Page

Author admin

Durante o SAP NOW TIVIT apresenta a jornada da Malwee para a Google Cloud Platform

A TIVIT, multinacional brasileira em soluções digitais, participa do SAP NOW, evento que abordará o futuro da economia da experiência, reunindo importantes nomes do mercado nacional e internacional para debater tendências e inovações em diversos painéis e palestras. A expectativa da organização é receber aproximadamente 10 mil visitantes no congresso e na área de exposição, que acontece nos dias 11 e 12 de setembro, no Transamérica Expo Center, em São Paulo.

Na ocasião, Anderson Gaspar, Líder de Vendas e Marketing da TIVIT, apresentará o projeto de jornada para a nuvem pública do Google desenvolvido para a Malwee, uma das maiores varejistas do Brasil. Anderson irá compartilhar os principais benefícios e oportunidades da migração que está levando 90% da infraestrutura da companhia catarinense, antes distribuída em data centers proprietários, para o GCP (Google Cloud Platform).

Como uma forma de crescer de maneira sustentável, trazendo mais agilidade e inovação para os processos, além de ter mais economia, governança e facilitando à empresa adotar novas tecnologias, a Malwee optou por migrar todos os seus dados e infraestrutura SAP para a nuvem pública. Nesse sentido, foi desenvolvido um cenário híbrido personalizado, uma vez que, ademais do GCP, o ambiente produtivo e outras aplicações fiscais permaneceram on-premise, e toda essa estrutura tem sido gerenciada pela TIVIT. Para o projeto, a nuvem pública da Google Cloud Platform e a solução de nuvem privada TIVIT Cloud, foram escolhidas.

“A Malwee tinha o desafio de aumentar o seu nível de serviço e acelerar a inovação dentro de casa, com isso, seria necessário reposicionar para atividades estratégicas, os profissionais que conhecem a fundo o negócio da varejista, mas que antes se mantinham ocupados com a infraestrutura de tecnologia. Havia também a necessidade de lidar com ambientes de alta complexidade, além do risco operacional, já que os processos principais da organização estão no seu Sistema Integrado de Gestão Empresarial (ERP). Por isso, a companhia procurou parceiros em nuvem pública que pudessem suportar o seu ambiente fora de casa. A TIVIT desenhou uma arquitetura híbrida, unindo nosso Enterprise Cloud e o Google Cloud Platform, capaz de entregar um serviço de gerenciamento de ponta a ponta e possibilitar um crescimento do cliente de maneira inovadora”, explica Anderson.

SAP Now 2019

Data: 11 e 12 de setembro

Local: Transamérica Expo Center

Endereço: Av. Dr. Mário Villas Boas Rodrigues, 387 – São Paulo, SP

Agenda

Data: Quinta-feira, 12 de setembro

Horário: 11h00

Palestra: “Jornada para nuvem da Malwee”

Palestrante: Anderson Gaspar, Líder de Vendas e Marketing da TIVIT

Experiência do cliente no centro das estratégias de negócio

A experiência do cliente digital já se tornou um dos principais diferenciais para as empresas B2B. Para abordar os impactos desse novo cenário nas estratégias de negócio das companhias, Fernanda Nascimento, sócia-fundadora da Stratlab, planejadora de Marketing e especialista ‘customer centric’, participará do fórum SAP Now no dia 12 de setembro, no Transamerica Expo Center, em São Paulo.

Ela também vai falar sobre a importância dos colaboradores no processo de CX (Customer Experience).

Como definir estratégias para impulsionar as vendas no Dia do Cliente

O Dia do Cliente surgiu em 2003 como uma alternativa para movimentar o comércio em um período no qual, naturalmente, as vendas eram menores e entre duas datas importantes: dia dos pais e dia das crianças. Comemorado em 15 de setembro, a data é mais uma oportunidade para os donos de e-commerce faturarem no período e, para isso, é necessário se posicionar de maneira estratégica em um ambiente tão competitivo como a internet.

Para aproveitar a ocasião, pode-se usar algumas ferramentas para atrair o consumidor. Um aliado importante para vários segmentos e que está em expansão são os cupons de desconto, que permitem atrair o visitante por meio de uma redução de preço atrativa na primeira compra. “Também é possível adotar a estratégia para fidelizar o consumidor e oferecer o cupom para uma segunda compra, o que deixa o cliente mais animado! Outra opção é olhar a base de clientes inativos e aproveitar o período para envio de cupons, aproximando a relação”, conta Thiago Mazeto, head de Experiência do Cliente na Tray, unidade de e-commerce da Locaweb.

É importante pensar estrategicamente ao utilizar esse recurso, que pode estar disponível na forma de pop-up no site da loja ou exigir a assinatura de uma newsletter para ser liberado, assim consegue-se manter contato com o visitante e aumentar a base de clientes em potencial. “Uma dica é definir previamente a qual categoria pretende aplicar o desconto e qual será o percentual, evitando comprometer o orçamento ao oferecer descontos para produtos com índices de vendas mais altos. Por exemplo, lojas virtuais de calçados, confecções e outro acessórios, podem aproveitar o período para aplicar descontos em produtos da última coleção que estão parados no estoque. É importante estar atento a precificação e as margens para não comprometer a rentabilidade do negócio”, completa Mazeto.

O desconto, desde que utilizado de uma maneira estratégica, é uma importante ferramenta para atrair visitantes para a loja virtual, fidelizando-os e, até mesmo, para lembrar os mais ausentes oferecendo um “mimo” para que visitem o site. Para o e-commerce, é uma maneira de fazer o dinheiro girar aproveitando períodos específicos. Assim, no dia do Cliente, todos podem sair ganhando!

Disrupção exige transformação

Por Zhilei Ma

Mais que uma tendência, os processos de transformação digital estão se transformando em necessidade para que empresas dos mais diversos setores se tornem, de fato, competitivas. Do lado dos fornecedores, o desafio é ajudar seus clientes neste processo, e para que isso aconteça de forma eficiente, é preciso ter clareza dos conceitos envolvidos aqui. Por exemplo, existe uma tremenda diferença entre dois termos que, quando traduzidos para o português, têm o mesmo significado: digitization e digitalization. Na verdade, digitization é, simplesmente, converter para o digital, enquanto digitalization é utilizar ferramentas digitais.

O Uber, por exemplo, faz parte deste segundo processo, pois serve de instrumento para facilitar a locomoção dos usuários – aqui, o uso da tecnologia (Big Data) é imprescindível para reunir dados de motoristas e passageiros e, consequentemente, operacionalizar o serviço. Se o Uber é um exemplo de serviço muito bem-sucedido em várias cidades e países, há diversas outras ideias estagnadas e/ou rejeitadas por aí. Atualmente, 70% dos projetos de digitalização fracassam no mundo todo devido à falta de investimento, valorização e/ou apoio por parte dos tomadores de decisão. O incentivo à transformação digital se dá com pessoas e empresas que sabem ouvir, valorizar e implementar boas ideias.

