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Estudo da Deloitte e IBGC atesta que desafio atual das empresas é fortalecer a gestão dos riscos estratégicos e cibernéticos

A Deloitte apresenta, em parceria com o IBGC – Instituto Brasileiro de Governança Corporativa, a segunda edição do estudo Os Cinco Pilares dos Riscos Empresariais – Visão abrangente e integrada sobre os fatores de riscos. A pesquisa traz como tema uma visão abrangente e integrada sobre os fatores de riscos divididos em operacionais, cibernéticos, financeiros, regulatórios e estratégicos. O levantamento reitera, de acordo com as 165 empresas ouvidas, que o mercado brasileiro tem procurado evoluir em suas estruturas de controles, governança corporativa e gestão de riscos como uma resposta às transformações regulatórias e aos eventos de crises que impactaram todo o ambiente de negócios.

“Um dos principais resultados da pesquisa aponta que quase três quartos das organizações, ou 73% dos respondentes, apresentam uma política de gestão de riscos formalizada — um expressivo aumento de 26% em relação ao mesmo dado da edição passada desta pesquisa. E entre os tipos de riscos a serem mitigados, os riscos operacionais são os que mais têm processos definidos para mitigação. Na sequência, vêm os riscos financeiros e regulatórios. Os riscos cibernéticos são os que menos contam com processos definidos de mitigação, assim como também são os que as organizações pesquisadas têm menor grau de ciência, o que revela que, ainda que as empresas estejam em um contexto de forte digitalização de negócios, terão de explorar os recursos para a gestão dessas ameaças emergentes”, avalia Alex Borges, sócio-líder de Risk Advisory da Deloitte.

A pesquisa aponta uma tendência de as empresas adotarem, cada vez mais, postura ética alinhada à conformidade, além de promoverem ajustes em suas políticas de integridade/compliance e gestão de riscos. “A imagem das organizações está cada vez mais posta à prova em função de como elas são vistas em suas deliberações éticas. Decisões não podem ser tomadas em benefício próprio ou de terceiros, sob o risco de a organização ter sua imagem e reputação abaladas”, afirma Ricardo Lemos, membro da Comissão de Gerenciamento de Riscos Corporativos do IBGC.

Segundo a pesquisa, praticamente nove em cada dez organizações já possuem um planejamento estratégico formalizado — entre essas empresas, esse planejamento é atualizado, em 70% dos casos, anualmente, o que revela que as organizações estão focadas em entender as necessidades e as expectativas do mercado, de forma a estarem melhor preparadas para atendê-las de forma robusta e assertiva. Apesar de muitas vezes não contarem com um modelo avançado de gestão integrada de riscos, as organizações se mostram atentas a como podem evoluir. Prova disso é que 79% das respondentes aumentaram interesse por desenvolvimento e transformação da gestão de riscos em relação a 2017.

A evolução da tecnologia, as transformações no comportamento do consumidor e as mudanças regulatórias estão tornando o ambiente de negócios mais dinâmico, mas também trazem novos riscos. Nesse sentido, as empresas ainda têm a avançar nas práticas de identificação, avaliação, resposta e monitoramento de riscos emergentes.

Pouco mais da metade das empresas pesquisadas contam com mecanismos para identificação de riscos emergentes (55%), e um número ainda menor tem práticas estruturadas para avaliar (49%), responder (38%) e monitorar (42%) esses riscos. Também é expressiva a porcentagem (30%) de empresas que não têm mecanismos para a gestão de ameaças emergentes. A maior parte das organizações pesquisadas não tem um comitê para responder a eventos relacionados a essas questões — iminentes ou já materializadas — e, entre as empresas que formaram esse comitê, a grande maioria não realizou treinamentos para que seus membros possam responder adequadamente a esses riscos.

De acordo com o estudo, o desafio que se coloca atualmente é o de fortalecer a gestão dos riscos estratégicos e cibernéticos. Do total de respondentes, 83% indicaram que os riscos desse tipo são geridos com grau moderado ou baixo em sua organização. Praticamente metade (46%) dos respondentes indicaram estar nos estágios mais básicos na gestão de riscos de sua organização. Somente 2% afirmaram que essa gestão se encontra em um estágio definido, com uma prática consistente, definida e monitorada de maneira centralizada em pelo menos algum processo. E apenas 26% responderam estar nos níveis mais avançados.

No que diz respeito à detecção e resolução dos riscos, praticamente metade dos executivos participantes do estudo mensuram os seus riscos a cada ano e, pouco menos de um terço, realiza essa análise a cada seis meses. A comunicação desses riscos e o treinamento de pessoas para lidar com as ameaças também são fundamentais e ainda estão relegados a segundo plano. Para ambos, a adesão dos respondentes foi menor do que 30%.

Os riscos operacionais de conduta antiética e fraude são os mais gerenciados pelas organizações, seguidos dos riscos de aderência a regras da empresa. Entre os riscos financeiros, os mais regulados são os relacionados ao fluxo de caixa e à integridade das demonstrações financeiras, o que revela a preocupação das empresas não apenas com os resultados, mas também com o compliance dos aspectos fiscais.

“Percebe-se uma evolução na gestão de riscos em função dos fatos recentes ocorridos tanto no ambiente de negócios do Brasil, quanto no global. Crises financeiras, perdas operacionais e mudanças regulamentares — tais como a Lei Anticorrupção brasileira — fizeram com que as organizações se estruturassem para atender a esses fatores”, explica Borges, da Deloitte.

As reformas que têm sido propostas e regulamentadas pelo poder público, embora ainda estejam em diferentes graus de discussão e implementação, demandaram prontidão das empresas para lidarem com os riscos relacionados aos aspectos trabalhistas e tributários. As ameaças de corrupção estão também entre os riscos regulatórios mais geridos — um indicador de como as organizações estão respondendo aos grandes eventos de crises que impactaram o ambiente de negócios. A adequação à Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais (LGPD), por exemplo, representa um desafio de médio prazo para quase 80% das empresas pesquisadas, seguida de gestão de terceiros, com 70%, disruptura tecnológica (66%), talentos (58%) e integridade de informações (57%).

E, por fim, os maiores desafios apontados na implementação de um processo de gestão de riscos eficaz foram os seguintes:

1) Cultura da organização;
2) Falta de prioridade da administração
3) Criação de uma metodologia eficiente de gestão de riscos
4) Custos e restrições orçamentárias
5) Falta de integração entre as áreas de riscos, controles, compliance e auditoria interna

Nesse sentido, é visível que temos desafios ainda, mas a percepção de que o mercado brasileiro tem procurado evoluir em suas estruturas de controles, governança corporativa e gestão de riscos como uma resposta às transformações regulatórias e aos eventos de crises que impactaram todo o ambiente de negócios.

Metodologia e amostra

Participaram do estudo 165 respondentes — entre esses, 44% pertencem ao nível de diretoria, presidência ou conselho de sua organização. Metade das empresas pesquisadas tem faturamento maior do que R$ 1 bilhão, e quase um terço movimenta ações em Bolsa de Valores ou Mercado de Balcão.

