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Economia Brasileira ensaia recuperação, diz CEMAP FGV

Com base em indicadores disponíveis até dia 14 de novembro de 2019, o Centro de Macroeconomia Aplicada ( (CEMAP) da FGV EESP estima que o crescimento do PIB do terceiro trimestre de 2019 em comparação com o segundo trimestre, já ajustado sazonalmente, deve ser de 0,4%. Se este resultado se confirmar, a economia brasileira apresentará o segundo trimestre de crescimento positivo, mas ainda sem grande aceleração do ritmo de expansão.

A aceleração deve ficar para o último trimestre de 2019 garantindo uma taxa anual próxima a 1%. Os valores detalhados podem ser vistos na Tabela 1. A previsão de crescimento está um pouco acima da mediana do Boletim Focus com dados até o dia 08 de novembro de 2019 que era de 0,92%.

Se a previsão feita neste documento se confirmar, o ano de 2019 será de baixo crescimento econômico no qual
o PIB per capita permanecerá praticamente estável. O monitoramento do último trimestre será bem importante
para nos dar respostas em relação a uma possível retomada da atividade em 2020. O afrouxamento da política
monetária brasileira pode começar a gerar efeitos positivos sobre a atividade, melhorando a perspectiva para 2020.

Na figura 1, apresenta-se a evolução da taxa de crescimento do PIB em relação ao trimestre imediatamente
anterior e a evolução da taxa do trimestre comparada com o mesmo período do ano anterior. Na figura 2 mostra
a evolução esperada para o crescimento acumulado em quatro trimestres.

Breve descrição do modelo:

O modelo desenvolvido no CEMAP permite apresentar estimativas de nowcast para o Produto Interno Bruto Brasileiro (PIB). Com base numa ampla gama de indicadores disponíveis, o modelo desenvolvido permite estimar o que está acontecendo na economia brasileira em tempo real, além de permitir projetar a tendência para os próximos trimestres. O modelo construído baseia-se em técnicas de nowcast que utilizam frequências múltiplas. Os dados que têm alta correlação com o Produto Interno Bruto e estão disponíveis, em geral, antes da publicação do indicador que é feita com quase 3 meses de defasagem. Os dados coletados contém indicadores de atividade doméstica como a Pesquisa Industrial Mensal, indicadores monetários, indicadores de atividade externa, consumo de energia elétrica entre outros. Técnicas de seleção de modelos são aplicadas para escolher os melhores indicadores para a construção da estimativa e da projeção para cada período que se deseja avaliar. O indicador de nowcastganha mais precisão quanto mais próximo do final trimestre estiver a base de indicadores, dado que o conjunto de informações vai se tornando mais completo. Também após final do trimestre é possível fornecer um indicador de postcast, ou seja, o trimestre já terminou mas o PIB ainda não foi divulgado. Como indicadores posteriores ao trimestre já estão disponíveis, é possível utilizá-los também para estimar qual será o valor a ser divulgado.

O que é um Bitcoin?

Mesmo que você não saiba o que é uma criptomoeda, já pode ter ouvido falar sobre o Bitcoin , a principal criptomoeda do mundo. O Bitcoin é a primeira moeda virtual e nasceu após a crise mundial de 2008. Ao contrário das tradicionais, não é emitida por nenhum governo e nem controlado por nenhum Banco Central.

Assim como qualquer outra moeda digital, ela é criptografada e tem circulação global – e com a mesma cotação em todos os países do mundo. Tudo isso sem que haja um órgão regulador capaz de definir sua forma de flutuação e seu valor de mercado.

“Quem quiser adquirir a criptomoeda terá que pagar o que o mercado estabelecer. Como a relação entre demanda e oferta é que dita as regras de preços, quanto menor for a oferta maior tende a ser a demanda e ainda mais elevado deverá ser o preço”, explica Daniel Coquieri, COO da BitcoinTrade, uma corretora de moedas virtuais inteiramente voltada para o mercado brasileiro, com objetivo de facilitar e expandir o modelo no país.

De acordo com o especialista, o limite de unidades é característica comum dos criptoativos, por uma razão simples: cada moeda digital tem uma codificação única.

Como o Bitcoin pode ser usado?

Na prática, é possível usar o bitcoin para realizar reserva de dinheiro, fazer operações de compra e venda e transferências. O primeiro ponto é que quem adquire a moeda aposta na sua valorização ao longo do tempo, o que a coloca como um instrumento para aumento de patrimônio do investidor.

Há a possibilidade de utilização, de fato, do Bitcoin em transações de compra e venda junto a empresas e instituições que aceitam pagamento em moeda virtual. Além disso, existe a transferência de valores entre contas.

“Para quem ainda quer entrar nesse mercado, a ideia é se antecipar. Mais de 80% da quantidade de Bitcoins já está distribuída. Isso quer dizer que restam apenas 20% do total de unidades possíveis”, recomenda Coquieri.

Segundo o COO da BitcoinTrade, os preços desse ativo tendem a se manter em expansão, no longo prazo, por conta do aumento da procura frente à oferta limitada de unidades. “É por isso que mesmo em cenário de desvalorização, o interesse em comprar Bitcoin continua, o que indica que vale a pena preservar o investimento no longo prazo”, ressalta Coquieri.

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Monitoramento contínuo dos algoritmos é a chave para uma IA eficiente, diz KPMG

O estudo da KPMG chamado “Controlando a Inteligência Artificial” (do original em inglês, Controlling AI) elencou os principais pilares para a implementação de uma ferramenta de inteligência artificial confiável. De acordo com a pesquisa, integridade do algoritmo, resiliência, explicabilidade, ética e responsabilidade são as âncoras de confiança para a aquisição e implantação desse tipo de recurso de forma eficiente. Segundo os pontos de confiabilidade elencados pela publicação, para garantir a segurança da tecnologia é necessário, principalmente, o monitoramento contínuo dos algoritmos.

De acordo com um dos pilares elencados no estudo, a explicabilidade, compreender os motivos pelos quais um modelo de IA fez uma previsão e ser capaz de explicá-los são essenciais para confiar no sistema. No que diz respeito à ética e responsabilidade, a pesquisa apontou que a utilização de ferramentas para monitoramento contínuo e governança são iniciativas fundamentais para ajudar a garantir modelos treinados e algoritmos justos. Já no item sobre integridade do algoritmo, durante as inspeções de monitoramento do recurso é importante assegurar de que não há alterações que possam comprometer o objetivo ou a intenção original da tecnologia. Por fim, no item sobre resiliência, o estudo mostrou que o principal o objetivo destes processos é garantir que todos os componentes utilizados na IA estejam adequadamente protegidos.

Para o sócio de Inteligência Artificial e Cognitivo da KPMG no Brasil, Frank Meylan, a utilização das âncoras de confiança na implementação e monitoramento da Inteligência Artificial em uma empresa é importante para garantir confiança e transparência.

“Esses pilares ajudam a impulsionar a melhor adoção da IA em todas as organizações, e na sociedade em geral, e ainda podem evitar prejuízos futuros. O custo de se introduzir uma ferramenta de inteligência artificial errada vai além de questões financeiras como perda de receita e multas por problemas de conformidade. Essa falha pode afetar até a reputação da empresa, a marca e trazer preocupações éticas. Para evitar isso, é preciso definir e seguir padrões de confiança e segurança que garantam a qualidade da tecnologia implementada”, analisa.

Hábitos de consumo da geração Z representam oportunidade para transformar compras a bordo

A geração Z, formada por aqueles que nasceram entre 1997 e 2012, é composta por jovens que deixam os gastos de viagens para a última hora, o que representa uma oportunidade para que as companhias aéreas revolucionem as compras online a bordo e repensem a receita da jornada do cliente. Uma nova pesquisa da London School of Economics and Political Science (LSE) encomendada pela Inmarsat Aviation sugere que até 2028, os passageiros da Geração Z gastarão, em média, US$ 26 em compras de viagem durante o voo.

