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Estudo da Convenia revela baixa digitalização do RH em empresas brasileiras

Muito se fala sobre o RH deixar de focar em atividades mecânicas e operacionais para ser cada vez mais estratégico, principalmente ao contar com a tecnologia como aliada. Segundo mapeamento recente realizado pela Liga Insights HR Techs somente no Brasil há 274 startups entregando soluções para as áreas de RH e suas operações na tentativa de tornar o setor mais digital.

Estudos como o Robotic Process Automation for HR and Payroll, da consultoria Ernst & Young revelam que os processos realizados pelo RH ao ser automatizados com softwares específicos, por exemplo, podem ser otimizados em até 65% e reduzir custos entre 50% e 70%

Mesmo assim, uma pesquisa realizada pela Convenia , empresa com soluções voltadas para automatização do departamento pessoal, apontou que poucas companhias utilizam recursos tecnológicos para digitalizar a área de Recursos Humanos. O estudo, realizado com cerca de 200 profissionais de pequenas e médias empresas, ouviu gestores, supervisores, assistentes diretores, CEOs e estagiários.

Os dados mostram que 67% dos entrevistados não utilizam nenhuma plataforma para realizar pesquisa de Clima Organizacional, por exemplo. Outros 54,90%, não usam ferramentas digitais para a gestão de benefício ou para realizar processos de recrutamento e seleção (44%), e 35,70% dizem o mesmo a respeito da gestão de processos na área de Departamento Pessoal.

Já para a comunicação interna, o cenário é mais animador, sendo a área mais digitalizada das empresas, porém ferramentas especializadas ainda não são predominantes. Cerca de 36% afirmam utilizar o WhatsApp para finalidade, enquanto outras apostam no Slack (13,20%) e no Skype (10,40%).

A pesquisa ainda apresentou uma escala de 0 a 10, para que fossem dadas notas de 0 para um RH nada digital e 10 para totalmente digital; a média ficou em 5,29. O dado mostra que apesar de alguns profissionais fazerem o uso de tecnologias no dia a dia, ainda não é o suficiente.

Para Marcelo Furtado, CEO da Convenia, o RH passou a ser um dos principais responsáveis pela experiência do colaborador nas empresas nos últimos anos, afetando diretamente a atração e retenção da mão de obra e, consequentemente, os resultados dentro das organizações. “Além de mudanças significativas na cultura organizacional, nos espaços físicos de trabalho e na relação empresa-funcionário, a tecnologia tem um papel essencial para transformar esta experiência em algo positivo. Com certeza, nos próximos anos veremos uma revolução digital na área”, avalia o empreendedor.

Não só remoto, nem só presencial: empresas investem em times distribuídos

A revolução tecnológica tem transformado diversos aspectos do dia a dia das pessoas, incluindo o modo como se relacionam, consomem e produzem. A internet e outras inovações têm permitido cada vez mais flexibilidade nas relação de trabalho e têm provocado diferentes impactos nas organizações.

De acordo com levantamento da empresa de tecnologia Citrix, até o fim de 2020, aproximadamente 90% das corporações brasileiras oferecerão aos funcionários modalidades de trabalho à distância. Nos últimos três anos, o Ibope já aponta o aumento do número de funcionários remotos, pelo menos em parte da carga horário de trabalho.

Para garantir os benefícios para a empresa e para o funcionário, é necessária a percepção de que nem todas as funções são adequadas para a modalidade, principalmente as que exigem ferramentas estáveis dentro de corporações ou um tipo de interação com maior dinamismo entre times. Além disso, nem todos os profissionais se adaptam ao trabalho remoto, como ressalta Daiane Peretti, gerente do time de Recursos Humanos do Olist.

É nesse contexto que surge uma nova modalidade de trabalho, a de times distribuídos – quando a empresa adota tanto o modelo de trabalho remoto quanto o modelo de trabalho presencial em diferentes escritórios.

“Trabalhar com equipes distribuídas é desafiador, pois é necessário garantir a fluidez da comunicação para quem está perto e para quem está longe, todos devem receber a mesma informação. Além disso, não são todos os perfis que se adequam ao trabalho remoto, precisamos respeitar quem prefere trabalhar de forma mais concentrada, em casa ou de um coworking, ou quem prefere estar próximo, interagindo a todo momento, gerando insights e não abre mão da proximidade física com os colegas”, ressalta a gestora.

Dessa forma, para conquistar equipes integradas e os melhores resultados, empresas como o Olist – startup que oferece a lojistas de todo o país um novo jeito de vender online – passaram a investir nos chamados times distribuídos, compostos por equipes presenciais e remotas, e também no auxílio-mudança, que destina uma quantia em dinheiro para realocar profissionais de outros estados que queiram estar presentes no escritório.

As modalidades estão disponíveis para times de desenvolvimento de software e cargos de gestão. “Estamos crescendo de forma acelerada e isso só é possível com o auxílio dos diversos talentos espalhados pelo país”, afirma Cristian Medeiros, CTO do Olist.

A empresa atua com o modelo de trabalho remoto no time de desenvolvimento desde a sua fundação, em 2015, e agora decidiu apostar também no modelo presencial. “Com o amadurecimento do negócio, sentimos a necessidade de construir um nível mais próximo de relacionamento entre nossos times. Então, enquanto os presenciais conseguem elaborar soluções de forma criativa em conjunto, os colaboradores remotos conseguem um foco em produtividade bem mais elevado. Dessa forma, podemos usufruir de um conjunto mútuo de benefícios”, completa o CTO.

