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Levantamento da Ticket mostra que 87% dos brasileiros preferem receber benefícios de Natal em cartão

A Ticket, marca pioneira no setor de benefícios de refeição e alimentação da Edenred Brasil, realizou neste mês um amplo levantamento sobre as preferências e o comportamento do brasileiro com relação aos benefícios de fim de ano, especificamente à cesta de Natal. A marca recebeu mais de 68,7 mil respostas sobre o tema.

De acordo com a pesquisa, entre os mais de 25 mil trabalhadores que declararam receber benefícios de Natal, apenas 12,7% informaram a preferência pela cesta física, mas essa é a aposta das empresas em que 24% dos respondentes trabalham.

Em contrapartida, mais de 87% consideram ser melhor receber o auxílio em um cartão carregado com o valor definido pela empresa. Entre os que recebem a cesta física, quase 36% disseram que não utilizam todos os produtos que a compõem, e que é necessário complementá-la para a elaboração da ceia. Para quase metade desse público (46%), há algum desconforto no transporte do benefício: 33% levam a cesta para casa em transporte público; 8% pedem carona para levar os produtos para sua residência; e 4% carregam os itens aos poucos, pois não têm como realizar o transporte de uma única vez.

A pesquisa da Ticket também revelou que, em geral, os produtos para a ceia são adquiridos nos dias que antecedem as festas por 66% dos trabalhadores.
As compras são realizadas com dois ou três dias de antecedência por 31,5% dos entrevistados; e por 35% uma semana antes das festas.

Os trabalhadores também estão de olho nos preços dos ingredientes. Quase 65% relataram ter percebido um aumento considerável no valor nos ingredientes da ceia em 2018, no comparativo com o ano anterior. Em geral, as compras são feitas em supermercados: apenas 2,3% disseram optar por minimercados; e 2,5% preferem açougues ou hortifrútis.

Com relação ao cardápio, 40% indicam que tentam variar o menu com novas receitas. Mas a grande maioria não abre mão de preparações com algum tipo de carne: 37,2% preferem aves, como peru e chester; 25,4% optam por carne bovina; 11,8% consideram essencial contar com carne suína; e apenas 5,6% relatam preferência por peixes. Somente 2,63% dos entrevistados ressaltaram que ter opções de saladas no cardápio é fundamental. No tocante às bebidas, as alcoólicas (31,5%) e os refrigerantes (40,2%) são considerados indispensáveis na mesa dos brasileiros durante as festas.

“A pesquisa que realizamos evidencia um aspecto importante no perfil de consumo de itens de alimentação do trabalhador brasileiro com relação às festas de fim de ano: o principal desejo é o de ter liberdade de escolha. E isso é algo pelo que a Ticket preza e possui expertise e vasta experiência para solucionar. Dar ao trabalhador o direito de eleger pela compra de itens que lhe agradam mais, respeitando a pluralidade do mundo e transformando a ceia em um momento ainda mais especial é um dos conceitos relacionados ao Ticket Alimentação Natal. Um cartão que permite mais liberdade na escolha dos itens e mais conforto, evitando deslocamentos longos com itens físicos”, avalia Felipe Gomes, Diretor-Geral da Ticket.

Apenas 36,8% dos respondentes afirmaram receber algum benefício de alimentação diferenciado para as festas de fim de ano. Entre as soluções oferecidas pela Ticket, o Ticket Alimentação Natal é ideal para as empresas no fim de ano. O cartão pré-carregável oferece praticidade e segurança, tanto para as empresas quanto para os empregados beneficiados. Além de simplificar a contratação do benefício e reduzir as preocupações com logística e armazenamento, como ocorre com as cestas de Natal físicas, reduz riscos de acidente no percurso do trabalho para a residência e dá liberdade de escolha dos itens que serão comprados.

Revolucionando a experiência do consumidor na edge

Por Anderson Santos

Quando falamos em varejo, logo vêm à mente estabelecimentos comerciais que vendem artigos diversos. Mas há, sim, outros lugares voltados ao cliente a serem considerados. Os hospitais, por exemplo. Lá, existem, inclusive, quiosques de atendimento. O fato é que essas novas experiências do consumidor demandam uma infraestrutura digital e, mais do que isso, devem, de alguma forma, resolver uma equação: precisam fornecer a confiabilidade e a segurança características dos ambientes tradicionais de TI, mas têm que ser entregues em um contexto inteiramente novo.

O consolo é que, agora, a tecnologia é bem compreendida. Mais do que nunca, companhias aéreas digitizam quiosques de check-in; lojas fazem o mesmo com balcões de atendimento; e bancos transformam o modo como os serviços são prestados. O processo de implantação é sempre particular, e as problemáticas a serem resolvidas podem ser únicas; no entanto, as ferramentas tecnológicas que sustentam a transformação são praticamente idênticas.

Ao mesmo tempo que a tecnologia está mudando, o varejo e os outros setores voltados ao cliente estão em pleno desenvolvimento. Eles estão migrando para um mundo omnichannel, no qual a experiência física em uma loja, em um hospital ou em qualquer outro local é enriquecida por uma experiência on-line paralela. A loja física e o mundo virtual ficarão entrelaçados. Tudo começa com um e-mail que leva o cliente à loja com uma oferta de desconto. Uma vez dentro da loja, o marketing interativo ajuda o cliente a encontrar o produto certo e a compará-lo com o que está disponível em outro lugar.

Nos últimos anos, a mudança acelerou à medida que as experiências direcionadas ao cliente deixaram de ser um complemento ou uma novidade para se tornarem intrínsecas aos negócios. Muitas lojas já investem em sinalização digital interativa. No princípio, esses equipamentos eram tidos como brinquedos – dispensáveis, inclusive. Hoje, porém, os clientes entram no estabelecimento apenas para usar os displays.

Em um nível mais básico, os restaurantes têm terminais móveis de cartão de crédito para pagamento na mesa. Essa é a norma na Europa. Já nos Estados Unidos, o que começou como uma conveniência não demorou a se tornar essencial. Mas, se os terminais do cartão de crédito caírem, como será possível receber os pagamentos? A conclusão é uma só: a experiência digital foi incorporada à experiência principal.

Operação sem pessoal

Uma enorme diferença entre essas aplicações e a TI tradicional é a localização. As aplicações antigas de back end estão em um data center em que o público não entra. Já as novas estão no “tumulto”, em locais onde os atendimentos efetivamente acontecem. Porém, apesar disso, um profissional-chave não está ali. Estamos falando do engenheiro de TI.

Uma loja com milhares de unidades não consegue arcar com as despesas de ter alguém de TI em todas elas. Portanto, os equipamentos voltados ao cliente, instalados em espaços distribuídos, dependem de monitoramento e gerenciamento remotos.

Algumas organizações descobriram isso da maneira mais difícil. Elas tentaram implantar a tecnologia enviando profissionais de TI para todas as lojas, para configurar novos sistemas. Logo veio a sobrecarga, e a empresa voltou para a prancheta. A saída foi construir sistemas totalmente convergentes, cuidar da configuração e deixá-los prontos para execução.

Onde ainda é necessário algum suporte de TI no local, ele deve ser planejado e previsível. Algumas companhias assinam um serviço gerenciado para TI, enquanto outras têm um cronograma semanal de visitas do profissional de TI em diferentes localidades. E tudo isso pode ser muito caro… Não dá para ficar sem manutenção, mas é crucial limitá-la a um custo razoável.

Essencialmente, essas demandas mudarão a maneira como a tecnologia é criada. O hardware incluirá mais componentes que poderão ser trocados, e os sistemas sofisticados serão mais simplistas em termos de manutenção. A tecnologia também deverá oferecer níveis de confiabilidade tão bons quanto os da TI tradicional – ou até melhores. As experiências voltadas ao consumidor podem lidar com a manutenção preventiva, mas devem evitar a todo custo paralisações não planejadas durante o horário de pico.

Essa forma de pensar e agir empurrará as mais novas tecnologias para a cena. Por exemplo, as baterias de íon de lítio são mais caras que as de chumbo-ácido reguladas por válvula (VRLA). Todavia, as primeiras têm um nível manutenção bem baixo e permitem gerenciamento remoto. Elas podem ser fabricadas de tal forma que nunca precisem de manutenção. Essa realidade, a propósito, precisará do suporte de sistemas como o EcoStruxure, da Schneider Electric, que pode gerenciar equipamentos de vários fabricantes em tempo real.

