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Pollux abre operação no Canadá e fortalece estratégia de internacionalização

Em menos de um ano da abertura do primeiro escritório fora do território nacional, a Pollux, empresa brasileira de tecnologia industrial, acaba de anunciar uma nova unidade internacional, desta vez, no Canadá. A companhia, que em 2018 começou a operar no México, também prevê expandir atuação para outros países como Estados Unidos e Colômbia até o final de 2020.

Para José Rizzo, CEO da Pollux, o mercado canadense tem se mostrado favorável às iniciativas de inovação e atrai cada vez mais empresas de tecnologia estimuladas pela facilidade e rapidez dos trâmites legais e tributários do país. “Nosso objetivo é atender, inicialmente, as demandas de empresas multinacionais que já são clientes da Pollux no Brasil e que possuem operação no Canadá”, explica o porta-voz. A empresa, que já possui proximidade com universidades e polos de inovação no Brasil, pretende incentivar o intercâmbio cultural entre os times que irão atuar nas novas unidades.

Rizzo avalia que o movimento de internacionalização é um processo natural para a Pollux que já havia exportado suas tecnologias em projetos conduzidos por toda América Latina. Fazem parte do portfólio da empresa, além das principais montadoras de veículos do País, clientes como Unilever, Nestlé, Natura e Saint-Gobain.

Algoritmo criado por brasileiros é premiado em desafio internacional de inteligência artificial

O projeto de detecção de hemorragia intracraniana em tomografias de crânio, desenvolvido pelo time Fundação Instituto de Pesquisa e Estudo de Diagnóstico por Imagem (FIDI), Iara Health e NESS Health, foi medalha de prata no RSNA Intracranial Hemorrhage Detection and Classification Challenge, da Sociedade Norte-Americana de Radiologia (RSNA, em inglês), a maior de radiologia do mundo. Este ano, o desafio lançado foi a criação de um algoritmo para detectar hemorragia intracraniana aguda e seus subtipos.

A equipe, formada pelos médicos radiologistas Dr. Igor Santos e Dr. Osvaldo Landi Junior, engenheiro Álesson Scapinello Selhorst, e cientistas de dados Daniel Souza e Bernardo Henz, conquistou a melhor colocação entre os times brasileiros da competição, que contou com 1.345 equipes participantes de todo o mundo.

Para o desafio, a equipe FIDI-Iara-Ness trabalhou intensamente por dois meses para desenvolver um algoritmo de inteligência artificial para análise de imagens de tomografia computadorizada de crânio para detecção de sangramento intracraniano.

“Os desafios de machine learning, hoje, são umas das principais formas de avanço do conhecimento para resolução de problemas de visão computacional. O desafio anual da RSNA fomenta a utilização desse novo tipo de tecnologia, garantindo, ainda, dados de altíssima qualidade para sua realização”, diz Dr. Igor Santos, médico radiologista e chefe de inovação da FIDI.

A competição foi aberta a indivíduos, empresas e grupos interessados em desenvolver uma ferramenta capaz de diagnosticar rapidamente a hemorragia intracraniana aguda. Para isso, um rico banco de imagens e dados foi providenciado pela RSNA, em colaboração com os membros da Sociedade Americana de Neurorradiologia (ASNR, em inglês) e a plataforma MD.ai.

“Para a FIDI, é um imenso reconhecimento estar entre as empresas que veem as novas tecnologias como uma forma de realizar a prática médica de maneira mais eficiente, segura e de maior qualidade para os nossos pacientes”, conta.

John Deere apresenta nos EUA a produção agrícola 4.0 e a sustentabilidade do agro brasileiro

Por seu engajamento na difusão de temas relacionados à produção de alimentos e sustentabilidade, principalmente quanto ao uso do sistema ILPF (Integração Lavoura-Pecuária-Floresta), a John Deere foi a única empresa privada do setor a palestrar em dois seminários a convite do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA), nos Estados Unidos, na semana passada. “Tropical Sustainable Agriculture Best Practices”, em Washington DC, e “Investment Opportunities on Brazilian Sustainable”, em Nova York. Dirigidos a formadores de opinião, investidores e instituições, os eventos tiveram como objetivo demonstrar a oportunidades de investimento no Brasil com foco no agronegócio.

“A John Deere tem a visão clara de que o Brasil possui uma vocação: alimentar o mundo. Temos um clima que nos permite explorar todo o potencial agronômico e as tecnologias no campo, com total respeito ao meio ambiente, o que nos leva a ocupar as posições mais elevadas em produtividade agrícola responsável. Produzir e preservar são a maior força da agricultura brasileira”, ressaltou Herrmann.

Para exemplificar este pensamento, Herrmann compartilhou com a audiência os dados de três grandes marcos da agricultura brasileira nos últimos 40 anos, em termos de sustentabilidade e produtividade. O primeiro deles foi o desenvolvimento da produção agrícola em plantio direto, na década de 70, que resulta em um potencial de sequestro de carbono da ordem de 1,5 ton CO2 eq/ha.ano, em comparação aos sistemas convencionais de plantio. Cerca de 60% da área plantada no Brasil (35 milhões de hectares) utiliza este sistema, enquanto do total de área plantada no mundo apenas 12% usam o plantio direto.

Outra conquista marcante foi o crescimento da segunda safra (safrinha) e até da terceira safra de grãos anualmente, o que vem levando o Brasil a bater recordes de produção agrícola a cada ano.

O terceiro grande marco, destacou Herrmann, tem sido o sucesso da adoção do ILPF, promovendo o avanço da agricultura de baixa emissão de carbono que levou o Brasil a bater antes do prazo estabelecido algumas metas ambientais assumidas no Acordo do Clima de Paris. Segundo o compromisso do governo brasileiro, o País deveria alcançar 9 milhões de hectares cobertos com ILPF até 2030. No entanto, de acordo com dados da Rede ILPF (organização público-privada liderada pela Embrapa, com apoio da John Deere desde a sua criação), os agricultores brasileiros já aplicam esta técnica de manejo agrícola em cerca de 15 milhões de hectares. Ou seja, quase o dobro da meta estabelecida inicialmente, com mais de uma década de antecedência.

Olhando para o futuro, o presidente da John Deere ressaltou o potencial agronômico e ambiental do Brasil a partir da adoção de tecnologias de última geração. Herrmann comentou sobre os avanços do Centro de Suporte a Operações John Deere – plataforma tecnológica de análise de dados -, viabilizado por um serviço pioneiro da companhia no Brasil: o Conectividade Rural.

Visando contribuir para a maior eficiência produtiva dos agricultores brasileiros, a John Deere saiu na frente nas discussões e alternativas para suprir um dos grandes desafios dos produtores rurais: a deficiência em infraestrutura de telecomunicações em áreas rurais, que até então vinham impedindo que os agricultores pudessem utilizar os potenciais tecnológicos das máquinas em sua plenitude. Lançado conceitualmente em 2018 em parceria com a Trópico, o serviço de Conectividade Rural já está disponível a todos os produtores do País. “É a agricultura 4.0 que se expande rapidamente no Brasil consolidando o papel essencial do país para alimentar um mundo em crescimento”, finalizou.

Associações Comerciais preparam ofensiva contra as feiras itinerantes ilegais

A Federação das Associações Comerciais do Estado de São Paulo (Facesp) prepara uma ofensiva contra as feiras itinerantes ilegais. Um dossiê, com informações sobre como agem os organizadores, será encaminhado à rede de Associações Comerciais (ACs), que somam 420 entidades, em todo o Estado.

