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76% dos brasileiros interagem com marcas via WhatsApp, mostra pesquisa patrocinada pela Infobip

76% dos brasileiros já interagem com marcas via WhatsApp, aplicativo presente em 99% dos celulares no País. É o que a aponta a pesquisa “Panorama de Mensageria”, realizada pela Opinion Box e pelo portal Mobile Time, com patrocínio da Infobip, uma das maiores provedoras de serviços de comunicação do mundo.

“O WhatsApp é o aplicativo de mensageria mais popular do Brasil”, comenta Marcelo Ramos, Regional Manager South LATAM da Infobip. “A abertura da API deles chamou a atenção de muitas marcas, que passaram a utilizar o WhatsApp em campanhas de marketing ou como canal de suporte ao cliente.” A própria Infobip, como um dos brokers homologados pelo aplicativo no mundo, já aplicou a solução em empresas como Unilever e Reclame Aqui.

No Brasil, 77% dos usuários do WhatsApp se comunicam com marcas e empresas pelo aplicativo com objetivo para tirar dúvidas e pedir informações. Outros 65% querem receber suporte técnico, e 61% desejam receber promoções. Ressalte-se que é proibido o uso do WhatsApp para disparo de mensagens em massa para fins promocionais.

Finanças – Além disso, o levantamento indica que 61% dos usuários do app querem usá-lo para realizar pagamentos e transferência de dinheiro. Desses, 47% preferem gerenciar o dinheiro por meio de uma conta bancária virtual criada no próprio WhatsApp, 30% preferem transferir de suas contas tradicionais, e 23% optam pelo cartão de crédito. O lançamento do WhatsApp Payments, previsto para este ano, visa a atender esse público.

Demais aplicativos

Além do WhatsApp, o Panorama de Mensageria também avaliou o desempenho do Facebook Messenger, do Instagram e do Telegram no mercado brasileiro. O Messenger, por exemplo, está presente em 79% dos smartphones brasileiros, mas apenas 59% de sua base de usuários acessa o aplicativo todo dia ou quase todo dia. Por outro lado, cresceu o uso do Messenger para a publicação de stories – de 23% para 37% em seis meses. Essa é uma funcionalidade destacada tanto pelo aplicativo quanto pelo próprio Facebook, que a posiciona no topo da tela.

Além disso, os stories são uma funcionalidade bem conhecida do Instagram, que está presente em 76% dos smartphones brasileiros. Desses, 58% usam o app para trocar mensagens privadas, e, dentro desse grupo, dois em cada três entrevistados afirmam se comunicar com marcas por meio desse canal. Para 84%, as mensagens diretas no Instagram servem para tirar dúvidas sobre produtos e serviços; 75% gostam de receber promoções pelo canal e 69% compram produtos ali.

O Telegram, por sua vez, aumentou sua base de usuários. O aplicativo está presente em 27% dos celulares – 8% a mais do que em agosto do ano passado, quando foi realizado o último Panorama de Mensageria no Brasil. Por outro lado, a fidelização dos usuários não acompanhou o aumento da base: apenas 53% abrem o Telegram todos os dias.

SMS sobrevive

Ao contrário do que muitos previam, o SMS não foi extinto com a abertura da API do WhatsApp para uso corporativo. A pesquisa indica que o SMS é um canal que apresenta certa sazonalidade – sua frequência de uso aumenta em janeiro, mas cai em agosto. “O SMS ainda é muito utilizado pelos setores financeiro e varejista para envio de notificações aos consumidores. Por ser um canal barato e universal, o SMS acaba tendo um custo-benefício interessante”, analisa Ramos.

E mais: o que pode “salvar” o canal de vez é o Rich Communication Services (RCS), que funciona como um SMS mais moderno, capaz de carregar até mesmo imagens e vídeos. No Brasil, nem todas as operadoras adotaram o RCS, e ainda falta um modelo de negócios claro. Mesmo assim, as perspectivas são otimistas, de acordo com executivo.

Conclusões

Soberano no Brasil, o WhatsApp caminha para se tornar um superaplicativo, ainda mais se conseguir emplacar o WhatsApp Payments. “A única desvantagem que o WhatsApp tem em relação aos concorrentes é uma interface mais básica. A experiência do usuário no Facebook Messenger e no RCS é mais rica”, comenta Ramos. “Entretanto, essa pode ser uma estratégia do Facebook para diferenciar os dois canais.”

O fortalecimento de aplicativos de pagamento móvel, porém, pode dificultar a penetração do WhatsApp Payments no País, principalmente se a funcionalidade for implementada depois que o Banco Central regulamentar a questão dos pagamentos instantâneos. Mas, se chegar antes, é bem capaz que o WhatsApp tenha muito impacto no mercado por conta de sua enorme base de usuários ativos.

Repom tem vagas para analista de produtos e de business intelligence

A Edenred, líder mundial em soluções transacionais para empresas, comerciantes, e empregados, está com vagas abertas para seu escritório de Barueri (SP).

O processo seletivo conta com oportunidades para Repom, marca com foco em soluções de gestão e meios de pagamento de despesas de transporte rodoviário de cargas.

A demanda é por analista de business intelligence e analista de produtos, para atuação em Barueri. Os profissionais devem ter formação superior completa e conhecimento da respectiva área de atuação. Os interessados devem se candidatar ao processo seletivo pelo site: http://edenred.com.br/carreiras/.

Workshop Gratuito: Desafios dos Profissionais no Mercado de Trabalho na Era Digital

 

Os profissionais de TI em transição de carreira – ou em movimentação na mesma empresa, em novo cargo ou novos desafios internos ou externos na carreira -, fortemente impactados pelas mudanças no mercado de trabalho provocadas pela Era Digital, terão a oportunidade de debater os desafios na recolocação e capacitação continuada, e desenvolvimento ágil de produtos e serviços, além de dinâmicas em trabalho em equipes.

Para estes profissionais que precisam se reciclar constantemente será realizado o workshop gratuito: Desafios dos Profissionais no Mercado de Trabalho na Era Digital no dia 19 de março, das 08h30min às 12h30min, na sede da Sucesu-SP, em parceria com a AT-HOM by Altio (plataforma de gestão de home office para do profissional de TI), e OAT Solutions, especializada em melhoria de Processos e Tecnologia da Informação.

