnologia que pode preservar a receita atual do SMS A2P e trazer de volta os usuários para um canal de mensageria gerenciado por elas. Em seis meses, diminuiu de 27% para 22% a proporção de internautas brasileiros com celular que enviam SMS todo dia ou quase todo dia. E aumentou de 43% para 51% a proporção que declara que nunca ou quase nunca envia mensagens de texto.

Pagamento via WhatsApp – Mais da metade dos usuários, 56%, declaram que gostariam de realizar pagamentos e transferências de dinheiro através do WhatsApp. A proporção é ainda maior entre homens (62%) do que entre mulheres (50%). O interesse em transformar o WhatsApp em uma carteira digital tem mais aderência entre os mais jovens (59% dos usuários com 16 a 29 anos) gostariam de experimentar esse recurso. O percentual cai para 56% no grupo de 30 a 49 anos e para 50%, entre aqueles com 50 anos ou mais.

Conversando com as empresas

Os brasileiros gostam de conversar com as marcas através dos principais canais de mensageria móvel. No entanto, 13% dos usuários de smartphone apontam o Facebook Messenger como inadequado para essa finalidade. No WhatsApp a rejeição é menor, de 8%. E no Instagram e no Telegram é praticamente inexistente: 1% em cada. A pesquisa é um sinal que, se depender do brasileiro, o WhatsApp poderá absorver o mercado que hoje está com as operadoras celulares com o SMS, que vem perdendo espaço, segundo a pesquisa.

Metodologia

A pesquisa entrevistou 2.102 brasileiros com mais de 16 anos de idade, que acessam a Internet e possuem celular, respeitando as proporções de gênero, idade, renda mensal e distribuição geográfica desse grupo. As entrevistas foram feitas on-line entre 17 e 25 de julho de 2019. A pesquisa tem validade estatística, com margem de erro de 2,1 pontos percentuais e grau de confiança de 95%.

Para baixar o estudo completo em panoramamobiletime.com.br/

Empresas trabalham 40% a mais para entregar IRPJ e informações contábeis

O Brasil é o país onde as empresas mais gastam horas para cumprir todas as obrigações fiscais de acordo com o estudo do Banco Mundial (2017). Segundo os levantamentos da Becomex – empresa de consultoria e tecnologia especializada na área tributária, fiscal e aduaneira – as equipes fiscais e contábeis, trabalham cerca 40% a mais, de maio a julho, para entregar as informações que vão para o ambiente SPED (ECD e ECF) à Receita Federal.

Além do aumento inevitável nos custos com horas extras e insatisfação das equipes, cada vez mais enxutas nas empresas, o dado revela que é preciso trabalhar o equivalente a uma semana a mais por mês para entregar as obrigações e atender ao prazo do Fisco.

A complexidade das informações exige a antecipação de todo o processo para entregar as declarações em conformidade digital, evitando multas e retificações cada vez mais dificultadas pela Receita Federal.

A entrega da ECF, depende da finalização correta das informações contábeis (ECD). O cruzamento dos dados dispostos nas duas obrigações é fundamental para uma entrega confiável e, somente a automação é capaz de cruzar as informações e apontar onde estão as falhas, com segurança e agilidade, evitando exposição e o risco de multas.

“Gerar as informações para cumprir essas obrigações a tempo é um trabalho que precisa ser feito mês-a-mês. Assim, as equipes podem se dedicar mais às estratégias da empresa e evitarem as retificações das informações após a entrega”, afirma o diretor da Becomex, Danilo Pinto.

IBM lança portal de voluntariado IBM.org no Brasil para aproximar funcionários e ONGs

A IBM anuncia o lançamento no Brasil do seu portal de voluntariado IBM.org (www.ibm.org). A plataforma transforma a experiência de doação e de trabalhos voluntários para funcionários e comunidades parceiras, oferecendo um espaço único para aprendizado e participação em esforços de impacto social. O site faz parte da nova estratégia de responsabilidade social corporativa da IBM, que vem buscando direcionar ainda mais seus esforços humanitários, particularmente nas áreas de educação, desenvolvimento econômico, saúde e preparação para catástrofes naturais, entre outros.

A plataforma também fornece acesso aos relatórios anuais de responsabilidade social da empresa, que detalham os esforços da IBM para fornecer tecnologia e talento para enfrentar os desafios mais difíceis do mundo. O recém-lançado relatório descreve o papel da IBM Brasil nesse esforço. Exemplos citados incluem tecnologia do laboratório de pesquisa da IBM no Brasil para ajudar os agricultores a serem mais bem-sucedidos. Durante 2018, de acordo com seu relatório anual de responsabilidade corporativa, a empresa fez contribuições de US$ 392,5 milhões em todo o mundo.

“A IBM tem uma longa trajetória em iniciativas de responsabilidade social e o IBM.org será um componente-chave da nova estratégia de doação empresa, ajudando a garantir um maior impacto em áreas que se alinham às prioridades da organização, como educação e habilidades, saúde e bem-estar, e preparação e resposta a desastres naturais”, afirma Juliana Nobre, gerente de responsabilidade social corporativa da IBM Brasil.

A partir da plataforma será possível encontrar, em um só ambiente, dados sobre as ações sociais de funcionários da IBM (atuantes e aposentados) e informações sobre as ONGs parceiras. O novo canal também tem o intuito de contar histórias poderosas e compartilhar soluções que deram certo para que outras pessoas e organizações possam aprender e se inspirar nelas. O portal torna ainda mais fácil para os funcionários encontrar novas oportunidades de se voluntariarem e doarem para as comunidades parceiras, por meio do IBM Volunteer Portal.

Em contrapartida, para as organizações comunitárias que a IBM apoia em todo o mundo, o IBM.org permite publicar, de forma mais ágil e fácil, as oportunidades de voluntariado e, com isso, encontrar mais rapidamente funcionários que tenham o perfil necessário para cada projeto. Além disso, traz outros benefícios, como a participação em programas de concessão da IBM, acesso a histórico de doações e tendências corporativas de doação e possibilidades de contribuições maiores, uma vez que a IBM cobre as taxas de transação para seus funcionários, o que significa que uma quantia maior de cada valor doado por meio do IBM.org irá diretamente para apoiar a organização.

A IBM, a partir do programa IBM Community Grant, também pode doar US$ 500, US$ 1 mil ou US$ 2 mil, como complemento às atividades dos funcionários que participarem de trabalhos voluntários, desde que as horas sejam comprovadas. O funcionário pode aumentar o valor da contribuição para as ONGs se utilizar algum material educacional que a IBM disponibiliza ou se empregar seus conhecimentos profissionais.

