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Moscas brancas: Quais são os profissionais mais disputados pelas empresas em 2021?

Em meio às várias transformações que o mercado de trabalho vem sofrendo devido à pandemia, e também à digitalização acelerada que tornou crucial às empresas estar presente no ambiente virtual, alguns profissionais vêm sendo bastante disputados. De acordo com um levantamento da Workana , maior plataforma que conecta freelancers a empresas da América Latina, só em abril deste ano a demanda por profissionais de design & multimídia chegou a 37,15%. Em segundo lugar no ranking de especialistas mais buscados aparece Ti & programação, como podemos ver abaixo:

Áreas com mais procura por profissionais (abril/21)

Design & Multimídia 37,15%
TI & Programação 29,03%
Tradução & Conteúdo 15,40%
Marketing & Vendas 12,47%
Engenharia & Manufatura 2,14%
Finanças & Administração 1,63%
Suporte administrativo 1,39%
Legal 0,79%

“No ano passado as empresas já haviam sinalizado a dificuldade de encontrar profissionais qualificados e com perfil diferenciado – chamados de moscas brancas – para atender demandas desse setor. Conforme a pandemia se estende, mais se torna comum/frequente o consumo online e, consequentemente, cresce a necessidade de ter um site, e-commerce, redes sociais ou aplicativo. E para abastecer esses canais é preciso ter conteúdo multiplataformas para que o consumidor tenha acesso a informações que agreguem e uma boa experiência omnichannel”, afirma Daniel Schwebel, country manager da Workana.

Dados de um estudo do LinkedIn apontavam mesmo que, dentre os 15 setores que apresentaram crescimento em 2020 e se tornaram fortes candidatos a impulsionar o mercado de trabalho agora em 2021, além da área da saúde, os relacionados a tecnologia, vendas, marketing e conteúdo se destacariam e figurariam na lista de moscas brancas.

A boa notícia é que, em contrapartida, há milhares desses profissionais especialistas disponíveis para desenvolver projetos pontuais por meio de plataforma de trabalho freelance, como a Workana, por exemplo. Em abril, TI & Programação disparou na frente como a área com mais cadastros de novos freelancers na plataforma, com 37,9% do total, seguida por Design & Multimídia:

Áreas com mais registros de freelancers (abril/21)

TI & Programação 37,9%
Design & Multimídia 17%
Tradução & Conteúdo 16,4%
Marketing & Vendas 12,9%
Suporte administrativo 7,5%
Finanças & Administração 3,9%
Engenharia & Manufatura 2,4%
Legal 1,9%

Para Daniel Schwebel, como muitos consumidores pretendem continuar comprando online – ou pelo menos de forma híbrida, como afirmaram 60% dos entrevistados para uma pesquisa da All iN & Social Miner, a tendência é que a demanda por profissionais de TI & Programação continue em alta, bem como Design & Multimídia, Conteúdo e Marketing & Vendas. “No início do isolamento social, em março/20, o comércio e as empresas como um todo foram bastante impactados. Porém, eles vêm se reerguendo com a ajuda de profissionais qualificados. Cabe às organizações encontrar suas moscas brancas para seguir em constante evolução, e atendendo às necessidades do mercado. Na Workana, por exemplo, há mais de 3,8 milhões de freelancers especialistas”, conclui Schwebel.

WeWork e Softbank Latin America Fund Anunciam Joint Venture na América Latina

A WeWork, líder global em espaços de trabalho flexíveis, anunciou hoje uma joint venture com o SoftBank Latin America Fund, maior fundo de investimento da América Latina. O acordo fornece ao SoftBank Latin America Fund o direito exclusivo de operar a marca WeWork na Argentina, Brasil, Chile, Colômbia e México. 

A joint venture combina a força dos produtos da WeWork com a comprovada experiência operacional local do SoftBank Latin America Fund, e solidifica a posição da WeWork como o parceiro estratégico de empresas que buscam soluções de espaços flexíveis na América Latina.  

À medida que o ambiente de trabalho pós-pandemia exige uma maior flexibilidade e modelos híbridos, a WeWork se posiciona na vanguarda deste futuro do trabalho. Durante o ano passado, a empresa continuou a executar seu plano estratégico de fortalecimento das operações em seus mercados primários, ao mesmo tempo em que desenvolveu parcerias com afiliadas regionais para operar a marca em mercados internacionais selecionados. 

No primeiro trimestre de 2021, a WeWork reportou um crescimento sequencial mês a mês de adesão de membros globalmente. Além disso, a empresa também alcançou tanto vendas líquidas positivas como ganhos líquidos positivos de filiação pela primeira vez desde fevereiro de 2020 e continuou a ver a força das vendas se estender em abril e maio. 

O anúncio de hoje demonstra o progresso contínuo da WeWork na busca de soluções que melhorem os mercados internacionais com capital local e expertise operacional. Este modelo já se provou bem sucedido em alguns dos maiores mercados da WeWork, como a China, Índia e Japão, com todos os três mercados realizando crescimento sustentável após adotar uma estratégia local do negócio. Além disso, a WeWork anunciou recentemente um modelo de operação  local em Israel, com o parceiro Ampa. 

Na América Latina, a WeWork abriu sua primeira unidade na Cidade do México em 2016. Cinco anos depois, expandiu seu alcance para mais de 90 unidades em 18 cidades, oferecendo soluções de espaços flexíveis e inovadores para mais de 60 mil membros. Somente nos últimos quatro meses, o mercado da América Latina apresentou um aumento de dois dígitos na ocupação, alcançando quase 50%, à medida que empresas da região adotam soluções flexíveis.  Enquanto a WeWork continua a otimizar seus negócios em todo o mundo, trabalhar com um parceiro local na região da América Latina posiciona a empresa rumo a um crescimento contínuo e sustentável na região.

Lançado em 2019, o SoftBank Latin America Fund é o maior fundo de tecnologia focado exclusivamente no mercado latino-americano de rápido crescimento. O SoftBank Latin America Fund, de $5B, faz parcerias com uma variedade de empresas e empresários para acelerar a inovação focada em tecnologia e definir o futuro da América Latina. O profundo conhecimento do SoftBank Latin America Fund sobre o cenário local, a expansão de portfólio e a experiência operacional diferenciaram a empresa como o parceiro ideal para o crescimento dos negócios da WeWork na América Latina após uma análise competitiva para o direito de operar a marca na região. 

Sandeep Mathrani, CEO da WeWork, disse: “Nossa joint venture com o SoftBank Latin America Fund é o mais recente exemplo do progresso contínuo da WeWork na otimização de nossos mercados internacionais com capital local e experiência operacional. O modelo de operação local já provou ser muito bem-sucedido em nossos mercados da China, Japão e Índia, onde temos visto um crescimento consistente e positivo através de parcerias com afiliadas regionais.  Como a América Latina continuará a ser um mercado importante para a WeWork, encontramos o parceiro certo no Softbank Latin America Fund para levar nossos negócios adiante com sucesso”.   

Marcelo Claure, Chairman da WeWork e CEO do SoftBank Group International, disse: “O SoftBank é o parceiro perfeito para a WeWork dado nosso entendimento do cenário global e local, nosso ecossistema de investimentos em expansão na região e nossa profunda familiaridade com o modelo de negócios da WeWork. Como parte do processo para selecionar empresas excepcionais para nosso portfólio do SoftBank na América Latina, vimos um grande potencial para alavancar tanto nosso capital quanto nossa experiência operacional, reunindo uma oferta convincente para esta joint venture. O espaço de trabalho flexível é uma megatendência global com grande potencial de crescimento na América Latina, e estamos ansiosos para ampliar as ofertas na região”.

