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FEBRABAN destaca, na edição 2021 do CIAB, a retomada conectada, sustentável e resiliente

O CIAB FEBRABAN 2021 será realizado neste ano de 22 a 25 de junho no formato digital e gratuito. Serão mais de 100 especialistas renomados que discutirão em cerca de 30 painéis temas ligados à inovação, ao futuro das instituições financeiras e ao uso de novas tecnologias no dia a dia dos nossos clientes bancários.

Nesta edição do evento, o assunto principal será “Uma retomada conectada, sustentável e resiliente”, com abertura feita pelo presidente da FEBRABAN, Isaac Sidney, que falará sobre como os bancos se adaptaram à crise de saúde mundial da Covid-19 e buscaram novas formas de negócio para minimizar os impactos da pandemia na vida dos brasileiros.

“O setor investe por ano cerca de R$ 25 bilhões para manter uma tecnologia bancária de ponta, inovadora, moderna, segura e acessível para que o brasileiro sequer precise ir aos bancos para pagar contas, conferir as finanças e tocar seus negócios, o que faz toda a diferença, principalmente em um período como o que vivemos”, afirma Isaac Sidney.

Um dos destaques do CIAB FEBRABAN deste ano será o painel com os presidentes de seis dos maiores bancos do país que vão discutir iniciativas sustentáveis, concessões recordes de crédito e o fortalecimento de canais digitais no enfrentamento da crise da Covid-19.

Confirmaram participação, no dia 22 de junho, às 10h: Milton Maluhy Filho, CEO do Itaú Unibanco; Octavio de Lazari Junior, diretor-presidente do Bradesco; Sergio Rial, presidente-executivo do Santander Brasil; Fausto de Andrade Ribeiro, presidente do Banco do Brasil; Pedro Duarte Guimarães, presidente da Caixa; e Roberto Sallouti, CEO do BTG Pactual.

A moderação será feita por João Borges, diretor de Comunicação, Marketing e Eventos da FEBRABAN.

A programação está dividida em oito trilhas temáticas, com cerca de 30 painéis, e aborda temas como experiência do cliente; inteligência artificial; ASG e finanças sustentáveis; open banking; Pix e o futuro dos meios de pagamento; blockchain; inovação aberta; internet das coisas, negócios inteligentes e a chegada do 5G; LGPD, cibersegurança e privacidade dos dados; e as projeções de retomada pós-crise .

Além de especialistas do setor financeiro e de tecnologia do país, o evento terá a participação de keynote speakers internacionais. Entre eles está o escritor e empreendedor Scott Galloway, professor de Marketing da Stern School of Business da Universidade de Nova York (dia 22); o economista canadense Mark Carney, vice-chairman e head de investimentos de fundo de impacto na Brookfield Asset (dia 23); e Don Tapscott, executive chairman do Blockchain Research Institute e CEO do The Tapscott Group, uma das grandes referências no assunto em todo o mundo (dia 24).

Outro destaque do CIAB será a apresentação da Pesquisa FEBRABAN de Tecnologia Bancária 2021, realizada em parceria com a Deloitte, com informações sobre o avanço dos canais digitais e o volume de investimentos dos bancos no último ano.

O estudo, com divulgação no dia 24, vai mapear o estágio da inovação e as tendências do uso de tecnologias pelas instituições financeiras e como se traduzem em conveniência e segurança ao cliente.

No encerramento, dia 25, o presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto, vai abordar os próximos passos das iniciativas e estratégias de digitalização e modernização do sistema financeiro nacional. Entre os destaques estão Agenda BC#, e inovações como o sistema de pagamento instantâneo Pix e a implementação do open banking.

A plataforma digital do CIAB FEBRABAN 2021 também terá estandes virtuais com as principais novidades de grandes empresas e marcas parceiras.

Confira a programação completa do evento.

CIAB FEBRABAN 2021

De 22 a 25 de junho, das 9h às 18h

Inscrições: gratuitas, clique aqui

Pequenos negócios podem ter acesso a aporte de R﹩ 200 mil

A Confederação Brasileira de Empresas Juniores (Brasil Júnior), que representa o Movimento Empresa Júnior (MEJ) em todo o país, vai lançar o projeto Salve Um Negócio. O objetivo é prestar consultoria a pequenas empresas, segmento que foi impactado pela crise decorrente da pandemia da Covid-19. Em 2020, a iniciativa envolveu 400 pequenas empresas e rendeu R﹩ 95 mil em investimentos direto. A meta este ano cerca é beneficiar de 800 empresas e gerar R﹩ 200 mil em aporte.

– Acredito muito no potencial do projeto, principalmente pelo seu duplo impacto, fazendo a diferença para quem precisa, tanto para o empreendedor que consegue entender as oportunidades de crescimento do negócio, como para os empresários juniores que estão tendo vivência empresarial e aprendendo na prática -, Gabrielly Silva Musso, coordenadora do Salve Um Negócio, que cursa Administração na Universidade Federal do Espírito Santo (UFES).

O suporte acontece por meio de uma metodologia desenvolvida pela Brasil Júnior com auxílio de parceiros e mantenedores – que são empresas que investem e que tornam esse projeto viável. Neste ciclo, os focos das mentorias serão com temas sobre contingenciamento de custos e oportunidades de crescimento. Todo o processo acontecerá de forma online.

Os Pequenos Empreendedores que se interessarem receber o projeto gratuito, devem entrar em contato com empresas juniores do seu estado, que realizem o serviço desejado. A empresa que desejarem fazer doação, como forma de contribuir para com o projeto, podem utilizar o link:https://grifa.me/campanha/salve-um-negocio .

O Movimento Empresa Júnior (MEJ), que conta com a representação da Confederação Brasileira de Empresas Juniores (Brasil Júnior), conta, atualmente, com 1.300 empresas juniores no país, reunindo quase 30 mil empresários juniores. Em 2020, o faturamento global do segmento chegou a R﹩ 49 milhões.

Pegue e Pague: Empreendedores criam startup de minimercado automatizado para condomínios

Com bandeira própria ou white label, a Minha Quitandinha, que nasceu em Balneário Camboriú, Santa Catarina, opera no formato honest market e já está presente em quatro estados

Prático, acessível, cômodo, seguro, conveniente e rápido. Se são estes os adjetivos que têm norteado muitas decisões de compra, sobretudo nos últimos anos, foram estes, também, que definiram o propósito da Minha Quitandinha, uma startup de solução de minimercados autônomos 24 horas por dia dentro de condomínios, que chegam a disponibilizar cerca de 700 produtos ao consumidor. Os empreendedores que estão por trás desta startup são Guilherme Mauri, Marcelo Villares e Douglas Pena, que somaram suas experiências em consultoria corporativista, TI e franquias, respectivamente, para lançar, em março de 2020, em Balneário Camboriú, litoral norte de Santa Catarina, o minimercado focado em condomínios residenciais. 

Baseada no conceito de honest market, a Minha Quitandinha tem uma operação bem simplificada, pois não requer muito espaço, sendo o ideal acima de dois m², podendo ser no hall de entrada, recepção, corredor ou até mesmo em uma vaga de garagem, como foi no caso da unidade instalada na cidade de Itajaí, em Santa Catarina. O layout é pré-definido e personalizado para cada projeto de acordo com a área e caso desejável, podendo ser instalado em um container, se for numa área externa, ou white label, em que o nome da unidade é modificado e pode remeter a localização, por exemplo. Assim, o projeto arquitetônico, já pronto, é adaptado às medidas do novo local e repassado ao licenciado, que adquire os equipamentos e os acomoda de forma prática, sem necessidade de pregar nada à parede.  

Para o consumidor, também é tudo intuitivo: o minimercado está às mãos e é totalmente viabilizado pelo sistema de self-checkout. As compras são realizadas por meio de um app de celular gratuito que por geolocalização identifica a loja e permite o passo a passo seguinte bem simples: escanear o código de barra dos produtos que deseja adquirir e pagar diretamente pelo aplicativo, via cartão de crédito e, agora, mais recentemente, débito. Para a geladeira de bebidas alcoólicas, um QR Code afixado à porta só destrava via app, se validados os dados cadastrais com a Receita Federal, que confirma o usuário como maior de 18 anos. Além de cervejas geladas, alguns licenciados podem incluir, entre os produtos, sorvete e iogurtes. 

