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Com novo aplicativo, Manserv reduz em 50% o tempo de serviços de manutenção industrial

A Manserv, empresa líder em serviços Industriais, Facilities e Logística, implantou um aplicativo na área da Industrial para agilizar as solicitações de serviços de reparo e auxiliar os clientes a acompanharem os procedimentos de forma mais detalhada. Criado primeiramente para ser usado pela área Facilities, o app Manserv Go teve um bom desempenho na tarefa de integrar os processos de serviços volantes e por isso ganhou adaptação para outras áreas da empresa.

O aplicativo está disponível para os clientes da empresa realizarem abertura de solicitação de serviço por meio de QR Code, incluindo fotos se necessário. De acordo com o diretor-presidente da Manserv Industrial, Marcelo Felipe, houve a redução de 50% no tempo para gerar solicitações. “Também tivemos um enorme ganho de qualidade, pois as informações ficam mais esclarecidas devido à utilização de imagens”, explica.

As solicitações são enviadas ao sistema de gerenciamento Prisma para serem planejadas e incluídas automaticamente em gráficos do aplicativo, que ficam disponíveis para que o solicitante acompanhe o andamento. O app está disponível para smartphones Android e iOS.

“A Manserv busca desenvolver tecnologias que proporcionem a aplicação de soluções adequadas para evoluirmos ainda mais na qualidade e no nível de confiabilidade da nossa atuação”, afirma Felipe. Entre os serviços oferecidos pela empresa estão a operação e manutenção de processos industriais; paradas programadas; medição de carga e inspeção de redes e distribuição de energia elétrica; monitoramento inteligente de máquinas; e manutenção preditiva 4.0.

Twitter lança recurso que permite seguir Tópicos

O Twitter anuncia o lançamento do recurso Tópicos, uma funcionalidade que permitirá que as pessoas acompanhem as conversas sobre tópicos de seu interesse na plataforma com a mesma facilidade com que seguem contas. Ao escolher seguir um tópico, serão exibidos na página inicial Tweets de diversas contas que podem ser de especialistas no assunto e fãs, ou de pessoas que falam muito sobre determinado assunto. Assim, será possível acompanhar interesses e descobrir novas pessoas falando a respeito deles, sem precisar segui-las diretamente.

A funcionalidade está disponível globalmente no iOS e chegará à Web e Android na próxima quarta-feira (13). Inicialmente, será possível seguir Tópicos sobre esportes, games, K-POP e outros interesses de nicho.

As sugestões de tópicos aparecerão na linha do tempo e na pesquisa, com base no que cada um costuma buscar e já segue na plataforma. A descrição do tópico estará no idioma local, mas, por enquanto, quem seguir um tópico receberá apenas Tweets em inglês. Futuramente, os Tweets exibidos em cada tópico estarão disponíveis em outras línguas.

Até então, para se conectar aos seus interesses no Twitter, as pessoas precisavam seguir diversas contas diferentes. O recurso Tópicos é uma solução que permite encontrar as melhores conversas sobre seus interesses com apenas um toque.

Confira abaixo alguns dos recursos e experimentos que estarão disponíveis nos próximos meses:

• Seleção de Tópicos: além de receber sugestões, você pode acessar a página de Gerenciamento de Tópicos para ver quais estão disponíveis e escolher quais deseja seguir.

• Tópicos em uma Lista: em breve o Twitter começara a testar a adição de tópicos às suas listas. Na prática, seria como filtrar suas listas para ver apenas Tweets relacionados a um tema de interesse, publicados por suas contas favoritas.

• Página de Tópicos: em breve serão exploradas ainda mais maneiras para que seja possível ver os Tweets de um Tópico antes de segui-lo.

• Novos Tópicos: de pessoas a programas de TV, novos Tópicos poderão ser seguidos, com base nas maiores conversas que acontecem na plataforma, continuamente, em diferentes idiomas, países e interesses.

ABBC realiza congresso sobre inovação em serviços financeiros

A ABBC – Associação Brasileira de Bancos realizará no dia 28 de novembro, a partir das 9h, o Congresso de Inovação em Serviços Financeiros (CISF) – open banking e pagamentos instantâneos. O objetivo é compartilhar diversas visões e experiências sobre o tema para que o sistema financeiro evolua em um ambiente ainda mais inclusivo. No evento, também serão conhecidos os ganhadores da segunda edição do Prêmio Idei@ABBC.

Entre os palestrantes: Guga Stocco, fundador da GR1D; Mariana Cunha e Melo, Relações Institucionais do Nubank; In Hsieh, fundador da Chinnovation e da Marco Polo Ventures; Thiago Guimaraes, head de Digital Finance na Stefanini; Rodrigo Furiato, diretor da área de Contas Digitais (Wallet) do Mercado Pago; Carlos Augusto de Oliveira, diretor de Tecnologia da ABBC; André Jafferian e Jorge Sant’Anna, diretores da CRT4; Marcelo Modesto, da Avivatec; e Diogo José Sousa da Silva, chefe de Subunidade do Departamento de Regulação do Sistema Financeiro do Banco Central.

Confira a programação completa e faça a inscrição no site: http://www.abbc.org.br/cisf/

Serviço

Data: 28/11/2019

Horário: 8h30-18h30

Local: Teatro CIEE – Rua Tabapuã, 445 – São Paulo.

A busca do Paraná para se tornar uma potência econômica

Foto: Agência de Notícias do Paraaná

Primeiro estado brasileiro a receber dois empreendimentos da rede Hard Rock, o Paraná quer alavancar o crescimento regional e aumentar as relações econômicas para atrair novos empreendimentos, gerar emprego e estabelecer o desenvolvimento sustentável das cidades.

Para abrir tantas portas, o governador do Estado do Paraná, Carlos Massa Ratinho Júnior, se inspira em países que souberam dar um salto qualitativo em sua economia quando entenderam e investiram em sua principal vocação. Ele cita o caso de Israel com a tecnologia e da Alemanha com a educação.

No caso do Paraná, Ratinho Júnior vê no agronegócio a maior oportunidade para materializar projetos em diferentes frentes. O Paraná, considerado o quinto Estado mais rico do País, se destaca com um dos principais produtores de proteína animal do Brasil e também na produção de grãos.

Na segunda-feira (11/11), o governador se reuniu com integrantes do Conselho Político e Social (COPS), coordenado por Heráclito Fortes, e Conselho de Economia (COE), coordenado por Roberto Macedo, da Associação Comercial de São Paulo (ACSP) para discutir as oportunidades de gestão e inovação do Paraná.

O desejo de consolidar o Paraná no fornecimento de alimentos, segundo Ratinho Júnior, passa por alguns gargalos logísticos, especialmente, na criação de condições para escoar a produção e exportar de forma mais eficiente para países, como China e Estados Unidos.

“Estamos organizando o Estado para alcançar esse posto. Já somos o maior produtor de carnes do País. No futuro, o mundo vai precisar cada vez mais de comida e o Paraná pode se destacar nesse cenário, já que ninguém produz em quantidade e em variedade como o nosso Estado”, diz.

Para tanto, há alguns projetos em discussão, como a entrada do Estado no leilão de concessões de aeroportos. Outro deles é a criação da ferrovia bioceânica, que ligará os portos de Paranaguá, no litoral do Estado, ao de Antofagasta, no Chile.

De acordo com o governador, os cálculos mostram que essa ferrovia conseguiria baratear em 40% o custo logístico de exportação para a Ásia, por exemplo.

A iniciativa de criar um banco de projetos para investir R$ 350 milhões em obras foi exaltada por Alfredo Cotait, presidente da ACSP e da Federação das Associações Comerciais do Estado (Facesp). A ideia é viabilizar e agilizar obras de reestruturação de rodovias, ferrovias e investimentos em segurança pública.

“Pensar nesse formato é inédito e pode resolver gargalos históricos. É muito importante enaltecer uma gestão pensada em longo prazo, como esse banco que vai ficar por muitos anos à disposição dos próximos governantes”, diz Cotait.

Durante a sua apresentação, o governador afirmou que também aposta no setor de turismo como uma das principais matrizes econômicas do Paraná, colocando especialmente, Foz do Iguaçu na rota turística internacional, além de promover o trânsito interno de turistas do próprio Estado com a melhoria nas rodovias.