A joint venture será liderada por Claudia Woods, que está se juntando ao SoftBank Latin America Fund. Até então atuava como CEO da Uber no Brasil. Claudia também integra o conselho da AmBev e da Oi e recentemente foi nomeada pela Forbes como uma das 20 mulheres mais poderosas no Brasil. Claudio Hidalgo, atual Head da WeWork na América Latina, se tornará Chief Operating Officer (COO). Michel Combes, Presidente do SoftBank Group International, assumirá a posição de Chairman do conselho.

Cinco estratégias para reduzir o risco do ecossistema brasileiro de Open Banking

Por Arthur Capella, country manager da Tenable Brasil

O universo bancário brasileiro vive um momento de intensa transformação. A consolidação de diversos serviços financeiros em SuperApps que atendem correntistas, investidores e consumidores (com diversos Market Places integrados) é um desses avanços. O surgimento de novos serviços como o PIX e a criatividade e a agilidade das Fintechs também acelera a mudança. Mas nada altera tanto o horizonte bancário brasileiro como o Open Banking. Construído a partir de APIs (Application Programming Interfaces) que conectam aplicações de bancos que não pertencem a um mesmo grupo, o Open Banking traz liberdade para o correntista realizar negócios com diversas instituições sem que tenha de ter conta corrente em todas elas. Nesse modelo cada correntista tem controle total de seus dados financeiros, podendo dizer sim ou não à proposta de compartilhar seus dados com várias instituições.

A primeira fase de Open Banking é baseada na construção de conexões entre as instituições financeiras S1 (bancos que possuam rendimentos iguais ou superiores a 10% do PIB) e S2 (instituições que ficam na faixa de 1 a 10% do PIB).

O ecossistema do Open Banking brasileiro é protegido pela Lei Complementar 105/2001 (Sigilo Bancário), que proíbe a venda de informações dos correntistas ou investidores para terceiros. Outra coluna da política de segurança e privacidade das instituições que trabalham com Open Banking é a busca constante da conformidade à LGPD (Lei Geral de Proteção de Dados).

A preocupação com a cyber segurança dos bancos integrados ao Open Banking é legítima.

Pesquisa realizada pelo instituto de análise de mercado Deloitte em 2018 com 1000 consumidores da Austrália mostrou que 59% não se sentiam confortáveis com a possibilidade de seus dados serem trocados entre diferentes instituições bancárias. Essas pessoas tinham dúvidas sobre a segurança do ecossistema de Open Banking da Austrália.

A consultoria inglesa YTS, por outro lado, aprofundou a análise desses temores na pesquisa sobre Open Banking realizada com 800 executivos dos mercados financeiros de UK e Netherlands em março de 2021. 38% dos entrevistados disseram temer ataques realizados por gangues digitais, enquanto 36% reconhecem que há vulnerabilidades em seus sistemas e 35% preocupam-se com a incidência de fraudes digitais.

A jornada de proteção ao Open Banking é longa e complexa. Há alguns passos, porém, que podem reduzir os riscos desse ecossistema.

1.Olhar além do perímetro tradicional e avaliar continuamente o ambiente. Ao adotar o Open Banking, as empresas ampliam sua superfície de ataque. A maioria dos programas de gerenciamento de vulnerabilidades legados é focado em ambientes tradicionais de TI. Isso significa que se fica cego em relação às vulnerabilidades dos novos ambientes digitas e das próprias APIs. As equipes de segurança podem ganhar mais visibilidade adotando soluções de gerenciamento de vulnerabilidades robustas e flexíveis que suportem avaliação contínua em todos os tipos de ativos.

2.Usar uma visão holística para proteger os ativos mais críticos. Proteger as iniciativas de Open Banking exige uma abordagem multifacetada. O uso estratégico de gerenciamento de acesso privilegiado pode ajudar a restringir o acesso a sistemas e dados críticos. Resolver erros de configuração no Active Directory pode, por exemplo, ajudar a romper vias de ataque , mesmo se um invasor conseguir obter acesso.

3.Priorizar a remediação dos riscos que afetam os ativos mais críticos. O ambiente de Open Banking exacerba a crise de priorização que já atinge muitas equipes de segurança cibernética. Segundo a Tenable Research, aproximadamente 30 por cento das vulnerabilidades nunca são remediadas e o tempo mediano entre a avaliação e a remediação é de 60 dias, até mesmo para vulnerabilidades críticas. Utilizando informações acerca de ameaças, pesquisa de vulnerabilidade e dados de probabilidade, é possível identificar os riscos mais críticos em toda o ambiente distribuído, focando-se nos 3 por cento das vulnerabilidades com maior probabilidade de ser exploradas pelos invasores.

4.Gerenciar proativamente o risco no ambiente dos parceiros. No ambiente de Open Banking, é crítico proteger as aplicações conectadas e software como serviço (SaaS, software-as-a-service) por meio de agentes de segurança de acesso à nuvem (CASB, cloud access security brokers). Esses pontos de proteção à aplicação gerenciam as políticas de conformidade e acesso em todo o banco e, também, em seus fornecedores externos de dados. É importante estudar a possibilidade de integrar todas as aplicações em uma única solução de gerenciamento de identidade e acesso, fornecendo uma plataforma central para monitoramento da conformidade.

5.Quanto maior a transparência, maior a confiança. O Open Banking exige maior transparência em relação a como as empresas estão usando os dados de consumidores. A LGPD é um incentivo para essa mudança, mas os próprios consumidores estão cada vez mais exigentes em relação a essa questão. É fundamental construir uma relação de confiança com o correntista, sendo transparente sobre como os dados são coletados, armazenados e usados. Essa abordagem é fundamental para que o cliente consiga fazer escolhas bem fundamentadas sobre seus dados pessoais.

No Open Banking, a falha de um banco pode ser a falha de todo o ecossistema. 

A chegada do Open Banking ao Brasil multiplica entre várias instituições o tráfego de dados críticos do consumidor. Esse modelo é um imã para gangues digitais. Para manter a confiança dos clientes e evitar as multas da LGPD, as organizações financeiras precisam monitorar de forma contínua todos os ativos, identificando e remediando as vulnerabilidades com maior risco para os negócios.

A conexão entre várias instituições multiplica a vulnerabilidade do Open Banking. É hora de mudar a conversa de segurança, abrindo canais de compartilhamento de melhores práticas entre instituições que, antes, só se viam como competidoras. 

Cresce ecossistema de startups para a Indústria 4.0 no Brasil

Empresas inovadoras dedicadas a levar a mais alta tecnologia para indústria começam a ganhar espaço no país

As startups voltadas para a Indústria 4.0 levantaram, em 2020, cinco vezes o valor captado em anos anteriores. Foram US$ 61,51 milhões investidos no ano passado, ante US$ 11,66 mi em 2019 e quase US$ 15 mi em 2018 e 2017. Os números são do Distrito Indústria 4.0 Report 2021, levantamento sobre o empreendedorismo de inovação brasileiro cujas soluções são direcionadas à indústria.


O termo Indústria 4.0 é sinônimo de inovação e tem sido usado para se referir a empresas que empregam soluções ou oferecem produtos próprios voltados para a inovação nos processos industriais, tornando possível sua digitalização. O report traz um panorama das transformações na indústria e a importância das startups para esse processo.
“Uma visão ampla e mais sistêmica da Indústria 4.0 conduz a duas perspectivas relevantes: de um lado, uma aceleração agressiva da eficiência operacional; de outro, a possibilidade real de estruturar novos modelos de negócios. O primeiro, iniciando um processo de inoculação para uma cultura digital, e ambos com impacto importante no caixa da organização, seja no curto quanto no longo prazo”, afirma o sócio-líder para o segmento de manufatura da KPMG, Luiz Sávio.