A ideia da Minha Quitandinha começou a ganhar forma no segundo semestre de 2020 e abriu sua primeira unidade em dezembro, em Itajaí, Santa Catarina, seguido de outras duas, na mesma cidade. Em janeiro, a quarta: desta vez, em Pelotas, num condomínio de casa, razão pela qual foi instalada no formato container. A partir daí, o ritmo acelerou e hoje já são 17 lojas e 12 licenciados, incluindo unidades em São Paulo, Belo Horizonte, Minas Gerais, e Belém, no Pará. Com um investimento total de R$ 190 mil, a startup cresce agora por meio de um licenciamento, com valores iniciais a partir de R$ 35 mil, já contemplando a taxa inicial, os treinamentos, a aquisição das estruturas e estoque inicial para uma primeira loja. 

Agora, a meta é conquistar seu primeiro milhão em 2021, triplicar o número de lojas em 2022 faturando R$ 48.000.000,00  e chegar a R$ 1 bilhão em 2023, com 800 lojas abertas. Razões para acreditar nisso não faltam: a Minha Quitandinha tem um horizonte promissor pela frente, já que oferece um serviço 100% digital, dispensando interações humanas e ainda gera cashback para o condomínio. E mais, a estruturação do negócio ao longo dos meses ampliou também o escopo da startup, que passou a mirar não só nos condomínios residenciais, como também em empresas, clubes, academias, marinas e hotéis que apresentem um fluxo médio diário de 500 pessoas ou mais. Em 2020, no Brasil, 278.703 estabelecimentos foram registrados com o CNAE 8112-5/00 (Condomínios prediais), 0,36% a mais que em 2019, segundo o portal Empresômetro, números que animam, com razão, os fundadores da marca.

Programa Cidades Inteligentes, da Big Brain, leva transformação digital para escolas públicas

Neste período de pandemia, para a maioria das instituições de ensino, foi um grande desafio se adaptar às aulas onlines ou híbridas, principalmente para as escolas públicas. Entretanto, iniciar a transformação digital pode ser mais fácil do que muitos gestores e docentes imaginam. A Big Brain, principal parceira da Microsoft na América Latina e desenvolve soluções de tecnologia educacional, lançou neste ano o programa ‘Cidades Inteligentes’, direcionado para o mercado público, com o objetivo de ajudar as lideranças municipais na educação e promover um ensino híbrido com qualidade.

Arioston Rodrigues, diretor da Big Brain, ressalta que levar um programa de qualidade e efetivo para os municípios é a base da educação e que mesmo após um ano de aulas remotas, diversas instituições de ensino ainda enfrentam muitas dificuldades. “Em contato constante com as escolas, nós, da Big Brain, percebemos uma crescente reclamação de professores que precisam usar três ou mais aplicativos para garantir a rotina da sala de aula, além da falta de professores especializados em ensino com tecnologia”, afirma Arioston.

Uma pesquisa realizada pela Fundação Getúlio Vargas (FGV), mostrou o índice de educação à distância nas redes públicas durante o período da pandemia Covid-19. Segundo o levantamento, houve atrasos significativos no desenvolvimento de programas apropriados, praticamente, em todos os estados do Brasil, sendo insuficientes no processo de garantir o acesso de tecnologias que permitam o aprendizado e o acompanhamento dos alunos de forma remota. A nota média do país foi de 2,38, em uma escala que varia de 0 a 10.

Todas as etapas do Cidades Inteligentes estão alinhadas com as diretrizes da Base Nacional Comum Curricular (BNCC) e da Educação 4.0. Na primeira etapa, a implementação do Ensino Digital Microsoft, o investimento é a partir de R$ 31.800,00 por ano.

Como iniciar a jornada de transformação digital?

Primeiro passo: implementação do Ensino Digital Microsoft, que engloba a criação do ambiente virtual para as instituições, formação de professores para a utilização das ferramentas Microsoft sob viés pedagógico, suporte técnico e prática de segurança dos dados.

Segundo: estruturação do Ambiente Digital de Aprendizagem para otimizar o tempo de gestores e docentes, automatizando processos escolares, além de acompanhar o desenvolvimento e engajamento dos professores e alunos em um ambiente digital.

Terceiro: a Big Brain conta com soluções e aplicativos exclusivos desenvolvidos para melhorar o dia a dia escolar. Desta forma, promove um processo de ensino personalizado que proporciona produtividade, ludicidade e colaboração, formando profissionais conectados e preparados para as profissões futuras.

Quarto: desenvolver uma educação tecnológica completa também demanda a reestruturação do espaço físico das instituições. Pensando nisso, a Big Brain incluiu na jornada da transformação digital, uma etapa de ressignificação dos laboratórios dos municípios em unidades de referência. Com isso, o aluno se desenvolve em várias disciplinas de educação tecnológica e integra os conceitos de tecnologia educacional e inovação, como: robótica, STEM, STEAM, Cultura Maker, Coding e Minecraft Education.

Quinto: Escola Showcase, que é o reconhecimento dado às instituições que se destacam na utilização de ferramentas Microsoft no processo de ensino e aprendizagem. O programa é uma oportunidade de se envolver com a Microsoft e líderes escolares semelhantes em todo o mundo, para aprofundar e expandir a transformação educacional usando o Microsoft Education Transformation Framework. São instituições que criam experiências centradas nos alunos, imersivas e inclusivas, que inspiram a aprendizagem ao longo da vida, estimulando o desenvolvimento de habilidades essenciais prontas para o futuro para que os alunos sejam capacitados a alcançar mais.

Diante de todas essas etapas, a unidade pode se considerar uma Escola do Futuro, com ferramentas tecnológicas apropriadas, corpo docente apto para as aulas online e ainda ser uma referência na educação. A Big Brain já implementou e acompanha o desenvolvimento de instituições públicas, como a Universidade Federal do Paraná (UFPR), escolas das Prefeituras de São Paulo e Curitibanos (SC), Governos do Rio de Janeiro, Mato Grosso e Mato Grosso do Sul.

ShiftT, aceleradora de startups da Tupy, recebe mais de 100 inscrições de todo o Brasil

A ShiftT, aceleradora de startups que une estrutura e expertise da Tupy com o talento dos empreendedores brasileiros, acaba de fechar as inscrições para sua primeira edição, com um total de 108 inscritos.

Os selecionados serão anunciados até o fim do mês para dar início ao programa, que além da conexão com toda a estrutura da Empresa, contará com mentorias exclusivas, aplicadas por mais de 30 profissionais da Tupy, com experiência nas mais diferentes áreas de conhecimento.

Startups de todas as regiões do Brasil inscreveram-se para participar, contemplando todas as áreas de interesse da Companhia:  

  • Sinergia com o Negócio: soluções que proponham inovação significativa e que possam ser escaladas rapidamente com o apoio da Tupy;
  • Desenvolvimento Sustentável: negócios economicamente viáveis, que promovam impacto socioambiental positivo;
  • Digital e Indústria 4.0: geração de valor a partir da aplicação de tecnologias emergentes e que possam impulsionar a jornada de transformação digital da Tupy;
  • Modelos de Negócios Inovadores: iniciativas que proponham novas formas de abordar os desafios encontrados nas cadeias de valor de atuação da Tupy.

O programa se destaca pelo conceito equity free, ou seja, o empreendedor não precisa abrir mão de parte da sua empresa para poder participar do processo de aceleração. Além disso, também são premissas da ShiftT o respeito total à propriedade intelectual das startups e aos seus talentos. Outro diferencial é que as provas de conceito serão remuneradas.

Abrangência nacional

Com inscrições de startups de todo o País, a ShiftT conectou ecossistemas de inovação de todas as regiões com 54% de participantes do Sul do Brasil, 33%  do Sudeste, seguidos pelo Norte, Nordeste e Centro Oeste, que tiveram participação de 9, 3 e 1%, respectivamente.

“É um orgulho o volume e a diversidade das startups inscritas para a seleção do primeiro ciclo de aceleração da Shift T, temos diversidade cultural, regional e nas áreas de conhecimento, todos quatro perfis demandados possuem bons candidatos” comenta Daniel Moraes, Gerente de Inovação e Transformação Digital. “Acredito que o interesse dos empreendedores  apenas reforça a liderança da Tupy em inovação e sua reputação de excelência, construída ao longo dos seus 83 anos de história”, finaliza.

 Por que ShiftT?

O nome da aceleradora é composto pelo verbo “shift”, que expressa o conceito de mudança, movimento, típico da energia criativa presente nas startups. E o T maiúsculo faz conexão com o nome da Empresa. A marca tem as letras S e T em suas extremidades, demonstrando que a expansão ocorre de forma dupla, a Startup sendo expandida pela Tupy e o contrário também é válido, quando a Tupy é expandida pela Startup, ou seja, a ideia é ampliar, escalar o negócio de quem participar do Programa de Aceleração ao mesmo tempo que a Tupy também acelera seu ciclo de inovação.  Essa é uma das iniciativas da Tupy UP, área recém-criada pela Tupy.

