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PIX já é aceito por cerca de um terço de lojas online

O PIX tem conquistado uma parcela crescente de aceitação entre as modalidades de pagamento por parte dos maiores lojistas do e-commerce no Brasil: quase um terço deles (32,2%) já oferece essa opção aos clientes. Esse foi um dos dados apurados por um levantamento da GMattos, consultoria de e-commerce e meios de pagamento.

O estudo analisou 59 lojas online de destaque no mercado brasileiro, nos mais diversos segmentos, entre os dias 3 e 12 de maio de 2021. Entre os estabelecimentos, constam Magalu, Amazon, Mercado Livre, Americanas, Uber, Drogasil e Carrefour.

Na comparação com pesquisa similar realizada pela GMattos em março, a aceitação do PIX cresceu 6,8 pontos percentuais, saltando de 25,4% para 32,2%.

Em contrapartida, a aceitação do débito apresentou uma queda em patamar semelhante – menos 6,7 pontos percentuais em maio em relação a março, caindo de 42,3% para 35,6%.

Na análise de Gastão Mattos, cofundador e gerente-geral da GMattos, a proximidade entre os percentuais de elevação do PIX e de baixa do débito não é coincidência.

Conforme o especialista já havia previsto por ocasião do estudo de março e das tendências que apontava, o PIX vem exercendo efeito predatório sobre o débito, ao contrário do que se imaginava com o surgimento da nova modalidade. Inicialmente, pensava-se que o PIX roubaria espaço do boleto, o que não aconteceu.

Por sinal, o PIX, por ser forte em conveniência para o cliente e em sua distribuição no Brasil – mais de 80 milhões de CPFs -, além de ter uma alta taxa de conversão (superior a 90%), torna-se um meio de pagamento bastante atrativo para os lojistas quando o comparam com o débito.

Ainda de acordo com o último levantamento da GMattos, o cartão de crédito (98,3%) e o boleto (83%) são as modalidades com maiores níveis de aceitação pelas lojas online, seguidas pelas wallets (52,5%).

Capgemini é reconhecida como Líder no Quadrante Mágico do Gartner 2021 para Serviços de Implementação de CRM e Experiência do Cliente

A Capgemini anuncia hoje que foi reconhecida como líder no “Quadrante Mágico do Gartner 2021 para Serviços de Implementação de CRM e Experiência do Cliente” do Gartner, por sua capacidade de execução e abrangência de visão. A pesquisa avaliou 17 provedores de serviços para seus recursos de gerenciamento de relacionamento com o cliente em diversos parâmetros.

“Acreditamos que nosso posicionamento como Líder no Quadrante Mágico do Gartner 2021 para Serviços de Implementação de CRM e Experiência do Cliente enfatiza nossa capacidade de fornecer soluções customizadas com base em dados para ajudar a transformar as jornadas dos ‘clientes dos nossos clientes’. Com uma abordagem que os coloca no centro de tudo, estamos continuamente investindo em novas tecnologias e recursos que nos permitam fornecer soluções ágeis e escaláveis, ajudando nossos clientes a ficarem à frente da curva”, afirma Alex Smith-Bingham, Group Offer Lead for Customer Experience na Capgemini.

A equipe de mais de 35.000 especialistas em CRM da Capgemini traz um domínio específico profundo da indústria, dos recursos técnicos e do design digital, entregando com sucesso resultados de valor para os clientes.

Clique aqui para acessar uma cópia gratuita do relatório completo.

Gartner, Magic Quadrant for CRM e Customer Experience Implementation Services, Brett Sparks, Jim Longwood, Chrissy Healey, Katie Gove 21 de maio de 2021.

O Gartner não endossa nenhum fornecedor, produto ou serviço descrito em suas publicações de pesquisa e não aconselha os usuários de tecnologia a selecionar apenas os fornecedores com as classificações mais altas ou outra designação. As publicações de pesquisa do Gartner consistem em suas opiniões da organização de pesquisa e não devem ser interpretadas como declarações de fato. O Gartner se isenta de todas as garantias, expressas ou implícitas, com relação a esta pesquisa, incluindo quaisquer garantias de comercialização ou adequação a um propósito específico.

Ambev vai contratar 40 mulheres e pessoas negras para programa de formação em T.I.

A Ambev Tech, hub de inovação e tecnologia criado para promover a transformação digital e cultural da Ambev, realizará, entre maio e junho, a quarta edição do Start Tech, programa de formação voltado para o público que deseja ingressar ou alavancar sua trajetória no ramo da tecnologia. Este ano, o Start Tech será voltado para mulheres (cis e trans) e pessoas negras. Ao todo, serão 40 vagas para as posições de React (linguagem de programação) e QA (testes de software). As inscrições poderão ser feitas até 16 de junho, no site ambevtech.com.br/start-tech/.

O Start Tech nasceu para capacitar profissionais, sem experiência na área, e inseri-los nos times que atuam em diversos projetos tecnológicos da Ambev Tech. O diferencial do programa é a contratação imediata. “É comum vermos programas que capacitam várias pessoas e, ao final, contratam apenas alguns”, afirma Eduardo Horai, CTO da Ambev Tech. “Aqui, o profissional será contratado desde o primeiro dia de capacitação e já terá direito a todos os benefícios de qualquer outro profissional da Ambev Tech”, complementa.

Pessoas acima de 18 anos e dentro do público-alvo desta edição (mulheres e pessoas negras) pode participar do programa. Não é necessário ter nível superior, conhecimento prévio na área, ter feito cursos ou saber falar inglês. “Estamos buscando pessoas diversas, com histórias únicas, que queiram mudar de vida e fazer parte de um time que vê na tecnologia múltiplas oportunidades de crescimento e de fazer do mundo um lugar melhor”, finaliza Horai.

Até hoje, o Start Tech já capacitou mais de 340 pessoas e teve uma edição em 2020 específica para mulheres. A Ambev Tech possui escritórios em Blumenau-SC, Maringá-PR, Jaguariúna-SP, Sorocaba-SP, Campinas-SP e na cidade de São Paulo, porém, profissionais de todo o país podem se candidatar às vagas, pois o trabalho será realizado todo remotamente.

Magento Commerce passa por reposicionamento de marca e agora é Adobe Commerce

A partir deste mês, a Magento Commerce, líder em inovação e flexibilidade de customização para o e-commerce de empresas B2B e B2C, inicia o processo de reposicionamento de marca e passa a se chamar Adobe Commerce. O principal objetivo da mudança é a total integração com as plataformas de Experience Cloud, que permitem gerenciamento de conteúdo, personalização e análise de dados para criação de experiências digitais.

