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Liderando equipes em épocas de home office e pandemia

Por Celson Hupfer, CEO da Connekt

Acostumar-se, mesmo que temporariamente, ao novo modelo de organização do trabalho que a pandemia do coronavírus está impondo a milhões de pessoas em todo o mundo, está gerando ansiedade e dúvidas especialmente em líderes. Como gerenciar times que não estão mais no nosso campo visual? Esta questão é ainda mais relevante quando se sabe que grande parte deles são pré-milenials, pouco afeitos às tecnologias da informação e da comunicação que vêm revolucionando o mundo há pelo menos 30 anos.Penso que o conceito de liderança através do reconhecimento, que desenvolvi em minha tese de doutorado, pode trazer contribuições positivas para este momento. A minha argumentação, que retirei do conceito de Luta por Reconhecimento de Axel Honneth, importante filósofo alemão da atualidade, é de que a liderança deve se fundar sobre três pilares: a confiança, a igualdade e a liberdade. O reconhecimento, nestes termos, vale tanto para os liderados reconhecer o líder, como o inverso, o reconhecimento que o líder deve para seus liderados.

A confiança está relacionada a uma ideia de certeza de si mesmo e, consequentemente, certeza do outro. Traduzindo para os tempos de hoje, uma segurança de que as equipes e o próprio líder continuarão em sua jornada de lealdade entre si e de comprometimento com os propósitos do time.

Por seu lado, a igualdade, um conceito que é retirado da ideia de justiça, se refere ao desejo de todas as pessoas de receberem tratamento igualitário em termos de oportunidades, mas, ainda mais importante em momentos como o atual, igualdade de informações.

A ideia de liberdade no reconhecimento pode parecer contraditória quando confrontada ao desejo de igualdade, especialmente em épocas de polarização como a que vivemos hoje. Ela tem a ver com o conceito de solidariedade, com o tratar cada pessoa como única, igual em direitos e livre em escolhas e formas de viver. O momento exige atenção individualizada, a percepção de que as pessoas têm necessidades e reações diferentes à crise, o que requer solidariedade do líder para com seus liderados.

Mas como tudo isso se resolve na prática do home office? Como manter a confiança? Como garantir a percepção de justiça e igualdade mesmo distante? Abaixo seguem algumas recomendações práticas que me parecem fazer sentido e que obviamente não se esgotam.

– Mantenha uma rotina de reuniões virtuais com sua equipe, de preferência pela manhã ou pela tarde. O foco é perguntar a cada um o que fez durante o dia (ou no dia anterior), o que fará hoje (ou amanhã), o que pode o estar impedindo de fazer e como está se sentindo. Existem inúmeras ferramentas digitais para isto, desde um simples conference call via Whatsapp, até modelos de reuniões virtuais como o Teams, Skype ou Hangout;

– Procure manter o foco do time nos compromissos. Mesmo que estes estejam cada vez mais difíceis de ser realizados, especialmente para quem trabalha com vendas, é fundamental não perder o contato, não perder a rotina. Isto mantém a confiança das pessoas de que superaremos as dificuldades;

– As reuniões com a equipe devem ser aproveitadas para compartilhar informações, para que todos estejam sempre na mesma página. Todos devem ter a percepção de que estão sendo tratados igualmente em termos de informações, inclusive sobre as questões mais difíceis que as organizações podem enfrentar;

Por outro lado, situações críticas são grandes oportunidades também:

– Você poderá perceber que suas equipes planejam e executam muito bem com mais autonomia sobre sua vida, sobre como organizam o seu dia a dia, sobre as estratégias diante de dificuldades ou oportunidades;

– Novas líderes costumam se apresentar, com novas maneiras de liderar e de reconhecer e ser reconhecido;

– O momento pede compartilhamento, contribuição, discussão e abertura à crítica.

Celson Hupfer, fundador e CEO da Connekt, plataforma inteligente de recrutamento digital.

CEOS brasileiros se unem contra o coronavírus

Para conter o avanço da Covid-19 pelo Brasil, mais de 600 empresas nacionais aderiram ao #stopthespread, movimento internacional que convida o setor privado a implementar medidas para reduzir a propagação da doença pelo país. Criada nos EUA por Rachel Romer Carlson, cofundadora e CEO da Guild Education, unicórnio de tecnologia educacional, a iniciativa já conta com a adesão de mais de 850 CEOs e investidores estadunidenses.

Ao aderirem ao movimento #stopthespread, os empreendedores assumem o compromisso de tomar medidas como adotar o trabalho remoto, sugerir aos funcionários que parem de realizar ou de participar de eventos públicos sociais, oferecer apoio a socorristas e profissionais de saúde (que estão na linha frente no combate à doença) e auxiliar fornecedores e prestadores de serviço autônomos que não podem trabalhar remotamente, pagando por seus serviços, mesmo que eles sejam prestados depois.

Uma das empresas brasileiras participantes do movimento de cooperação é a Track, startup que monitora e gerencia indicadores de experiência de clientes em tempo real, por meio de canais digitais. “Estamos em um momento de resguardo e o melhor a ser feito agora é colocar em prática ações que zelem pela saúde dos nossos colaboradores e incentivá-los a fazer o mesmo, criando uma corrente do bem que beneficie o coletivo”, analisa Tomás Duarte, CEO da startup.

Além de Duarte, também aderiram à iniciativa os empreendedores Eduardo L’Hotellier, fundador e CEO do GetNinjas, Rafael Carvalho, COO da HeroSpark, Patrick Negri, CEO da iugu, Rafael Moura, CEO da I wanna sleep, e Guilherme Junqueira, CEO da Gama Academy. “Acho importante os empreendedores usarem o seu poder de liderança e a influência para incentivar mais empresários a fazerem o mesmo”, explica Junqueira. Além de adotar o modelo de trabalho remoto, a Gama também adaptou todas as aulas presenciais para onlines.

Segundo Patrick Negri, CEO da iugu, o Brasil vive uma fase delicada e o melhor a se fazer no momento é buscar soluções que reduzam o impacto da doença no país. “Além do home office, adotamos ferramentas que otimizam a realização do trabalho em casa e fornecemos instruções de isolamento e higienização a todos os nossos colaboradores”, afirma. “Acreditamos que o autocuidado e o pensamento em prol do bem coletivo são os pontos cruciais para conseguirmos superar esse momento crítico”, finaliza.

