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Juntos Somos Mais tem mais de 80 vagas de tecnologia abertas

As posições são remotas e profissionais de todo o país podem se candidatar

O setor de construção civil tem se modernizado e entrado cada vez mais no mundo digital. A Juntos Somos Mais , startup detentora do maior ecossistema do setor de construção civil que tem como sócias Votorantim Cimentos, Gerdau e Tigre, contribui para essa transformação e anuncia a abertura de 87 vagas em regime remoto para posições em tecnologia.

As oportunidades disponíveis incluem mais de 40 vagas para pessoas desenvolvedoras (Front-end e Back-end), mais de 10 para UX/UI Designer, 8 para Product Owner e as demais para posições de Data Engineer, SRE/Devops, QA, DBA e Líder Técnico. Para as vagas de Front-end, é necessário ter conhecimento das linguagens React ou Vue.js; já para Back-end, os candidatos precisam ter noções de Python, com framework Django ou .NET Core.

A empresa, que possui um programa de fidelidade para varejistas de materiais de construção e profissionais da área e um marketplace que conecta a indústria e o varejo, acredita que o caminho para a diversidade & inclusão é renunciar a fatores limitantes convencionais para os participantes dos processos seletivos. Isso significa que carreiras, formação e cursos específicos não são essenciais para se candidatar. “Aqui na Juntos Somos Mais, acreditamos que o crescimento começa internamente, por meio do fortalecimento da nossa cultura. Para nossas vagas, buscamos pessoas que queiram fazer a diferença na empresa e no setor de construção civil a partir da tecnologia”, diz Bruna Segatto, Head de Pessoas e Cultura da empresa.

O mais importante, de acordo com Daiune Fujii, responsável pela área de Talent Acquisition da Juntos Somos Mais, é que os colaboradores se identifiquem com a cultura da empresa, que estejam alinhados com a forma de trabalho – que sejam adeptos de clean code (filosofia de desenvolvimento de softwares que consiste em aplicar técnicas simples que facilitam a escrita e a leitura de um código), de cultura open source (plataformas com código aberto que podem ser acessadas, modificadas e distribuídas de forma independente).

“A Juntos Somos Mais é uma empresa de tecnologia para o setor de construção civil. É importante termos na nossa equipe, profissionais que queiram aprender, crescer e contribuir para a transformação desse setor. Formação ou anos de experiência não são exigências, queremos pessoas que valorizem uma cultura forte e enraizada no time, que acredite em nosso propósito e que estejam dispostas a criar uma história com a Juntos”, comenta Danny Farias, CTO da Juntos Somos Mais.

A área de tecnologia da Juntos Somos Mais vem em forte crescimento desde sua fundação. Em 2018, Danny Farias era o único profissional da área. Pouco mais de dois anos depois, já são mais de 90 pessoas. Ao todo, a startup já possui mais de 200 colaboradores e apesar de ter sede em São Paulo, a Juntos Somos Mais aceita candidatos de todo o país. Além disso, em função da pandemia, todos os colaboradores trabalham em home office. Os interessados podem se candidatar pelo LinkedIn da empresa, acessando o link https://www.linkedin.com/company/juntos-somos-mais/ .

O que significa para o Brasil a nova regulação para startups

Por Mariana Hamar Valverde, sócia, e Juliana Zanotto, advogada, de Moreau│Valverde Advogados

Quando o presidente Jair Bolsonaro sancionar Projeto de Lei Complementar 146/19 que institui o marco legal das startups, o Brasil se alinhará internacionalmente entre os países que fomentam empreendimentos que se focam em idéias inovadoras. Para muitos, isso pode até significar pouco se a perspectiva for a partir da realidade do Vale do Silício, Londres ou mesmo de recém países formados nos Balcãs quando a cultura de conexão digital já era realidade. As intenções pouco comentadas para trazer à tona uma normativa voltada ao ecossistema de startups são mais abrangentes e includentes, mesmo que se localizem, aqui e ali, defeitos que poderão ser revistos a partir da aplicação da norma.

A lei é a regulamentação que faltava e reclamada por muitos empresários do setor. O crescimento exponencial de empresas voltadas a atividades inovadoras no Brasil carecia de diretrizes que, de certa maneira, equilibrassem o jogo, garantindo acesso a recursos de modo a minimizar riscos aos investidores, abrindo ampla frente de negócios no setor público, área ainda extremamente carente de aplicações voltadas ao atendimento de demandas da sociedade, seja na educação, na saúde, segurança e tantos outros segmentos essenciais da prestação de serviços à sociedade.

Por outro prisma, como tais empresas se diferenciam de outras pela natureza inovadora e por operarem em ambiente de elevada incerteza, apresentando, em contrapartida, alta probabilidade de crescimento relevante em curto espaço de tempo, vinham sendo, de certa maneira, discriminadas. Investimentos na área, embora atrativos, afastavam potenciais interessados por apresentar altos riscos.

Enfrentava-se, portanto, um tipo de barreira para que a inovação via startups se impusesse em melhor escala. O mindset conservador que ainda domina muitos campos de negócios tece elogios, mas tem ressalvas na medida em que a formalização e consecução necessitam de procedimentos mais ágeis, já que a inovação ocorre em grande velocidade. 

Daí depreende-se mais uma mudança significativa trazida pelo novo mecanismo legal: segurança jurídica e maior agilidade como elementos basilares para o desenvolvimento de negócios e captação de investimentos.

As previsões criadas no marco legal não serão somente aplicadas às empresas criadas a partir de sua promulgação. Empresas de operação recente (com até 10 anos de inscrição no CNPJ), cuja atuação caracteriza-se pela inovação aplicada a modelo de negócios, produtos ou serviços ofertados, também poderão se enquadrar. O empresário individual, a empresa individual de responsabilidade limitada, as sociedades empresárias, as sociedades cooperativas e as sociedades simples poderão se valer das novas disposições legais, desde que não tenham receita bruta superior a R$ 16.000.000,00 no ano anterior.

Um requisito importante consiste na obrigatoriedade de a empresa ter como atividade principal a utilização de negócios inovadores para a geração de produtos ou serviços ou estar enquadrada no Inova Simples, regime especial que fixa um rito sumário para abertura e fechamento de empresas.

Dentre as inovações promovidas pelo Projeto de Lei, destacamos as seguintes:

INVESTIDORES-ANJO

O ‘Investidor-Anjo’ passa a ser formalmente reconhecido, sendo que os investimentos poderão ser realizados tanto por pessoas físicas quanto pessoas jurídicas. Como consequência, as startups poderão contar com aporte de recursos financeiros, sem que os investidores necessariamente participem do quadro societário. Isso gera maior proteção e segurança ao investidor, que não terá de responder por qualquer dívida da empresa, inclusive em casos de recuperação judicial (a não ser em hipóteses que o investidor agiu com dolo ou cometeu fraude ou simulação). Em contrapartida, o investidor não tem direito de gerência ou voto na administração, podendo, contudo, participar de deliberações de forma consultiva e ter acesso a todas as informações financeiras e contábeis da empresa.

Caso o titular do investimento, eventualmente, tenha interesse em participar ativamente na empresa, poderá converter o instrumento de aporte em efetiva e formal participação societária.

PARTICIPAÇÃO VIA FUNDOS

Outro importante fator trazido pelo PL para a captação de recursos é a possibilidade de que empresas que sejam obrigadas a investir em pesquisa e desenvolvimento possam fazer isso em relação às startups via fundos patrimoniais ou fundos de investimento em participação (FIP) nas categorias capital semente, empresas emergentes e com produção econômica intensiva em pesquisa, desenvolvimento e inovação.

LICITAÇÕES

O marco legal confere uma modalidade de licitação especial para as startupscriarem e testarem soluções inovadoras. O processo administrativo será mais simples e por ser aberto somente a startups, permitirá que empresas menores ganhem espaço e encontrem novas respostas aos problemas do país.

AMBIENTE REGULATÓRIO

Visando fomentar a inovação, o PL destrava as regulações às quais a startupestará sujeita. Referido processo é conhecido como sandbox regulatório, muito comum no exterior. O sandbox permite que a administração pública afaste a incidência de normas regulatórias, não configurando, contudo, uma desregulação geral, visto que não alcançará todas as empresas. Pelo sandbox, a administração pública poderá afastar a incidência de certas normas, estabelecendo critérios diferenciados para seleção ou qualificação de empresas que se enquadrem como startups, bem como a duração e o alcance da suspensão das normas.

Diante das mudanças acima apontadas, o PL, uma vez sancionado, representará grande avanço ao setor das startups no Brasil, mediante a criação de um ambiente favorável ao fomento e crescimento destas empresas e, consequentemente, do mercado voltado aos produtos e serviços inovadores. Isso mostra a excelente intenção do legislador em seguir a tendência mundial de se garantir maior segurança jurídica e agilidade ao universo das startups, o que provoca aumento no volume de investimentos e na geração de tecnologias e soluções inovadoras.

Prodam SP integra nova associação de cidades inteligentes

A Prodam SP, empresa de tecnologia da Cidade de São Paulo, integra a diretoria da Associação Nacional das Cidades Inteligentes, Tecnológicas e Inovadoras (Anciti). A empresa será representada por seu presidente Johann Dantas, que atuará como diretor de gestão.

