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BTG Pactual adquire fatia da CredPago

O BTG Pactual, maior banco de investimentos da América Latina, acaba de anunciar a aquisição de 20% da CredPago. A empresa, que foi fundada em 2016 e tem entre seus sócios Bruno Gagliasso, nasceu com o objetivo de desburocratizar o mercado imobiliário e desenvolveu uma solução disruptiva para substituir a figura do fiador na locação de imóveis, permitindo ao locatário fazer o processo em poucos cliques e até pagar com cartão de crédito.

“Estamos muito felizes em nos unirmos ao BTG Pactual para formarmos uma empresa ainda maior e mais forte. Além da segurança, agilidade e flexibilidade que já caracterizavam nosso negócio, agora também contamos com a robustez e solidez de uma instituição com presença global para passar a oferecer o seguro garantia financeira”, destaca Sandro Westphal, um dos sócios da CredPago.

Para Leonardo Felix, sócio responsável pelas áreas Corporate e Insurance do BTG Pactual, o negócio sinaliza o momento de transformação e oportunidades do mercado imobiliário. Além disso, reforça a presença e atuação do banco no setor por meio de uma empresa que se destacou pela capacidade de inovar constantemente com soluções para esse mercado. “Ao ter simplificado a jornada de locação, possibilitando maior dinamismo entre as partes envolvidas no processo, a CredPago revolucionou a experiência do aluguel. A empresa foi brilhante em se consolidar como verdadeira parceira das imobiliárias, chegando a mais de 44 mil contratos sob gestão e mais de 9 mil imobiliárias cadastradas em todo o Brasil. Nossa entrada irá impulsionar ainda mais esse crescimento e a taxa de conversão das imobiliárias parceiras da companhia”, ressalta o executivo.

A CredPago busca acelerar seu crescimento em um mercado estimado de 13 milhões de moradias locadas (17% do total) que movimenta R﹩ 150 bilhões ao ano. Com o novo sócio, o portfólio de produtos, serviços e soluções será ampliado, tornando a plataforma mais moderna e a experiência ainda mais completa, facilitando cada vez mais a vida de proprietários, locatários e imobiliárias. O BTG Pactual poderá ampliar sua participação para até 26,25% na nova plataforma, sujeito a determinadas condições.

Sage desenvolve a primeira plataforma de streaming do setor contábil

Apostando cada vez mais em inovação, a Sage, empresa líder de mercado em soluções de gestão na nuvem, lança a primeira plataforma brasileira de streaming, por assinatura, para o setor contábil e empresarial: o IOB Play.

“O cenário fiscal brasileiro é muito complexo e com o IOB Play, somos pioneiros ao oferecer uma ferramenta audiovisual moderna, que orienta os empresários em um dos seus principais desafios de gestão, a legislação”, afirma Elton Donato, diretor da unidade de negócios de conteúdo da Sage Brasil.

No IOB Play, diariamente são disponibilizados vídeos para quem quiser se manter atualizado sobre os principais temas das áreas contábil, tributária e trabalhista, de maneira prática e rápida. E com a tecnologia streaming, os usuários podem assistir tudo online.

Contratada por valor mensal de cerca de R$ 114, o IOB Play oferece acesso ilimitado a conteúdos de qualidade, em qualquer hora e lugar. Além disso, ele é responsivo e oferece a mesma experiência em qualquer dispositivo (celular, notebook ou tablet).

Para garantir a velocidade das informações, a empresa aposta na sua fábrica de conteúdos automatizada para compilar todas as alterações legislativas publicadas nos diários oficiais do Brasil e informar essas mudanças para seus clientes de maneira ágil.

Entre os principais benefícios está a disponibilidade de vídeos de qualidade produzidos por especialistas altamente capacitados e a praticidade de assistir em casa, a caminho do trabalho ou onde o assinante preferir.
A novidade foi desenvolvida pela IOB, uma unidade de negócios da Sage no Brasil, especializada em legislação e reconhecida no mercado há mais de 50 anos.

Tecnologia de ponta

Hospedada no ambiente do Azure, a Nuvem da Microsoft, o IOB Play é totalmente escalável, ou seja, está disponível 24 horas, sete dias por semana, independentemente do número de assinantes conectados.

Com esse recurso, a capacidade do sistema é adaptada de acordo com a demanda dos usuários, isto é, o espaço de armazenamento e capacidade de processamento do servidor são elásticos, se ajustam automaticamente, sem a necessidade de uma nova configuração.

Outro ponto importante é a criptografia dos vídeos, que usa um conjunto de técnicas para proteger o conteúdo e liberar o acesso apenas para os assinantes. “Apostar em uma ferramenta robusta, como a Azure, permite que os nossos clientes tenham uma plataforma estável, de qualidade e blindada contra a pirataria”, diz Donato.

Programa de inovação gradua startups com tecnologias digitais para o agronegócio

Investidores, representantes de empresas de tecnologia, empreendedores e especialistas acompanharam, no último dia 13, o evento de graduação das 11 startups aceleradas na primeira edição do programa TechStart Agro Digital, promovido pela Embrapa Informática Agropecuária e a Venture Hub. As startups apresentaram soluções digitais voltadas ao setor do agronegócio em áreas como bioinformática, aplicação de defensivos, operações de crédito, agricultura de precisão, manejo de pastagens, irrigação inteligente, gestão da propriedade, uso de drones e cana-de-açúcar.

Iniciado em setembro de 2019, o TechStart Agro Digital atraiu o interesse de pelo menos 94 startups de 20 estados brasileiros. Ao longo de 21 semanas, as selecionadas participaram de mentorias especializadas e treinamentos que ajudaram na validação dos seus produtos e no aperfeiçoamento do modelo de negócios, além de outras ações focadas no relacionamento com investidores interessados em alavancar as novas tecnologias. O evento Demo Day foi mais uma oportunidade das novas empresas mostrarem seus resultados e também para parceiros estratégicos conhecerem melhor novas soluções disponíveis no mercado.