O documento conta com um vasto material informativo e de orientação. O objetivo é que as ACs tenham subsídios para acionar o Executivo, o Legislativo e o Judiciário e, assim, regulamentar a realização das feiras.

O dossiê conta com manifestação dos Poderes Públicos; alertas sobre os malefícios causados; modelos de leis municipais, que regulamentam este tipo de atividade e que podem ser utilizadas como exemplo; ofícios para serem adaptados e encaminhados a diversos órgãos, como: Prefeitura, delegacia de polícia, Bombeiro, Procon, e departamentos regionais da Secretaria Estadual da Fazenda.

“Nos últimos anos temos acompanhado o crescimento deste tipo de modalidade, que gera um impacto negativos nas vendas do comércio legal”, afirmou o presidente da Facesp, Alfredo Cotait Neto. “Nas principais datas festivas, elas são instaladas em cidades menores, porém, próximas a grandes centros comerciais”, descreveu Cotait.

Além do prejuízo para o setor do comércio, que deixa de gerar emprego e renda, há, também, uma perda significativa de arrecadação tributária, uma vez que as mercadorias vendidas nas feiras não recolhem impostos na operação, o que causa impacto negativo no desenvolvimento da cidade e da região.

SEM SEGURANÇA

Outro grave problema está relacionado à segurança dos espaços onde estes eventos são realizados. Um grande número de pessoas é atraído para locais provisórios e precários, como galpões, terrenos vazios e praças. Estes lugares não contam com os alvarás necessários do Corpo de Bombeiros, que verificam e atestam às instalações elétricas, o sistema de proteção contra incêndio, entre outros fatores. Sem o aval dos Bombeiros, como ocorre nas lojas e nos centros de compras legais, o cliente passa a correr um risco iminente.

Há situações em que os organizadores alugam salões particulares, porém, o próprio locador desconhece que ali será realizada uma feira irregular.

A ideia de que a população é atraída pelo preço baixo praticado é igualmente combatida pela Facesp. Os produtos comercializados são de baixa qualidade e sem nenhuma garantia. “Assim que a feira é desmontada, não se encontra mais o vendedor para o pós-venda, ficando o consumidor sem poder exercer as garantias previstas no Código de Defesa do Consumido”, afirmou o vice-presidente da Facesp, Ary Russo.

CONCORRÊNCIA DESLEAL

Na avaliação da Facesp, o Poder Público de cada cidade precisa proteger a população. “Apoiar a realização de tais feiras, que passaram a ocorrer com mais frequência no Interior, é ir contra o local onde se vive, uma vez que o dinheiro das vendas vai todo embora, podendo levar ao fechamento de lojas e, consequentemente, gerar desemprego”, ressaltou Russo.

“Diante deste cenário, ações contra esta prática tornam-se urgentes. Tal concorrência desleal agrava a situação do comércio formal, que já vem sofrendo muito”, avaliou o superintendente-geral da Facesp, Natanael Miranda dos Anjos.

PAPEL DAS ACs

A Facesp tem alinhado ações em conjunto com as Secretarias Estaduais da Fazenda e de Segurança Pública. O objetivo é estabelecer uma forma eficiente de defender os municípios vítimas das feiras itinerantes.

A partir dos subsídios fornecidos pela Facesp, as Associações Comerciais passarão a exigir às autoridades locais, o cumprimento do Código de Posturas e a presença dos alvarás de funcionamento.

O portfólio dos documentos encaminhados às ACs é resultado do trabalho de um comitê formado na Facesp para tratar especificamente sobre este assunto. A sugestão de formar um grupo de trabalho partiu de uma reunião de vice-presidentes. Ary Russo foi indicado pelo presidente Cotait para ser o coordenador do comitê, que conta com o Grupo Colegiado Técnico, formado por executivos das 20 Regiões Administrativas (RAs).

“É de suma importância que a Associação Comercial, com o apoio dos associados e da comunidade, faça com que a Prefeitura e o Legislativo crie e atualize as leis com o intuito não de proibir, mas de estabelecer a livre concorrência de fato, de forma justa e por critérios legais aos quais os comerciantes locais também estão sujeitos”, disse Russo.

“As Associações Comerciais exigirão que o Poder Público faça valer todos os dispositivos legais, sem ferir o direito da livre iniciativa, no entanto, fazendo valer a garantia da ordem, da segurança e da equidade entre os comerciantes”, garantiu o assessor da Facesp José Olival, coordenador do Grupo Colegiado Técnico, que integra o comitê responsável pelo dossiê.

Agrofy inicia processo de consolidação no Brasil

A Agrofy, primeiro marketplace do agronegócio brasileiro, iniciou seu projeto de consolidação com o propósito de ser a maior plataforma digital de negócios do Brasil e em mais 19 países até 2025. Para isso, contou com um aporte inicial de aproximadamente US$ 11 milhões, vindo de investidores como Syngenta Ventures, Bunge Ventures, SP Ventures e Brasil Agro. Além disso, finalizará a rodada da Série B com um novo investimento de aproximadamente US$25 milhões, até novembro de 2019.

“A Agrofy reproduz o atual momento do agronegócio brasileiro”, destaca seu country manager no Brasil, Rafael Sant’Anna. “Somos uma empresa com DNA Agro, inovadora e dinâmica, que reflete o estado da arte da agricultura 4.0, pois une o agro, o digital e sua tendências (e-Agro), assim como a nova geração de produtores rurais”, completa.

Por enquanto, a plataforma da Agrofy está focada nas categorias de máquinas e implementos agrícola (como colheitadeiras e pulverizadores), veículos e máquinas pesadas (linha amarela) para o agronegócio, tanto novos quanto usados, de pequenos vendedores até as grandes empresas do setor, como a Mahindra e Stara. Até o final de 2019, o Marketplace do Agro também oferecerá insumos, sementes e até mesmo soluções de crédito e seguros rurais, dentre outras categorias de produtos e serviços relacionadas à atividade rural.

“A Agrofy conectará todas as etapas da cadeia produtiva do agronegócio, sendo um braço digital para as empresas, oferecendo mais opções de negócio, e um facilitador para o produtor, que busca cada vez mais a liberdade de escolha e agilidade no processo de decisão e compra”, explica Sant’Anna.

Menores de 35 anos: compras de final de ano focam em novas tecnologias, delivery e produtos ecológicos

A nova pesquisa da Capgemini: Festive shopping Trends mostra que 40% das pessoas entre 18 e 34 anos devem gastar mais em suas compras de final de ano em 2019 do que no ano passado, em comparação com uma média geral de 28% para todas as faixas etárias. Embora qualidade, custo e conveniência continuem a impulsionar a maioria das decisões de compra, os varejistas estão sob crescente pressão para adotar novas estratégias que consigam atrair compradores mais jovens. 

pesquisa descobriu que as principais estratégias para atrair compradores mais jovens incluem a diversificação de canais online, na loja e por voz; investimento em tornar os produtos e embalagens mais ecológicos; e utilizar a tecnologia para melhorar a experiência de compra e o delivery.

O estudo online explora os planos de gastos, prioridades de compras e expectativas de mais de 6,7 mil consumidores na Alemanha, Espanha, Estados Unidos, França e Reino Unido antes da temporada das festas e das compras deste ano, que começa com a Black Friday em 29 de novembro de 2019.