De acordo com o levantamento, há, ainda, uma grande concentração de deals nos estágios iniciais de investimento, como nos rounds Seed, tipicamente um dos primeiros que uma startup recebe. Isso ajuda a entender os valores relativamente baixos de investimento de fundos de venture capital nas startups com soluções para a indústria, posto que os valores tendem a aumentar à medida que startups avançam rumo a séries maiores de investimento -os late stages. Também indica que há uma margem para expansão dos valores nos próximos anos.


Entre as startups que receberam os maiores investimentos, lideram empresas ligadas ao agronegócio, chamando atenção para a vitalidade do setor no país e a vocação brasileira para empresas que atuam na interface entre extrativismo, indústria e tecnologias digitais. Alguns exemplos são a Solinftec, que monitora todas as etapas da produção agrícola, a Agrosmart, que oferece serviços de monitoramento de lavoura, e a GlobalYeast, que oferece técnicas de fermentação sustentável.

Enquanto o venture capital no setor ainda é tímido, o cenário é próspero para fusões e aquisições. Foram 12 de 2017 para cá, envolvendo grandes empresas globais, como a brasileira WEG e a alemã Siemens. Neste ano, houve a aquisição da startup de automação e robótica Pollux Automation pela gigante da tecnologia Accenture.
“Vivemos um momento de baixa histórica da participação industrial no PIB brasileiro. Nesse contexto, vemos o ecossistema de inovação aberta como um catalisador para a digitalização da indústria brasileira, recuperando a capacidade produtiva do país”, diz Gustavo Araújo, CEO do Distrito.


Ao todo, foram mapeadas 447 startups que atuam no setor, 27,74% delas trabalham com advanced analytics, 18,12% com internet das coisas (IoT) e 10,51% com energia. Juntas, elas empregam mais de 9.000 pessoas no país. A maior parte dessas startups foram fundadas nos últimos quatro anos – houve um crescimento exponencial desde 2013, quando começa uma aceleração no relacionamento entre indústria e startups.

Banco BV se junta ao time de mantenedores da Abstartups

O Banco BV, uma das maiores instituições financeiras da América Latina e um dos maiores bancos privados do Brasil, anuncia sua chegada ao time de mantenedores da Associação Brasileira de Startups (Abstartups).

A Abstartups inova no mercado fornecendo ferramentas de conexão e desenvolvimento para startups desde 2011, e nada disso seria possível sem os mantenedores que acreditam na causa. O Banco BV apoia a Abstartups desde dezembro de 2020 e

“O BV já trabalha com dezenas de startups e ser um dos mantenedores da Abstartups contribui com a presença do banco no ecossistema de inovação. Essa iniciativa também potencializa as conexões, usando a estrutura do BV para que as startups consigam oferecer seus produtos e acelerar seu crescimento” diz Guilherme Horn, diretor de Inovação e Estratégia Digital do banco BV.

José Muritiba, Diretor Executivo da Abstartup, ressalta que ser mantenedor é mais do que apoiar as startups, é contribuir para o fomento de todo um mercado e proporcionar o engajamento da marca: “É enriquecedor para nós termos a presença de um banco com mais de 30 anos de mercado e 100% digital, como o BV, em nosso time de mantenedores. É um relacionamento que tem tudo para dar certo, pois nosso DNA combina totalmente com o deles, tenho certeza que virão bons frutos para todos”.

O banco BV não é apenas mantenedor da Abstarturps, mas parceiro no StartupON 4, evento online que tem como meta levar mentoria de qualidade para startups em fases iniciais e realizar uma troca entre os empreendedores locais. Esta edição será para empreendedores do estado de Alagoas e Tocantins e acontecerá nos dias 29 e 30/06. O banco BV está confirmado no evento no dia 29/06.

Com mais de 13 mil startups mapeadas e os dados mais completos sobre o empreendedorismo no Brasil por meio do http://startupbase.com.br/home, a Abstartups tem um projeto desenhado especificamente para aproximar as empresas das startups que permite que a marca fortaleça seu networking, além de inovar no sistema de inovação.

Bem-vindos à era das compras invisíveis

Por Fernanda Nascimento, sócia-fundadora da Stratlab

Inspira, expira, respira. O ar entra e sai, invisível. Mas ninguém vive sem ele. Um mergulho na água transparente do mar e você sente apenas o fluir das ondas. Sensações físicas e emocionais misturam-se a experiências cotidianas que nem percebemos acontecer. E se a experiência de compra fosse tão invisível como o ar e tão fluida como o contato da pele com a água? Seria ótimo, não é mesmo?

Agora pense em como torná-la transparente para os clientes, sejam eles B2B ou B2C. Esse é o desejo dos consumidores e uma das seis tendências apontadas pelo Facebook IQ no Consumer Trends Report Q1 2021 . O CX sutil permite diluir a experiência de compras em um serviço contínuo que oferece facilidade, praticidade e conveniência.

Algumas jornadas são naturalmente agradáveis, como as que envolvem entusiastas por carros, moda, comida e hobbies. Entretanto, para a grande maioria dos produtos, as marcas precisam investir em técnicas que, além de tornar a jornada de compra prazerosa, possam atender às expectativas dos clientes. A mais recente delas é a opção por experiências invisíveis.

Mas o que define essa escolha por experiências invisíveis?

• Jornadas de compra em que o cliente tem cada vez mais o controle.

• As que oferecem a melhor experiência on-line – lembrando que a transição para o digital nem sempre acontece da forma ideal, e o cliente ainda encontra muitos problemas e fricção.

• Compras recorrentes que eliminam etapas da jornada consideradas desnecessárias pelo cliente.

É claro que a pandemia teve um impacto importante nos novos hábitos de consumo. Mas, o que vemos agora é a consolidação de tendências que já vinham sendo sinalizadas e, com as mudanças de comportamento, tornaram-se o “must have” das marcas. Então, se os consumidores já buscavam experiências de compras mais rápidas, melhores e mais fáceis, é natural eles que não se contentem com menos, sobretudo agora. A preocupação com a saúde e a segurança só fez aumentar o desejo por um método de compras eficiente, automático, transparente e invisível.

O relatório Consumer Trends Report 2021 revela que 57% dos consumidores se sentem mais confortáveis comprando on-line; 54% afirmam que vão evitar visitas a lojas, supermercados e mercados de rua no futuro, por questões de saúde e segurança; e 46% dos consumidores brasileiros estão substituindo compras em lojas físicas por experiências on-line.

As marcas que já entenderam esse comportamento estão se mobilizando para oferecer experiências diferenciadas e sem atrito. Outras estão investindo em aplicativos que possibilitam transações contactless, por exemplo, via Payface – que permite pagar usando o próprio rosto, sem contato com cartões ou celular; transações com entregas imediatas em pods de coleta sem contato – via app Minnowpod ; gerenciamento de filas – via app Mymenu , que permite fazer pedidos direto do celular sem a presença do garçom. Esses são alguns exemplos de iniciativas para atender às novas exigências dos consumidores por experiências invisíveis.

Há também aquelas que optaram por investir em ofertas de assinatura e pacotes recorrentes com o objetivo de fidelizar e transformar a vida do consumidor. Isso porque elas entenderam que todo produto pode ser fragmentado e virar um serviço, de forma que o consumidor decide apenas uma vez pela compra, mas usufrui continuamente e ainda pode negociar descontos. Um tipo de experiência que é recompensadora, já que permite a sensação de “smart buying“.

Já abordei isso em outras ocasiões, mas vale reforçar: no B2B não é muito diferente. Afinal, as pessoas que estão comprando são as mesmas, os comportamentos são os mesmos e todos já se habituaram com a oferta arrasadora dos e-commerces, líderes em tecnologia, cada vez mais empenhados em oferecer a melhor experiência. O que muda no B2B é que a tomada de decisão se tornou mais complexa, com mais compradores participando da avaliação. Mas, todos esperam por transparência nos preços e no relacionamento, facilidades em todos os sentidos, desde a seleção de produtos à rapidez na entrega. É tudo pra ontem!