Black Friday 2019: especialista dá dicas de como não cair em golpes na hora das compras on-line

Não é segredo que o comércio eletrônico está “nas graças” dos brasileiros; sendo esse, certamente, um dos fatores que fizeram com que a Black Friday se tornasse uma das datas mais relevantes do varejo nacional. Segundo a pesquisa da Ebit|Nielsen, Webshoppers 40, 36% da população do Brasil é Digital Buyer, ou seja, faz compras on-line. Na mesma medida em que cresce o interesse dos brasileiros pelo e-commerce, aumenta a quantidade de mal intencionados na web, que se aproveitam de datas como esta para aplicar golpes. Oscar Zuccarelli, gerente de Segurança da Informação da Certisign, empresa especializada em Identificação Digital, dá dicas de como não cair em armadilhas e aproveitar sem medo as ofertas da Black Friday.

Identifique a presença do Certificado SSL

O Certificado Digital SSL garante total segurança no ambiente on-line, pois criptografa os dados em tráfego, impedindo-os que sejam interceptados. Os sites protegidos, que têm o SSL, exibem a letra “S” depois da palavra HTTP na barra de endereços, ficando HTTPS, e cadeado fechado. Além disso, possuem o Selo de Segurança, como o do Site Seguro, que, na maior parte dos casos, fica aplicado no rodapé da página do site.

Duvide de ofertas mirabolantes

Na época da Black Friday promoções não faltam e alguns descontos são mais convidativos do que outros. Porém, os preços devem ser dignos de desconfiança quando são extremamente abaixo do praticado no mercado. Por exemplo: se uma televisão de 50”, de LED, custa, normalmente, entre R$ 1700 e R$ 2000, dificilmente ela será ofertada por R$ 200. Por isso, é importante que o consumidor evite clicar em links ou e-mails que estejam “chamando” para estas ofertas, mesmo que, aparentemente, sejam de lojas conhecidas. O ‘Phishing’ é uma prática criminosa que consiste em divulgar ofertas em sites falsos para capturar dados.

Atente-se aos detalhes

Os criminosos utilizam não somente valores absurdos para chamar a atenção de consumidores ávidos por bons preços, mas, também, fazem cópias quase perfeitas de sites de lojas famosas. Por isso, é importante que o cliente fique atento aos detalhes da página, como o nome que está na barra de endereço, checando possíveis erros de português. Outra questão é o Selo de Segurança, pois os sites operados por fraudadores costumam ter apenas a imagem aplicada. Desta forma, é preciso que o internauta clique em cima do Selo e confira as informações do Certificado SSL emitido para o endereço web em questão.

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Novartis recicla blisters de medicamentos para produção de portas e perfis

A Novartis promove o destino sustentável e inteligente de blisters – embalagem de plástico e alumínio para a proteção de medicamentos – remanescentes do processo produtivo de sua fábrica em Cambé, no interior do Paraná. “Isso faz parte da nossa estratégia de eliminar o impacto do plástico em nossas operações”, explica Bruno Petenuci, diretor geral da fábrica da Novartis em Cambé.

A planta fabril tem capacidade produtiva de cerca de 2,2 bilhões de comprimidos e mais de 100 milhões de cartuchos por ano. Em virtude das regras de excelência e qualidade instituídas globalmente pelo Grupo Novartis, o blister reutilizado não tem nenhum contato com o medicamento, podendo ser reaproveitado sem levar substâncias químicas para o processo de reciclagem ou ao meio ambiente.

“Em média, 200 quilogramas de blisters são descartados por dia, que agora seguem para reciclagem e produção de portas ou guarnições, por exemplo. A estimativa é que os materiais reciclados pela Novartis possam gerar cerca de 160 portas ao mês”, menciona Hellen Schmitt, engenheira ambiental da fábrica.

O processo de fabricação dos produtos acabados é realizado pela Unicomper, empresa especializada na transformação de material reciclado para o mercado. A empresa produz os perfis que são usados na fabricação de portas, rodapés, guarnições e batentes.

A transformação do resíduo é totalmente sustentável e não gera impacto ambiental. Isso porque o processo de extrusão do PVC trabalha em torno de 150°C e, nesta temperatura, não há degradação do material e liberação de gases poluentes – os quais seriam liberados apenas a partir de 250°C.

O blister é uma embalagem primária que consiste em proteger o medicamento dentro das condições necessárias para o tempo de uso pretendido. A composição é de material plástico (PVC ou PVDC) moldado com cavidades para a inserção do medicamento em formato de comprimido e selado com material laminado (alumínio). O resíduo aproveitado é formado por plástico (PVDC ou PVC) e alumínio, sendo em média 85% de plástico e 15% de alumínio.

Estratégia sustentável

Em todo mundo, a Novartis está comprometida em eliminar o impacto ambiental do lixo e segue uma estratégia clara de gerenciamento de resíduos. O objetivo é prevenir, reduzir, reciclar ou usar resíduos como fonte de energia, antes de optar pelo o descarte dos materiais.

A empresa considera sempre as oportunidades para reciclagem e recuperação de resíduos. No entanto, prevenção e redução de descartes são sempre preferíveis ao tratamento, incineração ou eliminação. Isso ajuda a garantir que o impacto ambiental global relacionado ao desperdício de materiais e energia permaneça mínimo.

Reciclamos atualmente aproximadamente 80% de todos os resíduos não químicos e continuamos a maximizar as oportunidades de reutilização e reciclagem.

Até 2025, pretendemos eliminar o cloreto de polivinila (PVC) em embalagens (ou seja, embalagens secundárias e terciárias) e vamos reduzir o descarte de resíduos pela metade em relação aos níveis de 2016. Até 2030, pretendemos ser completamente neutros em termos de plástico, com todos os novos produtos atendendo aos princípios de design sustentável.

84% das empresas ainda não estão preparadas para a LGPD, aponta ICTS Protiviti

Mesmo com a Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD) ganhando espaço na agenda corporativa, uma pesquisa com 104 empresas brasileiras mostra que 84% ainda não estão preparadas para atender todos os requisitos da nova legislação, que entrará em vigor a partir de agosto de 2020.

É o que a revela a primeira amostragem de um estudo organizado pela consultoria de ética e compliance ICTS Protiviti, realizada com organizações de diferentes portes, setores e regiões do País entre 10 de agosto e 10 de novembro de 2019. O levantamento reuniu informações coletadas a partir de interações de empresas no Portal LGPD http://www.protiviti.com/BR-por/protecao-de-dados-pessoais

Segundo as estatísticas do estudo, apenas 12,5% das empresas participantes já realizaram o mapeamento de riscos de segurança da informação e proteção de dados, considerada uma ação primária de adequação à lei, e somente 17,3% delas estão preparadas para fazer a gestão da privacidade de dados processados por seus fornecedores e terceiros. Em contrapartida, o desenvolvimento de políticas e normativos em relação aos cuidados da LGPD é o quesito com maior nível de aderência por parte das empresas, com 41,3% delas, indicando já terem produzido este conteúdo.

