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Quatro dicas para um home office produtivo

Uma das principais orientações do Ministério da Saúde e OMS -Organização Mundial da Saúde, é evitar aglomerações e contato próximo com grupos de pessoas. Neste cenário, priorizando a segurança e saúde dos colaboradores, muitas empresas estão incentivando o trabalho remoto, mais conhecido como home office. No entanto, para minimizar problemas e ter uma entrega completa, é necessário ficar atento a alguns detalhes.

Abaixo, a TP-Link – marca global líder em conectividade, recomenda quatro dicas para manter a produtividade em casa, tornando sua rotina de trabalho mais tranquila nesse período. Confira:

1 – Crie um espaço de trabalho

É importante ter em mente que tarefas realizadas no home office são as mesmas executadas no ambiente de trabalho. Para que elas sejam concluídas com a mesma qualidade, é aconselhável escolher um ambiente calmo e tranquilo em casa. O computador deve estar posicionado em uma mesa e a cadeira deve ser confortável para evitar desconforto ou má postura – que pode ocasionar dores na coluna.

2 – Estabeleça uma rotina

Por não estar no escritório, concentrar-se para iniciar o dia de trabalho ou mesmo interromper as atividades ao final do dia pode ser tarefa difícil, por isso, estabeleça que o horário de trabalho seja o mesmo. Não se esqueça que as pausas para almoço e intervalos devem ser incluídas na sua jornada diária.

3 – Tenha disciplina

Apesar de estar dentro de casa, é importante estabelecer limites e uma rotina de atividades. É importante que as pessoas que moram com você entendam que você está trabalhando e não de folga em casa. Não fique de pijama e escolha roupas confortáveis. Se você já está acostumado a tomar banho e café da manhã antes de sair para trabalhar, continue com o mesmo hábito.

4 — Verifique a conexão dos equipamentos

A tecnologia será uma grande aliada nesse momento. Certifique-se de que sua internet está funcionando em perfeitas condições e, caso necessário, entre em contato com o suporte técnico da sua operadora. É importante que seu roteador esteja em local alto, bem posicionado em um espaço onde não haja interferência ou bloqueio de sinal. Tudo isso impacta diretamente na qualidade de sua conexão e pode impedir, por exemplo, uma boa chamada de vídeo, voz ou mesmo a transmissão de arquivos.

Embratel fornece solução Conecta Home Office para trabalhos remotos

A Embratel disponibiliza a solução Conecta Home Office para empresas de todos os tamanhos e segmentos que estejam atuando com planos de contingência para mitigar riscos de contaminação por COVID-19 em suas operações. Com um portfólio completo de soluções robustas para o mercado corporativo, a Embratel possui experiência e alta capacidade para implementar a solução de forma rápida em empresas que precisam de migrações urgentes.

“A Embratel investe em soluções digitais constantemente e, por isso, está disponibilizando o Conecta Home Office para atender momentos de urgência como o atual, migrando a infraestrutura do cliente para o digital e permitindo que os colaboradores continuem trabalhando normalmente, de forma remota”, afirma Marcello Miguel, Diretor Executivo de Marketing e Negócios da Embratel.

A solução une em uma única oferta as reconhecidas tecnologias de Mobilidade, Bandas Largas fixa e móvel, Segurança Cibernética, Comunicações Unificadas e Office 365 (com Onedrive e Teams), da Embratel, permitindo que os colaboradores das empresas tenham acesso total a dados essenciais para as operações, além de possibilitar que se conectem a partir de qualquer dispositivo e local para reuniões remotas, com funções de Telepresença. Por meio das Comunicações Unificadas, é possível ter acesso a PABX Virtual, Ramal Virtual, Videochamada, Colaboração, Mensageria, Compartilhamento de Arquivos, Chat Corporativo, Sala de Reuniões Virtuais e Soluções Inteligentes de Atendimento a Clientes. A oferta inclui também a possibilidade de contratar equipamentos (HaaS) e Antivírus.

Para garantir a continuidade das operações das companhias sem as possíveis interrupções causadas pelo COVID-19, a Embratel acredita ser necessária a adoção de medidas preventivas com a implementação de ferramentas digitais e colaborativas que forneçam acesso aos dados das companhias para trabalhadores colocados em home office.

“Nesse momento, é necessário migrar as tecnologias tradicionais para plataformas digitais. Ao adotar ferramentas digitais, com segurança e suporte comprovados, como o Conecta Home Office, as empresas conseguem manter suas operações em andamento sem afetar os negócios”, diz Marcello Miguel.

Internamente, a Embratel está acompanhando os desdobramentos da pandemia e está tomando diversas medidas para mitigar os riscos para as equipes. Todas as orientações do Ministério da Saúde brasileiro em relação ao assunto estão sendo seguidas. Os colaboradores são orientados diariamente sobre ações de prevenção.

A transformação nada espontânea do setor bancário

Por Paulo Marcelo

O mercado financeiro, como todos os outros setores da economia, está hoje às portas de um tremendo processo de transformação digital. Esse processo não se dá por geração espontânea, mas como resultado da pressão que vem sendo exercida por duas forças: o consumidor, cada vez mais acostumado às comodidades da vida digital; e a concorrência trazida pelas fintechs e pelos bancos que saíram na frente neste processo de digitalização.

