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Gama Academy realiza Feira de Contratações para empregar novos profissionais em tecnologia

As empresas poderão se inscrever até o dia 13 para participar do evento online e recrutar profissionais de áreas digitais

A Gama Academy abriu inscrições para empresas de todo o Brasil que querem recrutar profissionais da área digital. O objetivo da “Feira de Contratações” é conectar o profissional que está em busca de oportunidades com as empresas que possuem vagas abertas. Poderão participar do evento online empresas que buscam por Desenvolvedores Full Stack, Designers de Produtos (UI/UX), Inside Sales e/ou Growth Marketing – todos em nível júnior. A expectativa é que mais de 80 alunos formados pela Gama participem das seleções.

A feira, voltada para profissionais de RH ou empreendedores, reunirá profissionais que participaram do programa de treinamento Gama Experience. “Os nossos alunos têm o apoio de profissionais renomados em quatro meses de duração e 400 horas de conteúdos práticos e teóricos, sempre de acordo com as demandas atuais das empresas. O curso possui uma grade de conteúdos extensa para o desenvolvimento de habilidades técnicas e comportamentais, também conhecidas como Soft Skills“, afirma Guilherme Junqueira, CEO da Gama Academy.

Para participar do evento, as empresas recebem previamente uma lista com o perfil de cada candidato, onde terão tempo hábil para analisar perfis e portfólios e agendar as entrevistas com aqueles que possuem maior fit com a companhia. Os recrutadores também contarão com a ajuda de uma especialista de carreira, para facilitar a conexão com as pessoas candidatas. A expectativa para esta edição é de, aproximadamente, 80 contratações. “Já auxiliamos mais de 15 mil alunos em todo o país a conseguirem emprego. Com a possibilidade do trabalho remoto, há excelentes profissionais disponíveis em diversas regiões do país”, diz Junqueira.

O evento é online e acontece entre os dias 18 e 22 de outubro, das 10h às 18h. As empresas interessadas em participar da feira para recrutar profissionais podem se inscrever pelo site .

Tropix capta 2 milhões de dólares em primeira rodada

Investimento na plataforma de arte digital é liderado pelo Grupo 2TM, controlador do Mercado Bitcoin

A Tropix, marketplace de obras digitais (NFTs) criado por Daniel Peres Chor, herdeiro do grupo Multiplan, recebeu um aporte financeiro de US$ 2 milhões, cerca de R$ 11 milhões. O investimento foi liderado pelo Grupo 2TM, único unicórnio brasileiro do segmento de criptomoedas e controlador da maior plataforma de ativos digitais da América Latina, o Mercado Bitcoin. A primeira rodada Seed da Tropix contou também com recursos da Mago Capital, que tem como principais investidores os fundadores da Locaweb, Norte Capital, Celso Colombo da Carpa Patrimonial; além de investidores, como Pedro Tourinho, fundador da Map Brasil e Soko, Marcelo Sampaio, da Hashdex, Cesar Villares, da Go4it Capital, e Guilherme Weege, do grupo Malwee.

O investimento chega dois meses depois de a plataforma ser lançada e de estabelecer forte presença em um mercado em expansão, com 70 obras de artistas brasileiros vendidas para colecionadores locais e de países como Estados Unidos, Holanda, México e Hong Kong.

“Estamos muito animados com o fechamento da nossa rodada seed. Conseguimos atrair players incríveis que vão nos ajudar em nossa jornada. A tecnologia NFT veio à tona para empoderar os donos de quaisquer propriedades. O que estamos construindo é uma grande ferramenta para cartórios e órgãos validadores como galerias ou até o Ecad, para controlar melhor suas posses e propriedades. Começamos a nossa história por meio das artes aclamadas e esta é apenas a ponta do iceberg do que a tecnologia pode fazer”, diz Daniel Peres Chor.

Hoje a Tropix conta com 20 galerias, como Zipper, Verve e Leme, e 250 lançamentos planejados em sua plataforma, com nomes como Toz, Vini Naso, Walter Goldfarb, Gustavo Von Ha, Giselle Beiguelman, Guerreiro do Divino Amor e Eduardo Kac. Com o aporte, a empresa vai abrir 40 vagas em diversas áreas, como marketing, operações e tecnologia, e espera aumentar o portfólio para mais 50 galerias até o final do ano, visando o mercado internacional.

Daniel e seus sócios continuam no dia a dia da operação. Entre eles, estão Bernardo Schucman, vice-presidente de operações da CleanSpark, cientista de dados que foi o maior minerador de bitcoin do Brasil, e um dos criadores do protocolo no qual se baseia a plataforma Google Meet; Alexandre Icaza, empreendedor serial e venture builder com mais de 25 anos de experiência em digital; Guilherme Nigri, colecionador e investidor em mais de 15 projetos e startups no Vale do Silício; e Zé Lima, especialista em marketing e fundador de mais de 10 startups, incluindo a Boolabs, adquirida pela B2W.

A liderança da 2TM na operação faz parte do plano de investimentos da empresa após receber US$ 200 milhões do SoftBank, no início de julho. 

“Quando se fala em cripto, ainda é natural pensar apenas no Bitcoin, mas esse é apenas um caso de uso dentro de um universo muito mais amplo, que inclui diversas categorias de criptomoedas, tokens de utilidades e tokens não fungíveis, as NFTs. Esse investimento é importante para nós porque confere à 2TM a entrada em um segmento em rápido crescimento e a possibilidade de oferecer novos ativos digitais na plataforma do Mercado Bitcoin”, explica Roberto Dagnoni, CEO do Grupo 2TM. 

Fórum das Locadoras vai debater a venda online de veículos

A Associação Brasileira das Locadoras de Automóveis (ABLA) vai discutir quais são os pontos de atenção para a renovação da frota, diante do atual cenário em que os veículos seminovos ficaram mais caros. A entidade acaba de confirmar o CEO da MegaDealer e presidente da Auto Avaliar, J.R. Caporal, para tomar parte do XVI Fórum Internacional do setor.

No formato online, o evento está marcado para os dias 19, 20 e 21 de outubro, exatamente em meio ao período em que a indústria automotiva enfrenta “um momento de exceção”, conforme adianta Caporal. “Há falta de carros zero quilômetro e isso está criando uma ‘super demanda’ para os veículos seminovos”, diz ele.

Paulo Miguel Junior, presidente da ABLA, acrescenta que a inclusão do debate sobre seminovos também se dá para que sejam levantadas soluções para locadoras que precisam desmobilizar ativos. “Por exemplo, novos meios de aproximação com potenciais compradores são importantes para que as empresas do nosso setor tenham acesso às melhores ofertas possíveis pelos seus veículos”, explica.

