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ABES remove mais de 83 mil conteúdos ilegais da internet em 2019 e sinaliza tolerância zero à pirataria

A ABES (Associação Brasileira das Empresas de Software) divulga os dados do monitoramento de internet realizado em 2019, que contabilizou mais de 83 mil conteúdos ilegais removidos. De acordo com a Associação, a oferta de softwares ilegais – programa de computador sem a autorização expressa do titular da obra – na internet caiu pelo segundo ano consecutivo no Brasil em 2019.

No ano passado, a associação removeu um total de 83.060 conteúdos ilegais da internet categorizados em 49.190 anúncios, 33.778 links e 92 sites para download. Em 2018, o total foi de 84.399, quase 1,6% a mais que no ano passado, sendo 43.378 anúncios, 40.944 links e 77 sites derrubados.

O levantamento mostra que o principal tipo de software removido da internet em 2019 foi de edição de imagens e/ou som (35,5%), seguido por aplicações de escritório (33,7%), softwares administrativos (24,3%), antivírus e outras aplicações de segurança (3%) e sistemas operacionais (2,2%). De acordo com a Associação, a remoção de materiais piratas da internet está diretamente relacionada à oferta desse tipo de conteúdo. Em 2018, as aplicações de escritório lideraram a oferta seguidas pelos editores de imagem e/ou som e softwares administrativos.

Os principais pontos de oferta de softwares ilegais foram os sites de leilão e os sites de comércio eletrônico, devido à facilidade da venda por meios digitais e da dificuldade de rastreio dos infratores e da procedência dos produtos. A remoção de anúncios de softwares em sites de leilão aumentou 13% e a de websites próprios 19,5% em 2019 na comparação com o ano anterior.
A estes canais de vendas somam-se redes sociais, blogs e domínios próprios (esses últimos não sendo monetariamente tão relevantes quanto os outros) onde a oferta de software ilegal também é feita gratuitamente via download.

“Apesar da queda percebida, o volume da oferta de conteúdos ilegais na internet ainda permanece altíssimo. Com o objetivo de acabar, ou diminuir ao máximo, com essa oferta, a ABES continuará com os seus compromissos de proteger a indústria de software e de sempre alertar os usuários quanto aos riscos envolvidos no uso de sistemas piratas, como vírus, malwares e sequestro de dados. Além destes, os softwares ilegais podem tornar os dispositivos vulneráveis a ataques de hackers e impossibilitar o suporte de assistências autorizadas”, explica Rodolfo Fücher, presidente da ABES.

A remoção de links de acesso a softwares ilegais caiu 17,5% em relação a 2018. O Setor de Monitoramento da ABES, responsável pelo monitoramento e derrubada de conteúdos ilegais da internet, explica que isso se deve tanto à remoção de sites que ofereciam este tipo de download bem como à demora das hospedagens externas em remover os softwares ilegais.

A Associação realiza, proativamente e diariamente, o monitoramento contínuo da internet e quando identifica algum conteúdo que viole o Direito Autoral de Softwares de seus associados, notifica diretamente os respectivos portais para removam o conteúdo. Esse serviço faz parte da iniciativa “Uma Empresa Ética” da Associação, que visa promover a concorrência saudável e ética no mercado de tecnologia. Denúncias de ofertas de links, anúncios e websites irregulares podem ser feitas anonimamente através do link: http://www.abessoftware.com.br/propriedade-intelectual/denuncie-pirataria

“A ABES tem o propósito de colaborar na construção de um Brasil mais digital e menos desigual. Desta forma, entendemos que o uso de tecnologia de forma ética, como a utilização de software licenciado, é fundamental para que tenhamos um ambiente competitivo e propício à inovação”, complementa o presidente da ABES.

Veja abaixo os números dos últimos anos:

Evolução do total de anúncio em sites de leilão, links e websites removidos de 2009 a 2019:

Gráficos com resultados do Monitoramento de Internet em 2019:

75% dos clientes esperam que empresas usem novas tecnologias para melhorar suas experiências

Segundo o estudo “State of the Connected Customer”, realizado pela Salesforce, o ritmo da inovação está se acelerando, com 67% dos clientes esperando que as empresas ofereçam novos produtos e serviços com mais frequência do que antes. O relatório, baseado em uma pesquisa com mais de 8.000 consumidores e compradores profissionais em 16 países, demonstra uma tendência contínua de expectativas elevadas dos clientes.

A inovação tecnológica realça esse sentimento, com 75% dos clientes esperando que as empresas usem novas tecnologias para melhorar suas experiências e 67% dizendo que a maneira como uma empresa usa a tecnologia reflete como ela opera em geral.

A inteligência artificial desempenha um papel cada vez mais importante na definição das expectativas dos clientes. De fato, 62% dos clientes estão abertos ao uso da IA ​​para melhorar suas experiências – em comparação com 59% em 2018. E 76% dos clientes usam um dispositivo conectado, incluindo 29% dos consumidores que possuem um alto-falante inteligente em casa.

Os dados fazem parte do terceiro relatório “State of the Connected Customer” baseado em uma pesquisa com mais de 8.000 consumidores e compradores profissionais em 16 países.

Metodologia
Os dados usados no relatório State of the Connected Customer são de uma pesquisa de dupla ocultação realizada de 2 a 18 de abril de 2019 que gerou respostas de 8.022 indivíduos na Austrália/Nova Zelândia, Canadá, França, Alemanha, Hong Kong, Índia, Itália, Japão, Singapura, Espanha, Suíça, Tailândia, Reino Unido/Irlanda e Estados Unidos. Todos os entrevistados são panelistas terceirizados.

Analisando dados de todos os tipos, geografias e gerações de clientes, a Salesforce descobriu quatro temas principais.

Corteva Agriscience e Cubo Itaú anunciam parceria em busca de soluções inovadoras para os desafios do agronegócio

A Corteva Agriscience é a mais nova empresa mantenedora do Cubo Itaú, mais relevante hub de fomento ao empreendedorismo tecnológico da América Latina. O objetivo da companhia é estabelecer conexões com startups de diferentes setores, buscando soluções inovadoras para alguns dos desafios da indústria e da Corteva, que podem beneficiar produtores rurais, canais de distribuição, cooperativas e outros elos da cadeia.

“Somos uma empresa de inovação 100% focada em agricultura. Nesse momento, entendemos que era importante estabelecer uma parceria que nos permitisse contato com inovações adotadas em outros setores e, com isso, identificar soluções que possam ser estendidas ao nosso mercado”, explica Douglas Ribeiro, Diretor de Marketing da Corteva Agriscience.

Segundo Pedro Prates, co-head do Cubo Itaú, a parceria com a empresa trará novas possibilidades para expandir canais com startups do segmento. “A Corteva será a primeira empresa do ramo de agronegócio a integrar o Cubo, uma parceria estratégica para fortalecer o desenvolvimento de AgTechs no país. Essa parceria nos permitirá um olhar direcionado para o agronegócio, um cenário que é novo para o hub, estabelecendo conexões assertivas e de importância para o cenário nacional e mundial”.

Neste primeiro momento, a chegada da Corteva ao Cubo Itaú estará focada em três grandes desafios vivenciados pelos produtores rurais do Brasil: o acesso a crédito, utilização de Barter e a capacitação de pequenos agricultores.

Crédito e Barter

Uma pesquisa encomendada pela Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), conduzida com produtores rurais de todo o país em 2019, mostrou que para quase 60% dos entrevistados o crédito rural é a demanda mais importante para o campo. Em complemento a esse dado, de acordo com um estudo encomendado pela Corteva e realizado pela consultoria Spark sobre jornada de compra, 50% dos produtores precisam dispor de recursos próprios como principal fonte de financiamento na compra de insumos, sementes e defensivos agrícolas.

