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Adobe Summit 2020: reinventando a experiência do cliente

A Adobe realizará, no dia 31 de março, terça-feira, o Adobe Summit 2020, a maior conferência de marketing digital, esse ano em versão on-line. O evento totalmente gratuito trará os líderes do mercado em automação de marketing, análise de dados e e-commerce para gerar insights, desenvolver habilidades e reinventar a experiência do consumidor. Para acessar o conteúdo ao vivo e on demand, basta inscrever-se no site do evento.

Tradicionalmente realizado em Las Vegas, Estados Unidos, o Summit deste ano acontecerá de forma on-line devido ao isolamento social recomendado nesse momento. Preocupada com a saúde e o bem-estar dos participantes, palestrantes e habitantes de Las Vegas, a Adobe optou por mudar o formato do evento, permitindo que o aprendizado e a troca de experiências ocorram de forma mais segura.

A conferência contará com keynotes dos líderes da Adobe, que apresentarão as tendências que estão transformando as indústrias, e outras sessões focadas em inovação, além de trazer líderes de grandes marcas que discutirão como suas companhias estão reinventando a experiência dos seus clientes. Essas palestras tratarão de temas como gerenciamento da jornada do consumidor, e-commerce, análise de dados e publicidade.

O evento também disponibilizará acesso on demand a mais de 100 sessões que compartilharão as melhores práticas e casos de sucesso de temas que vão desde analytics e jornada do consumidor, até machine learning e inteligência artificial.

“O Adobe Summit busca sempre trazer as maiores tendências de marketing e promover discussões relevantes para os profissionais, além de incentivar a troca de conhecimento entre os participantes. O formato on-line do evento nos permite quebrar barreiras e chegar a um número maior de pessoas, fomentando o aprendizado e possibilitando que mais profissionais discutam temas atuais e relevantes de marketing”, afirma Gabriela Viana, Diretora de Marketing LATAM na Adobe.

O Summit também possui uma programação especial para apresentar novas soluções e promover networking e integração entre os profissionais. Uma das apresentações mais esperadas no evento é o Sneaks, que trará uma prévias das novas tecnologias que estão sendo desenvolvidas nos laboratórios Adobe.

Serviço
Adobe Summit
Data: dia 31 de março
Horário: 12h30 às 14h30

Pesquisa: 41% dos profissionais apontam que empresas não tinham política de home office até início da crise do coronavírus

Com o “boom” do home office por conta da crise do novo coronavírus, a Robert Half realizou um levantamento com 240 profissionais no período de 18 e 19 de março para mapear qual a percepção dos profissionais em relação ao trabalho remoto.

De acordo com a sondagem, 41% dos profissionais apontam que as empresas que atuam não ofereciam a possibilidade de trabalhar remotamente até o início da crise do novo coronavírus. Para 53.43% dos respondentes o principal benefício de trabalhar em casa é a economia ao evitar o deslocamento do dia a dia. Já entre os desafios, apesar de 39.2% afirmarem que não têm problemas com este modelo de trabalho, um em cada cinco profissionais aponta a presença de familiares em casa como a maior dificuldade.

Abaixo os resultados completos da sondagem:

1-) Você está fazendo home office em função da crise relacionada ao Coronavírus?

Sim — 83%
Não, mas farei em breve — 6%
Não, minha função não permite — 6%
Não, a empresa não fornece essa possibilidade — 3%

2-) A empresa em que trabalha já tinha essa política ou implementou em decorrência da pandemia do Coronavírus?

Já tinha — 58%
Implementou após a pandemia — 41%

3-) Qual tem sido a principal dificuldade nesse modelo de trabalho?

Não tenho tido problemas — 39%
Presença dos familiares em casa — 19%
Distrações — 16%
Dificuldade de comunicação com a equipe — 7%
Outro (especifique) — 6%
Problemas de conexão — 5%
Empresa não ofereceu dispositivos adequados para o trabalho — 3%
Não consigo responder — 2%

4-) Qual tem sido o principal benefício?

Economia de tempo pela falta de deslocamento — 53%
Trabalho mais focado (sem interrupções) — 17%
Flexibilidade — 13%
Possibilidade de ficar próximo da família nos intervalos — 6%
Não consigo responder — 3%
Outro (especifique) — 2%
Não vejo benefícios, faço porque sou obrigado — 1%

5-) De acordo com sua percepção você acredita que é:

Mais produtivo trabalhando remotamente — 47%
Mesma produtividade independente do modelo de trabalho — 36%
Menos produtivo trabalhando remotamente — 11%
Não consigo responder — 4%

6-) Em relação ao seu gestor direto, você acredita que ele:

Confia totalmente que você está produzindo as tarefas — 66%
confia parcialmente que você está produzindo as tarefas — 23%
Não consigo responder — 5%
Não confia que você está produzindo as tarefas — 4%

Para tornar o período de home office mais produtivo tanto para empregadores como para os profissionais, os especialistas da Robert Half listaram abaixo as seguintes recomendações:

Como os empregadores podem garantir um trabalho remoto bem-sucedido para seus funcionários?

