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Criminosos usam informações sobre coronavírus em ciberataques pelo mundo

Como já é comum, hackers aproveitam tópicos atuais de grande interesse, como a pandemia de coronavírus (COVID-19), para realizar campanhas de phishing que imitam a identidade de órgãos ou entidades oficiais e, assim, enganar mais vítimas. A ESET, empresa líder em detecção proativa de ameaças, analisa esse fenômeno que inclui a distribuição de códigos maliciosos e a realização de campanhas fraudulentas que buscam roubar os dados pessoais dos usuários, identificados em países como Itália, Espanha e Colômbia.

No Brasil, o surto de coronavírus deixou milhares de pessoas preocupadas. A disseminação de informações desencontradas sobre quais eram as formas eficientes de higienização das mãos fez com que diferentes veículos de comunicação divulgassem conteúdos com tutoriais de como lavar as mãos, quais as substâncias capazes de matar o vírus e quais os reais sintomas da doença, por exemplo. Isso fez com que a população se sentisse mais segura e alertou sobre informações falsas que, a longo prazo, poderiam ser usadas como uma forma de ataque cibernético.

O Laboratório de Pesquisa da ESET compartilha algumas campanhas recentes que foram reportadas pelas autoridades locais e por organizações internacionais para impedir que usuários caiam nesse tipo de fraude:

– Campanha na Colômbia copia a identidade do Ministério da Saúde: um dos alertas mais recentes foi comunicado pelo Ministério da Saúde da Colômbia que, por meio de sua conta no Twitter, alertou para a existência de uma campanha que circula por e-mail e WhatsApp, substituindo a identidade do Ministério da Saúde, no qual eles enviam um anexo (arquivo PDF) para distribuir um código malicioso que se instala no dispositivo da vítima. O objetivo desta campanha é roubar informações pessoais, assegura a agência de saúde colombiana.

– Campanha na Espanha finge ser o Ministério da Saúde: a Guarda Civil da Espanha alertou os usuários em sua conta no Twitter sobre uma campanha que aparentemente circula apenas no WhatsApp, na qual cibercriminosos copiam a identidade do Ministério da Saúde para compartilhar recomendações relacionadas ao vírus. A mensagem inclui uma URL onde máscaras são supostamente vendidas, quando, na realidade, o golpe procura roubar dados pessoais das vítimas.

– Aviso da Organização Mundial da Saúde sobre campanhas maliciosas em seu nome: na semana passada, a Organização Mundial da Saúde (OMS) emitiu um comunicado alertando a existência de campanhas que circulam por e-mail, sites, mensagens de textos, entre outros meios, no qual os cibercriminosos afirmam ser a OMS com o objetivo de roubar dinheiro ou informações pessoais.

Conforme relatado por diferentes mídias, na Itália, uma campanha de spam com essas características circulou por e-mail, na qual os criminosos fingiam ser da OMS com a intenção de instalar o malware TrickBot convencendo as possíveis vítimas a baixar um arquivo do Word anexado, que teve um código malicioso incorporado. Depois que o TrickBot é baixado no computador da vítima, a ameaça coleta informações do dispositivo, rouba dados e credenciais de administrador para procurar mais informações e, eventualmente, baixar outra ameaça. Nesse caso, o assunto do e-mail tem o objetivo de fazer a vítima acreditar que essas são recomendações a serem protegidas contra a disseminação do coronavírus em nome de um médico da OMS.

– Japão e uma campanha que distribui o Emotet: no final de janeiro, uma campanha de spam foi detectada no país tentando distribuir o Emotet (uma ameaça cibernética), na qual os operadores atrás dele tentaram convencer as possíveis vítimas de que se tratava de uma notificação oficial com recomendações e medidas preventivas após a chegada do vírus na ilha. Como resultado disso, o CERT do Japão publicou o EmoChek, um dispositivo para detectar a presença da ameaça nos computadores daqueles que acreditam que possam ter sido comprometidos.

Outro país que relatou casos semelhantes foi a Ucrânia. Por lá, a ameaça foi enviada por e-mail, em nome do Centro de Saúde Pública da Ucrânia. Na mensagem, havia um arquivo do Word que também usava documentos do Office para ocultar códigos maliciosos com funcionalidade de backdoor, roubar dados da área de transferência, senhas e realização de capturas de tela.

“Recomendamos que os usuários sejam vigilantes. Se você receber um e-mail ou mensagem que inclua um link ou anexo usando o tema coronavírus, lembre-se de que pode ser uma farsa. É recomendável não baixar ou abrir o arquivo nem o link. A conscientização é um ponto-chave para tomar as medidas necessárias e, assim, proteger o equipamento e as informações contidas nele”, diz Camilo Gutiérrez, chefe do Laboratório de Pesquisa da ESET América Latina.

58% dos funcionários no Brasil não recebem suporte tecnológico da sua empresa para trabalhar longe do escritório

Empresas de todo o mundo estão estudando formas de ajudar a proteger os seus funcionários contra o coronavírus e muitas vão recorrer à opção de liberar seus funcionários a trabalharem de casa. A Avast  (LSE: AVST), líder global em produtos de segurança digital, traz dicas sobre como as pessoas podem trabalhar com segurança remotamente, devido à pandemia de coronavírus.

Jaya Baloo, CISO (Chief Information Security Officer) na Avast, compartilha os seguintes conselhos para que as empresas e os seus funcionários possam seguir e para que possam manter os seus dispositivos seguros contra vírus virtuais, enquanto se protegem do coronavírus físico:

1. Medidas de segurança corporativa

De acordo com uma pesquisa da Avast, 58% das pessoas* disseram que não recebem um suporte tecnológico ou o conhecimento de que precisam quando trabalham em casa ou em um local público do empregador, o que torna a segurança um problema crescente. As empresas que se preparam para enviar as suas equipes de trabalho para casa, devem garantir o apoio necessário para que trabalhem remotamente com segurança e sigam as seguintes etapas:

  • Certifique-se de que os funcionários usem laptops e smartphones pré-aprovados para acessar materiais corporativos, incluindo seus e-mails, ferramentas e documentos. Esses dispositivos devem ter soluções de segurança para empresas instaladas e serem controlados pelo departamento de TI da organização, se aplicável;

  • Forneça aos funcionários uma lista de números de telefones, para que possam entrar em contato com uma pessoa da equipe de TI ou de um responsável, caso tenham algum problema com tecnologia;

  • Informe os funcionários sobre o hardware, software e serviços que podem utilizar e que não são da empresa, mas que podem ajudar a conectar e compartilhar arquivos com colegas em circunstâncias especiais;

  • Estabeleça regras básicas para os funcionários usarem hardware pessoal enquanto trabalham em casa, como impressoras;

  • Forneça aos funcionários conexões VPNs que podem usar para proteger as suas comunicações;

  • Aplique a autenticação de dois fatores sempre que possível para agregar uma camada extra de proteção às contas;

  • Certifique-se de que os funcionários tenham direitos de acesso limitados e possam se conectar apenas aos serviços necessários para as suas tarefas específicas, ao invés de conceder aos funcionários acesso a toda a rede corporativa.

2. Medidas que os funcionários podem tomar

Existem medidas básicas que podem ser adotadas por funcionários que vão trabalhar de casa para fortalecer a segurança da sua rede residencial, o que tornará o trabalho remoto mais seguro. Os funcionários devem fazer o login na interface administrativa web do roteador, para alterar as credenciais de login do dispositivo e também alterar a senha do Wi-Fi para uma senha única e forte, composta por pelo menos 16 caracteres e, idealmente, de forma que essa senha longa seja fácil de lembrar. De acordo com uma pesquisa da Avast, 35% dos brasileiros** não sabem que o roteador tem uma interface administrativa web, na qual podem fazer o login para visualizar e alterar as suas configurações. Também recomendamos que os usuários verifiquem se o encaminhamento de porta e se o UPnP estão ativados nas configurações do roteador e, a menos que estejam sendo usados conscientemente, também devem ser desativados.

