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TIM tem nova diretora nacional de vendas

A TIM tem nova liderança em sua área de vendas. Silmara Máximo acaba de assumir o cargo de Diretora de Sales Consumer & SMB e será responsável por garantir o desenvolvimento e a gestão comercial da operadora com foco no consumidor pessoa física e no segmento de pequenas e médias empresas. A executiva está à frente de uma equipe de aproximadamente 2.900 colaboradores, além de toda a força de vendas da companhia.

Silmara retorna à TIM, onde já trabalhou por cerca de 15 anos. Ela iniciou a carreira na operadora na área de logística, na TIM Nordeste, até se consolidar na área comercial. Passou por diversas funções e chegou ao posto de diretora regional de vendas para o Rio de Janeiro, Minas Gerais e Espírito Santo, cargo que ocupou entre 2012 e 2014, quando deixou a empresa. No período longe da companhia, atuou como diretora geral da Stylux Brasil Sistemas de Iluminação.

Na nova função, irá gerir todos os canais de venda da TIM no Brasil, incluindo lojas próprias, revendas, grande varejo, distribuidores e os parceiros comerciais do segmento corporativo. Também coordena a comunicação com a força de vendas, a estrutura e positivação das lojas e demais pontos de comercialização da operadora, a gestão de terminais e o suporte às operações comerciais.

Shoppings superam expectativa e registram aumento de 7,9% nas vendas em 2019

O setor de shopping centers registrou crescimento de vendas acima das expectativas e fechou o ano de 2019 com aumento de 7,9% e faturamento de R﹩ 192,8 bilhões, de acordo com o Censo Abrasce. Os resultados são os melhores desde 2014 e demonstram a evolução e robustez do setor em todo o Brasil.

Para Glauco Humai, presidente da Abrasce, o crescimento observado com mais força nos últimos anos comprova a força do setor na economia do País. “Em 2019, os shoppings superaram as expectativas de 7%, a partir de uma perspectiva de crescimento do PIB de 2,5%. No entanto, o resultado apresentado pelo setor superou nossas expectativas, mesmo diante de um crescimento do PIB que deverá ficar em torno de 1%”, comenta.

Ainda de acordo com Humai, a inflação controlada, a expansão do crédito, a recuperação, ainda que tímida, do mercado de trabalho e algumas medidas de política econômica (liberação dos saques do FGTS, por exemplo) contribuíram positivamente para o aumento das vendas. “Além disso, o setor apresenta um alto grau de inovação, buscando se adequar rapidamente às mudanças percebidas no comportamento do consumidor, ou seja, além de compras, tornaram-se centros de lazer, convivência e conveniência. Os investimentos em promoção e marketing foram determinantes para aumentar o fluxo de visitantes e as vendas em datas comemorativas. Somam-se a esses fatores os onze novos empreendimentos inaugurados ano passado, fundamentais para atingirmos este resultado que consideramos bastante expressivo”.

Para 2020, já foram anunciados 19 novos empreendimentos em todo o país, sendo 7 no Nordeste, 5 no Sudeste, 4 no Sul e 3 no Centro-Oeste. Além disso, 6% dos shoppings já estão em expansão e 10% pretendem expandir neste ano. “A Área Bruta Locável (ABL) dos empreendimentos teve um crescimento de 2,7% em comparação com 2018, chegando a um total de 16.757.937m² nos 577 shoppings do Brasil. Estes números demonstram a pujança do setor, que apresentou em 2019 o seu melhor desempenho desde uma das piores crises econômicas do país”, complementa o presidente da Abrasce.

Outro destaque é com relação ao crescimento de 1,6% no número de empregos totais gerados, seguindo a tendência de aumento desde de 2012, totalizando 1.102.171 de vagas diretas.

NÚMERO DE LOJAS

O número de lojas aumentou 0,6% comparado ao ano anterior, saltando de 104.928 para 105.592, sendo em média 184 lojas por shopping.

PERFIL DOS FREQUENTADORES

As classes AB predominam com mais de 60% no índice de frequentadores dos shoppings em todo o Brasil. Quando separadas por região, essas classes representam 65% do público no Centro-Oeste, 64% no Sudeste, 62% no Sul e 55% no Nordeste e no Norte.

