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Gofind é selecionada para o Scale-up Endeavor, em SC

A Gofind está entre as selecionadas para o Scale-Up Endeavor, importante programa de aceleração, realizado pela maior organização de apoio a empreendedores de alto impacto do mundo, que pela primeira vez terá uma turma em Santa Catarina. Durante cinco meses, a startup de Joinville irá participar de workshops e mentorias especializadas, com o objetivo de melhorar a capacidade de gestão e liderança da empresa, para ajudá-la a se tornar ainda mais competitiva.

Ao todo serão dez startups catarinenses, selecionadas pelo alto potencial de crescimento, diferenciais competitivos claros e um modelo de negócios comprovado pelo mercado, que terão a oportunidade de discutir e aprimorar questões como contratação de lideranças, acesso a capital e estratégia. Serão realizados workshops com foco nas dores do negócio, a partir das metodologias da Endeavor. Cada startup terá o acompanhamento de um mentor e padrinho e os empreendedores terão acesso ao Day1 e ao Scale-Up Summit, maiores eventos do país para empresas de alto crescimento.

“O ano de 2020 tem tudo para ser ainda mais positivo para a Gofind. Já passamos por outras acelerações e entendemos o quanto esse processo é enriquecedor para o nosso negócio. As empresas que participam do programa estão no momento certo para escalar e colocar em prática os conselhos dos mentores para crescer mais e de forma acelerada”, avalia Fernando Farias, CEO da Gofind.

Como se preparar para as profissões do futuro?

Com as mudanças significativas do mercado de trabalho e a tecnologia influenciando cada vez mais o ambiente corporativo, muito tem se falado sobre a transformação das carreiras, influenciada principalmente pela tecnologia. Por isso, é essencial que os profissionais continuem se atualizando e focando em desenvolver novas capacidades, que vão além das habilidades cognitivas.

Pensando nisso, a HSM University elencou as principais características de cada área e como os profissionais devem se preparar para o futuro.

• Gestor de inovação

A principal função desse profissional é empreender dentro do ambiente corporativo, usando suas ideias inovadoras para garantir resultados melhores para o negócio. Quem se forma nessa área também está apto para fazer não apenas uma gestão de pessoas, mas também uma gestão emocional dos liderados. Esse profissional terá uma média salarial de R﹩ 16 mil.

• Cientista de dados

Empresas data driven são o futuro do mercado de trabalho. O uso massivo de redes sociais e de outras ferramentas da internet, como as próprias buscas no Google, tem proporcionado um grande volume de dados para os negócios. Diante desse cenário, é necessário incorporar profissionais que saibam transformar essas informações em insights decisivos para as organizações. Como consequência, é possível otimizar os serviços e produtos para que atendam melhor às necessidades dos consumidores. A remuneração média dos cientistas de dados é de R﹩ 7 mil.

• Advogado de proteção de dados

Além dos cientistas de dados, as empresas vão precisar também de advogados que lidem com a proteção dessas informações. Muito dessa nova forma de enxergar os dados de internet se dá graças à Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD), que entra em vigor em agosto de 2020. Existem companhias que pagam até R﹩ 50 mil para advogados de proteção de dados.

• Perito forense virtual

Ainda que a internet seja um espaço de prosperidade tanto para negócios quanto para profissionais, ainda existem alguns desafios a serem contornados. Um deles consiste em crimes cibernéticos, fraudes, espionagens, invasões a servidores ou máquinas e assim por diante. Enquanto os desenvolvedores buscam maneiras de proteger esses sistemas, o perito forense digital vai em busca de respostas.

Esse profissional, que deve ter inglês fluente e muito conhecimento tecnológico, pode receber até R﹩ 20 mil por mês. Reconhecer padrões e ter persistência são competências presentes no perfil do perito forense, cuja função é rastrear minuciosamente as ocorrências citadas acima.

“Independentemente da área escolhida o mais importante é que os profissionais estejam abertos às mudanças em um cenário disruptivo, entendendo o timing das transformações combinado ao autoconhecimento e a constante reciclagem educacional”, finaliza Paulo Lira, coordenador e supervisor acadêmico da HSM University.