Os usuários podem ainda usar recursos como o Avast Wi-Fi Inspector, incluído em todas as versões do Avast Antivirus, para verificar quais dispositivos estão conectados à sua rede e se estão expostos a riscos. As redes são tão seguras quanto o link mais fraco, portanto, é importante garantir que todos os dispositivos conectados à rede estejam protegidos, pois podem ser potenciais portas de entrada para que os cibercriminosos acessem outros dispositivos conectados à rede residencial. O Wi-Fi Inspector escaneia a rede, verifica se há dispositivos usando portas com senhas vazias, padrão ou fracas e alerta os usuários para que possam fazer uma alteração e proteger a sua rede. Ele também verifica os dispositivos IoT em busca de senhas conhecidas, por serem usadas por botnets de malware no passado, como a ampla botnet Mirai.

Enquanto trabalham em casa durante esse período, os funcionários também poderão receber e-mails de phishing relacionados ao coronavírus, incluindo e-mails de spear phishing. Eles podem parecer ser de dentro da empresa e incluir anexos, links ou uma solicitação. É importante que os usuários verifiquem o endereço de e-mail ou o remetente e entre em contato com esse remetente por meio de um canal diferente, confirmando que a mensagem foi enviada, antes de abrir anexos, links ou receber uma solicitação.

* Pesquisa online realizada no primeiro trimestre de 2019 com 555 usuários da Avast no Brasil, que trabalham por conta própria ou trabalham em período integral.

** Pesquisa online do terceiro trimestre de 2018 com 1.522 usuários da Avast no Brasil.

Cinco dicas de cibersegurança para empresas com home office

A implementação de um plano de continuidade de negócios e o suporte a funcionários que trabalham remotamente é essencial para garantir que as empresas sejam capazes de manter as operações frente a adversidades, como inundações, furacões, epidemias e falta de energia.

Os trabalhadores em home office tendem a usar seus próprios dispositivos para suas tarefas, o que implica riscos potenciais à segurança. Ter um alto número de dispositivos compatíveis com a rede comercial facilita a conexão de equipamentos não autorizados. Os funcionários também podem acessar páginas da Web inseguras ou baixar inadvertidamente aplicativos comprometidos, favorecendo a introdução de malware na rede de suas empresas. Por não ter uma interação regular, o trabalho remoto impede a supervisão e o controle da segurança cibernética nesses dispositivos.

A Fortinet, empresa líder global em soluções de segurança cibernética, oferece algumas recomendações para mitigar os riscos associados ao home office:

  1. Garantir conectividade confiável:Apesar dos crescentes desafios, muitas tecnologias modernas, como a Rede Privada Virtual (VPN), protegem as informações por meio de criptografia e estabelecem conexões seguras. As VPNs permitem a conexão segura de todos os dispositivos, mesmo quando acessados ​​a partir de pontos públicos de acesso Wi-Fi, um recurso muito desejável para os empregadores que praticam o trabalho remoto e nem sempre sabem de onde seus colaboradores se conectam.
  2. Contar com filtragem de conteúdo, visibilidade de aplicativos e configuração de tráfego:trata-se de outras tecnologias de segurança cibernética que complementam o home office, principalmente porque filtram conteúdo não seguro, como sites e links de lazer, que podem comprometer dispositivos e informação.
  3. Implementar soluções robustas de autenticação:essas soluções podem garantir que apenas usuários autorizados tenham acesso a informações confidenciais da empresa.
  4. Promover uma cultura de cibersegurança:embora as medidas tecnológicas implementadas ajudem a mitigar os riscos, o principal aliado para o trabalho são os colaboradores da empresa. É necessário treiná-los continuamente sobre os riscos cibernéticos e envolvê-los ativamente na proteção do negócio. Da mesma forma, é essencial que os líderes sejam o exemplo e incorporem a liderança também na cibersegurança. Medidas simples, como bloquear a tela ao sair, podem levar outro trabalhador a replicar o comportamento.
  5. Considerar o erro humano:as empresas devem ter em conta a possibilidade de erro humano ao planejar e implantar suas soluções de segurança. Embora o treinamento adequado possa reduzir erros, é necessário entender que eles não desaparecerão completamente. As equipes de TI devem levar isso em consideração ao projetar e implantar redes da empresa.

Os benefícios do home office são evidentes e, embora possam surgir alguns desafios de cibersegurança, a implementação oportuna de soluções apropriadas pode permitir práticas produtivas e seguras para garantir a continuidade dos negócios. Para oferecer o benefício da flexibilidade a seus funcionários ou no caso de um desastre natural ou outro evento que perturbe as operações comerciais normais, toda organização deve ser capaz de fazer uma transição rápida para uma força de trabalho remota.

O coronavírus no cenário fiscal brasileiro: quais os impactos?

Por Cyro Diehl

Mercados globais vivem dias de pânico após a confirmação pela Organização Mundial de Saúde (OMS) de que o coronavírus está configurado como uma pandemia, ou seja, uma epidemia amplamente disseminada nos quatros cantos do mundo. A notícia surtiu efeito na bolsa. O índice Dow Jones, de Nova York, caiu 9,71% e o Nasdaq 4,70% na última quarta-feira, dia 11. Nesta mesma data, o Ibovespa cedeu 7,64% e o dólar comercial encerrou em alta, quase chegando a cinco reais.

Devido ao aumento do número de casos confirmados do novo coronavírus, diversos setores da economia brasileira já sentem os impactos nos negócios. Uma fábrica de eletrodomésticos em Taubaté, interior de São Paulo, lançou férias coletivas para 200 funcionários após o desabastecimento de insumos para a fabricação de celulares e computadores. Na zona portuária de Santos, um ponto de atracação foi instalado para receber embarcações com tripulantes que possam estar contaminados. Até o mercado de IPOs se retraiu ante à tal turbulência e fez o banco Daycoval adiar a sua volta à bolsa de valores, marcada para abril.

Como se vê, ao passo que o surto se espalha, o cotidiano do brasileiro fica cada vez mais afetado. Home-offices, esquemas de revezamento de funcionários, conteúdos orientativos e até cancelamentos de viagens estão entre as reações mais comuns das empresas, seguindo o mercado econômico global. Tão necessário quanto instaurar medidas paliativas de combate ao coronavírus é rever emendas fiscais para ajudar as empresas a saírem melhor desta pandemia.

A Casa Branca, por exemplo, está aliviando medidas de benefícios fiscais, garantias de empréstimo, reembolso a trabalhadores por pagamentos perdidos, além de apoiar as pequenas e médias organizações e dar suporte a companhias aéreas, hotéis e outros negócios vigentes deste setor. Já na Itália, atual epicentro da doença, o governo suspenderá os pagamentos de contribuições para a segurança social e hipotecas como formas de brecar os danos econômicos originados pela disseminação do novo coronavírus.

O Brasil, sendo um dos focos, com mais de 200 casos confirmados até o dia 15 de março, segundo o Ministério da Saúde, poderia pegar carona a exemplo da Inglaterra, destinando incentivos às empresas mais impactadas pelo comportamento preventivo da população contra o coronavírus, isentando temporariamente os impostos para os negócios na área de lazer e varejistas, bem como a eliminação de determinadas taxas estaduais e municipais para lojas, cinema e restaurantes.