Estando claro o contexto, você não pode se contentar com o básico da jornada de compras. É preciso ir além e pensar em cada etapa que envolve o antes, o durante e o depois, oferecendo ao cliente um caminho livre e INVISÍVEL. Ou seja, esse tipo de experiência deve acontecer de forma tão fluida e rápida, como se ele entrasse em um túnel do tempo, piscasse e pronto. Sem saber como aconteceu, sem ter se preocupado com nada, apenas chegando do outro lado.

Essa visão pode até parecer futurista demais, mas não é. Basta investir em estratégia, mapear a jornada omnichannel, ter atenção em cada ponto de contato e trabalhar para que o cliente passe por eles sem sentir qualquer tipo de atrito. Quanto menos ele perceber a presença da marca, mais apreço terá por ela. Parece um paradoxo, mas é assim mesmo que acontece.

Não resta dúvida de que a crescente digitalização das compras contribui para impulsionar a expectativa por experiências invisíveis, assim como de que só é possível alcançar esse patamar de excelência com o suporte de novas tecnologias. Quanto mais avançadas, mais elas contribuem. Portanto, esse é apenas o começo das muitas inovações que ainda vamos incorporar em nosso dia a dia. Em breve, teremos a era de plataformas de IA e clientes interagindo com as marcas por meio da IoT.

Novos desafios que se apresentam aos profissionais de CX, marketing e vendas, como uma avalanche de tendências para acompanhar, entender e adaptar estratégias. Mas é justamente essa a graça de viver esse tempo de mudanças rápidas e aprendizado permanente. Enquanto escrevo esse artigo, estou ouvindo música. Sei que a pausa faz parte dela, como o invisível faz parte da vida. Agora ele também faz parte do CX.

WE Ventures é um dos destaques do ano em relatório da LAVCA

O Fundo WE Ventures, iniciativa idealizada pela Microsoft que tem como objetivo incentivar startups de tecnologia tendo mulheres como sócias do empreendimento, foi citado como um dos “Highlights do Ano de 2020” no recente relatório publicado sobre Revisão do Investimento em Tecnologia na América Latina da LAVCA – Associação Latino-Americana de Private Equity & Venture Capital, que estuda as transações na região e auxilia os investidores que atuam na América Latina.

O WE Ventures faz parte das iniciativas do Women Entrepreneurship (WE), programa desenvolvido pela Microsoft Participações em parceria com o Sebrae Nacional e M8 Partners, em associação com a Bertha Capital, que tem como objetivo incentivar o empreendedorismo feminino no país por meio de cursos de capacitação e investimentos para em startups com participação de mulheres empreendedoras. O relatório da LAVCA destaca a iniciativa graças a seu foco em diversidade, considerado emergente na região.

No final de abril, o fundo anunciou a entrada da Magnamed, fabricante de ventiladores pulmonares, com capital de R$ 4,7 milhões. Por meio do investimento no fundo, a empresa busca direcionar os recursos para startups com inovações principalmente voltadas para a área médica.

Cubo Itaú e everis anunciam parceria para intensificar a transformação digital no Brasil

A partir desta semana, a everis, consultoria pertencente ao grupo NTT DATA, que oferece soluções de negócios, estratégia, transformação digital, desenvolvimento e manutenção de aplicações tecnológicas e outsourcing, passa a integrar o time de mantenedores do Cubo Itaú, maior hub de fomento ao empreendedorismo tecnológico da América Latina.

Com o Cubo, a everis pretende aumentar a oferta de inovação em torno de 30% e gerar novas soluções tecnológicas, de forma a co-criar e prototipar soluções em conjunto com clientes e ecossistema de inovação (startups, techplayers, universidades, incubadoras e aceleradoras), comprovando hipóteses para geração de novos negócios. “Neste ano, pretendemos desenvolver no mínimo 20 protótipos em conjunto com este ecossistema, para os setores financeiro, telecom, indústria, varejo, saúde e energia. Eles devem receber atenção para o desenvolvimento com tecnologias emergentes vindas de computação espacial, realidade estendida, phygital, inteligência artificial e cibersegurança”, explica Roberto Celestino Pereira, head de Inovação da everis.

No último ano, a everis desenvolveu projetos com o apoio da comunidade Cubo. Foram 12 protótipos desenvolvidos pela área de inovação, sendo que cinco com o apoio de startups do hub, entre as quais podem ser citadas as startups: Fullface (biometria facial) e Looqbox (focada em Business Intelligence), que participaram da iniciativa Open Innovation Contest e tiveram a chance de apresentar seus negócios para os executivos da NTT Data, na sede da empresa, em Tóquio.

“A chegada da everis significa muito, pois passa a agregar sua expertise à comunidade. Com certeza, veremos projetos importantes oriundos dessas conexões de valor geradas com as diversas pontas do ecossistema de inovação”, afirma Pedro Prates, co-head do Cubo Itaú.

Desde o início de 2020, a everis, que já estava bastante imersa no processo de transformação digital, vem apostando na contratação de profissionais que possam auxiliar no processo. Nos últimos 12 meses, mais de 2,2 mil pessoas foram contratadas para acelerar esse processo. Além disso, para auxiliar nesse desafio, a everis vem trabalhando no incentivo a capacitação de profissionais de tecnologia e colocou cerca de 15 mil bolsas para formar programadores. Até o momento, aproximadamente 400 pessoas já se formaram e 25% delas foram contratadas para compor o time.

“No grupo everis NTT Data, temos forte cultura de Open Innovation, com ‘mindset win win win’, colaboramos ativamente com o ecossistema, pesquisando as tendências e aplicações tecnológicas, discutindo os desafios digitais dos setores e clientes, prototipando soluções disruptivas e desenhando as novas ofertas e novos modelos de negócio”, complementa o head de Inovação da everis.

Para Michel Gobbato, sócio de Banking da everis Brasil, o ingresso no Cubo Itaú amplia as possibilidades da everis de contribuir para a inovação nas empresas brasileiras e consolida a posição da consultoria do Grupo NTT Data como uma das motivadoras da transformação digital, em especial junto ao setor financeiro nacional, que é uma referência global em eficiência devido aos seus investimentos constantes em tecnologias disruptivas e seguras.

Dentro de casa, a parceria com o Cubo Itaú tem como objetivo promover ainda mais a cultura de geração de negócios para ativar nos colaboradores a mente empreendedora, co-criação e, consequentemente, inovação. Empreender juntos com o sentimento de pertencimento. Inovar é uma das razões de existir da everis e trabalhar junto com um hub, como o Cubo Itaú, significa estar à frente da transformação digital no País. Isso é, sem dúvida, um motivo de orgulho e uma forma de continuarmos atentos aos desafios para a evolução do mercado nacional”, afirma Gobbato.

SAP anuncia programação do SAPPHIRE NOW 2021

A edição 2021 do SAPPHIRE NOW, principal conferência da SAP para clientes, irá acontecer dividido por regiões neste ano. As atividades começam no dia 02 de junho com o keynote de abertura apresentado pelo CEO global da SAP, Christian Klein e vai abordar os caminhos para construção da empresa inteligente.

O evento contará com edições separadas em três regiões estratégicas para os negócios e com programação distinta para atender as características de cada mercado. Entre os dias 07 e 10 de junho acontece simultaneamente o SAPPHIRE NOW Américas (contemplando América do Norte, América Latina e Caribe) e o SAPPHIRE NOW EMEA (Europa, Oriente Médio e África). Entre os dias 21 a 24 de junho para a região Ásia-Pacífico.

