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5G no Brasil: Abrintel aponta soluções para gargalos de infraestrutura de telecomunicações

Com o fim da Consulta Pública Nº 9 realizada pela Agência Nacional de Telecomunicações – Anatel sobre a proposta de edital para o 5G no Brasil, o cronograma para a implantação da tecnologia de nova geração ainda está mantido, podendo a Licitação ocorrer entre o final deste ano e início de 2021. Para contribuir com a proposta final do edital, a Associação Brasileira de Infraestrutura para Telecomunicações (Abrintel) encaminhou à agência reguladora uma carta com suas contribuições. Entre as diversas observações realizadas pela Associação, que representa empresas que detêm mais de 60% das torres instaladas no Brasil (mais de 45 mil), destacam-se as seguintes solicitações:

Melhor definição do arcabouço regulatório sobre o 5G: a Abrintel defende uma melhor diferenciação de termos, definições e tratamentos das infraestruturas para separar o que é ou não é prestação de serviço de telecomunicações, no marco regulatório do 5G. Isso significaria a eliminação de uma série de barreiras para a implantação da nova tecnologia, como independência de processos de licenciamento das infraestruturas daqueles exigidos para os elementos irradiantes. Nesse sentido, defende ainda a importância de se considerar como novas possibilidades de estruturas de suporte, os postes, mobiliários urbanos públicos e estruturas de vias de acesso, que devem ter dispensa de licenciamento assim como os equipamentos irradiantes de pequeno porte e serão imprescindíveis na implantação do 5G.

Revisão do conceito de rede: para a Abrintel, o conceito de rede considerado atualmente necessita ser repensado. No caso, a entidade sugere que os materiais, equipamentos e circuitos elétricos passem a poder ser considerados como infraestrutura de telecomunicações, enquanto que o tráfego de informações, sua gestão e sua disponibilidade ao usuário final seja considerado como prestação de serviço de telecomunicações. Na prática, isso significaria a possibilidade de investimentos em redes de acesso independentes, e sem necessidade de outorga, que poderiam ser compartilhadas por prestadores de serviço, como o que já ocorre nos casos da transmissão de dados, em mercado de atacado.

Modernização das Legislações Municipais: para que o país avance com a implantação do 5G, a Abrintel propõe uma série de ações que resultem, direta e indiretamente, na modernização de Leis Municipais sobre antenas a fim de dar celeridade nos processos de licenciamento e decorrenteaumento de cobertura e qualidade dos serviços de telecomunicações. Uma das alternativas é que, no processo de escolha dos municípios, localidades e trechos de rodovias contemplados nos compromissos de abrangência do Edital do 5G, seja priorizada a escolha de municípios que já tenham feito a adaptação de suas leis em consonância com a Lei Federal 13.116/2015, considerada adequada para os dias e tecnologias atuais, principalmente quanto aos procedimentos e prazos para licenciamento de infraestrutura de suporte.

“(…) esta associação representa as empresas que proveem o primeiro elo para a conectividade efetiva, qual seja, a infraestrutura de suporte para os elementos irradiantes das radiofrequências. Assim, tal contribuição traz importantes elementos que devem ser considerados para viabilização da implantação das infraestruturas necessárias ao desenvolvimento das novas tecnologias de conexão, em especial o 5G, que exigirá grande esforço deste setor em investimentos e inovação para o atendimento do maior volume de demandas inerente aos valores das radiofrequências empregadas e da própria tecnologia”, disse Luciano Stutz, presidente da Abrintel, em carta enviada à Anatel.

cartcompleta, com todas as colaborações enviadas pela Abrintel, pode ser lida na íntegra no site da ANATEL.

Tecnologia 5G requer mais infraestrutura. Situação da Cidade de São Paulo é critica

Os desafios para conectar o Brasil são muitos e superá-los é questão de urgência para que o País não fique para trás nessa nova etapa da Era Digital. Com a previsão da tecnologia 5G operar comercialmente a partir de 2021, o setor de infraestrutura de telecomunicações passa a deter caráter ainda mais estratégico para a transformação digital. “Essa transição de tecnologia exigirá um aumento expressivo do número de antenas em todo o País dada suas características técnicas, cerca de 3 a 4 vezes mais antenas em relação à conexão 4G. Somente as empresas da Abrintel planejavam investir R$ 6 bilhões em infraestruturas de telecomunicações de 2019 até 2021 no Brasil”, diz Stutz.

Segundo a Abrintel, calcula-se que a relação recomendada de usuários por Estações Transmissoras de Radiocomunicação (ETR) ou Estações Rádio Base (ERBs), com as atuais radiofrequências em uso e para um bom padrão de qualidade esteja entre 1.000 e 1.500. No Brasil, com 210 milhões de habitantes, a proporção média atual é de cerca de 2.300. Especificamente no caso da cidade São Paulo, que conta com mais de 24 milhões de usuários e que há anos aprova pouquíssimos licenciamentos para novas infraestruturas de telecomunicações, essa relação pode alcançar mais de 3.300 usuários por Estação, considerando dados da Anatel, de fevereiro de 2020, o que afeta diretamente a qualidade de conexão de cerca de 5 milhões de pessoas, principalmente nas periferias da Zonas Sul e Leste.

O caso de São Paulo é emblemático. A cidade mais populosa e centro financeiro do Brasil necessita urgentemente modernizar sua Lei de antenas. “Nos últimos dois anos, as operadoras e as empresas de infraestrutura protocolaram mais de 1,8 mil pedidos de novas torres em São Paulo, e apenas 90 foram liberados. Parte significativa dessas torres vetadas está nessas regiões da periferia”, diz Stutz.

Ainda segundo o executivo, dois fatores principais dificultam a ampliação da infraestrutura de telecom na cidade. O primeiro é que a lei municipal é de 2004. “Ultrapassada e restritiva, a lei é de uma época em que as antenas penduradas no alto das torres só entravam nas ruas de caminhão, enquanto algumas hoje são pouco maiores que uma caixa de sapato”, diz. Outro ponto é que a lei não diferencia a implantação de uma torre de 30 metros dos chamados ‘rooftops’ (estruturas com apenas 3 metros de altura que são instalados no topo de prédios) ou ‘street levels’ (pequenas antenas aplicadas em postes). “Como não se diferenciam as tecnologias, a atual lei de São Paulo é a principal barreira que impedirá a cidade de se tornar um exemplo de conectividade para o Brasil e a América Latina”, diz.

Em meio à crise, Facily auxilia empreendedores a continuarem vendendo

Com a maior presença das pessoas em casa, devido ao aumento na disseminação do novo coronavírus no Brasil, a quantidade de clientes nos comércios de rua e lojas físicas diminuiu drasticamente, fazendo com que os pequenos e médios empreendedores passassem a olhar para o ecommerce como uma alternativa para manter os negócios em funcionamento durante a quarentena. Nesse cenário, a Facily, primeiro aplicativo de social commerce da América Latina, está reduzindo o impacto da crise para os comerciantes e auxiliando a manterem os negócios em funcionamento.

A plataforma oferece aos empreendedores uma maneira diferente e gratuita de oferecer os seus produtos para os clientes, além de aumentar o raio de atendimento do estabelecimento. Qualquer comerciante com mercadorias em estoque pode se cadastrar para vender no aplicativo. Após o cadastro, a plataforma realiza uma curadoria dos produtos disponibilizados pelo comerciante e passa a oferecê-los. Com isso, as ofertas têm a garantia de preço baixo e confiabilidade para o consumidor.

Para Rogério Fontes, varejista e fornecedor de produtos de limpeza no aplicativo, o atendimento personalizado e a forma intuitiva de utilização não tem só auxiliado nas vendas, mas também fixado clientes. “A Facily tem sido uma verdadeira salvação. As vendas aumentaram 25% e eles ajudam muito na divulgação e no marketing do negócio. A fixação de clientes tem sido grande também, se ele compra uma vez, acaba voltando a comprar, porque foi bem atendido, gostou do preço e do mix de produtos da plataforma. Não é como uma compra de oportunidade, temos clientes que já voltaram mais de seis vezes”, afirma o empreendedor.