NÚMERO DE SHOPPINGS

São considerados shopping centers pela Abrasce os empreendimentos com Área Bruta Locável (ABL) superior a 5 mil m², formados por diversas unidades comerciais com administração única e centralizada, que praticam aluguel fixo e percentual. Em 2019, o setor fechou com 577 empreendimentos e alta de 2,7% na ABL, totalizando 16.757.937m² em todo o país.

COMPLEXO MULTIUSO

Os shoppings centers continuam sendo grandes complexos integrados para atender as necessidades dos visitantes que procuram resolver tudo em um único lugar. Entre os empreendimentos interligados aos shoppings estão: condomínio empresarial (68%), centro médico e/ou laboratório (37%), hotel (35%), faculdades/universidades (28%), condomínio residencial (22%), e outros (15%).

CINEMA

Um dos espaços mais usados para lazer nos shoppings, as salas de cinema continuam em ritmo de crescimento. Houve um aumento de 2,3% no número das salas, passando 2.836 de 2018 para 2.900, em 2019.

Thomson Reuters reforça a área de Recursos Humanos com duas contratações

A Thomson Reuters, multinacional de soluções em tecnologia provedora de soluções Fiscais, Tributárias, Contábeis, Jurídicas e de Comércio Exterior, anuncia a contratação de dois novos gestores para o departamento de Recursos Humanos da companhia. Juliana Boscolo é a nova Gerente de RH, enquanto Nilson Nascimento assume a função de Head de Talent & Development LatAm. A vinda dos novos gestores reforça o propósito global da Thomson Reuters de redefinir a maneira como os profissionais trabalham. Ambos reportam diretamente para a Head de Recursos Humanos da Thomson Reuters na América Latina, Andréa Ziravello Elias.

Formada em Psicologia com pós-graduação em Gestão de Pessoas e certificação em Coaching, Juliana tem sólida experiência em gestão de talentos, desenvolvimento, recrutamento e seleção, tendo atuado anteriormente em empresas como Stefanini IT Solutions, International Paper e Omron. Já Nilson Nascimento é formado em Administração com especializações em Recursos Humanos, Dinâmicas do Grupo e Gestão de Negócios. Nascimento acumula passagens em gestão de talentos em organizações como Ingersoll Rand, Bematech e Aliança Renault-Nissan.

ISH comemora bons resultados em vendas e faturamento em 2019 e dá continuidade aos planos de expansão em 2020

A ISH Tecnologia, empresa líder nos segmentos de cibersegurança, infraestrutura crítica e nuvens blindadas, conseguiu, mesmo em um ano difícil para a economia nacional, obter resultados expressivos em seus principais indicadores financeiros: o faturamento foi ampliado em 41% para R$ 175 milhões, o booking em 20%, a margem operacional em 39% e o EBTIDA em 44%. Outro resultado positivo é que a ISH terminou 2019 com backlog (volume de contratos a faturar) 34% maior que o ano anterior.

“2019 foi um ano desafiador para todo o mercado nacional, mas nós conseguimos entender às expectativas das empresas brasileiras em relação à infraestrutura de TI, segurança da informação, bem como cloud híbrida e privada, para viabilizar sua transformação digital, o que nos gerou muito trabalho e se refletiu em muitas conquistas”, afirma Rodrigo Dessaune, CEO da ISH Tecnologia.

Segundo o CEO da ISH, os resultados positivos se devem em parte ao maior foco da empresa na ampliação da oferta de soluções as a service, em especial de MSSP (Managed Security Services Provider), que foi ao encontro da maior procura dos clientes por fornecedores únicos, prontos a oferecer soluções completas, seguras e customizadas, pagas mensalmente, e com garantias de SLA (Service Level Agreement).

Outros fatores, apontados como relevantes para o crescimento obtido, foram os investimentos realizados para expandir a atuação da ISH junto à empresas privadas dos setores de finanças, saúde e varejo, entre outros, em especial nos estados de São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais e na região sul do País, assim como a criação de novas áreas estratégicas para tornar viável a conquista e superação de seus objetivos. “Nós aumentamos de forma considerável nossa carteira ao duplicar o número de empresas de finanças, principalmente com fintechs e bancos de médio porte, triplicar às de saúde e aumentar em 50% as varejistas. Um resultado muito proveitoso, que mostra nossa capacidade de diversificação da carteira”, informa Armsthon Zanelato, vice-presidente de Vendas.

