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Check Point adquire startup israelense e amplia a segurança de dispositivos IoT

A Check Point® Software Technologies Ltd. (NASDAQ: CHKP), fornecedor global líder em soluções de cibersegurança, anunciou uma nova ferramenta de tecnologia de cibersegurança para IoT. A Check Point é a primeira empresa a oferecer uma solução de segurança consolidada que fortalece e protege o firmware dos dispositivos IoT, fornecendo uma camada de proteção contra os ataques mais sofisticados. A empresa oferecerá essa solução a partir da aquisição da Cymplify, uma startup baseada em Tel Aviv cuja tecnologia será integrada à arquitetura do Check Point Infinity.

A proliferação de dispositivos de IoT em ambientes corporativos e pessoais, bem como nos setores da indústria e saúde, e seus pontos fracos inerentes à segurança, criaram um ponto cego na proteção com o qual os cibercriminosos aproveitam para lançarem ataques cibernéticos de quinta (5ª) e sexta (6ª) gerações. Com isto, eles visam comprometer ou violar a segurança desses dispositivos (como câmeras de vigilância IP), manipular sua operação (invasão de dispositivos médicos) ou, até mesmo, controlar as infraestruturas críticas (como fábricas) que podem derivar em danos substanciais.

Com a tecnologia da Cymplify, agora é possível levar segurança a uma câmera IP, uma Smart TV, um controlador de elevador ou um dispositivo médico, como uma bomba de infusão, e de maneira rápida restringindo e protegendo contra ataques avançados de zero day.

“O anúncio desta aquisição representa o nosso esforço contínuo para proporcionar a melhor cibersegurança em todas as plataformas digitais”, afirma Dr. Dorit Dor, vice-presidente de produtos da Check Point. “As 5ª e 6ª gerações de ciberameaças impulsionam a crescente utilização de plataformas novas e em desenvolvimento incluindo dispositivos IoT, os quais requerem o aumento dos recursos das soluções de cibersegurança.

A incorporação da tecnologia Cymplify na arquitetura Infinity da Check Point reforçará a nossa capacidade de reduzir a exposição dos nossos clientes ao risco cibernético da IoT, e assim combater de forma proativa as ameaças e vulnerabilidades relacionadas à IoT sem interromper operações críticas”, reforça o executivo da Check Point.

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Watch Brasil cresce 40% a mais do que expectativa em seu primeiro ano

A Watch Brasil comemora 40% a mais de clientes do que o planejado para o primeiro ano de operação. A empresa foi o grande destaque deste ano no Encontro Nacional Abrint, o maior evento brasileiro para provedores de internet, e fará sua estreia neste mês na Futurecom, um dos maiores eventos de tecnologia do mundo. Com mais de 3.000 horas de vídeo na programação exclusiva, incluindo milhares de episódios de séries, filmes, títulos de estúdios independentes, títulos infantis e lançamentos para locação/mês, a plataforma ampliou em 35% as horas de streaming disponíveis e passou a ter conteúdos exclusivos, como as séries para a Geração Z da ‘Awesomeness’.

“Começamos em outubro de 2018 e de lá para cá conquistamos 140 provedores regionais (ISPs) como clientes – nossa meta para este ano era de 100 ISPs. Também estamos nos consolidando com títulos exclusivos, uma das grandes necessidades de empresas de streaming. Neste mês lançamos com exclusividade os conteúdos da Awesomeness para o Brasil, marca criada para a Geração Z com dezenas de títulos, entre séries e filmes. Ao mesmo tempo, novos players importantes entraram no mercado e tivemos que redefinir algumas estratégias”, conta Maurício Almeida, cofundador da Watch Brasil.

O executivo se refere às estratégias de ação para o modelo marketplace, anunciadas como iniciativa da versão 2.0. “A Watch Brasil nasceu com a proposta de ser um agregador de conteúdo e criar um marketplace para estúdios trazerem seus conteúdos. Já oferecemos no modelo o maior aplicativo infantil, o Noggin, no entanto, o mercado do streaming cresceu muito e vem mudando em rápida velocidade. Queremos entender melhor qual será a estratégia de companhias como ESPN e FOX, por exemplo, ambas da Disney, principalmente após o lançamento da Disney+”, conta o executivo.

Conteúdos exclusivos da ‘Awesomeness’ marcam nova fase

Na parte de conteúdo, a Watch Brasil, que já tem parcerias com estúdios como Sony Pictures, Paramount+ e Nick Jr., agora está entrando em novo patamar. “A parceria exclusiva com os conteúdos da ‘Awesomeness’ no Brasil trará uma aproximação com a Geração Z, o público que é o principal consumidor de streaming atualmente”, diz Almeida. A empresa também mira em outros grandes estúdios. “Estamos em negociações avançadas com Warner, Universal, BBC e Disney, por meio da Vubiquity (distribuidor deles no Brasil), o que viabiliza um potencial de aumento de 50% em entretenimento de nossa plataforma”, comenta o cofundador.

Já na área de ativação de assinaturas, a Watch Brasil deve ter um salto ainda nesse trimestre. Atualmente, a plataforma tem em sua base cerca de 95 mil assinantes, mas sabe que nem todos estão ativos entre os provedores regionais. No entanto, a empresa prevê uma virada nesta área a partir da parceria com um grande player de mídia, que será anunciado em breve. “Além de aumentar a base de usuários com mais ISPs parceiros, nosso principal foco para 2019 é melhorar nossa taxa de ativação”, declara Almeida.

Desenvolvimento tecnológico e experiência do consumidor de VOD

A Watch Brasil durante seu primeiro ano também apresentou novidades na plataforma, como uso de tecnologia de inteligência artificial e análise de dados com o foco principal ofertar ao cliente final uma experiência de consumo aprimorada. Mas, além do lado do consumidor final, a empresa também trabalha com a experiência do cliente dela, que é o provedor de internet.

A empresa investiu em integrações com os softwares de gestão empresarial (ERPs) que hoje fazem parte do dia a dia dos ISPs e prepara outras novidades: “Estamos desenvolvendo um backoffice completamente novo para os ISPs. Além disso, todo nosso ecossistema de apps vai mudar a partir de uma nova experiência de usuário (UX) e uma interface bem mais aprimorada (UI)”, anuncia Maurício Almeida.

Lawtech MOL – Mediação Online recebe aporte de US$ 3,5 milhões

A MOL – Mediação Online, primeira plataforma online de resolução, gestão e prevenção de conflitos do Brasil, acaba de captar US$ 3,5 milhões em rodada de investimento série A. A Redpoint eventures, fundo de investimento em venture capital focado em startups de tecnologia na América Latina, liderou a rodada, que também foi acompanhada pelo fundo brasileiro Canary.

Mais de 35 mil casos já foram tratados extrajudicialmente nas soluções da startup, em sua maioria conflitos de grandes empresas com alto número de litígios. Os novos recursos serão utilizados para dar ainda mais escala ao negócio. “Ampliaremos a máquina de vendas e incluiremos novas funcionalidades ao produto, para atender um fluxo de acordo completo e com tecnologia integrada para as empresas”, explica Melissa Gava, CEO da MOL – Mediação Online.