A startup abraçou a causa e também passou a investir em facilitar a transferência de novos e antigos profissionais que morem em outras cidades e queiram trabalhar em um dos escritórios do Olist em São Paulo e Curitiba.

“Com o objetivo de facilitar a ambientação com a nova cidade, fornecemos uma quantia financeira para que o profissional organize sua mudança”, acrescenta Medeiros.

A startup, que recebeu recentemente uma rodada de investimento Série C de mais de R﹩ 190 milhões liderado pelo SoftBank – maior fundo de venture capital do mundo – começou suas atividades, em 2015, com 5 funcionários e atualmente conta com quase 400 colaboradores. O Olist segue expandindo sua equipe e tem uma grande quantidade de vagas abertas.

Apesar da rápida expansão, por meio de ações internas que possibilitam a manutenção de uma cultura organizacional forte, a marca segue prezando o trabalho em equipe, o foco no cliente, a capacitação e o engajamento de seus funcionários desde o início da atuação.

Com o potencial de sua equipe e dos serviços oferecidos, o Olist tem hoje mais de um milhão de produtos cadastrados em sua plataforma e atende mais de 10.000 lojistas e grandes marcas.

A startup, que também já foi investida pela Redpoint eVentures, 500 Startups e Valor Capital Group, está sediada em Curitiba, no Paraná, possui unidade em São Paulo e atende clientes de todo o Brasil.

Kaspersky Innovation Hub abre convocação para startups de tecnologia

Kaspersky Innovation Hub anuncia sua segunda rodada de inscrições para o programa OpeInnovation, que fomenta a colaboração com empresas de tecnolologia inovadoras. Todas as startups ou projetos individuais que desenvolvam soluções de cibersegurança são convidados a participar.

As melhores propostas serão convidadas a integrar projetos piloto, nos quais a Kaspersky e as startups trabalharão de forma conjunta no desenvolvimento de soluções, que podem vir a ser promovidos mundialmente. Estas empresas receberão também orientação técnica e comercial, sendo que aquelas que passarem da fase piloto terão acesso à rede de parceiros (canal) da Kaspersky (incluindo distribuidores e revendedores), bem como aos atuais e potenciais clientes.

Esta é a segunda edição da convocação global feita pela área de inovação da Kaspersky. Na primeira edição em 2019, foram recebidos 258 inscrições de 49 países. Das 12 startups finalistas que apresentaram as suas ideias a um júri de especialistas no Demo Day em Milão, as quatros vencedoras foram das áreas de Internet das Coisas industrial (IIoT – Industrial Internet of Things), transporte, blockchain e tecnologia antifraude. Além de colaborar em projetos conjuntos com a Kaspersky, elas foram lançadas com o apoio da empresa de cibersegurança e passaram a integrar o portfólio da Kaspersky, numa lógica de fomentar a criação de sinergias no desenho de soluções inovadoras.

Para este ano, os interessados são convidados a participarem de desafios abertos, organizados em conjunto pelo Kaspersky IHub e a F6S , plataforma de inovação corporativa líder a nível global. Sendo um dos objetivos contínuos da Kaspersky o melhoramento dos seus serviços de forma a satisfazer as necessidades dos clientes, foram pensados desafios para que as equipes trabalhem em projetos avançados em duas áreas: “proteção para toda a vida” (proteção da família, segurança doméstica, privacidade dos dados) e gaming.

As inscrições estão abertas para todas as startups que tenham registro legal ou já tenham desenvolvido um produto ou protótipos, contando com vários contratos fechados ou com projetos piloto em curso. A validação técnica e empresarial, bem como a oportunidade de investimento em novas empresas, serão avaliadas pela Kaspersky com recurso à ferramenta F6S Corporate Innovation Analyst Insights, tendo em vista a capacidade da solução em resolver um situação concreta de cibersegurança. Durante o processo de seleção, os especialistas também levarão em conta o nível de disposição e interesse das startups em colaborar com o Kaspersky IHub para melhorar o panorama mundial da cibersegurança.
“Esta nova convocatória irá apoiar o crescimento de novas atividades de negócio, dando a oportunidade para as startups de validar, crescer e ampliar as suas soluções junto de uma empresa líder como a Kaspersky. Ao unirmos forças, podemos melhorar as nossas tecnologias e discutir em conjunto, com maior precisão e eficácia, quais as necessidades de segurança mais relevantes. O Open Innovation Program já mostrou seu valor, tanto para as startups quanto para nossos clientes. Por isso estamos muito orgulhosos de continuar a trabalhar neste sentido”, afirma Vitaly Mzokov, diretor do Centro de Inovação da Kaspersky.

O CEO da F6S, Sean Kane, acrescenta: “A plataforma F6S é líder mundial no apoio à inovação de 4 mil empresas, gerando milhares de milhões de crescimento para as principais startups de tecnologia de todo o mundo. Estamos muito satisfeitos por trabalhar com a Kaspersky como parceiro principal em cibersegurança, ajudando-a a incorporar as melhores startups desta área na sua oferta de produtos.”

O prazo de inscrição termina em dia 30 de abril. Os empreendedores selecionados apresentarão seus projetos no Demo Selection Days, que acontecerá no dia 28 de maio. Devido ao surto de COVID-19 (coronavírus) e aos riscos associados a viagens internacionais, o evento será realizado online. Mais detalhes serão fornecidos aos participantes assim que possível.

Para mais informações sobre o desafio, visite a página oficial.

