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57% dos profissionais de RH estão confiantes em uma retomada positiva nos próximos dois meses

Com o objetivo de compreender os impactos da pandemia do novo Coronavírus (Covid-19) nos processos seletivos, a Catho realizou uma pesquisa com 800 recrutadores para mapear as perspectivas de contratação em tempos de quarentena. Segundo o levantamento, 57% dos profissionais de RH estão confiantes em uma retomada positiva nos próximos dois meses.

Ainda segundo a pesquisa, 50% acreditam na efetividade do processo seletivo virtual durante a quarentena. Dentre os métodos utilizados para realizar o recrutamento estão videochamada (79%), ligações (63%), e-mail (33%), SMS (7%) e WhatsApp (2%).

Para Regina Botter, diretora de Operações da Catho, a adaptação é a palavra para este momento, uma vez que situações de crise também levam a oportunidades. Segundo a profissional, o universo empresarial sairá diferente após a pandemia, a partir de iniciativas que começam desde agora.

“Já observamos uma movimentação de mercado, principalmente entre os setores de comércio e de serviços, os mais impactados nesse momento inicial, que já deram os primeiros passos rumo à adequação de seus processos, como o sistema delivery, pedidos por aplicativos, implantação de e-commerce, entre outras iniciativas”, explica.

Ainda segundo a pesquisa, dentre as medidas que têm sido tomadas para manter o fluxo de trabalho em casa estão o uso de ferramentas de comunicação (80,5%), reuniões periódicas (50%), compartilhamento de documentos via nuvem (45%), utilização de ferramentas de gestão (21%) e treinamentos profissionais (15,5%).

Botter ressalta que o momento é de aprendizagem para muitas organizações, afinal, é a primeira vez que muitas estão se adequando para criarem seu escritório virtual. No entanto, a especialista pontua que existem diversas metodologias que auxiliam na proximidade entre lideranças e equipes.

“Muito mais do que as ferramentas de trabalho, o ponto chave para manter as operações funcionando está concentrado no colaborador. Diante de um momento em que a recomendação é o isolamento, atividades como café matinal, almoço em grupo e happy hour digitais são momentos que trazem essa sensação de unidade e de companheirismo, indispensáveis para esse momento”, afirma.

A profissional ainda destaca outras metodologias que auxiliam na rotina de trabalho e que foram adotadas pela Catho desde o início da quarentena, tais como: #MomentoPet, em que os profissionais tiram um período do horário de trabalho para ficarem com seus bichinhos, #MomentoKids, para brincar e curtir os filhos,#MomentoFamília, para ter tempo de qualidade com todos aqueles que convivem na casa e a #SalaVirtual, que permite momento de interação com toda a equipe de trabalho ao longo do dia.

Empresas passarão pela crise, mas precisarão de ajustes, aponta pesquisa LIDE com empresários brasileiros

Durante os dias 22 a 25 de março, 398 empresas das 1.700 filiadas ao LIDE – Grupo de Líderes Empresariaisresponderam formulário on-line sobre suas percepções, impactos e projeções sobre a crise causada pela pandemia de Covid-19, o novo coronavírus. Para 43,2% deles, a empresa irá passar pela crise, mas precisará fazer ajustes para sobreviver. A opinião é parecida para 31,2%, que afirmam que a companhia terá grandes dificuldades, mas passará pela crise. Apenas 1/5 dos líderes afirmam que suas empresas estão preparadas para enfrentar a crise em termos de fluxo de caixa, e 5,8% que dizem não ter nenhum preparo face à situação.

De acordo com a pesquisa promovida pelo LIDE, mais da metade dos respondentes projetam perdas entre 25 e 50% das suas receitas futuras. Dentro deste cenário, o estudo aponta que o corte de custos é o primeiro caminho a ser trilhado para 77,1% das empresas. Em nenhuma hipótese será possível manter o fluxo de pagamento e modelo operacional. A expectativa em relação à duração da crise é de 90 dias para 27,6%, enquanto que 23,6% dos líderes estimam um período mais curto: 60 dias.

Sobre as medidas econômicas anunciadas pelo Governo Federal, 57,8% dos líderes empresariais consideram boas, mas que precisam de um pacote mais abrangente. Para 28,9%, as medidas são insuficientes e de pouco impacto e 7,3% consideram ruins e precisam ser revistas. Apenas para 6% as medidas são suficientes para a crise. Em relação às medidas dos governos estaduais, as percepções são parecidas: 44,6% consideram boas; 29,2% acham insuficientes; 19,1% entendem como ruins e apenas 7,1% acreditam serem suficientes.

“Sabemos que a tarefa dos empresários brasileiros não será fácil. Há um longo caminho à frente. Entender o impacto inicial e as projeções dos líderes brasileiros é um movimento importante para que exista colaboração neste momento tão difícil”, afirma Luiz Fernando Furlan, chairman do LIDE, sobre a pesquisa. Todas as respostas com os líderes empresariais de quatro regiões do Brasil foram analisadas em tempo real pela equipe durante o período de coleta.

Para mais resultados da pesquisa LIDE, acesse bit.ly/pesquisaLIDE .

SONDA muda liderança executiva global

Com mais de 38 anos dedicados à SONDA, sendo 15 como CEO Global, Raúl Véjar deixa o cargo para se candidatar ao Conselho Administrativo. Durante o período em que esteve na liderança da companhia, Véjar realizou projetos significativos, como o processo de IPO, a ampliação do portfólio de soluções e serviços de TI – mais alinhado com as necessidade e desafios dos clientes, a consolidação da presença regional da SONDA em dez países da América Latina, o crescimento em receita e a execução dos planos trimestrais orientados à expansão da empresa.

Para substituir Raúl Véjar, o Conselho Administrativo da SONDA nomeou José Orlandini Robert como o novo CEO. Ele atuava como vice-presidente corporativo da Divisão de Serviços.

Orlandini é engenheiro civil eletricista, formado pela Universidade do Chile, e possui 34 anos de experiência na SONDA, tendo liderado, nos últimos anos, a área de negócios de Serviços em nível regional. Em sua carreira na companhia, liderou projetos emblemáticos na América Latina, como os de automatização de transporte público em Santiago e na Cidade do Panamá.

José Orlandini será responsável por consolidar os planos da empresa e manter a liderança da SONDA como a maior empresa de serviços e soluções de TI na América Latina, agregando valor e transformando os negócios dos clientes.

Em meio à pandemia, Certisign amplia serviço de renovação totalmente on-line dos Certificados Digitais

Com o intuito de desacelerar e reduzir os índices de infecção do novo Coronavírus no país, diversos governos estaduais decretaram que estabelecimentos (exceto aqueles que fornecem produtos ou serviços essenciais) fechassem as portas temporariamente, fazendo jus à determinação da quarentena. Entretanto, apesar das ruas vazias, muitas empresas continuam funcionando normalmente com colaboradores em home office — ou, mesmo que estejam inoperantes no momento, ainda têm de continuar relacionando-se com o fisco ou assinando documentos e contratos.