Além das tecnologias já citadas, estas empresas devem trabalhar também com Data Analytics, Mobility, Cloud, Blockchain, Inteligência Artificial e muitas outras que auxiliam empresas a avançarem rumo à digitalização. E, melhor do que dominá-las, é preciso saber integrá-las para criar produtos realmente inovadores. Quer um exemplo? O Head Mounted Display, desenvolvido pela T-Systems para a Fujitsu, uma das maiores companhias japonesas de TI. Também chamada de headset de realidade mista, a solução é uma espécie de capacete com monitor, óculos e comandos de voz altamente capazes de automatizar o trabalho manual de picking, servindo como guia para o funcionário da empresa tomar as decisões certas e aumentar sua produtividade. Neste caso, há uma integração de Realidade Aumentada, Realidade Virtual, IoT e Cloud, o que comprova a perfeita harmonia entre diferentes tecnologias em uma única solução.

A Realidade Aumentada também é aplicada na fábrica da alemã Schwan Cosmetics. Em casos de manutenção e reparo de máquinas, os operários podem fazer uma chamada de vídeo com técnicos e especialistas para pedir instruções e resolver o problema em tempo real, sem que alguém precise ir fisicamente até a fábrica. Basta utilizar os óculos de AR e receber os comandos da central de suporte, que envia áudios, textos e informações em 3D para o campo de visão do operário, possibilitando uma orientação remota e igualmente eficaz. Antes da solução, era preciso resolver o problema via e-mail ou telefone e, em algumas situações, esperar a visita de um especialista, o que exigia um tempo muito maior.

Outro projeto bastante inovador foi o San Diego Innovation Lab, cujas soluções melhoram a experiência do passageiro, aumentam a eficiência dos aeroportos, diminuem custos e identificam possíveis fontes de receita. Cada uma destas soluções mencionadas acima reforça um compromisso que deve ser assumido por todos que pretendem garantir o melhor suporte aos seus clientes na jornada digital: “Se não nos transformarmos, não seremos disruptivos”.

Zhilei Ma, vice-presidente regional (Américas) de soluções digitais da T-Systems International

Inscrições abertas para o 9º Fórum da Internet no Brasil

Estão abertas as inscrições para a 9º edição do Fórum da Internet no Brasil, evento do Comitê Gestor da Internet no Brasil (CGI.br) que será realizado em Manaus (AM) entre os dias 1º e 4 de outubro. A programação é composta por sessões principais e 27 workshops que buscam fomentar discussões sobre uma Internet mais plural, segura e acessível, sobre os desafios para a inclusão digital, proteção de dados, direitos humanos, diversidade e ética na Internet, entre outros temas. As inscrições são gratuitas e podem ser realizadas no endereço: forumdainternet.cgi.br/.

A programação do evento foi construída de forma colaborativa, a partir de uma chamada de propostas de workshops aberta à participação de todos os setores de representação no CGI.br: governamental, empresarial, terceiro setor e comunidade científica e tecnológica. No total, foram recebidas 55 propostas, sendo 27 selecionadas para compor a programação do Fórum.

Como enfrentar o discurso de ódio no âmbito digital; questões regulatórias, técnicas e de políticas públicas relacionadas à expansão das tecnologias de reconhecimento facial no Brasil; a responsabilidade das plataformas por conteúdo abusivo on-line e a proteção de crianças e adolescentes na Internet serão alguns dos temas abordados no evento. Confira a lista completa dos workshops selecionados em: forumdainternet.cgi.br/atualizacoes/view/2/workshop-selecionado/.

Essa será ainda uma oportunidade para debater o acesso à Internet nos municípios do interior do Amazonas. Principal espaço brasileiro de discussões sobre a governança da Internet, o Fórum chega pela primeira vez à cidade de Manaus mobilizando o debate em torno de temas relevantes não só no âmbito nacional e internacional, mas também local. Segundo a pesquisa TIC Domicílios 2018, divulgada no dia 28 de agosto pelo CGI.br, 36% dos domicílios na região Norte do Brasil não possuem acesso à Internet. “Ainda há muito a avançar em relação a infraestrutura de Internet na região, e justamente por isso é importante promover essa discussão no Fórum”, destaca Tanara Lauschner, conselheira do CGI.br.

“A 9ª edição do evento acontece em um momento especial para o CGI.br, ano em que comemora os 10 anos da sua Declaração de Princípios para a Governança e Uso da Internet, que prevê que o acesso à Internet deve ser universal, para que ela seja um meio para o desenvolvimento social e humano, contribuindo na construção de uma sociedade inclusiva e não discriminatória em benefício de todos”, complementa José Luiz Ribeiro, conselheiro do CGI.br e coordenador do Grupo de Trabalho da nona edição do evento.

Dia Zero

Além dos workshops, o Fórum também contará com a realização de atividades auto organizadas por instituições no chamado “Dia Zero”, que será em 1º de outubro. As organizações utilizarão o espaço do evento para discussões temáticas, encontros de grupos, divulgação de projetos ou outros tipos de atividades que sejam pertinentes ao público participante do Fórum.

A programação completa do Fórum ficará disponível em breve no sítio do evento, que também será transmitido ao vivo no canal do NIC.br no YouTube.

Fórum da Internet no Brasil

Data: 1º a 4 de outubro

Local: Centro de Convenções do Amazonas Vasco Vasques

Av. Constantino Nery, 5001 – Flores, Manaus – AM, 69058-795

Inscrições gratuitas pelo sítio: forumdainternet.cgi.br/

Evento gratuito / Vagas limitadas

Endereço da transmissão web: www.youtube.com/NICbrvideos

Nova plataforma de serviços conecta pessoas a sistemas por meio do WhatsApp e outros aplicativos de mensagens

Atualmente, 120 milhões de brasileiros usam o WhatsApp. O aplicativo está instalado em 91% dos smartphones do país e passou a fazer parte da vida das pessoas para conversar com a família, amigos e até mesmo com empresas, se tornando uma importante ferramenta de comunicação corporativa. A W5 Solutions – empresa brasileira reconhecida pelo desenvolvimento de soluções de BI – lança no mercado a AnnA: um hub conversacional que, por meio do WhatsApp, Messenger, ou Telegram, é capaz de fornecer informações contidas em diferentes sistemas e integrá-las via webservice.

Por meio da plataforma é possível, por exemplo, treinar uma equipe de vendas a distância, realizar vendas oferecendo informações sobre produtos e serviços, atender clientes, responder dúvidas, coletar dados, realizar pesquisas, aprender e ensinar conteúdos, analisar os dados do negócio para a tomada de decisões e, ainda, integrar soluções customizadas. De forma prática, com a plataforma, empresas poderão integrar seus sistemas diretamente aos aplicativos de mensagens, disponibilizando informações de forma simples e eficiente.

Dados da Anatel mostram que, de 2016 até maio deste ano, já foram feitas mais de 80 mil reclamações de usuários por receberem ligações de empresas oferecendo seus serviços. Para se ter uma ideia, muitos têm realizado pedidos de Bloqueio do Recebimento desse tipo de ligação, serviço já disponibilizado pela Fundação de Proteção e Defesa do Consumidor, o Procon. “As pessoas não querem mais ser acionadas por telefone. Portanto, para empresas, ter a AnnA como canal e suporte estratégico pode ser muito importante para alcançar bons resultados”, completa o diretor.