• Use ferramentas colaborativas e plataformas online para ajudar a equipe a manter contato
• Agende chamadas regulares e reuniões e estabeleça expectativas e diretrizes claras
• Garanta que os funcionários tenham os recursos necessários, incluindo acesso à tecnologia e à rede

Como os profissionais podem manter a produtividade mesmo trabalhando de maneira remota?

• Crie uma lista de tarefas de acordo com a prioridade de cada uma e responsabilize-se por cumprir cada prazo
• Atenha-se a um cronograma definido e cumpra os horários de trabalho (a tendência, ao fazer home office, é estender a atividade. Evite que isso aconteça)
• Manter comunicação regular e agendar reuniões virtuais sempre que possível.
• Entenda o que seu gerente espera de você e cumpra esses objetivos
• Verifique se o seu computador, telefone e outros equipamentos necessários estão atualizados e protegidos por sua empresa contra ameaças à segurança. Converse com seu gerente se você não tiver o que precisa.

Seis aprendizados para a carreira durante o isolamento social

A disseminação mundial do coronavírus mudou drasticamente a rotina de trabalho e as relações interpessoais. Com o distanciamento social, muitos executivos passaram a vivenciar novas experiências e superar enormes desafios que a situação atual exige.

Para Lucas Oggiam, diretor da Michael Page, consultoria especializada no recrutamento de alta e média gerencia, entre o aumento do cuidado com a saúde e as readaptações de modelos e formas de trabalho, também é importante reconhecer que períodos de crise podem nos fazer enxergar “fora da caixa” e alcançar novas oportunidades. “De maneira geral, todas as pessoas e empresas estão sendo afetadas de alguma forma em decorrência da pandemia do COVID-19. Mas, em meio a tanta preocupação, também estamos notando atitudes positivas, como o surgimento de aprendizados que darão um novo impulso ao nosso futuro como profissionais, em um mercado que nos proporciona cada vez mais desafios”, observa.

De acordo com o consultor, situações atípicas podem nos mostrar a importância de atos básicos. Por isso, a “cultura do minimalismo” que estamos vivenciando, com privações e necessidades de adaptação no meio corporativo, pode nos ajudar a enxergar maneiras de progredir em nossas carreiras.

Confira abaixo os seis aprendizados mais importantes – até o momento – durante o isolamento social, proveniente da pandemia de coronavírus:

• Enxergamos oportunidades de descobrir coisas novas

É comum estarmos tão ocupados no dia a dia que não conseguimos arrumar tempo ou disposição para aprendermos algo novo. Mas, nas últimas semanas, todos precisaram descobrir novidades, como novas formas de organização para o trabalho remoto, como estabelecer canais de comunicação ativos e claros, novos aprendizados sobre tecnologias, outros modelos de liderança e até a fazer pausas para cuidar da saúde física e mental, algo essencial, que tendemos a deixar de lado em situações que não fogem à normalidade.

• As políticas de home office progrediram

Grande parte das empresas ainda não possui uma política ou ao menos infraestrutura para oferecer o home office aos seus funcionários. No entanto, nota-se que em aproximadamente duas semanas, fizemos mais progresso do que nos últimos 10 anos em tais questões. Os profissionais estão se adaptando ao novo modelo de trabalho e descobrindo novas ferramentas e canais de comunicação. Os próximos passos serão a evolução comportamental e a criação de uma cultura de home office para que os colaboradores mantenham seus rendimentos trabalhando fora dos escritórios.

• Estamos criando uma cultura de desempenho e responsabilidade

O maior receio das empresas no Brasil quanto ao home office é que seus profissionais não tenham disciplina, foco, objetividade e responsabilidade o suficiente para que a política seja difundida no mundo corporativo. Agora, a cultura de desempenho e responsabilidade terá de avançar o mais rápido possível, caso contrário, os resultados das empresas não serão positivos e, naturalmente, os empregos estarão em xeque.