EMBRAPII e SEBRAE destinam recursos para startups durante crise do Coronavírus

A EMBRAPII (Empresa Brasileira de Pesquisa e Inovação Industrial) e o Sebrae (Serviço Brasileiro de Apoio àsMicro e Pequenas Empresas) liberaram, nesta sexta-feira (20), R﹩ 2 milhões para o desenvolvimento de soluções tecnológicas para auxiliar o país a enfrentar o avanço do Coronavírus em seu território. O aporte será somado a outros R﹩ 4 milhões da EMBRAPII e a contrapartidas das empresas e recurso econômicos das unidades credenciadas. A expectativa é chegar a R﹩ 10 milhões em projetos de PD&I.

“Neste momento, as instituições precisam se unir para conter o avanço desta pandemia. A EMBRAPII e o Sebrae decidiram destinar recursos para ideias inovadoras de startups e pequenos empreendedores que possam potencializar o combate ao vírus no país”, destaca José Luis Gordon, diretor de Planejamento e Gestão da EMBRAPII.

Os recursos da EMBRAPII e do Sebrae poderão ser utilizados por startups, micro e pequenas empresas associadas ou não à médias ou grandes empresas em projetos de inovação. As soluções podem envolver o diagnóstico e o tratamento da doença. As tecnologias incluem softwares, sistemas inteligentes, hardware, peças e equipamentos médicos, entre outros.

“Socorrer o pequeno negócio neste momento é socorrer o país! É manter os empregos e condições mínimas para a economia continuar girando. Junto à EMBRAPII, estamos direcionando esforços para agilizar a construção de soluções que possam impactar mais rapidamente neste enfretamento emergencial. Apostamos e confiamos na capacidade inovadora dos nossos empreendedores”, analisa o diretor-técnico do Sebrae, BrunoQuick.

Além do recurso, as startups e empresas poderão contar com o suporte técnico de pesquisadores especializados e a infraestrutura tecnológica das Unidades EMBRAPII no desenvolvimento de projetos. São 42 Unidades em 14 estados e no Distrito Federal.

Contrato EMBRAPII e SEBRAE

Os R﹩ 2 milhões correspondem à 50% da primeira parcela do acordo de R﹩ 30 milhões entre as duas instituições. O recurso se soma a outros R﹩ 20 milhões, que já permitiram o desenvolvimento de 109 projetos de inovação de startups, micro e pequenas empresas de base tecnológica.

Há três modalidades previstas no contrato. A primeira, voltada para o desenvolvimento tecnológico, destina-se apenas aos microempreendedores individuais, startups, micro e pequenas empresas. A segunda, é destinada ao encadeamento tecnológico e conta com a participação de empresas de médio e grande porte atuando como parceiras dos pequenos empreendedores. A terceira é o incentivo à inovação aberta com uma linha de financiamento voltada à criação de consórcios de empresas com interesse comum. A proposta inclui uma ou mais MGEs (Médias e Grandes Empresas) atuando em parceria com pequenos empreendedores.

LIDE FUTURO lança plataforma online para troca de experiências e networking virtual

Acontece hoje, 20 de março, o primeiro evento virtual do LIDE FUTURO. Junto ao FAS Advogados eles falarão sobre contenção de crise em aspectos jurídicos. A pauta foca em como as empresas devem se comportar nesse período para proteção de caixa e manutenção de empregos e atividades.

Entre os assuntos abordados estarão home office e teletrabalho, recuperação de impostos e taxas e a suspensão de contratos com fornecedores e clientes.

Diante da crise de saúde, o LIDE FUTURO lança sua versão online para continuar fomentando conteúdo, experiência, negócios e networking entre jovens lideranças. O principal objetivo é manter empresários, empreendedores e sucessores de diversas instituições do País ativos no mundo dos negócios e atentos às principais mudanças de mercado no atual cenário.

Para encarar o desafio de liderar múltiplos debates, a plataforma escolhida foi a Flock. Serão 5 categorias com 26 subgrupos de discussão de interesses: Oficiais, Em Pauta, Setorial, After e Esportes.

A categoria “Oficiais” colocará todos os filiados a par de todas as informações sobre o grupo com uma base completa de networking a fim de gerar oportunidades relevantes de negócios. O “Em Pauta” separa assuntos por áreas de atuação para uma troca de experiência mais expressiva. Para falar dos focos atuais do mercado, especialistas filiados serão ponto chave do grupo, que também contará com membros que querem entender melhor cada setor.

Com pautas mais desconstruídas, o “After” tem como premissa trazer conversas relevantes mas ainda assim desconstruídas após o horário de trabalho. “Esportes” também estarão em debate para os filiados se conectarem e discutirem o tema, além de programarem atividades em conjunto.

A crise pede cautela, racionalidade e, sobretudo, civilidade

Por André Fernandes Lima

A crise pela qual estamos passando atualmente, com a propagação do coronavírus, tem ocasionado uma grande apreensão, talvez sem precedentes na história econômica mundial moderna, por parte não apenas daqueles que atuam no mercado financeiro, mas por toda a população. Isto porque a crise tem origem fora do contexto monetário e financeiro da economia e suas consequências vêm sendo — e continuarão a ser — sentidas por toda a população, independentemente de ter acesso ou não ao mercado financeiro, de ser investidor ou devedor, empregador ou empregado, sem distinção da classe social. Diante disto, gostaria de abordar duas perspectivas: a do lado real e a do lado monetário e financeiro da economia e, ao final, propor uma reflexão rápida.

Sob a perspectiva do lado real da economia, os efeitos da pandemia têm sido verificados por todo o mundo, com diminuição no nível de atividade econômica, com menor demanda por bens e serviços, consequência da necessidade de isolamento domiciliar. São constantes as notícias sobre cancelamento de eventos, fechamento de escolas, de espaços públicos e de comércio, cancelamento de viagens, entre outras. Consequências disto podem ser vistas já nas projeções econômicas. No caso brasileiro, a expectativa de crescimento do PIB (a soma dos bens e serviços produzidos no país ao longo do ano) em 2020 caiu, nas últimas quatro semanas, de acordo com o Relatório Focus publicado pelo Banco Central, de 2,23% para 1,68% em relação ao ano de 2019, uma queda de 25% na projeção. Ressalto que esses dados foram coletados na última sexta-feira, dia 13, quando o cenário ainda não se desenhava tão complexo e com perspectiva de duração tão longa como se tem percebido nos últimos dias. Com demanda desaquecida, a tendência é que a pressão sobre os preços também desaqueça; neste sentido, no mesmo Relatório Focus, a expectativa para a inflação no ano de 2020 também caiu nas últimas quatro semanas, de 3,22% para 3,10%. Vale lembrar que a meta estabelecida no Regime de metas para a inflação é de 4,0% (com intervalo de tolerância entre 2,5% e 5,5%), de forma que as expectativas indicam caminho para o limite inferior da meta.