O IBM.org é um site público e, portanto, pode ser acessado por todos os funcionários e qualquer pessoa que esteja procurando informações sobre as atividades de Responsabilidade Social Corporativa da IBM.

Como ONGs podem participar

Para que os funcionários da IBM doem para uma organização por meio do IBM.org, a organização deve ser examinada no IBM Volunteer Portal e atender um dos seguintes critérios:

– Ser uma entidade sem fins lucrativos;
– Uma escola primária, secundária ou acadêmica;
– Faculdade ou universidade credenciada, pública ou privada.

Como parte do processo de verificação, a organização deve demonstrar que não defende, apoia ou pratica atividades inconsistentes com as políticas de não discriminação da IBM, seja baseada em raça, cor, religião, gênero, identidade ou expressão de gênero, orientação sexual, origem nacional, deficiência ou idade.

Organizações inelegíveis incluem aquelas engajadas em atividades políticas e lobby, agências com fins lucrativos, programas religiosos, organizações de serviços para funcionários, agências apoiadas por receitas fiscais e aquelas cujo objetivo é esporte ou recreação. A IBM reserva-se o direito de determinar quais organizações são elegíveis para subvenções.

Consumidor brasileiro prioriza tempo e gasto de energia quando o assunto é comprar online, afirma estudo

Não são apenas preços baixos e descontos que conquistam os brasileiros no comércio eletrônico. Segundo pesquisa inédita da Kantar, a maioria dos consumidores do Brasil (74%) priorizam a economia de energia (experiência no processo de compra online); seguido pelo tempo consumido no ato da compra (47%). O dinheiro gasto vem em terceiro lugar (46%).

Essa constatação vem de uma forma inovadora de analisar o ecommerce por meio de três moedas de compra: dinheiro, tempo e energia. Para isso, a Kantar analisou globalmente mais de 100 mil atos de compra de 27 mil compradores online para avaliar a importância desses determinantes:

Tempo: Quanto tempo o comprador tem para a compra? (incluindo tempo de compras e entrega)

Dinheiro: Quanto dinheiro o comprador vai gastar na compra? (incluindo custos reais ou percebidos, custos de entrega, etc.)

Energia: Quanta energia física e emocional está envolvida na experiência? A energia pode ser negativa (como frustração ou confusão) ou positiva (como prazer ou entretenimento)

Qual dessas moedas é mais importante depende de muitos fatores, incluindo o que os consumidores estão comprando, preferências individuais e a maturidade do mercado em relação ao comércio eletrônico. A importância das moedas muda com o tempo, à medida que as expectativas dos consumidores evoluem com a própria evolução do mercado.

Brasileiros, por exemplo, tendem a valorizar mais energia e tempo quando compram alimentos frescos pela internet; já quando o assunto são remédios sem prescrição médica, o quanto gastam em tempo e dinheiro são determinantes; com aparelhos eletrônicos, economizar é essencial, enquanto para serviços financeiros os consumidores online não querem se estressar.

Confira as variações abaixo:

Essa nova perspectiva confirma que não há uma fórmula de sucesso única para crescer no comércio eletrônico e que a complexidade do comportamento do consumidor e essas três moedas devem guiar a ação de uma empresa. “O estudo eCommerce ON ressalta aos profissionais do e-commerce que aqueles que estão do outro lado da tela não são apenas compradores ou consumidores, mas sim pessoas preenchendo alguma necessidade. E que quando escolhem um canal de compra estão colocando na balança a necessidade de economizar, ganhar tempo ou não se estressar”, afirma Luciana Piedemonte, diretora e líder de commerce da Kantar Brasil. “Ou seja, elas são o coração do comércio eletrônico e, por isso, devem ser o centro de qualquer estratégia sólida por parte das marcas.”

Para entender melhor o papel fundamental das moedas para compreensão do comportamento de compra online, baixe o artigo “As três moedas do ecommerce: como otimizar as vendas online”.

Sobre a metodologia

O eCommerce ON é um estudo global feito em 14 países, com 16 macrocategorias, analisando mais de 100 mil atos de compras e o comportamento de 27 mil compradores online. Para as moedas, o estudo criou 14 atributos agrupados entre tempo, dinheiro e energia e pediu para os entrevistados escolherem aqueles dois mais importantes.

Os detalhamentos de cada categoria em relação as moedas podem ser adquiridas de acordo com a necessidade de cada empresa.

Como vender em uma plataforma de marketplace?

Por Patrick Negri, CEO da iugu

Os marketplaces são uma tendência do e-commerce brasileiro. Em 2018, este mercado cresceu 12% e faturou R$ 53,2 bi, segundo Ebit/Nielsen. O varejo online tradicional tem migrado para esse modelo em busca do lucro que a venda de artigos de categorias diversas pode trazer.

Vender em um marketplace é uma questão de estratégia de mercado. Se você tem uma loja pequena, não muito conhecida, estar na Amazon, por exemplo, garante que seus produtos ganhem mais visibilidade e sejam facilmente encontrados. Isso porque a plataforma tem a responsabilidade de atrair tráfego virtual, fazendo inúmeras campanhas de marketing e sua loja pode se aproveitar desse público.

Você está disputando o tráfego virtual com dezenas de outros empreendedores que vendem itens parecidos ou prestam serviços similares aos seus. Sua loja precisa de um diferencial para se destacar das outras, e ele está na forma como você recepciona o cliente.

Cabe ao vendedor, e não ao marketplace, passar as informações corretas para o consumidor e garantir que os produtos anunciados estejam no estoque e que a entrega seja realizada. Além de oferecer preços competitivos, capriche nas descrições dos produtos, nas fotos e nos vídeos utilizados para não deixar dúvidas a eles sobre o que estão comprando.

Caso os consumidores queiram perguntar, tenha um canal de comunicação para ajudá-los. Você vai saber se essas iniciativas estão dando certo quando olhar o número de vendas, que podem ser influenciadas ainda pelas avaliações da experiência de compra de antigos clientes. Também os incentivem a fornecer feedbacks para sua loja ou produto, eles servirão de referências para os próximos.

Vendendo em uma plataforma, você não só tem a chance de vincular sua marca a uma loja muito mais conhecida, como também ter toda a divulgação feita por ele. Ou seja, não se preocupa com a operação financeira. Se você pretende vender exclusivamente em marketplaces, não precisa buscar ou desenvolver do zero uma solução de pagamentos online, pois quando conta com uma infraestrutura completa, que possua uma API robusta, pode focar no que realmente importa, que é lucrar mais.

