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SAP habilita práticas ESG a partir de dados gerados em suas soluções

A SAP Brasil reforçou sua estratégia consultiva para auxiliar empresas brasileiras na busca de dados analíticos para seus desafios ESG (ambiental, social e governança, na sigla em inglês) a partir da base instalada de soluções. Com o aumento do compromisso das empresas com práticas sustentáveis, a SAP está se empenhando em ajudar seus clientes a incorporar e medir indicadores de sustentabilidade em diferentes etapas operacionais.

A empresa mapeou como suas soluções podem ser utilizadas para levantar, analisar e medir 90 indicadores essenciais de desempenho econômico, ambiental e social propostos pela Global Reporting Initiative (GRI) – organização internacional que ajuda empresas, governos e instituições a compreender e comunicar o impacto dos negócios em questões críticas de sustentabilidade.

Os sistemas da SAP (23 no total) podem ser utilizados para adicionar informações sobre todas as etapas de processos – dos administrativos aos operacionais –, de forma a contribuir para a adaptação das companhias a mudanças de regulamentação, consumo de energia, gestão de resíduos, políticas de responsabilidade de produtores, entre outros pontos cada vez mais urgentes em uma economia pautada pela sustentabilidade e em linha com padrões globais e melhores práticas.

Segundo Luciana Coen, diretora de Comunicação Integrada e Responsabilidade Social Corporativa da SAP Brasil, a principal mudança é a assimilação da premissa de transparência nas atividades. Para ela, o papel da tecnologia é de habilitador para iniciativas ESG. “Muitas vezes os clientes já têm as soluções da SAP, mas não as utilizam com o objetivo de inserir e extrair dados para suas práticas ESG. Queremos mostrar como a inclusão de boas práticas com o suporte da tecnologia podem contribuir para que as operações se tornem mais competitivas, transparentes e sustentáveis”, explica Luciana.

Como exemplo de indicadores que precisam ser medidos, uma rede de varejo pode projetar drástica redução no consumo de energia para os próximos anos (GRI 302) e a SAP oferece três alternativa de soluções que podem auxiliar a empresa a planejar, projetar e medir o consumo e gerar os indicadores necessários e associados aos impactos de economia e eficiência dos negócios. Entre as soluções estão SAP Ariba, SAP SuccessFactors, SAP Environmental Management, SAP Manufacturing Integration and Intelligence (SAP MII), entre outros.

O SAP SuccessFactors, sistema de gestão do capital humano, também ajuda as empresas com a automatização dos processos de RH tradicionais e capacitação da operação para focar em temas cada vez mais estratégicos, como a experiência do colaborador, diversidade, equidade e inclusão, até os temas relacionados a bem-estar, segurança, desenvolvimento de habilidades, entre outros indicadores.

Como exemplos de indicadores GRI que podem ser apurados com base nas informações dos módulos SAP SuccessFactors, destacam-se, entre outros, os GRI 202.1 e 202.2, que analisam a proporção entre o salário mais baixo e o salário mínimo local, com discriminação por gênero e a proporção de membros da diretoria contratados na comunidade local; GRI 405.2, que analisa a proporção entre o salário-base e a remuneração recebida pelas mulheres e aqueles recebidos pelos homens; e o GRI 406.1, que avalia casos de discriminação e medidas corretivas tomadas.

Outro sistema amplamente adotado por empresas brasileiras em diferentes indústrias e tamanhos de operações é o SAP Ariba, para gestão de compras e de fornecedores. Em um momento em que a gestão da cadeia de suprimentos é um dos itens que mais impactam na sustentabilidade de uma operação, as operações por meio da Ariba Network, maior rede B2B do mundo, permitem que as empresas se conectem e colaborem com milhões de fornecedores de forma dinâmica e aberta, mais bem gerenciada e mais eficiente.

A plataforma Ariba transforma inteligência em ação para garantir que os processos fluam mais rápido, os usuários sejam guiados para a ação certa e cadeias de suprimentos éticas e sustentáveis. Um dos exemplos de indicadores que podem ser apurados a partir da solução é a avaliação social de fornecedores, GRI 414.1 e 414.2, que examina a seleção de fornecedores com base em critérios sociais, impactos sociais negativos na cadeia de fornecedores e medidas tomadas. Outros indicadores são o GRI 408.1, sobre operações e fornecedores com risco significativo de casos de trabalho infantil, e GRI 409.1, sobre operações e fornecedores com risco significativo de casos de trabalho forçado ou análogo ao escravo.

Evento global – SAP Sustainability Summit

Nos dias 28 e 29 de abril, a SAP promove o evento online SAP Sustainability Summit para apresentar sua capacidade de ajudar seus mais de 400 mil clientes em todo o mundo a implementar medidas de proteção climática por meio de recursos como o programa Climate 21. A SAP apoia os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável definidos em 2015 pela Assembleia Geral das Nações Unidas, e o evento está alinhado com objetivo de número 13 sobre Ação Climática. Neste evento, juntamente com clientes e parceiros, a SAP fornecerá mais informações sobre soluções nesse contexto, bem como sobre economia circular, orientação holística e geração de relatórios.

Banco BV lança desafio para startups em busca de soluções inovadoras para transformação digital

O BV, um dos maiores bancos do país, em parceria com o Distrito, maior hub de inovação do Brasil, lança o “Desafio banco BV” para startups, a fim de acelerar sua transformação digital. As startups devem se cadastrar e enviar sua inscrição até o dia 9 de abril no site http://conteudo.distrito.me/desafios-banco-bv. Entre os temas dos desafios propostos estão: experiência do cliente, dados e analytics, gestão e automação de processos e inclusão de colaboradores.

O BV entende que a verdadeira mudança não ocorre isoladamente. Pensando nisso, estamos em busca de soluções que possam nos acompanhar em nossa transformação digital e busca contínua por inovação para o setor.

As startups inscritas serão avaliadas pelo BV/Lab, área responsável pela conexão com o ecossistema, por incubar novos produtos e serviços e experimentar novas tecnologias, em conjunto com a área envolvida em cada desafio. As iniciativas selecionadas farão um pitch para a equipe do BV realizar uma segunda avaliação técnica. Em seguida, as startups selecionadas terão um período para rodar uma prova prática de um conceito teórico, Poc (Proof of Concept) da solução.