O objetivo do TechStart Agro Digital é impulsionar a chegada dessas novas tecnologias ao mercado, de forma que ofereçam soluções para problemas reais da agricultura, tragam benefícios para o agricultor e agreguem mais valor à produção agrícola. A iniciativa atende também aos interesses de empresas parceiras na busca por tecnologias com potencial para integrar seus negócios, com possibilidades de investimentos. O TechStart Agro Digital conta, ainda, com o apoio da Associação Nacional de Entidades Promotoras de Empreendimentos Inovadores (Anprotec).

A chefe-geral da Embrapa Informática Agropecuária, Silvia Massruhá, destacou as iniciativas da Embrapa em participar desse ecossistema de inovação aberta e, em especial, de apoiar ações em agricultura digital. Além de beneficiar o desenvolvimento das startups, o programa de aceleração também “ajuda a Empresa a levar suas pesquisas e tecnologias de forma mais ágil para o setor produtivo”, enfatizou Silvia.

O segmento de empresas startups com foco em inovações para o agronegócio, as chamadas agtechs, vem crescendo no País. Levantamento realizado pelo estudo Radar AgTech Brasil no ano passado, mapeou ao todo 1.125 startups distribuídas em todas regiões, atuando no desenvolvimento de tecnologias para toda a cadeia produtiva, com aplicação dentro e fora da propriedade rural.

“O futuro do agronegócio passa por aqui”, disse o vice-presidente de Corporate Innovation da Venture Hub, José Eduardo Azarite, durante o evento. Ele destacou a integração, o espírito de colaboração e a abertura para aceitar o erro de todos os envolvidos, quesitos fundamentais nesse tipo de experiência. Também lembrou o ambiente extremamente favorável do município para promover a inovação. “Campinas tem uma possibilidade única por conta da quantidade de instituições de ensino e pesquisa e de empresas que temos aqui nesse ecossistema”, afirmou.

Azarite ainda reforçou os benefícios oferecidos às startups participantes do programa, como a notoriedade e vanguarda tecnológica da Embrapa, incluindo o compartilhamento de ativos tecnológicos e mentoria, além da expertise da Venture Hub e a visão de ecossistema e de colaboração entre instituições, pessoas e equipes com objetivos comuns.

Para o diretor da Venture Hub, Érico Pastana, o processo de desenvolvimento de agtechs tem características que diferem daquelas startups que são “apenas digital e não agro digital”. Segundo ele, “o ciclo de aprendizado é diferente, a experimentação acontece em outro ritmo e tem características bastante específicas dentro dos diferentes temas ligados ao agronegócio”. Por isso, é fundamental contar com mentores e profissionais altamente especializados, com grande conhecimento e capacidade, ressalta.

Passaram pelo programa TechStart Agro Digital mais de 80 mentores, além de representantes de grandes empresas, sendo que ao menos cinco startups receberam propostas de investimento durante o processo de aceleração. Três das startups graduadas no programa também foram selecionadas para a terceira edição da chamada de investimentos Pontes para Inovação, uma iniciativa da Embrapa, Cedro Capital e parceiros para conectar agtechs com investidores. As startups selecionadas são IZAgro, Dominus Soli e Brazsoft.

Nova rodada

Durante o evento também foi lançada a segunda rodada do TechStart Agro Digital (Batch 2020). As inscrições já podem ser feitas no site do programa. Além da mentoria técnica, os participantes terão apoio nas áreas jurídica, de propriedade intelectual e contábil e ainda facilidades de acesso a campos experimentais da Embrapa e à infraestrutura do Innovation Hub Campinas, um espaço de colaboração e inovação aberta.

As startups também poderão utilizar gratuitamente as informações e modelos agropecuários gerados pela Embrapa disponíveis na plataforma AgroAPI. A ferramenta contempla desde dados sobre cultivares e produtividade até zoneamentos agrícolas. As informações são acessadas por meio de APIs (interface de programação de aplicativos, na tradução do inglês) e podem ser úteis, por exemplo, no desenvolvimento de soluções para planejamento, monitoramento e gestão da produção.

Confira a relação das startups graduadas:

• Aptah: Empresa de pesquisa e desenvolvimento de novos defensivos e kits diagnósticos para o mercado agroindustrial e pet. Especialista em biologia computacional, já recebeu R$ 1,3 milhão em capital de fomento. Está presente em Goiás, São Paulo e em Delaware (EUA).

• Birdview: Desenvolve, fabrica e opera implementos agrícolas para liberação de insumos biológicos em larga escala e a baixo custo.

• Brazsoft: Desenvolve soluções que ajudam na organização dos dados e os transformam em informações objetivas da real situação financeira e produtiva de toda a fazenda.

• Dominus Soli: Empresa pioneira a desenvolver soluções focadas no planejamento e monitoramento dos serviços de aplicação aérea de agroquímicos. Por meio da rastreabilidade das operações, possibilita aumento de controle, produtividade e mitigação dos riscos socioambientais.

• Gira: Fintech que tem o objetivo de levar maior segurança para operações de crédito agrícola. Atua em todas as regiões produtivas brasileiras e já geriu mais de R$ 4 bi em títulos e cessões de crédito, em mais de 1 milhão de hectares. Oferece serviço para concessores de crédito assim como estrutura e tomada de risco em CRAs e FIDCs.

• Inceres: Plataforma digital agronômica flexível capaz de armazenar e processar dados estruturados e não estruturados para suportar as decisões no negócio. Entende a tecnologia digital como um meio para ampliar a capacidade humana de tomar as melhores decisões no agronegócio.

• IZagro: Plataforma mobile e web gratuita que leva informações e alertas para mais de 50 mil agricultores em todo Brasil e os ajuda a tomarem melhores decisões, conectando-os com consultores e distribuidores de insumos para busca de melhores oportunidades de informações e negócios.

• Pasto Sempre Verde: Plataforma de gestão e manejo inteligente de pastagens que permite a multiplicação da produção de carne sem usar um único alqueire a mais de terra.