A dificuldade de acesso ao crédito é uma barreira ao desenvolvimento do agronegócio no Brasil, seja pelo alto grau de burocracia e exigências, prazo para recebimento do dinheiro ou ainda pela dificuldade de avaliação do perfil de risco, principalmente considerando um setor que é tão dependente de fatores climáticos, como o agronegócio.

“Como indústria, temos o desafio de buscar modelos de negócios mais ágeis, modernos e digitais para facilitar o acesso ao crédito pelo produtor rural, com ferramentas que permitam avaliações de risco diferenciadas, considerando fatores como histórico de produtividade, perfil da região, média de inadimplência, e não só dados financeiros. E aqui, as startups podem nos ajudar com soluções que já foram implementadas em outros setores, por exemplo”, comenta Douglas Ribeiro.

Ainda na linha de acesso a financiamentos, o Barter é outro desafio da indústria. No agronegócio, ele consiste em um mecanismo de financiamento no qual o pagamento pelo insumo é feito por meio da entrega do grão na pós-colheita, sem a intermediação monetária. É uma ferramenta que mitiga risco e negocia na moeda do produtor.

Mas o Barter também enfrenta uma série de desafios. Os processos ainda são muito burocráticos e envolvem diversos players, o que dificulta o acesso a essa ferramenta por parte dos agricultores. Ainda segundo o estudo da Corteva, nas revendas e cooperativas pesquisadas, o Barter representa cerca de 20% da forma de pagamento utilizada. “Nesse sentido, a colaboração das startups do Cubo Itaú pode ser fundamental na criação de instrumentos que nos ajudem a promover um fluxo de trabalho eficiente, ágil e digital. Podemos, inclusive, desenvolver soluções que podem ser levadas para outros países”, complementa Ribeiro.

Capacitação de pequenos agricultores

O terceiro grande desafio, que será foco da Corteva no Cubo Itaú, é dar escala a um projeto social-econômico chamado Prospera, que tem como objetivo capacitar pequenos agricultores, que trabalham com milho (grão) e silagem.

O programa começou em 2017, em Pernambuco, com um grupo de 45 participantes. Devido ao grande impacto proporcionado na produtividade de suas lavouras e comercialização da produção, em 2018 o programa capacitou 428 participantes e, em 2019, chegou a 927 participantes.

Com o Prospera, pequenos produtores tiveram acesso a conhecimento técnico de alto nível que permitiu melhorias em suas lavouras de milho e na comercialização de sua produção. Esta transformação proporciona a expansão de renda dos agricultores, com um salto de produtividade de 10 sacas/ha no início do programa para 80 sacas/ha, em média. Destaque para um agricultor que, em 2019, bateu o recorde de 125 sacas/ha.

“Ainda há um número expressivo de produtores com baixo conhecimento técnico no Brasil, sem acesso a mercados e linhas de financiamentos. Estes fatores travam o desenvolvimento da produção agrícola nestas regiões e diminuem a qualidade de vida nas comunidades. Nosso objetivo é dar escala ao Prospera e capacitar 50 mil pequenos agricultores e conecta-los com cadeia de valor para produção e comercialização de milho. Mas, para isso, precisamos de ferramentas que nos auxiliem nesse processo. E aqui, mais uma vez, entra a nossa parceria com o Cubo Itaú e as startups residentes do hub”, completa o executivo da Corteva.

A parceria da Corteva Agriscience com o Cubo Itaú é mais um passo rumo ao propósito de melhorar a vida de agricultores e consumidores, garantindo progresso para as gerações futuras.

EBANX lança documentário sobre a história do primeiro unicórnio do Sul do Brasil

No mês em que o EBANX completa oito anos de fundação, a fintech especializada em pagamentos lança o documentário The Crazy Blue Ones, que conta a história da empresa desde o seu surgimento até a conquista do título de unicórnio, no ano passado.

O filme, realizado internamente pelo time de produção audiovisual do EBANX, envolveu uma equipe de aproximadamente 50 pessoas, que trabalharam na captura das imagens e na edição do material durante seis meses, até chegar ao resultado apresentado no lançamento, em fevereiro. O documentário traça um paralelo entre a história do EBANX e o Circus, evento anual que traduz a cultura da empresa, presente tanto nos materiais internos quanto no contato com clientes e parceiros.

“The Crazy Blue Ones” é a produção mais recente do time que se dedica diariamente à criação de conteúdos criativos e informativos da fintech, um investimento estratégico para atingir os diversos públicos da empresa. São 12 pessoas pensando em roteiros, layouts, mensagens e imagens que transmitam a cultura da fintech em cada material produzido.

“A produção de conteúdo é algo levado muito a sério pelo EBANX. Nossos materiais querem não somente munir nossos públicos de informação, mas criar valor para a empresa, nossos parceiros e o consumidor final, sempre em sintonia com nossos valores e nossa missão de promover acesso”, afirma André Boaventura, sócio e CMO do EBANX.

O time de produção audiovisual trabalha para atender a três demandas: endomarketing, cliente final e merchants. As linguagens são diferentes, mas a aposta em conteúdos em vídeo se sobressai.

Temas como empregabilidade trans, inovação investimento em cultura já foram alvo de campanhas do EBANX. Dúvidas de consumidores relativas a pagamentos e compras online são respondidas por meio de vídeos explicativos, disponíveis na Central de Ajuda do EBANX e em canais como YouTube e Vimeo. A equipe também produz materiais destinados às empresas globais que são clientes do EBANX e usam as soluções de pagamento da empresa para atuarem na América Latina: um dos produtos mais emblemáticos, por exemplo, explica o funcionamento dos Correios e os desafios logísticos do Brasil.

“Todas as áreas da equipe de marketing se conversam e produzem este conteúdo de forma colaborativa, atacando as principais perguntas e dores dos nossos clientes e consumidores finais. A estratégia é ser mais do que uma processadora de pagamentos, mas uma fonte de informação, uma referência na área”, diz Boaventura.

O recém-lançado documentário “The Crazy Blue Ones” reforça o espírito de comunidade e a missão de promover acesso, que move o EBANX desde seu início.

 

 

 

Novo Coronavírus: Especialistas analisam impactos e riscos jurídicos para empresas

Os impactos políticos e econômicos provocados pelo Novo Coronavírus (ou COVID-19) no Brasil e no mundo já podem ser mensurados, mas estão longe de uma contabilidade final. O ainda crescente número de casos registrados globalmente obriga administradores a analisarem a extensão e a profundidade desses impactos sob diversos aspectos.

Para o sócio de Arbitragem e Contencioso do Cescon Barrieu Advogados, Carlos David Albuquerque Braga, os impactos nos contratos são um relevante ponto de atenção nesse ambiente. Para uma boa gestão, a administração da companhia deve saber a quais riscos está exposta no presente momento. Discussões sobre coberturas de seguros, caso fortuito, força maior, onerosidade excessiva, revisão e até rescisão dos contratos são temas que certamente entrarão na pauta do dia-a-dia das empresas.

Todos os tipos de contrato estão na lista de alerta, segundo Braga, inclusive contratos com administração pública, que podem ser impactados por possíveis obrigações adicionais. A manutenção do equilíbrio dos referidos contratos pode estar vinculada a questionamentos sobre custo de implementação das medidas e das recomendações de interesse público.

Quando a questão é Governança, a recomendação às companhias abertas é sobre a importância e necessidade de ficar atento ao nível de disclosure que deverá ser adotado por administradores em suas atividades de supervisão e orientação geral. “É essencial estar atento à responsabilidade dos administradores de companhias abertas diante da obrigação de prestar informação clara e objetiva aos seus investidores”, explica Carlos Augusto Siqueira, sócio do Cescon Barrieu em Mercado de Capitais, Societário e Governança Corporativa.

