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Sinqia abre 60 vagas de emprego em São Paulo, Belo Horizonte e Curitiba e faz contratação remota

A Sinqia, empresa líder em tecnologia para o mercado financeiro, está em busca de 60 profissionais de diversas áreas de atuação, para contratação imediata nas cidades de São Paulo (SP), Belo Horizonte (MG) e Curitiba (PR). As vagas disponíveis são nas áreas de Business Consulting, Contratos, IT Quality & Assurance e IT Software. As inscrições podem ser feitas pelo site jobs.kenoby.com/sinqia.

Especialista na transformação digital de instituições financeiras e uma das maiores provedoras de tecnologia e serviços para este segmento, a companhia foi certificada pelo Great Place to Work, em 2019, como uma das melhores empresas para se trabalhar no Brasil, e eleita como uma das 100 maiores fintechs do mundo em 2017, 2018 e 2019, pelo IDC. Sua excelência em governança levou a companhia ao Novo Mercado da B3, um grupo seleto de empresas na bolsa.

A Sinqia possui colaboradores alocados nas filiais de Belo Horizonte, Curitiba, Florianópolis, além da matriz, localizada em São Paulo. É focada no desenvolvimento e qualificação de talentos, por isso possui parceria com instituições de ensino que certifiquem seus colaboradores, aplica o conceito “Carreira em Y” em sua gestão, oferece programas internos de liderança, além de promover um ambiente de trabalho descontraído e dinâmico, com flexibilidade de horário e sistema de home office semanal.

Contratação e integração digitais 

Neste momento de propagação do Covid-19, em que o confinamento é recomendado pelas organizações mundiais de saúde, a empresa encontrou, por meio da tecnologia, formas de garantir uma contratação segura de funcionários. Todo o processo de contratação e integração feito em situações normais (presencialmente), foi adaptado ao ambiente digital e tem sido realizado de forma remota.

Por meio de plataformas de videoconferência, são passadas, pelos profissionais da área de People, informações que vão desde temas que permeiam os desafios das oportunidades, questões contratuais, como jornada de trabalho e benefícios, até tópicos estratégicos, como valores e cultura da empresa, segurança da informação e compliance, além da apresentação dos gestores e integrantes das equipes que estes novos colaboradores farão parte. Alguns dias antes do início do trabalho, os novos colaboradores recebem pílulas de informação sobre a história e cultura da Sinqia, para que possam se familiarizar com a atuação da empresa.

Quando se trata da documentação, o preenchimento de dados cadastrais é feito de maneira virtual e o envio dos documentos requeridos para a contratação são digitalizados (scanner ou fotos) pelas duas partes. A assinatura do contrato também é virtual – o novo colaborador formaliza que aceita trabalhar na empresa através de e-mails. Além disso, para manter a segurança e saúde dos novos colaboradores, os exames médicos admissionais foram postergados e deverão ser realizados após o fim do período de isolamento social.

“Para garantir que o modelo de contratação e início de novos funcionários de forma digital e remota tenha sucesso, gestores são orientados a realizarem pelo menos uma reunião de equipe por semana, via plataformas digitais, a fim de garantir uma boa integração, acompanhar e fornecer suporte em possíveis dúvidas. Dessa forma é possível manter a proximidade e certificar que eles estão seguros e felizes com o escopo de trabalho e seus times”, comenta Fernanda Mello, Coordenadora da área de People da Sinqia.

Ferramentas de gestão de projetos, utilizadas para manter uma comunicação assertiva entre as equipes, também ajudam o novo colaborador a visualizar atividades em andamento de maneira fácil. Além disso, os gestores designam um ‘Buddy’ (parceiro de trabalho) a cada novo integrante que entra na equipe, para que essa pessoa tenha um contato próximo que irá repassar orientações do dia a dia.

Todas as medidas citadas são realizadas pela Sinqia em situações normais de contratação, porém de forma presencial. As adaptações dos procedimentos operam dentro das leis regulatórias de contratação formal.

No momento, a sede da empresa e suas filiais encontram-se fechadas e em processo de higienização de todo ambiente. Todo o corpo de funcionário está trabalhando em esquema de home office integral desde o início da quarentena, como forma de prevenir o avanço do COVID-19. Salários e jornadas de trabalho não foram reduzidas.

Como ser um líder que motiva a equipe?

Como um líder deve motivar a própria equipe? A motivação vem de dentro de cada um. Ninguém consegue transferi-la para o outro. O que se deve fazer é estimular. Mas como estimular?

A primeira coisa a se preocupar é com a parte comportamental porque, afinal de contas, a pessoa estar motivada vem do comportamento dela, de como ela vê as coisas.

Veja alguns pontos abaixo destacados por Erika Linhares, executiva especializada em soft skills e pedagoga, que são fundamentais para motivar a equipe.

Lealdade

Existe lealdade dos seus colaboradores com o líder? Sem lealdade, não há engajamento, nem motivação. O líder precisa estimular que eles sejam leais aos objetivos da empresa. Leandade não tem a ver com gostar necessariamente do líder, mas sim ser leal com o que se comprometeu a fazer e respeitar a instituição em que atua. O colaborador deve se perguntar: “É isso mesmo que eu quero? O que estou fazendo está de acordo com os propósitos e objetivos da empresa?”

Crie um time

Pessoas não são seres individuais em uma corporação, elas fazem parte de um todo, de um time e de um objetivo em comum. É importante que o líder estimule o espírito de equipe e que cada um entenda que sempre pode ter algo a contribuir. Ora ela ajuda ora ela será ajudada.

As pessoas não conseguem ser motivadas se não estiverem inseridas neste contexto. A integração é fundamental. Ensine-os a serem empáticos, a se colocarem no lugar do outro, a ajudar. Eles precisam ser parceiros. Se o colaborador se sente abraçado na equipe, facilmente irá se motivar.

Acompanhe e seja um líder justo

O ideal é que o líder fique próximo dos seus colaboradores nas atividades e entregas dentro dos prazos. O acompanhamento é fundamental para que ele se sinta motivado. Por isso, é ufundamental dedicar tempo para gerir a equipe.

Se a tarefa está sendo feita da maneira errada, sente junto e ajude a pensar em uma solução. O mesmo vale para aquele que está contribuindo super bem e nunca se sente reconhecido pelo trabalho. Dê feedbacks. Com isso, o líder corrige a rota e acelera cada vez mais a equipe a dar o melhor de si.

Celebre

Faça pequens comemorações de acordo com cada conquista. A comemoração genuína que se justifica é a gasolina para manter todos motivados a continuarem firmes até o objetivo final.

4 maneiras que os varejistas podem responder ao Covid-19

Por Bruce Richards 

Estes são tempos complexos para a indústria do varejo. Os consumidores estão em isolamento social devido ao Covid-19. Os varejistas estão temporariamente fechando suas portas por preocupação com os funcionários e clientes e os governos locais estão exigindo fechamentos e quarentena com grande incerteza sobre quando tudo isso vai acabar.

O ecossistema de um varejista é vasto e é seguro dizer que cada parte está sentindo as consequências desta crise. Embora possa parecer que não há algo de “normal” neste clima, existem maneiras para os varejistas ajustarem suas operações, manterem os clientes e funcionários felizes e talvez definirem uma nova maneira de trabalhar depois que o pior do Covid-19 passar.

Seja autêntico 

Todos os seus clientes estão se ajustando a um novo normal. Reconhecer isso e se ajustar junto com eles permite que as pessoas saibam que você está com eles nessa jornada. Só porque seus clientes estão presos em casa, isso não significa que eles não querem se sentir e parecerem bem e comer direito. À medida que as pessoas estão ajustando seus estilos de vida, o autocuidado se torna uma prioridade. Nunca se sabe – as mudanças de conteúdo web que você faz agora podem se tornar as melhores práticas no futuro.