Problemas de segurança

Outro fator significativo para a experiência do consumidor é – não surpreendentemente – a segurança. O aumento das interações digitizadas com os clientes abre mais riscos para a violação de dados pessoais.

Cerca de 30% das violações acontecem, porque um invasor tem acesso direto à infraestrutura de TI, às vezes a partir de um ponto de acesso à rede. Muito trabalho de segurança pode ser feito bloqueando o sistema no software, mas a segurança física também desempenha um papel enorme.

Os padrões globais de segurança para quem lida com cartões de crédito incluem uma parte que cobre a segurança física. Uma variedade de opções pode atender a esses requisitos, incluindo segurança biométrica para acesso e CFTV.

Riscos e oportunidades

A introdução de novas tecnologias pode ser impulsionada por vários motivos. Quiosques e caixas automáticos, por exemplo, podem ser instalados para aumentar a receita pela venda cruzada, para minimizar os erros humanos, ou simplesmente para reduzir a necessidade de pessoal treinado. Seja como for, qualquer tecnologia será avaliada e justificada por seu retorno do investimento (ROI). E o foco na confiabilidade e na segurança da infraestrutura aumentará a probabilidade de que esse cálculo seja positivo.

As pessoas esperam que a TI seja confiável quando ela é entregue a partir do ambiente protegido de um data center. Agora, ela está sendo distribuída por toda a empresa, oferecendo experiências voltadas ao consumidor. Esse novo mundo só terá sucesso se vencermos um grande desafio: esses novos sistemas devem ser tão confiáveis​​quanto aqueles que já conhecemos. A boa notícia é que diversos projetos estão conseguindo exatamente isso.

A principal tecnologia que tem permitido que tudo isso aconteça é a edge computing (computação de borda), que permite que os dados sejam processados e armazenados em um servidor localizado no mesmo espaço onde foram gerados, evitando problemas de latência – termo utilizado para descrever o período em que os dados processados vão até a nuvem e voltam para o dispositivo, podendo gerar lentidão. A edge computing é o que garante a disponibilidade e qualidade dos serviços digitais. E tudo isso é intermediado por um pequeno data center de edge, que precisa ser disponível, confiável e, do ponto de vista técnico, viável.

Anderson Santos, gerente de Canais de TI da Schneider Electric Brasil

Python está no ranking das linguagens com mais procura no mercado de trabalho

Você já ouviu falar em Python? A linguagem, criada em 1991, ganha cada vez mais popularidade entre os programadores devido ao aumento do desenvolvimento de aplicações web, já que permite a criação rápida e assertiva de websites.

Um estudo promovido pelo Coding Dojo , site que oferece mentorias de carreira, demonstrou que o Phyton está entre as três tecnologias de programação com maior procura de mercado, ao lado do Javascript e do Java. A linguagem tem crescido progressivamente, registrando aumento de demanda desde 2017 e já foi adotada por grandes organizações como NASA, Nokia e Google.

O principal objetivo do Python é promover a legibilidade e produtividade dos códigos, já que atende a uma grande variedade de propósitos. Com apenas algumas linhas, é possível criar diversas funcionalidades.

Para as empresas, agrega valor a partir da ciência de dados e do potencial de automação de sistemas de forma prática e simplificada. Já para os profissionais, é a programação mais simples para começar a atuar na área ao mesmo tempo em que representa uma grande vantagem competitiva no mercado de trabalho.

O Olist, startup que oferece soluções para a venda em marketplaces, é uma das empresas que valoriza o potencial da linguagem Python e oferece ferramentas para que os interessados se profissionalizem na área.

De acordo com Cristian Medeiros, CTO da empresa, “Python nos trouxe uma imensa versatilidade na evolução da nossa plataforma, tanto pela facilidade no desenvolvimento WEB como em trabalhos de automação, análise e ciência de dados, o que nos garante uma excelente velocidade de trabalho atrelada a uma boa qualidade de código, natural dos programadores dessa linguagem. O Python ainda irá crescer muito, graças a sua rápida curva de aprendizado e versatilidade de uso, que facilita a entrada de novos profissionais e permite que as empresas continuem investindo na evolução de sistemas.”

Recentemente, a startup criou o Olist Learning: uma série de cursos abertos ao público, oferecidos a valores simbólicos, com o objetivo de capacitar profissionais em busca de aperfeiçoamento ou dispostos a enfrentar desafios em novas áreas. Entre as trilhas de conteúdo, está o Phyton Labs, que ensina do básico ao avançado para quem já sabe programar e deseja se especializar na linguagem.

De acordo com Rhayana Souza, analista de comunicação da startup, “Já que o mercado brasileiro carece deste tipo de mão de obra, por que não investir e capacitar profissionais que possam suprir essa demanda? Foi com esse pensamento que criamos o Python Labs. As primeiras turmas começaram em novembro deste ano em Curitiba e a ideia é expandir o curso em 2020, formando mais profissionais Python não somente na capital paranaense como em todo o Brasil por meio do ensino à distância.”

O Olist também está com oportunidades abertas para profissionais da área que trabalhem com propósito, não tenham medo de pôr a mão na massa e queiram fazer parte da revolução do comércio mundial. As vagas são para home office e presenciais. Interessados de todo o Brasil podem se inscrever. Confira no link .

Confiança nos negócios em 2020 está em alta, mostra pesquisa internacional da Robert Half

A confiança nos negócios está em alta para 2020, de acordo com 96% dos executivos c-level que participaram de recente pesquisa internacional da Robert Half, indicando uma perspectiva positiva de crescimento para os próximos seis meses.

Os fatores que sustentam a confiança nos negócios incluem o atual clima econômico (54%), ampliação das oportunidades de negócios (51%) e atração de talentos adequados (50%). Embora o ritmo da digitalização, as mudanças legislativas e regulatórias, bem como a estabilidade política continuem sendo preocupações importantes para muitos executivos em todo o mundo, em geral o clima corporativo predominante para 2020 é otimista.

O levantamento, que reuniu 5.165 entrevistados c-level em treze principais mercados internacionais, focou em perspectivas de crescimento, prioridades estratégicas e planos de contratação de General Managers, Chief Financial Officers (CFOs) e Chief Information Officers (CIOs), com responsabilidades de contratação em pequenas (50 a 249 funcionários), médias (250-499) e grandes (mais de 500 funcionários) empresas, abrangendo os setores privado, de capital aberto e público.

Prioridades estratégicas

As prioridades estratégicas para o primeiro semestre de 2020 evidenciam um foco duplo na segurança da informação e nas novas tecnologias alinhadas à gestão de talentos, automação e considerações sobre Big Data – tudo com o objetivo de aumentar a eficiência e produtividade dos negócios. As áreas prioritárias, segundo a opinião dos entrevistados da Robert Half, incluem:

1.Segurança de TI e proteção das informações da empresa
2.Projetos de transformação dos negócios/ digital
3.Gestão de custos (especialmente em relação ao aumento de eficiência e produtividade)
4.Gestão de talentos (aquisição e retenção)
5.Inovação e investimento em novas tecnologias

Entre os CIOs brasileiros participantes da pesquisa, as prioridades estratégias para 2020 são:

1.Segurança de TI e proteção das informações da empresa
2.Trabalhar capacidades 5G na estratégia de TI
3.Inovação e investimento em novas tecnologias
4.Automatização de processos para aumentar a produtividade e reduzir custo
5.Projetos/iniciativas em nuvem

Planos e demanda de contratação de talentos qualificados para 2020

Cinquenta por cento (50%) dos executivos pesquisados veem a capacidade de atrair talentos adequados como um fator determinante que afeta a confiança dos negócios para 2020. As lacunas de habilidade nos setores de TI, Finanças e Contabilidade, Administração e Mercado Financeiro permanecem elevadas, impulsionadas por uma série de fatores.

A falta de treinamento interno, a disponibilidade de aprendizagens externas ou programas de treinamento específicos para habilidades são os exemplos mais comuns citados pelos respondentes da pesquisa.