O que é Tupy UP?

Recentemente, a Companhia anunciou a criação de duas novas áreas. A Tupy UP, que visa converter, acelerar e escalar oportunidades em novos negócios e promover melhorias nos existentes, por meio da inovação e da transformação digital; e a Tupy Tech, concentrada em projetos de P&D disruptivo para as oportunidades que possam ganhar ênfase mercadológica e serem escaláveis.

Pague Menos lança 1º Programa de Formação de Desenvolvedores de Sistemas

Iniciativa desenvolverá talentos da própria companhia e profissionais do mercado para acelerar transformação digital da rede. Durante o programa de estudos, participantes serão remunerados

Para alavancar sua transformação digital e capacitar tanto profissionais da companhia quanto do mercado de trabalho, a Pague Menos, primeira rede de farmácias presente nos 26 estados e no Distrito Federal, lança o 1º Programa de Formação de Desenvolvedores de Sistemas (DEVs) – UP{CODE}. A iniciativa inovadora prevê beneficiar os profissionais da rede, que terão oportunidade de se recolocar internamente, e jovens em situação de vulnerabilidade social de Fortaleza (CE). Esse é mais um projeto da empresa, que também tem investido continuamente na área de tecnologia para garantir melhores produtos e serviços, principalmente com foco na omnicalidade, para os clientes.

Serão oferecidas 30 vagas ao todo, sendo 20 para o público interno que atua na área de operação e 10 para jovens da região metropolitana de Fortaleza. Os colaboradores serão selecionados com o apoio da equipe de RH da companhia, já a escolha dos candidatos externos será realizada em parceria com o Projeto “Faz Carreira”, que tem como missão capacitar jovens em condições de vulnerabilidade, permitindo que reconheçam seus próprios dons e talentos para conseguir um espaço no mercado de trabalho e se tornem protagonistas de sua carreira. O UP{CODE}, será 100% subsidiado pela Pague Menos por meio de sua Universidade Corporativa, a UP Farma.

O programa tem como base três pilares: a capacitação dos candidatos selecionados no processo seletivo – colaboradores internos e dos perfis escolhidos no mercado -, por meio da UP Farma, a Universidade Corporativa da Pague Menos. Com o apoio da universidade – reconhecida por impulsionar a gestão do conhecimento e aprendizagem no mercado de varejo farmacêutico -, os participantes terão acesso a todo o conhecimento necessário na área de Formação de Desenvolvedores de Sistemas (DEVs) e contarão ainda com a expertise dos profissionais que contribuem para fomentar uma das principais bandeiras da rede: a inovação. O segundo eixo do Programa é a atração e retenção de talentos, para que tanto os funcionários possam se capacitar quanto jovens que se encontram fora do mercado de trabalho tenham a oportunidade de crescer e se desenvolver. Principalmente, em uma área que está com uma demanda crescente de mercado, aumentando assim as possibilidades de inserção profissional futuramente. E, por fim, a missão de cunho social, com o oferecimento de vagas exclusivas para jovens em situação de vulnerabilidade social.

“Essa iniciativa demonstra que é sempre possível conciliar expansão, crescimento sustentável e resultados a longo prazo com inclusão social nos projetos.”, afirma Evandro Vieira, Diretor de Gente e Gestão da Pague Menos. “O UP{CODE} irá trazer a oportunidade destes participantes ingressarem na área de TI, que está em plena ascensão e exigindo novos desenvolvedores para apoiarem as empresas em sua transformação digital.”, afirma Joaquim Garcia, Vice-Presidente de Tecnologia & Transformação da rede. “Esse projeto reitera o pioneirismo da Pague Menos em todas as vertentes que atua, seja ao se tornar um hub de saúde para garantir bem-estar e qualidade e vida à população ou ao elencar a tecnologia como essencial ao realizar as mudanças estruturais na organização.”, reforça o executivo.

Além de ter a oportunidade de trabalhar em uma grande empresa, com renomados profissionais da área, a Pague Menos também oferece um contato muito próximo com startups, fonte da qual a rede tem bebido muito nos últimos tempos, inclusive. Iniciativas como o Fast Dating e o hub de inovação Ninna, que tem a rede de farmácias como uma de suas mantenedoras, fazem com que o profissional da área mantenha um convívio constante com diversas startups, cultivando uma importante relação com outros talentos e soluções inovadoras.

Para participar do processo, basta acessar o link https://bit.ly/3hALSN2 e preencher o formulário. As inscrições ficam abertas até 15/06 e a divulgação dos aprovados acontece no dia 16/06. Os selecionados terão seis meses de treinamento divididos em duas etapas que contemplam três meses cada. Na primeira fase, chamada de Núcleo Acelerador, com início ainda em junho e irá até agosto, os alunos terão carga horária diária de 6 horas de estudos e 2 horas de trabalho prático. Na fase de Núcleo Formador, a carga horária diária será de 4 horas de estudos e 4 horas de trabalho prático, tendo início em setembro.

Após o fim do treinamento, 50% dos melhores alunos do Núcleo Acelerador e Formador, terão acesso à bolsa de 100% para a graduação em Tecnólgo de Sistemas/ Desenvolvimento de Sistemas, na UP Farma. Durante todas as etapas, os selecionados receberão bolsa auxílio compatível com o mercado, além de benefícios como vale-alimentação, vale-refeição e convênio médico.

Fintech Mark 2 Market capta R$ 10,8 milhões em nova rodada de investimentos

A Mark 2 Market, empresa de tecnologia com ampla experiência no desenvolvimento de sistemas relacionados à tesouraria e gestão de risco, além de Central Depositária de CRA (Certificado de Recebíveis do Agronegócio), acaba de anunciar o recebimento de novo aporte no valor de R$ 10,8 milhões. A rodada de investimentos foi liderada pela KPTL, maior gestora de fundos de venture capital dedicados à inovação com recursos domiciliados no Brasil, e Mantiqueira Participações, que já eram investidores da companhia, e agora conta com a entrada de nomes de peso como Tridon Participações e Flávio Jansen, co-founder do Submarino, conselheiro da Locaweb e ex-conselheiro da CETIP (Central de Custódia e Liquidação Financeira de Títulos). Além disso, nesta terça-feira (8/6), após reunião do colegiado da CVM (Comissão de Valores Mobiliários), que atestou o cumprimento de exigências técnicas, a M2M obtém a homologação de suas atividades como Central Depositária de CRA, sendo a única além da B3, a operar neste mercado.

“Os recursos captados prevêem a aceleração da integração de nossas soluções financeiras em um mesmo ecossistema. Será a partir dele que alavancaremos nosso crescimento, voltados especialmente para as companhias não financeiras usuárias de nossas diversas soluções. O fato de que a oferta de investidores superou nossa demanda nesta rodada é um ótimo sinal de que estamos no caminho certo para diferenciação de nossos concorrentes em todos os mercados em que atuamos, regulados ou não”, comenta Rodrigo Amato, fundador e CEO da Mark 2 Market.

“Acompanhamos toda a trajetória da M2M até aqui e confiamos muito na sua capacidade de inovação, além da resiliência já demonstrada pela companhia em outras oportunidades. O desafio é gigante, mas o time é excepcional e acreditamos que o melhor está por vir ainda”, diz Renato Ramalho, CEO da KPTL. Já para Flávio Jansen, a abordagem da M2M é única no setor e “pode ser tão disruptiva quanto compensadora”, completa.

Atualmente, a Mark 2 Market controla mais de R$ 310 bilhões em suas plataformas, ajudando securitizadoras e diversas companhias, já emissoras do mercado de capitais ou não, na gestão de dívidas, aplicações, derivativos e risco. A inteligência oferecida sobre os dados processados pela M2M contribui com decisões sobre novas operações financeiras ao fornecer leituras precisas e confiáveis, que se traduzem em eficiência financeira para seus clientes.

Com a gradual ampliação de oferta de serviços regulados esperada pela empresa, se projeta que em um horizonte de três a cinco anos chegue à marca de R$ 1 trilhão em operações financeiras amparadas por suas plataformas. A partir da aprovação obtida junto à CVM (Comissão de Valores Mobiliários), o próximo passo é colocar no ar o depósito de CRA, o que deve acontecer no início do segundo semestre.

