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Faturamento do mercado de fidelidade cresceu 11,6% no último ano

A ABEMF, Associação Brasileira das Empresas do Mercado de Fidelização, divulgou seu balanço anual que aponta um faturamento de R$ 7,7 bilhões entre suas associadas em 2019, representando um crescimento de 11,6% na comparação com o ano anterior. Somente nos últimos três meses do ano (4T19) foram R$ 2,1 bilhões, valor recorde para um único trimestre desde que a associação passou a divulgar seus indicadores de mercado, em 2015.

A quantidade de pontos/milhas emitidos em 2019 somou 308,2 bilhões, número 7,5% maior que o registrado em 2018. Na comparação entre os trimestres, 4T19 com 4T18, o crescimento é ainda maior, 8,9%. A principal fonte de acúmulo de pontos/milhas continua sendo o varejo. Os pontos oriundos dessa modalidade, incluindo aqueles vindos dos bancos, com as compras no cartão de crédito, somaram 88,6% do total acumulado no ano. Os demais, 11,4% foram emitidos em viagens.

Essa realidade é inversa na análise de pontos/milhas resgatados. Ao trocar seu saldo, os participantes seguem dando preferência aos bilhetes aéreos. Em 2019, 77,8% dos pontos/milhas foram para a aquisição de passagens, enquanto 22,2% resultaram em produtos e serviços. No total, foram trocados 265,1 bilhões de pontos/milhas em 2019, 8,2% a mais que a soma do ano anterior.

Para o presidente da ABEMF, João Pedro Paro Neto, o mercado de fidelidade no Brasil tem demonstrado, a cada ano, avanços importantes. “Além da evolução desses indicadores, que apontam uma maior utilização dos programas por parte dos clientes, temos assistido à chegada da fidelização em novos mercados e um constante desenvolvimento de tecnologias que permitem uma maior interação entre marcas e consumidores, o que gera aumento do engajamento e possibilita aos programas oferecerem mais e melhores ofertas”, afirma.

Um outro indicador importante é a taxa de breakage, que representa a quantidade de pontos/milhas expirados no período. Em 2019, a média de expiração ficou em 16,8%, uma queda de 1,3 ponto percentual em relação a 2018. Vale ressaltar o valor do último trimestre do ano: 15,2%, 2,2 pontos percentuais abaixo do 3T19 e o menor já registrado pela ABEMF.

Os cadastros nos programas de fidelidade da associação somavam 147,4 milhões no fim do ano passado. A queda de 2,1% em relação ao fim de 2018, quando havia 150,6 milhões de inscrições, é explicada pela consolidação das bases de duas empresas, uma vez que a Dotz concluiu a compra das operações da Netpoints em 2019.

AMARO implementa venda pelo WhatsApp durante quarentena por Covid-19

A AMARO, fashiontech brasileira, deu início à estratégia de diálogo com as clientes da marca pelo WhatsApp para impulsionar as vendas durante a crise do Covid-19. Com todas as Guide Shops fechadas, a empresa realizou treinamentos com mais de 15 gerentes e vendedores das operações físicas para que elas passassem a oferecer dicas de moda, além de apresentar novos produtos ou apenas conversar com as clientes neste período de isolamento, tudo via whatsapp.

A operação foi iniciada no dia 26 de março e acontece utilizando duas bases de clientes: lojas físicas (ativo) e atendimento ao cliente da AMARO (receptivo). Na primeira, o time aciona a base de clientes das Guide Shops com uma mensagem no Whatsapp. Já no SAC, as ligações de consumidoras que têm alguma dúvida sobre um produto ou demonstram interesse em comprar algum item, são direcionadas para outra parte da equipe de vendas. Nesse caso, a continuidade do atendimento acontece também pelo programa de mensagens instantâneas.

As compras podem ser finalizadas via Whatsapp com a vendedora ou pela cliente pelo aplicativo ou site da AMARO. No total, cerca de 35 mil consumidoras da base receberão contato por meio do WhatsApp. O objetivo é suprir 25% da receita das lojas físicas por meio das vendas via WhatsApp e, na primeira semana de operação, já foi possível observar que o número deve ser superado.

“Somos uma empresa que já nasceu no ambiente digital, então pra nós foi mais simples adaptar a estrutura de atendimento para o Whatsapp. O objetivo é que essa nova ferramenta atue como uma sustentação do e-commerce neste período de crise, não esquecendo também de suprir a necessidade da cliente que prefere um contato mais próximo e humanizado”, explica Daniela Valadão, diretora de Physical Retail da AMARO.

O treinamento para as colaboradoras foi ministrado em conjunto pelas equipes internas das lojas físicas e do atendimento ao cliente. Os conteúdos aplicados falavam sobre a nova jornada do cliente no WhatsApp e a linguagem/ abordagem que deve ser realizada com as clientes. O treinamento contemplou, ainda, um workshop intensivo para utilização da plataforma que reúne o histórico e perfil de compra das consumidoras e também da ferramenta que projeta as imagens de looks, tudo para que o atendimento virtual chegue o mais próximo possível do físico.

Depois do vírus, o mundo será bem diferente

Por Roberto Wik

Relatório publicado pelo Centro para o Futuro do Trabalho da Cognizant sobre a aparência do mundo em 2023 – um período suficientemente distante para que as implicações do vírus tenham mudado materialmente as coisas, mas não tão longe que a pura especulação ociosa reine suprema – examina como educação, saúde, compras e entretenimento se tornarão mais virtuais.

As residências serão adaptadas com espaços dedicados para escritórios domésticos, pois trabalhar em casa será a norma, não a exceção. Isso sugere que a viagem se tornará um último, não primeiro, resort. A agenda ambiental ganhará impulso quando percebermos que o vírus é um grito de socorro de um planeta que adicionou 6 bilhões de pessoas em menos de 100 anos. E como o vírus forçará o cálculo de como tratamos o envelhecimento e como consideramos a privacidade.

Escrevemos como se estivéssemos em 2025. Recordamos as mudanças que ocorreram nos dias, meses e anos depois da grande crise de 2020. Impulsionar-nos para a frente nos permite traçar um caminho a seguir e fornecer indicadores principais do que está por vir. E sugere que existe um futuro de trabalho.