Durante os três dias, também serão abordadas tecnologias, inovações e soluções de mobilidade, eletrificação de frotas, carros por assinatura e os impactos dos cenários econômico e político para as empresas de locação de veículos. “Vamos trocar conhecimentos com especialistas do setor de locação e sobre os diversos possíveis cenários para as locadoras”, completa J.R. Caporal.

XVI Fórum Internacional do Setor de Locação de Veículos
Datas: 19, 20 e 21 de outubro de 2021
Horário: das 16h às 19h
Inscrições:site

The Bridge abre mais de 180 vagas no Brasil

A guerra por talentos digitais é global! Pensando nisso, a The Bridge , uma das maiores redes de talentos digitais do mundo que conecta profissionais de tecnologia a oportunidades de trabalho em todo o mundo, está convocando mais de 180 profissionais para fazerem parte do seu exército digital. As vagas são para Desenvolvedor Web (Pleno), iOS Developer (Specialist), Analista de SAP FSDC (Sênior), IOT (Analyst), Consultor – AWS, Arquiteto de TI (Sênior), entre outros.

Com salários que variam entre R﹩8 mil e R﹩50 mil, as vagas são 100% remotas e exigem conhecimento e experiência na função solicitada, além de inglês.

Para os candidatos que quiserem se inscrever às vagas oferecidas, basta entrar no site da The Bridge e cadastrar o currículo. Além das oportunidades disponibilizadas na plataforma, após se registrar, os profissionais também têm acesso a uma rede de conteúdos especiais, eventos, webinars e experiências de aprendizado.

Idwall abre mais de 150 vagas até o fim do ano com benefícios diferenciados

Startup de tecnologia também oferece posições exclusivas para transexuais e pessoas
pardas e negras

A idwall amplia o número de vagas oferecidas na empresa num movimento de crescimento em meio à pandemia. A oferta de trabalho para a área de tecnologia teve aumento exponencial e também passa a receber pessoas de todo o Brasil, uma vez que adota o home office como opção para os candidatos. Para o restante das posições, a empresa instituirá um modelo híbrido de trabalho. São mais de 150 vagas até o fim do ano, sendo 97 somente para tecnologia. Há ainda oportunidades exclusivas para pessoas transexuais e jovens aprendizes pardos e negros por meio do programa de vagas afirmativas.

A empresa oferece diversos benefícios diferenciados para seus colaboradores. Um deles é o Cartão Visa – Caju, que disponibiliza R﹩ 1.010,00 mensais, sendo R﹩ 429,00 de vale refeição e R﹩ 581,00 flexíveis para o colaborador usufruir como preferir (alimentação, mobilidade, cultura e até educação).

A empresa também oferece auxílio home office de R﹩ 150,00 mensais, terapia ou coaching 1 vez por semana (App ZenKlub), auxílio creche de R﹩ 422,65 (para filhos de 0 a 5 anos), Plano de Saúde Allianz, Plano Odonto Porto Seguro, Seguro de Vida Metlife e Gympass.

Até o fim do ano, todos os colaboradores continuam em home office. Para o ano que vem, com data ainda a ser definida, os funcionários das vagas gerais passarão a trabalhar em sistema híbrido (home office e presencial). Já os colaboradores que ocuparem as vagas de tecnologia poderão escolher entre o modelo totalmente home office ou a forma híbrida de trabalho.

Os interessados devem se candidatar por meio do site: https://idwall.co/vagas/

Vagas afirmativas

O programa de vagas afirmativas da idwall destina vagas exclusivas a pessoas que se declaram em um grupo sub representado, como negros, transexuais, pardos, deficientes, etc. Integrando as vagas gerais disponibilizadas pela startup, está a de Analista de Produtos, destinado a pessoas transexuais.

Para as vagas inclusivas, a idwall também está com processo seletivo de jovens aprendizes para pessoas pardas e negras. A Head de People da empresa, Gabriela Luna, explica que “os jovens foram escolhidos pelo Instituto PROA, atuante na capacitação de jovens de baixa renda com base em modalidades de cursos profissionalizantes”. As indicações encaminhadas para a idwall levam em conta a maior aptidão para a área tecnológica.

Luna explicou que é uma forma de ampliar o público e ter acesso a jovens diversos de uma maneira orgânica. Além disso, o jovem do instituto já possui especialidades ou experiências em determinadas áreas que poderão ser aproveitadas.

Dentro do programa os jovens terão aula de inglês e treinamentos específicos voltados para o aprendizado das ferramentas internas de trabalho. Os selecionados terão todos os benefícios dos funcionários da idwall, inclusive o Cartão Visa – Caju.

As vagas afirmativas são para São Paulo via Instituto PROA e o trabalho é home office até o final do ano. Para o ano que vem o trabalho será híbrido (home office e presencial), com data inicial ainda a ser definida. São 6 horas por dia de expediente, sendo 4 dias trabalhados para a idwall e um dia fazendo capacitação com o ESPRO – Programa de Estágio Jovem . Os selecionados começam a trabalhar no dia 18 de outubro e após os 15 meses de duração do programa, o jovem ainda conta com a possibilidade de efetivação.

Mercado de TI é alavancado pela pandemia

Tetris IT, empresa que desenvolve projetos de inovação digital, cresceu 300% em 2020

Se para alguns segmentos da economia 2020 foi desafiador, para outros setores foi um ano de crescimento e consolidação, como é o caso do segmento de Tecnologia da Informação. Segundo dados da Associação Brasileira das Empresas de Software, no Brasil, os investimentos em TI em 2020, somaram US$ 49,5 bilhões, com um crescimento de 22,9% sobre o ano anterior. Ao mesmo tempo, também cresceu o déficit brasileiro de mão de obra de profissionais dessa área, que era de 30 mil em 2019 e dobrou nos primeiros seis meses deste ano e, pelos cálculos da Associação Brasileira das Empresas de Tecnologia da Informação e Comunicação (Brasscom), deve alcançar 420 mil até 2024.

Acompanhando esse movimento, a Tetris IT, empresa que atua na área de TI, teve um faturamento 300% maior no ano passado – em relação a 2019 – e viu sua base de clientes crescer exponencialmente com a transformação digital imposta pela pandemia às empresas.

A Tetris IT se destacou no mercado de consultoria de TI, na área de Outsourcing de Desenvolvedores, com projetos de inovação digital. De uma carteira digital para uma das maiores redes de postos de Gasolina do Brasil a automações para o mercado de seguros e previdências, a Tetris ajudou seus clientes a encontrar as melhores soluções digitais para cada negócio. Além dos desenvolvedores para criação das ferramentas, a empresa também contrata profissionais especializados para manutenção e gestão dos sistemas.