Atualmente, a plataforma já conta com mais de 1 milhão de downloads e 40 mil itens disponíveis, dos mais diversos segmentos, como hortifruti, itens de mercado, eletrônicos e artefatos da 25 de março. O app está disponível gratuitamente na App Store e Google Play. Além da possibilidade de ampliar o atendimento via o modelo de social commerce da plataforma, a Facily permite que alguns lojistas, que estão mantendo suas portas abertas apenas para o funcionamento administrativo, possam otimizar seus ganhos atuando como pontos de retirada dos pedidos feitos por clientes no app.

Como o caso do fornecedor de acessórios para celular e eletrônicos, José Carlos da Costa, com loja localizada na 25 de março, grande centro de vendas de São Paulo. “Com a crise, nossa loja está fechada, mas tem servido como ponto de retirada para o delivery. Nós fomos uns dos primeiros a entrar no aplicativo, conquistamos novos clientes e as vendas subiram. Todos os dias tem pedido, vendemos em atacado para plataforma e ela revende em um preço de varejo muito justo”, conta. Diferente de outros marketplaces, a Facily também não cobra nenhuma comissão dos vendedores parceiros, permitindo que ofereçam seus produtos com valores mais competitivos e com maior possibilidade de alcance de clientes.

De acordo com fundador e CEO da plataforma, Diego Dzodan, o atendimento personalizado, o preço justo e a qualidade dos produtos oferecidos são os maiores atrativos do serviço. “O nosso foco é prestar um atendimento de excelência em cada um dos pedidos, onde as pessoas não apenas comprem ou ofereçam mercadorias, mas se sintam à vontade para sugerir melhorias e compartilhar a experiência com amigos e familiares”, finaliza.

Saab adquire a empresa brasileira Atmos Sistemas

A Saab firmou um contrato para adquirir a empresa brasileira de defesa Atmos Sistemas Ltda. Os documentos da aquisição foram assinados em 06 de abril de 2020. Os procedimentos normais de fechamento se aplicam, ea conclusão é esperada para 30 de abril de 2020

No dia 06 de abril de 2020, a Saab celebrou contrato para adquirir 100% da Atmos Sistemas, que tem operações em São Paulo. A Atmos é uma empresa de serviços especializados que fornece equipamentos eletrônicos, como radares climáticos e serviços avançados de manutenção e suporte aos mercados civil e de defesa brasileiros. A empresa foi criada em 2004 e possui 16 funcionários.

“Essa aquisição está alinhada ao objetivo de longo prazo da Saab de crescer no Brasil. A Atmos Sistemas é uma empresa inovadora com habilidade de desenvolver novas capacidades de suporte nos mercados civil e de defesa. Esta foi uma excelente oportunidade para estabelecer a área de negócios de Suporte e Serviços da Saab no Brasil e significa que agora podemos oferecer um escopo mais amplo de produtos e serviços no domínio civil e de defesa no Brasil”, diz Ellen Molin, vice-presidente senior e head da área de negócios de Support and Services.

A Atmos Sistemas também é uma das beneficiárias do Programa Gripen brasileiro, responsável pela manutenção de componentes dos sistemas de sensores da Gripen, como radar e equipamentos de guerra eletrônica.

“Esse é um forte compromisso com a capacidade de suporte do Gripen durante seu ciclo de vida. Reduz os riscos no âmbito do Programa Gripen brasileiro, aumentando a disponibilidade de peças de reposição e diminuindo os prazos de entrega. Isso ajudará a garantir uma solução de manutenção econômica para o Gripen no Brasil, bem como um excelente nível de disponibilidade para o sistema completo de armas “, acrescenta Molin.
O nome legal da empresa mudará de Atmos Sistemas para Saab Sensores e Serviços do Brasil (Saab Sensors and Services Brazil) e permanecerá como uma entidade legal separada, integrada aos serviços e suporte da área de negócios da Saab.

“Do ponto de vista da Atmos, estamos muito felizes em fazer parte da família Saab. Nossas capacidades e equipe altamente qualificada, combinada à sólida e extensa experiência da Saab, permitirão a Atmos expandir e crescer “, diz o atual CEO da Atmos, Fabio Fukuda.

Fukuda permanecerá na empresa como consultor sênior, mas deixará o cargo de CEO. Ele será substituído pelo novo Diretor, Fabricio Saito, atualmente Gerente de Contas Principais no Brasil, dentro da unidade de negócios Gripen Support.

A aquisição está prevista para 30 de abril de 2020. A transação não terá efeito material ou financeiro relevante nos resultados da Saab em 2020.

5 setores que estão contratando em meio à pandemia

O movimento de contratações de terceiros e temporários aumentou em diferentes setores em decorrência da pandemia do novo coronavírus. É o que revela levantamento da Page Interim, consultoria especializada emrecrutamento, seleção e administração de profissionais terceirizados e temporários, revela que os setores de TI,Vendas, Finanças, RH e Saúde estão liderando a procura por profissionais nesse momento.

De acordo com Maíra Campos, diretora da Page Interim, apesar da instabilidade econômica atual, há mudança de estratégia de diversas empresas, que acompanham a complexidade do cenário proporcionado pela pandemia. “A adaptação às novas demandas e a digitalização dos negócios é uma necessidade cada vez mais evidente. Também encontramos diversos desafios de estabilização de operações, reajustes de departamentos e a busca por reduções de custos significativos, que variam de acordo com as especificações das empresas”, conta.

Para a executiva, o investimento em novos cursos e tecnologias é uma boa alternativa para reforçar funções e aprendizados tradicionais e oferecer diferenciais às empresas que estão contratando.

Confira abaixo os cargos apontados pelo Page Interim como os mais demandados por área para contrataçõesde terceiros e temporários:

TI

Cargo: analista de infraestrutura

O que faz: trabalha principalmente com o suporte a planejamento, seleção e manutenção de softwares, hardware e redes; também em suporte técnico, resolvendo chamados de instalação, configuração e solucionando as principais dúvidas da operação.

Média salarial: R﹩ 4 mil a R﹩ 5,5 mil

Motivo para a alta: as emergentes necessidades de home office impulsionaram o aumento da demanda de profissionais para prestar suporte ao processo de migração. Conhecimentos adicionais em tecnologias cloud e de trabalho colaborativo também têm sido valorizados frente às adaptações ao trabalho remoto.

Cargo: Desenvolvedor web

O que faz: desenvolvedores generalistas para ambiente web têm ganhado importância pela adaptabilidade a diferentes linguagens e necessidades, realizando entregas com alta qualidade e voltadas ao mercado digital.

Média salarial: A partir de R﹩ 6,5 mil

Motivo para a alta: com migrações a ambientes web (sites e aplicações) dos mais diferentes negócios, osdesenvolvedores web tornaram-se requisitados para compor equipes tecnicamente especializadas. O termo também vem se tornando mais conhecido devido à popularização de diversos cursos e da flexibilização de perfil de atuação dos profissionais da área.

Cargo: analista de user experience/ user interface

O que faz: profissional com proficiência em identificar problemas de uso em interfaces, criando hipóteses e testes para soluções. Realizam testes A/B e criam o design da experiência do usuário que amplifique métricas de acesso, utilização e retorno. Também são responsáveis pelo desenvolvimento de layouts, wireframes e protótipos.

Média salarial: a partir de R﹩ 5 mil

Motivo para a alta: diversas empresas estão reavaliando todos seus canais de comunicação e distribuição de bens e serviços. Com o isolamento social, cada aumento na taxa de conversão e resultados dentro da interação do usuário tem impacto positivo no resultado dos negócios.

Vendas

Cargo: analista de customer service

O que faz: resolve questões de agendamento de pedidos, ocorrência de entregas e direcionamento de resolução. Prestam atendimento telefônico por diferentes canais. Fazem follow-up de todos atendimentos, buscando excelência e resolução efetiva.

Média salarial: R﹩ 3 mil a R﹩ 4.5 mil

Motivo para a alta: com o aumento de demandas virtuais, que vão para além dos canais tradicionais, a preocupação com qualidade de atendimento ao cliente final e aos colaboradores também se intensificou. Então, houve crescimento na busca das empresas por estes profissionais.