“A Redpoint eventures vem acompanhando a evolução da MOL – Mediação Online desde a sua fundação. Estamos muito orgulhosos em investir na empresa, que, além de um ótimo retorno para o fundo, empreendedores e colaboradores, trará benefícios para o nosso país, ao melhorar a eficiência do sistema judiciário como um todo”, afirma Flavio Pripas, Corporate Venture Officer da Redpoint eventures.

Com a conclusão dessa rodada, a lawtech soma mais de US$ 4,5 milhões em investimentos desde 2017. Os aportes anteriores foram realizados pela aceleradora Wayra Brasil, iniciativa do programa Telefônica Open Future, pela 500 Startups, pelo Canary e investidores anjos.

Impacto e reconhecimento

No mercado desde 2015, ano em que a Lei da Mediação e o Novo Código de Processo Civil foram sancionados, as soluções da MOL – Mediação Online são seis vezes mais econômicas e 30 vezes mais ágeis quando comparadas aos trâmites na Justiça. A atuação da MOL – Mediação Online também promove o aumento no NPS (Net Promoter Score), indicador que avalia a satisfação dos clientes sobre serviços prestados por empresas. Pesquisas feitas pela startup com participantes de mediação e negociação têm gerado, em média, um NPS de 86% – neste índice, resultados acima de 75% indicam excelência no atendimento.

Companhias como Itaú, Magazine Luiza, Ativos S.A., Cogna (antiga Kroton), SOMOS Educação, MercadoLivre, Caixa Econômica Federal e Rodobens já buscaram as soluções da MOL – Mediação Online para resolver conflitos e reconstruir as relações perdidas com clientes, fornecedores e colaboradores. O trabalho da lawtech também foi reconhecido pelo Conselho Nacional de Justiça, com o prêmio Conciliar É Legal 2018, pela primeira vez concedido a uma startup. Na ocasião, o CNJ reforçou a importância da atuação da MOL – Mediação Online em um país que tem 78,7 milhões de processos aguardando uma solução definitiva da Justiça.

100% online

Todas as sessões de mediação e negociação da MOL – Mediação Online são realizadas 100% online, com segurança e validade jurídica. Os acordos firmados na plataforma são formalizados em uma minuta ou petição, que é enviada para assinatura digital das partes. Este documento é um título executivo extrajudicial — reconhecido como compromisso pelo Direito, e nos casos judicializados, a MOL – Mediação Online homologa os acordos judicialmente. Se algum dos lados descumprir o acordo, a parte prejudicada tem caminho facilitado na Justiça para garantir os termos do acordo, porque poderá ir diretamente para a fase de execução.

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TOTVS cria biblioteca gratuita de componentes web em código aberto

A TOTVS, líder brasileira no desenvolvimento de software de gestão, anuncia o projeto Portinari UI, uma biblioteca de componentes web focada no desenvolvimento de interfaces para aplicações corporativas. A iniciativa, baseada em Angular, é aberta a toda comunidade de TI e os usuários podem aproveitar os módulos gratuitamente, com respaldo de que a manutenção dos componentes é feita por desenvolvedores da TOTVS.

Os elementos hospedados na biblioteca Portinari UI aceleram o processo de criação de interfaces para aplicações web, por serem módulos preparados para inclusão direta no código fonte. Esse apoio da TOTVS à comunidade aumenta a produtividade dos profissionais de TI e facilita os processos cotidianos, além de incentivar a criação de novas soluções e fornecer maior flexibilidade e liberdade de escolha às micro e pequenas empresas, principalmente.

Os itens disponíveis vão desde um simples avatar ou tela de login até combos mais complexos, e os usuários podem contribuir apontando bugs e sugerindo melhorias por meio do GitHub. Além disso, o Portinari UI também atende às demandas internas da TOTVS, sendo usado nas interfaces de funcionalidades nas várias linhas de produtos da empresa.

Para Fabio Rocha, gerente de Desenvolvimento de Software da TOTVS, o principal diferencial do Portinari UI é ser a primeira iniciativa em código aberto mantida pela empresa. “Inicialmente, a biblioteca foi criada para atender uma demanda interna de convergência de aplicações. Mas percebemos que a comunidade de TI requisita cada vez mais agilidade e flexibilidade no desenvolvimento de soluções, por isso decidimos direcionar um time específico de devs da TOTVS para alimentar o Portinari”, afirma.

Ao entregar a biblioteca para o público, a TOTVS está apoiando milhares de profissionais de TI a desenvolverem novas tecnologias em tempo reduzido. “Para quem está do outro lado da tela, usufruindo dos módulos disponíveis no Portinari UI, saber que a TOTVS é responsável pelos códigos é sinônimo de segurança e confiabilidade”, completa Fabio.

Para conhecer a plataforma, acesse https://portinari.io/

“São Paulo Play Week”, que começa dia 28, terá Fórum Acadêmico de Estudos Lúdicos

Um dos principais destaques da “São Paulo Play Week”, maior evento brasileiro voltado à criação de games, jogos e brinquedos de impactos social e pessoal transformadores, que será realizada de 28 de novembro a 8 de dezembro, no Campus Butantã da Universidade de São Paulo USP), será o 6º Fórum Acadêmico de Estudos Lúdicos (FAEL), que acontece nos dias 28, 29 e 30.

Organizado pela Rede Brasileira de Estudos Lúdicos (REBEL), o fórum trará a apresentação de trabalhos acadêmicos na área de jogos digitais e sociais, ficção, entretenimento e humor. Além disso, haverá uma exposição de produtos lúdicos selecionados pela comissão organizadora.

“Será um encontro aberto aos interessados no lúdico como trabalho e cultura, onde promovemos a troca de experiência de desenvolvimento, pesquisa e mercado”, explica Ernane Guimarães Neto, presidente da REBEL, criada em 2016, sem fins lucrativos, justamente com o objetivo de fomentar o debate, ampliar o conhecimento, qualificar a produção de jogos e prestigiar os profissionais dessa área transdisciplinar e colaborativa.

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Gi Group anuncia mais de 650 vagas de trabalho para início imediato

Mesmo com a instabilidade econômica, as contratações de temporários para o fim do ano continuam em alta na Gi Group Brasil. A multinacional de recursos humanos está com mais de 650 vagas em aberto, em diferentes posições, para atuar em empresas de grande porte do segmento de varejo, entre elas, a C&A e o Boticário.

A seleção é para reforçar as equipes para atender o crescimento no movimento que costuma acontecer no período de festas e férias. Há vagas para Auxiliar e Operador de Vendas, Caixa, Estoquista e Fiscal de Loja em nove estados brasileiros (BA, DF, ES, MG, PE, PR, RJ, SC e SP), com maior concentração de vagas em São Paulo e Rio de Janeiro.

