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Você sabe que informações o Facebook armazena sobre você?

ESET explica como averiguar essas informações e melhorar a privacidade dos usuários da rede social

São Paulo, 03 de março de 2020 – Depois do Google, o Facebooé uma das empresas que mais armazena informações de seus usuários. São 2,4 bilhões de usuários ativos por mês em todo o mundo. Só no Brasil, cerca de 120 milhões de pessoas utilizam a rede social, de acordo com um relatório da Statista de janeiro deste ano. Isso significa que o país ocupa a quarta posição no ranking de países com maior número de usuários, atrás apenas da Índia (260 milhões), dos Estados Unidos (180 milhões) e da Indonésia (130 milhões).

Desde que certos casos de exposição e mau uso dos dados dos usuários por parte de algumas empresas vieram à tona, se instalou uma sensação de desconfiança a respeito de como é possível cuidar de informações pessoais. Neste sentido e com a intenção de contribuir com uma maior conscientização, a ESET, empresa líder em detecção proativa de ameaças, explica como averiguar quais informações são armazenadas pelo Facebook e como manter a privacidade nas redes sociais. O Facebook baseiase fortemente nos dados que cada usuário insere na plataforma, mas também acontece que, com a possibilidade de se registrar em um novo serviço ou plataforma que vincula à conta do Facebook ou do Google, os usuários replicam esses dados para outras empresas, que não necessariamente são subsidiárias do Facebook.

A primeira vez que se utiliza essa função, o aplicativo informa ao usuário a quais informações pessoais o serviço ou plataforma ao qual se está registrando terá acesso (geralmente nome completo, e-mail e algum dado adicional, segundo o serviço), mas nada pode assegurar que, no futuro, depois de dada a permissão e vinculadas as contas, não seja possível compartilhar uma grande quantidade de informações. Embora o usuário tenha escolhido confiar suas informações confidenciais em uma plataforma, isso não significa necessariamente que ele escolhe compartilhá-las com cada aplicativo que usa, pois mesmo os padrões de segurança das outras empresas podem não ser os mesmos.

“Um usuário que usa o Instagram e acredita que não está compartilhando suas informações com o Facebook está enganado, pois as duas redes sociais são da mesma empresa (que também possui outras redes, como WhatsApp, Face.com, Atlas, etc). É importante ter em mente que as redes sociais não são gratuitas. Elas são monetizadas com o gerenciamento de dados e informações pessoais inseridas pelos usuários”, explica Luis Lubeck, especialista em segurança da informação da ESET na América Latina.

O Facebook oferece a possibilidade de baixar um resumo com toda a informação que possui do usuário no painel de configuração.

Primeiro passo: ir até a opção “Configurações”

Segundo passo: selecionar a opção “Suas informações no Facebook”

Terceiro passo: selecionar a opção “Baixar suas informações”

Quarto passo: ler os detalhes do arquivo que será baixado e selecionar a opção “Criar arquivo”

Uma vez feito o download da informação, observa-se que são incluídos desde dados pessoais básicos até o histórico de buscas e IPs utilizados ao longo do tempo. Dentro do arquivo, encontra-se um index.html com um menu ordenado com os seguintes dados: Publicações, Fotos e vídeos, Comentários, Curtida e reações, Amigos, Stories, Seguindo e seguidores, Mensagens, Grupos, Eventos, Informações de perfil, Páginas, Marketplace, Histórico de pagamentos, Itens e coleções, Seus locais, Aplicativos e sites, Portal, Outras atividades, Anúncios e empresas, Histórico de pesquisa, Localização, Sobre você, Informações sobre login e segurança.

“Os usuários compartilham grandes quantidades de informações na Internet sem pensar em quem pode vê-las e como podem ser usadas. Por isso, o download de uma cópia das informações armazenadas sobre nossas atividade pode servir para medir a quantidade e os detalhes das informações que publicamos sobre nós. Essas informações nas mãos dos cibercriminosos podem ser usadas para projetar um ataque cibernético, por meio do qual é possível roubar nossas informações sigilosas e realizar ações maliciosas. Permanecer protegido permite que você aproveite a tecnologia com segurança”, conclui Luis Lubeck.

A ESET recomenda que você assuma o controle das informações e não acredite que elas desaparecerão. Em relação à privacidade on-line e à possibilidade de ser rastreado na Internet, leve em consideração a relação entre privacidade e segurança, pois manter as informações pessoais fora do alcance de terceiros dificultará a identificação e o registro das atividades.

A empresa recomenda ainda que é fundamental controlar e estabelecer critérios claros em relação à expectativa de privacidade de cada um, e ativar em todos os casos possíveis o Duplo Fator de Autenticaçã para adicionar uma camada de segurança ao login com nome de usuário e senha. Além disso, na medida do possível, use uma VPN, especialmente ao trabalhar conectado a redes Wi-Fi públicas, para evitar a exposição de dados sigilosos.

A ESET possui o portal #quenãoaconteca, com informações úteis para evitar que situações cotidianas afetem a privacidade on-line.