A sustentabilidade ambiental é uma prioridade aumentada, mas acertar o básico ainda é fundamental

Os consumidores ainda consideram a variedade/alcance de estoque disponível (34%) e a conveniência da localização de uma loja (21%) como os principais fatores para escolher comprar com um varejista em detrimento de outro, quando o preço não é um fator preponderante. Da mesma forma, quando solicitados a escolher os três principais fatores que os influenciam ao comprar presentes para familiares e amigos, os entrevistados priorizaram a qualidade dos produtos e as opções de economia de custos – por exemplo, reduções, vendas e descontos – igualmente em 54%, enquanto a variedade de produtos oferecidos (50%) foi o terceiro fator mais popular.

Quando perguntados sobre onde eles mais gostariam de ver os varejistas investirem nesta temporada, manter ou reduzir os níveis atuais dos preços dos itens (33%) foi a resposta mais popular. No entanto, talvez refletindo uma maior conscientização sobre questões de sustentabilidade este ano, a seleção de produtos/embalagens ambientalmente amigáveis​​foi uma consideração importante para 21% de todos os entrevistados e um pouco mais para aqueles entre 18 e 24 anos (24%). Em todos os países, os entrevistados no Reino Unido foram os mais focados em embalagens sustentáveis​​(29%), seguidos pela Alemanha (21%) e França (19%), com Estados Unidos e Espanha (14% cada).

Expectativas geracionais divergentes

As pessoas entre 18 e 34 anos mostraram várias diferenças importantes em suas prioridades de compras, em comparação com os compradores com 35 anos ou mais.

A população de 18 a 34 anos teve menos probabilidade de usar lojas físicas para as compras do final deste ano e optar por varejistas que oferecem acesso a várias marcas; 29% disseram que gastariam mais dinheiro na loja, enquanto 37% disseram que gastariam mais dinheiro com um varejista com acesso a várias marcas. Isso se compara a 39% e 32%, respectivamente, para a média da faixa etária.

Além disso, as pessoas de 18 a 34 anos têm mais probabilidade de usar novas tecnologias para melhorar sua experiência de compra. Eles tinham uma preferência maior por tecnologias como caixas automáticas (23% vs 16% em média), pagamentos de carteira móvel (21% vs 12% em média), tecnologias nas lojas, como espelhos de realidade virtual (22% vs 15% em média) e novos métodos de entrega – ou seja, drones ou entrega por carro (16% em comparação com 10% em média).

Importância da diversificação de canais

As lojas físicas ainda estão montadas para receber a maior parte dos gastos com as férias, com 39% dos consumidores planejando fazer a maior parte de suas compras nas lojas durante o período de festas. Os varejistas online que oferecem acesso a várias marcas diferentes também devem receber parcelas consideráveis​​dos orçamentos de final do ano deste ano, com 32% planejando gastar a maior parte de seu dinheiro nesses sites.

Para os varejistas que buscam capitalizar as oportunidades de compras baseadas em voz, os consumidores provavelmente usarão essas plataformas se acharem que a experiência será segura (25%), se receberem descontos exclusivos por voz (23%) e se eles estavam confiantes de que seria uma experiência direta (20%). Isso é particularmente importante para os varejistas que têm como alvo os compradores mais jovens (entre 18 e 24 anos), onde as porcentagens subiram para 29%, 33% e 27%, respectivamente.

Expectativas de entrega e conveniência

Não é de surpreender que o mês anterior às férias e festas do final do ano seja o horário de pico para os consumidores, com 30% dos compradores normalmente iniciando suas compras a partir desse ponto. Enquanto alguns varejistas online continuam a oferecer opções de entrega mais rápidas, como durante a noite e no mesmo dia, os consumidores geralmente esperam que a entrega/cobrança dentro de três dias úteis seja a norma (33%).

De maneira mais ampla, a conveniência orientada à tecnologia será essencial para melhorar a experiência de compra. No entanto, as variações regionais significam que os varejistas devem se adaptar à demanda do mercado local, incluindo lojas que utilizam tecnologias inovadoras na Espanha (31%) e na França (18%); a capacidade de usar o pagamento de carteira móvel para consumidores dos EUA (17%); e verificação de autoatendimento no Reino Unido (15%).

“As compras nas épocas festivas são críticas para os resultados dos varejistas, e os planos de gastos dos consumidores mais jovens oferecerão esperança aos empresários. No entanto, o mercado deve adaptar sua estratégia para obter um melhor retorno da carteira desse grupo”, disse Kees Jacobs, vice-presidente do setor global de produtos de varejo e varejo da Capgemini. “A tecnologia pode ajudar a oferecer a qualidade, o custo e o alcance que todos os grupos de consumidores desejam, mas os varejistas devem pensar cuidadosamente em como equilibrar novos investimentos com o atendimento às expectativas de uma geração mais jovem, mantendo os baixos preços em mente também”.

Para acessar as descobertas completas e o infográfico, clique aqui.

Metodologia de Pesquisa:

Todos os números, salvo indicação em contrário, são da YouGov Plc. O tamanho total da amostra foi de 7755 adultos em todos os países, dos quais 6718 compram nos feriados. O tamanho total da amostra para a França foi 1032, dos quais 922 compram nos feriados. O tamanho total da amostra para a Alemanha foi 2116, dos quais 1627 compram nos feriados. O tamanho total da amostra na Espanha foi de 1014, dos quais 960 compram nos feriados. O tamanho total da amostra para o Reino Unido foi de 2204, dos quais 1975 compram nos feriados. O tamanho total da amostra para os Estados Unidos foi 1389, dos quais 1234 compram nos feriados. O trabalho de campo foi realizado entre 8 e 18 de novembro de 2019. A pesquisa foi realizada online. Os números receberam uma ponderação uniforme para cada país para produzir um valor “médio”.

FEBRABAN: cuidado com anúncios falsos nas redes sociais durante a Black Friday

A Black Friday está chegando. A megaliquidação, realizada tradicionalmente nos Estados Unidos na última sexta-feira de novembro, um dia depois do feriado de Ação de Graças, caiu no gosto dos brasileiros.

No entanto, aquela oportunidade para adiantar as compras de Natal gastando menos pode esconder vários perigos. Criminosos aproveitam o momento de entusiasmo com o elevado volume de ofertas para intensificar suas ações e aplicar golpes que causam grande prejuízo. Eles usam, especialmente, a tática da engenharia social – técnica usada por bandidos que induz o usuário a fornecer informações confidenciais.

Neste ano, um golpe vem ganhando espaço: a criação de perfis e páginas falsas em redes sociais, como Instagram e Facebook. As quadrilhas copiam a identidade visual de grandes marcas e patrocinam posts com ofertas tentadoras (o patrocínio de posts é uma estratégia para potencializar a visualização dos posts com o golpe).

Em algumas dessas páginas falsas, os consumidores precisam preencher um formulário com dados pessoais para ter acesso às promoções. Em outras, ao clicar no anúncio, o cliente já é direcionado para uma área de compra e convidado a digitar os dados do cartão de crédito.

“É uma prática comum, as marcas fazerem posts patrocinados nas redes sociais para alavancar as vendas; e os bandidos estão se aproveitando, criando postagens falsas, também patrocinadas, que se parecem com o conteúdo da página verdadeira”, alerta Adriano Volpini, diretor da Comissão Executiva de Prevenção a Fraudes da FEBRABAN.

Segundo o executivo, a forma mais eficaz de não cair nesse tipo de golpe é realizar as compras por meio do site oficial das lojas, em vez de usar páginas promocionais e anúncios publicados no Google ou em redes sociais. “Se você, consumidor, se interessou por uma oferta que apareceu no seu e-mail ou rede social, não clique”, recomenda Volpini. “Digite a URL do site no seu navegador de internet e confira se a mesma promoção está mesmo no site oficial da loja.”