• As gestões a distância estão progredindo

Muitos gestores estão acostumados a lidar olho a olho com seus funcionários, têm postura centralizadora e dependem de contato direto para resolver problemas e engajar times. Agora é preciso criar um planejamento maior e manter uma política clara de alinhamentos. A gestão por indicadores de desempenho, muito defendida por consultorias estratégicas em geral, torna-se bem-vinda para apoiar a análise de resultados e dar suporte para decisões assertivas das lideranças. Estamos incorporando novos procedimentos de trabalho, que tendem a contribuir para o progresso das empresas.

• Estamos aprendendo a gerir melhor os recursos

Considerando que passaremos por um período em que alguns funcionários terão desempenhos melhores trabalhando remotamente do que presencialmente, e que as lideranças irão notar que é possível implantar a cultura permanentemente, vale a reflexão: precisamos de tanto espaço corporativo em nossas empresas? Estar preparado e investir em boa infraestrutura para que colaboradores realizem suas atividades em home office pode ser uma opção mais econômica, lucrativa e, inclusive, tende a reter talentos

• Otimismo x Pessimismo

A oportunidade de evoluir como pessoa e como profissional é ainda maior em momentos de crise. Tudo depende do filtro por meio do qual enxergamos a situação. Ser empático, ter respeito e dar suporte aos que estão passando por situações mais delicadas do que a nossa é o mínimo que podemos fazer, mas sem esquecer de que uma postura otimista é essencial para passar por este momento, tanto física, quanto psicologicamente.

Mais preocupados com a pandemia, consumidores esperam maior engajamento das marcas

Trabalhar de casa, evitar ao máximo sair na rua, distanciamento social: os novos hábitos da sociedade para diminuir a disseminação do novo coronavírus e, assim, impedir um contágio em massa, geraram impactos diretos em diversos setores da economia e no consumo de mídia da população.

Comportamento de consumo

As mudanças mais relevantes de hábitos estão ligadas diretamente à preocupação com o Covid-19: 78% dos entrevistados declararam sair de casa somente para o necessário (supermercados, farmácia, bancos); 71% deixaram de ir a restaurantes e lanchonetes; 68% deixaram de frequentar shoppings e parques; 27% declararam comprar mais alimentos saudáveis e nutritivos; 23% já estão trabalhando em casa; 22% estão comprando mais produtos de limpeza e 7% pediram delivery de alimentação e compras para a casa.

Com o trabalho remoto e o isolamento social, o consumo de maquiagem, produtos de cabelo e perfumes, hábitos comuns na rotina de quem trabalha fora e frequenta bares e restaurantes, por exemplo, deve ser afetado. O ranking das categorias mais impactadas em personal care traz na primeira posição maquiagem, seguido por banho e hair care, fragrância, hidratação rosto/corpo e desodorante.

Audiência de TV cresce e tempo consumido aumenta; e-sports surge como opção

A TV continua aparecendo como o meio mais confiável quando se busca informações sobre a pandemia, com 79% dos entrevistados declarando preferência por esse meio.

O consumo diário do conteúdo televiso durante a semana apresentou um aumento de 41 minutos na média. Já aos finais de semana, o aumento foi ainda mais significativo: 1h26. Essa tendência é observada também em outros países da América Latina que adotaram o isolamento social como medida de prevenção.

Também por conta da pandemia, a característica de consumo da programação televisiva mudou, seja pela necessidade mais intensa de informação ou por fatores como a interrupção de algumas produções e campeonatos esportivos.

O principal impacto no fim de semana do dia 21 e 22/3, em relação ao primeiro fim de semana de março, foi principalmente sentido no Futebol. Com a paralisação dos campeonatos, a audiência do gênero caiu consideravelmente. Entre os 10 gêneros de maior audiência, os que mais cresceram na semana de 16 a 20 de março, em comparação a primeira semana de março, foram Filme (36%) e Jornalismo (26%). Isso também reflete as alterações da grade de diferentes emissoras. A audiência do gênero Infantil cresceu 17% na semana de 16 a 20 de março, em comparação com a primeira semana de março

Os conteúdos de streaming e de PayTV seguem em ascensão. O Brasil também aparece com um amento de 8% no uso de periféricos (aparelhos ligados à TV, como videogames), indicando oportunidade para os anunciantes e as agências olharem com atenção para e-sports. Segundo pesquisa Sponsorlink, o volume de fãs de e-sports (que declararam possuir interesse ou alto interesse pela modalidade) é de 31,2 milhões de internautas brasileiros com 18 anos ou mais. O estudo Target Group Index mostra que 29% da população declararam ter jogado games (por computador/ videogame) nos últimos 30 dias.