Para os varejistas de moda, em vez de colocar uma bolsa de grife em sua página inicial, talvez mudar para de treino ou lounge elegantes. Pense como fazer merchandising do seu site de uma forma diferente com base no estilo de vida em vez de categorias de produtos.

No lado da beleza, pense em apresentar vídeo tutoriais e incentive os clientes a experimentarem novos produtos e looks que podem não ser tão arriscados agora que eles sintam-se no conforto de casa, sem ter que correr para o escritório.

Lojas de conveniência podem focar na preparação de refeições saudáveis ou como trabalhar com menos ingredientes.

Além disso, com toda a incerteza atual, as políticas de troca de 30, 60 e 90 dias não funcionam. Muitas pessoas gostam de fazer devoluções de compras on-line na loja. Encorajar esta prática por meio de períodos de devolução prolongados pode impulsionar o movimento nas lojas após a crise ter passado.

Seja transparente 

Fornecedores e vendedores estão lidando com os mesmos problemas que os varejistas, então mantenha-se a par de suas situações, como suas limitações afetarão seu negócio e se comunique com os clientes de forma adequada. As forças de trabalho de fabricação e distribuição podem ser reduzidas, o que terá um impacto direto na sua capacidade de atender a demanda dos consumidores. Você provavelmente informa os clientes quando há poucas unidades dos itens que eles estão procurando no estoque, agora, dada a velocidade com que certos itens podem desaparecer, considere ajustar os critérios que acionam as notificações de poucas unidades em estoque. Quando os itens se esgotam, permita que os clientes configurem facilmente alertas de que o produto está disponível novamente e certifique-se de que as atualizações que você fornecer são precisas.

Mude o foco 

À medida que mais lojas físicas fecham temporariamente, a necessidade de interações e transações sem contato físico se tornou imperativa. Transforme seus associados de vendas em “influenciadores” on-line. Eles podem compartilhar looks e novos conteúdos com clientes para mantê-los engajados e sentindo que fazem parte da comunidade da sua marca – mesmo que eles não possam visitar sua loja física. Esta forma de “clientela digital” pode funcionar especialmente bem em categorias de beleza e moda.

Encoraje o digital 

Nem todos estão 100% confortáveis interagindo no mundo digital e, na verdade, para muitos varejistas, usuários não digitais representam uma grande parte de sua base de clientes. As condições atuais forçarão esses clientes a inundar os call centers, então agora é a hora de ajudar a aumentar a adoção digital com usuários não digitais e digitais.

Facilite para que esses clientes se envolvam digitalmente com a sua loja por meio de conteúdo educacional, como tutoriais e guias que explicam como usar seu aplicativo móvel ou como funciona a jornada a seu site. E não se esqueça de deixar claro para essas pessoas o que você está fazendo para manter seus dados pessoais seguros. Aumentar os níveis de conforto agora pode trazer grandes recompensas no futuro.

Bruce Richards, gerente sênior de marketing para varejo e bens de consumo da Adobe

Grupo Prosegur procura statups para criar espaços livres de Covid-19

O Grupo Prosegur, referência global em segurança privada, está com as inscrições abertas para startups que queiram participar do concurso global da companhia para criar espaços livres do Covid-19. O objetivo do desafio é planejar soluções eficazes que possam ser combinadas entre si e permitir a construção de uma proposta abrangente para o cliente final.

O desafio se concentra em três áreas prioritárias – controle do fluxo de pessoas no local de trabalho; controle de acesso e sistemas de validação de identificação que permitem controle de acesso automático e sem contato para trabalhadores e visitantes e sistemas de monitoramento de saúde usando plataformas Command & Control.

As inscrições ocorrem até 4 de maio pelo site http://www.prosegur.com/comein/comeincovid. O processo de seleção e avaliação escolherá 45 startups iniciais e terá dois comitês de seleção. Posteriormente, os 15 projetos finalistas apresentarão suas propostas piloto. Após esse processo, os cinco vencedores assinarão um contrato de quatro meses para trabalhar na melhoria de seus produtos, em colaboração com as unidades de negócios do Grupo Prosegur e seus clientes.

Como transformar números em estratégias de negócio

O que acontece? Por que acontece? Quando acontece? O que fazer? Estes são os questionamentos responsáveis por transformar os números da empresa em insights estratégicos. Na prática, o processo é conhecido como análise de dados onde um conjunto de informações obtidas dentro de um negócio serve de base para solucionar desafios e identificar futuras oportunidades – o que facilita a tomada de decisão e oferece uma maior previsibilidade mercadológica.

De acordo com Vitor Landim, consultor do Núcleo de Produção da Poli Júnior – Empresa júnior da USP, a tomada de decisão realizada por meio de dados é cada vez mais frequente nas empresas devido ao aumento da complexidade do ambiente corporativo. Inclusive, o movimento tende a crescer nesses tempos de incertezas ocasionadas pelos impactos do Coronavírus.

“Levando em consideração um cenário caótico no qual as decisões críticas dentro de uma organização significam a sobrevivência de um negócio, desenvolver uma análise de dados bem estruturada torna-se um diferencial de mercado visto que essas informações permitem que os líderes conheçam melhor o público-alvo, portfólio e processos organizacionais”, afirma o consultor que também já enxerga esse movimento em grandes empresas brasileiras. “Nesta pandemia o Grupo Pão de Açúcar, por exemplo, aumentou o estoque de produtos com base em dados da Europa tendo em vista que o continente se encontra em uma fase mais avançada do vírus em comparação com o Brasil”, complementa.

Para quem deseja implementar a análise de dados nos negócios, o primeiro passo é escolher o formato de armazenamento das informações. Em casos mais complexos, o ideal é recorrer a um Sistema Integrado de Gestão Empresarial (ERP), enquanto que em situações mais simples os dados podem ser facilmente centralizados em um Excel. Outra sugestão relevante é determinar os indicadores a serem coletados, que devem ser mensuráveis e visando um objetivo concreto.

“Acreditamos que a gestão de dados é indicada para qualquer tipo de negócio. Ou seja, desde os pequenos aos médios e grandes empreendimentos”, pontua Landim. Entre as principais vantagens da iniciativa, o especialista também cita o aumento de vendas, redução de custos e acompanhamento em tempo real da performance organizacional de maneira ampla ou extremamente aprofundada, melhorando o timing de reação da gestão e, consequentemente, adiantando as soluções para os desafios organizacionais.

Para mais detalhes sobre a análise de dados, basta acessar o link: Poli Júnior .

O engajamento online em tempos de crise

Por Carlos Busch, vice-presidente de vendas em varejo e bens de consumo da Salesforce Brasil

O isolamento social tem sido adotado em diversos estados e países como medida preventiva para combater a contaminação do COVID-19, seguindo a orientação da Organização Mundial da Saúde (OMS). Com o isolamento, os canais digitais tornaram-se ainda mais fundamentais, o que levou a um aumento o volume de dados da internet no país. Segundo dados do Núcleo de Informação e Coordenação do Ponto BR (NIC.br), em 23 de março o volume de dados chegou a 11 terabits por segundo (Tb/s). Além disso, o NIC observou uma distribuição uniforme do pico de tráfego, que antes era atingido após às 21h e passou a ser mais constante ao longo de todo o dia.

Desde o dia 12 de março alguns e-commerce registraram uma alta de até 180% nas vendas nas categorias alimentos e bebidas e beleza e saúde, segundo dados da Associação Brasileira de Comércio Eletrônico (ABComm). As compras online têm sido uma alternativa ao isolamento, já que diminuem os riscos de contágio devido à redução de contato. E isso vale para qualquer tipo de compras.