Outros fatores decisivos para o novo nome foram separar e diferenciar de forma mais clara para o mercado os produtos que pertencem à Adobe dos da Magento Open Source, versão gratuita e comunitária. Agora, todas as soluções da Adobe de comércio eletrônico para empresas estão sob a marca Adobe Commerce.

A Adobe adquiriu a Magento Commerce há três anos por US$ 1,68 bilhão. Desde então, a companhia concentrou os esforços em integrar equipes de vendas, marketing e a própria tecnologia. A mudança de marca é a próxima fase dessa integração. Para os clientes e o mercado a ação é simbólica ao reforçar que a Adobe continua evoluindo seus produtos para fornecer um comércio eletrônico multicanal avançado, integrado e com a melhor experiência para o usuário. 

“No último ano, vimos o e-commerce se tornar o canal prioritário para marcas sobreviverem à crise. Com isso, aceleramos o processo de integração da Magento ao ecossistema Adobe, principalmente de tecnologias como inteligência artificial”, explica a general manager de Adobe Commerce, Stella Guillaumon.

No primeiro trimestre fiscal da empresa em 2021, a área de Digital Experience, pilar global que abriga a Experience Cloud e, por consequência, a Adobe Commerce, registrou receita de US$ 934 milhões, representando crescimento de 24% ano sobre ano. 

Guillaumon destaca que os investimentos em flexibilidade, escala, segurança, personalização e inteligência continuam altos para atender empresas de diversos portes e segmentos, tanto no B2B quanto no B2C, enquanto a marca e o suporte do Magento Open Source permanecem inalterados. “A Adobe continua apoiando a Magento Association para incentivar a comunidade global Magento a aprender, compartilhar e colaborar nos desafios do e-commerce”, conclui a executiva.

Nova norma de compliance da ABNT oferece mecanismos para proteção contra fraudes, pirataria e lavagem de dinheiro nas empresas

Empresas interessadas em implementar sistemas de gestão que protejam contra pirataria, fraudes, carteis, lavagem de dinheiro e corrupção vão encontrar na nova norma da ABNT – Associação Brasileira de Normas Técnicas os controles necessários para implementação de sistemas.

Adaptável a qualquer empresa – pública, privada ou sem fins lucrativos, a ABNT NBR ISO 37301 – Sistemas de Gestão de Compliance – Requisitos com orientações para o uso especifica requisitos e fornece diretrizes para o estabelecimento, desenvolvimento, implementação, avaliação, manutenção e melhoria de um sistema de gestão de compliance eficaz dentro de uma organização, instituindo uma boa governança, com elementos tais como Integridade, Cultura, Conformidade, Reputação, Valores e Ética.

“Com esta nova norma da ABNT, a organização pode demonstrar que atende a todas as obrigações de compliance, concebendo e implementando controles para combater práticas corruptas, além de estar cumprindo com as obrigações trabalhistas e em conformidade com todas as leis tributárias e ambientais”, explica Ariosto Farias Jr, responsável pela elaboração da Norma ISO 37301 e que será mediador do evento de lançamento da norma, a realizar-se no dia 7 de junho, às 10h, em uma live transmitida pelo Canal da ABNT no Youtube. Ariosto Farias Junior é expert do Brasil no Comitê Internacional ISO TC 309.

O evento abordará questões como histórico da norma ISO 37301, qual seu público-alvo, principal objetivo da norma, princípios e contexto organizacional, propostas do Brasil incorporadas na ABNT NBR ISO 37301, conceito de Compliance, estrutura da norma, relação entre ABNT NBR ISO 37301 e a ABNT NBR ISO 37001, benefícios da integração das duas normas e passos para uma implementação bem-sucedida da norma.

Além da regulamentação, a ABNT também está promovendo dois cursos relacionados a compliance:

– Formação de Lead Implementer do SGC – Sistema de Gestão de Compliance (Baseado na ABNT NBR ISO 37301) – destinado a Compliance Officer, Consultores, Gerentes de RH, Gerentes de Compliance, Gerentes, Assessores Jurídicos, Advogados interessados em normas técnicas que apoiem medidas de adequação às normas técnicas. Nas aulas, os participantes aprenderão passos básicos e essenciais para uma eficaz implementação de um Sistema de Gestão de Compliance, baseado na NBR ISO 37301, cujo conteúdo está descrito nos Módulos I (Lead Implementer de um Sistema de Gestão de Compliance (SGC) baseado na ABNT NBR ISO 37301) e II (Formação de auditor interno de Sistemas de Gestão baseado na NBR ISO 19011:2019). Desta forma, o curso também capacitará o participante a atuar como auditor interno do SGC, baseado na norma NBR ISO 19011:2019 – Auditoria de Sistemas de Gestão.

– Formação de Lead Implementer de um Sistema Integrado de Gestão de Compliance (ABNT NBR ISO 37301) e Antissuborno (ABNT NBR ISO 37001) – além dos dois módulos do curso acima, também inclui o Módulo III (Lead Implementer de um SIG – Sistema Integrado de Gestão de Compliance (NBR ISO 37301) e antissuborno ( NBR ISO 37001).

Para mais informações e inscrição nos cursos, entrar em contato no e-mail cursos@abnt.org.br.

Serviço – Live de lançamento da norma ABNT NBR ISO 37301 – Sistemas de gestão de compliance
Data: 07/06/2021
Horário: 10h às 12h
Local: Canal da ABNT no Youtube
Inscrição: www.sympla.com.br/lancamento—abnt-nbr-iso-37301—sistemas-de-gestao-de-compliance__1201349

Sony Channel prorroga período de inscrições para a sexta temporada de Shark Tank Brasil

A sexta temporada de Shark Tank Brasil chega ao Sony Channel no segundo semestre deste ano. E os interessados em participar do maior reality de empreendedorismo do país terão um mês a mais para se preparar, já que as inscrições foram estendidas até o dia 30 de junho e devem ser realizadas pelo site oficial do programa.

Ao longo de cinco temporadas, o programa já recebeu mais de 9.000 inscrições de empreendedores que buscam a oportunidade de alavancar seus negócios. A sexta temporada do Shark Tank Brasil contará com 13 episódios, que – assim como as temporadas anteriores – será uma coprodução entre Sony Pictures Television (SPT) e a Floresta Produções.