A AnnA já pode ser integrada com serviços de Pagamento, Treinamento, Help, BI e outros. Dessa forma, com a solução já é possível, por exemplo, ter ferramentas de atendimento ao cliente, acesso e análise a bancos de dados e até serviços de pagamentos. “Esses sistemas já vêm integrados à plataforma, mas qualquer outro tipo de serviço pode ser acessado e integrado via webservices à AnnA”, conta Abellón.

Toda informação desses sistemas chegará ao usuário em forma de mensagem rápida. O funcionamento da AnnA se dá por meio do acesso a módulos que possuem vários contêineres. Esses módulos têm um intervalo de execução, podem ser públicos ou privados, interrompidos ou não. Nos contêineres ficam as mensagens que podem ser alternativas, dissertativas e os documentos como textos, imagem, áudio e vídeo.

“A AnnA foi desenvolvida justamente para unificar o atendimento e garantir a segurança dos dados, aumentando a venda de produtos e serviços, a coleta e avaliação de informações e otimizando os processos em qualquer tipo de negócio”, finaliza Abellón.

Aplicativos de mensageria crescem no Brasil, diz pesquisa

A pesquisa Panorama de Mensageria no Brasil, realizada pelo Mobile Time e pela Opinion Box e patrocinada pela Infobip, uma das maiores plataformas próprias de mensageria e comunicação do mundo, aponta crescimento de aplicativos de mensageria no País. Os que mais registraram crescimento no período de um ano foram o Facebook Messenger (de 73% para 79%) e o Telegram (de 14% para 19%). O WhatsApp, app favorito dos brasileiros nesse quesito, cresceu 1%, de 97% para 98%. Por sua vez, o Instagram, estreante na pesquisa, está instalado em 72% dos smartphones brasileiros.

“O Panorama demonstra que o brasileiro, ante a média mundial, é um indivíduo hiperativo nas redes sociais e nos aplicativos de mensageria”, comenta Marcelo Ramos, regional manager South Latam da Infobip. “Isso significa que, embora tenhamos uma preferência clara por um aplicativo, permanecemos abertos a outros canais.”

Dos aplicativos mencionados no estudo, o WhatsApp é o utilizado com maior frequência: 92% dos usuários acessam o app todos os dias. Em seguida, vem o Instagram, acessado por 66% dos brasileiros todos os dias. De maneira geral, todos os aplicativos de mensageria são utilizados principalmente para troca de mensagens de texto, imagens e áudios. O crescimento do Facebook Messenger é outro destaque da pesquisa. Se estava em queda no ano passado, o aplicativo conseguiu reverter a situação por meio do uso de Stories, avalia Ramos. “O Facebook tem estimulado bastante esse recurso, principalmente no celular. Com mais engajamento e diversidade de conteúdos, a fidelidade do usuário brasileiro aumentou.”

O WhatsApp, por sua vez, já é visto como um potencial meio de pagamento. 56% dos usuários de WhatsApp gostariam de realizar pagamentos e transferências por meio do aplicativo. O interesse é maior entre os homens (62%) e os mais jovens (entre 16 e 29 anos). Destes, 47% querem uma conta bancária dentro do WhatsApp, 30% preferem associar o app a uma conta bancária própria, e 23%, a um cartão de crédito.

Baixa rejeição às marcas

Outra característica do usuário brasileiro mencionada no estudo foi a baixa rejeição às marcas nas plataformas de mensageria. O Facebook Messenger tem o índice mais alto nesse quesito – 13%. Por outro lado, a rejeição no Telegram e no Instagram é praticamente inexistente. Embora só tenha aberto a API recentemente para contas corporativas, o WhatsApp já é reconhecido como um canal de contato com os clientes. 76% dos usuários já consideram que o app é um canal apropriado para tirar dúvidas com marcas, e 60% para obter suporte.

Nesse cenário, o WhatsApp já ameaça o SMS. 83% dos entrevistados consideram que o app é adequado para o envio de avisos relevantes para o consumidor, ante 17% do SMS. “Essa migração do SMS A2P para o WhatsApp só não ocorreu ainda porque o modelo de negócios over the top do aplicativo cobra dez vezes mais por mensagem do que o valor praticado pelas operadoras para o SMS”, analisa Ramos. Segundo o Panorama, 51% dos brasileiros nunca ou quase nunca enviam mensagens de texto, e 20% nunca recebem SMS.

Solução RCS — Uma alternativa para as operadoras seria a implementação do RCS. “Essa tendência deveria ser um alerta para que as operadoras acelerem seus projetos de implantação do RCS para preservar a receita do SMS A2P e assim trazer os usuários de volta para um canal de mensageria gerenciado por elas”, recomenda Ramos.

Para essa edição do Panorama de Mensageria no Brasil, foram entrevistados 2.102 brasileiros com mais de 16 anos de idade que acessam a internet e possuem celular. As entrevistas foram realizadas por meio online entre 17 e 25 de julho. A margem de erro é de 2,1 pontos porcentuais, e o grau de confiança, 95%.

Pesquisa Capgemini: Setor Industrial deseja alavancar a revolução 5G, mas as barreiras permanecem

O setor industrial está adotando a conectividade 5G como um facilitador primário da transformação digital e planeja implementar a tecnologia até 2021. Isso está estimulando o interesse em licenças privadas, algo que quase metade (47%) das grandes empresas industriais pretende solicitar, de acordo com as recentes conclusões de estudo da Capgemini Research Institute.

O estudo “5G in Industrial Operations: How Telcos and Industrial Companies Stand to Benefit” constatou que o 5G é considerado um catalisador da transformação digital e que as companhias do segmento de manufatura esperam que a tecnologia entregue operações mais seguras e eficientes.

As principais conclusões do estudo, que entrevistou mais de 800 executivos de empresas industriais e 150 executivos de telecomunicações em 12 países aponta:

O 5G é fundamental para a transformação digital: quando os executivos das empresas industriais foram questionados sobre quais tecnologias serão mais essenciais para sua transformação digital nos próximos 5 anos, 75% mencionaram o 5G como um facilitador importante, com a computação em nuvem (84%) em segundo lugar, na frente de outras inovações tecnológicas como automação avançada e Inteligência Artificial/Machine Learning. O setor das indústrias acredita que a versatilidade, flexibilidade e confiabilidade da 5G ajudarão a enfrentar os desafios de conectividade, um fator limitante à transformação digital para 44% dos pesquisados, e a impulsionar futuros cases de utilização.

As empresas industriais desejam avançar rapidamente para implementar o 5G: existe uma confiança generalizada no potencial do 5G, com quase dois terços das empresas industriais (65%) planejando implementá-lo nos primeiros 2 anos de disponibilidade. Em países como a Itália (35%), França (30%) e Canadá (27%), mais de um quarto pretende usar 5G no primeiro ano, enquanto 75% das empresas industriais no Reino Unido e Itália, 69% na Espanha e 68% nos Estados Unidos e na Noruega planejam começar nos primeiros 2 anos. É provável que os maiores fabricantes implementem o 5G primeiro em comparação com o mercado industrial em geral: 74% com receita anual acima de US$ 10 bilhões esperam fazê-lo nos próximos 2 anos, em comparação com 57% com receita entre US$ 500 milhões e US$ 1 bilhão.

