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Omie abre mais de 100 vagas para diversas áreas

A Omie, plataforma número um em gestão (ERP) na nuvem do Brasil, está com mais de 100 vagas abertas. As oportunidades são para a matriz, em São Paulo, e também para os escritórios e franquias da Omie localizados em diversas cidades do Brasil. Entre as áreas, destacam-se as oportunidades em vendas, comercial, tecnologia, customer success, comunicação e recursos humanos. Para concorrer, os candidatos devem acessar o portal https://trabalheconosco.vagas.com.br/omie.

“Dentro da Omie somos orientados por resultados e, estamos sempre em busca das melhores soluções para os nossos clientes. Por essa razão, estamos em busca de pessoas com mentalidade de crescimento para fazer parte do nosso time. Valorizamos muito os perfis que tenham capacidade de adaptação, senso colaborativo, sejam motivadas pela inovação e pelo aprendizado contínuo para termos sempre os melhores profissionais que acompanhem as recorrentes mudanças do mercado”, conta Eliana Rozenchan, gerente de RH da Omie. 

A Omie oferece diversos benefícios, como vale-refeição, assistência médica e odontológica, seguro de vida, GymPass, cursos para desenvolvimento pessoal e profissional, além de parcerias com universidades. 

A empresa é centrada em três pilares fundamentais: tecnologia, com o software de gestão. Finanças, com acesso a serviços financeiros  e conta digital nativa, e educação, com a Omie Academy, uma iniciativa de educação empreendedora que visa ensinar técnicas de vendas, marketing e planejamento. A Omie acredita que eles, quando combinados, podem ajudar as empresas a crescer, gerando riqueza, empregos, oportunidades, e finalmente colocando o país numa espiral positiva, impulsionada pelo empreendedorismo.

Itaú Unibanco lança Cartão Virtual Recorrente

A partir de junho, os aplicativos do Itaú Unibanco passaram a oferecer como novo recurso o Cartão Virtual Recorrente para o pagamento de serviços de streaming, assinaturas, aplicativos de transporte, cadastro em carteiras digitais, entre outros. Além da comodidade, segurança é o atributo que mais motiva o uso do Cartão Virtual, evitando que o cliente seja vítima de fraudes.

“Com a mudança de comportamento dos nossos clientes, identificamos a necessidade de criação de um Cartão Virtual que também pudesse ser usado em serviços do dia-a-dia”, diz Fernando Amaral, diretor do Itaú Unibanco. “Uma característica do produto que agrada muito os usuários é a praticidade de comprar com o cartão de crédito mesmo sem ter o cartão físico em mãos, apenas com o celular”, complementa.

Desde 2015, quando o Itaú lançou seu primeiro cartão virtual, na modalidade temporário, o uso da funcionalidade tem crescido de forma consistente e, no ano passado, deu um salto de 150% em relação a 2019, em razão dos cuidados sanitários exigidos pela pandemia e o aumento do volume de compras online. “Foram 16 milhões de cartões virtuais gerados, com crescimento significativo no período de março a maio de 2020, primeiros meses da chegada do vírus ao Brasil. No mês de novembro – em função da Black Friday – atingimos a maior alta da série histórica. Os números superlativos foram puxados tanto pelos clientes que se tornaram usuários recorrentes do recurso quanto pelos clientes que compraram com ele pela primeira vez durante a pandemia”, afirma Amaral.

É possível ter um único Cartão Virtual Recorrente ativo para cada cartão, sem limitação de número de compras que podem ser feitas. Mesmo com o lançamento da nova modalidade nos aplicativos de cartões e app do Itaú, os clientes podem continuar usando o Cartão Virtual Temporário, válido para compras pontuais na internet dentro de 48h.

Camerite capta R﹩ 15 milhões do Zaphira Fundo de Investimento

A Camerite, startup de soluções de videomonitoramento colaborativo para cidades e governos por meio da Inteligência Artificial, com câmeras de vigilância integradas e armazenamento 100% em nuvem, acaba de captar um aporte de R﹩ 15 milhões do Zaphira Fundo de Investimento em Participações Multiestratégia.

O investimento será aplicado na expansão da Camerite no mercado brasileiro, principalmente nas áreas de marketing e vendas, no desenvolvimento de sua Inteligência Artificial e em novas pesquisas. A expectativa da startup, que conta com mais de 120 franquias desde que iniciou este modelo, em 2019, é atingir o número de 900 franqueados e conectar 500 mil câmeras nos próximos quatro anos.

“Com um produto inovador e uma visão global da segurança, nossa plataforma já é utilizada em mais de 600 cidades, abrangendo mais de 300 mil usuários. Com apoio das forças de segurança, em alguns municípios, foi possível reduzir em até 80% os índices de roubos e furtos. É o caso de Palotina, no Paraná, onde conseguimos instalar uma câmera para cada 59 habitantes, tornando-a a cidade mais monitorada da América Latina”, pontua Cristian Aquino, fundador e CEO da Camerite. “Com a captação deste novo investimento, queremos aprimorar ainda mais nossa tecnologia e empoderar todo cidadão a viver em uma sociedade segura”, adianta.

Hoje, a Camerite conta com a maior malha de câmeras da América Latina conectadas em um único hub, o que possibilita a investigação e a resolução de diversas demandas e problemas relacionados à segurança pública. Outras tecnologias oferecidas pela startup, que até o momento já captou mais de R﹩ 40 milhões em investimentos, são reconhecimento facial, leitura de placas veiculares e análise de rotas com identificação de modelo e cor de veículos.

Linha do tempo

Inicialmente com o nome VejoAoVivo, a Camerite começou suas atividades em 2012, na cidade de Joinville (SC). A princípio, a empresa disponibilizava uma plataforma com aproximadamente quinze câmeras conectadas por todo o município catarinense. O objetivo era possibilitar aos cidadãos o acesso à imagens ao vivo da região, para verificarem as condições de trânsito e climáticas, como alagamentos, ou mesmo por curiosidade.

No ano de 2016, com o forte aumento da criminalidade e enxergando a latente necessidade de um sistema de videomonitoramento eficiente e acessível, a VejoAoVivo alterou sua razão social para Camerite, passando a gravar e armazenar imagens na nuvem. A startup também passou a processar e adicionar Inteligência Artificial ao conteúdo, melhorando a segurança das cidades. O avanço das tecnologias, somado ao conceito de colaboratividade, resultou na expansão das oportunidades de negócios.

“Acreditamos que a tecnologia é uma importante aliada para garantir a segurança e melhorar a qualidade de vida das pessoas nas cidades. Quando trazemos o fator colaborativo, potencializamos os resultados. Nosso objetivo é expandir a nossa plataforma para o maior número possível de cidades”, finaliza Cristian Aquino.

Dia dos Namorados: preço e experiência de compra estão entre as maiores preferências dos brasileiros

Diante das restrições impostas pela pandemia do novo coronavírus, as vendas por meio dos canais digitais devem responder por um percentual expressivo de todas as compras realizadas neste Dia dos Namorados no Brasil. É o que mostra uma pesquisa recente realizada pela companhia AdColony e divulgada pela Adsmovil, empresa líder em soluções de publicidade digital na América Latina e no mercado hispânico dos Estados Unidos. 

Segundo o levantamento, 72% das pessoas ouvidas pretendem fazer compras online para o Dia dos Namorados. O Business Development Manager da Adsmovil no Brasil, João Sarmento, ressalta que entre as alterações nas preferências de compra, 80% afirma que o preço é o principal critério a ser considerado, seguidos pela experiência de  compra (55%), conveniência (40%), segurança (33%) e melhor escolha (25%). 

Sarmento também aponta que o smartphone foi apontado por 67% dos entrevistados da pesquisa como o instrumento mais utilizado para a aquisição dos itens, seguido por um pouco de cada aparelho tecnológico (celular e computador) (15%), desktop (14%) e tablet (3%). A nível de importância, 52% das pessoas que responderam  acreditam que o celular é muito importante para a realização das compras no Dia dos Namorados. Em contrapartida, outros entrevistados acham pouco importante (28%), normal (10%), não importante (8%) e não tão importante (2%). 