“Participar da Anciti irá trazer novos paradigmas para a Prodam SP e consequentemente para a cidade de São Paulo. Estou certo que grandes iniciativas para o paulistano surgirão a partir da troca de informações e conhecimento”, destaca Dantas.

A Associação Nacional das Cidades Inteligentes busca promover o intercâmbio de conhecimento e melhores práticas entre as entidades de TI dos municípios brasileiros e, assim, aprimorar a qualidade de vida do cidadão.

A diretoria da Anciti será composta por Leandro Garcia (Prodabel-BH) como diretor-presidente, Bernardo D’Almeida (Emprel-REC) como diretor executivo, Carolina Barbosa (Sempla-NAT) como presidente do conselho de gestão, Diego Rodrigues (Semit-SLZ) como diretor de TI, Johann Dantas (Prodam-SP) como diretor de gestão, Larissa Muritiba (STI-BET) como vice presidente do conselho de gestão, Luís Sabia (Citinova) como diretor de inovação, Públio Teles (SMCTDE-SRS) como diretor de inclusão digital, Letícia Batistella como diretora de parcerias e Samuel Araújo (Cogel-SA) como diretor de relações institucionais.

Valorização dos programas de fidelidade cresce durante a pandemia

Os consumidores brasileiros buscam, cada vez mais, oportunidades de economizar e ter benefícios em suas compras diárias, principalmente, diante da crise causada pela pandemia. Sendo assim, os programas de fidelidade aparecem, progressivamente, como uma “ajuda” nesse momento, aumentando o interesse de quem já participa e despertando a vontade em quem ainda não é cadastrado. Foi o que confirmou uma pesquisa realizada pela ABEMF (Associação Brasileira das Empresas do Mercado de Fidelização), em parceria com a Locomotiva Instituto de Pesquisa.

Segundo o estudo, mais da metade dos participantes dos programas de fidelidade, 55%, disseram que, devido à atual crise, passaram a dar preferência para a compra em marcas que oferecem programas de fidelidade. E 51% deles concordaram com a frase: “meus programas de fidelidade podem me ajudar a atravessar a crise causada pelo coronavírus”. Quando se trata do resgate de produtos e serviços, o isolamento social e a adoção do home office também causaram impacto. 67% dos participantes que responderam à pesquisa afirmaram que estão mais interessados em trocar seus pontos/milhas por produtos para casa.

“Este foi um período em que o consumidor percebeu como ele pode aproveitar os programas de fidelidade de diferentes maneiras e em vários momentos de sua vida. Devido à diversidade de opções de acúmulo e resgate, cada vez mais, os brasileiros entendem os benefícios de se cadastrar nos programas, que, lembrando, são gratuitos”, explica o diretor executivo da ABEMF, Paulo Curro.

Não usuários

Quando se trata dos que ainda não utilizam os programas de fidelidade, 74% pretendem aderir aos benefícios, devido à crise caudada pela pandemia de Covid-19 e ao momento econômico atual.

Quando questionados sobre o que os motivaria a participar dos programas, a resposta mais mencionada pelos entrevistados foi resgatar pontos/milhas em dinheiro (cashback), citada por 55%. Já conseguir recompensas mesmo com pouco saldo, é motivação para 44%, seguido por variedade de recompensas (produtos/serviços diversificados), 34%, um aplicativo fácil de usar para consultar saldo e fazer trocas, 32%, e acumular pontos/milhas em diversos estabelecimentos é essencial para 30% – a soma dos percentuais é superior a 100%, pois os participantes puderam escolher mais de uma opção.

Ao falar sobre os segmentos que mais despertam seu interesse para programas de fidelidade, aqueles que ainda não são cadastrados citaram muitos exemplos, ligados, principalmente, às compras cotidianas. O mais lembrado foi supermercado, 92%, seguido por farmácias, com 84%, lojas de eletrônicos e eletrodomésticos, 77%, além de lojas de vestuário, 76%, cosméticos, 74%, e empresas de alimentos e bebidas, apontada por 72% dos entrevistados, que também puderam escolher mais de um segmento.

5 startups dos Programas Softex estão entre as 100 a serem monitoradas no Brasil

 AgriConnected, Netshow.me, Zeeng e Avec (Conecta Startup Brasil) e Predify (IA2 MCTI) são as cinco startups integrantes dos programas da Softex citadas na quarta edição da 100 Startups to Watch, que anualmente relaciona cem empresas com soluções inovadoras para atender às demandas de uma economia em transformação.

Ao todo, 2.063 empresas se inscreveram. Uma bancada de 27 jurados, entre consultores, investidores e representantes da comunidade de startups, elegeu a lista final.

Com um portfólio que contempla atualmente mais de 600 startups investidas e 6 mil projetos cadastrados, a Softex vem se consolidando como referência para o ecossistema de inovação brasileiro.

Em seu portfólio de execução estão, entre outros, os Programas Prioritários de Ciência e Tecnologia, PPEI SUFRAMA e PNM Design de Microeletrônica , TechD, Conecta Startup Brasil, Brasil Mais Digital, Escola do Trabalhador 4.0,  Brasil IT+, Distrito Digital e MPS.BR.

A lista “100 Startups to Watch 2021” é organizada no Brasil por meio da parceria entre Pequenas Empresas & Grandes Negócios, Época Negócios, EloGroup e InnoVc. 

Conheça as startups do portfólio Softex selecionadas:

  • AgriConnected – solução de gestão e monitoramento de máquinas agrícolas
  • Avec – hub de soluções integradas e inovadoras para o mercado de beleza e bem-estar
  • Predivy – plataforma de otimização de precificação para empresas e produtos por meio do emprego de inteligência artificial
  • NetShow.me – transforma a maneira de distribuir e consumir vídeos e conteúdos digitais
  • Zeeng – plataforma de Big Data Analytics voltada para as áreas de comunicação e marketing

Banco BS2 adquire a fintech WEEL

Com a missão de ser o primeiro neobank B2B do Brasil, o Banco BS2 anuncia hoje a aquisição da fintech israelense WEEL, que atua na oferta de crédito para empresas brasileiras. A transação consolida a estratégia do banco de criar uma oferta de valor integrada para PMEs, unificando jornadas de serviços financeiros e crédito.

A aquisição é o primeiro movimento estratégico do banco desde a chegada do novo CEO Marcos Magalhães, que assumiu a cadeira oficialmente no início de maio, quando também se juntou ao Conselho de Administração.

“Temos planos ousados de crescimento. A WEEL tem os melhores produtos e o melhor time de crédito digital para empresas. Complementa perfeitamente nossa oferta e nos credencia para sermos o principal provedor de soluções para PJs. Este é um segmento ainda desassistido pelo mercado financeiro, que historicamente priorizou a pessoa física ou as grandes corporações. Nossa atuação vai mudar essa lógica”, ressalta Magalhães.

A integração entre BS2 e WEEL


A WEEL é uma fintech de dados e crédito 100% digital, especializada em soluções para pequenas e médias empresas. Por meio de inteligência artificial e machine learning, permite o acesso a soluções financeiras desburocratizadas para suportar o crescimento das empresas. Em 2020, atingiu a marca de R$ 1 bilhão em operações de crédito, com mais de 15 mil clientes em sua base.

A fintech incorpora ao BS2 toda sua tecnologia de ponta, incluindo plataforma de originação e ambiente de dados, que permitirá a entrega de uma experiência digital única para empresas, com jornadas simples e produtos e serviços inovadores.

O time da WEEL também será integralmente incorporado ao BS2. Simcha Neumark, fundador e CEO da cia, além de executivo, passa também a compor o conselho de administração do Banco. Os atuais acionistas da WEEL, entre eles, os fundos Monashees e Franklin Templeton, após a aprovação dos órgãos reguladores competentes, passam a ser acionistas do BS2.

Para Neumark, a aquisição representa uma sinergia perfeita, que une o portfólio de serviços do BS2 à inteligência de dados e expertise de crédito digital da WEEL. “Estamos criando uma experiência unificada na qual o cliente terá acesso a alta tecnologia e a produtos que realmente resolvam o seu dia a dia – contribuindo, assim, para que seu negócio seja o foco. Pequenas e médias empresas terão no BS2 um one-stop shop para todas as suas necessidades de banking e crédito”, explica.

Pesquisa mostra como o setor de alimentação se adaptou à segunda onda e o que precisa ser melhorado

A pesquisa com base na segunda onda da covid-19 no Brasil, realizada pela Associação Nacional de Restaurantes (ANR), em parceria com a consultoria Galunion, especializada no mercado food service, e com o Instituto Foodservice Brasil (IFB) mostra quais fatores precisam ser melhorados no setor de alimentação, de forma operacional, do ponto de vista dos próprios restaurantes e dos fornecedores em geral. O levantamento de dados, feito entre 09 de abril e 05 de maio, contou com a participação de 650 empresas de diversos perfis, desde redes às independentes, de todos os estados brasileiros.