Na opinião de Ratinho Júnior, o desenvolvimento deste setor é a forma mais barata de ampliar a geração de empregos no Paraná. A transformação dessa área passa pelo investimento em infraestrutura, comunicação, qualificação e parcerias com a iniciativa privada.

Ele cita a abertura do Hard Rock Hotel Ilha do Sol, no Norte do Paraná como exemplo de desenvolvimento regional a partir do turismo. O novo empreendimento vai criar 500 novas vagas diretas e 1,2 mil indiretas, a partir da inauguração, entre 2020 e 2021.

O economista Roberto Macedo enalteceu o ritmo de crescimento do Estado e o bom desempenho paranaense, especialmente, no setor agropecuário e industrial.

“Estamos num momento tão insólito no Brasil em que miramos nas mazelas, então nos surpreende ouvir falar de iniciativas que estão funcionando tão bem”, diz.

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Aprendizado de novas habilidades para um mundo cada vez mais digital é a principal tendência de capital humano no Brasil, de acordo com estudo da Deloitte

Em meio ao cenário de forte aceleração do uso de Inteligência Artificial, tecnologias cognitivas e automação, o mercado de trabalho não para de evoluir. Essas questões, atreladas à força de trabalho e ao novo ritmo dentro das empresas, mostram que as organizações ainda precisam se preparar para enfrentar a necessidade de aperfeiçoamento de seus funcionários com novas habilidades e adaptações. Em seu relatório global “Tendências Globais de Capital Humano de 2019 — Liderando a empresa social: reinvente com um foco humano”, a Deloitte examina as crescentes expectativas que essa nova ordem traz e a necessidade das empresas de irem além das declarações de missão e propósito para aprender a liderar e buscar um novo significado e importância para o trabalho.

A pesquisa global, realizada anualmente pela Deloitte, contou com a participação de mais de 10 mil líderes de Negócios e de Recursos Humanos em 119 países. No caso da amostra nacional, o estudo contou com 194 respondentes, de diferentes setores da Indústria. O relatório foi dividido em três categorias: a primeira trata do futuro da força de trabalho. A segunda se refere ao futuro das organizações e como equipes, redes e novas abordagens estão impulsionando o desempenho dos negócios. E a terceira diz respeito ao futuro do RH: como a função está se aproximando do desafio de redesenhar seus recursos, tecnologias e foco para liderar a transformação em toda a empresa.

“O levantamento demonstra que 96% dos respondentes brasileiros apontam a aprendizagem como a tendência mais importante da pesquisa. Globalmente, esse dado foi de 86%. Essa principal tendência reforça que ainda precisamos avançar muito em questões relacionadas à capacitação e qualificação para preparar profissionais que consigam aliar produtividade às habilidades requeridas em um meio cada vez mais digital , em que tecnologias vêm trazendo mudanças bastante disruptivas”, destaca Roberta Yoshida, sócia-líder da Consultoria em Gestão de Capital Humano da Deloitte Brasil.

No Brasil, as duas outras tendências que se destacaram foram a Experiência do Empregado, com 92% e Liderança, com 94% das respostas classificadas como “importante ou muito importante”. No mundo, os números foram de 84% e 80%, respectivamente. “O que revela que, de forma, geral, a ordem de importância dos tópicos das amostras global e nacional ficaram bem semelhantes, embora as tendências tenham mudado de um ano para o outro”, avalia Yoshida. Na edição anterior, os top 3 do ranking foram ‘a sinfônica C-Suíte, dados sobre pessoas e de carreiras para experiências’.

Além destas, compõem a lista deste ano as seguintes tendências: mobilidade de talentos, tecnologias de RH em nuvem, acessando talentos, recompensas para funcionários, redesenho de RH, equipes e mão-de-obra alternativa.

No entanto, um dado alarmante é que as empresas estão menos de 50% preparadas para lidar com as tendências que consideraram importantes. Em relação aos principais “gaps” ou dificuldades de implementação, o relatório mostra que no Brasil as tecnologias de RH e questões relacionadas à liderança, mesmo sendo apontadas como muito relevantes, são as tendências que precisam ser mais aprimoradas.

“As empresas estão se adaptando e ainda não se sentem totalmente preparadas para esta nova ordem, mas já estão se movimentando com iniciativas estruturadas de curto a longo prazo, visando o futuro. Desenvolver líderes de forma diferente, frente às novas pressões para mover-se mais rápido e adaptar-se à diversidade é ainda um desafio que se apresenta às organizações”, frisa a executiva.

O relatório de Human Capital Trends deste ano mostra, ainda, que liderar uma empresa social vai além do lucro; o objetivo deve estar voltado também para o bem-estar e desenvolvimento de seus trabalhadores e clientes, bem como desenvolver uma boa relação com a comunidade na qual está inserida.

“Os fatores externos, tais como desigualdade de renda, salários e o papel social estão cada dia mais impactando as atividades dentro das empresas e a vida dos funcionários. A Quarta Revolução Industrial está trazendo uma ruptura no cenário político, econômico e social que mostra a mudança na relação dentro das organizações, com o crescimento das novas tecnologias”, aponta Yoshida.

A pesquisa traz cinco princípios para a reinvenção da empresa social:

· Propósito e significado: dar à organização e aos funcionários um propósito para trabalho;

· Ética e justiça: usar dados, novas tecnologias e sistemas de maneira ética e confiável;

· Crescimento e paixão: projetar empregos, trabalho e missões organizacionais para nutrir paixões e senso de crescimento pessoal;

· Colaboração e relações pessoais: construir e desenvolver esquipes com foco em relacionamento pessoal;

· Transparência e abertura: compartilhar informações abertamente e discutir desafios e erros com entre a equipe.

Metodologia e amostra

Para a realização da pesquisa, foram ouvidos mais de 10 mil líderes negócios e de Recursos Humanos 119 países. Foram 194 respondentes no Brasil, de diferentes setores da Indústria, entre eles os de Bens de Consumo (19%), Serviços (17%), Energia e Recursos Naturais (22%) e Tecnologia, Mídia e Telecom (7%), Serviços Financeiros (8%), Setor Público (2%) Saúde (4%) e outros (21%). A América Latina e América do Sul foram as regiões com o maior número de respondentes (25%).

Japoneses querem investir em startups brasileiras

De acordo com o Banco Central (BC), o Japão ocupa a 9ª posição no ranking de principais países investidores no Brasil, principalmente nos segmentos de fabricação e montagem de veículos, reboques e carrocerias, artigos de borracha e plástico, além de produtos alimentícios e bebidas. Mas os investimentos podem sofrer um incremento em breve. As companhias daquele país, que já atuam por aqui, estão de olho nas boas oportunidades junto as empresas inovadoras, em especial startups. Chama a atenção deles, aquelas dos setores de agritech (22%), tecnologia da informação (13%), fintech e logística (ambas com 9% cada).

Os dados integram um relatório do Grupo de Estudos das Empresas Japonesas sobre Inovação no Brasil criado em maio último pela Japan External Trade Organization (JETRO) em parceria com as companhias que integram o Grupo de Trabalho de Inovação da Câmara de Comércio e Indústria Japonesa no Brasil, que reúne 22 corporações que atuam no país. Além das quatro áreas citadas, os nipônicos têm interesse nos setores de mobilidade, health tech e infraestrutura (todos com 6%). Outros, como biotecnologia, marketing, retailtech e security (com 3%) também são mencionados.

A boa notícia para os brasileiros é que 26% dos japoneses querem inovar a partir dos novos modelos de negócios das startups, e outros 17% objetivam investir e até adquirir companhias ou atuar no co-desenvolvimento de produtos e serviços com empresas recém-criadas e rentáveis. “Há interesse das companhias do Japão em ampliar os negócios a partir das subsidiárias que conhecem bem o mercado local, mas outras nações têm recebido prioritariamente os investimentos, embora reconheçam a importância brasileira”, argumenta Atsushi Okubo, diretor-presidente da JETRO no Brasil.