Goodyear divulga seu mais recente pneu-conceito recarregável

A Goodyear lançou em Bruxelas (Bélgica) um conceito revolucionário de autorregeneração de pneus que pode se adaptar e mudar para atender às necessidades individuais de mobilidade. “A Goodyear quer que o pneu seja um colaborador ainda mais poderoso para atender às necessidades específicas de mobilidade dos consumidores”, disse Mike Rytokoski, vice-presidente e diretor de marketing da Goodyear Europa, que completou: “Foi com essa ambição que nos propusemos a criar um pneu-conceito preparado para o futuro da mobilidade elétrica personalizada e conveniente “.

O conceito do novo pneu inclui vários recursos inovadores, elaborados em torno de três pilares:

Personalização

No centro do novo pneu conceito está um composto de piso recarregável e biodegradável que pode ser recarregado com cápsulas individuais, simplificando radicalmente o processo de substituição dos pneus. Preenchidas com um composto líquido personalizado, essas cápsulas permitem que a banda de rodagem se regenere e o pneu se adapte ao longo do tempo às circunstâncias climáticas, às condições da estrada ou simplesmente à maneira como os condutores desejam viajar/ dirigir. E, graças à inteligência artificial, é possível criar um perfil de motorista em torno do qual o composto líquido seria personalizado, gerando uma mistura composta sob medida para cada indivíduo.

Sustentabilidade

O composto em si seria feito de um material biológico e reforçado com fibras inspiradas em um dos materiais naturais mais complexos do mundo, a seda de aranha. Isso o tornaria extremamente durável e 100% biodegradável.

Sem complicações

Além de simplificar radicalmente o processo de substituição dos pneus por cápsulas recarregáveis, o piso seria suportado por uma estrutura leve e não pneumática e uma forma alta e estreita. Essa é uma construção fina e robusta de baixa manutenção que eliminaria a necessidade de manutenção de pressão ou tempo de inatividade relacionado a perfurações. “O novo pneu-conceito da Goodyear, suporta a mobilidade elétrica personalizada, sustentável e sem complicações”, concluiu Sebastien Fontaine, designer líder do Centro de Inovação da Goodyear em Luxemburgo.

Salão do Automóvel é adiado para 2021

A Associação Nacional de Fabricantes de Veículos Automotivos, ANFAVEA, e a REED Alcântara Machado comunicam que a edição 2020 do Salão do Automóvel de São Paulo será adiada para 2021.

Luiz Carlos Moraes, Presidente da ANFAVEA, destaca: “O Salão do Automóvel é um evento que precisa evoluir e refletir o momento de disrupção tecnológica que nosa indústria está vivendo. Em conjunto com a REED, tomamos a decisão de adiar a edição do Salão de 2020 para reduzir custos e termos tempo de avaliar novos formatos. A revisão do Salão não é um movimento local, está acontecendo em todos os países do mundo e pelos mesmos motivos”.

Cláudio Della Nina, Presidente da REED Alcântara Machado, declara: “A REED possui o grande desafio de propor um novo Salão do Automóvel alinhado com as expectativas do público visitante e com a nova realidade das montadoras. Estamos focados na solução deste desafio e comprometidos com a entrega da melhor edição do Salão do Automóvel em 2021.”

Coalizão Indústria manifesta apoio à política econômica do governo

Apesar da retomada do crescimento econômico do Brasil ainda não ter ocorrido na velocidade e intensidade desejada e necessária, a Coalizão Indústria – que congrega entidades representativas de 13 segmentos da indústria de transformação e da Construção Civil, responsáveis por 45% do PIB industrial -, manifestará hoje (06/03), no Rio de Janeiro, ao Ministro da Economia Paulo Guedes seu apoio à política econômica do Governo.

Tal posição deve-se ao fato da política econômica do Governo ter compromisso com a melhoria da competitividade sistêmica do país e, em especial, da indústria. A Coalizão pretende reiterar ao Ministro total apoio à agenda de reformas do Governo, por considerar que são essenciais para o desenvolvimento de forma sustentada do país.

Após a aprovação da reforma da previdência e da Lei da Liberdade Econômica no ano passado pelo Congresso Nacional, os setores que integram a Coalizão Indústria pedem maior celeridade na tramitação da Reforma Tributária, em razão de ser este um ano de eleições municipais, o que dificultará a discussão de matérias no Congresso Nacional no 2º semestre.