Esta é a constatação mais clara do estudo Digital Banking Ecosystem, divulgado no final do ano passado pela Business Insider Intelligence. A pesquisa aponta que o processo de transformação desencadeado por estas pressões externas têm levado os bancos a investir bilhões de dólares para eliminar e substituir tecnologias, e isso vale desde o front office até o backoffice.

Entre os maiores destinos desses investimentos, estão mobilidade (43%), APIs de open banking (35%) e tecnologias de conversação – conversational banking – (32%), e a lista prossegue com analytics, cloud computing, IoT, blockchain e wearables. O fato é que o horizonte de transformações é gigante e não há como seguir em frente sem o trabalho conjunto não apenas com parceiros, mas também com concorrentes e outros participantes do ecossistema.

Isso porque esse processo tem que seguir em diversas frentes. No front office, com a busca de canais digitais cada vez mais integrados e inteligentes; no middle office, com a busca por soluções de conformidade, risco e estratégia corporativa. E finalmente, no backoffice, com a adoção de estruturas robustas e flexíveis o suficiente para atender às novas demandas.

Olhando um pouco mais de perto os fatores que têm pressionado essas mudanças, se percebe uma clara mudança no perfil dos clientes. Foi-se o tempo em que os consumidores tinham que se adaptar às regras e processos bancários. Na mão inversa, o setor financeiro se vê obrigado hoje a atender, e rápido, às mudanças nos hábitos dos consumidores. Mais que isso, deve haver um esforço para reconquistar esses clientes.

O estudo aponta que em muitos mercados vem crescendo a confiança dos clientes nos serviços financeiros oferecidos por empresas de tecnologia. No Brasil, esse índice é de 74% e há países, como a Itália, onde esse índice supera 80%. E isso não acontece à toa, já que hoje estes serviços podem ser contratados junto a bancos 100% digitais, fintechs e empresas de tecnologia, como Google, Apple ou Amazon.

Essas empresas entenderam primeiro como oferecer serviços por canais digitais (online ou mobile) e têm grande responsabilidade na redução do uso de agências, caixas eletrônicos e serviços telefônicos.

Essas questões têm levado os bancos tradicionais a iniciarem seus processos de transformação digital com foco bastante claro em fatores como maior agilidade; redução de custos; e ampliação da capacidade de inovação. Tudo isso como parte de um movimento maior, que é o foco total no cliente. A mudança será crucial para que estas instituições se mantenham competitivas em uma economia digitalizada. O processo está apenas começando, mas ele pode ser mais rápido do que se imagina.

Paulo Marcelo, CEO da Solutis, tech partner especializada na aceleração de jornadas digitais

Transporte público urbano pode perder mais de 50% dos passageiros por causa do coronavírus

Nos últimos dias houve redução de aproximadamente 30% da demanda de passageiros de transporte público coletivo urbano por ônibus em algumas cidades brasileiras em decorrência das medidas de distanciamento social e de flexibilização das atividades laborais, tais como o trabalho à distância (home office), devido ao avanço do coronavírus no país. Estima-se que metade desse total, 15%, se deve à suspensão das atividades educacionais e fechamento de escolas. O agravamento da situação poderá gerar um impacto de mais de 50% na queda de passageiros, segundo levantamento preliminar da Associação Nacional das Empresas de Transportes Urbanos (NTU), que representa o setor.

Para fazer frente à esse quadro, a entidade defende a flexibilização temporária da oferta, com readequação da frequência e do número de ônibus, em decisão conjunta com o poder público local. “Não faz sentido ter ônibus rodando vazios só para cumprir um planejamento feito antes da pandemia, e que não se aplica mais neste momento”, pondera o presidente executivo da NTU, Otávio Cunha. Ele lembra que essa medida foi adotada pelo prefeito de São Paulo, Bruno Covas, no decreto emergencial assinado hoje, e já tinha sido aprovada no último dia 13 de março pela Diretoria de Transportes Rodoviários do Rio Grande do Sul em relação ao transporte intermunicipal daquele estado.

Numa situação extrema, de limitação de todo e qualquer deslocamento não essencial, como já vem ocorrendo em várias cidades da Europa, a NTU estima que grande parte do serviço de transporte público ficaria ocioso devido à redução de praticamente toda a demanda. “É importante frisar que, pela natureza essencial desse serviço público, seria necessário manter uma oferta mínima para atender aos passageiros que não têm outra alternativa de deslocamento”, esclarece o presidente executivo da NTU, Otávio Cunha.

Diante desse cenário e com a expectativa de forte redução do número de passageiros tendo em vista o crescimento previsto do número de casos do Covid-19, a NTU reinvidica que sejam adotadas, desde já, medidas especiais e emergenciais para assegurar a continuidade do transporte público urbano em todo o país, nas condições estipuladas pelas autoridades públicas, de forma que mesmo em uma situação de queda drástica da receita, as empresas operadoras possam sobreviver frente às obrigações financeiras para manter os serviços em funcionamento.

O pleito a ser encaminhado ao Governo Federal consiste na instituição de um fundo nacional de emergência que possa complementar o déficit previsto entre custos e receitas das empresas operadoras de transporte público coletivo urbano e de caráter urbano.