Por enquanto, o movimento mais consistente por aqui é a aprovação de um requerimento dos Deputados Federais que sugere ao Executivo nacional a proibição das exportações e o tabelamento de preços dos Equipamentos de Proteção Individual (EPI) como máscaras e álcool gel. A caixa de máscaras, por exemplo, subiu de 90 centavos para R$ 11, segundo informação dada pelo presidente da Anvisa, Antônio Barra.

É necessário colocar cenários em prática para combater os sintomas econômicos do Covid-19 antes de haver um choque econômico incontrolável com a mesma magnitude da crise ocorrida em 2008. Fica a dica para sugestão e a pergunta: O que mais pode ser feito?

Cyro Diehl, CEO na Taxweb, pioneira em Digital Tax para o Compliance Fiscal das empresas.

Microsoft oferece Microsoft Teams gratuitamente para manter organizações e escolas conectadas durante o COVID-19

Com o COVID-19 a impactar pessoas e países ao redor do mundo, as equipes de diversas empresas estão migrando para o trabalho remoto. Em um esforço para oferecer suporte à saúde e segurança pública, além de facilitar o trabalho remoto durante esse período difícil, a Microsoft está oferecendo gratuitamente o Microsoft Teams para organizações e escolas de todo o mundo.

“Fomos inspirados pela agilidade e engenhosidade que impactaram escolas, hospitais e empresas ao longo da crise causada pelo COVID-19, e estamos empenhados em ajudar as organizações em todos os lugares a permanecerem conectadas e produtivas durante esse período”, afirma Jared Spataro, vice-presidente corporativo para Microsoft 365.

O Microsoft Teams é a central de trabalho em equipe dentro do Microsoft 365, onde todos podem conversar, fazer reuniões, ligações e colaborar a partir de um local seguro. Para utilizar o serviço:

Indivíduos:

  • Qualquer pessoa pode se inscrever na versão freemium do Teams usando este link.
  • Se você tiver um endereço de e-mail do trabalho ou da escola, faça login usando este link.

Profissional de TI:

  • Se você trabalha para uma empresa que atualmente não está licenciada para uso do Teams, pode experimentar nossa nova oferta gratuita do Office 365 E1 por seis meses.
  • Se você trabalha na educação e deseja incluir professores, alunos e administradores no Teams, use o Office 365 A1. Trata-se de uma versão gratuita do Office 365 disponível para todas as instituições de ensino. Inscreva-se seguindo este link.

Na China, desde 31 de janeiro, a Microsoft registrou um aumento de 500% nas reuniões, chamadas e conferências pelo Teams, além de um aumento de 200% no uso do Teams em dispositivos móveis. Apesar desse pico no uso, o serviço permaneceu fluido durante todo o surto.

Para a Microsoft, a continuidade de seus serviços para clientes é prioridade. Mais informações sobre como a empresa aborda o fornecimento de uma plataforma altamente disponível e resiliente podem ser encontradas neste post do Microsoft News Center Brasil.

A Microsoft também está comprometida em fornecer ferramentas, dicas e informações para ajudar as equipes e os departamentos de TI a se ajustarem ao trabalho remoto. Você pode acessar essas dicas e encontrar mais informações sobre como começar a usar o Microsoft Teams no Blog do Microsoft 365.

 

Fonte: Microsoft

 

Home office produtivo: especialista em alta performance orienta

Para quem precisará trabalhar de casa nos próximos dias, na modalidade conhecida como home office, a especialista em alta performance Leila Arruda traz algumas orientações para garantir a concentração e o foco. Ela está disponível para conceder entrevistas.

“A principal orientação é tentar manter aspectos da rotina, para garantir a consciência de que, mesmo de casa, você está trabalhando. Procure acordar em um horário próximo ao que acorda normalmente, mantenha os hábitos higiene e troque de roupa, pois passar o dia de pijamas pode trazer a sensação de que está em casa para descansar, e não para trabalhar. Evite também ficar perto de televisores, camas e sofás, pois eles podem acabar atraindo a sua atenção”, orienta a especialista em alta performance.

Leila Arruda possui formação na escola LeaderArt, onde cursou um programa canadense voltado para o treinamento de coach especializado em líderes, reconhecido como o mais completo treinamento na área. Na escola Slac, cursou a formação de Life e Executive Coaching. A profissional também é coautora do livro “Coaching: a hora da virada” e atualmente cursa pós-graduação em Consultoria e Estratégia Empresarial e estuda oratória em Língua Portuguesa.

Em meio a palestras, treinamentos e consultorias pessoais e profissionais, Leila já atendeu mais de 130 clientes nos últimos cinco anos, entre eles empresas como Cinemark e ALSCO Toalheiro e figuras reconhecidas no meio do entretenimento, como os ex-participantes do MasterChef Haila Santuá, Helton Oliveira e a vice-campeã Lorena Dayse.

Coronavírus e o mercado B2B

Por Marcelo Pereira

Nos últimos meses, o mundo entrou em estado de alerta por causa do coronavírus. A primeira manifestação aconteceu no início de dezembro de 2019, na província de Wuhan, localizada na China. Em um curto espaço de tempo (pouco mais de dois meses), o Covid-19 chegou ao Brasil. No mundo, 80 países já registraram casos do novo vírus.

A rápida dispersão da doença tem impactado diversos setores da indústria, incluindo o mercado B2B. As empresas estão em busca de planejamento estratégico para manter suas cadeias de fornecimento ativas. No entanto, muitas delas estão se deparando com problemas de importação devido à cautela mundial diante do vírus. Em situações como essa é que entendemos a real importância de investir em uma gestão de riscos bem estruturada.

Nenhuma organização é intocável. As ameaças são inerentes a todos e, quando falamos sobre riscos, existem aqueles que conseguimos prever e evitar e os que nos surpreendem e nos forçam a atuar rapidamente para minimizar, o máximo possível, seus impactos nos negócios.

A partir disso, fica evidente a necessidade das empresas se preocuparem em ter um plano de contingência para tomar atitudes mais assertivas e eficientes ao enfrentar riscos inesperados. Na metodologia clássica dos cinco passos para gerir riscos estão previstas as seguintes etapas:

Identificação: mapeamento e compreensão dos riscos;

Análise qualitativa: definição do nível de importância de cada risco e a probabilidade de ele ocorrer;

Análise quantitativa: avaliação dos impactos e dos efeitos causados pelos riscos;

Planejamento de respostas: definição das ações, em caso de ocorrência da ameaça para minimizar os efeitos;

Monitoramento: acompanhamento dos processos de prevenção para garantir que estão sendo executados.

No caso do coronavírus, temos visto que o risco sequer havia sido mapeado. Já tivemos outras epidemias internacionais, inclusive com índice de letalidade superior, que não provocaram o desequilíbrio na economia global como estamos observando agora. Nesse cenário, é necessário revisitar os cinco passos da gestão de riscos, não só olhando para o risco primário da contaminação das pessoas, mas também os riscos secundários na cadeia de suprimentos e na economia mundial.

O planejamento das respostas deve incluir fontes alternativas de suprimentos e níveis de estoque, considerando também uma possível queda na demanda dos produtos ou serviços das empresas. A maior dificuldade hoje, dada às incertezas, é realizar a análise quantitativa que determina os potenciais impactos e efeitos para o negócio. De qualquer forma, é necessário desenvolver alguns cenários, ainda que hipotéticos, para o planejamento das ações e enfrentamento da crise.