De acordo com ele, outros mercados acabam por receber investimentos japoneses pelo desconhecimento, muitas vezes, do potencial brasileiro de inovação. “Para obter mais apoio, 40% das companhias que compõem o grupo de estudos afirmam que é preciso a matriz enviar seus principais executivos para desbravarem o Brasil”, afirma Okubo. “Os dois países são grandes parceiros comerciais, mas as relações nessa área de inovação são tímidas. Nosso papel com a JETRO, como organização de fomento do comércio exterior e investimentos do governo japonês, é diminuir essa lacuna, pois sentimos que há um grande potencial para o incremento de novos negócios”, completa. O SoftBank Group já descobriu isso e, por meio do seu fundo de investimento, já investiu por aqui em grandes startups como a fintech Creditas, a empresa de ginástica Gympass e as de logística Loggi e Rappi, com valores que chegam a US$ 1 bilhão por rodada de aporte.

Na pesquisa do Grupo de Inovação, a visita ao ecossistema brasileiro para a construção de um networking e a participação em programas de aceleradoras privadas e mesmo de inovação aberta por agências governamentais, respectivamente, foram citados por 41% e 18% dos japoneses como fundamentais para avançar no Brasil. “Hoje, temos casos em que as empresas buscam solucionar problemas resultantes dos ambientes de negócios no Brasil, como o Custo Brasil, através da inovação, porém, 50% delas priorizam a busca de novos negócios a partir de suas operações locais”, diz Okubo.

Encontro de inovação na Japan House – Para diminuir essa lacuna no ambiente de inovação entre brasileiros e japoneses, a JETRO, em parceria com a Câmara de Comércio e Indústria Japonesa no Brasil, o Consulado Geral do Japão em São Paulo e a Japan House São Paulo, promovem no dia 18 de novembro o Primeiro Grande Encontro de Inovação Aberta Brasil-Japão. O evento reunirá grandes empresas japonesas atuantes na América Latina e tem o objetivo de aproximar e fomentar o diálogo e conhecimento sobre inovação com as corporações, startups brasileiras e seus ecossistemas.

Na programação, painéis de “Como e porque inovar no Brasil”, com apresentações de André Maciel (Softbank Latin America), Mitsuru Nakayama (CEO da Brazil Venture Capital) e Francisco Jardim (CEO da SP Ventures), e discussões com grupos de empresas japonesas (Sompo Seguros, Mitsui & Co. Brasil e Yamaha Motor do Brasil) e brasileiras, respectivamente, moderadas pela KPMG e Plug and Play Brazil. Haverá ainda o relato de cases da Ambev (Bruno Stefani), Truckpad (Carlos Mira), Checklist Fácil (Maurício Fragoso), Everis NTT Data (Roberto Celestino Pereira) e Caixa (Luis Felipe Bismarchi), além da participação da Associação Brasileira de Startups (Amure Pinho).

A JETRO, com a analista Tatiana Nagamine, aproveita também o encontro para apresentar seus programas de fomento para levar empresas brasileiras ao Japão por meio do Invest Japan. Já o diretor Kenji Kainuma abordará aspectos de propriedade intelectual relacionadas às startups no Japão. “O Brasil é um oásis de oportunidades para nós, sobretudo pelo longo histórico de relacionamento econômico e social. Por isso é fundamental termos bons parceiros no país”, diz o diretor-presidente da JETRO São Paulo.

De acordo com o estudo Global R&D Funding Forecast, os gastos com P&D devem crescer 3,6% em todo o mundo em 2019, totalizando US$ 2,3 trilhões. E, segundo o Índice Global de Inovação (IGI), o Brasil ocupa a 66ª posição entre as nações mais inovadoras do planeta, em lista liderada pelo trio Suiça, Suécia e Estados Unidos. O Japão ficou em 15º lugar.

Primeiro Grande Encontro de Inovação Aberta Brasil-Japão

Data: 18 de novembro de 2019

Horário: das 14 às 18 horas (vagas limitadas)

Local: Japan House São Paulo
Endereço: Avenida Paulista, 52, São Paulo

Informações: http://www.jetro.go.jp/brazil/topics/446610.html

Startups de games têm até sexta-feira para se inscrever nas sessões de pitching da SP Play Week

As startups do setor de gamificação interessadas em participar do Pitch for Change, sessões de pitching (apresentações rápidas, executivas e vendedoras) que fazem parte do VII Festival Games for Change América Latina, precisam ficar atentas ao calendário. Termina nesta sexta-feira, dia 15 de novembro, o prazo para preencher o formulário de inscrição online. A rodada de pitching será acompanhada e validada por investidores e patrocinadores com interesse em associar suas marcas a projetos de inclusão e transformação.

Uma das atrações da São Paulo Play Week – maior evento brasileiro voltado ao segmento de jogos e games de impacto social, promovido pelo grupo de pesquisa e extensão Cidade do Conhecimento da USP, de 28 de novembro a 8 dezembro –, o VII Festival Games for Change América Latina tem como principal objetivo viabilizar a aproximação de startups voltadas à criação de aplicativos, jogos e games de temáticas inclusivas com os fundos de venture capital, fintechs e investidores-anjo em busca de parcerias com desenvolvedoras de jogos.

O Festival, que vai ocorrer entre 5 e 8 de dezembro, em São Paulo, é uma parceria com a renomada aceleradora de startups G4C – Games for Change Accelerator, de Nova York, e tem apoio da Abragames (Associação Brasileira das Empresas Desenvolvedoras de Jogos Digitais) e das aceleradoras BNDES Garagem e Liga Ventures.

Motivos não faltam para investir no segmento de games. O setor movimentou US$ 1,5 bilhão (aproximadamente R$ 5,6 bilhões) no País em 2018, de acordo com a Newzoo, principal empresa de pesquisa do ramo. O Brasil já é o principal mercado da América Latina e está em 13º no ranking mundial.

Inclusão

O Pitch for Change visa a dar visibilidade e legitimidade inéditas a jogos brasileiros que possam contribuir para campanhas mundiais como a MIL CLICKS e a Education for Justice da ONU. Alinhada com essa proposta, a Abragames concedeu ao evento o Selo de Apoio e Incentivo à Diversidade em suas três categorias: Diversidade de Gênero, Racial e LGBTQI+. Os Selos atestam que a organização do evento conta com pessoas que representam essas três minorias e que há interesse por parte da organização em fazer dele um evento com público diverso. Esse também é um incentivo para que as empresas adotem propostas de impacto social nos produtos a serem apresentados nos pitching, aumentando o interesse dos investidores.

O processo está organizado em três fases. A primeira, que termina na sexta-feira dia 15 de novembro, é de pré-inscrição. Basta preencher o formulário online e indicar as características e objetivos básicos de cada projeto. Na segunda fase, serão selecionadas as propostas mais consistentes com a agenda da rede mundial Games for Change. As empresas poderão então confirmar seu interesse fazendo a inscrição definitiva (será cobrada das empresas e projetos selecionados uma taxa de inscrição de R$ 100). A partir desse momento, serão selecionadas as propostas que poderão ser apresentadas durante o VII Festival Games for Change América Latina, nos dias 5 e 6 de dezembro.

A comissão julgadora terá a participação de Margaret Wallace, gestora da G4C — Games for Change Accelerator, e especialistas em mercado de games da aceleradora de Nova York. Os critérios para a seleção incluem startups que, além de utilizar o conceito de gamificação, fomentem a economia criativa e causem impacto social e pessoal transformadores. Um exemplo são propostas que utilizem jogos, games ou brinquedos para criar um modelo de negócios disruptivo, que promova a inclusão, a acessibilidade e a diversidade.

“Do ponto de vista do investidor, trata-se de entrar em mercados emergentes no campo do entretenimento com a segurança de avaliações e apoios ao desenvolvimento que se alinham aos valores de sustentabilidade, diversidade, acessibilidade e justiça, portanto, ampliação do impacto e redução de riscos dos investimentos”, afirma Gilson Schwartz, coordenador do grupo de pesquisa Cidade do Conhecimento da USP, responsável pela realização da São Paulo Play Week.

No dia 8 de dezembro, no encerramento da São Paulo Play Week, serão anunciados os vencedores, que terão vários benefícios. Entre eles, apresentação dos projetos no Games for Change Festival, em Nova York, em 2020, e mentoria da equipe de pesquisadores, desenvolvedores e centros de pesquisa associados, tais como a rede “Playable Cities” (Universidade de Coventry), o laboratório ICCA (Universidade de Paris) e outros.