Lista traz os 10 maiores riscos globais para os negócios em 2020

A consultoria global Protiviti divulgou a lista dos 10 maiores riscos para 2020, segundo a percepção de 1063 executivos do mundo todo, entre membros de conselho e líderes de organizações de diversos setores. Neste ano, o principal temor dos executivos é o impacto de mudanças regulatórias, que subiu do terceiro para o primeiro lugar em comparação com o análise de 2019. No Brasil, o risco tem forte impacto por conta da LGPD (Lei Geral de Proteção de Dados), que entrará em vigor a partir de agosto, podendo afetar na criação e na entrega de serviços e produtos aos clientes.

Conforme explica Rodrigo Castro, diretor de riscos e performance na ICTS Protiviti e porta-voz da pesquisa no Brasil, este é um risco que se mantém historicamente alto, mas aumentou em 2020. “O crescimento se deu devido à maior intensidade de regulações ligadas à privacidade de dados dos clientes, que ampliará a governança das empresas, resvalindo principalmente no desenvolvimento e lançamento de produtos. Toda e qualquer ação terá que ser muito bem pensada antes de executada para não impactar de forma negativa na sociedade”, completa Castro.

Já o segundo risco mais significante da lista são as condições econômicas que impactam no crescimento das empresas, conforme a visão de 70% dos respondentes. A pesquisa alerta a preocupação dos executivos no longo período de crescimento da economia americana, que pode estar prestes a terminar, seguindo o ciclo natural de altas e baixas.

“A China apresenta sinais de desaceleração de sua economia, a segunda maior do mundo, com impactos globais na economia, inclusive com potenciais reflexos no Brasil. Esse cenário é agravado com a recente proliferação do Corona Vírus no mercado chinês. Outra incerteza que ronda a cabeça dos executivos são os impactos econômicos do Brexit, a saída do Reino Unido da União Europeia”, completa Castro.

Os oitos risco restantes para o ano de 2020 estão atrelados à gestão de equipe, com a atração, a retenção, a capacidade e o plano de suscessão de colaboradores. Ameaças cibernéticas e competição com empresas nascidas digitais também surgem no top 10.

Veja abaixo a lista completa:

1. Impacto da mudança regulatória e do escrutínio na resiliência operacional, produtos e serviços
2. Condições econômicas que impactam o crescimento
3. Desafios de sucessão. Capacidade de atrair e reter os melhores talentos
4. Capacidade de competir com empresas “nascidas digitais” e outros concorrentes
5. Resistência à mudança da operação
6. Ameaças cibernéticas
7. Gerenciamento de privacidade, identidade e segurança da informação
8. A cultura da organização pode não incentivar suficientemente a identificação oportuna e a escalada de questões de risco
9. Manutenção da lealdade e retenção de clientes
10. A adoção de tecnologias digitais pode exigir novas habilidades ou esforços significativos para aprimorar e capacitar novamente os funcionários existentes.

LGPD está entre os maiores riscos para o executivo brasileiro

O Brasil parece remar contra a percepção global. O cenário atual tende para um enxugamento da burocracia e diminuição da participação do estado na economia. O ministério da desestatização e a secretaria da desburocratização estão criando um cenário de enxugamento do escrutínio regulatório e aumento da economia de mercado.

A expectativa da entrada em vigor da Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD) é um fator que impulsiona este risco domesticamente e também se conecta com o risco de gestão de privacidade e identidade, sétimo no ranking global. “Empresas de todos os setores aplicam esforços para se adequarem à lei, o que não é uma tarefa simples”, acrescenta Rodrigo Castro.

Em relação às regulações para o comércio exterior, apesar de sermos uma economia relativamente fechada, nossos grandes parceiros comerciais, como China, Estados Unidos e União Europeia, estão no grupo que aumentou as barreiras para o fluxo internacional de comércio.

Na visão geral da América Latina, o risco economico é o mais latente. A CEPAL (Comissão Econômica Para América Latina) considera um crescimento de apenas 0,1% do PIB para esta região em 2019. Para a América do Sul, a estimativa é de uma contração de 0,2%.

O Brasil é uma exceção a este cenário. As mudanças macroeconômicas propostas pelo novo governo reverteram a trajetória descendente da economia. A taxa básica de juros SELIC, em seu menor nível histórico, de 4,5%, e a inflação controlada contribuem para uma estimativa de crescimento da economia doméstica de 2,2%, segundo o Banco Central.

Já na América do Sul, as tensões políticas geram instabilidade regulatória pelo risco de medidas populistas serem aplicadas. A Venezuela tende a manter um regime avesso ao mercado, com arcabouço regulatório altamente volátil. A Argentina deu uma guinada para a esquerda, adotando uma política econômica intervencionista e que pode também suscitar inseguranças localmente. Na Bolívia, a saída de Evo Morales e a entrada de um governo interino geram instabilidades político-regulatórias, assim como no Chile, onde levantes populares fizeram com que o presidente Sebastian Piñera adotasse políticas populistas para acalmar os ânimos da população.

