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Magazine Luiza, Americanas e Zoom dominam ranking de aplicativos para a Black Friday 2019

Magazine Luiza ao lado de Americanas lideram o ranking de aplicativos para Android, e Zoom é o primeiro no ranking iOS dos aplicativos mais bem posicionados para a Black Friday 2019, segundo o relatório exclusivo do RankMyAPP, empresa de tecnologia referência em mobile marketing no Brasil.

O ranking é gerado em tempo real através de um algoritmo criado pela equipe de desenvolvimento do RankMyAPP e combina dados próprios com dados das app stores, criando uma pontuação indicando o market share de visibilidade para cada aplicativo, considerando as palavras mais relevantes buscadas para Black Friday. “Sabemos que a Black Friday é uma data chave para o comércio, o relatório entrega ao mercado um indicador para as empresas trabalharem em otimizações e obterem o melhor resultado de vendas”, afirma Juliana Assunção, CMO do RankMyAPP.

O relatório também mostra a relevância das palavras-chave mais pesquisadas para a Black Friday baseada no comportamento do usuário. “As buscas mais relevantes são para termos específicos como ‘TV LED’ e ‘geladeira’ e não por marcas específicas. A exceção é o iPhone, única marca a aparecer com mais de 50% de relevância para a Black Friday”, complementa a executiva.

Embora a data aqueça as compras de bens de consumo e tickets maiores, o ranking mostra que o consumidor também busca ofertas de produtos consumidos no dia a dia como fast food e deliveries, colocando McDonald’s, Burger King e iFood bem posicionados.

As recomendações para as empresas trabalharem sua estratégia de mobile marketing para a data são os testes e o planejamento. “O ideal é iniciar o planejamento entre julho e agosto, é nessa época que começam a surgir no ranking jogos casuais aleatórios que realizam suas otimizações para a Black Friday. Além disso, o aplicativo precisa entregar o que promete na campanha sendo imprescindível testá-lo durante toda a jornada do usuário, desde a descoberta nas app stores até no uso do app em si, senão todos os investimentos podem trazer efeitos até negativos”, analisa Juliana.

O relatório está dividido entre apps para Android e apps para iOS e pode ser consultado gratuitamente no site do RankMyAPP.

FONTE RankMyAPP

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Original atinge a marca de 1 milhão de atendimentos via Chatbot por mês

O Original, primeiro banco no Brasil a proporcionar abertura de conta corrente 100% digital, acaba de atingir 1 milhão de atendimentos mensais via Chatbot. Esse número representa um aumento de 700% desde Janeiro de 2019, quando o Chatbot do Original realizava cerca de 125 mil assistências por mês.

Para atingir esses índices, o Banco Original faz um trabalho contínuo de aprimoramento da ferramenta de inteligência artificial. O grande intuito é aumentar a retenção do cliente, ampliando o sucesso da resolução dos atendimentos por esse canal. Como resultado, a taxa de retenção do Original saltou de 60%, em Janeiro de 2019, para 90% em Outubro, porcentagem maior que a média do mercado.

Um dos focos do trabalho é a curadoria contínua das mensagens trocadas entre o atendente virtual e os consumidores. Com essa análise, é possível aprimorar cada vez mais tanto o entendimento da ferramenta, quanto acrescentar novas funcionalidades. Foi com essa base que o banco percebeu a tendência do usuário de usar frases cada vez menores e focadas em palavras-chave, perfil totalmente alinhado com os clientes do Original.

“O Original está sempre focado em oferecer a melhor experiência para o cliente e o atendimento via Chatbot está completamente alinhado com esse objetivo. Atualmente, nossa ferramenta é muito mais transacional do que informacional e funciona como um canal efetivo de vendas do banco, diferente de outros do mercado, que funcionam como um canal de reclamação. Hoje, o Chatbot representa 70% do atendimento aos clientes, seja para tirar dúvidas, obter informações ou realizar transações bancárias, o que mostra o trabalho bem-sucedido que temos desempenhado”, diz Raul Moreira, diretor executivo de TI, Produtos e Operações do Banco Original.

T-Systems Brasil participa de hackathon da Deutsche Telekom

A T-Systems Brasil, provedora alemã com amplo portfólio digital de soluções e serviços de TI, participou no final de outubro de um hackathon organizado pela Deutsche Telekom. Entre os dias 24 e 25 de outubro, o evento reuniu profissionais de desenvolvimento de software do Brasil, Alemanha e Hungria com o objetivo de criar soluções de “digital workplace”.

De acordo com o head de Automação e Inovação em Cloud e Serviços Gerenciados de T-Systems Brasil, Elber Bernardino, o evento tinha como foco o desenvolvimento de soluções que tornassem a rotina de trabalho da companhia mais digital e, ao mesmo tempo, ampliasse a colaboração entre os funcionários. “O evento aconteceu, com o mesmo tema, nos três países, com integração entre todos os participantes”, explica.

Ao todo, cerca de 80 profissionais da companhia participaram do hackathon. No Brasil, foram cerca de 40 reunidos em São Paulo, vindos das unidades da T-Systems em Blumenau (SC), Curitiba (PR), São Bernardo do Campo (SP), São Paulo (capital) e Barueri (SP), além de profissionais locados na Volkswagen e na Daimler. Além destes, o evento contou com mais 30 profissionais em Bonn (Alemanha) e dez em Budapeste (Hungria). Os participantes foram escolhidos por sorteio, depois de se candidatarem na YAM, rede social interna da T-Systems.

No Brasil, o hackathon foi aberto pela presidente da companhia, Angelica Vitali, que destacou o evento como parte da iniciativa TransformAção, que vem trazendo inovação para a empresa em diversas áreas. “O hackathon é parte de nosso pilar de inovação e mostrou como os talentos que temos dentro de casa são fundamentais, não só para nossos clientes, para a nossa evolução”, afirma.

Bernardino explica que o evento durou 24 horas, divididas em dois dias. “Durante este período, mantivemos abertos os canais de videoconferência para que os participantes daqui e da Europa pudessem trocar informações”, explica. Ao todo, o evento resultou no desenvolvimento de quatro soluções voltadas a ampliação da colaboração interna e da digitalização do espaço de trabalho:

Inteligência Artificial – integração com Alexa, da Amazon, para agendamento de reunião e alocação de sala automatizada via comando de voz;

Microsoft PowerApps – aplicativo para os colaboradores consultarem projetos ativos, aplicarem candidaturas e, também, listar hobbies para melhor integração entre equipes;

RPA – aplicativo para automação do processo de reembolsos com integração automatizada com o Uber e uso da tecnologia OCR para leitura física de notas fiscais e comprovantes;

YAM – chat para interação entre colaboradores T-Systems durante leitura de Blogs, comunicados e notícias. Contém também um chatbot para resolver problemas automáticos para as ferramentas internas.

Bernardino explica que a YAM, rede social interna da T-Systems, será a plataforma onde serão implementadas as ideias vencedoras. “As soluções surgiram da colaboração entre equipes de diferentes países e vão ajudar a aumentar ainda mais essa colaboração. Essa é uma das formas de fazermos inovação dentro de casa”, afirma.