Diante deste cenário, a Certisign, a maior Autoridade Certificadora do País, tornou possível a renovação de Certificados Digitais totalmente on-line. Com esta medida, tanto os titulares dos Certificados Digitais de Pessoa Física, como Jurídica poderão fazer todo o processo de renovação sem sair de casa, em segurança, desde que o Certificado Digital deles seja elegível a este processo.

“Poupar clientes e colaboradores de saírem de suas casas neste momento crítico tem sido uma prioridade para nós, ao mesmo tempo em que entendemos que pessoas e empresas continuam precisando dar continuidade em suas rotinas, sem colocar em risco a saúde de seus colaboradores e negócio”, comenta Gustavo Klein, Gerente de Comunicação e Customer Experience da Certisign. “Poupar clientes e colaboradores de saírem de suas casas neste momento crítico tem sido uma prioridade para nós, ao mesmo tempo em que entendemos que pessoas e empresas continuam precisando dar continuidade em suas rotinas, sem colocar em risco a saúde de seus colaboradores e negócio”, comenta Gustavo Klein, Gerente de Comunicação e Customer Experience da Certisign.

Segundo Klein, as empresas podem aproveitar este momento, também, para ampliar o uso do Certificado Digital. “Muitos empresários e empreendedores não sabem, mas o Certificado pode ser usado para assinar documentos à distância. Ele funciona como uma assinatura de próprio punho com valor jurídico previsto na legislação, mas, para isso, ele precisa estar válido. Ou seja: negócios podem continuar sendo fechados mesmo sem a presença física e sem vai e vem de documentos. Com o uso do Certificado, tudo é realizado on-line”.

Covid-19: como evitar ou mitigar conflitos agora e no futuro próximo

Por Gustavo Milaré Almeida

As últimas semanas mudaram o mundo. A pandemia do Covid-19 já provocou sérias e irremediáveis modificações na nossa vida em sociedade. Para o bem e para o mal, a verdade é que o mundo que conhecíamos não existe mais.

Por um lado, quando voltarmos para a nossa vida cotidiana (o que — de forma segura — espera-se que ocorra o mais breve possível), acredita-se que as pessoas estejam mais conscientes das nossas inegáveis vulnerabilidades e, assim, ao menos, procurem ter mais empatia, compaixão e colaboração. Por outro lado, não há dúvida que atravessaremos uma crise global sem precedentes devido a esta pandemia, que talvez seja mais complicada de ser superada por alguns países, como o Brasil. Tempos ainda mais difíceis e desafiadores aproximam-se e nós precisamos pensar informada e conscientemente em como enfrentá-los.

Ninguém ainda saiba quais serão as reais consequências desta pandemia na sociedade, mas também não há dúvida que, desde já, devem ser tomadas as medidas adequadas para minimizá-las, cada um de acordo com as suas possibilidades e necessidades.

Nos negócios, além da preservação da saúde e do bem-estar dos funcionários/colaboradores — maior ativo de qualquer instituição, mesmo que, infelizmente, nem todos ainda tenham compreendido esse fato –, a ordem do dia é tentar manter a situação financeira controlada.

Nesse sentido, saber evitar ou mitigar conflitos será muito importante — talvez vital — para os negócios durante e, principalmente, após esta pandemia. Antecipar a resolução de possíveis disputas ou solucioná-las já neste momento, de forma hábil e eficiente, podem ser determinantes para enfrentar e, sobretudo, superar a referida crise global.
Diante das suas características, experiências recentes, implementadas/incentivadas com esta pandemia, têm confirmado que alguns meios de solução de conflitos têm se mostrado mais adequados para prevenirem ou solucionarem os conflitos decorrentes do isolamento a que fomos submetidos, em especial:

– a negociação, seja em sua modalidade chamada “facilitada”, conduzida por um terceiro imparcial, seja em sua modalidade chamada “estratégica”, auxiliada por um profissional especializado, para que, enquanto método de comunicação com resultados, as mais diversas formas de contratações possam ser revisadas e, assim, adequadas à nova realidade de cada envolvido, sem, ao mesmo tempo, deixar-lhes de ser interessante;

– a mediação, para que, com a ajuda do mediador, um terceiro imparcial, possa ser obtido um acordo satisfatório e sustentável (que talvez não fosse feito e/ou cogitado se não estivéssemos enfrentando tempos difíceis), mediante a exploração dos interesses de cada uma das partes no negócio e/ou pela superação das suas dificuldades em se comunicarem/fazerem-se ouvidas e compreendidas; e

– a avaliação neutra, na qual, antes ou durante um determinado caso, um terceiro imparcial especializado escuta as partes e examina os seus respectivos documentos para lhes apresentar a sua opinião ou como o caso deve ser julgado se submetido a um processo judicial ou arbitral, a fim de evitar que, devido a uma incorreta interpretação ou avaliação, ideias irrealistas sejam levadas a adiante e, por consequência, acarretem desperdício de tempo e dinheiro.

As decisões de agora refletirão diretamente na forma como superaremos esta pandemia e as suas consequências — reitere-se — ainda não sabidas em sua totalidade. Especialmente para os gestores, tomar as decisões certas talvez nunca tenha sido tão importante.

Gustavo Milaré Almeida, advogado, mestre e doutor em Direito Processual Civil e sócio do escritório Meirelles Milaré Advogados

Ingredion lança programa de inovação aberta

A Ingredion, líder global em soluções de ingredientes para as indústrias de alimentos, bebidas, nutrição animal, farmacêutico, papel, entre outros, com clientes em mais de 120 países e vendas anuais de quase US$ 6 bilhões, lança o seu Programa de Inovação Aberta para fortalecer, ainda mais, a posição que ocupa na vanguarda da inovação – em 2019, a empresa foi eleita, pela terceira vez consecutiva, uma das mais inovadoras na categoria Alimentos, Bebidas e Ingredientes pelo prêmio Valor Inovação Brasil.

O programa de inovação aberta foi lançado para toda a América do Sul e está apoiado em dois pilares: inovar com startups e inovar como startups.

Inovar com startups 

O Ingredion Open, que inicia no Brasil, é um programa focado em gerar negócios de forma rápida, indo além de mentorias, capacitações e eventos. A ideia é oferecer às startups a possibilidade de serem contratadas como fornecedoras ou parceiras da Ingredion para a solução de seis desafios propostos pelos colaboradores e priorizados pela liderança. Os desafios abrem oportunidades para HRTechs, Indústria 4.0, Fintechs e Foodtechs. São eles:

• Gestão de ponto e jornada de trabalho;
• Automação do planejamento da produção industrial;
• Gestão digital de documentos fiscais;
• Antecipação de recebíveis;
• Rastreabilidade de matéria-prima;
• Novos canais para comercialização de ingredientes.

Startups que tenham aderência aos desafios e pelo menos um produto ou serviço disponível no mercado podem participar do Programa. As inscrições já estão abertas e podem ser feitas no site http://www.ingredionopen.com.br/ até o dia 26 de abril.

As startups escolhidas serão anunciadas no dia 30 de abril e enfrentarão as seguintes etapas:

• Pitch Day, em 7 de maio, para defesa da proposta,
• Imersão em cada um dos desafios, juntamente com a área correspondente da Ingredion, de 23 a 25 de junho,
• Criação de piloto, com desenvolvimento e teste prático,
• E, por fim, apresentação dos resultados obtidos em 28 de outubro.