Podem participar todas as startups que já estejam em plena operação e tenham soluções focadas nos temas dos desafios. A busca é por produtos ou serviços lançados ou em fase de testes no mercado, com potencial de desenvolvimento. O resultado sai no dia 10 de maio.

Desde janeiro de 2021, o Distrito é parceiro do banco na conexão com o ecossistema de inovação aberta e agora está assessorando a estruturação das etapas do desafio. “O BV já é um banco reconhecido pela relação que mantém com as algumas startups. Com esse novo programa, iremos avançar ainda mais nessa prática e trazer conexões estratégicas para apoiar o banco em desafios-chave, de forma simples e ágil”, afirma Gustavo Araujo, cofundador e CEO do Distrito.

Para 90% dos profissionais de companhias abertas, o Informe de Governança contribui para o amadurecimento do mercado, diz IBGC

Lançada nesta quarta-feira (7), a pesquisa Pratique ou Explique: Percepção dos Profissionais de Companhias Abertas acerca do Informe sobre o Código Brasileiro de Governança Corporativa revela que o informe de governança regulado pela Instrução 480 da Comissão de Valores Mobiliários (CVM) contribui para o amadurecimento das práticas de governança corporativa, segundo 90,3% dos respondentes. A maior parte dos participantes da pesquisa também acredita que o documento é um importante instrumento de transparência junto a investidores e outras partes interessadas, além de representar um investimento para a companhia, e não um custo.

“Pela primeira vez estamos avaliando as percepções e a experiência dos profissionais das companhias abertas que atuam diretamente na elaboração do informe. A pesquisa confirma a relevância do documento como instrumento de amadurecimento e transparência”, afirma Pedro Melo, diretor geral do IBGC, complementando: “Esses levantamentos nos ajudam, além de identificar pontos de melhoria no preenchimento do informe e de seus impactos no mercado, a entender o cenário da governança corporativa no Brasil e, assim, contribuir para a elevação da transparência e da adoção das melhores práticas”.

A pesquisa também aponta que, para 79% dos respondentes, a adoção ou não dos princípios e práticas refletidos no Informe tem potencial impacto no valor de mercado da companhia, bem como 58% dos participantes afirmaram que a companhia avaliou os informes de concorrentes e empresas de interesse.

“O Informe sobre o Código Brasileiro de Governança Corporativa tem não só retratado o momento atual das companhias, mas também sido utilizado para a melhoria das práticas existentes. Notamos que há preocupação empresarial em melhorar, ano após ano, a qualidade das respostas e de adotar novas práticas, buscando assim maior aderência aos pontos constantes no Informe”, declara Bruno Salem Brasil, diretor-presidente do IBRI (Instituto Brasileiro de Relações com Investidores).

“Os resultados da pesquisa comprovam a via de mão dupla dos benefícios associados às boas práticas de governança corporativa. De um lado, ganham os investidores que, graças à transparência e maior acesso à informação, podem tomar melhores decisões. De outro, ganham as companhias de capital aberto, cuja adesão às melhores práticas de governança tem o potencial de impactar positivamente seu negócio”, avalia Flavia Mouta, diretora de Emissores da B3.

Melhorias no Informe

A pesquisa foi feita com o objetivo de avaliar as percepções e o envolvimento dos profissionais das companhias abertas no processo de elaboração e revisão dos informes, além de obter dados numéricos e comentários dos respondentes para embasar eventuais propostas de aprimoramento do processo de elaboração do documento.

Entre os principais pontos que podem ser melhorados, de acordo com os participantes, estão o formato e a periodicidade do informe. Para 58% dos respondentes, o documento poderia ser mais amigável, enquanto 37% sinalizam que a data de entrega do informe poderia ser sincronizada com outros documentos de divulgação produzidos pela companhia. A maioria dos entrevistados (85%) sinalizou que o preenchimento é complexo e trabalhoso, demandando esforço significativo de colaboradores e administradores.

Desde 2018, empresas de capital aberto registradas como categoria A (aquelas autorizadas a ter ações negociadas em bolsa de valores) na Comissão de Valores Mobiliários (CVM) devem divulgar o Informe sobre o Código Brasileiro de Governança Corporativa – Companhias Abertas. O documento, que deve ser entregue até sete meses após o fim do exercício social, é baseado no modelo “Pratique ou Explique”, em que as companhias precisam indicar se aplicam as práticas recomendadas pelo Código, ou justificar quando não o fazem.

A pesquisa contou com a participação de 82 respondentes que participam da elaboração ou aprovação do Informe. O levantamento foi conduzido pelo Grupo de Trabalho (GT) Pratique ou Explique, formado por: Ace Governance, Anbima, Abrapp, Amec, Apimec, B3, EY, IBGC, IBRI, TozziniFreire Advogados e WFaria Advogados.

Matera tem mais de 40 vagas abertas

O mercado de tecnologia segue em constante crescimento e, com isso, as empresas estão abrindo oportunidades de trabalho. De acordo com a Associação das Empresas de Tecnologia da Informação e Comunicação (Brasscom), mais de 70 mil profissionais das áreas de TI devem ser contratados até 2024. Para quem deseja ingressar neste universo, mais do que ser “descolado”, ter senso de ownership e hard skills que atraem atenção do mercado, é preciso ter muita disposição e se encaixar na cultura organizacional do lugar.

A Matera , empresa brasileira de desenvolvimento de tecnologia para o mercado financeiro, fintechs e gestão de riscos, segue com processos seletivos regulares e está com mais de 40 vagas disponíveis nas áreas de TI, marketing e pessoas, presenciais ou remotas, para cargos efetivos ou estágios. Com a chegada do Pix e do Open Banking no cenário brasileiro, e de um mercado financeiro cada vez mais aberto, interoperável e inovador, empresas como a Matera se destacam. “Estamos na linha de frente da disrupção do mercado de banking e meios de pagamento. Participamos ativamente da construção do Pix e tivemos um crescimento de 24% em 2020. Nossas soluções habilitam a democratização do acesso de toda a população a serviços e produtos financeiros, e essa transformação é uma de nossas grandes motivações”, afirma Carlos Netto, CEO da Matera.

