Page

Author admin

Elgin investe R$ 5 milhões em instalação de células fotovoltaicas na unidade de Mogi das Cruzes (SP)

A Elgin S/A, empresa com 67 anos no mercado nacional, investiu aproximadamente R$ 5 milhões para a instalação de células fotovoltaicas em sua fábrica instalada na cidade de Mogi das Cruzes, interior de São Paulo. A empresa projeta economizar entre 40% e 44% da energia elétrica contratada da concessionária EDP. A intenção da companhia também é que o sistema sirva de case para clientes em potencial.

Com 1.200 funcionários, essa fábrica é a primeira da Elgin, inaugurada em 1952, para a produção de máquinas de costura. Atualmente, a unidade produz sistemas de refrigeração comercial e industrial, além de abrigar um centro de distribuição de equipamentos de ar-condicionado e sistemas fotovoltaicos.

Segundo Marcel Tavares Coelho, gerente de Produto da área fotovoltaica da Elgin, a empresa está no mercado de sistemas solares há quase dois anos e entendeu a necessidade de utilizar seus produtos. “Se vendemos um produto temos que mostrar que acreditamos nele”, afirma. “Também somos clientes da EDP, distribuidora de energia elétrica, e enfrentamos um grande aumento nos preços nos últimos anos, sendo que de 2018 até agora o reajuste no preço da energia foi de 20%”.

Coelho explica que a Elgin viu uma oportunidade de reduzir os custos na produção dos sistemas de refrigeração. “Energia é um item de custo fixo e impacta diretamente a margem de custo do produto. Instalamos as células fotovoltaicas tanto para dar visibilidade aos clientes, mas também visando a economia da fábrica para ter margens melhores e nosso produto ser mais competitivo no mercado”, afirma.

O executivo garante que era possível gerar 100% da energia consumida pela fábrica. Mas a empresa possui uma demanda contratada com a EDP de 1.8 MW. “Pela modalidade que temos contratado da concessionária 44% é o máximo que conseguimos instalar”. Serão aproximadamente 5.600 placas instaladas nos telhados da empresa. Atualmente, já estão instaladas e em funcionamento 2.000 placas gerando energia para consumo de todo o complexo industrial. As demais 3.600 placas estão sendo montadas com previsão de finalização em novembro deste ano.

Com os bons resultados obtidos em Mogi das Cruzes, a Elgin já prepara um projeto para instalar um sistema fotovoltaico em sua fábrica de ar-condicionado em Manaus (AM). “No próximo ano, daremos início à instalação de placas fotovoltaicas em nossa fábrica no Amazonas, devido aos resultados que obtivemos em Mogi das Cruzes. Considerando o desempenho que estamos atingindo na usina de força, e pensando como empresário, é viável amplir os investimentos”, analisa Coelho.
Grande potencial da energia solar

Segundo estudo divulgado em maio pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (IPEA), cerca de 40 mil usinas de energia solar foram instaladas no Brasil entre 2016 e 2018. Isso elevou a participação da energia solar na matriz energética nacional de 0,1% para 1,4%. E um estudo divulgado recentemente pela consultoria Bloomberg New Energy Finance aponta que o Brasil deve receber quase US$ 100 bilhões em investimentos em energia solar até 2040. Antes ignorada por causa de seu alto custo de implantação, a fonte fotovoltaica já é uma realidade no maior país da América Latina, e seu crescimento vem movimentando a cadeia de fornecedores do setor.

A Elgin, afirma Coelho, viu na energia solar um potencial muito grande neste mercado em constante crescimento. “Nossos produtos possuem uma eficiência e rendimento maior que alguns concorrentes, o que garante uma melhor produção de energia no local instalado”, afirma o executivo. “Tanto que hoje estamos entre os quatro maiores do Brasil em micro geração e devemos estar entre os dois maiores até 2020”, acredita.

Entre os produtos oferecidos pela marca, Coelho destaca o micro inversor de 1300W para 4 placas, que é o único no mercado que possui esta potência para uso com até 4 placas de 400W. “Outro diferencial da Elgin, são os inversores até 75kw trifásicos com tensão de trabalho entre 380V e 480V, também sendo o único no mercado com esta possibilidade”.

Atualmente, a Elgin possui obras em 17 estados do Brasil, instalações de 600W há 5MW e nível de problemas menor que 0,5%. “O mercado forte de atuação da companhia é o chamado de micro geração, com projetos até 75 kW, que caracteriza instalações residenciais e comerciais de baixo porte, no qual estamos muito competitivos com uma rede de mais 300 integradores no Brasil, atuando forte no mix de produtos, com ar-condicionado e solar, que realmente é essência da Elgin, de pluralidade de mercado”, explica Coelho. Este ano a Elgin entrou também no mercado de grande porte, com pretensões de atuação em projetos de até 1 MW, com a mesma agressividade dos projetos menores.

3 dados que servem de alerta aos profissionais de RH

Aprendizagem é um processo associado ao desenvolvimento pessoal, onde competências, comportamentos, habilidades, conhecimentos e valores são adquiridos ou modificados através de experiências, observação, estudo e raciocínio. Porém, no mundo corporativo, você sabia que um dos maiores obstáculos que impedem a eficácia de um Treinamento & Desenvolvimento é a capacidade do profissional de reter o conhecimento? Pesquisas mostram dados alarmantes sobre o assunto:

Profissionais esquecem até 50% do que aprenderam em uma hora

Pesquisas mostram que funcionários esquecem até 50% do que aprendem dentro de uma hora. Dentro de um dia, 70% e, dentro de um mês, 90% do que aprendeu. Esse fenômeno, conhecido cientificamente como Curva de Esquecimento de Ebbinghaus, destaca o fato de que sessões formais de aprendizado pontuais, como programas de orientação de funcionários de um dia, não são boas o suficiente. A metodologia 70:20:10, que é um modelo de aprendizagem que une o prático ao teórico, é uma boa diretriz para a estrutura do programa de aprendizagem. Nela, 10% do aprendizado deve ser formal (sala de aula, livros etc.); 20% deve vir do relacionamento com outras pessoas da sua área de trabalho; e 70% só é adquirido com a prática.

Aprender com colegas durante a execução de tarefas é chamado de aprendizado social, e pesquisa mostra taxas de retenção de conhecimento de 70% quando empregada esta prática. Plataformas de aprendizagem que facilitam o aprendizado social são essenciais para combater o impacto da Curva do Esquecimento. Recursos como fóruns de discussão de cursos, bem como a capacidade de todos os usuários criarem, enviarem e compartilharem informações úteis podem ajudar a promover um ambiente em que o conhecimento é efetivamente compartilhado e retido.

Um terço dos profissionais não acha os materiais de treinamento interessantes

Se os materiais de treinamento não são interessantes, afetará negativamente as experiências de um funcionário com a empresa e a retenção de conhecimento. Treinamentos desatualizados, como longas apresentações em PowerPoint ou folhetos de 40 páginas, simplesmente não funcionam mais. Atualmente, espera-se que os treinamentos sejam suportados por recursos digitais. Com isso, os profissionais podem estudar no seu melhor horário e acessar o treinamento a qualquer momento e em qualquer lugar.

Quase 40% dos profissionais buscam no Google dúvidas relacionadas ao trabalho

Mais uma vez, um treinamento ruim no trabalho é um grande problema, pois os funcionários dizem que como as ferramentas de aprendizado estão desatualizadas, é mais provável que eles usem o Google como fonte de ajuda. Abordar a aprendizagem no ponto de necessidade é fundamental. É preciso facilitar aos profissionais que encontrem o que precisam e quando precisam.

Em vez de colocar conteúdo em uma série de workshops exaustivos de um dia inteiro, evite a sobrecarga de informações, criando um roteiro que ofereça suporte e direcione o processo de aprendizado e disponibilize mentores e treinadores para que os funcionários aprendam durante a integração. Felizmente, as plataformas de aprendizado podem ajudar nesse processo por meio de análises e relatórios de dados internos que permitirão que os administradores de aprendizado obtenham visibilidade da eficácia do treinamento.