“Assim como nas datas comemorativas anteriores na pandemia, o smartphone vem sendo o principal meio para a realização de diversas atividades, incluindo as compras online, devido à facilidade na experiência do usuário. Também, vale ressaltar que as empresas estão realizando ações com cupons de desconto para incentivar o consumo por meio das suas plataformas de vendas”, comenta Sarmento. “Com a mudança de costume dos brasileiros, as companhias devem entender e investir cada vez mais no meio digital, para adaptar-se ao público que tenha essa experiência. Outro ponto importante é a comunicação, ou seja, a forma que será transmitida a mensagem para persuadir o consumidor final para acessar o aplicativo”, explica o executivo. 

O levantamento mostra, ainda, que, entre as razões apontadas pelos entrevistados que pretendem fazer compras para o seu parceiro, 69% são persuadidos por anúncios para celular; 42% por visualizações online; 32% por informações completas; 24% por imagem da marca e 21% pela facilidade de utilizar o aplicativo para celular.

Entre os persuadidos por anúncios no celular, 85% compraram presentes para outras pessoas através dos seus celulares por acesso direto nas propagandas. Além disso, o tempo é algo importante neste hábito, pois 75% afirma que comprar um produto online ou offline depois de alguns dias de ver um anúncio no celular; 15% no dia seguinte; 6% depois de um mês e 4% depois de uma semana.  

Preferência na experiência de compra

A pesquisa indica, também, que 42% dos respondentes preferem realizar o pedido de forma online e retirar o presente para o Dia dos Namorados na loja física. Já 30% afirmam que ambas experiências devem ser realizadas por meio online e 28% tem preferência de realizar ambos processos na loja física. Considerando os que preferem a experiência virtual, 65% realizam via aplicativo, 21% via navegador do celular e 14% não tem preferência.  

Entre os entrevistados no levantamento, 55% são mulheres e 45% homens. Já sobre a faixa etária, 37% dos ouvidos têm entre 16 e 24 anos; 28%, entre 25 e 34; 10%, entre 35 e 44; 15%, entre 45 e 54; e 10% mais de 55 anos. 

Semente Negócios realiza Semana da Inovação

Com mais de um ano de pandemia, as empresas passaram por muitos aprendizados e, com isso, intensificaram os processos de inovação. Pensando nisso, a Semente Negócios – empresa de aprendizagem empreendedora – irá promover a Semana da Inovação, entre os dias 15 e 18 de junho.

Durante os três dias, o evento irá reunir nomes como César Costa, sócio da Semente Negócios, Leandro Nazareth, Agile Coaching, VMO e desenvolvimento de Novos Negócios do Grupo Algar, entre outros. A ideia é discutir sobre quais os primeiros passos para estruturar um centro de inovação alinhado à impacto, além de aprofundar um pouco mais sobre a definição e importância desses processos para as empresas, estratégias de estruturação e ferramentas para gestão e operação.

As inscrições devem ser feitas pelo link .

15 de junho – Introdução + estratégia

O encontro de abertura será mediado por César Costa, sócio da Semente Negócios, que irá diferenciar centros, hubs e labs de inovação – em que momento aplicar cada um deles, como estruturar a estratégia de inovação, como realizar a escolha dos programas de inovação e os indicadores de desempenho do mesmo.

16 de junho – Governança

O segundo encontro será realizado pela Tamiris Dinkowski, consultora de inovação da Semente Negócios, que abordará conteúdos sobre como definir a estrutura Governança que fará o Centro de Inovação acontecer, suas fontes de financiamento e de fomento, e como a mesma irá se relacionar com a empresa-mãe.

17 de junho – Operação

Esta aula será ministrada pelo Daniel Kunde, consultor de Inovação da Semente Negócios, e tem como objetivo explicar como estruturar uma operação figital (físico + digital) alinhado à mentalidade lean e ágil com a construção de cultura de inovação.

18 de junho – Case com convidado

O último dia terá Leandro Nazareth, Agile Coaching, VMO e desenvolvimento de Novos Negócios do Grupo Algar, e André Bitencourt, consultor de inovação da Semente Negócios como moderador. O bate-papo será sobre como já operam os Centros de Inovação no Brasil, sua estruturação e os resultados que geram para as empresas.

Buser capta R$ 700 milhões em rodada série C liderada pela LGT Lightrock e espera crescer 10 vezes em dois anos

Startup planeja investir R$ 1 bilhão e diversifica atuação, entrando nos segmentos de marketplace, transporte de cargas, financiamento e ônibus urbanos

Maior plataforma brasileira de intermediação de viagens de ônibus, a startup Buser acaba de concluir uma nova rodada de investimentos no valor de R$ 700 milhões. A operação foi liderada pelo fundo de growth equity com foco em impacto social LGT Lightrock (ex-LGT Lightstone) e também contou com a participação dos fundos Softbank, Monashees, Valor Capital Group, Globo Ventures e Canary, todos investidores da Buser nas séries anteriores, além do Iporanga Ventures.

Com a nova captação, a empresa mostra vigor ao anunciar um plano de investimento de R$ 1 bilhão no País para os próximos dois anos, focando na diversificação dos serviços e apostando no reaquecimento do mercado de turismo interno no pós-pandemia. A expectativa é crescer 10 vezes até o final de 2022.

Fundada em 2017 pelos mineiros Marcelo Abritta e Marcelo Vasconcellos, a Buser se desenvolveu rapidamente com o fretamento colaborativo, modalidade na qual os passageiros dividem a conta final do frete. Isso permite que as viagens sejam até 60% mais baratas que as realizadas pelas antigas viações. Prestes a completar quatro anos de operação, a empresa já conta com quase 4 milhões de clientes em sua plataforma.

Superadas as principais questões regulatórias de sua operação por fretamento, agora a Buser passa a focar na ampliação de seu portfólio de serviços, entrando em quatro novos segmentos: marketplace em parceria com grandes viações, transporte de cargas, financiamento de ônibus e transporte urbano. 

“Com o novo aporte, vamos continuar crescendo em número de passageiros, viagens e parceiros e nos preparando para a retomada do turismo, que vai chegar. O foco também será diversificar o negócio, que tem um potencial gigante para ajudar os brasileiros em várias outras frentes, como o transporte urbano de passageiros, um setor que é ainda mais fechado do que o interestadual e intermunicipal”, afirma Marcelo Abritta, co-fundador e CEO da Buser.

Líder dessa nova rodada de investimentos série C, a LGT Lightrock já ajudou a alavancar startups brasileiras que revolucionaram seus mercados, como a CargoX, a Creditas e o Dr. Consulta. O fundo é conhecido por sua presença em negócios que buscam resolver grandes problemas estruturais da sociedade, sempre aplicando em inovação para uma mudança sistêmica em larga escala. No caso da Buser, a LGT enxerga oportunidade para efetivamente melhorar o serviço de transporte rodoviário no País combatendo a concentração do mercado, que por décadas esteve sob domínio de poucos grupos empresariais avessos à inovação tecnológica.

Para Marcos Wilson Pereira, Managing Partner da LGT Lightrock, investir na Buser é apostar no futuro dos transportes. “Há uma clara tendência mundial na abertura de mercado com a entrada de novos players, o que tem contribuído para reduzir os preços e melhorar a segurança dos passageiros. E a Buser saiu na frente no Brasil, com quase 4 milhões de usuários em sua plataforma”, afirma Marcos.

Desde 2017, a LGT já investiu quase R$ 2 bilhões em nove empresas na América Latina. Esses deals foram parte de um primeiro fundo global da Companhia de US$ 1 bilhão, incluindo também Índia e Europa.

Agora, a LGT está levantando seu segundo fundo, com foco na América Latina. A própria LGT e seus sócios serão os investidores-âncora, mas pela primeira vez haverá abertura para a captação de investidores locais. O objetivo é levantar um fundo de R$ 1 bilhão para co-investir com outros veículos do grupo. Ativos como Creditas e Buser serão os primeiros seed assets desse novo fundo.