500 Startups anuncia Flávio Dias como novo sócio no Brasil

Com mais de 2.400 investimentos realizados em empreendimentos ao redor do globo, a 500 Startups é o fundo de capital semente mais ativo do mundo e com maior número de saídas nos Estados Unidos e globalmente, segundo o Pitchbook 2019. Hoje, seu portfólio tem 2400 startups de mais de 75 países e um montante sob gestão de mais de U$ 560 milhões. Para acelerar esse crescimento e diversificar ainda mais seu portfólio, o fundo de Venture Capital decidiu apostar com força no Brasil, onde já investiu em mais de 40 startups, incluindo nomes como Conta Azul, Descomplica, IDwall, Ingresse, Olist, Pipefy e Quero Educação e acaba de anunciar um novo sócio, o ex CEO da Via Varejo, Flávio Dias.

Segundo a sócia da 500 Startups, Bedy Yang, a chegada do executivo marca um importante e estratégico momento na história da 500 Startups. “Por muitos anos ouvimos que o Brasil seria o país do futuro e para as startups esse momento é agora! O país está se movendo em direção ao seu ponto de inflexão e irá ocupar um lugar de destaque nos próximos anos. Em 2010, quando fundei a Brazil Innovators, uma rede que dava aos empreendedores acesso ao Vale do Silício, o país estava em um outro momento. Desde então, vejo um avanço muito grande nesse sentido, temos um ecossistema muito mais maduro e com boas histórias para contar. A chegada do Flávio na 500 vai potencializar ainda mais isso, pois teremos uma conexão para além do Vale do Silício. Vamos conseguir disseminar a experiência que ele tem com empreendedores e inovação para o mundo todo, reforçando o propósito da 500 Startups em ser um fundo que pensa globalmente”, conta Bedy.

Atuando como Investidor Anjo profissional nesses últimos anos, Dias acumula mais de 12 startups em seu portfólio, contando com dois Centauros – empresas que valem mais de $100 Milhões. Além disso, possui 20 anos de experiência no varejo, sendo fundador e CEO do Walmart.com, CEO da CNOVA e, em seu último papel como executivo, atuou como CEO da Via Varejo. Dias também foi responsável pelo lançamento do primeiro banco digital do Brasil em 2015, o Banco Original.

“Durante minha jornada profissional eu me dediquei muito à transformação digital, inovação e intraempreendedorismo nas grandes corporações. Depois de ter mergulhado de cabeça no universo das startups vejo o quanto essa minha experiência acumulada tem valor para o empreendedor e, ao mesmo tempo, continuo aprendendo e me desenvolvendo muito junto com eles. Aliar essa experiência ao time da 500 Startups é uma enorme oportunidade de causar um grande impacto para todo o ecossistema brasileiro, pois nosso objetivo é olhar para além do eixo Rio-São Paulo e investir cada vez mais em startups de localidades diversas”, afirma o novo sócio da 500 Startups no Brasil.

Uma combinação desse sucesso é o case do Olist, uma startup que ajuda varejistas a aumentarem suas vendas ao gerar liquidez de estoque. Em outubro do ano passado, a startup curitibana entrou para lista de investidas do SoftBank e recebeu um aporte Série C de mais R$ 190 milhões. Segundo Yang, esse movimento mostra a solidez do mercado e o propósito da 500 em conectar o Brasil com uma rede global. “Movimentos como esse serão cada vez mais frequentes. Nosso objetivo é avaliar o ecossistema brasileiro de perto, se conectar com novos stakeholders e levar tudo que é bom e dá certo nesse mercado para o mundo, assim como aconteceu no Vale do Silício”, explica.

Pioneirismo nas parcerias

Uma das missões da 500 Startups é promover um ecossistema diverso, incluindo grandes agentes de transformação. Dentro deste contexto, as grandes empresas podem ter uma papel importante. “As grandes corporações estão passando por processo de transformação digital e podem se beneficiar com a mentalidade dos empreendedores digitais e, por isso, a 500 é comumente buscada para parcerias. Temos esse radar global e vemos mais de 10 mil startups ao ano ao redor do mundo. Por isso, somos pioneiros nas parcerias corporativas e iniciativas privadas. Queremos intensificar isso aqui no Brasil e a chegada do Flávio irá marcar muito bem esse momento e vai nos ajudar a estruturar uma operação mais consolidada, somando com toda nossa experiência do portfólio”, afirma Bedy.Flávio explica que para um ecossistema de inovação bem avançado, é necessário ter acesso a capital, mas também às ferramentas e metodologias para escalar negócio, com uma ampla rede de mentores, mercados relevantes e globais. “Acreditamos que um ecossistema de startups próspero têm o poder de transformar regiões, por isso, queremos nos conectar cada vez mais com grandes empresas e trazer ferramentas que mostram o potencial do nosso país para o mundo”, completa Flávio.

Quatro dicas para um home office produtivo

Uma das principais orientações do Ministério da Saúde e OMS -Organização Mundial da Saúde, é evitar aglomerações e contato próximo com grupos de pessoas. Neste cenário, priorizando a segurança e saúde dos colaboradores, muitas empresas estão incentivando o trabalho remoto, mais conhecido como home office. No entanto, para minimizar problemas e ter uma entrega completa, é necessário ficar atento a alguns detalhes.