A atividade terá um painel sobre o mercado profissional e uma dinâmica de capacitação para mudanças ágeis com foco na transformação humana e também abordará a atenção que deve ser dada pelos profissionais à confidencialidade de suas informações pessoais nos currículos à luz da LGPD e como os RH devem atender esta demanda legal.

Na oportunidade serão apresentados os termos da parceria entre a Sucesu-SP e a OAT Solutions, que inclui programa de capacitação continuada — OAT Inside – que facilita o treinamento dos profissionais que atuam em TI, Desenvolvimento, Negócios, RH, DevOps, Scrum, Lean, Testes Ágeis, Business Agility, entre outras atividades de negócio.

Sem custos para os participantes, as inscrições podem ser feitas AQUI

Mandic Cloud Solutions reforça time executivo com novo diretor de negócios

A Mandic Cloud Solutions, especialista em gestão de cloud corporativo, anuncia Alexandre Martinez como seu novo diretor de negócios. O executivo, que possui mais de 30 anos de experiência nas áreas de tecnologia, segurança da informação, logística e vendas, acumulando passagens por grandes empresas, chega para apoiar o atual momento de transformação e crescimento acelerado no qual a Mandic Cloud está inserida, respondendo diretamente para Maurício Cascão, CEO da companhia.

“Estou muito feliz com esse novo desafio na minha carreira pois já passei por corporações de diversos portes e em diferentes áreas, então conheço bem as dores enquanto cliente. Em momentos decisivos – como mudança de go to market, modernização do ambiente, jornada digital dos negócios, crescimento acelerado, entre outros – toda companhia precisa de um parceiro especializado, que sustente a estabilidade e continuidade de suas operações. Tive a oportunidade de participar de projetos importantes como os citados acima, vivenciei suas etapas a partir das diferentes áreas nas quais atuei – TI, logística e vendas – e é com esse olhar, com o conhecimento do quão fundamental é o papel de um bom parceiro, que espero contribuir para a melhoria contínua das operações e soluções da Mandic Cloud”, afirma Martinez.

Trabalhando segundo a metodologia Mandic CIMS (Consultoria, Implantação, Migração e Sustentação), o time da empresa faz um estudo aprofundado do ambiente do cliente para entender qual a melhor nuvem – pública, híbrida ou privada – adotar. Após essa primeira etapa, tem início a migração de todas as aplicações e operações e, por fim, a equipe de serviços se encarrega pela sustentação do projeto.

Formado em Administração pela Universidade Anhembi Morumbi e com passagens pelas áreas de tecnologia, segurança, logística, serviços operacionais e vendas, Martinez atuou em companhias como Unilever, Dell, CPM, Etek, Agility, CYLK, entre outras. “Estou totalmente comprometido com esse novo desafio e espero, com a minha experiência e contando com todo o know how da equipe Mandic, contribuir com as estratégias de crescimento da companhia, garantindo engajamento dos times, satisfação dos clientes e abrindo novas oportunidades de negócios no mercado enterprise”, finaliza.

Romeu Amim é o novo líder de Alianças e Canais para Tecnologia e Aplicativos da Oracle Brasil

A Oracle Brasil anuncia a nova liderança da área. Desde janeiro deste ano, Romeu Amim terá papel fundamental na transformação dos negócios de nuvem e na condução local do programa de canais da empresa que acaba de ser modernizado – o OPN Modernized – que acelera a transição dos seus parceiros para a nuvem, impulsionando a experiência e resultados de negócios dos clientes.

Com uma carreira de mais de 27 anos no setor, Romeu tem ampla experiência em Serviços e já atuou na liderança de Vendas na IBM (Brasil e na América Latina). Formado em Ciência da Computação pela Universidade Federal Fluminense, o executivo também tem MBAs em Marketing pela Fundação Getúlio Vargas e Gestão Empresarial pela Fundação Dom Cabral.

Golpe com o código de verificação rouba contas do WhatsApp

O laboratório da ESET, empresa líder em detecção proativa de ameaças, analisou recentemente novas ameaças de ciberataques e golpes para evitar que usuários sejam enganados na internet.

O novo golpe é feito por meio do WhatsApp e tem o objetivo de sequestrar contas de usuários do aplicativo. Tudo começa com uma mensagem através do app ou de um SMS por meio do qual um contato (também vítima do golpe) menciona que, sem querer, um código de verificação de seis dígitos (que, supostamente, não era dirigido a ela) foi enviado para o seu telefone e solicita que a mensagem seja reenviada com o código.

Neste caso, como a vítima não solicitou a recuperação de nenhum código, pode pensar que a mensagem, de fato, foi enviada por um contato que precisa recuperar o acesso a sua conta. O que, na realidade, estão fazendo os criminosos por trás desse golpe é entregar o código de verificação para registrar sua conta de WhatsApp em outro dispositivo.

Uma vez que se reenvia a mensagem com o código de verificação de seis dígitos: o cibercriminoso registrará o WhatsApp em outro celular com a combinação numérica (o número telefônico aparece no cabeçalho da mensagem recebida), enquanto a vítima apenas verá em sua tela uma mensagem que a informa ter perdido o acesso à sua conta, ainda que momentaneamente.

Nestes casos, geralmente, o cibercriminoso ativa a verificação em duas etapas dentro do WhatsApp, fazendo com que o usuário original da conta não consiga recuperá-la.

“A educação é um ponto-chave para evitar cair em golpes, já que a conscientização permite que, ao conhecer os riscos, se tomem as medidas necessárias para evitar ser vítimas de golpes. Ironicamente, o recurso de dupla verificação que leva adiante o cibercriminoso é (se já estiver implementado) o melhor aliado que os usuários têm para evitar cair nesse tipo de golpe que busca tomar o controle do serviço de mensagem mais utilizado atualmente”, comenta Luis Lubeck, especialista em Segurança Informática da ESET na América Latina.

Para ativar o recurso, primeiro é necessário acessar os Ajustes na parte superior direita da tela do dispositivo.

Neste momento, o usuário deve escolher uma senha de seis dígitos, que será solicitada na próxima vez que queira registrar o WhatsApp em qualquer dispositivo. É possível que, por segurança, a aplicação solicite a senha, de tempos em tempos, para evitar leituras não autorizadas das mensagens.

“Desta forma, a conta fica protegida ao estar associada não apenas ao número telefônico que fez a instalação, mas também a uma chave numérica e a um e-mail. Com essas medidas adicionais, se por algum motivo o usuário entrega a chave de registro do WhatsApp, as outras camadas de segurança impediriam que um terceiro se registrasse em outro celular”, menciona Luis Lubeck.

