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Pipefy se une à IBM para escalar automação e acelerar transformação digital

A IBM Brasil anunciou hoje que a Pipefy, startup global que oferece soluções de orquestração de processos de negócio sem código, fará parte de seu programa de inovação aberta IBM Open Ventures, criado em 2019 para ajudar startups e scaleups maduras no país. Com o acordo, a Pipefy poderá acelerar os projetos de digitalização de seus clientes, em escala, em uma plataforma ágil e no-code, com o apoio, tecnologias e o profundo conhecimento de indústria da IBM.

A automação inteligente permite que as organizações estejam “sempre ativas”, otimizando a entrega de bens e serviços para fornecer continuidade perfeita em mercados dinâmicos. De acordo com um estudo realizado com CEOs de todo o mundo (CEO Study 2021), 44% dos CEOs brasileiros veem a automação como uma tecnologia que vai beneficiar as empresas nos próximos 2 a 3 anos.

“O IBM Open Ventures nasceu para descobrir soluções inovadoras no ecossistema brasileiro de startups, que possam ser usadas em projetos transformacionais. Juntas, a IBM e a Pipefy ajudarão os clientes a solucionar problemas de negócios críticos, em áreas como marketing, vendas, controle de processos e continuidade de negócios”, disse Marcelo Salim, Líder de IBM Open Ventures. “Trabalhar com a Pipefy aumenta nosso alcance e nos permite levar as inovações mais recentes aos nossos clientes, como no-code, ajudando a Pipefy a escalar seus negócios”, finaliza.

Com a aceleração dos projetos de transformação digital, é fundamental que as empresas tenham soluções ágeis que conectem diversas áreas do negócio. Desde sua criação, em 2015, a Pipefy oferece soluções que capacitam desenvolvedores a criar fluxos de trabalho automatizados. Desde então, eles escalaram sua solução para uma plataforma no-code para orquestração de negócios, ajudando as equipes a visualizar e conectar processos críticos. A Pipefy e a IBM têm um relacionamento de confiança há vários anos. Em um outro projeto, as empresas já trabalharam juntas fornecendo uma solução integrada para apoiar operações de missão crítica para um programa na Europa.

Agora, a Pipefy aplicará sua plataforma no-code como uma camada de orquestração de negócios que conecta Automação Robótica de Processos (RPA) e IBM Watson para otimizar as soluções da IBM, ajudando os clientes a visualizar seus processos de ponta a ponta e acelerar a transformação digital. Ao mesmo tempo, como parte do programa IBM Open Ventures, a IBM oferecerá a plataforma de orquestração da Pipefy em IBM Cloud – a nuvem pública mais segura e aberta do setor para negócios.

“As empresas perceberam a importância de investir em tecnologias que possam aumentar a produtividade de seus trabalhadores. A Pipefy dá a qualquer pessoa o poder de gerenciar e criar fluxos de trabalho personalizados e automatizados. Hoje oferecemos várias soluções com implementação rápida e flexível, que permitem que as equipes de TI se movam mais rapidamente. Por meio da parceria com a IBM, poderemos levar soluções ágeis e modernas para cada vez mais empresas de diferentes setores, como varejo, saúde, serviços financeiros, entre outros”, diz Alessio Alionço, fundador e CEO da Pipefy.

O programa IBM Open Ventures trabalha com duas frentes: comercial e técnica. A primeira tem como foco gerar visibilidade para as empresas que fazem parte do programa por meio do ecossistema de parceiros e da área IBM Global Business Services. A segunda tem como objetivo trabalhar com startups, produtos e especialistas técnicos a fim de acompanhá-los em sua jornada para nuvem híbrida e inteligência artificial. Com sua participação no IBM Open Ventures, a Pipefy terá acesso a novos clientes de vários setores e tamanhos e a mais de 190 APIs na nuvem, além de serviços de IBM Watson, Blockchain e IoT disponíveis em IBM Cloud.

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Amcham lança manifestação por um sistema tributário mais eficiente e justo

Posicionamento foi elaborado com a participação do Grupo de Trabalho de Eficiência Tributária da Câmara Americana

A Amcham Brasil – Câmara Americana de Comércio para o Brasil lançou em 30/setembro a manifestação por um sistema tributário mais eficiente e justo, que defende a realização de uma Reforma Tributária ampla, com base nos princípios da neutralidade, transparência, equidade e simplicidade.

O posicionamento ressalta a urgência de se avançar nas discussões abrangentes em curso no Congresso Nacional, ao contrário de propostas fragmentadas sobre aspectos da renda ou do consumo. O documento, elaborado com a participação do Grupo de Trabalho de Eficiência Tributária da Amcham, está sendo levado a representantes do Congresso e do Executivo.

“Uma reforma tributária ampla é chave para o aumento da competitividade e melhoria do ambiente de negócios no Brasil. Há projetos tramitando atualmente pelas duas Casas do Congresso Nacional que possuem bom potencial para o aprimoramento do sistema tributário brasileiro como um todo. É hora de se avançar nessas discussões com uma perspectiva mais abrangente”, destaca Deborah Vieitas, CEO da Amcham Brasil, que representa cerca de 4.00 empresas, responsáveis por 1/3 do PIB do Brasil.

A manifestação da Amcham aponta as principais complexidades presentes nos projetos para alteração da tributação sobre a renda (PL 2.337, de 2021) e sobre o consumo (PL nº 3.887/2020), com destaque para a consequência indesejável de elevação da carga tributária, e declara seu apoio à uma reforma ampla, que utilize como referência para o debate os principais conceitos em discussão nos textos das Propostas de Emenda Constitucional de nº 45/2019 e nº 110/2019.

Confira o posicionamento na íntegra clicando aqui .

FI Boost: FI Group lança Programa de Aceleração de Startups

Com o objetivo de contribuir para o crescimento de startups de base tecnológica no mercado brasileiro e internacional, o FI Group , consultoria multinacional especializada na gestão de incentivos fiscais e financiamento à Pesquisa & Desenvolvimento (P&D), acaba de anunciar o lançamento do FI Boost, seu novo Programa de Aceleração de Startups. A companhia selecionará cinco startups por edição, que terão a oportunidade de apresentar suas soluções para mais de 15 mil empresas clientes.

O programa do FI Group iniciou-se em 2018, na Espanha, e o Brasil será o próximo país a implementar o projeto, com início a partir de outubro de 2021. De acordo com o PMO do FI Group, Alejandro Trigo, o programa inclui formação e mentoria com duração de cinco meses. Neste período, com o apoio do time de especialistas do FI Group, serão realizados workshops focados nas necessidades de cada startup. “Além de contribuir para o desenvolvimento de soluções tecnológicas de última geração, nosso intuito é fomentar a inovação e apoiar empreendedores, para que tragam os melhores indicadores do mercado referentes a PD&I, explica Trigo.

Fomentando a inovação nas startups

Dentre os benefícios do FI Boost, destacam-se a elaboração gratuita de um estudo de financiamento público por parte do FI Group, mentoria personalizada, além da possibilidade de contar com especialistas da companhia dispostos a aprofundar os principais âmbitos de interesse da startup.

O projeto garante ainda mais networking, uma vez que viabiliza a exposição de projetos nos estandes do FI Boost, possibilidade de investimentos e acesso aos investidores externos. Além disso, o novo programa promove acesso a espaço de trabalho e salas de reuniões nos 38 escritórios do FI Group distribuídos em 13 países e 3 continentes. “Queremos formar uma grande comunidade colaborativa, o “FI Boost Community” e impulsionar cada vez mais o ecossistema das startups”, reforça Trigo.