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Neobpo desenvolve solução tecnológica para as instituições de ensino

A Neobpo, empresa especializada na oferta de soluções, aliando consultoria, tecnologia e serviço de BPO, desenvolveu uma ferramenta de automação capaz de realizar a transformação digital nas instituições de ensino. A solução é direcionada para otimizar a experiência do aluno, automatizar processos e ainda contribuir com as exigências impostas pelo Ministério da Educação, em que decreta que todas as universidades brasileiras têm até abril de 2020 para migrar todo o acervo acadêmico e jornada do aluno para o formato digital.

A medida inclui a documentação dos alunos, professores e cursos de graduação, pós e ensino médio. Portanto, documentos de planejamento acadêmico, dos docentes e de toda a jornada do aluno, do ingresso à conclusão, deverão estar disponíveis digitalmente.

A diretora comercial e marketing, Fernanda Grolla explica que a transformação digital está promovendo uma mudança de mindset em organizações de diversos segmentos e a área da Educação está cada vez mais empenhada em aplicar essa mudança. “A ferramenta que desenvolvemos moderniza o sistema de ensino, trazendo mais segurança para a custódia dos documentos. Nosso objetivo é levar inovação de automação às instituições de ensino para que elas possam se concentrar no que é mais importante: seus alunos”, afirma.

O objetivo é prover mais qualidade no atendimento ao aluno da captação à conclusão e mais agilidade no dia a dia de trabalho. A solução tecnológica suporta todos os processos administrativos, como controle geral de cursos e follow-up automáticos das notificações e prazos, e principalmente, toda a jornada do aluno, com ingresso e secretaria digital. Algumas funcionalidades são: a tipificação automática de documentos e reconhecimento ótico de caracteres que acelera o processo de ingresso, controle em tempo real das solicitações dos alunos durante a vida acadêmica e emissão de certificado com assinatura digital.

De acordo com Fernanda Grolla, a adequação das universidades às exigências passa pela sua entrada no ecossistema brasileiro de inovação. “A regulação cria as bases para um sistema de ingresso totalmente digital, acompanhamento online do desempenho acadêmico do aluno, provas com QR code muito mais fáceis de corrigir e subir no sistema, entre outras inovações possíveis. O ecossistema de inovação está pronto para oferecer soluções às instituições de ensino para tornar tudo isso possível”, conclui.

ACE apresenta o passo a passo para o RH Moderno e um levantamento exclusivo com 168 HRTechs

O RH está passando por uma nova transformação mais radical, baseada não só em tecnologia, mas também em mudança cultural. Neste cenário, o RH toma o protagonismo como um dos grandes responsáveis pelo sucesso das empresas, especialmente em momentos incertos e cheios de transformações. E mais: além de resolver o problema do presente, o RH precisa se antecipar às tendências do futuro.

Diante disso, a ACE criou um report com os principais pilares dos desafios do RH, divididos em blocos temáticos como Cultura e Propósito, Transformação digital (você sabia que apenas 15% das empresas consideram alta a utilização de tecnologia em seus RH?), o RH ágil e a construção do RH moderno.

A tecnologia está revolucionando mercados cada vez mais tradicionais e com o RH não foi diferente, as HRtechs são startups brasileiras que estão mudando mercado de recursos humanos no Brasil. Com essa realidade se aproximando cada vez mais das grandes empresas brasileiras, a ACE, empresa de inovação, mapeou 168 startups que atuam em toda a jornada do RH, desde plataformas de divulgação de vagas, até acompanhamento de desempenho e engajamento e comunicação.

Diante do desafio, a ACE ainda propõe sete dicas essenciais para a construção do RH moderno.

1. RH protagonista da inovação

O departamento pode ter um papel questionador no modo de operar as empresas. Aproveite o espaço para sugerir novas metodologias, ferramentas e processos. Seja a mudança dentro das companhias.

2. Incentive a cultura do aprendizado

Erros fazem parte do processo de inovação e devem ser tolerados. Mas se for para errar, que seja rápido e que a rota seja corrigida o quanto antes. O erro, no caso, é persistir nele.

3. Dê feedbacks constantes

Não espere avaliações semestrais ou anuais para melhorar o desenvolvimento dos colaboradores. Feedbacks contínuos ajudam melhorias nas rotinas e relacionamentos, antes que o desgaste já esteja instalado.

4. Absorva novas tecnologias

Não tenha medo de adotar novas ferramentas que automatizem o trabalho. Deixe que plataformas façam a parte mais operacional e foque os esforços no estratégico.

5. Trabalhe a marca empregadora

Colaboradores alinhados com o propósito da empresa são mais leais e produtivos. Deixe claro, desde o início do processo de seleção, os valores e objetivos da empresa. Mostre porque é uma boa opção.

6. Repense processos obsoletos

Burocracias, processos, demorados, sistemas… Antes de adotar e seguir em frente, questione se ainda faz sentido e se existiria uma ferramenta mais ágil para ajudar na execução.

7. Monitore dados

RH também deve ser um departamento Data Driven. Crie um dashboard para acompanhamento de contratações, avaliações, treinamentos, desempenho, retenção e monte um escopo de trabalho baseado em dados.

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Embratel fornece soluções de TI e Telecomunicações para GP Brasil de Fórmula 1

A Embratel será a Fornecedora Oficial de Telecomunicações e TI do Grande Prêmio Brasil de Fórmula 1 por mais um ano. Esta é a 14ª edição do evento automobilístico que contará com o fornecimento oficial de soluções da Embratel. A etapa brasileira da competição acontece nos dias 15, 16 e 17 de novembro no Autódromo de Interlagos, em São Paulo.

“Mais uma vez, a Embratel irá dispor do que existe de mais moderno para garantir conexão rápida de Internet e excelência na transmissão de sinais de áudio e vídeo para a mais importante prova automobilística do mundo”, diz Marcello Miguel, Diretor Executivo de Marketing e Negócios da Embratel, lembrando que as soluções fornecidas irão permitir que o mundo inteiro acompanhe os treinos e a corrida com as melhores imagens e conexão.

A movimentação de dados será intensa em Interlagos. Nesta edição, a Embratel trará uma solução especial de circuito ponto a ponto que liga o autódromo a um Data Center, possibilitando tráfego de grande volume de dados. A empresa também irá disponibilizar Wi-Fi em pontos estratégicos, como a Sala de Imprensa e a Sala de Fotos, possibilitando a comunicação e troca de informações de forma ágil por parte dos jornalistas brasileiros e internacionais que cobrem esta que é uma das etapas mais aguardadas da Fórmula 1.

O Paddock Club, local privilegiado para assistir à corrida, também terá acesso Wi-Fi da Embratel. As soluções para transporte de sinais de vídeo e áudio garantirão qualidade de transmissão digital. O centro de geração de imagem será equipado com fibras ópticas da Embratel e, por mais um ano, dez painéis localizados no autódromo serão interligados pela empresa.