Os projetos vencedores também serão encaminhados para a Abragames, tendo como objetivo a certificação com o selo Diversidade –as propostas de jogo deverão contemplar impactos que atendam aos requisitos de diversidade da Abragames ou aos valores de Acessibilidade, Diversidade e Justiça da São Paulo Play Week. Além disso, serão integrados à plataforma de criptomoedas da Cidade do Conhecimento, ou seja, cada projeto poderá contar com o selo “Cidade do Conhecimento” e integrar uma biblioteca global de jogos de impacto.

LINK PARA PRÉ-INSCRIÇÕES
https://bit.ly/2pbm5lV

Pagamento instantâneo estreia nos cinemas com parceria entre Cinemark e Mercado Pago

O Mercado Pago, fintech do Mercado Livre, acaba de anunciar uma parceria com a rede de cinemas Cinemark para a oferta de pagamento instantâneo via Código QR. A partir de agora, os clientes podem contar com os aplicativos Mercado Pago e Mercado Livre para realizar compras de ingressos nas bilheterias e totens de autoatendimento, além de alimentos e bebidas na bomboniere. O serviço já chegou a salas da capital paulista e grande São Paulo, e a previsão é de que o QR do Mercado Pago esteja em todas as 86 unidades pertencentes à rede no Brasil até o final de novembro.

Com o objetivo de incentivar o uso do Código QR, o Mercado Pago também oferecerá dois descontos de R$ 10,00 por mês, em compras acima de R$20,00. O pagamento com Código QR é considerado uma tecnologia democrática por permitir transações partir de qualquer celular com câmera. Além disso, oferece a comodidade de realizar pagamentos em apenas alguns cliques, sem a necessidade de levar a carteira consigo. Para pagar nas bilheterias e totens, basta solicitar pagamento com Mercado Pago e apontar a câmera do aplicativo para o QR digital no monitor e, na bomboniere, para o código no balcão.

“O Código QR chega à rede Cinemark como um grande aliado do pagamento prático e rápido, parte importante da jornada de quem vai ao cinema. Trabalhamos continuamente para que nosso cliente tenha uma carteira digital completa, reunindo serviços que acompanhem seu dia a dia. Assim, os mais de 16 milhões de usuários dos aplicativos do Mercado Pago e Mercado Livre podem ter uma experiência ainda mais fluida, sobrando mais tempo para o filme e a pipoca”, explica Tulio Oliveira, vice-presidente do Mercado Pago.

“A prioridade da Cinemark é oferecer ao cliente a melhor experiência dentro e fora dos cinemas e isso começa antes mesmo de ele chegar em nossas salas. Nosso cliente sabe que crescemos em sintonia com o que há de mais atual no mercado internacional. Somos pioneiros no lançamento do e-commerce próprio, o que nos aproximou ainda mais do público. Movidos pelo DNA da inovação, proporcionamos agora essa nova iniciativa junto com o Mercado Pago, em benefício dos frequentadores dos cinemas da Rede”, afirma Daniel Campos, diretor digital da Cinemark.

Para realizar uma transação de compra via Código QR, o cliente deve ter instalado em seu dispositivo o aplicativo do Mercado Pago ou do Mercado Livre. Ao selecionar a opção Pagar com Código QR, basta apontar o leitor da câmera para a placa com o código, que estará exposta no balcão do caixa ou no totem de autoatendimento. As transações acontecem por meio da conta digital Mercado Pago, que é gratuita e permite pagamento com saldo em conta ou em cartões de crédito cadastrados na carteira digital.

No Brasil, são mais de 1,5 milhão de estabelecimentos credenciados para aceitar pagamento com a carteira digital do Mercado Pago e o Código QR. Conheça todas as vantagens de pagar com Código QR e as lojas participantes no site do Mercado Pago .

Philips e Hospital Sírio-Libanês se unem em projeto de inteligência artificial para tratamento e diagnóstico de doenças crônicas

Uma iniciativa unindo a Philips, líder global em tecnologia de saúde, e o Hospital Sírio-Libanês, importante instituição de saúde com operações em São Paulo e Brasília, aprimorará os diagnósticos e tratamentos de pacientes com doenças crônicas por meio de processos de Inteligência Artificial. A Philips fornecerá a plataforma IntelliSpace Discovery, que oferece integração na gestão de dados, enquanto o hospital traz seu conhecimento clínico em terapêutica e medicina diagnóstica para a parceria. O acordo foi firmado pelo CEO da Philips América Latina, David Reveco, e Dr. Paulo Chapchap, diretor geral da Sociedade Beneficente de Senhoras Hospital Sírio-Libanês, em São Paulo.

Esta cooperação fornecerá novos insights, tanto para médicos quanto para o desenvolvimento de soluções tecnológicas aplicadas à medicina, permitindo ampliar o tratamento de doenças crônicas e a oferta de novas formas terapêuticas para problemas crônicos de saúde.

Este projeto tem um papel importante, pois de forma abrangente proverá informações para os médicos do Sírio-Libanês, bem como para a comunidade médica, gerando insumos que poderão gerar novas formas terapêuticas para diversos casos clínicos ao redor do mundo.

“É um trabalho de conjunto entre a Philips e o Sírio-Libanês, que resultará em algo maior, não simplesmente uma parceria comercial. Visamos criar conhecimento e soluções para melhorar a vida dos pacientes. Além disso, a plataforma irá possibilitar tratamentos e diagnósticos mais assertivos”, declara David Reveco, CEO da Philips para a América Latina. “Por se tratar de uma instituição de saúde de grande renome da América Latina, essa parceria é muito importante para o desenvolvimento de novas soluções e tecnologias para a saúde e bem-estar dos pacientes da região”, completa Cesar Giannotti, diretor de soluções corporativas da Philips na América Latina.

A plataforma IntelliSpace Discovery (ISD) fornece ferramentas de pesquisa para que os médicos agreguem dados que poderão ser visualizados e gravados para “treinar” e validar algoritmos de aprendizado profundo, ou seja, que se desenvolvem cada vez mais com a inclusão de novos casos e avaliações. Com a aplicação de algoritmos, esta ferramenta entra no fluxo de trabalho e facilita o diagnóstico clínico em especialidades como a radiologia, a oncologia, a neurologia e a cardiologia.

“Unir conhecimentos entre o hospital e a Philips é um passo importante para acelerar o desenvolvimento de processos mais precisos no cuidado dos nossos pacientes, que é o foco principal do trabalho realizado pelo Sírio-Libanês”, diz Dr. Cesar Nomura, superintendente de Medicina Diagnóstica do Sírio-Libanês.

Na parceria, que faz parte do Programa Violeta do Hospital Sírio-Libanês, a Philips será responsável também por realizar treinamentos contínuos com os profissionais de saúde da instituição, além de proporcionar a possibilidade de estágios em unidades da companhia em todo o mundo e divulgar os resultados das atividades de pesquisa em conferências e feiras mundiais por meio dos colaboradores da Philips.

Em vista dos dados e número cada vez maior de pacientes, o impacto social da garantia da qualidade e do apoio à decisão nos cuidados clínicos foi reconhecido pela Philips como uma questão altamente relevante para a população brasileira. Portanto, a pesquisa proposta pelo Hospital Sírio-Libanês é uma excelente combinação para a visão e missão de ambas as empresas. Além disso, a Philips e o Hospital Sírio-Libanês consideram essa pesquisa benéfica em outras regiões geográficas do mundo. A participação nesta cooperação fornecerá novas ideias e permitirá avaliar tecnologias de ponta nos estágios iniciais, o que oferece a oportunidade de desenvolver novas aplicações e produtos no gerenciamento de pacientes.

Além da plataforma IntelliSpace, o hospital já conta com outras soluções da Philps como o Tasy (solução completa de informática em saúde que integra todas as áreas da instituição, conectando os pontos de cuidado dos pacientes e otimizando os processos) e CareStream, recentemente adquirida pela empresa e que oferece soluções de TI de formação de imagem em vários locais, provedores de serviços de radiologia, centros de imagem e clínicas médicas especializadas no mundo inteiro.