“Diferente de outras iniciativas, o Ingredion Open é um programa focado em gerar negócios de forma rápida, além de possibilitar que as startups testem suas soluções e tecnologias com uma empresa líder em seu setor de atuação, como é o caso da Ingredion. É muito importante ressaltar que, em função do enfrentamento a COVID-19, estamos preparados para realizar as etapas virtualmente, com toda a segurança que o momento pede. Refletimos muito sobre lançar o programa agora, e nossa decisão foi a de seguirmos ativos. Também, por entendermos a importância de fomentar pequenos e médios negócios, ainda mais vulneráveis no contexto dessa crise”, pontua Adriana Rached, diretora de Estratégia e Negócios na Ingredion, responsável pela iniciativa na companhia.

Inovar como startup 

Com este objetivo, a Ingredion se valeu do que a faz ser uma das 150 melhores empresas para se trabalhar no País e preparou duas ações centrais, focadas em seu público interno. São elas:

Acelerar um projeto estratégico: a equipe terá de acelerar um projeto que esteja relacionado a uma das plataformas de crescimento da empresa (Proteínas de Planta, Sistemas de Ingredientes, Redução de Açúcar, Textutizantes, Ingredientes Naturais). O trabalho será desenvolvido como se fosse uma startup, com teste de hipóteses por meio de prototipação de mercado e dedicação do time em tempo integral ao projeto.

Programa Shark Tank: os times ou colaboradores poderão apresentar ideias para melhorar a eficiência operacional em suas áreas. Aquelas que forem “compradas” pelos “investidores” representados por um grupo de líderes serão testadas, com piloto prático, para uma possível implementação.

“Acreditamos que as pessoas são a grande força por trás da Ingredion. Por isso, não podíamos pensar em inovação e oportunidade de novos negócios sem envolver as equipes. Acreditamos que iremos encontrar e despertar muitos intraempreendedores. Temos muitas ideias, o desafio é executar e saber se funcionam. E ninguém melhor para fazer isso do que quem teve a ideia e acredita na proposta”, comenta Adriana Rached.

 

5 atitudes esperadas dos líderes durante períodos de instabilidade

Em função da pandemia de coronavírus e da renovação das estratégias de planejamento das empresas, ohome office tem sido uma alternativa para garantir a continuidade das operações, ao mesmo tempo em que resguarda a saúde e o bem estar dos colaboradores, impactando na produtividade, na economia de recursos e na gestão de pessoas. Por outro lado, as lideranças e os profissionais de todas as áreas e hierarquias passaram a vivenciar o incerto e a ter de superar grandes desafios.

Para garantir bons resultados, o novo modelo de trabalho também exige novas formas de gestão, que sejam capazes de engajar seus times à distância, de manter canais de comunicação ativos e transparentes, de assumir a fragilidade do momento e, principalmente, de confiar e prezar por suas equipes.

Segundo Ricardo Basaglia, diretor-geral da Page Executive no Brasil, unidade de negócio do PageGroup especializada em recrutamento e seleção de executivos para alta direção (o chamado “C-Level”), a pandemia e a decorrente situação de crise pode ser mais uma oportunidade para evoluirmos como sociedade, como empresas e como profissionais, que precisam trabalhar cada vez mais a autonomia e a autorresponsabilidade para que todos cumpram com suas responsabilidades. “De modo geral, o fato é que as lideranças vão precisar evoluir e, com isso, o mercado de trabalho também progride. É preciso manter o olhar humano. Quando tudo chegar ao fim, talvez as equipes não se recordem de todas as instruções e projetos realizados, mas com certeza todos se lembrarão como os fizeram se sentir”.

Confira abaixo cinco recomendações do consultor para o bom desempenho dos papéis de liderança durante períodos de instabilidade:

• Considere todos os stakeholders para a tomada de decisões 

Em primeiro lugar, todos os líderes devem saber equilibrar as cobranças dos times, dos acionistas e dos fornecedores para estarem aptos a tomarem as melhores decisões. É natural que, em um primeiro momento, as maiores preocupações estejam centradas nas finanças da empresa, afinal, é com isso que empregos serão protegidos. No entanto, qualquer medida que não leve em consideração todos os grupos, pode desestabilizar a corporação. Todos os pontos de contato devem estar alinhados para que as deliberações sejam efetivas. Em um momento desafiador como o que estamos passando, é preciso engajamento.

• Esteja preparado para todas as etapas que times remotos enfrentarão 

Líderes de times remotos têm grandes desafios. No primeiro momento, a equipe considerará trabalhar de casa legal. É novo, diferente e mais cômodo. Mas é muito importante saber que essa fase passará. Com o decorrer das semanas e possíveis casos de suspeita ou infecção de familiares ou de pessoas próximas, haverá uma preocupação crescente com a saúde e a desestabilização psicológica, também decorrente do enclausuramento forçado. Os colaboradores ficarão com medo de perderem seus empregos, a preocupação financeira surgirá e vamos acabar em uma situação de pessimismo generalizado. É hora de engajamento total. Estabeleça conversas frequentes e honestas com seu time. Mantenha a boa energia e evite ao máximo as opiniões pessoais ou ser levado por emoções. Precisamos esclarecer fatos e dados e seguir à risca as regras e recomendações dos governos e órgãos de saúde para evitar expor os profissionais e garantir a satisfação com as atitudes tomadas pela empresa.

• Entenda as políticas da empresa 

Como líder, é importante ser referência no estabelecimento de normas e recomendações da empresa. Mesmo que não tenha certeza das decisões que precisará tomar e das informações que levará ao time durante o momento de incerteza, não deixe de manter contato e esclarecer o momento atual com as pessoas. Embora seja importante demonstrar que não temos todas as respostas prontas, a liderança nunca deve desaparecer. Se não mantiver a equipe atualizada, informações desencontradas podem surgir e afetar os negócios.

• Crie uma equipe para lidar com ondas de informações 

Uma quantidade enorme de informações sobre a pandemia e as consequentes crises é distribuída diariamente nas empresas. Por isso, é importante criar uma equipe para o gerenciamento do tema, que possa monitorar e dar retornos rápidos em relação aos acontecimentos internos. O ideal é que pelo menos um colaborador de cada área relevante para o funcionamento da corporação, como Recursos Humanos, Finanças, Atendimento ao Cliente, entre outros, faça parte do grupo, viabilizando diferentes olhares e novas soluções para os problemas.

• Estabeleça metas e confie no time 

Defina metas para que as pessoas possam trabalhar remotamente e dê votos de confiança. Nota-se que há uma necessidade constante de estar próximo para conferir se as pessoas estão trabalhando mas, nos momentos em que não há essa possibilidade, é preciso alterar a forma de gestão e confiar no time. Continue acompanhando o desempenho de cada um. Estabeleça uma relação diária e deixe claro tudo o que será preciso fazer para estar no caminho certo. Não se esqueça que todos estão no mesmo barco e que a humanidade é necessária para passarmos pelo momento. No início das reuniões, comece perguntando como todos estão, mostre cuidado com as pessoas. Confira se todos têm a infraestrutura necessária para trabalhar e se precisam de algo.