Após receber em 2020 um aporte de R﹩100 milhões do fundo de investimentos Kinea, a empresa já está com seu processo de expansão internacional em curso, focado no mercado dos Estados Unidos.

Com mais de 30 anos de atuação no mercado, a companhia tem, atualmente, mais de 700 colaboradores e 160 clientes entre bancos e fintechs e é certificada pela GPTW como uma das melhores empresas para se trabalhar (29ª empresa de médio porte, Ranking Brasil e a 5ª empresa de médio porte, ranking interior de SP). A Matera conta, também, com a área de ESG (Environmental, Social and Governance), que há 10 anos desenvolve diversos projetos apoiando famílias em estado de vulnerabilidade, realizando aulas de informática e inglês para crianças de 5 a 6 anos, fazendo o treinamento de pessoas com Síndrome de Down e preparando-as para o mercado de trabalho. O ESG também possui quatro Comitês – Social, Ambiental, Educação e Diversidade – que atuam interna e externamente no engajamento dos profissionais para a transformação das comunidades que a Matera está inserida.

Os interessados em ingressar no time da companhia podem fazer as inscrições pelo site http://jobs.kenoby.com/matera. Dentre as vagas abertas estão: analista de suporte, desenvolvedor Java, analista de implementação, agilista, estágio em marketing, gerente de contas e muito mais.

Programa gratuito de desenvolvimento de negócios liderados por mulheres tem recorde de inscrições

Mulheres empreendedoras autodeclaradas negras de todo o Brasil vão receber apoio do Instituto Rede Mulher Empreendedora (IRME) e da Visa por meio do “Elas Prosperam”. A segunda edição do programa tem início em 08 de abril e vai até o começo de julho. O projeto, que busca ajudar no desenvolvimento dos negócios destas mulheres para que elas possam conquistar a própria renda e independência financeira, recebeu mais de mil inscrições.

Cerca de 60 empreendedoras negras serão selecionadas e deverão ser atendidas por meio de capacitações sobre fortalecimento de competências socioemocionais, finanças e transformação digital, entre outros temas relevantes no mundo dos negócios. Destas, 10 receberão um acompanhamento mais próximo de agentes da Rede Mulher Empreendedora e da Visa, parceira do programa e empresa líder global em pagamentos digitais financeiros.

“Fazer a diferença na história profissional das mulheres ao lado de um parceiro tão fantástico como a Visa é engrandecedor. Estamos animados com a repercussão e sei que o projeto irá impactar muitas mulheres”, comentou Ana Fontes, fundadora da Rede Mulher Empreendedora e presidente do Instituto RME.

A etapa seguinte, selecionará três empreendedoras para serem contempladas com prêmio de R﹩ 10.000,00 cada, que deve ser investido em suas próprias empresas. No “Elas Prosperam”, todas as selecionadas terão capacitação profissional robusta, com linguagem acessível e ferramentas práticas por quatro semanas.

“A Visa está comprometida globalmente com a recuperação da economia e com o fortalecimento do empreendedorismo feminino”, explica Sabrina Sciama, diretora executiva da Visa do Brasil. “Neste ano, decidimos inovar e apoiar a expansão do programa ‘Elas Prosperam’ da Rede Mulher Empreendedorapara levar capacitação e mentorias para um dos grupos mais afetados no último ano, as empreendedoras negras.”

Para Célia Kano, diretora da Rede Mulher Empreendedora, a pandemia mostrou que a transformação digital é um aspecto chave para os negócios superarem esse momento tão difícil, mas o projeto vai além na busca por inclusão. “O Elas Prosperam se destaca em se dedicar ao atendimento de mulheres negras, pois sabemos que este público tem baixa representatividade em programas de aceleração e a RME quer colaborar na criação de um ecossistema empreendedor mais diverso”, finalizou.

Gisele Rodrigues, superintendente de soluções de meios de pagamento do ‎Sicredi – que é um apoiador do projeto -, ressalta a importância de ações de inclusão para a geração de transformações reais na sociedade. “Programas como o Elas Prosperam atuam junto a uma parcela da população historicamente menos favorecida, mas que tem o poder de fazer a diferença no desenvolvimento das suas comunidades quando recebe instrumentos que ajudem a alcançar o seu potencial”, afirma.

Negócios digitais no presente e no futuro

Por Alcely Strutz Barroso, Coordenadora do Comitê do Futuro do Trabalho da ABES

As mudanças induzidas pela tecnologia no mercado de trabalho vêm sendo pautas de reflexão há vários anos. Manuel Castells, em sua obra do final da década de 1990 “A Sociedade em Rede: A Era da informação: Economia, sociedade e cultura”, analisou de forma abrangente e sob vários prismas um cenário mundial possível graças aos avanços tecnológicos em tempos de globalização. Naquele momento, já se apontava o surgimento de uma nova estrutura social decorrente de vários fatores, dentre eles a crescente integração entre países. O estabelecimento deste novo modelo de desenvolvimento motivou o surgimento de uma força de trabalho com características globais. Segundo Castells, “cada vez mais, as pessoas organizam seu significado não em torno do que fazem, mas com base no que elas são ou acreditam que são”.

Trazendo a análise para os dias de hoje, o avanço da tecnologia continuou a passos largos e o início do século XXI foi marcado pela revolução das plataformas, uma nova forma de fazer negócios combinando tecnologia e modelos disruptivos que criam valor aos participantes da rede. As novas gerações, que já nasceram nesse mundo mais flexível e em rede, adaptaram-se rapidamente, identificaram seu valor e contribuíram para o crescimento exponencial das plataformas. Esse foi, e continua sendo, um dos maiores desafios competitivos para empresas tradicionais consolidadas no mercado. Assim, o tema da transformação digital ganhou espaço na agenda de empresários e líderes que perceberam que tal mudança é questão de sobrevivência.