Veja abaixo os cinco principais riscos na percepção de membros do conselho e executivos da América Latina para 2020:

1. Condições econômicas que impactam o crescimento
2. Impacto da mudança regulatória e do escrutínio na resiliência operacional, produtos e serviços
3. Gerenciamento de privacidade, identidade e segurança da informação
4. A cultura da organização pode não incentivar suficientemente a identificação oportuna e a escalada de questões de risco
5. Ameaças cibernéticas

Mais informações sobre a pesquisa podem ser acessadas através do link http://www.protiviti.com/US-en/2020-top-risks

ClickCash recebe aporte de R﹩ 5,5 milhões para operação no Brasil

O aplicativo ClickCash , que oferece empréstimo pessoal de até R﹩ 2 mil para pessoa física, inicia operação no Brasil em breve. O app levantou o montante de 1,2 milhões de euros (5,5 milhões de reais), em aporte liderado pela austríaca Telor e a estoniana Morcote Holdings, para apostar no lançamento, ao mercado brasileiro, de empréstimos totalmente automatizados, ágeis e desburocratizados.

“Acreditamos que com o crescimento econômico acelerado, o aumento da confiança do consumidor e as novas regulamentações brasileiras para bancos digitais e fintechs, a ClickCash vem oferecer uma alternativa conveniente, com taxas competitivas, em comparação com os empréstimos bancários tradicionais, que são caros por dia de pagamento”, afirma Rene Hirv, fundador e CEO da Morcote Holding.

Para Sasha Hauptmann, CEO da Telor, a confiança na ClickCash foi um fator relevante. “Temos certeza de que, com sua abordagem rigorosa às interfaces móveis, processo de back-end, pontuação e análise de crédito de big data muito minuciosa, a ClickCash está muito bem posicionada para se beneficiar do crescimento de empréstimos online”, explica.

Para Douglas Murdoch, Country Manager da ClickCash no Brasil, a operação “aposta em um score de crédito próprio que combina inteligência artificial, dados móveis e serviços de informações de crédito tradicionais. E é esse score próprio, em várias camadas, que garante a assertividade da análise e a velocidade da concessão do crédito”, revela.

Em 2018, a Telor e a Morcote investiram conjuntamente na brasileira Casafy, proptech que conecta vendedores e compradores para venda direta de imóveis, empresa comprada da Properati LLC/OLX, do Grupo Naspers.

Simplificando empréstimos móveis

A plataforma é a primeira a oferecer um processo menos burocrático e mais rápido para aprovação de crédito pessoal sem garantia, no Brasil. O empréstimo é solicitado pelo app e, assim que aprovado, disponibilizado para depósito na conta do cliente.

A aprovação rápida é resultado da inteligência artificial aplicada no sistema, que não depende somente de informações de pagamentos anteriores ou bases de dados antigas para avaliação da capacidade de crédito do consumidor – um diferencial com relação aos demais players do mercado.

O ClickCash cruza até 10 mil pontos de dados por dispositivo e conta com variadas fontes para avaliação do consumidor, que possibilitam a execução de empréstimos altamente assertivos. A plataforma também é uma das primeiras a utilizar dados do Cadastro Positivo, fornecidos pelo SPC/Serasa, para a concessão de crédito.

A startup oferece crédito entre R﹩ 500 e R﹩ 2 mil para pagamento em até 6 vezes – via boleto ou transferência bancária. Em breve, a fintech ofertará empréstimos de até R﹩ 10 mil para pagamentos em até 24 meses e com capacidade de pagamento em débito automático. Utilizando vasta experiência em pontuação de crédito e pontuação de dados móveis, a ClickCash oferece taxas competitivas em relação aos outros players.

Com o sistema bancário cada vez mais digital, o Credit as a Service (Crédito como Serviço) funcionará como um benefício não só para o público B2C mas também B2B, onde o “CaaS” atuará como uma nova solução financeira onde empresas que não utilizam os empréstimos como solução financeira poderão oferecer crédito a seus clientes através da plataforma ClickCash.

Estudo do Google revela comportamento para o Dia do Consumidor

O Dia do Consumidor, celebrado em 15 de março, cresce a cada ano e não se resume mais em apenas um dia: ele movimenta uma semana inteira de ofertas. Segundo dados da Ebit, no ano passado, o faturamento da Semana do Consumidor chegou a R$ 1,174 bilhão. Já no Google, as buscas pelo Dia do Consumidor cresceram 20% em 2019 com relação a 2018.

Com a proximidade da data, o Google apresenta sua tradicional pesquisa sobre o comportamento de consumo dos brasileiros. Os dados foram obtidos por meio de uma Google Survey, ferramenta de pesquisa on-line que permitiu entrevistar mil pessoas, além de uma análise do comportamento dos brasileiros que pesquisam sobre a data no buscador.

A data é do consumidor

A data, criada para celebrar os direitos do consumidor, se tornou relevante para o Varejo brasileiro apenas em 2014. A data cresce a cada ano e, por ser o “seu dia”, o consumidor quer mais do que grandes descontos e espera que as empresas façam mais por ele, oferecendo benefícios e mimos.

Entre os benefícios além de descontos, frete grátis ainda aparece como o principal diferencial (53%), porém condições de pagamento especiais (15%), pontos extras em programas de fidelidade (12%), cashback (7%) e seguro/garantia estendida gratuita (7%) ganharam relevância em 2020.

Os direitos do consumidor

Para os entrevistados, o direito mais importante do consumidor é o de atendimento atencioso (22%), sendo seguido por promoções/propagandas honestas (21%), produto entregue no prazo (14%), trocar produtos defeituosos (14%), estorno de compras canceladas (14%) e estorno de cobranças indevidas (12%).

