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Zoox lança Zoox Pay, carteira digital para pagamento por reconhecimento facial em qualquer plataforma

Investir em inovação e estar ainda mais atenta aos desejos e à segurança do consumidor são duas das principais premissas da Zoox para este momento. Empresa de tecnologia especialista em soluções integradas de Big Data, Analytics e Geolocalização, a Zoox agora direciona a sua inteligência tecnológica para lançar o Zoox Pay, plataforma de pagamento via reconhecimento facial. A solução é multiplataforma, poderá funcionar integrada às famosas maquininhas ou até mesmo para pagamento em um e-commerce. Basta ter uma câmera no dispositivo.

Prevista para ser lançada no mercado em agosto, a tecnologia é integrada com todo o sistema de dados e plataformas da Zoox. Uma vez cadastrado no Data Lake da empresa, por meio de qualquer outra solução, o usuário já será reconhecido, sem a necessidade de novo cadastro ou login.

“Estamos trabalhando nesta nova solução que vai permitir a realização de pagamentos por meio do reconhecimento facial. Ela estará integrada com todo o sistema da Zoox, portanto, se o usuário utilizar qualquer uma das nossas outras soluções espalhadas por diferentes estabelecimentos do Brasil – em aeroportos, shoppings, academias, hotéis – e entrar em um local para realizar um pagamento por meio da Zoox Pay, ele será reconhecido imediatamente pela foto do seu rosto e realizará a transição em segundos. Uma opção segura e que não exige, até mesmo, estar com a carteira. Estamos muito atentos ao novo comportamento de pouco contato e trazendo o poder dos nossos dados para ajudar nesse momento pós-pandemia “, explica Rafael de Albuquerque, CEO e fundador da Zoox.

A Zoox tem dedicado 75% do investimento voltado para o desenvolvimento da empresa na área de inovação. Prova disso, são as recém-lançadas soluções Zoox Eye, plataforma de big data que combina geolocalização com inteligência de dados, e que está em uso na iniciativa Dados do Bem desde abril; e Zoox Experience, plataforma digital completa para hotéis, que será lançada em julho, ancorada na premissa do autoatendimento via reconhecimento facial pelo celular ou totem, e que reúne todos os serviços oferecidos pelo empreendimento aos hóspedes, incluindo check-in, check-out e pagamento.

Zoox Eye

Aliar a inteligência de dados e a geolocalização para guiar planos de negócios, como a expansão de uma empresa para uma determinada região, por exemplo, é o que oferece a plataforma de geomarketing Zoox Eye. Com mais de 20 fontes de dados públicos/censitários, mais de 250 variáveis à disposição para serem analisadas e mais de 18 milhões de empresas de diferentes setores cadastradas, a Zoox Eye traz, em uma única plataforma, inteligência geográfica e de dados para se entender, dentre outras questões, como se comporta o público de uma determinada região. São entregues informações sociodemográficas e de consumo detalhados: distribuição por sexo, idade, número de população total, número de domicílios, número de empresas, renda mensal per capta, distribuição das despesas mensais por domicílio e das despesas totais por mês, entre outras. A partir de um dashboard intuitivo, que facilita a navegação, a plataforma entrega um mapa interativo com informações sociodemográficas para ajudar na expansão e tomada da decisão do negócio, baseada em Analytics. Outra opção oferecida pela Zoox Eye é um mapa que mostra informações organizadas do entorno dos pontos de interesse do negócio, permitindo entender o perfil da população daquela área e a concorrência existente.

Com um recorte só em empresas, a plataforma também oferece ao usuário um mapa interativo com informações de concorrentes e mercado local, um conjunto de gráficos que relacionam as informações empresariais, configurando um painel para análises e insights; e uma tabela dinâmica com informações detalhadas de todas as empresas mapeadas.

Zoox Experience

Líder em tecnologia no setor hoteleiro, o qual faz parte do seu DNA, a Zoox lança em julho o Zoox Experience, uma plataforma digital completa para hotéis, que reúne todos os serviços oferecidos pelo empreendimento aos hóspedes, incluindo um cadastro único para check-in e check-out. Ancorada na premissa do autoatendimento por parte do hóspede, através do próprio celular ou de totens presentes no hotel, a nova solução da Zoox traz mais segurança, simplicidade, conforto e rapidez à experiência do cliente.

A Zoox Experience faz uso de uma outra tecnologia da empresa, a Zoox Pass, focada em reconhecimento facial. Com isso, o hóspede poderá realizar o check-in, gerar a chave de acesso ao apartamento, pedir serviços de quarto e realizar o check-out tirando uma simples selfie. A plataforma reúne em seu sistema os seguintes serviços: check-in e check-out, reconhecimento facial, solução de pagamento, integração com o sistema hoteleiro, criação de chave com tecnologia RFID, scanner de documentos, Ficha Nacional de Registro de Hóspedes (FNRH), Room Service e informações do hotel.

A agilidade nos processos e a sustentabilidade do negócio hoteleiro são dos atributos por trás da adesão ao Zoox Experience. Para o hóspede efetuar o check-in (tirar a selfie, conferir os dados da FNRH, escolher o quarto e fazer a chave) serão gastos, em média, 60 segundos. Para o check-out (tirar a selfie, conferir os dados da fatura, adicionar itens extras, escolher o cartão de crédito cadastrado ou escolher um novo, colocar o PIN e selfie de autenticação e finalizar) serão cerca de 1 minuto e 25 segundos.

Marketing da Kraft Heinz Company passa a ter liderança majoritariamente feminina

A Kraft Heinz, gigante alimentícia detentora das marcas Heinz, Quero e Kraft, anuncia mudanças nas lideranças da área de marketing no Brasil e LATAM. Isabella Rizzo assume a cadeira de VP de Marketing e P&D LATAM, Cecília Alexandre chega à companhia na posição de Diretora de Marketing Brasil e Raquel Lo-Buono se torna Gerente de Brand Building.

Na Kraft Heinz desde 2015, Isabella Rizzo foi Head de Marketing Brasil por mais de quatro anos e responsável por ações icônicas na companhia, como a campanha O Maior Rótulo do Mundo. A executiva assumiu recentemente o novo desafio de ser VP de Marketing e P&D LATAM. Isabella é formada em comunicação social pela PUC-RJ e tem mestrado em administração pela COPPEAD – UFRJ, com extensão na Universidade Nova de Lisboa. Em mais de 20 anos de carreira, entre outras empresas, a executiva passou pela Ambev, onde ocupou funções de inovações, comunicação e trade marketing, desenvolvendo novos produtos e campanhas para as marcas Brahma e Antarctica, e pela Unilever no marketing de categorias de Personal Care e Alimentos.

Outra novidade na área de marketing é Cecilia Alexandre que passa a integrar a equipe da Kraft Heinz como nova Diretora de Marketing Brasil. Formada em administração de empresas pela FEA-USP e pós-graduada em marketing pela ESSEC Business School na França, a executiva conta com 20 anos de experiência com passagens por gigantes alimentícias como Ambev, onde ficou por três anos, Lu France (hoje dentro de Mondelez), atuando por cinco anos como Brand Manager e BRF, onde ocupou o cargo de Executive Marketing Manager das duas maiores marcas (primeiramente Perdigão e depois Sadia).

Quem também abraça um novo desafio dentro da Kraft Heinz é Raquel Lo-Buono. Bacharel em Administração pela Universidade Federal de Minas Gerais e formação complementar em Business pela University of Applied Sciences Schmalkalden, na Alemanha, Raquel entrou para a companhia como trainee em 2015, foi coordenadora de marketing e gerente de marcas locais cuidando da Quero e agora passa à cadeira de Gerente de Brand Building sendo responsável pelo marketing das três marcas da companhia, Quero, Heinz e Kraft.