Abaixo, a TP-Link – marca global líder em conectividade, recomenda quatro dicas para manter a produtividade em casa, tornando sua rotina de trabalho mais tranquila nesse período. Confira:

1 – Crie um espaço de trabalho

É importante ter em mente que tarefas realizadas no home office são as mesmas executadas no ambiente de trabalho. Para que elas sejam concluídas com a mesma qualidade, é aconselhável escolher um ambiente calmo e tranquilo em casa. O computador deve estar posicionado em uma mesa e a cadeira deve ser confortável para evitar desconforto ou má postura – que pode ocasionar dores na coluna.

2 – Estabeleça uma rotina

Por não estar no escritório, concentrar-se para iniciar o dia de trabalho ou mesmo interromper as atividades ao final do dia pode ser tarefa difícil, por isso, estabeleça que o horário de trabalho seja o mesmo. Não se esqueça que as pausas para almoço e intervalos devem ser incluídas na sua jornada diária.

3 – Tenha disciplina

Apesar de estar dentro de casa, é importante estabelecer limites e uma rotina de atividades. É importante que as pessoas que moram com você entendam que você está trabalhando e não de folga em casa. Não fique de pijama e escolha roupas confortáveis. Se você já está acostumado a tomar banho e café da manhã antes de sair para trabalhar, continue com o mesmo hábito.

4 — Verifique a conexão dos equipamentos

A tecnologia será uma grande aliada nesse momento. Certifique-se de que sua internet está funcionando em perfeitas condições e, caso necessário, entre em contato com o suporte técnico da sua operadora. É importante que seu roteador esteja em local alto, bem posicionado em um espaço onde não haja interferência ou bloqueio de sinal. Tudo isso impacta diretamente na qualidade de sua conexão e pode impedir, por exemplo, uma boa chamada de vídeo, voz ou mesmo a transmissão de arquivos.

Embratel fornece solução Conecta Home Office para trabalhos remotos

A Embratel disponibiliza a solução Conecta Home Office para empresas de todos os tamanhos e segmentos que estejam atuando com planos de contingência para mitigar riscos de contaminação por COVID-19 em suas operações. Com um portfólio completo de soluções robustas para o mercado corporativo, a Embratel possui experiência e alta capacidade para implementar a solução de forma rápida em empresas que precisam de migrações urgentes.

“A Embratel investe em soluções digitais constantemente e, por isso, está disponibilizando o Conecta Home Office para atender momentos de urgência como o atual, migrando a infraestrutura do cliente para o digital e permitindo que os colaboradores continuem trabalhando normalmente, de forma remota”, afirma Marcello Miguel, Diretor Executivo de Marketing e Negócios da Embratel.

A solução une em uma única oferta as reconhecidas tecnologias de Mobilidade, Bandas Largas fixa e móvel, Segurança Cibernética, Comunicações Unificadas e Office 365 (com Onedrive e Teams), da Embratel, permitindo que os colaboradores das empresas tenham acesso total a dados essenciais para as operações, além de possibilitar que se conectem a partir de qualquer dispositivo e local para reuniões remotas, com funções de Telepresença. Por meio das Comunicações Unificadas, é possível ter acesso a PABX Virtual, Ramal Virtual, Videochamada, Colaboração, Mensageria, Compartilhamento de Arquivos, Chat Corporativo, Sala de Reuniões Virtuais e Soluções Inteligentes de Atendimento a Clientes. A oferta inclui também a possibilidade de contratar equipamentos (HaaS) e Antivírus.

Para garantir a continuidade das operações das companhias sem as possíveis interrupções causadas pelo COVID-19, a Embratel acredita ser necessária a adoção de medidas preventivas com a implementação de ferramentas digitais e colaborativas que forneçam acesso aos dados das companhias para trabalhadores colocados em home office.

“Nesse momento, é necessário migrar as tecnologias tradicionais para plataformas digitais. Ao adotar ferramentas digitais, com segurança e suporte comprovados, como o Conecta Home Office, as empresas conseguem manter suas operações em andamento sem afetar os negócios”, diz Marcello Miguel.

Internamente, a Embratel está acompanhando os desdobramentos da pandemia e está tomando diversas medidas para mitigar os riscos para as equipes. Todas as orientações do Ministério da Saúde brasileiro em relação ao assunto estão sendo seguidas. Os colaboradores são orientados diariamente sobre ações de prevenção.

A transformação nada espontânea do setor bancário

Por Paulo Marcelo

O mercado financeiro, como todos os outros setores da economia, está hoje às portas de um tremendo processo de transformação digital. Esse processo não se dá por geração espontânea, mas como resultado da pressão que vem sendo exercida por duas forças: o consumidor, cada vez mais acostumado às comodidades da vida digital; e a concorrência trazida pelas fintechs e pelos bancos que saíram na frente neste processo de digitalização.

Esta é a constatação mais clara do estudo Digital Banking Ecosystem, divulgado no final do ano passado pela Business Insider Intelligence. A pesquisa aponta que o processo de transformação desencadeado por estas pressões externas têm levado os bancos a investir bilhões de dólares para eliminar e substituir tecnologias, e isso vale desde o front office até o backoffice.

Entre os maiores destinos desses investimentos, estão mobilidade (43%), APIs de open banking (35%) e tecnologias de conversação – conversational banking – (32%), e a lista prossegue com analytics, cloud computing, IoT, blockchain e wearables. O fato é que o horizonte de transformações é gigante e não há como seguir em frente sem o trabalho conjunto não apenas com parceiros, mas também com concorrentes e outros participantes do ecossistema.