Com o crescimento da base de clientes, a Tetris precisou ampliar seu número de colaboradores, que hoje conta com 28 profissionais em 2 países, atuando de forma 100% remota. Para acelerar a identificação e contratação de talentos, a empresa desenvolveu uma ferramenta exclusiva para facilitar o processo de seleção de desenvolvedores. Pensada inicialmente como um produto para uso interno, a ferramenta deu tão certo que agora a Tetris IT está ampliando o escopo de atuação para que ela possa ser ofertada a clientes de qualquer segmento.

Para o CEO da Tetris IT, Mozart Medeiros, a pandemia acelerou um processo de transformação digital que já vinha acontecendo nas empresas: “Tornamos digitais todos os nossos processos internos, gerando segurança e fluidez para clientes e fornecedores. Além disso, temos grande agilidade na disponibilização de colaboradores, soluções integradas e alto nível de expertise técnica” – destaca.

Como a demanda por soluções digitais continua, bem como a necessidade das companhias de manterem seu fluxo de inovação e manutenção de tecnologias existentes, o mercado de TI segue aquecido. Para 2021, a expectativa da Tetris IT é crescer 80% e ampliar seu portfólio de soluções.

Scala Data Centers abre mais de 100 vagas para suas operações na América Latina

Scala Data Centers -, plataforma de data centers hiperescaláveis sustentáveis, fundada pela DigitalBridge – holding de investimento em infraestrutura digital da DigitalBridge Group, Inc. (NYSE:DBRG) – anuncia mais de 100 novas vagas na América Latina que sustentarão o processo de expansão agressivo da companhia, na região.

Reconhecida como uma das melhores empresas para se trabalhar no Brasil, pela certificação Great Place to Work (GPTW), a Scala deu início a um novo ciclo de contratações, com vagas em diferentes áreas e senioridades. São mais de 45 posições nas áreas de Engenharia e Construção e mais de 30 posições nas áreas de Operação e Backoffice, para atuação em Controladoria, Tesouraria, Gestão de Projetos, Engenharia Elétrica, Mecânica e Civil, Segurança do Trabalho, Administração de Sistemas, Rede e Segurança, ESG, entre outras.

“Em pouco mais de um ano, nosso quadro de colaboradores passou de 300 pessoas. É um crescimento acelerado e expressivo, que requer um recrutamento bastante direcionado, em que buscamos profissionais que valorizam um ambiente de trabalho dinâmico e colaborativo, com respeito e transparência para gerar impacto positivo nos negócios e na sociedade”, explica Leandro Sulinscki, diretor de People & Workplace da Scala.

Especificamente no Chile, México e Colômbia, onde a Scala tem investido em novos data centers, existem mais de 20 posições abertas. Entre elas, vagas para Gerente de Construção, Gerente de Instalação de Facilities, Engenheiros Elétrico, Mecânico e Civil e Gerente de Projetos.

As mais de 100 vagas em aberto podem ser conferidas nas publicações da Scala no LinkedIn . E os candidatos podem enviar o currículo para o e-mail: recrutamento@scaladatacenters.com.

Camila Farani é eleita uma das pessoas mais influentes da América Latina

Maior investidora anjo do Brasil está entre os 500 nomes selecionados pela Bloomberg Línea

Essa semana, Camila Farani, jurada do programa Shark Tank Brasil e maior investidora anjo do Brasil, foi eleita uma das 500 pessoas mais influentes da América Latina, pela classificação da Bloomberg Línea. A lista é composta por lideranças inspiradoras e que levam com orgulho o melhor do continente sulamericano para o mundo.

Farani é a única mulher bicampeã do prêmio Startup Awards como melhor investidor anjo, além do prêmio Lavca Women como uma das principais investidoras da América Latina em 2019 e 2020. Conta com mais de 40 startups em seu portfólio e já investiu mais de R﹩ 35 milhões entre aportes individuais e com co-investidores nos últimos dez anos. Atua em negócios que movimentam cerca de R﹩ 1 bilhão por ano e empregam mais de 10 mil pessoas. É sócia-fundadora da boutique de investimentos G2 Capital que, em parceria com a Garín Investimentos, lançou o fundo de venture capital, G3 Ventures. Camila também fundou o Ela Vence, plataforma de desenvolvimento de lideranças femininas, que tem o objetivo de impactar um milhão de empreendedoras até 2022.

“O estímulo ao empreendedorismo e o aporte de capital e de conhecimento é um caminho muito importante para transformar a vida das pessoas, dos negócios e da nossa região. Essa é uma vitória, especialmente, para o empreendedorismo feminino brasileiro. Estar nesta lista mostra que, mesmo com muitas barreiras ainda a serem quebradas, as mulheres estão alcançando voos mais altos e conquistando seus lugares no mercado de trabalho, financeiro e do empreendedorismo. Não vamos parar por aqui. Ainda vamos muito longe. Essa é uma conquista de todas nós”, destaca Camila.

Novo estudo da IBM: 9 em cada 10 consumidores no Brasil acreditam no poder da ciência e tecnologia para resolver desafios globais

Enquanto as crises recentes ampliam os complexos desafios globais nos quais a sociedade terá que encarar nas próximas décadas, o conhecimento científico tem sido uma ferramenta importante na tomada de decisões para ajudar a mitigar alguns dos nossos maiores problemas.

Uma nova pesquisa do Institute for Business Value da IBM com mais de 14 mil adultos em 9 países, incluindo Brasil e México na América Latina, mostra que a maioria dos consumidores acredita que os avanços científicos e tecnológicos trarão mudanças positivas e terão um papel importante na maneira como responderemos a crises futuras.

As principais descobertas do estudo incluem:

– 88% dos entrevistados globais indicaram acreditar que os avanços científicos e tecnológicos são críticos para ajudar a tornar o mundo um lugar melhor. No Brasil, esse número é ainda mais alto (95%). Aproximadamente 4 em cada 5 entrevistados globais (79%) também indicaram que o desenvolvimento rápido de vacinas contra o COVID-19 aumentou sua confiança na ciência.

– A maioria dos entrevistados confia que as tecnologias emergentes podem ajudar a resolver os desafios da sociedade nos dias de hoje – a confiança maior está na robótica, IA e tecnologias semicondutoras. Entrevistados do México e Brasil indicam maior confiança, entre todos os entrevistados, na habilidade que as tecnologias possuem em ajudar comunidades a resolver os desafios mais urgentes que o ser humano e as sociedades enfrentam hoje.

– Quase todos os entrevistados do mundo inteiro concordaram que algumas ações são necessárias para o avanço da ciência e tecnologia em seus países. Melhorar os programas STEM e a colaboração e aumento do financiamento para pesquisas estão no topo da lista. O apoio a esses pontos foram mais evidentes nos entrevistados do Brasil e do México.

A pesquisa também aponta o quão críticos skills de ciência e tecnologia são para a perspectiva de carreira profissional e futuro dos funcionários:

– A maioria dos funcionários dizem que a pandemia os obrigou a aprender novos modos de trabalho e tecnologias. A maioria dos empregadores dá suporte à construção desses skills.