O fornecimento de serviços para uma competição desta dimensão reforça a excelência do portfólio da Embratel. Também serão providos serviços de telefonia fixa para ligações locais e de longa distância, links dedicados para acesso à Internet, com suporte para alta capacidade de tráfego, e soluções de voz e dados para a rede de telefonia utilizada por emissoras de rádio e de televisão para a transmissão do evento.

Uma equipe técnica especializada estará no comando das atividades para assegurar o êxito da operação, garantindo uma experiência única ao público. Durante todo os dias, os serviços da Embratel serão monitorados com análise das performances em tempo real. Entre os diversos serviços fornecidos pela Embratel para a F1 deste ano também estão comunicações unificadas e colaboração, gerenciamento de redes, Smart Vídeo e Cloud.

A presença da Embratel no segmento automobilístico é de longa data e também se destaca pelo fornecimento de soluções de carros conectados para as maiores montadoras do País, garantindo bem-estar e segurança a milhares de motoristas e passageiros. Entre os benefícios do uso da tecnologia estão o monitoramento 24 horas dos veículos por meio do Centro de Operações de Segurança (Security Operations Center – SOC) Embratel, com rastreamento por satélite. Diversas funcionalidades são disponibilizadas por meio de conectividade, como travamento e destravamento remoto de portas, Wi-Fi para diversos dispositivos, chamadas ao Centro de Atendimento da montadora para pedir auxílio em caso de roubo, furto ou de qualquer outra emergência, além do acesso a informações essenciais para o bom funcionamento do automóvel, como calibragem dos pneus e volume de óleo.

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Consumidor está menos pessimista, mas mantém cautela, revela índice da Associação Comercial de SP

Em outubro, o Índice Nacional de Confiança do Consumidor (INC) da Associação Comercial de São Paulo (ACSP) registrou leve alta no mês: foram 94 pontos, ante 92 em setembro.

Mesmo ainda no campo do pessimismo (abaixo de 100 pontos), o indicador está melhor do que em igual mês de 2018, quando registrou 82 pontos num cenário de incerteza e polarização eleitoral.

A leve queda do desemprego em doze meses – de 11,9% em setembro do ano passado, para 11,8%, em setembro último, de acordo com os últimos dados do IBGE – ajudou a melhorar o indicador, de acordo com Emílio Alfieri, economista da ACSP.

A média de conhecidos fora do mercado de trabalho diminuiu de 4,7, em outubro de 2018, para 4,3, atualmente. A percepção de insegurança no emprego também saiu de 50%, na comparação anual, para 44% dos entrevistados, atualmente.

Por outro lado, a intenção de compra de médio porte, que também teve uma ligeira alta, de 25% para 27%, aponta uma ligeira melhora, mas sem muitas expectativas.

“O consumidor ficou um pouco menos pessimista quanto ao emprego, mas isso ainda não aumentou muito na intenção de compras, já que quase 50% não querem se comprometer com dívidas”, diz Alfieri.

Porém, considerando que os juros devem ter novo corte, e a liberação de parte do FGTS para 2020 será antecipada, é possível que o ânimo para a compra de móveis e eletrodomésticos aumente, já que as lojas farão promoções na Black Friday e podem alongar prazos de pagamento, destaca.

“Mas estamos no fim do ano, e qualquer expectativa melhor deve ficar para o ano que vem”, diz o economista, citando o indicador sobre melhora na situação financeira futura (em 6 meses), que vem subindo continuamente, e aumentou, de 43%, em setembro, para 46% em outubro. Há um ano, esse percentual era de 38%.

O INC da ACSP/Ipsos varia entre zero e 200 pontos, sendo o intervalo de zero a 100 contempla o campo do pessimismo e, de 100 a 200, o do otimismo. A margem de erro é de três pontos. A pesquisa foi realizada com 1.242 entrevistados de 75 cidades brasileiras, entre os dias 18 e 25 de outubro.

Pesquisa completa:

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Para 44,2% dos C-levels, perder clientes é a principal ameaça de não aderir à transformação digital

44,2% dos executivos C-level acreditam que a perda de clientes é o principal impacto negativo de não passar pela transformação digital, de acordo com a segunda edição do estudo Business Impact Insights, realizado pela CI&T, multinacional brasileira especializada em transformação digital, em parceria com a Opinion Box. A pesquisa, que foi apresentada durante o segundo CI&T Business Impact Summit 2019, evento realizado agora em outubro, ouviu 1.064 líderes e evidencia o papel da transformação digital no sucesso dos negócios.

Além do risco com os clientes, os C-levels, especificamente, apontaram perda de competitividade perante o mercado (43%) e perda de eficiência operacional (41%) como outras principais ameaças. Já o impacto positivo da transformação digital traz o efeito inverso, na visão dos executivos entrevistados – atraindo clientes (51,5%) e aumentando a eficiência operacional (55,6%) e a competitividade no mercado (51%).

“Estamos em um momento em que todas as empresas sabem – ou deveriam saber – que a transformação digital é uma realidade imposta e necessária. Se a mudança não começar por dentro e de forma urgente, haverá pressão do ambiente externo, e então a companhia tem apenas duas escolhas: ou se adapta ou perde espaço para os concorrentes” afirma Cesar Gon, co-fundador e CEO da CI&T. “O ponto positivo é que a maioria dos líderes já percebeu isso – 81% têm projetos de transformação digital em andamento e para 91% dos executivos ouvidos há planos de acelerar o processo”.

O entusiasmo com a inovação não significa, porém, que a jornada é fácil. Apenas 46% dos entrevistados consideram que sua empresa está totalmente preparada para o processo de transformação digital – a limitação de orçamento (41%) e a burocracia interna (38%) são apontados como os principais entraves.

Mas as barreiras não se limitam a problemas estruturais da organização, já que pessoas e cultura são parte essencial da transformação. E como os executivos avaliam esse preparo? 51,2% acreditam que estão totalmente preparados, mas apenas 37,3% e 37,6% avaliam sua equipe e a liderança de sua organização, respectivamente, como totalmente preparadas. “O potencial individual é importante, mas as mudanças realmente acontecem quando as pessoas trabalham em conjunto. É preciso incentivar um mindset de colaboração e sinergia, e o líder é essencial nesse processo”, comenta Gon.

Em um outro recorte, a pesquisa também avaliou o papel das diferentes áreas na transformação digital das empresas. A área de Tecnologia/TI aparece como a mais fundamental (43%) e engajada (30%), mas ao mesmo tempo a mais resistente (12%) a esse processo. O Marketing também tem destaque, sendo a segunda área mais engajada (10,3%) e fundamental (25,6%), com um baixo índice de resistência (4,5%).

Olhando para o mercado, a maioria (43%) dos C-levels acreditam que sua empresa está em linha com a velocidade de transformação do mercado brasileiro e que seus concorrentes estão no mesmo patamar que sua organização (41,6%), enquanto 30% considera seus concorrentes avançados. Apenas 14,2% dos executivos C-level se consideram muito à frente do mercado.