Mas, como participar?

As startups que contam com base tecnológica, produto, primeiras métricas de clientes, equipe de dedicação exclusiva, modelo de negócio escalável B2B ou B2B2C e ainda, que sejam constituídas no Brasil, podem aderir ao FI Boost. Após avaliar se o perfil da empresa se encaixa nesses requisitos, os próximos passos incluem, a fase convocatória, seguido da seleção, aceleração e, por fim, o Demo Day.

A primeira etapa, convocatória, acontecerá durante os meses de outubro e novembro de 2021. Neste período, poderão ser realizadas as inscrições por meio dos canais oficiais do FI Group. Em seguida, na seleção, dez startups finalistas apresentarão seus projetos no Startup Day, onde o comitê de seleção escolherá as cinco startups que entrarão nesta primeira edição do programa de aceleração.

A etapa de aceleração, ocorrerá entre os meses de fevereiro a julho de 2022. Ao finalizar esta fase, as cinco startups apresentarão seus projetos em um evento para clientes do FI Group, aos investidores e a todo o ecossistema empreendedor.

Sucesso do FI Boost na Espanha

O FI Group sempre buscou apoiar as startups para auxiliá-las no processo de adesão aos incentivos fiscais ou financiamentos públicos, tanto no Brasil, como em outros países. “Nós colaboramos com diversas instituições para realização de eventos e palestras para que elas entendam como está o setor da inovação no Brasil. Entendemos que muitas empresas, podem usufruir de incentivos. Por isso, sabemos que existem muitas linhas que apoiam o investimento às startups e queremos entrar cada vez mais nesse mercado”, relata Trigo.

O programa FI Boost na Espanha já contou com quatro edições e cerca de vinte startups foram selecionadas neste período. Na Espanha, o projeto foi um sucesso. Todas as startups participantes tiveram mentorias de grande valor agregado e o feedback foi surpreendente. A princípio, o programa tem duração de um ano, mas todas optam em continuar a parceria. Isto significa que estamos no caminho certo”, revela. Na Espanha, por meio do programa, o FI Group realizou mais de 500 reuniões com cerca de 200 empresas para que as startups pudessem apresentar seus respectivos produtos.

Desafios das startups no Brasil

Trigo reforça que, mesmo que cada país tenha sua peculiaridade, o Brasil é uma região onde a comunidade de startup está muito bem estruturada e organizada. “Nosso maior desafio no mercado brasileiro é conseguir explicar exatamente o objetivo do nosso programa, que é diferente de outros já existentes no mercado, uma vez que não só aceleramos os processos nas startups com mentorias personalizadas, mas também as conectamos com as empresas”, afirma.

Para Trigo, a inovação nas startups é mandatória. Uma empresa recém-nascida precisa de um diferencial para concorrer com outras que já possuem maior maturidade e reconhecimento no mercado. Sendo assim, o diferencial tecnológico, ou no modelo de negócio, é quase uma obrigação para alcançar sucesso. Adicionalmente, para que as startups estejam bem equiparadas, existem incentivos e financiamentos públicos que podem ser utilizados, como a Lei do Bem , (Lei nº 11.196/05), por exemplo, a qual permite, em função do regime de tributação, que as despesas incorridas para desenvolver as soluções tecnológicas ou as receitas advindas de atividades desenvolvidas para terceiros sejam dedutíveis.

Já a Lei da Informática (conforme as Leis nº 8.248/91 e nº 8.387/91, e suas alterações posteriores, dadas pelo Decreto 5.906/06, Leis nº 10.176/01, nº 13.674/18 e nº 13.969/19), permite investir as obrigações em P&D em fundos de investimento para startups, por meio de entidades como a Bertha Capital, por exemplo. Enquanto isso, os financiamentos públicos, estão mais acessíveis e já existem editais voltados especificamente para startups. “Somos a maior consultoria de inovação do mundo, e constantemente, somos procurados para auxiliar as empresas. Agora, por meio do FI Boost, passamos a oferecer um programa onde poderemos compartilhar toda nossa experiência e apoiar ainda mais o crescimento das startups no país”, finaliza.

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Neogrid anuncia a compra da Lett por R$ 38,5 milhões

Aquisição da startup aumenta o portfólio de soluções para e-commerce e fortalece a estratégia de expansão internacional da empresa

A Neogrid, empresa especializada em gestão da cadeia de suprimentos, adquire a Lett, startup especializada em soluções para e-commerce e trade marketing digital, por R$ 38,5 milhões. A complementariedade dos negócios e a expansão internacional foram fatores preponderantes para a aquisição da companhia, que apresentou um crescimento de 230% no último ano. A estratégia consiste em unir as informações e modelo de negócios da Neogrid com a plataforma da Lett para oferecer ferramentas mais dinâmicas e efetivas para fabricantes e varejistas.

A Neogrid começou a observar o desenvolvimento da Lett em 2016. Desde então, a empresa multiplicou seus negócios de forma significativa. Hoje, tem atuação em 14 países e mais de 500 e-commerces conectados. “Acompanhamos a Lett há cinco anos e entendemos que chegou a hora de fazer esse movimento. Além de agregar a expertise que eles têm em canais digitais ao portfólio de soluções da Neogrid, ela será fundamental para nossa internacionalização, pois já conecta marcas e varejistas em importantes mercados da América Latina como México, Colômbia, Chile e Argentina”, afirma Eduardo Ragasol, CEO da Neogrid.

Fundada em 2014, a Lett é uma martech para indústria e varejo com foco no e-commerce. A empresa oferece plataformas de análise de dados das páginas de produtos e para distribuição integrada de conteúdo com o intuito de alavancar a performance das vendas online. As ferramentas otimizam, comparam e gerenciam as informações disponíveis para os e-shoppers. Os serviços oferecidos pela startup são um dos principais pilares de crescimento para a indústria varejista.

“Atualmente, a discrepância na descrição dos produtos é o principal fator para perda de vendas no online. O know-how da Lett, junto com a malha de dados da Neogrid, certamente vai solucionar esse problema, pois permite montar a loja perfeita com imagem, preço, disponibilidade e características reais de cada produto comercializado no e-commerce”, pontua David Abuhab, Chief Strategy Officer da Neogrid.

A Lett é especialista em e-commerce. A startup publica o E-commerce Quality Index (EQI), primeiro e único estudo que avalia a qualidade das informações no e-commerce brasileiro sob a perspectiva do consumidor final. O estudo, que hoje é uma referência no mercado, analisou em sua versão mais recente 754 mil páginas de produtos, 39 varejistas online e 650 marcas do ramo de Saúde, Higiene e Beleza. O relatório leva em consideração diversas informações como a quantidade de imagens, descrição completa, rating, reviews, categorização e título dos produtos no e-commerce.

“Vivemos um novo momento nas relações do mercado. A digitalização não é mais uma opção, mas a realidade das indústrias e varejistas que querem se manter ativos e competitivos. Por meio de soluções de tecnologia e inovação, ajudamos a conectar empresas e consumidores proporcionando a melhor experiência de compra possível para os clientes que se mostram cada vez mais exigentes, diz Davi Song, CEO da Lett.

Desde sua fundação, a Lett tem sido reconhecida com premiações como 100 startups to watch, Startup Chile, Sinapse de Inovação, Inovativa Brasil, Startup Destaque da Liga Insights Martechs, Seed e Sturtup Indústria.