Mas, se as plataformas transformaram o mundo dos negócios, foi porque há líderes visionários, obcecados pela experiência do cliente, abertos a adotar práticas ágeis e decidir por arquiteturas flexíveis e dinâmicas, com alta disponibilidade e capacidade de expansão na medida do crescimento do seu negócio. A liderança empresarial tem o dever de estar atualizada e preparada para tomar decisões de forma assertiva garantindo uma estrutura organizacional com menos hierarquia, mais transparência e flexibilidade para alimentar um ambiente de contínuo desenvolvimento para retenção de talentos.

O êxito dos novos modelos de negócio digitais está em criar equipes com alto conhecimento técnico e com maturidade em habilidades socioemocionais, os chamados “soft skills”. Com os avanços da Inteligência Artificial, acredita-se que o trabalhador do futuro contará com seu próprio assistente digital, especialista nos diversos setores da empresa: recursos humanos, marketing, finanças, operações, que vai ajudá-lo a otimizar e acelerar seu trabalho. A inesperada pandemia de COVID-19 provocou uma revisão de prioridades por parte dos executivos, que passam a se dedicar mais do que há dois anos aos assuntos como a gestão de crises, cyber-segurança e segurança no local de trabalho. Essas são as conclusões de um recente estudo feito com 3 . 450 executivos em 22 indústrias de 20 países pel o IBM Institute of Business Value , que revela também que 94% deles pretendem participar em modelos de negócio baseados em plataformas. E ainda, para 87% dos entrevistados o controle de custos será crucial para seus negócios. Um segundo estudo intitulado “O Futuro do Trabalho após o COVID-19” , feito pela consultoria McKinsey & Company , aponta que a pandemia acelerou tendências como o trabalho remoto, transações virtuais e e-commerce, adoção de automação e Inteligência Artificial.

Nos últimos anos, o setor de tecnologia tem sofrido com a escassez de profissionais em todo o mundo. A tendência é que a competição mundial por profissionais com conhecimentos técnicos se intensifique com a permanência do trabalho remoto em algumas funções que o adotaram durante a pandemia. Segundo a Brasscom, até 2024 o Brasil precisará 420 mil profissionais no setor de tecnologia. Atualmente se formam apenas cerca de 46 mil por ano, o que evidencia a necessidade urgente de mais investimento em educação e estímulo ao ingresso de profissionais nas carreiras de tecnologia, para atender, ainda que parcialmente, a alta demanda de profissionais no Brasil.

É inevitável que daqui para a frente as equipes tenham que, cada vez mais, ser resilientes para trabalhar em cenários em constante mudança. Será fundamental o papel da liderança em criar condições para que suas equipes se mantenham engajadas, motivadas e colaborem para garantir fluxos de trabalho integrados. Os líderes precisarão ter consciência de seu papel, atuando para incentivar e manter o foco na educação contínua e personalizada.

App Click Cash capta R$ 5,5 milhões de fundo asiático

O aplicativo Click Cash , que oferece empréstimo pessoal rápido entre R﹩ 1 mil e R﹩ 10 mil para pessoa física, anuncia nova captação de R﹩5,5 milhões. O montante vem da asiática Tolaram Fintech , de Cingapura, que, no final do ano passado, já havia aportado R﹩ 550 mil no app. Esta nova rodada deverá apoiar a Click Cash na própria concessão de crédito no país, por meio da estruturação de um Fundo de Investimento em Direitos Creditórios – FIDC.

Lançado no início de 2020 pelo Grupo Latam Fintech Holdings e, hoje, com mais de 350 mil downloads, o aplicativo quer atender os brasileiros que buscam empréstimo rápido, principalmente aqueles de perfil e score negligenciados pelo sistema tradicional de crédito. Atualmente, 30% das solicitações de empréstimo pelo app tem como objetivo pagar alguma conta, 18% para algum tipo de investimento e 13% para reformas domiciliares.

“Este crescimento acelerado da Click Cash também é suportado por uma grande aderência do serviço oferecido pelo app ao perfil do brasileiro, principalmente aspectos como a concessão de crédito em poucos minutos, com pagamento até no mesmo dia, e toda a experiência digital. A proposta da Click Cash, além de eliminar burocracias e facilitar o acesso do brasileiro ao crédito, é possível graças à tecnologias de big data que garantem um processo de análise e score totalmente diferente do praticado pelo modelo tradicional”, sinaliza Daniel Cianciarulo, COO da Click Cash. “Além disso, estruturar fundos locais de FIDC deve nos ajudar a acelerar nossa expansão e oferta de crédito ainda mais. E essa estratégia é o principal foco para o investimento da Tolaram”, complementa.

O app Click Cash oferece, em um processo fácil de cinco minutos, empréstimos pessoais de R﹩ 1 mil a R﹩ 10 mil, para pagamento em até 24 parcelas. Adaptado à nova economia digital, como características únicas, o aplicativo trabalha em estreita colaboração com outras fintechs e bancos tradicionais, utilizando novas tecnologias como Big Data e análise de dados móveis para gerenciar o risco do crédito e impulsionar a inclusão financeira, além de reconhecimento facial, análise comportamental do dispositivo, análise do histórico financeiro do usuário, entre outras. Juntas, estas tecnologias de ponta, alinhadas às tendências e demandas de mercado, permitem análises de crédito em segundos, criando ofertas personalizadas para os clientes.

Disponível para celulares Android, o app Click Cash foi lançado oficialmente em março de 2020 e em janeiro de 2021 já contava com mais de 350 mil downloads, tornando-se o segundo app com melhor avaliação no segmento.

A Tolaram já havia atuado, anteriormente, com os fundadores da Click Cash, a Morcote Holdings, quando criaram a Amarbank, em 2014. A fintech emergiu como um dos principais bancos digitais da Indonésia, atingindo o IPO na bolsa de valores de Jacarta, em janeiro de 2020. Agora, no Brasil, os grupos Morcote e Tolaram pretendem repetir o sucesso da fintech Amarbank com a Click Cash.