A diminuição da atividade econômica e a menor pressão sobre os preços abre espaço para que os formuladores de políticas econômicas adotem medidas no sentido de estimular o crescimento da economia, com redução de impostos, postergação de sua cobrança, subsídios, fornecimento de linhas de crédito para empresas em situação de falta de capacidade de pagamento decorrentes deste cenário, redução nas taxas de juros e aumento da liquidez no mercado bancário. De encontro a isto tivemos — citando apenas uma das medidas, para não me alongar demais — na última quarta-feira (dia 18) a redução da taxa de juros básica da economia, a taxa Selic, para 3,75% a.a.

O lado financeiro da economia também tem sentido o impacto da pandemia. Bolsas de valores ao redor do mundo têm registrado frequentes quedas. No Brasil, o Ibovespa registra queda de mais de 40% no ano de 2020, por conta da perspectiva de deterioração nos resultados das empresas. Em relação ao dólar, a moeda americana já se apreciou 27% frente ao Real ao longo de 2020. As expectativas para o final do ano também têm subido, projetando depreciação da moeda brasileira. Isso porque os investidores, em virtude das incertezas sobre o futuro, tornam-se mais avessos a risco e, então, migram seus recursos para lugares considerados mais seguros e, em se tratando do fluxo de capitais em nível global, esses recursos acabam migrando para os Estados Unidos.

Agora, voltando ao título deste texto, e com isso fechando o raciocínio a que me propus desenvolver, é fato que o cenário é complexo e preocupante, seria insensato e desprovido de ligação com a realidade dizer que não. Entretanto, tão importante quanto preocuparmo-nos com nossa saúde e atendermos às recomendações das autoridades em permanecer em casa de forma a amenizar as possibilidades de contágio e propagação, é que tenhamos racionalidade nas nossas ações, seja em relação a sair de casa, a exigir que a pessoa que trabalha conosco continue vindo trabalhar, (como se ela não estivesse exposta aos mesmos riscos que todos os demais). E, sobretudo, termos em mente que a civilidade, o pensar no próximo, na coletividade, oferecendo ao próximo aquilo que gostaríamos fosse a nós oferecido, é a melhor — e mais rápida — maneira de enfrentarmos essa situação, amenizando seus impactos a todos. Vale refletir a esse respeito, afinal todos seremos beneficiados se agirmos com este simples objetivo em mente!

André Fernandes Lima, mestre e doutor em Administração de Empresas, pós-graduado em Economia Aplicada à Administração e Finanças e graduado em Ciências Econômicas. É professor das disciplinas de Finanças Corporativas e Mercados Financeiros na Universidade Presbiteriana Mackenzie.

PRAVALER tem 18 vagas para São Paulo

O PRAVALER, maior fintech de soluções financeiras para a educação, anuncia a abertura de 18 vagas para profissionais de diversas áreas de atuação para contratação imediata na cidade de São Paulo. As vagas disponíveis são nas áreas de comercial, finanças, jurídico, marketing, tecnologia,relacionamento com o cliente e gente & gestão.

A empresa oferece benefícios como participação nos lucros, home office, dayoff de aniversário, horário flexível, sala de jogos, ambiente descontraído, vale refeição, vale transporte, Gympass, seguro de vida, plano de saúde e odontológico. Outro diferencial é a licença maternidade de seis meses e a licença paternidade estendida, sendo que ambas medidas valem para casais homoafetivos.

“Queremos alcançar 1 milhão de alunos até 2025 e, para alcançarmos essa meta, estamos expandindo nosso time e buscando profissionais que estejam dispostos a trabalhar em um universo que une serviços financeiros e tecnologia para garantir acesso a milhares de brasileiros à educação”, explica Fernanda Inomata, líder deassuntos institucionais. Considerada a primeira fintech brasileira, o PRAVALER tem crescido em média 30% ao ano e foi recentemente avaliado em mais de R$ 1 bilhão após novo aporte do banco Itaú. Entre os principais produtos, o financiamento estudantil privado é o carro-chefe, possibilitando formação profissional, graduação, especialização e intercâmbio de milhares de brasileiros.

Os prazos para a candidatura variam de acordo com cada vaga. Os interessados podem acessar todas as oportunidades e se cadastrarem no linkhttp://jobs.kenoby.com/pravaler

SMPS Getnet contrata profissionais de tecnologia

A SMPS Getnet, empresa de tecnologia e soluções de pagamento para toda a cadeia de negócios, estácontratando 10 profissionais de tecnologia. As vagas são para atuar em Porto Alegre (RS) e as inscrições vão até 3 de abril. O processo seletivo é conduzido pela Page Outsourcing, dedicada à execução de projetos exclusivos de RPO, programas de talentos (estágio e trainee) e contratação de profissionais em grande volume, parte do PageGroup no Brasil. O link para a candidatura é: http://smpsgetnet.gupy.io/

Consolidada no mercado de adquirência, a SMPS Getnet oferece soluções de pagamento tanto no meio físico quanto no digital. Com base na inovação e na excelência, está entre as companhias com maior número de transações e-commerce da América Latina.

Agora busca um novo desafio: a construção de uma plataforma global de pagamentos, responsável por prover funcionalidades para diversos países a partir de arquitetura baseada em Microservices, APIs e Analytics.

Detalhes e pré-requisitos para a candidatura

Número de vagas: 10

Requisitos: Formação na área da Tecnologia.

Desejável: Profissionais ágeis, que gostem de trabalhar em ambientes colaborativos, com senso de responsabilidade.

Benefícios: Remuneração compatível com o mercado.

Link para inscrições até 3 de abril: http://smpsgetnet.gupy.io/

Volkswagen do Brasil suspende a produção nas fábricas do País a partir de segunda-feira

A Volkswagen do Brasil comunica suspensão de atividades de todas as suas unidades no País a partir do dia 23 de março de 2020 por três semanas.

A medida visa preservar a saúde de seus empregados e familiares em decorrência do avanço da COVID-19.

Até o dia 30 de março de 2020, os empregados da área administrativa continuam em trabalho remoto e os empregados da linha de produção em folgas administradas por banco de horas. A partir de 31 de março de 2020, os empregados estarão em férias coletivas por duas semanas. Ambas as medidas são parte das ferramentas de flexibilização previstas em Acordo Coletivo de Trabalho.

Toyota do Brasil suspenderá produção no País por conta da pandemia de coronavírus

Primeiramente, a Toyota oferece suas condolências a todos os que perderam entes queridos em todo o mundo desde o início desta pandemia, bem como se solidariza a quem foi afetado pelo surto de coronavírus. Ao mesmo tempo, expressa sincero respeito aos profissionais de saúde e funcionários do governo que estão trabalhando dia e noite no combate desta pandemia.