Demanda por talentos de TI

A demanda por profissionais experientes em Tecnologia da Informação continua alta em todo o mundo, com os CIOs entrevistados na pesquisa da Robert Half indicando uma demanda alta e urgente por Cloud (86%), inteligência/relatórios (79%), desenvolvedores para dispositivos móveis (77%) e especialistas em virtualização (75%).

De acordo com o Guia Salarial 2020 da Robert Half, as posições em alta em tecnologia são: Gerente de TI Generalista, Desenvolvedor, Cientista de Dados, Chief Technology Officer (CTO) e Analista de Segurança da Informação.

Abaixo as perspectivas de remuneração em 2020:

• Gerente de TI Generalista – 15.450/ 20.000/ 25.850/ 31.450.
• Desenvolvedor full stack sênior – 8.100/ 10.500/ 13.550/ 16.500.
• Cientista de Dados – 13.100/ 17.000/ 21.950/ 26.700.
• Chief Technology Officer (CTO) – 24.700/ 32.000/ 41.350/ 50.300.
• Analista de Segurança da Informação Sênior – 7.750/ 10.000/ 12.950/ 15.750.

Demanda por talentos em Finanças e Contabilidade

Contabilidade (16%), Gestão financeira (15%), Impostos (15%) e Gestão de Crédito (13%) são as áreas que os CFOs consideram atualmente mais difíceis de encontrar candidatos qualificados, à medida que mais e mais departamentos financeiros vivenciam os benefícios da automação, digitalização e transformação digital.

Entre as posições em alta da área estão: Gerente de Planejamento Financeiro, Gerente de Auditoria/Compliance e Gerente de Finanças Corporativas.

Abaixo as perspectivas de remuneração em 2020:

• Gerente de Planejamento Financeiro/ Controladoria – P/M – 13.650/ 17.000/ 21.000/ 30.000; G – 18.850/ 23.500/ 29.000/ 41.500.
• Gerente de Auditoria/Compliance – G – 18.450/ 23.000/ 28.400/ 40.600.
• Gerente de Finanças Corporativas – P/M – 13.250/ 16.500/ 20.400/ 29.150; G – 18.450/ 23.000/ 28.400/ 40.600.

Sem dúvida, 2020 será mais um ano em que as oportunidades surgirão e as mudanças serão constantes. Para obter mais informações sobre salários, contratações e solicitações de emprego para o próximo ano, visite www.roberthalf.com.br.

Finanças (36%), Contabilidade (21%), Risco (19%) e Conformidade (17%) são as áreas mais procuradas pelos CFOs de Serviços Financeiros, pois esse setor vê uma concorrência cada vez maior pelos principais candidatos – particularmente aqueles com experiência em fintechs, gestão de ativos e mercado de dívida.

Entre as posições em alta da área estão: Gerente/ Analista de Auditoria e Compliance, Gerente Comercial (corporate e private), Gerente/ Analista de Crédito e Riscos, e Analista de Investimentos.

Abaixo as perspectivas de remuneração em 2020:

• Analista de Auditoria e Compliance – 9.900/ 12.200/ 14.400/ 17.700.
• Gerente de Auditoria e Compliance – 18.150/ 22.400/ 26.450/ 32.500.
• Gerente Comercial Corporate – 22.250/ 27.500/ 32.450/ 39.850.
• Gerente Comercial Private – 16.350/ 20.200/ 23.850/ 29.300.
• Gerente de Crédito e Risco – 20.150/ 24.900/ 29.400/ 36.100.
• Analista de Crédito e Risco – 10.100/ 12.500/ 14.550/ 18.100.
• Analista de Investimentos M&A – 10.600/ 13.100/ 15.450/ 19.000.

Demanda por talentos na área Administrativa

Atendimento ao cliente (17%), Suporte financeiro (14%), Assistentes executivos/pessoais (13%) e Suporte gerencial (13%) também estão sendo muito procurados por General Managers que buscam preencher as funções de suporte ao core business e de atendimento ao cliente.

Perspectivas 2020

A pesquisa mais recente da Robert Half indica um ambiente de negócios dinâmico em 2020. “Embora o sentimento dos executivos c-level seja otimista na região EMEA [Europa, Oriente Médio e África], Ásia-Pacífico e América do Sul, a agilidade comercial, capacidade tecnológica e planejamento futuro permanecem vitais para o crescimento contínuo dos negócios”, considera Fernando Mantovani, diretor geral da Robert Half no Brasil, ao anunciar os resultados do levantamento divulgado hoje.

“A expansão das oportunidades de negócios em locais de trabalho cada vez mais abertos para a tecnologia exigem não apenas a necessidade de desenvolvimento de conjuntos de habilidades, descrições de cargos, estruturas organizacionais e abordagens para treinamento e orientação, mas também a capacidade de atrair e reter os melhores talentos disponíveis. É por isso que, na Robert Half, estamos sempre buscando entender as tendências atuais, de médio e longo prazo dos negócios e do mercado de trabalho para ajudar clientes e candidatos a prepararem o futuro para suas carreiras e negócios”, completa Mantovani.

Sem dúvida, 2020 será mais um ano em que as oportunidades surgirão e as mudanças serão constantes. Para obter mais informações sobre salários, contratações e solicitações de emprego para o próximo ano, visite www.roberthalf.com.br.

Sobre a pesquisa
A Robert Half entrevistou 5.165 pessoas em todo o mundo, usando uma metodologia de coleta de dados online, no mês de outubro de 2019. Foram 501 entrevistas na Austrália; 200 na Nova Zelândia; 228 em Singapura; 227 em Hong Kong; 602 na Bélgica; 603 na França; 601 na Alemanha; 300 na Suíça; 403 na Holanda; 600 no Reino Unido; 275 nos Emirados Árabes Unidos; 400 no Brasil; e 425 no Chile.

Os entrevistados representam General Managers, Chief Financial Officers (CFOs) e Chief Information Officers (CIOs) com responsabilidades de contratação entre pequenas (50-249 funcionários), médias (250-499) e grandes (500+ funcionários) empresas privadas, de capital aberto e do setor público.

Pipefy recebe prêmio de empresa que mais cresceu entre as apoiadas pela Endeavor

Com forte expansão no mercado global e crescimento anual de 300%, a Pipefy não para de colher bons resultados. Com sedes em Curitiba, no Sul do Brasil; São Francisco, no Vale do Silício (EUA); e Austin, no Texas (EUA); e mais de 200 colaboradores espalhados em diversas partes do mundo, a startup de gerenciamento de processos eficientes foi reconhecida como a empresa que mais cresceu entre as apoiadas pela Endeavor, organização sem fins lucrativos que oferece suporte financeiro e mentoria para empreendedores.

Lançada em 2015, a plataforma permite que gestores altamente qualificados criem e gerenciem fluxos de trabalho eficientes sem que precisem de suporte técnico – tornando contato com o TI na gestão de processos inteiramente opcional. Seu software fornece uma plataforma de autosserviço em que gestores podem projetar, implementar e mensurar o desempenho de novos fluxos de trabalho digitais.

Ao longo desses quatro anos, a startup conquistou 20 mil clientes, em mais de 150 países. “Quando se tem o time certo no barco, com o DNA, atitude e cultura alinhados, todo resultado tornar-se possível de ser atingido. Ainda não chegamos na performance que queremos, no nosso sonho a barra ainda é bem mais alta. Mas, hoje, receber esse reconhecimento, mostra que estamos no caminho certo”, destaca Alessio Alionço, CEO e fundador da Pipefy.

Investimentos

Em 2019, a Pipefy recebeu aporte de 45 milhões de dólares – equivalente a mais de 170 milhões de reais – em rodada série B liderada pelo fundo nova-iorquino Insight Partners, com a participação da OpenView e Trinity Ventures, que já são investidores da empresa.

Outros investidores da companhia são a 500 Startups, o Founders Fund (do fundador do Paypal, Peter Thiel) e os fundadores da Zendesk. Os fundos estão sendo utilizados para escalar as operações da empresa à medida que a Pipefy expande suas equipes tanto em São Francisco quanto no Brasil.

ABRH-PR busca modernização com tecnologia da Microsoft e apoio da Xtrategus

Hamilton Barretto, da Xtrategus, e Ariel Ferreira da Silva, da ABRH-PR

Com mais de 50 anos de atuação no Paraná, a Associação Brasileira de Recursos Humanos acompanha o avanço da tecnologia no setor de RH e passa a contar com os recursos da suÍte de colaboração do Office 365 da Microsoft para permitir que a entidade e associados possam se modernizar.