Coronavírus e o mundo VUCA

A crise do coronavírus reforça o conceito VUCA, acrônimo da língua inglesa que corresponde às seguintes palavras em português: volatilidade, incerteza, complexidade e ambiguidade. Esse termo surgiu no final dos anos 90, pós-Guerra Fria, para explicar diversas situações adversas no universo militar. Hoje, comumente utilizado nos negócios, o termo tem como objetivo elucidar o momento que estamos passando, marcado pela velocidade, imprevisibilidade, transformação e diferentes pontos de vistas sobre um mesmo fato.

O mundo VUCA é líquido e incerto e só o conhecimento é capaz de permitir que as organizações acompanhem tantas nuances. Essa crise reforça a importância de colocarmos em prática conceitos já bem difundidos no mercado, mas ainda pouco aplicados. É importante que as empresas busquem um alinhamento entre o discurso e a prática, ou seja, estabeleçam planos de gestão de riscos, e sejam coerentes, transparentes e eficazes.

Marcelo Pereira, Diretor de Gestão de Fornecedores do Mercado Eletrônico.

Felipe Gonçalves é o novo country manager da PayU no Brasil

A PayU, fintech e divisão de pagamentos digitais da Prosus, anuncia Felipe Espirito Santo Gonçalves como seu novo Country Manager no Brasil. Desde Julho de 2019. o executivo vinha atuando na companhia como Diretor de Desenvolvimento de Negócios Globais.

O movimento visa o fortalecimento das operações brasileiras da fintech, que já tem negócios estabelecidos em 18 mercados emergentes ao redor do mundo. Como Country Manager, Gonçalves terá como principal desafio ampliar e reforçar a presença da PayU no país em diferentes verticais, como o processamento de pagamentos locais e internacionais (Cross-border).

Com MBA pela INSEAD Business School na França e em Cingapura, o executivo possui mais de 12 anos de experiência em Pagamentos digitais, Fintechs e Desenvolvimento de negócios. Antes de ingressar na fintech, Felipe trabalhou em empresas de Pagamentos digitais e Ecommerces como Ayden e B2W Digital.

“Acreditamos que a tecnologia de pagamentos e serviços financeiros contribuem para um mercado cada vez mais democrático e acessível a todos. Por isso, estar à frente da gestão da empresa no Brasil e participar ativamente do desenvolvimento da operação local é bastante desafiador e, ao mesmo tempo, muito gratificante”, afirma Felipe Gonçalves, Country Manager da PayU no Brasil.

Epidemia, pandemia… e a economia, como fica?

Por Vladimir Fernandes Maciel

A insurgência do coronavírus (COVID-19) tem chamado a atenção do grande público, seja pela profusão de notícias, seja pelo tom alarmista de muitas delas. O que é sabido cientificamente, até o momento, é que a letalidade do vírus não é tão elevada quanto parecia nos primeiros casos, porém ele é altamente contagioso. Numa escala de preocupações, vale lembrar que a gripe comum mata milhares de pessoas todos os anos e que a dengue tem produzido um quadro de contágio e de letalidade muito maior em países como o Brasil.

O maior motivo de preocupação real, todavia, não tem merecido o devido destaque. As consequências econômicas das medidas tomadas para prevenir ou controlar a epidemia podem ser mais danosas à vida das pessoas do que os sintomas do vírus.

A contenção da disseminação do COVID-19 pelo governo chinês e o medo das pessoas devido ao desconhecimento inicial sobre a letalidade e a possibilidade de contaminação, paralisou a produção do “chão de fábrica” do mundo, a província de Wuhan. O alarmismo fez com que uma doença não tão letal se tornasse potencialmente muito letal, só que do ponto de vista econômico.

Os efeitos iniciais e diretos sobre as cadeias globais de valor vão em quatro sentidos. O primeiro efeito é a redução do nível de atividade industrial da China e do mundo como um todo, uma vez que milhares processos produtivos espalhados pelo globo dependem de insumos, peças, parte e componentes fabricados em Wuhan. A suspensão da produção da planta coreana da Hyundai, ou as férias coletivas forçadas nas plantas da LG, Samsung e Flextronics (fabricante dos celulares Motorola) no Brasil são exemplos imediatos. A Zona Franca de Manaus é uma das concentrações industriais do país com maior potencial de ser afetada.

O segundo efeito é sobre a atividade comercial. Importadores e comerciantes de produtos chineses sofrerão falhas de abastecimento e terão redução de venda por falta de mercadorias. Polos de varejo, como a 25 de março, em São Paulo, e o Saara, no Rio de Janeiro, são locais com grandes chances de perderem faturamento em relação ao ano passado.

Já o terceiro efeito é sobre as viagens de negócios e de turismo, o que afeta a cadeia que envolve a rede hoteleira, agências de viagens e companhias aéreas. Destinos como Ásia e Europa (especialmente a Itália — responsável pelos casos se manifestaram no Brasil) tendem a ter redução expressiva do fluxo de turismo e, portanto, queda nos negócios.

O quarto efeito afeta o volume (quantum) de exportações do país, principalmente as commodities e os bens intermediários brasileiros que são utilizados nos processos produtivos de outras nações. A redução do ritmo da produção industrial reduz a procura por itens importantes de nossa pauta de exportações, que já vinha sendo afetada pela guerra comercial da China com os EUA, a crise econômica na Argentina e a desaceleração da economia europeia.

Por isso tudo, o Brasil, que já contava expectativa de crescimento medíocre em 2019, tenderá a repetir o desempenho pífio de 2020. Não seria tão ruim se, desde de 2014, o país não estivesse enfrentando uma lenta recuperação da recessão de 2015 e 2016. Somente uma mudança profunda nas expectativas dos investidores (nacionais e estrangeiros) sobre as potencialidades de negócios em nosso território e uma renovação de otimismo sobre a capacidade do governo de entregar reformas econômicas e conduzir privatizações relevantes seria capaz de compensar os efeitos danosos do coronavírus à economia.

Porém, as coisas ainda podem ficar piores globalmente. Desde a Grande Recessão de 2008, as políticas monetárias das principais economias mundiais, em particular os EUA e a Zona do Euro, foram acentuadamente expansionistas com o objetivo de estimular o crescimento e a recuperação das economias — tais como o “quantitative easing” (flexibilização quantitativa) do Federal Reserve estadunidense.

As taxas de juros artificialmente baixas fizeram com que uma série de ativos relacionados a projetos de investimento outrora pouco rentáveis se tornassem atrativos. Alimentados pela injeção de liquidez, os mercados de capitais internacionais fugiram de taxas de juros negativas de vários títulos soberanos e passaram a buscar qualquer possibilidade de rentabilidade em projetos de retorno duvidoso. Em decorrência, os preços dos ativos nos mercados internacionais dispararam, o que pode se chamar de “inflação de ativos” e uma bolha parece ter sido gestada.

Pode ser que os desdobramentos econômicos do coronavírus e a queda de demanda agregada sejam tais que representem o “pontapé” inicial para uma ampla correção dos preços de ativos (o que levará a uma desvalorização das bolsas de valores e das taxas de câmbio) e a fuga de capitais para ativos reais, como o ouro — que desde de 2018 vem sendo cada vez mais negociado internacionalmente e com cotação crescente — o que indica uma apreensão já existente nos mercados. Neste caso, revelar-se-ia um excesso de oferta e de capacidade produtiva em diversos setores econômicos mundiais, encaminhando o mundo para mais uma crise global depois de pouco mais de 10 anos após o crash de 2008.

Portanto, se as repercussões mais negativas acontecerem, mais do que a apreensão com o COVID-19 pela esfera da saúde pública, devemos nos preocupar também com as consequências econômicas da doença e a quantidade de vidas que podem ser afetadas em termos de emprego, renda e oportunidades.