Otávio Cunha reconhece a grande responsabilidade social do setor de transporte público coletivo, que tem que ofertar um serviço que atenda os atributos de universalidade, continuidade e preços módicos, mas vê grandes dificuldades pela frente. “Estamos falando de um setor responsável por 86% das viagens realizadas em modos de transportes coletivos urbanos em todo o país. O setor deve seguir todas as recomendações das autoridades públicas sobre a oferta dos serviços, mas, para isso, precisa ter garantido o equilíbrio financeiro das operações, visto que, de forma geral, as empresas estão debilitadas, já que enfrentam há tempos uma crise decorrente da queda sistemática de demanda, e não vão aguentar mais esse baque”.

CUIDADOS

Ele explicou que a NTU já orientou as empresas associdas e entidades filiadas a adotarem uma série de procedimentos preventivos, que vão da divulgação de informações sobre o coronavírus para passageiros ao reforço da limpeza dentro dos coletivos. As recomendações, enviadas oficialmente por meio carta às empresas associadas, seguem as orientações do Ministério da Saúde, da OMS e da Associação Internacional de Transporte Público e incluem cuidados direcionados tanto aos passageiros quanto aos operadores do serviço:

Passageiros

• Manter as janelas dos ônibus abertas para uma melhor circulação do ar, sempre que possível;

• Evitar os horários de pico nos transportes públicos;

• Escolher rotas que envolvam apenas um meio de transporte, evitando trocas de linhas ou modais que aumentam o risco de exposição, sempre que for viável;

• Lavar sempre as mãos com sabão até a metade do antebraço, esfregando também as partes internas das unhas, antes e depois de usar o transporte público; alternativamente, limpar as mãos com álcool em gel 70° INPM;

• Evitar cumprimentar com beijos, apertos de mãos e abraços;

• Limpar com álcool em gel 70° INPM objetos tocados frequentemente;

• Evitar tocar nas áreas do rosto (principalmente nariz, olhos e boca) antes de higienizar as mãos

• Quando tossir ou espirar, proteger a boca na parte interna do antebraço ou com um lenço descartável;

• Procurar manter uma distância de pelo menos 1 metro de quem estiver tossindo ou espirrando;

• Utilizar lenços descartáveis quando estiver com o nariz escorrendo, descartando o lenço usado imediatamente no lixo;

• Evitar sair de casa caso apresente sintomas de gripe ou similar;

• Seguir as orientações oficiais do Ministério da Saúde e autoridades sanitárias, evitando mensagens falsas que circulam pela Internet e WhatsApp (fake news).

Operadores

• Utilizar o sistema de ar-condicionado dos ônibus no modo de ventilação aberto;

• Manter as janelas dos ônibus abertas para uma melhor circulação do ar sempre que possível;

• Reforçar a limpeza diária interna dos veículos, a desinfecção e limpeza de balaústres e pega-mãos, fazendo a higienização dos veículos com mais frequência no decorrer do dia, sempre que possível;

• Disponibilizar espaços para cartazes e outros materiais informativos sobre a prevenção do coronavírus na frota e demais canais de comunicação da empresa (sites, redes sociais, TV de bordo);

• Orientar os funcionários sobre métodos de prevenção contra o coronavírus;

• Colocar à disposição dos funcionários, nas áreas administrativas e nas garagens, álcool em gel 70° INPM.

SAP libera módulos de Ariba, Concur e Qualtrics para contribuir com negócios de empresas impactadas pelo Covid-19

Diante das iniciativas adotadas por governos e setor privado em diversas partes do mundo para gerenciar os efeitos da contaminação pelo novo coronavírus Covid-19, a SAP entende que as empresas enfrentam fortes desafios operacionais e busca contribuir com o enfrentamento deste cenário desafiador liberando acesso às suas soluções sem a necessidade de compra ou de assinatura. A companhia está posicionada de maneira única para ajudar os negócios de forma significativa sempre que houver um grande problema real nos setores de suprimentos, viagens de negócios, bem como os desafios de gestão do capital humano.

Entre as iniciativas, está liberado para todas as empresas, incluindo as que não são clientes, o acesso à Ariba Discovery, a maior rede de negócios do mundo, com 4 milhões de fornecedores em mais de 190 países. As empresas também podem acessar gratuitamente por seis meses o nível premium da ferramenta de monitoramento de viagens TripIt, que é parte de SAP Concur. Por meio dela, o usuário que ainda precisar viajar é alertado em tempo real sobre mudanças e cancelamentos. A solução Remote Work Pulse da Qualtrics também está aberta para apoiar o trabalho remoto, tão necessário em todo o mundo neste momento.

SAP Ariba Discovery aberta para compradores e fornecedores – nos próximos 90 dias, a SAP vai disponibilizar acesso ao SAP Ariba Discovery para que qualquer comprador possa divulgar suas demandas imediatas, e fornecedores possam atendê-las – sem taxas para postar nem para responder. O acesso ao SAP Ariba Discovery ajudará compradores e fornecedores a se conectar de maneira rápida e eficaz e minimizar as paralisações causadas por atrasos na remessa, problemas com capacidade de atendimento e aumento de demanda dos consumidores em tempos de crise. A SAP Ariba opera a maior rede de negócios do mundo, representando mais de 4 milhões de fornecedores em mais de 190 países e somando US$ 3,21 trilhões em transações comerciais. O objetivo é de ajudar a estabelecer conexões para manutenção da cadeia de suprimentos e assim não prejudicar o consumidor comum.