“Faltando menos de 300 dias para a entrada em vigor da lei, é preocupante que as organizações tenham realizado o desenvolvimento de políticas de segurança sem antes terem mapeado seus riscos ligados ao não cumprimento da norma”, diz Jefferson Kiyohara, especialista em LGPD e diretor da compliance na ICTS Protiviti. “É como iniciar uma viagem sem ter clareza sobre o destino”, completa o executivo.

Das 104 companhias participantes, 33% são de grande porte, 27,5% fazem parte do grupo de médias corporações e 39,6% são micros e pequenas empresas. Participaram da pesquisa organizações de setores variados, como varejo, construção, saúde, educação, telecomunicação, tecnologia da informação, indústria, dentre outros nichos econômicos.

Portal LGPD aponta nível de adequação das empresas

Serviço gratuito, criado pela ICTS Protiviti, o portal LGPD foi criado para ajudar companhias a identificarem o seu grau de adequação à lei por meio de uma avaliação técnica. O teste é em formato de questionário on-line, composto de perguntas alternativas relacionadas à política interna de proteção de dados da empresa. Após ser respondido, na mesma a hora, a empresa recebe gratuitamente um relatório com o diagnóstico sobre o seu atual nível de adequação à LGPD para saber se está, ou não, sujeita às multas e às infrações da lei.

A iniciativa da ICTS Protiviti tem a missão de contribuir na importância que as empresas devem ter em relação a programas de proteção de dados, que envolvem o estabelecimento de controles específicos, a nomeação de responsáveis por implementar e operar tais controles, além de obter evidência de que os controles estão operando de maneira efetiva.

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Cinco dicas para impulsionar uma estratégia de dados centralizada com o Gerenciamento de Dados Mestres

Por Ricardo Fornari, Country Manager da Stibo Systems no Brasil

Em tempos marcados por processos hiperconectados e demandas que exigem alta disponibilidade e agilidade das empresas, estabelecer uma estratégia de dados centralizada tem se tornado uma demanda essencial para que uma empresa seja capaz de explorar totalmente seus dados. Mas como, afinal, operações complexas e de grande porte podem desenvolver essas ações de forma prática e assertiva?

Em primeiro lugar, a organização deve ser capaz de identificar, combinar e gerenciar várias fontes de informações. Outro passo é construir os modelos de análise mais adequados para prever e otimizar os resultados a serem avaliados. Além disso, porém, é preciso que os líderes tenham a vontade de transformar os processos de seus negócios, buscando formas para que a companhia possa alavancar e converter os ativos digitais em fontes para decisões úteis, com insights que realmente ajudem a melhorar os ganhos da empresa.

Nesse contexto, o apoio das ferramentas de Master Data Management (MDM –Gerenciamento de Dados Mestres, em português) tem se mostrado cada vez mais uma opção prática e essencial. Para definir uma estratégia clara de como usar a análise de dados por meio de soluções de MDM, no entanto, os líderes devem entender que certos pré-requisitos e iniciativas são fundamentais. Pensando nisso, separamos cinco dicas para impulsionar os resultados das organizações modernas:

1) Verifique seu cenário de dados – Todas as organizações são desafiadas pelo crescimento exponencial nos volumes de dados e pela mudança constante de cenários de negócios. Os Chief Data Officers (CDOs) precisam repensar como podem gerenciar e governar suas informações com mais eficiência para garantir vantagens competitivas e cumprir com os requisitos regulamentares. Um dos maiores desafios é identificar todas as fontes de dados – ou melhor, silos de dados – espalhadas pela organização. Isso pode incluir ERPs, CRMs, planilhas, sistemas legados e muito mais. Os silos de dados surgem naturalmente em empresas de médio e grande porte, porque diferentes unidades organizacionais têm suas próprias prioridades, responsabilidades e objetivos. Também podem surgir se alguns departamentos competem entre si em vez de cooperar em direção a objetivos de negócios comuns. Nesse cenário, as equipes geralmente perdem muito tempo extraindo e comparando manualmente os dados extraídos de uma variedade de sistemas.

2) Crie uma única casa para seus dados – Criar uma versão única e centralizada desses arquivos, usando o gerenciamento de dados mestres, ajudará a resolver vários problemas. Com o MDM, por exemplo, os líderes podem gerenciar, centralizar, organizar, categorizar, localizar, sincronizar e enriquecer dados mestres de acordo com as necessidades de seus negócios, apoiando as iniciativas de vendas, marketing e operação de sua empresa. Os dados mestres podem assumir a forma de informações sobre produtos, clientes, fornecedores, locais e ativos, além de outras referências que direcionam seus negócios. O gerenciamento eficiente de dados mestres em um repositório central fornece uma visão autorizada única das informações e elimina ineficiências dispendiosas causadas por silos de dados. Em outras palavras, os usuários podem ter certeza da qualidade e integridade dos dados, além de acelerar significativamente o processo de insight. Isso permite que os líderes confiem nos dados e nas informações o suficiente para basear suas decisões críticas de negócios.

3) Ajuste a governança de dados – Para extrair o valor máximo das informações, também é necessário um forte programa de governança de dados. Esse passo ajuda a desenvolver as informações digitais como um ativo comercial estratégico realmente útil e inteligente. O sucesso de um programa de governança de dados depende de uma infraestrutura robusta que permita a automação, o gerenciamento e a escalabilidade das iniciativas internas. Isso requer a implementação de políticas e processos, controle de versão e aprovações com fluxos de trabalho e regras de negócios integrados para manter a precisão e a responsabilidade das informações. Um fator crucial para ajustar a governança de dados é criar as equipes certas e, no repositório de dados central, usar privilégios de segurança e acesso baseados em funções. Com isso, a organização reduz o risco de pessoas erradas acessarem as informações erradas. Além disso, a empresa protege a qualidade de seus dados, fornecendo direitos de edição e visualização adaptados a diferentes perfis de usuários em seu sistema.

4) Não fique preso ao pensamento tradicional – O universo dos dados mudou imensamente ao longo dos anos. O crescimento exponencial das informações acelerou as oportunidades de obter insights, combinando dados de novas maneiras. O desafio é descobrir como fazer isso. Com o aumento da qualidade e do volume de dados, as empresas podem obter visualizações mais panorâmicas e granulares de seu ambiente de negócios, usando-as para melhorar a experiência dos clientes, processos operacionais e estratégias de negócios. Por exemplo, supermercados podem analisar os padrões de gastos dos clientes e usar dados extraídos das mídias sociais – como impressões e curtidas – para planejar vendas de determinadas mercadorias ou picos sazonais. Uma boa maneira de começar é simplesmente se perguntar o que você poderia fazer se tivesse as informações corretas.