No ano passado, a companhia criou também a diretoria de Inovação e Alianças, liderada pelo executivo Allan Costa (um novo sócio da ISH), com a missão de contribuir para que a ISH se torne o principal player do mercado na oferta de gestão de serviços de segurança da informação das Américas. A nova área também é responsável por aprimorar processos, buscar tecnologias inovadoras no portfólio de alianças, além de desenvolver produtos próprios e de parceiros por meio do ISH Labs e de governança das “spin-offs” derivadas.

Foi criada também a área de Customer Success, cujo objetivo é garantir que as necessidades e expectativas dos clientes sejam ouvidas e atendidas ou antecipadas pela ISH. “A ideia é que este departamento funcione com um ombudsman da ISH para o mercado, trazendo para o âmbito interno a perspectiva externa, com uma visão imparcial, ou seja, nos traga opiniões, reclamações e soluções para garantir cada vez mais excelência no atendimento aos nossos clientes”, explica Zanelato.

Em 2019, a ISH Tecnologia também aumentou sua infraestrutura para oferecer cloud híbrida e privada, com soluções de cibersegurança de última geração ao inaugurar um novo SOC (Security Operation Center) em Vitória (ES), que se soma aos outros dois – o primeiro instalado na capital capixaba desde 2006 e o outro em São Paulo, que entrou em operação em 2013. Esse crescimento em 2019 resultou na contratação de mais de 100 novos postos de trabalho para especialistas na área de TI – principalmente de segurança da informação -, de marketing e vendas.

“Nós tivemos um ano realmente muito bom, com ampliação de 25% na nossa carteira de clientes – que fechamos com mais de 500 clientes ativos. Para o próximo ano, nossa expectativa é aumentar o booking em 31% e o faturamento em 20%, com a geração de uma margem operacional 34% superior e EBTIDA 23% maior”, acrescenta Dessaune. O CEO da ISH acredita que será possível manter o ciclo virtuoso da companhia porque as empresas brasileiras estão investindo na transformação digital de suas estruturas.

Para atender às novas demandas mercadológicas, geradas pela retomada da economia e pela adoção de tecnologias disruptivas, para que as empresas conquistem novos clientes e consigam manter os atuais, a ISH continuará investindo em sua expansão e no aperfeiçoamento dos produtos e serviços que oferecerá ao mercado. “Este ano, queremos estruturar melhor nossa atuação em outras regiões e para isto abriremos duas novas filias – uma no Estado do Paraná para atender a região sul e outra em Goiás para atender ao Centro-Oeste. Também em 2020, iniciaremos nossas operações nos EUA, inicialmente por meio da spin-off Cyberpass”, informa Dessaune. Atualmente, a ISH já conta, além da matriz em Vitória (ES), com filiais nos estados de São Paulo, Rio de Janeiro e Minas Gerais.

Dessaune ressalta que a empresa continuará com a estratégia de complementar seu portfólio, por meio da criação de soluções próprias e da aquisição de empresas com produtos complementares. “Para isto, contratamos um novo gerente de Produtos, que terá o desafio de transformar nossas ofertas tradicionais em soluções as a service, além de incrementar o desenvolvimento de novos produtos. Além disso, nossa diretoria de Inovação e Alianças estará empenhada em analisar concorrentes e startups com ofertas interessantes, que podem vir a agregar ao nosso portfólio”, detalha o CEO da ISH Tecnologia.

“Em 2020, nós investiremos mais de R$ 15 milhões em nosso projeto de expansão. Com isto, devemos dobrar o tamanho de nossa filial em São Paulo – triplicando a capacidade do SOC da capital paulista. Vamos também quadruplicar a capacidade do SOC de Vitória, tornando a estrutura completamente separada do NOC (Network Operation Center), aperfeiçoando ainda mais nossa excelência na oferta e a cibersegurança”, completa Dessaune.