O popular reality show de negócios e empreendedorismo já foi assistido por mais de 10 milhões de pessoas* no Brasil nos últimos cinco anos. Atualmente, o canal do programa no YouTube reúne mais de 480.000 seguidores. Nas últimas cinco temporadas, o Sony Channel exibiu 74 episódios do Shark Tank Brasil, com um total de 296 negócios apresentados aos Sharks.

A premiada franquia Shark Tank é baseada no reality Dragons’ Den, criado pela Nippon TV, no Japão, e distribuída ao redor do mundo pela SPT. O programa oferece a empreendedores a oportunidade de lançar suas ideias de negócios para grandes investidores, conhecidos como “Tubarões”, na esperança de conseguir fundos de investimento. Dragons’ Den foi adaptado com êxito e já cativou audiências em mais de 40 territórios em todo o mundo, incluindo Austrália, Canadá, França, Alemanha e Estados Unidos.

* Kantar Ibope Media | Brasil – 15 Mercados | Target: Total Indivíduos | Período: 2016-2021 | Horário: 24h | Métrica: Cov(#).

Shark Tank Brasil – 6ª temporada
Inscrições até 30 de junho de 2021: https://br.sonychannel.com/series/shark-tank-brasil/inscricoes

Dell Technologies lidera no segmento brasileiro de PCs

A Dell Technologies (NYSE: DELL) mantém a liderança no segmento de computadores no primeiro trimestre de 2021, com 24,3% das vendas do mercado brasileiro. Os dados são do IDC PC Tracker CY21Q1 e indicam um crescimento de 19,7% ano a ano do segmento de PCs (desktops e notebooks) no Brasil. Para 2021, a Dell Technologies mantém sua estratégia de oferecer um portfólio completo ao mercado, disponível pelos mais diferentes canais de vendas e com uma ampla oferta de serviços aos seus clientes.

A Dell Technologies também mantém a líderança no segmento Corporativo, com 38,5% das vendas do mercado brasileiro; e de Pequenas empresas, com 45,2% das vendas de desktops e notebooks.

“Durante o período desafiador que vivenciamos com a pandemia e o distanciamento social, a tecnologia reforçou seu papel fundamental de apoiar a sociedade. Neste contexto, o PC teve a sua presença fortalecida, à medida que permitiu o acesso aos estudos, ao trabalho e ao lazer”, afirma Diego Puerta, Líder da Dell Technologies no Brasil. “Neste cenário, a Dell não parou de inovar e de mostrar que está apta para atender às exigências do consumidor”, comenta.

O primeiro trimestre de 2021 foi marcado por importantes lançamentos, como o Dell Inspiron 13 5000, o primeiro notebook com processador Intel Core de 11ª geração, que reforça o portfólio de computadores de alto desempenho. Para o público gamer também houve novidades, com a chegada dos processadores gráficos RTX da NVIDIA aos equipamentos G3 15.

Hotmart lança desafio para investir R$ 2 milhões em startups de tecnologia

A Hotmart, empresa global de tecnologia focada na Creator Economy (economia dos criadores de conteúdo), lança hoje o Hotmart Challenge – Startup Edition, desafio para encontrar projetos inovadores em tecnologia, educação e empreendedorismo em todo o Brasil. A empresa vai selecionar até seis startups que vão receber, ao todo, um aporte de R$ 2 milhões para acelerar os projetos vencedores.

O objetivo do desafio é receber inscrições de ideias e projetos em fase inicial, em andamento ou já em execução, de startups em qualquer estágio de negócio. “Queremos desenvolver ainda mais a Creator Economy (Economia dos Criadores de Conteúdo) e iremos investir em empresas que tragam soluções complementares para o nosso ecossistema, impulsionando empreendedorismo digital, educação online, pagamentos eletrônicos e ajude mais criadores de conteúdo”, destaca o CEO e cofundador da Hotmart, João Pedro Resende.

As inscrições estão abertas até 24 de julho e devem ser feitas pelo hotsite www.hotmartchallenge.com. Para o cadastro, além de seguir as orientações do regulamento, a startup candidata deve gravar um vídeo de até dois minutos sobre o negócio – e porque a ideia merece ser selecionada -, subir o vídeo para o YouTube ou plataforma similar, e enviar o link na inscrição. Vale lembrar que os participantes devem ter um negócio inovador, ligado a empreendedorismo, tecnologia ou educação.

Na primeira fase, serão 50 startups selecionadas, que passarão por uma seletiva. Desse universo, até 20 startups irão para a próxima fase e terão um processo de mentorias exclusivas com os melhores profissionais do mercado. As selecionadas seguem para a semifinal, das quais algumas serão contempladas para receber o investimento, na grande final, em meados de setembro deste ano.

Para compor o júri, a Hotmart convidou nomes da própria companhia que vão participar de todo o processo seletivo do desafio. São eles: João Pedro Resende, CEO e cofundador; Mateus Bicalho, COO e cofundador; Nathalia Cavalieri, VP de Marketing; Frederico Montezuma, Diretor Global de M&A; Raúl Maraña, Diretor de Desenvolvimento de Negócios; e Thalita Gaku, Diretora Global de Customer Experience.

O Hotmart Challenge é parte das ações que celebram os 10 anos da empresa. Quando tudo começou, em 2011, a Hotmart foi uma das vencedoras do prêmio Buscapé “Sua Ideia Vale 1 Milhão”. De lá pra cá, a Hotmart se tornou um unicórnio e se consolidou como líder global com mais de 370 mil produtos cadastrados, mais de 26 milhões de usuários pelo mundo e transações em mais de 188 países. “A Hotmart se tornou a possibilidade para milhões de pessoas no mercado digital possam empreender e viver de suas paixões, e o Hotmart Challenge é uma forma de oferecer para as startups a mesma oportunidade que transformou os rumos da empresa”, completa o CEO.

O impacto dos dispositivos móveis na saúde

Por Daniel Camillo Rocha, Diretor Executivo de Saúde da Digisystem

É evidente que a pandemia impactou vários segmentos da sociedade. Observamos na saúde, uma das áreas mais afetadas, diversas transformações. A lei que regulariza a telemedicina, por exemplo, foi sancionada em abril de 2020, e possibilitou o atendimento médico por meio das teleconsultas. Nesse contexto, os dispositivos móveis tornaram-se ainda mais relevantes para estreitar as barreiras entre os serviços e a população, oferecendo mais proximidade entre médico e paciente. Atualmente, os smartphones representam uma das ferramentas que mais auxiliam a prática telemedicina, uma vez que 58% dos brasileiros acessam a internet exclusivamente pelo celular, de acordo com pesquisa da TIC Domicílios. 