Um terço (33%) das empresas industriais planeja solicitar sua própria licença 5G e as grandes organizações lideram ainda mais, com 47% de interesse. Isso é alimentado pelo desejo de maior autonomia e segurança, combinado com preocupações sobre as operadoras de telecomunicações serem muito lentas na implementação de redes públicas 5G. No entanto, haverá barreiras regulatórias que diferem de país para país.

Gunther May, Head de tecnologia e inovação e das unidades de negócios de automação e eletrificação da Bosch Rexroth AG, afirmou: “Como fornecedor de soluções e fabricante, estamos monitorando de perto o cenário 5G e acreditamos que há vários benefícios em manter nossa própria licença. Isso nos permitiria ter controle total de nossa estratégia 5G, dando-nos a liberdade de implementar a rede sozinha ou com um operador de telecomunicações”.

As vantagens operacionais e de segurança impulsionarão a adoção do 5G: quando perguntados sobre o motivo comercial de investir no 5G, mais da metade citou operações mais seguras (54%) e eficiência das operações/economia de custos (52%), com a expectativa de que o 5G ajude a ativar ou aprimorar cases de utilização, especialmente em tempo real, edge analytics, vigilância por vídeo, controle remoto da produção distribuída, habilitação para Inteligência Artificial ou movimentos por controle remoto, operações remotas por meio de Realidade Aumentada e Realidade Virtual etc.

As empresas industriais pagarão mais por serviços premium: apesar das incertezas quanto à velocidade da implementação, os fabricantes já estão dispostos a pagar uma taxa premium pela conectividade 5G aprimorada. Com 72% das empresas industriais podendo pagar mais pelo aumento da velocidade da banda larga móvel e pelo aumento da capacidade, mas apenas 54% das operadoras de telecomunicações acreditam que há apetite por isso. Isso representa uma oportunidade para as operadoras de telecomunicações considerarem como poderão construir um modelo de negócios 5G altamente lucrativo.

Pierre Fortier, consultor principal de telecomunicações, mídia e tecnologia da Capgemini Invent comentou: “esta pesquisa deixa claro que as empresas industriais estão confiantes sobre os benefícios do 5G antes mesmo da sua chegada ao mercado. Isso quer dizer que o 5G é uma tecnologia emergente e haverá muitos desafios a serem superados antes de estar pronto para ser implementado em escala. A coinovação entre empresas industriais e o ecossistema de telecomunicações, na forma de pilotos e plataformas abertas de experimentação, será essencial para criar modelos de negócios, serviços e operação nos quais todos saem ganhando, que promoverão a adoção do 5G”.

A metodologia da pesquisa conduzida pelo Capgemini Research Institute, com especialistas do Capgemini Invent, consta de uma pesquisa primária com mais de 800 executivos de empresas industriais. Os entrevistados foram baseados em 12 países: Alemanha, Bélgica, Canadá, Coréia do Sul, Espanha, Estados Unidos, França, Holanda, Itália, Noruega, Reino Unido e Suécia e em uma dúzia de subsetores como: Aeroespacial & Defesa, Operadores de Aeroportos e Ferrovias, Automobilístico, Químico, Produtos de Consumo, Energia e Serviços Públicos, Máquinas Industriais, Logística, Dispositivos Médicos, Farmácia e Ciências da vida e Manufatura de semicondutores e alta tecnologia. O Instituto também realizou uma pesquisa com 150 executivos de telecomunicações desses 12 países e também concluiu com mais de 20 entrevistas individuais com executivos do setor e de telecomunicações.

Dona da 99, DiDi apresenta carro autônomo por aplicativo

A DiDi Chuxing, maior plataforma de transporte do mundo e dona da 99 no Brasil, anunciou que passageiros poderão fazer corridas com veículos autônomos em seu aplicativo. O piloto está sendo planejado para ser lançado em Xangai, na China.

Cheng Wei, fundador e CEO da DiDi, fez o anúncio na Conferência Mundial de Inteligência Artificial de Xangai, onde a empresa está apresentando a tecnologia de carros-robô.

“As inovações valem a pena quando agregam valor à vida das pessoas. Acreditamos que dar aos cidadãos comuns acesso a frotas autônomas e compartilhadas, em larga escala, é a chave para atingirmos nosso objetivo coletivo de segurança, eficiência e sustentabilidade para o futuro das cidades”, diz Cheng.

Zhang Bo, CTO da DiDi e CEO da sucursal de veículos autônomos da companhia, destacou as inovações em tecnologia, os dados sobre transporte e o conhecimento sobre gerenciamento de plataforma como os pontos fortes do programa de veículos autônomos da empresa.

“Trabalhando com nossos parceiros da indústria automotiva, a DiDi tem o potencial para se tornar o primeiro negócio a concretizar o serviço de carros autônomos em larga escala”, afirma Bo.

O governo de Xangai concedeu, no dia 28 de agosto, licenças para a companhia testar sua frota de veículos autônomos. Zhang anunciou que a empresa vai implantar trinta modelos diferentes de veículos autônomos para o projeto.

Dada a complexidade do tráfego e as condições viárias de Xangai, a DiDi iniciará o programa com um modelo misto de despacho, que vai combinar veículos autônomos e veículos pilotados por humanos durante o piloto.

Criada em 2016, a equipe de veículos autônomos da DiDi hoje conta com 200 especialistas que lideram uma operação abrangente de pesquisa e desenvolvimento que cobre múltiplas áreas de pesquisa, como: mapeamento em HD, percepção, previsões comportamentais, planejamento e controle, infraestrutura e simulação, rotulagem, diagnóstico de problemas, modificações em veículos, carros conectados e segurança, entre outros.

O time está desenvolvendo e testando veículos autônomos na China e nos Estados Unidos. A DiDi atualizou a unidade de direção autônoma para que se tornasse uma empresa independente em agosto de 2019.

Na Era dos Robôs, o diferencial é ser… humano

O mercado de trabalho está em acelerada transformação. Segundo pesquisa da consultoria britânica Oxford Economics, em 2030 mais de 20 milhões de empregos no mundo serão ocupados por robôs. Mas, se para muitos a notícia pode parecer assustadora, saiba que há um lado bom neste processo: para quem estiver preparado, a Era dos Robôs pode esconder boas oportunidades.

Parte das atividades profissionais, as consideradas mais repetitivas e mecânicas estão mesmo mais suscetíveis à substituição de homens por máquinas e robôs. Isso porque elas dependem de conhecimentos e habilidades mais fáceis de serem automatizados – a maioria deles enquadra-se no que o mercado mundial de recursos humanos convencionou chamar de hard skills (veja no quadro abaixo). No entanto, outra parcela de profissões – aquelas que demandam criatividade, empatia, inteligência social, entre outras habilidades, as chamadas soft skills – tende a se manter por mais tempo com o calor humano.