A evolução do papel do CIO

Por Diego Império

Com o avanço da tecnologia, o papel que o CIO (Chief Information Officer) desempenha dentro da companhia sofreu alterações notáveis ao longo dos últimos anos. O claro impacto das novas soluções nos negócios fez com que o profissional se tornasse um dos principais responsáveis pelo crescimento das empresas, destacando cada vez mais sua atuação. Com isso, esses profissionais precisam ser a força motriz da inovação, uma tarefa nada fácil, mas não impossível.

De acordo com o estudo recente do IDC, o FutureScape: Latin America IT Industry Predictions, até 2022, mais de 50% do PIB da América Latina será digitalizado. Isso acontecerá por causa do crescimento da digitalização em todos os setores, impulsionada principalmente por ofertas, operações e relacionamentos. Além disso, de 2019 a 2022, cerca de 380 bilhões de dólares serão investidos em despesas relacionadas à TI.

Neste contexto, compartilho ideias que considero essenciais para explorar o desafio dessa transformação, bem como as possíveis alternativas para uma transição bem-sucedida:

1) Exercer a liderança digital: para que uma empresa tire o máximo proveito das soluções tecnológicas, o CIO terá que estabelecer uma agenda com todos os executivos C-levels, como reuniões formais e informais individuais, com o objetivo de debater ideias com foco em inovação. Dessa forma, será possível criar uma lista de projetos de transformação digital, que deverão ser compartilhados em uma reunião geral.

2) Expandir a sua capacidade para além das fronteiras atuais: uma vez concebido o projeto, é ​​essencial que a análise da transformação digital seja aprofundada. Para isso, é necessário obter a aprovação dos diretores e, posteriormente, promover conversas com funcionários em todos os níveis.

3) Investir tempo buscando, recebendo e ouvindo fornecedores: o profissional deve encaixar em sua rotina o hábito de fazer buscas, diariamente, sobre novas práticas tecnológicas usadas pelo mercado e capazes de resolver problemas recorrentes de clientes e usuários. Com isso, será possível melhorar a produção e oferta de serviços, tendo em vista que, atualmente, os integradores estão adotando empresas de tecnologia especializadas em executar funções como o uso de plataformas IoT.

4) Contar com uma infraestrutura preparada para as mudanças tecnológicas: Big Data, analytics e inteligência artificial serão uma realidade cada vez mais próxima e imprescindível para sucesso na concorrência com as inúmeras opções do mercado. Somado-se a isso, os profissionais precisam colocar na agenda ações que envolvem reduções de custo, prevenção nas violações de segurança informática, automação de processos, terceirização de atividades e migrações para a nuvem.

5) Garantir a segurança e a confidencialidade da informação: manter o armazenamento e a proteção das informações críticas da empresa é essencial para promover um bom relacionamento e fomentar a confiança dos clientes, fornecedores, funcionários e executivos. Por isso, invista em plataformas de manutenção e segurança cibernética.

Em resumo, a evolução da indústria e o fato da transformação digital ser inevitável na maioria dos setores, manterá os CIOs em estado de alerta por algum tempo. Por isso, líderes dinâmicos e qualificados para administrar esse novo ambiente empresarial serão cada vez mais buscados e valorizados.

Diego Império, President & CEO da Ricoh América Latina

Empresas brasileiras podem se cadastrar para parceria internacional em PD&I

A EMBRAPII (Empresa Brasileira de Pesquisa e Inovação Industrial) e a Rede Cornet (Collective Research Network) estão recebendo propostas de Projetos de Pesquisa, Desenvolvimento e Inovação (PD&I) de startups, pequenas e médias empresas brasileiras a serem realizados em parceria com a indústria dos países membros participantes da rede.

Os interessados têm até 25 de março para montar consórcios com pelo menos três empresas e submeter uma proposta pelo link http://www.cornet.online/29th-cornet-call-for-proposals-open/. Não há restrição de área de conhecimento e todos os setores industriais podem apresentar projetos. No entanto, as associações de cada segmento industrial devem estar envolvidas. Empresas de grande porte podem também participar, desde que em consórcios com pequenas e médias empresas e startups.