“A verificação em duas etapas segue sendo o método mais seguro para evitar acessos não autorizados às contas. Este tipo de camada de segurança se encontram, atualmente, na maioria das redes sociais, assim como nos sistemas de e-mail mais utilizados”.

Como melhorar a comunicação entre empresa e colaboradores

Por André Franco

Uma boa comunicação dentro de uma empresa é essencial para um ambiente menos estressante e mais harmônico. De acordo com uma pesquisa realizada pela empresa Dynamic Signal , cerca de 80% de seus colaboradores que participaram do levantamento, disseram que a ausência de comunicação acarreta em um ambiente estressante de trabalho. E como exemplo disso, podemos perceber o alto índice de pessoas com problemas psicológicos e o surgimento de doenças relacionadas ao trabalho como a Síndrome de Burnout, identificada pela Organização Mundial da Saúde (OMS) recentemente.

Por isso, empresas que desejam se manter atualizadas precisam investir no serviço de comunicação interna para ontem. Mesmo porque, essa nova geração que tem chegado ao mercado de trabalho – conhecida como geração Z – não vai querer trabalhar em um local sem propósito. Mas você deve estar se perguntando o motivo da comunicação interna bem feita ser tão importante para as corporações.

Um líder, dependendo do tamanho da empresa, nem sempre vai ter acesso a todos os colaboradores e isso pode criar uma distância e um sentimento de falta de significância e pertencimento para os colaboradores. E quando falamos dessa geração atual, precisamos lembrar que são jovens que gostam de ser ouvidos e querem ajudar em tomadas de decisões, notando sua relevância na organização, além de estarem informados sobre o que acontece na companhia, e não apenas nos seus silos.

Nas empresas que não possuem canais modernos de comunicação ponta-a-ponta, o contato entre a liderança e os colaboradores operacionais, normalmente, acontece via ‘cascateamento de informação’, o que facilita o famoso telefone sem fio, alimentando ainda mais a “rádio-corredor”.

Como melhorar a comunicação e evitar esses problemas?

Para lidar com a nova geração citada acima, é preciso adaptar-se à forma que ela tem maior propensão de consumir informação e se engajar. Assim, o uso de tecnologia e formatos que se assemelham com redes sociais – que são muito usadas pelos jovens no Brasil – podem ser um ganha-ganha, pois além de atrair colaboradores, geram métricas de alcance, absorção e engajamento para os gestores. Isso porque, é um local criado apenas para essa comunicação da empresa, com uma linguagem mais informal, para chegar em colaboradores de todos os cargos. Nela é possível criar diálogos, informar novidades e até identificar quem são os influenciadores da sua equipe.

Com esse canal mais claro e mais efetivo do que comunicados em cartazes ou e-mails – que muitas vezes são ignorados pelos colaboradores – é possível que o setor de recursos humanos também comunique para todos os benefícios que a empresa lhes proporciona, pois muitos colaboradores nem sabem os benefícios que podem ter. Dessa forma, colaboradores alinhados com o propósito e engajados tornam-se embaixadores da marca, ou seja, falam bem da empresa para as pessoas externas pelos simples fato de sentir orgulho de pertencerem àquela equipe, impactando positivamente na reputação da empresa e, consequentemente, nos resultados do negócio. O mesmo podemos dizer sobre o aumento da lucratividade das empresas que têm colaboradores engajados. Um estudo do Gallup Institute de 2017 afirma que empresas cujos colaboradores são engajados tem 21% maior rentabilidade e seus colaboradores são 17% mais produtivos do que em empresas com baixos índices de engajamento.

Além disso, não basta apenas implementar boas campanhas de comunicação e se esquecer do fato de que é preciso mensurar sua eficácia. “Canais modernos proporcionam desde métricas de alcance da comunicação até o índice de absorção de campanhas internas em cada setor e localidade da empresa, em tempo real, possibilitando aos gestores identificarem falhas de comunicação e atuarem com agilidade. O resultado da melhoria de comunicação tem impacto direto no negócio, reduzindo turnover e aumentando a produtividade dos colaboradores.

Se você é um gestor de comunicação interna ou de pessoas, vai querer se atualizar ou ficar para trás das tendências de comunicação internas atuais?

André Franco, CEO do Dialog .ci, startup responsável por desenvolver uma ferramenta online para melhorar a comunicação e engajamento dentro das empresas

Women’s Meeting: Omie promove evento para estimular empreendedorismo feminino

No dia 05 de março, das 9h às 12h10, a Omie, plataforma de gestão em nuvem número um para PMEs, promove a quarta edição do Women’s Meeting com o objetivo de debater o empreendedorismo feminino no Brasil.

O encontro gratuito reúne temas que ajudam na compreensão da trajetória de mulheres que abriram negócios de sucesso, abordando a gestão de tempo da vida profissional, a importância do networking e das redes de apoio femininas, a relevância do marketing para os negócios e dicas para mulheres que desejam empreender. As inscrições podem ser feitas por meio do link.

O evento conta com a participação de Alessandra Montuori, empresária no segmento de moda; Carla Nunes, criadora da marca Beleza Negra; e Sol Santos, empresária e especialista em comportamento e desenvolvimento humano.

“A essência da marca é levar prosperidade para PMEs, isso significa, também, debater, mostrar cases inspiradores e estimular o crescimento de quem ainda está no começo da caminhada. Somos parceiros e trabalhamos para que desde o começo da jornada, nossas empreendedoras tenham as melhores ferramentas sejam tecnológicas ou de conhecimento”, afirma Ana Meneguini, diretora de marketing da Omie.

Dados da pesquisa Global Entrepreneurship Monitor, produzida pelo Sebrae, apontam o aumento do público feminino no mercado de trabalho, assim como o número de mulheres que iniciaram seu próprio negócio. De acordo com o levantamento, no Brasil existem 24 milhões de empreendedoras, número que fica pouco atrás dos homens, que totalizam 25 milhões.

Entre as principais motivações para o empreendedorismo feminino estão a necessidade de uma fonte de renda adicional, de independência financeira e de flexibilidade de horários devido à dificuldade de conciliar o tempo de trabalho com o da família.