As quadrilhas têm se especializado nesse tipo de ação baseado na captura de dados pessoais, após conquistar a confiança de clientes desavisados . “Hoje, 70% dos golpes feitos no mundo digital estão relacionados a engenharia social”, alerta Volpini.

Outro golpe que se torna cada vez mais comum é a falsificação de boletos digitais. Mais uma vez, as quadrilhas criam páginas que imitam a área de e-commerce de grandes marcas. Quando o cliente vai fazer a compra, esses sites emitem boletos cujos beneficiários não são as lojas, mas os criminosos.

Para evitar ser vítima desse tipo de golpe, é importante conferir quem é a empresa beneficiária que aparece no momento do pagamento do boleto, no aplicativo ou site do banco. Se o nome for diferente da marca ou empresa onde a compra foi feita, a transação não deve ser concluída.

Em alguns casos, o nome fantasia da loja é diferente daquele que consta no contrato social, ou então a empresa faz parte de uma holding. O ideal é entrar em contato com o SAC da marca e conferir se as informações do boleto estão corretas. “É preciso estar sempre vigilante: em caso de qualquer dúvida, nossa recomendação é não realizar a compra e entrar em contato com a loja por meio dos canais oficiais de atendimento ao cliente”, reforça Volpini.

Para ajudar as pessoas a não serem vítimas das quadrilhas, a FEBRABAN lançou, em 20 de outubro, uma campanha dedicada no assunto. Com o slogan “Tem coisa na vida que não dá para evitar. Mas, as fraudes, você pode evitar”, a ação reúne informações sobre os principais golpes e como evitá-los. O conteúdo estará disponível até o final de dezembro no hot site http://www.antifraudes.febraban.org.br.

Seguem mais algumas dicas para se proteger das quadrilhas que costumam agir no ambiente virtual:

• Ao receber um e-mail não solicitado, ou de um site no qual não esteja cadastrado para receber promoções, é importante verificar se o remetente é, de fato, uma empresa idônea. Não clique em links. Digite os dados no navegador para acessar;

• Ao utilizar sites de busca, verifique cuidadosamente o endereço (URL) para garantir que se trata do site que deseja acessar. Fraudadores utilizam-se de “links patrocinados” para ganhar visibilidade nos resultados de buscas;

• Dê preferência a sites conhecidos e verifique a reputação de sites não conhecidos, lendo comentários de clientes que já utilizaram as plataformas;

• Nunca use um computador público ou de um estranho para efetuar compras ou inscrever seus dados bancários;

• Sempre utilize, em seu computador ou smartphone, softwares e aplicativos originais e mantenha sempre um antivírus atualizado;

• Caso seu celular seja roubado, entre em contato com a central de atendimento de seu banco para comunicar a ocorrência e bloquear as operações que podem ser feitas via smartphone;

• Não repasse nenhum código fornecido por SMS e nem qualquer outra informação, sem confirmação com o setor responsável das empresas através dos canais de atendimento; e

• Como regra, as grandes empresas de compra e venda na internet não mantém contato com o cliente por meio de de aplicativos de mensagens, portanto sempre desconfie.

BizCapital divulga ranking dos segmentos que mais pedem empréstimo e os principais motivos de solicitação

A BizCapital, fintech de crédito que proporciona aos pequenos e médios empreendedores um processo online rápido e seguro para tornar o crédito mais acessível, divulga ranking dos segmentos que mais pedem empréstimo na plataforma. O setor de Varejo lidera o ranking com 24,4%, seguido de Serviço de Alojamento/Alimentação com 8,1%, e Serviços Administrativos com 4,9%. O levantamento também revela que os principais motivos das solicitações de empréstimo são capital de giro com 35,2%, compra de equipamento com 14,6%, seguido de compra de estoque com 13,5%.

Uber lança função que converte troco em dinheiro por créditos na conta do usuário

A Uber lançou uma nova funcionalidade no Brasil para facilitar a vida de usuários e motoristas parceiros nas viagens pagas em dinheiro. Chamada de Troco Automático, a nova função permite que o troco da viagem seja feito na forma de créditos Uber Cash , que podem ser usados em outras viagens ou pedidos no Uber Eats e nunca expiram.

Funciona assim: quando o motorista parceiro encerrar uma viagem em dinheiro e o valor pago pelo usuário for maior do que o preço exato, a diferença poderá ser devolvida na forma de créditos, que entrarão automaticamente na conta do usuário.

Por exemplo: se a viagem custar R$ 16,37, e o usuário fizer o pagamento com uma nota de R$ 20, o troco de R$ 3,63 pode ser devolvido como crédito.

A nova função é opcional, o usuário pode escolher se quer receber o troco em dinheiro ou Uber Cash, basta combinar com o motorista, e é limitado para trocos com valores até R$ 50.

Para o motorista parceiro, a vantagem é não precisar se preocupar em ter notas e moedas para usar como troco, sem perder tempo contando o dinheiro exato nem ter que parar em lojas e padarias para trocar notas maiores.

Para o usuário, o Troco Automático representa maior agilidade para encerrar as viagens, sem ter que esperar para receber troco, além de ser uma forma prática para adicionar créditos à sua conta na Uber.

O usuário pode conferir o valor total das viagens e seus créditos a cada recibo recebido por e-mail e no menu “Suas viagens” dentro do app.

Como funciona no aplicativo de motoristas parceiros

1. Coletar Dinheiro

Ao clicar em “Coletar dinheiro”, aparecerá a aba com o valor da viagem

2. Clicando em “Outro”

Ao clicar em “Outro”, abre-se a tela para o parceiro dizer quanto recebeu

3. Digite quanto recebeu

Parceiro digita quanto recebeu em dinheiro do usuário

4. Etapa final

Ao clicar em “Pronto” aparece a tela final com o quanto foi a viagem, o quanto foi recebido e o quanto vai virar crédito Uber Cash

Com 50% dos negócios no Brasil, Workana expande atuação no país

A Workana , maior plataforma que conecta freelancers a empresas da América Latina, está expandindo sua atuação no mercado brasileiro. Fundada em 2012, a empresa possui mais de 2,5 milhões de profissionais cadastrados, dos quais 45% são brasileiros. O país corresponde a metade dos projetos realizados por meio da plataforma, representando 2,5 vezes a quantidade gerada pela matriz, na Argentina.

De acordo com Daniel Schwebel, primeiro Country Manager da Workana no Brasil, o objetivo da expansão é consolidar ainda mais os negócios no país. “Aqui temos um grande potencial de crescimento, além de um mercado enorme que podemos explorar oferecendo excelentes profissionais para as empresas e boas oportunidades de jobs para os freelancers”, aponta o executivo. Schwebel, ex-Linkedin, aponta que seu objetivo é compreender a demanda do país e definir as estratégias para os próximo anos.

Além de possuir atuação em toda a América Latina, a Workana recentemente inaugurou um escritório na Malásia, após receber um investimento da SEEK, acionista de empresas como Brasil Online Holdings – controladora da Catho – e OCC (Centro Online de Carreiras do México). Nos próximos cinco anos, a empresa tem expectativa de seguir expandindo sua atuação em outros países, e Schwebel analisa a importância da atuação local: “Nestes anos de atuação, a Workana identificou que, por mais que o trabalho freelance não dependa de presença física, as empresas preferem trabalhar com profissionais da mesma nacionalidade, garantindo, assim, mais probabilidade de assertividade cultural na execução dos projetos”.