Metodologia da Pesquisa

Foram realizadas 1.064 entrevistas online, com profissionais de nível de gestão (coordenadores, gerentes, diretores, superintendentes, vice-presidentes e C-levels) em empresas com no mínimo 51 funcionários em verticais como Tecnologia, Finanças, Varejo e Comércio, Indústria e Manufatura, Educação, Saúde, Serviços, Bens de Consumo, RH, entre outros; aplicadas através de um questionário de autopreenchimento. As entrevistas foram realizadas pela Opinion Box entre os dias 25/set a 07/out de 2019, com margem de erro geral de 3,0 pp e nível de confiança de 95%.

Sage melhora performance no atendimento ao utilizar metodologias ágeis com foco na experiência do usuário

Comprometida com a inovação e alinhada com o novo momento do setor contábil, a Sage, empresa líder de mercado em soluções de gestão na nuvem, utilizou metodologias ágeis para reestruturar a área de customer care e melhorar a experiência do usuário. Com a mudança, o time agora é formado por profissionais dos setores de engenharia de produto, treinamento, atendimento e serviços. Todos com um único foco, simplificar a rotina do cliente com mais agilidade.

A transformação contabiliza indicadores expressivos. O tempo de resolução de chamados, por exemplo, reduziu em mais de 50%. Além disso, já foram identificados impactos positivos na cultura interna, com colaboradores mais engajados e motivados. Outro ponto relevante é a implantação de um programa de capacitação para os funcionários que atuam no atendimento. Toda semana são ministrados cursos sobre tecnologia, metodologias ágeis, atualizações e conhecimentos sobre os softwares da Sage.

A companhia está apresentando essa iniciativa na 26ª CONVECON, uma das maiores convenções de contabilidade do País, que acontece de 4 a 6 de novembro, no Expo Center Norte, em São Paulo, e é promovida pelo Conselho Regional de Contabilidade do Estado de São Paulo (CRC-SP).

Durante o evento, a Sage também está oferecendo experiências reais de uma plataforma inovadora, a aocubo by Sage, com previsão de lançamento para o primeiro semestre de 2020. O produto, que já está rodando em clientes beta, é fruto do conhecimento da companhia sobre o mercado de contabilidade aliado ao processo de entendimento sobre o impacto da tecnologia no cotidiano contábil. Ele foi pensado para suportar todos os processos da cadeia: funcionário, empreendedor e contador.

Segundo pesquisa realizada com pequenas empresas, elas avaliam que os contadores deveriam atuar de maneira mais consultiva e agregar novos serviços. Quando perguntados sobre como eles poderiam agregar mais valor para suas empresas, os empreendedores citaram: oferecer diagnósticos, relatórios dinâmicos e recomendações para ajudar na tomada de decisão (54%), consultoria em gestão financeira e empresarial (47%) e apoio no planejamento estratégico (33%).

“Precisamos ressaltar todo o trabalho estratégico que é realizado pelo contador. Muitas vezes, isso não é totalmente percebido pelas empresas. Porém, sabemos que os empreendedores acreditam no potencial desse parceiro para ajudá-los nos seus desafios de gestão. Uma solução que privilegia a experiência do usuário, aliada ao conhecimento do contador, faz a diferença diante do complexo cenário tributário brasileiro, em que as leis sofrem alterações diariamente”, diz Osvaldo Meneghel, diretor de marketing da Sage Brasil.

É aí que entra a nova solução aocubo by Sage. Baseada em uma plataforma digital, ela nascerá totalmente na nuvem, integrada e preparada para expansão. A primeira experiência permitirá processar uma folha de pagamento de forma intuitiva e rápida. “O lançamento está alinhado ao momento de ressignificação da contabilidade e transformará a gestão empresarial”, finaliza Meneghel.

26ª CONVECON

Data: 4 a 6 de novembro de 2019
Horário: 04/11 das 14h às 19h30, 05 e 06/1 das 09h às 20h
Local – Expo Center Norte
Endereço: Rua José Bernardo Pinto, 333 – Vila Guilherme, São Paulo
Informações e inscrições: http://convecon.com.br/2019/

Black Friday: Como aproveitar a temporada com segurança?

A maioria das pessoas aguardam a Black Friday para adquirir aquele produto tão desejado com desconto. Por isso, a expectativa das vendas tanto para os consumidores como para os varejistas é alta.

De acordo com a Associação Brasileira de Comércio Eletrônico (ABComm), o e-commerce espera faturar R$ 3,45 bilhões em 2019, aumento de 18% em comparação ao ano anterior, com o valor médio das compras girando em torno de R$ 340,00. Dentre os segmentos mais procurados estão: informática, eletrônicos, moda e acessórios e casa e decoração. Por isso, é importante que os varejistas se preparem com antecedência.

Para que os consumidores possam aproveitar melhor a data, Rodrigo Camargo, head de moderação do Promobit, social commerce que reúne as melhores ofertas da internet, Tom Canabarro, co-fundador da Konduto, empresa de antifraude para pagamentos online, e Diogo Cuoco, CEO da Taki Pagamentos – startup com soluções para facilitar diversos tipos de pagamentos – listaram algumas dicas para ajudá-los a comprar com segurança.

Vale a pena esperar a Black Friday? Segundo Rodrigo Camargo vale a pena sim. Cada ano que passa as lojas estão fazendo ofertas mais agressivas na Black Friday com objetivo de atrair as pessoas que esperam a data para as compras. A variedade de produtos realmente baratos vem aumentando com os anos, mas não é tudo que está em promoção nessa época, como a maioria das pessoas acreditam. As lojas têm começado a disponibilizar promoção geralmente uma semana antes e se mantém uma semana depois, onde em muitos casos o produto chega a aparecer mais barato do que no dia da Black Friday.

Como saber se realmente está pagando o menor preço? Segundo Rodrigo, a melhor forma é usar ferramentas disponíveis na internet que ajudam a saber se o valor está no menor preço. Existem opções como comparadores de preço e comunidades voltadas à economia que vem se tornando cada vez mais relevantes. O Promobit, por exemplo, conta com milhares de usuários que compartilham ofertas diariamente, que são verificadas uma a uma para garantir que estão entre os menores valores registrado nos últimos meses. Além disso, o consumidor pode cadastrar produtos para ser alertado quando entrar em promoção, ficando difícil perder as melhores ofertas.

Quais são os tipos de golpes mais comuns na Black Friday? Os mais comuns são descontos muito acima da realidade, onde a loja aumenta o valor anterior para criar uma percepção falsa de desconto, conta Rodrigo. Outra prática comum e muito perigosa são as páginas de phishing, que é quando um site se passa por outro para roubar os dados de compras do consumidor, conta o especialista.

Como se proteger dos golpes? É sempre importante desconfiar das ofertas com desconto muito grande. Como os sites são idênticos aos verdadeiros, o consumidor precisa ficar atento a URL da página, que é sempre diferente da URL das lojas. No Promobit usamos um sistema próprio para identificar links falsos: como todas as lojas são verificadas, garantimos aos membros da comunidade que estão comprando de lojas verdadeiras, finaliza Camargo.