Ariel Ferreira da Silva, Diretor de Tecnologia da Informação da ABRH-PR, reforça a importância do apoio da Microsoft que vê, na entidade e seus associados, um importante papel no desenvolvimento de organizações e profissionais para maximizar desempenho com uso de recursos tecnológicos. “Vamos poder oferecer soluções e infraestrutura para que o Paraná desponte no setor de RH”, explica Ariel. 

A Xtrategus, empresa parceira da Microsoft, especializada em Gestão da Excelência, Cloud Computing e Serviços de Infraestrutura,  patrocina a ABRH-PR e garante implantação das soluções e suporte para que os serviços da parceria rodem com o máximo de eficiência. Hamilton Barretto, CEO da companhia, ressalta que “essa mudança no setor, permeado pela tecnologia, tem mudado a dinâmica das contratações nas empresas, entrando pela área de business. Por isso, é importante empoderar cada organização, cada colaborador”.

Os parceiros também destacam o fato de 70% do tempo do RH, nas empresas, ser informacional e que, futuramente,  o uso de chatbots(robôs de atendimento) vai ser oferecido para ser incorporado nas soluções com a marca da ABRH-PR.    

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Cultura organizacional: a ponte que viabiliza o caminho para o sucesso corporativo

Por Pedro Saenger, vice-presidente da Veritas para América Latina

Definir a cultura organizacional de uma empresa não é tarefa fácil. É como moldar a personalidade da companhia: saber identificar a importância maior, a razão de ser, o que traz felicidade à empresa como um todo. Na verdade, a cultura organizacional pode ser vista como uma ponte com três pilares de sustentação fundamentais: as colunas, as beiradas e o caminho a ser percorrido nela.

As colunas tomam como base a felicidade e a vitória. É essencial entender o que é importante para a empresa e os objetivos para se alcançar o sucesso. Vale lembrar que nenhuma cultura é baseada só no lucro. É necessário que se definam valores, mensagens, diretrizes específicas que vão diferenciar uma organização das demais.

Depois, temos as beiradas, identificadas pelo respeito e humildade – características fundamentais para qualquer gestor que pretende manter uma equipe de colaboradores focada e dedicada. Aliás, investir em pessoas e saber identificar novos talentos que estejam alinhados com os propósitos da empresa é essencial para um bom ambiente de trabalho e desempenho acima da média.

Uma pesquisa divulgada pela Robert Half no início do ano corrobora com esse ponto de vista: o estudo mostra que para 29% dos recrutadores o que mais chama a atenção durante uma entrevista de emprego é a sinergia entre o candidato e a cultura da empresa.

Uma cultura organizacional forte e bem definida também tem influência direta na retenção de talentos. De acordo com uma pesquisa da Academy of Management Journal, os funcionários que se identificam com a cultura da companhia onde trabalham tendem a ficar, em média, 13 meses a mais do que aqueles que não compartilham dos mesmos valores da organização em que atuam.

E para finalizar, chegamos ao caminho, que nada mais é do que a comunicação. A forma como uma empresa se comunica com sua equipe pode mudar, mas os valores que ela representa e a mensagem que precisa ser passada, se mantem e são perenes: precisam ser reforçados o tempo todo, por meio de ações pontuais e no dia a dia da companhia.

A cultura organizacional é um organismo vivo e está sempre em transformação. E, dependendo da dificuldade e dos obstáculos no caminho, a ponte pode até tremer de vez em quando. O grande desafio é mantê-la flexível, sem perder o foco no objetivo final: a conquista e manutenção do sucesso, não apenas dos negócios, mas também do ambiente corporativo, da porta para dentro.

TIM oferece experimentação do motorola razr

O razr, celular que marcou uma geração e foi ícone da moda e da cultura pop, acaba de ser reinventado pela Motorola e chega à TIM para exposição. O smartphone – primeiro com tela dobrável da marca – já pode ser testado nas lojas dos shoppings Barigui (Curitiba) e Rio Mar (Recife).

O motorola razr é compacto e cabe confortavelmente no bolso. Quando aberto, garante uma experiência mais imersiva, com a tela interna dobrável Flex View de 6.2″ e proporção 21:9. Quando fechado, a tela externa interativa Quick View de 2.7″ permite o acesso prático a atalhos e ferramentas importantes. É possível fazer chamadas, responder mensagens, fazer pagamentos, controlar suas músicas, tirar selfies incríveis e utilizar o Google Assistant. Todas essas funções estão disponíveis sem a necessidade de abrir o aparelho.

O aparelho promete ser realmente compacto, mas sem comprometer a experiência de uma tela grande. Ele será comercializado pela operadora a partir de janeiro. Para receber informações sobre o início das vendas, acesse motorola.com.br e cadastre-se.

Avisos Legais

O desenho repelente a água cria uma barreira que ajuda a proteger contra exposição moderada à água, tais como derramamentos, respingos, transpiração ou chuva leve. Não é projetado para submersão na água ou exposição a água pressurizada ou outros líquidos; pode diminuir com o tempo. Não é à prova d’água.

RAZR é uma marca registrada de Razor USA LLC; RAZR e RAZR-formatives são utilizadas com a permissão de Razor USA LLC.

Pesquisa da Oracle aponta que 97% dos brasileiros gostariam de ter uma entrega rápida de suas compras

A Oracle Retail, plataforma voltado ao mercado de varejo, realizou a pesquisa Setting The Bar 2019 com mais de 15.800 consumidores e 210 varejistas para entender as demandas e experiência de consumo mundialmente. No geral, o estudo destaca que os varejistas não estão atendendo às expectativas dos clientes. O levantamento apontou que 97% dos brasileiros gostariam de ter uma entrega rápida de suas compras, preferencialmente rápida e barata, e que poderia contemplar drone ou veículo autônomo.

Sobre as entregas feitas no prazo, os entrevistados brasileiros consideraram que apenas as lojas online são mais confiáveis para garantir que as compras cheguem no prazo (59% do tempo), contra 57% nos varejistas tradicionais. Um recorte para o Brasil também mostra que 18% dos consumidores nunca mais comprariam com um varejista quando as promessas de entrega não foram cumpridas e 49% disseram que procurariam um varejista alternativo.

Ainda no pós compras, os varejistas e clientes discordam sobre a devolução de itens, uma vez que 57% das empresas acreditam que a devolução de produtos é muito fácil e a mesma parcela de consumidores discorda e classifica o processo de devolução como um aborrecimento completo. A pesquisa mostra que 87% dos consumidores na América Latina pretendem devolver um presente e 23% planejam devolver mais da metade dos presentes.

“Os retornos são uma realidade crescente. Os varejistas precisam vê-los como uma oportunidade potencial de interagir com os clientes e criar mais afinidade com a marca – seja trocando-os por outras mercadorias ou simplesmente dando-lhes uma experiência de retorno positivo “, diz Raul Neto, vice-presidente da Oracle Retail na América latina.

Já na parte de experiências de compras, mais da metade dos consumidores globais (56%) classifica a conveniência, tal como ter seu tamanho de roupa em estoque, como a principal prioridade na jornada de consumo. De fato, os consumidores brasileiros da pesquisa (53%) apontam que a conveniência e uma ótima jornada de compras, independentemente do canal, é importante na hora de comprar algum item. Ter espaço para experimentar as roupas, conhecer novos produtos e conselhos de especialistas foram classificados como pontos importantes ao fazer compras na loja física.

“As expectativas dos consumidores estão sempre em mudança constante, com cada experiência positiva estabelecendo um novo padrão para o sucesso no varejo”, disse Mike Webster, vice-presidente sênior e gerente geral da Oracle Retail. “Seja compartilhando uma carona, aproveitando uma experiência em um aplicativo ou entrando em uma loja física, os clientes esperam o mesmo nível de serviço em todas as interações dos canais. Isso aumenta as apostas para que os varejistas possam competir com marcas rivais e novos modelos de negócios “.

A conveniência, juntamente com a tecnologia, que atua como um facilitador entre o varejo e os clientes, é importante para melhorar o fluxo de compras, além de ajudar os varejistas na disponibilização de produtos.