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Eve e Avantto anunciam parceira para o desenvolvimento de operações de Mobilidade Aérea Urbana no Brasil e na América Latina

Eve + Avantto

A Eve Urban Air Mobility, empresa da Embraer, e a Avantto, líder no ramo de compartilhamento de aeronaves no Brasil, assinaram uma Carta de Intenções e anunciaram hoje uma parceria destinada ao desenvolvimento do ecossistema de Mobilidade Aérea Urbana (UAM, sigla em inglês) na América Latina. Essa parceria inclui um pedido de 100 aeronaves elétricas de decolagem e pouso vertical (eVTOL) da Eve, bem como uma colaboração para desenvolver uma nova operação do veículo aéreo no Brasil e em toda a América Latina. As entregas devem começar em 2026.

A Avantto e Eve planejam iniciar sua parceria em um trabalho conjunto para desenvolver novos serviços e procedimentos que, juntamente com outros stakeholders do setor, possam criar um ambiente seguro e escalável para expandir as operações de eVTOL no continente. Esses esforços focarão nos aspectos críticos da experiência do passageiro, a fim de criar um projeto que atenda a todos os usuários, incluindo uma forma para maximizar a acessibilidade e a inclusão nas operações de embarque de eVTOL. 

“A Avantto já é uma grande parceira da Embraer Aviação Executiva e estamos reforçando esse vínculo com um foco comum na sustentabilidade dessa próxima geração de transporte”, diz André Stein, CEO da Eve. “A experiência expressiva da Avantto em operações, aliada à sua estratégia de crescimento, faz dela uma parceira ideal para a futura expansão da implantação de eVTOL e da Eve no Brasil e em toda a América Latina. Trabalharemos juntos para essa missão de democratizar a aviação por meio do aumento da viabilidade e da acessibilidade”, completa Stein. “Há mais de uma década, a Avantto desenvolve softwares, sistemas e procedimentos que permitem oferecer serviços de transporte de helicóptero em áreas urbanas e de curta distância sob medida, 24 horas por dia, 7 dias por semana, para centenas de seus membros ativos. Esse conhecimento exclusivo será um dos principais pilares do ecossistema de mobilidade aérea urbana desenvolvido pela parceria Eve/Avantto”, explica Rogério Andrade, CEO e fundador da Avantto. 

Apoiada na história de mais de 50 anos da Embraer na fabricação e certificação de aeronaves, a Eve traz uma proposta de valor ímpar, oferecendo um conjunto de produtos e serviços disruptivos. O eVTOL é uma aeronave de emissão zero, baixo ruído e design simples e intuitivo, que continua a atingir marcos de desenvolvimento, incluindo o primeiro voo do simulador de engenharia em julho de 2020, e uma prova de conceito em outubro de 2020. Paralelamente, o projeto de Gestão do Tráfego Aéreo Urbano da Eve alcançou um novo marco em sua colaboração com a Autoridade de Aviação Civil do Reino Unido (CAA, sigla em inglês), para desenvolver um ambiente escalável necessário para hospedar voos da UAM.

Desafio Turistech Brasil com inscrições abertas para revelar os projetos mais inovadores do turismo brasileiro

Projeto é realizado por MTur e Wakalua, em colaboração com a OMT, e apoio do MCTI e do Sebrae. Este ano, podem se inscrever projetos de startups, empresas, destinos e academia. Startups finalistas ganham viagem para FITUR 2022 e acesso a um programa de aceleração em Madri.

O Ministério de Turismo (MTur) lançou na última segunda-feira (27.09) o Desafio Turistech Brasil, em parceria com o Wakalua Innovation Hub, primeiro polo global de inovação em turismo, em colaboração com a Organização Mundial do Turismo (OMT), agência da ONU dedicada ao setor. A competição é uma segunda edição ampliada do Desafio Brasileiro de Inovação em Turismo, realizado pela primeira vez em 2020. O projeto conta ainda com o apoio do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovações (MCTI) e do Sebrae.

Este ano, o propósito é revelar os projetos e as pessoas mais inovadoras do turismo brasileiro, servindo de inspiração e referência para a transformação do setor. No ano passado, o desafio identificou soluções para a retomada do turismo através de projetos de base tecnológica que respondam tanto a necessidades imediatas do contexto pós-pandemia, quanto aos principais desafios do setor.

Não só startups: destinos, academia e empresas

Por isso, este ano, o Desafio Turistech Brasil é mais amplo, não restrito apenas a startups como no ano passado. São aceitas inscrições de projetos inovadores de quatro categorias: Startups, Destinos, Academia e Empresas. As inscrições estarão abertas no site da competição até 1º de novembro.

Os projetos mais bem colocados na classificação geral do Desafio recebem visibilidade nacional e internacional através dos canais de comunicação do Wakalua, do MTur e de seus parceiros e a oportunidade de apresentar seus projetos a líderes do setor turismo no Brasil durante o evento final da competição, em data a ser anunciada no website.

No caso de startups, as 10 melhores classificadas recebem a oportunidade de se associar ao Wakalua, tendo acesso aos seus programas de formação, mentoria e conexão com seu network de investidores, corporações e parceiros institucionais, pelo período de 12 (doze) meses. Também serão classificadas às semifinais da quarta edição da UNWTO Tourism Startup Competition, prevista para 2022, competição global de startups de turismo promovida pela OMT em parceria com Wakalua. Além disso, a startup vencedora ganha uma viagem a Madrid para um programa de formação de 1 semana, e participação na FITUR 2022, a maior feira de turismo do mundo.

A competição é parte de uma colaboração entre MTur e Wakalua para estimular a inovação em turismo no Brasil, melhorando a competitividade do turismo brasileiro através da transformação digital de organizações públicas e privadas. O projeto prevê a instalação de um hub dedicado ao setor no país. Desde abril foram realizados um mapeamento do ecossistema e uma estratégia plurianual de inovação em turismo que está atualmente em consulta pública até 30 de outubro.

Para o ministro do Turismo, Gilson Machado Neto, a iniciativa se somará às ações desenvolvidas pelo governo federal em prol da transformação do turismo como um todo. “Com a pandemia e a consequente mudança de hábito na população, principalmente no mercado de viagens, verificamos um turista cada vez mais antenado às novas tendências de inovação e tecnologia. Essa competição vem para suprir esta necessidade e ajudar o nosso setor a gerar emprego e renda para os brasileiros”.

Para Natalia Bayona, Diretora de Inovação, Educação e Investimentos da OMT, “Ao lançar a segunda competição de startups Turistech, o Brasil mostra seu compromisso em tornar o turismo mais forte, inteligente e ágil. Novas ideias ajudarão o turismo a aproveitar seu potencial como motor de desenvolvimento para todos, no Brasil e nas Américas.”

Líderes avaliam projetos

As startups e projetos de Destinos, Academia, e Empresas, poderão se inscrever em uma das seguintes temáticas: 1) Digitalização de negócios e destinos turísticos; 2) Personalização de Experiência; 3) Destinos inteligentes; 4) Marketing digital / promoção de destinos; 5) Impacto Social/Ambiental; 6) Turismo em áreas naturais; 7) Experiência do turista digital; 8) Nomadismo Digital; 9) Vistos e controle de acessos; 10) Domótica e automatização; 11) Inserção digital de pequenos negócios; 12) Desenvolvimento sustentável; 13) Economia circular; 14) Gestão e operação inteligente; 15) Economia Criativa no Turismo.

Os projetos podem ser relacionados com quaisquer pontos da cadeia de valor do turismo, podendo ser destinado ao turista, empresas, setor público, academia ou comunidades.