A previsão é que a geração Z se torne na próxima década o maior grupo de passageiros das companhias aéreas em todo o mundo, com 1,2 bilhão de viagens aéreas por ano até 2028, segundo estimativas da Inmarsat Aviation. A LSE calcula que esse grupo de consumidores gaste atualmente US$ 3,6 bilhões em itens e serviços nas semanas que antecedem uma viagem e na chegada ao seu destino. Essas conclusões chamam a atenção para uma oportunidade real para que as companhias aéreas transformem os gastos a bordo e ganhem uma parcela da receita com um novo modelo de vendas online que atendam o hábito de “tudo na última hora” dos “passageiros digitais” de hoje.

O estudo analisou as decisões de compra tomadas durante as três fases principais da jornada do cliente antes de uma viagem de férias: mais de uma semana antes, nos dias anteriores e na chegada ao destino. A conclusão é que a geração Z é a mais provável de todas a adiar a compra de produtos e serviços para a viagem até os dias que antecedem o voo.

Embora hoje em dia, segundo dados da Inmarsat Aviation, somente um em cada dez passageiros faça uma compra livre de impostos a bordo quando viajam de avião, existe uma oportunidade concreta para que as companhias aéreas monetizem a tendência crescente dos gastos de última hora. De acordo com a LSE, 70% dos passageiros das gerações Y e Z dizem que adiariam as providências para sua viagem até o dia do voo em si, se houvesse uma conexão Wi-Fi confiável a bordo e se a infraestrutura de entrega necessária estivesse bem finalizada.

Alexander Grous, autor da pesquisa, e PhD. do Departamento de Mídia e Comunicação da LSE, afirma: “Por terem crescido em um mundo digital com a conectividade na ponta dos dedos, na maioria das vezes a Geração Z toma decisões de última hora quando se trata de planejamento e preparação de viagens. Essa mudança de comportamento significa uma excelente oportunidade para as companhias aéreas estabelecerem parcerias inovadoras com varejistas globais e locais que ampliem as possibilidades de gastos a bordo”.

Por sua vez, Philip Balaam, Presidente da Inmarsat Aviation, ressalta: “Se os passageiros trocarem os canais tradicionais de compras por gastos em voo, como aparentemente acontecerá na próxima década, as implicações para as companhias aéreas e varejistas serão enormes. Podemos estar à beira de uma mudança de gastos com viagens, muito parecida com a migração das compras offline para online que vimos acontecer na última década”.

Dominic Walters, Vice Presidente de Comunicação e Estratégia de Marketing da Inmarsat Aviation destaca: “O desenvolvimento de uma infraestrutura conectada construída para gastos a bordo será uma vantagem tanto para as companhias aéreas como para os passageiros, dando a estas empresas a chance de cativar uma fatia da receita atualmente gasta em outros lugares na jornada do cliente, economizando tempo valioso para os passageiros, antes e depois do voo. Esta é, de fato, esta é uma revolução que está pronta para acontecer, com as companhias aéreas de todo o mundo já ampliando suas ofertas de conectividade e uma tendência crescente de gastos de última hora entre os grupos de passageiros mais jovens”.

Tecnologia e home office: os grandes aliados do trabalho no século 21

Por Paulo Sierra, diretor geral da Poly no Brasil

A tecnologia é o grande aliado do século 21. É possível observar inúmeros benefícios, como a possibilidade de estreitar relacionamentos, aprofundar conhecimentos e integrar, cada vez mais, pessoas e serviços. É com essa premissa que o termo ‘Transformação Digital’ vem sendo frequentemente atrelado ao cenário corporativo.

A tecnologia impacta diversos aspectos na vida e rotina das pessoas, e não seria diferente com o modo como os profissionais trabalham. Dentre as muitas possibilidades, uma das mais exploradas pelas empresas é a flexibilidade nas relações de trabalho – principalmente o home office.

Uma pesquisa do Ibope de 2019 aponta que o número de pessoas trabalhando remotamente, pelo menos em parte da carga horário de trabalho, cresceu muito nos últimos três anos e já representa mais de 20% dos profissionais brasileiros. A Frost & Sullivan confirma que o novo cenário atinge a região toda e constatou que 25% dos trabalhadores da América Latina já praticam o trabalho remoto.

Atualmente, muitas empresas já entendem que essa possibilidade provoca aspectos positivos palpáveis, como o aumento de produtividade do funcionário e a redução de custos para aa organizações, por exemplo. Com essa movimentação, existem ferramentas aliadas, que auxiliam em todo o processo e oferecem ao usuário uma experiência tão positiva como seria se ele estivesse dentro do escritório.

Vídeocolaboração e recursos de real connect – integração de dispositivos com os principais canais de comunicação, como Skype for Business, Zoom, Microsoft Teams e Outlook – tornam as conversas mais naturais e transparentes, parecidas com a interação face a face, colaborando para um melhor entendimento e uma experiência real. Dessa forma, a empresa se torna mais maleável diante de situações inesperadas, como dias de greves, manifestações nas ruas e dificuldades com o deslocamento devido ao trânsito crescente nas grandes cidades.

Ou seja, a transformação digital é sobre a adaptação da cultura do negócio e da maneira como ele opera para trabalhar com as novas tecnologias. O mercado mudou e os ambientes de trabalho acompanharam. O negócio mudou e as pessoas também mudaram. Se conectar virou necessidade básica e locais de trabalho podem ser a própria casa, coworkings, escritórios fixos, ou, quem sabe, uma pousada à beira mar.

A transformação digital começa pela transformação de mentes. As regras que foram seguidas nos últimos anos podem não ser adequadas para os próximos e é preciso ficar de olho nisso. Afinal, a mudança está acontecendo nesse momento.

Superlista Black Friday: confira os produtos com maior potencial de vendas para seu negócio

Em época de Black Friday, não são só os clientes que precisam se preparar para as compras. Segundo estimativas da Ebit/Nielsen, a data deve registrar mais de 10 milhões de pedidos online e movimentar quase R$ 3,5 bilhões nos e-commerces do país. Essa demanda, cada vez maior, exige planejamento dos comerciantes para gerar um lucro satisfatório durante o período. Pensando nisso, o Olist, startup que ajuda varejistas a aumentarem suas vendas ao gerar liquidez de estoque, fez um levantamento que aponta 200 produtos com alto potencial de vendas na Black Friday 2019.

Os itens são divididos em categorias de consoles, games, eletrodomésticos, eletrônicos, computadores, eletroportáteis, entre outros, e os preços médios de compra variam entre R$ 50 e R$ 2.900,00.

“Desenvolvemos essa lista com o objetivo de auxiliar os varejistas que estão buscando alavancar seus ganhos na Black Friday. O Olist já ajuda mais de 7 mil lojistas em todo o país a vender produtos online, com simplicidade e eficiência. A criação da ‘superlista’ vai facilitar o planejamento dos comerciantes nesta data”, conta Alinne Sanmartin, head da área de growth do Olist.