• Pitaya Irrigation: Oferece soluções digitais e analógicas a partir de sensores de umidade do solo patenteados pela Embrapa e a Tecnicer Tecnologia Cerâmica, para ajudar agricultores a irrigar com mais eficiência, precisão e sustentabilidade, de modo a produzir mais com menos desperdício.

• Precision Cane: Desenvolve tecnologias para a geração de toletes de cana padronizados e de alta qualidade, buscando tornar sustentável o plantio de cana-de-açúcar.

• Verde Drone: Plataforma digital que conecta pilotos de drones, agrônomos e empresas mais próximas das áreas agrícolas. Desta forma, oferece uma rede que agiliza a produção de mapas georreferenciados e outros serviços, todos conectados por aplicativo, gerando valor na cadeia do agronegócio.

Como traçar um plano assertivo para atingir suas metas?

Por Luciana Carreteiro

Você provavelmente já deve ter tido a sensação de não ter produzido nada ao longo dia, mesmo realizando várias tarefas, não é mesmo? Esse é um relato muito comum que ouço dos meus clientes. Isso acontece quando não planejamos nossa semana e os eventos acabam preenchendo nosso tempo e temos a sensação de não sermos produtivos, pois não temos uma visão geral de tudo que foi realizado.

Sem dúvidas parar para refletir sobre onde se quer chegar e quais metas deseja alcançar não é uma tarefa fácil. Isso porque para nós é difícil escolher, já que toda escolha é uma renúncia, mas o ideal é não enxergarmos parte dessa decisão como uma perda, pois aos poucos, com a experiência, aprendemos cada vez mais que essa dedicação se torna um grande ganho.

Após essa conscientização, o primeiro passo para traçar suas metas é ter um mindset de crescimento, acreditar que você tem capacidade para realizar o que deseja. A qualidade dos seus pensamentos será determinante para que você consiga desenhar metas. Você tem que querer obter algo a mais do que tem hoje, ter ambição de ir além e sentir esse estímulo em querer evoluir, seja na vida pessoal ou profissional.

É muito importante sua atitude mental te influenciar positivamente e te empoderar a superar suas limitações. Entendo que normalmente é fácil optarmos por não fazer e procrastinar a ação, mas se esse comportamento for constante, ele nos distância do nosso objetivo maior, pois a construção da mudança se faz com pequenas atitudes diárias. Ele acaba nos distanciando também da pessoa que estamos buscando ser: uma melhor versão de si.

Para mudar seus pensamentos, sugiro descobrir e anotar as suas competências e forças, com isso é possível desenvolver seu modelo mental. Feito isso, um dos exercícios mais valiosos que pratico é o Planejamento do Roadmap, que consiste pensar “onde quero estar em 2025?”. A partir daí, planejo os objetivos ano a ano, vindo de 2025 até 2020. Esse exercício permite ao indivíduo se projetar no futuro e, principalmente, o convida a fazer escolhas continuamente. Ao contrário, todo planejamento é feito para ser revisitado de tempos em tempos.

Para dar mais vida ao Roadmap, sugiro dividir 2020 em meses – o que deve acontecer até fevereiro de 2020 (sempre de trás para frente) para alcançar o objetivo de 2021? Em seguida, desenhe as cinco ações do mês de fevereiro que convergem com o objetivo planejado. O intuito é pensar o que devo fazer agora para dar esse primeiro passo em direção a minha meta de 2025.

Lembrando que não estamos falando das “resoluções de final de ano”, aquelas que seria bom se tivesse. As metas de longo-prazo são o que realmente desejamos alcançar, e isso requer planejamento.

Logo, para se ter uma boa meta é preciso ser específico, tão claro que uma criança de 13 anos consiga entender. O ideal é traçar seu objetivo e visualizá-lo, e deixar de lado hábitos que vão na contramão dele. É necessário revisitar seus comportamentos atuais que estão lhe sabotando.

Além do mindset, aqui também entra a disciplina de executar o que se planejou. Como? Não focar somente na meta, mas na disciplina do dia-a-dia: pense em fazer o seu melhor hoje. Estar disposto e se comprometer com o processo e não com o resultado, pois com consistência você cria hábitos que irão te direcionar no caminho da sua meta. Uma das formas de fazer isso é criar um cronograma semanal.

Toda segunda-feira dedique 30 minutos para planejar a sua semana e certifique-se de incluir seus novos hábitos. Experimente fazer uma tabela simples com no máximo 10 itens que estão ligados à sua meta e avalie-os todos os dias da semana. Diariamente, coloque um S para “sim” (ou o número 1) e N para “não” (ou o número 0) para se auto avaliar e acompanhar como está caminhando rumo a meta. Seguindo esse planejamento com consistência você vai conseguir alcançar seus objetivos e os dias de procrastinação com certeza ficarão para trás.

Luciana Carreteiro, coach executiva especialista em desenvolvimento de alta performance para liderança e fundadora da Kyma Coach

Da retomada econômica à consagração do atacarejo: o que 2020 reserva para o mercado atacadista distribuidor?

Por Rafael Martins

O ano de 2019 não foi fácil em termos econômicos, mas plantou avanços que serão colhidos em 2020. A aprovação da reforma da Previdência trouxe melhores perspectivas para as contas públicas nos próximos anos, assim como a inflação, que se manteve em níveis mais comportados. Além disso, a taxa de juros encerrou o ano passado em 4,5%, um patamar inimaginável quando comparado aos últimos quatros anos de retração.

Se sofremos ano passado, neste as perspectivas são mais otimistas. As projeções econômicas, divulgadas nos últimos meses, apontam uma recuperação financeira do Brasil. A previsão para 2020 é que o Produto Interno Bruto (PIB), a soma de todos os bens e serviços produzidos no país, tenha uma expansão de 2,4% ante a previsão de 2,28%, de acordo com o Boletim Macro Fiscal da Secretaria de Política Econômica (SPE) do Ministério da Economia.