– Funcionários globais que responderam à pesquisa dizem que é esperado que o 5G e a IA se tornem cada vez mais importantes nos próximos 3 anos. Mais entrevistados do Brasil (49%) e México (46%) do que de todos os outros países entrevistados indicam que irão usar Cloud Computing dentro dos próximos três anos. 57% dos brasileiros entrevistados acreditam que o 5G será necessário em seu trabalho nos próximos três anos.

– O Brasil reconhece que seu papel mudou significativamente e espera que sua função continue evoluindo no futuro. Entrevistados do Brasil e México estão confiantes que possuem as habilidades necessárias e que serão capazes de manter o ritmo com futuros avanços. Eles também reconhecem fortemente a necessidade de manter suas skills atualizadas.

Minha Chance oferece 4,5 mil vagas em cursos com a Microsoft

Inscrições já estão abertas e podem ser feitas, pela internet, até dia 15; programa se destina a estudantes de Escolas Técnicas (Etecs) e Faculdades de Tecnologia (Fatecs) estaduais e pessoas da comunidade

O Programa Minha Chance, uma parceria da Secretaria de Desenvolvimento Econômico, Ciência e Tecnologia do Estado de São Paulo (SDE) e Centro Paula Souza (CPS), abre nesta sexta-feira (8) as inscrições para 4,5 mil vagas em cursos gratuitos de capacitação profissional oferecidos com a Microsoft. São quatro trilhas de ensino: Fundamentos do Microsoft Computação em Nuvem (AZ-900), Fundamentos de Inteligência Artificial (AI-900)Fundamentos de Plataforma de Dados (DP-900) e Fundamentos de Plataforma Computacional (PL-900). As inscrições estão abertas e podem ser feitas neste link: https://bit.ly/3DmtiQA

O anúncio da abertura das inscrições foi feito durante uma live, realizada na noite de quinta-feira (7). “Esses cursos são a prova do compromisso de São Paulo, do Governo João Doria, de todos nós, em garantir oportunidades para todos e para todas por meio da educação de qualidade, da qualificação profissional, da conexão com o mundo do trabalho”, afirmou a secretária de Desenvolvimento Econômico, Ciência e Tecnologia do Estado de São Paulo, Patricia Ellen.

O programa se destina a estudantes de Escolas Técnicas (Etecs) e Faculdades de Tecnologia (Fatecs) estaduais e pessoas da comunidade em geral, com idade mínima de 18 anos completos até a data da inscrição. A seleção será feita por meio de uma prova online, a partir de 15 de outubro.  

As aulas serão ministradas por professores do CPS, especialistas de mercado e alunos que foram certificados pela Microsoft em edições anteriores do Programa Minha Chance. A capacitação ocorrerá em formato virtual, por meio das plataformas Teams e Microsoft Learn, customizada para o CPS, incluindo capacitação em competências socioemocionais, conhecidas como soft skills.

As aulas terão início em 25 de outubro e se encerram em 19 de dezembro. A carga horária é de 52 horas de conteúdo técnico e mais 8 horas em soft skills. Ao final da capacitação, os mil melhores participantes receberão, gratuitamente, vouchers doados pela Organização Mais Unidos, com apoio da Caterpillar Foundation, para os exames de certificação da Microsoft. Alunos que obtenham essas certificações melhoram suas chances no mercado de trabalho e serão encaminhados para os processos de contratação da Microsoft e/ou de seus parceiros, e podem ser contratados para ministrar aulas em futuras edições do Minha Chance.

“A capacitação em tecnologias é norteada por desafios e compromisso, compartilhados entre pessoas motivadas, instrutores dedicados e uma pujante plataforma”, afirma o coordenador do Programa Minha Chance no CPS, Antonio Celso Duarte. “Tudo isso faz dos cursos oferecidos em parceria com a Microsoft excelentes oportunidades, com possibilidades de geração de emprego e de renda.”

“Fazer parte do Minha Chance é motivo de muito orgulho para nós, da Microsoft Brasil. Estamos ampliando nossa parceria com o programa para oferecer ainda mais vagas aos cursos da Microsoft, pois acreditamos que a área de tecnologia tem criado muitas oportunidades de empregabilidade e crescimento profissional e queremos preparar nossa população para ter acesso a elas”, comenta Alessandra Karine, vice-presidente de Vendas do Setor Público e Líder de Diversidade & Inclusão da Microsoft Brasil.

Estudo inédito revela impactos socioeconômicos dos Institutos de Ciência e Tecnologia Privados no Brasil

Baseado em informações e dados de 17 Institutos de Ciência e Tecnologia (ICTs) relacionados à Tecnologia da Informação e Comunicações (TIC) e Energia, o estudo Impacto de Institutos de Ciência e Tecnologia Privados no Brasil revela pela primeira vez as repercussões socioeconômicas e relativas à geração de tecnologia das entidades de pesquisa, desenvolvimento e inovação (PD&I) focadas no amparo ao setor privado no país. 

Com apoio da Associação Brasileira de Instituições de Pesquisa Tecnológica e Inovação (ABIPTI), o levantamento foi conduzido pela Deloitte e contou com a participação dos seguintes ICTs de alta representatividade: Atlântico, BRISA, Fundação CERTI,  CESAR, CPQD,  Instituto Eldorado, FIT – Instituto de Tecnologia, FITec, Instituto Nacional de Telecomunicações – Inatel, INDT,  Instituto de Pesquisa do Centro Universitário Facens,  Instituto Recôncavo de Tecnologia (IRT), Lactec, Laboratório de Sistemas Integráveis Tecnológico (LSI-TEC), NEPEN, SiDi e Venturus Centro de Inovação Tecnológica.  

De acordo com o estudo, as atividades realizadas pelos institutos combinadas às tecnologias e conhecimentos produzidos adicionaram à economia R$ 6,2 bilhões em 2020, além de gerar mais de R$ 24,7 bilhões em receita total e 156,9 mil empregos. A pesquisa aponta também que mais de R$ 5,9 bilhões foram arrecadados em tributos decorrentes das ações das entidades nas esferas federal, estadual e municipal. 

Entre 2018 e 2020, as dez áreas de conhecimento mais recorrentes entre os projetos de PD&I realizados pelos ICTs participantes foram as de Processamento em linguagem natural – NLP, Analytics e Business Intelligence, Rede de dados, Comunicação móvel, Redes de Comunicação e 5G, Cloud Computing, Inteligência Artificial e Machine Learning, Internet das Coisas, Eletrônica embarcada em Consumer Electronics, Circuitos integrados e Sistemas Eletrônicos, e Controle, Automação e Robótica. 