A tecnologia móvel proporciona aos médicos acesso às informações de saúde dos pacientes para realizar o acompanhamento em tempo real dos sinais vitais e dos resultados laboratoriais. Com relação às operadoras de saúde, existem hoje aplicativos integrados aos sistemas de gestão que possibilitam que as instituições de saúde ampliem a integração com os pacientes, proporcionando uma experiência de ponta a ponta. Essas tecnologias permitem consultar toda a rede credenciada, realizar check-in, agendamento de consultas e exames, telemedicina e até mesmo alertas para o médico, oferecendo aos pacientes mais comodidade e proximidade com as operadoras de saúde.

Do lado do paciente, por meio dos dispositivos móveis, ele ganha agilidade no tratamento e na troca de comunicação com o médico. Além disso, o mobile permite acesso a vários aplicativos de saúde, não necessariamente medicamentosos. Para pacientes com diabetes, por exemplo, aplicativos de controle de glicemia facilitaram a rotina. Mas, com tantos aplicativos de saúde disponíveis no mercado, como fica a questão da segurança de dados?

Para garantir que o aplicativo é de fato seguro, é necessário verificar se o mesmo segue as diretrizes da Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD) e se todos os dados armazenados estão criptografados. Vale ressaltar que a área da saúde reúne muitos dados sensíveis, uma vez que, a partir do momento em que o paciente envia o resultado de um exame ao médico, torna-se um dado sensível. Neste sentido, as organizações de saúde devem investir em provedores tecnológicos que realmente se comprometam com o desenvolvimento de soluções inovadoras para proteger seus sistemas.

Desafios do mercado de dispositivos móveis na saúde

Apesar dos avanços no desenvolvimento de tecnologias e aplicativos de saúde, ainda existem entraves que impedem que esses serviços alcancem toda a população. O primeiro desafio, é a disponibilidade tecnológica, uma vez que algumas regiões do Brasil ainda enfrentam problemas com conectividade e baixa qualidade na conexão. Outro ponto crítico é o investimento por parte das instituições de saúde, que devem apostar na interoperabilidade com o objetivo de realizar toda a integração de dados entre médicos, laboratórios e as plataformas.


Os serviços de saúde via dispositivos móveis tendem a conquistar o mercado, uma vez que proporcionam mais agilidade e qualidade no atendimento hospitalar, especialmente em tempos de pandemia e distanciamento social. No entanto, não se exclui a necessidade de investir em um atendimento humanizado, atentar-se à LGPD e realizar investimentos para aprimorar e expandir cada vez mais esse serviço na área da saúde.

Inscrições para a aceleradora de startups da Tupy, a ShiftT, vão até 4 de junho

Empreendedores de todo o País têm mais 10 dias para se inscrever na iniciativa da Tupy UP, área recém-criada na Companhia, a ShiftT, aceleradora de startups que une estrutura e expertise da Tupy com o talento dos empreendedores. Além da conexão com toda a estrutura da Empresa, os negócios selecionados vão passar por mentorias exclusivas, aplicadas por 30 profissionais da Tupy, com experiência nas mais diferentes áreas de conhecimento.

Startups de todo o país podem participar, nas seguintes áreas de interesse:

  • Sinergia com o Negócio: soluções que proponham inovação significativa e que possam ser escaladas rapidamente com o apoio da Tupy;
  • Desenvolvimento Sustentável: negócios economicamente viáveis, que promovam impacto socioambiental positivo;
  • Digital e Indústria 4.0: geração de valor a partir da aplicação de tecnologias emergentes e que possam impulsionar a jornada de transformação digital da Tupy;
  • Modelos de Negócios Inovadores: iniciativas que proponham novas formas de abordar os desafios encontrados nas cadeias de valor de atuação da Tupy.

O programa se destaca pelo conceito equity free, ou seja, o empreendedor não precisa abrir mão de parte da sua empresa para poder participar do processo de aceleração. Além disso, também são premissas da ShiftT o respeito total à propriedade intelectual das startups e aos seus talentos. Outro diferencial é que as provas de conceito serão remuneradas.

“Desde a sua fundação, em 1938, a Tupy se destaca pelo pioneirismo e, ao longo da sua história, realizou parcerias e investiu em P&D. Tivemos vários saltos de inovação, e queremos compartilhar esse conhecimento e aprender também. Por 

isso, o nosso convite para as startups é que venham expandir suas ideias e contribuir com o nosso futuro”, diz Fernando de Rizzo, CEO da Tupy.

Programa Inovativa de Impacto Socioambiental seleciona projetos para o ciclo de aceleração gratuito

O programa InovAtiva de Impacto Socioambiental vai selecionar até 80 projetos de todo o país com soluções inovadoras na área de impacto socioambiental para um ciclo de aceleração que acontecerá de forma virtual e gratuita entre julho e dezembro. As inscrições para participar do ciclo estão abertas até 28 de junho.

Os projetos selecionados serão capacitados por meio de mentorias individuais e coletivas com especialistas do mercado, cursos e treinamento de pitch – como é chamada a apresentação de negócios de startups. Podem participar do programa empreendimentos nos estágios de validação, operação ou tração e que têm por objetivo gerar impacto socioambiental e resultado financeiro positivo de forma sustentável.

Em 2021, o número de projetos selecionados para o InovAtiva de Impacto dobrou. Desta vez, até 80 startups participarão da primeira etapa do programa, chamada Etapa Aceleração. Nesse período, serão realizadas mentorias de negócios e atividades de capacitação empreendedora, além do InovAtiva Day, evento regional que contará com treinamentos de pitch exclusivos para os participantes do ciclo.

“Os negócios de impacto socioambiental resolvem problemas críticos da sociedade sem perder o foco na viabilidade econômica. Por isso, queremos incentivar e apoiar cada vez mais o surgimento desses projetos. Nos próximos anos, só na área de impacto socioambiental, vamos acelerar mais de 300 negócios com apoio do governo federal”, enfatiza o Subsecretário de Inovação e Transformação Digital do Ministério da Economia (Sepec/ME), Igor Nazareth.

Ao final da Etapa Aceleração, até 40 empresas seguem para a Etapa Conexão, última fase do programa em que os empreendedores participarão de mentorias especializadas para o desenvolvimento de seus negócios, com foco em parcerias e investimentos. O evento InovAtiva Experience encerra a edição deste ano do programa, com atividades de capacitação e de conexão, como o Demoday – momento em que as startups apresentam suas soluções para investidores.