A Coalizão Indústria apresentará ao Ministro Paulo Guedes as medidas que entende como imprescindíveis na reforma tributária: o equilíbrio das cargas tributárias intersetoriais, o fim da cumulatividade de impostos com a mudança do conceito de crédito físico para crédito financeiro, a desoneração das exportações, dos investimentos e da folha de pagamento, e a simplificação e a redução dos tributos.

O extrato SINCOR e os créditos tributários federais desconhecidos pelas empresas

Você confia na sua contabilidade? Você desconfia que a sua empresa pagou (e continua pagando) valores a maior de tributos federais nos últimos 5 anos? Você sabe o que é o extrato SINCOR/CONTACORPJ? Não? Recomendamos que você solicite o quanto antes esse documento para a Receita Federal!

A Receita Federal realiza o controle dos recolhimentos efetuados (DARFs pagos) pelos contribuintes por meio do Sistema de Conta Corrente de Pessoa Jurídica – SINCOR e CONTACORPJ, sendo que nesse sistema também é realizado o controle de todos os pagamentos efetuados nos últimos 5 anos que estão sem a vinculação com débitos (pagamentos sem correlação a débitos existentes).

Esse extrato consolida as informações de praticamente todos os tributos federais, assim como relaciona qual foi o número do pagamento, a qual título ele foi realizado (código de receita), em qual data ocorreu o recolhimento, qual foi o valor efetivamente recolhido e, inclusive, se o valor (ou parte do valor) foi vinculado a algum débito ou se o valor está sem a vinculação com débitos.

Todos os valores que não foram alocados nos últimos 5 anos poderão representar para a empresa um crédito, até mesmo porque, a princípio, não haveria débito vinculado. Isso pode ocorrer por diversos motivos, dentre eles o erro no preenchimento dos documentos de arrecadação, pagamentos em duplicidade, pagamentos a maior, dentre outros (são erros extremamente comuns quando há transição de equipes, mudança de empresa de contabilidade, grande volume de informação fiscal, etc.).

Para materializar a questão, divulgamos abaixo como é esse extrato na hipótese em que os créditos foram devidamente alocados aos débitos (valores recolhidos corretamente pela empresa):

Nesse cenário, todos os pagamentos efetuados pela empresa possuem débitos correlacionados e foram vinculados a eles. Esses valores estão devidamente alocados no sistema da RFB (não podem ser objeto de restituição).

Por outro lado, verifique abaixo um exemplo de extrato na hipótese em que existem créditos não alocados (possíveis valores recolhidos indevidamente):

 

 

Os valores constantes na coluna vermelha representam pagamentos efetuados pela empresa que não possuem débitos correlacionados. Esses valores estão “soltos ” no sistema da RFB.

O grande problema é que esse documento não é disponibilizado para os contribuintes, especialmente porque, no entendimento da Receita Federal, trata-se de documento sigiloso, utilizado para controle interno dos referidos débitos/créditos.

A boa notícia é que a matéria já foi apreciada com repercussão geral pelo STF (RE nº 673.707 – TEMA 582[1]), oportunidade em que foi definido que o extrato deve ser disponibilizado aos contribuintes. 

Supreendentemente, no entanto, a RFB segue descumprindo essa determinação judicial. Justamente por isso, primeiro é necessário apresentar um requerimento administrativo e, após a negativa por parte da Receita Federal, faz-se necessário impetrar um Habeas Data para acessar o referido extrato.

Considerando o volume de informações fiscais e que muitas vezes os valores dos tributos recolhidos pelas empresas são expressivos, entendemos que é interessante acessar o referido extrato para verificar se ocorreram pagamentos indevidos nos últimos 5 anos e até mesmo para identificar a regularidade do trabalho desenvolvido pela área contábil. Afinal, caso sejam identificados créditos não alocados (pagamentos indevidos), a empresa poderá (i) atualizar os valores e ingressar com pedido administrativo de restituição e (ii) eventualmente adequar os seus procedimentos fiscais/contábeis.

Ah, ponto importante: o Habeas Data é um procedimento judicial gratuito (não tem custas judiciais e também não tem honorários de sucumbência) e eventual indeferimento do pedido de restituição não enseja a aplicação de qualquer tipo de penalidade à empresa.