5) Procure formas para extrair mais valor de seus dados – Descobrir novas formas criativas de usar bem os dados existentes não é suficiente. Sua organização precisa entender e confiar em modelos de Big Data. Se a cultura, os recursos e as análises emergentes existentes de uma organização não estiverem alinhados com a forma como ela realmente chega às decisões ou se não fornecer uma maneira clara de atingir as metas de negócios, a análise de dados não funcionará. Os funcionários e gerentes da linha de frente precisam entender como os dados podem ajudá-los. Em outras palavras, as ferramentas de análise precisam ser relevantes e aplicáveis ​​aos seus negócios. Para isso, desenvolva ferramentas simples e intuitivas para a equipe da linha de frente. Os gerentes precisam de métodos transparentes para usar os novos modelos e algoritmos. Se eles não conseguirem ver como as soluções os ajudam a fazer melhor seu trabalho, eles não as usarão.

Vale destacar que, independentemente da facilidade de implementação e implantação, a maioria das organizações precisará atualizar suas habilidades analíticas e alfabetização. Para tornar a análise parte das operações diárias, os gerentes devem vê-las como essenciais para resolver problemas e identificar oportunidades. Os esforços necessários variarão de acordo com os objetivos e a linha do tempo da empresa. Ajustar culturas e mentalidades normalmente requer treinamento abrangente, modelagem de papéis pelos líderes e incentivos e métricas para estimular a adoção.

Os ganhos de uma companhia ao estabelecer uma estratégia de dados centralizada podem ser enormes. Adotar as dicas acima tornará esse processo mais simples e funcional, reduzindo o uso de tempo e recursos. O objetivo deve ser sempre agregar valor e inteligência à gestão, com ênfase nas exigências reais da companhia. Afinal de contas, se os dados são a base dos negócios hoje em dia, quem souber usá-los de maneira ágil estará à frente dos seus concorrentes.

Wirecard Innovation Challenge: a sua ideia pode revolucionar o futuro dos pagamentos

Inovar não é mais uma opção: é uma necessidade para as empresas que querem desenvolver melhores produtos e serviços. É por isso que a Wirecard, uma das soluções de pagamento que mais crescem no mundo, promove o Innovation Challenge, um desafio para quem tem boas ideias e vontade de fazer diferente: como a sua ideia pode revolucionar o futuro dos pagamentos?

Pessoas do mundo todo, em grupos de até três integrantes, podem participar do concurso. Os participantes deverão enviar sua ideia em inglês para o site oficial do Innovation Challenge até o dia 2 de dezembro. Questões artísticas e estéticas não serão levadas em conta, apenas as ideias. Os três grupos mais bem avaliados ganharão uma viagem para Munique, na Alemanha, onde poderão apresentar suas soluções na matriz global da Wirecard. Os vencedores do concurso serão conhecidos ainda em dezembro.

TotalVoice realiza Hackathon com prêmio de R$ 10 mil

A TotalVoice, empresa da Zenvia especialista em aplicações de comunicação por voz, anuncia Hackathon online de 28 de novembro a 12 de dezembro com premiação de R$ 10 mil para a equipe vencedora. Realizado por meio da plataforma Shawee, o evento é aberto a programadores, designers/UX e especialistas em negócio ou marketing.

O Smart Communications Hackathon by TotalVoice tem como principal objetivo melhorar e criar novas soluções para a comunicação de voz e texto. Por isso, convida a todos os interessados a pensarem em um problema de comunicação e descobrirem uma forma de resolvê-lo utilizando as APIs da TotalVoice. Não conhece os recursos? Sem problemas. No começo do hackathon, a empresa apresentará todas as soluções disponíveis.

Além disso, a TotalVoice também ajudará os participantes a formarem os times nos dois primeiros dias do desafio por meio do canal Discord, caso não tenham, e oferecerá mentoria de profissionais de diversos segmentos durante todo o evento. As equipes podem ser formadas por até cinco pessoas sendo, preferencialmente, duas com conhecimentos de desenvolvimento; uma de marketing, uma com saberes relacionados a negócio e a última de design ou user experience (UX).

Ficou interessado? Então se inscreva até 25 de novembro na página www.hackathontotalvoice.shawee.io e prepare-se para desenvolver o projeto em laptop ou notebook da sua equipe. Todas as candidaturas serão avaliadas pela comissão organizadora com base em perfil e análise de currículo. Os participantes serão conhecidos em 28 de novembro.

No dia 12 de dezembro, último dia do Smart Communications Hackathon by TotalVoice, a comissão organizadora do evento definirá o time vencedor com base em viabilidade de desenvolvimento e monetização, validação de hipótese e mercado, modelo de negócio (B2B, B2C, etc.), dados ou pesquisas que comprovem a existência do problema, análise do problema e da solução quanto ao grau de importância e aplicabilidade, proximidade do protótipo em relação ao projeto e, por fim, a utilização da API da TotalVoice na solução.

Empresários e empreendedores terão a oportunidade de imergir no ecossistema de Israel em missão organizada pela ABES e IBI-Tech

Após firmarem parceria em junho deste ano, a ABES (Associação Brasileira das Empresas de Software) e a IBI-Tech, empresa israelense com filial no Brasil, estão organizando uma missão de negócios para Israel, entre 19 a 24 de abril de 2020, passando pelas cidades de Tel Aviv, Haifa e Jerusalém. Com o objetivo de oferecer aos empresários e empreendedores brasileiros o acesso e imersão no ecossistema de inovação e tecnologia israelense e incentivar parcerias entre empresas e startups dos dois países, a agenda da missão inclui visitas a companhias e hubs de inovação; encontros de alto padrão com representantes do governo, pesquisadores, executivos e investidores; e rodada de negócios com empreendedores das áreas de Indústria 4.0 e Iot, Agrotech e Smart Cities. As inscrições para a missão vão até o dia 15 de janeiro ou até esgotarem as vagas. Para mais informações, envie um email para: missão.israel@abes.org.br

Israel é atualmente considerado o segundo maior hub de inovação do mundo, atrás apenas do Vale do Silício, EUA, investindo cerca de 4,5% do PIB em Pesquisa e Desenvolvimento (P&D) – em 2018, foram investidos mais de US$ 7,2 bilhões por fundos de venture capital no mercado local. Por oferecer condições especiais para empresas internacionais interessadas em investir na instalação de centros de pesquisa e desenvolvimento, Israel abriga mais de 400 centros de P&D multinacionais, sendo que grande parte destes investem ativamente em empreendimentos. Estima-se que o país tenha mais de seis mil startups ativas, mais de 500 delas na área de Agrotech e mais de 300 relacionadas a Smart Cities e Mobilidade.

“A ABES tem trabalhado cada vez mais seu reposicionamento no mercado de tecnologia, realizando parcerias e ações que auxiliem em seu objetivo de incentivar a internacionalização e formas de negócios inovadoras de empresas e startups brasileiras. Alinhada a este propósito está a ideia da missão para Israel, organizada em parceria com a IBI-Tech, uma vez que seu principal objetivo é estimular e transmitir aos empreendedores brasileiros o DNA israelense de disrupção e incentivar parcerias e projetos reais entre empresas e startups dos dois países”, explica Rodolfo Fücher, presidente da ABES.