A nota fiscal é crucial em um caso de disputa contra a contestação de compra de um cliente, principalmente quando ele não reconhece uma cobrança e pede o dinheiro de volta à operadora do cartão de crédito. Por isso, o operador do marketplace deve expedir o documento para esses vendedores, constando só o valor cobrado pela intermediação do negócio.

Também não se assuste se o cadastro da plataforma em que você quer vender seus produtos for muito extenso e contiver campos que parecem não acabar mais. Todas as informações requisitadas são necessárias para o processo de análise de fraude, caso ocorra. Se um fraudador causar grandes prejuízos, os vendedores que estão sob o guarda-chuva do marketplace também serão comprometidos, pois perderão o tráfego de visitantes.

Depois de colocar tudo isso em prática, o próximo passo é saber se está no caminho certo, crescendo e, para isso, é válido acompanhar as métricas. Elas são básicas para qualquer negócio online e podem ser observadas em um serviço como o Analytics, do Google. As três mais importantes são: usuários ativos por mês, bounce rate e tempo gasto no site.

Para finalizar, destaco que é importante ter em mente que cada marketplace tem políticas e custos de serviço próprios. Valor de anúncio, pagamento por clique, mensalidade e taxa de comissionamento podem variar. O empresário deve analisar em qual deles seu negócios se encaixa melhor.

Fenainfo defende modernização trabalhista para expandir setor de TI

Apesar das reformas trabalhistas aprovadas recentemente, as empresas ainda sofrem com portarias, decretos e normas antiquadas, muitas das quais atingem diretamente as empresas de software, atividade onde os riscos de acidentes são quase inexistentes.

A Fenainfo, Federação das Empresas de Informática, iniciou a defesa de diversas propostas para modernizar as relações trabalhistas na área de TI.

Um documento com as propostas já foi apresentada ao secretário do Trabalho, Bruno Dalcolmo.

A Fenainfo colheu sugestões junto a empresas, sindicatos empresariais do setor e especialistas no assunto.

As principais propostas são as seguintes:

– Ajustes acerca de normas sobre fiscalização do trabalho, que têm sido especialmente perversas para com empresas de TI. Para Fenainfo não se pode confiar a um mesmo ente o poder investigatório, declaratório, condenatório e, por fim, o expropriatório.

– A Fenainfo também contesta o bônus por produtividade dos auditores fiscais do trabalho.

– A entidade afirma ainda que, sob o argumento da verificação do cumprimento das leis trabalhistas, os auditores-fiscais do trabalho têm ultrapassado os seus limites e atribuições administrativas e autuado tanto empresas de tecnologia de informação assim como empresas do agronegócio (ADPF nº 606 DF), desconstituindo relações contratuais presentes (por suposta dissimulação/fraude trabalhista) e convertendo-as em relações empregatícias mediante verificações de plano, superficiais, baseadas em formulários e em estatísticas e –pior –sem a plena garantia do exercício do direito de defesa, encontrado em um processo judicial.

– Ajustes e definições mais claros em relação à regularização de horários, regulamentando o ponto por exceção.

– Dispensa da exigências de Cipas em empresas de TI, tendo em vista o baixíssimo risco da atividade, bem como a quase inexistência de ocorrências.

– Definições claras a respeito dos profissionais hipersuficientes e sua normatização.

– Supressão de normas e portarias que se opõem à reforma trabalhista.

CONTRADIÇÕES

Edgar Serrano, presidente da Fenainfo, destaca que a existências de normas e portarias muito antigas travam a aplicação das normas atuais, pois geram insegurança jurídica e muitas vezes resultam em interpretações díspares:

“Existem mais de 600 normas e decretos trabalhistas antigos que estão sendo agrupados e analisados de forma a serem reformulados ou mesmo extintos”.

“A Fenainfo, juntamente com os sindicatos de sua base, luta para que o setor de TI tenha uma legislação trabalhista avançada, moderna, que permita trazer mais segurança jurídica, bem como maior competitividade e geração de empregos de qualidade, livre de amarras burocráticas ultrapassadas e anacrônicas”.

“A modernização das relações do trabalho é uma tarefa árdua, que exige ainda muito empenho e esforço das entidades empresariais. Notadamente no setor de TI, são muitos os entraves burocráticos para que se produzam os avanços necessários nas relações do trabalho”.

Estrella Galicia abre inscrições para programa de aceleração TheHop, destinado a apoiar startups

Os empreendedores brasileiros interessados em crescer junto com uma das principais mais inovadoras marcas de cerveja premium do país têm a partir de hoje a oportunidade de participar do TheHop Brasil, o Programa de Empreendedorismo Colaborativo TheHop da Estrella Galicia. A etapa brasileira do ambicioso Plano de Transformação Digital da cervejaria espanhola pretende promover o ecossistema de inovação com foco na cadeia de valor da empresa e suas áreas. Após o sucesso da primeira edição do programa na Espanha, em 2018, a iniciativa desembarca agora no Brasil. As inscrições estarão abertas entre 19 de agosto e 30 de setembro.

O projeto é composto de uma série de iniciativas centradas em três grandes critérios: fomento do ecossistema empreendedor, busca por novas soluções em sintonia com os desafios da empresa e incentivo à colaboração entre Estrella Galicia e jovens empreendedores.

“A Estrella Galicia se identifica com valores como inovação, vontade de aprender e de pensar fora da caixa, todos atributos essenciais ao momento da empresa no país e muito presente nas características dos empreendedores brasileiros. Por isso estamos com grande expectativa de experimentar coisas novas e, ao mesmo tempo, de compartilhar o nosso conhecimento com as startups brasileiras”, afirma Juan Paz, diretor-geral da Estrella Galicia no Brasil.

Aberta à comunidade empreendedora do Brasil, a convocação será reforçada nas universidades, coworkings e centros de empreendedorismo de vários estados do país. As equipes deverão defender suas ideias diante de uma banca composta por profissionais internos e externos da rede da Estrella Galicia. Das empresas nascentes espera-se ideias e projetos relacionados à cadeia de valor da Estrella Galicia, como também propostas de tecnologias alternativas como inteligência artificial, big data e Internet das Coisas (IoT).

Neste sentido, TheHop se dedicará a encontrar parceiros que desenvolvam iniciativas dentro de quatro áreas específicas: User Experience (UX), E-commerce, Experience for Consumers e Solutions for Bars/Restaurants/Sell points. Ao abraçar a expertise e as ideias de startups dedicadas a resolver estes problemas, a Estrella Galicia espera expandir sua rede de fornecedores e inovar mais e mais.