 

Por Eduardo Silveira, sócio do Silveira Advogados e especialista em Direito Tributário

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Em expansão, Validity anuncia a quinta aquisição em dois anos

Líder global em qualidade e gerenciamento de dados do cliente, a Validity acaba de adquirir a empresa 250ok, que desde 2011 desenvolve softwares de gerenciamento e entrega de e-mails, com capacidade de promover uma análise bastante profunda do processo. Nos últimos dois anos, a empresa adquiriu outros quatro negócios: CRMfusion, aplicativo líder em qualidade de dados de CRM corporativo; BriteVerify, plataforma global para verificação de e-mail; Return Path, líder global em soluções de dados; e AppBuddy, aplicativo para Salesforce e outras plataformas.

Com a recente aquisição, a Validity amplia seus recursos de otimização de soluções de dados em todo o ecossistema global de provedores de serviços de e-mail. “O canal e-mail está longe de ser extinto. Mas, continua sendo um ambiente de constante desafio aos profissionais de marketing nos processos de atração e engajamento dos clientes”, ressalta Cecilia Belele, diretora regional da Validity, para a América Latina. “Os provedores têm sido cada vez mais estratégicos para melhorar a experiência do cliente na caixa de entrada. Sem os dados, as soluções e as orientações corretas, mesmo os melhores remetentes podem ter dificuldade para chegar à caixa de entrada e impactar essas pessoas”, detalha.

Criada em 2011, a 250ok surgiu como uma inovação no mercado de software de análise e entregabilidade sob o comando do ex-especialista em entregabilidade de e-mails da antiga ExactTarget, Greg Kraios. Atualmente, a organização se destaca pelo desenvolvimento de softwares de gerenciamento de e-mail, com soluções inovadoras para os remetentes mais arrojados, como Marketo, CDW, National Geographic, Crutchfield, Furniture Row e PETA. “Para a Validity, as aquisições não significam apenas mais soluções no portfólio, mas sim o incremento de seu time de especialistas para auxiliar empresas ao redor do mundo a deixarem suas mensagens comerciais fora da pasta de spam”, destaca a executiva Cecilia Belele.

Com a aquisição da 250ok, a Validity continua a expandir sua presença no mercado e a ampliar seu portfólio de soluções líderes para os profissionais de marketing e vendas. Ao longo dos últimos dois anos, a empresa realizou as seguintes aquisições:

• CRMfusion, o aplicativo líder em qualidade de dados de CRM ccrporativo
• BriteVerify, a plataforma global mais confiável para verificação de e-mail
• Return Path, líder global em manter o e-mail fora da pasta de spam
• AppBuddy, o principal aplicativo de planiha do Salesforce e de outras plataformas; e
• 250ok, a principal plataforma de análise de e-mail.

Contrato Social ou vesting? Saiba qual o melhor acordo para uma startup

Por Arthur Braga Nascimento

Iniciar uma startup envolve dispor de muita dedicação, nem sempre ter um bom capital e saber que está lidando com riscos. Mas, mesmo com todos os desafios que esse ecossistema oferece, existem maneiras de mitigá-los. Tornar o colaborador como um sócio do negócio pode ser uma solução para evitar perda de capital. Como quase em tudo na vida, para realizar esse processo não há uma fórmula secreta e nesse caminho podem acontecer dores de cabeças com uma inclusão e saída abrupta no contrato social, por exemplo. Por isso, a modalidade conhecida por “Vesting” tem se tornado uma das melhores formas de garantir que a escolha não resulte em problemas.

Em linhas gerais, o contrato de Vesting pode ser utilizado por todos aqueles colaboradores que não fazem parte do cap table da empresa, incluindo fundadores, colaboradores e advisors, que querem o reconhecimento no trabalho executado, se tornando eventualmente sócio no negócio.

Um empreendedor pode até imaginar que essa não é uma troca justa, mas ao contrário disso, o Vesting permite que um novo colaborador receba sua participação de acordo com o tempo de trabalho. Esse recurso pode ser aplicado tanto para as grandes, quanto para as médias e pequenas empresas, principalmente as startups que geralmente se encaixam na categoria “pequenas empresas” e precisam crescer progressivamente.