“Estamos muito animados em poder ampliar nosso compromisso com a Buser e ajudar na missão de oferecer transporte de qualidade a preços justos para todos os brasileiros. A oportunidade de mercado é enorme e a Buser está revolucionando um setor ao levar benefícios reais aos clientes”, afirma Felipe Fujiwara, do SoftBank Latin America Fund, investidor que já tinha participado de outras rodadas e continua apostando na empresa. “É incrível a capacidade de execução da Buser, eles têm uma visão muito clara de como democratizar o acesso ao transporte em toda a região. Esperamos continuar contribuindo com a startup, ainda mais nesse momento em que eles buscam diversificar e expandir o negócio”, completa o executivo.

Diversificar para continuar crescendo

Ainda no final de 2020 a Buser agregou à sua plataforma a oferta de viagens de ônibus em parceria com viações que operam nas rodoviárias, tornando-se também um marketplace. Em menos de seis meses, o Buser Passagens, como foi batizado, atingiu a marca de 3.000 passageiros transportados por semana, com 40 empresas parceiras. 

A empresa também começou em maio deste ano a operar em um novo segmento: o de transporte de cargas dentro dos ônibus. O Buser Encomendas é voltado para empresas (B2B), atendendo plataformas e integradoras logísticas, e-commerce, indústrias e pequenas transportadoras. O objetivo é atrair pequenas e médias empresas que não têm transporte próprio, ao mesmo tempo que otimiza a capacidade dos bagageiros de ônibus que circulam no Brasil.

Outra atividade que já era realizada em caráter experimental pela Buser terá um crescimento vigoroso. A startup irá ampliar o financiamento de ônibus junto às empresas parceiras, tanto em capital de giro quanto em compra de veículos novos.

A Buser irá utilizar o capital obtido nesta série C prioritariamente para ações de expansão de suas atividades e para a segurança dos usuários. Do investimento previsto pela empresa (R$ 1 bi) nos próximos dois anos, cerca de R$ 400 milhões devem ser usados para o processo de expansão em todo o País; R$ 200 milhões serão destinados ao financiamento de ônibus junto aos parceiros da Buser; outros R$ 200 milhões irão para ações de marketing para atrair novos usuários; já para a parte de gratuidades e promoções, em busca da fidelização dos clientes, devem ser usados cerca de R$ 150 milhões; e cerca de R$ 50 milhões para a estrutura de pontos de embarque e desembarque.

Consolidação do fretamento

A Buser tem comemorado sucessivas vitórias no campo jurídico e regulatório, o que denota que o mercado do transporte coletivo segue o mesmo caminho já percorrido no transporte individual, quando da chegada de aplicativos como Uber e 99. Em abril deste ano a entidade que reúne as viações que operam nas rodoviárias protocolou pedido de desistência de uma ação que ela própria havia proposto no Supremo Tribunal Federal (STF) contra a plataforma, refletindo uma importante mudança de cenário do mercado. Outro exemplo foi a decisão do Tribunal de Justiça de São Paulo, de dezembro do ano passado, que deu forte sustentação legal para a atividade da Buser ao julgar improcedente ação contrária à startup.

Mas não é apenas nos tribunais que o modelo de fretamento colaborativo vem se firmando. Em janeiro deste ano, o estado de Minas Gerais, que possui a segunda maior malha viária do país, foi o primeiro a modernizar completamente sua legislação, em um movimento que gerou muito mais competição, ao permitir a atuação livre da Buser e dos fretadores. Considerando que 66% das linhas de ônibus no Brasil hoje são operadas por apenas uma empresa, essa abertura não só é importante, mas urgente, pois é o único caminho para acabar com a concentração de mercado.

Além de beneficiar os consumidores, o fretamento colaborativo também gera uma contribuição importante para a nossa economia. O setor reúne hoje no Brasil uma cadeia produtiva relevante e positiva, responsável pela geração de 180 mil empregos diretos e indiretos, movimentando mais de 50 mil ônibus.

“Nascemos para democratizar o acesso dos brasileiros ao transporte rodoviário no Brasil e de fato estamos fazendo isso acontecer, levando uma opção de viagem muito mais barata e segura aos brasileiros. O novo round vai permitir que a gente continue promovendo essa revolução. As batalhas regulatórias até aqui não foram fáceis, mas estamos superando a maior parte delas, o que tem ajudado a plataforma a ganhar cada vez mais maturidade e tração”, complementa Abritta.

A busca pela modernização do setor e a democratização do transporte rodoviário, com ônibus mais seguros e preços que de fato permitem o ingresso de mais passageiros ao sistema, também já aconteceu em economias mais desenvolvidas, como Alemanha, França e Itália – que abriram o setor entre 2013 e 2015 -, melhorando claramente a vida dos usuários.

Alex Caverzam , ex-superintendente nacional do Itaú, é o novo diretor Comercial da UCorp.app

Com o objetivo de ampliar seu potencial de negócio, a UCorp , tech company referência em soluções de mobilidade corporativa do Brasil focada em veículos elétricos, anuncia a chegada do executivo Alex Caverzam como diretor Comercial e board member. A tech company que dobrou o quadro de colaboradores, mesmo em meio a pandemia, atua com um time de 25 pessoas e está em plena expansão em todo o território brasileiro.

O novo Diretor Comercial tem expertise em empreendedorismo corporativo e já atuou em empresas líderes de serviços financeiros, de investimento e de varejo. Acumula passagens por indústrias automotivas, como a empresa Mitsubishi Motors, bancos, como Itaú e Unibanco, e empresas de telecomunicações e digital, como a Vivo/Telefônica. Focado nos segmentos B2C e B2B, Alex é graduado em Economia pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), possui MBA em Finanças e Mercado de Capitais pela Fundação Getúlio Vargas (FGV) e em Marketing pelo IBMEC, ambas instituições no Rio de Janeiro.

Para o fundador e CEO da UCorp.app, Guilherme Cavalcante, a chegada do executivo marca um importante momento para tornar a UCorp referência e autoridade em mobilidade elétrica. “O principal objetivo da expansão é implementar nossa expertise de desenvolvimento e implantação de produtos e serviços digitais em grandes corporações, além de democratizar nossa tecnologia de gestão e compartilhamento de carros elétricos. Para isso, será imprescindível contar com a experiência e o conhecimento de mercado do Alex, para abrir novas frentes, promover o empreendedorismo e o desenvolvimento tecnológico no mercado SMB (pequenas e médias locadoras)”, ressalta Guilherme.

Na UCorp, entre as atribuições do executivo estão a gestão da operação e da área de Revenue Operations, que já inicia com um DNA associativo e com um plano de expansão de abrangência nacional, desde a instalação de infraestrutura de recarga elétrica, distribuição de produtos de Maas (Modelo de Mobilidade como Serviço), assim como de carsharing e aluguel de veículos. “Somos uma plataforma provedora de soluções para a gestão de mobilidade corporativa. Desta forma, buscaremos parcerias de longo prazo, com correta monetização e que venham incrementar o valuation da empresa. Nós da UCorp iremos aplicar com disciplina as metodologias de gestão de OKRs ( Objectives Key Results) e temos como propósito ser a game changers do ecossistema de mobilidade”, enfatiza Alex.

Além da atuação multidisciplinar e 25 anos de experiência na área de gestão, Alex é aficionado por tecnologia, inovação e finanças, enófilo e economista por convicção. O executivo é reconhecido na construção de equipes de alta performance, estabelecendo parcerias estratégicas e crescimento de negócios lucrativos com sucesso em mercados altamente competitivos.

AkzoNobel convida startups para o seu desafio global de inovação

Primeira edição regional, realizada no Brasil em 2020, tem desenvolvimento de projetos e contratos assinados

Startups ao redor do mundo têm até 20 de julho para submeter suas engenhosas soluções para mais uma edição global do programa de aceleração e inovação da AkzoNobel, o Paint the Future. Todas as propostas receberão feedback de especialistas da multinacional holandesa em tintas e revestimentos. Os finalistas desse processo serão convidados para um evento de colaboração no final de 2021. Os vencedores, por sua vez, receberão ofertas de acordos de parceria para trabalhar com a AkzoNobel em oportunidades de negócios sustentáveis.