Diante desses cenários e, principalmente com a redução da taxa de juros (Selic), é possível constatar que o Brasil está (e estará) em um período de ondas favoráveis para investimentos, em especial estrangeiros. Neste ano, muitas empresas internacionais vão olhar para nós com viés estratégico, ainda mais depois da adesão do País ao Acordo de Compras Públicas da OMC (Organização Mundial do Comércio), que permite que companhias internacionais participem de licitações e de concorrências públicas em território brasileiro.

Neste contexto positivo, os setores de serviços, comércios e construção civil serão os maiores beneficiados pela retomada econômica. Dentro do segmento atacadista distribuidor, o mercado mercearil e o vertiginoso crescimento do atacarejo vão continuar a aquecer e a impulsionar o setor neste ano. Isso pode ser explicado por conta da grande possibilidade da também retomada de consumo do brasileiro.

Desta forma, a compra frequente de produtos de uso comum das famílias – como alimentos, bebidas, limpeza, higiene e cuidados pessoais que, diferente dos supermercados, tiveram forte ampliação em 2019 e vão voltar a fazer parte da vida do consumidor nacional.

Já o braço de atacarejo, viverá um ano dourado, marcado por sua ascensão pós crise, período em que ganhou fama e espaço na vida de muitas famílias, quando estas começaram a optar por compras de abastecimento neste tipo de estabelecimento como forma de economizar mais. Para entender esse fenômeno, vale dizer que, somente em 2018, 60% dos consumidores brasileiros visitaram lojas deste tipo, sendo o segmento mais frequentado no Brasil naquele ano. E esse indicador tem tudo para aumentar em 2020.

Em meio a todo este cenário otimista de crescimento, a evolução do varejo, embarcada a partir do uso de tecnologias que facilitam a compra e a venda de produtos, ditará novas estratégias das empresas com negócios no ramo atacadista distribuidor.

Esse movimento de disrupção vai exigir que o setor tenha cada vez mais astúcia e intimidade com conceitos de Transformação Digital, como machine learning, chatbots e, principalmente, automação nos processos nos logísticos. Tudo para cadenciar os passos de um Brasil retornado das cinzas, tal qual uma fênix.

Um desafio e tanto frente a um ano que carrega tantas expectativas positivas.

Vamos com tudo!

Rafael Martins, CEO do Grupo Máxima, líder em soluções de força de vendas, trade marketing e logística para a cadeia de abastecimento.

O que você precisa saber sobre Retailment, forte tendência do varejo em 2020

Um conceito cada vez mais forte no mercado é o de Retailment, a soma das palavras retail com entertainment, e que traduz um movimento atual no varejo, o de levar entretenimento e experiência de qualidade à loja física.

O “Slow Sell”, por exemplo, é uma das vertentes desse conceito e remete à criação de ambientes mais calmos, sem atritos, que sejam confortáveis para o consumidor estar, passear, aprender e conhecer o produto antes de efetuar a compra (a qual pode ser concretizada em casa, pela internet).

Ainda nesse caminho, o ROX (Retorno sobre a Experiência) está se sobressaindo ao ROI (Retorno sobre Investimento) para acompanhar a mudança de hábitos dos consumidores, que não têm mais interesse apenas no produto, mas na experiência que uma marca ou produto pode proporcionar. Daí a enorme quantidade de espaços físicos com restaurantes, cafés, bares, lounges para socialização, aulas, cursos e personal shopper.

“Quando você entende o contexto de que pode comprar em qualquer lugar e de qualquer forma, o Retailment começa a fazer sentido. É a oportunidade das marcas contarem suas histórias, apoiar causas e atrair uma comunidade cada vez maior de embaixadores da marca”, explica Mauricio Queiroz, CEO da MQ Design de Consumo e especialista em Retail Design, que reforça: “vender não diz mais respeito a apenas convencer, mas a educar o consumidor sobre possibilidades do que ele está comprando”, explica.

Em viagem recente a Nova York, para a NRF 2020, Mauricio Queiroz levanta dois bons exemplos norte-americanos de como fazer o Retailment funcionar. Um deles é o da Apple, gigante do setor de tecnologia e inovação, cuja Apple Store da Quinta Avenida se tornou o cenário ideal para que os clientes possam descobrir e experimentar os mais novos produtos Apple.

“A marca possui dois programas. O ‘Genius Bar’ – em que o cliente marca um horário com um profissional que poderá ensiná-lo a usar os gadgets da marca – e o ‘Today at Apple’ – uma programação extensa de cursos sobre como fotografar, como fazer produção musical, design gráfico e etc. Ou seja, aulas sobre tudo o que é possível fazer com os produtos, levando educação e mais referências aos clientes e novos consumidores”, reforça. A loja continua sendo a única Apple Store aberta 24 horas por dia, 365 dias por ano, e conta com uma equipe de 900 funcionários, que falam mais de 30 idiomas, no esquema One to One (um vendedor para um cliente, nunca dois).
Outro exemplo de Retailment para ficar de olho é o da varejista Nordstrom, que abriu recentemente uma grande loja em Nova York, cidade que curiosamente também concentra seu maior mercado de vendas online. O novo espaço é um lugar onde as mulheres podem descobrir novas marcas e onde há um conjunto completo de serviços, como coleta de pedidos on-line (24/7), alterações de roupas, conserto de sapatos, limpeza de carrinhos de bebê e compromissos com estilistas pessoais na sala de estilo.

Se um cliente tiver fome durante as compras, o espaço conta com um bar de coquetéis artesanais e cafés especiais no meio do piso de calçados femininos, além de outras opções de bares e restaurantes bastante atrativos. Os representantes de atendimento ao cliente ainda entregam a refeição enquanto os clientes compram.

Segundo a Nordstrom, seus negócios se baseiam em serviços e, portanto, a marca precisa oferecer muitos deles na loja. Segundo porta-vozes da marca, quando a Nordstrom abre uma loja física, suas vendas online tendem a saltar mais de 20%.

Exemplos como estes mostram o fim da loja física chata, sem interação, sem experiências e sem conteúdo. Os espaços que assim permanecerem estão fadados ao fracasso.

*Fonte: Mauricio Queiroz / arquiteto, consultor e CEO do escritório MQ Design de Consumo.