Para Diogo Cuoco, da Taki Pagamentos, uma outra maneira dos consumidores se protegerem de golpes virtuais é usarem e abusarem das tecnologias para compras na internet. “Gerar cartões virtuais para compras online é uma boa pedida, uma vez que o cartão fica disponível somente por um período de uso, definido por cada usuário dentro do aplicativo do banco”, explica.

Qual a forma de pagamento mais adequada para a data? É muito importante verificar quais as formas de pagamento que são aceitas no e-commerce, especialmente se a loja virtual disponibiliza a opção do cartão de crédito. “Uma loja, para poder receber pagamentos via cartão, precisa apresentar uma extensa documentação — e isso, por si só, já cria uma grande barreira para um fraudador oportunista. O cliente não precisa necessariamente escolher pagar no cartão, mas só de o fato de o estabelecimento oferecer esta opção já significa muita coisa”, ressalta Tom Canabarro, co-fundador da Konduto.

Por que se atentar as medidas de segurança? “O consumidor precisa tomar cuidado com e-mails falsos (phishing), manter um antivírus sempre atualizado no computador e no smartphone e nunca deve enviar dados sensíveis de cartão de crédito (número, código CVV e validade) por e-mail, chat ou mensagem de texto”, ressalta Canabarro. Sobre o assunto, Diogo Cuoco opina: “Brasileiros são amistosos e acostumados a emprestar o cartão de crédito para amigos e familiares, a fim de ajudá-los a fazer alguma compra. No entanto, ainda que sejam pessoas de confiança, é preciso acompanhar de perto e saber onde pretendem usar o cartão, para evitar dores de cabeça”, finaliza.

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Black Friday: Por que o e-commerce deveria automatizar a gestão fiscal?

Por Trícia Braga, diretora de conteúdo da Avalara Brasil, líder de solução em nuvem de automação de compliance fiscal para empresas de todos os portes

Com uma movimentação superior a R$ 3,5 bilhões em 2018, segundo levantamento Ebit/Nielsen, o final de semana da Black Friday já se consolidou como a principal data do comércio eletrônico brasileiro, mercado que movimenta mais de R$ 50 bilhões ao ano. As projeções deste ano para as liquidações da última sexta-feira de novembro, 29, à Cyber Monday, em 2 de dezembro, apontam para um crescimento de até 15% em relação ao ano anterior.

O evento representa, ainda de acordo com Ebit/Nielsen, um volume próximo a seis milhões de transações para todo o Brasil em apenas quatro dias, com picos de milhares de compras por minutos nos sites dos principais varejistas do país. Ou seja, as lojas virtuais que não investem preventivamente em infraestrutura podem não suportar a demanda e deixar de vender milhões de reais ao sair do ar. Igualmente relevante é conseguir lidar com a determinação e cálculo de tributos e o cumprimento das obrigações fiscais em tempo real, que podem ocasionar prejuízos com juros e multas e comprometer a rentabilidade tão esperada.

Duas são as principais dificuldades do e-commerce no âmbito tributário, que ganham dimensões ainda maiores especialmente nesta sazonalidade. A principal é a cobrança do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) nas operações com consumidor final não contribuinte, alterada em 2015 por emenda constitucional, e que abrange uma situação muito comum no comércio eletrônico.

Na operação interestadual com não-contribuinte, o valor do ICMS calculado com base na alíquota interestadual será destinado ao estado de origem. Já o valor do ICMS calculado com base na diferença entre a alíquota interna do estado de destino e a alíquota interestadual, tecnicamente denominada Diferencial de Alíquota (Difal), será pago pelo e-commerce a favor do estado de destino. Em suma, um custo a mais a ser considerado na composição do preço e trabalho operacional das empresas de e-commerce.

O desafio é fazer com que o time operacional conheça as diferentes alíquotas internas em todos os Estados de destino com os quais opera e a forma de recolhimento do Difal nas operações interestaduais com não contribuintes, considerando detalhes como qual a guia a ser utilizada, prazo de recolhimento, alíquota, e até mesmo a existência de adicional de Fundo de Combate à Pobreza.

Comprei e não recebi

Outra preocupação dos lojistas intensificada nesta data é o cancelamento de uma compra, consequência comum para quem não consegue atender a demanda. Geralmente, o consumidor que compra por impulso acaba desistindo de um produto que não é entregue no prazo, suspende o pedido e pede o estorno do pagamento com a operadora de cartão de crédito.

O procedimento para cancelamento da operação pode gerar problemas quando os procedimentos para regularização ficam esquecidos nos trâmites cotidianos, e os danos causados por uma venda cancelada que foi computada como efetuada são enormes. Neste caso, não havendo um controle real da anulação da operação com a respectiva emissão de uma nota fiscal de entrada, os custos inerentes à operação inicial recairão sobre o fluxo de caixa da empresa.

Se falarmos sobre o que acontece quando a mercadoria continua em trânsito e a operação é anulada, o cenário é ainda mais complicado. Além de todo o transtorno nas anulações das operações ou mesmo devoluções, a empresa precisa ter controle se o ICMS Difal já foi recolhido e procurar restituir este valor junto ao Fisco do Estado de destino da operação.

Portanto, fica claro até aqui que a Black Friday não é viável para quem não tem estrutura. E a tecnologia de automação para a determinação e cálculo de tributos torna-se essencial para amenizar as dores da tributação no e-commerce. A automatização de tarefas básicas, como a apuração do volume de vendas diárias e, consequentemente, dos tributos, reduz ou até elimina as chances de inconformidades.

A gestão do e-commerce fica mais inteligente com a adoção de um software fiscal integrado a outros sistemas como CRM, marketplace e/ou ERP. A entrada de dados é simples. Qualquer tipo de arquivo ou formato pode ser inserido. É possível emitir relatórios gerenciais a partir das informações fiscais das obrigações e apurações de tributos. Isso possibilita análises profundas que facilitam a tomada estratégica de decisão.

O papel da tecnologia ganha ainda mais valor quando também é utilizada uma ferramenta que monitora e atualiza constantemente as mudanças da legislação tributária, em um país que altera uma média de 45 normas tributárias para cada dia útil, de acordo com levantamento do Instituto Brasileiro de Planejamento e Tributação. Essa é a forma mais simples de realmente assegurar que todas as alíquotas sejam corretamente aplicadas, e que a loja virtual aproveite a bonança da Black Friday em conformidade com o fisco.

Por que os bancos devem migrar para a nuvem?

Por Carlos Eduardo Alves Moore

O setor financeiro é marcado por diversas regulamentações a fim de garantir a segurança das operações, como transferências bancárias, empréstimos, financiamento de imóveis, entre outros. No entanto, com o intuito de entregar mais agilidade e elasticidade em sua infraestrutura, estas empresas têm adotado soluções em nuvem, que ajudam a otimizar os custos financeiros das aplicações e representam um forte diferencial competitivo.

O mercado latino-americano de cloud computing vem apresentando um crescimento bastante expressivo nos últimos anos, e o Brasil desponta como o país que mais aposta em soluções da área na região, com usos de cloud em empresas dos mais variados segmentos, inclusive no setor financeiro.