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Cognizant inova processo de recrutamento e seleção com ‘Hackathon Day’

A Cognizant , uma das empresas líderes mundiais em tecnologia e negócios, realiza nos dias 30 de novembro e 1.º de dezembro, o primeiro Hackathon Day, com o objetivo de desenvolver profissionais que estão iniciando a carreira na tecnologia Mulesoft.
O Hackathon é um evento que reúne programadores para trabalhar em grupo, com um case específico ou em soluções para um ou mais projetos, o que permite o desenvolvimento de habilidades técnicas e pessoais, como trabalho em equipe e pensamento ágil.

“O universo de recrutamento e seleção se reinventa a todo instante, e, quando o assunto é seleção para vagas de tecnologia, os hackathons têm sido uma opção interessante para empresas que desejam recrutar talentos para atuar com determinadas ferramentas”, afirma Carla Catelan, responsável pela área de aquisição de talentos da Cognizant no Brasil.
Ainda de acordo com Carla, serão 15 horas de aprendizado, que envolve trabalho em equipe, programação, contato com uma plataforma de APIs e networking com os melhores profissionais de tecnologia da Cognizant.

O Hackathon Day será realizado no escritório da Cognizant, em São Paulo. Para participar, os estudantes precisam ter experiência em desenvolvimento de software, inglês intermediário ou avançado e se candidatarem por aqui:

http://www.walljobs.com.br/vagas/hackaton-day-cognizant-rua-jaceru-151-vila-gertrudes-sao-paulo-sp-04705-000 ou http://bit.ly/hackathon_day.

Check Point adquire startup israelense e amplia a segurança de dispositivos IoT

A Check Point® Software Technologies Ltd. (NASDAQ: CHKP), fornecedor global líder em soluções de cibersegurança, anunciou uma nova ferramenta de tecnologia de cibersegurança para IoT. A Check Point é a primeira empresa a oferecer uma solução de segurança consolidada que fortalece e protege o firmware dos dispositivos IoT, fornecendo uma camada de proteção contra os ataques mais sofisticados. A empresa oferecerá essa solução a partir da aquisição da Cymplify, uma startup baseada em Tel Aviv cuja tecnologia será integrada à arquitetura do Check Point Infinity.

A proliferação de dispositivos de IoT em ambientes corporativos e pessoais, bem como nos setores da indústria e saúde, e seus pontos fracos inerentes à segurança, criaram um ponto cego na proteção com o qual os cibercriminosos aproveitam para lançarem ataques cibernéticos de quinta (5ª) e sexta (6ª) gerações. Com isto, eles visam comprometer ou violar a segurança desses dispositivos (como câmeras de vigilância IP), manipular sua operação (invasão de dispositivos médicos) ou, até mesmo, controlar as infraestruturas críticas (como fábricas) que podem derivar em danos substanciais.

Com a tecnologia da Cymplify, agora é possível levar segurança a uma câmera IP, uma Smart TV, um controlador de elevador ou um dispositivo médico, como uma bomba de infusão, e de maneira rápida restringindo e protegendo contra ataques avançados de zero day.

“O anúncio desta aquisição representa o nosso esforço contínuo para proporcionar a melhor cibersegurança em todas as plataformas digitais”, afirma Dr. Dorit Dor, vice-presidente de produtos da Check Point. “As 5ª e 6ª gerações de ciberameaças impulsionam a crescente utilização de plataformas novas e em desenvolvimento incluindo dispositivos IoT, os quais requerem o aumento dos recursos das soluções de cibersegurança.

A incorporação da tecnologia Cymplify na arquitetura Infinity da Check Point reforçará a nossa capacidade de reduzir a exposição dos nossos clientes ao risco cibernético da IoT, e assim combater de forma proativa as ameaças e vulnerabilidades relacionadas à IoT sem interromper operações críticas”, reforça o executivo da Check Point.

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Watch Brasil cresce 40% a mais do que expectativa em seu primeiro ano

A Watch Brasil comemora 40% a mais de clientes do que o planejado para o primeiro ano de operação. A empresa foi o grande destaque deste ano no Encontro Nacional Abrint, o maior evento brasileiro para provedores de internet, e fará sua estreia neste mês na Futurecom, um dos maiores eventos de tecnologia do mundo. Com mais de 3.000 horas de vídeo na programação exclusiva, incluindo milhares de episódios de séries, filmes, títulos de estúdios independentes, títulos infantis e lançamentos para locação/mês, a plataforma ampliou em 35% as horas de streaming disponíveis e passou a ter conteúdos exclusivos, como as séries para a Geração Z da ‘Awesomeness’.

“Começamos em outubro de 2018 e de lá para cá conquistamos 140 provedores regionais (ISPs) como clientes – nossa meta para este ano era de 100 ISPs. Também estamos nos consolidando com títulos exclusivos, uma das grandes necessidades de empresas de streaming. Neste mês lançamos com exclusividade os conteúdos da Awesomeness para o Brasil, marca criada para a Geração Z com dezenas de títulos, entre séries e filmes. Ao mesmo tempo, novos players importantes entraram no mercado e tivemos que redefinir algumas estratégias”, conta Maurício Almeida, cofundador da Watch Brasil.

O executivo se refere às estratégias de ação para o modelo marketplace, anunciadas como iniciativa da versão 2.0. “A Watch Brasil nasceu com a proposta de ser um agregador de conteúdo e criar um marketplace para estúdios trazerem seus conteúdos. Já oferecemos no modelo o maior aplicativo infantil, o Noggin, no entanto, o mercado do streaming cresceu muito e vem mudando em rápida velocidade. Queremos entender melhor qual será a estratégia de companhias como ESPN e FOX, por exemplo, ambas da Disney, principalmente após o lançamento da Disney+”, conta o executivo.

Conteúdos exclusivos da ‘Awesomeness’ marcam nova fase

Na parte de conteúdo, a Watch Brasil, que já tem parcerias com estúdios como Sony Pictures, Paramount+ e Nick Jr., agora está entrando em novo patamar. “A parceria exclusiva com os conteúdos da ‘Awesomeness’ no Brasil trará uma aproximação com a Geração Z, o público que é o principal consumidor de streaming atualmente”, diz Almeida. A empresa também mira em outros grandes estúdios. “Estamos em negociações avançadas com Warner, Universal, BBC e Disney, por meio da Vubiquity (distribuidor deles no Brasil), o que viabiliza um potencial de aumento de 50% em entretenimento de nossa plataforma”, comenta o cofundador.

Já na área de ativação de assinaturas, a Watch Brasil deve ter um salto ainda nesse trimestre. Atualmente, a plataforma tem em sua base cerca de 95 mil assinantes, mas sabe que nem todos estão ativos entre os provedores regionais. No entanto, a empresa prevê uma virada nesta área a partir da parceria com um grande player de mídia, que será anunciado em breve. “Além de aumentar a base de usuários com mais ISPs parceiros, nosso principal foco para 2019 é melhorar nossa taxa de ativação”, declara Almeida.