Ainda segundo os entrevistados, o direito menos respeitado do consumidor é o de ter acesso a promoções/propagandas honestas (21%). Trocar produtos defeituosos (18%), atendimento atencioso (17%), entrega no prazo (15%), estorno de cobranças indevidas (13%) e estorno de compras canceladas (12%) vêm logo em seguida.

Potencial da data para 2020

O estudo revela que o brasileiro começou o ano mais otimista em relação à economia do país e ao próprio bolso, o que se reflete em uma maior intenção de compra. Cerca de 35% dos entrevistados declararam estar bastante otimistas com a economia do Brasil em 2020 e 17% disseram estar bastante pessimistas. Considerando as finanças pessoais dos entrevistados, 34% afirmaram estar em situação muito melhor ante o ano passado e apenas 12% sinalizaram estar muito pior.

Categorias em alta

Quando consideramos os produtos que os brasileiros pretendem adquirir no primeiro semestre de 2020, roupas e calçados apresentam a maior intenção de compra para o primeiro semestre (28%), sendo seguidos pelos smartphones (24%), eletrônicos (24%), alimentos e bebidas (23%), móveis (19%) e eletrodomésticos e eletroportáteis (16%).

No entanto, esses números mudam quando consideramos quem pretende esperar especificamente pelo Dia do Consumidor para efetuar a compra. Os smartphones estão na liderança das intenções de compra (28%), sendo seguidos por roupas e calçados (27%), eletrônicos (26%), móveis (21%), eletrodomésticos e eletroportáteis (19%) e alimentos e bebidas (19%).

Os smartphones também são líderes quando consideramos qual produto os consumidores mais querem ver em promoção na data, sendo citados por 22% dos entrevistados. Roupas e calçados (13%), TVs (6%), computadores e eletrônicos (6%), alimentos (5%), móveis (5%), videogames (4%), eletrodomésticos e portáteis (4%) e itens de beleza (1%) também foram citados.

E-commerce brasileiro registra expansão de 15,1% em janeiro, indica Mastercard SpendingPulse

Em janeiro de 2020, o comércio eletrônico brasileiro teve crescimento de 15,1% no comparativo ano a ano, de acordo com o Mastercard SpendingPulse™, um indicador que fornece informações sobre as tendências gerais de gastos do varejo em todos os tipos de pagamentos. Já a média de vendas pelo canal e-commerce, nos últimos três meses, foi de 18,9%, comparando com o mesmo período do ano passado.

O volume total de vendas para o mês de janeiro (excluídas as vendas de automóveis, materiais de construção, restaurantes e cama, mesa e banho) também teve crescimento: 1,1% em relação ao mesmo período do ano anterior. A média total de vendas nos últimos três meses teve uma expansão de 2,3% em relação ao mesmo período do ano passado, um pouco acima do crescimento total em 2019, que registrou 1,5%.

“Apesar do fato de a taxa de desemprego melhorar gradualmente até o final do ano passado, aumentando positivamente os resultados do comércio varejista, o índice de confiança do consumidor registrou um pequeno declínio no início de 2020”, disse César Fukushima, diretor de Análises Avançadas da Mastercard no Brasil.

Os dados regionais mostram que o Sudeste teve desempenho acima da média, com crescimento de 2,1%, enquanto Norte (-0,9%), Nordeste (0,2%), Sul (0,7%) e Centro-Oeste (-4,7%) ficaram abaixo do registrado pelo varejo, na comparação com o mesmo período do ano anterior.

Renner lança campanha de arrecadação para apoiar projetos com foco no empoderamento de mulheres

Maior varejista de moda do Brasil, a Renner vai destinar, entre os dias 02 e 05 de março, 5% do seu faturamento líquido a projetos que atuam para promover o empoderamento econômico e social das mulheres na cadeia do varejo têxtil. A iniciativa integra o conjunto de ações do movimento Todas Avançam Juntas, do Instituto Lojas Renner – braço social da Companhia.

Esta é a 13º edição da campanha, que em 2019 arrecadou R$ 2,8 milhões para investir em projetos como o Empoderando Refugiadas, que já qualificou profissionalmente 300 mulheres em situação de refúgio no Brasil, buscando contribuir para sua inserção no mercado de trabalho. Desde sua fundação, em 2008, o Instiuto apoiou quase 900 projetos com foco na mulher, beneficiando mais de 200 mil pessoas.

“O movimento Todas Avançam Juntas permite que nossos clientes, por meio de sua decisão de compra, contibuam diretamente com o Instituto Lojas Renner, que atua há mais de 10 anos em diferentes regiões do Brasil. Desta vez, de forma inédita, fazemos isso no mês que contempla o Dia Internacional da Mulher, tornando esta campanha ainda mais significativa”, afirma o diretor executivo do Insituto Lojas Renner, Eduardo Ferlauto.

Podcasts com histórias de mulheres inspiradoras

Como parte desta edição do movimento Todas Avançam Juntas, a Renner está compartilhando histórias reais de mulheres inspiradoras em uma série no seu canal no Spotify. Esta é a primeira vez que a marca lança um conteúdo digital neste formato.