A importância da linguagem visual

Usar uma boa solução de aprendizagem é primordial para aumentar a retenção de conhecimento. É aqui que entra a importância da linguagem visual que, segundo pesquisas, quando aplicada consegue um poder de convencimento em 43% maior, respostas corretas aumentadas em 42%, respostas mais rápidas em 13%, consenso entre grupo 36% maior e reuniões 28% mais rápidas. Uma das principais barreiras de uma solução de aprendizagem corporativa hoje em dia é tempo disponível, e o design da informação é a ferramenta que faz a diferença em explicar as informações de forma rápida e fácil de ser assimilada.

Para Renato Gangoni, CEO da Visual Insight Training, uma boa indicação é o uso dos Modelos Visuais Mentais, que são elementos da linguagem visual como jogos, vídeos, ilustrações e realidade aumentada para comunicar uma informação. “A rotina corporativa é marcada por muitas demandas e pouco tempo. Portanto, a linguagem visual destaca-se. Além de ter o dinamismo para capturar a atenção do aprendiz, a prática acelera a emissão e internalização de conteúdo, porque transmite os dados de um jeito mais palatável. Por exemplo, em vez de apresentar dez slides em uma seção, exibe apenas um infográfico com o mesmo material”.

Na esteira da transformação digital, a tecnologia é forte aliada

Por Thais Antoniolli, Presidente da PR Newswire América Latina

Há mais ou menos quatro anos, o presidente de uma grande fabricante de software profetizou: “No futuro, toda empresa será de tecnologia”. Não foi preciso ir muito longe. Podemos dizer que esse dia, definitivamente, chegou. Quem tem em seu core a tecnologia está muitos passos à frente da concorrência e melhor: entende e atende melhor o seu cliente, em uma era na qual a infidelidade à marca é o novo normal.

Empresas de Comunicação não fogem à regra de ser um negócio de tecnologia e as que não são podem contar com companhias como a PR Newswire, líder em Comunicação, Marketing e Distribuição de Conteúdo, como parceiras estratégicas. Afinal, aqui temos inovação proprietária em nosso DNA. Investimos em tecnologia para ajudar times de Comunicação a entender o verdadeiro valor de ações de PR, antes colocadas de lado em prol do Marketing.

Quem tem medo do digital?

Em uma pesquisa realizada em 2018 pela Cision, empresa mãe da PR Newswire, ouvimos 2 mil jornalistas em dez países, incluindo o Brasil, para entender como a tecnologia se faz presente no dia a dia de profissionais do setor e Comunicação das empresas. A maioria, 22%, citou redes sociais e influenciadores digitais como os maiores desafios do jornalismo tradicional. Apenas 8% revelaram que é a adaptação aos avanços tecnológicos.

Em tempos de transformação digital, fake news, procura por métricas relevantes, podcasts e multimídia, esse número surpreende. Nunca foi tão difícil conquistar a atenção e a confiança dos consumidores.

A tecnologia, portanto, desponta como o caminho. A mídia precisa, sim, olhar com atenção para os avanços tecnológicos e encará-la como uma aliada em sua rotina. Não há como voltar. Claro que as pessoas têm importante papel nesse cenário, mas a tecnologia é parte da conversa.

O poder da tecnologia

Eu sempre bato na tecla do apoio da atuação dos times de Comunicação em métricas. Até escrevi um artigo recentemente sobre o tema. Mas as métricas não podem caminhar sozinhas. Elas devem vir acompanhadas de outras tecnologias que apoiam a rotina dos jornalistas e da área de Comunicação das companhias.

Do lado da Comunicação das empresas, é preciso pensar, por exemplo, se aquela reportagem impactará 1 milhão de pessoas, e se aquelas são as pessoas com as quais sua marca quer falar. E, sim, nós já temos ferramental para fazer esse tipo de verificação.

A inteligência artificial (IA) também surge como um diferencial nesse contexto. A tecnologia está, definitivamente, revolucionando o setor de notícias, já que as organizações utilizam machine learning para automatizar milhares de conteúdos, vasculhar dados, encontrar tendências e construir robôs que constroem conversas individuais com seus públicos.

Vivemos um momento único no setor de Comunicação, em que a tecnologia pode mudar completamente as regras do jogo e é preciso estar preparado, contar com o parceiro certo e apoiar-se no novo para conquistar resultados nunca vistos.

Nós estamos empenhados nessa meta, tanto é que até o final deste ano vamos lançar uma plataforma de dados, distribuição, monitoramento e análise aqui no Brasil para empoderar cada vez mais o setor e, além de levar notícia relevante ao mercado, vamos reforçar o que fazemos de melhor: munir os talentos de tecnologias de dados relevantes, elementos fundamentais para alcançar objetivos na nova era.

Você está preparado para essa nova fase do universo da Comunicação?

eSocial já tem data definida para início da implantação das mudanças no novo sistema

O Sistema de Escrituração Digital das Obrigações Fiscais, Previdenciárias e Trabalhistas divulgou no dia 10 de outubro, a Nota Técnica 15/2019 que prevê as primeiras medidas de simplificação, correções e ajustes pontuais do e-Social, conforme disposto no art. 9º da Portaria 300/2019. Desde o dia 7 de outubro, a equipe técnica realiza a produção de testes e a previsão para o ambiente de produção é 11 de novembro.

No programa #PodeContar, episódio 146, a Valid Certificadora Digital já antecipou algumas dessas mudanças que vigorarão a partir de janeiro de 2020. Entre as principais alterações previstas na revisão estão a simplificação e modernização do sistema, redução considerável nas informações prestadas pelas empresas, órgãos públicos e pessoas jurídicas em geral. Além da redução de números de campos obrigatórios, exclusão de eventos inteiros, consolidação de novo layout e flexibilização das regras que dificultam o fechamento da folha.

Vale lembrar que continuam em vigor todos os prazos vigentes para o envio das informações e que as empresas precisam estar atentas para acessar o sistema de transmissão eletrônica, pois é necessário ter um certificado digital A1 ou A3 emitido por uma autoridade certificadora, como a Valid Certificadora e sua rede, credenciada pela ICP-Brasil.

A certificação digital assegura a transmissão dos arquivos com segurança, garantia de autoria, autenticidade, integridade e validade jurídica dos documentos eletrônicos transmitidos.

Para assistir o este episódio do #PodeContar sobre todas as alterações no e-Social acesse: https://www.youtube.com/watch?v=mNTLVk18P-s

Consumidores prometem punir empresas que não protegem seus dados e recompensar as que colocam a proteção das informações em primeiro lugar

Novas descobertas de uma pesquisa global da Veritas Technologies, líder em market share de proteção de dados corporativos, revelam que os consumidores têm pouca confiança nas organizações para proteger seus dados pessoais. Com cada vez mais empresas sofrendo violações de dados e hackers aparentemente um passo à frente, quase duas em cada cinco (38%) pessoas acreditam que a maioria das organizações não sabe como proteger suas informações pessoais. Ao mesmo tempo, o estudo Veritas Global Data Privacy Consumer também mostra que os consumidores pretendem tomar medidas drásticas ao penalizar as empresas que não protegem seus dados, e recompensar as que o fazem.

Muitas companhias no mundo todo confiam nos dados para direcionar efetivamente bens e serviços que proporcionam experiências melhores aos consumidores. Porém, com a criação de regulamentos rigorosos de conformidade que dão às pessoas mais poder sobre seus dados – como o Regulamento Geral de Proteção de Dados da União Europeia (GDPR) e a Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais (LGPD), muitos consumidores estão examinando as empresas e responsabilizando-as pela proteção de seus dados pessoais.

O ‘Novo Normal’

O estudo, encomendado pela Veritas e conduzido pela 3GEM, entrevistou 12.500 pessoas em 14 países. Ele indica que os consumidores pretendem recompensar organizações que protegem adequadamente seus dados pessoais e punir aquelas que não o fazem, comprando em outro lugar ou atacando a reputação da marca.

Quase 62% dos pesquisados dizem que deixariam de comprar de uma empresa que não protege seus dados. Outro dado interessante é que praticamente a metade dos entrevistados (48%) afirma que abandonaria sua lealdade à uma determinada marca e consideraria buscar um concorrente. Se analisarmos apenas os consumidores brasileiros, os números surpreendem ainda mais: quase 69% deixariam de comprar de uma empresa que não protege seus dados, e aqueles que abandonariam sua lealdade a uma determinada marca e considerariam buscar um concorrente chegam a 59,8%.