A abordagem única de ganha-ganha da empresa quando o assunto é inovação comprovadamente funciona. Novas tecnologias e soluções complexas podem ser desenvolvidas com muito mais rapidez por meio desse formato de colaboração. Em pouco mais de dois anos, o Paint the Future produziu 18 soluções de sucesso.

“Esperamos que as startups tenham em vista o quanto mais seria possível fazerem com acesso à experiência, recursos e alcance global da AkzoNobel – bem como ao conhecimento dos 2.220 membros em nosso ecossistema de inovação colaborativa”, disse Ally van der Boon, gerente do programa Paint the Future global. “Essa é uma oportunidade incrível para empreendedores e pesquisadores desenvolverem e acelerarem sua solução. Imagine o quão longe podemos ir juntos”, completa. A AkzoNobel conta com a parceria global da TNW (The Next Web) para ampliar a busca e atrair startups de ponta para o seu ecossistema de inovação.

O Paint the Future 2021 explorará soluções para cinco desafios propostos pela AkzoNobel:

  • Melhoria da funcionalidade: que nova funcionalidade empolgante e/ou poder transformador sua tecnologia pode oferecer para dar vida às superfícies?
  • Experiência do cliente: como sua solução poderia melhorar a forma como nossos clientes experimentam nossos produtos e serviços?
  • Aplicações inteligentes: como sua solução poderia mudar ou melhorar a forma como tintas e revestimentos são aplicados?
  • Soluções circulares: como sua solução permitiria o uso circular de materiais em qualquer ponto de nossa cadeia de valor
  • Manufatura e cadeira produtiva inteligentes: como sua solução pode nos ajudar a criar e adotar soluções mais inteligentes de manufatura e cadeia de suprimentos?

No Brasil – Primeira edição regional do Paint the Future, a versão brasileira que aconteceu no ano passado enfrentou o desafio adicional de ser realizada durante uma pandemia. Muito desse aprendizado está sendo levado para a nova edição global do programa de inovação, como a escolha dos temas e a adaptação para um formato mais digital e remoto.

“Essa troca de conhecimento e experiência é fundamental para empresas do tamanho da nossa se manterem relevantes e se adaptarem com agilidade às necessidades de um mercado que muda e demanda cada vez mais rapidamente”, comenta Daniel Geiger Campos, presidente da AkzoNobel para a América do Sul. “Seguimos conversando com as startups participantes da edição brasileira em 2020 e empolgados com a evolução dos projetos”, conta.

Cerca de oito meses após o evento de colaboração, a AkzoNobel já vê duas das soluções selecionadas sendo concretizadas. Vencedora do Paint The Future Brasil na categoria Ciclo de Vida Mais Sustentável, a Aterra, startup de Belo Horizonte, está implementando a plataforma de marketplace de resíduos que auxiliará a AkzoNobel a gerenciar todo o processo, da gestão à destinação final, potencializando os benefícios econômicos, ambientais e de governança.

“Com a Aterra conseguimos um parceiro para nos auxiliar em pesquisas para identificar outras possibilidades de destinação de nossos resíduos, além de termos acesso a uma diversidade maior de empresas homologadas para a função”, afirma Elaine Poço, diretora de P&D e Sustentabilidade da AkzoNobel para América do Sul. “Não é uma iniciativa muito comum no segmento de tintas, mas esperamos com isso despertar o interesse dos diversos participantes da nossa cadeia e mercado”, complementa.

Essa iniciativa está alinhada às metas de sustentabilidade da multinacional, que buscam reduzir o impacto da empresa no planeta. Para 2030, a AkzoNobel trabalha para diminuir em 50% a emissão de carbono e em 30% o uso de energia; adotar 100% de energia renovável; e reutilizar 100% da água e dos resíduos em suas fábricas ao redor do mundo – rumo à ambição, realista, de chegar a zero resíduo, ou seja, tudo deve ser reutilizado ou reciclado.

Mais um projeto originário da edição brasileira do Paint The Future que também começa a tomar forma é outra plataforma digital, esta de comércio eletrônico, com foco na melhor experiência para o consumidor final. Com contrato recém-assinado, a startup paulista Standout desenvolve para a companhia uma solução que propõe trazer para o digital uma sensação de loja física, disponibilizando todas as informações que o consumidor precisa em uma vitrine digital responsiva, facilitando, com isso, o processo de escolha e compra de tintas e revestimentos, tendo em vista os principais gargalos na jornada do cliente desse segmento.

Para mais informações e inscrições, acesse www.letspaintthefuture.com.

RunOps recebe investimento de US﹩ 1 milhão em séries seed

Rodada contou com a participação da aceleradora Y Combinator e dos fundos Valor Capital Group, Global Founders Capital, Liquid2, Quiet Capital e Share Capital

A RunOps, plataforma de colaboração de desenvolvedores que unifica mais de 30 recursos em uma única interface, desbloqueando tarefas e otimizando processos, anuncia nesta quarta-feira (9) um investimento de US﹩ 1 milhão em uma rodada com participação de fundos de venture capital internacionais: Valor Capital Group, Global Founders Capital, Y Combinator, Liquid2, Quiet Capital e Share Capital. Investimentos serão aplicados em produto, expandindo a solução para ajudar equipes de desenvolvimento em todo mundo a ter mais autonomia e confiabilidade em seus sistemas.

Lançada oficialmente em janeiro de 2021, a RunOps é fundada por Andrios Robert. Desenvolvedor de formação, sentiu na pele as dificuldades vividas por esses profissionais. Barreiras no acesso a recursos, variadas ferramentas e credenciais, alto risco de interrupções de serviços com operações manuais em sistemas complexos e equipes DevOps sobrecarregadas com pedidos pontuais são alguns dos problemas por trás da criação da plataforma.

O primeiro passo foi focar em segurança. “Times de desenvolvedores muitas vezes utilizam a mesma base de dados para dezenas de recursos diferentes. Só a transferência desses dados representa um risco de segurança enorme. Imagine isso ocorrendo diversas vezes ao dia, por times diferentes, para recursos diferentes. Com a integração promovida pela RunOps de mais de 30 recursos em uma única interface, eliminamos esse risco”, conta Andrios Robert, founder e CEO da empresa.

“Outro ponto essencial é a produção dos times. A produtividade dos desenvolvedores é a métrica mais crítica para as empresas de tecnologia. O estado fragmentado que o mercado de gestão de acessos se encontra faz com que tarefas se acumulem e processos se alonguem, afetando justamente o ponto mais essencial desses negócios. Com a RunOps, aplicamos unificação, segurança e otimização para eliminar barreiras e deixar que processos fluam”, completa Andrios.

“Empresas baseadas em tecnologia historicamente possuem dificuldade para construir times de desenvolvimento robustos em função da falta de mão de obra e alta demanda, o que afeta seu crescimento. Neste contexto, precisamos criar condições para otimizar a produtividade dos times existentes. Essa é a principal função do RunOps, tornando a ferramenta peça-chave para o ecossistema de tecnologia e inovação”, conta Michael Nicklas, Managing Partner da Valor Capital Group.

“A visão do Andrios e o propósito da RunOPS de democratizar o acesso dos times de DevOPS a infraestrutura é incrível. A solução permite o crescimento, descentralização e autonomia das áreas enquanto garante a segurança, sendo essencial para o sucesso de quase todas as empresas do mercado”, reforça Guilherme Penna, Principal do GFC na América Latina.

Os recursos serão aplicados no desenvolvimento do produto, adicionando novas integrações e cobrindo todas as principais tecnologias utilizadas pelas empresas atualmente. Assim, esperaram chegar a 100 integrações até o final do ano para cobrir gargalos e promover maior produtividade nos times.