São três podcasts que dão visibilidade a participantes de projetos apoiados pelo Instituto Lojas Renner (o primeiro está disponível aqui). Com apresentação da comunicadora Babi Thomaz, a produção traz histórias de diferentes mulheres que receberam oportunidades para crescer. O projeto será encerrado com um vídeo no canal do Youtube da Renner, com a participação de todas as convidadas dos podcasts.

Quando a saída é o trabalho remoto: como fica a segurança dos dados?

Por Bruno Maia, head de Inovação do SAS América Latina

O receio sobre o coronavírus ocasionou um aumento exponencial na prática de trabalho remoto — a Ásia está liderando o que é o maior experimento de home office já visto no mundo. De fato, quem ainda achava que era impossível produzir trabalhando longe do escritório não teve outra opção a não ser aceitar que essa era a nova forma de operar. Antes mesmo da epidemia se instalar, a evolução do work from home/work from anywhere, em que colaboradores podem viver e trabalhar onde quiserem, desde que façam suas entregas, já era uma realidade.

Refletindo sobre as implicações relativas aos dados no contexto do aumento do remote working, o que tem atrapalhado é o trânsito entre o trabalho feito localmente, ou seja, nos nossos computadores, e a fonte: muita tecnologia ainda precisa ser envolvida para apresentar ou salvar o conteúdo com o qual precisamos trabalhar. A conectividade torna-se fundamental — e o 5G virará a chave nesse jogo, mas isso ainda é um cenário futuro.

Considerando as coisas como são atualmente, um ponto a ser levado em conta é a segurança. Quando se está usando dados no escritório, normalmente assume-se uma rede contida da empresa, com um guarda-chuva de segurança da estrutura fixa. Em um contexto de home office, como é possível garantir a integridade dos dados corporativos?

Em empresas que sabem que dados são seu ativo de maior valor, se um descuido no trato de dados sensíveis ficar evidente, isso chega na mesa da gestão. Empresas que permitem o home office responsável empregam toda a sorte de ferramentas como bitlocker, criptografia no computador e até nos pendrives. E, se você o mesmo computador para trabalhar e para suas atividades pessoais, terá que abrir mão de alguma privacidade, pois a empresa vai monitorar tudo: as suas coisas pessoais e as que dizem respeito à empresa.

Portanto, empresas que flexibilizarem suas rotinas de trabalho no escritório, com funcionários longe dos recursos tecnológicos que forçam a aderência a políticas de segurança, precisam rever como tratam seus dados. Sem uma evolução do padrão de tecnologia, segurança e políticas associadas, vazamentos de dados e prejuízo para o cliente final se tornarão cada vez mais frequentes com o aumento do trabalho remoto. Epidemias à parte, este é um risco certamente real.

Sequoia expande operação no país com aquisição da TA – Transportadora Americana

A Sequoia, um dos maiores operadores logísticos de e-commerce e tecnologia do país, está ampliando sua atuação nacional com a compra de 100% da TA-Transportadora Americana, que figura entre as líderes do setor de transporte fracionado de cargas, rodoviário expresso e aéreo, conhecido como B2B fracionado.

“Com essa nova aquisição, a terceira em menos de um ano, entramos de maneira mais relevante no segmento B2B fracionado e aéreo (LTL), completando todos os serviços de logística e distribuição para o mercado brasileiro de consumo e produto acabado. Já somos líderes em entregas B2C (last mile para consumidor) e agora reforçamos as operações de last mile para empresas e pontos de venda, com a possibilidade de maior integração das soluções para o omnichannel”, explica o fundador e presidente da Sequoia, Armando Marchesan Neto.

Nos últimos 4 anos, a Sequoia cresceu de forma relevante e com a aquisição da Transportadora Americana (TA), a mais longeva e tradicional empresa do segmento de fracionado, reconhecida pela qualidade e tecnologia de vanguarda, a estimativa de faturamento para este ano (2020) pode atingir R﹩ 1,2 bilhão.

Expansão e investimentos

A Sequoia nasceu focada no atendimento ao e-commerce e hoje presta serviços para diversos segmentos. Com DNA no comércio eletrônico, tem uma ênfase muito grande em tecnologia. Além do e-commerce, o grupo é líder no mercado de entrega de meios de pagamento (máquinas de POS). Com know how tecnológico, a companhia é responsável pela logística integrada das maquininhas, e o processo contempla desde armazenagem, instalação, troca, manutenção e logística reversa, com alto índice de desempenho de entrega no prazo e qualidade de atendimento.

A Sequoia também é conhecida pela flexibilidade e desenho de soluções inovadoras e de entregas rápidas, como é conhecido no mercado o “Same Day Delivery”, além de realizar operações dedicadas para entregas entre 4 a 6 horas após o pedido do cliente.

Nos anos de 2018 e 2019 a empresa investiu mais de R﹩ 200 milhões em capacidade, tecnologia e novas aquisições. Para 2020 novos investimentos estão programados e serão concentrados em tecnologia e automação.

Empreendedorismo feminino cresce no Brasil

A era das startups cresce a cada ano e com ela a integração e liderança das mulheres no mundo dos negócios e no mercado. Os movimentos feministas, que defendem a igualdade de gênero e batalham para reforçar o posicionamento das mulheres no mercado possuem um papel importante para esses resultados. Hoje não é mais um “diferencial” para as empresas permitirem que mulheres sentem nas cadeiras de chefia, que sejam as últimas a “bater o martelo” nas decisões de uma corporação. Negócios originariamente femininos pegaram embalo nesse movimento e caminham a passos largos.