Big bang on-line

A covid-19 digitalizou o mundo na velocidade da luz. Setenta anos depois da revolução da tecnologia da informação, ficou claro no início de 2020 que, embora pensássemos que a tecnologia era grande, a TI havia realmente arranhado a superfície da vida. O vírus acabou com tudo isso.

Antes da pandemia, havia muitas alternativas digitais – seja na saúde tradicional, educação, finanças, varejo; mas nós não estávamos tentando, lamentando “eles são muito caros” ou “sempre fizemos dessa maneira”. Mas quando a pandemia tomou conta, a necessidade ditou: “Supere, vá em frente, acostume-se a isso”.

A covid-19 big bang vaporizou as crenças de que determinados trabalhos nunca poderiam ser feitos on-line ou virtualmente. A lição duradoura do bug? Tudo o que poderia se mover on-line, se moveu on-line.

A casa de todos é o seu castelo – o futuro do trabalho em casa

Estamos em 2025. Imagine-se 5 anos atrás. São 9 horas da manhã. Você está trabalhando em casa. Você não é um dos sortudos com um escritório em casa, então está na sala de jantar. Sua cara-metade também está trabalhando em casa, mas perdeu a aposta no pedra-papel-tesoura pela mesa, então está no sofá com o laptop. Os documentos e notas do trabalho estão espalhados por suas respectivas áreas de trabalho. Seus filhos – cuja escola está fechada até segunda ordem – estão fazendo todo o possível para distraí-los. (Se você tem crianças pequenas em casa, a força pode estar com você.) Você está ocupado/a tentando parar as brigas dos filhos e, ao mesmo tempo, apagar incêndios no trabalho. Que alegria! Você e sua cara-metade dividiram as coisas – trabalho, culinária, crianças e tarefas domésticas. Você olha para o relógio: 9h07. Vai ser um longo dia.

Há pouco tempo, trabalhar em casa era um privilégio para poucos, mas quando a covid-19 chegou, de repente se tornou uma necessidade para todos. Como em qualquer coisa na vida, o #WFH serviu para alguns, e para outros, longe disso. A mudança repentina pegou muitos de nós de surpresa. Tentar trabalhar produtivamente se tornou mais do que apenas ter um laptop de escritório e conectividade à internet. Representava mais do que conquistar um lugar na cozinha, na sala ou no quarto. Tornou-se uma luta pela sobrevivência – pelo futuro do seu trabalho.

Depois da pandemia, novas casas construídas ou reformadas contaram com espaços dedicados para escritórios domésticos: roteadores no lugar certo, isolamento acústico, telas adequadas. As casas se tornaram castelos, o local capacitado com redes e plataformas para conectar, criar e realizar, para trabalhar de forma mais inteligente. Um lugar onde podemos nos isolar (e nos concentrar) e ainda permanecer conectados com o mundo inteiro. A chave para o sucesso do escritório em casa será a capacidade de criar e cultivar conexões profundas e baseadas em confiança com colegas, clientes, parceiros e qualquer pessoa no mundo conectado para realizar o trabalho.

Humanos na máquina

Antes dos bloqueios, a tecnologia foi amplamente responsabilizada por elevar uma geração antissocial. Dispositivos = distração. Sobrecarga de informações = atenção limitada. No meio da pandemia da covid-19, aprendemos a amar nossas comunidades digitais, a encontrar felicidade na comunicação on-line e finalmente a dar às plataformas de videoconferência o respeito que elas mereciam.

Mas, de repente, a tecnologia se tornou a única coisa que nos manteve conectados durante nosso isolamento social forçado. As pessoas mais velhas que uma vez criticaram as interações virtuais estavam usando aplicativos como, por exemplo, o Houseparty como se fossem pequenos roteiristas. O vírus mudou de atitude aparentemente da noite para o dia e nos fez finalmente apreciar a tecnologia de comunicação digital que estava ao alcance de nossos dedos. Em vez de revirar os olhos a cada “todos podem colocar em mudo, por favor”, ficamos agradecidos pela oportunidade de manter contato -, uma oportunidade que não existiria se a covid-19 tivesse chegado uma década antes ou a qualquer momento na era pré-digital. Os jovens ficaram agradecidos (e divertidos) pelos avós finalmente aprenderem a utilizar o FaceTime para que pudessem conversar de uma maneira mais pessoal.

Viagens a negócios perderão seu encanto

A humanidade nunca voou tanto nos anos que antecederam a 2020, mas o clima do planeta não aguentou. Os ajustes anunciados pelo setor aéreo – combustível de aviação sustentável e aviões elétricos (você voaria em um?) – como uma resposta às mudanças climáticas nunca decolaram para uso em escala. Os 12% dos americanos que fizeram mais de seis viagens por ano representaram dois terços das viagens aéreas globais (e cada um deles emitiu, em média, três toneladas de carbono por ano).

A verdade inconveniente era que jogar toneladas de carbono no céu não era algo que poderia durar para sempre. O vírus transmitiu uma mensagem cósmica de que nosso comportamento de viagem precisava mudar, e, num piscar de olhos, as viagens de negócios passaram de atividades de alto status (“Você foi a Sydney para uma conferência? Oh, que maravilha!”) a um constrangimento (“Você foi a Sydney para uma conferência? Como você pôde?”). O hiato pós-vírus nos forçou a reexaminar nossos hábitos de vôo – era essencial voar pela metade do mundo para a reunião de dois dias? “Todos nós consideramos o contato pessoal, mas as plataformas de comunicação como Slack, Zoom ou Trello quebraram o controle corporativo que a experiência presencial já teve.

Lembre-se, estamos em 2025

Se o surto e a propagação do vírus nos ensinaram alguma coisa foi o quão verdadeiramente e indissociavelmente interconectados e interdependentes somos – biologicamente, economicamente e ambientalmente. Mesmo agora, todos esses anos depois, ainda não podemos medir o tamanho das consequências socioeconômicas da pandemia. Os trilhões de dólares são fáceis de contar, mas e os intangíveis? As oportunidades de carreira prejudicadas de um jovem? Tratar angústia psicológica? Talvez o mais importante historicamente falando tenha sido como a desaceleração econômica prolongada de 2020-2022 interrompeu o relógio de nossos negócios frenéticos, como de costume, e nos permitiu dar um passo para trás, respirar fundo e começar a recalibrar como vivemos em nosso planeta azul. Muito azul, na verdade, na esteira da crise. Naquele momento de pausa, ficou óbvio para todos, menos para os mais míopes, que o vírus era um grito de socorro de um ecossistema que gemia sob o peso de expandir de 1,8 para 7,7 bilhões de pessoas em menos de 100 anos.