Neste cenário, diversos questionamentos e incertezas surgem, principalmente em relação aos negócios. Para os varejistas, interagir com o cliente, que não está mais indo às lojas físicas e se encontra exclusivamente no online, é um desafio que precisa ser encarado. Mas como engajar o consumidor que está online em meio a uma crise desconfortável para todos? Como suportar o alto volume sem perder a qualidade, mantendo o ecommerce funcionando mesmo em tempos de crise ? E mais, como se destacar entre as milhares de lojas online e marketplaces?

Acredito que a flexibilidade e confiança são a chave para o atual momento. Flexibilidade na operação, no atendimento, na entrega e nas formas de pagamento. E confiança na comunicação com os clientes e na relação com os colaboradores.

Crie experiências online atreladas à sua marca 

Com os consumidores online, as marcas não podem mais depender apenas de estratégias de lojas físicas. Mais do que nunca é preciso pensar digital, ter os clientes no centro da estratégia e ter uma força de trabalho engajada em elaborar novas formas de se conectar com os clientes.

Se possível, diversifique as formas de pagamento aceitas, deixe o cliente mais à vontade para escolher como pagar. Se a flexibilidade de pagamento não for possível, ofereça cortesias ou descontos nas compras online. Outra solução criativa é promover “gincanas” em seus canais como desconto ou brindes para os primeiros clientes que assinarem ou comprarem um serviço da sua marca, por exemplo.

Aumente a proatividade em relação as necessidades dos consumidores. Os canais de relacionamento são muito importantes, se precisar, disponibilize novos canais, por exemplo. É preciso entender o momento e as necessidades dos consumidores, mostre que sua marca está ali para atender as solicitações deles. Neste quesito, a sua equipe de atendimento é a linha de frente da empresa, eles precisam estar motivados e engajados em prover o sucesso dos clientes. Faça reuniões e esteja aberto para ouvi-los, com certeza eles terão as melhores ideias sobre o que os clientes buscam.

Algumas empresas têm apostado em soluções voltadas diretamente para o cliente final. Por exemplo, lojas de cosméticos estão fazendo “lives”, em canais como o Instagram, com maquiadoras fazendo tutoriais e dando dicas gratuitas para os clientes. Esta é uma forma divertida e inteligente de compartilhar conhecimento sobre seus produtos e se aproximar dos consumidores.

O perfil do consumidor após o COVID-19 será diferente do que estávamos trabalhando. Antes existia, para alguns varejistas ou ainda empresas de bens de consumo, a resistência de investir frontalmente em canais mais ágeis de atendimento, canais de compras/vendas online e uma comunicação mais digital. O que vimos nas últimas semanas nomundo todo, é que estas iniciativas, antes oportunidades, agora passaram a ser o modus operandi do mercado.Provavelmente após o COVID-19 elas serão mais intensas ainda, se comparadas aos períodos anteriores.

Vale ressaltar ainda que os desafios das empresas daqui para frente serão mais amplos. Não bastará estarem com vendas pela internet, atendimento com bots etc, mas sim oferecer a melhor oferta personalizada para cada consumidor. Para isto, recursos como inteligência artificial , dinamismo de personalização de conteúdos de forma consistente na visão única dos clientes.

Revise os fluxos e adote melhores práticas para suportar os altos volumes de tráfego 

1 – Reavalie fluxos críticos para a operação do seu e-commerce, faça reuniões recorrentes com as áreas chave da operação como a liderança, área técnica, produto, suporte e atendimento. Avalie os riscos em conjunto e faça os ajustes necessários para não ter surpresas desagradáveis.

2 – Com o trabalho remoto ampliado durante a quarentena, a sua VPN está sob um grande teste, por isso, converse com os fornecedores e solicite um suporte adicional. Além disso, restrinja o login a funcionários que têm papel crítico na operação, para poder resolver problemas rapidamente.

3 – Se você tem equipes trabalhando em diferentes fusos horários, desenvolva uma estratégia para garantir o maior suporte possível ao website, com o time que você tem atualmente. Ou adote horários flexíveis, para que a cobertura do suporte ultrapasse o horário comercial. Isso garante uma maior cobertura operacional durante qualquer disrupção – independente da hora em que ela ocorra.

4 – Desenvolva protocolos para guiá-los no caso de acontecimentos de impacto, como a atual crise. Inicie com diversos cenários de possíveis crises e crie, junto de sua equipe técnica, de planejamento e de comunicação (RP), maneiras de responder a eles. As ações de respostas precisam contemplar tanto o cenário interno, através de ajustes no fluxo do trabalho, quanto o externo, na comunicação com os clientes. Antes, verifique como seus serviços funcionam com 100% de visibilidade. A Salesforce disponibiliza uma plataforma online e gratuita, o trust.salesforce.com, para obter informações em tempo real sobre desempenho e segurança do sistema.

Estamos vivendo um momento em que as coisas mudam muito rapidamente e as incertezas têm sido maiores que as certezas. Por isso, mais do que nunca é preciso união, cooperação e compartilhamento de conhecimento, só assim conseguiremos sair desta crise fortalecidos.

Tecnologia e criatividade: como empresas precisam se reinventar para manterem-se relevantes em momentos de crise?

Por Gastão Mattos, Líder da IDid

A pandemia do novo coronavírus afetou diretamente o nosso comportamento. Para seguir as instruções da Organização Mundial da Saúde, as pessoas, por exemplo, mudaram a maneira de consumir e ampliaram suas compras pela internet, com o objetivo de manterem suas vidas intactas diante de tantas incertezas sobre a crise na saúde mundial.

 O novo comportamento da sociedade é visto no levantamento da NZN Intelligence, plataforma de pesquisa de mercado de uma empresa de mídia digital, que 69% dos brasileiros entrevistados acreditam que a chegada do vírus mudará seus hábitos em relação à rotina de trabalho e estudo. No entanto, vale reforçar que, infelizmente, essas mudanças não ocorreram devido às inovações tecnológicas, mas por fatores de proteção dos indivíduos contra o vírus.

Com a pandemia, o e-commerce tornou-se um setor vital para a compra de produtos para necessidades básicas. De acordo com o Statista, portal alemão de estatísticas, a Itália, um dos epicentros da pandemia, teve, entre fevereiro e março, um aumento de 90% das vendas online, comparado ao mesmo período de 2019. Já no mercado online brasileiro ocorreu um aumento médio de 30%, em março de 2020, sendo que algumas lojas obtiveram um crescimento de até 180% em vendas de produtos de saúde e alimentação.

A crise da pandemia gerou perspectivas para um crescimento mais expressivo do e-commerce, já que as pessoas precisam ficar em casa para se protegerem do novo coronavírus. O momento também proporcionou uma mudança dos tradicionais consumidores de lojas físicas, que reduziram seus medos e deram uma chance para a utilização do comércio digital.

Diante dessa mudança abrupta na relação do consumidor com as lojas, será que as empresas estavam ou estão preparadas para a adaptação de suas operações comerciais, principalmente se avaliarmos as micro, pequenas e médias empresas?

O setor supermercadista, que tinha baixa participação no mercado eletrônico antes da pandemia (4%), algumas grandes redes mostraram fragilidade na absorção do alto impacto de demanda pela Internet. Houve casos como a interrupção dos serviços de delivery em um determinado período ou a ampliação no prazo da entrega dos produtos. A mudança para o mercado digital trouxe um impacto negativo inicial, revelando certa fragilidade em todo o processo e plataformas de serviço utilizadas no e-commerce.

Em contrapartida, porém, empresas de menor porte têm demonstrado boas maneiras na adaptação na maneira de vender. Ao invés de simplesmente fecharem suas portas e aguardarem o fim da pandemia, muitas lojas, principalmente as de bairro, têm usado da criatividade e ferramentas tecnológicas simples para manterem-se ativas nos negócios.