Cargo: analista de compras

O que faz: prospecção e cotações no mercado; renegociações com clientes; compras internacionais e nacionais e gestão de carteira de fornecedores.

Média salarial: R﹩ 4.5 mil a R﹩ 5.5 mil

Motivo para a alta: a redução de custos latentes e imediatos traz potencial para renegociações de contratos, planejamento de demandas e gestão de fornecedores. Então, a demanda profissional por analistas de compras aumentou.

Finanças

Cargo: analista de cobrança

O que faz: responsável pela atividade de recebimento e cobrança; atendimento a clientes internos e externos; construção de indicadores para acompanhamento da carteira de cobrança; conhecimento de rotinas como régua de cobrança, controle de inadimplência, renegociação; gestão de contratos comerciais;

Média salarial: R﹩ 3 mil a R﹩ 6 mil

Motivo para a alta: no contexto atual, o mercado apresenta maior necessidade de profissionais que tenham habilidade de negociação para ajustes no fluxo de caixa, cobranças pendentes e planejamento para redução de PDD (provisão de devedores duvidosos).

Cargo: analista contábil a coordenador de controladoria

O que faz: realiza conciliações e relatórios; atendimento à auditoria externa e revisão das demonstrações financeiras anuais; aprovação e revisão de ordens de compra de acordo com classificação contábil, condições fiscais e financeiras com verba orçamentária e é responsável pela estrutura de rateio de custos (intercompany);

Média salarial: analista Pleno – R﹩ 5 mil a R﹩ 7 mil / coordenador – R﹩ 8 mil

Motivo para a alta: O momento demonstra maior necessidade de ter a contabilidade dos negócios em dia. O profissional torna-se importante por fazer a revisão e reportar as demonstrações financeiras, orientando as melhores estratégias para a empresa.

Cargo: analista de faturamento

O que faz: analisa e valida todo o fluxo de notas fiscais; audita a precisão das informações de faturamento e monitora a operação; configura contratos para faturamento e cobrança; auxilia nas tarefas relacionadas aoclosing do mês;

Média salarial: analista jr. a pleno. – R﹩ 2 mil a R﹩ 4 mil / analista sênior – R﹩ 6 mil

Motivo para a alta: Com o contexto atual e as operações virtuais, o volume de emissão de notas pode aumentar, exigindo êxito e acompanhamento profissional.

Saúde

Cargo: técnicos de enfermagem

O que faz: profissional presta assistência direta ao paciente, administrando medicações e curativos, aferindo a pressão e temperatura, coletando material para exames laboratoriais, realizar banho no leito de pacientes acamados, entre outras funções.

Média salarial: R﹩ 2.5 mil a R﹩ 3.5 mil

Motivo para a alta: são profissionais essenciais durante o momento atual do país, em relação à pandemia decovid-19. Com o aumento do número de pacientes, procuram-se mais profissionais para evitar o colapso do sistema de saúde e também para revezar jornadas de trabalho. Os decretos governamentais têm aumentado a busca pela contratação temporária na área.

Cargo: psicólogo

O que faz: atua em propostas de terapia remota individual a grupos ou plantões psicológicos, realizando diagnóstico e tratamento dentro de linhas psicoterapêuticas.

Média salarial: R﹩ 4 mil e R﹩ 5.5 mil

Motivo para a alta: saúde mental é uma pauta cada vez mais vital nas empresas. Em momentos de crise e readaptação, este profissional tem sido cada vez mais procurado para promover escuta e diálogo frente aos desafios e ansiedades individuais decorrentes.

RH

Cargo: coordenador a gerente de RH – foco em folha de pagamento e gestão de crise

O que faz: coordena estrategicamente todos os processos de folha junto a área Financeira – recolhimento de impostos, obrigações trabalhistas, cálculo e conferência de pagamentos; além disso, pode buscar novas parcerias com fornecedores (ex: benefícios) e propor otimização sistêmicas de diversos processos operacionais.

Média salarial: A partir de R﹩ 8,5 mil

Motivo para a alta: reavaliar recursos de folha é uma estratégica para o manejo de crise. O profissional que, dentro da legislação – lembrando da MP 936 recém-publicada – e ética profissional conseguir promover redução de custos junto às estratégias definidas pela empresa, torna-se altamente valioso neste momento.

Google Meet será gratuito para todos os usuários

O G Suite vai disponibilizar o Google Meet, sua ferramenta avançada de videoconferências, de forma gratuita para todos. A partir do começo de maio, famílias, amigos, médicos, terapeutas e educadores poderão se manter conectados gratuitamente por meio do aplicativo, durante esse período de distanciamento social, causado pela COVID-19. Além dos mais de 2 bilhões de usuários do Gmail em todo o mundo, qualquer pessoa que tiver uma conta de e-mail, de diferentes provedores, poderá aproveitar as funcionalidades avançadas que a solução oferece, de forma fácil, segura e confiável, tanto em desktops, quanto em dispositivos Android e iOS.

Os usuários poderão fazer encontros on-line com até 100 pessoas conectadas simultaneamente, sem limite de tempo (após 30 de setembro, a duração será ajustada para um máximo de 60 minutos). Para isso, basta ter uma conta do Google (se a pessoa não possui, basta criar uma — não é necessário usar ou ter um Gmail). As videoconferências contam com as ferramentas do Meet, como modo de exibição dos participantes em blocos expandidos, legendas automáticas ao vivo – por enquanto, disponíveis em inglês, entre outras.

Empresas de todos os setores, como saúde, varejo e finanças, além de áreas como a educação e o setor público, estão recorrendo à tecnologia neste momento de isolamento. Agora, qualquer usuário poderá ter as facilidades e proteções que o Meet oferece. “Estamos no meio de uma mudança mundial muito significativa, que afeta a comunicação nos locais de trabalho e nas escolas, entre outros momentos e situações. As pessoas querem ferramentas fáceis de usar, e seguras, para que possam utilizar em diversas situações do dia a dia”, explica Javier Soltero, VP de G Suite.

Recentemente, foram anunciadas melhorias como a detecção e diminuição de ruídos externos nas chamadas por vídeo, o ajuste automático de iluminação, entre outras novidades que poderão ser usufruídas por todos. “Estamos sempre ouvindo as principais necessidades de nossos usuários. O uso diário do Meet é hoje 30 vezes maior do que era em janeiro deste ano, o que demonstra a importância em se investir para melhor atender essa demanda”, complementa o executivo.

“Nossa abordagem de segurança é simples: torne os produtos seguros por padrão”, afirma Javier. O Meet foi criado para operar em uma base segura, fornecendo as proteções necessárias para manter os usuários e seus dados seguros e suas informações privadas. Dentre as medidas padrões tomadas pelo G Suite para o Meet, e seus outros aplicativos, estão:

Controle do moderador durante as videoconferências, contendo os logins nas ligações;

•Proibição de acessos anônimos nas reuniões;

•Complexos códigos de proteção das reuniões, evitando que sejam invadidas;

•Não exigência de plugins e programas de extensão para o funcionamento do aplicativo;

•Os usuários podem registrar suas contas no Programa de Proteção Avançada, eficiente contra phishings e perdas de contas;

•Certificações de conformidade globais;

•Data centers espalhados pelo mundo todo, para dar suporte à toda a operação da empresa. Confira a lista aqui;

Agora, com a novidade, o Google Meet chega para todos, como forma de ajudar as pessoas a se manterem conectadas durante o combate ao novo coronavírus. É possível acessar o Meet diretamente pelo link meet.google.com, fazer o download do aplicativo via iOS ou Android, ou até agendando uma reunião pelo Google Calendar, e entrar na ligação diretamente pelo Gmail. Para mais dicas de uso, visite a Central de Ajuda.

Descubra outras medidas que o Google Cloud está fazendo para ajudar no combate à COVID-19 neste blogpost e sobre a novidade do Google Meet aqui.

Carlos Ambrósio é reeleito presidente da ANBIMA

Carlos Ambrósio foi reeleito presidente da ANBIMA (Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais). O executivo e os novos membros da Diretoria da entidade para o biênio 2020/2022 foram escolhidos pelos associados em assembleia geral. Participaram da votação 74,5% do quadro de associados.