Os salários são compatíveis com o mercado e variam de acordo com o cargo. Podem se candidatar pessoas a partir de 18 anos e o interessado deve gostar de lidar com público e vendas, ter disponibilidade de horário, ser organizado e dinâmico.

Para candidatar-se, basta acessar o site Contratando, por meio dos links: http://bit.ly/2Nn5PY6 e http://bit.ly/2WPIxNE

As contratações vão até o dia 20 de dezembro e o início é imediato.

Pesquisa mostra que 3 em cada 4 CIOs estão preocupados com o aumento da complexidade das áreas de TI

Dynatrace, líder mundial em inteligência de software, anuncia as conclusões de sua pesquisa global “Top Challenges for CIOs in a Software-Driven, Hybrid, Multi-Cloud World”, com participação de mais de 800 CIOs (Chief Information Officers) de todo o mundo. A pesquisa mostra que a transformação digital, a migração dos dados para a Computação em Nuvem e as maiores demandas para atender os clientes estão criando um crescente aumento na complexidade da TI e nos custos associados ao gerenciamento das redes corporativas. Os líderes técnicos estão preocupados com o efeito que isso tem na performance dos ambientes de tecnologia e nos negócios das organizações.

De acordo com as respostas obtidas na pesquisa, as possíveis perdas de receita (49%) e os danos à reputação (52%) estão entre as maiores preocupações dos CIOs na atualidade, em relação à maior complexidade das redes de TI. Essas preocupações se tornam ainda maiores, à medida que as empresas aceleram a mudança de suas estruturas, migrando das aplicações locais para a Computação em Nuvem.

Além disso, o levantamento indica que as equipes de TI passam 33% do tempo lidando com problemas de performance digital, custando às empresas uma média de US$ 3,3 milhões por ano, um aumento de 34% em comparação com os números registrados em 2018 – quando esse valor representava US$ 2,5 milhões. Para combater esse cenário, 88% dos CIOs dizem que a Inteligência Artificial (IA) será fundamental para ampliar a capacidade das equipes de TI dominarem o aumento da complexidade tecnológica.

As principais conclusões do relatório global de 2019 são:

O Software está transformando todos os negócios – Todas as empresas (de todos os setores) estão se transformando em um negócio de software. Isso porque a maneira como as companhias interagem com os clientes, asseguram experiências de qualidade e otimizam as receitas, hoje, é impulsionada por aplicações e pelos ambientes híbridos de várias Nuvens que os sustentam. Assim, o sucesso ou fracasso das operações está diretamente relacionado ao software que suporta os esforços da organização. Por outro lado, a expectativa por alta performance do software para “executar os negócios” tem ramificações significativas para os profissionais de TI.

 Segundo o relatório, 44% dos CIOs temem que possa haver uma ameaça à existência de seus negócios se suas equipes não conseguirem gerenciar a performance da estrutura de TI.

 Com a complexidade continuando a crescer, 74% dos CIOs acreditam que, em breve, será extremamente difícil realizar ações manuais para gerenciar a performance das redes com eficiência.

A expansão das estratégias corporativas de “Cloud First” está aumentando a complexidade da TI – Por trás dessa revolução de software está a Nuvem corporativa, permitindo que as empresas inovem mais rapidamente e, principalmente, atendam melhor às necessidades dos clientes. A Nuvem corporativa é dinâmica, híbrida, dividida em múltiplas aplicações e desenvolvida em escala Web, contendo centenas de tecnologias, milhões de linhas de código e bilhões de dependências. No entanto, essa transformação não trata apenas de elevar e transferir serviços para o ambiente Cloud: esse cenário também representa uma mudança fundamental na maneira como as aplicações são criadas, implantadas e operadas.

 A maioria dos CIOs já está usando ou planeja implantar microsserviços (88%), contêineres (86%), computação sem servidor (85%), PaaS (89%), SaaS (94%), IaaS (91%) e Nuvem privada (95%) nos próximos 12 meses.

 Em média, a operação de aplicações móveis ou de Web perpassam 37 sistemas ou componentes de tecnologia diferentes. Isso traz um aumento inerente à complexidade de TI, dificultando o gerenciamento de performance às redes das organizações. 

A Era dos Clientes aumenta a pressão para a oferta de experiências melhores – Estamos na Era dos Clientes, na qual o serviço de alta qualidade é essencial para as empresas, sobretudo devido à facilidade com que os clientes experimentam novas ofertas e compartilham suas experiências instantaneamente por meio das mídias sociais. A pesquisa destaca até que ponto as empresas estão lutando para combater a complexidade de TI que ameaça a experiência dos clientes, com os CIOs revelando que:

 Nos últimos 12 meses, as organizações sofreram, em média, seis interrupções de TI nas quais as experiências dos usuários, as receitas ou as operações dos negócios foram impactadas.

As equipes de TI estão sentindo a tensão – A transformação digital, a migração para a Nuvem corporativa e as crescentes demandas dos clientes estão pressionando coletivamente as equipes de TI, que continuam sentindo a tensão, especialmente no que se refere à performance. Revelando a extensão desse dilema, as principais conclusões da pesquisa também mostram que:

 Mais de três quartos dos CIOs (76%) dizem que não têm visibilidade completa sobre a performance das aplicações baseadas em arquiteturas nativas em Nuvem.

 78% dos CIOs estão frustrados por gastar tanto tempo configurando o monitoramento de diferentes ambientes de Nuvem, ao invés de implementar e desenvolver novos serviços.

 As equipes de TI agora gastam aproximadamente 33% do tempo lidando com problemas de performance.

Os CIOs estão procurando a Inteligência Artificial para obter as respostas necessárias para suas operações – Como potencial solução para esses desafios, a pesquisa revela que 88% dos CIOs acreditam que a Inteligência Artificial (IA) será fundamental para a capacidade das equipes de TI dominarem a crescente complexidade de suas redes.

“À medida que a complexidade cresce além dos recursos das equipes de TI, buscar apenas mais mão de obra para atacar o problema não funciona “, diz Bernd Greifeneder, Fundador e CTO da Dynatrace. “As organizações precisam de uma abordagem de Inteligência Artificial radicalmente diferente. Por isso, reinventamos esse caminho desde o início, criando uma plataforma completa, centrada em recursos de Inteligência Artificial determinística, que fornece uma análise verdadeira, não apenas a partir de verificações de correlação.

Diferentemente das abordagens de aprendizado de máquina, a plataforma Dynatrace® não requer um longo período de aprendizado. O Dynatrace® descobre e captura automaticamente dados de aplicações, contêineres, microsserviços, processos e infraestrutura. Em seguida, mapeia automaticamente todas as dependências e interconexões nesses ambientes complexos.

O mecanismo de IA, Davis ™, analisa esses dados e suas dependências em tempo real para fornecer instantaneamente respostas precisas. É esse nível de automação e inteligência que supera os desafios apresentados pela Nuvem corporativa e que permite que as equipes desenvolvam suas soluções de software de forma mais rápida e assertiva, automatizem operações e entreguem melhores resultados de negócios em suas organizações”.