Investimento publicitário, marcas e anunciantes

Entre os dias 16 e 22 de março, um total de 135 marcas veicularam campanhas especificamente dedicadas ao tema do COVID-19, que esteve em 20% das novas campanhas (filmes). Nesta mesma semana, o tema esteve em 1.347 inserções de TV, sendo o pico de veiculação o domingo, 22/3, com mais de 500 inserções. Os top 10 anunciantes são formados por bancos, farmacêuticas e varejistas.

Ao todo, 19% de todas as inserções publicitárias em TV aberta feitas no período de 16 a 22 de março falaram sobre o Covid-19 e 78% delas foram realizadas pelo setor privado.

As campanhas realizadas no digital entre 8 e 14 de março em comparação com a semana de 23 a 29 de fevereiro, mostram movimentação do investimento em algumas categorias — já impactadas pela pandemia. Entre as categorias que cresceram, destaque para medicamentos para gripes e resfriados (+660%), serviços de transporte privado (+97%) e lojas de departamento (+60%). Já as que mais caíram foram venda de ingressos (-80%), excursões e viagens (-65%) e bares, casas noturnas e afins (-55%).

O que os brasileiros esperam das marcas?

Com a pandemia do Covid-19, muitas marcas precisaram se posicionar e estabelecer novas prioridades. Para o consumidor, 25% esperam que as marcas sejam o exemplo e que guiem a mudança. Já 21% esperam que sejam práticas e realistas, e ajudem os consumidores no dia a dia. Atacar a crise e mostrar que ela pode ser enfrentada é o que esperam 20% dos consumidores. Usar o seu conhecimento e informar são importantes para 18%, reduzir a ansiedade e entender as preocupações dos consumidores aparecem para 11% e, por fim, 3% esperam que elas sejam otimistas e que pensem de forma não-convencional.

Para 87% dos entrevistados as marcas devem comunicar principalmente seus esforços para enfrentar a situação e sobre como podem ser úteis nesse novo dia a dia, 80% concordam que as empresas devem evitar explorar a situação do coronavírus para promover suas marcas e 78% dos consumidores acreditam que deve-se reforçar os valores da marca, oferecendo uma perspectiva positiva e utilizando um tom tranquilizador.

E o que as marcas devem priorizar?

Levando em conta três perspectivas (empregador, comunidade e consumidor), os respondentes elencaram quais deveriam ser as prioridades das marcas. No âmbito do empregador, a preocupação com a saúde dos funcionários é o mais importante. Já sobre comunidade, fazer doações e apoiar a pesquisa científica são prioridade. E na ótica dos consumidores, ajudá-los com promoções e descontos surge como o mais esperado.

A segunda edição do Kantar Thermometer compilou dados de diversos painéis e insights da Kantar, além de 500 entrevistas realizadas online com brasileiros acima de 18 anos entre os dias 13 e 16 de março de 2020. O levantamento completo está disponível no site http://br.kantar.com/covid-19/, que trará atualizações periodicamente durante todo o período de atenção ao novo coronavírus.

Os supermercados estão blindados à crise?

Por Felipe Silveira, da Capital Research

Os supermercados estão entre os poucos setores do varejo que seguem abertos durante essa crise, junto a outros segmentos considerados essenciais. Isso pode levar à conclusão de que eles serão beneficiados ou, ao menos, não serão prejudicados pela situação atual. Mas isso não é verdade. Os supermercados, certamente, também sofrerão um impacto considerável em sua atividade.

No curto prazo, é difícil prever o impacto. Pode haver uma corrida das pessoas para estocar alguns itens mais importantes, mas, com o decorrer dos dias, o fluxo de clientes deve ser afetado, sendo isso parcialmente compensado pelas vendas online.

Nesse ponto, o Pão de Açúcar acabaria saindo um pouco na frente. Em seu último release de resultados, o GPA citou que, segundo dados da Nielsen, tem cerca de 70% de market share nas compras online de alimentos. Mas, os prazos de entrega no site já estão bem maiores. O grupo também atua através do app James, que tem mais de um milhão de downloads no Google Play.

Já o Carrefour tem uma parceria com a Rappi, o que pode ajudar nesse momento pela agilidade do app e pelos mais de dez milhões de downloads também na Google Play. Porém, diferentemente do James, que é do próprio GPA, no Rappi, o Carrefour precisa competir com outros mercados. Vale comentar que, até então, a atuação online do Carrefour é mais forte em itens não alimentares, como eletrônicos e eletrodomésticos.

E vale lembrar que itens não essenciais, sejam alimentos ou não alimentos, provavelmente vão ficar de fora da cesta de compras das pessoas nesse período de forte incerteza sobre a manutenção dos empregos. Portanto, mesmo abertos e atendendo por delivery, devemos ter uma queda relevante nas vendas desses itens.