Por aqui, a expansão das fintechs e bancos digitais tem elevado a demanda por aplicações no ambiente da nuvem e influenciado a adoção deste tipo de tecnologia até mesmo pelas empresas mais tradicionais, as bolsas de valores e os bancos que nasceram com uma estrutura on-premises (com servidores físicos), mas que entendem a transformação digital como uma necessidade urgente.

Para termos uma dimensão deste mercado, existiam cerca de 550 fintechs no Brasil em maio de 2019, segundo o estudo “Fintech Mining Report 2019”, realizado pela Distrito, uma holding de negócios voltados à inovação. Dessas fintechs, 231 surgiram entre 2016 e 2018. Mais da metade, ou 54,4%, são focadas no relacionamento B2B, porém, esse número tende a ser ainda maior se considerarmos que 15,3% atuam tanto no B2B quanto no B2C.

Ao decidir migrar para a nuvem, estas companhias têm acesso aos seguintes benefícios:

Infraestrutura elástica e ilimitada: A nuvem oferece o benefício da capacidade ilimitada de armazenamento, o que é ideal para a realidade de um banco, que adquire centenas ou milhares de clientes todos os dias. Um detalhe importante é que a computação de nuvem é pay as you go. Ou seja, ao invés de ter de remodelar a estrutura de um data center tradicional, quando a empresa precisa de mais espaço, basta aumentar o plano que tem com seu provedor.

Garantia: Quando algo está na nuvem, o provedor tem planos de disaster recovery. Os dados são replicados em outros pátios de servidores para garantir que a empresa nunca perca nenhuma informação. Sendo assim, companhias que têm dados na nuvem podem oferecer uma garantia a mais aos seus clientes de que os dados estarão sempre seguros. No contexto de um banco, por exemplo, caso ocorra um acidente com um data center, é possível que o sistema de atendimento ao cliente fique indisponível por algum tempo, o que não acontece quando a instituição armazena seus dados na nuvem.

Segurança: Os provedores de nuvem são gigantes da tecnologia com os times de segurança extremamente qualificados do mundo, prontos para oferecem inúmeras medidas de segurança, o que, para os clientes, isso é de extrema importância. Os dados arquivados por lá são criptografados, além de existir um investimento constante em novas estratégias de segurança, com novas atualizações de sistemas e firewalls para barrar as mais recentes ameaças em tempo real. Como um banco cuida dos dados e também do dinheiro das pessoas, cada ameaça de invasão ou ação maliciosa deve ser respondida com os melhores dispositivos de segurança disponíveis.

Redução de custos: Devido à sua estrutura maleável, as empresas que adotam a nuvem pagam apenas pelo espaço utilizado. As empresas que trabalham com campanhas sazonais, ou que apresentam uma demanda oscilatória de armazenamento de dados, podem se beneficiar com a nuvem ao pagar exatamente pelo que usam, e apenas por isso. Dessa forma, não há necessidade de adquirir novos servidores e investir em atividades necessárias para manter essa infraestrutura.

Colaboração: Na nuvem, os clientes têm acesso a uma unificação de sistemas, onde informações podem ficar no mesmo ambiente digital, e serem acessadas e atualizadas em tempo real. Os dados podem ser incluídos na conta do cliente e vistos em outra agência ou via internet banking, desde que autorizadas e respeitando todo o compliance, com a garantia de que um histórico de modificações estará disponível com todas as alterações feitas no documento, garantindo uma economia incrível de tempo e uma dor de cabeça a menos com um cliente que possa ser prejudicado por uma falha no sistema operacional da companhia.

Melhor Experiência do Cliente: Tendo em vista que as instituições financeiras têm acesso a informações muito preciosas dos usuários, elas precisam investir na melhor experiência do cliente, que tem expectativas muito altas sobre a qualidade do serviço ou produto da empresa contratada. Quando estas informações estão na nuvem, a empresa tem a chance de entregar soluções mais ágeis e adequadas para cada perfil de consumidor, com a praticidade e facilidade de ter acesso aos dados 24 horas por dia, sete dias por semana. Isso ajuda a fortalecer o bom relacionamento entre cliente e empresa e ainda representa um importante diferencial competitivo.

Recentemente, o Banco Fibra se tornou um grande caso de sucesso em migração para nuvem, tornando-se o primeiro banco tradicional com estrutura originalmente on premises a alcançar tal feito. A partir de agora, serviços como Internet Banking, sistema jurídico e de pagamentos, entre outros, rodam integralmente em uma plataforma de nuvem.

Nesse projeto, feito em parceria com a plataforma Amazon Web Service, a Claranet entregou uma infraestrutura estável e com alta disponibilidade, minimizando as interações necessárias do time interno no que diz respeito à gestão, se compararmos ao modelo anterior.

Apesar de a implementação de cloud computing progredir no setor financeiro, ela ainda depende da articulação entre provedores e entidades regulatórias a fim de se estabelecerem diretrizes seguras o suficiente para lidar com a complexidade da legislação do segmento.

Para migrar de forma segura, é necessário buscar um parceiro de nuvem com expertise suficiente a fim de incorporar recursos no projeto de migração e assim usar todos os benefícios que estão à disposição. Com um planejamento criterioso, uma estratégia objetiva e o apoio de um provedor experiente, tende a amadurecer e dar um salto na sua jornada de transformação digital com iniciativas de cloud computing.

Carlos Eduardo Alves Moore, Head de Marketing da Claranet Brasil

Logística é o principal desafio para a Black Friday

A Black Friday se consolidou como uma das principais datas para os lojistas online e não é para menos. Para o empreendedor, é a oportunidade de aumentar o faturamento e garantir mais visibilidade para o negócio. No entanto, para que a data seja um sucesso garantido entre os consumidores, é necessário o lojista se assegurar de que as operações vão dar conta de toda demanda.

“Pelo grande número de visitas, transações e vendas, é possível que aconteça imprevistos durante a Black Friday. Para diminuir os danos, é importante contar com um plano de contingência que delimite o que será feito em cada situação. Dessa forma, você protege a sua operação e se prepara para o aumento das vendas”, explicou Tiago Girelli, diretor da divisão corporativa da Tray Corp.

Para as grandes empresas, pensar na logística desde a conclusão da venda até a entrega do produto é essencial para garantir resultados no período. Por isso que o trabalho começa com antecedência e com o planejamento das ações que serão realizadas antes, durante e depois da data. É preciso controlar o estoque e analisar quais produtos são mais importantes. Nesse sentido, até vale dar uma olhada nos números do ano anterior: eles ajudam a ter uma boa base da preferência dos clientes. Para evitar qualquer contratempo, tentar trabalhar com uma margem de segurança, focando nos produtos mais importantes ou atrativos, também é importante.