Entre os principais produtos citados na categoria de “consoles e games”, “eletrodomésticos”, “eletrônicos”, “eletroportáteis”, “Informática e Acessórios”, “telefones”, estão:

Consoles e Games

▪ Acessório Controle Dual Shock 3 Preto Ps3 — Sony;
▪ Console Xbox One S 1Tb All – Digital Edition – Minecraft, Sea Of Thieves –
Forza Horizon3;
▪ Console Xbox One S 1Tb Branco — Microsoft;
▪ Console Xbox One S 1Tb Com 2 Controles Branco — Microsoft;
▪ Console Xbox One S Microsoft 1Tb 4K 2 Controles Branco — Bivolt;
▪ Console Xbox One X 1Tb 4K;
▪ Controle Com Fio Xbox 360 Pc Computador 2 Metros Cabo Usb X-Box
Notebook;

Eletrodomésticos

▪ Cooktop 5 Bocas Atlas Agile Acendimento Super Automático Bivolt
46182084;
▪ Cooktop 5 Queimadores e Mesa Em Vidro Temperado Preto (Gc70V)
Bivolt;
▪ Depurador De Ar De80X 5~6 Bocas Inox – Electrolux 220V;
▪ Fogão Consul 5 Bocas Cor Inox Com Mesa De Vidro E Trempe De Ferro
Fundido;
▪ Forno Microondas Electrolux Mi41S 31 Litros — Silver;
▪ Frigobar Midea Cod Mrc06B1 – 45L 127V;
▪ Lava E Seca Lg Prime Touch Aço Escovado 9Kg 110V – Wd9Ep;

Eletrônicos

▪ Blitzwolf Fye7 Tws Fone De Ouvido Bluetooth 5.0 Heavy Bass, Stereo,
Chamadas Bilaterais;
▪ Caixa De Som Bluetooth Portátil Preto Go 2 JBL;
▪ Caixa De Som Portátil Jbl Box Go 2 – 3W Rms – Vermelho, Bluetooth, À
Prova D’Água;
▪ Fone De Ouvido Blitzwolf Bw-Fye5 Bluetoothv5.0 Estéreo Sem Fio
Recarregável;
▪ Lâmpada Espiã Infravermelho Led Wifi Hd Panorâmica V380;
▪ Monitor Smart Tv Led 24 Lg 24Tl520S Conversor Digital Hdm Usb;
▪ Rádio Relógio Digital Alarme Despertador Painel De Led Multilaser Sp288;

Eletroportáteis

▪ Ferro A Vapor Easyspeed Plus 1400W Ri2047/22 Philips Walita;
▪ Filtro De Água Electrolux Pe11B E Pe11X;
▪ Forno Elétrico Philco 46L;
▪ Fritadeira Multifuncional Sem Óleo Perfect Fryer Frt531;
▪ Liq Power Max 1000W Pto;
▪ Marmita Elétrica Pratic Bivolt Aquecimento A Vapor – Pmr191 Lenoxx;

Informática e Acessórios

▪ Cartão De Memória Sd 64Gb Sandisk Ultra Class10;
▪ Google Chromecast 3;
▪ Gravador E Leitor Externo De Dvd/Cd Slim Dell Dw316 Preto;
▪ Hd Externo 2Tb Portátil – Preto – Usb 3.0;
▪ Impressora Hp Deskjet Ink Advantage11151;
▪ Multifuncional Epson Tanque De Tinta L3150 – Wireless Ecotank –
C11Cg86302;

Telefone
▪ Apple Watch Series 3 Gps Cinza De Alumínio Com Pulseira Esportiva Cinza
– 42 Mm;
▪ Celular Lg B220 Dual – Desbloqueado — Preto;
▪ Fone De Ouvido Xiaomi Redmi Airdots Bluetooth — Preto;
▪ Kit Completo Ring Light Com Tripé Dimmer Youtuber Selfie Pro;
▪ Moto E5 — Grafite.

“Segundo um levantamento do Zoom, 95% dos consumidores pretendem realizar compras durante a o evento. A ideia é que os lojistas aproveitem esse momento para oferecer produtos que são atrativos a esse público”, explica Alinne.

Para ter acesso a lista completa, basta acessar o link: http://download.olist.com/material-superlista-black-friday-2019-blog.

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Como conscientizar os colaboradores em relação à nova carteira de trabalho digital?

A carteira de trabalho digital entrou em vigor há pouco mais de um mês e, de acordo com a Marzars – auditoria e consultoria empresarial, a nova tecnologia gerou dúvidas entre os trabalhadores brasileiros. A principal preocupação é se todas as obrigações trabalhistas serão respeitadas.

“A equipe de Recursos Humanos das companhias deve realizar ações de conscientização junto aos colaboradores. É importante informar que a plataforma é segura e, sim, todos os direitos trabalhistas serão cumpridos. Como agora tudo pode ser feito de forma digital, alguns profissionais acham que, se não for registrado na carteira física, poderá levar um ‘golpe’”, afirma Juliana Melo, gerente sênior da área de BPO da Mazars.

Juliana ainda acrescenta que ter os dados trabalhistas no aplicativo é um benefício para o colaborador. “Com as informações digitais ele não corre o risco de perder nada. Já a carteira física, pode ser perdida e, quando isso acontece, é preciso correr atrás de todas as empresas na qual a pessoa trabalhou”.

Para os empregadores, a desburocratização e o ganho de tempo são vantagens fundamentais para o dia a dia. “Em um processo de admissão, 30% do tempo era perdido com esse trâmite para se preencher uma única carteira de trabalho. Quando falamos de uma grande empresa, com 80 mil colaboradores, por exemplo, o tempo para atualizar as carteiras era ainda maior. Como agora todas as informações lançadas no eSocial migram de forma automática para a carteira digital, a otimização de tempo é muito grande”, ressalta Juliana.

Como funciona a nova carteira digital de trabalho

As empresas, para adotarem todo o processo digital, devem usar o eSocial, pois todo o registro das informações será feito por ele. Os trabalhadores podem habilitar o documento pelo site http://www.gov.br/trabalho ou baixar o aplicativo Carteira de Trabalho Digital e acompanhar todas as anotações.

O governo receberá todas as informações relativas aos trabalhadores de forma unificada: os vínculos empregatícios, as contribuições previdenciárias e folhas de pagamentos.

Kimberly-Clark anuncia Viviane Cury como Vice-Presidente de Recursos Humanos para a América Latina

A Kimberly-Clark anunciou recentemente Viviane Cury como Vice-Presidente de Recursos Humanos para a América Latina. Cury, que ingressou na Kimberly-Clark em 2004, é responsável por impulsionar estratégias transformadoras de cultura e talento, incluindo desenvolvimento de liderança, diversidade e inclusão, eficácia organizacional e iniciativas de engajamento para 15 mil funcionários em 15 países.

“Este é um momento de muito orgulho para nós da Kimberly-Clark por darmos as boas-vindas à Viviane nessa posição estratégica de liderança em nossa organização. Estou confiante de que sua experiência e perspectivas nos ajudarão a continuar criando uma força de trabalho engajada e inclusiva, na qual os funcionários possam evoluir em suas carreiras e alcançar todo o seu potencial”, disse Sergio Cruz, Presidente da Kimberly-Clark para a América Latina.

Viviane tem 20 anos de experiência diversificada em recursos humanos ao longo de várias disciplinas, incluindo treinamento e desenvolvimento, recrutamento, gerenciamento de desempenho, relações com funcionários e como parceiro estratégico de negócios de RH. A executiva atuou como Diretora Sênior de RH na região andina (Peru, Bolívia, Colômbia, Equador e Venezuela) por 3 anos e meio, sendo responsável pela estratégia Go-TO-Market e implementou uma cultura de alto desempenho com impacto direto na identidade da empresa, engajamento e resultados de negócios.

Como Diretora de RH para Funções de Suporte, Viviane liderou mudanças estruturais em áreas globais como Marketing, Inovação, Comunicação, Estratégia e Jurídico durante o processo de reestruturação global da Kimberly-Clark. Além disso, ela ajudou a aumentar o número de mulheres e profissionais de minorias em áreas globais nos Estados Unidos. Por exemplo, na área Jurídica Global, o número de mulheres nos cargos de Diretoria ou acima disso aumentou mais de 30% e hoje representa quase 50% dessas posições. Considerando os talentos minoritários no mesmo nível de posição, o aumento também foi de cerca de 50%.