Para o processo de mudança das micro, pequenas e médias empresas para o e-commerce, o uso de ferramentas básicas, que não são integradas com alta tecnologia e exigem investimentos altos para sua implementação, tem sido a principal atitude.

Como exemplos estratégicos de adaptação e seguindo a teoria do movimento cultural Do It Yourself (Faça você mesmo), algumas lojas de bairro se uniram e criaram suas redes de comunicação para atender os clientes por meio das redes sociais. Com a criação de um grupo no WhatsApp, por exemplo, mercados, farmácias, padarias e até empresas de entrega locais utilizam essa ferramenta para se integrarem e realizarem o atendimento, passarem as informações e concluírem as entregas. Tudo como se fosse uma grande empresa de diversos segmentos de atuação, e que trabalham para que o cliente compre suas encomendas sem sair de casa.

Um supermercado de bairro, situado na Zona Oeste de São Paulo, é uma prova positiva de adaptação à nova demanda de consumo. O dono utilizou o cadastro de seus clientes frequentes e avisou via WhatsApp que os pedidos poderiam ser feitos pelo aplicativo, com o envio da lista de produtos pela mesma ferramenta. Ao receber a solicitação, o funcionário da loja coloca o produto no carrinho do cliente e informa se está pronto para a retirada ou em falta no estoque. No final do processo, a loja envia o horário disponível para a retirada da compra pelo mesmo app de comunicação digital.

Com uma estratégia simples e sem custos de implementação no supermercado de bairro paulista, a criação de um “pick-up store” facilitou que o cliente se desloque até a loja e o pedido seja entregue, com pagamento via cartão no POS remoto do funcionário encarregado. Tudo feito sem que o cliente precise sair do carro. A implementação desse processo de compras no estabelecimento local, além de conseguir atender com rapidez, ampliou a fidelidade de seus clientes, proporcionada pela nova necessidade de interação.

Para quem nunca utilizou o comércio eletrônico, uma dica é que as lojas podem utilizar as empresas de marketplace como um canal confiável de vendas. Junto a isso, e sem custo algum, as redes sociais são ótimas ferramentas de interação de contato com os clientes e divulgação de promoções.

Em tempos de crise, é preciso improvisar e identificar quais são as demandas essenciais a serem tratadas com as ferramentas disponíveis para atender os clientes. A tecnologia existe e é fundamental para manter as atividades do mercadinho, peixaria, padaria, farmácias e tantos outros estabelecimentos. O que fica de lição e aprendizado para todos nós é que, com tudo isso que está ocorrendo, podemos alinhar o uso tecnológico à criatividade que os empreendedores brasileiros possuem em seu DNA, especialmente nos momentos de tempestade.

 

Como se planejar para cenários extremos com testes de estresse

Por Renato Fiorini, gerente de Soluções de Risco do SAS para América Latina

Responder a cenários extremos de negócios é, em muitos casos, um processo que não só exige líderes competentes, mas também pede a introdução de algumas habilidades específicas. Nos últimos anos, os bancos entraram em um consenso sobre o valor estratégico de um sistema sólido de análise financeira e de risco baseado em cenários – o que se torna ainda mais relevante diante da pandemia do COVID-19.

Com a crise financeira esperada como resultado da disseminação do vírus por todo o mundo, empresas têm de encontrar novas formas de gerar receita enquanto navegam mares tempestuosos. Em momentos assim, a ferramenta de teste de estresse é a melhor aliada para avaliar decisões que devem ser tomadas e ter mais clareza sobre situações muitas vezes delicadas.

Sua organização sabe, por exemplo, quanto de financiamento será necessário para superar a crise financeira? Tem visibilidade da eventual necessidade de demitir alguns dos recursos humanos qualificados que possui atualmente? Estes são apenas dois exemplos das questões que afligem os negócios atualmente. Porém, há um lado positivo: um estudo publicado pela McKinsey em março de 2020 apontou que as organizações podem mitigar as tenebrosas previsões econômicas adotando uma combinação de governança forte, estruturas eficazes de TI, um bom framework de gestão de risco e divulgação de dados que garanta transparência.

O teste de estresse ajuda os tomadores de decisão a responderem questões do negócio que envolvem muitos “se”. Ele se concentra no portfólio do próprio banco, em áreas como avaliação de risco em produtos-chave ou segmentos de clientes. Também avalia processos operacionais, como a compreensão dos riscos legais, e outros aspectos do negócio. Todas as informações externas que podem afetar os negócios também estão incluídas.

Uma abordagem ágil para a modernização do teste de estresse 

Para realizar testes de estresse melhores, o ideal é ter uma estrutura com poucas complexidades – e sobretudo com baixo custo relacionado à infraestrutura ou ao licenciamento de software.

Cenários de negócios de alto impacto, em que ferramentas robustas de teste de estresse podem ajudar, incluem planejamento financeiro, definição de apetite a risco, criação de análises de sensibilidade e possibilidades, assim como a identificação de quaisquer riscos emergentes e teste de estresse reverso.

Dependendo da abordagem de teste de estresse escolhida, é possível realizá-lo rapidamente, importando os dados do balanço da empresa para a solução para a simulação de diferentes decisões gerenciais em diversos cenários para validar e planejar ações.

Casos de uso e benefícios de teste de estresse eficientes 

O processo do teste deve considerar, sistematicamente, os pontos de vista únicos dos principais gestores e executivos sobre o ambiente de negócios previsto, as perspectivas econômicas gerais e a estratégia competitiva do banco, as atividades de levantamento de capital e o apetite a risco.

Esses executivos debatem e concordam sobre cenários hipotéticos, determinam limites de risco para cada um deles, definem os cenários, executam os testes e usam os resultados para gerir melhor os riscos.

Teste de estresse modernos e automatizados podem oferecer muitos benefícios tangíveis para as organizações. Ao executar testes e determinando limites nos piores cenários – mesmo os menos prováveis -, os riscos se tornam transparente por todo o negócio. Esta transparência obriga todos no negócio a pensarem sobre o risco de forma mais dinâmica e a gerenciá-lo com mais proatividade.

Os resultados dos testes de estresse ajudam os tomadores de decisão a compreender melhor as contrapartidas entre oportunidade e risco, mensurar desempenho ajustado ao risco, e tomar decisões de gestão com conhecimento.

Esses são alguns dos principais elementos que devem ser considerados para aproveitar as capacidades dos testes de estresse 2.0 na nova ordem mundial. Ao adotar essa abordagem, sua organização estará mais bem preparada para tomar decisões melhores e lidar com cenários extremos com mais confiança.

Chemours inaugura novo centro de excelência global em inovação

A Chemours Company (Chemys) (NYSE: CC), empresa química global líder de mercado em produtos fluorados, soluções químicas e tecnologias de titânio, abriu formalmente seu novo centro de inovação, o Chemours Discovery Hub, no campus de Ciência, Tecnologia e Pesquisa Avançada (STAR, siga em inglês), da Universidade de Delaware.

As instalações de ponta abrigam, agora, mais de 300 dos principais pesquisadores e cientistas da empresa, concentrando, em um único local, a maior parte dos esforços de inovação da Chemours nos Estados Unidos, para maximizar a colaboração e a eficiência. O Chemours Discovery Hub mede cerca de 30 mil m², possui mais de 130 laboratórios individuais e foi construído ao longo de 24 meses sem que um único incidente de segurança causasse qualquer atraso.

No Discovery Hub, a Chemours aprofundará sua parceria de pesquisa com a Universidade de Delaware e realizará experimentos com professores e alunos para desenvolver novas aplicações para seus produtos. Além disso, a empresa usará suas instalações para atrair e recrutar estagiários, colaboradores e funcionários em potencial. 