“A regulamentação da CVM imputa aos administradores de companhias abertas o dever de comunicar imediatamente à bolsa e ao mercado eventos que possam influir na decisão dos investidores de vender ou comprar valores mobiliários emitidos por ela”, completa Siqueira.

Com a aproximação do período de divulgação de informações obrigatórias anuais e do primeiro trimestre, as companhias devem avaliar se a linguagem de seus fatores de risco é suficiente para informar o investidor sobre o possível impacto que o Novo Coronavírus poderá ter em seus resultados, e também como disponibilizar essa informação de forma correta, verdadeira e precisa. Diante disso, o desafio é atualizar o mercado de forma completa e robusta com base nas informações existentes até o momento, evitando alarmismo.

Para isso, o recomendável é que a companhia faça uma análise profunda dos possíveis cenários e impactos, e também avalie cuidadosamente o que deve e precisa ser objeto de divulgação, considerando inclusive as eventuais ações que adotou – ou venha a adotar – para mitigar os impactos identificados no curto, médio e longo prazo.

Já para a área Trabalhista, a sócia Gisela Freire ressalta que é importante as empresas adotarem uma política de saúde e de segurança do trabalho clara e específica, sem prejuízo do que regem as normas e restrições impostas pelo poder público considerando o cenário de uma epidemia que pode ser transmitida no ambiente de trabalho ou em função do trabalho.

Eventuais alterações de regras de ordem pública vão cobrar dessas empresas uma rápida adaptação aos termos, e deverão estar atentas para fazer esse movimento com agilidade. Já para as empresas privadas, metas de vendas e critérios de pagamento de bônus, por exemplo, também devem ser afetados e, por isso, precisam ser considerados em função do contexto e do melhor interesse de todos stakeholders.

Quite.Já entra para o Scale-Up, o programa de aceleração da Endeavor

A Quite.Já , plataforma digital de recuperação de crédito, é uma das empresas participantes do Scale-up Endeavor, plataforma de aceleração através de conexões que transformam empreendedores e negócios. O programa seleciona empresas duas vezes por ano, em sete estados brasileiros, incluindo o Paraná. A organização de estímulo ao empreendedorismo está presente em 18 países, com foco em nações emergentes.

Dentre os critérios de seleção estão o alto potencial de crescimento, os diferenciais competitivos claros e os modelos de negócio comprovados pelo mercado. De acordo com Luiz Henrique Garcia, CEO da Quite.Já, este é um momento muito especial para a empresa. “O programa Scale-up tem um processo seletivo criterioso que busca não só empresas de algo crescimento nos últimos anos, mas também de grande impacto nos mais diversos segmentos da sociedade. Integrar este seleto grupo nos oferece a oportunidade de alinhar as diretrizes da empresa às melhores práticas de gestão aplicadas hoje em dia e nos permite estar ainda mais preparados para enfrentar os desafios do mercado”, analisa.

Atuando no Brasil desde 2000, com operações ativas em oito estados, a Endeavor já apoiou centenas de empreendedores de alto impacto, fomentando o ecossistema empreendedor brasileiro. “O programa nos permite ter contato com profissionais de altíssimo nível que nos orientam a superar alguns dos problemas que hoje são a realidade da empresa, as dores do alto crescimento, como gosto de comentar. Manter a empresa em constante crescimento, contratando, buscando novos desafios e permitindo que todos os colabores estejam dentro de um mesmo ideal é algo extremamente complexo”, completa Luiz.

Quem compartilha da mesma opinião é Rafael Abreu, sócio-fundador da Quite.Já. Abreu afirma que o Scale-up é um marco na história da empresa. “Tudo isso é resultado de um processo de expansão que estamos vivendo. O programa é importante por apoiar empreendedores a acelerarem o crescimento de suas empresas e formar uma nova geração de exemplos para o Brasil. A troca de experiências que ele possibilita entre os empreendedores é fundamental porque gera conexão com pessoas que fazem parte do nosso ciclo de contratação dos serviços prestados, além de proporcionar o surgimento de novos negócios”, finaliza.

Capgemini nomeia Natalia Zimerfeld como nova vice-presidente de marketing e comunicação no Brasil

A Capgemini nomeou hoje Natalia Zimerfeld como sua nova Vice-Presidente de Marketing e Comunicação no Brasil. Natalia tem 26 anos de experiência em posições de liderança com marcas globais e em uma ampla variedade de projetos dedicados ao setor de serviços nas disciplinas de marketing e comunicação e inovação estratégica.

“Continuamos a expandir nosso foco em serviços de TI e recentemente crescemos em práticas como Inteligência Artificial, Experiência do Cliente e em projetos de Transformação Digital. Nos últimos anos, investimos em nossa equipe, com novas contratações de liderança estratégica, além de capacitar nossos funcionários. A experiência de Natalia será importante para consolidar esse movimento com a criação de projetos inovadores de marketing e comunicação em toda a região”, afirmou Maurizio Mondani, presidente da Capgemini no Brasil e na Argentina.

Natalia liderou equipes multidisciplinares em diferentes países e tem uma vasta experiência na criação de estratégias de marca, gerenciamento integrado de comunicações, plataformas de marketing e digital, CRM, marketing experimental, relações públicas e patrocínio, entre outros.

“Estou muito feliz por ingressar na Capgemini em um momento tão especial para a empresa e animada por poder contribuir para a transformação e crescimento do Grupo. Estamos na fase de planejamento de uma série de projetos importantes que colaborarão com a evolução do posicionamento da marca e dos negócios no Brasil”, afirmou Natalia

A executiva possui graduação e Pós-Graduação em Serviços de Negócios e Marketing pela ESPM (Escola Superior de Propaganda e Marketing). Possui especializações em Gestão de Negócios na Internet, Aceleração Digital, Comunicação em Mídia Digital e Transformação Digital.

Natalia iniciou sua carreira na consultoria KPMG e liderou as iniciativas de rebranding e posicionamento do HSBC, quando a instituição financeira adquiriu a Bamerindus no Brasil. Ela esteve no Citibank por 10 anos, onde assumiu o cargo de Chefe de Canais Digitais e, posteriormente, trabalhou na Mastercard por 7 anos como Diretora de Marketing, onde trabalhou na mudança do portfólio da marca, na introdução de novos produtos e no reposicionamento de ofertas. Recentemente, ela esteve na Hyper Island, empresa de consultoria sueca, onde trabalhou em projetos de transformação digital e cultural.

Cabotagem e transporte aquaviário protagonizam crescimento no Brasil

O Brasil é um país que favorece a prática da cabotagem para transporte e escoamento de carga. Fatores como clima e uma extensa costa, de aproximadamente oito mil quilômetros, influenciam favoravelmente essa modalidade. O transporte por vias aquaviárias é positivo por ser mais seguro e por encontrar altos números de portos estruturais no País. Além disso, oferece baixo consumo energético e é menos poluente ao meio ambiente, além de possuir alta capacidade de armazenamento e transporte de cargas de uma única vez.

A tonelagem de cargas transportada em linhas de cabotagem no Brasil, no primeiro semestre do ano passado, cresceu 24,7%, em relação ao mesmo período do ano anterior. Os dados integram estudo da Agência Nacional de Transportes Aquaviários (Antaq).