Atendendo a clientes em mais de 30 setores, os ICTs privados se concentram no segmento de Tecnologia da Informação, Produtos Eletrônicos e Ópticos, que responde por 47% do  volume de contratos. Mesmo com conhecimento especializado e globalmente pertinente, os institutos atuam em grande parte para clientes que operam no Brasil  – apenas 5% deles estão no exterior. 

O material destaca ainda que os mecanismos de fomento e incentivos correspondem à maioria dos recursos que financiam os projetos de PD&I e serviços especializados no país – 54% foram provenientes da Lei de Informática no ano passado. 

Com base na avaliação dos principais projetos de PD&I desenvolvidos pelos ICTs privados, o levantamento destacou a presença de tecnologias relevantes e de equipes de colaboradores altamente qualificados nos institutos analisados. Segundo os dados apurados, entre os funcionários dedicados à atividade de produção de conhecimento (o que equivale a 85% do quadro total), 12% dos profissionais são pós-graduados, enquanto 13% são mestres e doutores.

As informações compiladas pela Deloitte enfatizam o papel relevante dos ICTs na academia e para as empresas: além da publicação de centenas de artigos técnico-científicos e dissertações de mestrado por ano e importantes desenvolvedores de patentes, os institutos já ajudaram na estruturação de mais de 550 startups de diversos setores, principalmente as voltadas à Tecnologia da Informação. 

“O estudo confirma o importante papel que os Institutos de Ciência e Tecnologia Privados desempenham no Brasil, tanto no aspecto de pesquisa, desenvolvimento e inovação, quanto econômico. As conclusões revelam não só as capacidades e potencialidades que o setor tem para contribuir com as empresas, mas também as oportunidades que o país possui para alavancar o ecossistema de inovação nacional como um todo”, afirma Paulo Rogério Foina, presidente da Associação Brasileira de Instituições de Pesquisa Tecnológica e Inovação (ABIPTI). 

Leonora Ventures investe 500 mil reais na startup MeuCompras

A Venture Builder converte valores em serviços e impulsiona a startup criada para facilitar a gestão do pequeno varejista

A Leonora Ventures, Corporate Venture Builder que fomenta ideias inovadoras de startups, fez mais uma rodada e investiu no MeuCompras, marketplace que facilita as compras de pequenos varejistas.

Com uma estratégia de trabalho diferenciada, a Corporate transforma valores em serviços, atingindo seu cheque de 500 mil reais, ao entregar para a startup todo o suporte que ela precisa, como serviços de marketing jurídico e comercial, por exemplo. E com o MeuCompras, não foi diferente.

Pensada entre 2015 e 2016 e colocada em prática em maio de 2018, a plataforma curitibana abrange todo o território nacional, o que despertou interesse da VB, que com a aquisição pretende ganhar competência em áreas ainda sem tanto expertise, como marketing, e, principalmente, ativar novas e promissoras parcerias comerciais pelo país e possivelmente no mercado internacional.

O processo de vendas e compra no varejo precisa ser culturalmente transformado. “Desenvolver toda a estrutura de regras de negócios e integrações que o MeuCompras possui já foi e continua sendo um enorme projeto. Esta curta e intensa jornada nos credenciou para ser o parceiro comercial digital de grandes distribuidores regionais, de muita representatividade nacional. A investida nos abre portas para um projeto da FEMSA: o home delivery, plataforma e aplicativo D2C (white label) e outro projeto marketplace B2B white label para uma grande rede de franquias, com mais de 70 franqueados, que é a 10 Pastéis”, comemora Gustavo Erzinger, COO do MeuCompras.

O marketplace B2B de alimentos e bebidas que liga distribuidores a varejistas está dentro da tese de investimentos da Leonora Ventures. A matriz da qual ela faz parte, está intimamente ligada a esse mercado. A aquisição possibilita que a MeuCompras se torne uma plataforma white label de marketplace para venture builder – como os grandes players já consolidados no mercado.

Além disso, o investimento no MeuCompras facilita a aproximação entre um restaurante e os representantes comerciais das marcas com as quais a startup está acostumada a negociar. Isso proporciona facilidades de pagamento para o varejo, uma vez que as compras se concentram em um único lugar. Assim o poder de barganha aumenta para o estabelecimento.

O aporte da Leonora Ventures se destaca pela questão de estrutura. A VB proporciona um olhar para estratégia do negócio e busca colocar suas startups em contato com potenciais investidores, como os chamados anjos. É nesse momento que a injeção de capital se torna mais relevante. “O trabalho com o MeuCompras amplia o portfólio da Leonora Ventures, expandindo nossa atuação para a área de marketing, e em contrapartida ajudamos na sua estruturação. O objetivo é que ganhem força e aumentem o raio de atuação, crescendo mais com capacidade e fôlego financeiro para conseguir contratar e internalizar as atividades para as quais contam conosco hoje”, comenta Ana Paula Debiazi, CEO da Leonora Ventures.

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Klubi capta R$ 32,5 milhões e avança no mercado de consórcios digitais

O Klubi, fintech de consórcio que proporciona uma experiência 100% digital, simples, transparente e segura – e a primeira empresa digital a ter autorização do Banco Central do Brasil (Bacen) para operar como administradora de consórcios –, acaba de receber um aporte de R﹩ 32,5 milhões em sua primeira rodada institucional liderada pela Igah, Ventures, com participação da Parallax Ventures e de sócios da Cyrela. Com o recurso captado, a empresa, que já tem como investidores anjo Guilherme Bonifácio, fundador do iFood, e Paulo Veras, Renato Freitas e Ariel Lambrecht, fundadores da 99, pretende modernizar e democratizar o acesso a crédito.

O fundador e CEO do Klubi, Eduardo Rocha, conta que, após uma experiência de oito anos no setor, identificou o grande potencial de inclusão do consórcio, visto que é uma solução para milhões de pessoas com renda familiar intermediária que não são atendidas por produtos financeiros convencionais, como financiamentos. “Vi a oportunidade de criar uma administradora de consórcios digital, com uma oferta direta e orientada para o cliente, e com uma experiência que viabiliza a conquista do que parece impossível para muitos brasileiros”, explica Rocha.

A fintech iniciará com a oferta de planos para aquisição de automóveis – o Klubi Auto -, com mensalidades a partir de R﹩ 399, e a incidência de apenas uma taxa administrativa. Por meio de sua plataforma, totalmente online, será possível selecionar o valor do crédito e o prazo do plano, confirmar a contratação, e fazer o pagamento das parcelas, passando assim a ser membro do Klubi – com livre acesso a todos os detalhes a qualquer momento, e atendimento exclusivo via WhatsApp.

A iniciativa se mostra tão promissora que atraiu nomes de peso, como a gestora de venture capital Igah, Ventures. Segundo o sócio do VC, Márcio Tabatchnik Trigueiro, o Klubi inova com sua proposta, e se encaixa perfeitamente no propósito da Igah, que é se associar aos melhores empreendedores e times em grandes mercados. “Além da distribuição online e direta para o consumidor, no Klubi não há nenhuma tarifa oculta, e o cliente poderá aderir a um grupo de consórcio através da plataforma, o que agiliza o processo.”