Ela também desenvolveu soluções flexíveis e criativas no ambiente de trabalho e estratégias de talento, como a implementação do programa Global Performance Management (GPM) no Brasil, que ajudou a empresa a se posicionar entre as 10 Melhores Empresas para Trabalhar no país por mais de 10 anos. Cury também atuou como líder de recursos humanos em várias das transformações funcionais globais e de negócios da empresa. Ao longo de sua carreira, Cury atuou em posições locais, sub-regionais e globais e viveu no Brasil, Colômbia e Estados Unidos. Antes de unir-se à Kimberly-Clark, atuou em diversas funções de recursos humanos no Banco Zogbi e na Arapuã Comercial.

Volvo Car Brasil avança na eletrificação de sua linha e deve instalar 500 postos de recarga no país

Comprometida com o futuro da mobilidade elétrica, a Volvo Car Brasil dá um passo importante em sua estratégia de operação sustentável. Após anunciar um plano global ambicioso com drástica redução da pegada de carbono por carro, a fabricante sueca vai promover a instalação de 500 pontos para recarga de modelos híbridos e elétricos plug-in no país, mudando a forma de fazer negócios ao construir uma nova estratégia para o segmento no setor automotivo.

“Acreditamos que ainda existem barreiras para a compra de um carro eletrificado. Por isso, nossa estratégia de instalação de eletropostos contribui de maneira significativa para a infraestrutura do Brasil e para a indústria automotiva, além de dar mais confiança para que o consumidor adquira com mais tranquilidade um veículo eletrificado”, afirma Luis Rezende, presidente da Volvo Car Brasil e head de América Latina.

Como parte de sua estratégia, a fabricante sueca firmou importantes parceiras com o grupo GPA, rede Iguatemi, redes de estacionamento Estapar, Autovagas e PareBem, além da incorporadora Idea! Zarvos e a sua própria rede de 36 concessionários, somando um investimento de R$ 5 milhões para implantação dessa estrutura.

Com a capilaridade dessas empresas, a Volvo Car Brasil quer garantir uma estrutura ampla de recarga em perímetro urbano, nas principais cidades do país, com presença principalmente em estabelecimentos de média e longa permanência, que permitirão ao usuário a realização de uma carga total em seu veículo plug-in.

Quando a empresa começou seu o projeto, a infraestrutura de recarga no Brasil contava com 125 postos. Com seu esforço para instalação dos pontos e o avanço das parcerias, a rede de recarga hoje foi duplicada. O próximo passo é chegar a 500 vagas instaladas. Assim, na cidade de São Paulo, por exemplo, as pessoas encontrarão um eletroposto Volvo em uma média de 9,7 km distantes um do outro.

Desde já, o cliente da marca que deseja encontrar o eletroposto mais próximo para sua recarga pode acionar o Volvo on Call ao toque de um botão dentro do seu carro, usando o serviço de conveniência e segurança, disponível em todos os veículos da marca.

Para 2020, a marca estuda também a ampliação de sua estratégia para áreas mais afastadas, com inovações em serviços e produtos de eletrificação para continuar transformando a indústria.

Fabricante referência em veículos híbridos plug-in

Até o mês de outubro, 6.015 carros híbridos e elétricos foram vendidos no mercado nacional por 14 montadoras. A Volvo é uma das que oferece a mais ampla gama de modelos eletrificados, sendo a única a contar com uma versão híbrida em quase todos os modelos de seu portfólio – a versão híbrida plug-in do XC40 chegará no primeiro trimestre de 2020. Em 2021, 100% da gama de produtos da marca será eletrificada.

Isso se reflete em seus resultados. Nos dez primeiros meses do ano, a fabricante comercializou 884 unidades de carros híbridos plug-in, na qual é líder no segmento premium (contra 136 carros no mesmo período do ano passado, um crescimento de 650%). Em outubro, essa condição foi reforçada com a venda de 135 unidades, compostas pelos utilitários esportivos XC90 e XC60, além dos sedãs S90 e o recém-lançado S60, todos equipados com o motor T8, de 407 hp.

A Volvo Car Brasil vai fechar 2019 com 22% de vendas de seu portfólio eletrificado. Essa porcentagem chegará a 40% no ano que vem, o que significa 4 mil veículos eletrificados da marca, ajudado pelo lançamento do SUV XC40 híbrido plug-in no primeiro trimestre.

Globalmente, a Volvo Cars espera vender, até 2025, 1 milhão de veículos eletrificados. Metade desse volume será de carros totalmente elétricos. Os outros 50% virão dos híbridos plug-in. Ela foi a primeira montadora de automóveis a se comprometer com a eletrificação total e a eliminação progressiva de veículos movidos apenas por um motor de combustão interna. A partir deste ano, todo novo Volvo lançado será eletrificado. A marca também se comprometeu a lançar um novo carro elétrico por ano nos próximos cinco anos.

Estratégia global de sustentabilidade

O futuro da Volvo é elétrico, por isso a ofensiva de lançamento de veículos eletrificados. Essa estratégia é parte de um dos planos de sustentabilidade mais ambiciosos da indústria automotiva. Anunciada no mês passado, prevê a redução de 40% da pegada de carbono por carro em 2025 quando comparado a 2018.

Este é o primeiro passo tangível para o propósito da Volvo Cars de se tornar uma empresa neutra em relação ao clima em toda a sua cadeia de operações até 2040, alinhado ao acordo climático global de Paris de 2015, que busca limitar o aquecimento global a 1,5 graus Celsius. Isso inclui as seguintes ambições:

• 50% de redução em emissões de carbono na sua linha de produtos;

• 25% de redução por carro em emissões de carbono na cadeia de suprimentos;

• 25% de redução por carro em emissões de carbono na operação, desde a fabricação do modelo e também na operação logística.

“Estamos transformando nossa companhia por meio de ações concretas, não de compromissos simbólicos”, disse Håkan Samuelsson, CEO global da empresa. “Portanto, na Volvo Cars, abordaremos aquilo que controlamos, que são nossas operações e as emissões de nossos carros. E abordaremos o que podemos influenciar, convidando nossos fornecedores e o setor de energia a se juntarem a nós na busca de um futuro neutro em termos de clima”.

Guilherme Horn chega ao Banco Votorantim e assume nova Diretoria de Estratégia Digital e Inovação

O Banco Votorantim, quinto maior banco privado brasileiro em ativos, anuncia a chegada de Guilherme Horn como Diretor de Estratégia Digital e Inovação. Mestre em Administração de Empresas pela PUC-RJ, Doutor em Ciências Empresariais na UMSA, na Argentina, e com especialização pelo MIT, Horn assume a missão de conduzir a estratégia digital e liderar o BVx, hub de inovação e venture capital do Banco Votorantim.

“O Guilherme Horn é um parceiro de longa data e sua bagagem e referência em inovação e tecnologia no mercado financeiro impulsionará ainda mais à transformação e alavancagem de nossos negócios, reforçando a nossa posição como o banco mais conectado ao ecossistema de fintechs e startups”, afirma Gabriel Ferreira, CEO do Banco Votorantim.

Apaixonado por tecnologia, Guilherme Horn é um dos maiores especialistas no país em serviços financeiros digitais, segmento onde as fintechs têm conquistado relevância crescente. Antes de chegar ao Banco Votorantim, Horn era membro do Conselho de Administração do Banco do Brasil e de outras organizações, entre elas ABFintechs e Anjos do Brasil, além de mentor da Endeavor. Nos últimos cinco anos, foi diretor Executivo de Inovação da Accenture para a América Latina.