SAP apresenta inovações para enfrentamento dos desafios da cadeia de suprimentos e outros setores da indústria

Empresas de todo o mundo estão enfrentando desafios inéditos e se voltando para tecnologias para ter informações confiáveis para ajudá-las no apoio aos funcionários, clientes e fornecedores. Pensando em atender mais rapidamente a essas demandas, a SAP SE (NYSE: SAP) inovou com mais do que apenas tecnologia e software. Está oferecendo às empresas meios para aprimorar a cadeia de suprimentos e processos específicos de cada setor, para se conectar por meio de uma rede de negócios e para incorporar a sustentabilidade como uma medida essencial para o sucesso dos negócios. O anúncio foi feito durante o SAPPHIRE NOW Converge  que acontece on-line entre os dias 15 e 19 de junho de 2020.

“Em tempos de incertezas, as empresas precisam de um parceiro de confiança para auxiliá-las a tomar decisões confiáveis e elevar os níveis de agilidade e a resiliência durante e depois da atual crise da COVID-19”, destaca Thomas Saueressig, membro do Conselho Executivo e diretor de Engenharia de Produtos da SAP. “No mundo hiperconectado de hoje, é ainda mais importante reagir rapidamente às mudanças ambientais e de mercado. Estamos ajudando a enfrentar esses desafios com novas maneiras de abordar a sustentabilidade, de liderar cada setor e de ampliar as redes de negócios. A SAP possui estratégias, experiência, soluções e o ecossistema de parceiros ideal para permitir que os clientes administrem seus negócios como uma empresa inteligente.”

Climate 21

A SAP anunciou o programa Climate 21 para apoiar os clientes na busca de objetivos relacionados ao clima. Em um roteiro plurianual, trabalhará com parceiros de coinovação para incorporar métricas de sustentabilidade ao portfólio de soluções da SAP. Isso ajudará os clientes a entender, analisar e otimizar a pegada de carbono de seus produtos e operações ao longo da cadeia de valor.

 A aplicação SAP Product Carbon Footprint Analytics já está disponível como primeira solução do programa Climate 21. Usa os dados do SAP S/4HANA e fontes de terceiros e calcula essas informações para calcular e faz cálculos dentro da solução SAP Analytics Cloud. Isso ajuda os clientes a entender sua pegada de carbono e fornece uma base para analisar e otimizar as emissões de gases de efeito estufa.

Para saber mais, consulte o material “Our Decade Of Delivery For Climate”, de Thomas Saueressig e “SAP Launches Carbon Emissions Accounting System to Address Climate Change.”

Industry Cloud

Empresas inteligentes são capazes de encontrar o equilíbrio entre aperfeiçoar os atuais modelos de negócios e inovar em seu segmento para desenvolver novos fluxos de receita e potencial de crescimento usando tecnologias digitais. A SAP e seus parceiros estão oferecendo soluções de nuvem por setor  que estendem os processos de ponta a ponta do pacote inteligente da SAP para ajudar a impulsionar os principais negócios dos cliente em seus diversos setores.

Essa estratégia de nuvem fornecerá soluções verticais e inovadoras da SAP e de seus parceiros. As soluções serão desenvolvidas usando tecnologias do portfólio Business Technology Platform, uma estrutura aberta de APIs, modelo de processos aberto, modelo de domínios abertos e serviços de negócios comuns para criar uma melhor experiência para clientes e usuários. A interoperabilidade com o pacote inteligente da SAP permitirá acelerar o desenvolvimento, implantação e integração. Inteligência Artificial (IA), Internet das Coisas (IoT) e outras tecnologias avançadas da SAP estarão disponíveis para ajudar os desenvolvedores a acelerar o desenvolvimento e agregar maior valor para os negócios, assegurando práticas aprimoradas e inovação em cada vertical.

Para saber mais, consulte o material “Innovation at the Vertical Edge: New Business Models for a Digital Economy”, de Peter Maier, presidente da área de Assessoria para Clientes e Setores da SAP.

SAP aumenta investimentos na Indústria 4.0 em toda a cadeia de suprimentos

A SAP apresenta inovações relevantes para toda a cadeia de suprimentos, do design às operações, para assegurar mais insights, automação e capacidade de resposta com a iniciativa Industry 4.Now. Essas inovações podem ajudar as empresas a projetar e fabricar produtos e ativos inteligentes, capazes de capturar e analisar grandes volumes de dados vindos de sensores em toda a cadeia de suprimentos. Isso permite que os clientes migrem para a Indústria 4.0, indo de uma iniciativa com foco nas fábricas para uma estratégia de negócios abrangendo toda a empresa.

Com o Industry 4.Now, a SAP fornecerá inovações que as empresas precisam para criar e capturar um segmento digital desses produtos e ativos inteligentes durante todo o seu ciclo de vida para fornecer informações em tempo real dos processos de negócios, do design às operações. Com análises integradas e recursos preditivos, essa inteligência possibilita a melhor tomada de decisões e pode impulsionar novos modelos de negócios e fluxos de receita.

 Para saber mais, consulte o material “Why the Time For Industry 4.0 Is NOW”, de Richard Howells, vice-presidente da área de Gestão de Soluções para Cadeia de Suprimentos Digital da SAP.

 SAP anuncia estratégia para rede unificada de negócios

A SAP anunciou uma estratégia para garantir visibilidade completa, maior eficiência e recursos de colaboração em todos os processos da cadeia de suprimentos, incluindo design, planejamento, fornecimento, compras, manufatura, logística e operações de ativos. Ao criar uma rede de empresas inteligentes, a SAP pode ajudar a digitalizar processos de negócios para aprimorar a visibilidade e a colaboração em todo o ecossistema.

Essa iniciativa abrange toda a SAP, usando insights de sistemas ERP em tempo real, análises avançadas e soluções de redes bem-sucedidas, como Ariba Network, SAP Asset Intelligence Network, SAP Logistics Business Network e SAP Fieldglass, para oferecer inteligência coletiva por meio de um rede de negócios aberta e interoperável. Com mais de US$ 3,3 trilhões trafegando entre empresas, a SAP vai permitir o desenvolvimento de cadeias de suprimentos sustentáveis ​​e resilientes, transformar modelos de negócios e garantir proteção ágil contra interrupções globais.

Para saber mais, consulte o material “Creating a Unified, Open and Intelligent Business Network”, de Chris Haydon, presidente da Soluções de Procurement da SAP e Paige Cox, vice-presidente sênior e diretor de Redes Digitais de Cadeia de Suprimentos da SAP.

 

 

Cinco maneiras de cultivar a inovação no RH

Por Juliana Ferreira, diretora de RH da Access

Uma recente pesquisa realizada pela Access aponta, na visão dos líderes de RH, quais processos precisam ser otimizados para que seus departamentos possam cultivar a inovação e, a partir daí, terem mais tempo para assumir tarefas estratégicas. Entre os mais de 300 entrevistados, 52% indicaram a falta de tempo como uma barreira para cultivar a inovação, trabalhar de forma estratégica e buscar soluções para melhorar a eficiência.

Em primeiro lugar na lista de prioridades dos líderes de RH está a necessidade de automatizar processos. Cerca de 63% dos entrevistados apontaram que essa falta de automação é o principal desafio que eles enfrentam e que afeta, sobremaneira, a capacidade de cultivar a inovação. Eles afirmam que precisam identificar possíveis processos e sistemas que podem ser automatizados.

Em segundo lugar, é preciso eliminar o que não agrega valor – praticamente um entre quatro profissionais de RH diz que gasta mais de 60% de seu tempo em tarefas administrativas, mostrando que uma quantidade incrível de tempo e recursos são gastos em processos e fluxos de trabalho que podem não ser realmente valiosos para os negócios em geral.

Planejamento é chave para o sucesso

É preciso estar atento ao planejamento da jornada rumo à automatização de processos. Apesar de 59% dos líderes de RH entrevistados afirmarem que processos manuais ineficientes são a maior barreira para assumir um papel estratégico, é preciso um planejamento visando não eliminar de uma única vez todos os processos manuais. Selecione um para começar o projeto. Isso dará a oportunidade de ver se sua automatização leva a mudanças positivas.

Além disso, o RH é um setor que historicamente gera uma grande quantidade de documentos: arquivar, gerenciar e recuperar documentos leva muito tempo. De fato, 51% dos profissionais de RH pesquisados disseram que a papelada e as ações trabalhistas geravam uma perda significativa de produtividade. A solução está em identificar maneiras de melhorar seus processos de gerenciamento de documentos com a adoção de inovadoras soluções de gestão documental.