Nesse modelo de cooperação internacional, cada país financia suas respectivas empresas e instituições de pesquisa. As empresas brasileiras devem estar associadas à rede credenciada de 42 Unidades EMBRAPII para o desenvolvimento do projeto. A Unidade EMBRAPII tem total autonomia para decidir sobre a viabilidade de desenvolvimento das propostas com empresas brasileiras. A EMBRAPII garante 1/3 de recursos não reembolsáveis.

Os projetos financiados pela Cornet têm valor médio de R﹩ 600 mil. A Rede mantém parceria com 11 países parceiros pelo mundo. Além do Brasil, estão conectadas à Rede: Alemanha, Áustria, Bélgica, Canadá, Polônia, Japão, Holanda, Suíça, República Checa e Peru.

Google Campus São Paulo abre inscrições para a Turma #5 do Programa de Startups Residentes

Estão abertas as inscrições para a Turma #2 de Startups Residentes do Campus São Paulo. Serão selecionadas startups e empreendedores inovadores selecionados , com times talentosos e diversos desenvolvendo produtos excepcionais, e cujos negócios estejam em estágio de crescimento acelerado para 6 meses de duração, com

O Google Campus São Paulo foi inaugurado em 2016 e sua primeira turma do programa foi formada no mesmo ano. Desde então, 36 residentes, dentre eles, startups como a Trakto, Cuponeria e 12min já passaram pelo Campus de São Paulo.

Nesta edição, o foco do programa terá foco no pilares Produto, Vendas, Marketing Digital e Gestão e Liderança e, durante os 6 meses de duração, as startups receberão suporte sob medida por meio de acesso a recursos, especialistas e parceiros globais do Google, além de espaço de trabalho e integração com outros empreendedores e empreendedoras, eventos e conteúdos exclusivos. Após o período de residência, os empreendedores são envolvidos em uma rede global de startups que já passaram pelos programas do Campus.

O Programa de Residência não tem custo para os residentes selecionados – tudo o que se pede aos fundadores das startups selecionadas é engajamento com o programa e compartilhamento de seus conhecimentos com a comunidade e o ecossistema do Campus, contribuindo para fortalecer a cultura empreendedora do país.

As inscrições estarão abertas neste link até o dia 31 de Janeiro de 2020.

 

Brasil chega à Gulfood 2020 com 103 empresas e meta ambiciosa de negócios

A partir de 16 de fevereiro, 103 empresas brasileiras levarão a Dubai (Emirados Árabes Unidos) o que o país tem de melhor na exportação de bebidas e alimentos. Começa, naquela data, a edição 2020 da Gulfood, maior feira do setor na região, e o Brasil, que já participa do evento há mais de cinco anos, marcará presença para reforçar sua imagem de parceiro do Oriente Médio. Das 103 empresas brasileiras participantes, 63 serão levadas pela Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil) e estarão nos pavilhões Nacional, Bebidas, Grãos, Carnes e Frangos; 18 serão levadas pela Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA), com quem a Agência desenvolve a promoção internacional do setor; e outras 22 estarão com a Associação Brasileira das Indústrias Exportadoras de Carne (ABIEC), com quem a Agência também promove a internacionalização do setor.

Além de atrair milhares de compradores do mundo, a Gulfood apresenta as principais tendências de mercado em alimentos e bebidas, mobilizando, em especial, formadores de opinião e mídia especializada do mercado arábico. O desempenho brasileiro ao longo dos últimos anos ilustra bem a importância de marcar presença em Dubai para acessar diversos mercados: houve um salto de US﹩ 645 milhões em negócios realizados em 2015 para cerca de US﹩ 1,4 bilhão negociados em 2019. A meta para 2020 é alcançar novamente o patamar de US﹩ 1,4 bilhão em negócios imediatos e contratos futuros alinhavados no evento.

Em 2018, as exportações brasileiras do agronegócio para o Oriente Médio representaram 7,39% (US﹩ 7,5 bilhões) do total exportado. Entre os 15 principais destinos, cinco foram países dessa região (Irã – US﹩ 2,18 bi; Arábia Saudita – US﹩ 1,78 bi; Egito – US﹩ 1,46 bi; Turquia – US﹩ 1,38 bi; e Emirados Árabes Unidos – US﹩ 1,36 bi). Do total exportado em 2019, 90% contemplam os setores de carnes, complexo sucroalcooleiro, cereais e complexo soja, comprovando uma alta concentração nestes produtos e a necessidade de uma maior diversificação e apoio aos outros setores como café, frutas, alimentos industrializados, doces e bebidas, que fazem parte da estratégia da Apex-Brasil para o pavilhão Nacional.