Trabalho remoto acelera a área de inovação da Stone

Com a pandemia do novo coronavírus (covid-19), empresas do mundo inteiro, das startups às gigantes globais, tiveram que adotar políticas de home office como medida de contingência para proteger os seus colaboradores e, assim, evitar a propagação do vírus. Antes mesmo deste cenário, em 2017, a Stone já havia se adaptado a esse modelo de trabalho, para que os primeiros desenvolvedores da área de Inovação pudessem trabalhar — cada um em sua casa — na criação da Conta Stone.

Em apenas três meses, a área responsável pela Conta Stone da fintech de serviços financeiros já tinha mais de 40 pessoas de diferentes cidades. E, à medida que a equipe crescia, aumentava o desafio de manter todos na mesma página, engajados no projeto e se sentindo parte do time.

Depois de muitos erros e acertos, a área chegou a um modelo de home office que tem se mostrado bastante eficiente desde então. “Adotar o trabalho remoto facilita o recrutamento, aumenta o nível técnico do time, estimula a organização e a documentação e traz flexibilidade para o dia a dia”, afirma Renata Zenaro, líder de pessoas da área de Inovação.

Hoje, o time já tem mais de cem pessoas, com aproximadamente metade delas podendo frequentar o escritório e a outra metade trabalhando no modelo de home office de diversas regiões do país, como Bahia, Sergipe, Goiás, Pará, São Paulo e Rio Grande do Sul.

Como funciona o modelo de home office da área de Inovação da Stone:

Escritório virtual 

O time utiliza uma ferramenta única de trabalho, que permite reunir, além da comunicação, todas as tarefas, eventos e documentos em um único local. Assim, todos podem acessar e visualizar tudo de forma simples e centralizada.

Quem é quem 

Para que a comunicação à distância seja eficiente e para que cada novo colaborador remoto conheça parte do time com o qual irá trabalhar e entenda o tom de seus pares e líderes, o time realiza uma semana de integração presencial em sua sede, antes do início das atividades de fato.

Interação real 

A cada seis meses, o time todo se reúne no Rio de Janeiro, a fim de proporcionar a interação entre todas as áreas. São dois dias trabalhando juntos e um dia de festa, onde palestras e assuntos de trabalho dão lugar a esportes, jogos e dança.

Sem interrupções 

A teleconferência é bem-vinda, mas não é regra na área. A regra é evitar interromper alguém durante o momento produtivo para falar sobre um assunto que pode ser tratado por escrito, de forma estruturada, e avaliado por todos posteriormente.

Todos na mesma página 

Semanalmente, todos os colaboradores recebem uma newsletter com tudo o que está acontecendo na área, desde a chegada de novos funcionários aos projetos em andamento, status da operação, produtos e parcerias.

Muita documentação 

O time é estimulado a documentar e compartilhar toda informação relevante. Esse hábito ajuda na visibilidade do trabalho para todos e contribui para a gestão do conhecimento (o que ainda ajuda na integração de novas pessoas).

Proximidade 

Sempre tem alguém do time de pessoas por perto e à disposição de todos (principalmente dos que trabalham de casa) para acompanhar como as pessoas estão e ajudar a resolver os problemas rapidamente.

A Internet das Contas e o futuro dos meios de pagamento

Por Alexandre Pinto, Diretor de Novos Negócios da Matera

Recentemente, metrôs, trens e ônibus de São Paulo passaram a utilizar o pagamento via NFC – um método de pagamento por aproximação – e, com isso, começamos a ver, de fato, os impactos da evolução deste tipo de meio de pagamento no dia a dia das pessoas. Contactless, QR Code dinâmico ou estático, movimentação de bancos tradicionais e bandeiras para se adaptarem às tendências mundiais: tudo isso mostra como a transformação digital chegou para democratizar o acesso ao sistema financeiro no Brasil.

O Banco Central tem adotado diversas medidas para trazer o pagamento instantâneo (“PIX”) para o nosso cotidiano, entre elas, a padronização do uso de QR Code. É um processo natural que surge com o avanço da tecnologia, afinal, se tudo ao nosso redor já é digital, por que a forma de realizar transações diárias não seria? Essa movimentação reforça a tendência mundial das carteiras digitais e está gerando grandes mudanças na maneira em que bancos, fintechs e bandeiras de cartões lidam com seus produtos, democratizando serviços financeiros e permitindo a entrada de novos players no mercado.

As fintechs, por exemplo, são beneficiadas pela interoperabilidade que passará a existir nesta nova rede de pagamentos. Assim, elas poderão conseguir mais escala, competir de igual para igual com os atuais incumbentes, e ter maiores chances de crescimento. Além disso, ao ampliar o leque de serviços oferecidos, excluem alguns intermediadores de pagamento, o que permite uma opção mais conveniente, ágil e barata.

Para bancos (que oferecem serviços tradicionais como TEDs, DOCs e boletos), bandeiras de cartões e suas credenciadoras, o pagamento instantâneo gera maior desconforto, já que o uso de algumas de suas ofertas mais lucrativas poderá cair drasticamente por conta dos benefícios, comodidade e rapidez do novo sistema. Ao olhar para isso, percebemos que a perda de receitas importantes obrigará os players tradicionais, que hoje dominam o mercado, a se adequar e buscar soluções tão inovadoras quanto o PIX para continuar relevantes neste novo mundo..

Estamos vivendo tempos em que as pessoas buscam cada vez mais produtos e serviços a baixo custo, sem abrir mão da qualidade. Com as novidades anunciadas pelo Banco Central do Brasil, temos tudo para que isso aconteça com os meios de pagamento já a partir deste ano. Hoje em dia, virtualmente toda a população tem um smartphone e consegue fazer uso do QR Code por meio da tela/câmera. Além disso, os novos players apresentam opções de pagamentos por NFC, reconhecimento facial, biometria, etc.: o que não falta é espaço para inovações! Dessa maneira, comerciantes, varejistas, empreendedores e consumidores serão incluídos em um único sistema, independentemente de porte, classe social ou de relacionamento com instituições financeiras tradicionais. Teremos, portanto, um sistema mais justo e eficiente, no qual todos terão muito mais oportunidades de acesso e de uso cotidiano de serviços financeiros.

Veja as principais linhas de créditos para empresas na crise do coronavírus

Com o agravamento da crise relacionada ao novo coronavírus, muitas empresas já estão encontrando dificuldade de honrar com seus compromissos financeiros, como pagamento de tributos ou folha de pagamento de funcionários. Em muitas situações a alternativa para as empresas é buscar linhas de créditos.

“O Governo Federal já apresentou várias medidas visando minimizar os impactos trabalhistas e tributários nesse período de dificuldade, contudo, muitas empresas não possuem dinheiro em caixa e vão precisar de recursos para manter as portas abertas e ter fluxo de caixa. Mas, a tomada de crédito deve ser alvo de uma análise prévia e de muito cuidado”, alerta o diretor tributário da Confirp Consultoria Contábil, Richard Domingos.