“É muito mais do que uma nova instalação de P&D; trata-se do investimento de nossa empresa em mentes jovens que aprenderão sobre química por meio do Discovery Hub, sobre o nosso investimento contínuo em Delaware e o nosso investimento em uma linha de inovação, que capacitará nossos clientes, mudando o mundo para melhor”, disse Mark Vergnano, presidente e CEO da Chemours. “O Chemours Discovery Hub é um símbolo vivo da empresa que estamos nos tornando: aberta, colaborativa, imaginativa e voltada para o futuro. Estamos emocionados em ver as inovações que nossa equipe sonhará neste edifício, no ambiente criativo de uma universidade pública”.

“Quando começamos a construção do Chemours Discovery Hub no Campus STAR, há dois anos, expressamos nossa visão compartilhada de uma parceria de pesquisa de ponta que expandiria as fronteiras do conhecimento científico, inspiraria o importante trabalho de nossos talentosos colaboradores e abasteceria nossa economia nos próximos anos”, disse o presidente da UD, Dennis Assanis. “Hoje, vemos essa visão se tornar realidade. Estou muito motivado pelas oportunidades incríveis que temos pela frente”.

O Chemours Discovery Hub é um dos maiores centros de P&D do estado de Delaware e uma das maiores instalações de P&D da indústria química. Alguns dos produtos da empresa foram usados ​​para construir o prédio: os refrigerantes Opteon ™ com baixo potencial de aquecimento global fornecem 4.000 toneladas de capacidade de refrigeração e o prédio é isolado com 43 toneladas de espuma Spray Opteon ™. Mais de 2.800 galões de tinta contendo dióxido de titânio Ti-Pure ™ foram usados ​​para o revestimento do edifício. Os fluoropolímeros Teflon™ foram utilizados ​​para isolar os 180 km de cabos da rede de construção.

Mais de 2.000 janelas alinham-se no Discovery Hub, maximizando o uso de luz natural por meio da planta baixa do edifício. Mais de 1,4 milhão de libras (635 toneladas) de conduítes e 41 km de tubulações e dutos foram instalados para levar os serviços aos espaços de laboratório do Discovery Hub. O edifício obteve uma classificação de três em quatro do sistema de classificação de edifícios sustentáveis ​​Green Globes.“A colaboração entre os empregadores de Delaware e nossas instituições de ensino nunca foi tão importante para o futuro de nossa economia”, disse o governador de Delaware, John Carney. “Essa colaboração no campus da STAR entre a Chemours e a Universidade de Delaware impulsionará a inovação, conectará estudantes com líderes em seus campos e manterá em Delaware muitos dos nossos mais talentosos e inovadores jovens. Essa instalação de ponta também continuará uma longa tradição de importantes descobertas científicas em Delaware e manterá bons empregos bem remunerados em nosso estado”.

LIVE Brasscom: Como será a retomada da economia e combate à desigualdade no setor de TIC pós COVID-19

Na quinta-feira, 30 de abril de 2020, a Brasscom – Associação Brasileira das Empresas de Tecnologia da Informação e Comunicação, irá promover uma live para fazer sobre a retomada da economia pós pandemia do coronavírus. Entre os convidados, está o CEO da BRQ Digital Solutions, uma das maiores empresas de tecnologia do país, Benjamin Quadros.

Mediada pelo Presidente Executivo da Brasscom, Sérgio Paulo Gallindo, o objetivo do debate é propor políticas públicas e ações de responsabilidade social que reduzam o impacto à população, além de levantar aplicações com uso de tecnologias para enfrentar crises epidemiológicas.

Além de Benjamin Quadros, o evento contará com a presença de Laércio Consentino, Presidente do Conselho de Administração da TOTVS; e Luiz Mattar, Presidente da TIVIT. Para participar, basta acessar o link: http://bit.ly/2XDES8g

SERVIÇO: 
Data: 30 de abril de 2020 – quinta-feira
Horário: 17h00 – 18h00
Local: Zoom transmitido ao vivo pelo Youtube

TIM Brasil anuncia acordo com Google Cloud

A TIM Brasil anuncia acordo com o Google Cloud no uso da solução Google Cloud Platform (GCP) como sua plataforma estratégica de nuvem para Big Data, inteligência de negócios e aprendizado de máquina. A plataforma permite que a empresa faça análises em tempo real para obter insights exclusivos sobre seus negócios. Essas informações ajudarão a operadora a aprimorar ainda mais seus serviços ao cliente, o planejamento e a otimização da rede, além de fornecer ofertas personalizadas aos usuários e produtos baseados em dados e analytics. O Google Cloud será responsável pelo fornecimento da Google Cloud Platform (GCP) e também de toda a consultoria que envolve a migração do ambiente atual, no redesenho e otimização em nuvem, além do apoio na construção do CoE (Centro de Excelência) da TIM, que será responsável em fazer toda a gestão do ambiente após sua conclusão.

A plataforma permite que a operadora otimize e aprimore sua plataforma de Big Data e Analytics, assim como novas parcerias sejam criadas e os recursos sejam explorados, evoluindo as campanhas e processos existentes. Por meio do acordo, a TIM também fará uso de outros serviços da plataforma Google Cloud, como BigQuery, Dataproc, Dataflow, Cloud Composer, Data Fusion e Google Kubernetes Engine. Esses serviços ajudarão a simplificar a integração, permitindo que os cientistas e analistas de dados sejam mais produtivos, focando os esforços em otimizar processos e serviços da operadora e atuando em parceira com a Google, usando os serviços de PaaS (Plataform as a Service) para simplificar a configuração e gestão da infraestrutura.

PayPal lança seu relatório anual de Impacto Global

A PayPal Holdings, Inc. (NASDAQ: PYPL) divulgou hoje seu terceiro Relatório Anual de Impacto Global, destacando suas estratégias, atividades ambientais e sociais e de governança (ESG), além do progresso de suas operações globais em 2019. O documento destaca as iniciativas do PayPal com o objetivo de melhorar a saúde financeira da companhia e de seus funcionários, promover uma força de trabalho inclusiva e diversificada, minimizar seu impacto ambiental e trabalhar para garantir que seus negócios operem com responsabilidade.

Em meio à pandemia global da Covid-19, o PayPal reafirmou seu compromisso com seus funcionários, clientes e comunidades em todo o mundo. A empresa implementou medidas para proteger o bem-estar físico e a segurança financeira de seus funcionários por meio de políticas remotas de trabalho e aumento do tempo de folga, por meio de seu Programa de Licença para Crises. A empresa tomou medidas para ajudar seus mais de 24 milhões de clientes-lojistas afetados pela pandemia, incluindo renúncia a determinadas taxas e adiamento de pagamentos em certos empréstimos comerciais. Além disso, o PayPal apoiou os esforços de assistência à comunidade por meio de novos programas de doação (que contam com a participação de seus funcionários), lançou campanhas de angariação de fundos em todo o mundo por meio do PayPal Giving Fund e fez doações para regiões altamente impactadas. A empresa também trabalhou com governos e agências reguladoras para conceder empréstimos de forma eficiente a pequenas empresas por meio do Programa de Proteção de Salárioda SBA (a entidade norte-americana responsável pelas políticas voltadas às PMEs) e estímulos, via governo, a consumidores nos EUA.