“O grande desafio dos bancos é o customer centricity verdadeiro, aquele em que o banco se coloca do lado do cliente. Nesse sentido, chego para impulsionar ainda mais a estratégia já adotada pelo Banco Votorantim de usar as tecnologias emergentes e colaborar com as startups para reduzir as ineficiências do setor e resolver as dores dos usuários”, diz Guilherme Horn.

O Banco Votorantim já conta com mais de 15 parcerias que são referências nos mercados que atuam, como Neon, GuiaBolso, Dr.Consulta e PraValer. Além disso, o Banco ainda possui um fundo de Corporate VC para investimentos e é cotista em dois outros fundos: BRStartups, em parceria com a Microsoft, e Monashees. A chegada de Guilherme Horn também tem o objetivo de fomentar a cultura de inovação e empreendedorismo em toda a organização.

BVx

Junto à chegada de Guilherme Horn, o Banco Votorantim lança o BVx, sua unidade de negócio dedicada para se conectar com novos parceiros, testar novas tecnologias e avançar na experiência do cliente dentro do seu laboratório de inovação.

“Com a força e o reconhecimento dentro do sistema financeiro brasileiro, o Banco Votorantim é flexível e ágil, aberto para os novos desafios que o setor enfrenta com a chegada das fintechs, que estão revolucionando a forma como as pessoas lidam com os serviços financeiros”, diz Guilherme Horn.

O BVx surge para conectar os motores de transformação do Banco Votorantim, multiplicar conhecimentos e, assim, otimizar os esforços de inovação que já existem. Os novos negócios respondem por grande parte da agenda estratégica da instituição, conduzindo a transformação digital nos processos do banco e, principalmente, se conectando com fintechs, seja por meio de parcerias ou com investimentos.

“Tenho certeza que temos o time mais bem preparado para lidar com o fenômeno das fintechs, além de uma moderna tecnologia que nos permite integrações em tempo recorde, como foi com a Neon, que se tornou um case no setor financeiro brasileiro”, ressalta Gabriel Ferreira.

Robert Half aponta 10 habilidades comportamentais em alta em 2020

Para garantir a empregabilidade, os profissionais do futuro devem combinar familiaridade com as inovações tecnológicas, habilidades comportamentais e capacidade analítica. Isso porque a transformação digital e os avanços da tecnologia em todas as áreas e indústrias têm aumentado a competitividade das empresas, a disputa por vagas de trabalho e a exigência do aprendizado contínuo.

De acordo, com levantamento da Robert Half, a tendência é de que, até 2022, as habilidades mais demandadas na contratação de profissionais sejam: visão de negócio (opinião de 51% dos líderes), pensamento estratégico (48%), liderança (48%) e capacidade de adaptação (42%).

“Em função desta disputa, é fundamental que os profissionais cuidem não apenas da capacitação técnica, mas também desenvolvam as habilidades comportamentais, participando proativamente de grupos de trabalho, buscando agregar mais valor para a função que executam, para a área, negócios e para a empresa como um todo”, aponta Fernando Mantovani, diretor geral da Robert Half.

Com base no Guia Salarial 2020, a Robert Half destaca as 10 habilidades comportamentais mais desejadas pelas empresas:

1) Boa comunicação:

O que é: a habilidade de se comunicar bem é a chave para profissionais trabalharem de forma integrada ao negócio. É essencial que eles possam traduzir questões técnicas de suas áreas para diferentes públicos, desde o corpo operacional até o CEO da empresa, além do público externo. Comunicação eficiente também é uma das bases para ser um bom gestor.

2) Bom relacionamento interpessoal

O que é: essa é uma habilidade essencial, já que o profissional precisa transitar por várias áreas. Para que haja uma interação entre os departamentos, os colaboradores de diferentes setores precisam se relacionar bem. Equipes sintonizadas nos objetivos organizacionais se relacionam harmoniosamente para atingir bons resultados nas suas áreas e na companhia, como um todo.

3) Dinamismo

O que é: colaboradores dinâmicos têm a capacidade de raciocínio rápido e conseguem fazer mais tarefas de forma mais rápida e ágil do que os demais. Isso potencializa sua produtividade e os seus resultados. Esta capacidade de administrar várias demandas simultaneamente é um grande diferencial competitivo, ainda mais numa era onde tudo acontece de forma veloz e as empresas precisam conquistar maior eficiência operacional e aprender a fazer mais com menos.

4) Domínio do idioma inglês

O que é: parece um assunto repetitivo, mas a maioria dos profissionais ainda não dominam uma segunda língua. Falar inglês é essencial, pois as empresas estão cada vez mais conectadas globalmente e o profissional que souber falar ou entender outro idioma, além de expandir seu conhecimento, poderá melhorar seu cargo ou salário.

5) Flexibilidade

O que é: bons profissionais sabem que as circunstâncias mudam rapidamente e é preciso ter capacidade para se adaptar na mesma velocidade. É importante não ter medo de mudar de rumo e também aprender como tirar vantagem de uma situação que parece perdida.

6) Hands on (mão na massa)

O que é: esse é o profissional que bota a mão na massa, faz junto e se aprofunda nas atividades. Sua mente é aberta para absorver novos conhecimentos. Ser produtivo e participar da execução dos trabalhos é a melhor forma para potencializar suas entregas para benefício de toda a equipe.

7) Orientado a resultados

O que é: é a capacidade que um profissional tem para focar na concretização dos objetivos da empresa e, assim, garantir que os resultados sejam alcançados conforme o esperado. Também possibilita impulsionar o crescimento de outros profissionais da equipe, pois o conhecimento partilhado contribui com os resultados a serem alcançados pela toda a organização.

8) Perfil multidisciplinar

O que é: é um profissional híbrido que aplica conhecimentos de outras áreas no setor em que é especialista, mesmo que não seja necessariamente sua formação. Ele tem uma visão sistêmica do negócio e busca conhecimento por conta própria, em cursos livres, especializações, palestras e workshops, por exemplo.

9) Senso de dono

O que é: hoje as empresas buscam profissionais que abracem os projetos com responsabilidade e a motivação de um empreendedor. É preciso ter postura ativa para apresentar soluções que possam viabilizar ou facilitar o exercício da atividade e, principalmente, expandir os negócios junto com a empresa.

10) Visão de negócio

O que é: ter uma consciência clara da direção para onde a empresa está indo é essencial para ser bem-sucedido. A visão clara do futuro vem junto com a habilidade de tomar as medidas necessárias para chegar lá. É necessário ver além do negócio, mas esse é um exercício complexo e envolvente. Esses profissionais combinam uma forte determinação com o desejo de crescer.

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Black Friday 2019 terá pico de vendas às 11h, segundo a Braspag

Segundo análise realizada pela Braspag – empresa do grupo Cielo e líder em soluções de pagamento para e-commerce na América Latina – o pico de vendas da Black Friday deste ano deve ocorrer por volta das 11h. A empresa também afirma que deverá registrar 57% de crescimento no número de transações na Black Friday 2019 em relação ao ano anterior.

Para auxiliar na conversão de vendas e prevenção a fraudes, a Braspag, em parceria com a Cybersource – empresa da Visa focada em gerenciamento de fraudes e pagamentos online – está oferecendo um serviço especial de revisão manual das transações que requerem uma análise mais profunda para seus clientes. Ao invés de ocorrer em até 12h como usual, as transações são analisadas em até 4 horas, o que ajuda na estratégia de vendas e aumenta a conversão. A revisão é feita via sistema, por meio de APIs. A equipe também avalia outras formas de ataques comuns de épocas promocionais, como esvaziamento de estoques, a fim de evitá-los. Além disso, a Braspag conta com a certificação PCI 3.2 em todos os seus produtos, o que garante adesão às normas internacionais de segurança. A empresa também está participando da revisão da versão 4.0 da certificação, que deverá entrar em vigor a partir de 2021. A Braspag é o único gateway brasileiro integrante do conselho consultivo do PCI Security Standards Council.