Roberto Wik, diretor de indústria e varejo da Cognizant para a América Latina

Medidas tributárias adotadas no combate à crise da Covid-19

Por Antonio Carlos de Almeida Amendola

Padre Antônio Vieira no “Sermão de Santo Antônio” ensina que o sal tem duas funções, a de conservar o alimento são e a de impedir que este estrague, que se corrompa. Da mesma forma, o tributo deve ser concebido, regulado e aplicado de modo a permitir a boa conservação do contribuinte e o devido cumprimento da obrigação tributária, sem ser pesado a ponto de corrompê-lo. Trata-se, fora de dúvida, de princípio a ser observado por todos aqueles envolvidos em matéria tributária.

Em tempos de crise econômico-financeira decorrente da pandemia da COVID-19, com um isolamento social impensável nestes tempos, o Legislador e a Administração Tributária devem, mais do que nunca, se atentar a tal princípio, inerente ao princípio da preservação da empresa e do indivíduo.

Neste sentido, medidas já vêm sendo estudadas e tomadas a fim de aliviar o contribuinte, com redução de carga tributária, instituição de possibilidade de transação extraordinária, prorrogação de vencimento de tributos, postergação de data máxima de cumprimento de obrigações acessórias, e facilitações em outras questões procedimentais etc. Abordamos abaixo algumas destas medidas, sendo muito provável que, conforme já se noticia, outras virão até que esta crise se encerre. Contribuintes, por outro lado, já sentindo fortemente os efeitos desta crise, vem procurando o Poder Judiciário a fim de obter postergações de tributos, sem penalidades e, em alguns casos, vêm logrando êxito na obtenção de medidas liminares.

Indicamos, abaixo, algumas das importantes medidas tributárias adotadas no combate à crise da COVID-19 na esfera federal, que, certamente, serão seguidas de outras. Estados também vem tomando medidas similares.

No que toca à redução da carga tributária federal, três importantes medidas foram tomadas.

A primeira medida objetiva reduzir o custo do crédito, e estimular a economia. Ela é constituída pela redução a zero das alíquotas de IOF-Crédito, para operações de crédito contratadas no período entre 03/04/2020 e 03/07/2020. Tal redução beneficia empréstimos realizados sob qualquer modalidade; operação de desconto, inclusive na alienação para empresas de factoring de direitos creditórios de vendas a prazo; adiantamentos a depositantes; excessos de limite; financiamento para aquisição de imóveis não residenciais; bem como a renovações, prorrogações, novações, consolidação de dívida e assemelhados. A redução em questão vale para operações contratadas no período acima indicado, independentemente da data do vencimento.

A segunda ação é a redução temporária das contribuições de terceiros, do Sistema “S”, aplicável para o período entre 01/04/2020 e 30/06/2020. Trata-se de medida que busca aliviar a carga tributária do empresário no segundo trimestre de 2020, por conta das dificuldades econômicas causadas pela COVID-19. As alíquotas foram, em geral, reduzidas pela metade, de modo que as contribuições para o SESI foram reduzidas de 1,5% para 0,75%, do SENAI de 1% para 0,5%, do SESCOOP de 2,5% para 1,25%, e assim por diante.

A terceira medida é a desoneração da carga tributária de itens de uso médico-hospitalar como álcool etílico, desinfetantes, gel antisséptico, vestuário e seus acessórios de proteção, de plástico, aparelhos de eletro diagnóstico etc. Essa desoneração foi viabilizada pela redução temporária, e com validade até 30/09/2020, da alíquota do imposto de importação para zero, e desoneração do imposto sobre produtos industrializados.

Além disso, a Receita Federal do Brasil prorrogou, para agosto e outubro de 2020, o vencimento de contribuições sociais relativas às competências dos meses de março e abril de 2020 respectivamente. Essa postergação abrange as contribuições previdenciárias sobre a folha (cota patronal, RAT e a do segurado contribuinte individual), o Funrural (da agroindústria, do produtor rural pessoa jurídica e do empregador pessoa física), a contribuição previdenciária do empregador doméstico, as contribuições ao PIS/Pasep e da COFINS, e a chamada “CPRB”, também conhecida como contribuição da desoneração da folha. Para empresas no SIMPLES, também foram postergadas as datas máximas de recolhimento, relativas aos meses de março, abril e maio de 2020, para outubro, novembro e dezembro deste ano.

Não menos importante é a postergação da data de vencimento de obrigações acessórias, eis que permite ao empreendedor, na medida do possível, focar todas suas forças na atividade geradora de renda de seu negócio, planejar as férias de sua equipe para coincidir com o período da quarentena (quando seu estabelecimento está fisicamente fechado), ou mesmo reunir dados, informações e comprovantes para cumprimento de tais obrigações. Neste sentido, a Receita Federal prorrogou a data de vencimento para apresentação da EFD-Contribuições e da DCTF, de março, abril e maio de 2020, para o décimo e décimo quinto dia útil de julho respectivamente. Da mesma forma, foi prorrogada para 30 de junho de 2020 a data de apresentação da declaração de imposto de renda da pessoa física, da declaração final de espólio e de saída definitiva, incluindo as datas de recolhimento do saldo de IR ou quota única.

Sob as novas regras de transação tributária, e a fim de viabilizar a superação dos efeitos decorrentes da crise da COVID-19, a Procuradoria Geral da Fazenda Nacional introduziu novas condições para parcelamento especial de débitos inscritos na dívida ativa, inclusive daqueles já parcelados. O parcelamento pode ser realizado em até 84 meses para contribuintes em geral (7 anos), e em até 100 meses (um pouco mais que oito anos) para pessoas físicas, micro e pequenas empresas, com o pagamento de entrada correspondente a 1% do valor dos débitos, que corresponde às primeiras três prestações. A primeira prestação vencerá no último dia útil de junho de 2020. O prazo de adesão desta transação extraordinária, originalmente até 25 de março, foi prorrogado para até a data final de vigência da Medida Provisória 899/2019.