O especialista reforça que antes da tomada de crédito é preciso que a empresa faça uma avaliação sobre qual valor terá que solicitar para os próximos meses e também lembrar que deverá ter no futuro recursos para arcar com esses compromissos. Outro ponto fundamental é buscar linhas de créditos que ofereçam as melhores condições de pagamentos e menores taxas de juros.

Veja levantamento feito pela Confirp Consultoria Contábil com as principais linhas de créditos oferecidas às empresas:

Opções do programa Desenvolve São Paulo – o Banco do Empreendedor 

• Crédito Digital – BNDES Pequenas Empresas – direcionado à Micro e Pequenas empresas instaladas e sediadas no estado de São Paulo, com faturamento anual entre R﹩ 81 mil e R﹩ 4,8 milhões, com taxas dejuros a partir de 1,03% (0,63% acrescidos da TLP) ao mês, prazo de pagamento de 42 meses (incluindo a carência), a carência é de 9 meses e o valor máximo é de R﹩ 500.000, exigindo garantias. Para saber mais – http://www.desenvolvesp.com.br/empresas/credito-digital/credito-digital-bndes-pequenas-empresas/.

• Crédito Digital – Giro Rápido – direcionado às seguintes empresas instaladas e sediadas no estado de São Paulo: Micro, Pequenas e Médias empresas com faturamento anual superior a R﹩ 81 mil até R﹩ 90 milhões (desde que não seja Empresário Individual), e Empresários Individuais com faturamento anual superior a R﹩ 81 mil até R﹩ 16 milhões. Com juros a partir de 1,20% ao mês, podendo ser pago em 42 meses (incluindo a carência), a carência é de 9 meses. O valor máximo a ser tomado é de R﹩ 3.750.000, exigindo garantias. Para saber mais – http://www.desenvolvesp.com.br/empresas/credito-digital/credito-digital-giro/

• Crédito Digital – Audiovisual, Economia Criativa, Turismo e Comércio – direcionado às empresas que possuem CNAE específicos, instaladas e sediadas no estado de São Paulo, nas seguintes condições: Micro, Pequenas e Médias empresas com faturamento anual superior a R﹩ 81 mil até R﹩ 90 milhões (desde que não seja Empresário Individual), e Empresários Individuais com faturamento anual superior a R﹩ 81 mil até R﹩ 16 milhões – para saber os CNAE do programa é preciso acessa – http://www.desenvolvesp.com.br/wp-content/uploads/2020/03/Lista-de-Cnaes-AVETC.pdf. A taxa de juros é de 1,20% ao mês, e o prazo de pagamento é de 60 meses. O valor a ser tomado é de até R﹩ 3.750.000, exigindo garantias. Para saber mais –http://www.desenvolvesp.com.br/empresas/credito-digital/credito-digital-audiovisual-economia-criativa-turismo-e-comercio/.

Opções do BNDES – Banco Nacional do Desenvolvimento Social 

• Crédito para folha de pagamento de MPMEs (financiamento de até 2 salários mínimos por empregado, por 2 meses) – esse é um crédito emergencial para empresas com faturamento anual entre R﹩ 360 mil e R﹩ 10 milhões, exclusivamente para pagamento da folha de salários de funcionários. A contrapartida desse crédito é a empresa não poder demitir, por dois meses, os empregados com salários financiados. A taxa de juros é de 3,75% ao ano (isenta de remuneração ao BNDES e aos bancos). O prazo de pagamento é de até 30 meses, tendo 6 meses para cobrança de juros. Para saber mais – http://www.bndes.gov.br/wps/portal/site/home/financiamento/produto/linha-emergencial-folha-de-pagamentos-mpme

• Mais capital de giro – BNDES Crédito Pequenas Empresas – Como iniciativa de apoio ao enfrentamento dos efeitos econômicos da pandemia do coronavírus, o BNDES expandiu a oferta de capital de giro desta linha de crédito para negócios com faturamento anual de até R﹩ 300 milhões até 30 de setembro de 2020, com limite de financiamento de até R﹩ 70 milhões por ano. Com livre negociação, o programa tem custo financeiro (TFB, TLP ou Selic), mais taxa BNDES de 1,25% ao ano e taxa banco conveniado. O prazo de pagamento é de até cinco anos, incluindo carência de até dois anos. Para saber mais – http://www.bndes.gov.br/wps/portal/site/home/financiamento/produto/bndes-credito-pequenas-empresas

• Linha emergencial – setor de Saúde – crédito para ampliação de leitos e da oferta de equipamentos e materiais médicos e hospitalares, com possibilidade de tomada de até R﹩ 150 milhões por grupo econômico, a cada período de 6 meses. O valor mínimo de financiamento em operações será de R﹩ 10 milhões. A solicitação deve ser feita diretamente ao BNDES. A vigência é até 30 de setembro de 2020. Os valores a serem pagos incluem o custo financeiro (TLP), mais taxa BNDES de 1% ao ano e taxa de risco de crédito de até 4,26% ao ano. O parcelamento é limitado a 60 meses (incluindo a carência). A carência é de 3 a 24 meses

O Banco do Brasil e Caixa Econômica Federal também possuem medidas para apoiar franquias, micro e pequenas empresas, os juros e carências devem ser negociadas diretamente com os bancos. Os demais bancos do país também estão oferecendo “renegociação em condições especiais”.

Mercado Livre e Linx fecham parceria de solução omnichannel que aumenta opções de entrega ao consumidor final

O Mercado Livre, líder em tecnologia para e-commerce e serviços financeiros na América Latina, e a Linx, especialista em software de gestão para o varejo, acabam de anunciar uma parceria para conectar o marketplace mercadolivre.com.br com marcas clientes da Linx. A novidade, que vale para todo o Brasil, transforma essas lojas em centros de distribuição de produtos comprados de forma online no marketplace, permitindo reduzir prazos de entrega e custos de frete.

Neste sentido, clientes da Linx que possuem a solução OMS (Order Management System) poderão usar o Mercado Livre como mais um canal de vendas, desfrutando de todas as possibilidades que uma operaçã oomnichannel oferece.

“Essa parceria vem ao encontro do nosso objetivo de ampliar o sortimento de produtos oferecidos no nosso marketplace e de fortalecer as ferramentas que já oferecemos para os vendedores. Isso também garantirá uma experiência ainda melhor ao comprador, que poderá receber o produto de forma mais rápida, barata e conveniente”, destaca Bruno Guarnieri, diretor de Marketplace do Mercado Livre no Brasil.

Para Jean Klaumann, vice-presidente da Linx Digital, “quanto mais integrada uma operação, maiores são as chances de sucesso de um determinado varejista. Esse é mais um movimento da Linx para modernizar o varejo brasileiro e colocar os lojistas no mesmo patamar de eficiência logística dos países desenvolvidos, pois poderão usar a omnicanalidade para impulsionar seus canais online e aumentar o fluxo de clientes em lojas físicas, o que pode ajudá-los a vender ainda mais”, conclui Klaumann.