SAP Concur abre acesso ao sistema TripIt – a solução processa todos os dias centenas de milhares de itinerários de viagem para pessoas em todo o mundo, monitora voos e gera alertas sobre quaisquer alterações ou atrasos. Em resposta às crescentes mudanças de horário e cancelamentos decorrentes do Covid-19, a SAP disponibiliza acesso a uma solução que ajuda aqueles que precisam viajar. Entre 13 e 31 de março, qualquer pessoa poderá se inscrever no TripIt (e fazer o download do aplicativo, se for um usuário novo) e receber o TripIt Pro por seis meses. Os atuais usuários do TripIt também receberão o TripIt Pro, nosso serviço premium, de forma gratuita pelo mesmo período. Ao fazer isso, esperamos tornar as coisas um pouco mais fáceis e seguras para quem precisa sair de casa e deixar suas famílias.

Gerenciamento do trabalho remoto com Remote Work Pulse SAP Qualtrics – ferramenta que ajuda a determinar qual o nível de preparação da empresa e colaboradores, e mede em tempo real como está evoluindo o trabalho. Gratuito para qualquer organização por pelo menos três meses, é uma solução projetada para ajudar as empresas a avaliar sua prontidão para interrupções no trabalho comum (como remoto em larga escala), identificar e corrigir lacunas e realizar verificações diárias de pulso em seus funcionários, para que possam agir em tempo real para atender às necessidades de seus funcionários – até o nível da função, departamento, equipe ou indivíduo.

“As equipes da SAP seguem trabalhando arduamente para desenvolver mais ofertas, explorando os principais produtos da SAP. A empresa entende que há muita incerteza e medo ao redor do mundo e um empenho global para enfrentar o Covid-19, por isso, a SAP e seu Conselho Executivo estão auxiliando, oferecendo acesso às nossas tecnologias como forma de contribuir com o enfrentamento desse desafio. Nossas equipes no Brasil estão trabalhando remotamente para atender a todas as demandas de clientes e contribuir na medida do possível para que o impacto nos negócios seja o menor possível”, explica Cristina Palmaka, presidente da SAP Brasil.

Trabalho remoto? 5 dicas da IBM para ser produtivo sem correr riscos

Nesta era digital, possibilitada pela computação em nuvem, muito mais pessoas podem trabalhar remotamente com um dispositivo conectado, de onde quer que estejam.

Contudo, uma força de trabalho dispersa gera vários desafios de gerenciamento de dados e segurança. A IBM listou algumas dicas de segurança digital para funcionários remotos:

• Escolha seu Wi-Fi com cuidado: Os cibercriminosos não encontram dificuldades para se hospedar em redes Wi-Fi públicas e coletar informações como a do seu cartão de crédito ou senha do banco. Até redes legítimas hospedadas por estabelecimentos confiáveis podem estar vulneráveis à espionagem digital. Evite redes públicas e use uma VPN para obter segurança adicional, inclusive em casa, se possível. E se você não precisa de conectividade, desligue o Wi-Fi, Bluetooth e conexão automática a redes dos seus aparelhos.

• Preste atenção aos documentos e redes de impressão compartilhadas: Pedaços de documentos de trabalho ou correspondências podem parecer inúteis e inofensivos, porém criminosos experientes podem reunir muitas informações sobre você. Guarde todos os arquivos impressos até que você possa destruí-los adequadamente. Para arquivos digitais, use as ferramentas aprovadas pela sua empresa para esse fim. Evite usar impressoras públicas ou compartilhadas para imprimir documentos confidenciais.

• Cuide de seus arquivos digitais: Mantenha o sistema operacional do seu computador atualizado com base nas orientações da sua empresa, para que ele tenha as atualizações de segurança mais recentes. E não esqueça de fazer backup de seus arquivos regularmente para que seus dados estejam seguros em caso de erro, perda ou ataque cibernético. Sempre use as ferramentas aprovadas pela sua empresa para essa finalidade, como por exemplo ferramentas em nuvem.

• Proteja-se com senhas: Verifique se seus dispositivos estão seguros usando um PIN ou senha seguros. Além disso, não se esqueça de usar um gerenciador de senhas para garantir que suas senhas sejam únicas e difíceis de adivinhar. Mantenha seus dispositivos sempre protegidos e bloqueados com senhas.

• Cuidado onde clicar: Phishing é uma tentativa fraudulenta de obter informações confidenciais, se fazendo passer por uma entidade ou pessoa. De acordo com o relatório IBM X-Force Threat Intelligence Index 2020, que expõe a evolução das técnicas dos cibercriminosos, o phishing foi um vetor de infecção inicial bem-sucedido em um terço dos incidentes observados em 2019. Empresas de tecnologia, mídias sociais e streaming de conteúdos audiovisuais compõem as 10 principais marcas que os cibercriminosos estão falsificando nas tentativas de phishing.