E, finalmente, a quinta maneira de cultivar a inovação no RH está na integração de todas as informações, o que é possível avaliando os sistemas em uso e buscando novas soluções, já que quase metade dos participantes da pesquisa (45%) cita a falta de integração tecnológica como um problema significativo que dificulta seu trabalho. Esses silos tecnológicos tornam a integração de recursos e pessoas mais complicada e demorada.

Pare um instante e analise se o seu RH está no caminho certo para cultivar a inovação. Caso contrário, avalie como essas 5 maneiras podem ajudar a sua jornada.

A Colaboração Virtual como apoio às políticas de isolamento

Por Robert Braga, gerente comercial de Metal & Mining da Engineering

A Realidade Aumentada é um dos pilares mais inovadores da Indústria 4.0 e consiste no uso de uma ferramenta que possibilita a projeção de textos e imagens sob a visão do mundo real. Para tal, o usuário necessita de dispositivos que possuam no mínimo três funcionalidades: aquisição de imagens (câmera), projetor (tela, projetores de luz ou de laser) e sistema de processamento.

Outras funcionalidades adicionais, como a aquisição de áudio, a geolocalização e a conexão wireless, tais como RFID, Bluetooth, Wi-Fi, GPRS, GPS, são geralmente encontradas nos dispositivos de Realidade Aumentada.

O sistema processa as imagens capturadas pelo dispositivo e projeta uma resposta visual sobre a imagem do mundo real. Este processamento ocorre no dispositivo ou num sistema externo (on premise, cloud ou híbrido) e pode contemplar a identificação de imagens com visão computacional, a leitura de códigos e comandos do usuário a partir da movimentação das mãos, cliques na tela e comandos de voz às integrações entre sistemas e o banco de dados, entre outras.

Outra funcionalidade poderosa cada vez mais utilizada neste universo digital é a Colaboração Virtual, que agrega todo o potencial de uso da Realidade Aumentada a uma ferramenta que possibilita a interação entre duas ou mais pessoas, estando uma na linha de frente e as demais remotas.

Neste caso, uma pessoa acompanha, por meio da tela de um computador, smartphone ou tablet, o vídeo e áudio que são captados em tempo real pelo dispositivo de Realidade Aumentada, que podem ser wearables, como os relógios e óculos inteligentes, que estão sendo usados por alguém em campo, possibilitando inclusive uma conversa de voz entre ambos usuários.

Já há indicadores no mercado mostrando que o uso de Realidade Aumentada com a Colaboração Virtual aumenta a taxa de sucesso de manutenção na primeira tentativa em 40%, a dos processos de manutenção em 60%, a produtividade dos técnicos assistidos no chão de fábrica em 50% e ainda diminuem erros de procedimentos em 70% e, principalmente, os acidentes e os incidentes de segurança em 20%.

Em períodos de contingência, como tivemos nas últimas semanas em decorrência do vírus Covid-19, podemos constatar a necessidade do uso de recursos que mitigam a alocação desnecessária de pessoas em ambientes de risco, sejam eles físicos, químicos, ergonômicos ou biológicos. Além de, por meio do uso da tecnologia, evitar que várias atividades sejam impactadas, como a manutenção de equipamentos, o levantamento de dados em campo para a elaboração de projetos e a aquisição de informações.

Neste contexto, a aplicação de soluções de Realidade Aumentada que incluem a Colaboração Virtual minimiza o contingente de colaboradores expostos a riscos. A segurança deles é ainda mais potencializada com o uso integrado às soluções de robótica.

Juntas, as tecnologias de Colaboração Virtual e Realidade Aumentada capacitam as empresas para otimizarem seus processos produtivos, assim como ampliam o engajamento e a motivação das equipes. Ou seja, os negócios são preservados, assim como o bem mais valioso das empresas, que são as pessoas!

NTT DATA e Microsoft anunciam colaboração estratégica para viabilizar novas soluções digitais

NTT DATA Corporation (NTT DATA), empresa líder global em serviços de TI, e Microsoft Corp. anunciaram que estão buscando em conjunto oportunidades como parte da aliança estratégica plurianual divulgada em dezembro do ano passado. As parceiras anunciaram uma expansão da aliança com o objetivo de acelerar a transformação digital dos clientes corporativos, utilizando preferencialmente o Microsoft Azure como uma solução de nuvem para ajudar a acelerar os negócios e aumentar a produtividade no local de trabalho.

Esta aliança combina os melhores serviços globais de TI da NTT DATA com a plataforma de nuvem altamente confiável da Microsoft, tecnologias de Inteligência Artificial (IA) e o conjunto de ferramentas de produtividade destinadas a ajudar os negócios a se transformarem digitalmente, aumentando a eficiência das operações de negócios e a produtividade.

Atualmente, no ambiente de negócios em constante transformação, há uma demanda crescente para que os clientes atinjam a transformação digital por meio de uma integração ágil de sistemas utilizando computação em nuvem e outras tecnologias. A NTT DATA fornece serviços completos de TI e negócios para clientes de todas as indústrias, incluindo consultoria em estratégia de TI e serviços gerenciados, bem como design, integração, operações e manutenção de sistemas. As tecnologias Microsoft que possibilitarão a transformação digital na nuvem abrangem o Microsoft Azure, Microsoft 365, Microsoft Teams e Dynamics 365.

“A NTT DATA está comprometida em ajudar as empresas a realizar suas iniciativas de transformação digital. A partir desta colaboração estratégica com a Microsoft, vamos combinar a plataforma em nuvem Azure da Microsoft e as tecnologias digitais com a experiência e conhecimento da NTT DATA na prestação de serviços de TI. Faremos isto por meio da oferta de soluções e serviços que contribuem para acelerar a transformação digital de nossos clientes corporativos”, disse Yo Honma, presidente e CEO da NTT DATA.

Segundo Alex Simons, vice-presidente Corporativo da Microsoft ID Program Management, por sua vez, “por meio dessa colaboração, a Microsoft combinará a infraestrutura global da NTT DATA e a experiência em serviços especializados em todas as indústrias com o poder do Microsoft Azure e suas ferramentas de produtividade para criar oportunidades e valor para nossos clientes, os ajudando a rapidamente transformar seus negócios digitalmente. “Juntos, continuaremos explorando as oportunidades de novas soluções e valor agregado para nossos clientes”, reforça Simons.

As principais iniciativas da aliança são:

• Transformação digital do cliente – as parceiras trabalharão em conjunto para implantando soluções e serviços criados com base no Microsoft Azure, bem como para potencializar o conjunto de ferramentas de produtividade Microsoft Microsoft 365 e Microsoft Teams. As empresas vão aprimorar a solução de gerenciamento de conhecimento da NTT DATA, everis knowler , e a ferramenta de automação de processos de robótica WinActor , com foco na otimização das operações de negócios e no aumento de produtividade e eficiência. A NTT DATA e a Microsoft vão aproveitar a área de solução que inclui o serviço de migração Azure e serviços gerenciados para sistemas de missão crítica, como SAP, e dar suporte à aceleração da transformação digital em todas as indústrias.

• Inovação no estilo de trabalho – a NTT DATA e a Microsoft promoverão inovação no estilo de trabalho com o uso de tecnologia digital para maximizar o poder organizacional, melhorando as capacidades dos colaboradores globalmente. Com esta iniciativa, a NTT DATA acelerará a transformação dos estilos de trabalho dentro da própria empresa por meio das ferramentas de segurança do Microsoft 365 e ferramentas de colaboração com o Microsoft Teams. Ao promover o desenvolvimento de ambientes internos de TI com o intuito de melhorar a produtividade, a NTT DATA irá transformar os estilos de trabalho em toda a organização e melhorar o desempenho com o compartilhamento das melhores práticas, visando melhores resultados. Com base nos resultados dessas atividades e no compartilhamento do conhecimento de implementação do sistema, ambas as empresas deverão propor mudanças no estilo de trabalho aos seus clientes em todos os setores.