Outro diferencial do Klubi é a atenção à experiência dos consumidores. “Da mesma forma que diversas fintechs têm promovido inclusão de milhões de brasileiros desconsiderados pelas instituições tradicionais, com um serviço melhor, vamos reinventar totalmente esse modelo, viabilizando uma mudança que outros instrumentos financeiros não alcançam”, ressalta, por sua vez, Paulo Veras, um dos fundadores da 99. “O consórcio promove educação financeira e planejamento, e aumenta o acesso das pessoas para que elas melhorem suas vidas. Apesar de ter sido concebido décadas atrás, é uma clara tendência para o mundo atual”, conclui Veras, que ingressou na operação como investidor anjo.

Web Security Hub lança primeiro Desafio de Startups voltado para o setor de segurança online

Buscando estimular o mercado, o concurso prevê impulsionar startups que desenvolvem soluções em Cibersegurança e LGPD

Estão abertas as inscrições para o Desafio para Startups, do Web Security Hub, primeira plataforma de inovação focada na conexão entre líderes de empresas referência em Segurança Digital. Desenvolvido pela Akamai, empresa líder no setor de cibersegurança, em parceria com a Innovation Latam, o objetivo central do Hub é promover o engajamento de empresas dos segmentos de Utilities e Manufatura por meio de conteúdos exclusivos sobre eles para as empresas que participam do Hub.

O Desafio de Startups, que está em sua primeira edição, tem intuito de aumentar o espectro da abordagem destes temas, além reconhecer e incentivar startups a apresentarem soluções, através de cases de tecnologia voltadas para Cibersegurança e LGDP. 

“Queremos, por meio do concurso, fomentar o mercado de segurança digital e proteção de dados, incentivando startups a apresentarem suas soluções. Queremos apoiar esses setores na jornada de transformação digital, principalmente no aspecto da segurança. E a iniciativa ainda permite prestar reconhecimento às startups, abrindo caminhos para inovação”, aponta Claudio Baumann, Diretor da Akamai para a América Latina. “O desafio funciona como uma vitrine para as startups, com as quais as empresas terão a oportunidade de se conectar, criando  um ambiente propício para o desenvolvimento de novos negócios, acelerar iniciativas de transformação digital e incorporar a cibersegurança às suas operações”, afirma.

As Startups podem se candidatar em 3 categorias diferentes:

Cibersegurança

São de interesse startups que trabalham com tecnologias como Blockchain, IA, Machine Learning, Cloud Computing, Criptografia voltadas para cibersegurança, com no mínimo um MVP já validado no mercado. 

Lawtechs e a nova Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD)

São de interesse startups que trabalham com tecnologias como Criptografia, Gerenciamento de logs, Firewalls e Big Data voltadas para a nova LGPD, com no mínimo um MVP já validado no mercado.

Web Security Geral

São de interesse startups que trabalhem com tecnologias e soluções inovadoras para o setor de segurança digital mas que não se encaixam nas categorias acima.

Após o período de inscrição, o comitê avaliador analisará os cases apresentados e as Startups selecionadas serão chamadas para apresentarem seu pitch para as empresas convidadas do Hub, como Grupo Ultra, Sabesp, BRK Ambiental, Bracell, AGCO, John Deere, CTG Brasil e CPFL. Os executivos das empresas poderão convidar a startup para conversas complementares focadas no desenvolvimento de novos negócios. 

“A previsão é que até o fim de 2021, o número de tentativas de ataques do tipo Credential Abuse, por exemplo, chegue a mais de 3,7 bilhões no Brasil e, com cada vez mais casos de vazamento de dados sendo noticiados, o Desafio para Startups vem em um momento muito pertinente. Vamos impulsionar as inovações no setor e fomentar as relações das empresas com as soluções trazidas pelas startups, para benefício das duas partes. E não só para pensarmos em novas tecnologias de proteção, mas também para discutirmos temas relacionados ao desenvolvimento de negócios de internet, segurança e performance online”, complementa Baumann. 

Startups interessadas podem se inscrever até dia 15 de outubro, através deste link.

GPTW comemora 25 anos com crescimento dos negócios

Ao completar 25 anos, o Great Place to Work, reconhecido como única consultoria global que apoia organizações a obter melhores resultados por meio de uma cultura de confiança, alto desempenho e inovação, amplia seus negócios no Brasil, evolui em sua metodologia para acompanhar as transformações do mundo corporativo, com a captura de indicadores que medem a velocidade da inovação e identificam os estágios da liderança das empresas e aponta a evolução das empresas nas últimas duas décadas e as tendências do mundo do trabalho

Mesmo com os desafios apresentados pela pandemia, o GPTW cresceu mais de 42% – melhor indicador dos últimos 13 anos e a previsão para este ano é crescer 49%. Os números são resultados da estratégia que inclui a formação de três startups, a consultoria para empresas, líderes e colaboradores em todas as etapas da vida profissional, e o incremento em sua metodologia reconhecida globalmente.

Startups Youleader, Weego e Jungle e Parters, rede de consultores parceiros compõe o ecossistema de soluções para transformar as empresas, líderes e pessoas

Segundo dados do GPTW, ótimos líderes geram um aumento de mais de 325% na disposição das pessoas em inovar, aumentam o índice de permanência de talentos de seus times em 128%, a produtividade cresce em 353% e a agilidade em 300%.  

Partindo dessa premissa, ao completar 25 anos a consultoria amplia seus negócios no Brasil com a criação de três startups: Weego, Youleader e Jungle para apoiar a estratégia de gestão de pessoas das empresas. Além disso, inaugura o Partners, uma rede de consultores parceiros por todo o Brasil, especializado nas novas marcas desse ecossistema, com o objetivo de estar mais próximo das empresas em todo o país.

Focada na capacitação e educação da liderança, a Youleader tem como principal missão transformar pessoas em líderes; a Weego, que nasceu totalmente digital, oferece um processo individualizado e contínuo para o desenvolvimento da liderança em todos os níveis e a Jungle, focada em promover a saúde mental, capacita lideranças, ofertando ferramentas e mentoria para os gestores lidarem com um dos maiores desafios atuais.

Com seis meses de existência, a Jungle já atendeu 15 empresas, impactando mais de 15 mil vidas indiretamente. A Weego, com 13 empresas no portfólio, já desenvolveu mais de 550 gestores e 6 660 colaboradores.