Superar essa barreira vai garantir a tranquilidade para trabalhar com a logística dos produtos, pois, tão importante quanto realizar a venda, será assegurar uma entrega rápida dentro dos prazos estabelecidos. Na Black Friday, é comum a reclamação de consumidores com problemas com o frete. Por isso, dentro do planejamento, vale considerar as possibilidades para fugir dos erros. Assim, uma dica é alinhar a estimativa de entrega com os fornecedores previamente e, se possível, colocar uma folga no período estimado.

“É fundamental entender o impacto que a Black Friday gera na expedição de produtos da sua loja. Correios e transportadoras estarão sobrecarregados, e atrasos são frequentes. Você deve proteger a sua operação ao máximo da insatisfação buscando estratégias complementares de frete. Uma outra possibilidade é o aumento do tempo de entrega previsto para evitar insatisfação”, acrescentou Girelli.

No período da Black Friday, as principais transportadoras criam planos especiais de logística para desenvolver as ações especiais focadas na data. Segundo levantamento da Associação Brasileira de Comércio Eletrônico, nas empresas com faturamento superior a R$ 10 milhões, a participação dos Correios ainda é de 38%. Contornando possíveis problemas, é possível alinhar a expectativa de compra com a satisfação do cliente.

4º Encontro Brasileiro de Governo Aberto debate promoção da transparência e do acesso à informação

Nos dias 26 e 27 de novembro acontece, em Brasília, o 4º Encontro Brasileiro de Governo Aberto , que tem como objetivo promover discussões sobre práticas e políticas de governo aberto e sua implementação no Brasil. O evento reunirá representantes de organizações da sociedade civil, órgãos públicos, iniciativa privada, movimentos sociais e universidades em mesas temáticas, workshops, rodas de debate, pitchs, entre outras atividades. A iniciativa tem o Centro de Estudos sobre Tecnologias Web (Ceweb.br) do Núcleo de Informação e Coordenação do Ponto BR (NIC.br) como uma das entidades organizadoras, e recebe inscrições gratuitas até 16 de novembro em: http://4encontrogovernoaberto.wordpress.com/inscricoes/.

Entre as atividades da programação está o painel “Violação dos direitos dos usuários de governo aberto pelas barreiras de acesso em aplicações públicas” organizado pelo Ceweb.br. “Quando um usuário não consegue preencher um formulário ou submeter uma proposta de requisição de documentos em uma plataforma Web de governo aberto, está tendo seu direito de acesso cerceado por falta de acessibilidade”, explica Reinaldo Ferraz, especialista em desenvolvimento Web do Ceweb.br e do W3C Brasil, e um dos palestrantes do evento.

Durante o painel, serão apresentadas as principais barreiras de acesso em aplicações de governo aberto e como os usuários, mesmo sem conhecimentos técnicos, podem identificar e cobrar a resolução desses problemas. “É fundamental discussões como essa para ampliarmos o debate em prol de uma Web mais acessível para todos”, complementa Ferraz. A programação do evento ainda inclui discussões sobre práticas de inovação, os caminhos para uma boa governança pública, inteligência de dados para a promoção de uma inovação cidadã, entre outros assuntos.

Além do Ceweb.br/NIC.br, o 4º Encontro Brasileiro de Governo Aberto é organizado pela Article 19, Controladoria-Geral da União, Agenda Pública, Fast Food da Política, Imaflora, Instituto de Governo Aberto, Acredito, Open Knowledge Brasil, Prefeitura da Cidade de São Paulo – Controladoria Geral do Município e Governo Aberto na Cidade de São Paulo, com apoio do Fórum de Gestão Compartilhada, Open Government Partnership, Delibera e Todos pela Educação.

4º Encontro Brasileiro de Governo Aberto

Data: 26 e 27 de novembro (terça e quarta-feira)
Horário: a partir das 10h
Local: Escola Nacional de Administração Pública
ENAP – s/n, SPO – Asa Sul, DF, 70610-900
Inscrições e programação: https://4encontrogovernoaberto.wordpress.com/

Air France opera primeiro voo do mundo com tecnologia Li-Fi em parceria com a Latécoère e Ubisoft

A Air France testou na semana passada o primeiro voo equipado com a tecnologia Li-Fi (Light Fidelity), desenvolvida pela Latécoère a bordo do voo comercial AF6114 operado por uma aeronave Airbus A321 de Paris-Orly para Toulouse. Como parte de seu compromisso de pesquisar novos serviços de bordo para seus clientes, a Air France recebeu os jogadores, finalistas da “Air France Trackmania Cup”, desenvolvida pela Ubisoft, que competiram no céu.

LI-FI, O NOVO PADRÃO PARA TRANSMISSÃO DE DADOS A BORDO

A Air France e Latécoère estão atualmente testando a facilidade com que essa tecnologia pode ser integrada e certificada em voos comerciais. A infraestrutura Latécoère Li-Fi, instalada em 12 assentos no Airbus A321 da Air France, tem muitas vantagens. Ela gera:
• Uma troca de dados multimídia completamente estável a uma velocidade muito alta e latência muito baixa;
• Redução no peso da aeronave e, portanto, no consumo de combustível, devido à substituição dos cabos de cobre pela tecnologia de fibra óptica.

A RODADA FINAL A BORDO DO VÔO

Em colaboração com a Ubisoft, a companhia aérea e o fabricante de equipamentos organizaram a final do torneio “Air France Trackmania Cup”, lançado no Paris Air Show em junho de 2019*. Os finalistas competiram nesta versão personalizada do jogo Trackmania² Stadium. O vencedor do torneio recebeu dois bilhetes de ida e volta entre Paris e Montreal para uma excursão privada ao Ubisoft Studios e uma seleção de produtos Razer (que equipou os concorrentes com seus fones de ouvido Bluetooth Hammerhead).

De acordo com os compromissos de desenvolvimento sustentável da Air France, as emissões de CO2 deste voo especial foram compensadas por meio de uma iniciativa de compensação neutra em carbono**.

“Estamos muito orgulhosos de ser a primeira companhia aérea a lançar uma aeronave equipada com Li-Fi e a organizar uma competição de videogame a bordo. Esse marco na inovação é o resultado de uma grande colaboração entre as equipes da Latécoère, Ubisoft e Air France. Estou convencido de que essa experiência abrirá o caminho para novas experiências de entretenimento a bordo para nossos clientes, especialmente no que diz respeito aos jogos”, afirma Antoine Laborde, gerente de inovação da Air France.

“Este primeiro voo equipado com nossa tecnologia Li-Fi é um passo importante na implantação dessa tecnologia no mercado aeronáutico. Estamos convencidos de que o Li-Fi revolucionará a conectividade em voo nos próximos 5 anos. Estou particularmente satisfeito com o trabalho realizado em colaboração com as equipes de engenharia e manutenção da Air France-KLM, que realizaram o trabalho de certificação da solução e sua integração na cabine em tempo recorde”, acrescentou Yannick Assouad, CEO da Latécoère.

Deborah Papiernik, Diretora de Projetos Inovadores da Ubisoft, concluiu dizendo: “Estamos muito satisfeitos por termos tido a oportunidade de participar do lançamento de uma tecnologia inovadora que promoveu uma parceria 100% francesa, além de poder fornecer nossa experiência em videogames. Sem dúvida, o entretenimento a bordo se tornará rapidamente um novo playground para todos.”