A apresentação das 15 startups finalistas (Pitch Day) acontecerá no dia 10 de outubro. Nesta peneira serão selecionadas as cinco empresas que serão aceleradas. No dia 31 de outubro, as cinco startups viajarão à Espanha, num processo de imersão e aprendizado com os executivos de lá. Uma vez de volta ao Brasil, a aceleração começa no dia 10 de novembro e se estenderá até o dia 20 de fevereiro de 2020 em um escritório em São Paulo.

Os ganhadores dos Prêmios TheHop terão acesso à formação específica. Isso inclui sessões de mentoring com executivos da empresa no Brasil e na Espanha, além dos vencedores da 1a edição do TheHop. Da mesma forma, serão oferecidas sessões de coaching com profissionais qualificados e colaboração com o ecossistema da Estrella Galicia, para que suas ideias se desenvolvam da maneira mais inovadora possível. “A inovação é um ponto-chave para a Estrella Galicia. Ao ativar esta iniciativa, reforçamos a importância que damos a poder trabalhar com o talento inovador e empreendedor nas diferentes áreas da nossa cadeia de valor”, destaca Ignacio Rivera, CEO Global da Estrella Galicia.

Em 2018, na versão espanhola da ação, foram 423 empresas inscritas e, destas, 18 tornaram-se finalistas. No fim, seis foram escolhidas para entrar no programa de aceleração. De fato, após o fim do projeto todas ainda seguem em contato e constante criação conjunta com a Estrella Galicia. Mas também contam com especialistas externos que os ajudam no desenvolvimento do piloto e aconselham nos diferentes eventos de rede.

Um Plano de Transformação Digital para revolucionar a experiência do cliente

Com o Programa de Empreendedorismo Colaborativo TheHop, a Estrella Galicia consolida o seu planejamento digital e segue reinventando o seu modelo de negócio para manter o ritmo de crescimento obtido nos últimos anos.

Liderado diretamente por Ignacio Rivera, principal executivo da empresa, o Plano de Transformação Digital tem apoio de toda a equipe de direção, à qual se uniu recentemente Juan José Delgado (ex-Amazon) como novo Chief Digital Officer (CDO). Trata-se de um dos processos de transformação mais completos e avançados da indústria espanhola, e um exemplo no setor cervejeiro na Europa.

“A transformação digital tem de ser uma ajuda para que a organização alcance seus objetivos fundamentais de maneira mais eficiente, autônoma e escalável”, afirma Ignacio Rivera. “É uma ferramenta que agrega muitíssimo valor às equipes para competir na nova economia”, destaca.

Cognizant investe na formação de talentos com o Campus Recruiting

A Cognizant, uma das empresas líderes mundiais em tecnologia e negócios, investe na formação de talentos para o mercado de trabalho por meio do Campus Recruiting, um programa da empresa cujo objetivo é desenvolver profissionais para atuarem na área de tecnologia. A companhia possui um orçamento para investimentos na formação de colaboradores que queiram iniciar ou migrar para carreira em tecnologia. Além deste objetivo, a empresa participa de feiras em universidades para atrair mais estudantes e promover a marca da companhia.

De acordo com Carla Catelan, responsável pela área de Talent Acquisition da Cognizant, existem quase 100 vagas de aprendiz, estágio e trainee disponíveis na empresa para esse programa. O objetivo é capacitar novos colaboradores a longo período e, ao final do programa, reter esses talentos e alocá-los em outras áreas dentro da empresa. “Os talentos selecionados entrarão em contato com tecnologias diversas, além de ficarem imersos na cultura e nos valores da empresa”, explica Carla. Depois desse período, os estudantes serão alocados na companhia.

“A Cognizant acredita em formar e desenvolver candidatos para o futuro do trabalho na área da tecnologia. Teremos a necessidade de profissionais com conhecimentos práticos tecnologia, mas também pessoas que saibam trabalhar em equipe, gerenciar projetos e tenham espírito de liderança. Muito além da formação técnica, queremos que esses jovens também desenvolvam habilidades interpessoais”, finaliza Carla.

Empresa brasileira de automação de RH expande para Portugal e Espanha

A Alstra, primeira startup brasileira a usar inteligência artificial para hiperconectar especialistas independentes a oportunidades de trabalho em projetos, expande suas operações para Portugal e Espanha. Fundada há pouco mais de um ano e tendo como base a transformação digital para atender as exigências do mercado do futuro, a plataforma já conta com mais de 6,5 mil especialistas cadastrados no Brasil e grandes clientes como Itaú, Femsa, Coca Cola, Travelex, KPMG, PWC e Recovery.

A proposta da Alstra é suprir a necessidade crescente do mercado por talentos e habilidades cada vez mais específicos de forma ágil, assertiva e sem burocracias. Para isso, são usados algoritmos proprietários de matching, que combinam o perfil, a experiência e o conhecimento técnico do profissional com as particularidades do projeto.

De acordo com Cai Igel, sócio fundador da companhia, o futuro do trabalho já começou. Por isso, o foco da Alstra é atrair os profissionais da economia GIG, ou seja, especialistas que já trabalham de forma independente e talentos que buscam um modelo profissional diferente. “Percebemos que muitos profissionais já se cansaram do modelo de trabalho formal, sem propósito, aquela rotina monótona de bater ponto que todos conhecemos. A nossa demanda cresce na medida em que as pessoas percebem que podem ser protagonistas de suas carreiras e encontrar o equilíbrio ideal entre vida pessoal e profissional. Do outro lado, estão empresas que buscam flexibilizar seu acesso à capital intelectual e otimizar a realização de projetos estratégicos”.

A Alstra está levando esse mesmo conceito para Portugal e Espanha, países estrategicamente escolhidos para iniciar a expansão da startup por serem mercados bem estruturados e berços de ecossistemas de inovação e de tecnologia. Segundo Cai, “milhares de profissionais em todo o mundo anseiam por trabalhar quando e onde quiserem. Essa é nossa missão: unir talentos com as melhores oportunidades. Sem burocracia, lentidão ou demora”.

Um dos objetivos da Alstra na Península Ibérica é encontrar parcerias de sucesso. “Pretendemos acessar o superecossistema de inovação desses países para conectar a companhia com diversas soluções que possam agregar e aprimorar nossa expertise tecnológica e de mercado”, comenta o executivo.