Imagine um cenário que é muito comum de ser encontrado: um dos sócios abandona o projeto, enquanto um colaborador continua trabalhando e faz a startup finalmente decolar, gerando lucros consideráveis no mercado em que atua. De olho nesse valor, o sócio ressurge exigindo sua parte nos lucros, com base em sua participação, e o outro, que continuou trabalhando, não ganhará absolutamente nada.

Essa não é uma situação agradável e justa para o colaborador que contribuiu com o negócio, por isso, sugerir que o acordo seja feito por meio do Vesting é a maneira que as empresas têm de evitar esse tipo de transtorno. O referido formato é uma forma de testar se o colaborador merece ser sócio do seu negócio, e, também, para reter bons talentos, afinal de contas muitos bons colaboradores acabam saindo da Startup por não terem uma projeção de sociedade.

Ainda desmistificando, o Vesting não é um bicho de sete cabeças. O acordo pode ser feito com a ajuda de advogados que fazem parte de escritórios de advocacia especializados em startups e empresas em fase inicial.

O ponto central de um contrato nesse modelo é que quando há um pacto entre as duas partes, onde metas, se existirem, podem ser estabelecidas e cumpridas, todos podem se beneficiar. Afinal, por um lado a empresa aumenta seu potencial sem precisar comprometer seu capital, e por outro, o novo sócio não precisa arriscar seus próprios recursos financeiros. Além disso, você estará retendo um bom colaborador no seu negócio com prazo, e nesta forma estará testando para ver se realmente ele é uma pessoa confiável.

E aí, já pensou em aplicar o Vesting para seus colaboradores?

Arthur Braga Nascimento, sócio do BNZ e coordenador da Bonuz. Especializado em Ventures e Startups

IPOs exigem atenção e cuidados, alerta Ibracon

O aquecimento da economia e a taxa de juros cada vez menor estão levando muitas empresas brasileiras a abrirem seu capital, o conhecido Initial Public Offering (IPO). Mas, entrar no grupo das que operam na B3, que será a quarta maior bolsa do mundo até 2030, requer atenção e cuidados, como alerta o Ibracon — Instituto dos Auditores Independentes do Brasil.

Abrir capital é uma jornada e um IPO com potencial de ser bem-sucedido começa muito antes do kick-off. As empresas precisam dar atenção às normas contábeis, priorizar a transparência e a clareza das informações para ter consciência do valor do seu negócio, principalmente após passar o período de euforia da abertura do capital.

Também precisam ser levadas em conta questões como a implantação de um eficiente programa de governança corporativa, integração de diversos setores internos, como jurídico, operações e recursos humanos, e reestruturações societárias.

Por conta disso, o auditor independente acaba se constituindo em profissional imprescindível no processo, porque, sendo um dos principais agentes do mercado de capitais, ele tem acesso à empresa, é um especialista em auditoria e contabilidade, tem independência e experiência em práticas de governança corporativa e agrega credibilidade às demonstrações contábeis.

Tais fatores fazem com que o auditor independente seja, normalmente, um dos primeiros a saber se a companhia quer abrir capital. E com a expectativa de aquecimento do mercado de IPOs, o Ibraconjá prevê também um aumento na procura pelos serviços para esse objetivo.

Otimismo foi a tônica da reunião de grandes empresários com o presidente Jair Bolsonaro na Fiesp

Com o objetivo de discutir os desafios, perspectivas, investimentos, geração de empregos e o crescimento do país, na manhã desta quinta-feira (5/3) o presidente da Fiesp/Ciesp, Paulo Skaf, recebeu o presidente da República, Jair Bolsonaro, seis ministros e mais de 40 acionistas, chairmen e CEOs dos maiores grupos empresariais, de todos os segmentos da economia, sediados no país. Esses grupos têm 5 trilhões de reais de valor de mercado, geram 5 milhões de empregos e pagam bilhões de reais de impostos.

A reunião foi a primeira do recém-criado Conselho Superior Diálogo pelo Brasil, da Fiesp. De forma unânime, os empresários elogiaram a qualidade da equipe econômica do Governo e as reformas em curso. “A tônica da reunião foi otimismo, a confiança e o apoio dos setores produtivos de todo o Brasil ao governo e à agenda econômica. Há um consenso de que estamos no rumo certo”, afirmou Skaf.