Banco Inter garante emprego de seus 1.600 colaboradores

O Banco Inter segue com o compromisso de estar junto de seus clientes e também de seus funcionários neste período delicado, causado pela pandemia de Covid-19. Depois de adotar medidas que vão garantir um fôlego a mais para seus correntistas, a instituição também anunciou que irá manter todos os seus 1,6 mil empregos diretos pelos próximos dois meses.

“O compromisso com o nosso time continua sendo um valor inegociável, mesmo diante dos desafios que enfrentamos neste momento. Vamos manter os empregos diretos que geramos”, diz João Vitor Menin CEO do Banco Inter.

Para preservar a saúde e a segurança dos colaboradores, o Banco Inter está tomando todas as medidas necessárias, seguindo as recomendações do Ministério da Saúde e da Organização Mundial da Saúde (OMS). A maioria de colaboradores diretos estão trabalhando em regime de home office, enquanto os terceirizados tiveram escalas reduzidas. Os atendimentos via chat, redes sociais foram reforçados para atender aos mais de 4 milhões de correntistas da instituição.

Medidas para os para clientes 

O Banco Inter aumentou o prazo de pagamento das faturas de cartão de crédito para correntistas com limite de crédito de até R$ 4.000, sem cobrança de juros ou multas. Além disso, o banco dobrou o cashback para todos os produtos adquiridos online por meio da plataforma de e-commerce da instituição, que conta com mais de 100 parceiros.

O banco digital também aumentou de 100 para 200 o limite de TEDs e boletos gratuitos para as contas PJ e MEI, com o objetivo de facilitar a gestão e reduzir custos de micro e pequenos empreendedores.

Outra novidade para o período é um canal de atendimento exclusivo para atender às necessidades de pessoas idosas, que são o principal grupo de risco. Para acessá-lo, basta entrar em contato via chat (www.bancointer.com.br) ou pelo telefone (3003-4070 nas capitais e regiões metropolitanas ou pelo 0800 940 0007 para demais localidades).

As medidas estão detalhadas na página www.bancointer.com.br/parceria, criada exclusivamente para informar sobre prevenção e combate ao coronavírus, bem como divulgar orientações de prevenção e combate à pandemia.

Não deixe o phishing ser um problema para o seu negócio

Por João Rocha, Head de Security da IBM Brasil

Com o mundo se acostumando a ficar em casa, a internet se tornou o principal meio para o trabalho, as compras e a comunicação. Essa situação criou um novo ambiente, vulnerável a ataques.

Agentes de ameaças que se especializam em spam e phishing sempre tomam vantagem de situações que podem reforçar seus esforços. De acordo com o último IBForcThreaIntelligencIndex, o phishing foi um vetor de infecção inicial bem-sucedido em 31% dos incidentes observados em 2019.

Agora, os agentes de ameaças continuam sua busca para espalhar softwares mal-intencionados, phishing, e outros ataques informáticos. Sua capacidade de criar e-mails que parecem autênticos com logos críveis, banners, textos e tópicos de interesse para o público-alvo pode enganar até os funcionários mais experientes em segurança, fazendo com que abram arquivos anexos ou clicando em links mal-intencionados.

O phishing pode ser um grande adversário, mas alguns pontos podem ajudar a mantê-los afastados na sua empresa:

· Os funcionários estão compartilhando mais do que deveriam online? Pessoas trabalhando para sua organização podem estar compartilhando informações demais na internet, do ponto de vista organizacional e pessoal. Informe aos funcionários sobre o risco associado com essas atitudes. Os atacantes mais bem-sucedidos gastam um tempo significativo pesquisando seus alvos, olhando seus rastros online e usando essa informação para criar mensagens muito bem customizadas.

· Mantenha o controle de seus domínios com erros de digitação. Um erro de digitação é muito similar ao domínio usado pelas organizações, mas eles são levemente alterados trocando caracteres, por exemplo, mudando o “L” minúsculo em um “i” maiúsculo. Algumas vezes as vogais mudam de lugar, os caracteres são omitidos e outros truques são usados para fazer nossos olhos lerem um nome de domínio crível. A maioria das pessoas deixa passar essas pequenas mudanças, e os atacantes sabem disso. Se o domínio com erro de digitação já estiver registrado por outra pessoa, é recomendado bloquear esse domínio para não se comunicar com a sua rede.

· Forneça educação constante aos funcionários com exemplos baseados nas atualizações técnicas de phishing por atacantes. Avise os funcionários que eles devem prestar atenção aos e-mails que criam um senso de urgência ou enviados por um endereço externo, além de orientá-los para não clicarem em links estranhos ou abrirem anexos de remetentes desconhecidos.

· Teste seus funcionários regularmente. Além de treinar os funcionários em como detectar e-mails de phishing, as equipes de segurança devem providenciar a oportunidade de detectar e reportar e-mails suspeitos através de campanhas e teste regulares.

· Utilize banners nos e-mails que irão sinalizar mensagens vindas de fora da organização e que permitam identificar potenciais falsos.

· Use controles de segurança de e-mails para sinalizar potenciais e-mails mal-intencionados vindos de uma lista negra de domínios, e-mails contendo anexos desativados ou e-mails de domínios com erro de digitação proposital.

· Use uma abordagem em camadas para segurança e considere incluir uma análise comportamental. Uma abordagem em camadas ajuda a detectar ameaças como o malware de “dia zero”. Adicionar componentes comportamentais é fácil com uma solução avançada de análise de comportamento do usuário (UBA), que ajudar a detectar atividades internas suspeitas por meios da informação de segurança e soluções de gerenciamento de eventos (SIEM) da sua companhia. Os antivirus também ajudam a evitar malwares de forma geral e é essencial manter todos os sistemas atualizados.

Como atrair clientes para a sua loja virtual

Ter sua própria loja virtual pode ser um desafio, caso você não saiba como conquistar o público. Para atrair e fidelizar clientes, é preciso compreender algumas formas de garantir acesso, como, por exemplo, fazer bom uso das redes sociais para atrair tráfego.

Além disso, através de buscadores e social ads, você pode optar por campanhas patrocinadas. Mas se seu desejo é gerar visitas orgânicas, o jeito é potencializar as técnicas de SEO implementadas na sua loja. “Ter tráfego orgânico em sua loja virtual pode fazer uma diferença enorme e contribuir muito para o seu sucesso. Além de ser mais qualificado, você não precisa gastar com anúncios”, explica Thiago Mazeto, diretor comercial e marketing da Tray, unidade de e-commerce da Locaweb.

A Tray, por exemplo, possui recursos de SEO que favorecem a configuração pelo próprio lojista e facilita a utilização do Google Shopping e Facebook Ads. Segundo o especialista, essas estratégias de marketing se iniciam ao conhecer a sua persona, sabendo qual conteúdo ele consome, onde consome e quais são suas principais características e necessidades. “Com isso, é possível entender quais conteúdos, palavras-chaves e termos que podem ser utilizados na estratégia”, aponta ele.