No portfólio de clientes há companhias de prestígio como JSL, Burger King, EcoAgro, Natura, CCR e Alpargatas, que por meio dos softwares da Mark 2 Market monitoram suas obrigações como emissor de títulos de dívidas privadas, entre outras operações do mercado como financiamento bancário e operações de hedge.

Karvi capta US$ 10 milhões em investimentos Series A

Plataforma on-line da Karvi moderniza o mercado de compra e venda de carros na América do Sul

A Karvi, plataforma on-line de compra e venda de carros no Brasil e Argentina, captou US$ 10 milhões em investimentos Series A. O fundo Pelham Capital Investments liderou a rodada de investimentos, que também incluiu Launchpad, Inti Ventures e Luxor Capital. A startup também foi apoiada pelo proeminente empresário de tecnologia David Buttress, Fundador da Just Eat, e Presidente do Conselho da Karvi, e os renomados investidores de tecnologia Ram Parameswaran, Fundador da Octahedron Capital, e Anu Hariharan, Sócio da YCombinator.

A startup, cuja plataforma já possui mais de 1.000 varejistas ativos em todo o estado de São Paulo (Brasil), planeja usar o investimento levantado na expansão de suas soluções digitais para compradores e concessionárias, aumentando o reconhecimento da marca, bem como contratando os melhores talentos da indústria.

“Estamos muito felizes em liderar a Series A da Karvi depois de ter participado das rodadas anteriores da companhia. Estamos impressionados pela velocidade com que a equipe tem ganhado tração em um grande mercado, e estamos empolgados em fazer parte do plano da Karvi de melhorar a experiência de compra e venda de carros na América Latina”, disse Ross Turner, da Pelham Capital.

Matías Fernández Barrio, Cofundador da Karvi, diz que “comprar um carro novo ou usado é uma das aquisições mais importantes e emocionais que as pessoas fazem em suas vidas”. Ele e o Cofundador Matías Rosetto lançaram a startup após sentirem em primeira mão o quão difícil é comprar um carro na América Latina, ambos tendo experimentado muitas surpresas desagradáveis ao longo do caminho. A plataforma online do Karvi expande a visibilidade dos vendedores e oferece características para os compradores que criam eficiência e confiança em sua compra.

A Karvi ajuda os varejistas a melhorar sua oferta com soluções fornecidas pela empresa, como inspeções mecânicas, fotografias profissionais e garantias estendidas, e permite que os varejistas alcancem um público maior de compradores digitalmente. A plataforma escalável oferece aos compradores um enorme inventário de veículos em uma grande cobertura geográfica e fornece uma garantia de que os veículos que estão sendo comprados são seguros. Matías Rossetto destaca “ao oferecer simplicidade e transparência em uma escala incomparável, vamos nos tornar a opção nº 1 para os compradores de carros na América Latina”.

A Karvi modernizou o processo anteriormente complexo e fragmentado de compra e venda de um carro, e desenvolveu soluções específicas para conferir confiança nessas transações. Como a Karvi planeja aumentar agressivamente o número de varejistas no Brasil e Argentina, os fundadores destacaram a importância de “construir uma marca que garanta uma experiência em escala superior”.

Em março de 2021, a Karvi lançou um serviço de venda de carros usados certificados, que inclui fotografia profissional e vídeo dos carros à venda, uma avaliação mecânica independente em mais de 280 itens e uma garantia mecânica de um ano em todos os carros vendidos. De acordo com Fernández Barrio, essa nova solução trará mais transparência ao consumidor no momento da compra.

Atualmente, a startup opera em São Paulo e Buenos Aires. Até 2022, a Karvi planeja ofertar veículos de mais de 2 mil concessionárias de carros novos e de 8 mil lojas de carros usados. Para isso, a Karvi fez uma parceria com a Auto Avaliar, principal marketplace B2B de automóveis do Brasil. Atualmente, a empresa conta com 100 funcionários e planeja dobrar esse número antes do fim do ano.

“O Brasil é o maior mercado da Karvi e será o foco de nossos esforços de expansão, bem como do nosso investimento”, diz Rossetto.

 “Temos uma oportunidade única em nossas mãos. Estamos comprometidos em utilizar eficientemente os fundos que recebemos nessa rodada para o crescimento de nossa equipe, nosso produto, nossa marca e a experiência de nossos consumidores. Com isso, prepararemos nossa empresa para o próximo grande passo de expansão”, resume Fernández Barrio.

MOV(-)19 promove evento de empreendedorismo online, nacional e gratuito com apresentação de soluções de combate ao Covid-19

No próximo dia 17 de junho, a partir das 18h, acontece o “DemoDay” do MOV(-)19, um evento online e gratuito aberto para toda a população onde o público poderá conhecer quatro das startups que foram aceleradas pelo MOV(-)19, movimento idealizado por um grupo de empreendedores para acelerar startups que tem propostas e soluções para minimizar os impactos da pandemia em diversos segmentos da sociedade. Os interessados em assistir o evento poderão se inscrever sem custo algum pelo link resumocast.com.br/demoday

Durante o DemoDay, quatro das dez startups selecionadas pelo MOV(-)19, que participaram do programa de aceleração, terão até quatro minutos para apresentar seus pitches e serão avaliadas em transmissão ao vivo pelo youtube, por uma bancada composta por grandes nomes do empreendedorismo brasileiro. Quem se inscrever gratuitamente para assistir ao evento receberá acesso ao “Módulo de treinamento de pitches”, mesmo material utilizado pelas startups durante o programa. Além de poder ganhar livros autografados dos autores.

“Desde o início acreditamos que o empreendedorismo tem o poder de transformar a sociedade, com boas ideias, sendo aplicadas de forma assertiva e com apoio de especialistas que podem ajudar essas startups a se desenvolverem no mercado. Assim surgiu a ideia do do MOV (-) 19 e estamos concluindo mais uma etapa do programa com a realização do DemoDay”, ressalta Gustavo Carriconde, CEO do ResumoCast, do RC For Startups e um dos idealizadores do movimento. 

A aceleração dessas startups começou no final de março de 2021. As atividades desenvolvidas com as empresas nesse período, tiveram como foco entregar aos empresários conhecimento para que eles possam ter a estrutura necessária para se desenvolverem e ganharem espaço em seus mercados de atuação. Foram aceleradas startups de diversas áreas, como: telemedicina, entretenimento, inteligência de dados, sanitização contra a covid-19 e edtech.

Idealizado pelo ResumoCast For Startups, um dos maiores canais de empreendedorismo do Brasil, o MOV(-)19 foi criado para acelerar empresas que apresentaram soluções para combater os impactos da pandemia por meio do empreendedorismo.

“Queremos convidar toda a população para acompanhar o evento. A ideia, além de apresentar quatro das dez startups que foram aceleradas pelo MOV(-)19, é inspirar novos empreendedores em todo o Brasil”, finaliza Carriconde.  

Evento DemoDay 

Data: 17 de junho de 2021, a partir das 18:00 de Brasília

Link de inscrição e acompanhamneto do evento: resumocast.com.br/demoday

Estudo da IDC Brasil aponta crescimento nas vendas de impressoras à tinta e queda nos modelos a laser

Nos últimos meses de 2020 o mercado brasileiro de impressão reagiu, mas o ano começou e as vendas de impressoras caíram. No primeiro trimestre de 2021 foram comercializados 654.228 equipamentos, 0,8% a menos em relação ao mesmo período de 2020. Por categoria, foram 559.630 modelos jato de tinta, crescimento de 3,3%; 93.187 a laser, queda de 20%, e 1.411 matriciais, alta de 39,8%. Deste volume, 444.797 foram para o varejo e 209.431 para o mercado corporativo. Os dados são do IDC Brazil Quarterly Hardcopy Tracker Q1/2021, estudo realizado pela IDC Brasil, líder em inteligência de mercado, serviços de consultoria e conferências com as indústrias de Tecnologia da Informação e Telecomunicações.

“O mercado de impressoras tem sofrido muito, especialmente o de modelos a laser, que é mais orientado ao mercado corporativo. Segundo os distribuidores, algumas empresas começaram a retomar seus negócios, ainda que em um ritmo mais lento, e outras voltaram a ter atividades presenciais, mas foram novamente impactadas no início de março quando a pandemia alcançou recordes no Brasil e o comércio voltou a ter regras mais rígidas de funcionamento”explica Rodrigo Pereira, analista de Consumer & Commercial Devices da IDC Brasil. Além disso, completa Rodrigo, “há outros fatores que tornam a recuperação mais lenta, como a escassez de insumos, o dólar alto e a própria falta de produtos no Brasil”.