A expansão, além de marcar a maturidade da empresa no mercado brasileiro, acompanha o crescimento da atividade freelance como um todo. De acordo com dados da Workana, a modalidade cresceu 80% no último ano no Brasil, enquanto nos Estados Unidos mais de 35% do mercado já trabalha com profissionais remotos full ou part-time (Upwork/ Freelancers Union). De acordo com Schwebel, isso se dá principalmente pela busca dos profissionais por mais qualidade de vida e empoderamento em relação a sua própria carreira, além da demanda das empresas por profissionais com habilidades características dos freelancers.

Gastronomia contribui para desenvolvimento estratégico dentro de empresas

Team Building, termo que em português significa consolidação de equipe, é o conceito de desenvolvimento focado em aprofundar as relações de trabalho em equipe, a união, em promover habilidades, o fortalecimento emocional e comportamental. A gastronomia, tem sido uma das estratégias de treinamento utilizada por empresas em todo o Brasil, já que apenas treinamentos específicos e técnicos não atendem mais às necessidades de envolvimento e participação entre os membros de uma equipe.

A Associação dos Funcionários do Grupo Volvo América Latina é um exemplo. Anualmente a empresa organiza uma série de competições como parte da Olivikings — Olimpíada dos colaboradores Volvo. O evento conta com a participação de 1.300 pessoas entre funcionários e familiares, que competem em diferentes modalidades.

Entre as atividades está um Desafio gastronômico que começou com 24 participantes. A etapa final será disputada, neste sábado (30), às 8h30, na sede Gourmet do Centro Europeu. Apenas seis competidores irão concorrer a uma bolsa de estudos para o curso de Chef Gourmet do Centro Europeu.

Segundo Rogério Gobbi, diretor acadêmico do Centro Europeu, a gastronomia é uma excelente ferramenta para aproximar e integrar colegas de trabalho para o alcance de objetivos comuns e identificação de pontos de melhoria em processos do dia da a dia das empresas, pois a prática da gastronomia exige organização, relacionamento, liderança, processos e hierarquia para o alcance de metas e qualidade estabelecidas.

“Muitas empresas têm utilizado este modelo de atividade, desenvolvida por meio de uma parceria entre o Centro Europeu e o setor de RH das empresas. Juntos, conseguimos construir atividades de acordo com os objetivos das empresa, seja a integração de diferentes áreas, o desenvolvimento de processos de comunicação, de confiança, entre outros”, afirmou Rogério Gobbi. Segundo ele, o Team Building possibilita à empresa desenvolver os seus profissionais para que eles possam aplicar melhor suas competências e habilidades, ou ainda, dividi-las com suas equipes.

COMPETIÇÃO – Na competição deste sábado, os candidatos terão pouco mais de uma hora para elaborar uma receita com tema livre, onde a criatividade e organização também serão itens avaliados. Os pratos serão avaliados pelos chefs Iracema Bertocco, Chef Tony e Fábio Mattos – proprietário do restaurante Poco Tapas.

Vencerá aquele que tiver melhor pontuação em originalidade, criatividade e uso inteligente dos alimentos.

Prova de Team Building

Local: Centro Europeu – Sede Gastronomia (Alameda Princesa Izabel, 1300 – Bigorrilho — Curitiba/PR)
Data: 30/11
Horário: 8h30

Executivos de grandes empresas de tecnologia promovem show de rock beneficente em São Paulo

Executivos de grandes empresas unidos pela tecnologia, pela música e por uma causa social. É com essa mistura que São Paulo receberá um evento beneficente no próximo dia 11 de dezembro. Duas bandas, The Analytical Prophets e The Corporates, formadas por executivos de tecnologia, tocarão clássicos do Rock’n’Roll e toda a renda será revertida para quatro instituições de caridade: a ONG Amigos do Bem, o Retiro dos Artistas, o Instituto da Criança e a Obra Social Dom Bosco.

Segundo Kleber Wedemann, diretor de Marketing do SAS para a América Latina, e baixista da banda The Analytical Prophets, a união dos profissionais se deu pela paixão que todos têm pela música. “É um hobby em comum. Somos apaixonados por rock. Por isso, resolvemos fazer uma confraternização de final de ano, e, ao mesmo tempo, apoiar uma boa causa utilizando o CEOs Who Rock como plataforma”, afirma. Também integram o grupo o presidente do SAS Brasil, Cássio Pantaleoni (vocal); o Head de Canais e Alianças da empresa, Maurício Gioia (teclado), o especialista de produtos da Yamaha, Gustavo Dubbern (guitarra), e o professor universitário Léo Baeta (bateria).

Segundo Pantaleoni, o projeto da The Analytical teve início neste ano, quando montou a banda para se apresentar na abertura de dois grandes Fóruns que ocorreram no Brasil e na Colômbia. “Dali para frente não paramos mais”, conta. De acordo com o executivo, há uma forte relação entre a música e a tecnologia. “Do mesmo modo que a música, a tecnologia precisa do tom certo, que exige um ritmo adequado, demandando afinação de todos os outros instrumentos organizacionais”, afirma.

Ainda segundo o presidente do SAS Brasil, a partitura da tecnologia também possui a sua própria clave, na qual se define como transitar entre os acordes dados pelas tendências do mercado. “No caso da tecnologia é a clave de inovação. Como a música, que se reinventa geração após geração, e que sempre seduz e une as pessoas em torno dela, ainda mais quando é para uma causa tão boa como a da ONG Amigos do Bem”, ressalta.

Pelo lado da banda The Corporates, é composta pelo sócio da Gulf Capital Partners, Julio Pina (piano e teclado); pelo Head of Value Creation da RedeTV!, Amilcare Dallevo Neto (bateria); além de Maurício Cataneo; CFO e Vice — Presidente da Unisys e Marcelo Munerato; COO da AON seguradora (vocais e violão elétrico); Paulo Pontin (baixo); e Gabriel Silva; CFO do Nubank e Gabriel Rozin; Médico do Hopsital Albert Einstein (guitarras). O evento contará com a participaçNoes especiais do presidente da Oracle no Brasil, Rodrigo Galvão, que atuará nos vocais e no violão, de Andrea Mansano, presidente da EF Latin America, Marvio Portela, VP Latin America do SAS e Marcio Kanamaru, presidente do Napster Latin America.

Os sete amigos se encontravam com frequência em seminários, em congressos e em eventos. E foi durante um desses encontros que descobriram que tinham esse hobby em comum. De maneira despretensiosa criaram em 2018 a banda. “Foi em um dos eventos que nos encontramos que eu percebi que não era o único que gostava de música e tinha algum dom musical. Em meio a palestras e encontros, consegui convidar os outros seis membros. O nome surgiu por todos serem executivos no mundo corporativo, liderando grandes empresas, e que têm a música como algo em comum”, conta Pontin.

“Vivemos em um mundo extremamente conectado e esse evento é uma grande prova disso. São líderes de grandes empresas, algumas até concorrentes, trabalhando com o mesmo hobby para levar alegria e diversão e principalmente causar impacto positivo na sociedade”, afirma Galvão. “Nosso objetivo é o de conseguir mandar uma mensagem diferente, afinal nós também somos CPFs e temos responsabilidades como pessoa. Estamos nos unindo por uma boa causa, além de trazer algo importante já que, em minha visão, a música representa criatividade e uma série de outros atributos que nos motivam e inspiram”, acrescenta o presidente da Oracle no Brasil.