Internet Alcança 354,7 Milhões de Registros de Nomes de Domínios no Segundo Trimestre de 2019

A VeriSign, Inc. (NASDAQ: VRSN), uma provedora global de serviços de registros de nomes de domínios e infraestrutura de Internet, anunciou hoje que o Segundo trimestre de 2019 foi concluído com 357,3 milhões de registros de nomes de domínios em todos os domínios de topo (TLDs), um acréscimo de 2,9 milhões de registros de nomes de domínio ou 0,8% em relação ao primeiro trimestre de 2019.1,2 Registros de nomes de domínio cresceram em 14,9 milhões ou 4,4% em relação ao ano passado.1,2

Os domínios de topo .com e .net tiveram um total de registros de nomes de domínios de 156,1 millhões na base de nomes de domínios ao fim do segundo trimestre de 2019, um crescimento de 1,3 milhões de registros de nomes de domínios ou 0,9% em relação ao primeiro trimestre de 2019. Os domínios de topo .com e .net tiveram um acréscimo combinado de 6,4 milhões de registros de nomes de domínio, ou 4,3% em relação ao ano passado. A partir de 30 de junho de 2019 a base de domínios .com totalizou 142,5 milhões de registros de nomes de domínios, enquanto a base de domínios .net totalizou 13,6 milhões de registros de nomes de domínios.

Registros novos de domínios .com e .net totalizaram 10,3 milhões ao fim do Segundo trimestre de 2019, comparado a 9,6 milhões de registros de nomes de domínios ao fim do segundo trimestre de 2018.

A Verisign publica o Dossiê Sobre a Indústria De Domínios Na Internet para dar aos usuários em todo o mundo uma pesquisa analítica e estatística sobre a indústria de nomes de domínios. O Dossiê Sobre a Indústria De Domínios Na Internet para o segundo trimestre de 2019 pode ser obtido neste link ou listado abaixo: Verisign.com/DNIB.

Banco PAN bate marca de R$ 1 bilhão em empréstimos formalizados via biometria facial

O Banco PAN, especialista em soluções financeiras para as classes C, D e E, atingiu a marca de R$ 1 bilhão originados via formalização digital. Em apenas 6 meses, a tecnologia pioneira no setor já responde a mais de 40% do número total de serviços contratados elegíveis.

“O lançamento da biometria facial para formalização de contrato, representou uma ruptura em um mercado acostumado a processos demorados, realizados ainda à base de papel. Os nossos clientes para esse produto, principalmente idosos, ganham agilidade e segurança”, diz Alex Sander Moreira, diretor comercial do Banco PAN.

A alta adesão é resultado do foco em experiência do usuário (UX, na sigla em inglês), já que aproximadamente 50% dos clientes impactados possuem mais de 60 anos. “Envolvemos uma base de clientes aposentados nos testes dos protótipos para garantir usabilidade, simplicidade, transparência e assegurar que estes consumidores não necessitariam de auxílio para realizar a formalização digital”, afirma.

Em setembro, a inovação começará a ser testada em financiamentos de veículos. Ainda em 2019, 100% dos processos serão contratados com o uso da tecnologia.

Lançado o primeiro Anuário de Relações Institucionais e Governamentais do Brasil

A Consult-Master, a LEC Legal, Ethics & Compliance a VITTORE Partners lançaram, nesta sexta-feira (23/08), em São Paulo, o Anuário ORIGEM 2019, o primeiro dedicado à área de Relações Institucionais e Governamentais (RIG) do Brasil, que traz centenas de perfis profissionais de lideranças na área e revela que a atividade está se tornando cada vez mais estratégica dentro das organizações. Durante o evento, realizado no Hotel Unique, também foram reconhecidos os 20 profissionais mais admirados por seus pares, dos quais cinco são mulheres.

A pesquisa, que contou com a correalização da ABRIG (Associação Brasileira de Relações Institucionais e Governamentais) e do IRELGOV (Instituto de Relações Governamentais), ouviu cerca de 350 gestores do setor e concluiu que o papel da área de RIG hoje vai muito além do relacionamento com o setor público, e que a atividade abrange mais stakeholders, como outras áreas da empresa, fornecedores e comunidades. “Com as novas demandas da área, o profissional de RIG desejado pelas empresas reúne experiência, habilidade de transitar e engajar diferentes grupos e o domínio de ferramentas digitais”, acrescenta Marcio El Kalay, sócio da LEC.

No entanto, segundo a pesquisa, há escassez de profissionais no mercado que reúnam todas essas características, segundo o headhunter especializado em RIG e sócio da VITTORE Partners, Raul Cury Neto. “Falta mão de obra sênior que atenda a esse novo perfil profissional. Hoje, temos muita gente na base, pouquíssimas pessoas em posição de gerência e menos ainda em posições de direção e vice-presidência”, analisa.

Em relação à presença feminina, o anuário revela que, apesar do crescimento registrado nos últimos anos, as mulheres ainda são minoria, representando pouco menos de um terço dos gestores em empresas, consultorias e escritórios. Nas associações, o cenário é ainda mais difícil, com menos de 20% de mulheres atuando na função. Entre os 20 profissionais mais admirados, porém, a proporção é maior: 5 são mulheres.

Para o sócio da Consult-Master, Rodrigo Navarro, que também coordena o pioneiro MBA em Relações Governamentais da FGV (Fundação Getúlio Vargas), o profissional dessa área terá de se capacitar constantemente. “Novas competências serão exigidas para uma atuação otimizada em uma área tão transversal e estratégica para as empresas como a de RIG. Não há lobby ‘do bem’ ou ‘do mal’, há profissionais devidamente capacitados ou não para atuarem nessa área”, conclui Navarro.

Grandes empresas são maioria

As companhias de grande porte, as multinacionais e as de capital aberto representam a maior parte da amostra da pesquisa: 65,42% dos respondentes atuam em companhias multinacionais e 67,29% em companhias de capital aberto.

Cerca de três quartos dos respondentes atuam em corporações que faturam mais de R$ 1 bilhão. Os setores que mais investem em RIG são agronegócio, farmacêutico e bens de consumo (incluindo alimentos e bebidas), mas as empresas com novos modelos de negócio, em função do impacto regulatório, estão investindo cada vez mais – fato indicado pela pesquisa.