“Ao apoiar negócios de impacto social e ambiental, contribuímos para o desenvolvimento dos negócios no país, sem deixarmos de olhar para o impacto positivo que esses negócios podem gerar na sociedade. Com isso, todos se beneficiam, tanto a empresa quanto a comunidade. Para se inscrever no InovAtiva de Impacto, as startups devem desenvolver soluções inovadoras em produtos ou serviços e ter como missão gerar impacto positivo. Os projetos serão avaliados em cinco dimensões: grau de maturidade do negócio, grau de inovação, potencial de mercado, composição da equipe e tese de mudança”, explica o diretor técnico do Sebrae, Bruno Quick.

Pesquisa aponta que locadoras compraram mais de 120 mil automóveis em 2021

De acordo com pesquisa da Associação Brasileira das Locadoras de Automóveis (ABLA), com informações do Serviço Federal de Processamento de Dados (Serpro), as empresas de locação já emplacaram 122.561 veículos 2021. Esse total corresponde a 20,4% dos emplacamentos de automóveis e comerciais leves nacionais (600.014, segundo a Anfavea) de janeiro a abril desse ano.

No ano passado, as empresas locadoras também emplacaram um a cada cinco automóveis e comerciais leves nacionais comercializados no Brasil (20,6% do total). “Unidades encomendadas entre outubro e novembro de 2020 chegaram às locadoras apenas agora no primeiro quadrimestre. E a média de espera pela entrega dos veículos novos permanece em pelo menos 120 dias”, acrescenta o presidente do Conselho Nacional da ABLA, Paulo Miguel Jr.

A frota total das empresas de locação terminou o mês de abril com 1.004.000 veículos, ante 1.007.000 no final do ano passado. O presidente da ABLA esclarece que este é um reflexo da dificuldade para a ampliação da frota das locadoras. “A projeção inicial da ABLA era de que o setor compraria 450 mil automóveis e comerciais leves até o final de 2021”, diz Paulo Miguel Jr.

Porém, com a reduzida velocidade da produção e os entraves enfrentados pela indústria automotiva, o presidente da associação adianta que a previsão foi revista para compras de até 400 mil unidades, “ainda assim acima do total de 360 mil adquiridas no ano passado”, completa Miguel Jr.

SLC Ventures anuncia primeiro investimento

A SLC Ventures, braço da SLC Agrícola criado para investir em novos modelos de negócio digitais com foco no “dentro da porteira”, anuncia seu primeiro aporte. Os recursos foram direcionados à Aegro, startup fundada em 2014 e que comercializa software para a gestão de fazendas. O aporte é o primeiro passo da SLC Ventures em seu objetivo de criar um portfólio de investimentos de longo prazo que “represente o futuro do agro”.

“As transformações de modelo de negócio e o consequente redesenho da cadeia de valor do agronegócio que estamos observando são impressionantes. A Aegro é uma das histórias de sucesso recentes: são vencedores em entregar software de gestão para os produtores que ainda não usam essa ferramenta, a preços competitivos, e com interface intuitiva. A escalabilidade dessa plataforma é imensa, e visão de negócio dos empreendedores é fantástica”, disse Frederico Logemann, Head de Inovação da SLC Agrícola.

O aporte na Aegro, que já está na terceira rodada de captação de recursos, envolve outros players de Venture Capital já estabelecidos, como SP Ventures e ABSeed, e envolveu investimento total de R﹩ 12 milhões. Com os recursos, a startup pretende avançar em uma nova onda de sua plataforma, ampliando as soluções oferecidas para facilitar acesso a crédito, seguros e contas digitais.

“Nosso apoio à Aegro irá muito além do aporte financeiro: queremos aproximá-los da SLC e apoiá-los em várias frentes de gestão nas quais desenvolvemos know-how. Essa é a nossa tese de Corporate Venture Capital: investir em negócio nos quais possamos dar uma contribuição, e com os quais possamos aprender também. Isso está alinhado ao nosso Sonho Grande, que é impactar positivamente gerações futuras, com liderança mundial em eficiência e respeito ao planeta”, complementou Carlos Aranha, Ecosystem Leader da SLC, e que analisa os potenciais investimentos ao lado de Logemann.

A Aegro se notabilizou pelo sistema de gestão agrícola que ficou conhecido pela facilidade de uso e custo competitivo, e já se espalhou para mais de quatro mil fazendas e espalhadas por 20 estados brasileiros. A solução permite que os agricultores controlem seus principais processos agrícolas e comerciais de maneira integrada, facilitando a tomada de decisões.

Iniciativas em inovação e digitalização no campo

A criação da SLC Ventures veio como derivação de iniciativas anteriores voltadas à conexão com startups e ao fomento ao intraempreendedorismo dentro da SLC. Em 2020, a empresa realizou a segunda edição do AgroExponencial, programa de conexão com startups para solucionar desafios internos de forma eficaz e inovadora em atividades operacionais e administrativas da empresa. Das 172 empresas inscritas, foram realizadas 6 provas de conceito com o apoio de squads internos, e originaram 4 rollouts (uso ampliado da solução). A terceira edição do AgroExponencial será realizada no segundo semestre deste ano e deverá ter uma perna internacional.

A SLC Ventures tem dois eixos de atuação: um para investimento direto nas startups, como é o caso da Aegro, e outro focado na seleção e incubação de projetos de negócio de alto impacto, a serem desenvolvidos em ambiente apartado das operações agrícolas, o chamado “Venture Builder“.

Na área de inovação, a SLC Agrícola está realizando diversos movimentos, como o espaço no Instituto Caldeira, hub de inovação localizado em Porto Alegre (RS), voltado a fomentar a troca de conhecimento entre os diversos agentes do ecossistema inovador, o que traz ganhos para toda a economia gaúcha e brasileira e o Ideias&Resultados, que promove a inovação entre os colaboradores por meio de capacitações e formações em metodologias de inovação. Essa iniciativa contou com cerca de 200 ideias apresentadas em 2020, das quais seis já estão sendo aplicadas nos negócios da empresa.