Além disso, no médio prazo, uma recessão mais duradoura certamente afetaria a expectativa de vendas dos supermercados e quanto maior for o período de quarentena maior o impacto no desemprego, na renda familiar e na velocidade da recuperação.

Comunidade da Qlik cria apps para analisar dados sobre a Covid-19

Com o rápido avanço do novo coronavírus, o mundo todo tem buscado maneiras de diminuir a transmissão da doença e prevenir o colapso dos sistemas de saúde. Para ajudar nessa luta, usuários vêm utilizando a comunidade da Qlik, líder em soluções de análise de dados, para desenvolver diversos aplicativos de monitoramento dos avanços do Covid-19. Os dados são coletados a partir de fontes públicas e oficiais, que também ajudam a detectar quais são as áreas em maior risco.

Além disso, a Qlik tem percebido uma maior utilização das soluções para que as empresas sejam capazes de organizar as iniciativas e reduzir os impactos da crise causada pela pandemia. “Houve um aumento do uso das soluções da Qlik pelos nossos clientes, que estão se utilizando de dados internos e informações oficiais para definir a melhor estratégia para o momento. Um exemplo de uso está sendo feito pela Agência Europeia de Prevenção e Controle de Doenças (ECDC – European Centre for Disease Prevention and Control), mapeando diariamente as áreas de contágio e compilando os dados de diferentes fontes para informar graficamente a evolução do surto”, comenta Cesar Ripari, diretor de pré-vendas América Latina da Qlik.

Ripari também destaca o segmento de logística, que utiliza as ferramentas da Qlik para organizar o aumento ou diminuição do consumo de determinados produtos e definir o melhor formato de abastecimento. “O modelo associativo da Qlik permite à empresa cruzar dados de diferentes fontes de maneira muito simples e intuitiva”, afirma.

A comunidade da Qlik pode ser acessada a partir do link:
http://community.qlik.com/t5/COVID-19/Coronavirus-COVID-19-Qlik-Community-Response/gpm-p/1681887#M32

Hitachi Vantara conclui aquisição da Waterline Data e apresenta nova solução em análise de dados

A Hitachi Vantara concluiu a aquisição da Waterline Data, Inc., uma empresa privada fornecedora de soluções inteligentes de catalogação de dados. Com a aquisição, a empresa introduziu o Catálogo de Dados Lumada, incorporando a tecnologia de catalogação de dados da Waterline ao seu portfólio, para resolver desafios modernos em ambientes que vão da borda ao núcleo, passando pela nuvem.

O Catálogo de Dados Lumada expande as soluções DataOps da Hitachi Vantara e fornece aos clientes uma maneira de unificar silos de dados distribuídos pela nuvem, infraestrutura de dados e máquinas, e dispositivos nas bordas de suas redes.

A tecnologia de catalogação de dados da Waterline oferece aos clientes uma estrutura de metadados comum para gerenciar todos os seus dados. Ao aplicar metodologias DataOps aos conjuntos de dados unificados, os clientes podem obter rapidamente insights e impulsionar a inovação.

“De acordo com dados do Gartner , 40% das tarefas da ciência de dados serão automatizadas em 2020, e 37% das empresas que realizaram investimentos em tecnologia observaram um crescimento médio na receita. Os catálogos de dados são uma ferramenta vital para as organizações vencerem os desafios operacionais, técnicos e regulatórios, e a Hitachi Vantara está preparada para dar todo suporte

necessário para as empresas”, disse Claudio Tancredi, Country Manager da Hitachi Vantara no Brasil.

Logística e indústria farmacêutica: uma relação essencial para atuar no combate ao novo coronavírus

Por Gustavo Silva, CEO da DSV Brasil

Primordial para o abastecimento da população global, a logística — responsável pelo armazenamento, transporte e distribuição de insumos, matérias primas e mercadorias dos mais variados setores econômicos e industriais — torna-se ainda mais essencial para os dias de hoje. Isso porque, atualmente, vivemos em um momento delicado, em que o mundo luta para combater uma das mais graves epidemias da área da saúde dos últimos anos: o Coronavírus.

Por essa razão, o papel da logística ganha ainda mais relevância e transforma-se em um dos principais aliados para atuar no combate e no controle do Covid-19. Como operador logístico, entendo que a nossa parceria com as indústrias farmacêutica e de healthcare passa a ser ainda mais fundamental para atender as demandas que surgem e para suprir as necessidades da população, como o reabastecimento de produtos considerados cruciais para auxiliar nos cuidados de higiene pessoal e também para a distribuição de medicamentos e vacinas.