• Desenvolvimento de Capacidades – as empresas trabalharão em conjunto para transformar e estabelecer a cultura organizacional da NTT DATA para promover o desenvolvimento e utilização das capacidades digitais da NTT DATA, utilizando uma série de casos de transformação digital que a Microsoft desenvolveu ao redor do mundo. Além disso, a NTT DATA planeja desenvolver aproximadamente 10.000 colaboradores em todo o mundo, qualificados com tecnologias digitais e certificações relacionadas às nuvens da Microsoft, possibilitando a transformação digital dos clientes.

• Tecnologia para o Bem – A NTT DATA explorará o programa filantrópico Microsoft AI for Health , capacitando a empresa para trabalhar na abordagem de alguns dos desafios mais difíceis na saúde global. A Microsoft AI for Health capacita pesquisadores e organizações utilizando IA para ajudar a melhorar a saúde de pessoas e comunidades ao redor do mundo. A NTT DATA estará focada em apoiar as metas de desenvolvimento sustentável das Nações Unidas para as áreas dedicadas à imagem com o uso da IA.

“WinActor” é uma marca registrada da NTT Advanced Technology Corporation

Terceiro data center da Ascenty em São Paulo entra em operação

A Ascenty, empresa líder no mercado de data centers na América Latina, anuncia o início das operações do terceiro data center em São Paulo. A infraestrutura tem um investimento de R$ 150 milhões em 3.000 m² de área construída e 4 MW de energia.

Com a terceira instalação em São Paulo, a Ascenty contabiliza 22 data centers próprios no Brasil, Chile e México, sendo 15 em operação e sete em construção. A companhia mais que dobrou suas operações desde 2018, quando tinha oito unidades instaladas em território nacional.

O novo data center será destinado exclusivamente para atender clientes do varejo e operadoras de telecomunicações, em linha com a estratégia de ampliar a participação de médias e grandes empresas do segmento no portfólio da companhia.

“Estamos orientados em expandir nossa oferta de serviços de colocation, a fim de atender a alta demanda do setor por infraestrutura, que cresce juntamente com o mercado de provedores de cloud e as inovações tecnológicas”, comenta Chris Torto, CEO da Ascenty. O diferencial desse terceiro data center de São Paulo é que se trata de um NAP (Ponto de Acesso à Rede, na sigla em inglês), que oferece alto nível de conectividade e diversas opções para acessar as principais operadoras, provedoras e fornecedoras de conteúdo do mercado. Nessa unidade, diferentes provedores (ISPs) e empresas de telecomunicações montam seus POPs (Pontos de Presença), permitindo que qualquer empresa use os serviços de conectividade disponíveis.

“Além de provermos conexões bem-sucedidas por meio do NAP, através desse Data Center também oferecemos interconexão com todos os cloud providers, bem como com o ecossistema da empresa, permitindo que nossos clientes de qualquer data center tirem proveito dos seus benefícios para melhorar a conectividade. Dessa forma, os clientes Ascenty têm atendimento de excelência e diversas opções de conectividade com resiliência, baixa latência em um moderno Data Center Carrier Neutro.”, destaca Marcos Siqueira, Vice Presidente de Operações da Ascenty. A empresa também integra todas as instalações à sua rede de fibra óptica proprietária (4.500 km), garantindo conectividade direta aos principais provedores globais de nuvem e com os cabos submarinos de São Paulo, Rio de Janeiro e Ceará.

Febraban publica pesquisa sobre o brasileiro e a retomada econômica

Um levantamento aprofundado, que mapeia a visão da população sobre os temas que impactam o Brasil. Esse é o Observatório Febraban, um novo estudo mensal lançado nesta sexta-feira, 12 de junho. “O Observatório pretende se tornar uma relevante fonte de informações sobre as perspectivas da sociedade e o potencial impacto econômico-financeiro, ouvindo a população e estimulando o debate em diversos setores”, explica o presidente da Febraban, Isaac Sidney.

A iniciativa é parte de uma série de medidas da Febraban para ampliar a aproximação dos bancos com a população e a economia real, de forma cada vez mais transparente.

“Nessa primeira pesquisa, o Observatório Febraban procurou identificar como as pessoas, na retomada das atividades, estão aos poucos superando medos e incertezas, dispostas a adquirir bens e serviços, a realizar seus sonhos antigos e também os novos que surgiram durante essa experiência inimaginável”, afirma o sociólogo e cientista político Antonio Lavareda, presidente do Conselho Científico do Ipespe.

A primeira edição do novo Observatório identifica quais são as expectativas da população que possui contas em bancos para a retomada das atividades econômicas no período pós-pandemia. E revela que uma série de tendências de comportamento e consumo adotadas durante o período de isolamento social tendem a continuar no pós-Covid. O “novo normal” indica ser, dessa forma, cada vez mais normal no dia-a-dia desses brasileiros.

Entre outros dados, o estudo identificou que:

• 45% dos entrevistados afirmam que irão dedicar mais tempo à família e aos filhos;

• 30% pretendem aumentar as compras feitas via e-commerce;

• 28% planejam usar mais os serviços de delivery;

• 27% querem aumentar o trabalho na modalidade home office;

• 37% preveem, por outro lado, diminuir suas viagens – o que pode indicar receio de contaminação pela Covid-19.

O Observatório também mostra que existe otimismo entre a população bancarizada brasileira sobre a perspectiva de retomada financeira individual e familiar. Quase a metade – 49% – dos entrevistados acredita que suas finanças voltarão ao patamar de antes da pandemia em até 1 ano – dentre os quais 21% apostam que a retomada poderá se dar ainda mais rápida, em até seis meses.

Esses indicadores otimistas também se revelam em uma série de intenções de consumo – “uma pista de que existe uma demanda reprimida, que pode ajudar em uma recuperação mais rápida da economia”, afirma Isaac Sidney, presidente da Febraban.

A pesquisa mostra que, por exemplo:

• 58% dos entrevistados pretendem manter ou aumentar seu volume de compras;

• 60% também querem manter ou elevar seu uso do cartão de crédito;

• 15% planejam usar crédito bancário na compra de material de construção para reformar seu imóvel;

• 15% têm intenção de financiar a compra de imóveis, apontando o potencial desse mercado;

• 14% dizem também que irão contratar financiamento para adquirir carros e motos

O levantamento vai além e mostra que há boas perspectivas para o comércio. Existe, por exemplo, intenção de manter ou aumentar a frequência aos supermercados em 78% dos pesquisados. Outros negócios também registram intenções elevadas de continuar ou elevar a frequência, como salões de beleza (66%), comércio de rua (55%), bares e restaurantes (47%) e shoppings (47%). “Sinal que pode haver um respiro a caminho dos varejistas”, complementa Isaac Sidney.

Realizada pelo Instituto de Pesquisas Sociais, Políticas e Econômicas (Ipespe) – uma das instituições mais respeitadas do setor, com 35 anos de atuação em estudos de mercado e de opinião pública -, a primeira edição do novo Observatório Febraban ouviu amostra de mil pessoas representativa da população adulta bancarizada, de todas as regiões do País, entre os dias 1º e 3 de junho.

O primeiro resultado do Observatório está disponível no portal de notícias Febraban nos endereços: news.febraban.org.br/ e http://portal.febraban.org.br/Noticias

Claranet Brasil anuncia home office permanente

A Claranet Brasil acaba de anunciar o home office permanente. A empresa, que é referência em tecnologia em nove países, deixará à cargo dos colaboradores decidirem se devem trabalhar presencialmente ou não. A equipe está 100% habituada ao home office desde antes do início da pandemia no país e não enfrentou dificuldades de adaptação ao modelo. A companhia vem oferecendo todo o suporte de benefícios do RH como apoio médico 24h, auxílio de psicólogos e à prática de exercícios físicos.

A empresa não tem planos de reduzir o escritório, mas continuará expandindo no segmento de cloud computing. Vagas já estão sendo ofertadas para profissionais de todos os estados, sem restrição à São Paulo. Mesmo antes da pandemia, as salas do escritório já eram adaptadas à conferências e reuniões virtuais, o que também facilitará que a rotina de trabalho continue.