Adoção de IA para assistentes virtuais baseados no IBM Watson Assistant dobrou em 2020

A adoção de IA para assistentes virtuais baseados na plataforma IBM Watson Assistant dobrou entre janeiro e dezembro de 2020 para atender à necessidade de acelerar o processo de transformação digital de empresas, ajudando organizações dos mais distintos segmentos a administrar picos nas demandas de consumo e melhorar a atenção e satisfação do cliente em decorrência da pandemia da COVID-19, que levou empresas de todos os setores a se reinventarem para atender às demandas do mercado e dos próprios cidadãos e consumidores.

O ritmo de adoção de IA está aumentando à medida que as mudanças nas necessidades de negócios, como resultado da pandemia, aceleraram ainda mais as necessidades por IA, ampliando a experiência digital dos consumidores e garantindo a continuidade dos negócios mesmo durante os períodos mais críticos do isolamento social. E o Brasil tem se mostrado na vanguarda da adoção de IA entre os países da América Latina.

De acordo com a pesquisa Global AI Adoption Index 2021, as empresas brasileiras lideram a adoção na região: 40% dos profissionais de TI entrevistados no Brasil afirmam usar inteligência artificial (IA) em seus negócios. Na América Latina como um todo, esse número ficou em 21%. A pesquisa também revelou que 60% dos profissionais de TI no Brasil relataram que as necessidades de negócios estão impulsionando a adoção da IA ​​nas empresas e 37% dos entrevistados afirmaram que, devido à pandemia, intensificaram o foco no atendimento ao cliente¹.

“Os negócios e as relações de trabalho mudaram. De repente, tudo precisou se adaptar ao online e toda essa migração do real para o virtual irá precisar cada vez mais do apoio da IA e do amadurecimento de tecnologias que já estavam em expansão, como análise de dados e automação”, afirma Marcela Vairo, diretora de Data, AI Apps e Automação da IBM Brasil. “Conforme as organizações mudam para um mundo pós-pandêmico, a IBM vê a IA como um grande aliado para ajudar as empresas a automatizar processos, aumentar a confiança e compreender a linguagem dos negócios. Acreditamos que esses recursos são essenciais para transformar a experiência do cliente e ajudar as empresas a saírem mais fortes da pandemia”.

Foi o caso de organizações como Inter e TIM.

O Inter, plataforma digital de serviços financeiros e não financeiros que simplifica a vida dos brasileiros, criou em 2018 a Babi, um assistente virtual dinâmico baseado no IBM Watson Assistant capaz de resolver em tempo real diferentes tipos de solicitação. Para prestar um serviço de atendimento ao cliente de alta qualidade, o banco decidiu usar a IA para apoiar suas operações. Com o Watson Assistant, o Inter, que possui 11 milhões de clientes, já alcançou uma redução de 16,5% no custo de servir, 45% de retenção real de clientes e economia total de R$ 16 milhões em um ano.

“O uso de IA já se mostrava um grande aliado para levarmos uma experiência digital cada vez melhor a nossos clientes. Com a pandemia, a tecnologia se mostrou fundamental para mantermos nossos canais de comunicação ativos e uma jornada digital completa e eficiente”, afirma Priscila Sales, CMO do Inter. “Nossa intenção agora é integrar a Babi às mensagens do WhatsApp, tornando a interação digital ainda mais ágil e precisa”.

Já a TIM Brasil trabalhou com a IBM para transformar seus fluxos de trabalho de atendimento ao cliente. Juntos, implementaram um assistente virtual equipado com IA para ajudar a lidar com o grande volume de chamadas, mantendo a satisfação do cliente, reduzindo custos e liberando atendentes do call center para trabalhos de maior valor. O assistente virtual da TIM usa o IBM Watson Assistant em IBM Cloud para processar interações de linguagem natural, respondendo por voz em tempo real às perguntas ou problemas dos consumidores sobre questões como benefícios do plano e pagamentos de contas. Quatro meses depois de aumentar os agentes humanos de atendimento ao cliente com o agente virtual, a taxa de contenção da TIM aumentou para 75% e a resolução na primeira chamada aumentou em 85%.

¹ Global AI Adoption Index 2021.

ADDI anuncia rodada de investimento de R$350 milhões

A ADDI, plataforma líder na América Latina em ‘Buy Now, Pay Later’ – responsável por parcelamentos sem juros e sem cartão de crédito no e-commerce e varejo físico – acaba de receber um aporte de US$65 milhões (aproximadamente R$350 milhões). A rodada Series B é de US$ 65 milhões, sendo US$35 milhões de equity e US$30 milhões de linha de crédito, da Architect Capital. O aporte foi liderado pela Union Square Ventures, com novos investidores 8VC, Citius Capital, Endeavor Catalyst, The Marathon Fund, GGV partner Hans Tung e o ex-COO Huey Lin da Affirm. Os investidores anteriores Andreessen Horowitz, Foundation Capital, Monashees e Quona Capital também participaram da nova rodada.

O fundo será usado para expandir os negócios da ADDI na Colômbia e apoiar seu lançamento oficial e expansão no Brasil, onde começou a operar neste ano. Desde então, em apenas dois meses, a ADDI está disponível em 50 varejistas e integrada às plataformas da VTEX, Nuvemshop e WooCommerce. “Nós oferecemos aos varejistas e clientes a possibilidade de, digitalmente, fazerem transações com uma forma de pagamento rápida, justa e disruptiva”, explica Santiago Suarez, cofundador e CEO da ADDI. “Na América Latina, a maioria dos clientes não pode fazer parte da economia digital. Pagar online é incrivelmente difícil, a acessibilidade é limitada e poucas pessoas têm um cartão de crédito.”

Fundada em Bogotá em 2018 por Santiago Suarez, Daniel Vallejo e Elmer Ortega, a ADDI tem como missão impulsionar o comércio digital na América Latina, começando com o parcelamento sem a necessidade de cartão de crédito, usando as modalidades de boleto ou PIX. Em apenas alguns minutos, os clientes podem comprar de seus varejistas favoritos de maneira parcelada, sem juros e sem a necessidade de um cartão de crédito, efetuando seus pagamentos posteriormente para a companhia.. A ADDI está disponível no comércio eletrônico, em dispositivos móveis e também em lojas físicas e televendas. “Não poderíamos estar mais entusiasmados com a parceria com a equipe da ADDI. A empresa não está apenas ampliando o acesso do consumidor ao crédito no ponto de venda, mas permitindo, de maneira única, que os comerciantes latino-americanos ampliem seus negócios de e-commerce, oferecendo aos seus clientes opções de pagamento convenientes que liberam capital e aumentam as vendas. Acreditamos que a ADDI em breve será uma das empresas mais importantes no crédito ao consumidor na América Larina”, disse John Buttrick, sócio geral da Union Square Ventures.