Nós, da DSV Brasil, estamos empenhados e comprometidos a colaborar com a nossa expertise para auxiliar na manutenção dos trânsitos de insumos e de produtos entre a indústria, os pontos de venda e os consumidores. Todos os dias conversamos com os nossos clientes para compreender as demandas que possuem e desenhar soluções logísticas que ofereçam um pacote completo de serviços, contemplando desde a armazenagem ao transporte de produtos, com uma distribuição capilar e robusta, que pode fazer toda a diferença, dando mais velocidade e eficiência ao processo.

Para que as cadeias de distribuição e abastecimento funcionem eficazmente é preciso fortalecer esse esforço coletivo entre poderes públicos e iniciativa privada para garantir o trânsito de insumos e mercadorias por todo o globo, de forma a atender, de maneira segura e responsável, de acordo com todas as instruções dos órgãos nacionais e internacionais de saúde, a indústria e a população em suas demandas.

Por fim, mas não menos importante, reforçamos a necessidade da compreensão da gravidade do problema por toda a sociedade. Cada um de nós, pessoas físicas e jurídicas, precisamos ter a percepção do quanto somos fundamentais neste processo de combate a proliferação do vírus. Se todos fizermos nossa parte, tenho certeza que superaremos este desafio. Juntos, podemos vencer esta luta contra o Covid-19!

Fintech Stark Bank é selecionada pela Y Combinator

A Stark Bank , fintech B2B líder em open banking no Brasil, anuncia que é uma das startups escolhidas pelo seleto programa da Y Combinator, a maior aceleradora do Vale do Silício, nos Estados Unidos, que tem taxa de aprovação menor do que a da Universidade de Harvard. A Y Combinator é conhecida por já ter investido em startups que hoje somadas valem mais de US﹩ 155 bilhões, como o Stripe, Airbnb, Rappi, Dropbox, Brex, entre outras.

Para Rafael Stark, fundador e CEO, o programa é melhor que um MBA em Stanford para empreendedores. “Eles dão o mindset correto sobre o negócio, pois ensinam a como melhorar seu produto, provocam a ter metas agressivas e a pensar em como atingi-las rapidamente. Além disso, o programa dá acesso a um networking incrível e um extenso know-how sobre o que deu certo e errado em outras empresas, o que elas usaram para crescer rápido. E ainda te pagam para participar do programa. Antes da YC nunca imaginei ser possível multiplicar nossa receita de dezembro por 5 em 3 meses. Eles abriram nossos olhos e conseguimos multiplicar por 7”, comenta o CEO.

Fundada em 2018, a Stark Bank criou a primeira API bancária no Brasil, permitindo com que empresas de tecnologia consigam fazer todas suas operações financeiras via API. O uso dessa tecnologia permite automatizar processos, eliminando operações manuais, erros e fraudes. Dessa forma, empresas conseguem crescer rapidamente suas operações bancárias. A fintech já conquistou clientes importantes como a Rappi, Buser, Kovi, Ingresse, Rebel, entre outras que conseguiram simplificar sua operação para realizar grandes volumes de transferências, pagamentos e boletos, sem sofrer qualquer gargalo operacional na sua área financeira.

Antes da Stark Bank, as empresas citadas usavam os arquivos de remessa com os bancos tradicionais para realizar pagamentos em volume, o que podia levar até 3 dias para executar 10 mil operações. Por meio da API da Stark Bank, isso leva segundos para executar e, como resultado, os times financeiros ganham mais controle, tranquilidade, segurança e produtividade, focando no que realmente importa aos negócios, o seu core business.

A fintech estima atingir a marca de cerca R﹩ 10 bilhões em transações em 2020. Em 2019, registrou um crescimento de 81% por mês em receita e obteve um avanço de 89% ao mês em volume na sua plataforma. A empresa recentemente recebeu também um aporte do fundo Iporanga, que já investiu em startups brasileiras bem-sucedidas como Loggi, Quero Educação e Olist. O dinheiro do aporte está sendo aplicado para melhoria contínua do produto e para lançar o primeiro cartão de crédito corporativo para startups do Brasil.

“No Brasil temos hoje mais de 12 mil startups e esse número cresce 30% ao ano. Temos 11 unicórnios , sendo 5 deles só em 2019 e tem muito mais ainda por vir. Acreditamos que esse boom de empresas de tecnologia irá acelerar a economia brasileira e tem um potencial de movimentar R﹩ 1 trilhão ao ano. Nós iremos impulsionar todos os empreendedores que, assim como nós, querem mudar o Brasil para melhor usando tecnologia”, conclui Rafael Stark.