Levantamento do GPTW revela o índice de velocidade da inovação das empresas e avaliação dos estágios de liderança

A metodologia de sua pesquisa, que dá origem aos rankings de Melhores Empresas para Trabalhar GPTW, também entra na esteira de evolução e passa a capturar novos dados e análises, relacionados com a dinâmica atual do mundo do trabalho. Constatou-se que a capacidade de inovação das empresas está diretamente relacionada às características de sua liderança (estágio da liderança), ou seja, as empresas mais inovadoras têm os líderes mais alinhados aos seus propósitos, trazendo a estratégia do negócio para o dia a dia dos funcionários, criando um ambiente de confiança e propiciando que cada colaborador possa ser o seu melhor. Quando esse alinhamento acontece, os colaboradores encontram um ambiente que os estimula a inovar, alinhado à estratégia da empresa. A pesquisa passa agora, portanto, aferir esses índices de inovação, com a métrica IVR (índice de velocidade de inovação), e também a identificar os estágios da liderança nas empresas.

Evolução das empresas nas últimas duas décadas e as tendências do mundo do trabalho de acordo com o GPTW

Especialistas do mundo econômico afirmam que para projetar o futuro é necessário compreender a história. Neste contexto, o GPTW Brasil faz um breve retrospecto da gestão de pessoas e sinaliza as perspectivas futuras, a partir da experiência em gestão de pessoas conquistada com a análise anual de 4 mil empresas que representam cerca de 1,9 milhão de colaboradores. “A constatação principal é que, cada vez mais empresas brasileiras estão posicionando os seus colaboradores no centro da estratégia. Esse é um avanço importante para a difusão de melhores práticas, além de contribuir para a inovação das empresas brasileiras”, explica Ruy Shiozawa, CEO do Great Place to Work. Como exemplo, os colaboradores das melhores empresas para trabalhar no Rio Grande do Sul, em 2020 tem alto índice de confianças nos seus líderes para gerenciar as pessoas e administrar os negócios de forma em geral, sentem orgulho de exercer a profissão e trabalhar na empresa camaradagem entre os colegas de trabalho e presença de sentimento de equipe

Daniela Diniz, diretora de conteúdo e relações institucionais do Great Place to Work, com mais de 20 anos de experiência em temas como recursos humanos e gestão de pessoas, destaca algumas mudanças observadas pelo GPTW, no comparativo entre as décadas de 1997 a 2007 e 2010 a 2020 como, se na 1ª década os funcionários das empresas destacavam a importância de um pacote de remuneração “gordo”, na última, a qualidade de vida é valorizada, assim como, se a arquitetura/ design das empresas era um fator relevante, hoje o “anywhere office” é consagrado.

Para o futuro do mundo do trabalho, aponta algumas das principais tendências como a gestão personalizada, que oferece uma melhor experiência para o colaborador, diversidade e inclusão, possibilitando um ambiente de trabalho igual para todos, flexibilidade e mudanças nas relações do trabalho, com a adoção do trabalho remoto ou híbrido, a liderança passa do comando e controle para uma relação de confiança e mais independência e investimento em educação.

ACATE reforça apoio a startups catarinenses

Novos benefícios a associadas serão divulgados durante o Startup Summit 2021, que ocorre nos dias 14 e 15 de outubro

Para impulsionar ainda mais o ecossistema catarinense e promover networking e oportunidades de negócios, a Associação Catarinense de Tecnologia (ACATE) está ampliando as mentorias e benefícios a startups que queiram se associar à entidade, que já reúne 1,4 mil empresas de base tecnológica em Santa Catarina. A ampliação do pacote de benefícios será divulgada durante o Startup Summit 2021, que ocorre entre os dias 14 e 15 de outubro, presencialmente em Florianópolis e também de forma remota. 

A partir de agora, as startups que se associarem serão divididas por rounds e passam a ter uma jornada de 12 meses de capacitações (talks), pitch days e mentorias individuais. Além disso, terão desconto nas mensalidades, sendo 100% de isenção no primeiro semestre, 50% de desconto nos seis meses seguintes e, por fim,  25% em mais seis meses. Startups interessadas podem tirar dúvidas e se inscrever durante o evento, ou neste link <https://sc.acate.com.br/acate-startups>.

Durante o evento, a ACATE terá um estande com uma programação própria, que inclui palestras como “Sucesso, trabalho e felicidade: o que vem primeiro”, de João Paulo Pacífico; “Síndrome da Mulher Maravilha”, de Betina Zanetti Ramos, Cristiane Iata e Cássia Carvalho; “Como destravar sua máquina de vendas”, de Gabriel Lopes, e “A jornada de uma startup: do MVP a escala”, de Paula Lunardelli. O estande tem apoio da Financiadora de Estudos e Projetos (Finep), além de patrocínio do Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul (BRDE), Inovabra e Movti. 

Sobre o Startup Summit 2021 e protocolos de segurança

O Startup Summit 2021 está com as inscrições abertas para sua quarta edição, que será realizada nos dias 14 e 15 de outubro, em formato híbrido, presencialmente em Florianópolis (SC), no CentroSul, e com transmissão ao vivo pelo site oficial, no online. Realizado pelo Sebrae, em parceria da Associação Catarinense de Empresas de Tecnologia (ACATE), o evento terá dois palcos simultâneos e oito trilhas temáticas, que incluem assuntos estratégicos neste universo, como marketing, vendas, relacionamento com clientes, cultura, investimento, IPO, entre outros.  Ainda é possível garantir o acesso à versão online, gratuitamente, no site do evento

Com o objetivo de manter todos os protocolos de segurança vigentes e realizar um evento presencial seguro, o Startup Summit 2021 contará com o aplicativo Movimento Seguro, da empresa Real Data, para identificar possíveis casos de coronavírus dos participantes inscritos por meio de um rastreamento clínico. Os casos suspeitos serão direcionados para a realização do teste de covid-19, financiado pelo evento. Quem testar positivo não poderá participar presencialmente do Summit. 

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Sciensa, empresa pioneira em transformação digital, abre 80 vagas de trabalho em todo o Brasil

De acordo com dados divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) em julho deste ano, a taxa de desocupação no Brasil alcançou 14,6% no final de maio, mantendo os 14,8 milhões de desempregados constatados na medição do trimestre finalizado em abril. Isso mostra que o cenário é de adaptação forçada, principalmente para quem perdeu a renda por conta da pandemia de Covid-19.

Responsável por grandes cases de sucesso, como a Magalu, XP Investimentos, Grupo CVC, Porto Seguro, Gerdau, Genial Investimentos, Santander, Itaú, entre outras gigantes, a Sciensa , pioneira em transformação digital no país, foi na contramão das empresas que fecharam suas portas e cresceu no ano de 2021. Com isso, hoje a companhia está com 80 vagas de trabalho abertas em todo o Brasil. A empresa busca por profissionais nas áreas de inovação e engenharia de software, com o intuito de agregar ainda mais valor ao time, prezando sempre pela diversidade e inclusão.