No setlist não faltarão clássicos do rock nacional e internacional de bandas como Rush, Yes, Van Halen, Legião, Barão, Lulu Santos, The Killers, Deep Purple e muito mais. O projeto já conta com alguns patrocinadores, entre eles Sonda e BWG, e deverá ter mais duas edições em 2020.

Show beneficente das bandas The Analytical Prophets e The Corporates

Data: quarta-feira, 11 de dezembro
Horário: das 19h00 à 02h00
Local: Manifesto Bar – R. Iguatemi, 36 – Itaim Bibi
Entrada: R$ 50 + 1KG de alimento

O inconstitucional equívoco de cobrar ICMS sobre provedores de internet a alíquotas majoradas

Por Paulo Honório de Castro Júnior e Breno Vale

No dia 27 de novembro ocorrerá a votação em segundo turno do Projeto de Lei nº 1.014/2019, de autoria do Governador Romeu Zema, cujo objetivo é manter em 27% a alíquota do ICMS incidente sobre serviços de comunicação em Minas Gerais. A regra atual determina o retorno do imposto à (já gravosa) alíquota de 25% a partir de 2020. Considerando que o Estado se encontra falido, o Executivo entende não ser possível perder 2% de arrecadação. O Governador então propõe o seguinte: 27% de ICMS na prestação de serviço de comunicação, de 1° de janeiro de 2020 a 31 de dezembro de 2025, e 25% a partir de 1° de janeiro de 2026.

Mas será mesmo esta a melhor solução fiscal? E será esta pesada alíquota (25% ou 27%), onerando um serviço tão essencial como a comunicação em um mundo conectado pela tecnologia digital, quando comparada à alíquota padrão no Estado, de 18%, compatível com o mandamento constitucional pela seletividade do ICMS conforme a essencialidade de bens e serviços?

Em relação à (in)constitucionalidade da alíquota majorada do imposto sobre o essencial serviço de comunicação, não há dúvida: quando muito, os serviços de comunicação poderiam ser tributados pelo ICMS a 18%. Qualquer patamar acima representa vulneração à seletividade do imposto e à isonomia.

A Constituição estabeleceu que o ICMS poderá ser seletivo, em função da essencialidade das mercadorias e dos serviços. A seletividade, como contraponto à uniformidade, permite que Estados estabeleçam alíquotas de forma diferente para os diversos tipos de produtos e mercadorias. A determinação constitucional é simples: ou o legislador estadual define a tributação de todos os produtos de forma igual (uniformidade) ou o faz de modo distinto para diferentes produtos (seletividade). Nesse último caso, foi expressamente determinado que a seletividade deve ser pautada pela essencialidade.

A diferenciação não pode ser feita de forma aleatória: os itens sujeitos ao ICMS menos essenciais devem ser tributados a alíquotas maiores e aqueles impreteríveis a alíquotas menores. Este é, inclusive, o posicionamento da Procuradoria-Geral da República, conforme Parecer apresentado no RE nº 714.139/SC, que definirá a controvérsia sob a sistemática da repercussão geral:

“1. É inconstitucional o art. 19, inciso II, alíneas “a” e “c”, da Lei estadual 10.297/1996 de Santa Catarina no que prevê alíquotas do ICMS superiores à geral a incidirem sobre energia elétrica e serviços de telecomunicações, por incompatibilidade com o princípio da seletividade/essencialidade.
[…] De mais a mais, ainda que fosse o caso de considerar-se facultativa a aplicação da seletividade ao ICMS, uma vez feita a opção do legislador estadual pelo princípio da seletividade, passará, por lógica, a ser obrigatória a utilização do critério de comparação em virtude da essencialidade dos bens e serviços. Os mais essenciais deverão ser submetidos a alíquota menores do que as destinadas aos supérfluos. As alíquotas devem ser inversamente proporcionais à essencialidade, para impedir que sua definição seja permeada de subjetivismo” (PGR, em 26.02.2015).

E mesmo que fosse superado o incontornável problema da inconstitucionalidade das alíquotas de 25% ou de 27% sobre quaisquer serviços de comunicação, o equívoco da medida, com vistas a aumentar arrecadação tributária, não poderia ser maior se considerado os ditos Serviços de Comunicação Multimídia – SCM, nos quais se incluem os provedores de internet banda larga.

Conforme bem definiu o Conselho de Contribuintes de Minas Gerais no Acórdão nº 22.852/18/3ª, em 07/03/2018, o “Serviço de Comunicação Multimídia possibilitou o grande salto da internet e passou a ser conhecido como ‘internet banda larga’. Deste modo, devido à não limitação da quantidade de licenças e ao preço razoável para sua obtenção, pequenas e médias empresas, que anteriormente eram apenas ‘provedores de internet’, passaram a ser detentoras de autorização para a prestação do próprio SCM e tornaram-se, também, operadoras de telecomunicações”.

Pequenas e médias empresa

Contrariamente ao senso comum quando se pensa em serviços de comunicação, os provedores de internet banda larga são quase integralmente empresas de pequeno e médio porte, que lutam contra a dura carga tributária em Minas Gerais, especialmente em razão da alíquota gravosa de ICMS (27%).

Estamos falando de 825 SCMs autorizados a operar no Estado pela ANATEL, o que representa 11% do total nacional. Dessas empresas, 43,5% são microempresas e empresas de pequeno porte, sobrevivendo no SIMPLES Nacional. Quando precisam sair desse regime de tributação, a situação é clara: de 2013 a 2019, 17 dos 18 Acórdãos do Conselho de Contribuintes de Minas Gerais em matéria de ICMS comunicação se referem a autuações sobre SCMs de pequeno e médio porte. Nesse mesmo período, todas as Consultas de Contribuintes respondidas pela Secretaria de Fazenda sobre o tema se referem a estas bravas sobreviventes da tributação mineira.

Isso tudo é sintoma inequívoco da complexidade e da onerosidade do sistema tributário sobre este segmento dos serviços de comunicação, justamente onde há maior competição, tão saudável para a economia mineira. Não é por outra razão que os provedores de pequeno porte são os que mais crescem no país: conforme dados da ANATEL, em 2015 as 4 grandes possuíam 88% do mercado, ao passo que pequenas 9% e médias 3%; em setembro de 2019, as grandes possuíam 73% do mercado, com um impressionante registro de 24% para as pequenas e 4% para médias.

Além disso, as pequenas são campeãs em cidades com menos de 100 mil habitantes, representando 61,2% do mercado. Podem imaginar como seria esse crescimento sem o entrave do ICMS a 27%? E como seria o crescimento da arrecadação tributária com mais empresas podendo sair do SIMPLES Nacional? Ao que tudo indica, isso não foi considerado pelo Governador ao propor o PL nº 1.014/2019, que infelizmente foi aprovado em primeiro turno, por 47 a 13.

Essa percepção econômica é a premissa de diversos Convênios aprovados pelo Confaz, que possibilitam que 11 Estados reduzam consideravelmente alíquotas do ICMS sobre pequenas e médias SCMs. Minas, naturalmente, não se encontra nesse seleto grupo. A votação em segundo turno será no dia 27 de novembro. Ainda há tempo para que a razão prevaleça e que Minas possa seguir seu rumo próspero de geração de empregos e de aumento de arrecadação tributária, não pelo aumento de impostos, mas pelo crescimento da economia.