“Estamos nos preparando há mais de três meses para a Black Friday, data mais importante do e-commerce brasileiro. Além da oferta para elevar a conversão e segurança, realizamos diversos testes em nossos sistemas para prevenir quaisquer eventualidades”, explica o diretor comercial da Braspag,José Carlos Vianna (Zeca). “O nosso ambiente, que já é robusto e elástico, permite adaptação em questão de minutos mesmo para um aumento de transações 5 ou 6 vezes em relação ao número normal. Nosso sistema e equipe estão completamente preparados para esta Black Friday que deve superar significativamente as vendas dos anos anteriores, conclui Zeca.

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Fofocas, palavrões e discussões políticas são algumas das situações que mais incomodam os profissionais no escritório, revela estudo

O ambiente de trabalho mudou muito. Há dez anos, as empresas promoviam “casual fridays”, ou seja, permitiram que, às sextas, os funcionários vestissem jeans e outras roupas menos formais. Hoje, em muitas empresas, o time pode se vestir como quiser – em qualquer dia da semana. Essa mudança faz parte da estratégia das empresas para atrair os millennials e a geração Z, que atualmente constituem cerca de 40% da força de trabalho.

Mas essa mudança não é apenas estética, é também interna – é o que revela a Workplace Boundaries Report de 2019, pesquisa realizada em julho deste ano pela plataforma de ensino online Udemy com mais de 1.000 profissionais americanos com 18 anos ou mais. Por causa das redes sociais e dos escritórios abertos, os profissionais da atualidade se sentem pressionados a compartilhar mais das suas vidas com os seus colegas – mas nem todo mundo parece gostar da informalidade dos tempos atuais.

Algumas das situações que atualmente mais incomodam os profissionais no ambiente de trabalho, segundo o estudo, são muitas fofocas, palavrões e discussões políticas. Os números são os seguintes: mais de 45% dos profissionais acham que os colegas de trabalho fofocam demais no escritório; mais de 30% se sentem incomodados quando os colegas falam muitos palavrões; e quase 40% acham desconfortável falar de política no trabalho (ainda mais em tempos tão polarizados).

A pesquisa também mostra dados interessantes sobre a comunicação entre os colegas de trabalho. Por exemplo, mais de 40% dos entrevistados afirma já ter testemunhado bullying no escritório e mais de 35% acha os colegas informais demais em conversas ou mensagens de trabalho. Outra parte do estudo trata exclusivamente dos gerentes – e revela que quase 60% deles se sentem pressionados a trabalhar durante o horário de almoço.

O estudo conclui que é preciso esclarecer o que é um comportamento adequado no ambiente de trabalho – e que o que é adequado num escritório pode não ser no outro. Para isso, o diálogo sobre o assunto nas empresas deve ser incentivado pelas pessoas que ocupam cargos de liderança. Assim, os colaboradores tendem a ficar mais felizes e produtivos – e o turnover tende a cair.

“O jeito de trabalhar e de se relacionar no trabalho mudou drasticamente, não restam dúvidas. Atualmente, quatro gerações compõem a força de trabalho e cada uma delas pode ter uma visão diferente do que é apropriado e do que não é. As empresas devem ter consciência dessas diferenças e fazer de tudo para que as pessoas se sintam à vontade no ambiente de trabalho”, diz Sergio Agudo, diretor de negócios da Udemy para a América Latina. “Para isso, é preciso que os gerentes e as suas equipes façam reuniões regulares sobre o tema.”

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Danone recebe inscrições até 21 de novembro para Programa de Trainee da área de Vendas

A Danone tem como missão levar a saúde por meio da alimentação ao maior número de pessoas. Para isso, a companhia conta com uma equipe de Danoners motivada e busca sempre promover a Diversidade Inclusiva em seus processos de seleção, apoiando e criando ambientes nos quais todos possam expressar suas singularidades com orgulho no peito.

Reforçando este compromisso, a Danone recebe inscrições em seu programa de Trainee da área de Vendas, na divisão de Lácteos e bebidas à base vegetal, até o dia 21 de novembro. São 5 vagas, distribuídas entre as regiões Nordeste, Sudeste e Sul, e os candidatos de todo o país podem concorrer independente do curso, faculdade ou idade.

Como nos demais processos de seleção feitos recentemente pela companhia, a prioridade é encontrar pessoas que tenham maior sintonia com a Danone e com a vaga, além de se identificarem com o propósito e as causas da companhia. para valorizar cada vez mais o potencial do candidato e incentivar um processo imparcial, barrando pré-conceitos ao desestimular que os gestores tenham contato com informações como idade, gênero, endereço, curso ou instituição de ensino. Para saber os pré-requesitos necessários basta acessar o link abaixo.

“Buscamos profissionais inovadores, conectados, engajados e inclusivos! Para nós, ter vontade de se desenvolver e encarar grandes desafios estão entre os principais quesitos”, afirma Andrea Zitune, Gerente Executiva de Talentos da Danone.

Os trainees da área de Vendas, da divisão de Lácteos e bebidas à base vegetal, passarão por diferentes setores e atuações dentro da área e poderão aprender na prática a desenvolver uma visão global e estratégica dos negócios da Danone. “Queremos prepará-los, por meio de um desenvolvimento estruturado, para assumir lideranças. Para essa vaga é preciso gostar de lidar com pessoas, se interessar pela área de vendas – que entrega uma rotina diferenciada, com viagens, por exemplo”, explica Carlos Martin, Diretor de Vendas da divisão Lácteos e bebidas à base vegetal.

“É uma prioridade garantir que nossos produtos cheguem de forma correta e assertiva para os nossos consumidores, é preciso garantir a boa execução no PDV, por isso temos esse programa voltado especificamente para a área de Vendas”, completa.

CRONOGRAMA E INFORMAÇÕES DO PROGRAMA DE TRAINEE DE VENDAS 2020

– Inscrições e etapas online: até 21/11/2019
– Dinâmicas Online: 27/11/2019 a 29/11/2019
– Painel Presencial: 13/12/2019
– Início: 13/01/2020
– Para se candidatar, acesse: http://www.99jobs.com/danone/jobs/58891-programa-de-trainee-de-vendas-danone-2020#a

Estudo da IBM: líderes latino-americanos que valorizam a confiança nos dados estão posicionados para superar seus pares

A vigésima edição do estudo da IBM “Build Your Trust Advantage”, divulgado semestralmente, entrevistou cerca de 13,5 mil executivos globalmente para examinar como as empresas chegam a liderança de mercado, enfatizando a confiança na utilização e no intercâmbio de dados.

A pesquisa, conduzida pelo IBM Institute for Business Value (IBV) em cooperação com a Oxford Economics, entrevistou executivos C-level responsáveis por marcas líderes em 98 países e 20 indústrias em todo o mundo, incluindo a América Latina. O estudo mostrou que a liderança de mercado é alcançada com mais frequência quando uma organização estabelece um alto nível de confiança nos dados de seus clientes, em seus processos de negócios e com o ecossistema de parceiros.