Várias medidas procedimentais, no âmbito da Receita Federal do Brasil e da PGFN, foram adotadas e certamente serão importantes na superação desta crise, tais como, na esfera da RFB, a prorrogação do prazo de validade de certidões negativas, válidas no dia 23 de março de 2020, por noventa dias; suspensão de prazos até o fim de maio envolvendo intimações eletrônicas de cobrança, notificações de malha fina relacionadas ao imposto de renda da pessoa física, procedimento de exclusão de parcelamento por inadimplemento, dentre outros; suspensão, no âmbito da PGFN, por noventa dias de prazos relacionados a protestos de certidões de dívida ativa, ao início de procedimentos para exclusão de contribuintes de parcelamentos administrados pela PGFN por inadimplência, dentre outros.

Como se verifica, várias ações estão sendo tomadas com o escopo de acomodar a legislação tributária federal e sua aplicação às dificuldades geradas pela COVID-19. Pode-se, é claro, afirmar que são tímidas, que não são suficientes, mas não que o Legislador e a Administração Tributária se quedaram inertes. Pode também haver casos específicos que demandem intervenção do Judiciário, com vistas a proteger um determinado setor ou contribuinte, permitindo a preservação da empresa, enquanto fonte geradora de riqueza, empregos e tributos, o que deve ser examinado caso a caso. A evolução da pandemia, com novas prorrogações da quarentena e os respectivos efeitos na economia, será o termômetro para que eventualmente se reconheça a necessidade de mais sal, ou seja, de maximização das medidas já adotadas e de introdução de outras, o que deverá ser implementado de forma imediata.

Antonio Carlos de Almeida Amendola, advogado, graduado em Direito pela PUC/SP, possui mestrado em Master of Laws – LL.M. – Cornell University e em Direito Econômico e Financeiro pela USP. É conselheiro da Associação dos Advogados (AASP)

Pöyry adere ao Manifesto Não Demita

A Pöyry , empresa internacional de engenharia, projetos e consultoria e uma das principais do setor no País, anuncia a adesão ao Manifesto Não Demita, com o compromisso de não rescindir contratos de colaboradores pelo menos até o final de maio de 2020, com exceção a casos de justa causa ou mal desempenho.

“Como primeira empresa de engenharia consultiva industrial a aderir a este movimento, reafirmamos o nosso compromisso com a sociedade e com os nossos mais de 500 colaboradores, contribuindo efetivamente em um dos momentos mais críticos da história moderna”, afirma o presidente da Pöyry no Brasil, Fábio Bellotti da Fonseca.

Esta iniciativa se soma a diversos outros esforços que a empresa vem realizando junto aos seus colaboradores, clientes, parceiros e sociedade, no combate aos efeitos ocasionados pela pandemia do COVID-19.

Schneider Electric avança no e-commerce em parceria com Mercado Livre

Pensando em melhorar a experiência dos clientes e aumentar a oferta de produtos no mercado, a Schneider Electric, líder global na transformação digital em gestão da energia elétrica e automação, acaba de inaugurar sua loja oficial no Mercado Livre, maior Marketplace da América Latina. No novo canal, é possível encontrar mais de 700 produtos das linhas industriais e residenciais da multinacional francesa, como interruptores, tomadas, disjuntores, disjuntores motores, relés, contatores, botões, inversores e medidores de energia, entre outros itens.

“Os marketplaces estão ganhando cada vez mais relevância na economia global, e, ao analisarmos o Mercado Livre, entendemos que existia uma grande oportunidade de criação de uma loja oficial da Schneider para, não só atender melhor nossos clientes como também chegar até aqueles que não tinham acesso aos nossos produtos”, afirma Klecios Souza, vice-presidente de Building da Schneider Electric Brasil.

A previsão é de que, nos próximos meses, o número de produtos disponíveis no espaço ultrapasse os 4 mil itens. A entrada no Mercado Livre já estava em andamento em outras unidades do marketplace na região, como Colômbia e Argentina. Seguindo sua estratégia, a Schneider Electric Brasil fará ainda mais avanços em marketplaces e em seu próprio e-Commerce.

“Temos todos os cuidados nessa operação para garantir entrega, segurança e qualidade. Investimos cada vez mais na experiência online e acreditamos nos canais digitais, e é isso que buscamos ofertar aos nossos clientes e parceiros”, conclui Cristiano Giacche, diretor de eCommerce da Schneider Electric América Latina.

Para visitar a loja da Schneider Electric no Mercado Livre, acesse: http://loja.mercadolivre.com.br/schneider-electric.

Adobe e MIT realizam webinar sobre a importância da tecnologia e do e-commerce em tempos de crise

Em tempos de confinamento por conta da Covid-19, sabemos que o comércio eletrônico ganha ainda mais força. Mas qual é a experiência esperada pelos usuários atualmente? Quais iniciativas as empresas podem adotar para mitigar os impactos da pandemia na sociedade? Que tipo de comunicação as empresas devem estabelecer com seus clientes em um momento como esse? Para responder a essas dúvidas, a Adobe realizará, no próximo dia 15, quarta-feira, o webinar (gratuito) “A importância das martechs para o varejo em cenários de crise”, em parceria com o MIT (Instituto de Tecnologia de Massachusetts).

Nele, Fernando Teixeira, diretor de soluções e estratégia para Adobe Latam, receberá Edmour Saiani e Fátima Merlin, especialistas em varejo e comportamento do consumidor, para conversar sobre os impactos do cenário atual na economia digital e como a tecnologia ganha uma função cada vez mais relevante.

“A tecnologia, hoje, cumpre um papel fundamental que nos permite manter o isolamento social, mas sem nos sentirmos completamente afastados, seja em uma simples reunião de trabalho por vídeo, ou em uma ligação para a família. Mas, além disso, o comércio digital ganha cada vez mais espaço, já que as pessoas estão em casa e optam frequentemente pelo delivery ou opções como ‘compre on-line e retire na loja’. No nosso webinar, vamos conversar sobre como as marcas podemrepensar seus serviços ou produtos nesses tempos de crise, utilizando a tecnologia como aliada”, afirma Teixeira.