Paulo Honório de Castro Júnior, Presidente do Instituto Mineiro de Direito Tributário – IMDT e sócio na William Freire Advogados

Breno Vale, Diretor Administrativo na Associação Brasileira de Provedores de Internet e Telecomunicações (ABRINT)

Novo diretor executivo comercial chega para apoiar expansão da Concentrix no mercado

A Concentrix, companhia global especializada em outsourcing e em prestação de serviços, anuncia a contratação de Fabiano Toller como novo diretor executivo comercial ou Chief Commercial Executive. A empresa vem reforçando seu time de alta gestão com foco em manter a estratégia de crescimento para 2020.

Formado em Publicidade e Marketing pela Universidade Presbiteriana Mackenzie e com MBA em Negócios Internacionais pela Universidade de Barcelona, Fabiano conta com mais de 15 anos de experiência no setor de BPO, com atuação em suporte estratégico de vendas, produtos e desenvolvimento de negócios com abrangência global.

“Chego com muita energia para compor este time vitorioso e poder colaborar com a construção do nosso caminho para o futuro. A Concentrix é fanática pelos seus clientes e colaboradores e isso reflete no ótimo ambiente de trabalho que encontrei aqui quando cheguei. Temos todas as ferramentas para continuar crescendo e minha chegada vem reforçar este novo momento de investimentos estratégicos da empresa no Brasil”, comenta o executivo.

Como CCE, Fabiano trabalhará ao lado da CEO da Concentrix, Claudia Gimenez, a fim de expandir a atuação da companhia no mercado, conquistando novos clientes e reforçando as parcerias já estabelecidas.

8 startups abrem vagas para contratação ainda em 2019

A economia brasileira ainda patina e, hoje, há mais de 13 milhões de desempregados no País, de acordo com os dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad Contínua) divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O ecossistema de startups, entretanto, parece caminhar na contramão. Segundo a Associação Brasileira de Startups (Abstartups), existem atualmente cerca de 5 mil vagas abertas no setor.

Algumas destas empresas estão à procura de novos talentos para fechar o ano de 2019 com seus times em expansão, com oportunidades em múltiplas áreas e em regimes efetivos ou de estágio.

Confira abaixo as startups que estão com vagas abertas:

Pipefy : Para quem sonha em trabalhar em uma empresa global, uma ótima alternativa é a Pipefy, startup de gerenciamento de processos eficientes, que possui sedes em Curitiba, no Sul do Brasil; São Francisco, no Vale do Silício (EUA); e Austin, no Texas (EUA). A startup acaba de anunciar a abertura de 45 vagas, em diversas áreas e níveis hierárquicos. As posições são para atuar na sede brasileira e há também possibilidade de trabalho remoto de qualquer lugar do Brasil ou do mundo.

Olist : A mais nova investida do SoftBank, maior fundo de venture capital do mundo, está em forte expansão. A startup que oferece soluções para a venda em marketplaces está com mais de 150 vagas para diversas áreas e níveis hierárquicos nas cidades de São Paulo, Curitiba e também para o trabalho remoto de qualquer lugar do Brasil. Confira no link .

Bom Pra Crédit : A plataforma que une credores e tomadores de empréstimos por meio de uma experiência única e 100% digital está com mais de 20 vagas em diversas áreas e níveis hierárquicos. As posições são para atuar na sede da startup, em São Paulo.

Omie: Com cultura de startup e ritmo acelerado de desenvolvimento, tendo aumentado mais de 5 vezes desde 2016, a Omie investe na evolução de suas equipes e oferece inúmeras possibilidades de crescimento em um ambiente de alta performance. Crescendo mais de 10% ao ano, a plataforma de gestão em nuvem número um para PMEs está com várias oportunidades de emprego em sua sede, localizada em São Paulo, nas áreas de Franquias, Performance Digital, Vendas, Marketing e Produtos. Todas as vagas estão disponíveis para PcDs. Assim como a descrição das oportunidades, as vagas podem ser conferidas na página de carreiras da empresa.

Trybe : A escola do futuro voltada para as profissões digitais mais procuradas pelo mercado de trabalho está com 10 vagas abertas nas cidades de Belo Horizonte (MG) e São Paulo (SP). Entre elas estão as posições de Data Engineer, Data Analyst/Data Scientist, Analista de Marketing (CRM), Analista de Marketing (SEO), Designer Gráfico, Analista de Seleção, Instrução pedagógica (focado em desenvolvimento de software), Produção de Conteúdo (focado em desenvolvimento de software), Produção de Conteúdo (focado em desenvolvimento de software) e Analista de Processos. Para se candidatar basta acessar o link http://bit.ly/2OyM7IA.

STANDOUT : Posicionada entre as 100 Startups to Watch de 2019, a STANDOUT é a primeira empresa no Brasil em soluções de Trade Marketing Digital, atendendo os mais importantes nomes da indústria brasileira nos setores de Saúde e Beleza Alimentos e Bebidas como Veja, Novalgina, Acnase, Dove, Comfort, Dorflex, Vanish, OMO, Dermacyd, Skol, Mãe Terra e Chamyto. A startup está com 2 vagas abertas para as posições de Assistente Comercial / SDR e Analista de BI. Os currículos podem ser enviados para o e-mail vagas@standout.com.br .

Pier : Empresa de tecnologia que oferece um seguro digital e descomplicado para smartphones, baseado no conceito de comunidade com foco na experiência do cliente. Com a missão de transformar o relacionamento entre consumidores e o mercado de seguros, a startup proporciona uma opção mais flexível e menos burocrática. Presente em todos os Estados brasileiros, a Pier conta com mais de 40 funcionários e tem um crescimento de 20% a 30% mês, além de ser a única insurtech que cobre furto simples. A startup está com três vagas abertas, que podem ser preenchidas com modelo de trabalho remoto ou distribuído, para as posições de Software Engineer, Finance Planner e Lead de Atendimento. As vagas estão disponíveis no próprio site da startup, na página de carreiras: http://careers.pier.digital/

UDLab: A startup desenvolveu um aplicativo que conecta dentistas a laboratórios de prótese via geolocalização, preço e prazo automatizando processos antes demorados e analógicos. A pouco menos de um ano no mercado, a startup está crescendo constantemente e busca por Webdesigner Pleno ou Sênior.

Primeiras economias verdadeiramente “cashless” devem surgir nos próximos cinco anos, prevê A.T. Kearney

A A.T. Kearney divulgou recentemente o Global Trends 2019-2024, em que elenca as cinco tendências – sejam elas de mercado, econômicas, de saúde ou infraestrutura – que mais impactarão o cenário e o ambiente operacional em todo o mundo.

Este ano, entre elas está a onda de cashless, da economia que não movimenta dinheiro propriamente dito, sobre a qual muito se tem falado. Segundo a análise da consultoria, a economia global é cada vez mais alimentada por transações digitais, tanto nos mercados desenvolvidos, quanto nos emergentes. A previsão é que as transações por meios eletrônicos devem crescer a uma taxa média de 10% ao ano em todo o mundo, entre 2019 e 2024.

O relatório indica que, de fato, o mundo deve conhecer as primeiras economias verdadeiramente cashless nos próximos cinco anos. No entanto, essa tendência não se instalará sem enfrentar resistência, principalmente por parte daqueles que trabalham para mitigar a desigualdade social e as vulnerabilidades nos ecossistemas digital e financeiro. “A revolução cashless deve desacelerar devido à falta de confiança nas instituições financeiras e às controvérsias em torno das empresas de tecnologia. Entretanto, ela não deve parar, e muito provavelmente veremos as primeiras economias desse tipo se estabelecerem até 2024”, diz Flavia Ribeiro, principal da A.T. Kearney Brasil.

