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BID abre inscrições para primeiro curso gratuito em português de Gestão de riscos em projetos

O Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID) está com inscrições abertas para a primeira edição em português do curso online e gratuito sobre Gestão de Riscos em Projetos. As aulas são destinadas aos empreendedores, gestores do setor público ou privado, empresários de todos os portes, profissionais autônomos e estudantes universitários que desejam iniciar ou aprimorar sua jornada adquirindo conhecimentos sólidos sobre como gerenciar riscos em negócios.

A capacitação terá início no dia 16 de abril, com conteúdo previsto para cinco semanas – em média são seis horas semanais. Entretanto, o aluno possui flexibilidade para realizar o curso dentro do seu próprio ritmo, desde que o conclua em, no máximo, quatro meses. As inscrições podem ser feitas pelo link: http://www.edx.org/course/gestao-de-riscos-em-projetos-de-desenvolvimento

Segundo um relatório divulgado em 2018 pelo Sebrae sobre o percentual de sobrevivência de empresas no Brasil, de cada quatro negócios abertos por aqui, um fecha antes de completar dois anos no mercado. Já a Project Management Institute (PMI) afirma que apenas 51% dos projetos do setor público e privado conseguem terminar a tempo, e apenas 57% seguem o orçamento original.

Uma das razões para este desempenho abaixo do esperado é que as empresas focam muito no planejamento do projeto e nem tanto nos riscos que podem surgir ao longo do caminho. Por outro lado, há outras equipes que até desenham cenários, mas não contam com habilidades e conhecimentos para avaliar tantas variáveis desconhecidas.

O objetivo do curso do BID é oferecer aos participantes ferramentas para que tenham condições de dar continuidade aos projetos em cenários de incerteza. Para isso, serão disponibilizados aos participantes casos práticos, leituras selecionadas e outros recursos de aprendizagem. “É muito comum equipes inteiras dedicarem muito tempo e esforços para resolver problemas que poderiam ter sido previstos. A capacitação ajuda gestores a se anteciparem aos riscos por meio de boas práticas internacionais adotadas em diversos países da América Latina e Caribe, seja na iniciativa privada ou pública.”, afirma Morgan Doyle, representante do BID no Brasil.

Doyle acrescenta que, no conteúdo programático, estão pontos importantes como a identificação de riscos em cenários de incerteza, definição de quem pode dar apoio, entendimento de como gerenciar riscos em situações em que os recursos são limitados, estabelecimento de estratégias para responder aos riscos e monitoramento e atualização dos riscos ao longo do projeto.

Participantes podem ganhar 30 unidades de desenvolvimento PMI®

Embora o curso seja totalmente gratuito, os participantes que atingirem bom desempenho podem obter o Certificado de Identidade Verificada, emitido pelo BID, ao custo de US﹩25. Caso opte pelo certificado verificado, ele receberá ainda 30 unidades de desenvolvimento profissional (PDUs) PMI®.

PDUs são as unidades de medida usadas para quantificar as atividades de aprendizado necessárias para renovar a certificação do PMI. Em português são chamadas de Unidades de Desenvolvimento Profissional. Cada hora de atividade equivale a 1 PDU.

Aqueles que não tiverem interesse no certificado verificado e atenderem as expectativas acadêmicas estabelecidas terão direito a receber um certificado de código de honra.

O curso aberto e massivo (MOOC, na sigla em inglês) é oferecido por meio da plataforma digital edX, fruto de uma parceria entre a Universidade de Harvard e o Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT).

Curso Gestão de Riscos em Projetos

Gratuito – Opção de certificado verificado por US﹩ 25

Período de disponibilidade do curso: 16 de abril a 16 de julho de 2020

Duração: 5 semanas, até 6 horas semanais ou no ritmo do participante

Idioma: Português

Logística 4.0: um conceito que vem revolucionando a indústria mundial

Muito se fala no desenvolvimento de novas tecnologias que prometem mudar a forma como conhecemos diversos setores econômicos e industriais. É a chamada era da Indústria 4.0 ou Quarta Revolução Industrial, que defende e incentiva a adoção de tecnologias inteligentes e automatizadas, conectando empresas e negócios mundo afora.