Uma novidade da edição 2021 é que a SAP combinou todos os seus eventos globais para promover uma experiência integrada. O SAPPHIRE NOW vai abrigar conteúdos de eventos que aconteciam separadamente, como o SAP SuccessConnect e o SAP Ariba Live.

Com a divisão por trilhas, a SAP vai trazer conteúdos consolidados com os principais anúncios da empresa, contemplando todo o portfólio de soluções dividido em Experiência do cliente (marketing, vendas, serviços e comércio), Finanças, Recursos Humanos, Indústrias, IT, Empresas em crescimento, Procurement e Cadeia de suprimentos.

A partir de um programa digital completo, que inclui palestras de executivos, histórias de clientes, demonstrações de soluções, mesas-redondas para debater desafios de negócios, entre outros conteúdos, a edição 2021 do SAPPHIRE NOW trará partes iguais de inspiração, insights e aprendizado. Especialistas abordarão os mais recentes desafios e compartilharão orientações práticas, extraindo exemplos de líderes de mercado que já estão adaptando seus negócios para os novos desafios de transformação.

A agenda e o registro obrigatório para o SAPPHIRE NOW 2021 já estão disponíveis neste link de inscrição para o SAPPHIRE NOW Américas e será possível montar a agenda personalizada e escolher os conteúdos que estarão disponíveis em inglês, espanhol e português.

Alfa Collab lança Desafio Aberto focado no ecossistema de inovação

O Alfa Collab, programa de inovação aberta do Conglomerado Alfa, acaba de lançar o seu primeiro Desafio Aberto focado no ecossistema de startups. A iniciativa será dividida em três frentes de atuação (Seguros, Data Science e ESG). A primeira frente já abriu inscrições para interessados pelo site do programa (http://alfacollab.com.br) e na 100 Open Startups, principal plataforma de open innovation do país. A iniciativa estará em destaque na edição de maio da Open Innovation Week | Oiweek (www.oiweek.com/maio), que acontece na próxima semana, entre os dias 24 e 27.

Segundo Francisco Perez, diretor de Novos Negócios e responsável pelo Hub de Inovação do Alfa Collab, os participantes do desafio terão a opção de atuar em quatro abordagens diferentes, mas focadas no segmento de seguros, uma área que tem crescido muito nos últimos anos e que traz muitas oportunidades de inovações para as startups.

Já Claudio Cardoso, consultor do programa Alfa Collab, detalha que as abordagens seguirão as seguintes diretrizes: acesso à Plataforma de Cobrança, que é dirigida às startups voltadas para plataformas de pagamento que consigam conectar os sistemas legados da Alfa Seguradora; Regulação de Sinistros Digitalizada, voltada às startups que operem aplicações através de inteligência artificial e modelos matemáticos aplicados à análise e regulação de sinistros de Automóvel e de Compreensivos Residenciais; Prevenção a Fraudes nas Regulações de Sinistros, que também é direcionado àquelas que aplicam inteligência artificial e modelos matemáticos para a análise e regulação de sinistros de Automóvel e de Compreensivos Residenciais, porém com um caráter investigativo, utilizando parametrização de dados, modelos e consultas a vários bancos de dados externos, visando cruzamento de informações que pontuem uma escala de scores para determinação de suspeita de fraude; e Canais de Distribuição, cujo objetivo é maximizar a oferta de produtos e serviços para as bases de clientes, permitindo experiências em novos Canais.

“Um dos principais benefícios para os empreendedores que participarem do desafio é que, além da mentoria com especialistas de larga experiência e que estão no dia a dia dos negócios do Conglomerado Alfa, os participantes terão a oportunidade de ter uma prova de conceito de suas propostas validadas na prática em uma companhia que possui um amplo leque de atuação”, complementa Perez.

“Nossa ideia é aproveitar um momento de grande visibilidade e movimentação de negócios de inovação, como a Open Innovation Week, para gerar ainda mais tração de startups que possam contribuir com soluções de valor para esses primeiros desafios de inovação do Alfa Collab. Estou certa de que a iniciativa será um sucesso”, descreve Carla Colonna, COO da 100 Open Startup.

Os empreendedores interessados em participar do desafio podem se cadastrar nos links específicos da abordagem, que estão disponíveis em Acesso a Plataforma de Cobrança (http://100os.net/alfa_plataformadecobranca), Regulação Digitalizada de Sinistros (http://100os.net/alfa_sinistrosdigitalizada), Prevenção a Fraudes nas regulações de Sinistros (http://100os.net/alfa_prevencaoafraudes) e Canais de Distribuição (http://100os.net/alfa_canaisdedistribuicao).
Os desafios das frentes Data Science e ESG do Alfa Collab serão lançados durante a edição de junho da Oiweek, que acontecerá entre os dias 22 e 24/06.

Lançado em novembro de 2020, o Alfa Collab é o programa de inovação aberta do Conglomerado Alfa, que tem como foco a realização de negócios com startups capazes de apoiar os desafios da transformação digital e interessadas na experiência empresarial e no acesso ao mercado proporcionado pelo Conglomerado.
Os detalhes sobre o desafio estão disponíveis em http://www.alfacollab.com.br/desafios/.

Novo fundo de investimento, SCALEXOPEN deve investir em até 30 startups nos próximos dois anos

Com dois aportes já realizados, chega ao mercado brasileiro o SCALEXOPEN, fundo de investimento Venture Capital para startups em estágio seed e pré-seed de base tecnológica e com alto poder de escalabilidade, que conta com a parceria da 100 Open Startups e Bertha Capital. Com o propósito de fomentar o empreendedorismo, gerar empregos e impactar positivamente a sociedade, o Fundo planeja aportar até 30 startups no período de dois anos, com valores que partem de uma média de R﹩ 500 mil, podendo chegar a R﹩ 5 milhões por startup.

Com capital comprometido de até R﹩ 30 milhões em até dois anos, o SCALEXOPEN realizou, recentemente, seu primeiro aporte na Indigosoft, fabricante e integradora de plataformas tecnológicas de alta performance focadas em robotização e Inteligência Artificial, e o segundo, na Tiffin Foods, plataforma de marketplace B2B que conecta fornecedores e representantes de alimentos saudáveis, naturais, artesanais e vegs com lojistas.

Segundo João Alfredo Pimentel, investidor fundador do SCALEXOPEN, novos investimentos em startups estão sendo negociados e, em breve, serão anunciados. “Nosso objetivo é aportar em startups para impulsionar as novas empresas do futuro, construindo um portfólio de empresas de tecnologia que se complementam para a criação de um ecossistema robusto. Para isso, vamos realizar coinvestimento com outros fundos”, explica.

Empreendedor digital serial na área da Tecnologia da Informação, Pimentel realizou seu primeiro exit, em 2020, da CorpFlex, no qual foi o fundador e criou a maior plataforma de private cloud e serviços gerenciados no Brasil. O executivo também foi um dos primeiros investidores-anjos selecionados para participar do programa de investimento das startups do Ranking 100 Open Startups, a partir de 2018, e obteve o primeiro exit com a Fix, em 2021. Desde então, tem realizado vários investimentos como investidor-anjo e contribuído para a adição de valor nas startups em que investiu.

“Junto aos nossos parceiros de negócios, agregamos smart money às investidas. Mais do que investimento, trabalhamos para adicionar valor, com acesso ao mercado, networking, governança corporativa, compliance e formação de um comitê estratégico”, diz Pimentel.

“Formamos um ecossistema ativo e cada vez mais robusto na geração de resultados em open innovation. Para o SCALEXOPEN, colaboramos na definição da estratégia de investimento do fundo e estamos montando um portfólio de investidas focado em atender às principais demandas das corporações que buscam startups na nossa plataforma”, comenta Bruno Rondani, CEO da 100 Open Startups, responsável pela originação das startups para a construção do portfólio do fundo e promoção das startups investidas na rede de corporações da plataforma.