Para se sair bem nessas competências também é preciso treinamento e qualificação para que o talento de cada um aflore adequadamente e seja potencializado por meio de técnicas reconhecidas. Uma dessas habilidades é a capacidade de se comunicar em público.

Vox2You Escola de Oratória trabalha exatamente esse potencial em seus cursos, aprimorando a linguagem verbal e corporal, ensinando técnicas de modulação da voz e apostando em ferramentas da neurolinguística para que o aluno estruture suas apresentações com segurança e naturalidade, conquistando a confiança para desenvolver os temas propostos com mais facilidade.

Afinal, ninguém quer parecer um robô ao falar em público, certo? E toda essa preparação ocorre dentro de um cronograma objetivo e rápido, que, além de comunicação, visa aprimorar várias outras sotf skills, como atitude, persuasão, positividade, pensamento crítico e criatividade.

Para profissionais de carne e osso, profissões “humanas”

Se preparação é fundamental para se colocar bem no mercado de trabalho e disputar vagas em que as habilidades humanas são indispensáveis na execução das tarefas, também é aconselhável avaliar onde a automação deve demorar a chegar e construir um futuro dentro de profissões em que o capital humano ditará regras por mais tempo. É o eterno – pelo menos assim esperamos – mercado das soft skills.

De acordo com o pesquisador Carl Frey, da Universidade de Oxford, originalidade e inteligência social são características difíceis de serem “robotizadas”, e essas habilidades são peças-chave em profissões inclusive ligadas à tecnologia. O Centro Brasileiro de Cursos (Cebrac) oferece cursos de Criação de Games, de Videomaker e de Criador de Aplicativos, tarefas que exigem mais do que um apertar de botões.

Até a criação dos próprios robôs pede mais do que a parte técnica, mas um olhar humano para que as habilidades da máquina sejam bem programadas. O trabalho nessas áreas não prescinde de criatividade, originalidade, competência para trabalho em equipe e o que se chama de inteligência social, a capacidade de reagir adequadamente ao meio, o que é importante na construção dos produtos finais desses setores.

Cebrac ainda oferta outros cursos em que o potencial de relacionamento com o outro é primordial, como os de Cuidador, de Beleza e Bem-Estar, de Atendente de Farmácia e de Assistente Administrativo. Então, o que está esperando para ser o melhor humano da era dos robôs?

AS HABILIDADES PROFISSIONAIS, NA VISÃO ATUAL DE RECURSOS HUMANOS

Soft skills Hard skills
  • Attitude (atitude)
  • Communication (comunicação)
  • Conflict resolution (resolução de conflitos)
  • Creative thinking (pensamento criativo, criatividade)
  • Critical thinking (pensamento crítico)
  • Decision making (tomada de decisão)
  • Empathy (empatia)
  • Ethics (ética)
  • Flexibility (flexibilidade, resiliência)
  • Leadership (liderança)
  • Motivation (motivação)
  • Networking (rede de contatos)
  • Patience (paciência)
  • Persuasion (persuasão)
  • Positivity (positividade)
  • Problem solving (solução de problemas)
  • Teamwork (trabalho em equipe)
  • Time management (gestão do tempo)
  • Accouunting (contabilidade)
  • Carpentry (carpintaria)
  • Construction (construção)
  • Editing (edição)
  • Engineering (engenharia)
  • Finance (finanças)
  • Healthcare (cuidado com a saúde)
  • Information technology (tecnologia da informação)
  • Law (direito, legislação)
  • Machine operation (operação de máquina)
  • Manufacturing (produção)
  • Mathematics / Math (matemática)
  • Mechanics (mecânica)
  • Nursing (enfermagem)
  • Proficiency in a foreign language (proficiência em idioma estrangeiro)
  • Project management (gestão de projetos)
  • Programming (programação)
  • Research (pesquisa)
  • Teaching (ensino)
  • Translation (tradução)
  • Web design
  • Writing (escrita)

Associação Comercial de São Paulo cria conselho para fomentar inovação

Seguindo a tradição da entidade de debater grandes temas que impactam na infraestrutura, economia, varejo, cidades, comércio e serviços, a Associação Comercial de São Paulo (ACSP) formalizou nesta terça-feira (3/9), a criação de mais um conselho, o Conin (Conselho de Inovação), coordenado por Alessandra Andrade, vice-presidente da ACSP.

Formado por representantes do setor empresarial, tecnológico, poder público, acadêmicos e investidores, o grupo tem como missão sugerir e construir políticas de inovação para a cidade de São Paulo a médio e longo prazo.

Nas palavras de Alessandra, o intuito de juntar diversos perfis em um mesmo conselho é o de dar sincronia a tantos projetos produzidos de maneira solo por investidores, poder público e agentes da inovação, e sustentabilidade e outras entidades.

Alessandra explica que a formação do novo conselho parte de duas provocações: Como é possível desenvolver o ecossistema de inovação em São Paulo através da atuação conjunta de figuras importantes desse cenário? E como levar essa inovação ao pequeno empreendedor?

“Teremos muitas discussões para embasar políticas públicas para a cidade de São Paulo e que pretendemos apresentar aos próximos candidatos a prefeitura. O momento é de discussão para que tudo isso tenha perenidade e não seja algo partidário”, diz.

Alessandra destaca que a cidade de São Paulo é um importante ambiente de negócios que ainda não está sendo aproveitado de forma coordenada e planejada. “A cidade pode ser muito mais relevante do que é”.

INSPIRAÇÕES

Membro do Conin, Claudia Zanchi Piunti*, ex-diretora global de suprimentos da Gerdau, participou da reunião e apontou que apesar de liderar o ranking do pilar de inovação na região, o Brasil permanece abaixo do seu potencial. A falta de integração entre os setores públicos e privados inibem essa performance, na opinião de Claudia.

“O Brasil está em 9º lugar no ranking regional e em 108º no geral, no pilar de dinamismo nos negócios. Promover a inclusão de mais negócios e ecossistemas de inovação o Brasil poderá capitalizar o potencial da inovação e estimular o crescimento da produtividade”, diz.

Neste contexto, iniciativas como o Cubo, espaço de empreendedorismo mantido pelo Itaú e pelo fundo Redpoint e Ventures; o FIEMG LAB, que aproxima as empresas da inovação das startups, ao passo que apresenta a estas as demandas e os recursos multiplicadores da indústria; e o Acate – Florianópolis (Associação Catarinense de Tecnologia) contribuem para o surgimento de novas oportunidades, segundo Claudia.

Como inspiração para a evolução deste cenário, Claudia cita Israel, um dos maiores polos de inovação do mundo – berço de empresas como o aplicativo de trânsito Waze – e que a cada ano se torna mais importante para o ecossistema de inovação do mundo.

Durante sua apresentação, Claudia apontou os motivos que criaram tamanha potência. Nas palavras de Claudia, a aproximação entre poder público, academia e iniciativa privada traz um pensamento de senso global importante para acelerar a criação de novos negócios.