Tomamos decisões com base na segurança de nossos funcionários e de outros stakeholders e em consideração às pessoas que atualmente lidam com esse surto, além de seguir as diretrizes das autoridades locais.

Nesse sentido, a Toyota do Brasil informa que suspenderá a produção de suas quatro plantas industriais no País a partir do dia 24 de março com retorno previsto para 06 de abril.

A paralisação se deve no sentido de atenuar os riscos à saúde de seus colaboradores e de seus familiares, evitando ao máximo aglomerações e circulação de pessoas, associada ao quadro de incerteza do mercado brasileiro no curto prazo, além das dificuldades na cadeia logística e de suprimentos, que devem se agravar nas próximas semanas.

As unidades industriais afetadas estão localizadas no Estado de São Paulo. São elas:

– São Bernardo do Campo – produção de peças de reposição e de motores;

– Sorocaba – produção dos modelos Etios e Yaris nas versões hatchback e sedã;

– Indaiatuba – produção do sedã médio Corolla;

– Porto Feliz – produção de motores para os modelos Etios, Yaris e Corolla (motor 2.0L Dynamic Force).

Processos que são importantes para a sociedade, como o fornecimento contínuo de peças de reposição para veículos, incluindo aqueles utilizados por órgãos públicos, continuarão normalmente.

Outras medidas

Desde o início do surto de coronavírus no Brasil, a Toyota já realizou uma série de ações com o intuito de alertar, orientar e atenuar os efeitos da pandemia em seus colaboradores e de seus familiares. Dentre elas, são:

• Guia de Saúde – material explicativo sobre o que é o COVID-19, como é transmitido, quais os sintomas e tratamentos, dicas de higiene etc.;

• Centros de Visitantes – os Centros de Visitantes localizados nas unidades de São Bernardo do Campo, Sorocaba e Indaiatuba estão fechados até o fim de março. Após esse mês, a situação será avaliada;

• Procedimentos para viagens – viagens em geral devem ser canceladas ou postergadas, bem como a de visitantes de executivos vindos de fora do Brasil;

• Trabalho remoto – a Toyota colocou em trabalho remoto o máximo de colaboradores das áreas administrativas possível, sendo obrigatório para pessoas de grupos de risco, como diabéticos, hipertensos, portadores de problemas cardíacos, asmáticos, gestantes, com mais de 60 anos e todos os imunocomprometidos.

A Toyota continuará a agir avaliando a situação momento a momento, seguindo as orientações das autoridades locais e, principalmente, colocando a saúde e o bem-estar de seus colaboradores e de seus familiares em primeiro lugar.

Como limpar o celular para se proteger do coronavírus?

Os cuidados básicos que todos devem tomar para evitar a contaminação do novo coronavírus vão além do uso do álcool em gel nas mãos e o isolamento. Também deve-se levar em consideração a higienização correta de todos os objetos tocados no dia a dia, entre eles, o próprio smartphone, que tem potencial para ser um hospedeiro momentâneo do vírus. O tempo de uso desses aparelhos pode aumentar devido ao número de profissionais trabalhando em casa, que estão em quarentena ou que utilizam o aparelho para se manter informado o tempo todo.

Segundo última pesquisa realizada pela Fundação Getúlio Vargas de São Paulo (FGV-SP), o Brasil tem hoje dois dispositivos digitais por habitante, incluindo smartphones, computadores, notebooks e tablets. Entre os aparelhos, o uso de smartphone se destaca: são 230 milhões de celulares ativos no País. Para ajudar a conter o grande índice de contaminação, a Yesfurbe , plataforma de compra e venda de smartphones refabricados, separou algumas dicas sobre como fazer a limpeza correta do seu aparelho e combater o coronavírus:

1. Realize a limpeza com o aparelho desligado

A umidade dos produtos usados para a limpeza pode se infiltrar no celular e percorrer circuitos eletrônicos causando grandes danos.

2. Use álcool isopropílico 70%

O álcool isopropílico com concentração de 70% tem maior efeito bactericida. Não é recomendável submergir ou jogar diretamente o produto no aparelho. O ideal é aplicar com um pano apropriado.

3. Use somente panos que não soltem fios

Microfibra é o material mais recomendado para evitar acúmulo de fiapos nos plugs do celular.

4. Higienize as capinhas

Se elas forem de plástico, silicone ou material semelhante, basta lavar com água e sabão e deixar secar. Outros materiais que nãos sejam os citados acima, como couro, por exemplo, devem ser limpos com produtos específicos.

Essas passos devem ser feitos diariamente e, apesar de o indicado ser não entregar o celular na mão de outra pessoa, caso isso ocorra, repita o procedimento imediatamente.

7 dicas fundamentais para manter a produtividade no home office

Por Fábio Bier

De repente, o que era algo a se pensar virou uma emergência. A covid-19 trouxe vários desafios para o mundo, muitas empresas precisaram abrir mão do tradicional modus operandi e agora enfrentam uma grande responsabilidade: preservar genuinamente a saúde das pessoas e dos negócios.

Ainda que a tecnologia já proporcione (ainda bem!) vários recursos para que as pessoas continuem seu trabalho, mesmo em isolamento social, é necessário adaptar-se rapidamente a essa nova realidade. Afinal, comprometer-se a manter de fato a operação e os negócios funcionando é preservar empregos e nossa própria qualidade de vida.

Se o home office o pegou de surpresa, deixo aqui sete dicas para que ele funcione da melhor maneira possível:

1 – Ache um lugar confortável: Nem todos terão o espaço adequado para trabalhar de casa, mas em uma emergência é necessário improvisar. Uma mesa de altura adequada, uma cadeira em que se sinta confortável. Faça desse local seu escritório. E, se mora com a família, peça que respeitem esse local como seu escritório nos próximos dias.

2 – Faça acordos com familiares: Informe a eles seus horários de trabalho e suas pausas, explique a delicada situação que estamos vivendo e peça respeito ao seu escritório temporário. Se você faz pausas para um cafezinho na empresa, faça o mesmo em casa, mas volte logo à rotina de trabalho para não se distrair em conversas ou problemas familiares que possam tirar seu foco. Se você tem crianças em casa, melhor escolher um cômodo reservado para trabalhar – não se espante se elas não entenderem a situação.

3 – Teste seus recursos de tecnologia: Podemos ficar uma semana em casa, 15 dias, talvez um mês, o que queremos é que esses dias de isolamento social passem voando. Verifique se o laptop da empresa está devidamente configurado, sua conexão à internet e se recursos como VPN, chats, e-mails estão funcionando com excelência. Se tiver problemas contate logo o help desk de sua empresa – tempo é dinheiro, e esses problemas tecnológicos costumam nos tomar um tempo razoável.