Novo Nordisk e Bluefields lançam programa de inovação aberta com aceleração de startups

Inovação aberta é o conceito que está movendo empresas sólidas no mercado como a Novo Nordisk e ajudando indústrias e organizações a promoverem ideias, pensamentos, processos e pesquisas, a fim de melhorar o que fazem e identificar novas oportunidades. A Bluefields, aceleradora de negócios, está junto com a Novo Nordisk em um programa de inovação aberta com foco nos segmentos de alimentos, saúde e agronegócio: o Biodigital Startups. Muito além da aceleração das startups, o programa oferece: intercâmbio cultural entre startups e empresas, validação de soluções inovadoras para ajudar empresas nos projetos internos e de clientes, e inovação cruzada, onde as companhias participantes cooperam entre si, trocando melhores práticas de inovação e identificando desafios em comum.

Para a Novo Nordisk, empresa global líder em pharma e presente no Brasil desde a década de 90, fazer parte do programa é a possibilidade de aprender e ensinar com o Biodigital Startups. “Acreditamos que a inovação é construída com conhecimento adquirido em conjunto com diferentes agentes do ecossistema de inovação e a startup é um deles. Além disso, temos como estratégia acelerar nossa jornada e entender a forma de organização das startups. Sabemos também que os membros do ecossistema podem se ajudar mutuamente, então acreditamos que podemos contribuir para o crescimento de algumas dessas novas empresas construindo juntos soluções e compartilhando nossa experiência também,” explica Juliana Cunha, gerente de Inovação e Estratégia da Novo Nordisk.

As startups que participarão do programa podem ficar empolgadas com os planos da Novo Nordisk para quem participar do projeto. “Vamos trazer para a startup a visão de negócio com necessidades reais do nosso mercado. Queremos em contrapartida aprender com os processos das startups e que ao final do programa os produtos desenvolvidos ou aprimorados possam ser passíveis de serem implementados por nós”, conclui Cunha.

Oportunidade para outras empresas

A Embrapa (Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária) só em 2020, gerou mais de 152 novas tecnologias que atingem tanto o setor agro e alimentício. Impulsionada pela necessidade de soluções na pandemia, as healthtechs em 2020, foram o terceiro setor de maior atuação no mercado de startups no Brasil, segundo dados da ABStartups (Associação Brasileira de Startups), são 396 empresas no setor de saúde e bem-estar. Esses dados evidenciam que o Brasil tem uma profunda vocação para inovar em saúde, alimentos e agronegócio.

A Bluefields quer expandir o programa para mais duas empresas parceiras com sintonia nas áreas presentes no programa. Ao desenvolver sinergias entre grandes companhias, empreendedores e tecnologias aplicadas nestes setores por meio de iniciativas como o Biodigital Startups, são criadas oportunidades de acelerar os ecossistemas de inovação e contribuir para a economia do país.

“Aceleradoras têm vocação de coadjuvante. Muitas startups de hoje serão as grandes empresas de amanhã. Então, fomentar relacionamentos entre essas startups e empresas como a Novo Nordisk, que construíram ao longo de décadas uma história em inovação, é algo muito relevante para o ecossistema brasileiro”, conclui Paulo Humaitá, fundador e CEO da Bluefields.

Método de aceleração

O programa de aceleração Biodigital Startups consiste em 12 encontros onde serão aplicadas metodologias de desenvolvimento de negócio, focadas na estruturação da startup, cujo conteúdo será disponibilizado 100% online, assim como todas as interações. Cada grupo de 10 startups selecionadas terão um Startup Partner, para acompanhar a evolução da startup, além de conectar com mentores e investidores.

Serão analisadas startups em estágio inicial de comercialização ou fase de tração. Os itens avaliados são: time e perfil dos sócios, aderência e potencial de negócio entre startups e empresas participantes, prontidão tecnológica e outros critérios técnicos.

Biodigital Startups

Inscrições abertas até 31 de julho de 2021

Link para inscrição do empreendedor: https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSeA6Nf9u9gW60CWo682pryYmULUFsjhnr2li9XY9vAVtZD1uQ/viewform

Feirão de Crédito Digital da Fiesp reúne agentes financeiros com empresas que precisam de crédito ou renegociação de dívidas

A Fiesp e o Ciesp abriram inscrições para o Feirão de Crédito Digital, uma oportunidade para empresas adquirirem crédito ou renegociarem suas dívidas com os principais agentes financeiros do país. A iniciativa reúne bancos comerciais e digitais, cooperativas de crédito, fintechs e fdic’s com empresas de vários segmentos e de todos os portes. Em 2020, quando começou a pandemia do Covid-19, o Feirão atendeu mais de 450 empresas, gerando R$ 22 milhões em negócios.

Para Sylvio Gomide, diretor titular do Departamento da Pequena, Micro, Média Indústria (Dempi) e Acelera Fiesp, existe uma dificuldade no Brasil para que empresas adquiram crédito, o que dificulta investimentos em novas tecnologias, administração do fluxo de caixa, e até mesmo o pagamento dos funcionários. E, em um cenário de pandemia, a importância do crédito se torna ainda maior.

“São dois momentos importantes e distintos para as empresas: a renegociação de dívidas é fundamental para empresas ganharem um folego no seu fluxo de caixa, com isso conseguem ajustar as finanças. Quanto ao crédito, como cada empresa vive um momento em seus negócios, pode ser uma oportunidade de investir em projetos de longo prazo como ampliação de plantas, aquisição de máquinas e equipamentos, e até inovação”, ressalta Gomide.

O Feirão de Crédito Digital receberá inscrições de empresas até o dia 21/06, e os interessados devem acessar o site do feirão (feirao-credito.fiesp.com.br), que conta também com diversos conteúdos informativos e dicas para apoiar o empreendedor na decisão do melhor crédito para o seu negócio. “A Fiesp e o Ciesp, por meio do Feirão, passaram a ser um meio comunicação entre as partes, já que apresentamos uma variedade de soluções de crédito disponíveis no momento. Com isso, ajudamos as empresas a avaliar e comparar essas oportunidades entre tantos agentes financeiros, bem como as medidas de renegociação de alongamento e/ou suspensão de parcelas, além do capital de giro e investimento”, explica o diretor.

7a. edição do Connected Smart Cities & Mobility acontece em setembro na capital paulista

Evento nacional fecha ciclo de encontros regionais realizados nas 27 capitais do país a fim de discutir projetos inovadores para cidades inteligentes

Setembro começa com a realização da 7ª edição do Connected Smart Cities & Mobility, no Centro de Convenções Frei Caneca, em São Paulo. Os participantes podem escolher o formato presencial nos dias 01 e 02, ou o virtual nos três dias de evento, pela plataforma https://evento.connectedsmartcities.com.br.

O Connected Smart Cities tem o objetivo de aproximar empresas, entidades e governos para que troquem experiências entre si, com a missão de encontrar o DNA da inovação, pensando em ideias e projetos inovadores para as cidades.

“A troca de conhecimento e experiências gera impacto positivo no desenvolvimento das cidades inteligentes”, comenta Paula Faria, idealizadora do Connected Smart Cities & Mobility.

Palestras

Serão mais de 200 palestrantes com participações das associações que apoiam o CSCM, representantes de governo e empresas patrocinadoras. Já estão confirmados 67 especialistas em eixos temáticos selecionados no call for papers. As apresentações simultâneas serão divididas em 08 palcos, nos três dias de programação no formato híbrido.

Como parte da programação, encontros regionais estão sendo realizados, desde fevereiro, para os responsáveis discutirem particularidades de cada cidade. Das 27 capitais no Brasil, 16 já participaram da etapa dos regionais e as 11 cidades restantes devem fazer suas rodadas de conexões e negócios até agosto.

As rodadas de conexões e negócios do Connected Smart Cities aproxima as organizações de comum interesse e gera conexões e negócios para o ecossistema em vários municípios do Brasil.

Pré-evento

Além dos encontros regionais, ainda devem ser realizados os “Pontos de Conexão CSCM”, com o objetivo de fomentar ideias e soluções inteligentes entre os habitantes de uma smart city. A transmissão deste conteúdo deve acontecer, ao vivo, em diferentes locais da cidade de São Paulo, nos meses de julho e agosto.