A obrigatoriedade do serviço militar por três anos, por exemplo, coloca muitos jovens em contato com tecnologias de ponta. Por se tratar de um país pequeno e desértico com escassez de recursos naturais e cercado por inimigos, eles foram obrigados a avançar nessa área. Desenvolveram, por exemplo, sensores para detectar e interceptar mísseis e outros recursos de cibersegurança.

Fatores históricos também fizeram do país um local propício para o empreendedorismo. A população de Israel dobrou algumas vezes nas últimas décadas, um fenômeno ocasionado pela facilidade na imigração.

Desde 1948, o país absorveu cerca de três milhões de pessoas de mais de cem países. Portanto, seus 8,5 milhões de habitantes formam uma sociedade extremamente diversa.

“Não há estrelismo, nem competitividade. Há somente a mentalidade de fazer tudo acontecer com um senso muito global. Soluções são criadas para o mundo e não para uma necessidade específica – e é essa cultura que temos que absorver”, diz.

* Alessandra Andrade é formada em Administração com Habilitação em Comércio Exterior pelo Mackenzie e MBA em Gestão de Mercado de Luxo pela FAAP com especializações em: Educação Empreendedora pela Babson School, Liderança e Governança Corporativa pela London School of Economics e Pós-MBA em Formação Avançada para Conselhos de Administração (ABPW) pela Saint Paul Escola de Negócios. É coordenadora do FAAP Business Hub, vice-presidente de relações com a juventude e inovação da ACSP. Foi vice-presidente da Conaje (Congresso Nacional de Jovens Empreendedores).

*Claudia Zanchi Piunti tem carreira executiva sênior com sólida experiência empresarial nos segmentos Industrial e de Energia e governança corporativa em grandes empresas. Sua última posição foi como CDO e CIO na Gerdau. É membro de conselho de administração e coordenadora de comitês. Presidente do Conselho de Administração da ABRACE (Associação dos Grandes Consumidores de Energia do Brasil). Indicada pela revista Forbes como uma das 50 mulheres mais influentes do Brasil em 2016.

Renault LAB é inaugurado na Universidade Positivo

No fim de agosto, a Renault inaugurou um novo Renault LAB. O espaço está localizado dentro do Campus sede – Ecoville da Universidade Positivo, em Curitiba (PR), com foco em estudos sobre eficiência energética para motores a combustão.

O novo LAB passa a fazer parte do ecossistema de inovação da Renault no Brasil, que já conta com: Renault LAB no Cubo, em São Paulo, Renault LAB no Sistema FIEP, em Curitiba, Creative LAB no Complexo Ayrton Senna, em São José dos Pinhais, e America Digital Hub, em São Paulo.

O evento contou com a presença do vice-presidente executivo de engenharia para a Aliança Renault-Nissan-Mitsubishi, Gaspar Gascon e de Antonio Fleischmann, vice-presidente de engenharia da Renault para a região Américas. “Continuamos ampliando nossos centros de inovação, buscando promover cada vez mais estudo e desenvolvimento junto ao meio acadêmico.”, afirma Antonio.

Atualmente, a Universidade Positivo oferece mais de 60 cursos de Graduação presenciais, além de Doutorado, Mestrado, diversos cursos de Especialização e MBA, idiomas e programas de Extensão, espalhados pelas três unidades em Curitiba, uma unidade em Londrina (PR) e outra em Joinville (SC). A Universidade também possui polos de Educação a Distância (EAD) em mais de 60 cidades espalhadas pelo Brasil.

“O mundo está cheio de novas tecnologias e inventos, o foco é na união de academia, empresas e governos, para o progresso da ciência, o aumento do conhecimento e a aplicação de novas tecnologias voltadas para o crescimento econômico, o desenvolvimento social e a melhoria do bem-estar social da humanidade. A parceria entre a Universidade Positivo e a Renault Brasil representa a união dessa nova realidade, em que academia e empresa caminham juntas, no caso específico para a busca de eficiência energética na indústria”, afirma José Pio Martins, professor, economista e reitor da Universidade Positivo.

Renault Tecnologia Américas (RTA)

No Complexo Ayrton Senna, em São José dos Pinhais, a Renault possui um centro de engenharia com mais de 1 mil engenheiros que fazem parte do Renault Tecnologia Américas. Instalado em 2007, este centro tem o objetivo de desenvolver produtos voltados às necessidades e ao perfil do consumidor latino-americano.

GeneXus simplifica a inovação no SAP NOW Brasil

A GeneXus, desenvolvedora global de soluções baseadas em Inteligência Artificial, apresenta durante o SAP NOW Brasil, considerado o maior evento de tecnologia da América Latina, os benefícios do seu pacote de ferramentas que aceleram o desenvolvimento de aplicações web e mobile no ecossistema SAP.

Para simplificar a inovação das aplicações nativas e web padrão Fiori a partir dos dados corporativos dos sistemas SAP, S/4 HANA e SAP Leonardo, permitindo entrar em produção automaticamente no SAP Cloud Platform, no evento, a GeneXus apresentará o seu case de sucesso com a Nalbatech, companhia de Tecnologia da Informação e Consultoria de Negócios, que desenvolveu aplicativos baseados em GeneXus para sistemas SAP.

A demonstração de como as ferramentas da GeneXus permitem ao desenvolvedor concentração nos negócios e nas inovações, ao invés de focar em variações de programações, o gerente de programação da GeneXus, Luis Murillo, “O caminho mais rápido para a empresa inteligente”.

“Fornecemos soluções sofisticadas, sem a necessidade de aprender a codificar uma única linha. Por isso, o SAP NOW Brasil é o cenário ideal para testemunhar o aumento de produtividade que uma empresa usuária do ecossistema SAP pode alcançar com GeneXus”, esclarece o country manager da GeneXus Brasil, Ricardo Recchi.

SAP NOW Brasil

Data: 11 e 12 de setembro de 2019

Hora: 08h às 19h

Local: Transamerica Expo Center

Sessão Paralela – palestra do Luis Murillo

“O caminho mais rápido para a empresa inteligente”, dia 12 de setembro às 11h, na plenária A

Sessão Paralela – case de sucesso da Nalbatech

11 de setembro às 11h30 e 12h30, no estande Start

12 de setembro às 11h30 e 16h10, no estande Start

Comprar um carro por chat agora é uma realidade

As mudanças nos hábitos de consumo exigem estratégias de venda inovadoras, inclusive na indústria automobilística. Hoje, ser auxiliado por um personagem guiado por Inteligência Artificial e comprar um carro por chat agora é uma realidade para a General Motors, uma das maiores e mais inovadoras montadoras do mundo.

Atualmente, as mensagens instantâneas são uma realidade cada vez mais presente na vida das pessoas, tanto para se comunicar com seus familiares e amigos quanto para comprar, pesquisar e se comunicar com empresas de todos os setores. De fato, pesquisas mostram que 89% dos clientes querem usar mensagens instantâneas para se comunicar com empresas e que 66% dos consumidores preferem mensagens do que qualquer outro canal de comunicação.