Ambrósio é o atual presidente da ANBIMA e faz parte da diretoria desde 2012. Ele também é membro do Conselho de Administração da Claritas Administração de Recursos, instituição em que trabalha desde 2001. É formado em Administração de Empresas pela PUC-SP (Pontifícia Universidade Católica de São Paulo).

A nova diretoria da ANBIMA conta ainda com oito vice-presidentes e 13 diretores. Em votação, foram eleitos ainda os membros dos Conselhos Fiscal e de Ética. Enquanto os mandatos da Diretoria e do Conselho Fiscal valem até 2022, os membros do Conselho de Ética ficam no cargo por quatro anos, mas um terço dos integrantes será renovado a cada dois anos. A reestruturação do Conselho de Ética foi aprovada em março com o objetivo de dar mais autonomia, independência, pluralidade e ampliar as competências do organismo. A partir de agora, ele é composto por nove membros, sendo cinco de instituições associadas e quatro convidados de fora do quadro associativo indicados pela Diretoria. Até então, eram sete representantes dos associados. Entre os novos membros, estão os ex-presidentes da ANBIMA: Denise Pavarina, como participante independente, Marcelo Giufrida (Garde) e Robert van Dijk (Hieron).

Todos os eleitos assumem os cargos imediatamente.

Conheça a nova diretoria da ANBIMA e os conselhos de Ética e Fiscal:

DIRETORIA
Presidente
Carlos Ambrósio (Claritas)

Vice-presidentes
Carlos André (BB DTVM)
Carlos Constantini (Itaú-Unibanco)
Gilberto Duarte (Santander)
José Eduardo Laloni (ABC Brasil)
Luiz Sorge (BNP Paribas Brasil)
Pedro Lorenzini (Citibank)
Renato Ejnisman (Bradesco)
Sergio Cutolo (BTG Pactual)

Diretores
Adriano Koelle (BNY Mellon)
Alcindo Canto (Votorantim)
Carlos Takahashi (Black Rock)
Eduardo Azevedo (Tullett Prebon)
Fernando Cruz Rabello (Safra)
Gabriel Leal (XP Investimentos)
Jan Karsten (Julius Baer)
Luiz Chrysostomo (Neo Gestão de Recursos)
Luiz Fernando Figueiredo (Mauá Capital)
Lywal Salles Filho (Vinci Partners)
Pedro Juliano (J.P. Morgan)
Pedro Rudge (Leblon Equities)
Teodoro de Lima (Credit Suisse)

CONSELHO DE ÉTICA
Presidente
Valdecyr Maciel Gomes (independente)

Vice-presidente
Luiz Eduardo Passos Maia (Brookfield Brasil)

Conselheiros
Denise Pavarina (independente)
Luiz Augusto de Oliveira Candiota (Lacan)
Marcelo Giufrida (Garde)
Otávio Yazbek (independente)
Renato Oliva (Santander)
Robert van Dijk (Hieron)
Saša Markus (independente)

CONSELHO FISCAL
Arnaldo Alves dos Santos (Itaú-Unibanco)
Fabio Fijino Rey (ABC Brasil)
Luiz Guilherme da Costa Manso Moreira de Mendonça (Credit Suisse)

 

 

Nestlé lança desafios via 100 Open Startups

A Nestlé tem como compromisso garantir o abastecimento regular de seus produtos. Para atingir esta meta, a companhia vive uma grande transformação digital, um intenso processo de inovação e está sempre em busca de parceiros que colaborem para impulsionar esta evolução.

“Por isso, a Nestlé lançou desafios de inovação via 100 Open Startups, pois entendemos que as soluções de logística e de inteligência de dados aumentaram ainda mais de importância no momento atual. Consideramos que a cocriação é vital para resolver os complexos desafios que enfrentamos”, explica Carolina Sevciuc, Head de Transformação Digital da Nestlé.

As demandas da Nestlé foram lançadas por meio do Super Desafio Covid-19 | Coronavírus, que é um chamado para startups, empresas e governos colaborarem para minimizar os efeitos da pandemia. “A crise causada pela pandemia levantou demandas urgentes, e as startups estavam prontas para resolver prontamente muitas delas. Foi esse o objetivo do Super Desafio Covid-19 | Coronavírus – usar a força da nossa rede para conectar rapidamente as demandas das entidades às soluções vindas do ecossistema de inovação – e é gratificante ver grandes empresas como a Nestlé participando dessa ação”, aponta Bruno Rondani, CEO da 100 Open Startups.

Inscrições: 100os.net/SuperDesafioCovid-19

Sinqia abre 60 vagas de emprego em São Paulo, Belo Horizonte e Curitiba e faz contratação remota

A Sinqia, empresa líder em tecnologia para o mercado financeiro, está em busca de 60 profissionais de diversas áreas de atuação, para contratação imediata nas cidades de São Paulo (SP), Belo Horizonte (MG) e Curitiba (PR). As vagas disponíveis são nas áreas de Business Consulting, Contratos, IT Quality & Assurance e IT Software. As inscrições podem ser feitas pelo site jobs.kenoby.com/sinqia.

Especialista na transformação digital de instituições financeiras e uma das maiores provedoras de tecnologia e serviços para este segmento, a companhia foi certificada pelo Great Place to Work, em 2019, como uma das melhores empresas para se trabalhar no Brasil, e eleita como uma das 100 maiores fintechs do mundo em 2017, 2018 e 2019, pelo IDC. Sua excelência em governança levou a companhia ao Novo Mercado da B3, um grupo seleto de empresas na bolsa.

A Sinqia possui colaboradores alocados nas filiais de Belo Horizonte, Curitiba, Florianópolis, além da matriz, localizada em São Paulo. É focada no desenvolvimento e qualificação de talentos, por isso possui parceria com instituições de ensino que certifiquem seus colaboradores, aplica o conceito “Carreira em Y” em sua gestão, oferece programas internos de liderança, além de promover um ambiente de trabalho descontraído e dinâmico, com flexibilidade de horário e sistema de home office semanal.

Contratação e integração digitais 

Neste momento de propagação do Covid-19, em que o confinamento é recomendado pelas organizações mundiais de saúde, a empresa encontrou, por meio da tecnologia, formas de garantir uma contratação segura de funcionários. Todo o processo de contratação e integração feito em situações normais (presencialmente), foi adaptado ao ambiente digital e tem sido realizado de forma remota.

Por meio de plataformas de videoconferência, são passadas, pelos profissionais da área de People, informações que vão desde temas que permeiam os desafios das oportunidades, questões contratuais, como jornada de trabalho e benefícios, até tópicos estratégicos, como valores e cultura da empresa, segurança da informação e compliance, além da apresentação dos gestores e integrantes das equipes que estes novos colaboradores farão parte. Alguns dias antes do início do trabalho, os novos colaboradores recebem pílulas de informação sobre a história e cultura da Sinqia, para que possam se familiarizar com a atuação da empresa.

Quando se trata da documentação, o preenchimento de dados cadastrais é feito de maneira virtual e o envio dos documentos requeridos para a contratação são digitalizados (scanner ou fotos) pelas duas partes. A assinatura do contrato também é virtual – o novo colaborador formaliza que aceita trabalhar na empresa através de e-mails. Além disso, para manter a segurança e saúde dos novos colaboradores, os exames médicos admissionais foram postergados e deverão ser realizados após o fim do período de isolamento social.

“Para garantir que o modelo de contratação e início de novos funcionários de forma digital e remota tenha sucesso, gestores são orientados a realizarem pelo menos uma reunião de equipe por semana, via plataformas digitais, a fim de garantir uma boa integração, acompanhar e fornecer suporte em possíveis dúvidas. Dessa forma é possível manter a proximidade e certificar que eles estão seguros e felizes com o escopo de trabalho e seus times”, comenta Fernanda Mello, Coordenadora da área de People da Sinqia.

Ferramentas de gestão de projetos, utilizadas para manter uma comunicação assertiva entre as equipes, também ajudam o novo colaborador a visualizar atividades em andamento de maneira fácil. Além disso, os gestores designam um ‘Buddy’ (parceiro de trabalho) a cada novo integrante que entra na equipe, para que essa pessoa tenha um contato próximo que irá repassar orientações do dia a dia.