Inovações como automação industrial, computação em nuvem, inteligência artificial, internet das coisas (IoT) e robotização passam a ser cada vez mais comuns no dia a dia das empresas, que buscam na tecnologia uma estratégia para reduzir custos, otimizar recursos e ganhar eficiência no abastecimento de toda a cadeia de suprimentos, nacional e internacional.

As últimas tendências das tecnologias aplicadas à logística e a gestão da cadeia de suprimentos estarão na Intermodal South America 2020, que ocorre de 17 a 19 de março no São Paulo Expo, em São Paulo (SP). Em sua 26ª edição, o evento, maior ponto de encontro para estes setores na América Latina, reúne mais de 450 marcas expositoras, de 37 países, que trazem para a Intermodal o que há de mais moderno no mercado em termos de tecnologia.

Uma delas é a PagBem, considerada uma das principais empresas de gestão logística e financeira para operações de frete e pedágio rodoviário do País, que leva para a feira o SuperApp, um aplicativo exclusivo para os caminhoneiros que já possuem o cartão PagBem, lançado neste ano. Nele, o usuário encontra informações completas sobre fretes, serviços financeiros (como transferências e pagamentos de contas) e recargas de celular.

“Em breve, os profissionais poderão contar também com uma nova funcionalidade do aplicativo, chamada Soluções de Abastecimento, a mais completa solução para consulta de redes credenciadas. Nela, o caminhoneiro poderá encontrar os postos com melhor nível de serviço, avaliar e fiscalizar preços. Fora isso, outras novidades estão a caminho, sempre com o objetivo de oferecer a melhor experiência para nossos clientes”, afirma o CEO da PagBem, Gustavo Maniero.

Tecnologia da Informação — Outra companhia que espera ansiosa a realização da Intermodal é a Startrade, especializada na concepção de inovações em tecnologia da informação. “Apesar de estarem presentes no mercado há mais de 20 anos, nossas ferramentas de TI para o setor logístico são sempre uma grande novidade. Sem similares nacionais e com grande apelo a melhorias em processos, atendemos, atualmente, a 200 companhias que estão listadas entre as 500 maiores do Brasil”, diz o diretor de soluções em TI para o setor logístico da empresa, Luís Maurício Gardolinski.

Segundo o executivo, para o evento deste ano, a companhia reserva a exposição de duas grandes novidades. “Estamos levando para a feira a apresentação das nossas mais novas soluções para o setor. Uma delas é um software exclusivo para o gerenciamento de recursos logísticos no mercado de comércio exterior, o LRM. Já a segunda inovação, é uma solução dotada de um sistema único de internet das coisas (IoT), desenvolvido especialmente para salvar vidas, o Heroby. Com ele, equipamentos de segurança e sinalização, em áreas de grande movimentação de máquinas, passam a ser ainda mais eficientes na prevenção de acidentes e fatalidades”, acrescenta.

“Sem contar nossos outros produtos já consolidados e com grande aceitação do mercado, como softwares para desenvolvimento de embalagens, para planejamento de cargas em veículos, para etiquetagem de códigos de barras, para simulação de processos, entre outros, que também integram nosso portfólio que estará exposto no evento”, finaliza Gardolinski.

Estas são apenas algumas das inovações que marcam mais uma Intermodal. Além delas, muitas outras estarão disponíveis aos profissionais do setor que visitam o evento, afinal, a feira conta com a participação de diversas outras empresas especializadas em tecnologia, como Average, Bysoft, Compex, Ecomex, Envimat, Logcomex, Kestraa, Open Tech, Runtec e T2S.

Outro diferencial desta edição neste sentido será a Arena TI Innovation, um espaço dedicado, exclusivamente, para a apresentação de cases inovadores no que refere a automação de processos, ao uso da inteligência artificial e de outras tecnologias disruptivas nas várias fases da operação logística.

26ª Intermodal South America

Data: De 17 a 19 de março de 2020.
Horário: Das 13 às 21 horas.
Local: São Paulo Expo – Rod. dos Imigrantes – Vila Água Funda, São Paulo — SP.