Oito em cada dez (81%) pesquisados dizem que vão pedir para que seus amigos e familiares boicotem a organização, enquanto quase três quartos (74%) afirmam que chegariam ao ponto de denunciar o negócio aos órgãos reguladores. Além disso, quase 65% dos consumidores postariam comentários negativos sobre a companhia online.

No entanto, a pesquisa mostra que eles também pretendem recompensar as empresas que estão protegendo adequadamente seus dados. Quase 60% dizem que gastariam mais dinheiro com organizações nas quais confiam para cuidar de suas informações. Entre os brasileiros, esse número chega a 73%. Destes, mais de um quarto (27%) estão dispostos a gastar até 25% mais com empresas que levam a sério a proteção de dados.

“A confiança nas empresas foi abalada por violações e casos de high-profile em que as organizações demonstraram uma falta de compreensão de como os dados de consumo que detêm são usados ou compartilhados”, afirma Gustavo Leite, country manager da Veritas Brasil. “À medida que os consumidores exigem mais transparência e responsabilidade das empresas, o ‘novo normal’ será eles recompensarem as organizações que têm boas práticas de segurança de dados e punir aquelas que não têm. As empresas devem ser vistas como guardiãs confiáveis de dados se quiserem colher as recompensas associadas à construção da confiança do consumidor. ”

Preocupações crescentes em torno da coleta de dados pessoais

Conforme cresce o interesse em como os dados pessoais são usados e compartilhados, a pesquisa mostra que os consumidores não consentiriam compartilhar as seguintes informações pessoais:

  • Detalhes sobre finanças pessoais, incluindo renda e hipoteca (60%)
  • Localização (40%)
  • Hábitos online (40%)
  • Detalhes sobre saúde/registros médicos (38%)
  • Orientação sexual (28%)
  • Preferências religiosas (26%)

Além disso, os consumidores estão se tornando mais cautelosos sobre como seus dados são compartilhados com empresas e terceiros. Nove em cada dez (92%) estão preocupados com a proteção de seus dados pessoais, sendo que 40% dos entrevistados afirmaram que não têm visibilidade sobre como as empresas estão usando ou compartilhando seus dados. E vinte e um por cento deles estão muito preocupados que seus dados pessoais sejam roubados.

“À luz dos recentes acontecimentos e mudanças na lei, os consumidores precisam de muito mais segurança quando se trata do que as empresas possuem de dados pessoais sobre elas, e como isso é compartilhado e usado”, diz Gustavo Leite. “Isso pode ter implicações significativas para organizações que dependem da coleta de dados para fornecer serviços inteligentes e direcionados, como aplicativos baseados em localização. As companhias mais bem-sucedidas serão aquelas capazes de demonstrar que estão gerenciando e protegendo dados pessoais de maneira compatível”, explica.

A Veritas ajuda empresas de todo o mundo a gerenciar, proteger e obter informações valiosas a partir de seus dados, independentemente de onde eles estão armazenados. Isso não apenas ajuda as companhias a iniciar sua jornada de compliance, mas também a manter a conformidade a cada passo adiante.

Para obter mais informações sobre como a Veritas Technologies pode ajudar sua organização com relação a compliance digital, acesse https://www.veritas.com/solution/digital-compliance.

LGPD: Cinco motivos para exigir a proteção dos dados pessoais

Quem nunca foi perseguido por um anúncio durante meses? Seja o produto que você falou alto ou mesmo a propaganda daquele site que acessou em algum momento. Com a aplicação de algoritmos e o avanço da tecnologia essa situação se torna cada dia mais comum. Hoje, é possível saber o que consumimos, com quem nos relacionamos, se pagamos nossas contas em dia ou até mesmo os locais que frequentamos. Os dados definem muitos comportamentos, não apenas nossos, mas também o relacionamento das empresas com a população. O que parece uma grande vantagem para as empresas, pode afetar a vida real de maneiras prejudiciais.

Por isso, ano passado, foi promulgada uma lei que dispõe sobre a proteção de dados pessoais pelas empresas. Conhecida como LGPD – Lei Geral de Proteção de dados – a iniciativa deu um baque nas empresas que lidam com dados dos usuários. A proteção e a privacidade de dados é um tema que tem sido discutido mundialmente. Em abril de 2014, o Brasil seguiu uma tendência mundial ao estabelecer o marco civil da internet, ou seja, os princípios, garantias, direitos e deveres para o uso da Internet no Brasil. Já em 2018, após inúmeros debates, surgiram legislações regulando a privacidade ao redor do mundo.

De acordo com Rubens Leite, Sócio Gestor do RGL Advogados, a lei que irá entrar em vigor no Brasil em agosto de 2020 abrange qualquer pessoa com atividade empresarial que tenha acesso a dados pessoais – coleta, armazenamento, compartilhamento, etc. “A Legislação veio para proteger os direitos do titular dos dados e estimular a economia. Antes, muitas empresas acreditavam que os dados pessoais pertenciam a elas, mas agora, com a lei, será realizado o tratamento de dados dos brasileiros, em que são estabelecidos parâmetros de como devem ser coletados, armazenados, processados e excluídos”, revela.

Abaixo o especialista lista os principais benefícios da lei que garante a proteção de dados. Confira:

1 – Consentimento de informações: as empresas devem deixar claro que o titular deu permissão para a coleta dos dados. “É necessário que a realização da coleta de informação esteja documentada nos termos de uso e privacidade, de forma escrita. A política de privacidade que era implementada como uma cláusula, deve ter uma maior relevância agora, essa transparência faz com que os usuários saibam que precisam permitir a coleta de seus dados”, revela.

Ainda de acordo com Rubens, o ponto fundamental da lei é o consentimento. “É necessário uma autorização para tratamento e manipulação de dados e seu escopo de proteção abrange desde relações de trabalho, até as relações de consumo”, alerta.

2 – Saiba do direito de corrigir e apagar os dados: os dados são considerados tão valiosos que permitem o conhecimento sobre a personalidade de cada pessoa. “Por meio da análise dessas informações é possível saber preferências políticas, religiosas, sociais, comerciais, raça, de variados grupos de pessoas, sendo de grande utilidade para determinar a estratégia de empresas, políticos e terceiros que possam se beneficiar. Mas caso essas informações não estejam alinhadas com a realidade, ou a pessoa não queira divulgá-las, esse é um direito dela e a lei vai em seu benefício”, releva Gonçalves.

Também é importante ressaltar as previsões quanto aos direitos do titular – que deve possuir fácil acesso às informações referentes ao tratamento de seus dados. “Isso deve acontecer de forma clara, adequada e ostensiva, como por exemplo, a finalidade, forma e duração do tratamento, identificação do controlador e suas informações de contato, dentre outros”, explica.

3 – Implemente o compliance: a implementação do compliance é indispensável para evitar as punições previstas, devendo-se estruturar da maneira mais eficiente possível, com foco na criação de políticas, metas e plano de gerenciamento de proteção de dados, inclusive com planos de emergência para crises e a criação de uma cartilha interna a ser seguida.

“É preciso uma análise profunda com diagnóstico da equipe multidisciplinar especializada – T.I, negócios, jurídico – relatando os riscos e impactos das novas exigências, procurando constatar a situação atual da empresa, seus pontos falhos e passíveis de riscos, e, assim, as medidas a serem tomadas”, acrescenta o especialista

4 – Cuidado com as armadilhas: Facebook, Amazon, Apple, Microsoft, Google, Baidu, Alibaba e Tencent. Essas são empresas que dominaram o desenvolvimento de Inteligência Artificial, trabalhando com dados e faturam grandes fortunas – mesmo que algumas já tenham sido pivôs de ‘confusões’.

“Vale lembrar o recente escândalo sobre o enorme vazamento de dados de mais de 50 milhões de pessoas que utilizaram determinada ferramenta do Facebook. Existem fortes indícios de que tais dados foram usados para influenciar na campanha à eleição presidencial que consagrou Donald Trump como o 45º Presidente dos Estados Unidos da América”, cita o advogado.