Evento debate benefícios da tecnologia para o Legislativo

Responsável por elaborar, discutir e promulgar as leis que regem a nossa vida em sociedade, o Poder Legislativo tem muito a ganhar em eficiência com a ajuda da tecnologia e da inovação. Esse foi o tema que permeou os debates do LegisTech Forum, evento promovido pela Bússola Eleitoral que reuniu especialistas de diversos setores em São Paulo nos últimos dias 31, 1º e 2.

O fórum reuniu 45 palestrantes nacionais e internacionais incluindo nomes como Rolf Rauschenbach, cientista político suíço, Beth Noveck, diretora de inovação do Estado de Nova Jersey, o integrante da bancada ativista Pedro Telles e os deputados estaduais Marina Helou (REDE/SP), Chicão Bulhões (NOVO/RJ). e Sérgio Victor (NOVO/SP).

Fundadora e diretora-executiva do BrazilLAB (hub de inovação GovTech que conecta startups ao poder público), Letícia Piccolotto foi keynote speaker no primeiro dia de evento. De acordo com a executiva, 61% dos quase 108 milhões de usuários de internet no Brasil procuram informações de governo ou serviços públicos online, e a contínua digitalização do atendimento pode representar uma economia de R$ 663 milhões ao ano para o governo brasileiro.

“O Brasil hoje discute a Reforma Administrativa. Temos muitas oportunidades para avançar e melhorar a eficiência do Poder Legislativo. O BrazilLAB quer levar a tecnologia como um grande aliado nesse processo”, afirmou Letícia.

BrazilLAB busca startups para inovar o Legislativo

Chegando à sua 4ª edição este ano, o Programa de Aceleração do BrazilLAB está em busca de startups que tenham soluções capazes de aumentar a eficiência na gestão pública. Pela primeira vez, o organização programa também selecionará soluções que possam ser aplicadas ao Legislativo ou ao Judiciário, além do Executivo.

As inscrições para processo seletivo do programa podem ser realizadas pelo link http://inscricao.brazillab.org.br/ até o dia 18 de novembro. Para se inscrever, não é necessário que a startup tenha desenvolvido a solução especificamente para o setor público, basta que a solução tenha potencial de impacto e se enquadre em um dos três desafios propostos pelo BrazilLAB. Além de “Eficiência na Gestão Pública”, também é possível inscrever soluções nas categorias “Smart Cities e Urban Techs” e “Habilidades na Sociedade 5.0”

No dia 15 de dezembro, o BrazilLAB anunciará as 25 startups selecionadas para participar do programa e, ao final dos três meses da aceleração, os empreendedores serão avaliados por uma banca composta por líderes públicos, parceiros e especialistas, que identificarão as melhores soluções.

Os três primeiros colocados ganharão horas de assessoria jurídica dedicada e poderão participar de eventos com gestores públicos. O grande vencedor ganhará um contrato de investimento de até 250.000 reais e uma missão ao Vale do Silício, nos Estados Unidos.

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Saiba como dobrar suas vendas

O empreendedor, especialista em alavancagem de negócios e Growth Hacking, Guilherme Machado, que criou o Instituto “Quebre As Regras”, separou algumas dicas para você dobrar suas vendas.

Para começar, é preciso focar na solução e visão de futuro. Saber unir os departamentos de marketing e venda da empresa também são pontos fundamentais para que todos trabalhem de forma unida e alcançando os melhores resultados.

Além disso, outra dica é a de focar na etapa do agendamento. Para nós do IQR, o agendamento equivale a oportunidades, portanto, quanto mais oportunidades você tem, mais vendas irá obter.

No IQR, Instituto Quebre as Regras, a ideia é descobrir que não é ideal controlar as vendas, mas sim, controlar as etapas que antecedem este processo. Além disso, é importante estar ciente do funil da nova economia que se baseia em: lead, atendimento, agendamento, visita, proposta e venda.

Santa Catarina recebe evento de segurança e compliance

Nos dias 20 e 21 de novembro ocorre em Florianópolis o SC Experience, evento que debaterá compliance, segurança e práticas corporativas para empresas evitarem fraudes. O encontro deve reunir mais de 400 participantes, que terão acesso a quatro trilhas de conteúdo, com palestras dos alguns dos principais especialistas do país, como Patrícia Peck, head de direito digital da PG Advogados, Carlos Sobral, um dos responsáveis pela elaboração da Lei Carolina Dieckmann e Jairo Pereira, gerente de segurança do PagSeguro UOL. Esta é a segunda edição do evento e as inscrições podem ser realizadas pelo site do SC Experience.

O encontro é promovido pela V. Office, empresa de redes e telecomunicação. “Queremos trazer para Santa Catarina todas as tendências e atualizações sobre segurança digital do Brasil e também do exterior. Realizamos uma curadoria cuidadosa para escolher os principais palestrantes. Queremos ajudar as empresas do estado a evitarem fraudes e a desenvolverem boas políticas de segurança”, realça Ana Cristina Gonçalves, sócia da V.Office.

As trilhas de conhecimento serão divididas em dois dias. O primeiro abordará os temas direito digital e cybersecurity. Já o segundo dia será guiado pelas trilhas de gestão e segurança da informação e dev security. “Haverá também muito conteúdo sobre a nova Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD). Sabemos que muitas empresas estão começando a se adaptar para as novas regras, ou ainda nem começaram. O evento abordará os principais pilares para se adequar à nova legislação”, comenta Ana Cristina. Uma pesquisa da Serasa Experian levantou que 85% das empresas brasileiras afirmaram que ainda não estão prontas para cumprir a LGPD.

Ao todo serão mais de 20 palestras com especialistas. Outros nomes confirmados são Luiz Augusto Filizzola D’urso, advogado de cibercrimes; Mauricio Rotta, fundador da GEP – Soluções em compliance; Wilson Leite, perito criminal; Davis Souza, professor da UFSCar; Andrea Willemin, DPO da Softplan; Marina Ciavatta, especialista em engenharia social na Hekate Inc; entre outros do ecossistema de segurança. O evento foi pensado para contemplar advogados, desenvolvedores, programadores, gerentes de segurança, CSO, DPO, e executivos que lidam com segurança digital em sua rotina.

A primeira edição o SC Experience, realizada em 2018, reuniu mais de 300 participantes e contou com 10 palestras. Para esse ano, além do dobro de palestras, haverá também uma feira de negócios com mais de 10 estandes, que apresentarão soluções e experiências para os participantes. O evento é patrocinado por Ostec, el pescador, Iptrust, Karpesky, Whatchguard, Trendmicro, Connection , Fortinet Centurylink, CISCO e realização V.Office.

SC Experience

Quando: 20 e 21 de novembro

Onde: ACM (Associação Catarinense de Medicina). Endereço: Rodovia José Carlos Daux, 3854 – Saco Grande, Florianópolis – SC

Inscrições: https://scexperience.com.br