A introdução do PIX e seus potenciais impactos

Por Josilmar Cia

A iniciativa do Banco Central de desenvolver e lançar o PIX, que é uma infraestrutura para permitir transferências bancárias instantâneas (chamado de Pagamento Instantâneo) entre correntistas, pode revolucionar a forma como os brasileiros lidam com o dinheiro.

Na medida em que o uso do PIX se dissemine pela economia, o uso do papel moeda tende a desaparecer. Na China, por exemplo, que foi o primeiro grande país a adotar um sistema semelhante, até pessoas em situação de rua têm uma espécie de crachá com código QR! Eles recebem o dinheiro eletronicamente das pessoas benevolentes através de uma aplicativo chamado WeChat, que é semelhante ao popularíssimo WhatsApp.

Com a redução do uso de papel moeda, diminui o custo ligado à logística do transporte de cédulas para estabelecimentos de varejo, agências bancárias e caixas eletrônicos por meio de carros fortes. Esse fato trará menos perigo de assalto a banco, explosões em caixas eletrônicos, assaltos do tipo “saidinha de banco”, aumentando a segurança para todos.

Essa praticidade do PIX para pessoas físicas e jurídicas deverá levar à consequente queda no uso de cédulas em papel, facilitará a fiscalização de atividades ilegais e a sonegação de impostos. O risco nesse ponto é ter um aumento de circulação de dólares em papel moeda para financiar atividades ilegais. A saída para essa potencial falha seria permitir contas bancárias em moedas estrangeiras.

Josilmar Cia , graduado em Economia, mestre e doutor em Administração de Empresas, professor da Universidade Presbiteriana Mackenzie.

Pesquisa revela que empreendedores planejam investir e faturar mais em 2020

Considerado pelos analistas financeiros como um momento de recuperação da economia, a Sage, empresa líder de mercado em soluções de gestão na nuvem, realizou uma pesquisa para desvendar as perspectivas dos empresários para o ano de 2020 no país. A Pesquisa de Otimismo do Empresário Brasileiro 2020 ouviu 180 donos de microempresas, empresários de pequeno porte e MEIs de diversos setores, como indústria, varejo e serviços.

Os resultados mostram que a maioria (78,1%) acredita que este ano será melhor que 2019; 78% esperam faturar acima do que foi registrado ano passado e 60,7% apostam no crescimento dos seus negócios. “Com o estudo pudemos comprovar que os empreendedores, esses heróis da economia brasileira, apostam na melhoria do país e pretendem investir em 2020, especificamente na área da tecnologia. Esses dados servem como termômetro do panorama atual e indicam um período mais otimista para os negócios”, diz Osvaldo Meneghel, diretor de marketing da Sage Brasil.

A pesquisa apontou ainda que mais da metade dos entrevistados pretende investir mais em 2020 (51,4%). As áreas mais beneficiadas serão: tecnologia (42,1%), marketing (39,3%) e reformas e modernização da empresa (37,2%). Entretanto, mesmo com cenário promissor, 58,5% pretendem manter a quantidade de funcionários nas empresas, 34,4% desejam ampliar o quadro, e somente 7,1% acreditam que vão reduzir o número de colaboradores.
Apesar da expectativa otimista para 2020, na visão dos empresários ouvidos pela Sage, nos últimos 12 meses o avanço da economia foi abaixo das projeções esperadas.

Para os empresários, os principais entraves para o crescimento das suas empresas foram: alta carga tributária (56,3%), fatores políticos (44,3%) e burocracia (41%) — pontos que ficarão no radar para este ano.

Stark Bank recebe aporte liderado pela Iporanga Ventures

A Stark Bank, fintech b2b líder em open banking no Brasil, recebeu um aporte financeiro liderado pela Iporanga Ventures. O fundo já realizou aportes em startups bem-sucedidas como a Loggi, Gorila Invest, Quero Educação entre outras. Fundada em 2018, a fintech brasileira planeja investir o valor recebido no desenvolvimento contínuo do produto.