Isso porque esse processo tem que seguir em diversas frentes. No front office, com a busca de canais digitais cada vez mais integrados e inteligentes; no middle office, com a busca por soluções de conformidade, risco e estratégia corporativa. E finalmente, no backoffice, com a adoção de estruturas robustas e flexíveis o suficiente para atender às novas demandas.

Olhando um pouco mais de perto os fatores que têm pressionado essas mudanças, se percebe uma clara mudança no perfil dos clientes. Foi-se o tempo em que os consumidores tinham que se adaptar às regras e processos bancários. Na mão inversa, o setor financeiro se vê obrigado hoje a atender, e rápido, às mudanças nos hábitos dos consumidores. Mais que isso, deve haver um esforço para reconquistar esses clientes.

O estudo aponta que em muitos mercados vem crescendo a confiança dos clientes nos serviços financeiros oferecidos por empresas de tecnologia. No Brasil, esse índice é de 74% e há países, como a Itália, onde esse índice supera 80%. E isso não acontece à toa, já que hoje estes serviços podem ser contratados junto a bancos 100% digitais, fintechs e empresas de tecnologia, como Google, Apple ou Amazon.

Essas empresas entenderam primeiro como oferecer serviços por canais digitais (online ou mobile) e têm grande responsabilidade na redução do uso de agências, caixas eletrônicos e serviços telefônicos.

Essas questões têm levado os bancos tradicionais a iniciarem seus processos de transformação digital com foco bastante claro em fatores como maior agilidade; redução de custos; e ampliação da capacidade de inovação. Tudo isso como parte de um movimento maior, que é o foco total no cliente. A mudança será crucial para que estas instituições se mantenham competitivas em uma economia digitalizada. O processo está apenas começando, mas ele pode ser mais rápido do que se imagina.

Paulo Marcelo, CEO da Solutis, tech partner especializada na aceleração de jornadas digitais

Transporte público urbano pode perder mais de 50% dos passageiros por causa do coronavírus

Nos últimos dias houve redução de aproximadamente 30% da demanda de passageiros de transporte público coletivo urbano por ônibus em algumas cidades brasileiras em decorrência das medidas de distanciamento social e de flexibilização das atividades laborais, tais como o trabalho à distância (home office), devido ao avanço do coronavírus no país. Estima-se que metade desse total, 15%, se deve à suspensão das atividades educacionais e fechamento de escolas. O agravamento da situação poderá gerar um impacto de mais de 50% na queda de passageiros, segundo levantamento preliminar da Associação Nacional das Empresas de Transportes Urbanos (NTU), que representa o setor.

Para fazer frente à esse quadro, a entidade defende a flexibilização temporária da oferta, com readequação da frequência e do número de ônibus, em decisão conjunta com o poder público local. “Não faz sentido ter ônibus rodando vazios só para cumprir um planejamento feito antes da pandemia, e que não se aplica mais neste momento”, pondera o presidente executivo da NTU, Otávio Cunha. Ele lembra que essa medida foi adotada pelo prefeito de São Paulo, Bruno Covas, no decreto emergencial assinado hoje, e já tinha sido aprovada no último dia 13 de março pela Diretoria de Transportes Rodoviários do Rio Grande do Sul em relação ao transporte intermunicipal daquele estado.

Numa situação extrema, de limitação de todo e qualquer deslocamento não essencial, como já vem ocorrendo em várias cidades da Europa, a NTU estima que grande parte do serviço de transporte público ficaria ocioso devido à redução de praticamente toda a demanda. “É importante frisar que, pela natureza essencial desse serviço público, seria necessário manter uma oferta mínima para atender aos passageiros que não têm outra alternativa de deslocamento”, esclarece o presidente executivo da NTU, Otávio Cunha.

Diante desse cenário e com a expectativa de forte redução do número de passageiros tendo em vista o crescimento previsto do número de casos do Covid-19, a NTU reinvidica que sejam adotadas, desde já, medidas especiais e emergenciais para assegurar a continuidade do transporte público urbano em todo o país, nas condições estipuladas pelas autoridades públicas, de forma que mesmo em uma situação de queda drástica da receita, as empresas operadoras possam sobreviver frente às obrigações financeiras para manter os serviços em funcionamento.

O pleito a ser encaminhado ao Governo Federal consiste na instituição de um fundo nacional de emergência que possa complementar o déficit previsto entre custos e receitas das empresas operadoras de transporte público coletivo urbano e de caráter urbano.

Otávio Cunha reconhece a grande responsabilidade social do setor de transporte público coletivo, que tem que ofertar um serviço que atenda os atributos de universalidade, continuidade e preços módicos, mas vê grandes dificuldades pela frente. “Estamos falando de um setor responsável por 86% das viagens realizadas em modos de transportes coletivos urbanos em todo o país. O setor deve seguir todas as recomendações das autoridades públicas sobre a oferta dos serviços, mas, para isso, precisa ter garantido o equilíbrio financeiro das operações, visto que, de forma geral, as empresas estão debilitadas, já que enfrentam há tempos uma crise decorrente da queda sistemática de demanda, e não vão aguentar mais esse baque”.