4 – Mantenha sua rotina diária de trabalho: Comece a trabalhar no horário de sempre, vista-se de forma adequada caso alguém queira vê-lo pela webcam. Aliás, acorde com tempo suficiente para começar a trabalhar com o ânimo de sempre, como seus colegas estão acostumados. Você pode até pensar que não, mas a depender de seu tom de voz, vão pensar que você está trabalhando em “slow motion”. Preserve sua imagem, mesmo virtualmente.

5 – Mantenha-se conectado com sua equipe: Será que sairemos desta fase especialistas em encontros virtuais? Gostemos ou não da experiência, o fato é que não podemos perder nossas conexões. Continue questionando e se envolvendo nas decisões. Está tudo muito parado? Faça você o movimento, envie um e-mail, uma mensagem indagando por que está tudo tão calado. Continue sorrindo, pois, mesmo do outro lado da tela, precisamos mais do que nunca contar uns com os outros.

6 – Faça coisas de sua rotina anterior: Tanta notícia ruim, o caos lá fora, isso pode gerar em você um estado de tristeza e até desencadear quadros depressivos – o que não ajuda nada com a produtividade. O que é possível fazer da rotina que você tinha? Ouvir as músicas de que você gosta quando estava indo para o trabalho? Estudar inglês na hora do almoço? Olhar as redes sociais no fim da tarde? Não deixe que a rotina de trabalho emende com a rotina familiar. Continue fazendo o máximo de coisas possível que te deem prazer.

7 – Faça novas coisas: Se queria começar um curso on-line, agora talvez com a economia de tempo no trânsito você tenha finalmente espaço na agenda. Quem sabe não seja a hora de saber mais sobre Mindfulness por exemplo, a prática que o ensina a manter o cérebro no aqui e agora, evitando ansiedade e stress – aliás, você pode começar pelo podcast “autoconsciente” da Regina Giannetti, uma profissional incrível que ensinou aos gestores da Husqvarna práticas de Mindfulness muito importantes. Aproveite para conhecer coisas novas, que talvez permaneçam para sempre depois que essa fase passar.

Se não era esse o home office que você queria, entenda que você está começando no meio de uma situação de emergência. Siga todas as instruções de saúde e segurança, pois seu desafio agora é um pouco mais complicado – manter você e os outros seguros e saudáveis e continuar fazendo com que a empresa funcione da melhor maneira possível, porque afinal, as empresas são as pessoas.

Um abraço virtual!

Fábio Bier, gerente de RH para América Latina da Husqvarna

RNP lança edital de Pesquisa & Desenvolvimento de 2020

A RNP lançou no último dia 17 o edital de Pesquisa & Desenvolvimento de 2020, que selecionará projetos inovadores na área de Tecnologias da Inovação e das Comunicações (TIC) para serem desenvolvidos. Pesquisadores de instituições públicas e privadas e integrantes de startups poderão submeter suas propostas até 16/4. Elas serão analisadas e avaliadas até o dia primeiro de junho (1/6) e eventuais dúvidas serão esclarecidas junto aos proponentes.

Desde 2002, a RNP vem aprimorando sua gestão de programas de P&D, realizada por meio deste processo de inovação aberta. Os resultados alcançados ao longo destes anos são fruto da importante parceria com a comunidade acadêmica. Assim como em 2019, o edital inclui o ecossistema de inovação na colaboração desse desenvolvimento, seja fomentando a criação de novas startups (empresas nascentes) ou apoiando startups já existentes, juntamente com a comunidade acadêmica.

Neste edital, a RNP convida startups e empreendedores interessados em empreender em parceria com esta comunidade ​para a criação de um Produto Minimamente Viável (do inglês MVP, Minimum Viable Product) como principal resultado do projeto de P&D&I. Este MVP será a base para a criação de um novo produto ou serviço, ou evolução de um produto ou serviço existente, para o Sistema RNP.

“Com este edital estamos queremos selecionar Grupos de Pesquisa e Startups que topem o desafio de uma entrega de valor mais rápida junto com a RNP. O desafio será produzirmos uma nova leva de produtos minimamente viáveis (MVPs) através de uma gestão e execução mais ágeis engajando os atores do Sistema RNP beneficiados e criando modelos de negócios inovadores fortalecendo cada parte do nosso sistema e o todo. Este lançamento, é um convite para todos os atores do ecossistema de inovação que acreditam no potencial-semente deste desenvolvimento em parceria com a academia. Ficamos muito felizes e somos gratos com a mobilização de toda a organização para fazermos diferente, aprendermos rápido e incrementar nosso potencial de transformação digital através dos GTs deste novo ciclo de P&D&I”, afirma o gerente de Pesquisa & Desenvolvimento da RNP, André Marins.

A RNP busca propostas que possam auxiliar na expansão dos serviços oferecidos pela rede e ser úteis para a comunidade de usuários. Por isso, o edital incentiva a submissão de temas específicos, com projetos nas áreas de Tecnologias da Informação e Comunicação (TIC) aplicadas à Educação, TICs aplicadas à Saúde, Cibersegurança, Serviços Inteligentes ligados ao Monitoramento e Medições da Rede, Gestão de Identidade, além de Infraestruturas e Aplicações para campi universitários.

Para esclarecer todos os pontos do edital e tirar as dúvidas que, porventura, surgirem a RNP realizará duas webconferências:

23/3 (segunda-feira) — 10h às 12h;

31/3 (terça-feira) — 10h às 12h.

Local: http://conferenciaweb.rnp.br/webconf/ggt-rnp

Veja o edital: http://www.rnp.br/editaldePeD2020

Starter Business Acceleration: programa mundial para startups do setor elétrico abre inscrições para edição de 2020

A EDP, empresa que atua em toda a cadeia do setor elétrico, está com as inscrições abertas para o Starter Business Acceleration, programa mundial de aceleração de negócios com startups que oferecem soluções aplicáveis ao setor de energia. O programa receberá inscrições de startups de todo o mundo, que serão selecionadas para participação em um dos módulos: América Latina, em São Paulo, no Brasil; América do Norte, em Houston, nos Estados Unidos; e Europa e Ásia, em Viena, na Áustria.

As trinta startups selecionadas terão a oportunidade de apresentar as suas soluções para as empresas do Grupo EDP, que detém uma capacidade instalada de 27GW, 74% dela provenientes de energias limpas (eólica, solar e hídrica), e 12 milhões de clientes, além de outras três utilities parceiras que integram o programa: a American Electric Power, com mais de cinco milhões de clientes em 11 Estados norte-americanos; a Verbund, maior fornecedora de eletricidade da Áustria; e a Turning Tables, empresa de inovação do grupo espanhol Cuerva.