A avaliação dos projetos será realizada por líderes do turismo e da inovação no país. A seleção final será anunciada no final do mês de novembro. Serão avaliadas Startups e projetos de Destinos, Academia e Empresas segundo a sua natureza inovadora, grau de desenvolvimento, perfil e histórico da equipe, sustentabilidade e contribuição para o desenvolvimento social, e claro, sua contribuição ao setor e impacto potencial no turismo brasileiro.

A competição será realizada totalmente online. Os detalhes sobre o evento final serão anunciados no site.

Brasil foi vencedor na 3a edição da competição global da OMT em 2020 e busca ampliar ecossistema turistech nacional

A participação brasileira foi destaque na 3a edição da competição UNWTO Tourism Startup Competition, que em 2020 teve um foco nos objetivos de desenvolvimento da ONU. Foram avaliados mais de 10 mil projetos de 135 países. O Brasil chegou à semifinal com 2 projetos e terminou com uma vencedora no ODS de Igualdade de Gênero (ODS 5 Gender Equality). A vencedora, Jussara Botelho, CEO da Sisterwave, comenta que ” O Desafio Brasileiro de Inovação em Turismo [de 2020] nos trouxe maior visibilidade e reconhecimento nacional, e nos trouxe também contatos internacionais e foram importantes pontos de partida para o processo de internacionalização da nossa startup”

Até 2020, nenhuma iniciativa do país classificou-se entre os 100 melhores projetos. Este ano, o Desafio Turistech Brasil, de âmbito nacional, possibilita promover a indústria do turismo por meio da inovação, oferecendo oportunidades para que startups, empresas, academia e organizações públicas e privadas relacionadas com a gestão de destinos turísticos de todo o Brasil apresentem seus projetos, fornecendo aos vencedores uma série de benefícios expostos a seguir.

O Desafio faz parte de um conjunto de iniciativas liderados pelo MTur, em parceria com o Wakalua, para desenvolver o ecossistema de empreendimentos inovadores em turismo no Brasil, conectando-o ao ecossistema global e com os programas da OMT, e promovendo soluções para os principais desafios do setor.

Desafio Turistech Brasil

turistech.turismo.gov.br

Prazo de inscrições: até 1 de novembro de 2021

Prêmios: Para startups, associação de 12 meses ao Wakalua Innovation Hub, viagem a Madrid para a FITUR 2022, uma semana de aceleração e classificação direta às semifinais da Global Startup Competition de 2022 da OMT.

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KPMG: investimento em venture capital este ano é recorde e alcança R$ 33,5 bilhões

Os investimentos de fundos de venture capital em startups brasileiras atingiram R$ 33,5 bilhões nos primeiros nove meses deste ano, um recorde histórico. O volume é três vezes maior que o valor aportado nessas empresas no mesmo período do ano passado. Os dados são de pesquisa trimestral realizada pela KPMG e pela ABVCAP que captura apenas os negócios na modalidade de private equity e venture capital.


O número de startups que receberam aportes também é recorde. Foram 226, ante 147 um ano atrás. Só no terceiro trimestre, 92 startups receberam investimentos, sendo 29 fintechs (financeiro) e insurtechs (seguros), 11 softwares e 9 logtechs (logística). O aporte médio por empresa foi de R$ 130,7 milhões no terceiro trimestre deste ano, 63% superior ao valor médio registrado no mesmo período de 2020.

“Apesar dos ruídos políticos, da insegurança jurídica e das incertezas econômicas, o Brasil vive a maior onda de empreendedorismo de sua história”, diz Piero Minardi, presidente da ABVCAP. “O capital de longo prazo da indústria de PE e VC tem sido protagonista desse movimento ao apoiar as empresas com recursos financeiros, conhecimento setorial, melhorias na gestão e acesso ao mercado de capitais.”


“O Brasil já é considerado um dos principais polos globais de empreendedores diferenciados com alto potencial de sucesso. E os fundos de private equity e venture capital são os principais responsáveis pela viabilização de esses negócios florescerem e deslancharem. Saber que existe dinheiro disponível para investimentos de risco em novas empresas estimula o empreendedorismo em todos os cantos do país.” diz o sócio-líder de private equity e venture capital da KPMG no Brasil, Roberto Haddad. “Além disso, no mundo todo, a pandemia exigiu novas soluções tecnológicas e a expectativa é que essas mudanças vieram para ficar, o que torna as empresas digitais ainda mais atrativas”, finaliza.

Os investimentos dos fundos de private equity, segmento da indústria que concentra investimentos em empresas mais maduras, caíram 27% este ano, para R$ 4,5 bilhões. Já os desinvestimentos dos fundos de private equity e venture capital atingiram R$ 16,9 bilhões até setembro deste ano, um aumento de 42%.

Principais números 3º tri 2020 3º tri 2021 Jan-Set 2020 Jan – set 2021
Investimentos – R$ Bi 7,0 13,3 17,2 38,0
Private Equity 1,7 2,2 6,2 4,5
Venture Capital 5,3 11,1 11,0 33,5
Empresas Investidas* 83 88 195 239
Private Equity 17 3 48 13
Venture Capital 66 85 147 226
Desinvestimento – R$ Bi 7,2 4,3 11,9 16,9
* total de empresas investidas consideradas apenas aquelas com valores divulgados.

Aprender em vídeo e com games é realidade na Geração Z, aponta Pearson

Conhecida como a geração que nasceu totalmente integrada no mundo digital e se consolidando em tornar comportamentos em realidade, crianças e jovens da Geração Z já definiram os jogos eletrônicos e canais de vídeo com ferramentas da rotina de aprendizagem. Cerca de 47% desses jovens entre 10 e 23 anos preferem estudar por meio aplicativos, YouTube e games.

É o que aponta a pesquisa Gen Z Expectations realizada pela Pearson, empresa líder em aprendizagem global. O estudo, realizado nos Estados Unidos, ouviu milhares de pessoas para entender de que maneira esses nativos digitais consomem conteúdo. De acordo com a pesquisa, eles ainda acreditam que a tecnologia é transformadora (59%), que vai mudar a forma do aprendizado nas universidades, além da melhorar a experiência da aprendizagem de maneira geral (54%).

O estudo norte-americano, como diriam os jovens dessa geração, “tem match” com análises dos representantes da geração Z do Brasil, feitas pela consultoria Mckinsey. Por aqui, o grupo também gosta de adquirir conhecimento online e aprende um pouco de tudo em plataformas de vídeo.

“Essas tendências já eram observadas pelas marcas e agora, mais do que nunca, se tornaram realidade. Essa geração está habituada a consumir conteúdo e desenvolver habilidades de novas e variadas formas, sempre esperando que eles sejam colocados no centro do processo de ensino-aprendizagem, como protagonistas. É preciso entender que o livro como portador único do conhecimento não faz parte do repertório amplo da Geração Z e que as suas fontes preferidas de informações são conteúdos mais digitais e interativos”, explica Juliano Costa, vice-presidente de Produtos Educacionais da Pearson LATAM.

No Brasil, onde a multinacional britânica é dona de marcas como Wizard by Pearson, Yázigi e Skill, essa revolução já acontece. A Pearson desenvolveu uma série de soluções para acompanhar as tendências e atender as necessidades dos estudantes. A biblioteca virtual Bibot, por exemplo, conta com recursos de gamificação e interatividade.