Conhecimento e feira de negócios

Para complementar a programação do Woman’s Meeting, seis empreendedoras de segmentos diferentes serão indicadas por colaboradores da Omie para participarem de uma feira de vendas que acontece das 12h às 14h na sede da empresa.

Com objetivo de incentivar os negócios, de capacitar mulheres e de fomentar o empreendedorismo feminino, a Omie oferece às indicadas um treinamento completo ministrado pela área de Sucesso do Cliente para potencializar conhecimentos sobre gerenciamento de negócios e otimização de resultados. Além disso, cada uma também recebe estruturas personalizadas para a venda de seus produtos durante a feira.

Evento gratuito

Data: 05/03/2020

Horário: Das 09h às 12h10

Local: Av. Jurubatuba, 460 – Brooklin, SP

Agrofy lança segmento de Insumos Agrícolas

A partir de março, os produtores rurais poderão contar com uma nova e importante categoria dentro da Agrofy: insumos, com a oferta de defensivos agrícolas, fertilizantes, biológicos e sementes. Com isso, o principal marketplace do agronegócio brasileiro, inicia mais uma etapa dentro do mercado e reforça sua participação no setor agro.

“Estamos dando mais um importante passo para consolidar a Agrofy como o maior marketplace da América Latina”, destaca Raphael Sant’Anna, country manager da Agrofy no Brasil. “A categoria de insumos é extremamente importante para os produtores rurais, que agora terão a sua disposição mais ofertas, e para as empresas, que encontram na Agrofy o seu braço digital”, completa.

Além de insumos, a Agrofy conta com outras 16 categorias: Máquinas e implementos agrícolas; Máquinas pesadas; Veículos; Peças de reposição; Infraestrutura; Ferramentas; Agricultura de precisão; Acessórios para veículos; Imóveis; Crédito, Financiamento; Serviços; Seguros; Máquinas industriais; Fazendas e Campos.

Avery Dennison acredita no futuro conectado e investe em nova fábrica no Brasil

A Avery Dennison está se preparando para o crescimento futuro da tecnologia de RFID, melhorando a eficiência dos processos e o relacionamento entre as marcas. Apenas alguns meses após assinar um acordo para a aquisição da divisão de transponders da multinacional Smartrac, a empresa anuncia a implantação da sua próxima fábrica de RFID (identificação por radiofrequência), a primeira no Brasil e a quinta no mundo. A nova fábrica será localizada em Vinhedo (SP) e sua inauguração deve acontecer em 2021.

Após a conclusão da aquisição da Smartrac, os negócios de RFID da Avery Dennison representarão uma plataforma global com mais de US$ 500 milhões em receita, oferecendo crescimento e lucratividade a longo prazo acima da média da empresa, através de um extenso portfólio de produtos.

A nova planta no Brasil fabricará uma ampla variedade de designs de inlays. A companhia tem parceria com as empresas Impinj e NXP para o desenvolvimento de etiquetas RFID de nível internacional e incorpora a mais recente tecnologia de chips em seus produtos. Em 2019, a Avery Dennison recebeu a certificação ARC de qualidade da Universidade de Auburn (http://rfid.auburn.edu/arcquality/), unindo-se à Smartrac como uma das duas únicas empresas certificadas globalmente. Além de todos os produtos estarem em conformidade com as normas e regulamentos globais do setor.

Como a maior fabricante de RFID UHF do mundo, a Avery Dennison oferece soluções para diversos setores da economia, desde o varejo de moda, beleza e alimentos, aos setores de saúde e aviação, entre outros. “Estamos muito orgulhosos em anunciar esse investimento no país, pois representa um passo importante para o crescimento da indústria 4.0 não só aqui, como também em toda a América do Sul. Tecnologia que, de forma comprovada, aumenta a precisão das informações relativas ao estoque, melhora a agilidade da cadeia de suprimentos e aumenta a visibilidade em todos os canais, além de possibilitar maior interação e engajamento com o consumidor”, afirma Ronaldo Mello, vice-presidente e gerente geral da Avery Dennison na América Latina. “Além do Brasil, a divisão de RFID da Avery Dennison possui uma fábrica no México, na América Latina”, acrescenta Mello.

Com tecnologia avançada para a produção de inlays de Identificação por Radiofrequência, a nova fábrica da Avery Dennison terá potencial para atender o crescimento do mercado, comprovado pelas recentes demandas por projetos em diversos segmentos, como as soluções fornecidas ao Grupo Boticário. “Acreditamos em um futuro em que todos os produtos terão identidade única e vida digitais com a habilidade de criar experiências de consumo mais ricas. Estamos comprometidos em desenvolver e expandir nosso negócio de Etiquetas Inteligentes para permitir essa visão em várias direções. Através de um sólido portfólio de soluções inteligentes de RFID, a nova unidade produtiva aumentará a velocidade e a entrega em toda a América do Sul, promovendo nossa visão de um mundo conectado”, disse Francisco Melo, vice-presidente e gerente geral de RFID da Avery Dennison.

Com tecnologia inédita no mundo, robô Snake promete aumentar produtividade da indústria automotiva

Com movimentos flexíveis, semelhantes ao de uma cobra, a tecnologia do robô Snake promete revolucionar a indústria automotiva. Diferentemente de outros robôs que, atualmente, operam na linha de montagem, ele é capaz de alcançar locais de difícil acesso em espaços restritos para desempenhar diferentes funções como inspeção de soldas, aplicação de selantes, pinturas e outros tipos de análises de vídeo, por meio de uma câmera instalada em sua extremidade.

O projeto é uma iniciativa da multinacional General Motors que buscou o modelo da EMBRAPII (Empresa Brasileira de Pesquisa e Inovação Industrial) para viabilizar a ideia. Ele foi desenvolvido por pesquisadores da Unidade EMBRAPII ISI Laser, em Joinville, Santa Catarina. O resultado chamou a atenção da GM americana e já gera interesse de investidores brasileiros.

Segundo o gerente de inovação da GM América do Sul, Carlos Sakuramoto, nesta concepção, o robô é uma solução global inédita. “Existem robôs snake no mundo, mas as características que desenvolvemos nesse projeto são únicas”, destaca. Segundo o executivo, o modelo, que tem a capacidade de ultrapassar obstáculo, poderá substituir até quatro robôs, dependendo da operação. Assim, ele representará economia no processo produtivo, com a redução de ciclos e de área de produção. A previsão é que até o meio do ano ele seja inserido para testes na linha de montagem.