Para acessar o relatório global de 2019, “Top Challenges for CIOs in a Software-Driven, Hybrid, Multi-Cloud World”, visite a página:  https://www.dynatrace.com/global-cio-report/. Esse relatório é baseado em uma pesquisa global, que ouviu mais de 800 CIOs de grandes empresas com mais de 1.000 funcionários, realizada pela Vanson Bourne e encomendada pela Dynatrace.

Stone promove programa de bolsas de estudos com prêmio de até R$20 mil

A Stone, fintech de serviços financeiros, acaba de lançar o Top Minds Challenge, iniciativa que irá premiar os melhores candidatos em conhecimentos lógicos e matemáticos com bolsas de estudos. O primeiro colocado receberá uma bolsa de R$ 20 mil, já o segundo e terceiro lugares receberão respectivamente bolsas de R$10 mil e R$5 mil. Os valores poderão ser utilizados em qualquer instituição de ensino.

“Acreditamos que a melhor forma de mudar e desenvolver o futuro é investindo em educação e, por isso, a Stone investe em uma série de iniciativas similares. Enxergamos oportunidades em todos os cantos do Brasil, e queremos ampliar o alcance desses projetos para garantir que esses talentos maximizem o seu potencial”, explica Fernanda Teich, responsável pela área de educação da Stone.

O desafio terá duas fases: a primeira será um teste on-line de raciocínio lógico. Os melhores colocados serão convidados para realizar uma segunda prova, também on-line ou nos escritórios da empresa, no Rio de Janeiro e São Paulo. Os ganhadores serão anunciados no mês de dezembro.

Os interessados devem se inscrever e realizar a primeira etapa do desafio até 7 de dezembro pelo link www.stone.com.br/desafio.

90% das marcas ainda falham em Customer Experience

Consumidores ao redor do mundo concordam amplamente que as marcas não conseguem oferecer boas experiências aos clientes. De acordo com os resultados da segunda edição da pesquisa global “Deliver the CX They Expect: Customer Experience Trends” da Acquia, 90% deles acreditam que as marcas estão errando o alvo em relação à experiência do cliente. Além disso, 94% dos profissionais de marketing concordam com essa afirmação, porém 80% deles acredita que sua própria marca já atende à expectativa dos clientes. A boa notícia é que os consumidores também apontam a personalização como chave para uma boa customer experience (CX): 80% afirmam que marcas que conhecem melhor seus clientes ganham sua lealdade.

“Em muitas empresas, a falta de personalização as impede de oferecer experiências de valor aos clientes. Além disso, com tantas opções disponíveis, as expectativas dos consumidores estão mais altas do que nunca. Hoje, para o sucesso de uma marca, as experiências proporcionadas aos clientes devem não apenas ser extremamente convenientes, mas também provar que a marca os reconhece como indivíduos – e suportam a tecnologia que promete melhorar a interação entre eles. Se as marcas os decepcionarem ou explorarem seus dados pessoais de forma inadequada, os clientes irão para outro lugar. Por isso, oferecer experiências satisfatórias aos clientes se torna indispensável”, comenta Brenno Valerio, gerente regional da Acquia para América Latina.

As descobertas da pesquisa global da Acquia sobre o estado do CX também destacam o delta contínuo entre o dinheiro gasto em tecnologia de marketing e a receita perdida devido à falha na conversão e retenção de clientes. O relatório examina o CX da perspectiva de consumidores e profissionais de marketing e os principais resultados incluem:

Não complique demais o CX: 90% dos clientes pesquisados ​​dizem que uma experiência conveniente é importante e 68% deles apontam que as marcas precisam reduzir o atrito para facilitar sua experiência. Assim, as marcas devem se concentrar em atender às expectativas mais básicas dos clientes, garantindo conveniência.

Personalização é imperativa: a personalização não é opcional, mais da metade (60%) dos clientes pesquisados ​​diz que as marcas não os reconhecem individualmente. Por ser a chave para atender às expectativas de conveniência do cliente e garantir lealdade, a personalização deve permanecer como prioridade.

Tecnologia “aberta” é essencial: para gerenciar os dados necessários para personalização e manter experiências simples e contínuas em vários canais, os profissionais de marketing precisam de ferramentas abertas e adaptáveis e de tecnologia de CX. O relatório aponta que 82% dos consumidores afirmam que a tecnologia deve melhorar suas experiências on-line com as marcas. No entanto, encontrar a tecnologia certa que ofereça isso ainda é um desafio para os profissionais de marketing: 57% deles dizem que a tecnologia tornou mais difícil oferecer experiências personalizadas por conta da falta de integração entre plataformas.

“Os clientes deixaram suas demandas claras e agora é a hora das organizações de marketing responderem a esses desafios”, aponta Valerio. “As marcas devem se concentrar em inovar sua geração de valor e conseguir mostrar vitórias ao longo do processo. Os dados do relatório mostram que a única maneira de atender às expectativas dos clientes é por meio do desenvolvimento de uma prática de personalização. Profissionais visionários estão de olho nas tendências, planejando e executando uma abordagem aberta que oferece personalização, ao mesmo tempo em que atendem as preocupações com a privacidade de dados para aumentar a fidelidade do cliente”, completa.

Mais de 6.000 consumidores e 600 profissionais de marketing na Austrália, Europa e América do Norte contribuíram com o relatório anual “Deliver the CX They Expect: Customer Experience Trends”. Um e-book destacando as descobertas e fornecendo análises está disponível para download em: http://www.acquia.com/resources/ebooks/deliver-cx-they-expect-customer-experience-trends-report.

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Economia Brasileira ensaia recuperação, diz CEMAP FGV

Com base em indicadores disponíveis até dia 14 de novembro de 2019, o Centro de Macroeconomia Aplicada ( (CEMAP) da FGV EESP estima que o crescimento do PIB do terceiro trimestre de 2019 em comparação com o segundo trimestre, já ajustado sazonalmente, deve ser de 0,4%. Se este resultado se confirmar, a economia brasileira apresentará o segundo trimestre de crescimento positivo, mas ainda sem grande aceleração do ritmo de expansão.

A aceleração deve ficar para o último trimestre de 2019 garantindo uma taxa anual próxima a 1%. Os valores detalhados podem ser vistos na Tabela 1. A previsão de crescimento está um pouco acima da mediana do Boletim Focus com dados até o dia 08 de novembro de 2019 que era de 0,92%.

Se a previsão feita neste documento se confirmar, o ano de 2019 será de baixo crescimento econômico no qual
o PIB per capita permanecerá praticamente estável. O monitoramento do último trimestre será bem importante
para nos dar respostas em relação a uma possível retomada da atividade em 2020. O afrouxamento da política
monetária brasileira pode começar a gerar efeitos positivos sobre a atividade, melhorando a perspectiva para 2020.

Na figura 1, apresenta-se a evolução da taxa de crescimento do PIB em relação ao trimestre imediatamente
anterior e a evolução da taxa do trimestre comparada com o mesmo período do ano anterior. Na figura 2 mostra
a evolução esperada para o crescimento acumulado em quatro trimestres.