Na Wizard by Pearson, o Wizard On surgiu para atender uma necessidade da pandemia e que não se restringe apenas às aulas online. A solução da maior rede de idiomas do mundo oferece aos estudantes uma escola 100% virtual, com aulas interativas, professores ao vivo e o Wiz.me, um assistente online que acompanha o aluno 24 horas por dia complementando seu aprendizado com dicas, quizzes e recursos de gamificação.

DÜRR está com inscrições abertas para novo Programa de Estágio

As inscrições vão até o dia 11 de outubro e podem ser feitas na plataforma da Eureca 

Com o intuito de recrutar jovens que cursem Engenharia Mecânica, Elétrica, de Produção, Administração, Ciências Contábeis e Tecnólogos correlatos, a DÜRR está com vagas abertas para o seu Programa de Estágio. As inscrições vão até o dia 11 de outubro, no site da Eureca, consultoria que conecta jovens talentos com o mercado de trabalho.Esse é o link de inscrição: https://oportunidades.eureca.me/oportunidade/estagiodurr2021

São seis vagas abertas, para os cursos já mencionados, distribuídas da seguinte forma: 2 vagas de Administração/ Financeiro, 1 de Processos, 1 Transporte/ Logística, 1 documentação, 1 Processo/ Projeto.

O objetivo é encontrar pessoas que queiram aprender e se desafiar diariamente. Tudo isso, em um ambiente que é feito por pessoas que valorizam – e muito – oferecer soluções tecnológicas de maneira sustentável.  

Os pré-requisitos:

  • Faltarem mais de 2 anos para a conclusão do curso
  • Inglês técnico intermediário apenas para a vaga de Processos.

A localidade:

  • São Paulo/SP

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Omie anuncia compra da G-Click

Omie, plataforma de gestão (ERP) na nuvem, anuncia nesta sexta-feira, dia 1, a aquisição completa da G-Click, ferramenta web para escritórios de contabilidade voltada a otimizar a gestão de tarefas, indicadores e times de forma completa e objetiva. A parceria entre as empresas começou há dois anos, quando a Omie entrou na sociedade como investidor minoritário, com o objetivo de acelerar a Startup. Com esta nova movimentação, a Omie incorpora 100% das ações da G-Click, adicionando os novos produtos e serviços ao seu ecossistema.

A solução da G-Click ajuda os escritórios contábeis a serem mais produtivos, controlando de forma automatizada todas as tarefas a serem executadas no dia a dia e ainda gerenciando e canalizando toda a comunicação entre o time interno do escritório e os clientes, por todos os canais mais modernos, incluindo Aplicativo Mobile e WhatsApp.

O alvo primário da iniciativa é levar mais benefícios para os mais de 16 mil escritórios contábeis parceiros da Omie em todo o Brasil, deixando a Omie ainda mais conectada com os profissionais e empresas desse setor, e também contando com o conhecimento de seus fundadores e colaboradores para fortalecer o time da Omie como parceira desse ecossistema.

“Trazer o produto e a expertise da G-Click é fundamental para levar mais facilidade ao dia a dia dos escritórios contábeis, e temos planos de evoluir o sistema ainda mais rápido, acelerando o desenvolvimento de novas funcionalidade e integrações”,  comenta Marcelo Lombardo, Founder e CEO da Omie.

A operação e os colaboradores da G-Click serão totalmente incorporados pela Omie, e Cristiane Andrade, Fundadora e CEO da G-Click, passará a ocupar o cargo de Diretora de Relacionamento com Contadores da Omie, área responsável pelo relacionamento com todo o mercado contábil, e que tem o objetivo de potencializar ações que tragam ainda mais engajamento para este ecossistema. “A Omie criou o maior ecossistema de contadores e empreendedores do Brasil, e estou muito animada para unir minha expertise de anos atuando junto à comunidade contábil com a Omie. Com a incorporação, nós vamos aumentar a inteligência do G-Click e melhorar ainda mais a experiência dos nossos atuais e futuros clientes, combinando o nosso produto a tudo que a Omie vem construindo. E como contadora e Diretora da área de Contadores na Omie, estaremos ainda mais próximos da realidade contábil, pois será ‘de contador para contador’, trazendo benefícios reais para o dia a dia dos profissionais”, afirma a executiva.

Além de Cristiane, passa a integrar a área de tecnologia Richard Werneck, Fundador e CTO da G-Click, que será o novo responsável pela área de Desenvolvimento do Produto G-Click na Omie. Richard, que possui dupla formação (Contabilidade e Mestre em Engenharia de Software), trabalhou por vários anos no Silicon Valley, e de volta ao Brasil, trabalhou em grandes bancos e também no escritório de contabilidade de sua família, onde vivenciou de perto as dificuldades do dia a dia do contador.

Assim como a Omie, a G-Click apresentou forte crescimento ao longo de 2020 e 2021. Desde o início da pandemia, a empresa também teve um papel fundamental ajudando milhares de contadores a se transformarem digitalmente e, mesmo após a reabertura do mercado, esse crescimento seguiu consistente. Nos últimos meses, a G-Click vem registrando recordes de crescimento, chegando a 26 mil usuários que diariamente utilizam a solução em todo o país.

Negócios ancorados para suportar contadores e empreendedores

A Omie está constantemente ligada com a comunidade contábil e empreendedora, se ancorando em três pilares – Gestão por meio de software, Educação e Capacitação profissional via Omie.Academy e Serviços Financeiros, com linhas de crédito e conta digital, a fim de promover mais agilidade e destravar o crescimento dos negócios no Brasil, democratizando o acesso das empresas a um ERP com implementação de baixo custo e 100% remota.

Essa é a terceira aquisição da Omie em menos de um ano e a segunda após a rodada Série C de R$ 580 milhões liderada pelo SoftBank em agosto. Ainda no início de setembro, a Omie anunciou a compra da Devi Tecnologia, que desenvolve soluções de software para vendas (Pontos de venda – PDV – e Pré-Venda). Em novembro do ano passado, adquiriu o Mintegra, solução que integra marketplaces e plataformas de e-commerce a sistemas de gestão.

Meu financiamento Solar facilita acesso a crédito e promove avanço no uso de energia solar no Brasil

O Meu Financiamento Solar, maior fintech de crédito para energia solar do Brasil, que nasceu como um spin-off do Portal Solar e em 2020 se tornou uma joint-venture com o Banco BV, tem muitos motivos para celebrar este dia primeiro de outubro, no qual completa um ano. Fortalecendo seu posicionamento como plataforma 100% digital, que torna o uso de sistemas fotovoltaicos mais acessível, a empresa ultrapassou a marca de 40 mil propostas pagas – 70% delas voltadas a instalações residenciais -, com cerca de 18 mil solicitações de financiamento por mês – somando aproximadamente R﹩ 15 bilhões em originação de leads.

Diferente do que muitos pensam, não é preciso ter uma quantia exorbitante de dinheiro para produzir a própria energia utilizando a luz solar. O Meu Financiamento Solar cobre 100% do projeto – no valor de até R﹩ 500 mil para pessoas físicas, e R﹩ 3 milhões para pessoas jurídicas -, com parcelamento de até 84 vezes, e 120 dias para começar a pagar. Para se ter uma ideia do perfil de quem busca crédito para instalar sistemas de energia solar, 48% têm renda mensal de menos de R﹩ 5 mil, outros 22% ganham de R﹩ 5 mil a R﹩ 10 mil. 84% dos pedidos de financiamento feitos à fintech vêm de pessoa física e 16% de pessoa jurídica.