Para o secretário de Empreendedorismo e Inovação do Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTIC), Paulo Alvim, o resultado de um projeto concreto que demonstra a integração entre institutos de pesquisas e empresas tem se mostrado positivo para o crescimento da industrial nacional. “A experiência deste projeto envolvendo Instituto Senai de Inovação (ISI), que é uma Unidade EMBRAPII, e a GM é uma ação significativa na área da indústria 4.0. Estamos caminhando para a inserção do setor produtivo em uma economia digital. Em paralelo, o processo garante geração de conhecimento, formação de recursos humanos, patentes, startups, ou seja, todo o conjunto que se espera desta interação em um ecossistema eficiente.”

Tecnologia nacional

O robô foi idealizado com uma concepção de modularidade, podendo possuir mais ou menos eixos a depender da funcionalidade requerida. Ele se caracteriza pela agilidade e flexibilidade nas suas operações e sua versatilidade garante que ele possa atuar, além da indústria automotiva, na inspeção de máquinas e equipamentos da indústria aeronáutica, petróleo e gás.

De acordo com o diretor de planejamento e gestão da EMBRAPII, José Luis Gordon, não há nada igual no mundo com esta tecnologia de Ferramentaria 4.0 e, além dos avanços para a indústria, o incentivo à inovação, por meio deste projeto, possibilita benefícios para alunos de mestrado e doutorado que participam deste trabalho de desenvolvimento. “O projeto é uma demanda do setor produtivo, sendo realizado aqui no Brasil por uma empresa de grande porte, ou seja, o país está se tornando referência em tecnologias de Manufatura 4.0”, destaca. “Além disso, é interessante que pesquisadores, que são alunos em formação, muitos estão começando abrir startups, ou seja, gera também uma oportunidade para novos negócios.”

Memed recebe aporte de R$ 20 milhões dos fundos DNA Capital e Redpoint eventures

A Memed, líder no mercado em prescrição médica digital, acaba de receber uma nova rodada de investimentos (Série B), conduzida pela DNA Capital, em conjunto com a Redpoint eventures , fundo de investimento em venture capital focado em startups de tecnologia. O aporte de R﹩ 20 milhões vem para impulsionar a transformação do tradicional cenário de receitas médicas manuscritas em receitas 100% digitais e inteligentes, garantindo segurança e modernidade para médicos, pacientes e farmácias.

A empresa, uma das primeiras healthtechs do Brasil, já contava com investimentos de alguns dos principais fundos de venture capital da região, como a própria Redpoint eventures, Qualcomm Ventures e Monashees Capital. O novo aporte reforça o posicionamento da Memed como uma das principais companhias no mercado de tecnologia para o setor de saúde.

De acordo com Ricardo Moraes, CEO da Memed, o novo investimento vai contribuir para a transformação da receita médica da forma como é conhecida hoje. A visão da Memed é de criar um ecossistema através das prescrições digitais, permitindo que os pacientes saiam dos consultórios apenas com a versão digital das receitas e que possam comprar seus medicamentos online ou presencialmente, sem a necessidade de apresentar uma receita médica em papel e preocupar-se com possíveis erros ou dores de cabeça nesta jornada. Este processo traz mais segurança, inteligência, acesso a outras informações e até indicações de onde encontrar os melhores preços.

“O caminho que estamos trilhando é longo e só é possível chegar ao nosso objetivo com a ajuda dos melhores parceiros do mercado. Enxergamos na DNA Capital, juntamente com os sócios atuais, a oportunidade de somar um parceiro com grande experiência na área da saúde, abrindo novas portas e acelerando nosso plano de crescimento no mercado”, enfatiza Moraes.

Sobre a rodada

Na visão da DNA Capital, esta captação representa um importante passo na consolidação da Memed com principal plataforma para a transformação da experiência de prescrição médica. “Analisamos profundamente o mercado de prescrições digitais e ficamos impressionados com a qualidade e a visão dos empreendedores da Memed. Sua trajetória de inovação com certeza contribuirá muito para a sustentabilidade do setor”, afirma Pedro Bueno, sócio da DNA Capital.

Manoel Lemos, Managing Partner da Redpoint eventures, destaca que o seu fundo acompanha a Memed desde seu surgimento e participa de todas as rodadas de investimentos até hoje.

“Acreditamos muito na visão dos fundadores e na empresa que eles criaram. Estamos felizes em apoiar mais esta etapa desse ambicioso plano de eliminar o uso de papel na prescrição médica, acelerando a transformação do mercado de saúde, apoiando os médicos e melhorando a experiência de milhões de brasileiros”, complementa Lemos.

Assim como nas rodadas anteriores, a Memed segue independente na implementação de sua estratégia e passa a contar com mais um importante parceiro em sua base de investidores.

“A DNA Capital tem atuado globalmente em sua prática de venture capital e vê, neste investimento, uma grande oportunidade de transformar o mercado de saúde. Resolver os problemas relacionados à prescrição eletrônica de medicamentos e garantir que pacientes possam ter segurança em seus tratamentos é uma missão desafiadora e uma grande oportunidade. A Memed está impulsionando o setor de saúde para o futuro e queremos ajudá-la neste processo”, ressalta Luiz Henrique Noronha, sócio da DNA Capital.

Vindi divulga estudo inédito sobre o mercado de pagamentos recorrentes no Brasil

Vindi , uma das 25 startups mais desejadas do Brasil, segundo o Prêmio LinkedIn TOP Startups, acaba de divulgar um estudo inédito para entender o comportamento dos pagamentos recorrentes no Brasil em 2019. A pesquisa revela que este mercado cresceu 38,3% em número de transações e o método de pagamento mais utilizado foi o cartão de crédito (82%), seguido do boleto bancário (17,7%) e débito em conta, cartão de débito e carteira digital (0,03%). O levantamento contempla dados de 10,4 milhões de usuários de cartão de crédito hospedados na plataforma da Vindi, que representam 20% do total de cartões utilizados no país.

Em relação ao gasto médio dos brasileiros em datas comemorativas, em 2019, o maior número foi decorrente da comemoração do Dia dos Namorados (com ticket médio de R﹩173), seguido do Natal (média de R﹩140) e Dia dos Pais (média de R﹩133). A pesquisa aponta ainda que os segmentos que mais diminuíram a inadimplência foram: serviços (1º), educação (2º), clube de assinatura (3º) e fitness (4º).