Aproximadamente 67% dos entrevistados do país gostam da ideia da tecnologia online que disponibiliza uma versão digital de si mesmo para experimentar produtos (como óculos de sol e roupas). A realidade virtual (VR) foi citada por 69% dos entrevistados como ferramenta que ajuda nas compras, pois pode permitir que o consumidor escolha virtualmente uma roupa, sem a necessidade de ir em um provador da loja física.

Confiança e lealdade em pauta

Conforme as mudanças comportamentais acontecem, os consumidores demandam experiências personalizadas além de um conteúdo dinâmico ou ofertas especiais. É preciso fortalecer os laços entre as pessoas e a marca, tomando a premissa deste relacionamento como vantagem de oferta de produtos.

Sendo assim, os brasileiros (58%) citam que ofertas ou descontos feitos com base em sua lealdade à marca mostram um nível de tratamento personalizado do varejo com seu relacionamento como consumidor.

Para Neto, o varejo e os consumidores estão alinhados, mas ainda há um longo caminho de implementações. “Já vemos melhorias em diversos países em atendimento e experiência em diversos canais. Apesar de termos muito a ser feito, entendemos que o mercado caminha na direção do consumo, com ouvidos mirados nos desejos do consumidor e valorização do relacionamento como objetivo de melhorias nas linhas de negócios”, conclui.

Já no quesito confiança, 52% dos pesquisados globalmente confiam mais nos varejistas que respondem imediatamente às solicitações ou recall e 47% têm maior probabilidade de confiar nas novas marcas se forem honestos e autênticos. Já um em cada cinco consumidores das Gerações Z e Y confia totalmente no que os varejistas dizem.

Para ler a o relatório, clique aqui e saiba mais sobre o mercado de varejo e consumidores no Brasil no portal da Oracle .

Metodologia

A pesquisa Setting The Bar da Oracle Retail foi realizada em 2019 com mais de 15.800 consumidores e 210 varejistas em cinco regiões principais: Europa (França, Alemanha, Itália, Espanha, Suécia, Emirados Árabes Unidos e Reino Unido), JAPAC (Austrália, China, Índia, Japão), América Latina (Brasil, Chile, México), América do Norte (Canadá, Estados Unidos da América).

Seis em cada dez brasileiros têm conexão abaixo da contratada, diz PROTESTE

O velocímetro PROTESTE detectou um dado preocupante. Aproximadamente seis em cada dez pessoas no Brasil não recebem a velocidade que contrataram junto à sua operadora de internet.

De um total de aproximadamente 124 mil pessoas que testaram a velocidade da conexão com a ferramenta da PROTESTE, apenas 47 mil registraram velocidade próxima à contratada. Olhando por estado, o índice se repete no Rio de Janeiro e São Paulo.

Ou seja, mais da metade dos brasileiros está pagando por um serviço que não é prestado conforme acertado em contrato.

Como fazemos a medição no Velocímetro PROTESTE?

Ao entrar no velocímetro PROTESTE, o consumidor informa a operadora e a velocidade contratada. Se a velocidade ficar abaixo de 80% da contratada, o cliente recebe uma mensagem “internet ruim”. Se ficar acima, recebe uma informação de “internet boa”.

O velocímetro PROTESTE permite que os consumidores façam diversas medições e armazenem o histórico dos resultados. Dessa forma, eles podem pedir às operadoras o reembolso do valor pago por um serviço não inteiramente prestado.

O que diz a lei?

De acordo com a legislação, as prestadoras são obrigadas a garantir uma média de 80% da velocidade contratada. Além disso, o resultado do teste nunca pode ser menor que 40% do contratado. Trata-se de uma questão contratual e um direito do consumidor.

Por exemplo, ao contratar um pacote com velocidade de 40 Mbps, a velocidade de conexão nunca pode ser inferior a 16 Mbps (40%), que é a transmissão instantânea; e a média da velocidade ao longo do mês não pode ser inferior a 32 Mbps (80%), que é a transmissão média.

O que eu posso fazer?

Os consumidores que perceberem velocidade inferior à contratada nessas medições podem entrar em contato com o serviço de defesa do consumidor da PROTESTE por meio do telefone 4020-1878.

São Paulo Tech Week 2019 se consolida como um dos principais festivais de inovação e tecnologia do mundo

Pelo segundo ano consecutivo, a cidade de São Paulo foi palco do maior festival de inovação e tecnologia do mundo, a São Paulo Tech Week . Em sete dias, foram realizados 755 eventos espalhados pela capital paulista, atraindo 85 mil pessoas.

Para esse ano, a SPTW apostou no lançamento do seu Hub de conteúdo, no SPACES Berrini. Ao todo, foram quatro arenas com temáticas voltadas ao universo feminino no mundo 4.0, Big Data, LGPD, Fake News, Fact Checking, Novas Mídias, entre outros. Além dos painéis e workshops, o espaço contou com ativação de marcas, com experiências trazidas por Greenpeace, JCDecaux, Secretaria Municipal da Pessoa com Deficiência, Secretaria Municipal de Segurança Urbana, Outdoor Social, All Points e Pluginbot.

“Nesta edição, levamos o debate sobre tecnologia nas mais diversas áreas do centro até as periferias. Iniciativas como essa fomentam novas ideias e a geração de oportunidade de negócios para toda a população”, destaca Silvana Buzzi, presidente da SP Negócios, agência de Promoção de Investimentos e Exportações do município de São Paulo, organizadora do festival.

O festival ainda trouxe mais de 60 atividades internacionais de países como Canadá, Uruguai, Argentina, Espanha, Noruega, Holanda e Portugal. A SPTW contou com o patrocínio de SPACES, Regus, ArcelorMittal, TOTVS, Daniel Advogados, Embratel, Sympla, Estação Hack SP from Facebook, Atento e B3, além de dezenas de apoiadores.

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Empresas adotam IBM Blockchain para reduzir desperdício e risco na produção agrícola

As empresas Agricom e S4 aderiram ao IBM Food Trust, ecossistema global para a indústria de alimentos que visa proporcionar, a partir da tecnologia de blockchain, responsabilidade e transparência sem precedentes sobre os alimentos aos consumidores finais.

Segundo a OCDE e a Organização das Nações Unidas para a Agricultura e a Alimentação (FAO), 14% da produção agrícola mundial vem da América Latina e estima-se que até 2028 a região responderá por mais de 25% das exportações globais de produtos agrícolas e de pesca.

Ao ingressar no IBM Food Trust, a Agricom pode compartilhar seletivamente informações importantes sobre os alimentos que produz com seus parceiros de negócios, como fornecedores, produtores, varejistas e muito mais, tudo de uma maneira altamente segura e transparente no blockchain. A Agricom poderá, ainda, proporcionar maior transparência e confiança aos consumidores finais das frutas produzidas em suas seis plantas no Chile, além de reduzir a perda de alimentos na cadeia de produção e distribuição. A Agricom, que faz parte da multinacional Westfalia Fruit Group, usa a plataforma blockchain para rastrear frutas que chegam diariamente às mesas dos consumidores, como abacates, laranjas, maçãs e limões, entre outros.

“Na Agricom, inovamos constantemente para trazer frutas frescas de classe mundial para a mesa dos consumidores, não apenas no Chile, mas em todo o mundo”, diz Francisco J. Martínez, gerente assistente de TI da Agricom. “Exportamos frutas para os Estados Unidos, Europa, Ásia, América Central e América do Sul, alcançando em 2018 exportações de 98.000 toneladas de frutas frescas. Para isso, desenvolvemos uma forte política de inovação e automação de processos em todas as áreas da empresa, que levou a usar a melhor tecnologia disponível em termos de seleção e calibração de frutas. A incorporação do blockchain para a rastreabilidade de frutas é mais um passo no caminho da excelência em qualidade que estamos percorrendo”.

A S4, uma startup dedicada à criação de tecnologia para reduzir o risco na produção agrícola causado pelos efeitos do clima, incorporará a tecnologia blockchain em seu produto S4Go para registrar a localização geográfica dos lotes e suas informações técnicas produtivas no momento em que são desenhadas, para registrar e confirmar as informações, criando visibilidade e responsabilidade na cadeia de origem desde o momento inicial.