EBANX lança sistema de vendas online com funcionalidade que ajuda pequenos comerciantes

Buscando dar uma alternativa a comerciantes que estarão fechados ao público durante a quarentena, o EBANX lançou nesta semana uma forma rápida de lojistas venderem online, o EBANX Beep, com uma funcionalidade que comporta a venda de vouchers para produtos e serviços. O objetivo principal é ajudar os negócios que estão sem fluxo de caixa durante a época de quarentena no país.

Pequenos comércios e profissionais autônomos como personal trainers, manicures, diaristas e confeiteiros, entre outros, poderão comercializar vouchers usando a nova funcionalidade, e definir a troca desses vouchers pelos produtos ou serviços. As datas para a troca serão informadas pelos próprios vendedores.

“Desenvolvemos essa possibilidade com a intenção de facilitar as vendas de pequenos estabelecimentos e profissionais autônomos neste momento delicado. Com ela, conseguimos conectar esses vendedores às pessoas que podem e querem ajudar”, afirma André Boaventura, sócio e CMO do EBANX.

Além de montar a loja virtual, os vendedores também poderão contar com o processamento de pagamentos do EBANX Pay, automaticamente disponibilizado dentro da plataforma. Cartões de crédito de todas as bandeiras serão aceitos com possibilidade de parcelamento, além de boleto bancário, e a liquidação pode ser feita quinzenalmente.

Montar a loja na plataforma é um processo simples, que não exige a presença de um programador. A adesão ao sistema é feita de forma online e, em poucos minutos, já é possível começar a cadastrar os artigos, sejam eles produtos, serviços ou os próprios vouchers.

“A plataforma é uma opção para esses vendedores estarem no mundo digital, dando a eles mais visibilidade e oportunidades de negócio, além de promover a inclusão digital dos comércios em geral”, completa Boaventura.

Apenas três etapas são necessárias para criar a loja no EBANX Beep. O vendedor deve acessar o site www.ebanxbeep.com e preencher o cadastro inicial. Depois, é preciso enviar informações como RG (ou CNPJ), comprovante de endereço e conta corrente (que devem estar no mesmo nome do titular do RG ou CNPJ). Na sequência, ele já pode começar a cadastrar os itens que deseja vender online — num processo que pode ser concluído em poucos minutos.

Procon-SP recomenda flexibilização da proteção aos consumidores durante pandemia

A situação de calamidade pública reconhecida mundialmente em decorrência da pandemia de coronavírus afetou as relações de consumo, interrompendo inúmeros contratos entre fornecedores e consumidores e apresentando risco de falência de empresas caso haja interpretação fria das leis do Código do Consumidor.

Configurada a força maior, ou seja, situação imprevisível, inevitável, que foge ao controle das partes e confere prejuízo financeiro, o Procon-SP divulgou uma nota técnica que visa a flexibilizar o cumprimento das obrigações durante o momento de instabilidade, garantindo os direitos de consumidores, mas também a manutenção do desenvolvimento econômico por parte dos fornecedores.

As consequências da pandemia criaram situações inéditas, em que não há a possibilidade de atribuir culpa – e nas quais nem mesmo há nexo de causalidade (relação de causa e efeito), por rescisões contratuais, adiamento e cancelamento de serviços e entregas de produtos em geral. A interrupção de grande de contratos de consumo passou a exigir posições estratégicas dos órgãos fiscalizadores.

“Com a pandemia, consumidores sentem a necessidade de cancelar uma série de serviços, como passagens aéreas, serviços de viagens e shows. Outros, que vêm a suspensão ou o cancelamento repentino de algo em que investiu, precisam buscar um tipo de solução frente aos fornecedores, que também estão em posição de impedimento presente e futuro, por conta da quarentena”. Explica Priscila Sansone, sócia da área de Direito do Consumidor e Product Liability do Veirano Advogados.

“O Código do Consumidor apresenta uma série de direitos que, se forem oferecidos em caso de força maior, geram grande risco de falência de empresas. Muitas já não estão operando com capacidade total e outras já interromperam suas atividades. O adiamento ou troca de passagens sem multas ou tarifas, ou a solicitação de reembolsos, um dos maiores direitos do consumidor em caso de cancelamento de eventos, por exemplo, representa grande impacto para os fornecedores. Muitos não sobreviveriam economicamente, caso os direitos dos consumidores não fossem flexibilizados”, conclui Sansone.

A interpretação estrita da legislação acarretaria em onda incomensurável de judicialização, que não necessariamente solucionaria os problemas enfrentados de parte a parte neste momento (consumidores e fornecedores).