Entre as vantagens apontadas pela Apex-Brasil para fazer negócios com o parceiro do Oriente Médio está a diversificação progressiva da economia do país, que vem reduzindo sua vulnerabilidade aos movimentos dos preços do petróleo em comparação com outros Estados do Golfo, o que dá mais segurança aos exportadores brasileiros para negociar com empresas baseadas no país. Individualmente, os Emirados Árabes Unidos saltaram da 22ª posição entre os principais compradores do Brasil em 2017 para o 15º lugar em 2019, com 1,34% de participação no total (US﹩ 1,35 bilhão).

GULFOOD 2020

LOCAL: Dubai, Emirados Árabes Unidos, WTC

DATA: 16 a 20 de fevereiro de 2020

EMPRESAS PARTICIPANTES: 103 (63 com a Apex-Brasil, 18 com a ABPA e 22 com a ABIEC)

SETORES PRIORITÁRIOS: Alimentos, Bebidas e Agronegócio

Celulares representam até 80% do tráfego digital no final do ano de 2019

O ano de 2019 terminou com o celular como o dispositivo número um em geração de tráfego e pedidos digitais. Para colocar isso em contexto, a década começou com o celular direcionando muito pouco tráfego ou pedidos digitais. Nesta temporada de festas, nos dias de pico, como o Natal, os celulares representam até 80% do tráfego digital e 65% dos pedidos digitais realizados.

Sobre a temporada de compras 2019

A Salesforce, líder global em CRM, divulgou seu Relatório de compras natalinas 2019, revelando as tendências, dados e insights que as marcas e varejistas precisam preparar para a temporada de compras natalinas de 2020. No geral, os dados da Salesforce mostram um aumento de 8% nos gastos digitais durante a temporada de compras de 2019, com US$ 723 bilhões em receita digital em todo o mundo.

Metodologia de previsões de férias da Salesforce 2019

Para ajudar varejistas e marcas a avaliar o desempenho de férias, a Salesforce combinou dados e informações de férias sobre a atividade de mais de meio bilhão de compradores globais em mais de 30 países desenvolvidos pelo Commerce Cloud, bilhões de engajamentos de consumidores e milhões de conversas públicas de mídia social através do Marketing Cloud e dados de atendimento ao cliente fornecidos pelo Service Cloud. Vários fatores são posteriormente aplicados para extrapolar projeções e dados reais para o setor de varejo em geral. Esses relatórios instantâneos de feriados são um derivado do Índice de compras trimestral.

Brasileiro entra para o Board executivo do Grupo GFT

Para sustentar sua estratégia contínua de diversificação e crescimento internacional, o Grupo GFT está expandindo o seu Conselho Executivo (Group Executive Board, ou GEB) e ajustando estruturas regionais para reforçar as tendências de crescimento já estabelecidas. Marco Santos, antes presidente da GFT para Brasil e Costa Rica, passa a ser o responsável também pelo México e a fazer parte do board global da companhia.

De acordo com o presidente do Conselho de Administração, Ulrich Dietz, as mudanças decorrem do crescimento contínuo da GFT Technologies SE. “Essa equipe de liderança expandida representa a forte presença internacional e as habilidades de transformação contínuas do Grupo GFT. Garantirá novas oportunidades de expansão para a companhia e para os nossos clientes”, afirma o executivo.

Além da presença de Marika Lulay, CEO da companhia, Jochen Ruetz, CFO Global e Joan-Carles Fonoll, como COO do Grupo, os líderes das regiões fazem parte ampliado GEB, conforme: Jens-Thorsten Rauer liderará a Europa Ocidental e Central; David Collins lidera o Reino Unido, Estados Unidos e o Canadá; Marco Santos lidera a América Latina; e Christopher Ortiz tem a missão de expandir a GFT na Ásia-Pacífico, região mais nova da companhia com operações em Cingapura e Hong Kong.