GFT Brasil amplia diretorias de Negócio e também anuncia novo COO

Fabricio Vaz, Rubem Swensson e Munir Amar

A GFT, empresa global referência em tecnologias exponenciais para transformação digital e projetos ágeis, anuncia reforços para as suas áreas de Negócios e Operações. As movimentações refletem o processo de expansão da companhia no país, que registrou crescimento de mais de 50% no último ano.

Fabricio Vaz chega a GFT como diretor de negócio e será responsável por comandar as atribuições relacionadas a vendas e entregas da nova vertical de clientes da GFT no Brasil. Sob a sua gestão estarão as equipes dos diretores Ana Rosa e o recém-chegado Munir Amar, profissional com mais de 20 anos de experiência em tecnologia, com passagens pela HP Brasil, M2M e Mosane Informática.

De acordo com Vaz, o seu objetivo na liderança executiva é fortalecer a alta gestão da GFT para ampliar volume de negócios, networking no setor financeiro e entregas de valor. “Vamos qualificar muito bem as oportunidades, criando relação de confiança entre os clientes e os profissionais da GFT. Temos o desafio de estabelecer uma gestão cada vez mais eficiente para a nossa carteira de clientes”, afirma o profissional, que acumula mais de 25 anos no mercado de TI, passando por instituições financeiras e empresas de TI como Banco Real, Unibanco, CTIS Tecnologia e Resource

Novo COO na companhia

Outra novidade na GFT Brasil é o retorno de Rubem Swensson ao Brasil, após 3 anos como country manager da GFT Costa Rica. Ele assume a função de COO (Chief Operation Officer) e diretor executivo para projetos internacionais.

Com mais de 20 anos de experiência, Rubem Swensson teve vivência em empresas como Integris/Bull, Accenture, OpenLabs (Portugal Telecom). O executivo atuará tanto para a preparação de profissionais da GFT e implementação de processo de Continuous and Scale Learning quanto para a apresentação das capacidades da GFT Brasil para outras regiões onde a empresa se encontra, visando o desenvolvimento de projetos compartilhados.

Para Marco Santos, presidente da GFT na América Latina, as movimentações são resultado do processo de expansão contínuo da companhia no país. “Temos construído uma trajetória muito importante de crescimento, a partir de parcerias estratégicas com os nossos clientes, o que nos permitiu registrar crescimento de mais de 50% em faturamento no último ano. Para 2020, temos uma expectativa de expansão de 30% nos nossos negócios e de fortalecer o time para a entrega de projetos ágeis e transformadores”, afirma o executivo.

Criminosos usam informações sobre coronavírus em ciberataques pelo mundo

Como já é comum, hackers aproveitam tópicos atuais de grande interesse, como a pandemia de coronavírus (COVID-19), para realizar campanhas de phishing que imitam a identidade de órgãos ou entidades oficiais e, assim, enganar mais vítimas. A ESET, empresa líder em detecção proativa de ameaças, analisa esse fenômeno que inclui a distribuição de códigos maliciosos e a realização de campanhas fraudulentas que buscam roubar os dados pessoais dos usuários, identificados em países como Itália, Espanha e Colômbia.

No Brasil, o surto de coronavírus deixou milhares de pessoas preocupadas. A disseminação de informações desencontradas sobre quais eram as formas eficientes de higienização das mãos fez com que diferentes veículos de comunicação divulgassem conteúdos com tutoriais de como lavar as mãos, quais as substâncias capazes de matar o vírus e quais os reais sintomas da doença, por exemplo. Isso fez com que a população se sentisse mais segura e alertou sobre informações falsas que, a longo prazo, poderiam ser usadas como uma forma de ataque cibernético.

O Laboratório de Pesquisa da ESET compartilha algumas campanhas recentes que foram reportadas pelas autoridades locais e por organizações internacionais para impedir que usuários caiam nesse tipo de fraude:

– Campanha na Colômbia copia a identidade do Ministério da Saúde: um dos alertas mais recentes foi comunicado pelo Ministério da Saúde da Colômbia que, por meio de sua conta no Twitter, alertou para a existência de uma campanha que circula por e-mail e WhatsApp, substituindo a identidade do Ministério da Saúde, no qual eles enviam um anexo (arquivo PDF) para distribuir um código malicioso que se instala no dispositivo da vítima. O objetivo desta campanha é roubar informações pessoais, assegura a agência de saúde colombiana.

– Campanha na Espanha finge ser o Ministério da Saúde: a Guarda Civil da Espanha alertou os usuários em sua conta no Twitter sobre uma campanha que aparentemente circula apenas no WhatsApp, na qual cibercriminosos copiam a identidade do Ministério da Saúde para compartilhar recomendações relacionadas ao vírus. A mensagem inclui uma URL onde máscaras são supostamente vendidas, quando, na realidade, o golpe procura roubar dados pessoais das vítimas.

– Aviso da Organização Mundial da Saúde sobre campanhas maliciosas em seu nome: na semana passada, a Organização Mundial da Saúde (OMS) emitiu um comunicado alertando a existência de campanhas que circulam por e-mail, sites, mensagens de textos, entre outros meios, no qual os cibercriminosos afirmam ser a OMS com o objetivo de roubar dinheiro ou informações pessoais.