Para Carolina Reis, diretora comercial da fintech, as pessoas estão identificando as inúmeras vantagens de utilizar energia solar e, com fácil acesso a crédito, estão apostando nessa mudança que faz bem para o bolso e para o meio ambiente. “É gratificante poder promover a introdução de milhares de brasileiros ao uso de fontes renováveis de energia, ainda mais em tempos de crise hídrica. Com a necessidade de uma nova matriz energética para suprir a demanda no país e desafogar as hidrelétricas, o investimento em energia solar e o avanço dela se mostram cada vez mais urgentes e fundamentais, e temos trabalhado incansavelmente para contribuir com esse processo.”

Nessa missão de inovar e levar energia solar a mais pessoas, o Meu Financiamento Solar conta com instaladores parceiros – mais de 22 mil empresas cadastradas em sua plataforma, entre MEIs, microempresas, entre outros. Eles ficam encarregados de enviar as propostas dos clientes, podem acompanhar o andamento do pedido online, em tempo real, e mediante a proposta paga, recebem pela instalação do sistema solar fotovoltaico. Em desenvolvimento contínuo, A expectativa de crescimento em financiamentos efetivados até o fim do ano é de 150% acompanhando a estimativa otimista do Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS) de que ainda este ano a energia solar seja responsável por 2,7% da produção energética do Sistema Interligado Nacional do país.

Pesquisa revela que profissionais com mais de 40 anos estão encontrando dificuldades para se colocar ao mercado de trabalho

A expectativa de vida dos brasileiros cresce cada vez mais. De acordo com dados do IBGE, as mulheres já estão passando dos 80 anos e os homens, dos 73. E com essa nova realidade, milhares de pessoas passaram também a se adaptar à uma vida mais ativa. Além da prática de atividades físicas, os brasileiros buscam oportunidades no mercado de trabalho. Muitos adiam a ideia da aposentadoria para manter a funcionalidade e o sentimento de pertencimento social sem contar outros tantos que permanecem trabalhando por não conseguirem sobreviver com o valor, na maioria das vezes muito baixo, da própria aposentadoria.

Mas isso não vale apenas para os idosos, considerados pela Organização Mundial da Saúde como 60 anos ou mais. Uma pesquisa realizada pelo InfoJobs, empresa de tecnologias para recrutamento, apontou que 70,4% dos profissionais com mais de 40 anos já sofreram preconceito no mercado de trabalho por conta da discriminação de sua idade. O levantamento foi feito no primeiro semestre do ano e ouviu 4.588 profissionais de 40 a 50 anos, de 50 a 60 e de mais de 60 anos.

Na percepção de 78,5% dos respondentes, o mercado não dá as mesmas chances para profissionais 40+, quando comparado com os mais jovens. Segundo o levantamento, 27,1% acreditam que é preciso estar mais atualizado para competir com as novas gerações e 68,4% alegam que muitas vezes nem isso é suficiente para garantir um emprego. A tecnologia, muitas das vezes, acaba por se tornar um divisor de águas em um cargo. Isso porque, na maioria dos casos, as empresas buscam pessoas qualificadas que estejam prontas ou pelo menos em processo de adaptação às exigências da vaga. Ou seja, são poucas as chances de uma empresa treinar o indivíduo com o devido tempo para que ele se adapte ao mercado.

Outro ponto a se destacar da pesquisa é que para 61,1% dos profissionais com mais de 40 anos, o principal desafio é a falta de oportunidade de trabalho, enquanto outras dificuldades práticas não chegam a 15% das respostas. Para outros 14,1%, acompanhar as tendências do mercado acaba sendo o grande problema. Perguntadas sobre o que falta para as empresas contratarem profissionais acima dos 40 anos, 56,2% das pessoas responderam que não há o reconhecimento desses profissionais. Já para 30,4% o preconceito com os mais experientes acaba sendo a razão da falta de oportunidade.

“Esse processo acontece em inúmeros casos. O profissional mais velho, na percepção de muitos recrutadores, se torna um profissional muito mais caro e valorizado, fato que faz as empresas evitarem esse compromisso. Por isso, notamos cada vez mais a movimentação do mercado para cargos iniciais. Como a própria pesquisa apontou, falta o reconhecimento da trajetória desses profissionais no momento da contratação”, afirma Ana Paula Prado, Country Manager do InfoJobs.

A pesquisa também perguntou para os participantes quais seriam as características que fazem um profissional 40+ se destacar no mercado de trabalho e, para 25,9%, o comprometimento é a principal razão. Maior tempo de experiência e capacidade de adaptação aparecem logo em seguida empatadas com 18,1%. Inteligência emocional, resiliência, postura empreendedora e perfil de gestão foram as outras características destacadas. Questionados se um profissional dessa faixa etária agrega valor para o ambiente de trabalho, 99,2% dos perfis de liderança da pesquisa responderam positivamente, mas ressaltaram que o percentual de empregabilidade continua muito baixo.

Vale destacar que até 2050, projeções apontam que o mundo terá mais idosos do que jovens. Por isso, é importante que o mercado se atente à movimentação dos profissionais de 40, 50 ou 60+. Quanto mais experiente o profissional for, mais ele poderá agregar ao ambiente de trabalho valores como empatia, colaboração, organização e resiliência.

“Fazendo essa pesquisa, notamos como o tema ainda é um tabu para muitas pessoas e tivemos ainda mais a certeza de que devemos falar sobre ele. Contratar pessoas mais experientes pode proporcionar para a empresa resultados mais lucrativos, uma vez que a promoção da diversidade resulta em visões amplas do negócio, o que pode agregar ainda mais valor. Já o processo de recrutamento e seleção de pessoas com mais de 40 anos deve acontecer da mesma forma que a contratação de pessoas mais jovens, sendo essa uma maneira de evitar uma conduta com viés. No entanto, empresas que desejam encontrar mais facilmente bons candidatos com esse perfil, devem investir em estratégias de recrutamento inclusivo, que contam com jobsites como o InfoJobs e softwares de recrutamento e seleção, como o PandaPé.” conclui a Country Manager.

Selbetti adquire startup Pricefy e amplia alcance no mercado varejista

A Selbetti, maior integradora de Outsourcing em TI do Brasil, anuncia a aquisição da operação da Pricefy, startup que atua com uma plataforma líder em gestão de comunicação de preços e ofertas no varejo, atendendo gigantes do setor. A aquisição acelera o crescimento da companhia em SaaS (Software como Serviço) – B2B, que, atualmente, é de mais de 30% ao ano, e reforça a marca, expandindo o alcance da Selbetti no setor varejista. 

Essa é a 19ª aquisição da empresa em um período de sete anos. “Com crescimento acelerado, dobrando a estrutura e o faturamento a cada três anos, a estimativa é que, até 2023, nossa organização passe a ter um valor de mercado de mais de 1 bilhão de reais”, ressalta José Nauro Selbach Junior, CEO da Selbetti.

A expectativa é que o sistema Pricefy se una à Selbetti abrindo um novo caminho com foco no segmento de varejo, dando força neste mercado ao Satelitti, a plataforma cloud que a Selbetti lançou em 2020 e que reúne todos os softwares do portfólio, como o ECM, iBPMS, RPA, S-SIGN, TRACKER, ITAM, MDM, entre outras tecnologias.

Com esta operação, 40 novos profissionais serão integrados ao time Selbetti, ampliando novamente a equipe, e reunindo 200 colaboradores na área de tecnologia. No total, são agora aproximadamente 1.000 colaboradores em todo o Brasil e mais de 4,5 mil clientes.

“Destaque também que, além da presença em todo o território nacional, a companhia possui atendimento na Colômbia e Paraguai, reforçando a entrada no mercado LATAM. E mais um passo para a internacionalização da empresa se deu com a parceria para a revenda dos softwares em Portugal”, comenta Junior Selbach.