Os dez projetos com maior potencial serão posteriormente selecionados para participar da final e o vencedor será anunciado em Lisboa, em novembro, durante o Web Summit, garantindo um prêmio de 50 mil euros.

As sete categorias disponíveis para candidatura estão alinhadas com as áreas de negócio prioritárias para as utilities: energias limpas, soluções com foco no clientes, inovação digital, armazenamento de energia, redes inteligentes, inovação em processos internos e inovação de impacto. As inscrições podem ser realizadas pelo site www.theenergystarter.com.

“A transformação do setor elétrico já é uma realidade e as startups têm um papel fundamental nesse processo. Através da colaboração entre startups e utilities podemos acelerar a adoção de novas tecnologias capazes de suportar a geração de novos modelos de negócio, além da melhoria da experiência junto aos consumidores. Apostamos no Starter Business Acceleration para seguir na vanguarda do segmento e apoiar o desenvolvimento do ecossitema empreendedor”, afirma Livia Brando, diretora de Inovação e Ventures da EDP Brasil.

Na última edição, o Starter atraiu cerca de 500 startups e selecionou um total de 30, vindas de 13 países, para trabalhar diretamente com a EDP e as utilities parceiras do programa. Isso resultou num pipeline de 50 projetos-piloto e 10 potenciais investimentos.

O iFood destina R$50 milhões da sua receita para um fundo de assistência focado nos pequenos restaurantes e injeta R$600 milhões de capital de giro no mercado brasileiro

Nos últimos dias o iFood vem trabalhando duro para desenvolver iniciativas de apoio a seus mais diversos públicos em meio ao cenário global do COVID-19. Além das medidas já divulgadas com foco em prevenção, diminuição de contato nas entregas e auxílio a parceiros de entrega, a empresa dedicou-se ainda a buscar soluções que amenizem os impactos econômicos e sociais da doença para os restaurantes cadastrados em sua plataforma.

Para que isso aconteça, a foodtech anuncia três grandes ações que passam a valer a partir do dia 2 de abril.

Maior lucro por pedido
O iFood irá destinar R$50 milhões de sua receita na forma de um fundo de assistência a restaurantes, com foco especial nos pequenos estabelecimentos locais.

Melhorar fluxo de caixa
A empresa irá antecipar os recebimentos dos restaurantes, sem custo adicional. Dessa forma, todo restaurante que optar por fazer parte dessa iniciativa, receberá seu pagamento em 7 dias após a venda nos meses de abril e maio. Com isso, a expectativa é injetar até R$600 milhões no mercado brasileiro.

Minimizar impacto da queda de fluxo ou fechamento de salões
De acordo com orientações de distanciamento social e outras determinações dos órgãos públicos, a previsão é que nos próximos dias muitos restaurantes tenham que fechar seus salões ou que sintam diminuição considerável no número de clientes que frequentam seus estabelecimentos. Por isso, todo o valor arrecadado pelo iFood em taxas do serviço ‘Pra Retirar’ (no qual os usuários fazem o pedido via app e retiram diretamente no restaurante) será devolvido integralmente aos restaurantes parceiros. Além de receber de volta o valor do serviço, os restaurantes permanecem ainda como ponto de retirada de pedidos, o que mantém viva a atividade principal: o salão. Atualmente, o recurso ‘Pra Retirar’ está presente em cerca de 120 mil restaurantes localizados em mais de mil cidades em todo o país.

Os detalhes de todas as medidas serão apresentados pela empresa na próxima quarta-feira, 25 de março. “No iFood, tratamos como prioridade todas as relações envolvendo clientes e parceiros. Neste momento de incertezas e dificuldades enfrentadas por todo o país, entendemos que somos agentes importantes para manter ativos e sustentáveis os negócios dos restaurantes que compõem o nosso ecossistema. Para nós, é de extrema importância que sejamos parceiros desses estabelecimentos nos próximos meses para que, juntos, possamos atravessar este momento difícil. O iFood está dedicado a continuar atendendo os entregadores, restaurantes e à população, que precisa de ainda mais acesso aos serviços de entrega de comida neste momento. O iFood tem dialogado com as autoridades sobre o papel do delivery neste momento do Brasil. Se os órgãos públicos entenderem que esse é um caminho para contribuir, enquanto atravessamos a crise, continuaremos a oferecer as condições para que o delivery seja ferramenta funcional e agora ainda mais essencial para alimentação da população neste período.”, afirma Fabricio Bloisi, presidente do iFood.

iFood e Restaurantes
No final de 2019, a empresa passou a somar mais de 131,2 mil restaurantes cadastrados em sua plataforma; no mesmo período no ano anterior, a quantidade de estabelecimentos que faziam parte do app era de 52 mil. Isso representa crescimento de 151%.

Esse índice é consequência da ampliação da presença da empresa em todo o território brasileiro. Atualmente, o iFood opera em mais de 912 cidades em todo país, estando presente em todas as capitais.

Medidas para Entregadores
O iFood criou um fundo solidário no valor de R$ 1 milhão para dar suporte aos parceiros de entrega que necessitem permanecer em quarentena por conta da doença. O entregador receberá do fundo um valor baseado na média dos seus repasses nos últimos 30 dias, proporcional aos 14 dias de quarentena.

Para garantir que os valores possam ser bem aproveitados pelos parceiros que realmente necessitam e tenham sido atingidos pela doença, o iFood considerará como aptos a receber o auxílio todos os entregadores com pelo menos uma entrega feita desde 01/02/2020, que foram liberados na plataforma até 15/03/2020, e que comprovarem a doença. A empresa considera como comprovação automática válida o exame positivo do COVID-19 e avaliará outras evidências passíveis de comprovação do diagnóstico da doença.

Após abrir um chamado para reportar um diagnóstico positivo para COVID-19, o entregador terá a sua conta automaticamente inativada por 14 dias e terá até 30 dias para enviar todas as evidências necessárias para receber o valor do Fundo.

Medidas para Consumidores
O iFood disponibilizou aos usuários do app a opção ‘Entrega sem Contato’. A solução pode ser escolhida no momento de realização do pedido. Para que isso aconteça, os pagamentos deverão ser efetuados online, pelo app; na sequência, o entregador responsável pela rota será avisado e terá acesso aos direcionamentos enviados pelo cliente para que possa concluir a entrega sem interação. O chat entre entregadores e consumidores, já disponível anteriormente, pode ser utilizado ainda como ferramenta para combinar detalhes das entregas, passando a permitir o envio de fotos para facilitar a comunicação.