CUIDADOS

Ele explicou que a NTU já orientou as empresas associdas e entidades filiadas a adotarem uma série de procedimentos preventivos, que vão da divulgação de informações sobre o coronavírus para passageiros ao reforço da limpeza dentro dos coletivos. As recomendações, enviadas oficialmente por meio carta às empresas associadas, seguem as orientações do Ministério da Saúde, da OMS e da Associação Internacional de Transporte Público e incluem cuidados direcionados tanto aos passageiros quanto aos operadores do serviço:

Passageiros

• Manter as janelas dos ônibus abertas para uma melhor circulação do ar, sempre que possível;

• Evitar os horários de pico nos transportes públicos;

• Escolher rotas que envolvam apenas um meio de transporte, evitando trocas de linhas ou modais que aumentam o risco de exposição, sempre que for viável;

• Lavar sempre as mãos com sabão até a metade do antebraço, esfregando também as partes internas das unhas, antes e depois de usar o transporte público; alternativamente, limpar as mãos com álcool em gel 70° INPM;

• Evitar cumprimentar com beijos, apertos de mãos e abraços;

• Limpar com álcool em gel 70° INPM objetos tocados frequentemente;

• Evitar tocar nas áreas do rosto (principalmente nariz, olhos e boca) antes de higienizar as mãos

• Quando tossir ou espirar, proteger a boca na parte interna do antebraço ou com um lenço descartável;

• Procurar manter uma distância de pelo menos 1 metro de quem estiver tossindo ou espirrando;

• Utilizar lenços descartáveis quando estiver com o nariz escorrendo, descartando o lenço usado imediatamente no lixo;

• Evitar sair de casa caso apresente sintomas de gripe ou similar;

• Seguir as orientações oficiais do Ministério da Saúde e autoridades sanitárias, evitando mensagens falsas que circulam pela Internet e WhatsApp (fake news).

Operadores

• Utilizar o sistema de ar-condicionado dos ônibus no modo de ventilação aberto;

• Manter as janelas dos ônibus abertas para uma melhor circulação do ar sempre que possível;

• Reforçar a limpeza diária interna dos veículos, a desinfecção e limpeza de balaústres e pega-mãos, fazendo a higienização dos veículos com mais frequência no decorrer do dia, sempre que possível;

• Disponibilizar espaços para cartazes e outros materiais informativos sobre a prevenção do coronavírus na frota e demais canais de comunicação da empresa (sites, redes sociais, TV de bordo);

• Orientar os funcionários sobre métodos de prevenção contra o coronavírus;

• Colocar à disposição dos funcionários, nas áreas administrativas e nas garagens, álcool em gel 70° INPM.

SAP libera módulos de Ariba, Concur e Qualtrics para contribuir com negócios de empresas impactadas pelo Covid-19

Diante das iniciativas adotadas por governos e setor privado em diversas partes do mundo para gerenciar os efeitos da contaminação pelo novo coronavírus Covid-19, a SAP entende que as empresas enfrentam fortes desafios operacionais e busca contribuir com o enfrentamento deste cenário desafiador liberando acesso às suas soluções sem a necessidade de compra ou de assinatura. A companhia está posicionada de maneira única para ajudar os negócios de forma significativa sempre que houver um grande problema real nos setores de suprimentos, viagens de negócios, bem como os desafios de gestão do capital humano.

Entre as iniciativas, está liberado para todas as empresas, incluindo as que não são clientes, o acesso à Ariba Discovery, a maior rede de negócios do mundo, com 4 milhões de fornecedores em mais de 190 países. As empresas também podem acessar gratuitamente por seis meses o nível premium da ferramenta de monitoramento de viagens TripIt, que é parte de SAP Concur. Por meio dela, o usuário que ainda precisar viajar é alertado em tempo real sobre mudanças e cancelamentos. A solução Remote Work Pulse da Qualtrics também está aberta para apoiar o trabalho remoto, tão necessário em todo o mundo neste momento.

SAP Ariba Discovery aberta para compradores e fornecedores – nos próximos 90 dias, a SAP vai disponibilizar acesso ao SAP Ariba Discovery para que qualquer comprador possa divulgar suas demandas imediatas, e fornecedores possam atendê-las – sem taxas para postar nem para responder. O acesso ao SAP Ariba Discovery ajudará compradores e fornecedores a se conectar de maneira rápida e eficaz e minimizar as paralisações causadas por atrasos na remessa, problemas com capacidade de atendimento e aumento de demanda dos consumidores em tempos de crise. A SAP Ariba opera a maior rede de negócios do mundo, representando mais de 4 milhões de fornecedores em mais de 190 países e somando US$ 3,21 trilhões em transações comerciais. O objetivo é de ajudar a estabelecer conexões para manutenção da cadeia de suprimentos e assim não prejudicar o consumidor comum.

SAP Concur abre acesso ao sistema TripIt – a solução processa todos os dias centenas de milhares de itinerários de viagem para pessoas em todo o mundo, monitora voos e gera alertas sobre quaisquer alterações ou atrasos. Em resposta às crescentes mudanças de horário e cancelamentos decorrentes do Covid-19, a SAP disponibiliza acesso a uma solução que ajuda aqueles que precisam viajar. Entre 13 e 31 de março, qualquer pessoa poderá se inscrever no TripIt (e fazer o download do aplicativo, se for um usuário novo) e receber o TripIt Pro por seis meses. Os atuais usuários do TripIt também receberão o TripIt Pro, nosso serviço premium, de forma gratuita pelo mesmo período. Ao fazer isso, esperamos tornar as coisas um pouco mais fáceis e seguras para quem precisa sair de casa e deixar suas famílias.

Gerenciamento do trabalho remoto com Remote Work Pulse SAP Qualtrics – ferramenta que ajuda a determinar qual o nível de preparação da empresa e colaboradores, e mede em tempo real como está evoluindo o trabalho. Gratuito para qualquer organização por pelo menos três meses, é uma solução projetada para ajudar as empresas a avaliar sua prontidão para interrupções no trabalho comum (como remoto em larga escala), identificar e corrigir lacunas e realizar verificações diárias de pulso em seus funcionários, para que possam agir em tempo real para atender às necessidades de seus funcionários – até o nível da função, departamento, equipe ou indivíduo.