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Startup está mudando a logística de entregas em médias e grandes empresas

Otimizar toda a operação logística de entregas das empresas, desde a saída dos produtos, passando pelo transportador até a chegada ao ponto de venda. Com esse objetivo, a Comprovei foi criada, em 2014, na cidade mineira de Itajubá. De lá para cá, a startup de tecnologia para logística (logtech) saltou de 500 entregas mensais para mais de 3 milhões, ao mês, sendo gerenciadas pela sua plataforma, que inclui uma solução para visualização, em tempo real, de toda a operação de entrega (para desktops e tablets) e um aplicativo para os motoristas.

A Comprovei, que monitora cada etapa da entrega, desde a coleta, passando por transbordo até a última milha de entrega ao cliente, consegue apontar exatamente onde se encontra a carga e pode até antecipar possíveis atrasos. Por meio dela, o embarcador ou transportador têm total controle sobre a movimentação dos produtos, até obter a comprovação de cada entrega em seu destino. A plataforma é voltada para distribuidores, atacadistas, indústrias, redes de varejo, transportadoras e operadores logísticos.

Hoje, mais de 3 milhões de entregas mensais dos clientes são gerenciadas e monitoradas pela Comprovei. Empresas como BASF, DHL, Aurora, Braspress, Marfrig, Swift, Suzano, ProFarma, Catupiry, Roge Distribuidora e Leo Madeiras usam a tecnologia para comprovação de entrega de pedidos da startup, que conta com cerca de 20 funcionários.

A Comprovei está crescendo a passos largos. No último ano, faturou R$ 3 milhões, o que representa um aumento de 50% frente ao registrado em 2017. A startup prevê faturar R$ 4 milhões em 2019.

Menos reclamações, mais eficiência

Para embarcadores e transportadores, o maior benefício que a solução oferece é ter menos reclamações no SAC ao permitir um melhor serviço de entregas, além de reduzir gastos ao eliminar a necessidade de uso de papel para a gestão de toda a operação logística. Por outro lado, o cliente final ganha ao ter um recebimento mais ágil e transparente de seus pedidos. Já o transportador é beneficiado ao aumentar sua produtividade e reduzir custos com a utilização de uma gestão eletrônica em tempo real.

A gestão em tempo real de entregas da Comprovei auxilia os embarcadores a serem mais eficientes no relacionamento com os clientes. Se o destinatário não se encontra no horário marcado ou no local, por exemplo, o motorista avisa a central de monitoramento de entregas por meio do aplicativo. Automaticamente, a plataforma sinaliza um alerta para que a empresa entre em contato com o seu cliente para verificar qual é o melhor horário para retornar. Da mesma forma, se algum imprevisto no caminho ocasionar um atraso na chegada do pedido ao seu destino, o sistema faz o alerta e o embarcador ou o transportador podem entrar em contato proativamente com o seu cliente para avisá-lo com antecedência, evitando, assim, uma reclamação.

Outro benefício da plataforma da Comprovei para os embarcadores é o acesso a informações que mostram quais transportadoras e motoristas prestam um melhor serviço, graças aos relatórios que demonstram um controle detalhado de produtividade. Já para os transportadores, como tudo é realizado online e a comprovação do serviço de entrega é visualizado pelo embarcador (o contratante) automaticamente, a vantagem é poder receber o valor contratado pelo serviço mais rapidamente.

A solução fornece a melhor rota com a previsão de tempo do trajeto e se as rotas foram executadas pelos motoristas. Enquanto o produto está em transporte, o cliente sabe o status, em tempo real, de cada pedido ao monitorar onde ele se encontra. Se houver algum problema que pode ocasionar o atraso da entrega, a empresa pode se antecipar e avisar o seu cliente de forma proativa.

Durante o transporte, o motorista usa um aplicativo próprio que tem um GPS integrado para facilitar o rastreamento e o cliente é notificado quando o seu pedido está chegando. No momento da entrega, o motorista pode tirar uma foto do comprovante de entrega assinado e a solução Comprovei digitaliza esta foto automaticamente, utilizando uma tecnologia de escaneamento desenvolvida pela própria startup. O aplicativo também permite ao entregador colher a assinatura digital do cliente direto na tela do smartphone.

“Tudo é processado em tempo real, então o nosso cliente consegue fazer uma gestão eficiente de suas entregas, acabando de uma vez por todas com aquela famosa resposta de que a empresa vai verificar o ocorrido e que dará um retorno em breve, quando o seu cliente reclama sobre uma entrega que não foi feita dentro do prazo combinado”, diz Halley Takano, CEO da Comprovei.

A logtech mais inovadora de 2019

Neste ano, a Comprovei foi reconhecida como a startup de logística mais inovadora no ranking da 100 Open Startups, rede de startups que compartilham conhecimento, cocriam e implementam soluções inovadoras em conjunto com grandes empresas. No ranking geral, que selecionou as 100 startups de diversas áreas de atuação, ficou classificada na 5ª posição.

Alguns números da startup

– 28 milhões de entregas comprovadas em 2018

– Mais de 294 milhões de volumes rastreados em 2018;

– Mais de 1 milhão de viagens monitoradas (visibilidade em tempo real) em 2018;

– 1.200.000 de clientes finais atendidos em 2.000 cidades de 27 estados em 2018;

– 60 mil usuários ativos (motoristas) do app em 2018

– Clientes: 52 embarcadores (médias e grandes empresas) e 1.200 transportadoras

– 20 colaboradores

Sequoia investe R$ 3 milhões para dobrar o número de entregas durante a Black Friday

A Sequoia, uma das maiores operadoras logísticas de e-commerce e tecnologia do país, já está pronta para a chegada de uma das datas mais importantes do varejo no país, a Black Friday, e a expectativa é dobrar o número de entregas diárias durante a semana de promoções. A empresa investiu R$ 3 milhões na aquisição de três sorters (sistema que classifica e separa produtos), que foram estrategicamente montados nas unidades de Embu das Artes-SP, Rio de Janeiro e Porto Alegre e agilizam em até 50% a preparação dos pedidos para expedição.

“Estamos planejando há meses a operação para atuar com excelência na Black Friday. É uma das datas mais importantes do varejo e temos que estar preparados para atender prontamente os pedidos que devem chegar a 130 mil/dia, mais do que o dobro da média diária de cerca de 60 mil. Os segmentos de eletroeletrônicos e eletroportáteis devem continuar liderando as vendas”, comenta Marcos Bagnolesi, diretor executivo comercial da Sequoia.

Projeções da ABComm, Associação Brasileira de Comércio Eletrônico, apontam que a Black Friday deste ano movimentará cerca de R$ 3,45 bilhões, um crescimento de 18% em relação ao ano passado. O ticket médio será de R$ 340.

DNA tecnológico

A Sequoia nasceu focada no atendimento ao e-commerce e hoje presta serviços para variados segmentos. Com DNA no comércio eletrônico, possui ênfase muito grande em tecnologia. Além do e-commerce, o grupo é líder no mercado de entrega de meios de pagamento, que são as maquininhas de cartões. Com know how tecnológico, a companhia é responsável pela logística integrada das maquininhas, e o processo contempla armazenagem, instalação, troca, manutenção e logística reversa, com alto índice de desempenho de entrega no prazo e qualidade de atendimento.

A Sequoia também é conhecida pela flexibilidade e desenho de soluções inovadoras e de entregas rápidas, como é conhecido no mercado o “Same Day Delivery”, além de realizar operações dedicadas para entregas entre 4 a 6 horas após o pedido do cliente.

60% das empresas no Brasil já usam Data & Analytics para apoiar estratégia de negócios

No Brasil, 60% das empresas já usam Data & Analytics para orientar estratégias e mudanças necessárias nos negócios. Desenvolvimento de novos produtos, gestão de riscos, análise de força de trabalho e melhoria da eficiência de custos, destacam-se como os cinco principais usos destas tecnologias no mercado brasileiro. Os dados foram extraídos da pesquisa Global State of Enterprise Analytics 2019¸ iniciativa da MicroStrategy em parceria com a consultoria global de pesquisa Hall & Partners, que busca traçar um panorama global e intersetorial sobre o estado atual e o uso futuro de dados e análises corporativas. Pelo segundo ano consecutivo, foram entrevistados cerca de 500 profissionais de todo o mundo que tomam decisões estratégicas baseados nas tecnologias de business intelligence e analytics. Os participantes foram questionados a respeito dos benefícios, desafios, investimentos e prioridades – e o mais importante, foram convidados a avaliar se suas inciativas estão avançando no sentido de possibilitar a adoção de uma cultura orientada a dados em suas empresas.