Segundo o Banco Interamericano de Desenvolvimento, 127 milhões de toneladas de alimentos são desperdiçadas anualmente na América Latina, o equivalente a um terço do que a região produz no mesmo período.

Por meio do acordo com o IBM Food Trust, o S4Go poderá compartilhar seletivamente informações importantes sobre produtos alimentícios com seus outros atores comerciais – como fornecedores, produtores, varejistas – de maneira altamente segura e autorizada em blockchain. Ao permitir esse nível mais alto de transparência, o S4Go pode colaborar de maneira mais eficaz com os membros da cadeia do agronegócio, indexando o crescimento da planta, aplicando inteligência artificial em dados de satélite e várias fontes remotas, para otimizar o gerenciamento produtivo e monitoramento em tempo real das lavouras e, dessa forma, planejar a produção de alimentos de maneira mais adequada, a fim de reduzir desperdícios e riscos.

“Graças à tecnologia IBM, o produtor e os atores subsequentes da cadeia podem rastrear, proteger e garantir transparência na localização e no desenvolvimento de suas colheitas. Isso também possibilita a certificação futura, uma vez que o S4Go adiciona informações obtidas por meio de processos, garantindo não apenas a imutabilidade das informações, mas também a interpretação e validação das informações fornecidas pelo produtor”, Mariano Tamburrino Co-Fundador e COO da S4.

Criado na tecnologia de código aberto baseada no Hyperledger Fabric, o IBM Food Trust usa um modelo de governança que permite às empresas estabelecer regras sobre quem pode ver os dados carregados na solução e por quanto tempo. Esses dados permanecem sob o controle da empresa, mesmo depois de terem sido carregados no IBM Food Trust.

“Atualmente, cerca de 34% dos alimentos produzidos na América Latina são desperdiçados, enquanto mais de 77 milhões de pessoas sofrem de doenças relacionadas a alimentos todos os anos. Esses problemas podem ser melhorados com a aplicação de blockchain em toda a cadeia alimentar”, disse Martin Hagelstrom, Líder de IBM Blockchain para a América Latina. “A solução IBM Food Trust fornecerá a melhor segurança e transparência em todas as transações realizadas pela Agricom e pela S4, com qualquer um de seus stakeholders e consumidores finais, garantindo a rastreabilidade dos produtos em cada ponto da cadeia”.

A Food Trust é uma das maiores e mais ativas redes de blockchain não criptográficas em produção atualmente. Na América Latina, vários produtores e outras empresas do agronegócio estão usando a solução para rastrear produtos do campo até a mesa. Para mais informações, visite ibm.com/food.

8ª Airport Infra Expo será em São Paulo e abordará tendências e experiência do passageiro

Com agenda definida, a 8ª edição da Airport Infra Expo será realizada na capital paulista, nos dias 7 e 8 de outubro de 2020, e movimentará a cadeia aeroportuária na América Latina, principalmente no Brasil. Sob o tema Conectividade e Tecnologia: A Evolução do Ecossistema do Transporte Aéreo, a edição 2020 será voltada para as novas tendências que vem mudando de forma exponencial a jornada do passageiro nos aeroportos, onde se destacam tecnologias como uso de robótica, beacons e ferramentas de reconhecimento facial, por exemplo. Conforme dados do Sita 2019 Air Transport IT Insights, os investimentos das companhias e aeroportos em 2018, para melhorar a experiência do consumidor, atingiram patamar recorde de US﹩ 50 bilhões.

Especialista no setor e idealizadora da Airport Infra Expo, Paula Faria, destaca que, após sete anos da abertura das concessões dos aeroportos, o cenário brasileiro nesse setor se transformou, aliando a experiência do setor público ao dinamismo do privado. “Sem dúvida, esse mercado evoluiu e amadureceu com a entrada das empresas privadas. O próximo e fundamental desafio é focar no desenvolvimento da aviação regional do país, aumentar a competitividade, eficiência e lucratividade. Nesse sentido, o uso das novas tecnologias voltadas ao passageiro, com o objetivo de gerar experiências cada vez mais positivas e personalizadas, é parte essencial para esse mercado”.

E complementa: “Assim como o mercado brasileiro aeroportuário, a Airport Infra Expo também se consolida, passando a desempenhar papel catalisador no desenvolvimento desse setor na América Latina, com ênfase para o Brasil, o maior mercado de aviação da região. Vamos reunir em São Paulo toda a indústria: aeroportos públicos e privados na América Latina, empresas, governo, companhias aéreas e especialistas nacionais e internacionais. O evento será composto por conferência, exposição e rodadas de negócios. A nossa expectativa é reunir mais de dois mil participantes”, disse.

As sete edições do evento são responsáveis por reunir mais de 20 mil participantes, 500 reuniões de negócios, 650 marcas, 120 painéis de discussão, além de mais de 400 palestrantes e 250 apoiadores.

Mercado brasileiro

A previsão do Ministério da Infraestrutura é que o país atinja, em 2025, a marca de 200 cidades e 200 milhões de passageiros, um aumento de 42,86%. Atualmente, 140 localidades no país contam com voos, onde anualmente são transportados 140 milhões de passageiros.

Concessões

Nos primeiros 6 meses de 2019 foram realizadas, no Brasil, 23 concessões (aeroportos, portos e ferrovias), sendo que, em março, ocorreu o leilão de 12 aeroportos (5ª rodada) divididos em três blocos, com ágio de mais de 900% e previsão de arrecadação total de R﹩ 4,2 bilhões para o Governo Federal ao longo dos 30 anos de concessão. Conforme dados da Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC), foram realizadas cinco rodadas até o momento, onde 22 aeroportos- representando 57% do tráfego regular no país, foram concedidos à iniciativa privada. De um total de R﹩33 bilhões do investimento previsto, mais de R﹩17 bilhões já foi realizado.

E, até 2022, segundo o Ministério da Infraestrutura, mais de 40 novos aeroportos serão concedidos à iniciativa privada, sendo que 22 estão em estudos, vão compor a 6ª rodada e já estão qualificadas pelo PPI (Programa de Parcerias de Investimentos), com previsão de investimentos de R﹩ 5 bilhões. A 7ª Rodada de Concessões conta com 19 aeroportos e investimento de R﹩ 5,28 bilhões.

Airport Infra Expo 2020

Data: 07 e 08 de outubro de 2020
Local: Centro de Convenções Frei Caneca, Rua Frei Caneca, 569, Consolação, São Paulo/SP
Mais Informações: http://airportinfraexpo.com.br Organização e promoção: Sator (http://sators.com.br)

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Voxy anuncia Eliane Iwasaki como sua nova vice-presidente de Marketing

A Voxy, empresa de solução personalizada de treinamento de inglês corporativo online, anuncia Eliane Iwasaki como nova vice-presidente de Marketing da companhia. Ela ficará baseada na cidade de São Paulo e será responsável por reforçar o posicionamento da empresa no mercado corporativo, liderar a equipe de marketing e apoiar a expansão global da Voxy por meio de um programa de parcerias.

Além disso, Eliane vai apoiar o projeto “New Americans” nos Estados Unidos, que consiste em promover a inclusão de refugiados e imigrantes no país ao oferecer a oportunidade de desenvolver a proficiência no inglês e ampliar suas chances no mercado de trabalho. “É uma oportunidade única liderar uma equipe global para uma empresa americana, mas que tem um potencial tão forte no Brasil e toda América Latina. Esperamos ampliar a equipe local e seguir crescendo para apoiar profissionais em todo o mundo a impulsionarem suas carreiras ao se beneficiarem dos programas de desenvolvimento oferecidos em suas empresas”, comenta a executiva.

Eliane Iwasaki conta com 15 anos de experiência em marketing para tecnologia. É formada em Relações Públicas pela Faculdade Cásper Líbero, com pós-graduação em Marketing por essa mesma universidade, e MBA em Gestão Empresarial pela Fundação Getúlio Vargas (FGV) com módulo internacional na Universidade de Birmingham. Foi gerente de Marketing na Red Hat e na D-Link, e diretora de Marketing sênior na Return Path, onde adquiriu experiência internacional gerenciando equipes e stakeholders na Alemanha, Austrália, Espanha, Estados Unidos, França e Londres.