Profissionais mais admirados

Confira a lista dos 20 Profissionais de RIG mais admirados, segundo os participantes do Anuário ORIGEM 2019:

Antonio Marcos Umbelino Lobo – Sócio-fundador, Umbelino Lobo

Bruno Perman – Sócio, Perman Advogados Associados

Eduardo Ricardo – Sócio-diretor Sênior, Patri

Erik Sasdelli Camarano, Diretor Sênior de Relações Governamentais América Latina – BioMarin

Fabio Assumpção Ribeiro de Lima Rua, Diretor – IBM

Felipe Onei Oppelt – Sócio e Diretor-Executivo, Umbelino Lobo

Grazielle Parenti, Diretora Global de Relações Institucionais – BRF

Guilherme Cunha Costa, Diretor de RIG e Comunicação Corporativa – Paper Excellence

Guilherme Farhat – Presidente, Semprel S/A

Helga Paula Franco, Gerente Executiva de Assuntos Institucionais e Relações Governamentais – Nestlé

Jack Corrêa – Diretor, JC Consultoria Governamental

Jean Castro – CEO, Vector Relações Governamentais

João Nicomedes Valeri Sanches, Diretor Sênior de Assuntos Corporativos – Novartis

João Paulo Neves Baptista Rodrigues, Superintendente Corporativo de Relações Institucionais – Neoenergia

Kelly Aguilar, Diretora Associada de Relações Governamentais – MSD Brasil Farmacêutica

Marcelo Moraes – Fundador e Sócio-diretor, Dominium

Rosilda Prates – CEO, Hexa Brasil

Rodrigo Navarro – Presidente-executivo, ABRAMAT

Suelma Rosa dos Santos, Diretora de Relações Governamentais – DOW

Victor Bicca Neto, Diretor de Relações Governamentais – Coca-Cola Brasil

Ricoh Brasil tem novo country manager

Luis Bairão Carmagnani é o novo country manager da Ricoh Brasil, posição assumida anteriormente por Alejandro Tomas, promovido a vice-presidente de Customer Experience na Ricoh América Latina.

Luis Bairão chega ao cargo com a missão de manter o crescimento conquistado pela companhia nos últimos anos, com foco nas áreas de impressão, tecnologia e automação, integrando soluções, como o RPA (Ricoh Process Automation). Para conquistar a meta, o executivo conta com a experiência de três anos como diretor de Finanças e Administração da companhia, além da vivência de 14 anos no ramo administrativo, em empresas como KPMG, Tesla Tecnologia, Philips Medical System, Larousse do Brasil e Oppa Design.

“Essas experiências me trouxeram bastante conhecimento para entender as dificuldades das áreas e, assim, poder criar estratégias e ações para melhorar os processos, diminuir os gaps e poder dar todo o suporte aos nossos clientes. Agora, como country manager, minha responsabilidade é manter o padrão de crescimento e melhoria contínua da empresa, o que por si só já é um desafio, uma vez que a Ricoh Brasil praticamente dobrou de tamanho nos últimos cinco anos”, comenta o novo country manager.

Investimentos no País

Hoje, a Ricoh Brasil é a maior filial da América Latina e tem chances de ser o motor de crescimento da região, segundo o executivo. Essa expectativa é sustentada pelos planos da empresa até 2020, que preveem combinar esforços nas ofertas de impressão, RPA, soluções e tecnologias como cognitiva.

“Nossas metas para 2020 são agressivas, além de continuarmos a crescer no core e continuarmos com o foco em equipamentos de produção (equipamentos com acima de 80 páginas por minuto ), temos que é gerarmos 10% de nossa receita através de novas linhas de negócio além de nosso crescimento em nosso core e o também o crescimento do mercado de produção, para isso, estamos focados em impressão, principalmente em equipamentos com capacidade, para impressões de alto porte e desempenho, além das soluções para as verticais de educação, saúde e varejo, como ambientes projetados para atender alunos em suas várias necessidades de aprendizado, lockers inteligentes, automação com RPA e o Smart Doctor, que ajuda médicos a realizarem um atendimento mais humano e efetivo, pois disponibiliza históricos dos pacientes, além de auxiliar o médico na identificação de patologias por meio dos sintomas”, pontua Luis Bairão.

Em 2018, a Ricoh Brasil recebeu aporte de R$ 19 milhões da matriz japonesa para infraestrutura e desenvolvimento de produtos. Segundo o novo country manager, o valor foi investido na melhoria dos processos e ferramentas, elevando o nível de serviço da companhia para 4.0, que engloba as principais inovações tecnológicas dos campos de automação, controle e tecnologia da informação aplicadas aos processos de serviço.

“A partir de sistemas ciberfísicos, Internet das Coisas e Internet dos Serviços, os processos tendem a se tornar cada vez mais eficientes, autônomos e customizáveis. Nesse sentido, a Ricoh continua investindo em melhoria de processos mas, ao invés de aportes da matriz, estamos investindo na hora / homem para melhorar processos com a implantação de soluções que vendemos ao mercado, utilizando a filosofia ‘Eat what you cook'”, sinaliza Bairão.

Todas essas estratégias serão concretizadas, segundo o executivo, com o foco no cliente, que a companhia mantém desde a criação no Japão, há mais de 80 anos.

“Nossa estratégia é melhorar cada vez mais a experiência de nossos clientes, dos clientes de nossos clientes e dos funcionários. Assim, nossos produtos devem ser cada vez mais inteligentes. Isso quer dizer que todos os investimentos internos são direcionados para melhorar a eficiência dos produtos e a qualidade dos serviços para que clientes, clientes e funcionários dos nossos clientes e nossos colaboradores tenham uma experiência fantástica no dia a dia”, finaliza Luiz BairãoCarmagnani.

Mercado de impressão

Segundo o novo country manager da Ricoh Brasil, “o mercado de impressão não está acabando”. O executivo faz a afirmação com base em pesquisa recente do IDC, que identificou crescimento de 8% no setor brasileiro em 2018, na comparação com 2017, com um aumento de 14,7% de receita, que chegou a R$ 727 milhões. No período, foram vendidas 2,36 milhões de máquinas, sendo 61% para o varejo e 39% para o mercado corporativo.

Apoiada nessa retomada de mercado, a Ricoh lançou recentemente a linha de impressoras multifuncionais (IM) inteligentes, que combina serviço em nuvem, eficiência e sustentabilidade, itens reconhecidos em abril pelo Buyers Lab, principal analista mundial independente de hardware e software em digitalização de documentos.

As novas máquinas são construídas com plástico reciclável e possuem: sensores de movimento para economizar energia, toner reciclável, tecnologia que economiza papel, certificação ENERGY STAR®, escaneamento instantâneo por aplicação baseada na nuvem, possibilidade de compartilhamento de informações entre os times e painel inteligente intuitivo e padronizável, nos moldes do mobile, que oferece vídeos de orientação passo a passo para tarefas de manutenção simples, como reposição de toner ou de grampos.