Desenvolvimento tecnológico e experiência do consumidor de VOD

A Watch Brasil durante seu primeiro ano também apresentou novidades na plataforma, como uso de tecnologia de inteligência artificial e análise de dados com o foco principal ofertar ao cliente final uma experiência de consumo aprimorada. Mas, além do lado do consumidor final, a empresa também trabalha com a experiência do cliente dela, que é o provedor de internet.

A empresa investiu em integrações com os softwares de gestão empresarial (ERPs) que hoje fazem parte do dia a dia dos ISPs e prepara outras novidades: “Estamos desenvolvendo um backoffice completamente novo para os ISPs. Além disso, todo nosso ecossistema de apps vai mudar a partir de uma nova experiência de usuário (UX) e uma interface bem mais aprimorada (UI)”, anuncia Maurício Almeida.

Lawtech MOL – Mediação Online recebe aporte de US$ 3,5 milhões

A MOL – Mediação Online, primeira plataforma online de resolução, gestão e prevenção de conflitos do Brasil, acaba de captar US$ 3,5 milhões em rodada de investimento série A. A Redpoint eventures, fundo de investimento em venture capital focado em startups de tecnologia na América Latina, liderou a rodada, que também foi acompanhada pelo fundo brasileiro Canary.

Mais de 35 mil casos já foram tratados extrajudicialmente nas soluções da startup, em sua maioria conflitos de grandes empresas com alto número de litígios. Os novos recursos serão utilizados para dar ainda mais escala ao negócio. “Ampliaremos a máquina de vendas e incluiremos novas funcionalidades ao produto, para atender um fluxo de acordo completo e com tecnologia integrada para as empresas”, explica Melissa Gava, CEO da MOL – Mediação Online.

“A Redpoint eventures vem acompanhando a evolução da MOL – Mediação Online desde a sua fundação. Estamos muito orgulhosos em investir na empresa, que, além de um ótimo retorno para o fundo, empreendedores e colaboradores, trará benefícios para o nosso país, ao melhorar a eficiência do sistema judiciário como um todo”, afirma Flavio Pripas, Corporate Venture Officer da Redpoint eventures.

Com a conclusão dessa rodada, a lawtech soma mais de US$ 4,5 milhões em investimentos desde 2017. Os aportes anteriores foram realizados pela aceleradora Wayra Brasil, iniciativa do programa Telefônica Open Future, pela 500 Startups, pelo Canary e investidores anjos.

Impacto e reconhecimento

No mercado desde 2015, ano em que a Lei da Mediação e o Novo Código de Processo Civil foram sancionados, as soluções da MOL – Mediação Online são seis vezes mais econômicas e 30 vezes mais ágeis quando comparadas aos trâmites na Justiça. A atuação da MOL – Mediação Online também promove o aumento no NPS (Net Promoter Score), indicador que avalia a satisfação dos clientes sobre serviços prestados por empresas. Pesquisas feitas pela startup com participantes de mediação e negociação têm gerado, em média, um NPS de 86% – neste índice, resultados acima de 75% indicam excelência no atendimento.

Companhias como Itaú, Magazine Luiza, Ativos S.A., Cogna (antiga Kroton), SOMOS Educação, MercadoLivre, Caixa Econômica Federal e Rodobens já buscaram as soluções da MOL – Mediação Online para resolver conflitos e reconstruir as relações perdidas com clientes, fornecedores e colaboradores. O trabalho da lawtech também foi reconhecido pelo Conselho Nacional de Justiça, com o prêmio Conciliar É Legal 2018, pela primeira vez concedido a uma startup. Na ocasião, o CNJ reforçou a importância da atuação da MOL – Mediação Online em um país que tem 78,7 milhões de processos aguardando uma solução definitiva da Justiça.

100% online

Todas as sessões de mediação e negociação da MOL – Mediação Online são realizadas 100% online, com segurança e validade jurídica. Os acordos firmados na plataforma são formalizados em uma minuta ou petição, que é enviada para assinatura digital das partes. Este documento é um título executivo extrajudicial — reconhecido como compromisso pelo Direito, e nos casos judicializados, a MOL – Mediação Online homologa os acordos judicialmente. Se algum dos lados descumprir o acordo, a parte prejudicada tem caminho facilitado na Justiça para garantir os termos do acordo, porque poderá ir diretamente para a fase de execução.

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TOTVS cria biblioteca gratuita de componentes web em código aberto

A TOTVS, líder brasileira no desenvolvimento de software de gestão, anuncia o projeto Portinari UI, uma biblioteca de componentes web focada no desenvolvimento de interfaces para aplicações corporativas. A iniciativa, baseada em Angular, é aberta a toda comunidade de TI e os usuários podem aproveitar os módulos gratuitamente, com respaldo de que a manutenção dos componentes é feita por desenvolvedores da TOTVS.

Os elementos hospedados na biblioteca Portinari UI aceleram o processo de criação de interfaces para aplicações web, por serem módulos preparados para inclusão direta no código fonte. Esse apoio da TOTVS à comunidade aumenta a produtividade dos profissionais de TI e facilita os processos cotidianos, além de incentivar a criação de novas soluções e fornecer maior flexibilidade e liberdade de escolha às micro e pequenas empresas, principalmente.

Os itens disponíveis vão desde um simples avatar ou tela de login até combos mais complexos, e os usuários podem contribuir apontando bugs e sugerindo melhorias por meio do GitHub. Além disso, o Portinari UI também atende às demandas internas da TOTVS, sendo usado nas interfaces de funcionalidades nas várias linhas de produtos da empresa.

Para Fabio Rocha, gerente de Desenvolvimento de Software da TOTVS, o principal diferencial do Portinari UI é ser a primeira iniciativa em código aberto mantida pela empresa. “Inicialmente, a biblioteca foi criada para atender uma demanda interna de convergência de aplicações. Mas percebemos que a comunidade de TI requisita cada vez mais agilidade e flexibilidade no desenvolvimento de soluções, por isso decidimos direcionar um time específico de devs da TOTVS para alimentar o Portinari”, afirma.

Ao entregar a biblioteca para o público, a TOTVS está apoiando milhares de profissionais de TI a desenvolverem novas tecnologias em tempo reduzido. “Para quem está do outro lado da tela, usufruindo dos módulos disponíveis no Portinari UI, saber que a TOTVS é responsável pelos códigos é sinônimo de segurança e confiabilidade”, completa Fabio.

Para conhecer a plataforma, acesse https://portinari.io/

“São Paulo Play Week”, que começa dia 28, terá Fórum Acadêmico de Estudos Lúdicos

Um dos principais destaques da “São Paulo Play Week”, maior evento brasileiro voltado à criação de games, jogos e brinquedos de impactos social e pessoal transformadores, que será realizada de 28 de novembro a 8 de dezembro, no Campus Butantã da Universidade de São Paulo USP), será o 6º Fórum Acadêmico de Estudos Lúdicos (FAEL), que acontece nos dias 28, 29 e 30.