O levantamento da consultoria revela que, em todo o mundo, 52% dos adultos que possuem conta corrente em alguma instituição financeira – digital ou tradicional – fizeram ou receberam pagamentos digitais em 2017. O índice era de 41% em 2014. Quando considerados apenas os mercados desenvolvidos, os números saltam para 91% e 86%, respectivamente. Nos mercados emergentes, o percentual é de 44% e 32%.

O dinheiro em papel é mais popular entre as gerações mais velhas. Conforme a análise, nos Estados Unidos, 21% das transações financeiras realizadas por consumidores entre 25 e 54 anos de idade utilizaram dinheiro. Quando analisado o universo de pessoas com 55 anos ou mais, o índice é de 32%. Independentemente da idade, porém, as transações sem dinheiro já são mais do que aquelas cashless.

Implicações para os negócios

“Essa tendência vai gerar algumas implicações para os negócios, e as empresas que estiverem preparadas seguramente conseguirão tirar proveito dela”, diz Flavia. “Os dados gerados pelos pagamentos realizados através de meios eletrônicos trazem informação valiosa sobre o comportamento do consumidor. As empresas devem buscar nesses dados a inspiração e as ideias necessárias para otimizar seus negócios”, exemplifica a especialista.

Além disso, as instituições precisam reforçar suas capacidades de cibersegurança para evitar problemas de reputação, pressões regulatórias e o descrédito de consumidores que valorizam a proteção de seus dados.

Empresários compartilham trajetórias de sucesso no 10º Fórum LIDE de Empreendedores

Cases de sucesso, o desafio da sucessão familiar e investimentos em tecnologia e inovação foram os principais assuntos debatidos durante o 10º Fórum LIDE de Empreendedores, realizado na Concept, em São Paulo, no sábado (23). O evento reuniu líderes empresariais e reconheceu a melhor startup em atividade no País.

“Certamente é o encontro mais vibrante do LIDE”, afirmou o chairman do LIDE, Luiz Fernando Furlan, na abertura do encontro. O diretor-executivo do Grupo Doria, João Doria Neto, destacou os momentos de “inspiração e exemplo” na troca de experiências possibilitada pelo fórum, que reuniu os debatedores em quatro arenas de exposição e discussão.

Sobre sucessão, o presidente do Sistema Educacional Brasileiro (SEB), Chaim Zaher, defendeu a inserção dos filhos no ambiente de trabalho dos pais durante infância e juventude. “Pelo menos, eles conseguem ver desde cedo se gostam ou não. E, quando decidirem, você tem que delegar. O jovem de hoje quer fazer e temos que acreditar nele.”

A filha do empresário, Thamila Zaher, atual diretora-executiva do SEB, falou sobre o equilíbrio nesse processo de passagem de bastão. “A sucessão é uma história compartilhada e não é para amadores. É para quem acredita no negócio. Não é a mesma coisa que ser herdeiro, por isso defendo a gestão híbrida desde o começo para que seja algo saudável”, afirmou.

Ao falar sobre inovação, o CBO e cofundador da PicPay, Diogo Roberte, incentivou que as empresas desenvolvam e apresentem o real propósito de existir às pessoas. Opinião compartilhada pelo fundador e CEO da Zaitt, Rodrigo Miranda. “Muita gente cria uma trajetória própria, mas a resiliência dentro da sociedade é essencial”, declarou.

Para o fundador da Natural One, Ricardo Ermírio de Moraes, o empreendedorismo vive atualmente uma nova era e é preciso acompanhar as reais demandas do mercado e dos clientes, além de acreditar verdadeiramente no negócio para que a ideia possa deslanchar. “Além de ser apaixonado, você tem que ser um bom vendedor”, disse.

Em outro case de sucesso, o vice-presidente do Grupo Hapvida, Candido Pinheiro Junior, compartilhou os bastidores da trajetória que fizeram da companhia uma referência no país. “A mudança tem que vir do líder, de cima pra baixo, em toda a empresa, familiar ou não. E hoje a gente só precisa de uma coisa no Brasil: que deixem o empresário trabalhar.”

Na apresentação especial, o jornalista da CNN Brasil, Phelipe Siani, que também é empresário, defendeu o investimento em comunicação em pequenas e grandes corporações. “Não adianta a gente ter a maior a empresa do mundo se não sabermos comunicar de maneira correta. Por isso, temos que contar com a ajuda profissional.”

Startups rumo ao bilhão

Na última arena do evento, executivos de três startups compartilharam experiências de como conseguiram alcançar bons resultados, tanto em valor como em reconhecimento. Participaram do debate o cofundador da Grow, Marcelo Loureiro; o CEO e fundador da LABI Exames, Marcelo Noll Barboza; e a vice-presidente executiva da Gympass, Priscila Siqueira.

“A gente quer desenvolver a cidade para as pessoas. A micromobilidade chegou para ficar”, disse Loureiro. Barboza afirmou que o mais importante para uma jovem companhia é entender o quanto de impacto está gerando na sociedade. “Defendo o engajamento e a humildade. Isso, certamente, é o mais importante”, complementou Priscila Siqueira.

Os debates antecederam a entrega do Prêmio Startup. A vencedora foi a EkonoWater, que propõe reaproveitamento de água em banheiros de residências e empresas. A jovem empresa foi escolhida por votação entre os convidados do evento. Também participaram da disputa Trigg, que propõe solução em saúde, e Quattro, de logística.

GenesisGroup convida empreendedores e startups a colaborar no desenvolvimento de uma solução para automação do corte da soja para análise de amostras

Um dos gargalos do processo de análise e inspeção da soja envolve a automatização do processo de corte dos grãos, com agilidade e qualidade. O GenesisGroup, referência em testes, inspeções, análises, certificações e rastreabilidade para a cadeia do agroalimento decidiu buscar a ajuda de empreendedores, startups, universitários, centros de tecnologia e demais profissionais com ideias criativas para resolver esse problema. Para isso, conta com o apoio do hub AgTech Garage, do qual é parceiro.

Dessa necessidade nasceu o “Desafio GenesisGroup – Automatização do processo de corte do grão de soja”, que está aberto a todos os interessados.

“Não temos no momento uma solução que atenda, de forma eficiente, às nossas necessidades. Estamos buscando por meio desse desafio desenvolver opções criativas, funcionais e eficazes para o corte dos grãos da soja”, ressalta Fernando Souza, gerente comercial do GenesisGroup.

“Buscamos uma solução que alie segurança do classificador, ao mesmo tempo que dinamize o processo de corte da soja, dando agilidade, qualidade e elevados índices de eficiência”, complementa Souza.

Os interessados em participar do “Desafio GenesisGroup – Automatização do processo de corte do grão de soja” podem inscrever seus projetos até o dia 15 de dezembro. Todas as ideias serão avaliadas por especialistas do AgTech Garage e GenesisGroup. Os pré-selecionados serão convidados a apresentar seus pitchs aos executivos do GenesisGroup para posterior desenvolvimento das ideias mais aderentes.

O GenesisGroup e o AgTech Garage acreditam que a Inovação Aberta pode ser o caminho para encontrar a solução que buscamos. Importante destacar que mesmo que a ideia não esteja 100% desenvolvida, há possibilidade de se estabelecer projeto de co-desenvolvimento da solução com financiamento e apoio técnico por parte do GenesisGroup”, explica Fernando Souza.

Para inscrições e mais informações acesse:

http://www.agtechgarage.com/desafio-genesis-group/