Retentivas de pagamento e inadimplências

Em 2019, os clientes hospedados na plataforma da Vindi recuperaram 349.859 vendas, num total de R﹩ 53.834.886,15. As empresas conseguiram o retorno por meio de transações via retentativa simples – novas tentativas de cobrança – (59%), e-mail (27%) e painel administrativo (5%). Em relação ao valor recuperado, a maioria veio por e-mail (44,84%), seguido da retentativa simples (40,94%) e via painel administrativo (5,4%).

De acordo com o head de Marketing da Vindi, Efrain Corleto, contar com um sistema online que oferece diversos métodos de cobrança, pode ser um grande diferencial para as empresas em relação aos concorrentes. “Ao contrário do que alguns gestores ainda pensam, adotar um sistema de cobrança online não tem um custo alto, se considerarmos todas as vantagens geradas para o negócio como a redução de inadimplência, por exemplo”, afirma.

Transações por adquirente e bandeiras de cartões

As transações por adquirente – empresa que operacionaliza e efetua as transações financeiras em compras realizadas com cartão de crédito ou débito -, a Cielo (40,49%) foi a mais utilizada, seguida da Stone (23,56%), Global Payments (19,39%), Rede (9,84%) e Getnet (6,72%). Já as bandeiras de cartão mais utilizadas foram a Mastercard (58%), Visa (36,56%) e Elo (3,78%).

Acesse aqui o estudo completo Vindi Insights – Pagamentos Recorrentes em 2019.

Fábio Amigo é o novo Managing Director da Claranet Brasil

A Claranet Brasil , especialista em cloud computing e provedora de serviços gerenciados em TI, conhecida por possuir uma estreita relação com os principais parceiros tecnológicos do mercado nacional, como a Amazon Web Services, Google Cloud e Microsoft Azure, agora tem um novo novo Diretor Geral. Com mais de 20 anos de experiência em Negócios de TI e amplo conhecimento na área, Fábio Amigo foi o nomeado. Nos últimos 10 anos, Fábio atuou na TIVIT como Diretor de Portfólio & Go to Market, Cloud Consulting, Cloud Business Development, entre outras atividades. Também esteve presente em empresas como Banco Itaú, Capgemini (antiga CPM Braxis), entre outras empresas, sempre na área de tecnologia, inovação, produtos e vendas. Na Claranet Brasil, Fábio Amigo estará à frente da companhia e atuará no estreitamento do relacionamento com o mercado em um importante momento de consolidação dos planos de crescimento da empresa no mercado brasileiro.

A entrada de Fábio na Claranet é estratégica no comando da equipe atual no Brasil e visa atingir um crescimento agressivo para a empresa que já é a mais premiada dentro dos quadrantes ISG. A unidade da companhia no Brasil oferece serviços gerenciados e de consultoria, com atuações em projetos de Gestão, Migração, Consultoria, Big Data, AI, Machine Learning, ChatBots, DevOps, IoT, re-arquitetura e re-plataforma de workloads, entre outros serviços focados na agilidade, economia e segurança de dados das empresas na nuvem.

“Estou contente em fazer parte da equipe da Claranet Brasil, uma empresa global com forte histórico e know-how em um novo momento de atuação no mercado nacional. Estou confiante em contribuir nesta nova jornada e agregar à empresa os meus conhecimentos em Serviços Digitais e de Cloud Computing. Meu foco é trabalhar na aceleração de novos negócios e na consolidação do restante portfólio e demais serviços globais da Claranet no Brasil”, afirma o novo Diretor Geral.

“A Claranet está presente no Brasil desde 2016, onde tem ambições de forte crescimento. Operamos atualmente em 9 países oferecendo serviços gerenciados de TI. Acreditamos que o Brasil poderá se tornar um dos maiores países no nosso grupo. O fato de termos sido recentemente nomeados líderes em seis dos oito quadrantes do ISG Provider Lens™, no mercado de Cloud no Brasil, mostra que estamos no caminho certo. O Fábio Amigo é um executivo experiente, que irá liderar a Claranet Brasil para atingirmos nossos objetivos”, afirmou António Miguel Ferreira, responsável pela região da Ibéria e América Latina, no grupo Claranet.

Como a realidade aumentada impacta a jornada do consumidor?

Por Marcos Trinca

Ao longo dos últimos anos, podemos observar que a realidade aumentada (AR) vem sendo utilizada em diversos segmentos para gerar um engajamento e uma experiência diferenciada com quem consome um determinado produto. Para se ter uma ideia do potencial desse mercado, uma pesquisa da Goldman Sachs, grupo financeiro multinacional, estima que o uso da AR na experiência do cliente irá crescer a ponto de atingir o valor de US﹩ 80 bilhões até 2025.

Tudo isso está relacionado a mudança do comportamento do consumidor. Se pararmos para fazer uma análise, o jeito de comprar mudou muito nos últimos anos. Desde a chegada e consolidação do e-commerce nos anos 2000 e da popularização dos smartphones em 2010, comprar pela internet ficou muito mais fácil, seguro e prático.

Um levantamento feito em 2019 pela Isobar, agência global de transformação digital e criatividade do Grupo DAN, mostra que o conceito de realidade aumentada já é a chave para a transformação digital das empresas. Essa tecnologia está modificando a experiência de compra e aumentando sua autonomia durante esse processo. Seja por meio de um game, de uma ação promocional ou mesmo de um conteúdo detalhado sobre determinado produto, qualquer “sacada” é válida para que a marca esteja próxima do seu público oferecendo mais interatividade.

Uma das vantagens da tecnologia imersiva está ligada diretamente à inserção de objetos virtuais projetados no ambiente físico real. De forma instantânea e por meio do smartphone, é possível fazer simulações como um carro na garagem do consumidor, uma maquiagem aplicada no rosto, um objeto em algum cômodo da casa, uma cor de tinta aplicada na parede da casa e mesmo “brincar” com embalagens interativas que destravam filtros exclusivos nas redes sociais. Tudo isso estabelece uma ligação pessoal e estratégica com o público, proporcionando engajamento e proximidade.

Um exemplo disso é o projeto de filtro no Instagram lançado pela Eudora, marca do Grupo Boticário, que permite testar em tempo real cinco tons envolvendo o lançamento de batom matte. Por meio do filtro de AR foi possível salvar fotos e vídeos com a cor de preferência, postar e compartilhar na própria rede social ou em outras mídias. Esse é o tipo de jornada que gera interatividade e tem um alto impacto na hora de decidir o que comprar.