Já o segmento de inkjet, segue com aparelhos tanque de tinta ganhando a preferência do consumidor – dos 559.630 vendidos, 311.767 foram dessa categoria -, porém, o dólar e os preços mais altos abriram espaço para que os equipamentos com cartucho de tinta voltassem a ter presença no mercado, com um crescimento de 4,2% contra 2,5% dos equipamentos de tanque de tinta. “Em um cenário com demanda e preços altos, o segmento de máquinas com cartucho encontrou uma oportunidade, ganhou um pouco mais de espaço e contribuiu para o crescimento de 3,3% do mercado à tinta total”, explica o analista da IDC Brasil. Segundo ele, seja pelo preço competitivo ou pela durabilidade dos suprimentos, as impressoras à tinta têm conquistado pequenas e médias empresas, refletindo a transformação e a mudança de paradigma que vêm acontecendo também em outros mercados.

Em termos de receita, o estudo da IDC Brasil mostra que o mercado brasileiro de impressão fechou o 1º trimestre com R$878,2 milhões, 22,3% de crescimento em relação ao mesmo período do ano passado, sendo R$617,2 milhões gerados pelas vendas de máquinas inkjet, R$258,8 milhões de vendas de impressoras a laser e R$3,2 milhões de matriciais. Da receita total, o mercado corporativo respondeu por R$489 milhões e o varejo por R$389 milhões.

Como serão as telcos na era do 5G e Hybrid Cloud

Por Marisol Penante, Líder de consultoria e serviços para as indústrias de Mídia e Telecomunicações na IBM América Latina

Um dos impactos que estamos experimentando em decorrência da pandemia é a relevância da conectividade e dos serviços oferecidos pelas plataformas em nuvem, que possibilitaram às empresas seguirem operando e, com isso, mudaram definitivamente a forma como trabalhamos, vivemos e nos relacionamos. Enquanto o mundo se dá conta da relevância da cobertura e da qualidade da conectividade, as telcos ainda enfrentam desafios de negócio importantes, e competem para avançar em direção ao 5G e ao Edge. Uma questão crítica agora é: será que elas podem evitar o mesmo destino que recentemente se abateu sobre as empresas de mídia quando os hyperscalers de nuvem e as empresas de streaming (OTTs) ao consumidor capturaram a maior parte de seus lucros?

Em um novo estudo global do IBM Institute for Business Value lançado hoje, “O fim dos provedores de serviços de comunicação como conhecemos“, 500 executivos globais de empresas de telecomunicações de 21 países, incluindo o Brasil e outros países da América Latina, foram entrevistados para apresentar sua visão sobre os maiores desafios e oportunidades à medida que transformam seus negócios para capturar o novo potencial desta onda trazida pela implantação do ecossistema de 5G e Edge Computing.

Uma das principais conclusões obtidas a partir das visões dos executivos destas empresas é que para terem o controle do seu próprio destino, as operadoras precisam mudar seu posicionamento. Devem adaptar seu modelo de negócio de provedoras de conectividade e infraestrutura para um Modelo de Plataforma Serviços, que leve em conta o fato de que a própria infraestrutura de suas redes está se tornando uma plataforma em nuvem híbrida e os serviços de dados, voz e multimídia estão gradativamente sendo migrados para componentes abertos.

Para impulsionar essa transformação, algumas empresas de telecomunicações estão adotando plataformas de nuvem híbrida aberta que permitem escala, porém se mantendo no controle da jornada de transformação do negócio e dos seus dados. Muitas estão procurando aproveitar sua posição dominante em conectividade para fornecer uma plataforma de inovação para seus clientes – metade (50%) dos provedores de serviços de comunicação (CSPs) de alto desempenho globais concordam que devem se tornar plataformas de nuvem estratégicas combinando um ecossistema de parceiros diverso, e 45% de todos os entrevistados na América Latina concordam que devem se tornar nuvens seguras com IA e automação.

Mas, à medida que as telcos olham para as lições do passado, o estudo também mostrou uma relutância crescente em confiar nos webscalers tradicionais e nas nuvens de hyperscalers à medida que embarcam nessa jornada. Quase três quartos (74%) dos CSPs de melhor desempenho entendem que a parceria com webscalers, incluindo hyperscalers, para Edge computing e 5G, beneficia principalmente os interesses estratégicos dos webscalers.

A nuvem híbrida mantém as telcos no controle

Ao adotar uma abordagem de nuvem híbrida aberta, as telcos passam a ter o controle de escolha sobre onde instalar partes de sua arquitetura, seja em nuvem pública ou privada, bem como da cadeia de fornecedores parceiros em um ambiente habilitado por uma plataforma aberta que funciona como uma língua franca para os dados. Esta arquitetura, compatível com o padrão da indústria, promove flexibilidade de implantação e colaboração em todo o setor, um elemento necessário para capturar o novo valor da conectividade de última geração. Ela também oferece suporte a mais formas de monetizar as vantagens do 5G – incluindo latência reduzida, largura de banda aprimorada e capacidade de rede dedicada que pode melhorar a qualidade do serviço para os clientes.

A realidade é que o 5G trará custos significativos para as empresas de telecomunicações: licenciamento do espectro, construção de infraestrutura e gerenciamento em tempo real de uma plataforma complexa. No mundo, quase todas as grandes empresas de telecomunicações anunciaram seu compromisso em gastar bilhões de dólares nos próximos anos em infraestrutura para suportar 5G. Por causa disso, há uma urgência financeira cada vez maior para as empresas de telecomunicações transformarem suas arquiteturas de rede em plataformas definidas por software que podem ajudá-las a otimizar os custos a fim de viabilizar o crescimento da rede na escala da demanda de tráfego e de novos casos de uso que o 5G requer. E a promessa que isso representa tem um impacto real no resultado final – 91% dos CSPs de alto desempenho pesquisados ​​esperam superar suas expectativas financeiras atuais em cinco anos com o resultado do uso de Edge Computing e 5G.

Em conversas com clientes em toda a região, tenho notado que um cenário de curto prazo em que as Telcos irão seguir implementando 4G mais rapidamente em suas redes enquanto seguem atualizando suas redes de transmissão para fibra e iniciam a implantação do 5G. Também serão importantes para a região as implementações de acesso fixo sem fio com 5G(FWA) como alternativa de cobertura à banda larga por fibra em regiões específicas.

As empresas de telecomunicações também veem a segurança como um elemento fundamental para sua transformação – 60% dos CEOs de telecomunicações entrevistados acreditam que é importante o fortalecimento da segurança e privacidade dos dados para seus clientes, além de ser uma forma de construir a experiência e a confiança com eles nos próximos 2-3 anos, de acordo com o CEO Study 2021*. Um modelo de nuvem híbrida mantém as empresas de telecomunicações no controle de seus dados, implementando segurança de nível empresarial em todos os aspectos dos fluxos de trabalho que gerenciam, bem como para os de clientes e parceiros. Com uma abordagem de nuvem híbrida aberta, as telcos podem monetizar seus dados com segurança porque continuam no controle sobre as configurações de privacidade, além de integrar segurança e conformidade em toda a amplitude de suas cargas de trabalho de TI.

Fazer uso de maneira inteligente da sinergia entre conectividade e capacidade computacional distribuída será o fator determinante para o sucesso das telcos e de todas as empresas, parceiros e clientes que fazem parte desse ecossistema. Para isso, é importante que elas pensem além da conectividade que provêm hoje, escolham com cuidado e critério seus parceiros de Cloud Hyperscale de forma que possam manter o controle da cadeia de valor da evolução das suas redes, estabeleçam pontos de controle sobre esta nova plataforma, administrando a monetização deste novo ecossistema, e que se preparem para a nova geração de redes e aplicações através das nuvens híbridas.

*CEO Study 2021: https://www.ibm.com/thought-leadership/institute-business-value/c-suite-study/ceo

Google traz para o Brasil app que ensina programação de maneira fácil e gratuita

A partir de hoje, os brasileiros poderão acessar a versão em português do Grasshopper , aplicativo gratuito desenvolvido pelo Google com o objetivo de ensinar programação para iniciantes através de jogos e lições interativas de JavaScript, a linguagem utilizada por mais de 70% dos programadores.