Segundo o levantamento, 2020 deverá marcar o início de uma nova era para Data & Analytics, com grandes promessas de inovação e promoção de experiências intuitivas que finalmente ajudarão a tornar as empresas mais inteligentes. É unânime, tanto no Brasil como globalmente, a convicção da enorme relevância dos dados e das soluções de analytics no processo de transformação digital: 94% dos entrevistados avaliam que são componentes cruciais em suas estratégias e esforços rumo à transformação digital.

Por aqui, quem participou da pesquisa está bastante seguro com o seu nível de maturidade no uso do Data & Analytics. Quase um terço (32%) dos brasileiros ouvidos posiciona-se à frente de seus pares no que diz respeito à prática de tomar decisões baseadas em dados – a média global é de 26%. Outro ponto interessante é que, ao contrário do cenário global em que Cloud Computing é a tendência que está no topo entre as que mais impactam a adoção do Analytics, no Brasil, essa tecnologia é a apenas a terceira entre as três mais citadas (17%), precedida por Inteligência Artificial e Machine Learning (17%) e Internet of Things (18%).

Sobre as barreiras e medos que impedem a adesão ao Data & Analytics, aparecem em primeiro lugar privacidade e segurança de dados (52%). São também citados aspectos como: acesso limitado a dados e análise em toda a organização (28%) e o fato das ferramentas não serem intuitivas (27%). Segundo os respondentes, são três os principais pontos que poderiam favorecer a implementação: incorporação do Data & Analytics às ferramentas como e-mail, SharePoint, navegador web (52%) e aos aplicativos comerciais mais populares, como Salesforce, Slack (50%); além da disponibilidade de ferramentas ou treinamentos mais intuitivos e convenientes (49%).

Outros destaques revelados sobre uso do Data & Analytics globalmente

– Governança de dados: apenas 15% das companhias afirmam ter mais de 75% dos seus dados governados;

– Uso avançado de Data & Analytics: 59% estão somente agora trabalhando para construir aplicações avançadas e preditivas;

– Mobilidade: 85% das empresas consideram esse tipo de estratégia importante para o sucesso dos seus negócios;

– Cloud: 40% planejam a mudança no próximo ano e 31% estão considerando migrar nos próximos cinco anos para aplicações cloud based BI;

– Investimentos: Para o próximo ano 65% das empresas ouvidas pela Pesquisa têm planos de investir mais em suas iniciativas de Data & Analytics e 65% também pretende investir em aquisições de novos talentos.

O estudo de Data & Analytics conclui que à medida que esta nova década movida pela inovação aproxima-se, uma porcentagem menor de líderes se sentem confiantes com o progresso de suas estratégias. Com a disrupção digital surpreendendo e até mesmo provocando a extinção de grandes marcas, as organizações estão sendo alertadas de que essa é a hora de mudar. E para isso, serão necessários novos insights que as capacitem a avançarem cada vez mais. Enquanto algumas dessas empresas optaram por apertar o “pause” e a transformação digital dos seus negócios, outras já estão na direção de promover essas mudanças a partir de 2020, cenário este exigirá experiências e respostas baseadas em informações, em tempo real. A maioria das organizações, no entanto, fica em algum lugar no meio desse caminho.

Confira a pesquisa na íntegra: https://www.microstrategy.com/getmedia/db67a6c7-0bc5-41fa-82a9-bb14ec6868d6/2020-Global-State-of-Enterprise-Analytics.pdf

Gerdau abre inscrições para o programa de estágio G. Start 2020

Estão abertas, até 22 de novembro, as inscrições para o G.Start, programa de estágios da Gerdau. A empresa dispõe de 140 vagas em unidades de 9 estados do Brasil (Pernambuco, Ceará, Santa Catarina, Rio Grande do Sul, São Paulo, Paraná, Rio de Janeiro, Minas Gerais e Goiás). As inscrições podem ser feitas pelo site http://recrutamento.ciadeestagios.com.br/gerdau/.

Podem se candidatar estudantes com formação prevista para dezembro de 2021, em cursos como Direito, Engenharia, Administração, Ciências da Computação, Comunicação, Economia, Geologia, Sistema de Informação, Ciências Contábeis, Psicologia, Recursos Humanos, entre outros. A proposta do programa é formar novos profissionais capazes de solucionar, de forma ágil e simples, os desafios do mercado.

Os selecionados passarão por um Programa de Desenvolvimento: uma trilha de aprendizagem pensada para prepará-los para a entrega de um projeto-desafio desenvolvido com o apoio de um tutor.

“Buscamos estudantes que querem acelerar seu desenvolvimento e têm vontade de pôr a mão na massa para aperfeiçoar os conhecimentos adquiridos na universidade. Empoderamos nossos estagiários com autonomia, abertura para expor ideias e espaço para realização de projetos, de acordo com a área de atuação”, explica Caroline Carpenedo, líder de Pessoas da Gerdau.

Os estagiários vão conhecer a cultura e o propósito da companhia de “empoderar pessoas que constroem o futuro”, bem como aprenderão sobre o negócio, metodologias ágeis e outras temáticas como, inovação, digital e mindset maker.

Após a inscrição on-line, o processo seletivo é composto pelas seguintes etapas: questionário e game; entrevista por telefone; painel de negócios e entrevista com gestor. A admissão e o início do estágio estão previstos para fevereiro de 2020.

TOTVS apresenta solução de inteligência artificial para RH

A TOTVS, líder brasileira no desenvolvimento de software de gestão, apresenta mais uma solução da Carol, plataforma de dados e inteligência artificial da companhia, dessa vez para atender necessidades da área de RH. A plataforma Carol Clock-In permite que funcionários façam registro de ponto por meio de reconhecimento facial.

Criada no TOTVS Labs, unidade de pesquisa e inovação da empresa que possui presença nos Estados Unidos e no Brasil, a solução Carol Clock-In permite que o ponto eletrônico seja registrado, a partir de um app no smartphone, por meio de uma tecnologia de escaneamento digital da face dos colaboradores e processamentos de deep learning, que identificam o funcionário em frações de segundos, e tudo isto sem que o dispositivo esteja conectado a internet.

“A solução foi desenvolvida a partir de uma necessidade que, aparentemente, é algo bastante simples: fazer com que funcionários registrem o ponto eletrônico em áreas remotas, isso é muito comum com profissionais de vendas ou que trabalham no campo, por exemplo”, afirma Vincent Goetten, diretor do TOTVS Labs.

A ferramenta usa geolocalização e o registro pode ser feito de forma online ou offline, o que é ideal para os locais remotos, onde a conexão de internet é escassa. Desta forma, a marcação do ponto é sincronizada automaticamente assim que o dispositivo se conecte à internet.

“A inteligência artificial e machine learning da Carol permitem que o app funcione cada vez melhor, já que, a cada reconhecimento feito, mais dados do rosto de cada colaborador são coletados, tornando o app mais rápido e eficaz”, completa Goetten.

A Carol Clock-In possui ainda um sistema antifraudes, que consegue impedir que o ponto seja registrado a partir de uma foto, por exemplo. A solução funciona totalmente em nuvem, não armazenando nada no smartphone ou tablet que fizer o registro. O comprovante de ponto gerado é enviado por SMS ou e-mail, em um arquivo com certificado digital, protegido contra modificações.

Para garantir que os registros de ponto não sofram qualquer alteração manual, protegendo as horas de trabalho, a Carol Clock-in faz o registro das informações de batida de ponto no blockchain. “Os clientes podem optar por ativar esta funcionalidade adicional que garante a imutabilidade dos dados e facilita a rastreabilidade independente de sistema. O protocolo escolhido para isso foi o da Blockchain, por ser o mais seguro e de público acesso”, afirma Goetten.

Além da versão que permite que o próprio colaborador tire uma “selfie” e registre o início e término de suas atividades, existe a opção de quiosque do Clock-In, um dispositivo fixo na própria empresa para marcação de ponto por reconhecimento facial. Esse registro pode também ser realizado por um QR Code, que serve como um crachá de cada colaborador.