Organizado pela Rede Brasileira de Estudos Lúdicos (REBEL), o fórum trará a apresentação de trabalhos acadêmicos na área de jogos digitais e sociais, ficção, entretenimento e humor. Além disso, haverá uma exposição de produtos lúdicos selecionados pela comissão organizadora.

“Será um encontro aberto aos interessados no lúdico como trabalho e cultura, onde promovemos a troca de experiência de desenvolvimento, pesquisa e mercado”, explica Ernane Guimarães Neto, presidente da REBEL, criada em 2016, sem fins lucrativos, justamente com o objetivo de fomentar o debate, ampliar o conhecimento, qualificar a produção de jogos e prestigiar os profissionais dessa área transdisciplinar e colaborativa.

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Gi Group anuncia mais de 650 vagas de trabalho para início imediato

Mesmo com a instabilidade econômica, as contratações de temporários para o fim do ano continuam em alta na Gi Group Brasil. A multinacional de recursos humanos está com mais de 650 vagas em aberto, em diferentes posições, para atuar em empresas de grande porte do segmento de varejo, entre elas, a C&A e o Boticário.

A seleção é para reforçar as equipes para atender o crescimento no movimento que costuma acontecer no período de festas e férias. Há vagas para Auxiliar e Operador de Vendas, Caixa, Estoquista e Fiscal de Loja em nove estados brasileiros (BA, DF, ES, MG, PE, PR, RJ, SC e SP), com maior concentração de vagas em São Paulo e Rio de Janeiro.

Os salários são compatíveis com o mercado e variam de acordo com o cargo. Podem se candidatar pessoas a partir de 18 anos e o interessado deve gostar de lidar com público e vendas, ter disponibilidade de horário, ser organizado e dinâmico.

Para candidatar-se, basta acessar o site Contratando, por meio dos links: http://bit.ly/2Nn5PY6 e http://bit.ly/2WPIxNE

As contratações vão até o dia 20 de dezembro e o início é imediato.

Pesquisa mostra que 3 em cada 4 CIOs estão preocupados com o aumento da complexidade das áreas de TI

Dynatrace, líder mundial em inteligência de software, anuncia as conclusões de sua pesquisa global “Top Challenges for CIOs in a Software-Driven, Hybrid, Multi-Cloud World”, com participação de mais de 800 CIOs (Chief Information Officers) de todo o mundo. A pesquisa mostra que a transformação digital, a migração dos dados para a Computação em Nuvem e as maiores demandas para atender os clientes estão criando um crescente aumento na complexidade da TI e nos custos associados ao gerenciamento das redes corporativas. Os líderes técnicos estão preocupados com o efeito que isso tem na performance dos ambientes de tecnologia e nos negócios das organizações.

De acordo com as respostas obtidas na pesquisa, as possíveis perdas de receita (49%) e os danos à reputação (52%) estão entre as maiores preocupações dos CIOs na atualidade, em relação à maior complexidade das redes de TI. Essas preocupações se tornam ainda maiores, à medida que as empresas aceleram a mudança de suas estruturas, migrando das aplicações locais para a Computação em Nuvem.

Além disso, o levantamento indica que as equipes de TI passam 33% do tempo lidando com problemas de performance digital, custando às empresas uma média de US$ 3,3 milhões por ano, um aumento de 34% em comparação com os números registrados em 2018 – quando esse valor representava US$ 2,5 milhões. Para combater esse cenário, 88% dos CIOs dizem que a Inteligência Artificial (IA) será fundamental para ampliar a capacidade das equipes de TI dominarem o aumento da complexidade tecnológica.

As principais conclusões do relatório global de 2019 são:

O Software está transformando todos os negócios – Todas as empresas (de todos os setores) estão se transformando em um negócio de software. Isso porque a maneira como as companhias interagem com os clientes, asseguram experiências de qualidade e otimizam as receitas, hoje, é impulsionada por aplicações e pelos ambientes híbridos de várias Nuvens que os sustentam. Assim, o sucesso ou fracasso das operações está diretamente relacionado ao software que suporta os esforços da organização. Por outro lado, a expectativa por alta performance do software para “executar os negócios” tem ramificações significativas para os profissionais de TI.

 Segundo o relatório, 44% dos CIOs temem que possa haver uma ameaça à existência de seus negócios se suas equipes não conseguirem gerenciar a performance da estrutura de TI.

 Com a complexidade continuando a crescer, 74% dos CIOs acreditam que, em breve, será extremamente difícil realizar ações manuais para gerenciar a performance das redes com eficiência.

A expansão das estratégias corporativas de “Cloud First” está aumentando a complexidade da TI – Por trás dessa revolução de software está a Nuvem corporativa, permitindo que as empresas inovem mais rapidamente e, principalmente, atendam melhor às necessidades dos clientes. A Nuvem corporativa é dinâmica, híbrida, dividida em múltiplas aplicações e desenvolvida em escala Web, contendo centenas de tecnologias, milhões de linhas de código e bilhões de dependências. No entanto, essa transformação não trata apenas de elevar e transferir serviços para o ambiente Cloud: esse cenário também representa uma mudança fundamental na maneira como as aplicações são criadas, implantadas e operadas.

 A maioria dos CIOs já está usando ou planeja implantar microsserviços (88%), contêineres (86%), computação sem servidor (85%), PaaS (89%), SaaS (94%), IaaS (91%) e Nuvem privada (95%) nos próximos 12 meses.

 Em média, a operação de aplicações móveis ou de Web perpassam 37 sistemas ou componentes de tecnologia diferentes. Isso traz um aumento inerente à complexidade de TI, dificultando o gerenciamento de performance às redes das organizações. 

A Era dos Clientes aumenta a pressão para a oferta de experiências melhores – Estamos na Era dos Clientes, na qual o serviço de alta qualidade é essencial para as empresas, sobretudo devido à facilidade com que os clientes experimentam novas ofertas e compartilham suas experiências instantaneamente por meio das mídias sociais. A pesquisa destaca até que ponto as empresas estão lutando para combater a complexidade de TI que ameaça a experiência dos clientes, com os CIOs revelando que:

 Nos últimos 12 meses, as organizações sofreram, em média, seis interrupções de TI nas quais as experiências dos usuários, as receitas ou as operações dos negócios foram impactadas.

As equipes de TI estão sentindo a tensão – A transformação digital, a migração para a Nuvem corporativa e as crescentes demandas dos clientes estão pressionando coletivamente as equipes de TI, que continuam sentindo a tensão, especialmente no que se refere à performance. Revelando a extensão desse dilema, as principais conclusões da pesquisa também mostram que:

 Mais de três quartos dos CIOs (76%) dizem que não têm visibilidade completa sobre a performance das aplicações baseadas em arquiteturas nativas em Nuvem.

 78% dos CIOs estão frustrados por gastar tanto tempo configurando o monitoramento de diferentes ambientes de Nuvem, ao invés de implementar e desenvolver novos serviços.

 As equipes de TI agora gastam aproximadamente 33% do tempo lidando com problemas de performance.