Entre as principais ações para aumentar as vendas e a lucratividade, 75% das empresas ouvidas visam reduzir desperdícios, 69% querem promover e incentivar produtos com maior lucratividade, 68% irão revisar a forma de operar a cozinha, pensando na redução de equipe, novos processos, reformulação do cardápio, ingredientes e equipamentos; 67% planejam lançar produtos, 63% irão renegociar preços ou trocar de fornecedores, 61% farão mais promoções ou combos, 56% pensam em rever as especificações e marcas, para buscar insumos com melhor custo-benefício, e 48% têm como plano investir em hospitalidade para aumentar satisfação do cliente.

“Com a segunda onda da pandemia no Brasil, a visão dos responsáveis por bares e restaurantes mudou de forma significativa, buscando alternativas para que empresa se mantenha ativa no mercado, conquistando faturamento, atendendo com excelência e reduzindo as dívidas, mesmo em um momento conturbado. Isso fica evidente quando perguntamos na pesquisa, o que mudou neste ano em relação à 2020, por exemplo. No ano passo, 66% dos entrevistados tinham como objetivo reduzir os desperdícios e esse número saltou para 75% em 2021. Podemos verificar diferentes perspectivas em outros dois fatores, como promover e incentivar produtos com maior lucratividade, que em 2020 era a intenção de 56% e neste ano é de 69% dos respondentes, assim como no lançamento de produtos, que era o plano de 46% no passado e hoje é uma meta de 67% das empresas”, revela a fundadora e CEO da Galunion Consultoria, Simone Galante.

Como se sabe, o delivery foi uma ferramenta essencial no setor de alimentação desde o início da pandemia. O levantamento mostra que 86% dos entrevistados afirmaram trabalhar com delivery, e para estes que operam por meio deste serviço, esta modalidade de venda atingiu 44% do faturamento em 2020, e chegou a representar 52% das vendas entre março e abril deste ano. Um dado curioso é que ao levantar informações sobre quais formas são utilizadas para captar os pedidos de delivery e take Away. Neste caso, 77,1% utilizam o iFood e 70,1% o WhatsApp, aplicativos que dominam o segmento, mas que 50,7% ainda captam pedidos pelo telefone, que ainda tem um protagonismo importante neste sentido.

Com o delivery como protagonista, os estabelecimentos ouvidos tem realizado ou pretendem incorporar algumas mudanças para ajustar a oferta, o menu e os produtos para melhorar este canal tão importante para a sobrevivência do negócio. Dessa forma, 66% querem lançar produtos e trazer mais inovação, 61% buscam melhorar as embalagens para manter a qualidade do produto, 60% enxergam a importância de melhorar as fotos dos produtos nos canais digitais, e 59% pensam em promover mais promoções e combos para atrair diferentes consumidores.

“Para a ANR, os dados da pesquisa são fundamentais não apenas para guiar o setor em relação às demandas com os governos, como nas indicações do alto índice de endividamento e pouquíssimo capital de giro, mas também em relação às tendências das operações para os próximos anos, como no caso da tecnologia, dos aplicativos de entregas intenção de lançar novos produtos, aprimorar processos e até embalagens. O que só vem provar que nosso setor está cada vez mais profissionalizado e atento à inovação, mesmo em meio à pandemia”, afirma Fernando Blower, diretor executivo da ANR.

Além da qualidade da refeição, os bares e restaurantes também estão atentos às questões que englobam a melhora da experiência do consumidor, por meio do delivery. Neste interim, 64% querem melhorar o tempo de preparação e entrega da comida, 57% irão apostar em processos para diminuir erros na produção e na entrega dos produtos e 50% buscam investir em um sistema de fidelidade que gere benefícios concretos pensados para o cliente. As inovações tanto em meios de pagamentos quanto na gestão no negócio também estão em pauta. 79% dos entrevistados irão manter ou introduzir pagamento via PIX, lançado recentemente no Brasil. Além disso, 52% compactuam em ter um software integrador que organize os pedidos de todos os canais de venda, 43% disponibilizarão totens ou cardápios digitais para autoatendimento pelo cliente, e 27% oferecerão serviço de reservas online para controlar filas.

Entre as formas de abastecimento que as empresas utilizam, grande parte atua em parceria recebendo insumos direto de fornecedores de hortifruti (65%), direto de revendedores de bebidas (65%), direto da indústria de alimentos (60%), de distribuidores especializados em geral (56%) e de supermercados e mercados locais (55%). Com diferentes tipos de fornecedores, como indústrias, distribuidores, serviços, entre outros, os bares e restaurantes destacaram quais pedidos fariam para que os benefícios dessa parceria fossem sentidos pelo cliente final. De acordo com o retorno, 79% pediriam para não sacrificar a qualidade, mas oferecer insumos e embalagens com melhor custo-benefício, 55% querem mais inovação para aumentar vendas e facilitar a operação do negócio, 44% precisam de ajuda na transformação digital e gestão baseada em dados, e a mesma porcentagem também aparece aos que necessitam de canais de comunicação mais ágeis com quem decide sobre os problemas de negociação de custos e de abastecimento; e 41% almeja que invistam em trazer mais informações, treinamento e inspirações práticas para o negócio.

Para Ely Mizrahi, presidente do Instituto Foodservice Brasil (IFB), a pesquisa evidência entre outros pontos relevantes, a mudança da dinâmica de abastecimento do setor, especialmente devido à incerteza do cenário atual e os desafios quanto ao capital de giro; evidenciando a necessidade de apoio governamental em linhas de crédito para o setor, como uma nova rodada do Pronampe. “Outro ponto declarado pela pesquisa é a demanda de toda a cadeia de valor para um trabalho mais colaborativo e solidário, focando em inovação e transformação digital, na evolução dos modelos de atendimento, na eficiência operacional e sua gestão, também em estratégias de marketing e na experiência do consumidor, para que consigam enfrentar os desafios de recuperação do setor”, ressalta.

Finalizando dados relevantes da pesquisa, é possível verificar que com relação às ações para recompor as vendas do bar ou restaurante, principalmente devido à pandemia, 49% dos respondentes já faziam e vão continuar efetuando vendas, além de relacionamento direto com clientes, via mídias sociais como Facebook, Instagram e WhatsApp, para que haja uma ampliação do canal de vendas. E, apesar de ser uma nova tendência e alternativa com baixo custo para marcas operarem com delivery em diferentes regiões do Brasil, 57% dos ouvidos não têm e não pretendem implantar uma dark kitchen ou cloud kitchen, enquanto 12% passaram a fazer e 14% estão se programando para investir neste nicho nos próximos dois meses.

Bmg abre 100 Vagas para Tech e T.I para profissionais de todo o Brasil

O Banco Bmg acaba de anunciar mais de 100 oportunidades nas áreas de tecnologia e digital, com foco em Tech Leads, POs, Devs, Ciência de Dados e Cyber Segurança. O banco, que tem declarado seu intuito de ser uma “fintech de 90 anos” ao unir uma estratégia digital arrojada com uma presença forte do mercado, dá mais um passo relevante ao buscar mais de uma centena de profissionais para acelerar ainda mais sua transformação. O anúncio é importante para o setor financeiro e de tecnologia e chega em um momento em que o desemprego atinge a taxa recorde de 14,7%, maior patamar já registrado pela série histórica do IBGE, iniciada em 2012.

“Temos um grau de velocidade para fazer as coisas acontecerem que não vejo em muitas empresas tradicionais – fizemos em um ano o que muitas instituições levariam cinco anos para completar: revitalizamos nosso app e nossa forma de nos relacionar com cliente, revisamos linguagens, sistema e forma de trabalho; temos tombado cada vez mais da organização para forma de trabalho ágil… é algo que só vivenciei antes no mundo de start up, e que é muito difícil achar uma empresa que seja tão sólida quanto o Bmg com este grau de flexibilidade” diz Daniel Freire, head de Tecnologia para o canal Digital, que tem histórico de trabalho majoritariamente em startups.

O banco, que tem como missão popularizar soluções financeiras para todo Brasil, aposta na diversidade de perfis para dar mais um passo em sua transformação. Para isso, as vagas serão abertas para que pessoas de todo Brasil possam participar do processo seletivo.

“Nós levamos a sério nossa missão de inclusão financeira, e para fazer isso não podemos ser um banco composto de faria limers (termo popularizado pelo estereótipo de profissionais que trabalham no centro financeiro de São Paulo). Queremos ‘pessoas reais’ trabalhando no banco, provocando, colocando seu jeito de fazer as coisas… Isso que nos diferencia de outros players do setor” afirma Freire.

Liderado pela CEO Ana Karina Bortoni, uma das poucas mulheres presidentes de banco no Brasil, o banco terá também um programa exclusivo para fomento de mais mulheres em Tecnologia.

Com um aumento de 4 vezes a quantidade de contas digitais nos últimos 12 meses, o Bmg está em constante crescimento e atingiu, no último trimestre, a quantidade recorde de 20,9 mil contas abertas por dia útil.Com as novas contratações a expectativa do Banco é ampliar ainda mais esses números, trazendo produtos e soluções inovadores ao mercado.

As vagas começam a ser divulgadas já em junho, na página de LinkedIn do Bmg, e novas oportunidades continuarão a ser divulgadas ao longo dos próximos meses. O processo seletivo é aberto tanto para novos profissionais, tanto quanto para os talentos da companhia que queiram mudar de área ou cargo.