Ao lado dele, estará Edmour Saiani, especialista em varejo, pós-graduado em Marketing pela Fundação Getúlio Vargas. Saiani conecta líderes, equipes e clientes de todos os mercados para construir reputação, relacionamento e resultados. É fundador da Ponto de Referência, empresa que colabora com o desenvolvimento de cultura, gestão de atendimento e inovação.

Também participará da discussão a especialista em varejo e comportamento do consumidor Fátima Merlin, que também é fundadora e CEO da Connect Shopper e presidente do grupo Mulheres do Varejo. Ela atua há mais de 30 anos no setor, desenvolvendo estudos e projetos para diversas grandes marcas. Autora do livro “Meu cliente não voltou, e agora?”, Fátima também ministra aulas de pesquisa em Marketing e esteve por quase dez anos à frente da diretoria da Kantar WorldPanel.

Dentre os tópicos a serem abordados estão:

– E-commerce: o aumento das vendas on-line;

– Realidade aumentada: tendo em vista a queda nas visitas às lojas físicas;

– Inteligência artificial: para aumentar a precisão nas previsões de demanda;

– Same day delivery: pelo aumento da exigência por entregas rápidas;

– Experiências omnichannel: como a experiência integrada em todos os pontos de contato, sem interrupções, é um diferencial agora – mais do que nunca.

Webinar: A importância das martechs para o varejo em cenários de crise 
Data e horário: dia 15/04, quarta-feira, às 15h
Inscrições gratuitas: http://bit.ly/AdobeMIT

Novo Coronavírus: MAPFRE busca projetos inovadores para mercado segurador

A MAPPFRE Brasil, por meio da plataforma MAPFRE Open Innovation,começou a receber propostas de startups com soluções que apoiem prestadores de serviços e pequenos e médios empresários a enfrentarem a complexa situação econômica imposta pela pandemia do novo coronavírus.

“A inovação é uma importante aliada em tempos de crise, aproximando pessoas, promovendo a colaboração e acelerando a implantação de soluções criativas”, afirma Flávia Varga, gerente de Inovação da MAFPRE. “Nesse momento, queremos associar a força da nossa marca e a solidez da nossa companhia com a agilidade da estrutura de uma startup.”

A empresa busca sugestões de rápida implantação que ajudem a responder problemas, como: apoio as PMES e prestadores de serviços, agilidade e proximidade de clientes, além de aumento de receitas.

Os interessados devem cadastrar as ideias pelo site, http://moibr.mapfre.com.br/#banner-topo, até 30 de abril. A iniciativa também recebe propostas de colaboradores da companhia. Todas as sugestões serão avaliadas e, seaderentes a estratégia do programa de inovação da companhia, serão submetidas à aprovação interna para implantação imediata.

“O objetivo é ativar o ecossistema de inovação para minimizar os impactos desse novo cenário. Estamos em busca de soluções prontas para uma rápida implantação”, finaliza Flávia.

O MOI 

Criado em 2018, o MOI (MAPFRE Open Innovation) é uma é uma plataforma para alavancar inovação e transformação dentro da companhia, com foco no cliente e na rentabilidade do negócio. A iniciativa global atua por meio de uma comunidade formada por escritórios em diversos países, que compartilham projetos, boas práticas e conhecimento.

ABES e KPMG reúnem profissionais para debater o futuro após Covid-19

Alguns acontecimentos marcantes para sociedade podem gerar diversos questionamentos sobre como será o comportamento das pessoas quando determinado assunto for solucionado. E com a Covid-19 não será diferente: apesar do empenho mundial para mitigar os avanços da doença, especialistas já debatem como será a sociedade no período pós-pandemia.

Diante desse questionamento, a ABES – Associação Brasileira das Empresas de Software -, em parceria com a KPMG – uma das maiores empresas de prestação de serviços profissionais que incluem Audit, Tax e AdvisoryServices -,realizam um encontro online com especialistas de diversas áreas para discutir como será a adaptação de empresas e sociedade depois de um período intenso de interação social.

O webinar “Como as empresas devem se equipar para os novos tempos: gestão da crise, retomada e questões trabalhistas”, acontece no dia 14 de abril, a partir das 14 horas. As inscrições são gratuitas e devem ser feitas no link: http://www.sympla.com.br/como-as-empresas-devem-se-equipar-para-os-novos-tempos-gestao-retomada-e-relacoes-trabalhistas__834784.

Como as empresas devem se equipar para os novos tempos: gestão da crise, retomada e questões trabalhistas 

Data: 14 de abril, às 14h.

Mediação: Felipe Catharino, sócio-diretor líder do segmento de Technology & Software da KPMG no Brasil e Dustin Pozzetti, sócio-líder de Technology, Media & Telecom da KPMG no Brasil
Programação: 

• Mercado: diferentes efeitos da crise nos setores com ênfase em software e como as empresas devem se equipar 
André Coutinho, sócio-líder de Clientes e Mercados da KPMG no Brasil
Rodolfo Fucher, presidente da ABES

• Gestão de crises e plano de retomada de negócios 

Luis Navarro, sócio-diretor de Gestão de Riscos da KPMG no Brasil

• Alternativas para reduzir o custo da folha de pagamento 

Valter Shimidu, sócio da área Trabalhista e Previdenciária da KPMG no Brasil

O futuro da relação entre marca e consumidor

Por Monica Schimenes, CEO e fundadora da MCM Brand Group

Quando o assunto é a aproximação entre marca e consumidor, é necessário partir da premissa básica do sucesso de qualquer tipo de relacionamento. Ou seja, da comunicação. Quem faz parte do universo do Marketing, segue a seguinte prática quase que em piloto automático: estudar o público-alvo do negócio. Afinal de contas, a maneira de se comunicar com um cliente baby boomer é completamente diferente do estilo de conversa com alguém da Geração Z, por exemplo. Contudo, o momento mundial atual obriga a todos a saírem da zona de conforto e pensar fora da caixa. Inclusive, nós.