Todas as medidas citadas são realizadas pela Sinqia em situações normais de contratação, porém de forma presencial. As adaptações dos procedimentos operam dentro das leis regulatórias de contratação formal.

No momento, a sede da empresa e suas filiais encontram-se fechadas e em processo de higienização de todo ambiente. Todo o corpo de funcionário está trabalhando em esquema de home office integral desde o início da quarentena, como forma de prevenir o avanço do COVID-19. Salários e jornadas de trabalho não foram reduzidas.

Como ser um líder que motiva a equipe?

Como um líder deve motivar a própria equipe? A motivação vem de dentro de cada um. Ninguém consegue transferi-la para o outro. O que se deve fazer é estimular. Mas como estimular?

A primeira coisa a se preocupar é com a parte comportamental porque, afinal de contas, a pessoa estar motivada vem do comportamento dela, de como ela vê as coisas.

Veja alguns pontos abaixo destacados por Erika Linhares, executiva especializada em soft skills e pedagoga, que são fundamentais para motivar a equipe.

Lealdade

Existe lealdade dos seus colaboradores com o líder? Sem lealdade, não há engajamento, nem motivação. O líder precisa estimular que eles sejam leais aos objetivos da empresa. Leandade não tem a ver com gostar necessariamente do líder, mas sim ser leal com o que se comprometeu a fazer e respeitar a instituição em que atua. O colaborador deve se perguntar: “É isso mesmo que eu quero? O que estou fazendo está de acordo com os propósitos e objetivos da empresa?”

Crie um time

Pessoas não são seres individuais em uma corporação, elas fazem parte de um todo, de um time e de um objetivo em comum. É importante que o líder estimule o espírito de equipe e que cada um entenda que sempre pode ter algo a contribuir. Ora ela ajuda ora ela será ajudada.

As pessoas não conseguem ser motivadas se não estiverem inseridas neste contexto. A integração é fundamental. Ensine-os a serem empáticos, a se colocarem no lugar do outro, a ajudar. Eles precisam ser parceiros. Se o colaborador se sente abraçado na equipe, facilmente irá se motivar.

Acompanhe e seja um líder justo

O ideal é que o líder fique próximo dos seus colaboradores nas atividades e entregas dentro dos prazos. O acompanhamento é fundamental para que ele se sinta motivado. Por isso, é ufundamental dedicar tempo para gerir a equipe.

Se a tarefa está sendo feita da maneira errada, sente junto e ajude a pensar em uma solução. O mesmo vale para aquele que está contribuindo super bem e nunca se sente reconhecido pelo trabalho. Dê feedbacks. Com isso, o líder corrige a rota e acelera cada vez mais a equipe a dar o melhor de si.

Celebre

Faça pequens comemorações de acordo com cada conquista. A comemoração genuína que se justifica é a gasolina para manter todos motivados a continuarem firmes até o objetivo final.

4 maneiras que os varejistas podem responder ao Covid-19

Por Bruce Richards 

Estes são tempos complexos para a indústria do varejo. Os consumidores estão em isolamento social devido ao Covid-19. Os varejistas estão temporariamente fechando suas portas por preocupação com os funcionários e clientes e os governos locais estão exigindo fechamentos e quarentena com grande incerteza sobre quando tudo isso vai acabar.

O ecossistema de um varejista é vasto e é seguro dizer que cada parte está sentindo as consequências desta crise. Embora possa parecer que não há algo de “normal” neste clima, existem maneiras para os varejistas ajustarem suas operações, manterem os clientes e funcionários felizes e talvez definirem uma nova maneira de trabalhar depois que o pior do Covid-19 passar.

Seja autêntico 

Todos os seus clientes estão se ajustando a um novo normal. Reconhecer isso e se ajustar junto com eles permite que as pessoas saibam que você está com eles nessa jornada. Só porque seus clientes estão presos em casa, isso não significa que eles não querem se sentir e parecerem bem e comer direito. À medida que as pessoas estão ajustando seus estilos de vida, o autocuidado se torna uma prioridade. Nunca se sabe – as mudanças de conteúdo web que você faz agora podem se tornar as melhores práticas no futuro.

Para os varejistas de moda, em vez de colocar uma bolsa de grife em sua página inicial, talvez mudar para de treino ou lounge elegantes. Pense como fazer merchandising do seu site de uma forma diferente com base no estilo de vida em vez de categorias de produtos.

No lado da beleza, pense em apresentar vídeo tutoriais e incentive os clientes a experimentarem novos produtos e looks que podem não ser tão arriscados agora que eles sintam-se no conforto de casa, sem ter que correr para o escritório.

Lojas de conveniência podem focar na preparação de refeições saudáveis ou como trabalhar com menos ingredientes.

Além disso, com toda a incerteza atual, as políticas de troca de 30, 60 e 90 dias não funcionam. Muitas pessoas gostam de fazer devoluções de compras on-line na loja. Encorajar esta prática por meio de períodos de devolução prolongados pode impulsionar o movimento nas lojas após a crise ter passado.

Seja transparente 

Fornecedores e vendedores estão lidando com os mesmos problemas que os varejistas, então mantenha-se a par de suas situações, como suas limitações afetarão seu negócio e se comunique com os clientes de forma adequada. As forças de trabalho de fabricação e distribuição podem ser reduzidas, o que terá um impacto direto na sua capacidade de atender a demanda dos consumidores. Você provavelmente informa os clientes quando há poucas unidades dos itens que eles estão procurando no estoque, agora, dada a velocidade com que certos itens podem desaparecer, considere ajustar os critérios que acionam as notificações de poucas unidades em estoque. Quando os itens se esgotam, permita que os clientes configurem facilmente alertas de que o produto está disponível novamente e certifique-se de que as atualizações que você fornecer são precisas.

Mude o foco 

À medida que mais lojas físicas fecham temporariamente, a necessidade de interações e transações sem contato físico se tornou imperativa. Transforme seus associados de vendas em “influenciadores” on-line. Eles podem compartilhar looks e novos conteúdos com clientes para mantê-los engajados e sentindo que fazem parte da comunidade da sua marca – mesmo que eles não possam visitar sua loja física. Esta forma de “clientela digital” pode funcionar especialmente bem em categorias de beleza e moda.

Encoraje o digital 

Nem todos estão 100% confortáveis interagindo no mundo digital e, na verdade, para muitos varejistas, usuários não digitais representam uma grande parte de sua base de clientes. As condições atuais forçarão esses clientes a inundar os call centers, então agora é a hora de ajudar a aumentar a adoção digital com usuários não digitais e digitais.

Facilite para que esses clientes se envolvam digitalmente com a sua loja por meio de conteúdo educacional, como tutoriais e guias que explicam como usar seu aplicativo móvel ou como funciona a jornada a seu site. E não se esqueça de deixar claro para essas pessoas o que você está fazendo para manter seus dados pessoais seguros. Aumentar os níveis de conforto agora pode trazer grandes recompensas no futuro.

Bruce Richards, gerente sênior de marketing para varejo e bens de consumo da Adobe

Grupo Prosegur procura statups para criar espaços livres de Covid-19

O Grupo Prosegur, referência global em segurança privada, está com as inscrições abertas para startups que queiram participar do concurso global da companhia para criar espaços livres do Covid-19. O objetivo do desafio é planejar soluções eficazes que possam ser combinadas entre si e permitir a construção de uma proposta abrangente para o cliente final.

O desafio se concentra em três áreas prioritárias – controle do fluxo de pessoas no local de trabalho; controle de acesso e sistemas de validação de identificação que permitem controle de acesso automático e sem contato para trabalhadores e visitantes e sistemas de monitoramento de saúde usando plataformas Command & Control.

As inscrições ocorrem até 4 de maio pelo site http://www.prosegur.com/comein/comeincovid. O processo de seleção e avaliação escolherá 45 startups iniciais e terá dois comitês de seleção. Posteriormente, os 15 projetos finalistas apresentarão suas propostas piloto. Após esse processo, os cinco vencedores assinarão um contrato de quatro meses para trabalhar na melhoria de seus produtos, em colaboração com as unidades de negócios do Grupo Prosegur e seus clientes.