A movimentação em portos cresceu 3% de 2017 para 2018. Cerca de 1,12 bilhão de toneladas foram transportadas nas instalações portuárias brasileiras em 2018. O maior aumento aconteceu na movimentação de carga geral solta (5,8%), seguido de carga conteinerizada (5,6%). Granel sólido subiu 2,7% e granel líquido e gasoso, 2,2%, de acordo com o último Anuário dos Transportes, divulgado pela Confederação Nacional dos Transportes (CNT).

Mudanças regulatórias – O Ministério da Infraestrutura está avaliando o envio de uma proposta à Câmara e ao Senado para o fomento do transporte marítimo no País, internamente o projeto é chamado “BR do mar”. A proposta visa aumentar a competitividade e impulsionar o transporte marítimo no Brasil como alternativa ao rodoviário. O projeto tem como linha central a desburocratização do setor e a busca por reduções de impostos de combustível e desoneração da importação de embarcações. Outro tema é a autorização do fretamento de embarcações estrangeiras para cabotagem, pois atualmente as empresas só podem operar com navios próprios construídos no Brasil ou comprados no exterior que, automaticamente, são mais caros por conta da taxa de importação.

O projeto está sendo avaliado pelo ministro Tarcísio Gomes, que considera o assunto urgente e, junto à uma comissão do Congresso, estuda se é mais viável ser enviado em formato de Medida Provisória ou em Projeto de Lei. Com essas mudanças aprovadas, empresas do setor apostam em um crescimento de até 30% ao ano.

No dia 18/03, Diogo Piloni, secretário nacional de Portos e Transportes Aquaviários, irá palestrar sobre o projeto “Br do Mar” e ações de incentivo à cabotagem. O encontro acontece às 13h30 em parceria com a ABTRA – Associação Brasileira de Terminais e Recintos Alfandegados, durante a 26ª Intermodal South America.

Intermodal 2020 – A Intermodal South America 2020, que acontece de 17 a 19 de março, no São Paulo Expo, traz novidades exclusivas para o setor de portos e transporte aquaviário e soluções para embarcadores de todo tipo de carga. Em um comparativo com 2019, o número de expositores do segmento de transporte marítimo cresceu 55%, os terminais portuários 28% e portos 25% em números de estandes. Além de empresas do modal marítimo, a Intermodal atrai expositores de todos os segmentos da logística, intralogística, transporte de carga e comércio exterior.

Para o diretor do portfólio de Infraestrutura da Informa Markets, Hermano do Amaral Pinto Jr, o setor de transporte aquaviário da Intermodal é sempre uma atração renomada e muito aguardada. “Os expositores de portos, cabotagem, armadores e afins são muito procurados durante a feira por representarem um modal forte e consolidado na cadeia logística. São referências nacionais e internacionais que apresentam, durante o evento, o que há de mais novo em tecnologia, embarcações, custos, pagamentos e tudo que envolve o transporte de carga. Além de representantes dos principais complexos portuários do País, teremos empresas de diversos países como Portugal, Alemanha, Argentina, Espanha, Bélgica, entre outros, que virão à essa edição da Intermodal”

Confira algumas das marcas participantes:

PORTO DE IMBITUBA
A SCPar Porto de Imbituba é uma empresa pública do estado de Santa Catarina. Exerce a autoridade portuária do complexo portuário de Imbituba e, portanto, é responsável por administrar a infraestrutura e fiscalizar as operações do porto. A empresa participa desde 2013 da Intermodal. “O propósito é construir e ratificar nossa presença no mercado portuário, apresentando ao público o que temos a oferecer em termos de estrutura, capacidade e operações. Assim, buscamos também capitalizar, construir e impulsionar contatos com os principais stakeholders do mercado nacional e internacional”, comenta o gerente comercial do Porto de Imbituba, Rui Roberti. O gerente acrescenta que, nas edições passadas, o porto de Imbituba se fez presente na feira Intermodal e obteve bons resultados para a solidificação do nome da instituição. Além disso, garantiu promissoras oportunidades por meio das inúmeras reuniões e contatos com representantes do setor.

PORTOS DE PORTUGAL
Alguns dos Portos de Portugal já participam na feira há mais de 15 anos, sendo que, em 2020, será a terceira edição em conjunto. “A Intermodal é um momento fundamental para a estratégia de desenvolvimento das ligações marítimas com a América do Sul, é um momento de construir pontes que serão a base de novas e maiores trocas comerciais entre Portugal e o Brasil”, informou a Associação dos Portos de Portugal. “Este ano, os complexos portuários lusitanos vão se apresentar mais uma vez como a porta preferencial de entrada na Europa para os produtos provenientes da América do Sul.

GRUPO IMETAME
Uma das novidades na área de exposição deste ano é a Imetame Logística Porto. Com conceito multipropósito, o porto, que será construído em Aracruz (Espírito Santo), terá foco na movimentação de contêineres e cargas gerais, granéis sólidos, líquidos e gasosos e também atenderá a operações offshore. Além disso, toda a programação será eletrônica, desenhada para uma operação 100% automatizada, com serviços de retiradas e recebimentos online, área 100% alfandegada e apta para a próxima geração de navios do Brasil, como New Post Panamax e Suezmax.

LOG-IN
A Log-In Logística Intermodal é uma empresa de soluções logísticas integradas para movimentação de cargas no Brasil e no Mercosul, por meio marítimo (cabotagem), complementado por ponta rodoviária para serviços porta a porta, bem como pela movimentação portuária e armazenagem de carga em nossos Terminais Portuário e Intermodais.

Com a aquisição do mais novo navio, o Log-In Polaris, que fez sua primeira viagem em dezembro de 2019, a Log-In reforça o respeito e a preocupação com o meio ambiente. Moderno e sustentável, o navio tem os mancais do eixo propulsor resfriados e lubrificados com água ao invés de óleo lubrificante. Além disso, economiza combustível por meio da pintura do casco com fricção reduzida e pela potência do motor principal adequada à velocidade de operação da cabotagem.

Em 2019 a Log-In tornou-se empresa membro do PLVB (Programa de Logística Verde Brasil) firmando o compromisso com as questões sócio ambientais.

POSIDONIA
Na Intermodal, a Posidonia apresentará o navio multipropósito Posidonia Bravo, primeira embarcação da companhia construída com recursos próprios e que chega para atuar em operações especiais de lavra e de transporte de minerais no oceano. A embarcação tem capacidade para transportar 3 mil toneladas, contando ainda com sistema de descarte sustentável e bombas de dragagem, que suportam até 55 mil m³ diários.

“O Posidonia Bravo é uma embarcação diferenciada e que agrega muito valor aos embarcadores. Diante da flexibilidade do projeto sobre o qual foi concebido, foi facilmente ajustado à operação de extração, armazenagem e transporte de fertilizantes marinhos. Prova disto é que já está empregada em contrato de cinco anos”, explica o sócio da Posidonia, Abrahão Salomão.

26ª Intermodal South America
Data: De 17 a 19 de março de 2020.
Horário: Das 13 às 21 horas.
Local: São Paulo Expo – Rod. dos Imigrantes – Vila Água Funda, São Paulo — SP.

Magalu é eleita pela Fast Company como a empresa mais inovadora do Brasil

O Magalu, maior plataforma de compras e vendas do Brasil, foi eleito pela revista americana Fast Company como a empresa mais inovadora do Brasil e a terceira na América Latina, no ranking Most Innovative Companies, divulgado anualmente pela publicação.

A revista salientou as ações do Magalu para digitalizar o varejo brasileiro, se posicionando como principal marketplace do país. As soluções do Magalu As a Service também foram destacadas pela publicação.

No ano passado, o Magalu ficou em quarto lugar. Como parte de sua estratégia de inovação, a varejista tem investido na criação de um grande ecossistema digital para simplificar a experiência do brasileiro ao realizar compras e integrar canais de venda física e digital. A companhia reportou um crescimento de 51% no total de vendas em 2019 — alcançando R$ 27,3 bilhões.