Infobip lança Infobip Startup Tribe, novo programa global para startups

A empresa global de comunicações Infobip anunciou o lançamento de seu programa Infobip Startup Tribe. O programa visa encontrar e reunir as empresas mais inovadoras do mundo para ajudar a acelerar seu crescimento e desenvolvimento. 

As startups qualificadas poderão solicitar créditos em produtos e serviços da Infobip no valor de até US$ 60 mil, o que lhes permitirá aumentar sua base de clientes por meio de comunicação omnicanal. No futuro, a Infobip planeja fornecer suporte prático nas áreas de vendas e produtos por meio de suas equipes globais. Além disso, a Infobip Startup Tribe também terá à sua disposição os recursos dos mais de 65 escritórios globais da Infobip e um relacionamento especial com a Infobip Shift.

O programa será liderado por Nikola Pavesic, que ingressou na empresa vindo do Nikkei, um dos maiores veículos de mídia empresarial do mundo. Pavesic ficará baseado no Japão, onde liderou a startup Nikkei e as relações com investidores, bem como liderou a maior série de conferências de tecnologia do Japão.

“Com esse programa, a Infobip mostra que está disposta a investir na comunidade além do que uma empresa de tecnologia mais tradicional faria, não só com capital e crédito, mas com todos os demais recursos à sua disposição, sua presença global e sua rede. O setor de tecnologia é uma virada de jogo e queremos impulsionar os ecossistemas locais e regionais em todo o mundo. Trabalhar com startups nos permite acessar novas ideias, formas de pensar e abordagens que permitem às empresas fazer melhor uso de seus próprios recursos, ativos e tecnologia para obter maior impacto”- diz Nikola Pavesic.

Além das ofertas da própria empresa, o programa contará com experiência externa para auxiliar as startups que participam do programa com um Conselho Consultivo único formado pelos principais investidores e empresários de todo o mundo.

Além disso, a Infobip também confirmou parcerias com os principais aceleradores do mundo, como Y Combinator, 500 Startups, Techstars e muitos outros fundos de capital de risco. As startups que se inscreverem no programa e já tiverem financiamento privado, receberão créditos e benefícios adicionais dentro do programa.

“Startups sempre foram uma das minhas paixões e é realmente ótimo, como parte de nosso novo Departamento de Experiência de Desenvolvedor, voltar às minhas raízes e ajudar a comunidade, embora desta vez seja a comunidade global.” – disse Ivan Burazin, Diretor de Experiência em Desenvolvimento da Infobip.

A Infobip garantiu critérios de seleção flexíveis que permitirão uma participação mais ampla de empresas com até 100 funcionários ou que não tenham recebido mais de US$ 5 milhões em financiamento, sujeito a exceções para aquelas que demonstrem impacto e alto potencial de crescimento.

Para obter mais informações, visite startups.infobip.com

Trabalhar a partir de qualquer ambiente é o que os funcionários realmente desejam hoje, revela estudo da Accenture

Enquanto as organizações em todo o mundo fazem planos para que seus funcionários voltem ao local de trabalho, o último relatório de pesquisa da Accenture (NYSE: ACN) revela que 83% das pessoas afirmam que o ideal é contar com um modelo de trabalho híbrido, em que os indivíduos têm a capacidade de trabalhar remotamente entre 25% e 75% do tempo.

A pesquisa ouviu 9.326 trabalhadores em 11 países, e seu relatório final intitulado O Futuro do Trabalho: Produtivo em Qualquer Lugar conclui que 40% dos indivíduos sentem que podem ser produtivos e saudáveis em qualquer lugar, seja totalmente remoto, baseado num local específico ou seja em uma combinação de ambos, o modelo híbrido.

Além disso, 85% das pessoas que afirmam que podem ser produtivas e saudáveis em qualquer lugar também dizem que planejam permanecer na empresa por muito tempo.

Entretanto, encontrar um modelo híbrido que funcione para todas as gerações pode ser um desafio: três em cada quatro pesquisados da Geração Z (74%) querem mais oportunidades para colaborar com os colegas cara a cara, uma porcentagem maior do que os da Geração X (66%) e Baby Boomers (68%).

“Há um novo padrão na força de trabalho pós-pandemia: o funcionário que se diz produtivo trabalhando de qualquer lugar”, informa Patrícia Feliciano, diretora de Talento e Organização da Accenture na América Latina. “Este segmento consiste em indivíduos que permanecem produtivos ꟷ seja no escritório ou em casa ꟷ e que possuem os mais fortes recursos pessoais e organizacionais. Como líderes responsáveis, precisamos direcionar o futuro do diálogo de trabalho não apenas para a localização, mas também para abordar o que impulsiona a produtividade, a saúde e a resiliência de nosso pessoal”, explica.

O relatório descobriu que o que separa os trabalhadores produtivos de qualquer lugar (40%) daqueles que estão desconectados e frustrados (8%) não é o estresse, mas se eles têm os recursos certos do ponto de vista individual e organizacional para ajudá-los a serem produtivos de qualquer lugar. Esses recursos variam de autonomia de trabalho e saúde mental positiva à liderança de apoio e uma organização digitalmente madura.

As organizações que permitem que uma força de trabalho resiliente seja mais produtiva e saudável em qualquer lugar também estão colhendo benefícios financeiros: 63% das empresas com alto crescimento de receita já possibilitaram modelos de trabalho de qualquer lugar, em que os funcionários têm a opção de trabalhar remotamente ou no local. A maioria (69%) das empresas com crescimento negativo ou sem crescimento ainda está focada em onde as pessoas vão trabalhar fisicamente.

“As pessoas que têm a opção de trabalhar em um modelo híbrido são mais capazes de gerenciar os desafios de saúde mental, têm relacionamentos de trabalho mais fortes e planejam ficar com suas empresas por muito tempo”, acrescenta Patrícia. “Muitas conversas sobre o futuro do trabalho giram em torno da localização, mas os líderes precisam perguntar como desbloquear o potencial das pessoas em qualquer lugar.”

Ao mesmo tempo em que os líderes consideram as várias opções disponíveis para sua força de trabalho, eles devem ir além do foco na localização física para moldar um futuro de trabalho que forneça a seus funcionários os recursos de que precisam para serem produtivos a partir de qualquer lugar. O estudo recomenda que as organizações considerem as seguintes ações específicas:

• Acelere a modernização do RH: o mundo ao nosso redor mudou e as políticas e práticas de RH devem evoluir. Desenvolva uma estratégia que garanta que os trabalhadores estejam em melhor situação em seis dimensões do local de trabalho – incluindo relacional, física, emocional e mental – durante a transição para novos espaços de trabalho, equipes e funções.

• Desenhar o modelo de trabalho com foco nas pessoas: as organizações devem reconhecer e atender às necessidades de todos os tipos de trabalhadores: quem apoia a segurança psicológica e física obterá mais confiança.

• Desenvolva a fluência digital: organizações com fluência digital têm mais crescimento de receita e são mais propensas a serem consideradas ótimas empresas para se trabalhar. Concentre-se em projetar habilidades e caminhos de aprendizagem personalizados que atendam às necessidades de todos os segmentos da força de trabalho.

• Liderar com humanidade: líderes responsáveis criam ambientes nos quais uma Diretoria Moderna , o CEO e todo o alto escalão trabalham juntos, não importa onde estejam.

Sobre a Pesquisa

A Accenture Research realizou pesquisa durante o mês de março de 2021 com 9.326 trabalhadores da Austrália, Brasil, Canadá, China, França, Alemanha, Japão, Cingapura, Suécia, Reino Unido e EUA, todos dos seguintes setores: Bancário / Seguros / Mercado de capitais, alta tecnologia, varejo, bens de consumo e serviços ao cliente, setor público, saúde, comunicações e mídia, serviços públicos, energia e farmacêuticas. A análise da pesquisa foi conduzida da seguinte forma:

1. Clusters de força de trabalho: os trabalhadores foram classificados em quatro grupos distintos com base em suas respostas aos itens nas escalas de produtividade e saúde. Os trabalhadores “somente produtividade no local” foram aqueles que alcançaram uma pontuação média de 3,5 ou mais na escala de produtividade no local e abaixo de uma pontuação média de 3,49 na escala de produtividade remota. “Trabalhadores apenas de produtividade remota” foram classificados como aqueles que alcançaram uma pontuação média de 3,5 ou mais na escala de produtividade remota e abaixo de 3,49 na escala de produtividade no local. Os “trabalhadores produtivos em qualquer lugar (híbridos)” foram classificados com base em pontuações médias de 3,5 ou mais nas escalas de produtividade remota e local. Por fim, o “grupo não produtivo” foi aquele que obteve pontuação inferior a 3,49 em ambas as escalas de produtividade.

2. As mentalidades da força de trabalho foram derivadas após avaliar os sentimentos da força de trabalho em mais de 140 perguntas e agrupadas em 4 mentalidades primárias usando análise fatorial e teste de confiabilidade.

3. Para entender melhor o que estava impulsionando a produtividade e a saúde dos trabalhadores em locais remotos e no local, executamos uma análise de regressão hierárquica de 18 variáveis ​​organizacionais, controlando as diferenças individuais como idade, mandato, indústria, geografia, gênero. Os resultados reportados são aqueles que foram estaticamente significativos em que a produtividade regrediu nos recursos organizacionais.