No ano passado, 25% das aberturas de empresas foram feitas por mulheres, enquanto em 2016 esse número era de 18%. O ano de 2019 também revelou um aumento de 7% no empreendedorismo feminino (comparado aos últimos dados de 2016 da Contabilizei, escritório especializado em contabilidade).

Segundo com a Receita Federal, o Brasil teve 2,8 milhões de empresas abertas até a última contagem feita em outubro de 2019, um crescimento de 18% em relação ao mesmo período de 2018. As empresas abertas no regime MEI (Microempreendedor Individual) aumentaram 23%, com um total de 2,2 milhões, enquanto as não MEI aumentaram 5%, 550 mil registros a mais. A projeção é para que esses dados aumentem, e apesar dessa ser uma área em que os homens são predominantes, o número de mulheres à frente deles aumenta a cada mês.

Para ilustrar alguns exemplos de mulheres que empreenderam no segmento das startups e estão inovando seus mercados estão:

Camila Folkman, co-fundadora da Mindset Ventures, empresa de investimentos de venture capital em startups de Israel e EUA, principalmente aquelas com potencial de operação no Brasil. Atualmente, Folkmann é responsável pela parte de operação, compliance e gestão de fundos da gestora de VC (Venture Capital). A executiva começou sua carreira como advogada empresarial, tendo trabalhado para grandes escritórios que assessoram empresas listadas na Fortune 500 e, posteriormente, para startups no Vale do Silício e fundos de VC brasileiros. Camila é considerada uma das primeiras mulheres brasileiras a fundar uma gestora de capital de risco, além de apoiar iniciativas de diversidade, integrando a “Venture Women Brazil” e participando da maior comunidade global de “Women in VC”.

Deborah Alves é idealizadora da Cuidas, uma startup que conecta empresas a médicos de família no local de trabalho. Única mulher entre os três fundadores, Deborah Alves é, hoje, CTO e cofundadora da Cuidas, startup que tem a finalidade de conectar empresas com médicos de família para atendimentos no próprio local de trabalho. Oferecendo planos mensais, a plataforma oferece maior otimização de tempo e custos mais baixos para as empresas clientes. Em média, são resolvidos 98% dos casos pelos médicos conveniados à plataforma.

Mariana Dias criou a Gupy, startup líder em recrutamento e seleção com base em inteligência artificial no Brasil. Formada em Administração pela USP, Mariana tem especialização em Empreendedorismo e Inovação pela Universidade de Stanford. Começou sua carreira como trainee da Ambev, onde trabalhou por quatro anos e ocupou o cargo de Business Partner para a América Latina. É CEO e fundadora da HRTech Gupy, empresa que fundou em 2015 junto a três amigos. Sua startup torna mais eficiente o recrutamento e melhora a experiência de candidatos, gestores e profissionais da área de RH durante processos seletivos através de inteligência artificial. Com atuação em oito países, a plataforma da Gupy disponibiliza uma triagem de currículos que reduz 70% do tempo de esforço operacional. Por meio de inteligência artificial e machine learning, a HRtech consegue elencar em um ranking os candidatos com melhor perfil para suas vagas.

Renata Horta deu vida à Troposlab, responsável por desenvolver o modelo de negócio e a estrutura organizacional mais adequada para as empresas, liderando e desenvolvendo a equipe, criando produtos e planos pedagógicos e executando estratégias. Renata é bacharel em Psicologia e mestre em Administração, tendo produzido uma dissertação sobre Cultura Organizacional, ambos pela Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG).

Em 2016, Nathália Tavares, que atuava como agente de aceleração da Troposlab desde 2014, foi anunciada como sócia da empresa. Administradora de Empresas e Mestre em Estratégia, Marketing e Inovação, tem experiência de capacitação em grandes empresas, na aceleração de startups e na organização de eventos de empreendedorismo e inovação. É porta-voz e uma das idealizadoras do movimento CareTech.

Cada vez mais exemplos femininos como estes incentivam outras mulheres a fortalecerem e enalteceram suas presenças frente às empresas. Bagagens repletas de experiências profissionais riquíssimas, cheias de personalidade, desafios e resultados inspiradores.

SONDA cria unidade de negócios de Serviços Financeiros e anuncia diretor executivo para a área

A SONDA, maior empresa de serviços de TI da América Latina, começa 2020 com a criação da unidade de negócios de Serviços Financeiros. A nova área é uma iniciativa regional da companhia para toda a América Latina. No Brasil, será conduzida por Mauro Borges Guaraciaba, recém-contratado pela companhia como diretor-executivo.

A SONDA mantém contratos com os maiores bancos públicos e privados do País. Os serviços abrangem atendimento e suporte de TI, desenvolvimento e sustentação de aplicativos, outsourcing de impressão, além de soluções como gestão de risco, automação robótica e plataformas analíticas.