Por meio de pesquisas quantitativas e qualitativas, ficou claro que havia um conjunto de líderes que se destacaram por entender que a transparência e a reciprocidade são ingredientes primordiais para ganhar a confiança do cliente, assim como gerar crescimento. Esses líderes aproveitam os dados para gerar confiança nos consumidores, criar uma cultura de tomada de decisão com base em dados, e frequentemente compartilham dados com parceiros do ecossistema sem abrir mão da vantagem competitiva. Também foi descoberto que esse grupo supera seus pares em inovação e gerenciamento de mudanças, assim como em crescimento de receita e lucratividade, oferecendo resultados 165% mais altos.

Esses líderes têm um profundo conhecimento de que construir confiança nos relacionamentos com os clientes é um imperativo estratégico e trabalham fortemente para conquistá-los e mantê-los. De fato:

• 82% dos líderes acreditam firmemente que os dados ajudam a criar uma vantagem
estratégica para fortalecer o nível de confiança do consumidor, bem como seus resultados.

• Os líderes também superam seus pares em 22% na capacidade de respeitar a privacidade dos dados dos clientes como uma vantagem competitiva central.

Isso é extremamente importante no momento em que os consumidores relatam mais preocupações do que nunca sobre a vontade de compartilhar informações pessoais. Um estudo relacionado da IBM sobre privacidade de dados constatou que 81% dos consumidores globais dizem que, no ano passado, se preocuparam mais com a forma como as empresas usam seus dados.

Felizmente, o mesmo estudo constatou que também há uma maior disposição de compartilhar informações com companhias que têm transparência em relação à utilização dos dados: 81% disseram que apoiam ativamente empresas que são transparentes sobre como usam seus dados e evitam fazer negócios com organizações que não o fazem. Como resultado, as companhias que conquistaram a confiança do cliente têm mais probabilidade de reter os dados que possuem. “As organizações líderes que colocam sua confiança no centro da maneira como usam os dados com seus clientes estão criando enormes oportunidades para obter maior sucesso”, disse Mark Foster, vice-presidente sênior de IBM Global Business Services.” As empresas de hoje precisam ser capazes de ganhar a confiança de seus clientes enquanto confiam nos dados de seus próprios processos e ecossistemas, ou eles rapidamente ficarão para trás de seus pares”.

Embora o estudo esteja concentrado na necessidade de transparência em como as empresas lidam com os dados dos clientes, também destaca a importância de confiar nos dados encontrados em uma organização. Foi descoberto que os líderes se esforçam para garantir que os dados dentro das suas próprias paredes sejam precisos e limpos, para que possam tirar proveito deles para tomar decisões mais bem informadas, como desenvolver novos modelos de negócios e entrar em mercados novos ou emergentes.

• Oito em cada dez líderes dizem que eles e seus colegas dependem muito de dados para melhorar a qualidade e a velocidade das decisões que tomam.

• 70% já usam os dados extensivamente para desenvolver novos modelos de negócios (112% a mais que seus pares), enquanto 66% já usam os dados para tomar decisões informadas ao entrar em novos mercados.

• Na América Latina, 14% dos entrevistados estão obtendo os maiores retornos com o uso dos seus dados e superam seus pares em crescimento de receita e lucratividade.

O estudo também revelou uma ênfase na importância da criação de ecossistemas confiáveis. Os dados que simplesmente permanecem dentro da organização têm mais probabilidade de se desviar do que de aumentar seu valor. As organizações líderes estão liberando seus dados e eliminando o risco de trocas de dados em um ecossistema compartilhado, permitindo que circulem amplamente, sem sacrificar a responsabilidade de garantir licenças e protegê-las. Esse comportamento continuará a crescer ao longo do tempo:

• 56% dos líderes já estão adquirindo e compartilhando dados amplamente com sua rede de parceiros e 85% esperam que suas redes de parceiros se expandam nos próximos anos.

• Os líderes esperam que a evolução das plataformas de negócios digitais exija uma nova abordagem para o compartilhamento de dados.

• 62% dos líderes já estão integrando novos modos de monetização em suas estratégias de dados.

Acesse os resultados completos do estudo aqui: http://ibm.co/c-suite-study

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Black Friday: sua empresa está preparada?

Falta pouco para uma das datas mais esperadas do varejo, a Black Friday, que nesse ano acontece no dia 29 de novembro. O evento, muito tradicional nos Estados Unidos, está cada vez mais popular no Brasil, desde que chegou por aqui, oficialmente, em 2010. De lá para cá, as vendas cresceram e para 2019, a Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), estima que o faturamento supere os 3,67 bilhões de reais, desempenho 5,8% acima do registrado em 2018.

Para aproveitar melhor essa data é preciso preparar o seu negócio e a Sage, empresa líder de mercado em soluções de gestão na nuvem, listou algumas dicas que vão garantir uma Black Friday rentável e sem inconvenientes. Confira abaixo:

Prepare o seu servidor

O primeiro passo é ter um planejamento de TI especialmente pensado para a Black Friday, com uma estimava do volume de dados que será trafegado na data. Isso vai garantir a estabilidade dos seus sistemas. Se os softwares de sua empresa estiverem hospedados na nuvem, alinhe com o fornecedor para que a estrutura seja escalável. Ou seja, a capacidade de processamento aumentará no momento de pico. Agora, se servidor está dentro de casa, vale a pena adquirir ou alugar mais máquinas para suportar esse período atípico.

Se esse cuidado não for tomado, a operação estará em risco. Por exemplo, se o site do e-commerce trava, os pedidos não são enviados para o ERP faturar, e sem a nota gerada, o sistema logístico não seguirá o seu fluxo de entrega para o consumidor. Resumindo, uma falha pode ocasionar um efeito cascata.

No varejo físico, se o servidor não é robusto o suficiente, o caixa para de operar e o resultado são vendas perdidas. Se o seu planejamento prevê um alto fluxo de clientes na loja, considere abrir mais um caixa.

Cuide da sua infraestrutura com antecedência

As suas integrações estão funcionando bem? A plataforma de e-commerce está performando direitinho? Seu software de frente de caixa está em perfeito funcionamento? O emissor de nota fiscal está se comunicando bem com o governo? O ERP e as demais soluções estão ok? Chame o seu de time de TI e/ou fornecedor para debaterem juntos sobre esses pontos e considere tudo o que pode dar errado, até as hipóteses mais remotas.

Caso precise abrir mais um caixa, pense no SAT (Sistema Autenticador e Transmissor de Cupons Fiscais Eletrônicos), na impressora fiscal, no TEF (Transferência Eletrônica de Fundos) e em todas as obrigações fiscais. Também vale considerar a contratação de mais uma licença de software, caso o seu atual não esteja na nuvem, e um suporte diferenciado para esse período.

Porém, as alterações na sua infraestrutura de TI precisam ser feitas com no máximo 15 dias de antecedência. Mudanças em cima da hora podem trazer riscos desnecessários. Na hora da loucura, com muitos acessos ao site ou diversos clientes entrando no seu estabelecimento, o que você menos precisa é ter que lidar com um erro de sistema desconhecido.

Prepare o pós-evento

A Black Friday é dia 29 e na sequência já vem o período do fechamento contábil. Isso significa que o seu time fiscal terá trabalho multiplicado, com a conclusão do mês e o grande volume de notas da data. Verifique se a equipe está pronta para auditar essas operações e conferir se todos os tributos e impostos foram recolhidos adequadamente. Um erro nessa fase, pode significar multa que vai impactar na sua rentabilidade.

Outra área que também terá uma demanda maior é o SAC. Os profissionais precisam estar preparados para atendimentos de pós-venda, entendendo quais foram os produtos mais vendidos e aptos para solucionar diversas solicitações. Aqui um treinamento prévio é uma boa alternativa.