“São equipamentos com menor custo de manutenção, facilidade no manuseio e rápido conserto. Também colocamos em campo a VC 60.000, equipamento de alto volume voltado ao segmento editorial (impressão de livros) que deve contribuir para acelerar a migração de off-set para digital. Esperamos um crescimento exponencial neste segmento”, comenta o novo country manager.

Oratória é uma das características essenciais para líderes e gestores de equipe

Um bom líder é aquele que entende a si mesmo e procura entender o outro por meio de uma comunicação eficiente. Para isso, é necessário que habilidades como autoconfiança para exposição de ideias, poder de convencimento e controle emocional sejam treinadas e desenvolvidas. A pesquisa “State of the Sector – Internal Communication & Employee Engagement” (“Estado do Setor – Comunicação Interna e Engajamento dos Funcionários”, em inglês), realizada em 2018 e em organizações de 70 países pela agência especializada em comunicação Gatehouse, revelou que 70% dos entrevistados acreditam no poder de uma comunicação interna de qualidade nos cargos de liderança, 35% acham que a melhoria da comunicação de seus gestores deve ser uma das prioridades das organizações e 57% dos líderes são vistos como bons comunicadores por seus funcionários, mas possuem pouca visibilidade.

A falta de autoconfiança para expor ideias também é um problema entre líderes. Um estudo realizado pelo jornal britânico Sunday Times indicou que 41% dos entrevistados têm medo de falar em público, superando até mesmo o temor de conviver com problemas financeiros (22%) e medo de doenças e/ou da morte (19%). Esse medo pode provocar sintomas como tremedeira, gagueira, sudorese, taquicardia, desorganização de ideias e uma vontade grande de sair ou fugir da situação.

Para Reinaldo Passadori, especialista na área de Recursos Humanos e CEO da Passadori – Comunicação, Liderança e Negociação, com mais de 34 anos de experiência, não dominar as habilidades de oratória pode prejudicar a performance do líder e sua reputação no ambiente de trabalho, uma vez que uma boa comunicação faz toda a diferença em qualquer profissão e também influencia a maneira como o gestor é visto por outros profissionais. No entanto, o especialista lembra que as técnicas de oratória não apenas incluem a fala, como também a linguagem corporal. “Postura, gestos e micro expressões faciais, utilizando técnicas de teatro que simulem situações do dia-a-dia, ajudam na desinibir e a melhorar a expressividade, quebrando as barreiras psicológicas”.

Entre as dicas de oratória que podem ajudar em uma comunicação bem-sucedida estão:

1. Reflexão sobre quais são seus pontos fortes e quais sentimentos negativos podem atrapalhar a fluência da comunicação verbal e não verbal;

2. Utilização de técnicas de teatralização, por meio de atividades lúdicas, que simulem situações corriqueiras e que ajudem a explorar a criatividade e a exercitar o corpo, voz e a mente;

3. Uso da técnica de Storytelling, ou seja, contar histórias para conectar as informações de forma lógica e cativar o público,

4. Planejamento e roteirização da apresentação.

Os benefícios de aprender técnicas de oratória são diversos e influenciam não apenas a vida profissional, mas também a pessoal. Entre eles estão o aperfeiçoamento da capacidade de se comunicar com eficiência nas mais variadas situações, como apresentações em público, reuniões, entrevistas, vendas e negociações; aumento da produtividade e da credibilidade pessoal em reuniões, negociações, liderança, entrevistas e apresentações; o fortalecimento da imagem pessoal e profissional pela utilização adequada dos recursos de voz e de expressão corporal, aumento do poder de influência sobre outras pessoas, além de prestígio, reconhecimento, desenvolvimento profissional e satisfação pessoal.

Bancos enfrentam riscos crescentes de fraudes, diz KPMG

As instituições financeiras enfrentam, em todo o mundo, o desafio crescente de superar técnicas em constante mudança dos fraudadores. Nesse sentido, os bancos estão buscando aprimorar cada vez mais os próprios sistemas de proteção monitorando transações por meio de aprendizagem de máquina, inteligência artificial e acesso biométrico. Essas são algumas das conclusões da nova edição da pesquisa “Pesquisa Global sobre Fraude Bancária” (Global Banking Fraud Survey, em inglês), conduzida pela KPMG com 43 bancos de varejo, 18 deles com faturamento anual superior a US$ 10 bilhões e 31 com mais de 10 mil colaboradores. Os entrevistados, profissionais das áreas de investigações, risco e segurança, foram questionados sobre tendências em tipologias de fraude, desafios na mitigação de ameaças, segurança na era digital e recursos direcionados para o gerenciamento de riscos.

“Em um mundo cada vez mais globalizado e em constante mudança, a demanda por serviços bancários com atendimento presencial está diminuindo e os volumes de pagamentos digitais estão aumentando. Nesse cenário, os fraudadores estão criando novas maneiras para desvios de recursos. Os bancos precisam ser ágeis para responderem às novas ameaças e prevenirem possíveis fraudes”, afirma Antonio Gesteira, sócio-lider de serviços Forense da KPMG no Brasil.

A pesquisa da KPMG também revelou que, em todas as regiões, os bancos pesquisados consideraram os ataques cibernéticos como o desafio mais significativo no risco de fraude. Os fraudadores estão obtendo dados do cliente por meio de hackers, em tentativas de engenharia social, na dark web e em redes criminosas após vazamentos de dados. No entanto, é responsabilidade dos bancos, de acordo com a opinião dos clientes, a responsabilidade de impedirem esses tipos de fraudes.

Outros dados da pesquisa revelam que a maioria dos bancos (70%) têm soluções de tecnologia capazes de pontuar riscos e tomar decisões em tempo real, 67% usam biometria (reconhecimento de voz, impressão digital e facial) e 63% usam uma combinação de regras e aprendizagem de máquina para facilitar a detecção de fraudes. Contudo, apesar de todos os avanços e investimentos em tecnologia, 51% dos bancos pesquisados relataram um número significativo de falsos positivos resultantes de suas soluções de tecnologia, o que prejudica a eficiência na detecção de fraudes.