O Marketplace do Magalu foi um dos destaques de crescimento, atingindo 15 mil sellers. Criado em 2017, ano em que o Magalu teve o atendimento ao cliente e experiência de compra como prioridade, o marketplace faturou 3 bilhões de reais em produtos vendidos (GVM) em 2019, um crescimento de 216% em relação a 2018.

O super aplicativo do Magalu — um dos aplicativos de comércio eletrônico mais baixados no mundo segundo a consultoria App Anie — alcançou a marca de mais de 20 milhões de usuários ativos em 2019. Com a compra de Netshoes, Zattini e Estante Virtual, a companhia transformou o superapp em uma plataforma de vendas com um catálogo de mais de 20 milhões de produtos. Uma das metas do Magalu é se tornar uma loja virtual que sirva às necessidades de qualquer cliente — um modelo de “one stop shop”.

O Magalu começou pelos pontos de venda físico. Hoje, em um universo de milhões de potenciais consumidores navegando pela Internet, a empresa adotou um modelo de venda que mistura o e-commerce com lojas físicas. O Retire na Loja, presente em maior parte da rede da varejista, permite com que o cliente resgate produtos comprados online em pontos físicos de venda. O modelo omnichannel tem sido parte importante da inovação da varejista e tem impulsionado o e commerce da empresa, que cresce bem acima da média nacional. O Magalu viu seu e commerce crescer 93%. O varejo eletrônico já é responsável por 48% das vendas.

A varejista expandiu também, em 2019, sua malha logística. O tempo médio de entregas feitas com sua própria rede — o Magalu Entregas — é de 48h. Lojas abertas pelo Magalu em 2019, em estados como Pará e Mato Grosso, funcionam como mini centros de distribuição e estoque de produtos próprios, que aumentam a capilaridade da varejista fora de grandes centros urbanos. As 159 novas lojas do Magalu inauguradas no ano passado venderam acima da expectativa, elevando o crescimento total em 13%.

 

Empresas do Rio Grande do Sul podem reduzir carga tributária em mais de R$ 100 milhões

Um levantamento da Becomex, empresa de consultoria e tecnologia especializada na área tributária, fiscal e aduaneira, aponta que as empresas do estado do Rio Grande do Sul podem reduzir a carga tributária em mais de R$ 100 milhões utilizando os regimes especiais de forma integrada. Os benefícios vão desde a redução de custo tributário na importação, suspensão de tributos nas aquisições de mercado interno, benefício de caixa com a postergação do momento de pagamento dos tributos, monetização de créditos tributários acumulados, aproximação do momento de recolhimento de tributos com o faturamento, dentre outros.

Em todo país, a Becomex já conquistou mais de R$ 1 bilhão em benefícios fiscais e mais de R$ 600 milhões em recuperação de impostos obtidos para seus clientes.

“Nosso objetivo é trazer receita, reduzindo os custos dos nossos clientes por meio de uma metodologia que combina regimes aduaneiros e gestão tributária integrada com tecnologia sob medida para cada perfil de negócio. Além disso, estendemos esse ‘olhar’ minucioso buscando oportunidades por toda a cadeia de fornecimento dos nossos clientes. Assim, é possível aumentar a competitividade da empresa e, consequentemente, dos seus fornecedores de forma sustentável e agregando valor estratégico aos negócios sem nunca descuidar do compliance”, destaca o diretor da filial Sul da Becomex, Gustavo Correa.

Inaugurada em 2017, a filial do Rio Grande do Sul da Becomex já triplicou seu faturamento e responde por 12% de participação nos resultados da Becomex nacionalmente. Para 2020, a unidade atuará com novas iniciativas e serviços em razão de recentes alterações na legislação como RECOF-SPED e Certificado de Origem Digital, DUIMP e o catálogo de produtos, com o olhar atento às oportunidades e os resultados que beneficiam os mais de 70 clientes na região.

A Becomex está presente em 10 estados brasileiros, incluindo o Distrito Federal e atende mais de 40 segmentos, com mais de 900 clientes. A empresa atua com consultoria estratégica tributária e tecnologia exclusiva – incluindo inteligência artificial e big data – capaz de cruzar, por exemplo, mais de 60 milhões de dados imputados diariamente pela Receita Federal, e otimizando a utilização dos regimes especiais aduaneiros e tributários para seus clientes.

Falconi abre inscrições para programa de trainee e estágio

O Programa Jovem Falconi, oferecido pela maior consultoria de gestão do Brasil, está com inscrições abertas. Podem participar do processo candidatos que estejam cursando ou tenham concluído recentemente qualquer curso de graduação. O programa busca pessoas que queiram atuar em diversos segmentos do mercado, viajar para dentro e fora do país em projetos desafiadores e, acima de tudo, produzir resultados reais. Os interessados devem se cadastrar por meio do link: http://jovemfalconi.com/.

Para se candidatar às vagas de estágio é necessário ter disponibilidade para residir nas cidades de São Paulo, Brasília ou Belo Horizonte e ter inglês avançado. Além disso, o candidato deve ter previsão de concluir o curso entre dezembro de 2020 e julho de 2022. Após a inscrição, o processo terá três fases: etapa online, entrevista presencial e avaliação oral em inglês.

Já os candidatos às vagas de trainee devem ter disponibilidade para morar em São Paulo, Brasília ou Rio de Janeiro e precisam ter concluído o Ensino Superior entre julho de 2017 e julho de 2020. É esperado que o trainee tenha inglês avançado e disponibilidade para viagens constantes. O processo seletivo completo inclui etapa online, entrevista presencial, avaliação oral em inglês e banca executiva com alguns sócios da empresa.

Os selecionados receberão além de bolsa-auxílio/remuneração, benefícios como plano de saúde e odontológico integral, vale-refeição, vale-transporte, seguro de vida e convênio com academias em todo o país.

Programa Jovem Falconi

Por meio do programa de trainees, a CEO da Falconi, Viviane Martins, iniciou a construção de sua carreira na empresa, há quase 20 anos. Assim como Viviane, outros colaboradores que alcançaram altos cargos na consultoria entraram na organização pelo programa Jovem Falconi. “Em nossa empresa, o estagiário tem a oportunidade de trabalhar em projetos reais e nosso trainee não é um aprendiz como em outras empresas, é como um consultor contratado, que pode desenvolver sua carreira no Brasil e no mundo e ser reconhecido de acordo com seu desempenho”, explica o sócio Fernando Ladeira, Diretor de Gente e Gestão da Falconi.

TOTVS lança solução de pagamento integrado para instituições de ensino

A TOTVS, maior empresa de tecnologia do Brasil, passa a disponibilizar serviço de pagamento por cartão para o aplicativo Meu eduCONNECT, solução de relacionamento que integra toda a comunidade acadêmica. Com a nova funcionalidade, as mensalidades e outros serviços podem ser pagos de maneira mais simples, rápida e segura, diretamente pelo app com cartão de crédito.

A novidade traz benefícios tanto para os estudantes, pais e responsáveis, que poderão cadastrar um ou mais cartões na ferramenta, para pagamentos recorrentes e até negociar títulos vencidos, como para as instituições de ensino, que terão mais facilidade no recebimento de valores, além da diminuição na inadimplência por esquecimento, uma vez que o processo passa a ser totalmente digital e automático e pode substituir a forma atual de pagamento, geralmente feita por boleto bancário.