“A responsabilidade das empresas foi além de apenas proporcionar emprego e proporcionar crescimento aos acionistas. A expectativa crescente das partes interessadas é o aumento do imperativo de que as empresas precisam agir como defensoras de mudanças sociais e ambientais positivas, pois o objetivo e o lucro estão cada vez mais unidos”, disse Dan Schulman, presidente e CEO do PayPal. “À luz dos desafios que o mundo enfrenta como resultado dos efeitos contínuos da Covid-19, estamos mais comprometidos do que nunca em apoiar nossos funcionários, clientes e comunidades durante este período. Nossos produtos e serviços são, talvez, mais críticos do que nunca, e nossa força de trabalho se uniu para ajudar os mais vulneráveis ​​durante esta crise comações significativas.”

O PayPal continuou a fazer progressos notáveis ​​em sua estratégia de impacto global e alcançou marcos importantes. A empresa concluiu sua primeira avaliação abrangente de materialidade e priorização ESG (Environmental, Social, and Governance), para identificar os principais tópicos não financeiros de maior importância para a missão da companhia e de seus stakeholders. Além disso, o PayPal examinou ainda mais como suas atividades comerciais se alinhavam aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) das Nações Unidas, identificando que tem feito uma contribuição direta e positiva a 10 das 17 metas do documento. Exemplos notáveis ​​incluem garantir que todos os homens e mulheres tenham direitos iguais aos recursos econômicos, bem como aumentar o acesso de todas as empresas a serviços financeiros, incluindo linhas de crédito.

O Relatório de Impacto Global 2019 do PayPal foi dividido em quatro áreas prioritárias: inovação social, funcionários e cultura, sustentabilidade ambiental e práticas comerciais responsáveis. A seguir, os principais destaques do documento:

Inovação social: o PayPal contribui para uma economia global mais inclusiva, melhorando a saúde financeira,fomentando doações e fortalecendo suas comunidades. A empresa:
• Alavancou o poder de sua plataforma de doação para processar US﹩ 16 bilhões em contribuições de mais de 40 milhões de pessoas em todo o mundo.
• Utilizou o poder de sua força de trabalho global (mais de 43% de seus funcionários participaram na campanha de empréstimos da Kiva) para capacitar cerca de 10 mil empreendedores em 36 países.
• Desenvolveu produtos e serviços para ajudar indivíduos e empresas a melhorar sua saúde financeira, incluindo a Plataforma de Comércio do PayPal e as soluções de financiamento comercial do PayPal, além de investimentos em empresas que impulsionam o bem-estar financeiro.

Funcionários e cultura: o PayPal promove uma forte cultura centrada no funcionário, reforçada por seus valores principais de colaboração, inclusão, inovação e bem-estar. A empresa:
• Tornou uma prioridade estratégica fortalecer a saúde financeira de seus funcionários, estabelecendo umprograma de bem-estar financeiro dedicado a eles. Por meio desse programa, o PayPal aumentou os salários, ampliou os benefícios, reduziu custos com assistência médica e deu a cada funcionário participação acionária na empresa.
• Manteve a igualdade salarial de 100% para as mulheres globalmente e a paridade salarial étnica nos EUA pelo quarto ano consecutivo e defendeu políticas públicas inclusivas, como a assinatura de boletins em apoio ao programa DACA (Deferred Action for Childhood Arrivals).
• Continuou a construir uma força de trabalho diversificada e inclusiva por meio de programas como o treinamento de inclusão consciente, concluído por mais de 90% de todos os funcionários globais; e expandiu o Programa de Contratação Diversa para exigir um candidato diversificado para todas as vagas em aberto. A diversidade total do PayPal em 2019 foi de 57% em todo o mundo, incluindo um aumento de 6% nos cargos de tecnologia ocupados por mulheres e de 12% nas minorias étnicas em cargos de diretoria ou superior.

Sustentabilidade ambiental: o PayPal está focado no gerenciamento responsável e na redução de seu impacto ambiental. A empresa:
• Combinou 65% da energia em data centers com geração renovável, representando um progresso significativo em direção à meta de 100%, prevista para 2023.
• Fez progressos significativos no sentido de estabelecer uma meta baseada na ciência para reduzir suas emissões de gases de efeito estufa, alinhadas com o Acordo Climático de Paris, e uniu-se à coalizão United for Paris, para reforçar o apoio ao cumprimento das metas estabelecidas no acordo.
• Reuniu seus funcionários mais engajados para oferecer seu tempo e talento a tratar de questões relacionadas ao clima e desenvolver produtos inovadores e sustentáveis, incluindo a criação e o lançamento do iZettle Ocean Reader, primeiro leitor de cartões do mundo feito com plástico reciclado retirado dos oceanos.

Práticas comerciais responsáveis: a abordagem do PayPal para operar seus negócios é ética e responsável.A empresa:
• Fechou parceria com organizações para combater crimes financeiros globais, incluindo a Polaris, para combater e interromper os fluxos de caixa do tráfico de pessoas; e o Centro de Criminalidade e Resiliência Comunitária da Northeastern University e do University of Chicago Crime Lab, para entender melhor os mecanismos de financiamento da venda ilegal de armas de fogo.
• Continuou a construir uma forte cultura focada na privacidade e na segurança de seus clientes, incluindo a certificação de seu programa de segurança da informação para os padrões ISO 27001.
• Continuou a avaliar sua abordagem à privacidade e a identificar maneiras de proteger melhor os dados de seus clientes por meio de seus oito princípios de privacidade, que servem como base ou padrões em toda a empresa: coletar, usar, divulgar, armazenar, proteger, acessar, transferir e processar dados pessoais.

Para visualizar e baixar o relatório de 2019, visite o site ImpactGlobadPayPa(em inglês). Embora esse relatório apresente alguns dos programas recentes do PayPal, visite o NewsroodPayPaBrasipara obter atualizações, incluindo informações dos últimos esforços da empresa para enfrentar a Covid-19.

BRQ Solutions anuncia 400 cargos disponíveis

No último mês, a pandemia do novo coronavírus tomou conta dos noticiários. Muitas empresas fechando, demitindo funcionários, negociando contratos, porém existem empresas que, mesmo diante das dificuldades, conseguem manter suas equipes intactas e mais ainda: empregar novos funcionários durante a crise, incluindo onboarding virtual para agilizar ainda mais este processo. Um dos exemplos é a BRQ Digital Solution.

A empresa é uma das maiores de tecnologia do país e se dedica a promover a digitalização de bancos, seguradoras, companhias de telecomunicação e outras. Com mais de 2 mil funcionários em seis unidades, a BRQ possui em média 400 vagas espalhadas pelo Brasil e com salário máximo de R$ 12.000, além dos benefícios. Entre os cargos estão Desenvolvedor Java, Desenvolvedor. Net, Desenvolvedor Mobile IOS e Desenvolvedor Mobile Android e Tech Lead Mobile. As vagas estão disponíveis no link.

Recentemente, a empresa inovou e trouxe trouxe para sua gestão uma nova forma de encontrar estes profissionais: capacitando pessoas dispostas a mudarem de área “Começamos a recrutar aqueles em busca de um novo horizonte profissional, com zero base técnica, mas com 100% de força de vontade e comprometimento para testar nossa teoria de que a Tecnologia é inclusiva, é para todos”, relata Michel Rodrigues Maciel, Gerente de Projetos da empresa.

O sistema é simples e vantajoso para todos: os futuros devs são contratados em regime CLT com o cargo de Analista de Sistemas Jr. e, após a capacitação, viram “sombra” do Analista Sênior para entender melhor as necessidades do projeto. Eles acompanham reuniões, calls e começam a realizar as primeiras tarefas, sob supervisão constante, até que demonstrem maturidade para maior autonomia e responsabilidades.

Justiça de SP determina suspensão integral de alugueis de loja do Aeroporto de Guarulhos durante a pandemia

A juíza Natália Schier Hinckel, da 3ª Vara Cível do Foro de Guarulhos, determinou liminarmente a suspensão integral dos alugueis mínimos referentes a uma loja situada no Aeroporto Internacional de Guarulhos, desde a decretação do estado de calamidade pública pelo Congresso Nacional, em 20 de março, até o fim da calamidade.