Para Marco Santos, que chegou à GFT em 2011, é uma honra fazer parte do GEB. “É um grande reconhecimento internacional, fruto de trabalho duro, resiliência, transformação, inovação, paixão, muita entrega de resultado e crescimento para a companhia. Esse reconhecimento vem junto da realização de um sonho, materializando uma jornada exponencial, com a chegada aos 1000 colaboradores no Brasil, partindo de um patamar de 80 profissionais quando iniciei há 8 anos atrás. Ninguém conhecia a marca GFT no mercado e não tínhamos nenhum cliente no Brasil. Hoje, atuamos em projetos estratégicos de TI e Digital nas principais empresas no país, um crescimento exponencial só foi possível com o suporte de uma equipe espetacular da GFT. Agradeço ainda aos nossos clientes, que sempre nos confiaram projetos de disrupção de seus negócios”, afirma o profissional.

Essa dinâmica da liderança Global é essencial para a companhia seguir entregando as melhores soluções para o mercado, segundo Marika Lulay, CEO da GFT Technologies SE. “Aproveitamos a oportunidade para revisar o time de liderança global atual como parte de nosso planejamento de sucessão. Era meu sincero desejo expandir o nosso Conselho Executivo do Grupo, dessa forma, criamos diversidade com membros internacionais que representam algumas das características mais importantes da GFT: atendimento aos nossos clientes com excelência na entrega e em tecnologias exponenciais, bem como o nosso foco nas regiões de crescimento global”, explica a executiva.

Ainda de acordo com a CEO, “o novo GEB criará sinergia em nossas principais regiões, ajudando os clientes a impulsionar a mudança em seus negócios em todo o mundo, enquanto nos permite acelerar nosso desenvolvimento estratégico”.

AFRAC lança o Congresso AUTOCOM 2020

A AUTOCOM, maior feira de tecnologia para automação do comércio da América Latina, realizada pela AFRAC – Associação Brasileira de Automação para o Comércio, acaba de assinar uma aliança com a Channels’ University para realização do Congresso que acontecerá paralelamente a AUTOCOM nos dois primeiros dias da feira, dias 31 de março e 1º de abril de 2020.

A Channels’ University é uma divisão da Direct Channel, organização especializada em capacitação e conteúdo, coordenada por seu fundador Pedro Luiz Roccato, executivo que, há mais de 16 anos, lidera delegações de profissionais brasileiros para visitar a NRF Annual Convention, o mais importante evento de varejo do mundo, que acontece anualmente em Nova York.

Para Zenon Leite Neto, presidente da AFRAC, as pessoas participam de uma feira por dois motivos: saber para onde o segmento caminha, tendências, perspectivas e conhecer, na vida real, como as novas tecnologias estão impactando o setor, produtividade, redução de custos, melhoria de processos. “Por isto, feira e congresso precisam caminhar juntos. É esta simbiose que fará o visitante cada vez mais fiel e participando da Autocom todos os anos” afirma Zenon.

Segundo Roccato, responsável pela curadoria do congresso, a proposta é fazer uma conexão direta dos principais temas identificados na edição deste ano da NRF. “Serão dois dias intensos de imersão no estado da arte do varejo, com a realização de seis sessões de conteúdo e dois painéis de tendências, com representantes da indústria, varejistas, meios de pagamento e demais elos da cadeia”, completa Roccato.

O Congresso acontecerá nos dois primeiros dias da feira AUTOCOM, entre os dias 31 de março e 1 de abril. O tema principal e que permeará todo o evento será “O futuro da tecnologia é agora” e oferecerá uma programação com conteúdo de interesse dos varejistas e de toda cadeia de vendas, distribuição de tecnologias para o varejo, meios de pagamentos, fabricantes, distribuidores, revendedores e desenvolvedores de software (ISVs).

Entre os temas complementares programados estão: omnichannel, market places, soluções, tecnologias aplicadas para melhoria da jornada do cliente, meios de pagamentos e checkouts automáticos para melhorar a experiência de compra, venda de valor agregado, era da receita recorrente e, por fim, como obter o melhor resultado no mundo GAFA (Google, Amazon, Facebook e Apple).