Outra conclusão relevante é que os clientes são fundamentais no processo de prevenção e detecção de atividades fraudulentas em suas contas, o que indica a necessidade de ser realizado um trabalho educacional sobre fraudes e golpes para os clientes. “Nossa pesquisa identificou que o custo com a fraude está aumentando em um ritmo mais rápido do que os investimentos para o gerenciamento de riscos. Repensar esta questão é extremamente importante”, completa Antonio Gesteira, da KPMG.

Para prevenir, detectar e responder a tentativas de fraudes, a maioria dos entrevistados investiu no método de autenticação de dois fatores ou multifatorial para verificar a identidade de um cliente, exigindo que os usuários forneçam algo que conhecem, como, por exemplo, uma senha, com outros fatores que eles têm, como código de verificação de mensagem de texto/SMS ou impressão digital.

Mais da metade dos entrevistados revelaram ter recuperado menos de 25% das perdas por fraude, demonstrando que a prevenção de fraudes é fundamental. Quanto ao Open Banking, a pesquisa revelou que se trata de um grande desafio para o gerenciamento dos riscos de fraudes nos bancos, mas que ele também representa uma oportunidade para as instituições financeiras obterem uma base de dados de clientes enriquecida potencialmente útil para detectar atividades fraudulentas e recuperar perdas por fraude.

Incubadora do Tecpar amplia apoio a empresários do Paraná

A Incubadora Tecnológica do Tecpar (Intec) lançou edital para selecionar 16 empresas inovadoras que buscam o apoio do Instituto de Tecnologia do Paraná para desenvolver seus negócios. A novidade desta edição é que a área de atuação das candidatas foi ampliada para incluir mais cidades.

Até então, o edital previa vagas apenas para Curitiba e Jacarezinho, onde o Tecpar tem câmpus. Nesta edição foram incluídos os municípios de Araucária, em que o instituto também está presente, e as cidades integrantes do Sistema Regional de Inovação do Norte Pioneiro (SRI-NP).

Para os dois câmpus localizados na Grande Curitiba há cinco vagas para a incubação residente (quando a empresa fica nas dependências da Intec) e cinco para não residentes, quando o empresário não se instala na incubadora, mas conta com o apoio dos especialistas do instituto. Nas cidades do Norte Pioneiro são três vagas para incubação residente para Jacarezinho e três para a modalidade não-residente para este município e os outros quatro vizinhos da região.

De acordo com o diretor-presidente do Tecpar, Jorge Callado, a estratégia prevista neste edital é contemplar mais empresários que possam receber apoio da incubadora. “Uma das vocações do instituto é dar suporte ao empreendedorismo tecnológico inovador no Paraná. Para ampliar a área de atuação, contemplamos novos municípios para que empresários paranaenses possam desenvolver seus negócios com o apoio da incubadora do Tecpar”, destaca.

Outra novidade do edital é a possibilidade de modalidade de coworking, em que espaços da incubadora podem ser compartilhados.

PROCESSO SELETIVO – Para participar do processo seletivo o empreendedor deve submeter, até 27 de setembro, seu Plano de Negócios à avaliação de uma banca julgadora. O projeto deve conter três requisitos: inovação (introdução de novidade ou aperfeiçoamento que resulte em novos produtos, serviços ou processos); base tecnológica (aplicação de conhecimento técnico-científico e investimento em Pesquisa e Desenvolvimento); e prova de conceito ou protótipo (modelo prático que possa provar o conceito estabelecido).

O gerente do Setor de Parques e Incubadoras Tecnológicas, Gilberto Passos Lima, ressalta que, como forma de apoio às empresas, a Intec oferece descontos nos custos de incubação, conforme o nível de maturidade e etapa do programa de incubação. “Os descontos iniciais podem chegar a 70% no custo de incubação. Além disso, para empresas classificadas na categoria empresa nascente pode haver um desconto cumulativo de 20% até o final do contrato, a título de incentivo”.

O edital observa que uma empresa nascente é aquela constituída há no máximo dois anos ou que se encaixa como Microempreendedor Individual, Microempresa e Empresa de Pequeno Porte.

ETAPAS – Durante o programa de incubação a empresa passa por quatro níveis de maturidade: implantação (estruturação da empresa), crescimento (expansão dos negócios), consolidação (início da sustentabilidade financeira) e liberação (com o aumento da fatia do mercado e posterior graduação da incubadora). A cada trimestre o grau de maturidade é avaliado.

A partir do início da etapa de consolidação até o final da etapa de liberação, a incubada passa a pagar mensalmente ao Tecpar uma retribuição ao incentivo que corresponde a 3% do faturamento bruto mensal da empresa.

Os interessados em participar do processo seletivo podem acessar o edital pelo site da Intec. Mais informações podem ser obtidas pelo telefone (41) 3316-3176.

INTEC – Ao longo de 30 anos, a Intec já deu suporte tecnológico a cerca de 100 negócios. Atualmente, quatro empresas passam pelo programa da Intec, com o desenvolvimento de tecnologias em diversas áreas: Compracam, RR Import, Forrest Brasil Tecnologia e Toys for Boys – Chemistry Automotive.

Fonte: Agência de Notícias do Paraná

PluZap: ferramenta gratuita encurta caminho entre compradores e vendedores

O empresário curitibano Eduardo Aguiar prepara o lançamento do PluZap, que vai unir consumidores a estabelecimentos comerciais, como as grandes ferramentas de delivery, mas transformando o que seriam taxas em descontos para os consumidores.

Os consumidores vão poder enviar pedidos, via Whatsapp, diretamente aos fornecedores com a certeza de pagar por um valor menor que o cobrado por empresas tradicionais de compras e entregas.

A novidade já conta com mais de 200 parceiros comerciais e vai ser lançada, em um grande parque, ao ar livre em Curitiba.

O PluZap já pode ser baixado nas app stores do Google e da Apple:

Google Play

https://play.google.com/store/apps/details?id=solutions.infinitus.pluzap

Apple Store

https://apps.apple.com/us/app/pluzap/id1475651798?l=pt&ls=1

GetNinjas abre vagas de emprego e estágio na área de TI

O GetNinjas, maior aplicativo de contratação de serviços da América Latina, está com vagas abertas de emprego e estágio na área de Tecnologia da Informação. Confira abaixo quais são as oportunidades:

Agile Master

Business Intelligence/ Data Analyst Pleno

Desenvolvedor(a)/ Front-End Sênior/Especialista

Engenheiro (a) de Software

Estagiário de BI/ Data Analyst

Estagiário de Marketing de Performance (Engenharias e Exatas)

Estagiário de Marketing de Performance (Publicitário e Humanas)

Estagiário de User Research

Estágio em Product Management

Mobile Developer