A Stark Bank permite que seus clientes façam suas operações bancárias via API, simplificando processos e eliminando gargalos financeiros e operacionais. A solução ajuda startups que estão buscando rápida expansão a efetuarem um grande volume de transações de forma automatizada, permitindo que essas empresas escalem seus pagamentos. Como resultado, os times financeiros ganham mais controle, tranquilidade, segurança e produtividade, focando no core business.

Para o Founder e CEO da Stark Bank, Rafael Stark, o mercado brasileiro recebeu muito bem a proposta do produto. “Quando você olha para o seu cliente e tenta entender a dor dele, percebendo como sua solução tecnológica pode agregar é fantástico. Nós sabemos que o Brasil vive um boom de startups e quanto mais elas crescem, mais complexas se tornam suas operações financeiras. Para realizar muitas transações, são obrigadas a usar arquivos de remessa, uma tecnologia arcaica dos anos 90 que é ineficiente, lenta e ainda passível de fraudes. Isso é inadmissível nos tempos de hoje.”, explica.

Em 2019, a Stark Bank cresceu 81% ao mês em receita e 89% ao mês em volume movimentado em sua plataforma. Para 2020, a expectativa é transacionar R$ 10 bilhões ano. Segura e escalável, a API da Stark Bank coloca o desenvolvedor como centro do produto, fazendo com que a integração seja feita em poucos minutos, similar ao Stripe, startup americana de pagamento online avaliada em mais de US$ 35 bilhões.

“Resolvemos apoiar a Stark Bank porque acreditamos que haja uma dor real no processamento de pagamentos em escala para as empresas, uma vez que a tecnologia dos bancos ainda se apóia em arquivos de remessa, o que se traduz em erros operacionais e lentidão. Quando conhecemos o produto, o time e os números da Start Bank nos convenceram a fazer o investimento”, declara Leonardo Teixeira, sócio da Iporanga Investimentos.

O produto e os resultados da fintech fizeram com que seus colaboradores e até outros founders que já eram clientes da Stark Bank participassem dessa rodada de investimentos, como Marcelo Abritta, CEO da Buser, Gabriel Benarros, CEO da Ingresse, e Bruno Nardon Ex-CEO da Rappi Brasil. Além disso, a empresa foi apontada como startup tendência no Digital Banking Brasil, conforme estudo da Fisher Venture Builder, patrocinado pela KPMG. O levantamento apontou que as soluções de open banking e pagamentos instantâneos para o mercado B2B são considerados trends do mercado financeiro, principalmente por resolverem três gaps principais: reduzir riscos de lavagem de dinheiro, eliminar erros de cobrança bancária em grande escala e ajudar a escalar negócios.

“No Brasil temos hoje mais de 12 mil Startups e esse número cresce 30% ao ano. Temos 11 unicórnios, sendo 5 deles só em 2019 e tem muito mais ainda por vir. Acreditamos que esse boom de empresas de tecnologia irá acelerar a economia brasileira e tem um potencial de movimentar R$ 1 trilhão ao ano. Nós iremos impulsionar todos os empreendedores que, assim como nós, querem mudar o Brasil para melhor usando tecnologia”, afirma Rafael Stark.

A Stark Bank está preparada para empresas de qualquer tamanho e volume de transações financeiras. Seus clientes atuais incluem Rappi, Buser, Ingresse, Kovi, Rebel e Enova, entre outros. Empresas interessadas em usar as soluções open banking da Stark Bank para impulsionar suas operações podem saber mais e aderir aqui.

76% dos brasileiros interagem com marcas via WhatsApp, mostra pesquisa patrocinada pela Infobip

76% dos brasileiros já interagem com marcas via WhatsApp, aplicativo presente em 99% dos celulares no País. É o que a aponta a pesquisa “Panorama de Mensageria”, realizada pela Opinion Box e pelo portal Mobile Time, com patrocínio da Infobip, uma das maiores provedoras de serviços de comunicação do mundo.

“O WhatsApp é o aplicativo de mensageria mais popular do Brasil”, comenta Marcelo Ramos, Regional Manager South LATAM da Infobip. “A abertura da API deles chamou a atenção de muitas marcas, que passaram a utilizar o WhatsApp em campanhas de marketing ou como canal de suporte ao cliente.” A própria Infobip, como um dos brokers homologados pelo aplicativo no mundo, já aplicou a solução em empresas como Unilever e Reclame Aqui.