Em posicionamento de flexibilização inédito e orientado por princípios da Política Nacional das Relações de Consumo, visando à compatibilizar a proteção do consumidor com a continuidade do desenvolvimento econômico, o Procon-SP estabeleceu diretrizes para negociação com os fornecedores, com objetivo de garantir a eficiência de atendimento. Entre elas:

• A conversão do serviço em crédito para momento posterior ao período de instabilidade, a critério do consumidor, sem a imposição de qualquer cobrança de penalização, como taxas, multas ou retenção de parte do valor.

• O aumento dos esforços para que consumidores que tenham tido seus direitos afetados, possam, pelo prazo de até 12 meses após o fim da pandemia e encerrado o decreto de calamidade, escolher entre o reagendamento do serviço, a substituição por outro produto ou serviço equivalente ou a utilização de crédito para ser consumido na empresa, com isenção de qualquer penalidade contratual.

• Buscar junto aos fornecedores o direito ao reembolso dos valores somente após o encerramento do decreto de calamidade e vencida a pandemia do coronavírus (covid-19).

• Os fornecedores de produtos e serviços devem se esforçar para manter os compromissos assumidos e cumprir os prazos de atendimento ao Procon-SP, mantendo índices de solução satisfatória.

O Procon-SP aponta que as soluções deverão ser pautadas pelos princípios da boa-fé, razoabilidade, proporcionalidade e transparência, sendo imprescindíveis equilíbrio e bom senso. “A resolução foi inédita e será eficiente para evitar que ambas as partes sejam prejudicadas e a fim de que os direitos sejam mantidos durante um período de incertezas e que fogem ao controle de qualquer um de nós”, finaliza a advogada.

Aplicativo de serviço paga 1 real para cada orçamento enviado por prestadores

Neste período em que a pandemia do coronavírus está adaptando a rotina das pessoas, um dos serviços que seguem requisitados e permitido pelo Governo do Estado de São Paulo para continuar com o seu funcionamento é o de manutenção residencial por ser considerado de necessidade básica para a população.

Dessa maneira, a Fix, startup de serviços de manutenção residencial por aplicativo, pretende resolver dois desafios: auxiliar inquilinos e proprietários mesmo em período de crise e ajudar financeiramente o prestador de serviço, pagando R﹩1 para cada orçamento enviado a plataforma. Além desse incentivo, a startup reduziu em 5% o valor da taxa cobrada aos profissionais, para que eles possam investir em itens de segurança e atender as demandas mais urgentes.

Em três anos de atuação, a Fix mudou o panorama dos serviços de manutenção doméstica. A startup facilitou a solicitação desses serviços e colocou-os à disposição de profissionais que fazem desde a montagem de móveis e marcenaria, até serviços de instalação elétrica e pintura. A inovação tecnológica da empresa auxilia não só a vida de prestadores de serviço e clientes, mas também de inquilinos e proprietários, assim como das imobiliárias.

Com um modelo de negócios único, o alto nível de exposição no mercado rendeu ótimos frutos a empresa, que começou com a ideia de ser um “Uber dos serviços”. Hoje, além de atender clientes finais, o foco é ajudar inquilinos e proprietários no processo de realizar serviços em casa, revolucionando o mercado imobiliário. O produto da Fix é pioneiro no setor: agrega valor aos serviços da imobiliária, trazendo tecnologia e eficiência ao seu processo de manutenção e consertos de imóveis, e consequentemente melhorando a satisfação dos seus clientes.

Para isso, a empresa utiliza do modelo ganha-ganha, ou seja, a Fix não cobra pela parceria e cada imobiliária é remunerada por cada serviço que entrega para os prestadores, auxiliando assim no propósito de transformar a vida dos profissionais da construção civil entregando mais serviços a eles. Com mais de 25 mil clientes cadastrados, 21 mil serviços solicitados e um novo modelo de negócio atuante, a startup projeta um faturamento de 8 milhões de reais para 2020 além de 120 imobiliárias parceiras.

A startup aposta em um mercado em franca expansão. Segundo pesquisa feita pelo Creci-SP (Conselho Regional de Corretores de Imóveis do Estado de São Paulo), o aumento de imóveis alugados alcançou alta acumulada de 23,51% entre janeiro e agosto de 2019.

“Além da tendência de crescimento do mercado, a Fix ajuda as imobiliárias a reter os seus clientes e contribui para a captação de novos proprietários que antes não deixavam seus imóveis com imobiliárias, pois não tinham este serviço de preservação do patrimônio e manutenções”, afirma Eduardo Basile Quadrado, CEO e fundador da marca.