Neste contexto, a General Motors decidiu apostar em soluções digitais com inteligência artificial. Com a ajuda da Aivo, uma empresa de tecnologia especializada em IA de conversação para atendimento ao cliente, a empresa implementou um chatbot inteligente em vários países da América Latina.

“A constante evolução da tecnologia gerou uma mudança nos hábitos de consumo do mercado atual e, consequentemente, devemos proporcionar aos nossos clientes uma atenção personalizada que facilite sua vida. A GM evoluiu de acordo com os gostos e necessidades dos clientes, a fim de otimizar o atendimento ao cliente”, disse Ana Cristina Merlo Almeida, coordenadora de Marketing Digital da General Motors para a região da Oeste da América do Sul.

Hoje, o chatbot funciona nos sites da GM na Colômbia, Equador, Chile e Peru e foi projetado para manter conversas naturais e entender a intenção por trás de cada consulta, indo além dos regionalismos e erros de digitação. Graças a esse alcance, a empresa mantém um canal de diálogo digital que permite aos clientes de toda a região resolver quaisquer dúvidas, conhecer melhor os produtos da marca e, eventualmente, orientar a decisão de compra.

Se um cliente tiver dúvidas sobre um veículo ou se não tiver certeza sobre quais recursos são mais adequados ao seu estilo de vida, ele pode acessar o chatbot para que ele possa ajudá-lo a comparar modelos, fornecer informações sobre veículos disponíveis e oferecer diferentes planos de pagamento. Assim, a experiência é enriquecida e o processo de vendas é acelerado.

Entre os resultados alcançados pela empresa, estão o aumento da satisfação dos clientes, graças às respostas automáticas, e o aumento das vendas online, além do posicionar-se na vanguarda da indústria em termos de inovação, acessibilidade e facilidade de uso.

“A General Motors está liderando uma onda de inovação no atendimento ao cliente a que se estão unindo diferentes indústrias em todo o mundo. De acordo com um estudo da Gartner, até 2020, 85% de todas as interações de atendimento ao cliente serão administradas sem a presença de um agente humano. Com o avanço das tecnologias de Inteligência Artificial e automação, essas experiências de conversação oferecem uma comunicação cada vez mais imediata, personalizada e omnicanal”, disse Martín Frascaroli, CEO da Aivo.

Com esses resultados, a General Motors está pronta para dar o próximo passo, expandindo a cobertura para outros canais digitais e expandindo sua estratégia digital no Mercosul.

Plug and Play Brasil anuncia Elo como primeira parceira

Elo, empresa 100% brasileira de tecnologia de pagamentos, se une à plataforma de inovação Plug and Play para abertura do novo escritório da Plug and Play no Brasil. A parceria com o programa de fintech da Plug and Play começou em outubro 2018 e, desde então, a Elo trabalha com os escritórios da Plug and Play no Vale do Silício e em Frankfurt.

“O mercado de pagamentos está em rápida transformação acompanhando as mudanças nos hábitos de consumo da sociedade. Assim, a associação com a Plug and Play é uma oportunidade única para a Elo se aproximar do ecossistema de empreendedores e startups. É nesse ecossistema em que acreditamos estarem as respostas para os desafios do nosso negócio e os problemas reais dos nossos clientes. É assim que a Elo inova: buscando parceiros para nos ajudar a construir o futuro dos meios de pagamento”, explica Daniel Passarelli, Superintendente de Inovação da Elo.

A Plug and Play está lançando um novo escritório no Brasil em setembro. Nele vão funcionar tanto o programa de Fintech quanto o de Alimentação & Bebidas. Elo se junta como um dos membros fundadores desse programa.

A parceria com a Plug and Play é uma oportunidade para que empresas como a Elo se posicionem como líderes de inovação em seus mercados. No Brasil, as duas empresas trabalharão em conjunto para acelerar fintechs e startups, além de participarem e promoverem eventos e projetos que reúnem referências globais nesse setor.

O programa no Brasil prevê contato direto da Elo com fintechs brasileiras e de outros mercados, como Frankfurt e Vale do Silício. A ideia é que as startups recebam mentoria de profissionais do mercado e executivos da Elo para que possam trabalhar pontos e oportunidades de crescimento, além de realizarem provas de conceito de novos produtos e serviços em parceria com a Elo.

O programa também prevê a organização de um Innovation Day, evento que reunirá as principais startups escolhidas pela Elo, junto à Plug and Play, para discutir questões de inovação e tecnologia.

“Estamos encantados em abrir o novo escritório da Plug and Play em São Paulo de mãos dadas com a Elo; a companhia tem demonstrado sua liderança em inovação e apetite para ser disruptivo no mercado de pagamentos. Juntas nós seremos capazes de construer um ecossistema poderoso e moldar o futuro dos serviços financeiros no Brasil”, garante Saeed Amidi, fundador e CEO da Plug and Play Tech Center.

Por que os estereótipos ainda são tão presentes nas empresas e na sociedade?

Por Erika Linhares, fundadora da B-Have

Me lembro de uma entrevista publicada há alguns anos na revista Exame com um especialista alemão em negócios e multiculturalismo, o professor Sebastian Reiche. Ele falava dos perigos dos estereótipos em um mundo em que o trabalho é globalizado e, logo, sobre a necessidade de fugir dos rótulos baseados em nossa cultura e formação.

Poucos anos antes eu havia experimentado na pele os efeitos dos estereótipos no trabalho. Era executiva de uma grande companhia brasileira e fui enviada a uma reunião no exterior representando a empresa. Ao chegar, tentaram barrar a minha participação na reunião com o presidente mundial da outra empresa envolvida, pois não era possível a minha organização ter enviado uma mulher jovem para representar seus interesses. Esse episódio me marcou, mas foi um dos muitos que também me ensinou a lidar com os estereótipos no ambiente corporativo, não permitindo que eles se tornassem uma pedra no caminho da minha trajetória profissional.

Uma das principais lições que aprendi com esse acontecimento – e com tantos outros – e que hoje compartilho com líderes e profissionais é: no ambiente corporativo o único julgamento permitido é sobre o desempenho e, pessoas diferentes, têm resultados melhores quando trabalham juntas. Um relatório de 2018 da empresa de consultoria global Ernst & Young (EY) mostrou que nas empresas que tinham pelo menos 30% de diversidade de gênero, os resultados financeiros eram melhores.

Mas como conviver com colegas intolerantes às diferenças e preconceituosos? Sim, infelizmente eles ainda existem: os colegas de trabalho que adoram esterótipos e trazem suas preferências pessoais para o ambiente corporativo, muitas vezes de forma velada. Esse preconceito advém da ignorância e, nestes casos, a resposta é educar. Punir não mudará essas pessoas, brigar muito menos, mas a educação pode fazê-las entender que orientação sexual, peso, características físicas e etc. não definem caráter e desempenho no trabalho. Ignorante a gente educa pelo exemplo e diálogo!