Vladimir Fernandes Maciel, mestre em economia e doutor em administração pública e governo. É Coordenador do Centro Mackenzie de Liberdade Econômica e professor do Programa de Pós-Graduação em Economia e Mercados da Universidade Presbiteriana Mackenzie.

Cresce o corporate venturing na América Latina, com mais de 460 iniciativas de cooperação entre grandes empresas e startups em 2019

A IESE Business School e a Wayra, hub de inovação aberta do grupo Telefónica no mundo e da Vivo no Brasil, acabam de publicar um relatório inédito sobre o corporate venturing na América Latina, uma região promissora quanto à cooperação entre empresas estabelecidas e startups inovadoras, mas sobre a qual havia pouca informação disponível até o momento. O relatório Corporate Venturing Latam apresenta novos dados sobre a adoção dessa prática na América Latina. Além disso, analisa as empresas e mecanismos estabelecidos na região e oferece recomendações concretas, respaldadas por entrevistas com 133 diretores e líderes de inovação das principais empresas latinoamericanas.

Hubs de Corporate Venturing na América Latina:

Com foco nos hubs de corporate venturing da região, o relatório dedica uma atenção especial às empresas de maior tamanho que atuam nos seis países onde foram observados níveis mais altos de atividades de corporate venturing (Brasil, México, Colômbia, Argentina, Chile e Peru). Nesse grupo, foi possível identificar que:

• Há 184 empresas em 19 cidades latinoamericanas liderando 460 iniciativas, entre as quais cabe destacar: desafios de inovação aberta, missões de scouting (descoberta) de startups, incubadoras e aceleradoras corporativas, espaços de coworking, corporate venture capital, venture builders e aquisições de startups. No Brasil, foram identificadas 66 empresas, que impulsionam 172 iniciativas e representam o maior número da região (38%).

• As empresas com receitas superiores a 25 bilhões de dólares estão adotando o corporate venturing em maior medida que aquelas cujas receitas oscilam entre 4 e 25 bilhões de dólares.

• Essas iniciativas de corporate venturing vieram acompanhadas do boom de investimento de venture capital na região que cresceu mais de 200% entre 2015 e 2018.

• O Brasil lidera em todos os estágios de investimento de venture capital na região, com 73% do investimento em dólares.

• Os setores com maior atividade nesse campo são serviços financeiros, tecnologia da informação, consultoria de negócios e telecomunicações.

Apesar da adoção dessas práticas estar aumentando na América Latina, ainda há espaço para crescer. O relatório indica que apenas 16% das maiores empresas da região possuem algum mecanismo formal de corporate venturing. Enquanto, 75% das empresas presentes na lista da Fortune 100 (que inclui as mais importantes dos EUA) investem ativamente em startups, considerando apenas corporate venture capital, um dos mecanismos de venturing capital.

O cenário acima ocorre em uma região onde:

• Os investimentos de venture capital em startups da América Latina quadruplicaram, crescendo para USD 2 bilhões entre 2016 e 2018.

• O capital de risco para startups locais cresceu mais de três vezes entre 2015 e 2018.

• Os fundos de capital de risco (venture capital + private equity) investiram R$ 7,4 bilhões em 115 startups no Brasil, nos primeiros seis meses de 2019.

• As aceleradoras de startups, inclusive as importantes iniciativas estatais e privadas, desenvolveram-se bastante.

• As empresas que contam com iniciativas de corporate venturing são principalmente de origem europeia (45% dos casos analisados), seguidas pelas latino-americanas (25%) e empresas provenientes dos Estados Unidos (24%).

Para obter mais informações sobre as conclusões do relatório, consulte o seguinte endereço: http://www.ieseinsight.com/doc.aspx?id=2273&idioma=2

Este relatório foi desenvolvido pela IESE Business School (Josemaria Siota e Julia Prats) com a colaboração da Wayra e apoio da CORFO (Corporación de Fomento de la Producción), agência governamental chilena de fomento à produção.

Matera abre mais de 200 vagas para o primeiro semestre de 2020

A Matera, empresa de tecnologia voltada para o mercado financeiro, fintechs e gestão de riscos, com mais de 30 anos de atuação no mercado, chegou em 2020 pronta para mostrar que tradição não é sinônimo de “parar no tempo”. Com o surgimento crescente de fintechs e bancos digitais, a empresa segue inovando os serviços oferecidos e participando da transformação do mercado em que atua. Pagamentos Instantâneos, QR Code para pagamento mobile offline, open banking, fintechs embarcadas, são algumas das novidades que a empresa tem atuado diretamente. Trazendo novas frentes de atuação para o mercado financeiro, a empresa registrou em suas operações de financial, fintechs e riscos, o crescimento estimado de 20% em 2019. Acompanhando esse ritmo, a Matera abrirá mais de 200 postos de trabalho somente no primeiro semestre.

As vagas são principalmente para as áreas de tecnologia, recursos humanos, marketing, negócios e vendas e negócios financeiros e estão distribuídas entre os escritórios de Campinas, São Paulo, Maringá e Porto Alegre. Os interessados devem se inscrever pelo site .

Ao longo de sua trajetória, a Matera incorporou inovações ao mercado em que atua, implementando soluções capazes de habilitar instituições para se manterem competitivas mesmo diante da competitividade acirrada. “As transformações digitais estão cada vez mais em evidência no Brasil e, com isso, precisamos nos preparar para uma nova fase de tecnologia e empreendedorismo na qual as inovações vão ocorrer em todas as escalas da cadeia, agregando mais valor à vida das pessoas, além de gerar dinamismo nas empresas que estão se movimentando para acompanhá-las. Tudo isso acarreta novas possibilidades para observarmos as tendências, desenvolvermos novidades, nos adaptarmos e criarmos novas oportunidades para o mercado de trabalho”, explica Carlos Netto, CEO da Matera.

Outro pilar importante para o desenvolvimento da empresa é a diversidade. A Matera trabalha para tornar a inclusão algo cada vez mais natural no ambiente corporativo de todas as suas unidades – Maringá (PR), São Paulo (SP), Campinas (SP), Niterói (RJ) e Waterloo (Canadá). Inovação, valores que vão além do discurso, projetos sociais, incentivo ao voluntariado, contribuem para a motivação de uma longa história e trajetória profissional dentro da empresa.

Synchro migra todos os dados para a segunda geração da Oracle Cloud

Após diversos testes e avaliações, a Synchro, maior provedora nacional de soluções fiscais, decidiu migrar todos os dados de missão crítica da sua base de clientes para a Oracle Cloud Infrastructure, infraestrutura de segunda geração na nuvem. A empresa transferiu as informações com transparência, segurança e controle necessários para garantir a confialibilidade e continuidade dos negócios sem riscos nem interrupções.

A Synchro tinha a necessidade de evoluir e inovar, a fim de atender novas demandas e exigências de mercado com performance, escalabilidade e agilidade, no tempo necessário para o lançamento de novos produtos/serviços e na ativação de clientes, além de rapidez e segurança nas aplicações de manutenções programadas.

A solução para esses desafios foi selecionar a infraestrutura da Oracle, que os ajuda a manter seus serviços de controle de riscos fiscais, seguindo a legislação e perfis de cada cliente e garantindo a máxima performance a todos.