A opção pela ‘Entrega sem Contato’ também será repassada aos restaurantes por meio da comanda impressa pelo gestor de pedidos. A medida preventiva tem como objetivo proteger a saúde dos clientes da plataforma e parceiros de entrega em um momento onde a sociedade é orientada a evitar o contato pessoal.

Sobre o ‘Pra Retirar’
A solução, pioneira no país, foi apresentada ao público em junho de 2019 e oferece aos consumidores a opção de fazer o pedido e pagamento pelo aplicativo e retirá-lo direto no restaurante. Com isso, evitam filas e não precisam pagar taxas adicionais. A tecnologia traz ainda vantagens para os restaurantes, que ganham mais eficiência na operação, aumento no número de pedidos e criação de um ponto de contato com clientes gerados por essa nova ocasião de consumo. Atualmente, o ‘Pra Retirar’ está disponível em cerca de 120 mil restaurantes de mais de mil cidades em operações como Habib’s, Ragazzo, Açaí Concept, Oakberry, Brasileirinho.

Com coronavírus e isolamento social, aumentam buscas por aplicativos de delivery

A chegada do novo coronavírus ao Brasil e as consequentes medidas de isolamento social adotadas em todo o país já provocaram aumento considerável por aplicativos de delivery. De acordo com levantamento do RankMyAPP, empresa de inteligência de marketing e aquisição para aplicativos de celular, o número total de apps instalados até o último dia 16 de março já representa 61,3% do total de vezes que esses aplicativos foram baixados em todo o ano passado.

Apenas nos 11 primeiros dias de março, o total de instalações de aplicativos de delivery no mercado brasileiro representou 54% de todas as instalações no mês anterior (o primeiro caso de coronavírus no Brasil foi confirmado pelo Ministério da Saúde em 25 de fevereiro).

“Embora a Organização Mundial da Saúde ainda não tenha manifestado recomendações acerca do trabalho remoto, muitas empresas já liberaram os funcionários para ficar de casa, e boa parte da população adotou a quarentena preventiva. Os números mostram que os aplicativos de delivery são uma saída muito útil e segura no momento atual, e que essa opção deve continuar em crescimento significativo no Brasil”, analisa Leandro Scalise, CEO do RankMyAPP.

A pesquisa do RankMyAPP revela também que, entre 20 de fevereiro e 16 de março, houve aumento de 24% em instalações de apps de delivery, quando comparado com o mesmo período do ano passado. Ao analisar os primeiros 16 dias de março, verifica-se um aumento de 15% com relação ao mesmo período de 2019.

O pico de instalações em março, aliás, aconteceu no dia 6: aumento de 126% em comparação a 6 de março de 2019. Naquela data, o Ministério da Saúde alertava que a transmissão comunitária (ou sustentada) – aquela em que não é possível identificar onde as pessoas contaminadas pegaram o vírus – era apenas uma questão de tempo.

Pesquisa da HSR aponta 36% dos brasileiros na escala mais elevada de preocupação com a COVID-19

A pandemia do novo coronavírus está gerando preocupação crescente nos brasileiros e 36% da população estão extremamente apreensivos com a doença. Na contramão da inquietação em ascensão, estão 13% das pessoas veem histeria em relação à enfermidade. No total, 85% dos entrevistados se mostram apreensivos e, desse conjunto, o Sudeste representa 29%, seguido pelo Nordeste (23%), Sul (18%), Centro-Oeste (9%) e Norte (6%). As constatações são de o levantamento COVID-19 – Preocupação e Primeiro Impacto nos Hábitos de Consumo dos Brasileiros, realizada HSR Specialist Researchers.

Em uma escala de 1 a 10 na preocupação com o novo coronavírus, o grupo composto pelas pessoas acima de 54 anos demonstram maior ansiedade, com média de 7,2 pontos, seguidos pelas pessoas na faixa entre 25 a 24 anos, com 6 pontos. Na sequência, adolescentes até 15 anos marcaram 5,9 pontos e o conjunto entre 16 e 24 anos vem logo atrás, com 5,8 pontos. A faixa etária de 35 a 54 anos tem as pessoas menos preocupadas, chegando a 4,9 pontos. Na segmentação por gênero, as mulheres se demonstram mais preocupadas, 5,9 pontos, e os homens tiveram, em média, 5,4 pontos na escala. Renda ou faixa etária também não interferem substancialmente na relação entre a percepção de preocupação e histeria.

“O discurso de quem acredita ser histeria tende a ter pouquíssimo apoio, pois o brasileiro enxerga a crise com preocupação, com mais de um terço apontando o nível mais elevado de apreensão”, explica Lucas Pestalozzi, diretor da HSR e responsável pela pesquisa.

Mudanças nos hábitos de consumo – Com relação a hábitos de consumo, quase um quarto da população (23,4%) já fez compras abastecedoras para estoque de produtos. Além disso, dos 76,6% que ainda não fizeram, 28% têm intenção de adotar essa medida. Como esperado, o produto mais procurado para estocagem foi álcool gel, citado por 24% dos entrevistados. Outros itens bastante mencionados foram arroz (18%), feijão (12%) – sendo que muitos declararam “alimentos” de forma geral (16%) – e produtos de limpeza (7%). Aqueles com intenção de ainda fazer compras abastecedoras apresentam perfil semelhante em relação aos produtosdesejados. Esses produtos que se sobressaíram são os que foram noticiados como faltando nas prateleiras, ao longo da semana.

Dois terços dos ouvidos declararam já ter deixado de ir a shoppings ou lojas físicas, com percentual mais elevado entre as mulheres. Ademais, parte significativa dos brasileiros já está adiando alguma decisão grande de compra, pois 29% confirmaram que não pretendem comprar automóvel, residência ou outra aquisição mais significativa. Esse percentual pula para 33% entre os homens. As compras online vêm se consolidando como alternativa nesse momento, sendo que 38% dos pesquisados disseram ter aumentado o uso de aplicativos de comida, com 16% comprando roupas online, o que antes fariam em loja física; 14% compraram produtos defarmácia dessa forma e 12% de supermercado.

“Os dados confirmam a tendência de compra abastecedora, principalmente de álcool gel e alimentos. Tendência que se mantém por enquanto. Existe uma parcela considerável que não mudou os hábitos ainda, mas a maioria já o fez em alguma medida. É interessante já poder observar um fortalecimento dos canais online, que despontam como caminho para o consumo em momento de menor interação social presencial”, concluiPestalozzi.

O estudo foi realizado em 17 março, com amostra de 889 pessoas ouvidas por meio de painel online, em todo o País. Par ver o estudo completo, clique aqui.