Estudo revela que só 21% das salas de reunião têm equipamento de áudio adequado

Estudo encomendado pela Shure, empresa líder em fabricação de equipamentos de áudio, com mais de 90 anos de atuação, revela que somente 21% das salas de diretoria estão equipadas com a tecnologia audiovisual adequada para a realização de reuniões virtuais. E mais: apenas 36% das salas de conferência em geral contam com a tecnologia certa para cumprir seu propósito.

“Com o crescimento contínuo de empresas globais e funcionários remotos, as reuniões virtuais nunca foram tão importantes como atualmente”, destaca Chris Merrick, diretor Global de Marketing para Sistemas Instalados da Shure. “Nós buscamos aprender sempre mais sobre as necessidades do mercado, e essa pesquisa proporciona valiosas informações sobre como as empresas de hoje estão buscando se preparar para as necessidades de negócios de amanhã.”

A pesquisa incluiu respostas de profissionais e usuários de TI que atuam em uma grande variedade de setores, entre eles, saúde, serviços bancários, serviços financeiros, fabricação, varejo, tecnologia, transporte, energia, agricultura e imobiliário.

As conclusões estabelecem um panorama da importância da tecnologia – especialmente de áudio – para a realização de reuniões virtuais eficientes. De fato, 87% dos entrevistados afirmaram que as conferências são essenciais e muito importantes, e 86% confirmaram que elas vêm adquirindo cada vez mais importância. Ainda segundo a pesquisa, 74% das empresas planejam destinar uma parte maior de seu orçamento para modernizar salas de conferência.

“Não contar com os equipamentos certos pode afetar diversos fatores dentro das empresas, como a eficiência no local de trabalho, economia de custo, e até mesmo frustrar os funcionários”, afirma Merrick.

Impacto sobre a eficiência no local de trabalho

Os entrevistados disseram que dificuldades técnicas durante reuniões virtuais causam vários problemas no ambiente de trabalho, e o principal deles é a necessidade de remarcar reuniões – uma comunicação deficiente que gera retrabalho em projetos e redução da satisfação dos funcionários.

Frustração dos funcionários

Mesmo quando as reuniões virtuais são realizadas sem “problemas técnicos”, a tecnologia de som presente na sala pode ser um fator de distúrbio. Entre as principais frustrações, os participantes da pesquisa mencionaram ruído ambiente, eco, ouvir apenas parte da fala e conversas paralelas. No geral, a qualidade de áudio deficiente é a principal causa de problemas em salas de reunião.

Impacto sobre recursos

Quando ocorrem problemas técnicos, a equipe de TI (que já trabalha no limite em várias empresas) é requisitada para solucioná-los rapidamente. A pesquisa descobriu que 68% dos executivos encaminham problemas de salas de reunião à área de TI, e mais de 60% dos problemas encontrados por eles durante reuniões por teleconferência são relativas ao áudio.

Benefícios de um áudio sem falhas

De acordo com os pesquisados, o principal fator para a melhoria de reuniões virtuais é oferecer áudio sem falhas, com incríveis 81% afirmando ser esse o grande responsável. Eles acreditam que essas melhorias gerariam mais produtividade (65%), menos tempo gasto em reuniões (61%) e funcionários mais engajados (56%).

“Os equipamentos de áudio da Shure têm reconhecida história como alternativas confiáveis para os maiores palcos do mundo e lendas da música”, afirma Jim Schanz, vice-presidente de Vendas Globais de Sistemas Integrados da Shure. “Estamos levando essa mesma qualidade a salas de diretoria e reunião de um modo que simplifique para os usuários a tarefa de operação e reduza ao máximo o esforço de configuração e gerenciamento para profissionais de TI.”

Para mais informações sobre a pesquisa, acesse: everyvoice.shure.com

Com 51% no quarto trimestre, Magalu fecha “ano do crescimento chinês” em ritmo acelerado

O Magazine Luiza (B3:MGLU3), uma das maiores plataformas digitais do varejo brasileiro, acaba de informar à Comissão de Valores Mobiliários (CVM) seus resultados financeiros para o quarto trimestre e para o ano fiscal 2019. Os indicadores demonstram o sucesso da estratégia de crescimento exponencial dos negócios, comunicada e adotada pela companhia no início do ano.

Nos 12 meses do ano fiscal de 2019, as vendas totais do Magalu atingiram 27,3 bilhões de reais, um avanço de 39% em relação ao resultado do ano anterior. O Ebitda Ajustado (lucro antes de impostos, amortizações e depreciações) foi de 1,3 bilhão de reais, com margem de 6,6%. E a empresa registrou um lucro líquido ajustado anual de 552 milhões de reais.

O quarto trimestre, assim como os anteriores, foi marcado por grande aceleração das operações do Magalu. As vendas totais cresceram 51%, na comparação com o mesmo período de 2018, e alcançaram 9 bilhões de reais. O e-commerce — composto por site, Super App de vendas, marketplace e as operações de Netshoes, Zattini e Época Cosméticos — cresceu 93%, faturou 4,3 bilhões de reais e representou 48% das vendas totais do Magalu nos últimos três meses do ano. As vendas nas lojas físicas — 1113, localizadas em todo o Brasil — avançaram 26,1%. No critério de vendas geradas nas mesmas lojas, o crescimento foi de 12,6%.

“Em janeiro de 2019, decidimos que viveríamos um ano de crescimento chinês”, diz Frederico Trajano, CEO do Magalu. “Entregamos o que prometemos. Nossa escala chegou a um novo patamar e atingimos a liderança em boa parte das nossas principais categorias. Tudo isso graças à estratégia de transformação da companhia em um ecossistema digital voltado para o varejo.”

A expansão em ritmo exponencial também pôde ser vista nos indicadores operacionais da companhia. O Magalu terminou 2019 com 25 milhões de clientes ativos — contra 17 milhões do final de 2018, um crescimento de 41% — 1 113 lojas, 15 000 sellers e 13 milhões de produtos em seu marketplace. Criado há pouco mais de dois anos, o marketplace do Magalu terminou o ano com 3 bilhões de reais de GMV. No quarto trimestre, o crescimento da plataforma foi de 216,4%, fazendo com que o marketplace passasse a representar quase 27% do e-commerce total do Magalu.