Além disso, quando o intuito é atrair clientes para sua loja online, é importante pensar no que pode diminuir a taxa de abandono. E a estrutura do seu site pode ser a solução. Mazeto aponta sete dicas para sua loja virtual:

1. A velocidade é fundamental para SEO. Quanto mais demorar para carregar sua loja, maior será sua taxa de abandono.

2. Otimize sua loja para dispositivos móveis.

3. Escreva meta descrições atraentes que sua persona entenda e procure.

4. Adicione ALT tags em todas suas imagens, isso faz com o Google entenda mais sobre suas imagens.

5. Se você possui um produto esgotado, use o redirecionamento 301 da URL para uma nova página de produto.

6. Ofereça opções de navegação por categoria.

7. Otimize o tamanho do seu título para ficar entre 60 a 70 palavras.

Outra dica importante é com relação a atratividade do conteúdo. Segundo o especialista, as páginas de produtos precisam ter 1000 palavras em média, além de usar palavras-chave de 3 a 5 vezes. As descrições podem atrair mais clientes se tiverem casos de uso e é muito importante abrir o espaço para avaliações de usuários. “Incluir vídeos de pessoas usando o produto, pode fazer com que o usuário fique mais tempo na sua loja e, consequentemente, ganhará mais relevância no Google”, explica diretor comercial e marketing da Tray.

Por fim, para conquistar acessos, é necessário compreender que a loja virtual e a loja física não competem entre si. Por isso, é importante explorar as vantagens do meio online para que as duas sejam complementares. “Com o e-commerce, os benefícios são muitos. Não há limite físico para vender, podendo chegar no Brasil todo; as campanhas e operações são mais fáceis de metrificar; há uma maior comodidade para o comprador; disponibilidade 24 horas; um maior alcance e menor custo de operação; além da possibilidade de vender seus produtos em outras lojas e marketplaces”, finaliza Mazeto.

Data Science: a evolução do Data Analytics como aliado de Customer Experience

Por André Sousa, Diretor de Inovação da Meeta Solutions

É inacreditável, nos dias de hoje, pensar em uma empresa, seja qual for o segmento de atuação, que não se preocupe com a área de relacionamento com o cliente. Aprimorar a customer experience, ou CX, é cada vez mais mandatório no mercado em geral.

Isso está diretamente relacionado ao aumento da régua de exigência do cliente moderno e digital, que não admite mais ser tratado como massa genérica. Ademais, a transformação digital e a concorrência cada vez mais acirrada criam uma demanda cada vez mais necessária por conhecer o seu cliente.

Porém, por mais que as ferramentas analíticas tenham evoluído, desde o surgimento do Business Intelligence e o avanço do Data Analytics, as empresas vivem no completo caos da inundação de dados desconexos e, ao final, acaba faltando atenção a um aspecto vital: transformar dados em informação de valor.

E isso é Data Science, a ciência usada para coletar dados e organizá-los de forma aplicável, com benefícios diretos para os negócios.

As empresas hoje já não têm mais dúvida de quão crucial é a gestão de relacionamentos com cliente para suas operações. Isso não é mais um diferencial, é uma premissa.

Nos segmentos de telefonia, internet e TV por assinatura, por exemplo, é muito fácil perceber como a questão da individualidade faz a diferença e como se peca no sentido de não transformar dados em informação de valor.

Vamos imaginar uma hipótese: de um consumidor que deseja resolver um problema bem específico de internet fixa em sua residência, como uma disfunção no serviço de rotas da operadora, que pode apresentar grande instabilidade ao se conectar com um determinado servidor (problema muito comum para usuários de jogos online). Ele liga inúmeras vezes para tentar solucionar o mesmo problema e não obtém a solução.

Isso acontece porque, mesmo com um volume gigantesco de dados, o Data Analytics, em seu modelo tradicional, não permite entender o principal: quais são suas reais necessidades.

Um cliente jovem e digital precisa de um canal de atendimento rápido e móvel. Um executivo precisa ter a solução para o seu problema já no primeiro contato. Um idoso pode preferir um canal com maior acessibilidade com o apoio de um atendente humano.

Estamos falando da ciência de traduzir as informações que são produzidas em insights de valor. Não é mais sobre saber quantas reclamações de cliente a empresa recebeu e sim, sobre conhecer cada indivíduo e sua jornada na experiência com a empresa e compreender de fato o que o levou a insatisfação.

Erra-se ao não ter uma visão individual de cada cliente, já que geralmente as análises focam nos conjuntos maiores de dados e excluem as pequenas exceções.

Além disso, é muito comum desperdiçar o potencial dos dados olhando para o passado, sem preocupar-se em ser preditivo e presumir que as intenções do cliente podem ser previstas baseadas no seu histórico do seu comportamento, sem levar em conta as circunstâncias dinâmicas do novo momento.

Afinal, o que realmente agrega valor a customer experience é prever que aquele cliente está em processo de transformação do seu consumo e faz parte do compromisso da empresa prover recursos que a ajudem nesse processo, antecipando necessidades, apresentando soluções para os problemas e, desta forma, melhorando a experiência do cliente como usuário.

Também é preciso ter clara a ideia de que ferramentas por si só não são suficientes. A enorme diversidade de dados deve ser canalizada por ações de inteligência que produzam modelos de atendimento eficientes e personalizados.

Você pode ter a tecnologia de Data Analytics mais avançada do mundo, se não tiver Data Science por trás não conseguirá fazer uso da matéria-prima mais nobre da empresa: a informação.

Não basta apenas coletar os dados dos usuários, inclusive, é bastante comum encontrar empresas que reúnem dados sem nem saber o motivo e como usá-los. O que faz a diferença é transformar dados em informação de valor e mais do que isso, olhando para a individualidade de cada usuário.

Em suma, a transformação digital criou infinitas novas possiblidades para as gestões de relacionamento com o cliente. Os bancos, grandes varejistas, empresas de telecomunicações, provedores de conteúdo, transportes, e todos os grandes segmentos estão se reinventando para a nova era, na qual a experiência positiva do cliente é o grande diferencial, mais importante até do que o produto ou serviço que vendem.

Mas, para ter sucesso e aprimorar a customer experience em especial na era da transformação digital, é preciso unir tecnologia, metodologia e estratégia, o que representa na verdade o conceito puro de Data Science e de metodologias avançadas baseadas em sistemas cognitivos e que empregam a inteligência artificial. Inclusive, alguns setores da indústria estão fadados ao fracasso se não se adaptarem rapidamente a essa nova realidade.

Stefanini oferece ao mercado brasileiro solução israelense que pode auxiliar no controle de casos de coronavírus

Com o aumento do número de casos confirmados de coronavírus no Brasil e na tentativa de minimizar o impacto da pandemia, a Stefanini Rafael , venture do Grupo Stefanini especializada em soluções avançadas de Inteligência e de Cyber Defense, oferecerá ao mercado brasileiro uma solução desenvolvida em Israel, que pode auxiliar os órgãos do governo no mapeamento dos casos.

Batizada de Wisdom Stone, a tecnologia é capaz de identificar com precisão as localidades com maior incidência da doença e onde poderão surgir novos surtos do vírus. Utilizando inteligência artificial, aprendizado de máquina, algoritmos de análise de dados e mapas de conexões, a plataforma consegue monitorar bairros, cidades e país para alertar os responsáveis pelo Sistema de Saúde local. Dessa forma, os profissionais podem se preparar antecipadamente para receber nos hospitais um volume maior de cidadãos com suspeita de Covid-19 e até mesmo improvisar novas unidades de atendimento.