“Estamos entre os maiores fornecedores de serviços de TI no mercado brasileiro, e em acelerado ritmo de crescimento. Nossa expansão possibilita direcionar investimentos em segmentos prioritários, como o setor financeiro, que demanda alta tecnologia, processos e recursos especializados para aumentar a eficiência, competitividade e abrangência de seus serviços para a sociedade”, explica Affonso Nina, CEO do Grupo SONDA Brasil.

Em alinhamento à organização global, a criação da nova unidade no Brasil inclui a contratação de profissionais especializados, além de investimentos em pesquisa e desenvolvimento de soluções. A carteira de clientes da SONDA abrange diversos setores como bancos, corretoras, seguradoras, fintechs e insurtechs.

O último estudo realizado pela Federação Brasileira de Bancos (Febrabran) mostrou que, só em 2018, as instituições financeiras aplicaram R$ 19,6 bilhões em tecnologia, com foco em transformação e melhoria no atendimento online. As despesas com tecnologia, que abrangem o custo de manutenção do parque tecnológico e serviços de TI, atingiram R$ 13,9 bilhões, no mesmo período.

Além do reporte local a Affonso Nina, Mauro Guaraciaba responderá a Christian Richter, vice-presidente Global de Serviços Financeiros, baseado no Chile. O novo diretor possui trajetória com mais de 27 anos de experiência, trabalhando para empresas de tecnologia como EDS, HP e DXC Technology, conduzindo negócios no setor financeiro em diversos segmentos, como bancos de varejo e de investimentos, seguradoras, corretoras, empresas de meios de pagamentos, entre outras, tanto no Brasil como no exterior.

Bacharel em Finanças pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP), Mauro Guaraciaba possui pós-graduação em Gerenciamento de TI pela Fundação Getúlio Vargas e MBA em Finanças e Mercado Financeiros pela Fundação Instituto de Administração (FIA) e em Finanças pela Universidade de São Paulo (USP), além de Programa Avançado de Gestão em Negócios pelo Instituto Europeu de Administração de Empresas (Insead).

“A SONDA reúne todas as condições e diferenciais competitivos necessários para apoiar os clientes em sua jornada de transformação, na busca por serviços financeiros cada vez mais inteligentes e desenvolvidos a partir da ótica de seus consumidores. Estamos ampliando práticas e levando soluções inovadoras ao mercado juntamente com nossos parceiros”, comenta Guaraciaba.

Valdirene Soares Secato é a nova diretora de Recursos Humanos da Bradesco Seguros

Valdirene Soares Secato é a nova diretora de Recursos Humanos do Grupo Bradesco Seguros. Com formação em Administração de Empresas e especialização em Programa de Desenvolvimento Gerencial pelo IESE Business School, ela atua há 31 anos em Gestão Estratégica no segmento bancário brasileiro.

A executiva tem larga experiência em Gestão Corporativa, com forte atuação no desenvolvimento de talentos, tendo participado ativamente em programas de formação para colaboradores de diversos níveis. A nova diretora do Grupo acredita que é preciso evoluir o mindset e as habilidades dentro das organizações para que o desenvolvimento seja constante. “É um grande desafio e espero agregar e contribuir muito com esse grupo, que já possui uma trajetória incrível”, destaca Valdirene.

Com atuação em nível executivo, Valdirene desenvolveu sua carreira em instituições financeiras, setor em que trabalha desde 1988. No Banco Bradesco, suas últimas experiências antes de assumir o novo posto foram como Superintendente Executiva de Recursos Humanos e UniBrad, Comitê de Remuneração e PMO Corporativo. Com ampla experiência profissional em identificação, análise, definição e implantação de estruturas, ela busca otimizar custos, melhorar ainda mais a qualidade das entregas e estimular a produtividade dos colaboradores.

“Acredito na transformação por meio do capital humano e a área de Recursos Humanos deve estar permanentemente preparada para contribuir estrategicamente junto à liderança para essa mudança”, explica a executiva.

Valdirene Soares Secato é formada em Administração de Empresas pelo Instituto Senador Flaquer, com especialização em Programa de Desenvolvimento Gerencial pelo IESE Business School. Ingressou na Organização Bradesco em 2003 como Gerente Departamental de Organização e Métodos. Também atuou como Superintendente Executiva de Recursos Humanos e UniBrad, Membro do Comitê de Remuneração e PMO Corporativo no banco Bradesco, e assumiu a diretoria de Recursos Humanos do Grupo Bradesco Seguros em janeiro de 2020.

50 Maiores Franquias do Brasil 2020: estudo da ABF revela avanços e redes mais maduras

Pelo quarto ano consecutivo, a ABF – Associação Brasileira de Franchising divulga o Perfil das 50 Maiores Redes de Franquias no Brasil por número de unidades em operação (veja abaixo a lista completa). A edição 2020 do estudo revela avanços e mais maturidade das redes.

De acordo com o estudo, o volume de unidades das Top 50 aumentou 9% no último ano, dois pontos percentuais a mais do que em 2018, quando foi de 7%. O número mínimo para figurar entre as Top 50 do franchising brasileiro subiu 7%, de 301 para 321 operações. Também aumentou o número médio de unidades por marca, que passou de 861 em 2018 para 897 no ano passado. Dentre as maiores de 2019, o número de redes com mais de mil unidades se manteve em 17, como em 2018, ante 14 no ano anterior. Das marcas participantes, 45 são de origem brasileira. Entre os segmentos, o levantamento evidenciou, ainda, que o segmento de Serviços e Outros Negócios ampliou duas vezes sua participação na lista, o mesmo número das redes de Moda.