“Percebemos que a nossa equipe aqui no Brasil aderiu muito bem ao home office total, por isso decidimos tomar esta decisão. O escritório não deixará de existir, mas será um local de convívio social, para reuniões importantes, para aqueles que optarem por trabalhar no escritório e para mantermos a cultura da nossa empresa, que é muito importante”, afirma Fábio Amigo, Diretor-Presidente da Claranet Brasil.

Empresas nacionais e internacionais vem adotando o modelo e anunciando a novidade para os colaboradores, mesmo antes de quarentena encerrar. Os outros escritórios da Claranet espalhados por países como Portugal, França, Alemanha e Itália, por exemplo, também pretendem expandir a política de home office. Ao todo, são cerca de 2 mil e 200 colaboradores do grupo que desfrutarão da jornada de trabalho mais flexível.

“Durante o home office, realizamos uma pesquisa de opinião para os nossos colaboradores, e identificamos a satisfação ainda maior da jornada de trabalho durante a quarentena. Estamos felizes com o retorno da equipe sobre a decisão e buscamos sempre aperfeiçoar a relação entre empresa e colaborador”, ressalta Tâmara Costa, Diretora de recursos humanos na Claranet Brasil.

Cadastro Positivo ajuda credor a conhecer melhor o bom pagador em tempos de crise econômica

É fato que a pandemia de Covid-19 traz uma imprevisibilidade na economia global, e o mercado de crédito teme taxas históricas de inadimplência. Diante desse cenário, a informação qualificada se torna uma aliada nas tomadas de decisões para os negócios e para o credor: o mercado de crédito no Brasil agora tem uma vantagem, o Cadastro Positivo, um banco de dados com informações de pagamento de consumidores e empresas, que amplia a exatidão na análise de concessões de crédito e minimiza a probabilidade de inadimplência futura, tanto de pessoas físicas quanto jurídicas .

Com o Cadastro Positivo mais de 20 milhões de novos consumidores, que hoje não são bancarizados, poderão ter acesso ao crédito, aumentando a quantidade de clientes potenciais para os negócios. A partir do aumento da procura por crédito e da inadimplência – que em abril cresceu 5,8¨% segundo dados da própria Boa Vista -, são imprescindíveis análises mais robustas para tornar as vendas a crédito mais seguras, ainda mais em um cenário de crise econômica ocasionado pelo novo coronavírus .

“Pelo que estamos observando junto aos nossos clientes, a atual crise está funcionando como um acelerador da adoção ao Cadastro Positivo. Este novo cenário está encurtando o tempo de utilização desses dados nos processos decisórios dos credores. São mudanças que elevarão e muito o poder de “identificação dos bons clientes” e que não devem sofrer retrocesso”, revela Dirceu Gardel, presidente da Boa Vista.

Ainda segundo o executivo, o processo de análise de dados não teve alteração em função da pandemia. Os scores (notas de crédito) continuam usando as mesmas informações anteriores à Covid-19 e as prorrogações do pagamento das dívidas oferecidas pelos bancos e instituições financeiras, como medidas para ajudar os clientes, estão sendo refletidas na base de dados enviadas ao bureaus, como é o caso da Boa Vista . Os scores positivos não estão, portanto, punindo ou melhorando os consumidores que aderem à prorrogação.

“Os credores que passam a utilizar os scores positivos da Boa Vista nesse contexto de aumento de inadimplência estão sendo mais certeiros na concessão de crédito. Atualmente, já são mais de cinco mil empresas que concedem crédito para pessoas físicas e jurídicas usando o positivo, e quanto melhor a tomada de decisão funcionar agora, menos problemas de inadimplência essas empresas enfrentarão no futuro. Além é claro, de manterem suas vendas nesse momento crucial”, explica Gardel.

A Boa Vista, empresa que fornece informações com inteligência analítica para companhias e consumidores fazerem bons negócios, acompanha as discussões do Cadastro Positivo desde o início. É uma de suas precursoras e participou ativamente da criação e de sua implementação, inclusive da nova lei que entrou em vigor o ano passado.

Além do Cadastro Positivo, a Boa Vista possui o SCPC (Serviço Central de Proteção ao Crédito), um banco de dados de mais de 60 anos com informações de débitos de empresas e consumidores. É com base nas informações desses dois bancos de dados que realiza cerca de 15 milhões de consultas por dia, e tem capacidade analítica para transformar todos esses dados em orientações para a tomada de decisão do credor. A partir do conhecimento do comportamento de pagamento de empresas e consumidores, a Boa Vista ajuda os credores quando precisam tomar uma decisão creditícia, dando aos mesmos uma visão completa do comprometimento e histórico dos seus clientes .

People-centric, soft skills e os benefícios para a carreira profissional

Por Fernanda Pauletti, gerente de RH da KingHost

Quando buscamos por profissionais de tecnologia para trabalhar com a gente, sempre tentamos equilibrar avaliando tanto o perfil técnico quanto o humano de cada um dos candidatos. Prezamos pelo cuidado, qualidade de trabalho e relações interpessoais, focando em colaboradores que tenham os valores pessoais alinhados com os valores da empresa. Isso é fundamental para construirmos um ambiente saudável, com boa comunicação e engajamento.

Um dos segredos para isso é entender a importância das chamadas soft skills.

A expressão em inglês nada mais é do que o conjunto de competências da personalidade e comportamento do profissional. Por exemplo: inteligência emocional; habilidade de se relacionar com os outros e com suas próprias emoções; saber como lidar com situações que nem sempre saem como o esperado, entre outras. Nesse contexto, aqueles profissionais que conseguem desenvolver tanto o lado profissional quanto o pessoal, possuem um diferencial na sua carreira.

Valorizamos essas habilidades no momento da seleção de novos talentos e incentivamos os colaboradores a potencializá-las durante sua trajetória profissional. Principalmente por que temos um direcionamento focado em pessoas, o que chamamos de people-centric, ou seja, estamos nos adaptando às mudanças que a sociedade vem realizando. Mas como esse direcionamento bateu à nossa porta?

Se pararmos para pensar, inicialmente, lá no final da Revolução Industrial, o foco das empresas era diretamente nos produtos, o chamado “product-centric”. Elas estavam preocupadas em serem eficiente, exclusivamente, em produzir um produto bom e distribuí-lo. Até porque naquela época não tinha tanta concorrência entre elas.

Depois, com o avanço da globalização, as empresas focaram no cliente e veio a era do “customer-centric”, na qual o poder de escolha era algo que estava em evolução, ganhando bastante força.

Finalmente, com a internet e a tecnologia, abriu-se um espaço para que se trabalhasse o lado humano nas empresas, então as organizações people-centric ganharam força, já que entenderam que a construção de relacionamentos humanos gera muito mais frutos para quem investe nisso. E, se pararmos para pensar, faz bastante sentido empresas de tecnologia serem organizações voltadas também para o desenvolvimento do lado humano dos profissionais, ou seja, atentas às soft skills de seus colaboradores e candidatos.

Existem diversas pesquisas que reforçam que as soft skills trazem mais foco, engajamento, motivação e produtividade em times e temos o privilégio de poder observar isso na prática. Isso por meio de, por exemplo, de treinamentos que realizamos para o desenvolvimento de lideranças; análise transacional; comunicação não-violenta; foco na gestão agile e a transparência na comunicação interna. Tudo priorizando em uma gestão horizontal que certamente nos ajuda a construir um ambiente receptivo à valorização das soft skills.

Claro que, além disso, é fundamental reforçar que, cada vez mais, trabalhamos com pessoas e muitos times, portanto entendemos a importância de saber lidar com diferentes perfis, backgrounds e histórias diversas, assim como necessidades ímpares de cada colaborador faz parte da sua empresa. Além de uma grande variedade de processos, que estão em constante atualização e evolução, é preciso também desenvolver habilidades a mais para acompanhar e liderar todas as pessoas.