Vários empresários e CEOs destacaram os números positivos que suas empresas vêm alcançando. “Temos um momento de muita confiança. O crescimento das vendas de linha branca é consistente. No final do ano passado, chegou a 10% ao mês, ultrapassando 11% nos meses de janeiro e fevereiro”, disse João Carlos Brega, presidente da Whirlpool.

O diretor presidente do Grupo Gerdau, André Gerdau, ressaltou o entusiasmo com o momento atual. “Em 119 anos de atividades nunca estivemos tão animados com as propostas de um governo como estamos com esse”, disse ele. “É um governo que tem o profissionalismo como marca”.

Inflação sob controle e juros baixos, resultantes do controle de gastos públicos, também foram mencionados pelos empresários e CEOs como exemplo do novo momento econômico do Brasil. Essas mudanças significam uma revolução no país. “O novo patamar de juros baixos refundou o mercado de capitais no Brasil. O crédito está em expansão. Temos visto crescimento de 10% no crédito. Lá na frente, esse crédito vai se transformar em crescimento do PIB”, afirmou Luiz Carlos Trabuco, presidente do conselho de administração do Bradesco.

Com o saldo positivo desta primeira reunião, o próximo encontro deve ocorrer em três meses. “O governo tem disposição para escutar os empresários e assume o compromisso de transformar tudo o que foi falado em ação. Nos próximos encontros o governo já trará soluções para diversas das questões sobre as quais falamos na reunião de hoje”, prometeu o general Braga Neto, ministro chefe da Casa Civil.

“Saio daqui animado e com a confiança de que o Brasil, de fato, vai mudar. Isso porque o presidente tem a disposição de enfrentar os problemas, tem ministros e toda uma equipe de Governo de muita qualidade. A abertura e a franqueza das conversas foram notáveis. Acompanho reuniões com presidentes desde os tempos do Sarney. Nunca vi um encontro de tanta qualidade quanto esse”, concluiu o presidente do conselho de administração da Duratex, Salo Seibel.

Nesta primeira reunião do Conselho participaram:

Jair Bolsonaro, Presidente da República Federativa do Brasil
Paulo Skaf, Presidente da FIESP e do CIESP
Gen Ex Braga Netto, Ministro da Casa Civil
Paulo Guedes, Ministro da Economia
Ricardo Salles, Ministro do Meio Ambiente
Jorge Antonio de Oliveira Francisco, Ministro de Estado Chefe da Secretaria-Geral da Presidência da República
Gen Ex Ramos, Ministro de Estado Chefe da Secretaria de Governo da Presidência da República
André Luiz de Almeida, Advogado-Geral da União
V Alte Flávio Rocha, Secretário de Assuntos Estratégicos PR
Fábio Wajngarten, Secretário Especial de Comunicação PR
Gilson Machado, Presidente EMBRATUR
André Bier Gerdau Johannpeter, Diretor Presidente do Grupo Gerdau S.A
Antonio Filosa, Presidente da FIAT para América Latina
Candido Pinheiro Koren de Lima Junior, Presidente do Conselho de Administração da Hapvida
Carlos Alberto de Oliveira Andrade, Presidente do Grupo CAOA
Carlos Zarlenga, Presidente da GM América do Sul
Christian Gebara, Presidente e CEO da VIVO
Dan Ioschpe, Presidente do Conselho de Administração da Iochpe-Maxion
Edgard Corona, Presidente do Grupo Bio Ritmo/ Smart Fit
Elie Horn, Fundador e Presidente do Conselho de Administração da Cyrela
Fábio Coelho, Presidente do Google Brasil e Vice-Presidente Google Inc
Fernando Cestari de Rizzo, Diretor Presidente da Tupy
Fernando Galletti de Queiroz, Presidente da Minerva Foods
Flavio Rocha, Presidente das Lojas Riachuelo S.A.
Francisco Gomes Neto, Presidente da Embraer
Harry Schmelzer Junior, Diretor Presidente Executivo da WEG
Jerome Cadier, CEO da Latam Airlines Brasil
João Carlos Brega, Presidente da Whirpool América Latina
João Guilherme Sabino Ometto, Vice-Presidente Grupo São Martinho
Juliana Azevedo, Presidente da Procter & Gamble Brasil
Lorival Nogueira Luz Junior, CEO BRF
Luiz Carlos Trabuco Cappi, Presidente do Conselho de Administração do Bradesco
Marc Allen, Presidente da Boeing Brasil-Commercial
Marcelo Melchior, Presidente da Nestlé
Marcos Lutz, Diretor-Presidente da Diretoria Executiva da COSAN
Patrick Mendes, CEO do Grupo ACCOR
Paulo Moll, Diretor da Rede D’Or
Philipp Schiemer, CEO Brasil e América Latina da Mercedes-Benz
Raúl Padilla, Presidente da Bunge
Rogélio Golfarb, Vice-Presidente para a América do Sul da Ford
Rubens Ometto, Presidente do Conselho de Administração da Cosan
Salo Davi Seibel, Presidente do Conselho de Administração da Duratex S/A
Sergio Rial, Presidente Banco Santander S/A
Thierry Fournier, Delegado Geral da Saint Gobain no Brasil, Argentina e Chile
Victorio De Marchi, Co-Presidente do Conselho de Administração da AmBev