Crescimento no mercado de software

O mercado de software vem apresentando um crescimento significativo nas últimas décadas devido à necessidade de digitalização das empresas. Com a pandemia, essa transformação digital foi impulsionada e o setor alcançou uma receita de US$ 8,15 bilhões em 2020, cerca de 30% a mais do que no ano anterior, de acordo com o estudo “Brazil Semiannual Software Tracker”, da IDC.  

Nesse cenário, a Selbetti visa acelerar sua presença em software para atender essas demandas e auxiliar as organizações na transição para um mindset digital.

“Com a aquisição, buscamos ampliar o nosso ecossistema tecnológico, somando esforços para aumentar o take rate (percentual de ganhos) na camada de software”, enfatiza o executivo.

Visionária nas soluções end-to-end

No mundo corporativo, é muito comum a contratação de diferentes fornecedores para atender cada necessidade do negócio. No entanto, isso dificulta a centralização das informações e requer investimentos maiores.

É por essa razão que mais de 38% das empresas buscam por um único fornecedor que entregue serviços para atender todas – ou quase todas – as necessidades empresariais, conforme aponta o IDC IT Investment Trends Survey.

A aquisição da Pricefy é mais um indicador do compromisso da Selbetti enquanto integradora de soluções de ponta a ponta. Isso significa um catálogo ainda mais completo para atender o segmento de varejo, agora também com serviços de auditoria de preços, cartazeamento automático, gestão de produtos e famílias, entre outros.

“Ampliamos o alcance no mercado varejista pela ascensão do valor gerado, reforçando o nosso direcionamento enquanto maior integradora de Outsourcing em TI no País com soluções end-to-end para empresas de todos os portes”, afirma Rafael Leopoldo, Diretor Comercial e Tecnologia.

Líder em soluções para varejo no Brasil

Com foco em simplificar a rotina operacional de comunicação de preços e ofertas do varejo físico, a ferramenta conta com funcionalidades importantes para sustentar as operações nos pontos de vendas. Um de seus grandes diferenciais é um aplicativo de realidade aumentada, que resolve os problemas de divergência de preços entre gôndolas e caixas.

Além disso, a ferramenta realiza a impressão direta e automática de cartazes e etiquetas em menos de 3 minutos, e também padroniza processos de comunicação por meio da integração entre todas as lojas.

O CEO da Pricefy, Fernando Lauria, acredita que a aquisição foi o resultado do encontro de duas empresas que possuem visões, objetivos e, principalmente, culturas muito semelhantes. “Os planos da Pricefy para os próximos anos são desafiadores e agressivos. Precisávamos de um parceiro com muita sinergia. A história da Selbetti, toda equipe e o desejo de ampliar sua atuação no mercado nos fez ter certeza que a decisão de somar estava mais do que certa”, explica.

Méliuz está com mais de 100 vagas abertas para começo imediato

Profissionais de diversas áreas que buscam uma oportunidade em uma empresa global podem se candidatar a uma das mais de 100 vagas oferecidas pelo Méliuz, empresa de tecnologia que conecta marcas e lojas a consumidores por meio de seu marketplace e da oferta de serviços financeiros. A companhia está em busca de profissionais de diversas senioridades para vagas nas áreas de tecnologia, produto, marketing, entre outras, todas elas para trabalho 100% remoto.  

Primeira startup a abrir capital na bolsa de valores, o Méliuz fez seu IPO, em novembro de 2020, quando contava com um time de 142 funcionários. Desde então, vem investindo em crescimento do time, principalmente nas áreas de tecnologia e produto, que cresceu 91% entre junho de 2020 e junho de 2021. Hoje, somando-se todas as empresas adquiridas pelo Méliuz, que formam o grupo CASH3, a companhia conta com mais de 671 pessoas. Vale lembrar que, após a aquisição do Picodi, o Méliuz expandiu sua operação e é, hoje, uma empresa  global, com atuação em 44 países e sem limitações geográficas de contratação, no Brasil.

As vagas oferecidas são para trabalho remoto – a empresa adotou o teletrabalho como regime oficial da empresa, mesmo após a pandemia. Por isso, podem se candidatar profissionais de qualquer cidade do país. Independente da localização do colaborador, o Méliuz  oferece  remuneração compatível com o mercado de São Paulo, uma das cidades do Brasil com os salários mais altos. Além disso, conta com benefícios como vale alimentação/refeição, auxílio para teletrabalho, plano de saúde e plano odontológico. 

Outro diferencial é a Política de Partnership: Todos os anos a empresa reconhece colaboradores que são recompensados com stock options, se tornando assim, um sócio da companhia. O reconhecimento pode ser concedido a funcionários de qualquer nível hierárquico e leva em conta aspectos como histórico profissional, os resultados entregues e a construção de um legado no Méliuz, além do alinhamento à cultura da empresa e às expectativas de futuro. 

Todas as informações das vagas e candidaturas estão disponíveis no site do Méliuz, na área “Trabalhe Conosco”.

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Pesquisa mostra que 62% das empresas pretendem manter o home office após o fim da pandemia

Segundo estudo encomendado pela VR Benefícios, o principal desafio das empresas são os cuidados com a saúde mental dos funcionários; o fornecimento de cadeiras apropriadas para o trabalho foi o benefício mais disponibilizado durante a pandemia

Uma pesquisa nacional com RH de empresas, encomendada pela VR Benefícios, sinônimo de categoria em vale-alimentação e vale-refeição, traz um panorama da situação dos trabalhadores brasileiros no momento. O estudo foi realizado pelo Instituto Locomotiva.

Mesmo diante do cenário ainda de pandemia, no qual o trabalho remoto é frequente, a pesquisa mostrou que 95% das empresas possuem escritório físico, sendo que 5% estão fechados, e 98% pretendem manter o espaço físico após o fim da pandemia.

A crise provocada pelo novo coronavírus fez com que as empresas redesenhassem sua forma de trabalho praticamente de um dia para o outro e o home office foi a alternativa encontrada para que as operações não parassem. No entanto, a pesquisa revelou que entre as companhias que ainda adotam o trabalho remoto 2/3 (62%) pretendem manter esta prática como alternativa após o fim da pandemia.

Falando em home office, o levantamento também trouxe os principais desafios enfrentados pelas empresas que adotaram essa modalidade. Para 49% o ponto principal foi o cuidado com a saúde mental dos funcionários, 33% revelaram que tiveram dificuldade de controlar o horário de trabalho e 30% dificuldade de comunicação entre a equipe. Dentre os benefícios oferecidos pelas empresas, o fornecimento de cadeiras apropriadas para o trabalho foi o mais disponibilizado durante a pandemia, seguido por apoio psicológico, reembolso de internet, ajuda de custo para pagamento de contas (luz, água ou gás) e ginástica laboral.

“A cultura do cuidado com pessoas sempre esteve presente na VR Benefícios e é bastante intensa desde 2019, quando a companhia repaginou o Bem Me Quero, programa de qualidade de vida e bem-estar para funcionários criado em 2006”, conta João Altman, diretor executivo de Pessoas e Cultura, da VR Benefícios. “Muito antes de surgir uma pandemia, nós já tínhamos a preocupação de olhar para a saúde do funcionário como um todo. O que aconteceu durante a pandemia é que redobramos os cuidados com os aspectos mental, emocional e físico”, explica João.