“A Voxy tem uma proposta de valor inovadora, com uma metodologia que explora a inteligência artificial para personalização, a mobilidade do e-learning, conteúdo real obtido por meio de parcerias com renomados portais como Bloomberg e Financial Times, e permite que empresas melhorem sua eficiência ao desenvolver suas equipes, ao mesmo tempo que causa um impacto significativo na vida de muitas pessoas em todo o mundo”, afirma Eliane. “É cada vez mais comum as empresas oferecerem aos colaboradores o ensino do inglês como benefício. Queremos aproveitar a tendência para oferecer uma solução eficiente, que permite acompanhamento de resultados e geração de retorno do investimento, consolidando a Voxy como solução de treinamento de inglês corporativo.”

Maior conferência da América Latina de startups reúne mais de 12 mil pessoas

Pelo sexto ano consecutivo, a Associação Brasileira de Startups (Abstartups), entidade que representa o ecossistema brasileiro de startups, realizou, durante os dias 29 e 30 de novembro, a Conferência Anual de Startups e Empreendedorismo, maior evento latino-americano voltado para startups e reuniu mais de 6 mil participantes únicos por dia.

Ao todo, foram oito espaços de conteúdo com mais de 135 palestras no total que falaram sobre os mais variados temas relacionados a startups e empreendedorismo. Além disso, os participantes puderam participar de quatro trilhas separadas por área de conhecimento: hipsters, que reunia criativos e designers; os hackers, responsáveis pelo desenvolvimento de soluções tecnologias; e por fim, os hustlers e hypers, com os especialistas em vendas e marketing, respectivamente.

O palco principal contou com a presença do representantes do iFood, Stone, 99, Darwin Startups, Google for Startups, SemRush, RD Station, Reserva, Maya Capital, Cubo, Nubank, entre outros palestrantes, que levantaram temas como “Como chamar atenção das aceleradoras”, “Como construir uma startups com diversidade e inclusão”, “Captação de recursos e Aquisição de Empresas”, entre outros temas.

No primeiro dia, o Co-fundador do Wikipedia, Jimmy Wales, destacou a importância de falhar para a construção de seu negócio de sucesso e as tentativas frustradas que teve na criação e desenvolvimento de seu primeiro produto de sucesso, lançando também uma nova plataforma de informações, o WikiTribune, sem propaganda e de atuação multinacional, já livre para acesso mundo a fora.

Ao todo, foram oito espaços de conteúdo com mais de 135 palestras no total que falaram sobre os mais variados temas relacionados a startups e empreendedorismo. Além disso, os participantes puderam participar de quarto trilhas separadas por área de conhecimento: hipsters, que reunia criativos e designers; os hackers, responsáveis pelo desenvolvimento de soluções tecnologias; e por fim, os hustlers e hypers, com os especialistas em vendas e marketing, respectivamente.

O palco principal contou com a presença do representantes do iFood, Stone, 99, Darwin Startups, Google for Startups, SemRush, RD Station, Reserva, Maya Capital, Cubo, Nubank, entre outros palestrantes, que levantaram temas como “Como chamar atenção das aceleradoras”, “Como construir uma startups com diversidade e inclusão”, “Captação de recursos e Aquisição de Empresas”, entre outros temas.

No primeiro dia, o Co-fundador do Wikipedia, Jimmy Wales, destacou a importância de falhar para a construção de seu negócio de sucesso e as tentativas frustradas que teve na criação e desenvolvimento de seu primeiro produto de sucesso, lançando também uma nova plataforma de informações, o WikiTribune, sem propaganda e de atuação multinacional, já livre para acesso mundo a fora.

Representando o Comitê Corporate da Abstartups, a Accenture lançou um playbook com alguns insights sobre as maiores empresas têm conduzido o relacionamento com startups. Já a startup catarinense Exact Sales, especializada em um software que ajuda vendedores a prospectar novos clientes, comprou a Results, uma startup de inteligência artificial de Goiânia, adquirindo o software capaz de coletar dados públicos. “Estamos comprando a tecnologia da empresa para deixar nossos robôs de pesquisa mais assertivos”, afirma o executivo.

Satisfeito com o resultado, o presidente da Abstartups, Amure Pinho, comentou no fechamento do evento: “Mais forte do que nunca, o CASE conseguiu reunir grandes nomes do cenário de inovação e empreendedorismo nacional e internacional, conectando ideias e pessoas com muito conteúdo relevante e importante para a consolidação do ecossistema nacional. O tamanho e a qualidade do público, dos expositores e palestrantes provam que estamos no caminho certo”.

Thomson Reuters anuncia vencedoras da 3ª edição de programa de aceleração de startups

As startups Standard IT (São Paulo/SP), D2P (São Paulo), NeuralMind (Campinas/SP) e Sobit (Várzea Paulista) são as selecionadas a 3ª edição do Accelerator Day, programa de aceleração promovido pela Thomson Reuters, multinacional de tecnologia provedora de soluções Fiscais, Tributárias, Contábeis, Jurídicas e de Comércio Exterior. O concurso é voltado para inovações em tecnologia para o segmento regulatório e, neste ano, foram avaliadas empresas iniciantes que desenvolvem soluções em tecnologia para aprimorar a rotina dos profissionais de quatro segmentos: Tributário/Fiscal; de Comércio Exterior; Contábil; e Conteúdo Jurídico.

O Pitch Day aconteceu na última sexta-feira, 06/12, na cidade de São Paulo. As oito finalistas apresentaram produtos e serviços com potencial de escala e já testados em clientes reais, com soluções que utilizem Inteligência Artificial, Automação e Integração de Processos, Machine Learning e Análise de Dados.

Vencedora na categoria Tributário/Fiscal, a Standard IT apresentou uma solução de Automação de Processos para entregas fiscais das empresas, desde a conciliação e consistência da base de dados, validação da integridade das informações e envio das obrigações. A D2P foi a escolhida em Comércio Exterior, com um projeto que traz Business Intelligence e Data Analytics para todos os processos de importação e importação, extraindo dados de forma automática e convertendo-os em informação relevante, enquanto identifica lacunas e necessidades de cada negócio para prover soluções que resolvam dores reais das empresas.

Na categoria Conteúdo Jurídico, a selecionada foi a NeuralMind, com uma solução de análise de dados jurídicos para proporcionar insights e ampliar a inteligência na tomada de decisão, por meio da extração e análise automática de documentos, utilizando tecnologia de linguagem natural. Por fim, a Sobit foi a ganhadora em Contabilidade, com um produto que amplia a interação do contador ou escritório de contabilidade com os clientes, reduzindo tempo de fechamento contábil.

“A terceira edição do Accelerator Day foi novamente um grande sucesso para a Thomson Reuters e todo o ecossistema de startups no Brasil. Vimos uma série de projetos inovadores que realmente podem aprimorar o nosso portfólio e nos auxiliar a mudar a redefinir a forma como os profissionais do segmento regulatório trabalham em empresas de todos os portes no Brasil. Foi uma seleção muito difícil e uma escolha final bastante acirrada, o que comprova a qualificação que estamos promovendo no mercado”, afirma Menotti Franceschini, líder de Corporate Value Proposition da Thomson Reuters.

As quatro soluções selecionadas serão desenvolvidas em parceria com a Thomson Reuters ao longo de 2020, incorporando-se às soluções existentes da empresa: ONESOURCE Tax One (gestão fiscal), ONESOURCE Global Trade (gestão de comércio exterior), Thomson Reuters Contábil (gestão contábil) e Soluções de Legal (conteúdo e software jurídico). São produtos que proporcionam o cumprimento das obrigações fiscais, contábeis, de compliance, automatização de tarefas, informações estratégicas gerenciamento dos processos de importação e exportação das empresas e acesso à informação estratégica para o negócio das empresas.