Huawei e SENAI anunciam parceria nacional para capacitar profissionais para o setor de telecomunicações

A Huawei e o Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (SENAI) anunciaram nesta quinta-feira, 8, uma parceria que irá oferecer cursos com certificação para o setor de Tecnologia da Informação e da Comunicação (TIC) e a instalação de laboratórios de capacitação de profissionais para o mercado. O lançamento foi transmitido no canal no YouTube da Huawei Brasil, e contou com a presença do secretário Paulo Alvim, titular de Empreendedorismo e Inovação do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação; Atilio Rulli, Diretor Sênior de Relações Governamentais da Huawei; Bruno Zitnick, Diretor de Relações Públicas e Governamentais da Huawei; e Gustavo Leal, Diretor de Operações do SENAI; com mediação de Rafael Lisboa, Diretor do Bússola (Exame).

Tendo a vista a expansão da internet por meio da fibra óptica a todas as regiões do Brasil, não só aos grandes centros, a Huawei e o SENAI vão entregar, inicialmente, três laboratórios de última geração para instalação e manutenção de tecnologia FTTH (Fiber to the Home ou fibra óptica) ao Distrito Federal, Bahia e Tocantins. Os laboratórios visam atender à geração NEM-NEM – jovens adultos que nem trabalham e nem estudam. Ainda está prevista a criação do programa ICT Academy SENAI/Huawei, que inicialmente oferecerá cursos à distância e presenciais com certificações internacionais nas áreas de Cloud, Inteligência Artificial, fibra óptica e 5G.

Até o final do ano, espera-se formar 2 mil alunos. As primeiras turmas dos laboratórios FTTH na Bahia, Tocantins e Distrito Federal, com 20 alunos cada, e o curso 5G – Indústria de Aplicações terão inscrições gratuitas.

O objetivo da parceria é solucionar um dos principais desafios do setor: o déficit de mão de obra qualificada. Segundo uma pesquisa de mercado realizada pela Teleco, 62% das empresas provedoras de internet, as ISPs, enfrentam dificuldades para encontrar profissionais qualificados para instalação de fibra óptica. As regiões Norte e Nordeste são as regiões com maior deficiência. Ainda de acordo com o estudo, 81% das ISPs possuem equipes próprias, ou seja, necessitam investir na qualificação dos profissionais por não encontrarem no mercado.

Em um momento em que o mundo depende 100% de conectividade, as TICs tornaram-se aliadas para quem enxerga nessa área uma oportunidade de crescimento e inserção no mercado. No futuro, os profissionais qualificados por meio da parceria também poderão atuar na construção das redes de fibra óptica que cobrirão a rede móvel 5G. A Huawei investe constantemente em programas de educação. Nos últimos 5 anos, essas iniciativas já formaram mais de 36 mil alunos em todo país, e a expectativa é treinar mais 40 mil talentos nos próximos 5 anos.

“Hoje existe um gap no mercado de profissionais capacitados para atuar na instalação de fibra óptica, utilizados para cobrir demanda de banda larga fixa. Com as novas redes 5G, esta demanda tende a aumentar. Ao mesmo tempo, existe uma parcela de jovens ociosos, que por diversas razões não conseguem se qualificar para atuar no mercado de trabalho. Com esta parceria, estamos, não apenas combatendo o desemprego e dando cursos de alta qualidade para estes jovens, mas também investimento do desenvolvimento da infraestrutura do país”, disse Bruno Zitnick, Diretor de Relações Públicas e Governamentais da Huawei.

“Os empresários estão comprometidos com a agenda de inovação e a indústria deve ser o primeiro setor da economia a se beneficiar do 5G. Teremos uma transformação do chão de fábrica ao escritório, com máquinas e equipamentos conectados e novas funções, mas, antes disso, é preciso garantir a infraestrutura da rede. Sempre alinhado com as demandas do mercado de trabalho, o SENAI firma mais uma parceria para formar técnicos e especialistas nas tecnologias habilitadoras da indústria 4.0”, comenta Gustavo Leal, Diretor de Operações do SENAI.

A parceria entre a Huawei e o SENAI teve início no Paraná em 2019, com o curso de Instalador Técnico de Equipamentos de Telefonia Móvel em um laboratório de última geração para as tecnologias wireless, microwave e FTTH (Fiber to the Home). Desde sua criação, o treinamento já formou e reciclou cerca de 200 profissionais de parceiros da Huawei.

“Um ponto crítico é o capital humano. Recebemos um estudo que apontava uma demanda concreta de mais de 200 mil postos de trabalho. A doação de três laboratórios de FTTH é estratégica para o grande desafio de transformação digital no setor produtivo do Brasil. A oportunidade de disponibilizar esses laboratórios no DF, BA e TO, e tomara que em outras unidades da federação também, vai contribuir tremendamente para a rapidez de incorporamos tecnologias digitais e 5G no ambiente produtivo, que trará ganhos de produtividade, aceleração de processos de inovação, e ganhos para a sociedade como um todo”, defendeu Alvim.

Transformação digital acelerada coloca Movimento Brasil Digital em nova fase

Pandemia trouxe conscientização sobre importância da tecnologia e acelerou planos de empresas e governo

Após três anos promovendo o diálogo para o aumento da competitividade e incluir inovação e tecnologia no centro da estratégia do País, o Movimento Brasil Digital viu o processo de transformação tecnológica se acelerar por conta da pandemia do Coronavírus. A necessidade de trabalho remoto trouxe, como consequência, a conscientização da importância da tecnologia e da inovação no dia a dia, criando um novo cenário nos ambientes corporativo e governamental.

Diante de mudanças tão significativas, o Movimento Brasil Digital não poderia deixar de se transformar. “Desde o início imaginamos que esta seria uma iniciativa com começo, meio e fim. Agora, por conta da pandemia, entendemos que nossa bandeira principal está fincada. Governos e empresas de todos os portes sentiram na pele a necessidade de entendimento e aplicação maior de tecnologia e a transformação digital passou a ser uma agenda muito mais disseminada se compararmos com o ambiente que vivíamos no início do MBD”, resume Adelson de Sousa, cofundador e presidente do conselho do Movimento. Com isso, a iniciativa chega a uma nova etapa, em que o Movimento Brasil Digital dá lugar a um fórum de discussão permanente, com encontros periódicos, nas quais os executivos seguirão avaliando aspectos da inovação no País e de agendas como a da digitalização responsável, tão necessária com os desafios trazidos pela pandemia.