Para mais informações, acesse: https://www.carol.com/pt/

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Pagamento por aproximação traz nova era ao varejo

Por Carlos Netto, CEO da Matera

Os avanços tecnológicos e o cenário econômico mundial mudaram a forma de se comunicar, vender e consumir. O varejo é um dos mais afetados por essa constante transformação, pois concilia as tendências de mercado, internet, economia e a realidade do consumidor, em busca da melhor experiência de compra, visando estabelecer um bom relacionamento com o cliente – envolvendo as melhores ofertas pelo menor preço possível.

Os meios de pagamento “sem contato”, ou seja, que não precisam da digitação de senha em pinpads ou mesmo dos próprios cartões de plástico, chegaram para revolucionar o mercado e estabelecer um diferencial competitivo, utilizando dessas novas tecnologias para agilizar processos (pagamentos “frictionless”) ou até coletar informações sobre o comportamento de compra do seu cliente. Ofereça ao consumidor um benefício relevante (cashback, ofertas e descontos personalizados, pontos, crédito a um custo mais baixo, order ahead) e a fidelização será quase garantida. Na era da internet, os consumidores não buscam apenas qualidade do produto ou serviço, querem também ser reconhecidos, avaliar, escolher, experimentar coisas novas, comparar, se divertir e fazer tudo, o máximo possível, em menos tempo e com um custo-benefício atraente.

É possível notar a diferença através de um exemplo bem simples. Considere os custos que envolvem um equipamento do tipo POS (“maquininha”), sua manutenção, os custos das operações de pagamento realizadas por ele (“taxa de adquirência”), e o tempo necessário para que o consumidor, retire sua carteira do bolso, insira o cartão, digite a senha para fazer o que necessita, como o pagamento de uma compra em loja. Agora imagine um método em que ele não utilize nada disto, simplesmente aproxime o seu smartphone de um scanner, webcam ou outro smartphone que faz a leitura de um QR Code gerado pelo próprio dispositivo móvel do consumidor, que inclusive pode estar sem acesso à internet. A redução do tempo do “pagamento” reduz filas e, além disto, os custos de “adquirência” do lojista tendem a ser bem menores com este novo modelo. O resultado final é uma redução drástica dos custos operacionais e uma grande melhoria na experiência de uso.

Quem acha que existe fricção em pegar o celular no bolso e destrava-lo (fricção seria ter a carteira só para guardar o plástico), considere que na verdade ele já está na mão do usuário e já está destravado. Ao mesmo tempo, sumindo o dinheiro, o cartão e com os documentos na forma digital, é bem possível que a carteira deixe de existir com o tempo. Outra vantagem do celular é a possibilidade de interagir com o usuário. Sendo o trade marketing uma receita relevante para os varejistas, não dá para ignorar este espaço para publicidade personalizada. Por fim, evitar a poluição com plástico e lixo eletrônico é sempre uma boa ideia.

Na China, os restaurantes já disponibilizam o pagamento e acesso ao cardápio através de um único código, por celular. Aqui no Brasil, virtualmente todos os smartphones já possuem tecnologia para leitura em QR Code, e a partir do próximo ano essas mudanças devem ser mais intensas, pois teremos uma nova rede de pagamentos, online, 24×7 e acessível a todos os participantes do mercado de pagamentos (varejistas, fintechs, bancos) a um custo bem mais baixo que os modelos (“payment rails”) atuais.

O maior desafio talvez não seja entender a tecnologia ou ter acesso a ela, que já existe e tem um conceito bem fundado na cabeça dos bancos e startups, mas sim o varejo sair da negação e do medo para se tornar um explorador e protagonista deste mundo em transformação.

Carlos Netto, CEO da Matera, empresa de tecnologia para os mercados financeiro, fintechs e de riscos

Revolução dos dados: o dilema das empresas na adoção de novas tecnologias

Por Ricardo Salama, Head de Vendas de Consultoria e Serviços Profissionais do SAS Brasil

Por que empresas idênticas têm resultados diametralmente opostos na adoção de novas tecnologias? Esse é o ponto em que muitas corporações se deparam quando encaram o tema da inovação. Recentemente, assisti ao documentário “Três Estranhos Idênticos”, que é muito comovente, porém elucidativo de dilemas que muitas companhias enfrentam hoje ao pensarem em como embarcar na nova revolução de dados e na Inteligência Artificial.

Na obra, três gêmeos idênticos são separados no nascimento e submetidos, involuntariamente, a um experimento científico. Cada bebê é adotado por famílias em contextos socioeconômicos diferentes, porém vivendo dentro de um raio de 150km de distância. Aos 19 anos, acidentalmente os mesmos se encontram. A questão central do filme é “nurture ou nature”. Ou seja, sendo o DNA (ou ferramentas) dos trigêmeos o mesmo, qual é o resultado e a estrutura de cada um ao longo da vida? No filme, o destino dos três é completamente diferente.

Atualmente, a inteligência artificial e a incansável exploração dos dados, buscada por tantas empresas, vivem uma situação igualmente paradoxal. Por um lado, há um investimento muito contundente em ferramentas capazes de entregar com destreza e flexibilidade todas as etapas de um ciclo analítico – que vai desde a coleta e a preparação de modelagem, até a implementação em produção dos dados. Segundo um estudo encomendado à Forbes Insights pelo SAS, 72% dos executivos de grandes empresas têm alguma iniciativa em inteligência artificial.

Por outro lado, mesmo com grandes investimentos realizados por essas empresas, este mesmo levantamento apontou que apenas 50% das iniciativas foram consideradas exitosas. Mas, afinal, por que duas corporações com ferramentas igualmente poderosas, a exemplo dos gêmeos idênticos, podem ter resultados tão diferentes? Quais são os principais fatores que geram tais diferenças?

Em primeiro lugar, a estrutura e o entorno em que cada gêmeo cresceu fez toda a diferença em seus destinos. De modo igual, empresas que já nasceram em ambientes digitais, e que conseguiram se transformar mais rapidamente, tendem a estar muito mais preparadas. Empresas como Google, Facebook ou Amazon, que já são digitalmente nativas e que fazem o uso intensivo de inteligência artificial, servem como bons exemplos. Quando você recebe a melhor recomendação de uma compra ou quando você faz uma busca na internet, vemos um uso intenso e inteligente dos dados disponíveis, em algoritmos bastante sofisticados.

Um segundo fator imprescindível se dá na estrutura de governança e de processos bem claros. Isso garante uma exploração bem executada das ferramentas e dos dados. No documentário, os gêmeos que viviam em famílias desestruturadas como, por exemplo, com pais sob dependência alcoólica ou que não impunham limites, geraram finais mais infelizes. O que mais observamos em grandes empresas são enormes data lakes, porém tão desorganizados e anárquicos que fazem a exploração das informações de forma emaranhada e complexa. As empresas estão voltadas à coleta cada vez maior de dados, entretanto com uma preocupação menor em como explorar os seus conteúdos.

Por fim, a formação e a educação dos gêmeos também fez toda a diferença para seus futuros. Famílias muito distantes, que não puderam dar uma educação com mais “calor” e proximidade, geraram problemas muito críticos e com finais surpreendentes. As indústrias que não conseguirem atrair e formar talentosos cientistas ou exploradores de dados também sofrerão. De acordo com o relatório Linkedin Workforce Report, só nos Estados Unidos há um déficit de 155 mil cientistas de dados. Neste cenário, atrair e reter talentos é um fator preponderante.

Mas, então, o que fazer para cobrir tantos temas complexos e entrar no desafio da Inteligência Artificial? Investir em ferramentas (nature) ou na forma de utilização das mesmas (nurture)? Na verdade, não se trata de uma escolha. É imprescindível que a empresa escolha adequadamente as ferramentas, os processos e as pessoas para cada estágio em que a mesma se encontre. O processo de “nurture ou nature”, nesse conceito, são totalmente complementares.

Não se trata mais de saber quando, mas como cada empresa entrará nesse mundo. A nova revolução 4.0, dos algoritmos e da IA, já está a todo vapor. No documentário comentado, os gêmeos quando se reencontraram, achavam-se iguais não só fisicamente, mas psicologicamente e em comportamento também. Entretanto, o mundo os fez muito diferentes. As empresas querem todas se equiparar às grandes entrantes digitais, mas nem todas chegarão. Neste mundo da inteligência artificial não importa mais só quem você é (nature), mas como você consegue ter a disciplina e o foco para conquistar um ambiente ágil e seguro, com uma governança/estrutura e que atraia e forme as melhores pessoas. Essas serão as empresas do futuro.