Ranking Connected Smart Cities

O Ranking Connected Smart Cities, o mais importante estudo sobre cidades inteligentes e conectadas de todo o Brasil, é divulgado anualmente nas edições do Connected Smart Cities & Mobility. Em 2020, o destaque ficou com São Paulo como a mais inteligente e conectada cidade brasileira. O resultado do Ranking Connected Smart Cities é elaborado pela Urban Systems, em parceria com a Necta.

“Nestes 6 anos de atuação, a Plataforma Connected Smart Cities vem desempenhando papel fundamental junto às empresas, entidades e governos na busca pela inovação, tendo como objetivo fundamental tornar as cidades brasileiras mais inteligentes e conectadas”, comenta a CEO da Necta e idealizadora do Connected Smart Cities e Mobility, Paula Faria.

Prêmio

Para incentivar ainda mais a participação das organizações, qualquer pessoa jurídica com sede no Brasil pode participar e concorrer ao prêmio da 7ª Edição do Connected Smart Cities & Mobility. As inscrições serão aceitas até 21 de junho. Os interessados devem apresentar um negócio inovador que contribua para a resolução de problemas nas cidades. A premiação possui duas categorias:

Negócios Pré-Operacionais: destinada para negócios que ainda estão na fase de desenvolvimento do produto.

Negócios em Operação: para produtos ou serviços que já tenham gerado receita para suas empresas e que já estão plenamente disponíveis no mercado.

Inscrições

No formato digital, será desenvolvida uma plataforma exclusiva para que o evento seja realizado. Cada participante terá acesso individualizado ao sistema, através de um link para cadastro com senha e login personalizados. Será liberado o acesso aos três dias de conteúdo, de forma online.

No formato presencial, a participação será nos dias 01 e 02 de setembro, no Centro de Convenções Frei Caneca, em São Paulo, e o acesso para o evento deve ser retirado no setor de credenciamento, com o voucher de inscrição e um documento com foto.

Protocolos Covid-19

A Connected Smart Cities & Mobility está engajada em auxiliar no combate à fome. Portanto, os participantes do evento devem doar 1kg de alimento não perecível ou apresentar comprovante de doação (a partir de R﹩10,00) para serem doados às organizações, conforme lista que será disponibilizada no site.

Na entrada do evento, todos os participantes terão que assistir um vídeo com as recomendações para reduzir o risco de contágio da Covid-19, enquanto permanecerem no local. Só será permitida a permanência de participantes com máscara e, caso essa regra não seja respeitada, o participante será convidado a se retirar do evento., além de outras medidas previstas no protocolo de segurança para o evento.

Evento: Connected Smart Cities & Mobility
Data: 01 e 02 de setembro de 2021 (formato presencial); e dia 03 (formato virtual).
Local presencial: Centro de Convenções Frei Caneca, na Rua Frei Caneca, 569 – Consolação, SP.

Horário: das 9h00 às 18h00.

Enel X, Leonardo e TIM se unem para oferecer soluções integradas para cidades inteligentes no Brasil

Enel X Brasil, Leonardo e TIM, as três principais empresas italianas e referências mundiais nos setores de energia, mobilidade elétrica, tecnologias, conectividade e segurança cibernética, assinaram hoje na Embaixada da Itália, em Brasília, um Acordo de Intenções para oferecer soluções conjuntas para um modelo de cidades inteligentes, seguras e resilientes. Com amplo portfólio em Energia, Segurança e Comunicações e uma abordagem orientada a serviços, as três empresas oferecerão no Brasil soluções integradas sob medida, abordando todo o ciclo de vida do projeto.

Pelo acordo, cada empresa desenvolverá e fornecerá capacidades fundamentais no âmbito de projetos comuns no campo de transporte, conectividade, transformação digital e energia, oferecendo soluções conjuntas para uma e-cidade conectada. Mas, acima de tudo, o projeto tem como propósito contribuir de forma eficiente para trazer mais proteção, segurança e qualidade de vida aos cidadãos em suas atividades durante todo o dia. O acordo visa também impulsionar soluções que permitam às cidades, indústrias e residências aumentarem a segurança, fornecendo produtos e serviços que impulsionem a expertise da indústria brasileira. Parte deste projeto é identificar possíveis cidades nas quais o desenvolvimento de projetos pode ser aplicado com a intenção de transformá-las em um “laboratório vivo” para as aplicações tecnológicas mais animadoras e promissoras que contribuam para o desenvolvimento sustentável na localidade.

Graças a este acordo, uma gama completa de serviços eletrônicos será oferecida: e-city, e-home, e-mobility, e-industries e também serviços digitais financeiros. Sistemas de energia e inteligência artificial serão aplicados para facilitar a vida dos cidadãos, permitindo que eles vivam a vida cotidiana em completa tranquilidade e segurança, desfrutando de tecnologias de ponta.

Entre as possíveis aplicações desenvolvidas para cidades inteligentes a partir da parceria está a implantação de tecnologias de segurança aos cidadãos, com conectividade e integradas a uma série de sensores inteligentes, como os para medição do clima e nível de poluição, além de sistemas de recarga pública para veículos elétricos. Para empresas e edifícios públicos, a parceria prevê a disseminação do conceito de eficiência energética, por meio o desenvolvimento de soluções de engenharia, oferta de energia renovável em usinas de geração distribuída e uso de plataformas de monitoramento em tempo real para climatização. O objetivo é oferecer soluções sustentáveis e inovadoras, proporcionando mais eficiência aos clientes.

“Um dos principais objetivos da Enel X é promover a descarbonização dos centros urbanos, oferecendo soluções que tornem as cidades mais digitais, sustentáveis e circulares, com benefícios para os cidadãos e para a sociedade. A parceria com a Tim e a Leonardo fortalece a estratégia da Enel X no Brasil, ampliando sua capacidade de oferecer serviços e produtos inovadores aos seus clientes no mercado brasileiro de energia”, afirmou o Head da Enel X Brasil, Francisco Scroffa.

Hoje é um dia importante, pois este acordo representa uma oportunidade única de capitalizar as habilidades de três empresas internacionais líderes que oferecem no Brasil um pacote integrado e completo de serviços em benefício dos cidadãos, promovendo o conceito de cidade Inteligente, Resiliente e Segura. A Leonardo desenvolveu uma plataforma de comando e controle capaz de gerenciar dados de satélite com dados de monitoramento terrestre, garantindo segurança física e cibernética”, disse Francesco Moliterni, presidente da Leonardo do Brasil.

Pietro Labriola, CEO da TIM Brasil, reforça a importância das parcerias para a construção de ofertas integradas aos clientes corporativos no país: “Temos trabalhado para levar a experiência do cliente para o próximo nível, e isso inclui indústrias ansiosas por soluções conectadas. A TIM é líder em cobertura 4G no Brasil e estamos à frente dos projetos 5G mais inovadores. Essa parceria é mais um passo para a transformação digital do país. A inovação é fundamental para incentivar a mudança que precisamos”.

Finance Forward Latin America faz seleção de startups brasileiras

A Village Capital, empresa de capital de risco que encontra, treina e investe em startups, dá início à edição 2021 de seu programa “Finance Forward Latin America”. Com o apoio da MetLife Foundation no Brasil e da Moody’s, a aceleradora irá escolher startups que desenvolvem soluções tecnológicas em torno de questões de saúde financeira e o futuro do trabalho. O objetivo é incentivar projetos que possam ser aplicados a pequenas e médias empresas impactadas pela pandemia e assim ajudar na recuperação financeira destes negócios.  

Pela primeira vez, a Village Capital América Latina está priorizando inovações da tendência “Futuro do Trabalho”, ou seja, tecnologia que ajuda trabalhadores independentes, informais e essenciais a reduzir a volatilidade da renda, desenvolver habilidades profissionais, e acessar benefícios e dinheiro em caso de emergência. 