4. Um teste ANOVA foi conduzido para determinar as diferenças nos recursos de nível organizacional experimentados entre nossos clusters de força de trabalho, focalizando de perto as diferenças em nosso grupo produtivo em qualquer lugar e aqueles que sentiram que não poderiam ser produtivos no local ou remotamente. São relatadas diferenças estatisticamente significativas entre as 18 variáveis​​testadas.

5. Finalmente, avaliamos as percepções do desempenho da empresa e correlacionamos as pontuações Net Better Off (do relatório Care to Do Better) e grupos de força de trabalho com crescimento de receita em 3 anos.

Andres Loaiza-Espinosa é o novo diretor geral da Fronius do Brasil

A Fronius do Brasil, empresa de origem austríaca que se dedica a soluções inovadoras nos segmentos de energia solar, carregadores de bateria e tecnologia de soldagem, acaba de anunciar Andres Loaiza-Espinosa como seu novo diretor geral.


Engenheiro eletrônico de formação, Loaiza-Espinosa ingressou na Fronius International em 2004 como suporte internacional de sistemas e soldagem nessa Unidade de Negócios, até chegar, em 2010, como gerente de vendas de área, responsável pela América Latina.


Desde sua entrada na Fronius em 2004, apoia ativamente a Fronius do Brasil e, em todos esses anos, tem contribuído para o fortalecimento no relacionamento com clientes e promoção das inovações da empresa junto ao mercado.
Graduado pela Universidade Autonoma de Occidente na Colômbia, Loaiza-Espinosa trabalhou como pesquisador convidado na Universidade Johannes Kepler, em Linz, antes de ingressar na Fronius International.


Ainda que o executivo tenha chegado em meio a um cenário desafiador, a sua leitura é ponderada e as projeções otimistas: “Estamos vivendo uma profunda transformação de vida e ela veio para ficar. Adaptamo-nos de forma ágil no último ano e continuamos implementando novas maneiras de interagir com os colaboradores, clientes e parceiros. Conhecendo o potencial de trabalho da subsidiária brasileira, impulsionarei as iniciativas neste sentido, assim como o crescimento sustentável em todas as unidades de negócios, tendo o cliente em primeiro plano e reforçando a cultura empresarial do Grupo Fronius”, ressalta Andres Loaiza-Espinosa.

“É uma honra ter a oportunidade de contribuir com o futuro da Fronius do Brasil. A fórmula de soluções inovadoras e colaboradores engajados fazem da companhia uma organização única e bem posicionada nos mercados em que atua”, finaliza.

Cibersegurança no Brasil: 5 insights da Globant

Unicórnio e uma das maiores empresas de tecnologia do Brasil, a organização tem o país como mercado prioritário

A Globant, uma das maiores empresas de tecnologia da América Latina, especialista em transformação digital e inovação, tem o Brasil como um de seus mercados prioritários. Como uma companhia que defende que a segurança deve estar presente em todos os ciclos de desenvolvimento e membro do Cybersecurity Tech Accord, a Globant vê espaço para mais digitalização e foco na segurança de dados corporativos e de usuários no mercado nacional.

“A cibersegurança é um tema essencial não apenas para o consumidor, que precisa confiar que empresas farão uso correto e ético de seus dados, mas também para grandes organizações que cuidam da infraestrutura e serviços oferecidos à sociedade. O caso mais recente, do ataque cibernético à Colonial Pipeline, principal operador de dutos de combustível dos Estados Unidos, é um alerta para que todos tenham a cibersegurança como prioridade”, explica Cristiano Reame, Diretor de Tecnologia da Globant.

A Globant, de olho no mercado nacional, separou cinco insights sobre a cibersegurança no Brasil e como as empresas podem evoluir nesse tema.

1 – Qualidade como primeiro passo

Os protocolos de segurança muitas vezes, no desenvolvimento de um software ou qualquer outro projeto, é pensado nas últimas etapas. A cibersegurança precisa ser pensada desde o início, e em todos os passos, tanto para proteção de dados quanto para garantir maior eficiência de desenvolvimento. “Quando falamos em segurança, sabemos que tem muito a ver com a qualidade do software e do ambiente dos sistemas. Pensando nisso e na metodologia de desenvolvimento, sempre nos perguntamos como podemos aumentar ou garantir mais a qualidade. Isso acontece justamente quando você traz os processos de qualidade para o início do projeto, já na fase de concepção.É o que chamamos de Security e Privacy by Design. Evitar bugs é muito mais barato no começo do que em fases posteriores dos projetos, porque é evitado retrabalho e mudanças estruturais. A segurança tem a mesma lógica”, explica.

2 – Detecção e resposta

Relativo à incorporação de processos e protocolos de segurança em todas as etapas de desenvolvimento, o tempo de detecção e resposta a ameaças fazem toda diferença na contenção do ataque e na mitigação de danos. Exemplo disso é uma das soluções da Globant, o Navigate, que permite fazer detecção automática de risco e melhora os índices de compliance, baseado em histórico de transações e utilizando Inteligência Artificial na análise de dados. “A Globant tem o security by design, que busca trazer para a fase de concepção dos projetos todo esse viés de segurança, para que a plataforma já nasça com todas as auditorias que ela precisa, com todos os mecanismos de segurança, confirmação de usuários, locks e mais. É um serviço que pode economizar muito dinheiro gasto depois em ferramentas para minimizar os danos”, completa.

3 – Adaptação rápida

A transformação iniciada na pandemia foi um grande — e necessário — passo rumo à digitalização e segurança do mercado brasileiro. “O Brasil demorou um pouco para ver a importância dos mecanismos de segurança, assim como outros países da América Latina. Não que tenha demorado muito mais, mas existe uma defasagem ao dar importância tardia às questões de segurança nos ambientes de informática, à segurança da informação e ao processo de compliance das plataformas. Um exemplo bem básico são os casos de empregados que se desligam das empresas, mas, mesmo assim, continuam com acesso aos sistemas. Esse é um cenário que felizmente está mudando. As empresas do Brasil e da América Latina estão muito mais atentas à segurança digital, talvez por conta de mega vazamentos anunciados periodicamente e pela digitalização imposta pela pandemia. Hoje, 80% dos projetos desenvolvidos pela Globant no Brasil já saem com alguma característica de segurança, como locks, controles de acesso de acesso e criptografia ponta a ponta”, explica.

4 – O valor do dólar e a desvalorização do real

Muitos dos softwares utilizados na aplicação de processos e protocolos de segurança ainda são comprados em dólar, o que, em alta constante, dificulta a aquisição para organizações de diferentes portes. Hoje, temos diversas tecnologias, softwares e plataformas com excelentes soluções de segurança, mas esbarramos muitas vezes em valores dolarizados e ofertas de serviços no Brasil, dificultando a aquisição por empresas de menor porte. Mesmo nas maiores, é um processo que precisa passar por grandes cadeias de aprovação, não dando a agilidade que o tema requer.

5 – LGPD

A LGPD (Lei Geral de Proteção de Dados) está acelerando muito o processo de cibersegurança no Brasil, especificamente em relação à proteção de informações sensíveis. No entanto, comparativamente às leis equivalentes de outras partes do mundo, o Brasil está atrasado. “As primeiras concepções da LGBD europeia iniciaram 5 anos antes do Brasil. Os Estados Unidos rapidamente incorporaram esse modelo, adaptando-o para o seu mercado. No caso do Brasil, fizemos a nossa própria, tomando um maior tempo para aprovação, e ainda não decidimos qual órgão será competente para fiscalizar. Outras questões, como definição de órgão fiscalizador e aplicabilidade de multas ou penalizações, estão também pendentes, nos deixando bem atrasados em termos de legislação” diz Cristiano Reame.

Aumento das responsabilidades no trabalho e na vida pessoal durante a pandemia impactou desproporcionalmente as mulheres brasileiras, aponta estudo da Deloitte

A pesquisa Women@Work, realizada pela Deloitte, maior organização de serviços profissionais do mundo, revela que, desde o início da pandemia da Covid-19, a rotina das mulheres, mais que a dos homens, foi bastante afetada. O relatório, realizado com 5 mil respondentes de dez países, incluindo o Brasil, mostra que os níveis de satisfação e bem-estar das mulheres diminuíram no ultimo ano, e 31% dizem que sua carreira não está progredindo tão rápido quanto gostariam. Apenas 37% delas classificaram como “extremamente bom” ou “bom” seu bem-estar mental no momento; esse número era de 69% antes da pandemia. No entanto, as empresas que oferecem às mulheres o apoio necessário para lidar com esses desafios têm uma força de trabalho mais produtiva e motivada.

“A crise da Covid-19 tem mostrado como a luta das mulheres no mercado de trabalho ainda tem um caminho longo a ser percorrido. A dificuldade em cuidar dos filhos, dos afazeres domésticos e ainda assim focar na carreira, situação que já era difícil, se tornou uma questão ainda mais preocupante durante a pandemia e, sem o apoio apropriado e incentivos, infelizmente a desigualdade entre homens e mulheres no mercado de trabalho ainda é algo presente. As organizações precisam focar em iniciativas para mudar esse cenário, com o objetivo de incentivar o crescimento profissional de suas funcionárias, oferecendo a flexibilização do modo de trabalho e apoio psicológico”, afirma Vênus Kennedy, líder do programa Delas da Deloitte.