Responsável pela consultoria técnica, a Bertha Capital traz sua metodologia de venture building, por meio de uma gestão ativista, baseada em crescimento, gestão, governança e gente, atraindo também parceiros estratégicos para o portfólio do SCALEXOPEN. “Pela sinergia que temos com a 100 Open Startups, também poderemos contribuir nas futuras negociações e processo de seleção”, conta Gustavo Souza, General Partner da Bertha Capital.

Segundo Pimentel, por meio do Fundo SCALEXOPEN, a proposta é investir em startups de empreendedores que querem mudar radicalmente o status quo e trazer um impacto positivo para a sociedade, mirando em seis áreas de interesse: Marketplace, Delivery, Serviços Financeiros e de Crédito, Programas de Relacionamento, Marketing Digital, Inteligência Artificial e Robotização de Processos.

“A pandemia impactou todos os mercados, provocando mudanças no comportamento de compra do consumidor, mas, do ponto de vista tecnológico, acelerou grandes oportunidades de transformação digital, mudando toda uma forma de se fazer negócios no mundo. Por isso, acredito que, ao compartilhar nossa visão de futuro com os potenciais empreendedores a serem investidos, que entendem a real importância da transformação digital nos mercados de atuação, iremos colaborar para a transformação dos negócios tradicionais e lineares em negócios exponenciais”, conclui Pimentel.

Softplan contrata CEO para acelerar estratégia de crescimento e consolidar governança

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A Softplan, uma das maiores empresas de software do país e que completou 30 anos em 2020, anuncia neste 21 de maio Eduardo Smith como CEO. A chegada do executivo integra a estratégia de crescimento e tem como objetivo consolidar a governança corporativa da companhia, que nos últimos meses iniciou um plano de sucessão dos cofundadores. Ilson Stabile, Moacir Marafon e Carlos Augusto de Matos, que ocupavam as diretorias executivas das três unidades de negócios da empresa – Justiça, Gestão Pública e Indústria da Construção – passam a integrar exclusivamente o conselho de administração do negócio. 

Smith, que nos últimos quatro anos já colabora com a empresa na posição de conselheiro independente, foi convidado pelos fundadores para a posição por ter ampla vivência no mercado de tecnologia e de comunicação. É investidor e membro do conselho de startups e empresas de tecnologia, como OpenCo – fusão da Geru e Rebel – e Biz Capital e tem  experiência como executivo sênior no Grupo RBS. Neste último, Smith pôde lidar com grandes desafios em uma indústria em transformação, liderou diversos negócios e participou do processo de profissionalização da gestão e amadurecimento da governança.

A estratégia de crescimento acelerado da companhia, que faturou R$336 milhões em 2020, é uma das ambições de Smith ao assumir a posição. A empresa pretende superar os R$400 milhões de faturamento em 2021 e dobrar de tamanho nos próximos cinco anos por meio de crescimento orgânico, dentro dos seus  segmentos de atuação, além de apostar em aquisições estratégicas. Desde o início do ano, a empresa já anunciou dois investimentos: em janeiro, Checklist Fácil, desenvolvedora de software para criação e aplicação de checklists, e em maio, CV-Construtor de Vendas, principal CRM especializado no mercado imobiliário do Brasil e que irá potencializar o Sienge Plataforma, principal produto da Softplan no segmento da construção.

“Temos muito potencial para crescimento nas nossas áreas de atuação organicamente. O setor de construção civil vive um ótimo momento e as soluções para Justiça e Gestão Pública apoiam o aumento de produtividade tão crítico para todas as esferas dos órgãos públicos. Além do crescimento orgânico, temos base de clientes, conhecimento setorial, competências técnicas e capacidade de investimento para crescer com aquisições”, comenta Smith. Nos próximos três anos, a empresa pretende ampliar o portfólio de negócios, com investimento de mais de R$200 milhões.

Investimento em governança e contratação de executivos

A criação da posição de CEO, inédita em 30 anos, integra o plano de investimento na camada executiva da empresa. Em abril, a companhia anunciou a chegada da diretora de Gente e Cultura, Waleska Cunha, ex-executiva de RH da Linx. Em janeiro, a empresa criou uma diretoria de M&A, que tem à frente Guilherme Tossulino. Antes, em 2019, já havia ingressado o CFO Adriano Passenko, ex-Bematech e Deloitte.

Nos últimos anos a empresa já vinha se preparando para reforçar os mecanismos de governança corporativa , com criação de políticas, estruturação de um conselho consultivo, área de compliance e auditoria externa Big Four. Seguindo o direcionamento dos três sócios-fundadores, um dos objetivos de Smith como CEO é o de reforçar esta estrutura e estabelecer a sua rotina de funcionamento.

Com quase 2 mil funcionários em todo o território nacional e na Colômbia, a empresa é reconhecida  como uma das 50 Campeãs de Inovação do Sul do país, ranking elaborado pelo Grupo Amanhã e a consultoria IXL Center for Innovation, Excellence and Leadership, de Cambridge, EUA. Também é uma das “TOP 100 Open Corps” de 2020, ranking que reconhece as grandes empresas mais engajadas em inovação aberta do país, e faz parte do top 3 na categoria Corporate do Startup Awards 2020, realizado pela ABStartups. Além disso, a Softplan fechou 2020 como a 16ª melhor empresa de TI para se trabalhar no Brasil e a 7ª melhor empresa para se trabalhar em Santa Catarina, segundo o GPTW.

Com salários de até R$ 15 mil, DMCard abre vagas para desenvolvedores em modelo home office

A DMCard é uma instituição financeira com sede em São José dos Campos, cidade do interior de São Paulo que faz parte do Vale do Paraíba, a cerca de 100 km da capital.

Atualmente a empresa conta com quase mil colaboradores, marca que deve ser ultrapassada em breve. Para se ter uma ideia, 25 novos colaboradores foram contratados só nos primeiros meses do ano. A previsão é que até o fim do ano, outras 15 vagas sejam abertas.

E para acompanhar o crescimento acelerado, a DMCard anuncia novas vagas para desenvolvedores no modelo home office com salários que podem chegar até R$ 18 mil reais.

Vagas DMCard são para trabalho remoto

Fiel a um de seus valores mais importantes, o cuidado com as pessoas sem deixar ninguém para trás, a DMCard implementou o trabalho remoto logo no começo da pandemia, seguindo todas os protocolos de saúde sugeridos pela OMS.

Atualmente, apenas cerca de 10% dos colaboradores dão expediente total ou parcial no escritório. Por lá, o trabalho remoto está oficialmente implantado, o que passa a possibilitar que profissionais de todo o país possam se candidatar e trabalhar na empresa.

Confira as vagas disponíveis:

Para os interessados em se candidatar às vagas, os profissionais que serão analisados devem apresentar experiência com a linguagem .net e netCore. Além disso, são desejados profissionais engajados, comprometidos com o crescimento pessoal e profissional, com espírito de equipe, energia e foco em resultados.

Benefícios DMCard

Com grande foco na atração e retenção de talentos, os colaboradores são a espinha dorsal dos negócios da DMCard. Por isso, além de um atraente pacote de benefícios, a empresa oferece remuneração compatível com o mercado, plano de carreira e um ambiente com metas desafiadoras, possibilitando que o colaborador atue em projetos de grande porte.

  • Vale Transporte
  • Benefícios Flexíveis – VA/VR
  • Convênio Médico (Bradesco)
  • Convênio Odontológico
  • Seguro de Vida
  • Programas de incentivo aos estudos
  • Parcerias em academias, cursos e restaurantes
  • Ginástica laboral online
  • Horário Flexível
  • Participação nos Lucros e Resultados, remuneração baseada no repasse dos lucros com os colaboradores da empresa.