Conforme relatado por diferentes mídias, na Itália, uma campanha de spam com essas características circulou por e-mail, na qual os criminosos fingiam ser da OMS com a intenção de instalar o malware TrickBot convencendo as possíveis vítimas a baixar um arquivo do Word anexado, que teve um código malicioso incorporado. Depois que o TrickBot é baixado no computador da vítima, a ameaça coleta informações do dispositivo, rouba dados e credenciais de administrador para procurar mais informações e, eventualmente, baixar outra ameaça. Nesse caso, o assunto do e-mail tem o objetivo de fazer a vítima acreditar que essas são recomendações a serem protegidas contra a disseminação do coronavírus em nome de um médico da OMS.

– Japão e uma campanha que distribui o Emotet: no final de janeiro, uma campanha de spam foi detectada no país tentando distribuir o Emotet (uma ameaça cibernética), na qual os operadores atrás dele tentaram convencer as possíveis vítimas de que se tratava de uma notificação oficial com recomendações e medidas preventivas após a chegada do vírus na ilha. Como resultado disso, o CERT do Japão publicou o EmoChek, um dispositivo para detectar a presença da ameaça nos computadores daqueles que acreditam que possam ter sido comprometidos.

Outro país que relatou casos semelhantes foi a Ucrânia. Por lá, a ameaça foi enviada por e-mail, em nome do Centro de Saúde Pública da Ucrânia. Na mensagem, havia um arquivo do Word que também usava documentos do Office para ocultar códigos maliciosos com funcionalidade de backdoor, roubar dados da área de transferência, senhas e realização de capturas de tela.

“Recomendamos que os usuários sejam vigilantes. Se você receber um e-mail ou mensagem que inclua um link ou anexo usando o tema coronavírus, lembre-se de que pode ser uma farsa. É recomendável não baixar ou abrir o arquivo nem o link. A conscientização é um ponto-chave para tomar as medidas necessárias e, assim, proteger o equipamento e as informações contidas nele”, diz Camilo Gutiérrez, chefe do Laboratório de Pesquisa da ESET América Latina.

58% dos funcionários no Brasil não recebem suporte tecnológico da sua empresa para trabalhar longe do escritório

Empresas de todo o mundo estão estudando formas de ajudar a proteger os seus funcionários contra o coronavírus e muitas vão recorrer à opção de liberar seus funcionários a trabalharem de casa. A Avast  (LSE: AVST), líder global em produtos de segurança digital, traz dicas sobre como as pessoas podem trabalhar com segurança remotamente, devido à pandemia de coronavírus.

Jaya Baloo, CISO (Chief Information Security Officer) na Avast, compartilha os seguintes conselhos para que as empresas e os seus funcionários possam seguir e para que possam manter os seus dispositivos seguros contra vírus virtuais, enquanto se protegem do coronavírus físico:

1. Medidas de segurança corporativa

De acordo com uma pesquisa da Avast, 58% das pessoas* disseram que não recebem um suporte tecnológico ou o conhecimento de que precisam quando trabalham em casa ou em um local público do empregador, o que torna a segurança um problema crescente. As empresas que se preparam para enviar as suas equipes de trabalho para casa, devem garantir o apoio necessário para que trabalhem remotamente com segurança e sigam as seguintes etapas:

  • Certifique-se de que os funcionários usem laptops e smartphones pré-aprovados para acessar materiais corporativos, incluindo seus e-mails, ferramentas e documentos. Esses dispositivos devem ter soluções de segurança para empresas instaladas e serem controlados pelo departamento de TI da organização, se aplicável;

  • Forneça aos funcionários uma lista de números de telefones, para que possam entrar em contato com uma pessoa da equipe de TI ou de um responsável, caso tenham algum problema com tecnologia;

  • Informe os funcionários sobre o hardware, software e serviços que podem utilizar e que não são da empresa, mas que podem ajudar a conectar e compartilhar arquivos com colegas em circunstâncias especiais;

  • Estabeleça regras básicas para os funcionários usarem hardware pessoal enquanto trabalham em casa, como impressoras;

  • Forneça aos funcionários conexões VPNs que podem usar para proteger as suas comunicações;

  • Aplique a autenticação de dois fatores sempre que possível para agregar uma camada extra de proteção às contas;

  • Certifique-se de que os funcionários tenham direitos de acesso limitados e possam se conectar apenas aos serviços necessários para as suas tarefas específicas, ao invés de conceder aos funcionários acesso a toda a rede corporativa.

2. Medidas que os funcionários podem tomar

Existem medidas básicas que podem ser adotadas por funcionários que vão trabalhar de casa para fortalecer a segurança da sua rede residencial, o que tornará o trabalho remoto mais seguro. Os funcionários devem fazer o login na interface administrativa web do roteador, para alterar as credenciais de login do dispositivo e também alterar a senha do Wi-Fi para uma senha única e forte, composta por pelo menos 16 caracteres e, idealmente, de forma que essa senha longa seja fácil de lembrar. De acordo com uma pesquisa da Avast, 35% dos brasileiros** não sabem que o roteador tem uma interface administrativa web, na qual podem fazer o login para visualizar e alterar as suas configurações. Também recomendamos que os usuários verifiquem se o encaminhamento de porta e se o UPnP estão ativados nas configurações do roteador e, a menos que estejam sendo usados conscientemente, também devem ser desativados.