Com o aumento da carga na rotina das mulheres, quase metade delas (46%) se diz menos otimista em relação às suas carreiras. Os dados apontam que, devido ao aumento das responsabilidades no trabalho e dentro de casa, 19% das brasileiras, em algum momento da pandemia, consideraram deixar completamente o mercado de trabalho. Esse era o momento em que as organizações deveriam priorizar a saúde mental dos funcionários e criar diversas iniciativas que motivassem e ajudassem as mulheres no dia a dia, mas apenas 21% relatam que seus empregadores oferecem oportunidades de trabalho flexível para todos, em comparação com 30% na amostra global. O estudo revela, ainda, que, 57% das brasileiras experimentaram comportamentos não inclusivos no ambiente de trabalho e que 17% dessas mulheres não reportaram o problema com medo de afetar negativamente sua carreira.

“A diversidade precisa estar em pauta nos projetos, contratações, mudanças e em todas as diferentes ações da empresa. Hoje em dia, trabalhar a inclusão faz toda a diferença para que os profissionais se sintam acolhidos e representados, aumentando assim a motivação e o bem-estar, com base nessa abordagem nós construímos a jornada dos Oito pilares de Inclusão além de todas as ações de Well-Being. O nosso objetivo é ir muito além da equidade de gêneros, mas também reforçar os pontos de transversalidades e assim garantir a representativa de uma forma mais ampla e real, com um forte trabalho de neutralizar os vieses. Cada vez mais entendemos que esse processo de sensibilização é contínuo e que demanda uma transformação cultural, que já está sendo percebida por nossas pessoas e mercado. Mas é ainda uma construção e devemos acelerar o ritmo e engajamento, pois somente a consistência traz os resultados que buscamos.”, destaca Angela de Castro, líder do programa All In ‘8 pilares de inclusão’ da Deloitte, programa global que tem o objetivo de acelerar a representatividade de gênero e fortalecer a cultura de inclusão e diversidade.

A pesquisa mostra que apenas 35% das mulheres dizem que suas organizações têm dado apoio suficiente desde o início da pandemia, e quase 75% revelaram que a carga de trabalho aumentou nesse último ano. Esses dois dados mostram como os níveis de dificuldade para conciliar o trabalho, a busca pelo crescimento na carreira, os afazeres domésticos e a pressão das incertezas em relação à crise da Covid-19 apenas aumentaram. Além disso, 32% responderam que têm menos probabilidade de retornar aos escritórios, quando for seguro, do que seus companheiros (a porcentagem global foi de 27%); isso revela como as oportunidades ainda são desproporcionais para homens e mulheres, tanto no âmbito profissional quanto no pessoal. A grande insegurança fez com que as mulheres não se desliguem do trabalho e dediquem menos tempo para elas mesmas, como reação preventiva aos potenciais impactos negativos na carreira.

De acordo com o relatório, empresas chamadas “líderes da equidade de gênero” são aquelas em que suas funcionárias se sentem confortáveis em reportar situação de comportamentos não inclusivos, amparadas por seus empregadores para equilibrar o trabalho e a vida pessoal, e acreditam que suas carreiras estão progredindo. Porém, no Brasil, foram indicadas pelas respondentes apenas 12 empresas com esse perfil, o que mostra a longa jornada que as organizações brasileiras ainda precisam trilhar para darem melhores condições e oportunidades para suas funcionárias. Questionadas sobre o tema, as respondentes brasileiras (36%) relevaram acreditar que, para elevar a equidade de gênero no ambiente de trabalho, seu empregador deve se comprometer mais em aumentar a quantidade de mulheres em níveis sênior e 31% acreditam que seus empregadores devem combater a cultura do presenteísmo, em que os funcionários são julgados pelo tempo online, e não pela qualidade de seu trabalho.

Metodologia do estudo

O estudo Women@Work foi realizado entre novembro de 2020 e março de 2021 com 5 mil mulheres de dez países para entender os impactos da pandemia da Covid-19 na vida pessoal e profissional das mulheres. Foram 1.500 respondentes do Continente Americano, incluindo 500 do Brasil, 2.000 da APAC (Ásia e países do Oceano Pacífico) e 1.500 da EMEA (Europa, Oriente Médio e África).

DB1 Global Software amplia operação internacional ao assinar contrato com a Brainworks

Conhecida pelo seu alto nível de assertividade e seu baixo índice de retrabalho, a DB1 Global Software,  especializada no desenvolvimento de software e tecnologias sob demanda e parte do Grupo DB1, formado por empresas brasileiras de tecnologia com sedes no Brasil, Argentina e Estados Unidos, assinou em abril um contrato com a Brainworks Media Software Solutions dos EUA para conclusão do Front-end da nova solução de software da empresa, a Stratica.

A Brainworks é uma empresa de desenvolvimento de software com 30 anos de experiência no fornecimento de soluções especificas para a indústria de mídia. O software da empresa vem sendo usado por mais de 1000 jornais impressos dos Estados Unidos ao longo dos últimos 25 anos.

Seus produtos incluem soluções gráficas para classificados e anúncios totalmente integrados, circulação, faturamento, contas a receber, rastreamento de anúncios, revisão de anúncios baseados na web, gerenciamento de contratos e crédito, layout de anúncios e um CRM baseado na web de última geração voltado especificamente para veículos de imprensa.

A Brainworks escolheu a DB1 Global Software como parceira em sua primeira experiência de terceirização para o desenvolvimento de software, mais especificamente para ajudar a terminar o Front-end do Stratica, o novo produto da empresa que atua como um hub centralizados das seis soluções de software atualmente oferecidas.

O objetivo é que com apenas um login e senha os clientes tenham acesso a todo o portfólio de produtos da empresa. O “Stratica” é definido pela Brainworks como o lugar onde a estratégia se transforma em ação. Todos os módulos do Stratica são baseados no navegador web, reduzindo ao máximo as interrupções durante a implantação e possibilitando configuração e cronogramas de treinamento acelerados, recursos de integração abrangentes, atualizações automatizadas e custo de propriedade drasticamente reduzido.

As soluções de Publicidade e CRM do Stratica fornecem às empresas de mídia as ferramentas mais recentes para competir agressivamente por anunciantes, oferecendo recursos integrados inovadores, totalmente otimizados para o segmento.

Para Wagner Moreira Lopes, coordenador de expansão internacional da DB1 Global Software, o mercado norte-americano de desenvolvimento de software aprecia muito o perfil proativo e criativo dos desenvolvedores brasileiros, fator que foi determinante para a escolha da empresa brasileira em detrimento de opções de outsorcing na Índia e no leste europeu.

“Temos uma previsão para a conclusão deste projeto em seis meses, com uma squad de três desenvolvedores brasileiros trabalhando em período integral no Brasil para terminar o Front-end da Stratica. A squad trabalhará de forma integrada com a equipe da Brainworks que desenvolveu o Back-end”, garante Wagner.

As linguagens de programação utilizadas no projeto da Brainworks foram Angular e C#.

Startup SC promove meetups gratuitos para capacitar empreendedores

Uma série de meetups, destinada a empreendedores ou entusiastas da área que planejam conhecer melhor as estruturas de negócios, está confirmada na agenda deste mês. Com presença de especialistas em startups, os eventos acontecerão nos dias 9, 16, 23 e 30 de junho, com os seguintes temas: vendas e inside sales, customer success, growth e gestão de produtos, respectivamente. Todo o evento será realizado de maneira remota, sempre das 19h às 20h , sem custos para a participação. Inscrições abertas no link: (https://meetup.startupsc.com.br/).

Para Alexandre Souza, gestor do Startup SC, iniciativa do Sebrae responsável pela construção do evento, os meetups são importantes para debater com todos os profissionais do ecossistema de startups, sejam eles experientes ou iniciantes, os melhores caminhos para a construção de empresas inovadoras, com soluções inteligentes e de impacto.

No evento, que ocorre às quartas-feiras, será possível enviar perguntas aos palestrantes e trocar comentários com outros participantes. Entre os especialistas confirmados estão: Gustavo Broilo, Gerente Inbound Sales da RD Station; Tahiana D’Egmont, CMO & Growth da MaxMilhas; e Bianca Santa Cruz, Product Manager da Grupo Boticário.

“Este tipo de evento é o que faz o ecossistema de startups de Florianópolis e Santa Catarina se destacar no Brasil. Quando a Involves estava começando, participei de diversos encontros como este que agregaram conhecimento para ajudar a Involves a escalar. Agora tenho uma oportunidade de compartilhar um pouco dos meus aprendizados e aprender mais com a nova geração de empreendedores que está se desenvolvendo”, explica o Pedro Galoppini, CPO da Involves e palestrante do evento. 

Os mantenedores do Projeto Startup SC, idealizado pelo Sebrae de Santa Catarina e realizador do evento, são: AMBEV, FEPESC, Bossanova, a55, Nuvini, 49 Educação, Invisto, Central Ailos, Associação Empresarial de Florianópolis (ACIF), Silvana Santana & Teston Advogados,  DOT e a  Questum. Contam ainda com o apoio da ACATE, Abstartups, Beta-I,  Ágora Tech Park, Chapecó@, Blusoft e do Centro de Inovação de Blumenau.