Os investimentos também foram coletados na pesquisa do Instituto Locomotiva. Segundo os entrevistados, 41% disseram que manterão o que haviam previsto para 2021, enquanto 25% farão mais que o planejado. A contratação de funcionários e a comunicação/publicidade são os investimentos que as empresas mais pretendem fazer este ano. Também figuram a lista obra/reforma, criação ou expansão de canais de vendas, criação e lançamento de novos produtos e vendas digitais.

Neogrid anuncia Eduardo Kazmierczak como novo Chief Technology Officer

A Neogrid, empresa especializada em soluções para a gestão da cadeia de suprimentos, anuncia a contratação de Eduardo Kazmierczak como Chief Technology Officer (CTO). Com quase 20 anos de experiência no mercado de tecnologia, Software as a Service (SaaS) e fusões e aquisições (M&A), o executivo será responsável por apoiar as estratégias de crescimento e investimentos em pesquisa e desenvolvimento de produtos e novas tecnologias.

“A chegada de Eduardo para liderar nosso time de tecnologia, que é parte fundamental para os nossos negócios, é estratégica para nós. Além de todo conhecimento, a experiência dele será muito bem-vinda para continuarmos alcançando os nossos objetivos de crescimento acelerado, liderança e pioneirismo no mercado”, afirma Eduardo Ragasol, CEO da Neogrid.

Eduardo Kazmierczak é Empreendedor Global Endeavor, onde acompanha o cenário de empresas em estágio de rápida expansão (scale-ups), compartilhando as melhores práticas e estratégias de aceleração de negócios inovadores dos mais diversos segmentos. O novo CTO é co-fundador da Accera, empresa adquirida pela Neogrid em 2018, e da Darvyn, além de ser conselheiro consultivo da Local.e e do Fundo Patrimonial Catarina.

“A Neogrid vive um momento muito interessante de expansão, cheio de oportunidades e desafios. A empresa conta com um time repleto de talentos, que atuam em um ambiente que favorece e fomenta a inovação. Estou muito feliz em voltar a fazer parte dessa equipe e ter a possibilidade de participar dessa história de sucesso”, comenta Eduardo Kazmierczak, Chief Technology Officer (CTO).

Sputnik oferece masterclass com Tânia Cosentino, CEO da Microsoft no Brasil, sobre o futuro do trabalho

Tânia Cosentino, CEO da Microsoft no Brasil. Foto: Microsoft

Segundo o levantamento feito pela Salesforce, em outubro de 2020, sobre o futuro do trabalho, 52% dos profissionais estão dispostos a trocar de emprego para manter o home office. No entanto, muitas empresas desejam voltar aos escritórios, o que faz com que o modelo híbrido de trabalho se torne uma opção. Para falar sobre o assunto, a Sputnik, uma das maiores escolas corporativas do Brasil, convidou a especialista Tânia Cosentino, CEO da Microsoft no Brasil, para uma masterclass sobre o futuro do trabalho e, claro, para compartilhar a experiência de como uma das maiores empresas do mundo está se adaptando e aprendendo neste momento. O evento, que acontecerá no próximo dia 5 de outubro às 19h, será totalmente online e gratuito e as inscrições para participar já estão abertas no site.

De acordo com o CEO global da companhia, Satya Nadella, o plano que a Microsoft criou para o retorno aos escritórios tem sido compartilhado com outras empresas e clientes da empresa de softwares, já que a estratégia foi dividida em três etapas. “Primeiro, criamos uma política para capacitar as pessoas para a flexibilidade extrema. Em seguida, imaginamos os espaços físicos e, por último, investimos em tecnologias que conectam as pessoas em praticamente qualquer lugar, a qualquer momento”, conta.

Ainda de acordo com ele, a Microsoft acredita que todas as organizações deverão ter um modelo operacional para trabalho híbrido que não dependa de normas antigas, como o dia de trabalho de oito horas no horário comercial. Para Mariana Achutti, fundadora da Sputnik, toda empresa deve buscar pelo aprendizado constante de seus colaboradores e líderes, o chamado lifelong learning , e nesse momento de criação de novas dinâmicas no trabalho, a situação não é diferente.

O mais recente lançamento da Sputnik é o HÍBRIDO, uma jornada educacional para empresas, que lança luz e soluções a respeito das principais dores do retorno ao escritório, como sensibilização das lideranças, ferramentas necessárias para novos modelos de trabalho e saúde mental. “Para falar sobre o assunto, convidamos a Tânia para compartilhar suas descobertas, aprendizados e reflexões desse novo jeito de trabalhar, principalmente, trazendo a questão do trabalho híbrido para discussão”, finaliza Mariana.

Evento: Microsoft e trabalho híbrido: o que sua empresa pode aprender com isso?

– Data e horário: 05/10 – 19h

– Inscrições:

https://materiais.sputnik.works/lp-masterclass-microsoft-e-o-trabalho-hibrido

Locaweb contrata mais de mil profissionais somente em 2021

A demanda por profissionais de tecnologia na Locaweb, uma das empresas pioneiras em soluções Business to Business (B2B) para transformação digital de negócios no Brasil, cresceu muito de 2020 para cá. A companhia busca hoje cerca de 70 profissionais para compor os seus times de tecnologia e conta ainda com mais de 1.083 posições em aberto para outras áreas.

O aumento da demanda acompanha uma tendência do mercado. De acordo com pesquisa da Associação Brasileira das Empresas de Tecnologia da Informação e Comunicação (Brasscom), o mercado de tecnologia do País precisará de aproximadamente 70 mil profissionais ao ano até 2024, número que poderá representar um déficit de 260 mil pessoas qualificadas no período.

As vagas são para diversos cargos, como especialista de dados, engenheiro de software, administrador de sistemas, analista de infraestrutura, entre outros. Para Simony Morais, diretora de Gente & Gestão da Locaweb, “estes profissionais são fundamentais para o desenvolvimento do nosso negócio, que auxilia pequenos e médios empreendedores a prosperarem digitalmente”.

A companhia oferece convênio médico e odontológico, vale transporte e refeição, seguro de vida, Gympass, programa de qualidade de vida e bem-estar, programas de evolução de carreira, contando com alinhamento internos (PDI), programas de apoio nutricional, terapeuta entre outros benefícios.

As vagas são para trabalho remoto. De acordo com Simony, “assim podemos dar oportunidades a profissionais de todo o Brasil, ganhando em diversidade regional também. Mesmo longe, nos esforçamos para desenvolver a nossa cultura organizacional e dar todo o suporte necessário para os colaboradores, levando nossos valores para onde o colaborador está”.

O Grupo Locaweb investe constantemente em seus profissionais, o último lançamento aconteceu em agosto com o programa interno “Quero ser PO”, que busca capacitar os selecionados para ocupar cargos de Product Owner, um dos mais requisitados no mercado de tecnologia. “Com dez módulos, os participantes terão uma formação completa, contando com a participação de profissionais do mercado para desenvolver diversas soft e hard skills”, afirma a executiva.

Além de olhar para os profissionais que já são da casa, a empresa também busca capacitar e inserir no mercado novas pessoas. Em sua sétima edição, o programa Quero ser Dev irá ensinar 25 candidatos de todo o Brasil à escrever código para back-end e front-end usando Ruby on Rails e JavaScript, com uso de testes automatizados e seguindo a rotina de times de desenvolvimento ágeis. “Nós queremos fortalecer o ecossistema de tecnologia brasileiro, que já é grande, mas ainda tem muito a crescer”, finaliza a diretora.

Para inscrições acesse: https://jobs.kenoby.com/locaweb

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