Realizada exclusivamente com marcas associadas, a pesquisa é feita a partir do banco de dados da entidade com informações registradas pelas próprias redes. O sistema audita eletronicamente as informações quanto à sua veracidade e autenticidade através de regras e salvaguardas específicas no processo de inserção dos dados no próprio sistema.

Para André Friedheim, presidente da ABF, “esse levantamento confirma mais uma vez que o franchising brasileiro avança de forma contínua, segura, com redes cada vez mais maduras e com boas práticas de gestão. É uma grande satisfação acompanhar o desenvolvimento deste grupo das 50 Maiores que, certamente, é uma referência importante para todo o setor”.

Segundo o levantamento, entre as Top 10 do franchising brasileiro, quatro operam no segmento de Alimentação, duas são de Saúde, Beleza e Bem-Estar e outras duas de Serviços Automotivos, e há uma representante em Comunicação, Informática e Eletrônicos, Serviços Educacionais e Hotelaria e Turismo.

O Boticário (Saúde, Beleza e Bem-Estar) se mantém na liderança, com um crescimento de 2% em unidades na comparação com 2018, que subiu de 3.724 para 3.806. No 2º lugar, o McDonald’s (Alimentação) reassumiu a posição. Com alta no volume de unidades abertas em 2019 frente ao ano anterior, a rede de fast food ampliou de 2.289 para 2.459 suas operações. O mais representativo individualmente dos segmentos do franchising nacional, Alimentação conta com quatro franquias entre as Top 10. Em 3º lugar está a rede AM/PM, com um total de 2.377 unidades, a 4ª posição foi mantida pela Cacau Show, com 2.322 operações, e na 5ª colocação também se manteve a Subway, com 1.864 unidades.

Ingressando na lista das dez maiores franquias no Brasil, a Acqio (Comunicação, Informática e Eletrônicos) avançou do 15º para o 6º lugar, saltando de 1.114 para 1.703 unidades. A alta demanda por soluções de meios de pagamento eletrônicos, aliada à praticidade e segurança no uso das “maquininhas” por lojistas e consumidores, além do menor investimento inicial para abrir a franquia, foram algumas das principais razões para essa expansão.

O 7º lugar ficou com a marca Lubrax+ (Serviços Automotivos), que voltou a figurar na lista das 50 Maiores e totalizou 1.643 unidades. A rede Kumon (Serviços Educacionais) vem a seguir, na 8ª posição, com 1.563 operações. Outra representante do segmento de Serviços Automotivos, a Jet Oil ficou em 9º lugar, com 1.491 unidades e, fechando as Top 10, a rede CVC (Hotelaria e Turismo), com 1.414 pontos de venda.

Na lista como um todo, as marcas que mais alçaram posições foram Help! Loja de Crédito (do 40º para o 24º lugar), Piticas Moda Criativa (de 46º para 33º), Acqio (de 15º para 6º), Burger King Brasil (de 19º para 14º) e Óticas Carol (de 13º para 11º).

As marcas estreantes no rol das 50 maiores neste ano são: Odontocompany (25º), Espaçolaser (30º), Oggi Sorvetes (37º), San Martin (42º), KNN Idiomas (45º), Nutrimais (47º), Ceopag (48º), Ceofood (49º lugar) e Supera – Ginástica para o Cérebro (50º). A data de referência para compor o retrato das informações foi 31 de dezembro de 2019.

Unidades, Novos formatos e Distribuição Geográfica

Embora tenha apresentado uma queda, o segmento de Alimentação continua a concentrar a maior parte das unidades, seguido de Saúde, Beleza e Bem-Estar e Serviços Educacionais.

A exemplo do movimento observado em outras pesquisas da ABF, o estudo do Perfil das 50 Maiores Redes de Franquias no Brasil confirma a continuidade dos investimentos em novos modelos de negócios. De acordo com o Estudo, nos dois últimos anos, enquanto o percentual de lojas tradicionais diminuiu de 88% para 85%, outros formatos – como quiosques, unidades móveis e operações home based – passaram de 12% para 15%.

O estudo indica que em termos de localização das sedes das marcas por Estado e de unidades por Estado, o quadro manteve-se semelhante às edições passadas do Perfil das 50 Maiores Franquias do Brasil por unidades:

Em relação ao tempo de atividade como franqueadora, o perfil das 50 Maiores apresentou pouca variação em relação a 2018, mostrando mais uma vez que a experiência é um fator importante para se atingir um determinado porte, embora haja exceções.

Em virtude do ingresso de novas marcas entre as 50 maiores, o percentual de redes que detêm o Selo de Excelência em Franchising (SEF) caiu ligeiramente, passando de 78% para 75% nos dois últimos anos. Porém, o alto índice de marcas selistas no grupo reafirma a importância de se obter a principal chancela do mercado de franquias brasileiro. O SEF é conquistado pelas redes inscritas que alcançam maior pontuação na pesquisa feita pela ABF com os respectivos franqueados.

*A lista deste ano é composta por 53 marcas em virtude do empate em três posições