“As equipes da SAP seguem trabalhando arduamente para desenvolver mais ofertas, explorando os principais produtos da SAP. A empresa entende que há muita incerteza e medo ao redor do mundo e um empenho global para enfrentar o Covid-19, por isso, a SAP e seu Conselho Executivo estão auxiliando, oferecendo acesso às nossas tecnologias como forma de contribuir com o enfrentamento desse desafio. Nossas equipes no Brasil estão trabalhando remotamente para atender a todas as demandas de clientes e contribuir na medida do possível para que o impacto nos negócios seja o menor possível”, explica Cristina Palmaka, presidente da SAP Brasil.

Trabalho remoto? 5 dicas da IBM para ser produtivo sem correr riscos

Nesta era digital, possibilitada pela computação em nuvem, muito mais pessoas podem trabalhar remotamente com um dispositivo conectado, de onde quer que estejam.

Contudo, uma força de trabalho dispersa gera vários desafios de gerenciamento de dados e segurança. A IBM listou algumas dicas de segurança digital para funcionários remotos:

• Escolha seu Wi-Fi com cuidado: Os cibercriminosos não encontram dificuldades para se hospedar em redes Wi-Fi públicas e coletar informações como a do seu cartão de crédito ou senha do banco. Até redes legítimas hospedadas por estabelecimentos confiáveis podem estar vulneráveis à espionagem digital. Evite redes públicas e use uma VPN para obter segurança adicional, inclusive em casa, se possível. E se você não precisa de conectividade, desligue o Wi-Fi, Bluetooth e conexão automática a redes dos seus aparelhos.

• Preste atenção aos documentos e redes de impressão compartilhadas: Pedaços de documentos de trabalho ou correspondências podem parecer inúteis e inofensivos, porém criminosos experientes podem reunir muitas informações sobre você. Guarde todos os arquivos impressos até que você possa destruí-los adequadamente. Para arquivos digitais, use as ferramentas aprovadas pela sua empresa para esse fim. Evite usar impressoras públicas ou compartilhadas para imprimir documentos confidenciais.

• Cuide de seus arquivos digitais: Mantenha o sistema operacional do seu computador atualizado com base nas orientações da sua empresa, para que ele tenha as atualizações de segurança mais recentes. E não esqueça de fazer backup de seus arquivos regularmente para que seus dados estejam seguros em caso de erro, perda ou ataque cibernético. Sempre use as ferramentas aprovadas pela sua empresa para essa finalidade, como por exemplo ferramentas em nuvem.

• Proteja-se com senhas: Verifique se seus dispositivos estão seguros usando um PIN ou senha seguros. Além disso, não se esqueça de usar um gerenciador de senhas para garantir que suas senhas sejam únicas e difíceis de adivinhar. Mantenha seus dispositivos sempre protegidos e bloqueados com senhas.

• Cuidado onde clicar: Phishing é uma tentativa fraudulenta de obter informações confidenciais, se fazendo passer por uma entidade ou pessoa. De acordo com o relatório IBM X-Force Threat Intelligence Index 2020, que expõe a evolução das técnicas dos cibercriminosos, o phishing foi um vetor de infecção inicial bem-sucedido em um terço dos incidentes observados em 2019. Empresas de tecnologia, mídias sociais e streaming de conteúdos audiovisuais compõem as 10 principais marcas que os cibercriminosos estão falsificando nas tentativas de phishing.

GFT Brasil amplia diretorias de Negócio e também anuncia novo COO

Fabricio Vaz, Rubem Swensson e Munir Amar

A GFT, empresa global referência em tecnologias exponenciais para transformação digital e projetos ágeis, anuncia reforços para as suas áreas de Negócios e Operações. As movimentações refletem o processo de expansão da companhia no país, que registrou crescimento de mais de 50% no último ano.

Fabricio Vaz chega a GFT como diretor de negócio e será responsável por comandar as atribuições relacionadas a vendas e entregas da nova vertical de clientes da GFT no Brasil. Sob a sua gestão estarão as equipes dos diretores Ana Rosa e o recém-chegado Munir Amar, profissional com mais de 20 anos de experiência em tecnologia, com passagens pela HP Brasil, M2M e Mosane Informática.

De acordo com Vaz, o seu objetivo na liderança executiva é fortalecer a alta gestão da GFT para ampliar volume de negócios, networking no setor financeiro e entregas de valor. “Vamos qualificar muito bem as oportunidades, criando relação de confiança entre os clientes e os profissionais da GFT. Temos o desafio de estabelecer uma gestão cada vez mais eficiente para a nossa carteira de clientes”, afirma o profissional, que acumula mais de 25 anos no mercado de TI, passando por instituições financeiras e empresas de TI como Banco Real, Unibanco, CTIS Tecnologia e Resource

Novo COO na companhia

Outra novidade na GFT Brasil é o retorno de Rubem Swensson ao Brasil, após 3 anos como country manager da GFT Costa Rica. Ele assume a função de COO (Chief Operation Officer) e diretor executivo para projetos internacionais.