“Nesse momento, precisamos unir esforços para combater essa grande crise que se instalou no Brasil e no mundo. Temos que encontrar uma maneira de identificar, controlar o vírus e gerenciar essa pandemia com soluções robustas e alta eficácia. Aplicando nossa tecnologia, será possível integrar diferentes tipos de dados de várias fontes. Essa plataforma unifica a fusão de um grande volume de dados”, explica Leidivino Natal da Silva, CEO da Stefanini Rafael.

A ferramenta possibilita coletar, fundir e analisar dados massivos de diversas fontes, com diferentes tipos e formatos, e transformá-los em inteligência. O sistema tem capacidade de armazenamento de milhares de usuários e permite a visualização de informações de inteligência, dados analíticos, estatísticos e de desempenho; atividades de analistas e investidores, análise da rede e de linhas de tempo. Suporta mais de 10 petabytes de bases de dados, documentos e arquivos.

Privacidade

O sistema é protegido ciberneticamente e atende aos regulamentos de segurança e privacidade baseados nas melhores práticas e experiência da Rafael em projetos em Israel e no mundo. Todos os locais são salvos no telefone do usuário e não são enviados para o sistema central. A plataforma mantém a privacidade das informações, extraindo automaticamente apenas os dados relevantes.

O Wisdom Stone inclui um aplicativo que pode ser instalado por cidadãos voluntários ou por legisladores. O aplicativo permite transparência no tratamento das informações coletadas, dando aos cidadãos o direito de desconectar quando a crise terminar. Com o aplicativo, as pessoas poderão receber alertas pessoais enotificações, além de compartilhar informações diretamente com as autoridades. O sistema analisa os dados do aplicativo e apresenta informações aos órgãos de saúde envolvidos.

“Com a tecnologia é possível utilizar mapas de calor e prever surtos com base nos relatórios diários sobre condição de saúde dos usuários. Outra vantagem é a possibilidade de identificar pessoas que violaram os regulamentos de quarentena, tendências de contágio e áreas de propagação”, explica Natal.

A Stefanini Rafael conta em seu portfólio com ofertas avançadas de inteligência para lidar com o desafio de explorar grandes volumes de dados, além de sistemas avançados de monitoramento de imagens digitais.

FGV: Alimentos sobem em março com as famílias em quarentena

A pandemia do novo coronavírus, que mudou a paisagem de cidades do Brasil e do mundo, provocou rápida mudança nos hábitos de compra dos brasileiros. Com as famílias mais tempo em casa, houve aumento da busca por alimentos nos mercados. Segundo coleta de preços feita pelo Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getulio Vargas (FGV IBRE), a variação média dos preços de 20 itens básicos presentes na cesta saltou de 0,19% no início de março, para 1,64% no dia 26 deste mês.

“Dois pontos principais explicam o avanço dos preços. Além do aumento da demanda por alimentos, pois todas as refeições estão sendo feitas em residência, houve aumento da estocagem de alimentos por receio de que o vírus se propague mais e expanda o período de confinamento social”, analisou o economista André Braz, coordenador do IPC do FGV IBRE e responsável pelo estudo.

O arroz, que havia subido 1,17%, variou em 1,74%. O feijão carioca passou de -2,16% para um aumento de 0,58%, e o feijão preto foi de queda de 2,61% para aumento de 2,24%. Ovos (de 5,04% para 9,04%) e carnes bovinas (de -2,31 para 0,25%) também registraram acréscimos. Já o frango inteiro caiu de -1,47 para -2,20%.

De acordo com Braz, os serviços delivery em operação servem como alternativa para as famílias, mas o nível de preços da alimentação preparada fora de casa e maior que o da refeição preparada em residência. “Como o orçamento de várias famílias foi afetado pela paralização do comércio e dos serviços, muitas delas não dispõem de renda para arcar com os custos da alimentação fora de casa”, resumiu.

Consumo responsável 

O economista aponta que é natural que os preços subam um pouco, já que são definidos pelo equilíbrio entre oferta e demanda. “Tem famílias que vão ao supermercado e compram demais, aí acaba faltando para as outras que não estão fazendo essa compra antecipada, ou porque não têm dinheiro ou porque tem consciência de que outras pessoas vão precisar também”, avaliou.

Braz dá algumas dicas de como as famílias podem ajudar na economia e no controle dos preços, para que todos passem por esse período com um pouco mais de tranquilidade.

1 — Planeje as suas compras. Como o objetivo é circular menos, vale se programar para ir ao mercado uma vez por semana;
2 — Pesquise os preços pela internet e escolha o mercado que ofereça as melhores opções e preços, de acordo com a sua cesta de compras;
3 — Leve uma lista com tudo o que precisa;
4 — Não compre em excesso, mas o que for necessário para uma semana. Lembre-se de outros também vão precisar e que faltando os preços aumentam;
5 — Por fim, é uma fase que vai passar com mais tranquilidade se fizermos também nossa parte.

Supermercados online, plataformas de ensino a distância e farmácia online são as categorias que mais conquistam usuários, segundo pesquisa

De acordo com pesquisa realizada pelo Opinion Box e divulgada neste mês de março, as categorias que mais conquistaram novos usuários, em plena crise devido ao novo coronavírus no Brasil, foram: supermercado online, plataformas de ensino a distância e farmácia online.

Em relação ao supermercado online, o crescimento de usuários foi de 25%. Já em relação às plataformas de ensino a distância e cursos online o aumento foi de 18%. Enquanto isso, aumentou em 17% aqueles que começaram a acessar farmácias online.

O estudo também avaliou que a intensidade entre usuários de streaming de filmes e séries tanto pagos como gratuitos, TV fechada e plataformas de ensino à distância também cresceu. Os serviços de streamig gratuitos tiveram aumento de 8%, a televisão aberta de 6% e os serviços de streaming pagos de 5%.

Em relação a mudanças de hábito, 32% das pessoas começaram a jogar jogos online, 26% passaram a pedir delivery de comida, 18% começaram um curso online novo, 15% começaram a fazer compras de farmácia pela internet, 14%passaram a fazer compras de supermercado pela internet e 15% passaram a fazer atividades físicas online.

“É inegável que a população enclausurada dentro de casa e trabalhando de forma remota, irá aumentar o acesso a internet e principalmente a sites de comércio eletrônico. Hoje a compra ocorre por dois motivos, uma por necessidade e outra por impulso”, afirma Felipe Dellacqua, sócio da VTEX, multinacional brasileira de tecnologia desenvolvedora de plataformas de e-commerce e que tem clientes como Sony, Ambev, Nestlé e Coca-Cola.

Ainda de acordo com ele, com a evolução da logística entregando cada vez mais rápido e mais barato, esse canal poderá continuar em alta mesmo após a crise.

“Comprar online é um hábito, se a experiência desse hábito for cada vez mais positiva, certamente teremos um engajamento maior e uma preferência por esse canal mesmo após a crise do coronavírus”, diz Felipe.