Criado por uma equipe de programadores do Google em sua incubadora para produtos experimentais, a Area 120, o Grasshopper tem como missão remover as barreiras que limitam o acesso à educação e preparar adultos e jovens para carreiras que utilizam a programação. O aplicativo faz parte da iniciativa Cresça com o Google , que reúne uma série de programas do Google para o desenvolvimento de pessoas e negócios. “Programar está se tornando uma habilidade essencial no mercado de trabalho, e queremos que todos possam aprender sobre isso”, diz Susana Ayarza, diretora de marketing do Google.

O aplicativo oferece um ambiente de aprendizagem centrado em quem está começando – ou quer começar – a entender o mundo da programação. Por meio de uma metodologia interativa, o aplicativo traz quebra-cabeças visuais, que instigam os alunos a utilizar os principais conceitos de codificação, como funções, loops e variáveis. Com o Grasshopper, é possível aprender técnicas como: criar animações ou resolver problemas utilizando códigos, ou ainda construir um site com HTML e CSS. Agora, os brasileiros poderão ler as instruções, obter suporte e receber feedback em seu idioma nativo.

O conhecimento em tecnologia tornou-se quase essencial para quem vislumbra um futuro promissor no mercado de trabalho. Segundo a McKinsey , até 2030, o Brasil precisará de 1 milhão de profissionais nesta área. E as oportunidades em programação são uma das que melhor despontam neste cenário. Por isso, tem sido cada vez maior o número de pessoas que estão migrando para a carreira de programador, como mostra, por exemplo, um estudo recente do Google com a consultoria Bain & Company. Hoje, no Brasil, cerca de 30% dos desenvolvedores vieram de outras atividades. Entre eles, 80% apontam melhoria na qualidade de vida e perspectiva de crescimento. Já metade diz que recomendaria a carreira para seus amigos.

Diminuindo a lacuna entre homens e mulheres na tecnologia

Desde o lançamento do Grasshopper, em 2018, um milhão de pessoas passaram pelo menos uma hora aprendendo a codificar por meio do aplicativo. Estudos acadêmicos sobre a eficácia do Grasshopper mostraram que, após duas semanas de uso, os alunos estão mais motivados para aprender a programar. E embora as mulheres tenham a tendência a se sentir menos seguras no início de suas jornadas de aprendizagem de codificação, foi observado que a diferença de confiança entre homens e mulheres diminui em 18% quando utilizam o aplicativo. A inclusão das mulheres no setor é um dos objetivos do Grasshopper, cujo nome é homenagem a Grace Hopper, uma das pioneiras na programação de computadores.

O número de mulheres trabalhando com TI, no Brasil, dobrou na última década, mas elas ainda são menos de um quarto do total de trabalhadores da área, segundo estudo da Softex (Associação para Promoção da Excelência do Software Brasileiro), com dados do Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTIC) .

O Grasshopper em português está disponível para Android e desktop.

TI sustentável traz benefícios significativos, mas atualmente ainda não é um foco para maioria das organizações

Enquanto metade das empresas definiu uma abordagem de sustentabilidade em toda a empresa, menos de uma em cada cinco (18%) possui uma estratégia de TI abrangente e sustentável


De acordo com um novo relatório do Capgemini Research Institute, intitulado “TI Sustentável: Por que é hora de uma revolução Verde para a TI da sua organização”, as companhias que construíram um roteiro abrangente para acelerar a implementação sustentável de TI¹ receberam melhores pontuações em Governança Ambiental, Social e Corporativa (ESG no original em inglês – 61%), viram melhor satisfação do cliente (56%) e testemunharam economia fiscal (44%) como resultados diretos de práticas sustentáveis de TI. No entanto, ainda desconhecem em grande parte como implementar práticas sustentáveis de tecnologia da informação e lidar proativamente com o impacto ambiental da TI empresarial: apenas 6% das empresas alcançaram um alto nível de maturidade sustentável de TI.

Embora as soluções tecnológicas possam ajudar a resolver problemas ambientais, a TI como um todo tem sua própria pegada de carbono. O novo relatório identificou as áreas de emissões nas TIs corporativas, que estão crescendo mais rapidamente, e estabeleceu um roteiro de três estágios para que as organizações construam e implementem suas estratégias de TI sustentáveis.

No entanto, as organizações ainda não estão vendo a TI sustentável como prioridade ou uma ferramenta em sua agenda mais ampla de sustentabilidade, e a jornada para redução da emissão de carbono: de acordo com o relatório, apenas 22% planejam reduzir mais de um quarto de sua pegada de carbono por meio de TI sustentável nos próximos 3 anos.

As organizações desconhecem em grande parte o impacto ambiental da TI


Percebeu-se uma lacuna clara de conscientização sobre o impacto ambiental da TI, com 57% dos entrevistados desconhecendo a pegada de carbono de TI de suas próprias organizações. Os do setor bancário e de produtos de consumo apresentam os maiores níveis de conscientização (52% e 51%, respectivamente), enquanto o setor manufatureiro industrial é o menor (28%). Apenas 34% sabem que a produção de celulares e laptops tem uma pegada de carbono maior do que o uso desses dispositivos ao longo de sua vida útil.

Essa lacuna é agravada pelo fato de que a TI sustentável atualmente não recebe a mesma atenção e recursos que outras iniciativas verdes. Quando se trata de estratégia, metade das empresas definiu uma abordagem de sustentabilidade em toda a empresa, mas menos de uma em cada cinco (18%) possuem uma estratégia de TI abrangente e sustentável, com metas bem definidas e cronogramas de objetivos.

A maioria das organizações não possui ferramentas adequadas ou padrões compartilhados para medir o impacto ambiental da TI. Apenas 29% usam ferramentas de avaliação de carbono e apenas 34% dizem que a TI sustentável faz parte da agenda do conselho. O uso de KPIs para rastrear e medir o progresso da sustentabilidade de TI das empresas também não é difundido, com apenas 23% das organizações medindo as emissões de gases de efeito estufa. No geral, apenas 1% atingiu suas metas. Definir um custo de carbono em relação às operações de TI pode ajudar as organizações em todos os departamentos a perceber o impacto de sua pegada de TI, mas apenas 27% das organizações padronizaram a prática.

Organizações de alta maturidade obtêm mais benefícios


O setor de tecnologia está bem posicionado para desempenhar um papel de influência e defesa de mudanças nas políticas. As empresas de tecnologia estão tomando medidas proativas para descarbonizar as operações, serviços e produtos de TI, e vários participantes anunciaram metas para se tornarem neutras em carbono. Como resultado, muitas organizações estão procurando transferir o ônus para o setor de tecnologia para ajudá-las a estabelecer práticas de TI sustentáveis. Cerca de 52% das organizações disseram ao Capgemini Research Institute que as empresas de tecnologia devem incorporar uma dimensão de TI sustentável em seus produtos e serviços, 61% querem que as empresas de tecnologia as ajudem a medir o impacto ambiental de sua TI e 45% estão dispostas a pagar um prêmio de até 5% para produtos e serviços de TI sustentáveis.

“A sustentabilidade deve estar no centro de nossos esforços globais para a recuperação pós-pandemia, e a TI não pode ser negligenciada. As organizações precisam reconhecer e agir sobre o custo do carbono de nosso mundo digital, acelerando a mudança para modelos de negócios que são apoiados por recursos de TI sustentáveis”, afirma Cyril Garcia, CEO da Capgemini Invent e membro do Conselho Executivo do Grupo, Patrocinador executivo do programa de CSR do Grupo.

“As organizações devem ter ferramentas de diagnóstico, estratégias e um roteiro para acelerar sua jornada em direção à descarbonização. O endosso de todas as partes interessadas na organização será fundamental para o sucesso, juntamente com a arquitetura de software sustentável e a mudança no comportamento dos funcionários. Além do imperativo ambiental, os benefícios comerciais são atraentes em termos de resultados financeiros, status social e satisfação do cliente”, complementa.

O relatório conclui com um roteiro de três estágios para acelerar a TI sustentável, que inclui:
• Estabelecer as bases com uma estratégia de TI sustentável que se alinhe com a estratégia de sustentabilidade organizacional
• Criação de um processo de governança com uma equipe de TI sustentável dedicada e suporte da liderança
• Operacionalizar iniciativas de TI sustentáveis com sustentabilidade, um pilar fundamental da arquitetura de software

Uma cópia do relatório pode ser baixada aqui.

¹TI sustentável é um termo abrangente que descreve uma abordagem focada no ambiente para o design, uso e descarte de hardware de computador e aplicativos de software, e o design dos processos de negócios que os acompanham. O termo também se estende a atividades como mineração responsável de metais raros usados para desenvolver hardware de TI, conservação de água e a aplicação de princípios de economia circular em todo o ciclo de vida da tecnologia. A pesquisa da Capgemini abrange quatro áreas principais de TI corporativa, incluindo Hardware e Dispositivos do Usuário, Redes e Sistemas de Comunicação, Aplicativos e Dados e Computação em Nuvem.