5- Se informe sobre a fiscalização da lei: o descumprimento da lei pode gerar algumas penalidades, desde advertência, publicização da infração, multa diária, até o bloqueio de tratamento de dados. Diante desse novo cenário, é imprescindível implantar um sistema de conformidade- que passa desde a revisão de processos internos da organização, de modo que haja o mapeamento dos processos de tratamento de dados e a criação de pontos de verificação de proteção de dados.

“A estruturação de um sistema de proteção de dados dos clientes e colaboradores vai garantir com que a empresa esteja em compliance com a nova legislação de proteção de dados, garantindo a transparência, segurança e responsabilidade no tratamento de dados de terceiros”, explica Rubens Leite.

Para ele, é possível perceber que a criação de uma Lei que regulamenta as operações envolvendo dados pessoais era extremamente necessária. “A adaptação das empresas deve ser realizada de maneira consciente e eficaz, prevenindo possíveis problemas futuros”, finaliza.

Siemens Digital Industries Software anuncia novo diretor de marketing para as Américas

A Siemens Digital Industries Software, fornecedora de serviços de gerenciamento do ciclo de vida do produto e de software de gerenciamento de operações de manufatura, anuncia a nomeação de Allyson Chiarini de Faria como novo diretor de Marketing para as Américas. Com o objetivo de entender as necessidades do mercado norte-americano (EUA e Canadá), além de todo o mercado latino, Allyson é o primeiro brasileiro da companhia a ocupar uma posição de liderança responsável por todo o continente. O executivo terá o desafio de integrar equipes e ações da empresa para o fortalecimento da marca e elaborar estratégia alinhada com as equipes de produto e vendas, a fim de atingir os objetivos d inicialmente no planejamento da empresa.

“Sentimos que é imprescindível nos aproximarmos ainda mais de nossos clientes e entender melhor as necessidades de cada indústria. Como o Marketing precisa desenhar uma estratégica individual e única, precisamos trabalhar com ‘personas’ e saber qual a linguagem cada espectador utiliza para que possamos ter um discurso e uma conversa no mesmo nível. Assim mostramos de forma transparente os nossos objetivos e também conseguimos ser mais assertivos nas mensagens que enviamos”, aponta Faria.

Na Siemens há 3 anos, o executivo atuou como diretor de marketing para América do Sul e em janeiro de 2018 foi promovido para liderar toda a América Latina. Com a promoção atual, Allyson novamente amplia sua atuação geográfica e escopo de trabalho. Sua trajetória de mais de treze anos em gestão de produto, marketing, desenvolvimento de negócios e estratégias de go-to-market de clientes e parceiros de negócios, conta com atuação na IBM, onde exerceu os cargos de líder de operações, gerente de marketing para Rational e de gerente sênior de marketing para Big Data & Analytics; e na Technogym, onde atuou como gerente-geral de marketing e colaborou para o posicionamento da marca no Brasil como fornecedor oficial dos Jogos Olímpicos Rio 2016.

Com essa mudança, a Siemens Digital Industries Software pretende assegurar o melhor planejamento e execução do Marketing para todos os países do continente americano. Isso inclui garantir melhores resultados das atividades da área por meio de KPIs, propiciar um plano coeso por indústria e por região, e a habilidade de consolidação de todo o plano estratégico desenhado para América do Norte, América Central e América do Sul. “Podemos assim tomar decisões mais efetivas, coerentes e baseadas em dados concretos”, acrescenta.

Segundo o novo diretor, a companhia está plenamente preparada para entregar as soluções necessárias para que os clientes superem seus desafios. A perspectiva da empresa para o próximo ano fiscal, iniciado este mês, é de bastante produtividade. “Com a retomada do crescimento econômico na região, mesmo que tímido, e com a crescente confiança do mercado, temos percebido que os clientes estão mais propensos a terem conversas estratégicas e executivas”, explica Faria.

Formado em Comunicação Social, com ênfase em Publicidade e Marketing pela Universidade Anhembi Morumbi, Gestão Empresarial (também pela Anhembi Morumbi), Farias tem Extensão Executiva em Business Design pela Business School São Paulo (BSP), formação em Marketing Digital pela ESPM e tem MBA em Inteligência Competitiva pela Business School São Paulo (BSP).

SAP adiciona novos recursos para simplificar o desenvolvimento de aplicações em sua plataforma de nuvem

A SAP anuncia a integração de novos recursos e inteligência à SAP Cloud Platform para facilitar incorporação de recursos inteligentes como aprendizagem de máquina, Internet das Coisas e incorpora-las aos principais processos de negócios.  Os novos recursos, como o SAP Data Intelligence, serviço que oferece um ciclo completo para gerenciamento de dados e aprendizagem de máquina (machine learning). O pacote de serviços SAP Intelligent Business Processes Management (SAP Intelligent BPM) ajuda a transformar processos manuais em fluxos de trabalho digitais.

A SAP Cloud Platform é um importante pilar da plataforma tecnológica para negócios. É a plataforma de integração e extensão da SAP que ajuda reduzir a distância entre tecnologias inteligentes, como aprendizagem de máquina (machine learning, ML) e Internet da Coisas (Internet of Things, IoT), e a incorporá-las aos principais processos de negócios.

Ao conectar processos e experiências, os clientes também podem tomar decisões confiáveis e continuar impulsionando a inovação seja na nuvem, localmente, nas bordas das redes ou em ambientes híbridos.

  • SAP Data Intelligence é o primeiro serviço de nuvem para empresas com um ciclo de vida completo para gerenciamento de dados e aprendizagem de máquina. Tecnologias como machine learning e orquestração de dados oferecem uma grande variedade de informações relevantes para os negócios – desde rotatividade de clientes e comportamento dos consumidores até previsões para manufatura. Explorar esses dados geralmente é desafiador quando se usam diferentes ferramentas. Usando o SAP Data Intelligence, é possível transformar dados de diversas fontes em insights importantes para gerar melhores resultados de negócio. Também permite que os clientes se adaptem às últimas tendências e tecnologias combinando SAP Data Hub e SAP Leonardo® Machine Learning Foundation em uma solução de nuvem integrada, fazendo uso de estruturas de código aberto já estabelecidas, como TensorFlow.
  • O pacote de serviços SAP Intelligent Business Processes Management (SAP Intelligent BPM) ajuda a transformar processos em papel em fluxos de trabalho digitais. É possível usar os serviços SAP Cloud Platform Workflow, SAP Cloud Platform Business Rules e SAP Cloud Platform Process Visibility em conjunto para criar extensões de processos para as principais aplicações de negócio, orquestrar tarefas e criar aplicações centradas em processos. Com essa transparência dos fluxos de trabalho, os clientes podem estender a visibilidade dos processos de ponta a ponta, na direção dos processos de negócio observados em aplicações SAP e não SAP. O SAP Intelligent BPM é integrado ao serviço SAP Conversational AI para orientar os clientes ao longo dos fluxos de trabalho, apresentando recomendações automáticas para ação.
  • Desenvolvidos sobre a SAP Cloud Platform, serviços de negócios que usam aprendizagem de máquina e IoT para superar desafios específicos já estão disponíveis. Entre eles está o serviço Document Information Extraction que aplica aprendizagem de máquina para digitalizar documentos não estruturados, extraindo informações e combinando-as com dados relevantes para os negócios. Recursos avançados em ambientes híbridos de bordas IoT e nuvem oferecem a capacidade de “definir uma vez, executar em qualquer lugar”, para que os clientes não dependam da latência, largura de banda ou conectividade das redes. Essa abordagem oferece flexibilidade e capacidade de expansão para que seja possível definir facilmente artefatos de processamento para IoT uma vez e, em seguida, optar por implantar na nuvem e/ou nas bordas para processar dados.

Mais de 1.400 parceiros estão desenvolvendo solução para SAP Cloud Platform, com mais de 750 apps disponíveis no SAP App Center.

“Há uma crescente demanda por parte de clientes e parceiros para expandir e integrar facilmente suas soluções e criar aplicações completamente novas e criar condições para levar suas infraestruturas para o modelo de serviços. Com uma plataforma tecnológica para negócios, ofereceremos aos clientes o mais alto nível de abertura e flexibilidade para esse tipo de iniciativa”, afirma Rui Botelho, vice-presidente de Digital Core da SAP Brasil.