Reflexo nos resultados e satisfação dos colaboradores

A DMCard registrou um crescimento no valor movimentado nos cartões private label que administra, batendo o seu próprio recorde, pelo 7º ano consecutivo. Em 2020, foram movimentados quase R$ 2,9 bilhões em transações, o que representa um aumento de 20% sobre o volume registrado em 2019, quando movimentou R$ 2,4 bilhões.

“Esses resultados comprovam a sinergia com a satisfação e lealdade dos colaboradores da empresa. A DMCard acredita em uma cultura corporativa que valoriza as pessoas e vai muito além da remuneração e outros benefícios comuns no mercado”, destaca Sandra.

Atualmente, a DMCard registra índice de 93 de E-NPS (Employer Net Promoter Score), uma ferramenta totalmente independente e referência mundial para mensurar a satisfação de colaboradores. Ela é utilizada, por exemplo, por instituições como Amazon, Apple e Disney. “Nosso índice é quase o dobro da média alcançada pelas empresas que adotam a mesma plataforma”, orgulha-se a Diretora que tem sob sua liderança a área de Gente e Gestão da empresa.

Além dessa, a DMCard também é monitorada pela plataforma Glassdoor, na qual tem nota 4,8, em uma escala de zero a cinco. Esta plataforma também reúne informações sobre o trabalho em empregadoras de todo o mundo e posiciona a DMCard entre as primeiras colocações do ranking nacional, estando mais bem avaliada que as empresas mais desejadas do país.

O trabalho realizado com seu público interno também teve reflexo extremamente positivo no Ranking Virtuous Company de Cultura Ética 2020. Entre as 111 instituições financeiras analisadas, a DMCard ficou na sétima posição.

Banco PAN abre inscrições para Programa de Estágio de Tecnologia 2021

O Banco PAN abre as inscrições para o Programa de Estágio de Tecnologia 2021, destinado a alunos do ensino superior, com graduação prevista entre junho 2022 e dezembro de 2023, e disponibilidade para estagiar 6 horas por dia. O processo seletivo para o programa será realizado 100% online.

Além da bolsa-auxílio de R$ 2.471,00, os participantes do programa terão acesso aos benefícios oferecidos pelo Banco, como vale transporte, seguro de vida, assistência média e odontológica, vale refeição, Gympass, entre outros.

O programa tem como objetivo desenvolver 25 estagiários, com uma jornada que envolve palestras, treinamentos, workshops e acesso direto às lideranças do Banco.

A área de tecnologia do Banco PAN vem sendo prioridade dos investimentos nos últimos anos, para acelerar a digitalização dos seus produtos, processos e serviços. Além de aprimorar e dedicar grande parte da sua estrutura para o desenvolvimento da conta digital do PAN.

Os interessados podem se candidatar pelo site do programa até o dia 4 de junho e seguir as etapas do processo de seleção.

Atento nomeia Eduardo Aguirre como novo CIO Global da empresa

A Atento, empresa líder no setor de serviços de relacionamento com clientes e terceirização de processos de negócios (CRM/BPO) da América Latina e um dos cinco maiores provedores em nível mundial, acaba de anunciar a nomeação de Eduardo Aguirre como seu novo CIO Global, após quase dois anos liderando a estratégia de transformação digital da empresa como Transformation Director.

Eduardo conta com uma ampla e bem-sucedida trajetória profissional associada à tecnologia e a processos corporativos, assim como à transformação digital, atuando há mais de 20 anos em empresas como Huawei Technologies, Vodafone, Accenture, entre outras. Ao longo de sua carreira ele desenvolveu e liderou projetos de transformação empresarial sempre associados à inovação e novas tecnologias para otimizar a adaptação de empresas a novos ambientes de negócios em diversos setores, como experiência do cliente ou telecomunicações.

Eduardo Aguirre é engenheiro de Telecomunicações pela Universidade Politécnica de Madrid, e PDD pela IESE Business School em Economics & Business Administration.

“Graças à sua ampla experiência, Eduardo tem liderado a transformação digital da Atento para otimizar e ampliar a proposta que a Atento oferece a seus clientes, liderando há 3 anos um ambicioso processo de transformação que já está gerando frutos com resultados positivos para o nosso balanço financeiro”, indicou Carlos López Abadia, CEO da Atento. “Como CIO Global da Atento, Eduardo será responsável por continuar a acelerar o processo de transformação da empresa através da tecnologia, tendo a inovação como um pilar fundamental para continuarmos a obter sucesso”.

Com esse movimento estratégico, a Atento reforça sua aposta em transformação digital, de um ponto de vista global, na qual vem trabalhando há vários anos, conseguindo combinar um profundo conhecimento das operações dos serviços de relacionamento com clientes com a experiência de um profissional com vasta trajetória na área de consultoria de tecnologias e processos.

“Essa nova etapa representa uma grande oportunidade para mim, com desafios e objetivos bastante claros: Impulsionar o desenvolvimento dos nossos Next Generation Services através da tecnologia para agregar cada vez mais valor para nossos clientes, acelerar a transformação digital interna das nossas operações para garantir maior agilidade, qualidade dos serviços e eficiência e levar inovação para tudo o que fazemos em todas as áreas e disciplinas da empresa”, explicou Eduardo Aguirre.

Pesquisa da Korn Ferry mostra que mulheres estão presentes em apenas 14% dos Conselhos de Administração das empresas brasileiras

A diversidade de gênero se destaca entre os conselheiros independentes; setor de consumo apresenta o maior percentual de mulheres em conselhos

A presença das mulheres nos Conselhos de Administração das empresas brasileiras tem crescido nos últimos anos, passando de 7% em 2014 para 14% em 2020, mas ainda é inferior às práticas internacionais. Os dados fazem parte do Estudo de Conselhos de Administração 2020, feito pela Korn Ferry, com base nas informações de 81 empresas, que estão entre as mais respeitadas do país.

Se a análise for feita apenas com base nos conselheiros independentes, o percentual de mulheres sobe para 20%, enquanto em 2016 eram apenas 7%. Nesta edição da pesquisa foram identificadas apenas três mulheres como presidentes de Conselhos de Administração no Brasil, o que representa menos de 4% do total das empresas participantes.

Os dados mostram ainda que o setor que possui a maior presença feminina nos conselhos é o de consumo, seguida por varejo e tecnologia. “Em países europeus a presença de mulheres nos conselhos chega à marca de 30%, pois o mercado já percebeu o valor da diversidade para os negócios. Já nas empresas brasileiras ainda é preciso certa pressão para que a diversidade de gênero esteja presente. Se considerarmos o controle acionário, as empresas de capital pulverizado são as que possuem mais mulheres em seus conselhos, o mesmo acontece entre as listadas nos níveis mais altos de governança da B3. Já quando analisamos considerando a receita líquida das companhias, é possível notar que empresas que apresentam melhores práticas de governança tendem a ter mais diversidade”, explicou o sócio sênior da Korn Ferry, Jorge Maluf.

Participação de mulheres nos comitês

A pesquisa também considera a participação feminina nos comitês das empresas, apontando que 15% dos participantes são mulheres. A maior parcela de mulheres é percebida nos comitês de sustentabilidade, em que a porcentagem sobe para 30%, como é possível observar no gráfico abaixo.

Fonte: Korn Ferry
Fonte: Korn Ferry

Considerando apenas a participação no comitê de sustentabilidade, o estudo mostra que apenas 42% das mulheres recebam algum tipo de remuneração, enquanto 58% dos homens deste mesmo comitê são remunerados pela atuação.