Metodologia do relatório


O Capgemini Research Institute entrevistou 1.000 organizações com receitas anuais de mais de US$ 1 bilhão para entender sua perspectiva de TI sustentável. Isso incluiu organizações de Seguros, Varejo, Produtos de Consumo, Bancos, Energia e Serviços Públicos, Ciências da Vida e Saúde, Automotivo, Telecomunicações, Manufatura Industrial, Serviços de Tecnologia e o Setor Público. O Capgemini Research Institute entrevistou executivos seniores de TI, profissionais de sustentabilidade, bem como executivos seniores de funções essenciais, como recursos humanos, finanças e marketing.

Programa de potencialização de startups apoiado pelo Sicredi prorroga inscrições

O programa de potencialização de startups “Conecta Caldeira”, apoiado pelo Sicredi, anuncia a prorrogação do período de inscrições para sua próxima edição até o dia 12 de junho. Os interessados podem se inscrever no endereço institutocaldeira.org.br/conecta-caldeira/.

A iniciativa tem como objetivo conectar as empresas participantes, como o Sicredi, que é um dos fundadores do Instituto Caldeira, com as startups que tenham soluções para resolver os desafios de negócio dessas organizações, além de promover e criar oportunidades para o ecossistema de inovação no país. Podem participar do “Conecta Caldeira” aquelas que estejam no estágio de desenvolvimento de produto, com pelo menos um MVP (Produto Mínimo Viável), ou prontas para apresentar suas soluções às empresas.

Com seis grandes temas como foco principal, a organização da iniciativa decidiu pela divulgação de maneira intercalada, com o primeiro deles relacionado à área de Recursos Humanos, na qual busca fomentar soluções para “Comunicação interna e engajamento”; “Sistemáticas e metodologias para avaliação e reconhecimento de performance”; “Retenção e desenvolvimento de talentos”; “Plataforma integrada de gestão de pessoas” e “Experiência da jornada do colaborador”.

O “Conecta Caldeira” será dividido em quatro etapas: além da inscrição, o processo de seleção, com anúncio programado para 7 de julho, seguido do pitch day online, entre os dias 22 e 23, que permitirá um conhecimento maior do propósito das startups, e, por fim, a etapa ‘Conexão’, entre 23 e 30 de julho, em que as empresas entrarão em contato com as startups para alinhamento sobre a execução da parceria.

Serviço – Conecta Caldeira

Inscrições: até 12 de junho, no site institutocaldeira.org.br/conecta-caldeira/

Comitê de seleção: 07 de julho

Demoday (pitch day): 22 e 23 de julho

Conexão: de 23 a 30 de julho

AES Brasil prorroga inscrições para o terceiro ciclo de aceleração de startups

As inscrições para o Programa de Aceleração da AES Brasil foram prorrogadas. Startups de todo o País interessadas em participar do projeto poderão se inscrever, e tirar dúvidas, até o dia 13 de junho, por meio do site oficial: aesbrasil.liga.ventures.

Em sua terceira edição, a iniciativa vai mapear startups com o objetivo de solucionar desafios internos estratégicos à Companhia. Serão contratadas as soluções mais inovadoras e maduras que se adequarem ao que a empresa busca. Para a realização desse novo ciclo, a AES Brasil conta com o apoio da Liga Ventures, plataforma que transforma inovação aberta em resultado real, que será responsável pela gestão do programa.

Livro ‘TI de Salto’ apresenta relatos inspiradores de 21 mulheres do setor tecnológico

Autoras contam como venceram o preconceito de gênero no segmento, tornaram-se bem-sucedidas na área e como romperam paradigmas em prol da presença da mulher na TI. Além de darem lições de sororidade. São depoimentos que buscam inspirar, encorajar e abrem as portas para um debate

O primeiro algoritmo foi escrito pela condessa Ada Lovelace, considerada a mãe da computação, no século XIX. Mesmo com mulheres importantes ao longo da história, há quem acredite que lugar de mulher não é na tecnologia. Apesar de ainda serem minoria nesse mercado predominante masculino, as contemporâneas da Ada estão cada vez mais presentes no dia a dia e fazem a diferença no universo de Tecnologia da Informação (TI). 

Pensando nisso, a empresária Sylvia Bellio reúne histórias dessas mulheres transformadoras no seu novo livro, TI de Salto. A publicação, que integra o Projeto Conte Sua História, traz 21 personalidades femininas, incluindo a organizadora, que vencem as adversidades ao longo da jornada. São assistentes, técnicas, analistas, gestoras, executivas, CEO e até mesmo entusiastas da área. 

A ideia da obra, de acordo com Sylvia, surgiu da “vontade de ajudar, inspirar e incentivar outras mulheres” a participar do mercado e fazer parte dessa transformação. A apresentação é assinada pela jornalista e executiva Sandra Boccia, que destacou a importância da organizadora em dar voz a outras empreendedoras. 

Já a introdução ficou por conta do líder da Dell na América Latina, Luis Gonçalves. Para ele, as trajetórias das mulheres presentes no livro são inspiradoras e carregadas de propósito. O lançamento da obra acontece no dia 19 de junho, às 17h.

A baixa presença feminina nas salas de aula é comum nas narrações das autoras. De acordo com a pesquisa Estatísticas de Gênero, do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), em 2019, elas representavam 13,3% das matrículas nos cursos presenciais de graduação na área de Computação e Tecnologias e Comunicação. E, na Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílio (PNAD), também do IBGE, mostrou que somente 20% dos profissionais da área de tecnologia de informação são mulheres. 

Com isso, elas acabam sofrendo a síndrome do impostor, que é aquela sensação de se sentir inferior aos demais e incapaz de reconhecer o próprio sucesso. Esse problema foi enfrentado por algumas retratadas do livro.

Além do horizonte

Elas saem da zona de conforto, como uma líder global de TI, que deixou o trabalho no Brasil para encarar um novo desafio em uma companhia, nos Estados Unidos. Isso aos 50 anos e sozinha. 

Situação parecida aconteceu com uma jovem profissional que deixou o Nordeste para “inovar” em São Paulo, como ela mesmo diz. Apesar das barreiras, ela conseguiu e, atualmente, é líder do Comitê de Diversidade e Inclusão na empresa onde trabalha, além de ser cofundadora de uma comunidade destinada às mulheres cis e trans na tecnologia.

As questões de gênero e a diversidade também são pautas defendidas por outras mulheres retratadas na obra, além dos questionamentos de ser mãe e profissional no setor tecnológico, que não é tarefa fácil de conciliar. Entretanto, a maternidade levou uma autora ao cargo de CIO de uma empresa.

Compartilhar

O desejo em compartilhar o que sabem para outras pessoas está no sangue das autoras, elas contam como levam o conhecimento através de palestras, mentorias e até mesmo de escolas, como a presidida por uma nomeada da lista dos 30 jovens de destaque de uma revista de negócios, em 2017. 

Após mais de anos de experiência no setor financeiro, Sylvia Bellio fundou a empresa itl.tech, que foi eleita por quatro anos consecutivos a maior revendedora da Dell no Brasil, e é a única mulher no país a fazer parte do conselho de empresas parceiras da marca.

Em 2016, quando começou a participar do DWEN (Dell Women’s Entrepreneur Network), uma rede da Dell que capacita empreendedoras para crescimento de seus negócios, ela entendeu que “não estava sozinha no mundo da tecnologia” e surgiu a vontade de transformar o mercado. 

Desde então, Sylvia escreveu os livros “Simplificando TI” (2018), ‘Impressões Digitais” (2019), organizou o “Mulheres Além do Óbvio” (2020) e, lançou também o “Projeto Conte Sua História”, onde mulheres podem compartilhar suas experiências de vida.

Livro: TI de Salto
Organizadora: Sylvia Bellio
Editora: Árvore Digital

Sobre Sylvia Bellio

CEO e Co-fundadora da itl.tech – empresa eleita por quatro anos consecutivos o Maior Canal de Vendas Dell Technologies. Organizadora do Projeto Conte sua História que tem como objetivo divulgar, compartilhar histórias de mulheres da vida real. Primeiro livro do projeto foi lançado ano passado – Mulheres Além do Obvio. 

Iniciou a carreira no setor financeiro, atuando como gerente da área administrativa de uma grande Instituição Financeira.