SAP e SAP Labs promovem eventos Women in Data Science (WiDS)

Durante este mês e abril, a SAP Brasil e o SAP Labs promovem atividades regionais do Women in Data Science (WiDS), iniciativa global da Universidade de Stanford que tem o objetivo de incentivar a participação de mulheres em carreiras relacionadas à tecnologia. A SAP é parceira global da Stanford University para apoiar o WiDS e sedia os eventos pelo quarto ano consecutivo como parte das atividades do programa SAP Next-Gen.

Ao todo serão seis encontros, que em São Paulo acontecem no escritório da empresa, na PUC-SP, na Universidade de São Paulo e na FEI em São Bernardo do Campo; e dois no Rio Grande do Sul, no SAP Labs/Unisinos e na Feevale. A inscrição para participar dos eventos é gratuita e as vagas são limitadas.

Todos os encontros contarão com apresentação de uma executiva da SAP, além de outras profissionais, para compartilhar experiências na área de tecnologia, desafios e oportunidades.

A iniciativa está relacionada à agenda 2030 da ONU da qual a SAP é signatária e cujo objetivo de desenvolvimento ODS 5, Igualdade de Gênero, busca alcançar esta meta e empoderar mulheres e meninas. O público do evento será composto por estudantes e profissionais de universidades, startups e clientes. No evento da SAP Brasil, a agenda* será liderada por mulheres da área de ciência de dados que trabalham em diferentes áreas na SAP.

Atividades também engajam o público interno na SAP

Internamente, a SAP Brasil promove atividades lideradas pela rede de funcionários Business Women’s Network. Como signatária do Pacto Global da ONU e da ONU Mulheres, a SAP endossa o senso de urgência na busca pela equidade. O evento aberto para todos os funcionários acontece na tarde do dia 10 de março, com participação da presidente, Cristina Palmaka. Claudia Cavalcante, consultora da ONU Mulheres, fará uma palestra sobre Equidade de Genêro e na sequência haverá um painel com o mesmo tema mediado por Guilherme Bara, da MAC Consultoria em Diversidade, que contará com convidados compartilhando suas experiências.

Cristina Palmaka, presidente da SAP Brasil, chama a atenção para a necessidade de promover atividades continuamente para promover a equidade de gênero e a diversidade na empresa. “Equidade de gênero não é um problema apenas das mulheres, mas uma questão de direitos humanos que afeta meninas, meninos e homens, e que pode beneficiar a todos nos campo social, político e econômico. Na SAP Brasil, como empresa signatária do Pacto Global da ONU e da ONU Mulheres, endossamos esse senso de urgência na busca pela equidade por meio do movimento Accelerate Change Together, da Business Women’s Network”, diz.

As atividades da rede Business Women’s Networks são sempre abertas para todos e os homens são engajados a participar. As iniciativas, programadas ao longo do ano, convidam cada um a refletir com a campanha da ONU Mulheres: de que forma cada um pode colaborar, hoje, com a mudança da realidade desta e das próximas gerações?

Woman in Data Science – SAP Brasil

Data: Segunda-feira, 09 de março
Horário: das 8h30 às 13h
Local: Auditórios da SAP Brasil em São Paulo (7º andar)

Endereço: Av. Das Nações Unidas 14.171 – Marble Tower – 7º andar – São Paulo

Detalhes e inscrição: https://events.sap.com/br/wids-sap-2020/pt/registration.aspx

Vagas limitadas.