Plataforma exclusiva e primeiras soluções já disponíveis para transformar dados em valor para os negócios

 

A versão mais recente da solução SAP Analytics Cloud possui aprimoramentos para recursos de análise aumentada e designer de análise que ajudam os clientes a tomar decisões mais rápidas e confiáveis. As atualizações incluem:

  • Análise aumentada – As atualizações para a extensão search-to-insight oferecem uma nova experiência de análise conversacional para entender e usar melhor a semântica em todos os dados de negócio. Os usuários agora podem conversar ao vivo com dados nas aplicações SAP HANA® e identificar os principais fatores que influenciam pontos positivos ou negativos em uma tabela de métricas com algoritmos “smart insights” ativados para extrair pontos de dados.
  • Designer de análise – Com o novo analisador de dados, os usuários agora podem obter insights mais rapidamente usando um serviço pronto para consultas na aplicação SAP Business Warehouse, permitindo navegar e analisar informações com facilidade. Também é possível criar aplicações mais rapidamente, criando e reutilizando widgets personalizados em um tema.

 

SAP continua ultrapassando os limites do blockchain unindo forças com a Microsoft

 

Com uma nova iniciativa de cooperação, SAP e Microsoft Corporation anunciaram a interoperabilidade de serviços de blockchain na nuvem. Contando com uma longa parceria, as empresas pretendem dar aos clientes a capacidade de executar suas aplicações de blockchain na SAP Cloud Platform diretamente conectadas ao Azure Blockchain Service. Com essa interoperabilidade, será possível usar os serviços de infraestrutura e plataforma de preferência incorporados aos sistemas SAP de uma maneira muito fácil. A cooperação tem como objetivo permitir que clientes em comum tragam a confiança e a transparência do blockchain para importantes processos de negócios, como os de rastreabilidade de materiais, prevenção de fraudes e colaboração nas áreas de ciências da vida.

 

Inteligência incorporada e maior usabilidade para SAP S / 4HANA®

O pacote de Integração das SAP Best Practices for SAP Intelligent Robotic Process Automation com SAP S/4HANA já está disponível para orientar e acelerar implementações com recursos de automação predefinidos, cobrindo processos de negócios importantes, como administração de pedidos de venda e confirmações de pedidos de compra. O pacote oferece ferramentas predefinidas para automação robótica para, por exemplo, finanças, distribuição de vendas e compras, além de recursos para setores como serviços profissionais e manufatura. Os clientes podem usar o pacote para ajudar a reduzir custos relacionados à mão de obra e reduzir o tempo de reação às mudanças de mercado e outros requisitos de negócios.

A última versão do SAP S/4HANA Cloud inclui fluxo de aprovação inteligente para pedidos de compra. O serviço usa aprendizagem de máquina para classificar aprovações de requisição de compra com e sem importância, ponderando-as com um fator de confiança definido por meio da análise do histórico de aprovações com base em preço, fonte de suprimento, grupo de materiais, aprovadores e anexos. Também orienta os usuários a aprovar itens que exijam atenção imediata, liberando tempo para itens de trabalho relevantes.

O Quartz light, novo tema do SAP Fiori® 3 para experiência do usuário, é usado pela versão mais recente do SAP S/4HANA Cloud e todas as outras aplicações SAP. Projetado e desenvolvido por todas as equipes de produtos da SAP, o SAP Fiori 3 oferece uma experiência mais consistente e integrada para todo o portfólio da SAP. Isso ajuda a diminuir o tempo de treinamento, eleva a eficácia das aplicações e garante consistência de uso entre os dispositivos. A inteligência artificial incorporada ao SAP Fiori 3 apresenta home pages inteligentes que apresenta tudo de o que precisa, além de trabalhar com gestão proativa das situações de negócio, que oferece explicações, insights e propostas de ações.

Kroton fecha parceria com startup focada na preparação de jovens para o mercado de trabalho

Com a proposta de ajudar candidatos a terem sucesso em entrevistas de emprego, a Kroton, uma das principais organizações educacionais do mundo, fechou parceria com a startup Meu Entrevistador para que seus alunos e ex-alunos cadastrados no portal de empregabilidade da companhia, Canal Conecta, tenham acesso gratuito e ilimitado à plataforma online, que conta com vídeos de simulações de entrevistas de emprego realizados pelos principais executivos do Brasil, além de dicas de profissionais de RH, coachs, entre outros.

Por meio da dinâmica é possível entender melhor o que os recrutadores observam nos currículos ou nos perfis do LinkedIn, e principalmente aquilo que os gestores perguntam e esperam ouvir ao realizar uma seleção. As entrevistas simuladas, por exemplo, podem ser conduzidas em inglês ou português para que o profissional se prepare para o tipo de questão que costuma aparecer em sua área de atuação ou interesse.

“Oferecer uma ferramenta tão importante para quem está iniciando sua trajetória no mercado de trabalho, especialmente em um momento em que há cerca de 13 milhões de desempregados no país, é muito gratificante para nós. Até o momento, temos mais de 800 alunos acessando a plataforma, 64,5% são mulheres. Esperamos muito mais. O nosso objetivo é democratizar o acesso ao conteúdo do universo corporativo e responder as principais dúvidas sobre a preparação de entrevistas de emprego, processos seletivos de estágio e trainee para os jovens e estimulá-los a sempre se atualizarem”, afirma Thais Jesus, diretora acadêmica da Kroton.

Conheça mais sobre o Canal Conecta, acesse: www.canalconecta.com.br/

Agibank apresenta um App focado na experiência do usuário

Oferecer uma experiência única para os clientes. Esse foi o grande motivador do Agibank para a concepção do seu novo aplicativo, que já está sendo utilizado pelos colaboradores da instituição. O banco digital, que tem o propósito de melhorar o dia a dia das pessoas e facilitar sua vida financeira, deve estender os testes do novo canal para mais de 5 mil usuários nos próximos meses e, na sequência, disponibilizá-lo aos seus clientes.

Segundo a empresa Hibou, especializada em pesquisa e monitoramento de mercado e consumo, 42% dos brasileiros pagam a maioria de suas contas por aplicativo de banco, um aumento de quase 8%, em relação ao ano de 2018. Isso significa que investir em tecnologia nos apps é mais que uma obrigação para os bancos digitais.

No Agibank, o desenvolvimento da nova solução partiu de uma ampla pesquisa para entender as necessidades dos usuários. Após 15 mil respostas únicas, o banco incorporou tecnologias e conceitos de vanguarda para entregar uma experiência muito próxima a dos aplicativos mais famosos, como Instagram, Facebook e Spotify.

Já o design system foi projetado para atender todos os tipos de perfis de clientes: de jovens adeptos à tecnologia até pessoas de mais idade; de pessoas que precisam de orientação para gerir a vida financeira às mais independentes. Outro ponto importante é o dinamismo do aplicativo, que se adapta ao usuário: para aquele que tem como característica usar mais o crédito, é possível destacar esse tipo de informação com prioridade. Já para o cliente mais propenso a investir, outras funcionalidades serão apresentadas na tela em primeiro lugar.

Segundo Fernando Castro, Diretor de Tecnologia e Produtos, o aplicativo materializa o DNA de inovação do Agibank e vem para facilitar essa relação das pessoas com os serviços financeiros. “Além de ter todas as suas necessidades plenamente atendidas pelo aplicativo, de acordo com o seu perfil, o novo app chega para ajudar de fato os nossos clientes, à medida que o canal realmente conversa com o usuário, guiando a navegação. O resultado é um produto de ponta, com conceitos inovadores, mas com a simplicidade necessária para atender todos os públicos”, explica Castro.

As cores no layout do app não são apenas uma questão de estética. Usando os tons do semáforo como referência, a ideia é ajudar o usuário a entender quais são as principais ações que ele pode executar no aplicativo. Como são cores que fazem parte do dia a dia de todas as pessoas, fica ainda mais fácil tomar decisões e entender as orientações e alertas. Por exemplo, uma operação concluída positivamente assume a cor verde, mostrando para o usuário que houve êxito na efetivação.