Em paralelo, os principais legados do Movimento Brasil Digital ganham força: o programa de capacitação gratuita e digitalização profissional Eu Capacito e os estudos de mercado “Relatório de 5G”, feito em parceria com a IDC, o Ranking de Competitividade Digital, que tem como parceiro a Fundação Dom Cabral (FDC), bem como o Manual de Digitalização Responsável, continuarão a serem executados.

“Continuaremos focados em criar profissionais capacitados para a economia digital por meio de cursos online e em subsidiar o mercado com dados que irão guiar os próximos passos da transformação digital”, afirma Vitor Cavalcanti, diretor-geral do Instituto IT Mídia e diretor-executivo do MBD.

Apenas no último ano, as mensagens do MBD chegaram a milhões de brasileiros, sendo replicadas por mais de 80 veículos de comunicação. O Relatório de 5G, por exemplo, mostrou a possibilidade de US﹩ 22,5 bilhões em oportunidades apenas no B2B e apontou a necessidade de o governo estabelecer um calendário urgente para que essas oportunidades pudessem ser geradas o mais rapidamente possível, além de abrir caminho para inovação nos mais diversos setores. O relatório também alertou para uma reflexão em relação ao modelo de leilão, defendendo um leilão com viés de investimento e não arrecadatório.

O mesmo aconteceu com o Ranking de Competitividade Digital, que trouxe uma surpreendente melhora na posição do Brasil, mas mostrou que deixamos feridas abertas e que devem comprometer a posição do País na lista caso nada seja feito, sobretudo no campo de educação e burocracia. De maneira inédita, o relatório, divulgado pelo MBD em parceria com a FDC, exaltou exemplos de cidades e Estados brasileiros em pilares essenciais como fomento ao empreendedorismo e educação tecnológica para servirem de modelos a serem replicados em todas as regiões brasileiras.

Eu Capacito

O ponto alto das ações de 2020, no entanto, ficou por conta da plataforma Eu Capacito. A bandeira educacional sempre integrou a pauta do Movimento desde o dia zero e com a aceleração da digitalização o programa foi lançado em tempo recorde e, com apenas dois meses de vida, já colecionava mais de 30 mil pessoas cursando um dos mais de 100 cursos. Atualmente, a plataforma conta com mais de 120 mil usuários únicos e contabiliza mais de 50 mil alunos. O Eu Capacito está cada vez mais comprometido com o desenvolvimento do profissional para economia digital e o portfólio de cursos está em constante atualização. O programa já conta com apoio de 24 parceiros: ArcelorMittal, CISCO, CUBO Itaú, Deloitte, EDP, Ericsson, EY, Fundação Dom Cabral, FIAP, Globo, Gol, Google, Great Place to Work, Green4T, IBM, IT Mídia, Korn Ferry, Microsoft, Oracle, PG Advogados, Sabin, Salesforce, Serasa Experian e Soul Code.

Em breve, a plataforma irá disponibilizar trilhas de cursos necessários para capacitar profissionais para competirem por vagas de trabalho específicas, auxiliando empresas a suprirem gaps de recrutamento e ajudando profissionais a se inserirem no mercado em áreas promissoras. “Os cursos podem ser a porta de entrada para a construção de uma carreira em um mercado em franca expansão ou mesmo para que profissionais ameaçados pela digitalização possam ressignificar suas profissões. Só a implantação da infraestrutura do 5G, por exemplo, deve gerar mais de 200 mil vagas nos próximos anos”, explica Cavalcanti.

O Eu Capacito foi lançado em novembro de 2020 disponibilizando gratuitamente formações técnicas ou ferramentais, divididas em quatro trilhas: Tech, Fluência Digital, Soft Skills e Empreendedorismo. Entre os temas dos cursos oferecidos estão Phyton, Business Inteligence, Blockchain, Customer Experience, DevOps, Design Thinking, Agile, entre outros. Confira a lista completa de cursos no site.

Com o Movimento Brasil Digital deixando o formato atual e passando a ser um fórum de discussão permanente, os projetos legados ganharão vida própria e um novo modelo de gestão. O Eu Capacito passará a ser gerenciado conjuntamente pelo Instituto IT Mídia e pela FIAP, cujo CEO, Gustavo Gennari, também ajudou a fundar o MBD. Já os estudos de mercado, serão executados pela equipe do Instituto juntamente com os parceiros já estabelecidos na jornada do MBD.

Sócios do BTG Pactual criam o Instituto de Tecnologia e Liderança

Com a desafiadora missão de formar as futuras lideranças em tecnologia que irão ajudar a transformar o Brasil, André Esteves, Roberto Sallouti e sócios do BTG Pactual unem forças para a criação do Instituto de Tecnologia e Liderança (Inteli), instituição privada e sem fins lucrativos, localizado em São Paulo, com a proposta de oferecer ensino de ponta no País. Patrocinado por uma doação de R$ 200 milhões da família Esteves, e com apoio institucional do BTG Pactual, o Inteli vai oferecer formação superior para estudantes na área de tecnologia, com ênfase em computação, negócios e liderança.

“O Inteli nasceu da necessidade que o País tem de se tornar mais relevante no desenvolvimento de tecnologia. Queremos formar futuros líderes, e para isso, vamos oferecer um ensino que vai além da computação, integrando ao currículo disciplinas como empreendedorismo, economia de mercado, estado de direito e sustentabilidade. Será a primeira faculdade de tecnologia baseada em projetos do Brasil”, afirma André Esteves.

Para Roberto Sallouti, a transformação digital e o desenvolvimento de lideranças são os principais desafios para o futuro. “A missão do Inteli é justamente oferecer todas as ferramentas e o ambiente propício para a formação dessa geração de líderes, que tem sede de conhecimento, espírito empreendedor, com forte capacidade de adaptação e totalmente orientada para a solução de problemas reais. Ao nosso ver, são eles que vão ajudar a transformar o Brasil”, complementa Sallouti.