Os ganhos com Oracle superaram as expectativas. Alguns exemplos comprovam essa realidade:

· Recuperações de ambiente, que anteriormente levavam até 4 horas, foram executadas em 9 segundos;

· As disponibilizações de novos bancos de dados e ativações de novos clientes, que anteriormente levavam 1h30min, agora são executados em 1 minuto;

· Rotinas operacionais críticas ao negócio passaram a ser executadas 3 vezes mais rápidas. Esta performance se mantém mesmo com acréscimo de novos volumes, garantindo o crescimento e os níveis de serviço ao cliente, além de resolver o problema de sazonalidade do negócio;

A equipe de TI da empresa também obteve resultados importantes, como maior acesso aos dados, alternativas de personalização dos clientes, conectividade, recursos avançados de segurança contra ataques cibernéticos, além do principal ponto de liberdade tecnológica.

“As capacidades de armazenamento, processamento e gerenciamento dos bancos de dados que a Oracle disponibilizou para nós na Oracle Cloud Infrastructure permitiu um salto de qualidade na prestação de serviço para nossos clientes, a um preço extremamente competitivo. Além disso, o faturamento no Brasil respondeu a uma demanda fiscal há muito tempo reclamada por nossa empresa”, afirma José Hime, diretor da Infraestrutura da Synchro.

“Com muito orgulho estamos junto com a Synchro neste projeto, o maior na América Latina com Oracle para uma empresa deste porte, atendendo todos os requisitos de segurança e regulatórios necessários para os negócios”, destaca Roberto de Souza, vice-presidente de Oracle Digital, Oracle América Latina.

Oracle Cloud Gen 2

O Oracle Cloud Generation 2 é construída e otimizada especificamente para ajudar as empresas a executarem suas cargas de trabalho mais exigentes com segurança. Com arquitetura e recursos exclusivos, o Oracle Cloud oferece segurança, desempenho e economia de custos incomparáveis. A Oracle Cloud Generation 2 é a única que executa serviços autônomos, incluindo o Oracle Autonomous Linux e Oracle Autonomous Database, o primeiro e único banco de dados autônomo do setor. O Oracle Cloud traz um portfólio abrangente de computação em nuvem, do desenvolvimento de aplicativos e análise de negócios ao gerenciamento de dados, integração, segurança, inteligência artificial (AI) e blockchain.

Líderes empresariais e especialistas debatem transformações globais no varejo e impactos no Brasil

Acompanhar o ritmo das mudanças tecnológicas, da economia global e do comportamento do consumidor é um desafio para todos os setores. Contudo, o varejo é o principal termômetro para essas mudanças. Um estudo que reflete o comportamento dos consumidores, realizado pela agência global Edelman, mostra que os clientes estão diante da transição da Era da Experiência para a Era da Confiança, com destaque ao impacto que as empresas possuem na sociedade. Com o mote de entender as transformações globais e seus reflexos no varejo brasileiro, será realizado, entre os dias 20 e 22 de março, o 8º FÓRUM LIDE DO VAREJO, um dos mais importantes eventos do segmento no País. Promovido pelo LIDE – Grupo de Líderes Empresariais com curadoria do LIDE Comércio, o encontro ocorre no Hotel Sofitel Jequitimar, em Guarujá (SP), com a presença de presidentes e executivos das maiores redes varejistas do Brasil.

A abertura do evento ocorre na sexta-feira (20) com uma apresentação especial do vice-governador do Estado de São Paulo, Rodrigo Garcia e do chairman do LIDE, Luiz Fernando Furlan. “É muito gratificante ver o Fórum LIDE do Varejo chegar à sua oitava edição com todo esse reconhecimento. Vemos que estamos alinhados com as tendências globais do setor, trazendo uma grande oportunidade de relacionamento que o evento sempre proporciona”, diz Celia Pompeia, Vice-Presidente Executiva do Grupo Doria.

Uma das novidades do evento em 2020 é o Prêmio Startup, que reconhecerá os melhores serviços e soluções oferecidos ao setor. As finalistas apresentarão um pitch de três minutos e o vencedor será premiado ao final do evento.

“Mercado, consumo e varejo estão em constante transformação. Com o avanço tecnológico, essas mudanças ocorrem cada vez mais rápido. Por isso, precisamos analisar sempre as tendências globais e, de maneira estratégica, trazer isso para o mercado brasileiro”, afirma Marcos Gouvêa de Souza curador do encontro, presidente do LIDE Comércio e do Grupo GS& Gouvêa de Souza.

No sábado (21), o evento terá três painéis: “As transformações no cenário global e seus impactos no consumo do Brasil”, “Como a tecnologia e o digital transformam o mercado”; e “A Revolução nos meios de pagamentos e os impactos no comércio brasileiro”. Entre os debatedores confirmados estão Angelo Duarte, chefe do Departamento de Competição do Banco Central, João Teixeira, da VTEX, Denis Piovezan, da Linx, e Pedro Chuamulera, da Clearsale, Roberto Giannetti, da Kaduna Consultoria, Bruno Bianco, Secretário Especial de Previdência e Trabalho.

Confirmando o sucesso da última edição, o LIDE TALKS terá quatro encontros intimistas, interativos e dinâmicos, todos com uma hora de duração. Eles acontecerão simultaneamente no período da tarde, também no dia 21. A proposta é aproximar o público dos convidados por meio de conversas enriquecedoras, estabelecendo um diálogo construtivo e estimulando a troca de ideias e novas soluções aos negócios do setor.

As discussões serão lideradas por nomes como Sergio Borrielo, CEO da Pernambucanas, Rafael Furlanetti, sócio-diretor da XP Investimentos, Vander Giordano, vice-presidente da Multiplan e Héctor Núñez, CEO da RiHappy.

Entre os temas deste ano estão “Repensando negócios: como atuar com taxa real de juros próxima a zero”, “O que o digital pode ensinar para as lojas físicas”, “Mudanças com a reconfiguração dos shopping centers”, e “O que o negócio do varejo de alimentos muda com o crescimento da alimentação fora do lar”.

ABES remove mais de 83 mil conteúdos ilegais da internet em 2019 e sinaliza tolerância zero à pirataria

A ABES (Associação Brasileira das Empresas de Software) divulga os dados do monitoramento de internet realizado em 2019, que contabilizou mais de 83 mil conteúdos ilegais removidos. De acordo com a Associação, a oferta de softwares ilegais – programa de computador sem a autorização expressa do titular da obra – na internet caiu pelo segundo ano consecutivo no Brasil em 2019.

No ano passado, a associação removeu um total de 83.060 conteúdos ilegais da internet categorizados em 49.190 anúncios, 33.778 links e 92 sites para download. Em 2018, o total foi de 84.399, quase 1,6% a mais que no ano passado, sendo 43.378 anúncios, 40.944 links e 77 sites derrubados.

O levantamento mostra que o principal tipo de software removido da internet em 2019 foi de edição de imagens e/ou som (35,5%), seguido por aplicações de escritório (33,7%), softwares administrativos (24,3%), antivírus e outras aplicações de segurança (3%) e sistemas operacionais (2,2%). De acordo com a Associação, a remoção de materiais piratas da internet está diretamente relacionada à oferta desse tipo de conteúdo. Em 2018, as aplicações de escritório lideraram a oferta seguidas pelos editores de imagem e/ou som e softwares administrativos.

Os principais pontos de oferta de softwares ilegais foram os sites de leilão e os sites de comércio eletrônico, devido à facilidade da venda por meios digitais e da dificuldade de rastreio dos infratores e da procedência dos produtos. A remoção de anúncios de softwares em sites de leilão aumentou 13% e a de websites próprios 19,5% em 2019 na comparação com o ano anterior.
A estes canais de vendas somam-se redes sociais, blogs e domínios próprios (esses últimos não sendo monetariamente tão relevantes quanto os outros) onde a oferta de software ilegal também é feita gratuitamente via download.