Já no quesito segurança e agilidade, o aplicativo conta com a utilização de detecção facial e machine learning. Além disso, foram feitos testes automatizados de interface, que simularam o uso das funcionalidades do aplicativo. Dessa forma, relatórios instantâneos foram gerados, possibilitando a rápida correção ao longo do desenvolvimento e implementação de melhorias para o aplicativo.

Todo o design do novo app foi aplicado aos principais sistemas, como o Internet Banking, mostrando que a estratégia por trás dessa concepção estará presente em todos os pontos de contato do cliente com a instituição. Um novo design de cartão também vai integrar esse movimento.

Em breve, os clientes do Agibank poderão usufruir dos benefícios do novo aplicativo, que facilitará o controle e a realização das operações, de forma rápida e intuitiva.

SONDA contrata Nelson Serranegra como diretor Comercial para Data Center e Cloud

Nelson Serranegra é o novo diretor Comercial da SONDA para a área de Data Center e Cloud. O executivo trabalhará no escritório da companhia em Belo Horizonte (MG), onde se localiza o maior data center da empresa no Brasil.
Serranegra vem da Algar Tech, onde ocupou cargo similar por quase dez anos. Ele também tem passagens pela Oracle, como diretor Comercial Regional para Minas Gerais, Centro Oeste, Norte e Nordeste.

Na SONDA, o executivo terá duas principais atribuições: líder nacional de vendas para Data Center e Cloud, conduzindo uma equipe de 20 profissionais, em diferentes regiões do país, e líder regional de vendas em Minas Gerais para as demais soluções da empresa.

“O data center de BH é um dos bem mais construídos do país, tanto em estrutura, como em tecnologia e disponibilidade. Com a demanda crescente do mercado de cloud, nosso potencial de expansão é excelente”, comenta Serranegra.

A contratação de Serranegra faz parte da estratégia da SONDA em oferecer uma abordagem comercial mais consultiva. O executivo responderá para Viviane Ricci, vice-presidente Comercial da SONDA, com reporte operacional para Ricardo Scheffer, vice-presidente de ITS, Data Center e Cloud.

“Serranegra adiciona ainda mais experiência ao nosso time comercial por ser um grande conhecedor das necessidades de negócios das empresas e das tendências em tecnologia. Esse mix de conhecimento terá um papel-chave para manter o forte crescimento que registramos nos últimos dois anos”, explica Viviane.

A SONDA hoje conta com sete data centers distribuídos por dez países da América Latina, para serviços de cloud, host e colocation. Do total, três estão localizados no Brasil, sendo um em São Paulo e dois em Minas Gerais.

A empresa também está em fase de conclusão do seu primeiro data center tier IV no Chile, que deve ser finalizado até o final deste ano. A SONDA será a primeira provedora de serviços de TI da América Latina a possuir um data center, com certificação tier IV e validação internacional pelo Uptime Institute.

8 ações para diminuir as perdas de estoque no seu negócio

Por Rodrigo Castro

Prevenir perdas de estoque não é uma ciência exata. O problema é complexo, multidisciplinar e exige um esforço conjunto de várias áreas da empresa. Afinal de contas, um problema de R$ 6,7 bilhões, que foi o total de perdas estimada pelo estudo de prevenção de perdas da ABRAS para o ano de 2018, não é pequeno. Além disso, a perda não é um problema que se resolve e ponto final. Trata-se de uma doença crônica, como se diz no jargão da medicina.

Ou seja, é algo que persiste dentro da empresa e precisa ser constantemente remediado para se manter em níveis aceitáveis para não matar o paciente. Para problemas complexos, não se pode dar soluções simples. O tratamento leva tempo e precisa ser atacado em diversas frentes em conjunto. Isto quer dizer que não se pode fazer uma ação e deixar outra de lado. Elas precisam atuar em conjunto para remediar o problema. Abaixo, listo oito ações que são efetivas em reduzir perdas de estoque nas empresas, quando realizadas em conjunto:

1. Tenha controle sobre a apuração dos números – tudo começa por um número de perdas que seja confiável e claro. E para isto ocorrer, o lançamento das perdas identificadas, como avaria e vencimento, precisa ser realizado sistematicamente na operação. Se o setor de FLV (frutas, legumes e verduras) num supermercado perde 90% dos itens por maturação e vencimento, não se pode permitir pontos de venda com 50% de registro ou menos. Afinal, ninguém entra no varejista para roubar berinjelas. Para medir as perdas desconhecidas, um inventário bem realizado e com periodicidade adequada é fundamental. Economizar com execução de inventário significa ter perdas altas, pois rastrear uma alta perda com inventários anuais é praticamente impossível. Para produtos de alto risco de perda, prefira os inventários rotativos.

2. Incentive todas as áreas de negócio a reduzir as perdas – estruturas de prevenção de perdas não conseguem resolver as perdas de estoque sozinhas. Inclusive se os indicadores de performance das outras áreas jogarem contra. Neste caso, a tarefa passa a ser sacrificante. Se a margem da área comercial, por exemplo, considerar apenas a receita menos o custo da mercadoria vendida, as perdas ficam em última prioridade. Afinal de contas, não importa quanto produto eu joguei fora para gerar a margem. O que importa é apenas o quanto se lucrou com os produtos vendidos. Na logística, o mesmo princípio também pode ser aplicado. Se o foco for especificamente na produtividade, incentiva-se a agilidade e não a precisão da entrega. Ou seja, se a loja pede 10 caixas de iogurte sabor morango, mas recebe 10 caixas de iogurte sabor ameixa, a equipe de logística está feliz. Mas as perdas vão aparecer mais a frente. Ou seja, o comercial deve ter visibilidade das perdas sobre o seu resultado e a logística precisa mensurar e avaliar os erros de entrega e assim por diante, em todos os elos do negócio.

3. Divulgue as perdas em todas as hierarquias do negócio – as perdas não são assunto só de executivos, ou só da operação, ou só da prevenção de perdas. Como dito, prevenir perdas é tarefa multidisciplinar. E, para isto, todos precisam entender e conhecer o problema dentro do seu espectro de atuação. A operação precisa conhecer o número em toda a estrutura hierárquica. Dos diretores, passando pelos gerentes distritais, gerentes regionais, até o responsável pelo ponto de venda, todos devem ter acesso constante ao seu resultado de perda. E este resultado deve ser compreensível para todos os públicos e é preciso que seja apurado também pela estrutura mercadológica, ou seja, por departamento, setor, categoria etc. Por último, distinguir as perdas desconhecidas (furtos, desvios) das perdas identificadas (avarias e vencimentos) é fundamental, porque são problemas distintos com soluções distintas de ataque. No final, a matriz com as perdas por estrutura operacional e mercadológica, segregada entre perdas identificadas e desconhecidas, é uma ferramenta elucidadora para identificar cirurgicamente o problema das perdas de estoque.

4. Estabeleça a governança das perdas – não adianta ter números e dados exatos se o problema não for atacado e monitorado. Para isto, é importante ter fóruns dedicados para se falar do tema. Comitês de perdas com as principais áreas de negócio, fóruns regionais, pautas nas lojas, tudo isto é importante para gerar movimento no tratamento das perdas. Uma ferramenta que funciona muito bem são as áudio-conferências com todas as lojas, partindo das estruturas corporativas. Esse mecanismo simples estabelece um comprometimento alto nos pontos de venda porque mostram comprometimento e engajamento da empresa em lidar com o tema. Além disso, aproximam a sede das lojas, que às vezes nem conhece os executivos que conduzem a empresa.

5. Analise menos e faça mais — prevenção de perdas não é uma ciência exata. O ataque é sim baseado em números e dados, mas ao final, algumas hipóteses devem ser traçadas e atacadas. Muitas empresas focam em estressar os números e buscar a precisão de onde exatamente as perdas aconteceram. Ou seja, se o inventário aponta a perda relevante de protetor solar, o executivo decide direcionar a energia da equipe em buscar a resposta de onde exatamente esta mercadoria sumiu, ao invés de atacar as possíveis causas para que o problema não ocorra mais. Isso pode ser extremamente improdutivo e desgastante, pois gera desmotivação e paralisia. Afinal, não se precisa ter todas as respostas para se traçar algumas hipóteses e atacá-las.