Em tempos de recursos digitais criativos e onde o consumidor é a palavra chave para o sucesso, o público precisa ser encantado e essa estratégia tem sido usada cada vez mais pelas marcas para performar melhor em vendas e criar um vínculo com seus consumidores cada vez mais assertivo.

Marcos Trinca, Head de XR da More Than Real

Desafios e perspectivas para a atuação na área de Recursos Humanos

Por Angelina Assis, Psicóloga e Gerente de Relacionamento do Grupo Soulan

O futuro da área de Recursos Humanos vem sendo amplamente debatido em nível global. Diversos seminários e grandes congressos realizados a cada ano discutem novas perspectivas, alçando os profissionais do setor a um lugar de destaque dentro da estratégia de crescimento das organizações.

Este merecido destaque chega depois de muitos anos, mas, como tudo na vida tem sempre dois lados, juntamente com o reconhecimento cresce o nível de exigência para quem trabalha com a gestão de pessoas.

Os novos desafios impostos aos profissionais da área são muitos e complexos. Destaco aqui os principais: pensar em como agilizar os negócios com a transformação digital; usar a inteligência de dados para apoiar a tomada de decisões; entender a dinâmica cultural da sociedade com o objetivo de contribuir e participar das mudanças no ambiente da organização; estudar a possibilidade de flexibilizar contratos de trabalhos de forma alinhada à reforma trabalhista — tudo isso entre muitas outras novidades impostas pela era digital, que demandarão rápido engajamento para a obtenção de vantagens.

Assim, aqueles que trabalham com gestão de pessoas precisam se atualizar continuamente sobre as transformações promovidas pela Indústria 4.0 e suas implicações cotidianas. As pessoas e a tecnologia estarão ainda mais interligadas, exigindo uma qualificação multidisciplinar para atender as novas demandas que estão surgindo.

Neste cenário, as cobranças sobre o profissional de Recursos Humanos só aumentam. Então, resta a ele desenvolver maiores habilidades tecnológicas e agir de forma mais estratégica e inovadora. E não é só: trabalhar bem em equipe e ter competências emocionais e sociais, além de visão holística para a tomada de decisão, são atributos diferenciadores.

Atualmente, os processos seletivos ganham velocidade e maior objetividade com o uso das plataformas digitais automatizadas e modeladas de acordo com as especificidades de cada vaga, exigindo grande cuidado e atenção dos RHs, seja no momento da divulgação da oportunidade, seja no processo seletivo — incluindo a análise de currículos, os testes técnicos, as ferramentas de avaliação comportamental e a entrevista de seleção — ou ainda nos processos admissionais e na integração de novos colaboradores.

A partir deste ano, minha aposta é que os principais requisitos para quem atua na área serão conhecimentos relacionados à integração entre o humano e o tecnológico (isso para quem não é nativo digital), e entre o individual e o coletivo. Quem dominar essas tendências certamente obterá sucesso, não só na sua própria carreira, mas também para as empresas em que atuam.

Em resumo, o que vai determinar o êxito ou não do gestor de RH é a educação continuada. Você atua na área e busca ter projeção profissional? Então se aprimore em ferramentas digitais, gestão de projetos, gestão da informação e desenvolvimento de habilidades comportamentais que envolvam inteligência emocional, criatividade, comunicação (inclusive com equipes remotas), flexibilidade e filosofia de integrador.

Reconhecendo essa necessidade de atualização, o mercado oferece hoje excelentes opções de aperfeiçoamento, e o melhor é que muitas delas podem ser realizadas on-line e em horários fora do expediente, de forma a não impactar produtividade e demandas.

Design Thinking, metodologia Agile Scrum, ATS (software de recrutamento), metodologia People Analitycs e ferramentas de avaliação comportamental on-line são alguns dos conhecimentos que podem ser obtidos com cursos que agregam muito ao dia a dia do profissional.

Já para quem está em fase de decidir sobre a carreira, minha recomendação é abrir a mente e pensar nas ótimas oportunidades que existem na área de RH, já que o setor tem conquistado voz ativa e influenciado muito a tomada de decisões dentro das empresas.

E eu não poderia deixar de ressaltar aqui que, neste segmento, é mandatório gostar de pessoas. Ter ótimos relacionamentos interpessoais e atuar de forma humanizada estimulam um ambiente de colaboração e contribuem para o sucesso de quem trabalha na área.

Não só o futuro do profissional de RH como toda a história do setor é sobre pessoas. Por isso, devemos ter sempre em mente que, mesmo em tempos em que falamos tanto de inteligência artificial e análise de dados, nada substitui o ser humano — e isso significa que o RH dificilmente perderá seu propósito e valor dentro das organizações.

Cinco tendências que moldarão o blockchain em 2020

O ano de 2019 foi decisivo para o blockchain. A tecnologia foi expandida para incluir organizações que trabalham juntas e, assim, converter rapidamente seu valor em resultados de negócios tangíveis para todo o ecossistema. Mas o que podemos esperar para 2020?

O IBM Institute of Business Value (IBV), por meio do seu Estudo de Economia Blockchain de 2019, realizou entrevistas com mais de 1.000 pessoas de negócios e tecnologia, e reuniu os cinco principais temas para 2020:

1. Surgirão modelos de governança pragmáticos

Com a maior adoção do blockchain, a governança se tornará um fator chave. No entanto, a criação de um modelo de governança no qual todos os participantes concordem pode ser um desafio. De fato, foi visto que 41% das organizações acreditam que a falta de padrões uniformes de governança entre parceiros é o desafio mais importante para avançar sua prova do conceito (PoC) de Blockchain ou ecossistema mínimo viável (MVE).

Em 2020, começaremos a ver novos modelos de governança que permitem que grandes e variados consórcios tratem da tomada de decisões, permitam esquemas e até pagamentos com mais eficiência.

2. A interconectividade está um passo mais perto da realidade

O sucesso do blockchain depende da colaboração de várias partes. Mas, com o potencial de dezenas, centenas ou até milhares de participantes em uma rede, não podemos esperar que cada parte de uma rede use o mesmo provedor ou incorpore um novo ambiente de computação para um único aplicativo. Mesmo assim existe uma necessidade excepcional das empresas de compartilhar dados sem problemas.