“Atrair cada vez mais sellers para o nosso ecossistema e dar a eles os recursos necessários para que se integrem à economia digital faz parte de nosso propósito como companhia”, afirma Trajano. “Em 2020, continuaremos a investir no crescimento de nossa plataforma, na expansão do número de categorias e de produtos oferecidos e na excelência dos serviços que prestamos a nossos clientes.”

A companhia tem uma posição de caixa privilegiada para levar sua estratégia adiante. Apenas no último trimestre de 2019, o Magalu gerou 1,8 bilhão de reais em caixa. Em novembro, levantou 4,3 bilhões de reais em uma das maiores operações de follow-on já feitas no país. Com isso, o Magalu entra em 2020 com 6,3 bilhões de reais em caixa.

Marketplace multicanal, de verdade

Entre os investimentos prioritários para este ano estão o Super App e o desenvolvimento de serviços para os sellers, dentro do que vem sendo chamado de Magalu as a Service (MaaS). Atualmente, o Super App de vendas do Magalu possui 25 milhões de usuários em sua base instalada. Nos últimos meses, o aplicativo foi reforçado pela criação dos “mundos” da Netshoes, da Zattini, da Época Cosméticos e um voltado para ONGs, o Social.

O Maas, por sua vez, tornou-se fundamental para a estratégia de crescimento exponencial. No final de 2019, foi lançado o MagaluPagamentos, hoje em fase de roll out. Com o serviço, o Magalu vai, ao mesmo tempo, monetizar o crescimento acelerado do marketplace e monitorar a cadeia, com o controle do fluxo de pagamentos dos parceiros e a oferta de recursos para eles a taxas inferiores às do mercado. O MagaluEntregas, também criado no ano passado, permite que os sellers se beneficiem da mesma cadeia logística utilizada pelo Magazine Luiza, o que inclui a venda de produtos com retirada em qualquer uma das lojas físicas da companhia.

Na frente dos serviços aos clientes, acaba de ser lançado o MagaluPay, a conta digital do Magalu, voltado para consumidores finais e absolutamente integrado ao Super App. “Com o MagaluPay, queremos criar valor para o ecossistema do varejo — e não operar como um ecossistema apartado. Não queremos ser banco”, diz Trajano.

As lojas físicas, hoje transformadas em mini-centros de distribuição, continuam a ser cruciais para a formação do ecossistema Magalu. Em 2019, foram inaugurados 159 pontos, com destaque para a chegada da empresa ao Pará, primeiro estado da região Norte a contar com a presença física da rede. Para atender a todas as regiões do país como mais rapidez e eficiência, o Magalu inaugurou dois centros de distribuição, chegando a um total de 18 CDs. Graças aos investimentos em logística, tecnologia e à expansão das lojas físicas, atualmente 66% das entregas nas residências dos clientes são realizadas em até 48 horas.

Netshoes: integração acelerada

Adquirida no final de junho, a Netshoes, maior e-commerce de calçados e artigos esportivos do país, vem sendo rapidamente integrada à plataforma do Magalu. Com a aquisição, a companhia incorporou, de uma só vez, uma equipe de 2 000 profissionais digitais e uma rede com mais de mil sellers, 4 milhões de clientes e 2,5 bilhões de reais em GMV. Em 2020, a integração de catálogo, do backoffice e da logística será finalizada. Com isso, além do ganho operacional, os produtos da Netshoes poderão ser retirados em qualquer uma das lojas do Magalu espalhadas no país.

Impactos do 5G na cibersegurança

Por Guilherme Araújo, Diretor de Serviços da Blockbit

Entre as mudanças trazidas à tona pela tecnologia, poucas inovações foram tão marcantes para a vida das pessoas e das empresas como a Internet móvel. Graças à conexão móvel, somos capazes de acessar e gerenciar os mais diversos tipos de aplicações, compartilhando informações com uma velocidade impressionante e simplificando o modo como trabalhamos e nos relacionamos em escala global.

Agora, estamos caminhando para uma nova etapa dessa jornada, com a expectativa da chegada do 5G, a quinta geração das redes sem fio para celulares. De forma prática, o 5G significará mais velocidade e menor latência às conexões, o que permitirá levar a experiência dos usuários a novos patamares.

A expectativa é que essa nova modalidade represente um salto de desempenho de quase 100 vezes em relação ao atual 4G, permitindo que novas formas de trabalho e modelos de negócios surjam para atender o dia a dia das organizações. A ascensão do 5G facilitará a expansão de conceitos como a Internet das Coisas (IoT), Inteligência Artificial (IA), Machine Learning (ML) e análise de dados dentro das empresas, dando suporte a uma nova geração de infraestruturas, plataformas e serviços específicos.

Mais velocidade e maior capacidade para transferência de dados certamente levarão ao aumento no número de dispositivos conectados. Além de novas oportunidades para empresas e clientes, no entanto, esse cenário também deverá trazer novos perigos, com a sofisticação dos ataques maliciosos e o crescimento do número de tentativas de fraudes e invasões.

Isso acontecerá por diversos motivos. Um deles, em especial, é o fato de que as redes 5G utilizarão uma série de novas tecnologias que, entre outros fatores, colocarão os endpoints como parte central das etapas de processamento e tráfego de dados. Como resultado, é esperado que os dispositivos, sensores e equipamentos inteligentes sejam cada vez mais atraentes para cibercriminosos que buscam o sequestro ou o roubo de informações – especialmente no campo corporativo.

Outro impacto importante é que o 5G ampliará a complexidade para a manutenção da privacidade dos dados, tornando essa atividade uma demanda ainda mais urgente. Por se tratar de uma tecnologia que promoverá a maior pulverização de antenas e exigirá uma alta quantidade de transações entre dispositivos e redes, o 5G pode se transformar em um fator que permitirá a coleta e o rastreamento de localização precisa dos usuários com muito mais facilidade. Esses dados podem expor a privacidade dos clientes ou serem manipulados e utilizados indevidamente.