6. Empodere e apodere as lojas –Em todas as redes varejistas com alto volume de lojas, haverá pontos de venda com bons e maus resultados. Existem sim fatores exógenos à loja que contribuem para a perda. Mas a gestão da loja é determinante para bons resultados. Afinal, se uma loja apresenta 1% de perda e a outra 5%, mas ambas têm o mesmo processo logístico, a mesma estrutura e os mesmos executivos, é bem provável que as causas estejam na loja. Portanto, o líder da loja deve ter os mecanismos para comunicar e atuar em prol da redução de perdas do seu ponto de venda, enquanto cabe às estruturas corporativas ouvir a operação e tomar as ações para reduzir as perdas.

7. Comemore bons resultados e compartilhe os ganhos – mecanismos de incentivo são eficientes em reduzir as perdas, mas devem ser usados com cautela. Resultados individuais não podem ser recompensados se o coletivo não for atingido. Além disso, não se pode premiar resultados de curto prazo. A conta pode chegar depois e a premiação pode ser injusta. Além disso, não se pode exagerar nos prêmios. As perdas são altas e a redução traz sim altos ganhos para as empresas. Mas a ação sobre este tema não pode ser incentivada exclusivamente por retornos financeiros. Uma alternativa interessante para minimizar prêmios financeiros é usar a gameficação das perdas e criar uma disputa saudável entre lojas, por exemplo, para atingir os resultados.

8. Inove – não dá para prevenir perdas utilizando técnicas que são literalmente do século passado. Afinal de contas, a prevenção de perdas veio ao Brasil em meados dos 90 e muitas áreas trabalham do mesmo jeito até hoje. Inovação em prevenção de perdas vai além de equipamentos de segurança. Existem novas formas de avaliar as perdas com Machine Learning, controlar equipamentos e equipes de campo com IOT (Internet das Coisas), realizar processos e controles em aplicativos, dentre outras novidades.
Estas oito dicas aplicadas em um programa de redução de perdas, com certeza, trarão resultados efetivos para o aumento da rentabilidade do negócio. Mas o caminho não é rápido, muito menos simples. Assim como as doenças crônicas, o tratamento leva tempo e não pode ser abandonado nunca.

Rodrigo Castro, diretor de riscos e performance na ICTS Protiviti

Netshoes abre mais de 600 postos de trabalho para a Black November 2019

Devido ao aumento no volume de pedidos no final de ano, impulsionada pela Black November e as vendas de Natal, a Netshoes está com vagas de trabalho temporárias em diferentes regiões do Brasil: São Paulo, Barueri-SP, Extrema-MG e Jaboatão dos Guararapes-PE. Ao todo, são mais de 600 oportunidades para atuar com operação logística e atendimento ao cliente.

Especificamente sobre as vagas para Jaboatão dos Guararapes-PE, são mais de 100 oportunidades para atuar como operador logístico. Os candidatos devem ter Ensino Médio completo, disponibilidade para trabalhar em turnos e muita vontade de aprender (não é necessária experiência na área).

Os contratos são de 30 dias e as contratações acontecem de 05/out a 04/dez, com possibilidade de efetivação. Além do salário competitivo com o oferecido no mercado, os benefícios são transporte fretado e refeição no local.

“Dado o impulso no movimento que a nossa Black November traz à companhia nesta época de final de ano, procuramos potencializar também o time de colaboradores nas nossas operações a fim de sempre oferecer a melhor experiência de compra on-line. As vendas de final de ano são sempre um desafio para o e-commerce e a Netshoes, como um dos grandes players do setor, é responsável por firmar cada vez mais a Black November no Brasil, oferecendo uma boa jornada de compra aos nossos clientes”, afirma Tatiana Denadai, Head de Recursos Humanos da Netshoes.

Os interessados devem inscrever-se pelo site: jobs.kenoby.com/gruponetshoes .

Uma agenda de inovação para empresários brasileiros

Por Fernando Aguirre

No meio da discussão sobre novas tecnologias, desafios e oportunidades para empresários, qual é a aplicabilidade e acessibilidade deste novo mundo para empresas pequenas e médias? Uma visão cartesiana impõe uma limitação inicial a este mercado, que possui orçamentos menores para investimentos em projetos de inovação. Menor receita, menor orçamento. Mas isso está no rol de necessidades reais e de forma consciente? A transformação digital é para todos ou para quem tem acesso ao capital em larga escala?

Consideremos os modelos de receita exponencial de startups e empresas calcadas em tecnologia, com acesso ao cliente universal e quase ilimitado, em que os recursos para provimento do serviço estão sob domínio do próprio mercado e são compostos de informação sobre desejos e necessidades desse mesmo cliente. Propositadamente, uso o exemplo mais conhecido: os aplicativos de transporte. São empresas que surgiram de empreendedores e acabam se tornando unicórnios. Qualquer pequeno empresário deseja tornar sua empresa grandiosa.

O número de empresas com estas características ainda é reduzido por algumas razões: mercado inadequadamente explorado e clientes com necessidades a serem satisfeitas; pouquíssimas empresas com potencial de sucesso em escala exponencial, por (falta de) velocidade para entrar no mercado ou por investimentos já realizados.

O mercado empreendedor brasileiro é rico em atividades industriais com grande capital investido. Como permitir que as empresas sobrevivam às transformações? Quais são as opções de uma pequena e média empresa (PME) para crescer? Será que uma grande empresa não tem mais riscos e mais a perder ao fazer movimentos maiores de mudança? Em outras palavras, mover um transatlântico é muito mais difícil do que uma PME.

Em interações com o mercado, vemos que o maior desafio é conhecimento. Tanto do empresário, para entender como este novo mundo funciona, quanto na ausência de mão de obra qualificada. A velocidade é muito importante e precisa ser desenvolvida a partir de fatores de capacitação. Em primeiro lugar, o modelo mental adequado. Baseados em nossa pesquisa “Retratos de Família”, as empresas de menor porte, familiares, oferecem menos atrativos para aquisição e retenção de talentos.

Em segundo lugar, está o investimento em novas competências e aquisição de perfis de talentos rejuvenescidos. As novas competências devem se pautar por buscar real conhecimento das necessidades do mercado-alvo da empresa e como este mercado poderá ser melhor atendido, ampliado e fidelizado.

O empreendedor precisa cuidar da agenda de pessoas, atraindo gente adequada. O foco em atrair pessoas corretas é remédio para vários desafios, inclusive a possível ignorância sobre toda esta transformação que poderá impactar suas receitas de forma implacável.

Fernando Aguirre, sócio de Mercados Regionais da KPMG no Brasil.

Banco Original e Força Meninas premiam garotas com viagem para o Vale do Silício

Prêmio “Mude o Mundo Como Uma Menina”, promovido em parceria entre o Banco Original — primeiro banco no Brasil a proporcionar abertura de conta 100% digital -, e o Força Meninas — negócio de impacto social voltado a capacitar garotas de 6 a 18 anos a desenvolverem habilidades sociais e culturais para serem líderes no futuro -, premia cinco meninas, nas categorias Criativa, Pioneira, Visionária, Líder e Determinada, com viagem para o Vale do Silício.

A premiação tinha o objetivo de reconhecer e homenagear as garotas que se destacaram em projetos e inciativas que impactam a sociedade. Durante o evento, que aconteceu na tarde do dia 11, na Unibes Cultural, cerca de 110 meninas de 10 a 14 anos foram convidadas para participar de oficinas inspiradas nas categorias do prêmio, com atividades voltadas para o empoderamento feminino e a equidade de gênero. O vídeo do evento pode ser visto aqui .

As premiadas foram:

Categoria Criativa – Anna Luísa Beserra, de 21 anos, que criou a startup “Safe Drinking Water for all – SDW”, que desenvolve tecnologias para tratamento, gestão e monitoramento de recursos hídricos, incubada pela INOVAPoli (Incubadora de base tecnológica da Escola Politécnica da UFBA).