Estudo da Convenia revela baixa digitalização do RH em empresas brasileiras

Muito se fala sobre o RH deixar de focar em atividades mecânicas e operacionais para ser cada vez mais estratégico, principalmente ao contar com a tecnologia como aliada. Segundo mapeamento recente realizado pela Liga Insights HR Techs somente no Brasil há 274 startups entregando soluções para as áreas de RH e suas operações na tentativa de tornar o setor mais digital.

Estudos como o Robotic Process Automation for HR and Payroll, da consultoria Ernst & Young revelam que os processos realizados pelo RH ao ser automatizados com softwares específicos, por exemplo, podem ser otimizados em até 65% e reduzir custos entre 50% e 70%

Mesmo assim, uma pesquisa realizada pela Convenia , empresa com soluções voltadas para automatização do departamento pessoal, apontou que poucas companhias utilizam recursos tecnológicos para digitalizar a área de Recursos Humanos. O estudo, realizado com cerca de 200 profissionais de pequenas e médias empresas, ouviu gestores, supervisores, assistentes diretores, CEOs e estagiários.

Os dados mostram que 67% dos entrevistados não utilizam nenhuma plataforma para realizar pesquisa de Clima Organizacional, por exemplo. Outros 54,90%, não usam ferramentas digitais para a gestão de benefício ou para realizar processos de recrutamento e seleção (44%), e 35,70% dizem o mesmo a respeito da gestão de processos na área de Departamento Pessoal.

Já para a comunicação interna, o cenário é mais animador, sendo a área mais digitalizada das empresas, porém ferramentas especializadas ainda não são predominantes. Cerca de 36% afirmam utilizar o WhatsApp para finalidade, enquanto outras apostam no Slack (13,20%) e no Skype (10,40%).

A pesquisa ainda apresentou uma escala de 0 a 10, para que fossem dadas notas de 0 para um RH nada digital e 10 para totalmente digital; a média ficou em 5,29. O dado mostra que apesar de alguns profissionais fazerem o uso de tecnologias no dia a dia, ainda não é o suficiente.

Para Marcelo Furtado, CEO da Convenia, o RH passou a ser um dos principais responsáveis pela experiência do colaborador nas empresas nos últimos anos, afetando diretamente a atração e retenção da mão de obra e, consequentemente, os resultados dentro das organizações. “Além de mudanças significativas na cultura organizacional, nos espaços físicos de trabalho e na relação empresa-funcionário, a tecnologia tem um papel essencial para transformar esta experiência em algo positivo. Com certeza, nos próximos anos veremos uma revolução digital na área”, avalia o empreendedor.

Não só remoto, nem só presencial: empresas investem em times distribuídos

A revolução tecnológica tem transformado diversos aspectos do dia a dia das pessoas, incluindo o modo como se relacionam, consomem e produzem. A internet e outras inovações têm permitido cada vez mais flexibilidade nas relação de trabalho e têm provocado diferentes impactos nas organizações.

De acordo com levantamento da empresa de tecnologia Citrix, até o fim de 2020, aproximadamente 90% das corporações brasileiras oferecerão aos funcionários modalidades de trabalho à distância. Nos últimos três anos, o Ibope já aponta o aumento do número de funcionários remotos, pelo menos em parte da carga horário de trabalho.

Para garantir os benefícios para a empresa e para o funcionário, é necessária a percepção de que nem todas as funções são adequadas para a modalidade, principalmente as que exigem ferramentas estáveis dentro de corporações ou um tipo de interação com maior dinamismo entre times. Além disso, nem todos os profissionais se adaptam ao trabalho remoto, como ressalta Daiane Peretti, gerente do time de Recursos Humanos do Olist.

É nesse contexto que surge uma nova modalidade de trabalho, a de times distribuídos – quando a empresa adota tanto o modelo de trabalho remoto quanto o modelo de trabalho presencial em diferentes escritórios.

“Trabalhar com equipes distribuídas é desafiador, pois é necessário garantir a fluidez da comunicação para quem está perto e para quem está longe, todos devem receber a mesma informação. Além disso, não são todos os perfis que se adequam ao trabalho remoto, precisamos respeitar quem prefere trabalhar de forma mais concentrada, em casa ou de um coworking, ou quem prefere estar próximo, interagindo a todo momento, gerando insights e não abre mão da proximidade física com os colegas”, ressalta a gestora.

Dessa forma, para conquistar equipes integradas e os melhores resultados, empresas como o Olist – startup que oferece a lojistas de todo o país um novo jeito de vender online – passaram a investir nos chamados times distribuídos, compostos por equipes presenciais e remotas, e também no auxílio-mudança, que destina uma quantia em dinheiro para realocar profissionais de outros estados que queiram estar presentes no escritório.

As modalidades estão disponíveis para times de desenvolvimento de software e cargos de gestão. “Estamos crescendo de forma acelerada e isso só é possível com o auxílio dos diversos talentos espalhados pelo país”, afirma Cristian Medeiros, CTO do Olist.

A empresa atua com o modelo de trabalho remoto no time de desenvolvimento desde a sua fundação, em 2015, e agora decidiu apostar também no modelo presencial. “Com o amadurecimento do negócio, sentimos a necessidade de construir um nível mais próximo de relacionamento entre nossos times. Então, enquanto os presenciais conseguem elaborar soluções de forma criativa em conjunto, os colaboradores remotos conseguem um foco em produtividade bem mais elevado. Dessa forma, podemos usufruir de um conjunto mútuo de benefícios”, completa o CTO.

A startup abraçou a causa e também passou a investir em facilitar a transferência de novos e antigos profissionais que morem em outras cidades e queiram trabalhar em um dos escritórios do Olist em São Paulo e Curitiba.

“Com o objetivo de facilitar a ambientação com a nova cidade, fornecemos uma quantia financeira para que o profissional organize sua mudança”, acrescenta Medeiros.

A startup, que recebeu recentemente uma rodada de investimento Série C de mais de R﹩ 190 milhões liderado pelo SoftBank – maior fundo de venture capital do mundo – começou suas atividades, em 2015, com 5 funcionários e atualmente conta com quase 400 colaboradores. O Olist segue expandindo sua equipe e tem uma grande quantidade de vagas abertas.

Apesar da rápida expansão, por meio de ações internas que possibilitam a manutenção de uma cultura organizacional forte, a marca segue prezando o trabalho em equipe, o foco no cliente, a capacitação e o engajamento de seus funcionários desde o início da atuação.

Com o potencial de sua equipe e dos serviços oferecidos, o Olist tem hoje mais de um milhão de produtos cadastrados em sua plataforma e atende mais de 10.000 lojistas e grandes marcas.

A startup, que também já foi investida pela Redpoint eVentures, 500 Startups e Valor Capital Group, está sediada em Curitiba, no Paraná, possui unidade em São Paulo e atende clientes de todo o Brasil.