Confira a agenda:

  • (09/06) Os 3 Estágios de uma Operação Comercial – Vendas e Inside Sales

 Lucia Haracemiv – Sócia Fundadora da DNA de Vendas

 Gustavo Broilo – Gerente Inbound Sales da RD Station

 Diego Cordovez – Cofundador e CMO da Meetime 

  • (16/06) Customer Success: Como aprender com os erros dos outros

Laryssa D’Alama – Diretora de Customer Experience da Involves 

Sandrina Grubba – Diretora Executiva da Conta Azul 

Eduardo Tavares – Consultor de Customer Success da Sales Hackers 

  • (23/06) Os primeiros e mais importantes passos em Growth 

Tahiana D’Egmont – CMO & Growth da MaxMilhas 

Felipe Witt – CMO & Partner da Vee Benefícios 

Gabriel Costa – CMO & Growth da Singu 

  • (30/06) Gestão de Produtos: antes e depois do Product Market Fit

Bianca Santa Cruz – Group Product Manager do Grupo Boticário 

Pedro Galoppini – Cofundador e Chief Product Officer da Involves

Raphael Farinazzo – Group Product Manager da Xerpa 

B2W lança plataforma de social commerce inédita no Brasil

Apresentador Felipe Fonseca comandando a 1ª live do app OOOOO Brasil

A B2W Digital – dona das marcas Americanas, Submarino, Shoptimee Sou Barato – acaba de lançar oficialmente, a plataforma mobile de social commerce OOOOO no Brasil. A live piloto aconteceu nesta sexta-feira(04/06) e foi aberta ao público. Comandada pelo apresentador de TV Felipe Fonseca, foram demonstrados produtos para a casa ao vivo. A parceria entre aB2W e a inglesa OOOOO foi anunciada em 4 de maio. O objetivo é acelerar as verticais de advertising e entretenimento da companhia, que também conta com a Americanas ao Vivo, primeiro projeto de live commerce do varejo brasileiro. O app da OOOOO já está disponível para download gratuito nas lojas de aplicativos.

“O social commerce traz uma experiência de consumo única e inovadora, com conexão em tempo real. Nesse formato, O vendedor pode ser também um influenciador, gerando conteúdo de forma autônoma a partir do produto. Do outro lado da tela, o cliente pode interagir com curtidas mensagensseguir o perfil do vendedor na OOOOO como em uma rede social, participar por vídeo para tirar dúvidas e comprar o produto desejado. É uma verdadeira revolução do comércio eletrônico, inédita no Brasil”, explica o diretor de marketing da B2W, Leonardo Rocha.

A plataforma da OOOOO – app de compras mais baixado da Inglaterra nos últimos meses – já está totalmente integrada ao e-commerce da B2W, garantindo uma jornada de compra segura e completa, com vantagens já oferecidas pela plataforma digital, como fluxo de pagamento ágil, entrega rápida e atendimento especializado.

Outro diferencial da plataforma OOOOO Brasil é a experiência “end to end“, ou seja, os consumidores podem comprar os produtos demonstrados enquanto assistem as lives, de forma simultânea. “O cliente pode continuar participando da live, durante e após a compra. Se quiser assistir a outra demonstração de produto, é só mudar de canal”, comenta Leonardo Rocha.

O app permite que os usuários naveguem por ofertas e conteúdos gravados por influenciadores, especialistas e pessoas comuns, com dicas de produtos em vídeos de, no mínimo, 30 segundos. Os conteúdos ficam disponíveis na plataforma e os usuários podem acessar quando quiserem, mesmo que não estejam acontecendo lives no app. Para experimentar a novidade, basta fazer o download do app OOOOO em uma loja de aplicativos e se cadastrar.

Nesta primeira fase de implementação, o app promoverá três lives semanais, em dias alternados, comandadas por influenciadores e especialistas de diversos segmentos. O aplicativo vai disponibilizar uma agenda com datas e horários das novas lives, além da opção de “lembretes” para que os clientes recebam alertas sobre demonstrações de sua preferência. “A ideia é ampliar, gradativamente, a agenda de lives e testar a adesão aos novos formatos, gerar mais conteúdos e habilitar novas funcionalidades para impulsionar o engajamento de clientes e parceiros”, reforça o executivo.

Testes – Na última sexta-feira (28/05), a B2W realizou o teste oficial da plataforma OOOOO no Brasil. A transmissão contou com a presença de 50 convidados que puderam vivenciar uma experimentação real de produtos. A live teve duração de 43 minutos, foi apresentada por In Hsieh e Erick Garcia, co-heads da OOOOO no Brasil. Os executivos demonstraram ao vivo produtos de diferentes categorias, vendidos pela plataforma digital da Americanas.

Um ano de Americanas ao Vivo – Completando um ano neste mês de junho e mais de 100 lives em horário nobre, a Americanas ao Vivo tem se destacado pelos altos níveis de engajamento. O projeto registra uma taxa de conversão sete vezes maior que a média do site da Americanas e impulsiona o crescimento da busca dos produtos divulgados durante as demonstrações em mais de 10 vezes. Bem sucedida, a Americanas ao Vivo seguirá com sua programação de lives no app da marca, paralela à programação na plataforma da OOOOO.

BNDES reorganiza diretoria para ampliar sua efetividade e atender melhor o país

A diretoria do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) passará por uma reorganização, após dois anos de relevantes entregas à sociedade da atual administração. Nesse período, foi estabelecido um Banco de Serviços robusto, o desinvestimento foi acelerado e o foco na sustentabilidade reforçado. O objetivo da mudança é evoluir para atender às novas demandas de desestatizações e infraestrutura, bem como oferecer mais apoio a modelos inovadores de financiamento e ações socioambientais.

Nesse período, desde julho de 2019, o Banco avançou, de maneira significativa, nas cinco metas propostas pelo presidente Gustavo Montezano, quando da sua posse: (1) a consolidação da transparência perante à sociedade, como o BNDES Aberto e sua prestação de informações tempestiva e ativa; (2) a aceleração da venda de participações acionárias especulativas do Banco, que ora totalizam R$ 66 bilhões, em diversos modelos de operações, liberando recursos para novos investimentos; (3) a devolução de aportes extraordinários do Tesouro Nacional, que já totalizou R$ 138 bilhões na atual gestão; (4) o Plano Trienal com metas claras e de impacto para sociedade, que vem avançando, apesar dos efeitos da pandemia; (5) a transformação do BNDES em uma Fábrica de Projetos para governos, o que aconteceu de forma acelerada e reconhecida. O BNDES tem hoje em curso 120 projetos, que proporcionarão mais de R$ 240 bilhões em recursos ao país, bem como já realizou leilões marcantes, como o saneamento básico do Rio de Janeiro.

Com a estratégia amadurecida, o BNDES, agora, ajudará ainda mais o Brasil nos novos desafios da retomada econômica sustentável pós-pandemia. Para tanto, primeiramente promoveu a integração da gestão da Fábrica de Projetos, reunindo a diretoria de Privatizações e a diretoria de Infraestrutura, PPPs e Concessões, na nova diretoria de Concessões e Privatizações, sob o comando de Fabio Abrahão. A reorganização ocorre de maneira concomitante ao pedido de saída do então diretor de Privatizações, Leonardo Cabral, que decidiu se afastar do serviço público, no qual havia ingressado em 2016.

Essa reorganização se adequa à maturação dos projetos de desestatização em curso pelo BNDES, mantendo a rota inicial traçada pela administração desde a posse de Montezano, explicou Abrahão. “Vamos avançar no excelente trabalho executado até aqui pelo Cabral. A agenda de privatizações foi destravada, seja no plano federal, seja no estadual.  Foram obtidos excelentes resultados como com os leilões da CEEE-D e da CEB. Projetos muito importantes, como Eletrobras e Correios, estão em velocidade de cruzeiro e muito bem organizados.”

Cabral avalia que cumpriu com êxito seu ciclo profissional no setor público – antes do BNDES, ele atuou na Petrobras. O diretor cumprirá um período de quarentena a ser decidido pela Comissão de Ética Pública, que poderá durar até seis meses. “Foram quase dois anos como diretor do BNDES, um período de muita dedicação e de entregas com as quais encerro mais um ciclo profissional em um sentimento gratificante de ter contribuído para o desenvolvimento do nosso país.” Para ele, nunca é tarde para dedicar um período da carreira à gestão pública.

Enquanto o avanço das concessões e privatizações no Brasil leva a gestão da Fábrica de Projetos a um formato integrado, a necessidade de financiamento desses projetos que avançaram exigiu que o BNDES redimensionasse a sua atuação com créditos e garantias, para fazer frente a essas necessidades do país. Assim, a atual diretoria de Crédito e Garantias será substituída por duas novas, cada uma com atuações mais específicas.