Breve descrição do modelo:

O modelo desenvolvido no CEMAP permite apresentar estimativas de nowcast para o Produto Interno Bruto Brasileiro (PIB). Com base numa ampla gama de indicadores disponíveis, o modelo desenvolvido permite estimar o que está acontecendo na economia brasileira em tempo real, além de permitir projetar a tendência para os próximos trimestres. O modelo construído baseia-se em técnicas de nowcast que utilizam frequências múltiplas. Os dados que têm alta correlação com o Produto Interno Bruto e estão disponíveis, em geral, antes da publicação do indicador que é feita com quase 3 meses de defasagem. Os dados coletados contém indicadores de atividade doméstica como a Pesquisa Industrial Mensal, indicadores monetários, indicadores de atividade externa, consumo de energia elétrica entre outros. Técnicas de seleção de modelos são aplicadas para escolher os melhores indicadores para a construção da estimativa e da projeção para cada período que se deseja avaliar. O indicador de nowcastganha mais precisão quanto mais próximo do final trimestre estiver a base de indicadores, dado que o conjunto de informações vai se tornando mais completo. Também após final do trimestre é possível fornecer um indicador de postcast, ou seja, o trimestre já terminou mas o PIB ainda não foi divulgado. Como indicadores posteriores ao trimestre já estão disponíveis, é possível utilizá-los também para estimar qual será o valor a ser divulgado.

O que é um Bitcoin?

Mesmo que você não saiba o que é uma criptomoeda, já pode ter ouvido falar sobre o Bitcoin , a principal criptomoeda do mundo. O Bitcoin é a primeira moeda virtual e nasceu após a crise mundial de 2008. Ao contrário das tradicionais, não é emitida por nenhum governo e nem controlado por nenhum Banco Central.

Assim como qualquer outra moeda digital, ela é criptografada e tem circulação global – e com a mesma cotação em todos os países do mundo. Tudo isso sem que haja um órgão regulador capaz de definir sua forma de flutuação e seu valor de mercado.

“Quem quiser adquirir a criptomoeda terá que pagar o que o mercado estabelecer. Como a relação entre demanda e oferta é que dita as regras de preços, quanto menor for a oferta maior tende a ser a demanda e ainda mais elevado deverá ser o preço”, explica Daniel Coquieri, COO da BitcoinTrade, uma corretora de moedas virtuais inteiramente voltada para o mercado brasileiro, com objetivo de facilitar e expandir o modelo no país.

De acordo com o especialista, o limite de unidades é característica comum dos criptoativos, por uma razão simples: cada moeda digital tem uma codificação única.

Como o Bitcoin pode ser usado?

Na prática, é possível usar o bitcoin para realizar reserva de dinheiro, fazer operações de compra e venda e transferências. O primeiro ponto é que quem adquire a moeda aposta na sua valorização ao longo do tempo, o que a coloca como um instrumento para aumento de patrimônio do investidor.

Há a possibilidade de utilização, de fato, do Bitcoin em transações de compra e venda junto a empresas e instituições que aceitam pagamento em moeda virtual. Além disso, existe a transferência de valores entre contas.

“Para quem ainda quer entrar nesse mercado, a ideia é se antecipar. Mais de 80% da quantidade de Bitcoins já está distribuída. Isso quer dizer que restam apenas 20% do total de unidades possíveis”, recomenda Coquieri.

Segundo o COO da BitcoinTrade, os preços desse ativo tendem a se manter em expansão, no longo prazo, por conta do aumento da procura frente à oferta limitada de unidades. “É por isso que mesmo em cenário de desvalorização, o interesse em comprar Bitcoin continua, o que indica que vale a pena preservar o investimento no longo prazo”, ressalta Coquieri.

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Monitoramento contínuo dos algoritmos é a chave para uma IA eficiente, diz KPMG

O estudo da KPMG chamado “Controlando a Inteligência Artificial” (do original em inglês, Controlling AI) elencou os principais pilares para a implementação de uma ferramenta de inteligência artificial confiável. De acordo com a pesquisa, integridade do algoritmo, resiliência, explicabilidade, ética e responsabilidade são as âncoras de confiança para a aquisição e implantação desse tipo de recurso de forma eficiente. Segundo os pontos de confiabilidade elencados pela publicação, para garantir a segurança da tecnologia é necessário, principalmente, o monitoramento contínuo dos algoritmos.

De acordo com um dos pilares elencados no estudo, a explicabilidade, compreender os motivos pelos quais um modelo de IA fez uma previsão e ser capaz de explicá-los são essenciais para confiar no sistema. No que diz respeito à ética e responsabilidade, a pesquisa apontou que a utilização de ferramentas para monitoramento contínuo e governança são iniciativas fundamentais para ajudar a garantir modelos treinados e algoritmos justos. Já no item sobre integridade do algoritmo, durante as inspeções de monitoramento do recurso é importante assegurar de que não há alterações que possam comprometer o objetivo ou a intenção original da tecnologia. Por fim, no item sobre resiliência, o estudo mostrou que o principal o objetivo destes processos é garantir que todos os componentes utilizados na IA estejam adequadamente protegidos.

Para o sócio de Inteligência Artificial e Cognitivo da KPMG no Brasil, Frank Meylan, a utilização das âncoras de confiança na implementação e monitoramento da Inteligência Artificial em uma empresa é importante para garantir confiança e transparência.

“Esses pilares ajudam a impulsionar a melhor adoção da IA em todas as organizações, e na sociedade em geral, e ainda podem evitar prejuízos futuros. O custo de se introduzir uma ferramenta de inteligência artificial errada vai além de questões financeiras como perda de receita e multas por problemas de conformidade. Essa falha pode afetar até a reputação da empresa, a marca e trazer preocupações éticas. Para evitar isso, é preciso definir e seguir padrões de confiança e segurança que garantam a qualidade da tecnologia implementada”, analisa.

Hábitos de consumo da geração Z representam oportunidade para transformar compras a bordo

A geração Z, formada por aqueles que nasceram entre 1997 e 2012, é composta por jovens que deixam os gastos de viagens para a última hora, o que representa uma oportunidade para que as companhias aéreas revolucionem as compras online a bordo e repensem a receita da jornada do cliente. Uma nova pesquisa da London School of Economics and Political Science (LSE) encomendada pela Inmarsat Aviation sugere que até 2028, os passageiros da Geração Z gastarão, em média, US$ 26 em compras de viagem durante o voo.

A previsão é que a geração Z se torne na próxima década o maior grupo de passageiros das companhias aéreas em todo o mundo, com 1,2 bilhão de viagens aéreas por ano até 2028, segundo estimativas da Inmarsat Aviation. A LSE calcula que esse grupo de consumidores gaste atualmente US$ 3,6 bilhões em itens e serviços nas semanas que antecedem uma viagem e na chegada ao seu destino. Essas conclusões chamam a atenção para uma oportunidade real para que as companhias aéreas transformem os gastos a bordo e ganhem uma parcela da receita com um novo modelo de vendas online que atendam o hábito de “tudo na última hora” dos “passageiros digitais” de hoje.