Como transformar números em estratégias de negócio

O que acontece? Por que acontece? Quando acontece? O que fazer? Estes são os questionamentos responsáveis por transformar os números da empresa em insights estratégicos. Na prática, o processo é conhecido como análise de dados onde um conjunto de informações obtidas dentro de um negócio serve de base para solucionar desafios e identificar futuras oportunidades – o que facilita a tomada de decisão e oferece uma maior previsibilidade mercadológica.

De acordo com Vitor Landim, consultor do Núcleo de Produção da Poli Júnior – Empresa júnior da USP, a tomada de decisão realizada por meio de dados é cada vez mais frequente nas empresas devido ao aumento da complexidade do ambiente corporativo. Inclusive, o movimento tende a crescer nesses tempos de incertezas ocasionadas pelos impactos do Coronavírus.

“Levando em consideração um cenário caótico no qual as decisões críticas dentro de uma organização significam a sobrevivência de um negócio, desenvolver uma análise de dados bem estruturada torna-se um diferencial de mercado visto que essas informações permitem que os líderes conheçam melhor o público-alvo, portfólio e processos organizacionais”, afirma o consultor que também já enxerga esse movimento em grandes empresas brasileiras. “Nesta pandemia o Grupo Pão de Açúcar, por exemplo, aumentou o estoque de produtos com base em dados da Europa tendo em vista que o continente se encontra em uma fase mais avançada do vírus em comparação com o Brasil”, complementa.

Para quem deseja implementar a análise de dados nos negócios, o primeiro passo é escolher o formato de armazenamento das informações. Em casos mais complexos, o ideal é recorrer a um Sistema Integrado de Gestão Empresarial (ERP), enquanto que em situações mais simples os dados podem ser facilmente centralizados em um Excel. Outra sugestão relevante é determinar os indicadores a serem coletados, que devem ser mensuráveis e visando um objetivo concreto.

“Acreditamos que a gestão de dados é indicada para qualquer tipo de negócio. Ou seja, desde os pequenos aos médios e grandes empreendimentos”, pontua Landim. Entre as principais vantagens da iniciativa, o especialista também cita o aumento de vendas, redução de custos e acompanhamento em tempo real da performance organizacional de maneira ampla ou extremamente aprofundada, melhorando o timing de reação da gestão e, consequentemente, adiantando as soluções para os desafios organizacionais.

Para mais detalhes sobre a análise de dados, basta acessar o link: Poli Júnior .

O engajamento online em tempos de crise

Por Carlos Busch, vice-presidente de vendas em varejo e bens de consumo da Salesforce Brasil

O isolamento social tem sido adotado em diversos estados e países como medida preventiva para combater a contaminação do COVID-19, seguindo a orientação da Organização Mundial da Saúde (OMS). Com o isolamento, os canais digitais tornaram-se ainda mais fundamentais, o que levou a um aumento o volume de dados da internet no país. Segundo dados do Núcleo de Informação e Coordenação do Ponto BR (NIC.br), em 23 de março o volume de dados chegou a 11 terabits por segundo (Tb/s). Além disso, o NIC observou uma distribuição uniforme do pico de tráfego, que antes era atingido após às 21h e passou a ser mais constante ao longo de todo o dia.

Desde o dia 12 de março alguns e-commerce registraram uma alta de até 180% nas vendas nas categorias alimentos e bebidas e beleza e saúde, segundo dados da Associação Brasileira de Comércio Eletrônico (ABComm). As compras online têm sido uma alternativa ao isolamento, já que diminuem os riscos de contágio devido à redução de contato. E isso vale para qualquer tipo de compras.

Neste cenário, diversos questionamentos e incertezas surgem, principalmente em relação aos negócios. Para os varejistas, interagir com o cliente, que não está mais indo às lojas físicas e se encontra exclusivamente no online, é um desafio que precisa ser encarado. Mas como engajar o consumidor que está online em meio a uma crise desconfortável para todos? Como suportar o alto volume sem perder a qualidade, mantendo o ecommerce funcionando mesmo em tempos de crise ? E mais, como se destacar entre as milhares de lojas online e marketplaces?

Acredito que a flexibilidade e confiança são a chave para o atual momento. Flexibilidade na operação, no atendimento, na entrega e nas formas de pagamento. E confiança na comunicação com os clientes e na relação com os colaboradores.

Crie experiências online atreladas à sua marca 

Com os consumidores online, as marcas não podem mais depender apenas de estratégias de lojas físicas. Mais do que nunca é preciso pensar digital, ter os clientes no centro da estratégia e ter uma força de trabalho engajada em elaborar novas formas de se conectar com os clientes.

Se possível, diversifique as formas de pagamento aceitas, deixe o cliente mais à vontade para escolher como pagar. Se a flexibilidade de pagamento não for possível, ofereça cortesias ou descontos nas compras online. Outra solução criativa é promover “gincanas” em seus canais como desconto ou brindes para os primeiros clientes que assinarem ou comprarem um serviço da sua marca, por exemplo.

Aumente a proatividade em relação as necessidades dos consumidores. Os canais de relacionamento são muito importantes, se precisar, disponibilize novos canais, por exemplo. É preciso entender o momento e as necessidades dos consumidores, mostre que sua marca está ali para atender as solicitações deles. Neste quesito, a sua equipe de atendimento é a linha de frente da empresa, eles precisam estar motivados e engajados em prover o sucesso dos clientes. Faça reuniões e esteja aberto para ouvi-los, com certeza eles terão as melhores ideias sobre o que os clientes buscam.

Algumas empresas têm apostado em soluções voltadas diretamente para o cliente final. Por exemplo, lojas de cosméticos estão fazendo “lives”, em canais como o Instagram, com maquiadoras fazendo tutoriais e dando dicas gratuitas para os clientes. Esta é uma forma divertida e inteligente de compartilhar conhecimento sobre seus produtos e se aproximar dos consumidores.

O perfil do consumidor após o COVID-19 será diferente do que estávamos trabalhando. Antes existia, para alguns varejistas ou ainda empresas de bens de consumo, a resistência de investir frontalmente em canais mais ágeis de atendimento, canais de compras/vendas online e uma comunicação mais digital. O que vimos nas últimas semanas nomundo todo, é que estas iniciativas, antes oportunidades, agora passaram a ser o modus operandi do mercado.Provavelmente após o COVID-19 elas serão mais intensas ainda, se comparadas aos períodos anteriores.

Vale ressaltar ainda que os desafios das empresas daqui para frente serão mais amplos. Não bastará estarem com vendas pela internet, atendimento com bots etc, mas sim oferecer a melhor oferta personalizada para cada consumidor. Para isto, recursos como inteligência artificial , dinamismo de personalização de conteúdos de forma consistente na visão única dos clientes.

Revise os fluxos e adote melhores práticas para suportar os altos volumes de tráfego 

1 – Reavalie fluxos críticos para a operação do seu e-commerce, faça reuniões recorrentes com as áreas chave da operação como a liderança, área técnica, produto, suporte e atendimento. Avalie os riscos em conjunto e faça os ajustes necessários para não ter surpresas desagradáveis.

2 – Com o trabalho remoto ampliado durante a quarentena, a sua VPN está sob um grande teste, por isso, converse com os fornecedores e solicite um suporte adicional. Além disso, restrinja o login a funcionários que têm papel crítico na operação, para poder resolver problemas rapidamente.

3 – Se você tem equipes trabalhando em diferentes fusos horários, desenvolva uma estratégia para garantir o maior suporte possível ao website, com o time que você tem atualmente. Ou adote horários flexíveis, para que a cobertura do suporte ultrapasse o horário comercial. Isso garante uma maior cobertura operacional durante qualquer disrupção – independente da hora em que ela ocorra.

4 – Desenvolva protocolos para guiá-los no caso de acontecimentos de impacto, como a atual crise. Inicie com diversos cenários de possíveis crises e crie, junto de sua equipe técnica, de planejamento e de comunicação (RP), maneiras de responder a eles. As ações de respostas precisam contemplar tanto o cenário interno, através de ajustes no fluxo do trabalho, quanto o externo, na comunicação com os clientes. Antes, verifique como seus serviços funcionam com 100% de visibilidade. A Salesforce disponibiliza uma plataforma online e gratuita, o trust.salesforce.com, para obter informações em tempo real sobre desempenho e segurança do sistema.