Os CIOs estão procurando a Inteligência Artificial para obter as respostas necessárias para suas operações – Como potencial solução para esses desafios, a pesquisa revela que 88% dos CIOs acreditam que a Inteligência Artificial (IA) será fundamental para a capacidade das equipes de TI dominarem a crescente complexidade de suas redes.

“À medida que a complexidade cresce além dos recursos das equipes de TI, buscar apenas mais mão de obra para atacar o problema não funciona “, diz Bernd Greifeneder, Fundador e CTO da Dynatrace. “As organizações precisam de uma abordagem de Inteligência Artificial radicalmente diferente. Por isso, reinventamos esse caminho desde o início, criando uma plataforma completa, centrada em recursos de Inteligência Artificial determinística, que fornece uma análise verdadeira, não apenas a partir de verificações de correlação.

Diferentemente das abordagens de aprendizado de máquina, a plataforma Dynatrace® não requer um longo período de aprendizado. O Dynatrace® descobre e captura automaticamente dados de aplicações, contêineres, microsserviços, processos e infraestrutura. Em seguida, mapeia automaticamente todas as dependências e interconexões nesses ambientes complexos.

O mecanismo de IA, Davis ™, analisa esses dados e suas dependências em tempo real para fornecer instantaneamente respostas precisas. É esse nível de automação e inteligência que supera os desafios apresentados pela Nuvem corporativa e que permite que as equipes desenvolvam suas soluções de software de forma mais rápida e assertiva, automatizem operações e entreguem melhores resultados de negócios em suas organizações”.

Para acessar o relatório global de 2019, “Top Challenges for CIOs in a Software-Driven, Hybrid, Multi-Cloud World”, visite a página:  https://www.dynatrace.com/global-cio-report/. Esse relatório é baseado em uma pesquisa global, que ouviu mais de 800 CIOs de grandes empresas com mais de 1.000 funcionários, realizada pela Vanson Bourne e encomendada pela Dynatrace.

Stone promove programa de bolsas de estudos com prêmio de até R$20 mil

A Stone, fintech de serviços financeiros, acaba de lançar o Top Minds Challenge, iniciativa que irá premiar os melhores candidatos em conhecimentos lógicos e matemáticos com bolsas de estudos. O primeiro colocado receberá uma bolsa de R$ 20 mil, já o segundo e terceiro lugares receberão respectivamente bolsas de R$10 mil e R$5 mil. Os valores poderão ser utilizados em qualquer instituição de ensino.

“Acreditamos que a melhor forma de mudar e desenvolver o futuro é investindo em educação e, por isso, a Stone investe em uma série de iniciativas similares. Enxergamos oportunidades em todos os cantos do Brasil, e queremos ampliar o alcance desses projetos para garantir que esses talentos maximizem o seu potencial”, explica Fernanda Teich, responsável pela área de educação da Stone.

O desafio terá duas fases: a primeira será um teste on-line de raciocínio lógico. Os melhores colocados serão convidados para realizar uma segunda prova, também on-line ou nos escritórios da empresa, no Rio de Janeiro e São Paulo. Os ganhadores serão anunciados no mês de dezembro.

Os interessados devem se inscrever e realizar a primeira etapa do desafio até 7 de dezembro pelo link www.stone.com.br/desafio.

90% das marcas ainda falham em Customer Experience

Consumidores ao redor do mundo concordam amplamente que as marcas não conseguem oferecer boas experiências aos clientes. De acordo com os resultados da segunda edição da pesquisa global “Deliver the CX They Expect: Customer Experience Trends” da Acquia, 90% deles acreditam que as marcas estão errando o alvo em relação à experiência do cliente. Além disso, 94% dos profissionais de marketing concordam com essa afirmação, porém 80% deles acredita que sua própria marca já atende à expectativa dos clientes. A boa notícia é que os consumidores também apontam a personalização como chave para uma boa customer experience (CX): 80% afirmam que marcas que conhecem melhor seus clientes ganham sua lealdade.

“Em muitas empresas, a falta de personalização as impede de oferecer experiências de valor aos clientes. Além disso, com tantas opções disponíveis, as expectativas dos consumidores estão mais altas do que nunca. Hoje, para o sucesso de uma marca, as experiências proporcionadas aos clientes devem não apenas ser extremamente convenientes, mas também provar que a marca os reconhece como indivíduos – e suportam a tecnologia que promete melhorar a interação entre eles. Se as marcas os decepcionarem ou explorarem seus dados pessoais de forma inadequada, os clientes irão para outro lugar. Por isso, oferecer experiências satisfatórias aos clientes se torna indispensável”, comenta Brenno Valerio, gerente regional da Acquia para América Latina.

As descobertas da pesquisa global da Acquia sobre o estado do CX também destacam o delta contínuo entre o dinheiro gasto em tecnologia de marketing e a receita perdida devido à falha na conversão e retenção de clientes. O relatório examina o CX da perspectiva de consumidores e profissionais de marketing e os principais resultados incluem:

Não complique demais o CX: 90% dos clientes pesquisados ​​dizem que uma experiência conveniente é importante e 68% deles apontam que as marcas precisam reduzir o atrito para facilitar sua experiência. Assim, as marcas devem se concentrar em atender às expectativas mais básicas dos clientes, garantindo conveniência.

Personalização é imperativa: a personalização não é opcional, mais da metade (60%) dos clientes pesquisados ​​diz que as marcas não os reconhecem individualmente. Por ser a chave para atender às expectativas de conveniência do cliente e garantir lealdade, a personalização deve permanecer como prioridade.

Tecnologia “aberta” é essencial: para gerenciar os dados necessários para personalização e manter experiências simples e contínuas em vários canais, os profissionais de marketing precisam de ferramentas abertas e adaptáveis e de tecnologia de CX. O relatório aponta que 82% dos consumidores afirmam que a tecnologia deve melhorar suas experiências on-line com as marcas. No entanto, encontrar a tecnologia certa que ofereça isso ainda é um desafio para os profissionais de marketing: 57% deles dizem que a tecnologia tornou mais difícil oferecer experiências personalizadas por conta da falta de integração entre plataformas.

“Os clientes deixaram suas demandas claras e agora é a hora das organizações de marketing responderem a esses desafios”, aponta Valerio. “As marcas devem se concentrar em inovar sua geração de valor e conseguir mostrar vitórias ao longo do processo. Os dados do relatório mostram que a única maneira de atender às expectativas dos clientes é por meio do desenvolvimento de uma prática de personalização. Profissionais visionários estão de olho nas tendências, planejando e executando uma abordagem aberta que oferece personalização, ao mesmo tempo em que atendem as preocupações com a privacidade de dados para aumentar a fidelidade do cliente”, completa.

Mais de 6.000 consumidores e 600 profissionais de marketing na Austrália, Europa e América do Norte contribuíram com o relatório anual “Deliver the CX They Expect: Customer Experience Trends”. Um e-book destacando as descobertas e fornecendo análises está disponível para download em: http://www.acquia.com/resources/ebooks/deliver-cx-they-expect-customer-experience-trends-report.

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