Ainda segundo Roccato, anualmente, cerca de 1.700 brasileiros acompanham a NRF in loco, presencialmente. “Agora vamos estender este conteúdo absorvido por lá para todos aqueles que tiverem interesse aqui no Brasil”, finaliza. Na opinião do presidente da AFRAC é uma oportunidade especial para quem não conseguiu ir ao evento americano. “Traremos um conteúdo atualizado e adaptado para a realidade do varejo brasileiro”, assegura Zenon.

Empresas brasileiras precisam estar preparadas para fusões e aquisições

Nas últimas semanas, duas grandes consultorias divulgaram os números de fusões e aquisições no Brasil em 2019 e suas projeções para 2020. Ambas apontaram crescimento acima do recorde histórico e fizeram previsões de crescimento ainda maior em 2020. Dados divulgados pela Conferência das Nações Unidas para o Comércio e Desenvolvimento (Unctad) ajudam a confirmar a tendência: o país subiu da sexta para a quarta posição entre os principais destinos de investimentos estrangeiros no mundo em 2019 e recebeu US﹩ 75 bilhões em recursos externos, contra US﹩ 60 bilhões em 2018.

Diversos fatores contribuem para esse movimento, segundo o advogado Eduardo Gonzaga Oliveira de Natal, mestre em Direito do Estado pela PUC e especialista em Estratégicas Societárias e Sucessórias pela FGV, sócio do escritório Natal & Manssur. “O baixo valor da nossa moeda faz o preço dos ativos ser muito atrativo para os investidores. Outro ponto é o arrefecimento da economia internacional, o que desvia o foco para países como o Brasil. Sem falar no nosso mercado consumidor, de mais de 200 milhões de pessoas”, avalia.

“A Reforma da Previdência, a MP da Liberdade Econômica, a previsibilidade de haver uma reforma administrativa e as privatizações são movimentos que também reforçam a confiança do investidor estrangeiro no Brasil e atraem negócios”, complementa o advogado George Leandro Luna Bonfim, especialista em assessoria para fundos de Private Equity e Venture Capital em operações de compra e venda de empresas no Brasil, e que também atua no escritório Natal & Manssur.

Segundo ele, duas áreas são bastante promissoras para consolidação: construção civil, em crescimento acelerado desde o ano passado, e o setor imobiliário. “A previsão é que 2020 seja melhor ainda”.

Antes do M&A, a lição de casa

Nesse contexto, os especialistas alertam: é preciso estar preparado e contar com uma consultoria para iniciar um processo de M&A.

“Levando em conta que as médias e pequenas empresas estão, preferencialmente, na mira dessa tendência, é muito importante o empresário brasileiro fazer a lição de casa e colocar a casa em ordem, antes mesmo que se inicie a due dilligence”, pontua Eduardo Natal. O trabalho é complexo e envolve análises de contingências civis, trabalhistas, tributárias, regulatórias, previdenciárias, além da projeção do que pode vir a ser um problema, em função das boas práticas ou não. “O empresário que não se prepara, em geral, se frustra com a precificação após a due dilligence, porque o valor cai muito dependendo das contingências”.

Para George Bonfim, fazer um raio x da empresa não é relevante apenas para a precificação, mas também para traçar uma estratégia correta de futuro. “O empresário tem que saber que tipo de investidor ele quer. Se deseja apenas um fundo de investimento para crescer e se manter na gestão ou busca um parceiro estratégico para desenvolver o negócio no Brasil. Se está pensando em sair do negócio e como quer fazer a passagem desse bastão. Entender onde a empresa está e saber o que ela quer para o negócio é crucial para uma operação bem-sucedida”, afirma.

A recomendação, portanto, é se antecipar e saber que a operação é complexa e pode levar mais tempo do que se espera. “A operação de M&A é bastante complexa e não ocorre em 30 ou 60 dias. Muitas vezes a empresa precisa passar por um estágio de saneamento, de auditoria financeira, jurídica, fiscal, precisa entender os estágios do processo. Se tentar atropelar as etapas e queimar a largada, terá sérios problemas lá na frente”, finaliza Bonfim.