“Apesar da queda percebida, o volume da oferta de conteúdos ilegais na internet ainda permanece altíssimo. Com o objetivo de acabar, ou diminuir ao máximo, com essa oferta, a ABES continuará com os seus compromissos de proteger a indústria de software e de sempre alertar os usuários quanto aos riscos envolvidos no uso de sistemas piratas, como vírus, malwares e sequestro de dados. Além destes, os softwares ilegais podem tornar os dispositivos vulneráveis a ataques de hackers e impossibilitar o suporte de assistências autorizadas”, explica Rodolfo Fücher, presidente da ABES.

A remoção de links de acesso a softwares ilegais caiu 17,5% em relação a 2018. O Setor de Monitoramento da ABES, responsável pelo monitoramento e derrubada de conteúdos ilegais da internet, explica que isso se deve tanto à remoção de sites que ofereciam este tipo de download bem como à demora das hospedagens externas em remover os softwares ilegais.

A Associação realiza, proativamente e diariamente, o monitoramento contínuo da internet e quando identifica algum conteúdo que viole o Direito Autoral de Softwares de seus associados, notifica diretamente os respectivos portais para removam o conteúdo. Esse serviço faz parte da iniciativa “Uma Empresa Ética” da Associação, que visa promover a concorrência saudável e ética no mercado de tecnologia. Denúncias de ofertas de links, anúncios e websites irregulares podem ser feitas anonimamente através do link: http://www.abessoftware.com.br/propriedade-intelectual/denuncie-pirataria

“A ABES tem o propósito de colaborar na construção de um Brasil mais digital e menos desigual. Desta forma, entendemos que o uso de tecnologia de forma ética, como a utilização de software licenciado, é fundamental para que tenhamos um ambiente competitivo e propício à inovação”, complementa o presidente da ABES.

Veja abaixo os números dos últimos anos:

Evolução do total de anúncio em sites de leilão, links e websites removidos de 2009 a 2019:

Gráficos com resultados do Monitoramento de Internet em 2019:

75% dos clientes esperam que empresas usem novas tecnologias para melhorar suas experiências

Segundo o estudo “State of the Connected Customer”, realizado pela Salesforce, o ritmo da inovação está se acelerando, com 67% dos clientes esperando que as empresas ofereçam novos produtos e serviços com mais frequência do que antes. O relatório, baseado em uma pesquisa com mais de 8.000 consumidores e compradores profissionais em 16 países, demonstra uma tendência contínua de expectativas elevadas dos clientes.

A inovação tecnológica realça esse sentimento, com 75% dos clientes esperando que as empresas usem novas tecnologias para melhorar suas experiências e 67% dizendo que a maneira como uma empresa usa a tecnologia reflete como ela opera em geral.

A inteligência artificial desempenha um papel cada vez mais importante na definição das expectativas dos clientes. De fato, 62% dos clientes estão abertos ao uso da IA ​​para melhorar suas experiências – em comparação com 59% em 2018. E 76% dos clientes usam um dispositivo conectado, incluindo 29% dos consumidores que possuem um alto-falante inteligente em casa.

Os dados fazem parte do terceiro relatório “State of the Connected Customer” baseado em uma pesquisa com mais de 8.000 consumidores e compradores profissionais em 16 países.

Metodologia
Os dados usados no relatório State of the Connected Customer são de uma pesquisa de dupla ocultação realizada de 2 a 18 de abril de 2019 que gerou respostas de 8.022 indivíduos na Austrália/Nova Zelândia, Canadá, França, Alemanha, Hong Kong, Índia, Itália, Japão, Singapura, Espanha, Suíça, Tailândia, Reino Unido/Irlanda e Estados Unidos. Todos os entrevistados são panelistas terceirizados.

Analisando dados de todos os tipos, geografias e gerações de clientes, a Salesforce descobriu quatro temas principais.

Corteva Agriscience e Cubo Itaú anunciam parceria em busca de soluções inovadoras para os desafios do agronegócio

A Corteva Agriscience é a mais nova empresa mantenedora do Cubo Itaú, mais relevante hub de fomento ao empreendedorismo tecnológico da América Latina. O objetivo da companhia é estabelecer conexões com startups de diferentes setores, buscando soluções inovadoras para alguns dos desafios da indústria e da Corteva, que podem beneficiar produtores rurais, canais de distribuição, cooperativas e outros elos da cadeia.

“Somos uma empresa de inovação 100% focada em agricultura. Nesse momento, entendemos que era importante estabelecer uma parceria que nos permitisse contato com inovações adotadas em outros setores e, com isso, identificar soluções que possam ser estendidas ao nosso mercado”, explica Douglas Ribeiro, Diretor de Marketing da Corteva Agriscience.

Segundo Pedro Prates, co-head do Cubo Itaú, a parceria com a empresa trará novas possibilidades para expandir canais com startups do segmento. “A Corteva será a primeira empresa do ramo de agronegócio a integrar o Cubo, uma parceria estratégica para fortalecer o desenvolvimento de AgTechs no país. Essa parceria nos permitirá um olhar direcionado para o agronegócio, um cenário que é novo para o hub, estabelecendo conexões assertivas e de importância para o cenário nacional e mundial”.

Neste primeiro momento, a chegada da Corteva ao Cubo Itaú estará focada em três grandes desafios vivenciados pelos produtores rurais do Brasil: o acesso a crédito, utilização de Barter e a capacitação de pequenos agricultores.

Crédito e Barter

Uma pesquisa encomendada pela Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), conduzida com produtores rurais de todo o país em 2019, mostrou que para quase 60% dos entrevistados o crédito rural é a demanda mais importante para o campo. Em complemento a esse dado, de acordo com um estudo encomendado pela Corteva e realizado pela consultoria Spark sobre jornada de compra, 50% dos produtores precisam dispor de recursos próprios como principal fonte de financiamento na compra de insumos, sementes e defensivos agrícolas.

A dificuldade de acesso ao crédito é uma barreira ao desenvolvimento do agronegócio no Brasil, seja pelo alto grau de burocracia e exigências, prazo para recebimento do dinheiro ou ainda pela dificuldade de avaliação do perfil de risco, principalmente considerando um setor que é tão dependente de fatores climáticos, como o agronegócio.

“Como indústria, temos o desafio de buscar modelos de negócios mais ágeis, modernos e digitais para facilitar o acesso ao crédito pelo produtor rural, com ferramentas que permitam avaliações de risco diferenciadas, considerando fatores como histórico de produtividade, perfil da região, média de inadimplência, e não só dados financeiros. E aqui, as startups podem nos ajudar com soluções que já foram implementadas em outros setores, por exemplo”, comenta Douglas Ribeiro.

Ainda na linha de acesso a financiamentos, o Barter é outro desafio da indústria. No agronegócio, ele consiste em um mecanismo de financiamento no qual o pagamento pelo insumo é feito por meio da entrega do grão na pós-colheita, sem a intermediação monetária. É uma ferramenta que mitiga risco e negocia na moeda do produtor.

Mas o Barter também enfrenta uma série de desafios. Os processos ainda são muito burocráticos e envolvem diversos players, o que dificulta o acesso a essa ferramenta por parte dos agricultores. Ainda segundo o estudo da Corteva, nas revendas e cooperativas pesquisadas, o Barter representa cerca de 20% da forma de pagamento utilizada. “Nesse sentido, a colaboração das startups do Cubo Itaú pode ser fundamental na criação de instrumentos que nos ajudem a promover um fluxo de trabalho eficiente, ágil e digital. Podemos, inclusive, desenvolver soluções que podem ser levadas para outros países”, complementa Ribeiro.