Com mais de 20 anos de experiência, Rubem Swensson teve vivência em empresas como Integris/Bull, Accenture, OpenLabs (Portugal Telecom). O executivo atuará tanto para a preparação de profissionais da GFT e implementação de processo de Continuous and Scale Learning quanto para a apresentação das capacidades da GFT Brasil para outras regiões onde a empresa se encontra, visando o desenvolvimento de projetos compartilhados.

Para Marco Santos, presidente da GFT na América Latina, as movimentações são resultado do processo de expansão contínuo da companhia no país. “Temos construído uma trajetória muito importante de crescimento, a partir de parcerias estratégicas com os nossos clientes, o que nos permitiu registrar crescimento de mais de 50% em faturamento no último ano. Para 2020, temos uma expectativa de expansão de 30% nos nossos negócios e de fortalecer o time para a entrega de projetos ágeis e transformadores”, afirma o executivo.

Criminosos usam informações sobre coronavírus em ciberataques pelo mundo

Como já é comum, hackers aproveitam tópicos atuais de grande interesse, como a pandemia de coronavírus (COVID-19), para realizar campanhas de phishing que imitam a identidade de órgãos ou entidades oficiais e, assim, enganar mais vítimas. A ESET, empresa líder em detecção proativa de ameaças, analisa esse fenômeno que inclui a distribuição de códigos maliciosos e a realização de campanhas fraudulentas que buscam roubar os dados pessoais dos usuários, identificados em países como Itália, Espanha e Colômbia.

No Brasil, o surto de coronavírus deixou milhares de pessoas preocupadas. A disseminação de informações desencontradas sobre quais eram as formas eficientes de higienização das mãos fez com que diferentes veículos de comunicação divulgassem conteúdos com tutoriais de como lavar as mãos, quais as substâncias capazes de matar o vírus e quais os reais sintomas da doença, por exemplo. Isso fez com que a população se sentisse mais segura e alertou sobre informações falsas que, a longo prazo, poderiam ser usadas como uma forma de ataque cibernético.

O Laboratório de Pesquisa da ESET compartilha algumas campanhas recentes que foram reportadas pelas autoridades locais e por organizações internacionais para impedir que usuários caiam nesse tipo de fraude:

– Campanha na Colômbia copia a identidade do Ministério da Saúde: um dos alertas mais recentes foi comunicado pelo Ministério da Saúde da Colômbia que, por meio de sua conta no Twitter, alertou para a existência de uma campanha que circula por e-mail e WhatsApp, substituindo a identidade do Ministério da Saúde, no qual eles enviam um anexo (arquivo PDF) para distribuir um código malicioso que se instala no dispositivo da vítima. O objetivo desta campanha é roubar informações pessoais, assegura a agência de saúde colombiana.

– Campanha na Espanha finge ser o Ministério da Saúde: a Guarda Civil da Espanha alertou os usuários em sua conta no Twitter sobre uma campanha que aparentemente circula apenas no WhatsApp, na qual cibercriminosos copiam a identidade do Ministério da Saúde para compartilhar recomendações relacionadas ao vírus. A mensagem inclui uma URL onde máscaras são supostamente vendidas, quando, na realidade, o golpe procura roubar dados pessoais das vítimas.

– Aviso da Organização Mundial da Saúde sobre campanhas maliciosas em seu nome: na semana passada, a Organização Mundial da Saúde (OMS) emitiu um comunicado alertando a existência de campanhas que circulam por e-mail, sites, mensagens de textos, entre outros meios, no qual os cibercriminosos afirmam ser a OMS com o objetivo de roubar dinheiro ou informações pessoais.

Conforme relatado por diferentes mídias, na Itália, uma campanha de spam com essas características circulou por e-mail, na qual os criminosos fingiam ser da OMS com a intenção de instalar o malware TrickBot convencendo as possíveis vítimas a baixar um arquivo do Word anexado, que teve um código malicioso incorporado. Depois que o TrickBot é baixado no computador da vítima, a ameaça coleta informações do dispositivo, rouba dados e credenciais de administrador para procurar mais informações e, eventualmente, baixar outra ameaça. Nesse caso, o assunto do e-mail tem o objetivo de fazer a vítima acreditar que essas são recomendações a serem protegidas contra a disseminação do coronavírus em nome de um médico da OMS.

– Japão e uma campanha que distribui o Emotet: no final de janeiro, uma campanha de spam foi detectada no país tentando distribuir o Emotet (uma ameaça cibernética), na qual os operadores atrás dele tentaram convencer as possíveis vítimas de que se tratava de uma notificação oficial com recomendações e medidas preventivas após a chegada do vírus na ilha. Como resultado disso, o CERT do Japão publicou o EmoChek, um dispositivo para detectar a presença da ameaça nos computadores daqueles que acreditam que possam ter sido comprometidos.

Outro país que relatou casos semelhantes foi a Ucrânia. Por lá, a ameaça foi enviada por e-mail, em nome do Centro de Saúde Pública da Ucrânia. Na mensagem, havia um arquivo do Word que também usava documentos do Office para ocultar códigos maliciosos com funcionalidade de backdoor, roubar dados da área de transferência, senhas e realização de capturas de tela.

“Recomendamos que os usuários sejam vigilantes. Se você receber um e-mail ou mensagem que inclua um link ou anexo usando o tema coronavírus, lembre-se de que pode ser uma farsa. É recomendável não baixar ou abrir o arquivo nem o link. A conscientização é um ponto-chave para tomar as medidas necessárias e, assim, proteger o equipamento e as informações contidas nele”, diz Camilo Gutiérrez, chefe do Laboratório de Pesquisa da ESET América Latina.