Com as primeiras turmas previstas para fevereiro de 2022, o Inteli vai oferecer inicialmente quatro cursos de graduação presenciais: Engenharia da Computação, Engenharia de Software, Ciência da Computação e Sistemas de Informação. Os cursos terão duração de quatro anos, divididos em 16 módulos. Além de aulas com professores experts, em cada módulo os estudantes desenvolverão um projeto para atender as necessidades de um parceiro de mercado, seja de empresas privadas, startups ou ONGs. Para o primeiro ano estão previstas 250 vagas. A meta é ter mil alunos matriculados até 2025.

O Inteli tem a missão de desenvolver seus alunos em três conjuntos de competências: computação, aprofundando em inteligência artificial, ciência de dados, segurança cibernética; negócios, abordando áreas como finanças corporativas, inteligência de mercado, marketing digital, people analytics e sustentabilidade; e em aspectos comportamentais como comunicação, ética e resiliência. O objetivo é que os alunos aprendam, desde a primeira semana de aula, a causar impacto real na sociedade, orientados todo o tempo para buscar soluções para as ineficiências do mundo de forma prática.

Com foco em atrair os melhores talentos do Brasil, independente da condição socioeconômica, o Instituto terá estudantes bolsistas e pagantes. O mais importante é que o estudante tenha paixão por transformar a sociedade, alto potencial e capacidade analítica e de pensar alternativas criativas para problemas. No futuro, o Inteli prevê, ainda, a oferta de cursos de pós-graduação, ensino à distância, uma incubadora de startups e cursos livres.

Compõe o Conselho do Inteli: André Esteves e Lilian Esteves, empresária e filantropa, como patrocinadores; Roberto Sallouti como presidente do Conselho, Arthur Lazarte, Co-fundador e CEO da Wildlife; Mark Maletz, membro sênior da Harvard Business School (HBS); Pedro Thompson, CEO da Exame; Silvio Meira, PhD em Computação e co-fundador do Porto Digital em Recife; Ricardo Dias, co-fundador da Adventures Inc e antes VP de Marketing da Ambev; e Sofia Esteves, fundadora e Presidente do Conselho do Grupo Cia de Talentos.

Completam o time, na diretoria executiva, Maíra Habimorad, anteriormente CEO da Cia de Talentos e Diretora Acadêmica e de Inovação do Ibmec, que será CEO do Inteli; Ana Garcia, co-fundadora da Brasa, como Head de Operações do Inteli; e Maurício Garcia, com mais de 30 anos de experiência como Executivo Acadêmico e de Inovação em grandes grupos educacionais, como Conselheiro Acadêmico. Toda equipe Inteli foi desenhada para criar um time multidisciplinar com experiências diversas, peça fundamental para pensar um modelo acadêmico com visão de futuro e alinhado com as expectativas do mercado.

Entre os próximos passos está a assinatura de acordo para instalação do Campus em um espaço horizontal e arborizado de 9 mil m² em São Paulo, e o levantamento de recursos para financiar as bolsas de estudos.

Tecnologia ajuda a manter aquecidos mercados tradicionais, como o imobiliário, durante a pandemia

Desde o início do isolamento/distanciamento social por causa da pandemia, em março do ano passado, grande parte das empresas têm voltado seus esforços a promover uma boa jornada virtual aos consumidores. Isso porque, hoje, além desta ser a única opção viável para preservar a saúde de todos, a experiência no ambiente digital vem para resolver vários problemas antigos de alguns mercados, como o imobiliário, por exemplo. Com os potenciais compradores online, os agendamentos e as visitas passaram a ser feitos também pela internet, com direito a tour 360 ou realidade virtual. E para concluir uma compra ou alugar um imóvel, não é preciso mais ir até uma imobiliária, os contratos com assinatura digital possibilitam que, com apenas alguns cliques, negócios sejam fechados.

Essas são algumas das facilidades – necessidades – que já eram bastante aguardadas pelos consumidores que há tempos estão no ambiente online, facilidades que se tornaram realidade – e hoje se mostram fundamentais a esse mercado – graças a proptechs como o Homer , plataforma que oferece soluções tecnológicas aos corretores de imóveis de todo o Brasil. Inclusive, dados da startup revelam que o setor e o público se adaptaram rapidamente às novidades, tanto que, de março de 2020, quando entramos em quarentena, a março deste ano, 60% dos corretores afirmaram ter notado um crescimento de até 50% nas vendas .

Para Livia Rigueiral, CEO do Homer, a transformação digital no setor foi acelerada pela pandemia, mas deve continuar acontecendo a passos largos – mesmo quando todos estivermos vacinados -, porque os compradores estão mais imediatistas, e já perceberam que a tecnologia pode os ajudar a poupar tempo e encontrar o que procuram. “Tudo pode ser resolvido rapidamente online, principalmente se, ao contar com o auxílio de ferramentas tecnológicas, o comprador puder receber atendimento personalizado por parte do corretor de imóveis durante toda sua jornada de compra ou locação”, explica.

E falando em corretor de imóveis, você já parou para pensar o quão fundamental tem sido a inclusão desses profissionais nos projetos inovadores do setor, e de que forma o desenvolvimento de novas ferramentas voltadas a eles pode impactar no consumidor final?

A tecnologia a favor desses profissionais tem viabilizado, por exemplo, parcerias entre corretores de cidades, regiões e estados diferentes, com o propósito de encontrar exatamente o imóvel que o consumidor procura. Olha só mais informações sobre esse e outros vários benefícios que o uso de inteligência artificial pode gerar:

• Site imobiliário, marketplace de imóveis e parcerias online = Mais visibilidade

Um levantamento realizado em março deste ano pelo Homer revelou que 75% dos corretores atuam de forma independente, e apenas 25% têm suporte de imobiliárias. São milhares de profissionais que contam com soluções desenvolvidas por proptechs como o Homer para, por exemplo, ter um site imobiliário gratuitamente, estar em um marketplace de imóveis que já conta com quase R﹩600 bilhões em propriedades e onde há muito mais visibilidade junto aos clientes, e fazer parte de uma rede com mais de 50 mil corretores, que viabiliza parcerias com profissionais de outras cidades e estados. Só com esses três pontos mencionados, já é possível aumentar – e muito – as chances de venda, e o cliente consegue ter acesso a propriedades com características que está buscando, o que, consequentemente, gera uma boa avaliação quanto ao trabalho do corretor.