A empresa, que cresceu mais de cinco vezes desde o início do ano, agora tem parcerias com centenas de comerciantes no Brasil e na Colômbia, atendendo milhares de clientes por mês e gerando milhões de dólares em compras. A ADDI também se estabeleceu rapidamente como um parceiro-chave para essas empresas como um dos principais métodos de pagamento. Os comerciantes parceiros vêem seus valores de pedidos dobrarem ou triplicarem, com aumentos semelhantes na conversão.

James Sagan, CEO da Architect Capital, acredita que em pouco tempo a empresa se tornará uma potência na América Latina. “Estamos entusiasmados em fazer parte da jornada da ADDI. A empresa está resolvendo um problema importante e estamos confiantes em sua capacidade de se tornar o líder em pagamentos e crédito ao consumidor em toda essa região do mundo.”

Confira as 10 empreendedoras que ganharam aceleração de negócios no programa Elas Prosperam

Após a aceleração, elas participarão do demo day, em julho, que selecionará três mulheres para um prêmio de R$ 10 mil cada

Na última quinta, 19 empreendedoras do programa Elas Prosperam, realizado pelo Instituto RME em parceria com a Visa, participaram do Pitch Day no canal no YouTube da RME. O intuito foi abrir espaço para as participantes apresentarem seus negócios para uma banca de jurados composta por Beatriz Leite, do time de projetos da Rede Mulher Empreendedora; Dani Gábriel, CEO da Dume, uma consultoria de negócios para pequenos negócios; Dj Bola, criador da A Banca e da Anip, uma aceleradora de negócios de impacto social da periferia; Célia Kano, diretora dos programas de aceleração da Rede Mulher Empreendedora; Juliana Amoroso, gerente de soluções da Visa; e Camila Novaes, gerente de marketing e líder do comitê de inclusão e diversidade da Visa.

Durante as apresentações, elas também tiveram a chance de explicar o porquê seria importante estar entre as 10 selecionadas para a fase de aceleração.

Negócios de diversas regiões do Brasil foram escolhidos e terão acompanhamento especializado com mentoras da Rede Mulher Empreendedora até julho, quando acontecerá o demo day que vai selecionar três empreendedoras para um prêmio financeiro de R$ 10 mil cada.

Confira abaixo as mulheres selecionadas e um pouco do impacto do Elas Prosperam em seus negócios.

1. Alyne Jobim, da Iwosan, de Porto Alegre (RS), vende jalecos e scrubs afrocentados, além de uniformes personalizados com foco na valorização da vestimenta para profissionais negros da área da saúde.

A participação no Elas Prosperam a ajudou a se posicionar melhor nas redes sociais, desenvolver melhor os processos da empresa e o relacionamento interpessoal.

2. Ana Caroline Santos, do Armazém Fantasma, de São Paulo (SP), trabalha com materiais recicláveis para criar um ciclo de vida da matéria prima pós consumo, envolvendo outras mulheres negras e periféricas visando impacto econômico e social.

Segundo Ana, a principal evolução que o Elas Prosperam proporcionou foi fazer com que ela conseguisse separar vida profissional e pessoal. Ela também passou a acreditar mais em seu potencial e dialogar melhor com as pessoas, o que resultou em uma apresentação melhor e atração de mais clientes.

3. Andrea Mendes, da PRETA AÇÃO ARTE, de Campinas (SP), atua na área da cultura e, por meio do seu negócio, visa fomentar produções de artistas negras e negros das artes visuais, organizando exposições de arte, residência artística, festivais e prestar serviços de educativos para exposições.

Andrea explicou que um dos impactos foi reconhecer que tem muito mais a oferecer. Ela, enquanto mulher que saiu do sertão da Bahia para a maior ocupação urbana da América Latina, mãe solo, primeira da família a estar na universidade e primeira curadora preta da cidade de Campinas, disse que o Elas Prosperam superou suas expectativas e teve impacto direto em sua empresa, principalmente na comunicação digital com os públicos com os quais ela trabalha.

4. Izamara Santos, da Atitude Mainstream & Underground, de Manaus (AM) trabalha com venda de camisetas há seis anos e agora pretende reabrir o espaço físico onde outras empreendedoras também poderão vender seus produtos.

Izamara ressalta que uma das maiores conquistas dentro do Elas Prosperam foi ter evoluído enquanto pessoa, se reconhecido como empreendedora capaz de realizar sonhos. Ainda de acordo com ela, as aulas a ajudaram na organização, o que, na prática, já vem sendo notado por amigos.

5. Jaqueline Ferreira, da Semente do Amor, de Manaus (AM), tem uma fábrica de bolos, pães e salgados, que fornece para mercadinhos e fábricas, além de trabalhar com delivery.

Segundo Jaqueline, o Elas Prosperam também a ajudou na organização do negócio e inserção nas plataformas digitais. Ela entendeu que precisa organizar entradas e saídas de forma sistemática e conhecer mais o público alvo, o que a ajudará no foco do seu trabalho.

6. Joice Modesto, da Joice Modesto: Psicologia por uma vida com +autoestima e +leveza, de Florianópolis (SC) também será acompanhada por especialistas da Rede Mulher Empreendedora. A clínica online de psicologia oferece serviços de Psicoterapia e cursos de desenvolvimento pessoal para pessoas de todo Brasil.

O Elas Prosperam fez com que ela desenvolvesse melhor a criação de produtos como cursos e materiais gráficos. As alterações sugeridas pelas mentoras ajudaram ainda no desenvolvimento de planilhas financeiras e direcionamento eficiente de ganhos e gastos, além de ajudá-la a separar o pessoal do profissional. A criação de um site durante as aulas também fez com que ela passasse mais segurança e credibilidade para os clientes.

7. Kalypsa Brito, da CANDACES DIAMANTINAS Construções Educacionais, de Salvador (BA), produz e publica livros infantis afrocentrados. Também confecciona bonecas/os dos personagens dos livros em tecidos, livros sensoriais e brinquedos pedagógicos com tecido e feltro.

O Elas Prosperam ajudou Kalypsa a desenvolver uma mentalidade empreendedora. O negócio, que antes era uma segunda fonte de renda, agora tem caminhado para se tornar a principal forma de ganhar dinheiro, e tudo isso com organização, projeção e presença online.