Estamos vivendo um momento em que as coisas mudam muito rapidamente e as incertezas têm sido maiores que as certezas. Por isso, mais do que nunca é preciso união, cooperação e compartilhamento de conhecimento, só assim conseguiremos sair desta crise fortalecidos.

Tecnologia e criatividade: como empresas precisam se reinventar para manterem-se relevantes em momentos de crise?

Por Gastão Mattos, Líder da IDid

A pandemia do novo coronavírus afetou diretamente o nosso comportamento. Para seguir as instruções da Organização Mundial da Saúde, as pessoas, por exemplo, mudaram a maneira de consumir e ampliaram suas compras pela internet, com o objetivo de manterem suas vidas intactas diante de tantas incertezas sobre a crise na saúde mundial.

 O novo comportamento da sociedade é visto no levantamento da NZN Intelligence, plataforma de pesquisa de mercado de uma empresa de mídia digital, que 69% dos brasileiros entrevistados acreditam que a chegada do vírus mudará seus hábitos em relação à rotina de trabalho e estudo. No entanto, vale reforçar que, infelizmente, essas mudanças não ocorreram devido às inovações tecnológicas, mas por fatores de proteção dos indivíduos contra o vírus.

Com a pandemia, o e-commerce tornou-se um setor vital para a compra de produtos para necessidades básicas. De acordo com o Statista, portal alemão de estatísticas, a Itália, um dos epicentros da pandemia, teve, entre fevereiro e março, um aumento de 90% das vendas online, comparado ao mesmo período de 2019. Já no mercado online brasileiro ocorreu um aumento médio de 30%, em março de 2020, sendo que algumas lojas obtiveram um crescimento de até 180% em vendas de produtos de saúde e alimentação.

A crise da pandemia gerou perspectivas para um crescimento mais expressivo do e-commerce, já que as pessoas precisam ficar em casa para se protegerem do novo coronavírus. O momento também proporcionou uma mudança dos tradicionais consumidores de lojas físicas, que reduziram seus medos e deram uma chance para a utilização do comércio digital.

Diante dessa mudança abrupta na relação do consumidor com as lojas, será que as empresas estavam ou estão preparadas para a adaptação de suas operações comerciais, principalmente se avaliarmos as micro, pequenas e médias empresas?

O setor supermercadista, que tinha baixa participação no mercado eletrônico antes da pandemia (4%), algumas grandes redes mostraram fragilidade na absorção do alto impacto de demanda pela Internet. Houve casos como a interrupção dos serviços de delivery em um determinado período ou a ampliação no prazo da entrega dos produtos. A mudança para o mercado digital trouxe um impacto negativo inicial, revelando certa fragilidade em todo o processo e plataformas de serviço utilizadas no e-commerce.

Em contrapartida, porém, empresas de menor porte têm demonstrado boas maneiras na adaptação na maneira de vender. Ao invés de simplesmente fecharem suas portas e aguardarem o fim da pandemia, muitas lojas, principalmente as de bairro, têm usado da criatividade e ferramentas tecnológicas simples para manterem-se ativas nos negócios.

Para o processo de mudança das micro, pequenas e médias empresas para o e-commerce, o uso de ferramentas básicas, que não são integradas com alta tecnologia e exigem investimentos altos para sua implementação, tem sido a principal atitude.

Como exemplos estratégicos de adaptação e seguindo a teoria do movimento cultural Do It Yourself (Faça você mesmo), algumas lojas de bairro se uniram e criaram suas redes de comunicação para atender os clientes por meio das redes sociais. Com a criação de um grupo no WhatsApp, por exemplo, mercados, farmácias, padarias e até empresas de entrega locais utilizam essa ferramenta para se integrarem e realizarem o atendimento, passarem as informações e concluírem as entregas. Tudo como se fosse uma grande empresa de diversos segmentos de atuação, e que trabalham para que o cliente compre suas encomendas sem sair de casa.

Um supermercado de bairro, situado na Zona Oeste de São Paulo, é uma prova positiva de adaptação à nova demanda de consumo. O dono utilizou o cadastro de seus clientes frequentes e avisou via WhatsApp que os pedidos poderiam ser feitos pelo aplicativo, com o envio da lista de produtos pela mesma ferramenta. Ao receber a solicitação, o funcionário da loja coloca o produto no carrinho do cliente e informa se está pronto para a retirada ou em falta no estoque. No final do processo, a loja envia o horário disponível para a retirada da compra pelo mesmo app de comunicação digital.

Com uma estratégia simples e sem custos de implementação no supermercado de bairro paulista, a criação de um “pick-up store” facilitou que o cliente se desloque até a loja e o pedido seja entregue, com pagamento via cartão no POS remoto do funcionário encarregado. Tudo feito sem que o cliente precise sair do carro. A implementação desse processo de compras no estabelecimento local, além de conseguir atender com rapidez, ampliou a fidelidade de seus clientes, proporcionada pela nova necessidade de interação.

Para quem nunca utilizou o comércio eletrônico, uma dica é que as lojas podem utilizar as empresas de marketplace como um canal confiável de vendas. Junto a isso, e sem custo algum, as redes sociais são ótimas ferramentas de interação de contato com os clientes e divulgação de promoções.

Em tempos de crise, é preciso improvisar e identificar quais são as demandas essenciais a serem tratadas com as ferramentas disponíveis para atender os clientes. A tecnologia existe e é fundamental para manter as atividades do mercadinho, peixaria, padaria, farmácias e tantos outros estabelecimentos. O que fica de lição e aprendizado para todos nós é que, com tudo isso que está ocorrendo, podemos alinhar o uso tecnológico à criatividade que os empreendedores brasileiros possuem em seu DNA, especialmente nos momentos de tempestade.

 

Como se planejar para cenários extremos com testes de estresse

Por Renato Fiorini, gerente de Soluções de Risco do SAS para América Latina

Responder a cenários extremos de negócios é, em muitos casos, um processo que não só exige líderes competentes, mas também pede a introdução de algumas habilidades específicas. Nos últimos anos, os bancos entraram em um consenso sobre o valor estratégico de um sistema sólido de análise financeira e de risco baseado em cenários – o que se torna ainda mais relevante diante da pandemia do COVID-19.

Com a crise financeira esperada como resultado da disseminação do vírus por todo o mundo, empresas têm de encontrar novas formas de gerar receita enquanto navegam mares tempestuosos. Em momentos assim, a ferramenta de teste de estresse é a melhor aliada para avaliar decisões que devem ser tomadas e ter mais clareza sobre situações muitas vezes delicadas.

Sua organização sabe, por exemplo, quanto de financiamento será necessário para superar a crise financeira? Tem visibilidade da eventual necessidade de demitir alguns dos recursos humanos qualificados que possui atualmente? Estes são apenas dois exemplos das questões que afligem os negócios atualmente. Porém, há um lado positivo: um estudo publicado pela McKinsey em março de 2020 apontou que as organizações podem mitigar as tenebrosas previsões econômicas adotando uma combinação de governança forte, estruturas eficazes de TI, um bom framework de gestão de risco e divulgação de dados que garanta transparência.

O teste de estresse ajuda os tomadores de decisão a responderem questões do negócio que envolvem muitos “se”. Ele se concentra no portfólio do próprio banco, em áreas como avaliação de risco em produtos-chave ou segmentos de clientes. Também avalia processos operacionais, como a compreensão dos riscos legais, e outros aspectos do negócio. Todas as informações externas que podem afetar os negócios também estão incluídas.

Uma abordagem ágil para a modernização do teste de estresse 

Para realizar testes de estresse melhores, o ideal é ter uma estrutura com poucas complexidades – e sobretudo com baixo custo relacionado à infraestrutura ou ao licenciamento de software.

Cenários de negócios de alto impacto, em que ferramentas robustas de teste de estresse podem ajudar, incluem planejamento financeiro, definição de apetite a risco, criação de análises de sensibilidade e possibilidades, assim como a identificação de quaisquer riscos emergentes e teste de estresse reverso.

Dependendo da abordagem de teste de estresse escolhida, é possível realizá-lo rapidamente, importando os dados do balanço da empresa para a solução para a simulação de diferentes decisões gerenciais em diversos cenários para validar e planejar ações.