Desde o ano passado, a Thomson Reuters selecionou oito startups nas primeiras edições do programa, sendo que três delas já estão desenvolvendo suas soluções como aplicações complementares às da Thomson Reuters, conectadas às plataformas da empresa e disponíveis para a ampla base de clientes no Brasil.

iProspect apresenta novo diretor geral no Brasil

O uso combinado de tecnologia e dados mudou a face do mercado de marketing e comunicação. A iProspect, agência de marketing full performance presente em 56 países, é uma das líderes deste movimento, tendo desenvolvido no Brasil de forma pioneira o Hub Digital, solução integrada de gestão de estratégias digitais com foco em eficiência e transparência. Atualmente, a agência gerencia 4 hubs de empresas de grande porte, sendo responsável pelo trabalho de dezenas de marcas. Para expandir este modelo e desenvolver novas soluções como mídia programática para TV e interações por voz, além da aplicação de inteligência artificial e machine learning a experiências orientadas por dados, a iProspect indicou como seu novo diretor geral no Brasil o executivo Marcelo Petercem Ramos. Ele possui 15 anos de experiência em Gestão, Marketing e Performance e liderou com sucesso a área de inteligência dos Hubs de P&G e Heineken, sendo um dos responsáveis pela consolidação deste modelo. A decisão por Marcelo deu-se por seu trabalho na Dentsu Aegis Network – DAN, pois ele é executivo da consultoria de negócios do grupo, a Cosin Consulting linked by Isobar, desde 2012.

Formado em Engenharia da Automação pelo Instituto Mauá de Tecnologia, com pós-graduação em gestão pela FIA, Marcelo Petercem Ramos começou sua carreira na Rhodia, tendo passado também pela Ultrapar e CTEEP. Em 2012, ingressou na Cosin Consulting Linked by Isobar, consultoria de negócios e tecnologia da DAN que já realizou projetos para 70% das maiores empresas brasileiras. Na Cosin Consulting, teve uma carreira ascendente até chegar a diretor executivo, tendo participado de projetos nas áreas de desenvolvimento de negócios, performance operacional, CRM, dentre outros. Em 2016, Marcelo desenvolveu a solução de Engenharia de Mídia, que avalia de forma agnóstica e estruturada o retorno de investimentos em mídia e marketing. Posteriormente, já em parceria com a iProspect, começou a trabalhar também com os Hubs de P&G e Heineken.

Para Philippe Seignol, presidente da iProspect Latam, “vemos a oportunidade de fortalecer no Brasil nossa proposta de uma agência digital full service moderna, fundamentalmente focada em transformar os negócios de nossos clientes e em orientá-los na nova economia digital”. O executivo completa ainda que “buscamos reunir profissionais e parceiros que possam desenvolver e executar experiências escaláveis baseadas em dados em todos as plataformas e telas de forma a entregar resultados palpáveis e sustentáveis para nossos clientes. Nosso novo diretor geral no Brasil reúne estas características com um longo histórico de sucesso dentro do próprio grupo. Estou seguro que ele será um fator chave para acelerar nosso crescimento no País”.

Segundo Petercem, o modelo adotado no Hub digital tem aderência para vários clientes e mercados. “Os hubs atendem à demanda de maior transparência, combinação de recursos dedicados com perfis multidisciplinares, eficiência de investimentos e mensuração de resultados das marcas, utilizando as ferramentas mais modernas em dados e conhecimento do perfil do consumidor”, disse. O modelo começa com a identificação de quais dados são realmente essenciais para o entendimento de terminado mercado/perfil de público. Eles podem ser acessados em banco de dados públicos, privados e no próprio cliente. Os dados são armazenados então em um banco de dados único (data lake), permitindo assim comparações, análises e até o teste de algumas hipóteses. O segundo passo é a utilização destes insights e orientações para a geração de um briefing super-qualificado que irá direcionar o desenho tanto da parte criativa dos conteúdos e mensagens como dos canais e estratégias que serão utilizados. A terceira etapa é a medição da performance da ativação em termos de negócios e feedback dos consumidores. Essas informações retroalimentam todo o processo, gerando um desenvolvimento contínuo e a estruturação de um banco de dados cada vez mais sólido.

“São poucas as empresas no Brasil que atingiram este grau de maturidade no uso de dados. Porém, os benefícios são muito grandes. Primeiro que, neste modelo, o hub é como se fosse uma espécie de ‘one stop shop’, ou seja, entramos em uma fase na qual conseguimos organizar tudo o que a empresa precisa em termos de negócio, gerar um briefing consistente e distribuir as tarefas a agências e parceiros específicos conforme a especialidade. Com isso, há uma simplificação muito grande de todo o processo e uma verdadeira articulação entre todas as partes envolvidas. Outros benefícios são a transparência na alocação de recursos, a formação de um time dedicado e em atualização constante, o que por sua vez gera mais confiança entre agência e cliente, além de otimização de investimentos”, explica Marcelo Petercem Ramos.

Para Eduardo Bicudo, CEO da DAN no Brasil, “Marcelo tem grande compreensão de nosso negócio e proposta de valor, desenvolveu diversos projetos na Cosin, DAN e nas operações, em desenvolvimento de negócios, performance operacional, CRM, e outras áreas. Sua consistente e valiosa contribuição na oferta de Engenharia de Mídia e nos os Hubs de P&G e Heineken são amplamente reconhecidos no Grupo, e por isso o convidamos a estender a sua atuação e reponsabilidade à frente da iProspect agora”.

Os planos da iProspect incluem também o desenvolvimento/expansão de serviços de consultoria in house para clientes de Consumo, Telecomunicações, Empresas Aéreas e Varejo, a aplicação de uma plataforma de gestão de mídia programática em TV – modelo inovador que pode unir o grande impacto dos canais abertos com o controle e personalização do digital – e o desenho de experiências ativadas por voz – uma das tendências que mais crescem entre os consumidores e que ainda é pouco utilizada pelas marcas no Brasil.

Para empresas brasileiras, tecnologia é parte central da evolução dos negócios, revela estudo da Sage

Pesquisa global realizada pela Sage, líder de mercado em soluções de gestão na nuvem, revela que as empresas brasileiras apostam em tecnologias como inteligência artificial, smart, inovações capazes de proporcionar experiências exponenciais, e banda-larga de alta velocidade como as ferramentas que vão fazer a diferença em seus negócios nos próximos cinco anos. Os dois primeiros itens dessa lista foram citados por metade dos entrevistados.

Nos Estados Unidos e na Austrália, por exemplo, as tecnologias citadas como mais relevantes foram smart, 5G e banda-larga de alta velocidade e móvel. O consenso se estende entre os 12 mercados consultados na pesquisa “We Power the Nation”, encomendada pela Sage e executada pela YouGov, que ouviu 2.994 executivos com o objetivo de aferir suas expectativas em relação ao comércio nacional e internacional e o impacto da tecnologia nessas negociações.

O estudo também pediu que os entrevistados apontassem as principais tecnologias para facilitar o comércio internacional entre as empresas ao redor do mundo. As mais citadas foram softwares na nuvem, e-commerce e pagamentos em dispositivos móveis. No Brasil, esses itens foram mencionados por, respectivamente, 50%, 54% e 35% dos respondentes, Na Espanha e na África do Sul, esses itens também foram os mais comentados.

Quando perguntados sobre as três medidas principais que o governo deveria tomar para facilitar o comércio internacional, as mais citadas pelas empresas brasileiras foram remoção de barreiras comerciais (40%), promoção de investimentos, incentivos e financiamentos (40%) e a disponibilização de melhores ferramentas de tecnologia (37%), ponto importante para o avanço na era da globalização. Dos outros países entrevistados, quem chegou mais perto nesse quesito foram Espanha (35%), África do Sul (33%) e Malásia (31%).

Para o presidente da Sage no Brasil e América Latina, Jorge Santos Carneiro, “quase 40% dos executivos apontam a necessidade de maior investimento em tecnologia como forma de alavancar os negócios internacionais, o que demonstra uma percepção cada vez maior do mercado quanto à relevância do tema para o desenvolvimento das empresas”.

Como contraponto, quem mais se distanciou desses termos foram Reino Unido (16%), Estados Unidos (17%), Austrália (22%), Irlanda (22%), Alemanha (25%) e Suíça (25%). Desse segundo grupo, apenas a Irlanda não figura no ranking da CTA sobre os países que mais se destacaram em tecnologia em 2018, que leva em conta os investimentos nessa área para gerar empregos.

Ainda em relação ao comércio internacional, as empresas brasileiras também são as que mais afirmaram usar softwares para automatizar e garantir o compliance ao exportar ou importar bens (62%), número que cai drasticamente no Reino Unido (22%) e na Alemanha (31%), por exemplo.