Summit de Educação & Carreira orienta profissionais a repensar a trajetória profissional

O mundo moderno deixou de ser linear e passou a ser exponencial e o que se desenvolvia aos poucos, de maneira gradativa, agora ocorre em uma velocidade inédita. O mesmo acontece com o mercado de trabalho e as carreiras, nos obrigando a fazer um upgrade imediato em nosso modelo de (re)agir.

Atenta a este novo contexto, a Associação Brasileira de Automação-GS1 Brasil organizou o I Summit Educação e Carreiras para trazer contribuições em diversos aspectos aos profissionais que atuam no universo de logística, automação e tecnologia. “A ideia foi reunir profissionais reconhecidos para nos fazer repensar nosso posicionamento em relação à nova realidade do mercado de trabalho, novas tecnologias, tendências e futuro das carreiras”, avalia Flávia Ponte, gerente da área de Educação da Associação Brasileira de Automação-GS1 Brasil. “Nós acreditamos verdadeiramente no poder transformador da educação como forma exponencial para os novos tempos”, completa Flávia.

Mekler Nunes, fundador da ViSAR Management & Consulting, fez um panorama global sobre as tendências do capital humano e os impactos no ambiente de trabalho. Mekler também destacou a importância da educação para alavancar as carreiras e do quanto, hoje, se faz necessário para as corporações e profissionais buscarem o retorno sobre seus investimentos (ROI).

Sair da zona de conforto e diversidade foram as palavras de ordem de Vania Ferrari, palestrante, autora de livros e mentora há mais de 10 anos. “Hoje em dia e daqui para frente, as pessoas terão que ser boas comportamental e tecnicamente. Setenta por cento das pessoas demitidas são preteridas por comportamento ou desgaste de relacionamento no ambiente de trabalho, portanto precisamos cuidar tanto da tal da Inteligência Emocional”, aconselha Vania. Ela ainda apontou que um terço de tudo do que se sabe hoje poderá estar obsoleto em apenas três anos. Para ela, construir uma boa reputação ao longo da sua carreira, fará toda a diferença. “Reputação é o que as pessoas falam de você quando você não está presente e isso é o que verdadeiramente pensam sobre você”, pondera.

Lina Nakata, cientista de dados da GPTW (Great Place To Work) fez uma explanação sobre as diferenças entre as gerações no mundo corporativo. Como e porque são classificados os diferentes grupos, os Baby Boomers, Geração X, Geração Y e a Geração Z no ambiente de trabalho e a convivência entre todas elas. “Levamos muito a sério a missão que nos define, “Construir uma sociedade melhor, transformando cada organização em um verdadeiro Great Place To Work”, declara Lina.

O painel também moderado por Lina reuniu Willian Bevenucci (trainne da 3M), Camila Panachão (RH da Roche) e Cristiane Oyakawa, da GPTW. O tema central foi o Relacionamento das Gerações no ambiente corporativo e suas consequências, tanto para as organizações quanto para os executivos envolvidos. Como administrar e lidar com as diferenças de idades, gerações, gêneros, credos e como tirar mais resultados para todos a partir das mesmas diferenças.

João Paulo Pacífico, CEO do Grupo Gaia, trouxe uma verdadeira reflexão sobre Jogos Finitos X Jogos Infinitos que todos jogam ao longo da vida e da carreira. A difícil convivência entre a realização pessoal com o sucesso comercial do seu negócio. Identificar que caminho queremos trilhar sem nos violentar. “Sinto uma gratidão enorme por conseguir conciliar a realização de um trabalho fazendo diferença na vida das pessoas, ao mesmo tempo que conquistei credibilidade suficiente para adquirir parceiros que me permitem tornar isso real”, agradece Pacífico.

Camila Antunes, Co-founder do Filhos do Currículo, deu uma verdadeira aula sobre mães que trabalham. Discorreu sobre a mudança em sua maneira de enxergar o mundo a partir da maternidade e, especialmente sobre as duas “Camilas” antes e depois de se tornar mãe. “A principal questão foi desconstruir tudo que eu era para começar a me reconstruir completamente renovada. A maternidade torna você uma outra pessoa” avalia Camila.

Liderança Exponencial foi o tema tratado por Marcelo Veras, CEO da Inova. A desafiadora convivência entre a competência comportamental e a convivência técnica para uma transformação imediata dos profissionais do futuro. “Permanentemente temos que nos questionar, nos perguntar “por quê?” ou “por que não?”. Os jovens de hoje, que serão os decisores de amanhã, se permitem experimentar, se arriscam a fazer diferente. As startups são exemplos vivos disto”, provoca Veras.

Durante a tarde, quatro salas de dinâmicas experimentais colocaram na prática o conteúdo que foi absorvido pela manhã. Sob temas diferentes, os executivos escolheram aquele que mais desejavam conhecer profundamente. Kleber Pinto, da Midiaria liderou uma oficina sobre Linkedin; Luiz Borges, da 3M, abordou Design Thinking; Eduardo Junqueira, coordenador de Suprimentos do Itaú, comandou a oficina sobre Criatividade – Lego; e Lucia Barros, da Bindu Escola de Valores, deu uma verdadeira aula sobre Mindfulness, prática cada vez mais aceita no mundo corporativo e educacional.

Para Fábio Domingues de Oliveira, gerente de operações de empresa de TI e inscrito para o Summit Educação & Carreira, o evento é completamente atualizado e necessário para todos os níveis de profissionais do mercado. “Sem dúvida, um evento bastante enriquecedor. Um encontro para refletir e reavaliar sua carreira e os próximos passos rumo ao futuro”, considerou.

Inscrições para o Safira Labs terminam amanhã (12/11)

As inscrições para o Safira Labs, programa que oferece um espaço de incubação e uma rede de conexões para startups de diversos setores que precisam estruturar melhor seus modelos de negócios, terminam nesta terça-feira (12/11).

Não há limites para apresentação de projetos, e podem se inscrever startups que atuem nos segmentos de Analytics, Inteligência Artificial, Big Data, Lawtech, HRtech, Computação em Nuvem, Digital Midia, e-Commerce, Fintech, Marketplace, SaaS e IoT. Os interessados devem se inscrever no portal http://www.safiralabs.com.br/.

Criado pela Safira Energia, uma das principais comercializadoras e consultorias em análises, estratégias e soluções para o setor energético do Brasil, a segunda edição do programa já registrou até agora mais de 200 projetos.

“Ficamos muito surpresos com o grande número de interessados em participar do programa. Por essa razão, o prazo, que inicialmente terminaria no fim de outubro, foi ampliado. Também decidimos incluir um atrativo a mais, e o melhor projeto, ao término do programa pode ser capitalizado, caso seja de interesse de ambas as partes”, revela o diretor executivo da Safira, Mikio Kawai Junior.

O Safira Labs irá selecionar 15 startups para participar de um Pitch Day, que acontece nos dias 26 e 27 de novembro. Na sequência, os selecionados passarão por entrevistas com especialistas da Safira entre os dias 02 e 06 de dezembro. Os projetos que integrarão a segunda edição do programa serão conhecidos no dia 13/12, e a startup que apresentar o melhor projeto receberá ainda um prêmio especial: uma passagem de ida e volta aos Estados Unidos para uma experiência no Vale do Silício (EUA).

O programa tem duração de um ano, podendo ser renovado, e terá início em janeiro de 2020. As startups selecionadas contarão com infraestrutura física na região de Pinheiros, em São Paulo, participarão de workshops com profissionais dos mais diversos ecossistemas, e farão mentoria com especialistas externos e também com profissionais da própria Safira, das áreas jurídica, de marketing, recursos humanos e contabilidade.

Com mais de 11 anos de história, a Safira é uma empresa de destaque no setor elétrico brasileiro, consolidada e integra os rankings das 1.000 maiores empresas da revista Valor 1000, das 1.000 maiores empresas da revista Melhores da Dinheiro e das 300 melhores empresas da revista Época Negócios 360. “A origem da Safira Energia é semelhante à de muitas startups, razão pela qual queremos nos conectar e incentivar ideias e empresas inovadoras que, ao empreender, podem fazer a diferença em diversos setores da economia”, completa Mikio Kawai Junior.