Etapas a serem percorridas rumo ao mundo pós-pandêmico

Por William Boulding

Uma das questões mais discutidas em vários países, inclusive no Brasil, nesta situação sem precedentes criada pela Covid-19, é o timing do isolamento social e da retomada de todas as atividades econômicas. Nesse contexto, porém, não há dúvida de que os líderes de negócios precisam colocar a saúde e a segurança de seus stakeholders e colaboradores em primeiro lugar.

Além da indiscutível prioridade de preservar a vida, é preciso considerar algo decisivo para cada empresa e a economia em geral: quanto mais tempo demorar a contenção do contágio em escala do novo coronavírus, mais se prolongarão os problemas de funcionamento dos mercados, cadeias produtivas, comércio e indústria. De nada adiantará termos empresas abertas e autorizadas a operar, se numerosas pessoas continuarem sendo infectadas, internadas ou morrendo. Não haverá normalidade possível se não tivermos consumidores seguros de que podem ir às ruas e trabalhadores confiantes de que não ficarão doentes.

Assim, se a segurança da saúde não for colocada em primeiro lugar, simplesmente se prolongarão as dificuldades causadas pela pandemia e os problemas econômicos serão contínuos. Os líderes empresariais precisam ser muito sensíveis quanto a essa situação. Saber proteger a saúde e segurança de suas equipes é parte importante da estratégia para minimizar as interrupções nos negócios.

Essa é uma etapa importante na caminhada em direção ao mundo pós-pandemia. Outra atitude significativa, na medida do possível, é manter os membros da sua equipe neste momento. Isso dará a eles um sentimento de pertencimento e os estimulará a enfrentar os grandes desafios presentes. Atuando em home office ou em atividades essenciais que exigem sua presença física, as pessoas precisam mostrar criatividade real e trabalhar com empenho para manter as empresas viáveis.

Também é importante demonstrar às pessoas que a empresa se importa com elas e que está sendo transparente e correta. Tal postura das lideranças contribuirá para desbloquear e estimular o potencial dos colaboradores e seu interesse em somar forças na busca das soluções adequadas para os problemas.
É preciso considerar que, em meio a uma pandemia tão grave, todos estão muito sensíveis e pensando nos parentes e amigos que perderam, nos prejuízos que já tiveram e no que ainda podem enfrentar. E já perdemos muito, principalmente a conectividade humana.

Por outro lado, também ganhamos bastante em aprendizado. Precisamos tirar lições deste triste momento vivido pela humanidade e pensar que há oportunidades de inovação e criatividade. Afinal, muitas atividades que estão se desenvolvendo e soluções criadas para enfrentar a crise poderão tornar-se permanentes quando o mundo voltar à normalidade. É fundamental um grande empenho para superar a crise atual e manter as empresas em condição sustentável para agregar valor à sociedade, à medida que avançamos para um mundo pós-covid-19.

Wiliam Boulding é reitor da Fuqua School of Business, escola de negócios da Duke University

Como o RH pode aumentar a eficiência da gestão de documentos

Por Juliana Ferreira, diretora de RH da Access

O RH é um departamento que, pela natureza de sua função, acumula um grande volume de documentos com variados ciclos de vida e níveis de criticidade e de confidencialidade. Por isso, manter esses documentos em pastas, gavetas e armários é um cenário que não pode existir em qualquer empresa, independentemente do seu porte. Sem um sistema de gestão de documentos, problemas de segurança e ineficiências nos fluxos de trabalho serão inevitáveis.

E qual será o primeiro passo para aumentar a eficiência da gestão de documentos? Implantar um sistema de gestão, claro. O melhor seria perguntar quais são as etapas, nossa experiência mostra que a primeira etapa é identificar como os registros em papel estão sendo gerados e armazenados e como serão transferidos para um formato digital e integrados a uma plataforma centralizada de gestão.

É necessário identificar quais documentos são os mais sensíveis para os processos internos, com maior necessidade de acesso e também os que devem ser armazenados por mais tempo. Digitalizar, por exemplo, um documento que pode ser descartado dentro de um ano certamente não vale o esforço.

Antes de digitalizar os documentos, para garantir uma maior eficiência da gestão de documentos é preciso estabelecer uma estrutura única de indexação e classificação, para que o upload dos arquivos para a plataforma seja realizado de forma consistente, em conformidade com as políticas de governança da informação em vigor na empresa.

Sem uma eficiente gestão de documentos, certamente o RH estará “imerso” em papéis, burocracia e tarefas repetitivas, e certamente não sobrará tempo para atrair, reter, integrar e propiciar formas criativas e inteligentes de desenvolvimento humano, tarefas que realmente devem ser o principal foco de atuação.

Por isso, a melhor estratégia a ser adotada para aumentar a eficiência da gestão de documentos no RH é a implantação, junto com um parceiro com expertise comprovada, de uma solução de gestão de documentos capaz de fornecer controles rigorosos de confidencialidade, recuperações precisas, tempo de resposta rápida e gerenciamento de todo o ciclo de vida dos documentos, desde a sua digitalização, armazenamento, guarda até a destruição segura. E liberar os líderes de RH para assumirem tarefas mais estratégicas e construírem uma nova força de trabalho, mais produtiva e engajada.

ABES promove webinar sobre futuro das vendas de serviços e produtos de TI

Nos últimos anos o mercado vem mostrando sinais de mudanças nos processos de vendas nos serviços e produtos de TI. Empresas buscam por soluções que vão além dos conceitos de marketing, vendas e serviços, para mitigar os problemas dos clientes e estabelecer relacionamentos comerciais duradouros.

Por outro lado, os avanços tecnológicos têm mudado os hábitos de consumo social, muitas lojas passaram a ser buscadas pela internet, blogs ou redes sociais. Ou seja, para as organizações conquistar corações e mentes dos clientes, terão que fazer parte da rotina virtual deles. E as medidas de isolamento para conter os avanços do Covid-19, apenas fortaleceu o conceito e forçou a migração dessas empresas para um novo campo de atuação.

Diante as transformações provocadas pela pandemia, será que o mercado de vendas está apto para encarar o “novo normal”? A Associação Brasileira das Empresas de Software – ABES, convida consultores e executivos para abordar as expectativas do setor diante esses novos comportamentos. A roda de conversa virtual acontece no próximo dia 17 de junho, às 14h30, as inscrições gratuitas são realizadas no site http://www.sympla.com.br/ABESSOFTWARE .

“Os novos tempos chegam com novos conceitos e tecnologias, e todos precisam estar preparados para essas mudanças. Quanto mais cedo adaptar as formas de vendas e equipes, melhor. Esse movimento pode ser um novo desenho de fazer negócio e estreitar ainda mais o relacionamento com os nossos clientes”, comenta o presidente da ABES, Rodolfo Fücher .

Para o CEO da Advance Consulting Dagoberto Hajjar, “Cada vez que temos uma grande crise no mercado, mudam os padrões de comportamento das pessoas e, necessariamente, temos que mudar a forma de vender. Em especial o Corona-Vírus colocou os vendedores e os compradores em home office e está colocando a economia em uma situação de guerra. Temos que aprender novas táticas de vendas” .

Novos Tempos: Abordagem de vendas

Data: 17 de junho

Hora: 14h30

Convidados

Ines Precivalle – Sócia da Advance;

Carlos Carnevali – Consultor de vendas, considerado pela revista Consumidor Moderno “O Rei da Internet”;

Dagoberto Hajjar – CEO da Advance Consulting;

Ricardo Brandão – Sócio-fundador da SkyOne .

Lifelong learning: a habilidade de aprender vai formar os profissionais do futuro

Por Bárbara Camargo, Gerente de Talent Experience do Grupo Movile

A sabedoria popular de “ser um eterno aprendiz” está refletida no termo em inglês lifelong learning, muito citado em discussões sobre carreira e recursos humanos. Lifelong learning pode ser definido como a habilidade de aprender a aprender e continuar pela vida toda. De acordo com o Fórum Econômico Mundial, a Educação é e permanecerá sendo um ponto crítico para o crescimento da economia e para promover a inclusão de oportunidades futuras para todos. Por isso, é importante pensarmos nela no contexto atual e no seu impacto no mercado de trabalho.