Portanto, não é possível pensar em blockchain sem a nuvem. Aliás, sem o uso de uma nuvem que seja híbrida e multi-cloud, o que permite a todos os atores da cadeia selecionar a plataforma blockchain sem depender da infraestrutura na qual seus dados estão hospedados. Hoje, IBM Blockchain está aberta e disponível em qualquer lugar. Blockchain deve permitir a facilidade de utilização de tudo o que as empresas necessitam, em ambientes híbridos de nuvem, multi-cloud e locais; e, desta forma, fazer com que a tecnologia permita a transformação das empresas e indústrias.

3. Outras tecnologias serão combinadas com blockchain para criar uma vantagem competitiva ainda maior

Agora que as soluções blockchain estão capturando milhões de pontos de dados e fazendo sentir sua presença em todo o mundo, elas estão abrindo a porta para novas capacidades. Tecnologias adjacentes como internet das coisas (IoT), 5G, inteligência artificial (IA) e Edge Computing, para citar algumas, irão combinar-se com blockchain para gerar valor agregado para os participantes da rede. Por exemplo, espera-se que as soluções blockchain se combinem com Internet das Coisas e IA para se tornarem os principais aceleradores dos mercados habilitados para blockchain no futuro.

Desta forma, os dados mais confiáveis de blockchain irão informar melhor e fortalecer os algoritmos. Blockchain ajudará a manter esses dados seguros e auditará cada etapa do processo de tomada de decisão, permitindo uma visão mais precisa, impulsionada pelos dados confiados pelos participantes da rede.

4. As ferramentas de validação começarão a combater fontes de dados fraudulentas

De acordo com o estudo, 88% das instituições acreditam que garantir padrões de comunicação de dados para as redes blockchain é um fator importante para que toda a indústria se junte a uma rede blockchain. Sendo assim, não há dúvida de que confiança e transparência são essenciais, mas em um mundo onde os dados são coletados e transferidos mais rápido do que nunca, entende-se que haverá inconsistências nesses dados, seja devido a erro humano, seja por causa de pessoas mal-intencionadas.

Com a necessidade de mais mecanismos de proteção de dados, este ano as soluções de blockchain usarão ferramentas de validação junto com os mecanismos de criptografia e IoT, que ligam os ativos digitais ao mundo físico injetando dados externos nas redes. Isto melhorará a confiança e eliminará a dependência da inserção manual de dados, que muitas vezes são propensas a erros e fraudes.

5. As moedas digitais regulamentadas continuarão a avançar

Tokens, moedas digitais e moedas digitais respaldadas pelo Banco Central têm sido um tema de crescente interesse para os mercados de capitais. Tokenizar ativos e títulos, convertendo-os em fichas digitais e depois negociar, trocar e resolver a custódia desses ativos digitais está transformando a eficiência, segurança e produtividade dos mercados de capitais. De fato, 58% das organizações pesquisadas concordam que podem obter novas fontes de receita ao tolkenizarem os ativos trocados em um mercado habilitado para blockchain.

Além disso, novas organizações e regulações foram implementados para facilitar a criação, gestão, comercialização e liquidação de tais fichas digitais e moedas.

Embora passar tempo antecipando o futuro desta tecnologia inovadora seja extremamente emocionante, reconhecemos que estão continuamente a entrar no mercado novas dinâmicas que podem desafiar estas tendências como as vemos hoje. No entanto, uma coisa é certa: blockchain continuará a romper, transformar e melhorar o mundo em que vivemos.

Diebold Nixdorf é reconhecida como principal fornecedor global de quiosques de autoatendimento

A Diebold Nixdorf, líder mundial em impulsionar e conectar o comércio para indústrias de bancos e varejo, foi reconhecida como principal fornecedor global de quiosques para autoatendimento pela empresa de pesquisa RBR em seu estudo Global Self-Ordering Kiosks 2020.

O relatório reconheceu a Diebold Nixdorf como líder mundial no fornecimento de quiosques de autoatendimento, registrando uma participação de mercado de 19% em base instalada e de 24% em remessas. Nas Américas, a Diebold Nixdorf também é líder, com 26% de base instalada e 37% de remessas.

A Diebold Nixdorf instalou cerca de 25.000 quiosques que agilizaram o processo de autoatendimento e pagamento de algumas das maiores redes de restaurantes de fast food do mundo. O design atraente de seus equipamentos oferece aos consumidores uma interessante experiência de uso, baseada em eficiência e confiança. Desenvolvidas para funcionarem de forma ininterrupta –24 horas por dia e sete dias por semana–, as soluções da Diebold Nixdorf são flexíveis e fáceis de usar, automatizando diversas tarefas para a total digitalização dos restaurantes.

Essa posição de liderança foi conquistada graças a um amplo portfólio de soluções, que conta com produtos como o K-two, um premiado quiosque para varejo da Diebold Nixdorf que se destaca por ser facilmente adaptado para as necessidades dos consumidores e para as caraterísticas de cada estabelecimento. Os varejistas podem escolher entre telas multitoque de 22, 27 ou 32 polegadas. A instalação pode ser em um poste ou em uma parede, como um quiosque independente ou como um formato consecutivo, sendo perfeito para restaurantes que buscam soluções personalizadas.

“Estamos orgulhosos por oferecermos uma plataforma aberta de autoatendimento amplamente elogiada pelo varejo, um diferencial que nos tornou líderes globais dessa indústria”, afirma Miriane Noronha, Líder de Negócios de Varejo da Diebold Nixdorf. Segundo ela, redes de fast food precisam de tecnologia que forneça opções mais rápidas e convenientes, aprimorando e modernizando a interação diária com seus clientes finais. “Continuaremos desenvolvendo soluções de autoatendimento que proporcionem a experiência mais agradável possível aos clientes”, diz.

A pesquisa Global Self-Ordering Kiosks 2020 da RBR é o primeiro estudo sobre a tecnologia que impulsiona o autoatendimento nos restaurantes. O relatório apresenta análises quantitativas e qualitativas aprofundadas sobre 22 países com base em uma pesquisa primária e secundária com fornecedores, redes de restaurantes e especialistas do setor. A RBR é uma empresa de pesquisa estratégica e consultoria com três décadas de experiência em automação bancária e de varejo, cartões e pagamentos. Auxilia seus clientes fornecendo consultoria independente e informações por meio de relatórios, boletins e eventos.