O estudo analisou as decisões de compra tomadas durante as três fases principais da jornada do cliente antes de uma viagem de férias: mais de uma semana antes, nos dias anteriores e na chegada ao destino. A conclusão é que a geração Z é a mais provável de todas a adiar a compra de produtos e serviços para a viagem até os dias que antecedem o voo.

Embora hoje em dia, segundo dados da Inmarsat Aviation, somente um em cada dez passageiros faça uma compra livre de impostos a bordo quando viajam de avião, existe uma oportunidade concreta para que as companhias aéreas monetizem a tendência crescente dos gastos de última hora. De acordo com a LSE, 70% dos passageiros das gerações Y e Z dizem que adiariam as providências para sua viagem até o dia do voo em si, se houvesse uma conexão Wi-Fi confiável a bordo e se a infraestrutura de entrega necessária estivesse bem finalizada.

Alexander Grous, autor da pesquisa, e PhD. do Departamento de Mídia e Comunicação da LSE, afirma: “Por terem crescido em um mundo digital com a conectividade na ponta dos dedos, na maioria das vezes a Geração Z toma decisões de última hora quando se trata de planejamento e preparação de viagens. Essa mudança de comportamento significa uma excelente oportunidade para as companhias aéreas estabelecerem parcerias inovadoras com varejistas globais e locais que ampliem as possibilidades de gastos a bordo”.

Por sua vez, Philip Balaam, Presidente da Inmarsat Aviation, ressalta: “Se os passageiros trocarem os canais tradicionais de compras por gastos em voo, como aparentemente acontecerá na próxima década, as implicações para as companhias aéreas e varejistas serão enormes. Podemos estar à beira de uma mudança de gastos com viagens, muito parecida com a migração das compras offline para online que vimos acontecer na última década”.

Dominic Walters, Vice Presidente de Comunicação e Estratégia de Marketing da Inmarsat Aviation destaca: “O desenvolvimento de uma infraestrutura conectada construída para gastos a bordo será uma vantagem tanto para as companhias aéreas como para os passageiros, dando a estas empresas a chance de cativar uma fatia da receita atualmente gasta em outros lugares na jornada do cliente, economizando tempo valioso para os passageiros, antes e depois do voo. Esta é, de fato, esta é uma revolução que está pronta para acontecer, com as companhias aéreas de todo o mundo já ampliando suas ofertas de conectividade e uma tendência crescente de gastos de última hora entre os grupos de passageiros mais jovens”.

Tecnologia e home office: os grandes aliados do trabalho no século 21

Por Paulo Sierra, diretor geral da Poly no Brasil

A tecnologia é o grande aliado do século 21. É possível observar inúmeros benefícios, como a possibilidade de estreitar relacionamentos, aprofundar conhecimentos e integrar, cada vez mais, pessoas e serviços. É com essa premissa que o termo ‘Transformação Digital’ vem sendo frequentemente atrelado ao cenário corporativo.

A tecnologia impacta diversos aspectos na vida e rotina das pessoas, e não seria diferente com o modo como os profissionais trabalham. Dentre as muitas possibilidades, uma das mais exploradas pelas empresas é a flexibilidade nas relações de trabalho – principalmente o home office.

Uma pesquisa do Ibope de 2019 aponta que o número de pessoas trabalhando remotamente, pelo menos em parte da carga horário de trabalho, cresceu muito nos últimos três anos e já representa mais de 20% dos profissionais brasileiros. A Frost & Sullivan confirma que o novo cenário atinge a região toda e constatou que 25% dos trabalhadores da América Latina já praticam o trabalho remoto.

Atualmente, muitas empresas já entendem que essa possibilidade provoca aspectos positivos palpáveis, como o aumento de produtividade do funcionário e a redução de custos para aa organizações, por exemplo. Com essa movimentação, existem ferramentas aliadas, que auxiliam em todo o processo e oferecem ao usuário uma experiência tão positiva como seria se ele estivesse dentro do escritório.

Vídeocolaboração e recursos de real connect – integração de dispositivos com os principais canais de comunicação, como Skype for Business, Zoom, Microsoft Teams e Outlook – tornam as conversas mais naturais e transparentes, parecidas com a interação face a face, colaborando para um melhor entendimento e uma experiência real. Dessa forma, a empresa se torna mais maleável diante de situações inesperadas, como dias de greves, manifestações nas ruas e dificuldades com o deslocamento devido ao trânsito crescente nas grandes cidades.

Ou seja, a transformação digital é sobre a adaptação da cultura do negócio e da maneira como ele opera para trabalhar com as novas tecnologias. O mercado mudou e os ambientes de trabalho acompanharam. O negócio mudou e as pessoas também mudaram. Se conectar virou necessidade básica e locais de trabalho podem ser a própria casa, coworkings, escritórios fixos, ou, quem sabe, uma pousada à beira mar.

A transformação digital começa pela transformação de mentes. As regras que foram seguidas nos últimos anos podem não ser adequadas para os próximos e é preciso ficar de olho nisso. Afinal, a mudança está acontecendo nesse momento.

Superlista Black Friday: confira os produtos com maior potencial de vendas para seu negócio

Em época de Black Friday, não são só os clientes que precisam se preparar para as compras. Segundo estimativas da Ebit/Nielsen, a data deve registrar mais de 10 milhões de pedidos online e movimentar quase R$ 3,5 bilhões nos e-commerces do país. Essa demanda, cada vez maior, exige planejamento dos comerciantes para gerar um lucro satisfatório durante o período. Pensando nisso, o Olist, startup que ajuda varejistas a aumentarem suas vendas ao gerar liquidez de estoque, fez um levantamento que aponta 200 produtos com alto potencial de vendas na Black Friday 2019.

Os itens são divididos em categorias de consoles, games, eletrodomésticos, eletrônicos, computadores, eletroportáteis, entre outros, e os preços médios de compra variam entre R$ 50 e R$ 2.900,00.

“Desenvolvemos essa lista com o objetivo de auxiliar os varejistas que estão buscando alavancar seus ganhos na Black Friday. O Olist já ajuda mais de 7 mil lojistas em todo o país a vender produtos online, com simplicidade e eficiência. A criação da ‘superlista’ vai facilitar o planejamento dos comerciantes nesta data”, conta Alinne Sanmartin, head da área de growth do Olist.