Em dezembro de 2019, ouvimos o termo ‘CODIV-19’ pela primeira vez nas redondezas da província chinesa de Wuhan. Já em menos de três meses, o chamado Coronavírus ultrapassou as fronteiras da China e espalhou-se ao redor do mundo. No Brasil, até o momento, a soma é de 1.646 casos confirmados. De repente, a população brasileira se viu diante de muitos questionamentos e poucas respostas. A única certeza é que o melhor caminho para lidar com esse período é permanecer em quarentena, em casa. Em tempo indeterminado.

Para o mercado, é possível traduzir o cenário em retenção de custos, parcerias de trabalho desfeitas, projetos em stand-by e eventos cancelados. Então, diante deste panorama, te pergunto. Como as marcas irão se relacionar com o consumidor daqui para frente se estamos todos em casa, esperando? Meu caro, a verdade é que por mais que as empresas não estejam gerando resultados financeiros devido à recessão, existe a necessidade de continuarem em atividade a fim de preparar o terreno para o que ainda está por vir. É hora de se cuidar, mas também de agir. O futuro do relacionamento entre marca e consumidor será definido no agora. A partir de uma nova perspectiva.

Acredito que em uma situação de grande comoção social, a empatia e a responsabilidade devem ser as palavras-chaves em uma comunicação organizacional. Ao invés de se render ao afastamento da marca com receio da receptividade do público-alvo, é imprescindível assumir o controle do que ainda se encontra sob o seu alcance. É importante adotar uma postura proativa e ir em busca de alternativas que permitam o funcionamento da comunicação do negócio do cliente e, consequentemente, do relacionamento dele com o consumidor final.

Em relação aos projetos que estão adiados, uma ótima opção é desenvolver soluções customizadas com base nos objetivos de comunicação de cada briefing e que funcionem apartadas dos eventos presenciais.

É aqui que deixo o seguinte convite: que tal viver a sua marca? Resgate as suas raízes, explore todas as alternativas. A partir das devidas precauções orientadas pela Organização Mundial da Saúde, te convido a sair do estado de receio para agir. Podemos superar esse período juntos! O futuro chegou. Se proteja, mas aja.

Projeto Hora da Prosa aproxima hubs de inovação para manter ecossistema agtech ativo durante a quarentena

O Pulse, hub de inovação da Raízen, e AgriHub Space, iniciativa do Sistema Famato e LM Ventures, firmaram parceria para realização do projeto Hora da Prosa. O evento online conecta startups parceiras dos dois hubs, além de demais players do ecossistema de inovação, tecnologia e agronegócios com o intuito de gerar conexões e abordar temas relevantes do setor em meio ao cenário de pandemia. Os temas abordados nas conversas envolverão questões sobre investimentos em agtechs, digitalização de maquinários, desafios da previsão climática, conectividade no agro, agrofintechs, agricultura digital e adoções de tecnologias por grandes grupos agrícolas.
Os encontros acontecem semanalmente, sempre às quartas-feiras, no canal do Pulse Hub no Youtube. O próximo, no dia 15 de abril, contará com a participação de Carol Morandini, Head de Portfólio & Scouting da Wayra Brasil, Flávio Zaclis, Fundador da Barn Investimentos e Francisco Jardim, Sócio Fundador da SP Ventures abordando o tema Agtechs e investimentos em tempos de crise.

Para participar é necessário preencher o formulário no link abaixo.
Link para inscrição: http://conteudo.pulsehub.com.br/hora-da-prosa-3-inscricao

Hora da Prosa – Agtechs e investimentos em tempos de crise. 
Local: Canal do Youtube Pulse Hub de Inovação
Data: 15/04 Horário: 14:02

Techstars realiza maior Startup Weekend do mundo, totalmente online e focado em soluções para o COVID-19

Pela primeira vez em sua história, a Techstars, plataforma global de investimento e inovação, realiza um Startup Weekend de maneira totalmente online. A série de eventos “Global Online Startup Weekend Unidos contra a Covid-19” tem o objetivo de concentrar participantes para encontrar soluções que tenham como contexto os impactos da pandemia de COVID-19. Em formato já consagrado, os participantes juntam-se, desta vez online, durante 54 horas e são avaliados por jurados ao final do evento. A edição acontece nos dias 17, 18 e 19 de abril.

Para essa edição histórica, a Techstars conta com 50 voluntários de todo o país. Além disso, tem o apoio de empresas como Google, .CO, .Us e .Biz. Entretanto, a organização ainda conta com a adesão de mais voluntários. Os participantes vão ter o apoio de mentores para desenvolver protótipos que podem resolver grandes problemas gerados pela pandemia.

“No momento mais crítico de nossa geração, a Techstars tem orgulho de convocar agentes de inovação para, juntos, colocarmos a carga criativa dos brasileiros em favor da luta contra os impactos da pandemia. Pela primeira vez vamos fazer um SW online, o que nos dá segurança de, mesmo separados pelas restrições pedidas pela Organização Mundial da Saúde, apresentar soluções promissoras de combate aos impactos da crise que vivemos”, analisa Preta Emmeline, head da Techstars no Brasil.

O Brasil se junta a mais de 60 países ao redor do mundo que serão sede deste importante evento. As 20 melhores equipes de todo o mundo vão ter a oportunidade de participar do Techstars Innovation Bootcamp Experience. A inscrição de participantes deve ser feita pelo link.

Desde que o surto da COVID-19 começou a afetar comunidades em todo o mundo, a Techstars fez várias mudanças na programação e no envolvimento da comunidade para manter as pessoas seguras e continuar apoiando os ecossistemas de inovação neste momento de grande necessidade. Saiba mais sobre os esforços da Techstars em techstars.com/covid.

Confira cinco dicas para manter a produtividade no home office

A pandemia do coronavírus transformou a rotina de milhares de profissionais e empresas que passaram a adotar o trabalho remoto como alternativa para manter as operações. Mas, produtividade e foco nas tarefas estão entre os desafios da quarentena nesse cenário. Fica a pergunta: como vencer esse desafio, mantendo o foco nos projetos e cuidando da nossa mente?