Os avanços na tecnologia vêm modificando as relações profissionais, que vão exigir inovações na educação e no perfil das pessoas. Nesse cenário, lifelong learning e iniciativas de reskilling (requalificação) serão chaves para garantir oportunidades para os trabalhadores e também para as empresas, que precisarão ter acesso a talentos qualificados para atuar nos novos campos.

Indo por esse caminho, um estudo feito pelo Institute For The Future (IFTF) mostra que 85% dos trabalhos/funções profissionais que existirão em 2030 ainda não foram criados. Para dar conta desse cenário, é preciso que a educação formal não seja considerada única fonte de conhecimento, pois ela não atende sozinha toda a necessidade atual. É preciso ter consciência de que, no mundo em que vivemos, a aprendizagem é infinita, cenários mudam o tempo todo, e devemos acompanhar as evoluções. De acordo com uma pesquisa da Korn&Ferry, pessoas com capacidade de aprender rápido têm duas vezes mais chance de serem promovidas, por acompanhar melhor as transformações que ocorrem com frequência.

Por falar em mudanças, vivemos um momento inédito de quarentena, mas que pode ajudar quem deseja colocar em prática o aprendizado constante. Uma grande parcela da população está em casa e com isso pode conseguir um pouco mais de tempo para se dedicar aos estudos. O que não faltam são lives, eventos e conteúdos para estudar e se atualizar.

Nesse cenário, empresas também podem – e devem – contribuir, incentivando o aprendizado dos funcionários e fornecendo ferramentas e materiais de qualidade que os ajudem nessa jornada. Um exemplo disso é compartilhar conteúdo em diversos formatos, elaborado para esse fim, como podcasts, cursos online ou e mails informativos com a base de colaboradores. Promover trocas de conteúdo entre as equipes, com indicações de links, vídeos e livros é outra forma simples de ajudar no desenvolvimento de todos.

Entram também ações como promover a participação dos colaboradores em eventos (online neste momento, mas também os presenciais em outros períodos) e incentivar líderes a criarem planos de desenvolvimento mais robustos com todos os tipos de aprendizagem, não focando somente nos métodos formais.

Para quem quer começar essa jornada, minhas dicas são: escolher bem as fontes de estudo, ter claras as habilidades que são necessárias para seu desenvolvimento e, por fim, optar por temas que poderão ser colocados em prática no curto prazo. O estudo teórico é apenas 10% do aprendizado. O que vai fazer com que você realmente aprenda um assunto é aplicá-lo.

Uma dica final é: sempre que possível, una tudo isso a seus gostos e interesses pessoais, com temas que te despertem a vontade de saber mais, que gerem curiosidade. Assim, a tarefa que parece assustadora, de aprender constantemente, se torna um hábito prazeroso e recompensador.

Mastercard anuncia parceria com o Facebook para que brasileiros enviem e recebam dinheiro utilizando o WhatsApp

A Mastercard anunciou hoje a ampliação de sua parceria com o Facebook para oferecer uma maneira inovadora para os brasileiros enviarem e receberem dinheiro para amigos e familiares no aplicativo WhatsApp. Os portadores de cartões Mastercard que fazem transações bancárias com Nubank e Sicredi serão os primeiros no Brasil a utilizarem a ferramenta no WhatsApp. Em breve, mais parceiros bancários devem aderir ao programa.

Utilizando o Mastercard Send™, milhões de usuários do WhatsApp agora podem usar seus telefones para transferir dinheiro de forma simples e fácil, instantaneamente (24 horas por dia, 7 dias por semana)¹. Ao passo que as medidas de distanciamento social incentivam os consumidores a procurarem por métodos alternativos de pagar sem toque, o WhatsApp surge como nova opção para fazer transferências, além de efetuar e receber pagamentos de forma transparente, segura e sem contato.

Pagar amigos e familiares ficou mais fácil

Os pagamentos instantâneos (P2P) estão crescendo significativamente em todo o mundo, impulsionados por tecnologias e plataformas móveis que conquistam os usuários, a baixo ou nenhum custo. Globalmente, as transferências domésticas de P2P devem atingir mais de US$ 2,07 trilhões em volume até 2022².
Até agora, a experiência do usuário da tecnologia P2P no Brasil era complicada e demorada. Os consumidores precisavam identificar os serviços de transferência de dinheiro e fornecer informações de conta bancária para os destinatários, que, muitas vezes, esperavam dias para terem os valores creditados.

Com a habilitação do P2P no WhatsApp, os brasileiros agora poderão enviar e receber valores de forma conveniente e segura registrando seu cartão de débito através do aplicativo de mensagens instantâneas mais popular do país, eliminando os riscos e ineficiências associados a outros métodos de pagamento, incluindo dinheiro em espécie.

A nova solução atende às necessidades dos brasileiros que procuram cada vez mais maneiras rápidas e seguras de enviar e receber fundos, seja para reembolsar um amigo por uma refeição, pagar o aluguel a um colega de quarto ou simplesmente emprestar uma quantia a um membro da família.

A inclusão de pequenas empresas em pagamentos eletrônicos

Além de fazer transferências, os usuários do WhatsApp também podem pagar empresas via aplicativo no WhatsApp Business Application. Isso permite pagamentos digitais instantâneos de bens e serviços para milhões de pequenos negócios no Brasil.

Os titulares de cartão Mastercard podem registrar seu cartão de crédito ou débito para fazer suas compras com segurança. De acordo com um estudo recente³, 60% dos consumidores brasileiros já usam o WhatsApp para interagir com pequenas empresas, seja para pedir produtos, negociar preços ou até mesmo agendar compromissos.

Agora, a habilitação da funcionalidade pelo WhatsApp permitirá que os consumidores concluam sua jornada de compra com seus negócios favoritos, sem sair do aplicativo.

“Como empresa de tecnologia de pagamento, trabalhamos para trazer novos produtos para promover a inclusão financeira de maneira segura, prática e fácil para transações contínuas. Essa parceria com o Facebook, mostra nossa capacidade de revolucionar as opções de envio e recebimento de dinheiro no Brasil, mantendo as necessidades de nossos clientes na vanguarda de nossa estratégia e apoiando pequenas empresas locais”, disse Joao Pedro Paro Neto, presidente da Mastercard Brasil e Cone Sul.

“Estamos muito animados para trazer pagamentos no WhatsApp para os brasileiros. Facilitar o envio e o recebimento de dinheiro não poderia ser mais importante do que em um momento como esse”, disse Matt Idema, Diretor de Operações do WhatsApp. “As pequenas empresas são a espinha dorsal do país. A capacidade de realizar vendas com facilidade no WhatsApp ajudará esses empreendedores a se adaptarem à economia digital, além de apoiar o crescimento e a recuperação financeira.”

Segurança em todas as transações de pagamento do WhatsApp

A vinculação do cartão de crédito ou débito preferido no aplicativo é altamente segura, graças ao uso da solução de tokenização de ponta da Mastercard. A tecnologia protege as informações do titular do cartão, substituindo o número original do cartão de 16 dígitos por um número alternativo exclusivo, ou “token”, associado à conta individual de cada usuário do WhatsApp e que não funciona em outros lugares. Após a criação do token, os consumidores precisarão inserir seu PIN de segurança sempre que desejarem realizar uma transação.

Clique no link para saber como usar este novo serviço: www.whatsapp.com/payments/br

1 Os tempos reais de lançamento para transações aprovadas dependerão da instituição financeira receptora
2 Juniper Research, 2018, Digital Money Transfer & Remittances
3 WhatsApp Economic Impact Report-final . pdf
4 Mastercard, 2019, P2P Payments Research

Quais são as tendências para o mercado de trabalho após a pandemia do novo coronavírus?

Em meio à pandemia do novo coranavírus, dúvidas sobre o futuro do mercado de trabalho vêm sendo um tema discutido nas empresas, afinal, a forma de se trabalhar passará por adequações nas relações entre patrões e funcionários. A possibilidade de execução de tarefas a distância e ferramentas de gestão de pessoas vêm se apresentando no novo mundo do mercado de trabalho a partir de agora.