Os usuários podem ainda usar recursos como o Avast Wi-Fi Inspector, incluído em todas as versões do Avast Antivirus, para verificar quais dispositivos estão conectados à sua rede e se estão expostos a riscos. As redes são tão seguras quanto o link mais fraco, portanto, é importante garantir que todos os dispositivos conectados à rede estejam protegidos, pois podem ser potenciais portas de entrada para que os cibercriminosos acessem outros dispositivos conectados à rede residencial. O Wi-Fi Inspector escaneia a rede, verifica se há dispositivos usando portas com senhas vazias, padrão ou fracas e alerta os usuários para que possam fazer uma alteração e proteger a sua rede. Ele também verifica os dispositivos IoT em busca de senhas conhecidas, por serem usadas por botnets de malware no passado, como a ampla botnet Mirai.

Enquanto trabalham em casa durante esse período, os funcionários também poderão receber e-mails de phishing relacionados ao coronavírus, incluindo e-mails de spear phishing. Eles podem parecer ser de dentro da empresa e incluir anexos, links ou uma solicitação. É importante que os usuários verifiquem o endereço de e-mail ou o remetente e entre em contato com esse remetente por meio de um canal diferente, confirmando que a mensagem foi enviada, antes de abrir anexos, links ou receber uma solicitação.

* Pesquisa online realizada no primeiro trimestre de 2019 com 555 usuários da Avast no Brasil, que trabalham por conta própria ou trabalham em período integral.

** Pesquisa online do terceiro trimestre de 2018 com 1.522 usuários da Avast no Brasil.

Cinco dicas de cibersegurança para empresas com home office

A implementação de um plano de continuidade de negócios e o suporte a funcionários que trabalham remotamente é essencial para garantir que as empresas sejam capazes de manter as operações frente a adversidades, como inundações, furacões, epidemias e falta de energia.

Os trabalhadores em home office tendem a usar seus próprios dispositivos para suas tarefas, o que implica riscos potenciais à segurança. Ter um alto número de dispositivos compatíveis com a rede comercial facilita a conexão de equipamentos não autorizados. Os funcionários também podem acessar páginas da Web inseguras ou baixar inadvertidamente aplicativos comprometidos, favorecendo a introdução de malware na rede de suas empresas. Por não ter uma interação regular, o trabalho remoto impede a supervisão e o controle da segurança cibernética nesses dispositivos.

A Fortinet, empresa líder global em soluções de segurança cibernética, oferece algumas recomendações para mitigar os riscos associados ao home office:

  1. Garantir conectividade confiável:Apesar dos crescentes desafios, muitas tecnologias modernas, como a Rede Privada Virtual (VPN), protegem as informações por meio de criptografia e estabelecem conexões seguras. As VPNs permitem a conexão segura de todos os dispositivos, mesmo quando acessados ​​a partir de pontos públicos de acesso Wi-Fi, um recurso muito desejável para os empregadores que praticam o trabalho remoto e nem sempre sabem de onde seus colaboradores se conectam.
  2. Contar com filtragem de conteúdo, visibilidade de aplicativos e configuração de tráfego:trata-se de outras tecnologias de segurança cibernética que complementam o home office, principalmente porque filtram conteúdo não seguro, como sites e links de lazer, que podem comprometer dispositivos e informação.
  3. Implementar soluções robustas de autenticação:essas soluções podem garantir que apenas usuários autorizados tenham acesso a informações confidenciais da empresa.
  4. Promover uma cultura de cibersegurança:embora as medidas tecnológicas implementadas ajudem a mitigar os riscos, o principal aliado para o trabalho são os colaboradores da empresa. É necessário treiná-los continuamente sobre os riscos cibernéticos e envolvê-los ativamente na proteção do negócio. Da mesma forma, é essencial que os líderes sejam o exemplo e incorporem a liderança também na cibersegurança. Medidas simples, como bloquear a tela ao sair, podem levar outro trabalhador a replicar o comportamento.
  5. Considerar o erro humano:as empresas devem ter em conta a possibilidade de erro humano ao planejar e implantar suas soluções de segurança. Embora o treinamento adequado possa reduzir erros, é necessário entender que eles não desaparecerão completamente. As equipes de TI devem levar isso em consideração ao projetar e implantar redes da empresa.

Os benefícios do home office são evidentes e, embora possam surgir alguns desafios de cibersegurança, a implementação oportuna de soluções apropriadas pode permitir práticas produtivas e seguras para garantir a continuidade dos negócios. Para oferecer o benefício da flexibilidade a seus funcionários ou no caso de um desastre natural ou outro evento que perturbe as operações comerciais normais, toda organização deve ser capaz de fazer uma transição rápida para uma força de trabalho remota.

O coronavírus no cenário fiscal brasileiro: quais os impactos?

Por Cyro Diehl

Mercados globais vivem dias de pânico após a confirmação pela Organização Mundial de Saúde (OMS) de que o coronavírus está configurado como uma pandemia, ou seja, uma epidemia amplamente disseminada nos quatros cantos do mundo. A notícia surtiu efeito na bolsa. O índice Dow Jones, de Nova York, caiu 9,71% e o Nasdaq 4,70% na última quarta-feira, dia 11. Nesta mesma data, o Ibovespa cedeu 7,64% e o dólar comercial encerrou em alta, quase chegando a cinco reais.