É autora dos livros “Simplificando TI” e “Impressões Digitais”. Organizadora do Projeto Conte Sua História que compartilhas histórias de mulheres da vida real, em 2020 lançou primeiro livro do Projeto – Mulheres Além do Obvio.Com mais de 20 anos de experiência no mercado de tecnologia conduz sua equipe de arquitetos de soluções e executivos de negócios para se posicionarem lado a lado com os profissionais de TI na busca de soluções para resolver os desafios de negócios das empresas.

Introduziu no Brasil fabricantes como: DotHill Systems de armazenamento FC; EqualLogic armazenamento ISCSI; Force10 de networking; Compellent de armazenamento FC|ISCI, entre tatas outros fabricantes. 

Tem papel de destaque no empoderamento feminino dentro do universo da tecnologia.  É a única mulher a compor o conselho das empresas parceiras da Dell Technologies no Brasil. Membro do DWEN Dell Women’s Entrepreneur Network e participante das últimas edições do evento. Integrante do WPN Women Partner Network. Integrante do Female Force Latam.

GFT oferece 5.000 bolsas de estudos para contratação de estagiários em desenvolvimento de software

A GFT, empresa líder em tecnologia e inovação localizada em mais de 15 mercados no mundo, e a Digital Innovation One, maior ecossistema de educação em tecnologia gratuita, lançaram no último dia 31 mais uma edição do programa GFT START #2. Serão 5.000 bolsas de estudos gratuitas para devs que estejam cursando o ensino superior e que queiram evoluir as suas habilidades nas tecnologias Java com PostgreSQL e .NET Core com SQL Server e MSTest.

Além de compartilhar conhecimento para acelerar a carreira de milhares de jovens no Brasil, a GFT ainda vai contratar 70 novos talentos para oportunidade de atuação nos projetos da empresa já em agosto. A multinacional busca fomentar a diversidade de gênero, raça e etnias.

As inscrições estão abertas para devs de todo o Brasil até o dia 18/06/2021 pelo link. Os participantes terão acesso a diversas experiências educacionais práticas e teóricas, e mentorias exclusivas com experts da GFT desenvolvidas especialmente para o programa.

O GFT START foi um grande sucesso nas edições anteriores. Milhares de devs evoluíram o seu conhecimento técnico e centenas foram contratados pela multinacional, iniciando uma carreira de sucesso. Entre eles, Emanuel Paiva Medeiros conquistou uma vaga nessa gigante do mercado de tecnologia:

“A GFT é uma empresa que realmente se importa e valoriza os seus colaboradores, em todos os níveis de senioridade, do estagiário até os líderes. Incentivam o Aprendizado Contínuo Escalado, que significa evoluir os seus conhecimentos o tempo todo. Além desse acompanhamento, a empresa possui plano de carreira, onde o próprio colaborador estabelece suas metas e objetivos, e ainda oferece oportunidades de atuar em projetos internacionais e até de ser expatriado para outros países.”

Para a GFT, preparar novos talentos para o mercado e contribuir para o crescimento deles é extremamente gratificante. E, ainda, o foco da multinacional também é trazer mais negros e mulheres para tecnologia, gerando um crescimento positivo com maior diversidade.

“A parceria com a DIO já nos permitiu impactar mais de 10 mil talentos e queremos ir além. O setor da tecnologia é um dos que mais crescem no Brasil e é por meio dessas iniciativas que iremos promover uma transformação digital com diversidade. O GFT START vai além e permite a capacitação e formação de profissionais que, inclusive, buscam migrar para carreiras de tecnologia da informação”, explica Marco Santos, presidente da GFT para Estados Unidos e América Latina.

Com mais de 400 mil dev´s no ecossistema, a Digital Innovation One vem capacitando e preparando talentos para o mercado de trabalho do Brasil e, agora, também para projetos internacionais em parcerias com grandes empresas multinacionais.

“Em mais uma parceria com a GFT, vamos ampliar o impacto social e as oportunidades de conexão entre talentos e uma das empresas mais inovadoras do mundo. No GFT START, estudantes que estão iniciando na área de tecnologia terão acesso a experiências educacionais de alta qualidade e a chance de conquistar uma oportunidade única”, destaca o COO da DIO, Pablo Zaniolo.

As inscrições do programa GFT START #2 encerram no dia 18/06/2021 e é exclusiva para devs que estejam cursando a graduação em tecnologia. Os interessados podem se inscrever pelo link.

São Paulo cria 254 mil empregos no 1º trimestre

O Boletim Econômico do Estado de São Paulo, produzido pelo Núcleo de Estudos da Conjuntura Econômica (NECON) da Fundação Escola de Comércio Álvares Penteado (FECAP), analisou dados de desemprego. O CAGED revela saldo positivo de 254.648 empregos, mas o avanço da pandemia ainda preocupa.

O NECON FECAP é um grupo formado por professores e alunos da Faculdade de Economia da Fundação Escola de Comércio Alvares Penteado – FECAP, além de interessados, e pretende analisar indicadores de conjuntura e cenários da economia atual. O objetivo missão é criar um ambiente permanente e rico de reflexão e análise acerca da conjuntura econômica nacional, além de produzir relatórios que auxiliem investidores, empresários, gestores públicos e pesquisadores na tomada de decisão.

O trabalho foi realizado por Aldryn Dylan.

Confira o Boletim completo clicando aqui: https://www.fecap.br/wp-content/uploads/2021/06/1TRI21.pdf

DESEMPREGO

O estado de São Paulo fechou o 1º trimestre de 2021, no acumulado, com saldo positivo de 254.648 empregos formais, de acordo com os dados divulgados pelo Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Novo CAGED).

Após o declínio do resultado de emprego ao final de 2020, o estado de São Paulo iniciou o primeiro trimestre de 2021 com uma retomada acentuada na geração de empregos. Esse desempenho está diretamente associado ao panorama geral do país, com resultados bastante expressivos no período analisado, sobretudo em fevereiro, se comparado ao fatídico desempenho no mercado de trabalho no ano passado, devido aos impactos causados pela pandemia da COVID-19.

Apesar dos números apresentarem uma retomada da atividade econômica, os índices de controle da pandemia sofreram variações significativas nos primeiros meses do ano e como consequência, houve reclassificações de diversas regiões no Plano São Paulo para o controle da pandemia. A piora acentuada nos índices de controle da pandemia, em fevereiro, contribuiu para a

regressão de todos os munícipios do estado para a fase vermelha do Plano São Paulo, etapa de restrição de mobilidade e funcionamento de comércios e serviços não essenciais mais rigorosa, medida essa seguida pela adoção de uma fase emergencial.

O Governo do estado deu continuidade às medidas de apoio aos setores mais afetados pela pandemia. O anúncio de programas de auxílio, como o Programa Bolsa-Trabalho, que tem como objetivo oferecer bolsa-auxílio de empregos e cursos profissionalizantes para a população desempregada, e o pacote para um plano econômico e fiscal de auxílio a estabelecimentos com faturamento mensal de até R$30 mil, foram algumas das medidas adotadas no primeiro trimestre do ano. Segundo o portal do Governo, as instituições financeiras Desenvolve SP e Banco do Povo ofereceram, até então, cerca de R$2 bilhões em recursos para os setores mais afetados pela pandemia.

O programa de imunização contra o COVID-19 tem sido continuamente aplicado de maneira consistente em São Paulo, de acordo com o planejamento do estado, junto ao Instituo Butantan e o Programa Nacional de Imunização. A vacinação da população é vista pelos especialistas como o ponto-chave para o combate à pandemia e a recuperação definitiva das atividades.

O desempenho do mercado de trabalho dos municípios sofreu os impactos das atividades econômicas e das transições do Plano São Paulo de maneira variada, na qual a relação dos saldos de empregos, agrupados pelas respectivas regiões administrativas.

Dentre os grupos de atividades econômicas, o setor de serviços surpreende com uma participação total de 42% sobre o saldo de empregos no primeiro trimestre do ano. Vale lembrar que o setor de serviços foi o mais afetado pela pandemia em 2020, como apurado na edição anterior desse boletim. Do saldo de 254.648 empregos formais no primeiro trimestre de 2021, 106.954 vieram do setor de serviços; o setor de indústria geral obteve saldo de 70.856 (27,83%), seguido pelo setor de construção com 36.576 (14,36%), setor de agricultura, pecuária, produção florestal, pesca de aquicultura com 34.495 (13,55%) e logo mais o setor de comércio com saldo de 5.767 (2,26%) empregos gerados.