No Brasil, 77% dos usuários do WhatsApp se comunicam com marcas e empresas pelo aplicativo com objetivo para tirar dúvidas e pedir informações. Outros 65% querem receber suporte técnico, e 61% desejam receber promoções. Ressalte-se que é proibido o uso do WhatsApp para disparo de mensagens em massa para fins promocionais.

Finanças – Além disso, o levantamento indica que 61% dos usuários do app querem usá-lo para realizar pagamentos e transferência de dinheiro. Desses, 47% preferem gerenciar o dinheiro por meio de uma conta bancária virtual criada no próprio WhatsApp, 30% preferem transferir de suas contas tradicionais, e 23% optam pelo cartão de crédito. O lançamento do WhatsApp Payments, previsto para este ano, visa a atender esse público.

Demais aplicativos

Além do WhatsApp, o Panorama de Mensageria também avaliou o desempenho do Facebook Messenger, do Instagram e do Telegram no mercado brasileiro. O Messenger, por exemplo, está presente em 79% dos smartphones brasileiros, mas apenas 59% de sua base de usuários acessa o aplicativo todo dia ou quase todo dia. Por outro lado, cresceu o uso do Messenger para a publicação de stories – de 23% para 37% em seis meses. Essa é uma funcionalidade destacada tanto pelo aplicativo quanto pelo próprio Facebook, que a posiciona no topo da tela.

Além disso, os stories são uma funcionalidade bem conhecida do Instagram, que está presente em 76% dos smartphones brasileiros. Desses, 58% usam o app para trocar mensagens privadas, e, dentro desse grupo, dois em cada três entrevistados afirmam se comunicar com marcas por meio desse canal. Para 84%, as mensagens diretas no Instagram servem para tirar dúvidas sobre produtos e serviços; 75% gostam de receber promoções pelo canal e 69% compram produtos ali.

O Telegram, por sua vez, aumentou sua base de usuários. O aplicativo está presente em 27% dos celulares – 8% a mais do que em agosto do ano passado, quando foi realizado o último Panorama de Mensageria no Brasil. Por outro lado, a fidelização dos usuários não acompanhou o aumento da base: apenas 53% abrem o Telegram todos os dias.

SMS sobrevive

Ao contrário do que muitos previam, o SMS não foi extinto com a abertura da API do WhatsApp para uso corporativo. A pesquisa indica que o SMS é um canal que apresenta certa sazonalidade – sua frequência de uso aumenta em janeiro, mas cai em agosto. “O SMS ainda é muito utilizado pelos setores financeiro e varejista para envio de notificações aos consumidores. Por ser um canal barato e universal, o SMS acaba tendo um custo-benefício interessante”, analisa Ramos.

E mais: o que pode “salvar” o canal de vez é o Rich Communication Services (RCS), que funciona como um SMS mais moderno, capaz de carregar até mesmo imagens e vídeos. No Brasil, nem todas as operadoras adotaram o RCS, e ainda falta um modelo de negócios claro. Mesmo assim, as perspectivas são otimistas, de acordo com executivo.

Conclusões

Soberano no Brasil, o WhatsApp caminha para se tornar um superaplicativo, ainda mais se conseguir emplacar o WhatsApp Payments. “A única desvantagem que o WhatsApp tem em relação aos concorrentes é uma interface mais básica. A experiência do usuário no Facebook Messenger e no RCS é mais rica”, comenta Ramos. “Entretanto, essa pode ser uma estratégia do Facebook para diferenciar os dois canais.”

O fortalecimento de aplicativos de pagamento móvel, porém, pode dificultar a penetração do WhatsApp Payments no País, principalmente se a funcionalidade for implementada depois que o Banco Central regulamentar a questão dos pagamentos instantâneos. Mas, se chegar antes, é bem capaz que o WhatsApp tenha muito impacto no mercado por conta de sua enorme base de usuários ativos.

Repom tem vagas para analista de produtos e de business intelligence

A Edenred, líder mundial em soluções transacionais para empresas, comerciantes, e empregados, está com vagas abertas para seu escritório de Barueri (SP).