Além de oferecer uma experiência de pagamento digital, a solução também gera eficiência operacional para as instituições de ensino, já que o processo de confirmação do pagamento e conciliação do recebimento também acontecerá de forma automática e integrada. Além do aplicativo Meu eduCONNECT, essa experiência de pagamento também está disponível no Portal do Aluno, outro importante canal de comunicação e serviços.

Outra vantagem para as instituições de ensino é a redução do custo operacional total em comparação ao praticado hoje com o boleto, considerando maior eficiência gerada nos processos de conciliação e cobrança. A nova ferramenta, garante mais facilidade na administração dos recebíveis, além de contribuir para retenção de clientes devido a diversificação das ofertas de formas de pagamento.

“Com o aplicativo Meu eduCONNECT as instituições poderão reduzir custos operacionais, enquanto oferecem um serviço digital condizente com a expectativa dos alunos, pais e responsáveis por mais praticidade na interação com escola ou universidade”, afirma Eduardo Pires, diretor do segmento Educacional da TOTVS.

A solução materializa a proposta de valor da TOTVS Techfin, de ampliar, simplificar e baratear o acesso dos clientes TOTVS aos serviços financeiros. “A novidade nasce para atender à necessidade dos pais e alunos por praticidade e das instituições de ensino por simplificar a gestão de recebíveis. Estamos levando ao mundo corporativo educacional a facilidade dos pagamentos de serviços de streaming”, afirma Eduardo Neubern.

O aplicativo Meu eduCONNECT está disponível para os clientes TOTVS Educacional e possui integração com o TOTVS Backoffice, garantindo que o fluxo das informações financeiras seja contínuo. Além disso, funciona totalmente em nuvem, dispensando o investimento em infraestrutura.

“Tá de TPM?”: mais de 43% das mulheres escutam o questionamento no mercado de trabalho

Ser mulher no mercado de trabalho é uma tarefa desafiadora e inclui driblar comentários sexistas como: “Tá de TPM?”, “Quer chorar?”, “Você tá sensível hoje!”, “Um filho vai atrapalhar seu crescimento profissional”. Pesquisa realizada pela Catho com mais de 7 mil respondentes, mapeou a frequência com que as frases são escutadas nas organizações.

Segundo Tábitha Laurino, gerente sênior da Catho, o levantamento reforça a presença de alguns estereótipos dados às mulheres. De acordo com a profissional, a reprodução contínua dessas frases deslegitimam as diversas potencialidades da mulher.

Frases escutadas no trabalho

“Em muitos casos, profissionais em cargos de gestão, por exemplo, quando se posicionam com firmeza ou são enfáticas no exercer de suas funções, precisam administrar esses comentários. É como se ser ‘firme’ soasse como ‘estresse’, logo, associado à TPM. Por outro lado, um homem com o mesmo posicionamento é visto como ‘obstinado’ ou ‘líder’”, explica.

Obstáculos durante o processo seletivo

Para as mulheres, os obstáculos começam bem antes, ainda durante o processo seletivo. Ao serem entrevistadas, 39% afirmam que são impactadas com alguns questionamentos, como “com quem deixa os filhos enquanto trabalha”. Entre os homens esse número é de 18%.

“A grande dificuldade enfrentada pelo mercado de trabalho atual é compreender que ser mãe permite que uma mulher continue sendo uma excelente profissional. Logo, esse não deveria ser um critério de avaliação durante um processo seletivo ou uma entrevista de emprego”, pondera Laurino

Aceleradora abre vagas nas áreas de Comercial e Recursos Humanos

A Troposlab – aceleradora de negócios, projetos e pessoas – está com vagas abertas em seus escritórios de São Paulo e Belo Horizonte para os cargos de Assistente Comercial, Profissional de Vendas B2B e Analista de RH. Quem deseja se candidatar às vagas abertas, precisa preencher o formulário online disponível no site da empresa, até o dia 20 de março.

A Troposlab oferece um ambiente de inovação e possibilita a oportunidade de desenvolvimento e realização profissional, além de permitir que o colaborador possa explorar talentos.

Abaixo, a descrição das funções em aberto da aceleradora:

• Assistente Comercial (escritório de São Paulo)

Principais atividades: acompanhamento diário das redes sociais e e-mails comerciais; apoio à área de marketing; análise de dados e produção de relatórios comerciais; prospecção ativa; auxílio no planejamento e execução dos programas de vendas; avaliação de resultados.

Requisitos: capacidade analítica, excelência no atendimento ao cliente; resiliência; hábil em visualização de oportunidades.

Desejável: experiência em gestão ágil de projetos; participação de programas de inovação; formação nas áreas de gestão comercial, administração e áreas correlatas (recém formado ou em processo de conclusão).
Sobre a vaga: salário compatível com o mercado e jornada de 30 horas semanais com flexibilidade de horário

• Profissional de Vendas B2B (escritório de São Paulo)

Principais atividades: planejamento e execução da agenda comercial da Troposlab; prospecção de novos clientes e novos negócios; excelente relacionamento com o cliente; apresentação de propostas; cumprimento de metas; entregas por metas.

Requisitos: formação na área comercial; sólida experiência em vendas; capacidade para visualizar novas oportunidades; conhecimentos em inovação; boa comunicação e relacionamento interpessoal; flexibilidade;

Desejável: experiência com gestão ágil; liderança de equipes; participação em projetos de inovação
Sobre a vaga: salário compatível com o mercado e jornada de 40 horas semanais com flexibilidade de horário

• Analista de RH (escritório de Belo Horizonte)

Principais atividades: desenvolvimento de processos para gestão de talentos; realização de processos seletivos para recrutamento; elaboração de estratégias para desenvolver equipes; apoio na gestão de desenvolvimento da cultura organizacional da Troposlab.

Requisitos: formação em Psicologia, Administração ou Gestão de Pessoas; bom relacionamento interpessoal; capacidade analítica; capacidade de liderança; interesse em processos de formação e desenvolvimento,
Desejável: prática com gestão ágil de projetos; vivência em ambientes de inovação.

Sobre a vaga: salário compatível com o mercado e jornada de 30 horas semanais com flexibilidade de horário

Coworkings crescem e caminham para regulamentação uniforme

Por Mariana Spoltore

O que para muitos parecia ser algo impensável virou rotina. Muitos profissionais liberais, em conformidade com as frenéticas transformações do mercado que buscam ampliar sua rede de apoio, têm conseguido minimizar ao máximo seus gastos trabalhando em escritórios compartilhados que ficaram conhecidos como coworkings.

Estes profissionais, que já se adaptaram ao coworking, buscam solucionar o problema do isolamento, muitas vezes ocorrido no home office, bem como o problema com distrações inerentes aos espaços públicos, além de procurarem por uma ampliação na sua produtividade, fazendo novos contatos de negócios através do networking.

Um exemplo é o advogado que, iniciando sua jornada na carreira e ainda sem os recursos necessários para poder fornecer um bom espaço para si e para os seus clientes, opta por um espaço compartilhado, economizando custos e ainda assim, amparado por uma boa infraestrutura que qualquer escritório de pequeno/médio porte dispõe.

Mas afinal, o que é coworking?

Entende-se por coworking, conforme o Projeto de Lei n° 8.300/2017 aprovado pela Comissão de Desenvolvimento Econômico, Indústria, Comércio e Serviços (CDEICS), em maio de 2018, todo aquele empreendimento que está autorizado a sediar múltiplas empresas. Em outras palavras, trata-se de um espaço onde são fornecidos serviços típicos de um escritório, como: secretaria, recepção, mobílias e equipamentos, internet, serviços de auxiliar, de correspondências, de motoboy, serviços de limpeza e copa, espaço de convivência, entre outros.