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Vittude recebe aporte de R$ 4,5 milhões liderado pela Redpoint eventures

A Vittude, startup que auxilia empresas a cuidarem da saúde mental e do bem-estar dos colaboradores, acaba de receber um aporte de R$ 4,5 milhões liderado pelo fundo de investimento em venture capital Redpoint eventures. A rodada também contou com participação da Superjobs, venture capital focado em negócios de impacto e de saúde.

O investimento será utilizado na ampliação do Vittude Corporate, serviço centrado em empresas, cujo principal objetivo é auxiliar na saúde mental dos colaboradores das companhias, contribuindo para que gestores reduzam custos oriundos do adoecimento emocional dos funcionários, como o sinistro dos seguros saúde, absenteísmo, presenteísmo, turnover e a baixa produtividade.

Trata-se de um serviço inovador, que engaja cinco vezes mais os funcionários do que os tradicionais EAP (Programa de Assistência ao Colaborador). Normalmente, esses programas possuem baixo índice de utilização e os canais 0800 são utilizados com foco nos momentos de crise, não direcionando a atenção para a prevenção. Atuar apenas no emergencial não reduz os custos de saúde de forma eficiente e nem contribui para o atingimento de metas de negócio, afirma Tatiana Pimenta, CEO da Vittude.

Além disso, um recente estudo da KPMG mostra um ROI de quatro vezes para investimentos em saúde mental no ambiente de trabalho.

Fundada em 2016 por Tatiana e Everton Höpner, a Vittude já atende clientes em mais de 50 países. Atualmente, a plataforma possui cerca de 3.500 psicólogos cadastrados. Entre seus clientes, estão empresas como a Resultados Digitais, 99, Grupo Positivo e os escritórios de advocacia Trigueiro Fontes e Lobo de Rizzo.

Um dos pontos fortes da startup é a preocupação com a qualificação da base de psicólogos credenciados nela. Segundo os dois fundadores, que já tiveram depressão e burnout no passado, para um tratamento eficaz, é preciso um profissional experiente, bem preparado, que se mantenha sempre atualizado, fazendo terapia e supervisão. Por essa razão, a plataforma preza pela qualidade do serviço prestado aos clientes finais, os colaboradores.

De acordo com Romero Rodrigues, sócio da Redpoint eventures, no cenário atual, é cada vez mais necessário que as empresas invistam na saúde mental de seus colaboradores.

“Estamos há algum tempo estudando o mercado de mental health. Depois de analisarmos diversas startups, escolhemos a Vittude por entender que a empresa apresenta um posicionamento estratégico, primando pela qualidade dos psicólogos cadastrados em sua base. O maior ativo de uma corporação é a saúde mental do seu quadro de funcionários, e está cada vez mais claro para as empresas a necessidade da atenção ao cuidado com os aspectos emocionais da equipe.”

Adepto da psicoterapia desde 2007, quando era CEO do Buscapé, Romero considera a ferramenta muito importante no âmbito da gestão de pessoas, sobretudo para C-Levels, empreendedores, líderes, gestores e pessoas que trabalham com pressão por resultados e curto espaço de tempo para tomadas de decisões.

“A posição de CEO também possui um lado solitário. Fazer terapia contribui para o aumento do autoconhecimento e para o aprimoramento da leitura do ambiente ao redor”, afirma o sócio da Redpoint eventures, cujo fundo já investiu em startups como Gesto, Xerpa, Gympass, Rappi, Olist e Creditas.

Para Tatiana, CEO da Vittude, a rodada representa um marco importante na história da empresa. “O fato da Redpoint ter escolhido a Vittude entre outras startups do mercado é um atestado de credibilidade. É a confirmação de um trabalho bem feito, não somente pelo nosso time, como também pelos nossos psicólogos. Costumo dizer que os psicólogos Vittude são nossos maiores ativos e, por isso, temos muita atenção e cuidado com eles”, declara a fundadora.

A empresa, que já havia sido investida pela Vetor Editora, líder em psicometria e testes psicológicos no Brasil, pretende utilizar os recursos captados no Seed Round para ampliar o time de vendas e produtos. De olho no futuro, já estão pensando em ferramentas e escalas preditivas que possam antever o adoecimento, ajudando gestores médicos e de RH a tomarem decisões mais assertivas e eficientes.

Para saber mais, acesse: http://www.vittude.com/empresas.

Treinamentos disruptivos ganham espaço no mundo corporativo

Em vez de palestras e debates em grupos, ‘brincadeiras’ com blocos de montar, meditação e até um miniteatro com personagens Disney estão sendo usados nas empresas para treinar suas equipes. São os chamados treinamentos disruptivos, que vêm ganhando terreno no mundo corporativo.

De acordo com Janaína Rost, head da TackTMI, empresa de treinamento corporativo da multinacional de recursos humanos Gi Group, a adesão a estas novas técnicas vem crescendo no Brasil. “Nos últimos dois anos, a demanda por treinamentos do gênero aqui na TackTMI cresceu 60%”, diz.

A profissional destaca que o aprendizado do adulto ocorre muito pelas experiências e vivências, e esta conexão aumenta o seu engajamento. Além disso, hoje há consenso no ‘compartilhar’ para o conhecimento. Assim, estes métodos acabam oferecendo maior garantia sobre o ROI (Retorno do Investimento) e o RE (Retorno sobre a Expectativa) nas empresas.

Por isso, diferentemente dos treinamentos convencionais, os disruptivos não visam transmitir conhecimento e informações técnica. A modalidade trabalha a inteligência emocional, o potencial criativo e a empatia entre os colegas de equipe.

Segundo Janaína, as empresas que estão em busca de inovação, que estimulam suas equipes a pensar ‘fora da caixa’, buscando novas formas de fazer/resolver velhos problemas, são as que mais procuram por este tipo de treinamento. “É o caso, por exemplo, das fintechs, agências de propaganda e indústrias que passam por algum processo de ‘change management’”, explica.

A TackTMI oferece três modelos de workshops que alinham conteúdo e métodos disruptivos, são indicados para todos os níveis hierárquicos da organização e podem ser aplicados em grupos que variam de 10 a 100 pessoas:

Mindfulness – tem como base a meditação consciente e envolve técnicas de concentração para a autoconsciência e autorregulação dos pensamentos, comportamentos e emoções. Entre os benefícios estão o aumento do desempenho intelectual e potencial criativo, autoconfiança e manejo do estresse. É aplicável para desenvolver empatia, comunicação, relacionamento, além de organização e produtividade.

Poder de Encantar – O formato utiliza técnicas, padrões e inspirações do mundo Disney, com conteúdo normalmente usado para engajar os colaboradores da sua megaestrutura de entretenimento. O método visa estimular a integração e o trabalho em equipe, desperta a conscientização da importância do cuidado, zelo e superação nas funções e possibilita o encontro de soluções para desafios e problemas reais quando ao assunto é excelência em atendimento, serviço e qualidade.

Lego Serious Play – Consiste no uso dos blocos montáveis de brinquedo para estimular o raciocínio, a comunicação, resolução de problemas e tomada de decisões de maneira divertida. Divididos de forma individual e depois em grupos, os participantes utilizam as peças para materializar e construir ideias para organização, melhoria e soluções para uma situação/desafio de negócio. É ideal para busca de soluções com aplicações de estratégias em tempo real, porque aproveita a capacidade que o ser humano possui de imaginar, descrever e compreender uma situação presente, assim poderá iniciar mudanças, propor melhorias e, inclusive, criar algo radicalmente novo.

Janaína destaca ainda que, além de otimização da produtividade, resultados apresentados por empresas que já treinaram suas equipes com métodos disruptivos mostram melhoria real de reuniões sem foco, redução de custos operacionais, mais rapidez nas tomadas de decisão e, por vezes, reestruturação de práticas e processos.