Para Felipe Oliveira, fundador e CEO da Sciensa, é muito satisfatório poder gerar oportunidades de emprego após quase dois anos em que o país passa por dificuldades. “Nos esforçamos muito para continuar crescendo e conseguir oferecer novas vagas de trabalho neste ano. Para nós, é muito gratificante poder ajudar as pessoas profissionalmente e ensiná-las todo o processo de trabalho da Sciensa”, comenta Oliveira.

Entusiasta e apaixonada pela transformação digital, a Sciensa trabalha para tornar empresas analógicas em digitais por meio de tecnologia e estratégias e, assim, proporcionar crescimento de forma exponencial e constante às empresas brasileiras. Para fazer parte do time, é preciso ter ideias, pontos de vista variados e “pensar fora da caixa”, pois esses pontos contribuem para a formação de uma equipe engajada, gerando resultados positivos.

Segundo o CEO, a tecnologia é um meio fundamental para tornar o mundo em um lugar melhor e a empresa está em uma constante busca por talentos que possam ajudar a realizar esse objetivo. “A Sciensa entende que todo profissional é capaz de contribuir para a equipe. Por isso, raça, cor, religião, gênero, nacionalidade, deficiência, orientação sexual, descendência ou idade não são impeditivos para fazer parte da companhia”, pontua.

Atualmente, a Sciensa conta com mais 250 profissionais e possui expectativa de faturamento de R$ 150 milhões para 2021. Para Felipe Oliveira, a possibilidade de abrir novas vagas mostra que a empresa está em constante evolução e caminha para contribuir, cada vez mais, com o futuro do país.

Gostou da oportunidade? Acesse o LinkedIn da Sciensa e confira todas as vagas disponíveis.

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ESG: o valor do S à rotina corporativa

Por Elias Rogério da Silva, Presidente da Diebold Nixdorf Brasil 

Sustentabilidade. Basta uma rápida pesquisa para percebermos que este é o tema do momento. E não é para menos. Com a rápida e imprevisível rotina de transformação de nosso mundo, entender as questões ambientais, sociais e de governança – as pautas da agenda ESG (Environmental, Social, and Governance, em inglês) – é uma tarefa que já não pode ser deixada para o amanhã.  

Dentro das discussões sobre um futuro sustentável, no entanto, é comum avaliarmos essa estrutura por ângulos que, geralmente, se restringem a alguns temas, como a preservação do meio ambiente. Evidentemente, proteger a natureza é parte fundamental do universo de ESG. Mas não é só isso: está na hora de as lideranças entenderem, também, como a sustentabilidade de suas relações com a sociedade afeta a reputação e a influência das organizações diante dos diversos grupos de consumidores, inclusive e com especial destaque aos funcionários. 

Temos de nos lembrar repetidamente de que funcionários satisfeitos trabalham mais, permanecem mais tempo com seus empregadores e buscam produzir melhores resultados para a organização. E nesse cenário, parece cristalino afirmar que as ações de ESG e o sentimento dos profissionais são pontos cada vez mais conectados e indissociáveis. 

Estudos conduzidos pela consultoria MSCI indicam, por exemplo, que as organizações com pautas sustentáveis mais maduras têm notas de satisfação dos colaboradores, em média, 14% maiores do que os rivais sem ações práticas nesse quesito. Além disso, essas empresas são 25% mais atraentes para novos talentos. 

Isso significa que empregadores com melhores índices de retenção de funcionários têm pontuações em análises de ESG significativamente mais altas do que seus pares. Este padrão, definitivamente, não é uma coincidência. A preocupação com o “S” do ESG tem se tornado uma condição essencial para ajudar as companhias a reduzir custos com turnover e para contratação de jovens promissores, bem como potencializar a reputação e a imagem de suas marcas junto ao público em geral, começando por seus próprios colaboradores. 

Ou seja, em um mundo no qual as fronteiras já inexistem e que a competição por inteligência é vital para qualquer negócio, saber lidar com o ESG dentro de casa é uma necessidade muito mais urgente do que muitos líderes atuais conseguem imaginar. Até porque, é bom destacar, que a agenda ESG não é apenas um trend passageiro. Estamos no começo de uma jornada na qual líderes de todos os setores terão de entender como garantir que as pessoas tenham espaço para desempenharem seus papeis com mais inteligência e efetividade. Vale salientar, por exemplo, que, em 2029, os Millennials e Gen Z representarão 72% da força de trabalho mundial. Essas gerações são as que mais importância dão às questões ambientais e sociais e, por conseguinte, esperam mais dos empregadores também. 

Como fazer isso? Primeiro, construindo uma mentalidade realmente orientada à sustentabilidade. Para tanto, é preciso compreender bem o ambiente e os desafios específicos de cada área, local e público, alinhando essas perspectivas e interesses aos valores e ideias da organização. A próxima etapa é agir de maneira verdadeira e com real preocupação com o que a sociedade (e seus stakeholders) dizem e buscam. 

O momento exige que as ações de sustentabilidade social sejam práticas e gerem valor ás pessoas. Temos de ir além da oferta de escritórios confortáveis e salários competitivos, buscando formas reais de valorizar o bem-estar financeiro, físico e psicológico dos trabalhadores. 

Os resultados desse tipo de proposta são evidentes, começando por uma estrutura de “ganha-ganha” infindável. Ajudar os trabalhadores a terem mais qualidade de vida, pertencimento e destaque também ajuda a elevar o potencial de competitividade, inovação e financeiro de qualquer organização. 

Cumprir a jornada de ESG, portanto, não deve ser visto como uma ameaça ou um custo extra, trazido à esteira de obrigações trabalhistas, ecológicas e de compliance. Ao contrário.  É necessário que as lideranças observem essas demandas como uma importante oportunidade de desenvolvimento contínuo. As empresas que implementam metas ambientais, sociais e de governança ganham em visibilidade, reputação e na capacidade de resiliência e sustentabilidade. 

As empresas estão sendo, mais do que em qualquer outra época, examinadas por sua capacidade de conduzir e moldar um ambiente positivo para todos os públicos interessados (a comunidade, a sociedade, os colaboradores, acionistas etc.). Errar pode ter um impacto enorme, tanto em termos de lucratividade quanto de reputação; do mesmo, acertar em uma estratégia de ESG pode representar enormes ganhos. 

O valor de uma marca empregadora sempre esteve intimamente ligado aos resultados que a companhia alcançava. Agora, porém, é seguro dizer que a geração de valor também estará diretamente relacionada à percepção que as pessoas – consumidores, clientes e colaboradores – têm sobre as empresas. Para os lideres dessas companhias, portanto, negligenciar as questões de ESG é muito mais do que simplesmente não pensar no futuro; é, antes disso, uma decisão radical que fará com que suas marcas não cheguem nem mesmo a vivê-lo.