Os escritórios virtuais, como também são chamados, possuem sala multi empresarial, onde os usuários conseguem desenvolver atividades econômicas, sejam elas diferentes ou similares, em um mesmo espaço, em funcionamento durante todo o horário comercial praticado no local que em está sediado.

Facultativamente, é possível encontrar nos coworkings endereço profissional e/ou comercial, estações de trabalho determinadas ou indeterminadas no local do imóvel, salas privativas, salas de reunião, auditório, salas de treinamento, lanchonete e estacionamento.

Vale destacar a discussão existente a respeito das possíveis alternativas para conceituação deste modelo: prestação de serviço; cessão de uso de espaço com prestação de serviços; locação, nos termos da Lei n.º 8.245/1991; ou locação com prestação de serviços.

Assim, uma primeira impressão até poderia direcionar ao entendimento equivocado (ao nosso ver) de ser uma locação, regido pela Lei nº 8.245/91, juntamente com um contrato de prestação de serviço. Porém, além do Projeto de Lei n° 8.300/2017 pontuar que não se trata de um contrato de locação, temos o posicionamento de diversos juristas, que entendem que o contrato de coworking estaria mais próximo de um contrato de hospedagem, com base no argumento de que o uso do espaço não pode ser realizado de maneira dissociada da prestação de serviços, em que há aluguel de quarto de hotel/pousada com serviços de recepção e limpeza e outros. Portanto, o coworker não teria as proteções garantidas ao locatário nas locações tradicionais, por exemplo, o direito à renovação compulsória da locação por meio de ação renovatória.

Aprofundando-se no Projeto de Lei 8.300/2017 , temos que ele: regulamenta as obrigações relacionadas à obtenção de alvarás de funcionamento e demais inscrições nos órgãos competentes, tanto no que diz respeito aos escritórios virtuais, business centers e coworkings, como também aos usuários; estabelece que os escritórios virtuais, business centers e coworkings não serão responsáveis pelas “infrações tributárias, previdenciárias, trabalhistas, ou de qualquer natureza cometidas pelos usuários, salvo se pertencerem ao mesmo grupo econômico”; dispõe que a prestação de serviços de escritórios virtuais, business centers e coworkings, realizada nos termos do mencionado projeto e na forma contratual, não caracteriza sublocação; e exclui do âmbito do Projeto os estabelecimentos que tenham por objetivo “apenas domiciliar empresas sem fornecimento de serviços ou de suporte administrativo aos clientes.”

Portanto, torna-se de suma importância acompanhar o PL 8.300/07, que ainda será analisado pelas comissões de Finanças e Tributação e de Constituição e Justiça e de Cidadania e que definirá diversos pontos controversos acerca do coworking, trazendo a tão esperada segurança jurídica necessária para os estabelecimentos e para um maior crescimento no Brasil.

Em conformidade, estudos da ANCEV — Associação Nacional dos Coworkings e Escritórios Virtuais, entidade que representa o segmento no Brasil desde 1996, acredita que a regulamentação uniforme do setor trará um impacto positivo na economia, na geração de empregos diretos e indiretos, na arrecadação de impostos e na maior eficiência na fiscalização tributária.

Afinal, as atividades desenvolvidas em um escritório virtual geram uma economia de até 70% se comparadas aos escritórios convencionais, o que possibilita uma maior abertura de empresas, gerando uma elevação nos números de arrecadação e emprego.

Os espaços de coworking estão cada vez mais presentes em nosso dia a dia e, segundo pesquisa realizada pelo projeto coworking Brasil, em 2019, o Brasil possuía 1.497 espaços dessa natureza, com crescimento de 25% quando comparado com 2018. Além disso, o coworking já chegou em 195 municípios brasileiros, e o percentual de expansão do negócio impressiona: 32% já iniciaram seus projetos ou estão planejando fazer em breve; 49% indicaram que a produtividade foi dentro do esperado e apenas 10% declararam que o negócio não está indo bem.

Conclui-se que, com crise ou sem crise, houve uma evolução no mercado brasileiro, que começa a entender aquilo que traz mais resultados para o negócio.

Vale ressaltar que esta modalidade está em ascensão no mercado atual e vem trazendo muitas novidades jurídicas que merecem cautela quanto à regularidade do negócio que irá se instalar, observando, além das questões imobiliárias, as questões trabalhistas e tributárias. Entretanto, fica claro que, uma vez observadas e cumpridas as exigências legais atuais e as que estão por vir, os escritórios virtuais, business centers e coworkings podem ser muito eficientes economicamente falando, liberando recursos para as suas atividades fim com total sinergia com as transformações do mercado.

Mariana Spoltor, advogada da área Consultiva Imobiliária do escritório Natal & Manssur Advogados

Como diminuir o custo de aquisição no e-commerce

Ter uma boa estrutura de e-commerce envolve diversas etapas. Uma delas é pensar em como diminuir os custos de aquisição, métrica que aponta o valor gasto em questões operacionais para que se conquiste novos leads, usuários interessados nos seus produtos.

“Quando falamos em custo de aquisição o primeiro passo é entender sua margem e todos seus gastos. Após superar essa etapa, é importante definir o custo de aquisição ideal”, explica Thiago Mazeto, diretor comercial e marketing na Tray, unidade de e-commerce da Locaweb. Além disso, é necessário considerar que esse valor pode variar, já que cada e-commerce tem um ponto de equilíbrio próprio.

Segundo Mazeto, “o conhecimento em mídia e SEO é fundamental para evoluir cada vez mais. É imprescindível tentar vender mais de uma vez para o mesmo cliente, a melhor forma de baixar o custo é fazer com que ele tenha uma experiência incrível em seu e-commerce para comprar novamente”.

Ter o máximo de canais de venda também pode ser uma estrutura importante para a aquisição de novos leads, pois é vantajoso ter atuação não só em lojas virtuais, como em marketplaces. Algumas medidas, por mais que sejam indicativos de gastos, não necessariamente podem ser cortadas, pois é fundamental pensar na qualidade dos serviços que você irá oferecer. “Deve-se focar na experiência do cliente e qualidade de produtos. Acredito que o contrato de frete e intermediador de pagamentos podem ser negociados de acordo com suas vendas. Tendo histórico e comprovação, esses fornecedores tendem a melhorar as taxas”, explica Mazeto.

A melhor alternativa para cumprir a demanda de pedidos deve ser analisada de acordo com o perfil do seu e-commerce. “Ter os produtos sob demanda pode ser atrativo, já que não exige um um grande investimento. Porém, é arriscado. A operação não está em suas mãos e, ocorrendo atrasos, isso pode gerar uma insatisfação no cliente e aumentar os custos”, finaliza Mazeto.

A arte de buscar e desenvolver talentos na era da Transformação Digital

Por Vinícius Teixeira

Um grande investimento vem sendo realizado ano após ano para transformar digitalmente as empresas de todos os segmentos, em todo o mundo. Entretanto, um erro comum que muitos líderes ainda cometem é considerar que essa transformação é apenas tecnológica. Com isso, diversas falham na execução das estratégias acontecem por não conseguirem encontrar e reter os principais ativos dessa jornada – os Talentos.

Pensando nisso, reuni seis princípios para que você, gestor, possa repensar seu processo de busca e retenção desses profissionais.

1 — Potencial é tão importante quanto formação

Cada vez mais grandes organizações estão investindo no potencial dos candidatos e não somente nos diplomas em universidades de prestígio. Segundo pesquisa realizada pela Infosys, notamos que as empresas melhores avaliadas em maturidade digital estão propensas contratar profissionais com graduações tecnológicas, escolas técnicas e que tiveram conquistas que envolveram compromisso, dedicação e criatividade. Segundo o estudo, profissionais que não tiveram uma situação privilegiada e que demonstraram persistência durante a carreira, são mais motivados, resilientes e ágeis.