O fato é que o 5G aumentará significativamente o volume de dados em circulação nos dispositivos adicionados às redes e isso, por sua vez, intensificará a importância das soluções de cibersegurança e a análise de vulnerabilidades existentes em cada um desses devices e em todas as estruturas. Esse é um ponto importante, pois, atualmente, os usuários ainda não têm costume de usar soluções para proteger conexões móveis – estima-se que dois terços dos aparelhos inteligentes conectados à Internet não possuam qualquer tipo de ferramentas de proteção instaladas.

Diante dessa realidade, deveremos ver a expansão no número de crimes virtuais e de casos de exposição indevida de dados de companhias e seus clientes. Para evitar esse cenário, portanto, é preciso iniciar uma transformação cultural contínua. É necessário que os dispositivos e as redes contem com ferramentas de proteção e soluções que ajudem a mitigar as ameaças, bloqueando qualquer risco. Essa é uma ação urgente, pois estamos falando de um futuro infinitamente mais complexo, com um número muito maior de dispositivos a serem gerenciados em cada rede.

Nesse contexto, as empresas deveriam buscar formas de garantir que suas defesas estejam em dia, com tecnologia e recursos adequados ao combate das ameaças. Este é o momento para se antecipar e buscar as soluções realmente indicadas para este novo tempo, com ferramentas de ponta para automatizar e agregar mais inteligência às ações diárias de segurança cibernética. A proteção da era do 5G deverá ser capaz de compreender e monitorar uma enorme complexidade de relações e estruturas, muitas vezes ligadas entre si.

Do mesmo modo, é essencial trabalhar para criar uma cultura orientada à segurança, com colaboradores que consigam entender sua participação na cibersegurança da organização e que possam apoiar esse trabalho de proteção, por meio de iniciativas como escolha de senhas mais fortes e análise rigorosa de conteúdo, por exemplo.

Não há mais dúvidas de que a mobilidade será vital para o sucesso das organizações do futuro. Para alcançar o potencial das inovações tecnológicas com proteção, as companhias terão que buscar por soluções avançadas, com recursos que entreguem mais agilidade e segurança. O 5G é um passo incrível para o desenvolvimento de uma indústria mais inovadora e hiperconectada, mas essa conexão móvel também trará desafios para a gestão das informações.

O progresso da inovação não virá sem uma maior complexidade das redes e dos processos. O mercado está se preparando para esse futuro, com opções para que as companhias possam seguir essa jornada de conexão e disponibilidade com mais inteligência e eficiência. Resta saber quem está pronto para aproveitar as vantagens dessa nova geração sem abrir mão da segurança e, assim, conquistar os melhores negócios da era digital.

Grupo Carrefour Brasil adquire 30 lojas da rede Makro e intensifica expansão pelo país

O Grupo Carrefour Brasil anuncia a aquisição de até 30 lojas da rede Makro no país. A compra faz parte da estratégia do Grupo para acelerar significativamente a expansão do Atacadão e reforça a estratégia multiformato e multicanal do Grupo.

As novas lojas foram adquiridas pelo valor de R$ 1,95 bilhão. Dos 30 pontos comerciais, 22 são propriedade integral e oito são alugados, além de 14 postos de gasolina, localizados em 17 estados do país¹.

As lojas adquiridas, que somam 165.000 m² de área de venda, apresentaram em 2019 vendas brutas de aproximadamente R$ 2,8 bilhões e possuem grande complementaridade geográfica com as lojas já existentes do Atacadão. A transação permitirá ao Atacadão expandir sua presença no estado do Rio de Janeiro (7 lojas) e na região Nordeste (8 lojas). As novas lojas somam-se às 187 lojas já existentes do Atacadão que continuará com seu forte crescimento orgânico.

O Atacadão pretende converter a bandeira das novas lojas no período de 12 meses após o fechamento da transação. Dessa maneira, nossos clientes poderão se beneficiar dos preços, atratividade e eficiência que oferece o Atacadão, além das soluções e dos serviços financeiros do Grupo Carrefour Brasil.

Baseado no modelo do Atacadão, as vendas devem aumentar em mais de 60% e a estrutura de custos será otimizada, possibilitando o alcance gradual de níveis de rentabilidade similares aos existentes nas lojas atuais.

Alexandre Bompard, Presidente do Conselho de Administração e CEO do Grupo Carrefour, declarou: “Essa transação é o movimento mais importante do Grupo Carrefour no Brasil desde a aquisição do Atacadão em 2007. Isso evidencia nosso comprometimento com a expansão de nossos formatos de crescimento e está em linha com o Plano de Transformação do Carrefour 2022. O modelo de atacado tem sido um grande contribuinte para o crescimento do Carrefour nos últimos anos, especialmente no Brasil. Com essa transação, iremos expandir nossa presença no mercado brasileiro, o segundo maior mercado para o Grupo depois da França”.

Noël Prioux, CEO do Grupo Carrefour Brasil, adicionou: “Esta transação é um acelerador de crescimento para o Carrefour no Brasil. Com essa aquisição o Atacadão vai fortalecer sua presença geográfica e consolidar ainda mais sua presença nacional. Essa aquisição, juntamente com nosso ritmo de crescimento orgânico com 20 lojas Atacadão abertas em 2019, vai representar uma aceleração equivalente a um ano e meio de expansão, marcando um importante avanço para o Grupo Carrefour Brasil”.

A conclusão da transação está condicionada ao cumprimento de determinadas condições, incluindo o acordo dos proprietários das oito lojas alugadas e a aprovação do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (CADE). O fechamento da operação é esperado para o final de 2020.

O Grupo Carrefour manterá seus acionistas e o mercado em geral informados acerca da conclusão da transação.

EBANX lança aplicativo gratuito para rastrear encomendas nacionais e internacionais

O EBANX, fintech brasileira que oferece soluções de pagamentos para compras pela internet em toda a América Latina, lançou nesta semana o aplicativo do EBANX Track, ferramenta gratuita de rastreamento de encomendas nacionais e internacionais. Nas próximas semanas, também lançará a versão em espanhol.