Para o vice-presidente do Grupo Employer, Marcelo de Abreu, as relações trabalhistas e os novos hábitos impostos pela COVID-19 no ambiente corporativo, trazem a necessidade de adotar outras formas de contratação. É o caso do trabalho temporário, que permite a contratação de trabalhadores por prazo variável limitado, por meio do decreto n°10.060. “Essa é uma das ferramentas mais eficientes para este cenário em que estamos vivendo, diversos setores buscaram uma solução para a redução do quadro de funcionários, bem como o afastamento de profissionais pertencentes ao grupo de risco, porém em contrapartida muitos setores tiveram o aumento repentino na demanda de seus serviços”, explica.

Além dessa modalidade ser uma válvula de escape neste momento de crise é também uma maneira prática de contratação ” A contratação de temporários é considerada rápida, flexível e ainda de baixo custo. Dessa forma, a empresa utilizadora consegue suprir a área que necessita do trabalhador, podendo ainda efetivá-lo quando as condições econômicas estiverem viáveis”, comenta Abreu.

Segundo Patrícia Perez F. Lemes, Gerente de Recursos Humanos da Multinacional Froneri, a retomada da geração de empregos é essencial para o crescimento da economia brasileira. “O trabalho temporário se destaca por possuir uma menor complexidade burocrática, com uma rápida integração de profissionais qualificados. Passado o momento crítico da pandemia, haverá a necessidade de identificação da nova dinâmica do mercado e suas demandas. Nesse primeiro momento, a opção por trabalhadores temporários pode ser uma importante ferramenta para rápida adequação a essas novas necessidades, objetivando o crescimento sustentado” explica Patrícia, que conta com a Employer no serviço de colocação de temporários.

Gilmara Fernandes, técnica em enfermagem, que tem atuado em trabalho temporário desde o início da pandemia em posto de atendimento para monitorar a saúde dos caminhoneiros, conta que a atividade é um complemento importante para sua renda. “Tem sido muito gratificante, pois a renda extra proporciona mais conforto para minha família. Sempre estou prestando trabalho temporário, faz toda a diferença no final do mês”, diz.

O trabalho remoto, também conhecido como home office, é outra alternativa adotada pelo mercado durante este período de isolamento social. “Após a pandemia, muitas empresas devem continuar com essa prática. Além de ser eficiente, ela pode eliminar gastos grandes para empresa e para os próprios funcionários”, comenta Abreu.

Já para a Patrícia, o home office também está entre novas modalidades que podem ser inseridas no futuro próximo. “Temos ensinamentos e oportunidades para repensarmos no nosso modelo tradicional de trabalho. É provável que novas modalidades de trabalho surjam ou se consolidem, como o home office, que pode trazer reduções de custos e ganho de qualidade de vida de nossos colaboradores”, diz.

A ideia de flexibilização das relações trabalhistas também foi citada como outra maneira de ser congruente neste período. “Durante o período da pandemia é possível estabelecer concessões nas relações de trabalho, mantendo os direitos dos funcionários, de forma a adequar a realidade. São tempos de mudanças! O recrutamento e seleção online ganhou força após início da pandemia, visto que esse processo via internet auxilia empresas e instituições que necessitem fazer contratações de novos funcionários”, finaliza o vice-presidente.

A Employer vive internamente essa transformação e adesão de novas tendências, pois são procurados por clientes e mercado como aliados na preparação para o futuro do RH e das relações trabalhistas. Ainda, a empresa está entre as cinco finalistas do 23º TOP of Mind de RH 2020. O evento premia as empresas com as melhores práticas e soluções neste setor.

Startup Pipo Saúde anuncia investimento de R$20 milhões

A Pipo Saúde , startup que otimiza a contratação e gestão do plano de saúde pelo RH das empresas, anuncia o aporte de R﹩ 20 milhões de reais, liderado pela Monashees e Kaszek, com a participação da ONEVC e anjos, como o CEO do Nubank, David Velez. Por meio da tecnologia e dados, a Pipo recomenda os melhores planos para o RH, otimizando custos e oferecendo uma melhor experiência e serviço para empresas clientes e seus colaboradores. O investimento tem como objetivo impulsionar a startup a alavancar seu crescimento e sua expansão pelo Brasil. Alguns dos seus principais clientes hoje são: Buser, OYO, Caelum, Funcional Healthtech e PIER, entre outros.

“Apesar da saúde ser a coisa mais importante da vida das pessoas, um dos custos mais relevantes das empresas, e um mercado de R﹩ 250 bilhões por ano, não existe uma solução de qualidade para ajudar os RHs a comprarem e gerirem saúde da melhor maneira. Nós nascemos para mudar isso”, diz Manoela Mitchell, cofundadora e CEO da Pipo. E o investimento vem em um momento oportuno. Desde o início do ano, 111 mil pessoas compraram plano de saúde e a Pipo Saúde se beneficiou desse mercado que segue forte apesar do coronavírus. Desde janeiro, a empresa cresceu 7x o número de clientes e planeja fechar 2020 dez vezes maior do que hoje.

A Pipo Saúde foi criada por três fundadores que se juntaram para melhorar o mercado de saúde e por entender que este ainda é um setor carente de inovação e que pedia uma transformação. Manoela já estudava o mercado de saúde antes de empreender, quando trabalhou nos fundos Temasek e Actis nessa área. Ao se juntar com seus co-fundadores Thiago Torres e Vinicius Corrêa, eles acabaram escolhendo focar no mercado de planos de saúde para empresas, que responde por cerca de 70% dos 47 milhões de brasileiros com esse benefício, que já é hoje o segundo maior gasto das companhias atrás apenas da própria folha de pagamento.

“O time da Pipo Saúde é exatamente o time de empreendedores que buscamos na Monashees: genuinamente preocupados em utilizar tecnologia para melhorar a experiência e trazer eficiência para milhares de empresas que hoje são carentes de produtos alinhados com as suas realidades” diz Caio Bolognesi, sócio da Monashees responsável pelos investimentos de saúde. “Nos últimos anos, diversos setores foram verdadeiramente transformados pela tecnologia, mas muito pouco aconteceu na saúde. Nós vemos na Pipo a oportunidade de radicalmente melhorar a experiência das pessoas com a saúde e estamos otimistas com que está por vir,” diz Hernan Kazah, cofundador e managing partner da Kaszek.

Além de desmistificar a parte burocrática da contratação dos benefícios de saúde, a startup oferece um time de saúde exclusivo para tirar dúvidas e ajudar os funcionários das empresas clientes a terem uma melhor experiência, bem como quer cada vez mais trabalhar com soluções complementares às necessidades do RH, tais como: saúde primária, telemedicina, saúde mental e ocupacional. Tudo isso com acompanhamento e supervisão do Chief Medical Officer da startup. “Temos no Brasil uma cultura muito centrada no hospital, em que o paciente vai no pronto-socorro para quase tudo. Queremos mudar isso, ajudando nossos clientes a tomarem decisões melhores, focando em prevenção e visitas a especialistas”, diz Thiago Torres, COO da Pipo Saúde

A Pipo Saúde se insere no lugar do corretor de seguros tradicional, mas não cobra dos seus clientes e monetiza seu negócio por meio da comissão que recebe das operadoras. Agnóstica a produto, já que trabalha com todas as principais operadoras, como: Sul América, Bradesco Seguros, Amil, GNDI, Seguros Unimed, Careplus e Omint, a startup foca na satisfação do seu cliente. Por meio da tecnologia e muitos dados, a Pipo reduz a papelada e burocracia, oferecendo muito mais insights e inteligência aos RHs trazendo sempre a melhor estratégia de benefícios para as empresas, que deixam de ser vistos apenas como custos mas como um importante aliado para a atração e retenção de talentos.

“Hoje boa parte das empresas no Brasil recebem pouquíssimo suporte dos corretores de seguro, é um mercado que parou no tempo e com alinhamentos de interesse incorretos. A Pipo Saúde é uma empresa que pode gerar milhões em valor futuro para todos os envolvidos,” afirma Arthur Brennand, sócio da ONEVC.