A advogada responsável pelo caso, Talita Veloso Dias, do escritório Cerveira, Bloch, Goettems, Hansen & Longo Advogados Associados, ressalta que a juíza determinou que a loja mantenha o pagamento do aluguel sobre o percentual de faturamento. ” A decisão readequou o valor real do aluguel, considerando que o movimento do Aeroporto caiu por conta da pandemia provocada pelo coronavírus. A magistrada entendeu que a desaceleração da economia, e a queda brusca dos faturamentos dos lojistas, pode levar o comerciante a uma ruína econômica mesmo sem ordem governamental para o fechamento da loja – e este fato justifica a alteração do aluguel”, afirma.

A juíza frisou na decisão que “Não se trata, a toda evidência, de instituição de moratória pelo juiz, mas da readequação do valor da prestação, porquanto evidente que não mais se mantém as condições de clientela de quando foi firmado o pacto. E a readequação deve perdurar enquanto se mantiver o período de imprevisibilidade”.

O futuro da educação: colaboração entre instituições de ensino e empresas será primordial

Por André Gatti 
Empresas e instituições de ensino têm um objetivo em comum: ambas sabem que precisam preparar pessoas para trabalhos muito diferentes no futuro. Abordagens preditivas e ágeis para identificação de habilidades, alterações de currículos e modelos de ensino baseados em soluções digitais serão essenciais. Mas será que elas já estão preparadas para isso?
Estudo recente realizado com empresas e instituições de ensino superior identificou que muitas empresas globais têm sido lentas para adaptar seus programas e abordagens de ensino, e muitas delas ainda estão em estágio inicial de identificação das habilidades mais relevantes no futuro.
Enquanto acima de 70% das empresas e instituições de ensino concordam que é extremamente importante a preparação de colaboradores e estudantes para atuar com as tecnologias digitais emergentes, elas estimam que apenas 25% dessas pessoas estejam preparadas atualmente.
A previsão é que esse porcentual mais do que dobre, subindo de 25% para cerca de 60%. Isso significa que um grande investimento em capacitação será necessário para preparação das pessoas para os empregos do futuro. Atualmente, grande parte do investimento das instituições de ensino superior é focado em infraestrutura e formas digitais de entrega de conteúdo. Embora isso seja, importante, essas empresas também indicam que precisam focar urgentemente no ensino das habilidades que serão mais importantes no futuro, identificando gaps existentes e adequando seus programas.
Um ponto comum entre as empresas e as instituições de ensino é a preocupação com as habilidades de seus líderes e educadores para que possam preparar os profissionais do futuro. Para endereçar esses pontos, as companhias precisam eleger a capacitação de seus colaboradores como prioridade estratégica, assegurando que os objetivos do negócio estejam alinhados com a estratégia da força de trabalho. Já no caso das instituições de ensino, os educadores devem mudar sua forma de atuação, deixando de ser controladores dos sistemas de ensino e passando a atuar como facilitadores de educação. O foco não deverá mais ser em definir o que estudantes devem aprender, mas sim oferecer liberdade para que eles decidam o que querem aprender, guiando-os nessa jornada.
Com relação às habilidades e aos conhecimentos que deveriam ser priorizados, existe senso comum de que áreas como robótica, inteligência artificial (IA), ética, e habilidades técnicas como desenvolvimento de apps e design de interfaces com usuários serão essenciais. Mas quando o assunto é o conjunto de habilidades humanas que nos diferenciam das máquinas – comunicação, flexibilidade, capacidade de resolução de problemas -, existe uma grande discrepância entre o que pensam as empresas, das quais 80% consideram importantes esse tipo de habilidade, e as instituições de ensino, das quais somente 46% acham que isso deveria ser prioridade para elas.
Outro grande desafio é como criar currículos de ensino dinâmicos. Atualmente, cerca de 70% das instituições deensino superior atualizam seus currículos apenas a cada dois até seis anos. Nesse ponto, as empresas estão mais adiantadas, e cerca de 43% delas atualizam os currículos a cada um até dois anos, e 75% pretendem atualizar seus currículos com frequência muito maior, algumas até planejando modelos de atualização contínua. Uma forma de acelerar a atualização dos currículos é mover de um modelo de criação de conteúdos para outro de curadoria de conteúdos disponíveis.
O futuro da educação passa não somente pelo conteúdo, mas como ele é entregue às pessoas. Tanto as empresas como as instituições de ensino superior entendem que tecnologias como realidade virtual (VR) e realidade aumentada (AR) serão essenciais no futuro. Também existe um certo consenso de que o uso de inteligência artificial para criação de treinamentos totalmente personalizados e a identificação em tempo real da performance de colaboradores e estudantes são uma tendência. No entanto, quando se trata da importância de aulas e treinamentos presenciais no futuro da educação, mais de 70% das instituições de ensino acreditam que elas continuarão sendo relevantes, enquanto somente 44% apostam nessa abordagem.
Uma consequência de todos os desafios que foram descritos é que as organizações estão percebendo a importância de tornar as pessoas mais responsáveis por seu desenvolvimento, para que continuem relevantes. Para isso, é necessário que seja criada uma cultura de aprendizado, em que os indivíduos se sintam motivados a aprender cada vez mais.

Resumindo, são três as principais áreas de foco para que as organizações se preparem para o futuro da educação:

• Velocidade para monetização dos dados: como a coleta e análise de informações são utilizadas paracriação e curadoria de conteúdo, além de alimentarem sistemas para criação de currículos personalizados.
• Simplificação da infraestrutura tecnológica: soluções baseadas em inteligência artificial, AR/VR e outras terão de se integrar com os sistemas atuais. Caso sistemas antigos sejam uma barreira para essa integração, talvez seja o momento para modernizá-los.
• Inovação: muito em breve, os tempos dos ciclos atuais para desenvolvimento de cursos e treinamentos não serão mais aceitáveis, e é nesse ponto que entra a possibilidade de se juntar a ecossistemas externos, por meio de plataformas ou parcerias.
Mas de quem seria a responsabilidade da preparação da força de trabalho atual e futura? A maioria das empresas e instituições de ensino superior acredita que a outra parte é quem deveria ter a responsabilidade maior no desenvolvimento de um amplo conjunto de habilidades humanas. Além disso, ambos se preocupam com a capacidade da outra parte na preparação das pessoas para os empregos do futuro. O lado positivo é que tanto empresas como instituições de ensino já enxergaram que a colaboração entre elas será fundamental na preparação das pessoas para o futuro.
André Gatti, diretor de Telecomunicações, Media & Tecnologia da Cognizant no Brasil.

Lojas Renner e Einstein lançam plataforma colaborativa Inovação do Bem

A Lojas Renner e a Eretz.bio, incubadora de startups do Hospital Israelita Albert Einstein, lançaram a plataformaInovação do Be (http://inovacaodobem.com) para conectar hospitais a produtores de itens de proteção individual e uniformes, com o objetivo de contribuir no enfrentamento da pandemia da Covid-19 no Brasil.

Idealizada de forma conjunta e colaborativa pela Eretz.bio e pela varejista de moda, com a consultoria e suportedo professor Weber Amaral, PhD da Esalq/USP, a plataforma pretende auxiliar instituições de saúde de todo opaís na busca por parceiros no setor de confecção para suprir a alta demanda de equipamentos destinados aosprofissionais que lutam contra a doença.