2 – Diversidade acima de homogeneidade

Do ponto de vista social, todos nós compreendemos – ou deveríamos compreender -, nosso papel em promover um ambiente diverso, com oportunidades iguais a todos os indivíduos. E do ponto de vista de negócios? Diversidade traz ganhos? Sim! Empresas que agem assim já entenderam que os negócios precisam dessa mistura de perfis. A diversidade de gênero, social, religiosa, étnica, cultural resulta em equipes mais criativas, produtivas e significativamente mais conectadas com seus clientes.

3 – Soft skills acima de Hard Skills

Em um mundo no qual as máquinas cada vez mais executam trabalhos repetitivos e com baixo nível de cognição, desafios modernos exigem habilidades de liderança, resolução de problema, criatividade, aprendizado contínuo, comunicação e trabalho em equipe. Não quero dizer que as habilidades técnicas não são importantes, porém priorize suas contratações com base no perfil pessoal.

4 – Fit Cultural acima de experiências

Dado que passamos mais de um terço de nossas vidas no ambiente de trabalho, é importante que os funcionários sintam-se felizes e conectados com ele. Caso contrário, você terá um problema de retenção e performance. O ajuste da cultura é o aspecto mais importante da retenção. Os funcionários que não se reconhecem nos valores da organização não ficarão satisfeitos, estão mais propensos a criar um ambiente de trabalho tóxico e estão mais propensos a sair.

5 – Especialistas ou generalistas? Precisamos de ambos

Defina suas estratégias e reflita sobre a melhor composição de sua equipe. Projetos que exigem experimentação, onde o nível de incerteza em relação aos meios de execução é baixo, você precisa de um time generalista, com isso você elimina direcionamentos viciados, aumenta velocidade de adaptação e reduz investimentos. Projetos que exigem escala, onde o nível de incerteza e a escala da solução ou processo são altas, você precisa de uma equipe especialista, com o objetivo de aumentar assertividade e reduzir custos técnicos e organizacionais.

6 – Treine e avalie os talentos constantemente

A medida que seus talentos se desenvolvem, passam a atuar de maneira autônoma, assertiva e criativa. Por isso, garanta o acesso a programas e condições para que todos se capacitem, de forma contínua, em tecnologias e métodos relevantes para suas funções. Porém, tão importante quanto a capacitação é a existência de um processo efetivo de avaliação, como forma de reconhecer esse desenvolvimento, direcionar os próximos passos e traçar as estratégias para que o profissional siga construindo uma carreira de sucesso.

Vinícius Teixeira, head de Inovação da Infosys Brasil

Gartner anuncia queda nas vendas globais de smartphones durante o quarto trimestre de 2019

Gartner, Inc., líder mundial em pesquisa e aconselhamento para empresas, anuncia que as vendas globais de smartphones para usuários finais registraram uma queda de 0,4% no quarto trimestre de 2019 se compararmos com o mesmo período do ano anterior. No geral, em 2019, as vendas de smartphones caíram 1,0%.

“O ano de 2019 terminou um pouco melhor do que o esperado, devido ao desempenho ligeiramente positivo da América do Norte e do mercado emergente da região da Ásia-Pacífico”, diz Anshul Gupta, Analista de Pesquisa Sênior da Gartner. “Vale destacar, ainda, que a Índia, que vendeu 151,9 milhões de unidades, ultrapassou os Estados Unidos e se tornou o país número 2 em vendas de smartphones em 2019. A China manteve a liderança, com 390,8 milhões de smartphones comercializados durante o ano inteiro.”

Apple e Xiaomi foram os únicos fornecedores, entre as cinco marcas líderes do mercado, a alcançarem crescimento no quarto trimestre de 2019. Mesmo com um declínio nas vendas, a Samsung manteve a posição número 1 do setor, com 17,3% de participação de mercado. A Apple garantiu a posição número 2 com 17,1% do mercado (veja a Tabela 1).

Tabela 1 – Vendas mundiais de smartphones por fabricante no 4Q19 (em milhões de unidades)

Fabricante
Unidades no
4Q19
Market Share no 4Q19 (%)
Unidades no 4Q18
Market Share no 4Q18 (%)
Samsung
70,404
17,3
70,782
17,3
Apple
69,550
17,1
64,527
15,8
Huawei
58,301
14,3
60,409
14,8
Xiaomi
32,446
8,0
27,843
6,8
OPPO
30,452
7,5
31,589
7,7
Outros
145,482
35,8
153,312
37,5
Total
406,638
100
408,466
100
Devido ao arredondamento, os números podem não corresponder exatamente aos totais mostrados.
Fonte: Gartner (Março de 2019)

 

            Após quatro trimestres consecutivos de queda, as vendas do iPhone, da Apple, voltaram a crescer, com um aumento de 7,8% no 4Q19. “A ligeira queda nos preços do iPhone 11, em comparação com o iPhone XR, e dos modelos de iPhone da geração anterior permitiram aumentar a demanda e os negócios. Este ponto ajudou a Apple a recuperar a segunda posição na lista de vendas”, afirma Annette Zimmermann, Vice-Presidente de Pesquisa da Gartner.

            As vendas de iPhones foram particularmente fortes na China, onde cresceram 39% no quarto trimestre. A Apple também teve um desempenho forte em alguns mercados maduros e em desenvolvimento, como Reino Unido, França, Alemanha, Brasil e Índia.

            Os analistas do Gartner esperam que a Apple lance seu primeiro smartphone 5G no terceiro trimestre de 2020. Isso incentivará os usuários a atualizar seus aparelhos, em países onde os serviços de rede 5G já estão disponíveis.

            Outro destaque é que as vendas de smartphones da Xiaomi totalizaram 32,4 milhões de unidades no quarto trimestre de 2019 – um aumento de 16,5%, ano a ano. “Esse forte desempenho permitiu à Xiaomi superar o OPPO e ocupar o quarto lugar no ranking do setor”, observa Gupta. “O preço e o desempenho dos modelos Redmi impulsionaram o crescimento das vendas de smartphones da Xiaomi, e a empresa se saiu particularmente bem na área emergente da Ásia-Pacífico”.

            Na China, a Xiaomi começou a aumentar os preços de seus smartphones para aumentar os lucros. O surto do vírus COVID-19 na China, por sua vez, apresenta alguns desafios para fornecedores focados no varejo, como OPPO e Vivo, mas cria oportunidades para a Xiaomi, que vem expandindo sua estratégia de canal online.

Samsung, Huawei e Xiaomi cresceram em 2019, mesmo com o declínio das vendas totais de smartphones – Apesar de uma pequena contração de 0,5% em suas vendas de smartphones no quarto trimestre de 2019, a Samsung manteve sua posição número 1 no ranking global de 2019. A companhia aumentou suas vendas anuais em 0,4%, alcançando 296,2 milhões de unidades (consulte a Tabela 2).

 

Tabela 2 – Vendas globais de smartphones para clientes finais, por fabricante, em 2019 (em milhões de unidades)

Fabricante
Unidades em
2019
Market Share em 2019 (%)
Unidades em 2018
Market Share em 2018 (%)
Samsung
296,194
19,2
295,043
19,0
Apple
240,615
15,6
202,901
13.0
Huawei
193,475
12,6
209,048
13,4
Xiaomi
126,049
8,2
122,387
7,9
OPPO
118,693
7,7
118,787
7,6
Outros
565,630
36,7
607,445
39
Total
1.540,657
100
1.555,613
100
Devido ao arredondamento, os números podem não corresponder exatamente aos totais mostrados.
Fonte: Gartner (Março de 2019)