A KingHost, empresa de soluções digitais, está com sua equipe trabalhando em sistema de home office e preparou algumas dicas para tornar esse momento mais agradável e produtivo. Nesse contexto, lançou movimento #DistantesMasJuntos, que se propõe a ajudar profissionais e empresas que desejam realizar trabalho remoto com conteúdos, dicas e ferramentas para viabilizar esse processo e torná-lo mais acolhedor e produtivo. Confira:

1. Faça uma lista de atividades por priorização 

Começar o dia lendo os emails e mensagens recebidas no dia anterior pode ser um primeiro passo para organizar as demandas antes de dar início às atividades. Entenda quais são mais urgentes e complexas e planeje seu dia de acordo com o tempo que você imagina para a conclusão de cada uma. Outro ponto importante é: não inclua mais tarefas do que é possível executar em um dia ou terá problemas em administrar seus horários, além disso, atividades pessoais menos urgentes podem ser realizadas nos horários que geralmente você estaria se deslocando para casa ou para a empresa.

2. Organize seus horários 

Crie uma agenda, anote seus compromissos diários e respeite seu tempo. Uma questão importante para conseguir se adaptar é em relação aos momentos das refeições. Para quem mora sozinho, com os restaurantes oferecendo apenas serviços para entrega, a opção é separar um momento da manhã para encomendar o delivery ou montar um planejamento de refeições e prepará-las no dia anterior – ou até mesmo no final de semana. Dessa forma, o impacto no horário do seu expediente será menor. A organização dos horários irá ajudar na sua produtividade e no foco, sobretudo quando se trabalha com demandas diferentes, paralelas e time com várias pessoas.

3. Adapte seus hábitos 

Para conseguirmos colocar em prática as dicas de produtividade é preciso adaptar alguns de nossos hábitos. Quem percorria um trajeto longo de casa até o trabalho, por exemplo, pode aproveitar esse período para investir em uma nova atividade ou até mesmo para meditar ou ler. Cada pessoa está sendo desafiada a adaptar a rotina, pensando na melhor forma de ter o mínimo de impacto possível na produtividade diária.

4. Evite distrações 

Estabeleça algumas regras e cerimônias durante seu dia. No home office, as distrações são diferentes daquelas que estávamos acostumados no escritório da empresa. Se for necessário, mantenha o celular no silencioso e evite redes sociais por determinados momentos do dia nos quais é necessário ter um foco maior. Caso você precise participar de reuniões online, teste as ferramentas de videoconferência com antecedência, pois caso venha ter algum problema técnico, você terá tempo de resolver e não causará atrasos. Outra sugestão é manter suas questões pessoais nos horários em que não estiver trabalhando, assim fica mais fácil manter o foco nas atividades profissionais.

5. Alimentação, atividades físicas e sono 

Pode parecer que esses três tópicos de nada tem a ver com dicas de produtividade para quem trabalha home office, mas são essenciais para conseguirmos manter nosso foco e atenção às atividades da nossa rotina. Especialistas em saúde física e mental aconselham a manutenção de exercícios físicos como forma de manter o corpo e mente saudável, alinhado com meditação e práticas mindfulness. A alimentação também entra como um pilar essencial nesse momento, com a ingestão de alimentos saudáveis e muita hidratação.

Brasileiros instalam e gastam mais com apps nas semanas de isolamento

Dados da AppsFlyer, maior plataforma global de mensuração de aplicativos, mostram que os brasileiros estão usando mais apps e gastando mais dinheiro dentro deles, em levantamento de 31 de março a 6 de abril de 2020.

Os aplicativos educacionais estão enfrentando um aumento contínuo de instalações e receitas, crescendo 208% em instalações e 60% na receita. Conforme as escolas e cursos foram se adaptando ao ensino a distância, esse aumento se explica.

As pessoas estão ouvindo mais música na quarentena: os aplicativos de música tiveram um salto na receita (compras dos usuários) de 95%.

Apps de jogos casuais continuam crescendo e os usuários estão gastando com compras dentro deles: gastos aumentaram 25%.

Os aplicativos financeiros tiveram 20% mais instalações orgânicas e quase 40% de aumento no uso desses apps (aberturas). Ou seja, com mais receio de ir a bancos, usuários estão aderindo aos aplicativos financeiros.

O uso dos apps de estilo de vida (fitness por exemplo) aumentou em 48% e ainda tiveram aumento de novos downloads de 26%.

GFT Brasil contrata Suzan Barreto como diretora de Negócios

A GFT, empresa global referência em tecnologias exponenciais para transformação digital e projetos ágeis, anuncia a contratação de Suzan Barreto como nova diretora de negócios. A executiva tem mais de 23 anos de experiência em gestão e implementação de projetos de TI e reforça as áreas de Inteligência Artificial, Analytics, Big Data, CRM/Customer Experience e Anti-fraudes, além de trazer na bagagem expertise em liderança de CRM, Analytics e Business Intelligence.

Suzan trabalhou por 16 anos no Banco Santander como responsável por CRM, Analytics e BI e teve também a missão de implementar o Big Data e a Inteligência Artificial na instituição, transformando a experiência dos clientes a partir do uso de dados. Em 2019, a executiva atuou como Superintendente de Tecnologia e foi responsável pelo desenvolvimento de projetos de Antifraudes e cibersegurança na instituição financeira.
 Suzan tem muito para agregar na equipe da GFT, com seu olhar crítico e ampla visão estratégica de mercado. É uma profissional super importante que nos ajudará a identificar oportunidades de melhorias na implementação de soluções para os nossos clientes”, complementa.

Mercedes-Benz aprimora jornada de mobilidade com SAP Cloud e SAP PM

A Mercedes-Benz, fabricante líder no segmento de veículos pesados no Brasil, adotou as soluções SAP Cloud Platform e o módulo SAP PM para gestão de manutenção, tornando possível o uso do SAP Fiori como ferramenta de front-end para atender os desafios de oferecer maior mobilidade e integração das informações, para acesso tanto pelo desktop como no celular.

William Custódio, analista de Planejamento Estratégico da Mercedes-Benz, contou que o primeiro passo foi desenhar a estratégia de maneira segmentada para tratá-la por partes. O pontapé inicial, segundo ele, foi, de fato, entender o contexto organizacional para definir prioridades e engajar os stakeholders, estabelecendo parcerias com as áreas de negócios, reunindo todos no mesmo propósito. “A chave foi eliminar qualquer barreira relacionada ao mobile, com foco na simplicidade de uso para promover agilidade de processos”, explica.