O app já está disponível para download na App Store – neste link http://apps.apple.com/br/app/ebanx-track/id1497955996– e entra em breve no Google Play, podendo ser baixado gratuitamente por qualquer pessoa que queira saber a localização exata de um pacote. A única informação necessária é o código de rastreio, fornecido pelo transportador ou site em que a compra foi feita.

Com conexão com mais de 600 transportadoras em todo o mundo, o EBANX Track consegue localizar a encomenda e dar informações sobre todo o trajeto do pacote, desde o momento do envio até o destino final — inclusive fora do território nacional.

O serviço também envia, gratuitamente, notificações em tempo real sobre cada movimentação. O usuário pode acompanhar várias encomendas ao mesmo tempo, e atribuir um nome para cada uma delas — por exemplo, “fone de ouvido do site X”, ou “presente de Dia das Mães”.

O EBANX Track ainda consegue alertar se o pacote for submetido ao pagamento de taxas alfandegárias como o despacho postal, que é cobrado pelos Correios em algumas encomendas internacionais. Nesses casos, o usuário pode acessar, via app, um link que o direciona para a página de pagamento dos Correios. Desta forma, o processo ganha em agilidade e velocidade, e o pedido pode ser retirado em menos tempo.

Em pouco mais de um ano de funcionamento, o EBANX Track já atendeu 3 milhões de pessoas e rastreou 3,6 milhões de pacotes. Em média, 300 mil pessoas utilizam ativamente a plataforma todo mês.

A ferramenta traz em seu DNA a expertise do EBANX, que há oito anos é responsável por processar os pagamentos de compras feitas em sites globais, como AliExpress, Wish, Spotify e Airbnb (os dois últimos em parceria com a Worldline).

“Nosso objetivo sempre foi melhorar a experiência de compra do consumidor online. O EBANX Track é um grande passo nessa direção, e que enfrenta uma das principais dores desse cliente: a falta de informações sobre o tempo de entrega de uma encomenda”, afirma Ariel Patschiki, diretor de produto para end user do EBANX. “Com o EBANX Track, o comprador consegue saber todo o percurso de uma encomenda, no mundo todo. Isso diminui sensivelmente a ansiedade desse processo, além de reduzir as chances de cancelamento ou devolução da compra.”

Embratel lança Agile Development Center

A Embratel lança esta semana o Agile Development Center para consultoria e desenvolvimento de soluções tecnológicas para empresas de todos os tamanhos. Com a oferta, companhias que atuam em vários segmentos de mercado podem contar com a experiência da Embratel na criação de soluções para resolver os mais diversos desafios de negócio e avançar no processo de transformação digital. A oferta possibilita a redução de gastos com equipes próprias de TI, além de permitir operações mais ágeis, eficazes e seguras.

“A Embratel trabalha na definição das melhores opções para atender às demandas de cada cliente, seguindo as tendências mais atuais em tecnologia”, explica Mário Rachid, Diretor Executivo de Soluções Digitais da Embratel. O executivo ressalta que a solução foi elaborada para atender as necessidades atuais do mercado e colaborar com a transformação digital de companhias que se veem desafiadas a proporcionar experiências cada vez mais digitais aos seus clientes.

As empresas possuem necessidades urgentes de redesenhar seus negócios para se adequar às demandas de um mundo cada vez mais digital. Ao mesmo tempo, precisam melhorar a experiência de seus clientes, aumentar a produtividade, reduzir os custos e levar suas soluções e serviços ao mercado no tempo correto. Neste cenário, a Embratel atua junto a elas recomendando o melhor caminho para atingir estes objetivos com excelência, auxiliando também na criação de jornadas positivas de experiência com os clientes finais.

O Agile Development Center usa a Metodologia Ágil, possibilitando que novas soluções sejam experimentadas rapidamente e passem por possíveis adequações de maneira eficiente e agilizada. Além disso, a oferta cria um ambiente propício ao compartilhamento de conhecimento entre a Embratel e o cliente, somando as diversas experiências para potencializar a identificação de alternativas inovadoras para os negócios.

A Metodologia Ágil, em alta no mercado, é a mais indicada para esse modelo de serviço por propor um ciclo de produção que atua na velocidade e na dinâmica exigidas, permitindo realizar os ajustes necessários rapidamente para chegar a uma versão final mais completa das aplicações. Para as empresas que não estão familiarizadas com o conceito, a Embratel disponibiliza um squad para provar o conceito e a metodologia na prática. Durante esta fase, o desempenho da equipe multidisciplinar (squad) da Embratel permite que o cliente entenda, dentro da realidade da companhia, os benefícios da utilização da metodologia e suas particularidades. O método torna as empresas mais capazes de apresentar soluções inovadoras ao mercado, no momento mais adequado.

O portfólio de soluções da Embratel já inclui conectividade, infraestrutura de TI, segurança e mobilidade. As soluções podem ser integradas com os sistemas do cliente, com apoio de uma equipe de profissionais com conhecimentos multidisciplinares e certificações nacionais e internacionais. As opções são atrativas tanto para empresas que já têm operações digitais e desejam aprimorar sua atuação, como para aquelas que ainda estão em fases iniciais do processo de digitalização.

Além de agilidade e qualidade, a tecnologia Embratel mitiga riscos de ataques cibernéticos ao utilizar processos estruturados de proteção digital, garantindo ainda mais segurança para as aplicações. “O Agile Development Center é uma opção segura para as empresas aumentarem a produtividade e minimizarem esforços relacionados às suas aplicações, que podem ser desenvolvidas e totalmente gerenciadas pela Embratel”, afirma o executivo.

O lançamento reforça o posicionamento da empresa em trazer soluções eficientes e seguras para as empresas que estão em busca de evolução nos negócios com o uso de ofertas digitais. Mais informações sobre o Agile Development Center estão disponíveis no site www.embratel.com.br/solucoes-de-ti/agile-development-center