O processo seletivo conta com oportunidades para Repom, marca com foco em soluções de gestão e meios de pagamento de despesas de transporte rodoviário de cargas.

A demanda é por analista de business intelligence e analista de produtos, para atuação em Barueri. Os profissionais devem ter formação superior completa e conhecimento da respectiva área de atuação. Os interessados devem se candidatar ao processo seletivo pelo site: http://edenred.com.br/carreiras/.

Workshop Gratuito: Desafios dos Profissionais no Mercado de Trabalho na Era Digital

 

Os profissionais de TI em transição de carreira – ou em movimentação na mesma empresa, em novo cargo ou novos desafios internos ou externos na carreira -, fortemente impactados pelas mudanças no mercado de trabalho provocadas pela Era Digital, terão a oportunidade de debater os desafios na recolocação e capacitação continuada, e desenvolvimento ágil de produtos e serviços, além de dinâmicas em trabalho em equipes.

Para estes profissionais que precisam se reciclar constantemente será realizado o workshop gratuito: Desafios dos Profissionais no Mercado de Trabalho na Era Digital no dia 19 de março, das 08h30min às 12h30min, na sede da Sucesu-SP, em parceria com a AT-HOM by Altio (plataforma de gestão de home office para do profissional de TI), e OAT Solutions, especializada em melhoria de Processos e Tecnologia da Informação.

A atividade terá um painel sobre o mercado profissional e uma dinâmica de capacitação para mudanças ágeis com foco na transformação humana e também abordará a atenção que deve ser dada pelos profissionais à confidencialidade de suas informações pessoais nos currículos à luz da LGPD e como os RH devem atender esta demanda legal.

Na oportunidade serão apresentados os termos da parceria entre a Sucesu-SP e a OAT Solutions, que inclui programa de capacitação continuada — OAT Inside – que facilita o treinamento dos profissionais que atuam em TI, Desenvolvimento, Negócios, RH, DevOps, Scrum, Lean, Testes Ágeis, Business Agility, entre outras atividades de negócio.

Sem custos para os participantes, as inscrições podem ser feitas AQUI

Mandic Cloud Solutions reforça time executivo com novo diretor de negócios

A Mandic Cloud Solutions, especialista em gestão de cloud corporativo, anuncia Alexandre Martinez como seu novo diretor de negócios. O executivo, que possui mais de 30 anos de experiência nas áreas de tecnologia, segurança da informação, logística e vendas, acumulando passagens por grandes empresas, chega para apoiar o atual momento de transformação e crescimento acelerado no qual a Mandic Cloud está inserida, respondendo diretamente para Maurício Cascão, CEO da companhia.

“Estou muito feliz com esse novo desafio na minha carreira pois já passei por corporações de diversos portes e em diferentes áreas, então conheço bem as dores enquanto cliente. Em momentos decisivos – como mudança de go to market, modernização do ambiente, jornada digital dos negócios, crescimento acelerado, entre outros – toda companhia precisa de um parceiro especializado, que sustente a estabilidade e continuidade de suas operações. Tive a oportunidade de participar de projetos importantes como os citados acima, vivenciei suas etapas a partir das diferentes áreas nas quais atuei – TI, logística e vendas – e é com esse olhar, com o conhecimento do quão fundamental é o papel de um bom parceiro, que espero contribuir para a melhoria contínua das operações e soluções da Mandic Cloud”, afirma Martinez.

Trabalhando segundo a metodologia Mandic CIMS (Consultoria, Implantação, Migração e Sustentação), o time da empresa faz um estudo aprofundado do ambiente do cliente para entender qual a melhor nuvem – pública, híbrida ou privada – adotar. Após essa primeira etapa, tem início a migração de todas as aplicações e operações e, por fim, a equipe de serviços se encarrega pela sustentação do projeto.

Formado em Administração pela Universidade Anhembi Morumbi e com passagens pelas áreas de tecnologia, segurança, logística, serviços operacionais e vendas, Martinez atuou em companhias como Unilever, Dell, CPM, Etek, Agility, CYLK, entre outras. “Estou totalmente comprometido com esse novo desafio e espero, com a minha experiência e contando com todo o know how da equipe Mandic, contribuir com as estratégias de crescimento da companhia, garantindo engajamento dos times, satisfação dos clientes e abrindo novas oportunidades de negócios no mercado enterprise”, finaliza.