Cemig SIM se prepara para receber aporte de R$ 1 bi para expansão

A Cemig SIM, empresa de soluções em energia do Grupo Cemig, receberá aportes de aproximadamente R$ 1 bilhão até 2025. Os recursos serão destinados ao desenvolvimento de novos projetos de fazendas solares – aproveitando as capacidades de engenharia já existentes – e às oportunidades de aquisição de ativos que alavanquem a oferta. Assim, após os investimentos, a expectativa é de ampliar a atual capacidade instalada para 275 MWp, o que representará uma forte expansão nos próximos quatro anos.

Dessa forma, a corporação ampliará sua atuação no mercado de forma significativa, alcançando uma posição ainda mais relevante na modalidade geração distribuída, em Minas Gerais. A perspectiva é de atingir um market share em torno dos 30%, com LAJIDA anual em R$ 170 milhões. “Nós acreditamos que o futuro do setor elétrico passa por um aumento do volume de recursos distribuídos e sistemas inteligentes. Portanto, é estratégico para a companhia fortalecer a atuação no segmento GD, ou energia solar por assinatura”, destaca o CEO da Cemig SIM, Danilo Gusmão. Hoje a empresa possui um parque de 11 fazendas solares em operação e prevê a entrada de outras 7 ainda no primeiro semestre deste ano.

Ele acrescenta que a empresa tem mantido um crescimento contínuo desde o seu lançamento, em outubro de 2019, direcionada por um plano institucional que tem como objetivo garantir uma atuação construtiva na criação de um modelo sustentável de geração distribuída, tanto do ponto de vista financeiro quanto regulatório. Ou seja, sem provocar desequilíbrios nos negócios regulados, porém permitindo o aproveitamento dos benefícios dessa tecnologia.

No seu processo de expansão, também aposta em alguns diferenciais competitivos, especialmente com relação à capacidade de comercialização. “O mercado GD é caracterizado por muitos agentes, mas a SIM seguirá com foco em Minas. Acreditamos na força da marca, que carrega a solidez e a credibilidade do Grupo Cemig, e, ainda, apresenta capilaridade no relacionamento com os clientes em todo estado”, completa o executivo.


Customer experience

Além disso, a Cemig SIM atua apoiada nos conceitos de modernidade e eficiência, principalmente com a implementação de uma cultura “customer centric”. A empresa estabeleceu um modelo comercial digitalizado e otimizado de atendimento, com estrutura enxuta e adoção de soluções digitais. Inicialmente, atuava apenas nos segmentos comercial (farmácias, padarias, lojas, fábricas, agências bancárias, supermercados, condomínios e empresas de diversos setores). Desde o mês passado, ampliou, com sucesso, o fornecimento para o público residencial, aplicável para consumo acima de 300 kWh.

Atualmente, a empresa tem em sua carteira cerca de três mil clientes de energia solar por assinatura, que já reduziram a emissão de duas toneladas de gás carbônico na atmosfera. “Com o investimento estratégico que se inicia agora, estamos confiantes de que a oferta de produtos e serviços da SIM é completa e proporciona maiores oportunidades comerciais de fidelização e relacionamentos de longo prazo para clientes com as mais variadas necessidades”, conclui Gusmão.

Samsung inicia parceria com SENAI-SP e abre inscrições para curso gratuito de codificação e programação para jovens

Jovens de São Paulo passam a contar com uma oportunidade de capacitação em tecnologia. A Samsung inicia parceria com o SENAI-SP e, por meio do Samsung Innovation Campus (SIC), programa global da companhia que proporciona e estimula habilidades e competências relacionadas a tecnologia e educação, oferece gratuitamente o Curso de Codificação e Programação. As inscrições vão até 6 de junho e podem ser feitas pelo site da Escola Senai Anchieta.

São 50 vagas destinadas a estudantes de 15 a 24 anos que moram na Grande São Paulo, estejam cursando o Ensino Médio técnico ou regular de escolas públicas e possuam computador, notebook, tablet ou celular e conexão à Internet. As aulas serão híbridas, ocorrendo tanto no formato online, no site do Samsung Innovation Campus, quanto presencialmente na Escola Senai Anchieta (que fica na Rua Gandavo, 550, na Vila Mariana, em São Paulo-SP), aproveitando as ferramentas oferecidas pelos laboratórios e seguindo todos os cuidados sanitários necessários para cumprimento das normas de distanciamento social, como espaçamento entre alunos e professores, produtos de desinfecção à disposição e a utilização obrigatória de equipamentos de proteção individual.

Não é necessário ter conhecimento prévio em tecnologia de informação e informática. Após a inscrição, serão enviados para o candidato, por e-mail, um questionário eletrônico, com perguntas de caráter eliminatório para quem não se enquadrar nos pré-requisitos, e uma proposta de redação, que será avaliada por professores do SENAI-SP para definir os escolhidos. A seleção também levará em conta a disponibilidade dos alunos em participar do curso durante cinco meses (entre junho e outubro), com dedicação estimada de 10 horas semanais.

No início de junho, serão anunciados os escolhidos. As aulas começam em 21 de junho e, até outubro, serão abordadas linguagens de programação Scratch e C, da ferramenta educacional Rurple/Python, da plataforma Arduino e conceitos básicos de solução de problemas com algoritmos (confira a grade de cursos abaixo), com orientação e acompanhamento do Laboratório de Sistemas Integráveis Tecnológico (LSI-TEC), que é dirigido por professores da Universidade de São Paulo (USP).

“O Samsung Innovation Campus promove a visão global de responsabilidade social da Samsung: Together for Tomorrow! Enabling People. Está no nosso DNA criar oportunidades e apresentar ferramentas de transformação social. Estamos muito felizes de anunciar a parceria com o SENAI, para oferecermos o Curso de Codificação e Programação e proporcionar novas possibilidades com uma formação qualificada de jovens para inserção no mercado de trabalho. Assim, a Samsung reforça o compromisso em atuar no ecossistema de inovação e tecnologia, detectando e indicando as novas tendências”, afirma Isabel Costa, Gerente de Cidadania Corporativa da Samsung Brasil.

O Samsung Innovation Campus é uma iniciativa global da Samsung que leva experiências a mais de 110 mil pessoas em 30 países e está no Brasil desde o ano passado. Além do Curso de Codificação e Programação (também denominado no programa como Coding and Programming, em inglês), é possível encontrar no site do SIC no Brasil – http://sicbrasil.org.br/ – módulos gratuitos e online para estudantes e professores do Ensino Fundamental, Médio e Técnico que estejam interessados em capacitação em Internet das Coisas (ou IoT, sigla do termo em inglês “Internet of Things”), com inscrições abertas a partir de 1 de junho.

SAMSUNG INNOVATION CAMPUS – CURSO DE CODIFICAÇÃO E PROGRAMAÇÃO

Inscrições: até 6 de junho pelo site da Escola Senai Anchieta.
Quem pode se inscrever: Estudantes de 15 a 24 anos que moram na região da Grande São Paulo e que estejam cursando Ensino Médio técnico ou regular em escolas públicas.
Investimento: Gratuito
Formato: Online, no site do Samsung Innovation Campus , e presencial na Escola Senai Anchieta (Rua Gandavo, 550 – Vila Mariana – São Paulo/SP)
Vagas: 50
Anúncio dos escolhidos: 14 de junho de 2021
Início das aulas: 21 de junho de 2021
Término das aulas: Outubro de 2021
Duração do curso: 5 meses
Dedicação estimada: 10h por semana
Grade de cursos:

1) Scratch – Princípios Fundamentais – Criatividade, Expressividade, Lógica Básica – Aplicação de programação em vários contextos

2) Rurple – Desenvolvimento de habilidades de solução de problemas em condições limitadas

3) Linguagem C – Pensamento Estrutural – Princípios de Computação – Algoritmos

4) Arduíno – Aumento da capacidade de solução de problemas com uso de programação e componentes eletrônicos

5) Conceitos básicos de Solução de Problemas com Algoritmos