• Precificação usando inteligência artificial = Precisão e credibilidade

A precificação dos imóveis feita através de algoritmos – no caso do Homer, um algoritmo próprio que analisa o estado do imóvel e até particularidades de cada região -, além de agilizar o trabalho do corretor, torna a avaliação muito mais precisa ao analisar, por exemplo, se o imóvel está localizado mais perto ou mais longe da praia ou do metrô, chegando assim ao preço justo a ser cobrado do comprador e trazendo credibilidade ao profissional à frente da negociação.

• Marketing Digital = Captação de clientes

Investir em marketing e divulgação para atrair mais compradores no ambiente online é fundamental. Imóvel disponível para venda ou locação que não é visto não é lembrado. Tem que aparecer nas redes sociais, e as fotos da propriedade precisam ser boas e vendáveis. Por isso, o Homer Captações estimula os corretores e donos de imóveis a anunciar as propriedades, com suporte quanto a fotos, marketing e até posts patrocinados financiados pelo Homer.

Ao investir nessas ferramentas, o Homer viu o número de inscritos na plataforma aumentar 11%, chegando à marca de 50 mil cadastrados – dos quais 46% afirmaram ter feito novos negócios durante a quarentena, principalmente com a ajuda do aplicativo de parcerias do Homer. Segundo o corretor Anderson Ventin, 50% das vendas que ele realizou durante a pandemia foram graças às parcerias do Homer. “Às vezes o cliente pede um imóvel com características que eu não tenho no meu portfólio. É aí que aciono meus colegas em busca da propriedade ideal e aumento minhas chances de efetuar a venda”, explica Ventin, que zerou sua carta de imóveis à venda pelo menos três vezes nesta quarentena.

Para a CEO do Homer, com novas ferramentas tecnológicas, além das facilidades e da agilidade comuns ao ambiente digital, corretores e compradores conseguem melhorar sua comunicação e ter um bom relacionamento. “Entendo que esse diálogo personalizado está diretamente ligado ao sucesso nas vendas. As soluções são meio caminho andado. Mas contando com elas, fica mais fácil do corretor se dedicar ao comprador e a pensar no que os clientes buscam hoje e no futuro”, conclui.

Flávio Moraes Junior assume presidência da Ingram Micro no Brasil

Conhecida globalmente por sua cultura de valorização do capital humano, a Ingram Micro novamente reconhece seus talentos internos e anuncia mudanças em seus quadros executivos. Luis Lourenço, que desde 2018 liderava a Ingram Micro Brasil, vai comandar a operação da Associação das Nações do Sudeste Asiático – ASEAN e Hong Kong, e deixa o cargo de Vice Presidente & Brazil Chief Executive para Flávio Moraes Junior, que até então era Diretor de Cloud e Soluções Digitais. Luis substituirá Francis Choo, que continuará em Cingapura para liderar os esforços em Global Partner Engagement (GPE) e cibersegurança e também para apoiar o crescimento dos negócios de Soluções Avançadas na China.

Luis Lourenço assumiu a presidência da Ingram Micro Brasil há pouco mais de três anos, mas sua história com a distribuidora vem desde 2001, em Portugal. Passou pela Espanha e chegou na operação brasileira em 2006, onde ficou até 2010 e retornou em 2016. Desde então, teve papel determinante para o contínuo crescimento e sucesso dos negócios da Ingram Micro no país. Alinhado com a filosofia da companhia que há mais de 40 anos alavanca e prestigia seus recursos humanos, Lourenço atraiu e manteve um quadro de associados que abraçam mudanças, enxergam o futuro e foram fundamentais para consolidar e ampliar parcerias e manter a relevância da distribuidora no mercado. “A Ingram Micro é líder em todos os mercados em que atua, ter contribuído para essa posição no Brasil é uma honra e poder aproveitar essa experiência para fortalecer a operação ASEAN Hong Kong é estimulante e gratificante”, diz Lourenço.

Lourenço assume a nova função em 1º de maio, mas desde já é Flávio Moraes Junior quem dá continuidade ao seu trabalho e às estratégias de negócios da Ingram Micro no Brasil. “O meu objetivo é dar sequência à estratégia vencedora de uma cultura organizacional forte e pautada nas pessoas, com um time unido e que preza pelo trabalho humanizado. Isso me ajudará na jornada de aceleração do crescimento da empresa e mantê-la na liderança do mercado de distribuição nacional”, diz Moraes Junior. “Vamos focar em continuar o crescimento dos negócios, investir em novas áreas, unidades e tecnologia. Queremos levar mais inovação e aprimorar a experiência do cliente de nossos parceiros. Hoje temos o maior portfólio do mercado graças a parcerias sólidas com revendas e fabricantes, além de um time forte, integrado e 100% comprometido com os resultados da companhia. Isso me dá total confiança de que vamos seguir com entregas de ótimos trabalhos e experiências, tanto para os parceiros, quanto para os fabricantes e nossos associados”, completa o novo Vice Presidente & Brazil Chief Executive da Ingram Micro.

Moraes Junior se juntou à Ingram Micro Brasil em 2017, para dirigir a divisão de soluções digitais e cloud. Hoje, os negócios em nuvem crescem de forma acelerada, e sob o comando de Moraes Junior, por exemplo, a plataforma Ingram Micro Cloud Marketplace atingiu a marca de 2 milhões de seats no início deste ano.

“Estou feliz por deixar a liderança com Flávio e pela oportunidade de trabalhar em países com cultura e desafios tão diferentes. A Ingram Micro tem um dos mais completos portfólios de produtos e um dos maiores e mais diversos ecossistemas de canais. Flávio continuará trabalhando para manter o posicionamento de liderança de mercado da Ingram Micro, atuando com integridade e profissionalismo no desenvolvimento de novos negócios e no apoio aos nossos parceiros, fornecedores e associados”, finaliza Luis.