Romeu Amim é o novo líder de Alianças e Canais para Tecnologia e Aplicativos da Oracle Brasil

A Oracle Brasil anuncia a nova liderança da área. Desde janeiro deste ano, Romeu Amim terá papel fundamental na transformação dos negócios de nuvem e na condução local do programa de canais da empresa que acaba de ser modernizado – o OPN Modernized – que acelera a transição dos seus parceiros para a nuvem, impulsionando a experiência e resultados de negócios dos clientes.

Com uma carreira de mais de 27 anos no setor, Romeu tem ampla experiência em Serviços e já atuou na liderança de Vendas na IBM (Brasil e na América Latina). Formado em Ciência da Computação pela Universidade Federal Fluminense, o executivo também tem MBAs em Marketing pela Fundação Getúlio Vargas e Gestão Empresarial pela Fundação Dom Cabral.

Golpe com o código de verificação rouba contas do WhatsApp

O laboratório da ESET, empresa líder em detecção proativa de ameaças, analisou recentemente novas ameaças de ciberataques e golpes para evitar que usuários sejam enganados na internet.

O novo golpe é feito por meio do WhatsApp e tem o objetivo de sequestrar contas de usuários do aplicativo. Tudo começa com uma mensagem através do app ou de um SMS por meio do qual um contato (também vítima do golpe) menciona que, sem querer, um código de verificação de seis dígitos (que, supostamente, não era dirigido a ela) foi enviado para o seu telefone e solicita que a mensagem seja reenviada com o código.

Neste caso, como a vítima não solicitou a recuperação de nenhum código, pode pensar que a mensagem, de fato, foi enviada por um contato que precisa recuperar o acesso a sua conta. O que, na realidade, estão fazendo os criminosos por trás desse golpe é entregar o código de verificação para registrar sua conta de WhatsApp em outro dispositivo.

Uma vez que se reenvia a mensagem com o código de verificação de seis dígitos: o cibercriminoso registrará o WhatsApp em outro celular com a combinação numérica (o número telefônico aparece no cabeçalho da mensagem recebida), enquanto a vítima apenas verá em sua tela uma mensagem que a informa ter perdido o acesso à sua conta, ainda que momentaneamente.

Nestes casos, geralmente, o cibercriminoso ativa a verificação em duas etapas dentro do WhatsApp, fazendo com que o usuário original da conta não consiga recuperá-la.

“A educação é um ponto-chave para evitar cair em golpes, já que a conscientização permite que, ao conhecer os riscos, se tomem as medidas necessárias para evitar ser vítimas de golpes. Ironicamente, o recurso de dupla verificação que leva adiante o cibercriminoso é (se já estiver implementado) o melhor aliado que os usuários têm para evitar cair nesse tipo de golpe que busca tomar o controle do serviço de mensagem mais utilizado atualmente”, comenta Luis Lubeck, especialista em Segurança Informática da ESET na América Latina.

Para ativar o recurso, primeiro é necessário acessar os Ajustes na parte superior direita da tela do dispositivo.

Neste momento, o usuário deve escolher uma senha de seis dígitos, que será solicitada na próxima vez que queira registrar o WhatsApp em qualquer dispositivo. É possível que, por segurança, a aplicação solicite a senha, de tempos em tempos, para evitar leituras não autorizadas das mensagens.

“Desta forma, a conta fica protegida ao estar associada não apenas ao número telefônico que fez a instalação, mas também a uma chave numérica e a um e-mail. Com essas medidas adicionais, se por algum motivo o usuário entrega a chave de registro do WhatsApp, as outras camadas de segurança impediriam que um terceiro se registrasse em outro celular”, menciona Luis Lubeck.

“A verificação em duas etapas segue sendo o método mais seguro para evitar acessos não autorizados às contas. Este tipo de camada de segurança se encontram, atualmente, na maioria das redes sociais, assim como nos sistemas de e-mail mais utilizados”.