“Existe a necessidade de aumentar significativamente a produção de itens de proteção individual para as equipes médicas que estão na linha de frente do combate à Covid-19. No mundo inteiro, os hospitais têmencontrado dificuldades para obter estes itens e muitas vezes, quando conseguem, os custos são elevados.Usamos a nossa expertise no varejo de moda para alavancar a produção desses materiais através desta plataforma de colaboração, que está a serviço de um propósito maior: salvar vidas ajudando a proteger os profissionais de saúde que têm uma atuação essencial e heroica neste momento”, diz Fabio Faccio, diretor presidente da Lojas Renner. Recentemente, a companhia viabilizou a produção e doação de 1,3 milhão de máscaras e aventais a instituições hospitalares de diferentes cidades.

“Combater a pandemia da Covid-19 implica uma assertiva gestão de recursos pelos líderes da saúde que vêm sendo desafiados diariamente em virtude da escassez de recursos. A necessidade de recursos materiais é enorme, mas é certo que o recurso mais importante nesse momento é o profissional de saúde. Garantir EPIs com custos acessíveis é uma prioridade, como máscaras, óculos, luvas e aventais, dentre outros. Precisamos garantir a saúde de quem cuida”, afirma Claudia Laselva, diretora da Unidade Hospitalar Morumbi do Hospital Israelita Albert Einstein.

Colaboração e conhecimento 

A plataforma Inovação do Bem é uma rede aberta, na qual hospitais podem fazer um cadastro, especificando suas necessidades mais urgentes, e encontrar empresas aptas e disponíveis para confeccionar os materiais e uniformes em acordo com as orientações técnicas dos órgãos competentes, em todas as regiões do Brasil.

A iniciativa também se propõe a servir como um hub de conteúdo qualificado a respeito do assunto. Nesse sentido, vai compartilhar informações atualizadas sobre prevenção e cuidados referentes à Covid-19, com curadoria do time do Einstein. Além disso, disponibilizará os desenhos e a ficha técnica dos moldes demáscaras e aventais desenvolvidos pela Renner em parceria com seus fornecedores, em linha com os requisitos de proteção dos órgãos de saúde, para que empresas ou empreendedores que tenham interesse possam passar a fabricá-los.

Inovação a serviço da saúde 

Entendendo o importante papel desempenhado pela inovação no enfrentamento da crise gerada pela Covid-19, a plataforma ainda está organizando um desafio para impulsionar o surgimento de soluções relacionadas àprodução de máscaras de proteção para equipes médicas. A intenção é encontrar alternativas de novos materiais e modelos que sejam de fácil utilização, seguros e confortáveis por longos períodos de uso.

Qualquer pessoa maior de 18 anos pode inscrever sua proposta no site http://inovacaodobem.com/desafio/ atéo dia 4 de maio. Os projetos serão avaliados tendo como critério a viabilidade técnica e econômica, e os três finalistas apresentarão suas ideias, virtualmente, para uma banca formada por especialistas de ambas as empresas. O vencedor ganhará um prêmio de R﹩ 5 mil em dinheiro mais R﹩ 1 mil em compras nas lojas da Renner.

Hospitalar e Horas da Vida na luta contra o coronavírus

A HOSPITALAR (hospitalar.com), o mais importante evento de saúde da América Latina, e o Instituto Horas da Vida (horasdavida.org.br) lançam, nesta terça feira (28/04), a campanha Juntos no Combate, que conta com patrocínio da SAP Brasil. A iniciativa visa arrecadar doações de insumos, equipamentos e suprimentos para hospitais filantrópicos e santas casas. A campanha visa abranger os hospitais mais necessitados de todo o país.

Esta chamada para doações envolve as mais de 1.200 marcas de saúde que participam da HOSPITALAR. “Estamos fazendo o nosso papel. Há cerca de quase três décadas, fomentamos a aproximação de compradores e usuários do setor da saúde e fornecedores da área”, diz Waleska Santos, médica e fundadora da Hospitalar. Ela explica que caberá à Hospitalar levantar junto aos seus expositores materiais como protetor ocular, luvas, gorros, álcool gela, máscaras cirúrgicas, ventiladores e equipamentos de proteção individual (EPI’s).

Caberá ao Horas da Vida identificar as instituições filantrópicas em situação de vulnerabilidade e suas necessidades em conjunto com a CMB para repassar as doações arrecadadas. Elisangela Tolosa, diretora de desenvolvimento organizacional do Instituto, afirma: “Por sermos um hub de saúde, o que fazemos de melhor é concretizar bons encontros e contribuir com a saúde pública, que passa por um excesso de demanda inusitado e grave na pandemia”.

Apoiadores

A SAP participa com recursos que viabilizam planejamento e execução do projeto. “Neste momento, em que precisamos mobilizar o maior número de empresas para contribuir nas ações de combate à epidemia do Covid-19, entendemos que essa iniciativa traz forte impacto na vida dos profissionais de saúde, que estão na linha de frente, e por consequência contribui com um melhor atendimento aos pacientes”, explica Luciana Coen, diretora de Comunicação e Responsabilidade Social Corporativa da SAP Brasil.

A Campanha Juntos no Combate conta ainda com o apoio da CMB (Confederação das Santas Casas de Misericórdia, Hospitais e Entidades Filantrópicas) e do Sindhosfil (Sindicato das Santas Casas de Misericórdia e Hospitais Filantrópicos do Estado de São Paulo).

Mural de Voluntários

A HOSPITALAR ainda irá disponibilizar na página Juntos No Combate um mural com iniciativas para ajudar a comunidade por intermédio de ações solidárias e vagas voluntárias. As entidades que precisarem de voluntários poderão enviar seu anúncio, assim como voluntários poderão

TOTVS anuncia solução gratuita de teleatendimento médico

A TOTVS, maior empresa de tecnologia do Brasil, lança recurso de teleconsultapara clínicas e consultórios. A solução nasce diante da necessidade de orientação médica a distância, atualmente ainda maior considerando o cenário de isolamento social decorrente da pandemia de Covid-19. A novidade está disponível para clientes da solução Eleve Saúde – linha Personal Med, sistema de gestão médica oferecido pela companhia.

“O Conselho Federal de Medicina autorizou o teleatendimento no final de março para flexibilizar as consultas médicas nesse período, então, decidimos acelerar. Queremos apoiar milhares de médicos a manter pacientes, principalmente aqueles enquadrados no grupo de risco, que necessitam permanecer protegidos em casa, além de ajudar a desafogar o sistema de saúde”, destaca Ramon Silva, diretor de micro e pequenos negócios da TOTVS.

Com o novo recurso, é possível apontar durante o agendamento da consulta se o atendimento será presencial ou remoto e, no caso da segunda opção, gerar automaticamente um link para o teleatendimento. Simultaneamente, o paciente recebe um e-mail com todos os dados e instruções para se conectar àteleconsulta.

A consulta acontece em um ambiente digital e seguro, sem a necessidade de fazer o download de nenhuma aplicação, facilitando ainda mais a comunicação entre médico e paciente. Além disso, está em conformidade com a Portaria 467 do Ministério da Saúde. “Vale destacar que o ambiente é totalmente seguro e garante a privacidade necessária para a realização do atendimento clínico”, complementa Ramon.

Webinar “Você sabe o que é Telemedicina e como funciona no Brasil?” 

No próximo dia 07 de maio, a TOTVS realiza o webinar “Você sabe o que é Telemedicina e como funciona no Brasil?”, com Dr. Nicolau Damico, diretor da Clinitha Medicina Integrada, Dr. Antonio Carlos Endrigo, diretor de tecnologia da informação da Associação Paulista de Medicina, além de dois especialistas da TOTVS, para debater a importância da telemedicina e como a funcionalidade foi disponibilizada para os clientes Eleve Saúde – linha Personal Med.

Faça sua inscrição clicando aqui , ou acessando: http://register.gotowebinar.com/register/8201224652697341195