Entre os principais produtos citados na categoria de “consoles e games”, “eletrodomésticos”, “eletrônicos”, “eletroportáteis”, “Informática e Acessórios”, “telefones”, estão:

Consoles e Games

▪ Acessório Controle Dual Shock 3 Preto Ps3 — Sony;
▪ Console Xbox One S 1Tb All – Digital Edition – Minecraft, Sea Of Thieves –
Forza Horizon3;
▪ Console Xbox One S 1Tb Branco — Microsoft;
▪ Console Xbox One S 1Tb Com 2 Controles Branco — Microsoft;
▪ Console Xbox One S Microsoft 1Tb 4K 2 Controles Branco — Bivolt;
▪ Console Xbox One X 1Tb 4K;
▪ Controle Com Fio Xbox 360 Pc Computador 2 Metros Cabo Usb X-Box
Notebook;

Eletrodomésticos

▪ Cooktop 5 Bocas Atlas Agile Acendimento Super Automático Bivolt
46182084;
▪ Cooktop 5 Queimadores e Mesa Em Vidro Temperado Preto (Gc70V)
Bivolt;
▪ Depurador De Ar De80X 5~6 Bocas Inox – Electrolux 220V;
▪ Fogão Consul 5 Bocas Cor Inox Com Mesa De Vidro E Trempe De Ferro
Fundido;
▪ Forno Microondas Electrolux Mi41S 31 Litros — Silver;
▪ Frigobar Midea Cod Mrc06B1 – 45L 127V;
▪ Lava E Seca Lg Prime Touch Aço Escovado 9Kg 110V – Wd9Ep;

Eletrônicos

▪ Blitzwolf Fye7 Tws Fone De Ouvido Bluetooth 5.0 Heavy Bass, Stereo,
Chamadas Bilaterais;
▪ Caixa De Som Bluetooth Portátil Preto Go 2 JBL;
▪ Caixa De Som Portátil Jbl Box Go 2 – 3W Rms – Vermelho, Bluetooth, À
Prova D’Água;
▪ Fone De Ouvido Blitzwolf Bw-Fye5 Bluetoothv5.0 Estéreo Sem Fio
Recarregável;
▪ Lâmpada Espiã Infravermelho Led Wifi Hd Panorâmica V380;
▪ Monitor Smart Tv Led 24 Lg 24Tl520S Conversor Digital Hdm Usb;
▪ Rádio Relógio Digital Alarme Despertador Painel De Led Multilaser Sp288;

Eletroportáteis

▪ Ferro A Vapor Easyspeed Plus 1400W Ri2047/22 Philips Walita;
▪ Filtro De Água Electrolux Pe11B E Pe11X;
▪ Forno Elétrico Philco 46L;
▪ Fritadeira Multifuncional Sem Óleo Perfect Fryer Frt531;
▪ Liq Power Max 1000W Pto;
▪ Marmita Elétrica Pratic Bivolt Aquecimento A Vapor – Pmr191 Lenoxx;

Informática e Acessórios

▪ Cartão De Memória Sd 64Gb Sandisk Ultra Class10;
▪ Google Chromecast 3;
▪ Gravador E Leitor Externo De Dvd/Cd Slim Dell Dw316 Preto;
▪ Hd Externo 2Tb Portátil – Preto – Usb 3.0;
▪ Impressora Hp Deskjet Ink Advantage11151;
▪ Multifuncional Epson Tanque De Tinta L3150 – Wireless Ecotank –
C11Cg86302;

Telefone
▪ Apple Watch Series 3 Gps Cinza De Alumínio Com Pulseira Esportiva Cinza
– 42 Mm;
▪ Celular Lg B220 Dual – Desbloqueado — Preto;
▪ Fone De Ouvido Xiaomi Redmi Airdots Bluetooth — Preto;
▪ Kit Completo Ring Light Com Tripé Dimmer Youtuber Selfie Pro;
▪ Moto E5 — Grafite.

“Segundo um levantamento do Zoom, 95% dos consumidores pretendem realizar compras durante a o evento. A ideia é que os lojistas aproveitem esse momento para oferecer produtos que são atrativos a esse público”, explica Alinne.

Para ter acesso a lista completa, basta acessar o link: http://download.olist.com/material-superlista-black-friday-2019-blog.

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Como conscientizar os colaboradores em relação à nova carteira de trabalho digital?

A carteira de trabalho digital entrou em vigor há pouco mais de um mês e, de acordo com a Marzars – auditoria e consultoria empresarial, a nova tecnologia gerou dúvidas entre os trabalhadores brasileiros. A principal preocupação é se todas as obrigações trabalhistas serão respeitadas.

“A equipe de Recursos Humanos das companhias deve realizar ações de conscientização junto aos colaboradores. É importante informar que a plataforma é segura e, sim, todos os direitos trabalhistas serão cumpridos. Como agora tudo pode ser feito de forma digital, alguns profissionais acham que, se não for registrado na carteira física, poderá levar um ‘golpe’”, afirma Juliana Melo, gerente sênior da área de BPO da Mazars.

Juliana ainda acrescenta que ter os dados trabalhistas no aplicativo é um benefício para o colaborador. “Com as informações digitais ele não corre o risco de perder nada. Já a carteira física, pode ser perdida e, quando isso acontece, é preciso correr atrás de todas as empresas na qual a pessoa trabalhou”.

Para os empregadores, a desburocratização e o ganho de tempo são vantagens fundamentais para o dia a dia. “Em um processo de admissão, 30% do tempo era perdido com esse trâmite para se preencher uma única carteira de trabalho. Quando falamos de uma grande empresa, com 80 mil colaboradores, por exemplo, o tempo para atualizar as carteiras era ainda maior. Como agora todas as informações lançadas no eSocial migram de forma automática para a carteira digital, a otimização de tempo é muito grande”, ressalta Juliana.

Como funciona a nova carteira digital de trabalho

As empresas, para adotarem todo o processo digital, devem usar o eSocial, pois todo o registro das informações será feito por ele. Os trabalhadores podem habilitar o documento pelo site http://www.gov.br/trabalho ou baixar o aplicativo Carteira de Trabalho Digital e acompanhar todas as anotações.

O governo receberá todas as informações relativas aos trabalhadores de forma unificada: os vínculos empregatícios, as contribuições previdenciárias e folhas de pagamentos.

Kimberly-Clark anuncia Viviane Cury como Vice-Presidente de Recursos Humanos para a América Latina

A Kimberly-Clark anunciou recentemente Viviane Cury como Vice-Presidente de Recursos Humanos para a América Latina. Cury, que ingressou na Kimberly-Clark em 2004, é responsável por impulsionar estratégias transformadoras de cultura e talento, incluindo desenvolvimento de liderança, diversidade e inclusão, eficácia organizacional e iniciativas de engajamento para 15 mil funcionários em 15 países.

“Este é um momento de muito orgulho para nós da Kimberly-Clark por darmos as boas-vindas à Viviane nessa posição estratégica de liderança em nossa organização. Estou confiante de que sua experiência e perspectivas nos ajudarão a continuar criando uma força de trabalho engajada e inclusiva, na qual os funcionários possam evoluir em suas carreiras e alcançar todo o seu potencial”, disse Sergio Cruz, Presidente da Kimberly-Clark para a América Latina.

Viviane tem 20 anos de experiência diversificada em recursos humanos ao longo de várias disciplinas, incluindo treinamento e desenvolvimento, recrutamento, gerenciamento de desempenho, relações com funcionários e como parceiro estratégico de negócios de RH. A executiva atuou como Diretora Sênior de RH na região andina (Peru, Bolívia, Colômbia, Equador e Venezuela) por 3 anos e meio, sendo responsável pela estratégia Go-TO-Market e implementou uma cultura de alto desempenho com impacto direto na identidade da empresa, engajamento e resultados de negócios.