Como melhorar a comunicação entre empresa e colaboradores

Por André Franco

Uma boa comunicação dentro de uma empresa é essencial para um ambiente menos estressante e mais harmônico. De acordo com uma pesquisa realizada pela empresa Dynamic Signal , cerca de 80% de seus colaboradores que participaram do levantamento, disseram que a ausência de comunicação acarreta em um ambiente estressante de trabalho. E como exemplo disso, podemos perceber o alto índice de pessoas com problemas psicológicos e o surgimento de doenças relacionadas ao trabalho como a Síndrome de Burnout, identificada pela Organização Mundial da Saúde (OMS) recentemente.

Por isso, empresas que desejam se manter atualizadas precisam investir no serviço de comunicação interna para ontem. Mesmo porque, essa nova geração que tem chegado ao mercado de trabalho – conhecida como geração Z – não vai querer trabalhar em um local sem propósito. Mas você deve estar se perguntando o motivo da comunicação interna bem feita ser tão importante para as corporações.

Um líder, dependendo do tamanho da empresa, nem sempre vai ter acesso a todos os colaboradores e isso pode criar uma distância e um sentimento de falta de significância e pertencimento para os colaboradores. E quando falamos dessa geração atual, precisamos lembrar que são jovens que gostam de ser ouvidos e querem ajudar em tomadas de decisões, notando sua relevância na organização, além de estarem informados sobre o que acontece na companhia, e não apenas nos seus silos.

Nas empresas que não possuem canais modernos de comunicação ponta-a-ponta, o contato entre a liderança e os colaboradores operacionais, normalmente, acontece via ‘cascateamento de informação’, o que facilita o famoso telefone sem fio, alimentando ainda mais a “rádio-corredor”.

Como melhorar a comunicação e evitar esses problemas?

Para lidar com a nova geração citada acima, é preciso adaptar-se à forma que ela tem maior propensão de consumir informação e se engajar. Assim, o uso de tecnologia e formatos que se assemelham com redes sociais – que são muito usadas pelos jovens no Brasil – podem ser um ganha-ganha, pois além de atrair colaboradores, geram métricas de alcance, absorção e engajamento para os gestores. Isso porque, é um local criado apenas para essa comunicação da empresa, com uma linguagem mais informal, para chegar em colaboradores de todos os cargos. Nela é possível criar diálogos, informar novidades e até identificar quem são os influenciadores da sua equipe.

Com esse canal mais claro e mais efetivo do que comunicados em cartazes ou e-mails – que muitas vezes são ignorados pelos colaboradores – é possível que o setor de recursos humanos também comunique para todos os benefícios que a empresa lhes proporciona, pois muitos colaboradores nem sabem os benefícios que podem ter. Dessa forma, colaboradores alinhados com o propósito e engajados tornam-se embaixadores da marca, ou seja, falam bem da empresa para as pessoas externas pelos simples fato de sentir orgulho de pertencerem àquela equipe, impactando positivamente na reputação da empresa e, consequentemente, nos resultados do negócio. O mesmo podemos dizer sobre o aumento da lucratividade das empresas que têm colaboradores engajados. Um estudo do Gallup Institute de 2017 afirma que empresas cujos colaboradores são engajados tem 21% maior rentabilidade e seus colaboradores são 17% mais produtivos do que em empresas com baixos índices de engajamento.

Além disso, não basta apenas implementar boas campanhas de comunicação e se esquecer do fato de que é preciso mensurar sua eficácia. “Canais modernos proporcionam desde métricas de alcance da comunicação até o índice de absorção de campanhas internas em cada setor e localidade da empresa, em tempo real, possibilitando aos gestores identificarem falhas de comunicação e atuarem com agilidade. O resultado da melhoria de comunicação tem impacto direto no negócio, reduzindo turnover e aumentando a produtividade dos colaboradores.

Se você é um gestor de comunicação interna ou de pessoas, vai querer se atualizar ou ficar para trás das tendências de comunicação internas atuais?

André Franco, CEO do Dialog .ci, startup responsável por desenvolver uma ferramenta online para melhorar a comunicação e engajamento dentro das empresas