Categoria Pioneira – Mariana Bigolin Groff, de 17 anos, primeira brasileira a ganhar medalha de ouro na Olimpíada Europeia Feminina de Matemática, é co-fundadora do Movimento Meninas Olímpicas. É também vencedora de 28 medalhas nacionais de olimpíadas em áreas como Física, Astronomia, Química e informática.

Categoria Líder – Isabelle Christina, de 16 anos, moradora do Grajaú, na Grande São Paulo, foi a criadora do projeto Meninas Negras, que tem como objetivo a inclusão digital de jovens afrodescendentes para maior inserção delas em meios ligados à educação, cultura e no mercado de trabalho.

Categoria Determinada – Verônica Hipólito, de 23 anos, é multimedalhista paraolímpica. A atleta, que já teve câncer no cérebro e um AVC, é pentacampeã brasileira dos 100m e 200m. Ela possui ainda quatro medalhas em para-panamericanos, duas medalhas em mundiais, três ouros em sul-americanos e uma prata e um bronze nos Jogos Paralímpicos de Verão de 2016 no Rio de Janeiro.

Categoria Visionária – Rafaella De Bona, de 22 anos, conquistou o prêmio alemão iF Design Talent Award 2019, pela criação de um absorvente sustentável pensado para mulheres que vivem em situação de rua.

50% dos usuários baixam músicas e filmes de sites não oficiais

A ESET , empresa líder em detecção proativa de ameaças, apresenta os resultados de sua pesquisa* com os usuários latino-americanos para saber o que eles acham sobre o download de software e informações de sites não oficiais. Entre os resultados, foi revelado que 68% dos usuários baixam software de sites não oficiais e metade das pessoas fazem downloads de músicas e filmes de fontes duvidosas.

A mesma pesquisa aponta ainda que 60% dos usuários ​​admitem ter diminuído o download devido ao excesso de publicidade em sites não oficiais e 49% afirmam ter feito isso por causa de riscos relacionados aos malwares.

Por outro lado, 58% mencionaram saber onde baixar arquivos seguros e 37% disseram que continuam baixando de sites não oficiais, apesar de conhecer o risco envolvido. Além disso, 82% dos usuários disseram usar sites de download direto e 44% usam Torrents ou software P2P (Peer-to-peer).

Seminário apresenta panorama das desigualdades de acesso e de uso da Internet no espaço urbano

O atual cenário de acesso e de uso da Internet no espaço urbano, bem como os impactos das desigualdades on-line para as políticas públicas de inclusão digital, serão discutidos em São Paulo no dia 28 de outubro durante o Seminário “Mapeando as desigualdades digitais: novas metodologias e evidências para políticas públicas”.

Realizado pelo Centro Regional de Estudos para o Desenvolvimento da Sociedade da Informação (Cetic.br) do Núcleo de Informação e Coordenação do Ponto BR (NIC.br), em parceria com o Centro de Estudos da Metrópole (CEM) e o Centro Brasileiro de Análise e Planejamento (Cebrap), o evento também integra o projeto internacional DiSTO – From Digital Skills to Tangible Outcomes (Das habilidades digitais aos resultados tangíveis), liderado pela London School of Economics and Political Science (LSE). Os interessados em participar do Seminário devem inscrever-se gratuitamente no endereço: mapeandodesigualdadesdigitais.cetic.br/.

Com participação de especialistas nacionais e internacionais, a programação do evento contará com a realização de dois painéis, e marcará o lançamento da publicação da pesquisa TIC Domicílios 2018 e do Estudo setorial: “Desigualdades digitais no espaço urbano: um estudo sobre o acesso e o uso da Internet na cidade de São Paulo”. Partindo do estudo de caso de São Paulo, maior metrópole do país, o livro apresenta dados que buscam compreender a relação entre desigualdades digitais e sociais e como o acesso e o uso da rede estão disseminados no território urbano.

“Ainda que a cidade de São Paulo, por exemplo, tenha avançado de maneira mais acelerada que a média nacional em termos de usuários conectados, o olhar para as métricas no interior do município mostra desigualdades importantes. Esse tipo de análise é importante para o desenho de políticas urbanas mais efetivas”, comenta Alexandre Barbosa, gerente do Cetic.br.

O Seminário reunirá, em seu primeiro painel intitulado “O território importa: inovações metodológicas para a medição de desigualdades digitais no nível local”, Ellen Helsper (London School of Economics and Political Science), Tomás Wissenbach (Cebrap), Luis Claudio Kubota (Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada – IPEA) e Graziela Castello (Cebrap). Já a segunda mesa do encontro discutirá as relações entre políticas públicas e as desigualdades digitais e sociais, e contará com a presença de Karen Mossberger (Arizona State University), Marta Arretche (Centro de Estudos da Metrópole), Francisco Gaetani (EBAPE/FGV) e Fabio Senne (Cetic.br).

Todas as informações sobre a agenda e as inscrições estão disponíveis no sítio do evento.

Anote na Agenda
Seminário “Mapeando as desigualdades digitais: novas metodologias e evidências para políticas públicas”Com o lançamento das publicações: TIC Domicílios 2018 e Estudo Setorial: Desigualdades digitais no espaço urbano: um estudo sobre o acesso e o uso da Internet na cidade de São Paulo

Data: 28 de outubro (segunda-feira)
Horário: 14h às 19h
Endereço: Av. das Nações Unidas, 11541 – 2º andar – Brooklin, São Paulo-SP
Inscrições gratuitas: mapeandodesigualdadesdigitais.cetic.br/. Vagas limitadas.

Pesquisa do Twitter aponta hábitos dos consumidores em relação a investimentos e finanças

O Twitter Brasil divulga nesta sexta-feira (11) um estudo inédito sobre os hábitos dos brasileiros que usam a plataforma quando o assunto é finanças. Os dados combinados no levantamento são provenientes do Global Web Index e da Twitter Insight Survey, conduzida pela própria plataforma.

De acordo com o estudo, 86% do público da plataforma guarda dinheiro, tem dinheiro guardado ou possui algum patrimônio. Além disso, 74% das pessoas são bancarizadas, 65% possuem cartão de crédito e 20% investem em títulos de renda fixa ou ações.

“Nosso levantamento mostra que tarifas baixas e bons benefícios são determinantes na escolha de uma instituição financeira, mas ações culturais, patrocínios e propósitos defendidos pelos bancos também fazem a diferença na avaliação de um serviço bancário, principalmente entre os mais jovens”, ressalta Camilla Guimarães, responsável pela área de Pesquisa do Twitter Brasil.

Educadores financeiros, analistas, gestores de recursos, investidores, economistas, influenciadores, jornalistas e pessoas que se interessam pelo tema acessam o Twitter diariamente para engajar em conversas sobre o mercado financeiro e assuntos relacionados. Considerando o período de janeiro de 2018 a julho de 2019, foram registrados 6 milhões de Tweets sobre finanças no Brasil e 4,4 milhões de Tweets sobre bancos – desses, 55% mencionaram nominalmente as empresas, seus perfis no Twitter ou hashtags de campanhas.

Fatores que determinam a escolha de um banco

Na hora de escolher um banco, 70% apontaram tarifas baixas como fator determinante, 68% esperam ter bons benefícios, 54% destacaram a localização e acessibilidade, e 52% mencionaram boas opções digitais. Já em relação à satisfação com o seu banco principal, 54% disseram estar satisfeitos, 33% nem satisfeitos nem insatisfeitos e 13% insatisfeitos.

Valores e propósitos dos Bancos

De acordo com a pesquisa, propósitos defendidos pelos bancos podem ser cruciais. 61% disseram que patrocínios culturais e apoio a causas podem mudar positivamente sua percepção sobre o banco e 47% afirmaram que posições sociais tomadas pelo banco (como o apoio ao movimento LGBT, doações, entre outras) podem fazer o mesmo. Além disso, 85% dos pessoas afirmaram que ações de imagem de marca tomadas por bancos geram uma percepção mais positiva, sendo que quanto mais jovem é o consumidor, maior é a importância de ações de imagem de marca para ele.

Fontes:

Finance Industry Analysis, Julho 2019, Brasil. Por Twitter Marketing Insights & Analytics, baseado em dados de Global Web Index de Q1 e Q2 2019 e Twitter Insight Survey de Outubro de 2018