Como Diretora de RH para Funções de Suporte, Viviane liderou mudanças estruturais em áreas globais como Marketing, Inovação, Comunicação, Estratégia e Jurídico durante o processo de reestruturação global da Kimberly-Clark. Além disso, ela ajudou a aumentar o número de mulheres e profissionais de minorias em áreas globais nos Estados Unidos. Por exemplo, na área Jurídica Global, o número de mulheres nos cargos de Diretoria ou acima disso aumentou mais de 30% e hoje representa quase 50% dessas posições. Considerando os talentos minoritários no mesmo nível de posição, o aumento também foi de cerca de 50%.

Ela também desenvolveu soluções flexíveis e criativas no ambiente de trabalho e estratégias de talento, como a implementação do programa Global Performance Management (GPM) no Brasil, que ajudou a empresa a se posicionar entre as 10 Melhores Empresas para Trabalhar no país por mais de 10 anos. Cury também atuou como líder de recursos humanos em várias das transformações funcionais globais e de negócios da empresa. Ao longo de sua carreira, Cury atuou em posições locais, sub-regionais e globais e viveu no Brasil, Colômbia e Estados Unidos. Antes de unir-se à Kimberly-Clark, atuou em diversas funções de recursos humanos no Banco Zogbi e na Arapuã Comercial.

Volvo Car Brasil avança na eletrificação de sua linha e deve instalar 500 postos de recarga no país

Comprometida com o futuro da mobilidade elétrica, a Volvo Car Brasil dá um passo importante em sua estratégia de operação sustentável. Após anunciar um plano global ambicioso com drástica redução da pegada de carbono por carro, a fabricante sueca vai promover a instalação de 500 pontos para recarga de modelos híbridos e elétricos plug-in no país, mudando a forma de fazer negócios ao construir uma nova estratégia para o segmento no setor automotivo.

“Acreditamos que ainda existem barreiras para a compra de um carro eletrificado. Por isso, nossa estratégia de instalação de eletropostos contribui de maneira significativa para a infraestrutura do Brasil e para a indústria automotiva, além de dar mais confiança para que o consumidor adquira com mais tranquilidade um veículo eletrificado”, afirma Luis Rezende, presidente da Volvo Car Brasil e head de América Latina.

Como parte de sua estratégia, a fabricante sueca firmou importantes parceiras com o grupo GPA, rede Iguatemi, redes de estacionamento Estapar, Autovagas e PareBem, além da incorporadora Idea! Zarvos e a sua própria rede de 36 concessionários, somando um investimento de R$ 5 milhões para implantação dessa estrutura.

Com a capilaridade dessas empresas, a Volvo Car Brasil quer garantir uma estrutura ampla de recarga em perímetro urbano, nas principais cidades do país, com presença principalmente em estabelecimentos de média e longa permanência, que permitirão ao usuário a realização de uma carga total em seu veículo plug-in.

Quando a empresa começou seu o projeto, a infraestrutura de recarga no Brasil contava com 125 postos. Com seu esforço para instalação dos pontos e o avanço das parcerias, a rede de recarga hoje foi duplicada. O próximo passo é chegar a 500 vagas instaladas. Assim, na cidade de São Paulo, por exemplo, as pessoas encontrarão um eletroposto Volvo em uma média de 9,7 km distantes um do outro.

Desde já, o cliente da marca que deseja encontrar o eletroposto mais próximo para sua recarga pode acionar o Volvo on Call ao toque de um botão dentro do seu carro, usando o serviço de conveniência e segurança, disponível em todos os veículos da marca.

Para 2020, a marca estuda também a ampliação de sua estratégia para áreas mais afastadas, com inovações em serviços e produtos de eletrificação para continuar transformando a indústria.

Fabricante referência em veículos híbridos plug-in

Até o mês de outubro, 6.015 carros híbridos e elétricos foram vendidos no mercado nacional por 14 montadoras. A Volvo é uma das que oferece a mais ampla gama de modelos eletrificados, sendo a única a contar com uma versão híbrida em quase todos os modelos de seu portfólio – a versão híbrida plug-in do XC40 chegará no primeiro trimestre de 2020. Em 2021, 100% da gama de produtos da marca será eletrificada.

Isso se reflete em seus resultados. Nos dez primeiros meses do ano, a fabricante comercializou 884 unidades de carros híbridos plug-in, na qual é líder no segmento premium (contra 136 carros no mesmo período do ano passado, um crescimento de 650%). Em outubro, essa condição foi reforçada com a venda de 135 unidades, compostas pelos utilitários esportivos XC90 e XC60, além dos sedãs S90 e o recém-lançado S60, todos equipados com o motor T8, de 407 hp.

A Volvo Car Brasil vai fechar 2019 com 22% de vendas de seu portfólio eletrificado. Essa porcentagem chegará a 40% no ano que vem, o que significa 4 mil veículos eletrificados da marca, ajudado pelo lançamento do SUV XC40 híbrido plug-in no primeiro trimestre.

Globalmente, a Volvo Cars espera vender, até 2025, 1 milhão de veículos eletrificados. Metade desse volume será de carros totalmente elétricos. Os outros 50% virão dos híbridos plug-in. Ela foi a primeira montadora de automóveis a se comprometer com a eletrificação total e a eliminação progressiva de veículos movidos apenas por um motor de combustão interna. A partir deste ano, todo novo Volvo lançado será eletrificado. A marca também se comprometeu a lançar um novo carro elétrico por ano nos próximos cinco anos.

Estratégia global de sustentabilidade

O futuro da Volvo é elétrico, por isso a ofensiva de lançamento de veículos eletrificados. Essa estratégia é parte de um dos planos de sustentabilidade mais ambiciosos da indústria automotiva. Anunciada no mês passado, prevê a redução de 40% da pegada de carbono por carro em 2025 quando comparado a 2018.

Este é o primeiro passo tangível para o propósito da Volvo Cars de se tornar uma empresa neutra em relação ao clima em toda a sua cadeia de operações até 2040, alinhado ao acordo climático global de Paris de 2015, que busca limitar o aquecimento global a 1,5 graus Celsius. Isso inclui as seguintes ambições:

• 50% de redução em emissões de carbono na sua linha de produtos;

• 25% de redução por carro em emissões de carbono na cadeia de suprimentos;

• 25% de redução por carro em emissões de carbono na operação, desde a fabricação do modelo e também na operação logística.

“Estamos transformando nossa companhia por meio de ações concretas, não de compromissos simbólicos”, disse Håkan Samuelsson, CEO global da empresa. “Portanto, na Volvo Cars, abordaremos aquilo que controlamos, que são nossas operações e as emissões de nossos carros. E abordaremos o que podemos influenciar, convidando nossos fornecedores e o setor de energia a se juntarem a nós na busca de um futuro neutro em termos de clima”.