Como nas relações de trabalho modernas ninguém faz nada sozinho, o “manda quem pode, obedece quem tem juízo” foi substituído pela empatia e tolerância, em que todos podem errar e somar no trabalho. Não cabe no escritório o “não gosto de gays”, “fulano está acima do peso”, “prefiro trabalhar só com homens”. Ninguém quer saber a sua opinião! Na vida pessoal você escolhe com quem conviver, no ambiente de trabalho isso não é uma escolha: é preciso se adaptar, exercitar a empatia e se colocar no lugar do outro.

Parece simples, mas não é. Diversidade não é só colocar um monte de pessoas diferentes em uma mesma sala. É preciso uma mudança de mindset de líderes e liderados. Isso exige treinamento comportamental! As empresas devem ter um olhar crítico ao que já é uma grande revolução na gestão de pessoas moderna: o fato de que comportamento vale muito mais do que técnica!

TIC Domicílios 2018 revela que 40,8 milhões de usuários de Internet utilizam aplicativos de táxi ou transporte

A pesquisa TIC Domicílios 2018, lançada nesta quarta-feira (28) pelo Comitê Gestor da Internet no Brasil (CGI.br), por meio do Centro Regional de Estudos para o Desenvolvimento da Sociedade da Informação (Cetic.br) do Núcleo de Informação e Coordenação do Ponto BR (NIC.br), aponta de forma inédita que um terço (32%) dos brasileiros que são usuários de Internet pediu táxis ou motoristas em aplicativos, o que representa 40,8 milhões de pessoas. Ainda segundo a pesquisa, 28% dos usuários pagaram por serviços de filmes ou séries on-line, 12% fizeram pedidos de refeições em sítios ou aplicativos e 8% pagaram por serviços de música.

Ainda no que se refere ao comércio eletrônico, a TIC Domicílios 2018 revela que 60% dos brasileiros conectados pesquisaram os preços de produtos e serviços, 34% fizeram compras ou encomendas on-line e 19% divulgaram ou venderam produtos e serviços. Os principais canais de divulgação e venda são as redes sociais (67%), os sítios de compra e venda (63%), mensagens em aplicativos de conversas (48%) e e-mail (13%).

Já entre os usuários de Internet que não adquiriram produtos e serviços on-line, a maioria prefere realizar compras pessoalmente (83%), não tem confiança no produto a ser recebido (62%), ou se preocupam em fornecer informações pessoais ou em usar o cartão de crédito pela Internet (59%). “Para além da conectividade, as habilidades digitais e a confiança no ambiente da Internet são fatores fundamentais para impulsionar o comércio eletrônico”, avalia Alexandre Barbosa, gerente do Cetic.br.

Uso da Internet

A TIC Domicílios 2018 revela que 70% dos brasileiros usou a Internet nos três meses que antecederam o estudo, o que corresponde a 126,9 milhões de pessoas. No recorte por classe socioeconômica, houve avanço no percentual de usuários das classes DE, que passou de 30% em 2015 para cerca de metade da população em 2018 (48%).

Em relação aos dispositivos utilizados, o estudo aponta que 85% dos usuários de Internet da classe DE acessa a rede exclusivamente pelo celular, 2% apenas pelo computador e 13% se conecta tanto pelo aparelho móvel quanto pelo computador. Também entre os usuários dessa classe socioeconômica, 29% acessam a Internet apenas via Wi-Fi. “É importante destacar que, apesar de cada vez mais brasileiros da classe DE usarem a Internet, esse acesso tem acontecido quase que exclusivamente por meio do telefone celular e das redes móveis, o que pode limitar o desenvolvimento de habilidades digitais mais complexas e a apropriação efetiva das tecnologias”, comenta Barbosa.

Conexão nos domicílios

Em relação ao acesso à Internet nos domicílios, a pesquisa revela que houve uma inversão nos últimos três anos na proporção daqueles que se conectam via cabo ou fibra óptica e aqueles que acessam a rede via linha telefônica (DSL). Em 2018, 10% dos domicílios conectados utilizaram a rede via DSL – em 2015, essa proporção era de 26%. Já o acesso via cabo ou fibra óptica passou de 24% (2015) para 39% (2018).

Na área urbana, o crescimento do uso de cabo e fibra óptica nos domicílios foi de sete pontos percentuais: de 34% (2017) para 41% (2018). “Os dados indicam um cenário de substituição das tecnologias adotadas pelos provedores de acesso à Internet, assim como a expansão das redes de infraestrutura. Os pequenos provedores desempenham um papel importante na oferta do serviço de acesso à Internet e na expansão dessa rede fora dos grandes centros urbanos”, avalia Barbosa. Segundo dados da pesquisa TIC Provedores 2017, 78% dos provedores disponibilizavam conexão via fibra óptica a seus clientes em 2017 (proporção que era de 49% em 2014).

Em sua 14ª edição, a TIC Domicílios realizou entrevistas em mais de 23 mil domicílios em todo o território nacional, entre outubro de 2018 e março de 2019 com o objetivo de medir o uso e apropriação das tecnologias da informação e da comunicação nos domicílios, o acesso individual a computadores e à Internet, atividades desenvolvidas na rede, entre outros indicadores.

Para acessar a TIC Domicílios 2018 na íntegra, assim como rever a série histórica, visite cetic.br/. Compare a evolução dos indicadores a partir da visualização de dados disponível em: data.cetic.br/cetic/explore?idPesquisa=TIC_DOM.

Vianuvem ganha prêmio em maior evento de tecnologia de BPM do mundo

O BPM (Business Process Management) vem se tornando cada vez mais falado no mundo corporativo. Afinal, a metodologia, que tem como principal ferramenta um software inovador, é capaz de revolucionar o modo como os processos são gerenciados, trazendo resultados positivos para empresas.

O WfMC Awards for Excellence Business Transformation é a maior premiação mundial do segmento que reconhece, em seu evento anual, as organizações que se destacaram pela excelência em seus projetos. Neste ano, em sua 25ª edição, a Vianuvem – empresa brasileira de tecnologia especializada em BPM – foi uma das vencedoras, com o case do Grupo Remaza sobre a implementação da tecnologia Vianuvem BPMS no processo de centralização do faturamento de veículos, que atendeu a todos os critérios da premiação.

A Workflow Management Coalition é uma organização mundial conceituada na qual consultores, analistas, universidades, empresas e pesquisadores se reúnem para reconhecer projetos no segmento de BPM. Para escolher os vencedores desta edição, 22 juízes avaliaram, entre critérios de inovação, implementação e impacto, os melhores cases do uso da tecnologia, em todo o mundo.

“O prêmio é resultado de um trabalho assertivo na gestão automatizada dos processos de uma grande companhia. Alcançamos resultados surpreendentes com a implementação do BPM e ficamos muito satisfeitos pelo reconhecimento”, afirma Fredy Evangelista, CEO da Vianuvem.

A história que venceu no WfMC 2019 conta como Grupo Remaza, que há 54 anos atua no segmento de concessionárias, obteve grandes resultados com a implementação da tecnologia da Vianuvem. “Por meio da centralização do faturamento de veículos foi possível reduzir gastos, ter uma gestão mais ágil e eficiente, acelerar as vendas, além de oferecer uma melhor experiência de compra aos consumidores, via processos menos burocráticos”, explica Fredy.