O conhecimento adquirido por ela no programa foi passado para a sua mãe e filha, ampliando ainda mais o impacto previsto. Juntas, perceberam o tamanho do mercado, criaram uma logomarca, identidade musical e um perfil no Instagram, além de comprar insumos para a produção. Nos próximos dias ela vai ter um CNPJ, uma página no Facebook e um site.

8. Leirilane Mendes, do 3° Planeta, de Franco da Rocha (SP) foi uma das selecionadas para a próxima fase também. A marca traz três linhas de produtos para decoração, com resultado final focado na saúde física e mental do cliente. Ela produz, entre outros produtos, vasos com fibra de bananeira e serragem, que são cultivados em sua casa.

Com as aulas da primeira fase do Elas Prosperam ela desenvolveu mais habilidades para criar textos para redes sociais, fazer um planejamento financeiro de forma simples e efetiva e desenvolver personas.

9. Sabrina Rauta, da BANS: Bambuzeiras Negras, de Belo Horizonte (MG), representa um coletivo de mulheres negras que produzem biojoias feitas com o bambu, um recurso natural renovável e biodegradável que expressam conceitos e estilos únicos.

O objetivo do negócio é emancipar a vida financeira de mulheres por meio da produção de joias e o Elas Prosperam fez Sabrina enxergar que precisaria mais do que vontade para ser empresária. O profissionalismo que ela desenvolveu a fez planejar ações, retorno, parcerias, lucros e projetos.

10. Yaisa de Oliveira, da DeZembaraça, de Viamão (RS), vai ter a oportunidade de tirar dúvidas específicas com as mentoras da RME também. A DeZembaraça é a primeira loja especializada em cabelos orgânicos, sintéticos e laces situada aqui no município de Viamão. Segundo Yaisa, o empreendimento nasceu de um desejo de mais representatividade local, contribuindo não só para o embelezamento, mas para a auto estima da mulher negra.

Com o Elas Prosperam, ela conseguiu se conhecer mais ainda, diminuir inseguranças e aumentar a organização financeira, por meio da observação do quanto faturou.

Portal de Compras Públicas está em 31% dos municípios brasileiros

Leonardo Ladeira, CEO do Portal de Compras Públicas

O Portal de Compras Públicas, maior plataforma privada de pregão eletrônico do país, ultrapassou os 1.700 municípios atendidos, conquistando uma fatia de 31% do total de 5.570 municípios brasileiros. Em abril do ano passado, o Portal estava em 600 municípios (11% do total do país), o que significa que a plataforma quase triplicou o número de entes públicos atendidos, ampliando sua atuação em mais de 1 mil prefeituras no período. Ao mesmo tempo, o Portal também mais que dobrou a sua base de fornecedores cadastrados, passando de 74 mil em 2020 para 200 mil um ano depois. Desse total, cerca de 23 mil fornecedores vencem mensalmente licitações em ao menos um item na plataforma.

“Foi um crescimento rápido mas consistente”, avalia o CEO do Portal de Compras Públicas, Leonardo Ladeira. “Com os novos números, estamos licitando diariamente uma média de R$300 milhões no Portal, o que supera os R$6 bilhões por mês. São nada menos que 140 mil oportunidades distintas, todo mês, para quem quer comprar e para quem quer vender para os governos”. Segundo o CEO, isso significa que, na média, cada fornecedor atuante no Portal ganhou seis itens licitados somente no mês passado. Mantido esse ritmo, o Portal deve superar a meta traçada para 2021, que prevê R$50 bilhões negociados via a plataforma, contra os R$30 bilhões transacionados no ano passado. “Esses números são resultado do esforço extra que empreendemos ao longo de todo 2020 e que foi ainda mais intensificado neste primeiro trimestre – um longo período de pandemia e crise econômica mundial em que o Portal não parou em nenhum momento”, destaca Ladeira.

Pregão Eletrônico 

Um dos fatores para esse sucesso foi o trabalho intensivo do Portal de Compras Públicas para preparar prefeituras de todo país a migrar para as plataformas digitais, passando a fazer suas aquisições via pregão eletrônico. Em 2020, o novo Decreto do Pregão Eletrônico (10.024/2019) tornou a modalidade obrigatória para todos os municípios que utilizam as verbas das transferências voluntárias da União. O Portal intensificou as capacitações e treinamentos das equipes de compras das prefeituras sobre o pregão eletrônico, auxiliando-as na transição do pregão presencial – o que se revelou essencial nos períodos de isolamento e especialmente nas compras relacionadas ao combate da covid-19. “Trabalhamos em todas as regiões do país, a fim de capitalizar o crescimento de potenciais usuários para a nossa plataforma e ferramentas, firmando o Portal como a melhor solução do setor para a esfera municipal”, afirma Ladeira. “Abrimos novos caminhos para a ampliação dos negócios e ainda estamos ajudando a fomentar a inovação tecnológica dentro do governo”, comemora o CEO. 

Engineering contrata ex-TIVIT como diretor de produto

Willy Sousa comandará a área de produtos, que contempla todos os mercados atendidos pela companhia de TI por meio de vendas cruzadas


Com o objetivo de fomentar a inovação da sua carteira de clientes por meio de produtos digitais, a Engineering, companhia global de Tecnologia da Informação e Consultoria especializada em Transformação Digital, contrata Willy Sousa como diretor de produtos.

O executivo, que teve sua última passagem pela TIVIT, sendo responsável pela área de produtos e plataformas digitais, acumula 16 anos de experiência profissional. Dentre os projetos de destaque de sua carreira, Sousa participou da fundação da startup Zup até a aquisição pela instituição Itaú, numa movimentação de mercado que passou de 30 colaboradores para mil em apenas cinco anos.

“Tenho como meta impulsionar a inovação de nossos clientes por meio de produtos digitais desenvolvidos de acordo as necessidades e maturidades de seus mercados de atuação. Trago o conhecimento que adquiri à frente de companhias e startups de tecnologia como responsável pela gestão e entrega de produtos e operação e formação de times de alta performance”, declara Sousa.

A área de produtos da Engineering atua por meio de vendas cruzadas com todos os mercados atendidos, que são: Agribusiness, Automotive, Energy & Utilities, Metal & Mining e Telco & Media. Agora, Sousa será o responsável pela área e pelo time multidisciplinar que a compõe.

“Nossa área está preparada para desenvolver soluções digitais de acordo com as novas demandas de mercado, desafiando o status quo e promovendo transformações nos clientes”, finaliza o diretor de produto da Engineering.