Devido ao aumento do número de casos confirmados do novo coronavírus, diversos setores da economia brasileira já sentem os impactos nos negócios. Uma fábrica de eletrodomésticos em Taubaté, interior de São Paulo, lançou férias coletivas para 200 funcionários após o desabastecimento de insumos para a fabricação de celulares e computadores. Na zona portuária de Santos, um ponto de atracação foi instalado para receber embarcações com tripulantes que possam estar contaminados. Até o mercado de IPOs se retraiu ante à tal turbulência e fez o banco Daycoval adiar a sua volta à bolsa de valores, marcada para abril.

Como se vê, ao passo que o surto se espalha, o cotidiano do brasileiro fica cada vez mais afetado. Home-offices, esquemas de revezamento de funcionários, conteúdos orientativos e até cancelamentos de viagens estão entre as reações mais comuns das empresas, seguindo o mercado econômico global. Tão necessário quanto instaurar medidas paliativas de combate ao coronavírus é rever emendas fiscais para ajudar as empresas a saírem melhor desta pandemia.

A Casa Branca, por exemplo, está aliviando medidas de benefícios fiscais, garantias de empréstimo, reembolso a trabalhadores por pagamentos perdidos, além de apoiar as pequenas e médias organizações e dar suporte a companhias aéreas, hotéis e outros negócios vigentes deste setor. Já na Itália, atual epicentro da doença, o governo suspenderá os pagamentos de contribuições para a segurança social e hipotecas como formas de brecar os danos econômicos originados pela disseminação do novo coronavírus.

O Brasil, sendo um dos focos, com mais de 200 casos confirmados até o dia 15 de março, segundo o Ministério da Saúde, poderia pegar carona a exemplo da Inglaterra, destinando incentivos às empresas mais impactadas pelo comportamento preventivo da população contra o coronavírus, isentando temporariamente os impostos para os negócios na área de lazer e varejistas, bem como a eliminação de determinadas taxas estaduais e municipais para lojas, cinema e restaurantes.

Por enquanto, o movimento mais consistente por aqui é a aprovação de um requerimento dos Deputados Federais que sugere ao Executivo nacional a proibição das exportações e o tabelamento de preços dos Equipamentos de Proteção Individual (EPI) como máscaras e álcool gel. A caixa de máscaras, por exemplo, subiu de 90 centavos para R$ 11, segundo informação dada pelo presidente da Anvisa, Antônio Barra.

É necessário colocar cenários em prática para combater os sintomas econômicos do Covid-19 antes de haver um choque econômico incontrolável com a mesma magnitude da crise ocorrida em 2008. Fica a dica para sugestão e a pergunta: O que mais pode ser feito?

Cyro Diehl, CEO na Taxweb, pioneira em Digital Tax para o Compliance Fiscal das empresas.

Microsoft oferece Microsoft Teams gratuitamente para manter organizações e escolas conectadas durante o COVID-19

Com o COVID-19 a impactar pessoas e países ao redor do mundo, as equipes de diversas empresas estão migrando para o trabalho remoto. Em um esforço para oferecer suporte à saúde e segurança pública, além de facilitar o trabalho remoto durante esse período difícil, a Microsoft está oferecendo gratuitamente o Microsoft Teams para organizações e escolas de todo o mundo.

“Fomos inspirados pela agilidade e engenhosidade que impactaram escolas, hospitais e empresas ao longo da crise causada pelo COVID-19, e estamos empenhados em ajudar as organizações em todos os lugares a permanecerem conectadas e produtivas durante esse período”, afirma Jared Spataro, vice-presidente corporativo para Microsoft 365.

O Microsoft Teams é a central de trabalho em equipe dentro do Microsoft 365, onde todos podem conversar, fazer reuniões, ligações e colaborar a partir de um local seguro. Para utilizar o serviço:

Indivíduos:

  • Qualquer pessoa pode se inscrever na versão freemium do Teams usando este link.
  • Se você tiver um endereço de e-mail do trabalho ou da escola, faça login usando este link.

Profissional de TI:

  • Se você trabalha para uma empresa que atualmente não está licenciada para uso do Teams, pode experimentar nossa nova oferta gratuita do Office 365 E1 por seis meses.
  • Se você trabalha na educação e deseja incluir professores, alunos e administradores no Teams, use o Office 365 A1. Trata-se de uma versão gratuita do Office 365 disponível para todas as instituições de ensino. Inscreva-se seguindo este link.

Na China, desde 31 de janeiro, a Microsoft registrou um aumento de 500% nas reuniões, chamadas e conferências pelo Teams, além de um aumento de 200% no uso do Teams em dispositivos móveis. Apesar desse pico no uso, o serviço permaneceu fluido durante todo o surto.

Para a Microsoft, a continuidade de seus serviços para clientes é prioridade. Mais informações sobre como a empresa aborda o fornecimento de uma plataforma altamente disponível e resiliente podem ser encontradas neste post do Microsoft News Center Brasil.

A Microsoft também está comprometida em fornecer ferramentas, dicas e informações para ajudar as equipes e os departamentos de TI a se ajustarem ao trabalho remoto. Você pode acessar essas dicas e encontrar mais informações sobre como começar a usar o Microsoft Teams no Blog do Microsoft 365.

 

Fonte: Microsoft