Casos de uso e benefícios de teste de estresse eficientes 

O processo do teste deve considerar, sistematicamente, os pontos de vista únicos dos principais gestores e executivos sobre o ambiente de negócios previsto, as perspectivas econômicas gerais e a estratégia competitiva do banco, as atividades de levantamento de capital e o apetite a risco.

Esses executivos debatem e concordam sobre cenários hipotéticos, determinam limites de risco para cada um deles, definem os cenários, executam os testes e usam os resultados para gerir melhor os riscos.

Teste de estresse modernos e automatizados podem oferecer muitos benefícios tangíveis para as organizações. Ao executar testes e determinando limites nos piores cenários – mesmo os menos prováveis -, os riscos se tornam transparente por todo o negócio. Esta transparência obriga todos no negócio a pensarem sobre o risco de forma mais dinâmica e a gerenciá-lo com mais proatividade.

Os resultados dos testes de estresse ajudam os tomadores de decisão a compreender melhor as contrapartidas entre oportunidade e risco, mensurar desempenho ajustado ao risco, e tomar decisões de gestão com conhecimento.

Esses são alguns dos principais elementos que devem ser considerados para aproveitar as capacidades dos testes de estresse 2.0 na nova ordem mundial. Ao adotar essa abordagem, sua organização estará mais bem preparada para tomar decisões melhores e lidar com cenários extremos com mais confiança.

Chemours inaugura novo centro de excelência global em inovação

A Chemours Company (Chemys) (NYSE: CC), empresa química global líder de mercado em produtos fluorados, soluções químicas e tecnologias de titânio, abriu formalmente seu novo centro de inovação, o Chemours Discovery Hub, no campus de Ciência, Tecnologia e Pesquisa Avançada (STAR, siga em inglês), da Universidade de Delaware.

As instalações de ponta abrigam, agora, mais de 300 dos principais pesquisadores e cientistas da empresa, concentrando, em um único local, a maior parte dos esforços de inovação da Chemours nos Estados Unidos, para maximizar a colaboração e a eficiência. O Chemours Discovery Hub mede cerca de 30 mil m², possui mais de 130 laboratórios individuais e foi construído ao longo de 24 meses sem que um único incidente de segurança causasse qualquer atraso.

No Discovery Hub, a Chemours aprofundará sua parceria de pesquisa com a Universidade de Delaware e realizará experimentos com professores e alunos para desenvolver novas aplicações para seus produtos. Além disso, a empresa usará suas instalações para atrair e recrutar estagiários, colaboradores e funcionários em potencial. 

“É muito mais do que uma nova instalação de P&D; trata-se do investimento de nossa empresa em mentes jovens que aprenderão sobre química por meio do Discovery Hub, sobre o nosso investimento contínuo em Delaware e o nosso investimento em uma linha de inovação, que capacitará nossos clientes, mudando o mundo para melhor”, disse Mark Vergnano, presidente e CEO da Chemours. “O Chemours Discovery Hub é um símbolo vivo da empresa que estamos nos tornando: aberta, colaborativa, imaginativa e voltada para o futuro. Estamos emocionados em ver as inovações que nossa equipe sonhará neste edifício, no ambiente criativo de uma universidade pública”.

“Quando começamos a construção do Chemours Discovery Hub no Campus STAR, há dois anos, expressamos nossa visão compartilhada de uma parceria de pesquisa de ponta que expandiria as fronteiras do conhecimento científico, inspiraria o importante trabalho de nossos talentosos colaboradores e abasteceria nossa economia nos próximos anos”, disse o presidente da UD, Dennis Assanis. “Hoje, vemos essa visão se tornar realidade. Estou muito motivado pelas oportunidades incríveis que temos pela frente”.

O Chemours Discovery Hub é um dos maiores centros de P&D do estado de Delaware e uma das maiores instalações de P&D da indústria química. Alguns dos produtos da empresa foram usados ​​para construir o prédio: os refrigerantes Opteon ™ com baixo potencial de aquecimento global fornecem 4.000 toneladas de capacidade de refrigeração e o prédio é isolado com 43 toneladas de espuma Spray Opteon ™. Mais de 2.800 galões de tinta contendo dióxido de titânio Ti-Pure ™ foram usados ​​para o revestimento do edifício. Os fluoropolímeros Teflon™ foram utilizados ​​para isolar os 180 km de cabos da rede de construção.

Mais de 2.000 janelas alinham-se no Discovery Hub, maximizando o uso de luz natural por meio da planta baixa do edifício. Mais de 1,4 milhão de libras (635 toneladas) de conduítes e 41 km de tubulações e dutos foram instalados para levar os serviços aos espaços de laboratório do Discovery Hub. O edifício obteve uma classificação de três em quatro do sistema de classificação de edifícios sustentáveis ​​Green Globes.“A colaboração entre os empregadores de Delaware e nossas instituições de ensino nunca foi tão importante para o futuro de nossa economia”, disse o governador de Delaware, John Carney. “Essa colaboração no campus da STAR entre a Chemours e a Universidade de Delaware impulsionará a inovação, conectará estudantes com líderes em seus campos e manterá em Delaware muitos dos nossos mais talentosos e inovadores jovens. Essa instalação de ponta também continuará uma longa tradição de importantes descobertas científicas em Delaware e manterá bons empregos bem remunerados em nosso estado”.

LIVE Brasscom: Como será a retomada da economia e combate à desigualdade no setor de TIC pós COVID-19

Na quinta-feira, 30 de abril de 2020, a Brasscom – Associação Brasileira das Empresas de Tecnologia da Informação e Comunicação, irá promover uma live para fazer sobre a retomada da economia pós pandemia do coronavírus. Entre os convidados, está o CEO da BRQ Digital Solutions, uma das maiores empresas de tecnologia do país, Benjamin Quadros.

Mediada pelo Presidente Executivo da Brasscom, Sérgio Paulo Gallindo, o objetivo do debate é propor políticas públicas e ações de responsabilidade social que reduzam o impacto à população, além de levantar aplicações com uso de tecnologias para enfrentar crises epidemiológicas.

Além de Benjamin Quadros, o evento contará com a presença de Laércio Consentino, Presidente do Conselho de Administração da TOTVS; e Luiz Mattar, Presidente da TIVIT. Para participar, basta acessar o link: http://bit.ly/2XDES8g

SERVIÇO: 
Data: 30 de abril de 2020 – quinta-feira
Horário: 17h00 – 18h00
Local: Zoom transmitido ao vivo pelo Youtube

TIM Brasil anuncia acordo com Google Cloud

A TIM Brasil anuncia acordo com o Google Cloud no uso da solução Google Cloud Platform (GCP) como sua plataforma estratégica de nuvem para Big Data, inteligência de negócios e aprendizado de máquina. A plataforma permite que a empresa faça análises em tempo real para obter insights exclusivos sobre seus negócios. Essas informações ajudarão a operadora a aprimorar ainda mais seus serviços ao cliente, o planejamento e a otimização da rede, além de fornecer ofertas personalizadas aos usuários e produtos baseados em dados e analytics. O Google Cloud será responsável pelo fornecimento da Google Cloud Platform (GCP) e também de toda a consultoria que envolve a migração do ambiente atual, no redesenho e otimização em nuvem, além do apoio na construção do CoE (Centro de Excelência) da TIM, que será responsável em fazer toda a gestão do ambiente após sua conclusão.

A plataforma permite que a operadora otimize e aprimore sua plataforma de Big Data e Analytics, assim como novas parcerias sejam criadas e os recursos sejam explorados, evoluindo as campanhas e processos existentes. Por meio do acordo, a TIM também fará uso de outros serviços da plataforma Google Cloud, como BigQuery, Dataproc, Dataflow, Cloud Composer, Data Fusion e Google Kubernetes Engine. Esses serviços ajudarão a simplificar a integração, permitindo que os cientistas e analistas de dados sejam mais produtivos, focando os esforços em otimizar processos e serviços da operadora e atuando em parceira com a Google, usando os serviços de PaaS (Plataform as a Service) para simplificar a configuração e gestão da infraestrutura.