Os interessados devem se inscrever até 18 de junho neste link. Ao final do processo, de agosto a novembro, cerca de 12 startups participarão das oficinas virtuais com conteúdo voltado para o fortalecimento da sua prontidão para investimento (quando aplicável) e na sua próxima expansão. Cada empresa terá a oportunidade de trabalhar de perto com especialistas do setor, investidores e parceiros do ecossistema para desenvolver as relações necessárias para escalar seu impacto. 

A MetLife Foundation é parceira da Village Capital desde 2019 e apoiou startups brasileiras como Akredito, Monetus, Movva, DinDin e CloQ nos programas de aceleração em saúde financeira. Para o CEO da MetLife Foundation Brasil e Colômbia, Raphael da Carvalho, a participação neste projeto junto à Village Capital é imprescindível, ainda mais em um ano em que os impactos da pandemia nos pequenos e médios negócios mostra-se eminente. “Este é o terceiro ano consecutivo que o Brasil faz parte do apanhado de empresas que participam do Finance Forward, o que mostra não só o potencial das startups brasileiras globalmente, como também a necessidade dos novos empresários em terem projetos aportados. Acreditamos que oferecer mentoria e aporte financeiro a startups, que estejam trabalhando a inovação financeira, seja um caminho para trazer mais desenvolvimento ao País, principalmente em uma época econômica tão difícil, como esta que passamos por conta da pandemia”, comenta o executivo. 

“Em 2020, a economia da América Latina contraiu 4,1%, o declínio mais acentuado em décadas”, diz Daniel Cossío, líder regional da Village Capital América Latina. “Como resultado, os desafios econômicos enfrentados por milhões de pessoas e pequenas empresas têm aumentado. Felizmente, existe uma lista crescente de empresas iniciantes que estão tentando melhorar a saúde financeira de indivíduos e pequenas empresas, ajudando-as a administrar sua renda, a transição para a economia formal e a planejar o futuro. Estou entusiasmado em trabalhar com estas startups através deste acelerador”. 

“Na Moody’s, estamos comprometidos em capacitar as pequenas empresas em crescimento por meio do conhecimento”, disse Marina Rosemberg, Diretora e Gestão de Relacionamento da AMD na Moody’s. “Acreditamos que o treinamento oferecido no Finance Forward Latin America 2021, junto com recursos e confiança, capacitará os empresários a criar um futuro melhor, tanto para si próprios quanto para suas comunidades”. 

Todas as startups que se inscreverem no programa serão convidadas a se juntar na Abaca, a rede global online da Village Capital que ajuda os empresários a se tornarem conscientes de seus negócios e reconhecerem se estão prontos para receber investimentos. A rede também os conecta com os investidores e recursos certos. Para maiores informações, entre em contato com Sofia Candano da Village Capital (sofia.candano@vilcap.com). 

Brasileira ganha prêmio da Apple pela 5a vez

Estudante Karina Tronkos, de 24 anos, é novamente destaque em desafio mundial da empresa

Com apenas 24 anos a estudante de ciência da computação Karina Tronkos já acumula nada menos do que 5 destaques no desafio de programação Swift Student Challenge, criado pela Apple. A última conquista aconteceu agora em 2021 e foi anunciada no final da semana passada. Karina faz parte do seleto grupo de 350 alunos de diferentes nacionalidades que tiveram seus trabalhos selecionados pela empresa.


A competição consiste em criar projetos de aplicativos utilizando a Swift, linguagem de programação desenvolvida pela Apple. Os participantes tiveram duas semanas para desenvolver suas ideias. Karina apostou na biomimética, uma área que se inspira na natureza para desenvolver produtos e serviços mais eficientes e de forma mais sustentável. Ela transformou a temática, que é um pouco mais elaborada, em algo acessível ao usuário através de uma experiência interativa de 3 minutos com foco no engajamento. O Swift Student Challenge faz parte do programa Apple Developers Academy.

Quem quiser conhecer um pouco mais sobre o trabalho da Nina pode conferir o seu perfil no Instagram: @Nina_Talks. É lá que divide com seguidores dicas, ideias e conhecimentos. Seu objetivo é inspirar outras pessoas – principalmente as mulheres – a ingressar no mercado da Tecnologia. O perfil Nina Talks conta hoje com mais de 85 mil seguidores, sempre seguindo o lema de sua criadora: Educar, Inspirar e Empoderar.

Shoppings esperam alta de 52% nas vendas do Dia dos Namorados

Para que recuperação continue, setor não pode passar por novos fechamentos, avalia presidente da Abrasce

De acordo com levantamento da Associação Brasileira de Shopping Centers (Abrasce), o setor espera aumento de 52% nas vendas na semana do Dia dos Namorados na comparação com mesmo período de 2020. Essa expectativa representará uma injeção de R$ 780 milhões na economia na semana que antecede a data. Importante ressaltar que nesta mesma época do ano passado 31% dos shoppings estavam fechados em cumprimento a decretos municipais e estaduais por conta da pandemia.

Quando a expectativa deste ano é comparada com o Dia dos Namorados de 2019, o resultado é uma redução de 23% nas vendas.”A recuperação tem sido gradual mas para que ela continue, os shopping centers não podem passar por novos fechamentos”, afirma Glauco Humai, presidente da Abrasce. O setor investiu no desenvolvimento de protocolos sanitários em parceria como a área de consultoria do Sírio-Libanês, referência em saúde no país, para garantir a segurança de coloaboradores e clientes.

Durante o período de vendas do Dia dos Namorados é esperado ticket médio de R﹩ 230, aumento de 17,3% em relação ao ano anterior. Para incentivar as vendas, os shoppings irão oferecer canais de vendas alternativos. Segundo o levantamento, o delivery estará presente em 82% dos empreendimentos, drive-thru (75%), marketplace/vendas online (63%) e lockers (21%). Além disso, 79% dos shoppings realizarão promoções para o uso desses canais como sorteios (44%) e compre e ganhe (16%).

Entre as categorias que devem ter destaque nas vendas de presentes femininos estão perfumaria e cosméticos, seguida de chocolates e doces e joalheria. Para os presentes masculinos devem ter destaque os segmentos de artigos esportivos, seguido de relógios e acessórios e vestuário. Segundo monitoramento da Abrasce, nesta terça-feira (08), do total de 601 shopping centers do país nenhum funciona plenamente: 582 empreendimentos estão abertos com algum tipo de restrição e 19 estão fechados, sendo 14 deles no Sul do país, 1 no Sudeste, 1 no Centro-Oeste e 3 no Nordeste.

Felicidade no trabalho: por quê a experiência é tão importante?

Por Maíra Gracini, diretora sênior de Marketing da Zendesk na América Latina

Você já parou para pensar se, mundialmente, as pessoas são felizes no trabalho? Uma pesquisa realizada no final do ano passado pela ADP Research Institute em 25 países mostrou que o engajamento dos funcionários com o trabalho é de apenas 14%. No Brasil, esse percentual é um pouco melhor, de 18%, e cresceu quatro pontos percentuais desde a última medição realizada, em 2018. O motivo para esse crescimento? A pandemia. 

As situações inéditas que estamos vivenciando no trabalho despertou atitudes positivas por parte das empresas, como a prática da empatia e a maior preocupação com a saúde mental dos seus colaboradores. Esses cuidados se reverteram em um maior comprometimento dos funcionários com a companhia. E isso pode ser o começo de uma transformação maior na cultura das organizações brasileiras, que é a de levar em consideração as percepções e os sentimentos de seus profissionais, o que chamamos de Employee Experience (EX).

O conceito de EX tem uma mentalidade organizacional focada no desenvolvimento e aprendizado constantes, impulsionada de cima para baixo. Um estudo da Deloitte com líderes de 99 países sobre capital humano mostrou que as disrupções no ambiente corporativo que acontecem com propósito, potencial e perspectiva (os três P’s) estão praticamente lado a lado da tecnologia em termos de prioridades para a digitalização do negócio. Enquanto que 35% dos participantes consideram a implementação de novas tecnologias a ação mais importante para transformar o trabalho, 40% fazem a mesma avaliação para uma cultura baseada na adaptação, resiliência e desenvolvimento de novos comportamentos.