Demais encontros Woman in Data Science com apoio da SAP e SAP Labs 

  • WiDS SAP Labs/Unisinos – São Leopoldo/RS  (12 de março) – inscrições
  • WiDS @FEI – São Bernardo do Campo/SP (20 de março) – agenda em construção
  • WiDS USP – São Paulo/SP (15 de abril) – inscrições
  • WiDS Feevale  – Novo Hamburgo/RS (27 de abril)  – inscrições

Greentech torna green bonds acessíveis ao pequeno investidor

As green bonds ganham força no Brasil, que tem um potencial de títulos verdes estimado em USD 1,3 trilhões, segundo a Climate Bonds Initiative (CBI). O alto valor de aporte, porém, é um desafio ao investidor comum, como afirmou recentemente a ministra da agricultura, Tereza Cristina. A RADIX (www.radixflorestal.com) possibilita o acesso a esse mercado, ao unir o combate às mudanças climáticas ao retorno financeiro. Em um ano que começou com a queda da Selic, as aplicações sustentáveis da greentech têm ainda mais destaque, com rendimento previsto de 12% ao ano, com um retorno 659% maior que a poupança em um comparativo de longo prazo. A empresa abre a quinta rodada de crowdfunding de títulos verdes, com investimento florestal a partir de R$ 480.

A RADIX tem 70 hectares de Mogno Africano cultivados em áreas degradadas de Roraima e Minas Gerais, que hoje são usadas para a plantação da madeira nobre. Ao atingir o ponto de comercialização, em 18 anos, o valor investido em cada fração do plantio é multiplicado entre seis e oito vezes. “O governo tem as green bonds como linha de ação para captação de recursos internacionais para preservação e capitalização de florestas nativas e projetos sustentáveis, mas nós somos uns dos precursores, já começamos a transformar ativos florestais em financeiros em 2015”, diz Gilberto Derze, sócio-fundador da empresa.

A cada oferta pública, uma parte dos recursos arrecadados é aplicada no manejo das florestas e outra na ampliação da atividade. Hoje são 45 mil árvores plantadas da espécie conhecida como novo ouro verde, fonte de madeira de alto valor agregado. “A sociedade vem promovendo o desenvolvimento econômico sem responsabilidade ambiental, causando danos à natureza. Investir em sustentabilidade deixou de ser uma opção e passou a ser uma necessidade, para aumentar a captação de carbono, reduzir o efeito estufa e auxiliar na preservação da biodiversidade”, afirma Thiago Campos, sócio da RADIX.

Investimento baixo e rentabilidade 6,6 vezes maior que poupança

Aliada à consciência ambiental e ao retorno financeiro, a acessibilidade do título — múltiplos de R$ 480 — ajuda a democratizar o investimento florestal. Já são 477 investidores, sendo que 38% deles adquiriram uma cota única e 59% aplicaram menos de R$ 1.000. “Nossa taxa de recorrência é de 31% — pessoas que fazem mais de um aporte, com valores mais altos. E perfis diversificados, como a alta participação feminina, de 14.9% do total”, aponta Derze.

Com a queda da Selic para 4,5% ao ano — o que afeta o bolso dos 69,5% dos brasileiros que depositam suas reservas financeiras na poupança, segundo pesquisa do Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) e da Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) — a RADIX sobressai como opção de investimento 659% mais rentável. Em um comparativo, ao fazer uma aplicação de longo prazo (16 anos) de R$ 4.800, considerando-se as taxas de mercado, o retorno total seria de R$ 8.785,07 na poupança (3,85% a.a.), R$ 11.477,94 no CDB (5,6% a.a.) e R$ 31.062,27 na floresta de Mogno Africano em um cenário conservador.

A estimativa da RADIX é de ampliar o número de investidores nessa quinta rodada de captação, arrecadar R$ 600 mil até o dia 10 de abril e plantar mais 60 hectares em 2020. O processo é realizado pela plataforma de equity crowdfunding Basement, registrada na Comissão de Valores Mobiliários (CVM) e é 100% on-line. A aplicação é única, sem taxas futuras. “Esperamos ser exemplo como green bonds de sucesso e mostrar que dinheiro realmente não cresce em árvore, como diz o ditado, mas pode ser rentabilizado com elas”, brinca Derze.