Capacitação de pequenos agricultores

O terceiro grande desafio, que será foco da Corteva no Cubo Itaú, é dar escala a um projeto social-econômico chamado Prospera, que tem como objetivo capacitar pequenos agricultores, que trabalham com milho (grão) e silagem.

O programa começou em 2017, em Pernambuco, com um grupo de 45 participantes. Devido ao grande impacto proporcionado na produtividade de suas lavouras e comercialização da produção, em 2018 o programa capacitou 428 participantes e, em 2019, chegou a 927 participantes.

Com o Prospera, pequenos produtores tiveram acesso a conhecimento técnico de alto nível que permitiu melhorias em suas lavouras de milho e na comercialização de sua produção. Esta transformação proporciona a expansão de renda dos agricultores, com um salto de produtividade de 10 sacas/ha no início do programa para 80 sacas/ha, em média. Destaque para um agricultor que, em 2019, bateu o recorde de 125 sacas/ha.

“Ainda há um número expressivo de produtores com baixo conhecimento técnico no Brasil, sem acesso a mercados e linhas de financiamentos. Estes fatores travam o desenvolvimento da produção agrícola nestas regiões e diminuem a qualidade de vida nas comunidades. Nosso objetivo é dar escala ao Prospera e capacitar 50 mil pequenos agricultores e conecta-los com cadeia de valor para produção e comercialização de milho. Mas, para isso, precisamos de ferramentas que nos auxiliem nesse processo. E aqui, mais uma vez, entra a nossa parceria com o Cubo Itaú e as startups residentes do hub”, completa o executivo da Corteva.

A parceria da Corteva Agriscience com o Cubo Itaú é mais um passo rumo ao propósito de melhorar a vida de agricultores e consumidores, garantindo progresso para as gerações futuras.

EBANX lança documentário sobre a história do primeiro unicórnio do Sul do Brasil

No mês em que o EBANX completa oito anos de fundação, a fintech especializada em pagamentos lança o documentário The Crazy Blue Ones, que conta a história da empresa desde o seu surgimento até a conquista do título de unicórnio, no ano passado.

O filme, realizado internamente pelo time de produção audiovisual do EBANX, envolveu uma equipe de aproximadamente 50 pessoas, que trabalharam na captura das imagens e na edição do material durante seis meses, até chegar ao resultado apresentado no lançamento, em fevereiro. O documentário traça um paralelo entre a história do EBANX e o Circus, evento anual que traduz a cultura da empresa, presente tanto nos materiais internos quanto no contato com clientes e parceiros.

“The Crazy Blue Ones” é a produção mais recente do time que se dedica diariamente à criação de conteúdos criativos e informativos da fintech, um investimento estratégico para atingir os diversos públicos da empresa. São 12 pessoas pensando em roteiros, layouts, mensagens e imagens que transmitam a cultura da fintech em cada material produzido.

“A produção de conteúdo é algo levado muito a sério pelo EBANX. Nossos materiais querem não somente munir nossos públicos de informação, mas criar valor para a empresa, nossos parceiros e o consumidor final, sempre em sintonia com nossos valores e nossa missão de promover acesso”, afirma André Boaventura, sócio e CMO do EBANX.

O time de produção audiovisual trabalha para atender a três demandas: endomarketing, cliente final e merchants. As linguagens são diferentes, mas a aposta em conteúdos em vídeo se sobressai.

Temas como empregabilidade trans, inovação investimento em cultura já foram alvo de campanhas do EBANX. Dúvidas de consumidores relativas a pagamentos e compras online são respondidas por meio de vídeos explicativos, disponíveis na Central de Ajuda do EBANX e em canais como YouTube e Vimeo. A equipe também produz materiais destinados às empresas globais que são clientes do EBANX e usam as soluções de pagamento da empresa para atuarem na América Latina: um dos produtos mais emblemáticos, por exemplo, explica o funcionamento dos Correios e os desafios logísticos do Brasil.

“Todas as áreas da equipe de marketing se conversam e produzem este conteúdo de forma colaborativa, atacando as principais perguntas e dores dos nossos clientes e consumidores finais. A estratégia é ser mais do que uma processadora de pagamentos, mas uma fonte de informação, uma referência na área”, diz Boaventura.

O recém-lançado documentário “The Crazy Blue Ones” reforça o espírito de comunidade e a missão de promover acesso, que move o EBANX desde seu início.

 

 

 

Novo Coronavírus: Especialistas analisam impactos e riscos jurídicos para empresas

Os impactos políticos e econômicos provocados pelo Novo Coronavírus (ou COVID-19) no Brasil e no mundo já podem ser mensurados, mas estão longe de uma contabilidade final. O ainda crescente número de casos registrados globalmente obriga administradores a analisarem a extensão e a profundidade desses impactos sob diversos aspectos.

Para o sócio de Arbitragem e Contencioso do Cescon Barrieu Advogados, Carlos David Albuquerque Braga, os impactos nos contratos são um relevante ponto de atenção nesse ambiente. Para uma boa gestão, a administração da companhia deve saber a quais riscos está exposta no presente momento. Discussões sobre coberturas de seguros, caso fortuito, força maior, onerosidade excessiva, revisão e até rescisão dos contratos são temas que certamente entrarão na pauta do dia-a-dia das empresas.

Todos os tipos de contrato estão na lista de alerta, segundo Braga, inclusive contratos com administração pública, que podem ser impactados por possíveis obrigações adicionais. A manutenção do equilíbrio dos referidos contratos pode estar vinculada a questionamentos sobre custo de implementação das medidas e das recomendações de interesse público.

Quando a questão é Governança, a recomendação às companhias abertas é sobre a importância e necessidade de ficar atento ao nível de disclosure que deverá ser adotado por administradores em suas atividades de supervisão e orientação geral. “É essencial estar atento à responsabilidade dos administradores de companhias abertas diante da obrigação de prestar informação clara e objetiva aos seus investidores”, explica Carlos Augusto Siqueira, sócio do Cescon Barrieu em Mercado de Capitais, Societário e Governança Corporativa.

“A regulamentação da CVM imputa aos administradores de companhias abertas o dever de comunicar imediatamente à bolsa e ao mercado eventos que possam influir na decisão dos investidores de vender ou comprar valores mobiliários emitidos por ela”, completa Siqueira.

Com a aproximação do período de divulgação de informações obrigatórias anuais e do primeiro trimestre, as companhias devem avaliar se a linguagem de seus fatores de risco é suficiente para informar o investidor sobre o possível impacto que o Novo Coronavírus poderá ter em seus resultados, e também como disponibilizar essa informação de forma correta, verdadeira e precisa. Diante disso, o desafio é atualizar o mercado de forma completa e robusta com base nas informações existentes até o momento, evitando alarmismo.

Para isso, o recomendável é que a companhia faça uma análise profunda dos possíveis cenários e impactos, e também avalie cuidadosamente o que deve e precisa ser objeto de divulgação, considerando inclusive as eventuais ações que adotou – ou venha a adotar – para mitigar os impactos identificados no curto, médio e longo prazo.

Já para a área Trabalhista, a sócia Gisela Freire ressalta que é importante as empresas adotarem uma política de saúde e de segurança do trabalho clara e específica, sem prejuízo do que regem as normas e restrições impostas pelo poder público considerando o cenário de uma epidemia que pode ser transmitida no ambiente de trabalho ou em função do trabalho.

Eventuais alterações de regras de ordem pública vão cobrar dessas empresas uma rápida adaptação aos termos, e deverão estar atentas para fazer esse movimento com agilidade. Já para as empresas privadas, metas de vendas e critérios de pagamento de bônus, por exemplo, também devem ser afetados e, por isso, precisam ser considerados em função do contexto e do melhor interesse de todos stakeholders.