Essa virada de chave no pensamento e atitudes das organizações levou 98% das grandes e 67% das pequenas e médias empresas a investirem em novas ferramentas e processos internos desde o início da pandemia, segundo o estudo CX Trends 2021. Essa é uma oportunidade para refletir também sobre o upskilling, reskilling e mobilidade, três capacidades comportamentais que estão no futuro do trabalho e que, quando combinadas com plataformas de experiência do colaborador e do cliente (CX), ajudam empresas a aplicarem a disrupção de forma dinâmica e recorrente.

Upskilling, um aprimoramento constante


É a arte de se desenvolver em uma área que já tem um certo domínio. De aperfeiçoar competências e conhecimentos em uma função que exerce com o objetivo de agregar valor para si mesmo, equipe e empresa.

No atual contexto de trabalho, em que muitas equipes estão dispersas, quanto mais informações sobre um determinado tema estiverem ao alcance do colaborador, mais chances ele terá de desempenhar melhor o seu papel. Contar com uma visão unificada sobre clientes, colaboradores ou equipes como um todo permite compreender o perfil e as necessidades de cada caso, incluindo uma visão holística de toda a jornada da pessoa no contato com a empresa, como canais mais utilizados e histórico de interação. É a chave para um modelo de trabalho avançado, mais humano e satisfatório para cada um.

Reskilling, um ajuste de rota


Significa aprender novas habilidades para se tornar apto a realizar um trabalho diferente. De acordo com uma pesquisa da McKinsey & Company, cerca de 90% dos gerentes sofrem com a escassez de habilidades específicas em algumas funções, ao passo que 87% das empresas avaliam que não possuem hoje os talentos que serão necessários para um futuro cada vez mais próximo. É em busca de preencher esse gap que organizações de todos os portes investem em ferramentas de EX e CX que promovem eficiência e colaboração entre diversas equipes e departamentos.

Expandir essas soluções dentro da empresa garante aos colaboradores acesso aos dados necessários para trocar conhecimentos e experiências, de olho em novos aprendizados e na entrega de melhores resultados. Em 2020, o número de equipes de CX que utilizaram recursos de colaboração cresceu 22% em relação ao ano anterior.

Mobilidade, a presença além dos olhos


O home office é uma mudança cultural que está afetando o mundo corporativo, a gestão das empresas e até mesmo o fluxo de talentos. Parece mesmo uma tendência irreversível, já que 78% dos brasileiros se sentem mais produtivos trabalhando remotamente, segundo uma pesquisa da Pulses, uma startup de clima organizacional.

O desafio de garantir um bom EX neste novo modelo de trabalho parece grande, mas o dinamismo da tecnologia e da conectividade provaram o contrário: com as ferramentas certas, é possível tornar essa experiência fluida e positiva. Na realidade, é possível mudar completamente o patamar de atendimento ao cliente ou colaborador, já que soluções de CX baseadas na nuvem e que rodam em dispositivos móveis permitem aos agentes de suporte fazer ‘mais com menos’, ou seja, atender com a mesma (ou ainda melhor) qualidade um volume maior de pessoas.

Assim, o ambiente de trabalho vai se moldando à era da digitalização. E os profissionais que fazem parte dele vão ganhando um protagonismo cada vez maior. O tema “felicidade no trabalho” é tão relevante para as empresas que, algumas delas, inclusive, já têm cargos como Chief Happiness Officer (CHO). Mas o fato é que mudanças profundas na forma de pensar a jornada do colaborador estão acontecendo e, junto delas, novas tecnologias estão surgindo para viabilizar tudo isso. O resultado deverá ser de um ambiente mais flexível e, quem sabe, feliz!

Company Hero recebe investimento de R$ 3,2 milhões para acelerar legalização de empresas brasileiras

Miklos Grof e Diego Izquierdo, sócio-fundadores da Company Hero

A Company Hero, startup que soluciona dores e elimina barreiras na jornada de prestadores de serviços e PMEs, anuncia a captação de uma nova rodada de investimento de R$ 3,2 milhões. O aporte da rodada pré-série A foi realizado pela Allievo Capital e por investidores da beegin.invest, plataforma de investimentos do Grupo Solum, que viabilizou co-investimento de mais de 100 investidores, incluindo membros de grupos de anjos como GV Angels, Poliangels, Harvard Angels, Insper Angels e Fundadores do JusBrasil. 

Com o investimento, a startup pretende alcançar receita anual recorrente de R$30 milhões até 2022, atingir 15 mil empresas assinantes – hoje são 5 mil -, e passar de 60 para 150 funcionários. A rodada foi realizada de forma remota e 100% online. “Negociar a rodada sem nenhum contato humano foi uma novidade que validou nosso propósito de facilitar e agilizar negócios. Estamos muito satisfeitos com o êxito da rodada e também com as portas que abrimos para futuras captações”, pontua Miklos Grof, CEO da startup.

A partir de agora, com a injeção do novo capital, a empresa tem como objetivo desenvolver uma solução enterprise para ajudar milhares de escritórios de advocacia e contabilidade a digitalizar seu braço paralegal. “Nossa proposta é desenvolver uma plataforma que facilite a interface paralegal de forma 100% digital para que advogados e contadores gerenciem diligências e processos com juntas comerciais, prefeituras, INPI e outros órgãos envolvidos na formalização de empresas”, explica Grof.

Além disso, a Hero irá desenvolver novos produtos para sua base de PMEs com a proposta de ajudá-las na fase inicial e também no crescimento do negócio com apoio administrativo, financeiro, de marketing e outros serviços. “Já temos parcerias confirmadas para oferecer soluções financeiras para PMEs assinantes da Hero sem custo adicional, e outras parcerias em negociação que temos buscado para facilitar a vida do empresário”, destaca o CEO.

A startup também pretende liderar o movimento de trabalho e negócios remotos. “Queremos investir em nosso time com o fortalecimento de nossa cultura e, cada vez mais, com foco em diversidade, desenvolvimento pessoal e bem-estar em um ambiente 100% remoto, modelo que apostamos para nosso negócio e incentivamos como propósito para as empresas assinantes dos serviços Hero”, completa Grof.

Mercado em franca expansão

Fundada em 2018 pelo húngaro Miklos Grof e o chileno Diego Izquierdo, a Company Hero chegou para solucionar uma grande dor dos empreendedores brasileiros: a burocracia e dificuldade para legalizar uma empresa. Desde que foi criada, a Company Hero já captou mais de R$5,5 milhões.

Entre as soluções oferecidas, a legaltech trouxe para o país um serviço que já é tendência no exterior e que teve uma procura crescente por aqui nos últimos meses: o Escritório Virtual. A solução permite que um negócio funcione de qualquer lugar, sem os altos custos e toda a burocracia gerada pela locação de um escritório convencional, como aluguel, condomínio e demais contas, além de ajudar PMEs e prestadores de serviço a economizar quase R$ 50 mil por ano e cerca de 210 horas anuais, que seriam desperdiçadas lidando com a burocracia de um espaço físico. “Essa plataforma também é uma forma de uma pequena ou média empresa ter a possibilidade de expandir de uma maneira mais ágil e contar com uma maior flexibilidade de atuação em sua fase inicial”, afirma o CEO. 

Diante do cenário de pandemia, e após diversas empresas incorporarem o modelo de trabalho remoto, a procura pelo serviço de Escritório Virtual da Company Hero aumentou em mais de 300%, entre 2019 e 2021. Atualmente com 5 mil clientes ativos e 15 Escritórios Virtuais em endereços nas principais regiões comerciais do país, a startup dobrou o tamanho do time nos últimos seis meses e segue com contratações constantes.

Além de apoiar as PMEs com soluções que agilizam e facilitam a formalização de seus negócios, a Hero também pretende revolucionar a legalização de empresas no Brasil, apoiando advogados e contadores por meio de uma plataforma 100% digital. “A ideia é  descomplicar a interface entre estes profissionais e seus clientes, agilizando o acompanhamento de processos em juntas comerciais, prefeituras e outros órgãos envolvidos na formalização de empresas”, finaliza Miklos Grof.