Definimos como meta para criação de soluções móveis uma aplicação para lançamento de notas fiscais e outra para processos das ordens de manutenção. De fácil preenchimento, intuitivo, o app para fechamento da ordem de manutenção é mais uma inovação da Mercedes-Benz, que garantiu maior produtividade, trazendo mais autonomia ao mantenedor, acurácia de dados e menor tempo de processamento, tudo isso na palma da mão.

“Depois de lançado, a jornada continua. Passamos a vivenciar o dia a dia da solução, de olho na experiência do usuário, detectando qualquer dificuldade de uso, buscando o que poderemos aprimorar e quais processos devem ser modernizados”, revela o executivo.

“As empresas buscam soluções para automatizar processos e trazer agilidade e confiabilidade para a operação, inclusive no chão de fábrica. O projeto da Mercedes-Benz é um excelente exemplo de jornada da transformação digital a partir do mapeamento de processos e avaliação conjunta pelas diversas áreas envolvidas. A SAP Cloud Plataform é uma solução que atende essas necessidades e oferece condições para um desenvolvimento rápido e baseado em melhores práticas da indústria, além da facilidade para integração dos dados com outros sistemas da empresa”, resume Valeria Kinguti, Vice-Presidente de Plataformas e Tecnologia da SAP Brasil.

Crise do coronavírus impulsiona apps de delivery e muda hábitos de compra dos brasileiros

Com a rápida disseminação do novo coronavírus (COVID-19), inúmeros especialistas recomendaram o isolamento domiciliar ao maior número de pessoas possível para evitar contaminações. Em meio às projeções de retração expressiva para a economia em 2020, os aplicativos de delivery ganham destaque, pois têm sido a solução para evitar idas a alguns locais públicos, como farmácias, supermercados e restaurantes. O aplicativo de delivery Rappi, por exemplo, registrou um aumento de 30% no número de pedidos nas últimas semanas.

Para o economista e presidente do Instituto Brasileiro de Executivos de Varejo e Mercado de Consumo (IBEVAR), Claudio Felisoni de Angelo, o setor, que há alguns anos já faz parte da rotina de muitos consumidores que buscam imediatismo e evitam pegar filas em lojas físicas, ganha ainda mais força na quarentena. “O serviço facilita a compra de itens como alimentos, artigos de higiene e limpeza, que são o foco neste período de isolamento. Além de serem produtos essenciais em um momento de cuidado extremo com a saúde, o consumidor não está confiante para comprometer seu orçamento com itens que não sejam realmente básicos neste cenário”, explica o especialista.

Segundo levantamento do RankMyAPP, empresa de inteligência de marketing e aquisição para aplicativos de celular, o número de donwloads de apps de delivery no Brasil aumentou 15% nos primeiros dias de março, registrando um pico no dia seis de 126%, ambos comparados com os mesmos períodos de 2019.

A tecnologia mudou o hábito de consumo dos brasileiros e, apoiado por grandes redes varejistas, os aplicativos de delivery oferecem agilidade, praticidade e comodidade. “É uma tendência que deu certo na nossa realidade, que tem uma grande demanda e se tornou uma saída para quem pode ficar em casa”, completa Felisoni.

Embora preocupante, a crise se tornou uma oportunidade para que varejistas e prestadores de serviços ajustassem as operações para atender também no comércio eletrônico, como é o caso de lojas de chocolate neste período de Páscoa, mercados de bairro ou pequenas farmácias. A startup Eu Entrego, por exemplo, que conecta entregadores autônomos a empresas, registrou um aumento cinco vezes maior em pedidos de supermercados e mercearias.

A tendência é que outros segmentos do varejo, pouco comuns de serem encontrados nos apps de entrega, como lojas de roupas e sapatos, brinquedos e aparelhos eletrônicos, invistam no modelo on-line mais ativamente. “É esperado que essas categorias passem a oferecer produtos e serviços por delivery de forma mais constante, mesmo após a pandemia. Podemos presenciar uma revolução do varejo como conhecemos quando a situação passar”, finaliza o economista do IBEVAR.

Startup de recrutamento oferece serviço gratuito para empresas e candidatos de saúde e varejo

Com o avanço da pandemia do coronavírus, alguns setores passam por um pico de demanda de contratações, sobretudo, os das áreas de saúde e varejo, no caso de supermercados. Para auxiliar nesse momento, a Connekt, plataforma inteligente de recrutamento digital, oferece de forma gratuita todas as as suas funcionalidades.

“Nós criamos essa ação visando auxiliar os setores que necessitam de ajuda para recrutar novos colaboradores, de forma mais rápida e eficiente. As empresas que buscam médicos, enfermeiros, técnicos e auxiliares do setor de saúde, sejam hospitais, laboratórios e até drogarias ou ainda, supermercados, de qualquer região do Brasil, têm direito a um mês de uso gratuito da nossa plataforma. Além disso, os candidatos têm, em um só lugar, as vagas disponíveis para cada perfil “, afirma Celson Hupfer, CEO da startup.

Dentro da plataforma da Connekt, as empresas podem abrir vagas e ordenar toda a jornada do candidato, é possível incluir testes online e entrevistas em vídeo. Além disso, a admissão também pode ser feita no modelo digital, por meio de uma parceria com a sturtup ÚnicoRH. Ambos os processos seguem as recomendações sobre distanciamento social, divulgadas pela Organização Mundial da Saúde (OMS).

Atualmente, a Connekt conta com mais de 200 mil currículos de profissionais das áreas da saúde hospitalar e 800 mil no setor de varejo. Empresas que desejam utilizar a plataforma gratuitamente, podem acessar.

Para candidatos 

Além dos editais abertos pelas próprias secretarias regionais de saúde, a Connekt também reúne vagas em todas as regiões do Brasil. Atualmente, existem mais de 3.900 vagas abertas, para todas as áreas do país. Os maiores números são para as regiões sudeste e nordeste. Para se candidatar ou avaliar as vagas e os requisitos exigidos, os interessados podem acessar.