A Diretoria de Crédito a Infraestrutura, sob gestão de Petrônio Cançado, terá como missão atender à demanda crescente por financiamentos de longo prazo dos projetos de infraestrutura, em decorrência do avanço das concessões federais e estaduais nos últimos meses. Caberá a Cançado e sua equipe o desafio de estruturar esse mercado de crédito de forma mais inovadora, com sindicalização e títulos negociáveis, por exemplo. Também será necessário ampliar as garantias com maior assunção de risco tanto do setor público quanto do privado para incentivar ainda mais grandes projetos nos segmentos como energia, saneamento, transporte e mobilidade urbana.

“Com o rápido desenvolvimento de projetos de concessões e a aceleração dos leilões de desestatização, teremos uma grande demanda por crédito no país. Estamos ampliando as ferramentas de crédito e garantias e trabalhando com o setor privado para o desenvolvimento da indústria de project finance e da sindicalização, de forma a assegurar financiamento para todos os projetos que o Banco vem desenvolvendo junto aos governos, além dos grandes projetos da iniciativa privada”, afirma Cançado.

Já a Diretoria de Crédito Produtivo e Socioambiental será chefiada por Bruno Aranha, funcionário de carreira do Banco que ocupava o cargo de chefe de gabinete da Presidência desde o início da gestão de Montezano. Ele será responsável pelos financiamentos a indústrias, comércio e serviços, bem como o apoio ao comércio exterior, além de liderar a área de gestão pública e socioambiental, uma das mais relevantes para os esforços do banco na agenda ambiental, social e de governança (ASG).

“A retomada econômica pós-pandemia gera oportunidades para acelerar a indústria 4.0, a transformação digital, as exportações e a migração para economia de baixo carbono. Além disso, hoje a sociedade como um todo está engajada na agenda ASG, com o BNDES se propondo a contribuir, em diferentes iniciativas público-privadas, para o atingimento de metas socioambientais relevantes para o Brasil e o mundo. Sempre em linha com nossa visão de futuro de ser o Banco do Desenvolvimento Sustentável Brasileiro. ”

Como chefe de gabinete, assume Alice Lopes, funcionária de carreira do Banco há mais de 15 anos, que já atuava no Gabinete da Presidência como assessora.

A formalização dessa reorganização ainda será efetivada nos próximos dias, respeitando os prazos e normativos internos do BNDES.

A nova organização da diretoria do BNDES manterá o foco de atuação do Banco na ponta, mudando para melhor a vida de gerações de brasileiros, principalmente onde eles mais precisam. Segundo o presidente Gustavo Montezano, “como uma empresa sadia e adaptável ao tempo, o BNDES está sempre se reciclando e readaptando para atender às necessidades da população brasileira, como o banco de desenvolvimento do país”. 

Fonte: Agência BNDES de Notícias

Como desenvolvemos um software de gestão de comércio para celulares do mundo todo

Por Fabrício Rocha, Head de Tecnologia e sócio da startup de vendas e gestão Kyte

Conversar com amigos, solicitar um transporte, pedir comida, ouvir músicas, assistir filmes, fazer terapia, aprender um novo idioma. Hoje, temos a possibilidade de realizar uma infinidade de atividades na palma das mãos através de aplicativos de celulares. Estamos tão acostumados com essas facilidades que, na maioria das vezes, nem pensamos no processo que nos permitiu chegar até aqui.

Há poucos anos, o desenvolvimento mobile nem existia – na prática, estamos falando de uma tecnologia que chegou com o Iphone, em meados de 2007, quando os celulares começaram a ter mais funcionalidades além da ligação e do armazenamento de contatos. 

O trabalho de um desenvolvedor de aplicativos mobile é desafiador: precisamos entender nosso usuário, buscar recursos a serem priorizados, trabalhar em equipe com a área de UX Design, nos dedicar ao desenvolvimento propriamente dito, considerar questões de escalabilidade e performance, realizar testes, ajustar bugs, monitorar o app e fazer manutenções evolutivas.

Tantas novidades e adversidades exigem, acima de tudo, uma equipe de alta performance e extremamente disposta ao aprendizado. Essa é uma realidade em constante evolução, e os desenvolvedores precisam estar preparados para acompanhá-la, crescendo técnica e profissionalmente. Além disso, a disposição para superar desafios é uma exigência para aqueles que querem se destacar no dia a dia de trabalho.

Infelizmente, hoje temos um déficit muito grande de profissionais qualificados de TI, mas as oportunidades estão aí. O mercado de apps cresce cada vez mais, movimentando trilhões de dólares no mundo todo – e ainda há muitas coisas interessantes para serem desenvolvidas!

Além de ser uma carreira com grandes possibilidades de crescimento nessa nova realidade digital, as chances de realização profissional também são enormes, já que você terá a oportunidade de criar uma ferramenta utilizada por pessoas de todo o mundo.

Posso afirmar que, para mim, foi assim.

Tecnologias em evolução

A contemporaneidade dos fatos torna os obstáculos nesse campo enormes. Ainda há muito a evoluir, a aprender e a solucionar. E a situação fica ainda mais desafiadora se falarmos de desenvolvimento híbrido, que é aquele que possibilita a utilização do mesmo código para criação de aplicativos para os sistemas IOS e Android.

O framework React Native, que é uma espécie de template para o desenvolvimento híbrido, por exemplo, foi criado em 2015 e ainda está na versão 0.63x. O Flutter, que também está crescendo no mercado, só foi lançado em 2017. 

De qualquer maneira, essa escolha dos frameworks é uma etapa crucial para o sucesso de qualquer projeto mobile. Principalmente para uma startup de crescimento rápido, que precisa validar seu produto de forma ágil e que provavelmente conta com uma equipe enxuta, como foi o caso da Kyte.

Aqui, escolhemos o React Native para o desenvolvimento mobile front-end, e o Node.js para o back-end. Além de pensar em uma tecnologia que permitisse a entrega para os dois sistemas operacionais (IOS e Android) de forma simultânea, pela inviabilidade de ter duas frentes diferentes de desenvolvimento, também levamos em consideração o background da equipe. Os dois frameworks utilizam a linguagem de programação JavaScript, que está consolidada e é bem conhecida pelos nossos desenvolvedores.

Software de gestão: do desktop para o smartphone

Falando especificamente de softwares de gestão, o que tínhamos até poucos anos atrás era uma realidade voltada para o computador, com conexão via intranet. Cada lojista tinha o seu próprio servidor com o sistema da loja, sendo bem improvável que o software sofresse com lentidão ou falta de conexão.

Com um aplicativo móvel, o cenário é completamente diferente. Temos milhares de lojistas compartilhando uma mesma infraestrutura, gerando e transacionando milhões de dados diariamente, que trafegam pelo mesmo servidor.

Isso exige uma preparação muito grande por parte dos desenvolvedores para que não haja problemas para o usuário. Na Kyte, por exemplo, tivemos esse ponto como uma prioridade desde o início, considerando que queríamos garantir um sistema escalável. Para isso, apostamos na combinação de várias tecnologias que asseguram a entrega e distribuição de todos os dados transacionados. 

No smartphone, evitar problemas deixa de ser uma questão de pura qualidade e passa a ser uma necessidade. O usuário está cada vez mais exigente, até pela facilidade de mudança. Pense comigo: todos os apps estão disponíveis na mesma loja, podem ser testados e avaliados de um minuto para o outro. A concorrência é enorme e a substituição é uma realidade palpável – muito diferente do que acontecia com um software de gestão no desktop, que demandaria toda uma atenção antes de ser trocado.

Desenvolver um aplicativo sem erros, sem lentidão, sem problemas de conexão e fácil de utilizar é um desafio, mas também uma exigência.

Os desafios da internacionalização e da conexão offline

Outro ponto que traz seus desafios para o desenvolvimento mobile é a internacionalização. 

O fato de disponibilizar o app para outros países, em si, é até relativamente simples. Com algumas ferramentas e padrões de projetos, conseguimos avançar nessa frente, e desde o início lançamos o app da Kyte em vários idiomas, alcançando hoje 143 países.

Mas existem aspectos que precisam ser levados em consideração, como a preocupação com a demanda, que se torna ainda maior. Obstáculos de escalabilidade e performance acabam acontecendo mais cedo e exigindo um cuidado especial. Além disso, a adaptação de recursos pode  ser um problema, dependendo do que está ou não disponível em cada país que utiliza o app, o que exige alternativas bem pensadas.

Aqui na Kyte, ainda abraçamos o desafio de ser Offline First. Uma de nossas grandes preocupações é que todos os lojistas, independentemente de onde estejam, possam realizar sua venda mesmo sem internet. 

Grandes players do mercado ainda não possuem esta funcionalidade, mas sabemos que na prática as redes móveis não têm o mesmo nível de qualidade do que um desktop e isso é essencial para que o app do celular efetivamente substitua o software de gestão. 

Faça parte desta missão

Neste momento inusitado e desafiador que vivemos com a pandemia, a maioria dos pequenos lojistas se viu perdido e acabou sendo forçado a se reinventar. Muitos desempregados foram “obrigados” a abrir o seu próprio negócio, mesmo sem experiência nenhuma no assunto. Saber que nosso time, que nosso aplicativo, ajuda estas pessoas nesse momento, reforça a percepção de que estamos cumprindo nosso objetivo.

Quer fazer parte dessa missão? Estamos com vagas abertas! Saiba mais aqui.