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Covid-19 provoca nova onda de contratações de profissionais de tecnologia, aponta PageGroup

A pandemia do novo coronavírus está provocando uma nova onda de contratações de profissionais de tecnologia. É o que aponta o PageGroup, referência mundial em recrutamento especializado de executivos de todos os níveis hierárquicos. De acordo com a consultoria, a alta demanda no trabalho a distância, em transações on-line e na capacidade instalada fez com que as empresas acelerassem a busca por executivos que possam conduzir projetos de infraestrutura, reforçar a segurança de dados e administrar o suporte técnico.

“Alguns setores, como os de saúde, e-commerce e alimentação, estão sendo muito demandados nesse momento, mas já há casos de outros segmentos buscando mais profissionais de tecnologia. Em geral, essas companhias estão de olho em executivos de infraestrutura e redes, para que possam suportar a estrutura de tecnologia em um momento de alta utilização de equipamentos. Em um cenário de missão crítica, a tecnologia passa a ser primordial”, explica Luana Castro, gerente da área de TI da Michael Page e Page Personnel.”Seguindo a mesma lógica, o segmento de comércio eletrônico também apresenta alta. Com as pessoas em quarentena, as compras on-line passam a ser a primeira opção de todo consumidor. Vale também para startups e empresas de mobilidade e logística. Grande parte das empresas opta por continuar as contratações de engenheiros de software afim de manter a plataforma funcionando e com boa operacionalização com a alta demanda”, completa.

Veja abaixo quais são os profissionais de tecnologia mais demandados neste momento. Os cargos considerados nessa lista contemplam média e alta gerência e níveis técnico e de suporte à gestão.

Para chegar a essa lista, o PageGroup consulta permanentemente empresas de todos os portes (pequena, média e grande) em 14 setores de todo o Brasil. A partir dessa conversa e do entendimento das reais necessidades de contratação, os consultores consolidam essas informações e produzem a relação final dos cargos com maior possibilidade de demanda das empresas.

Confira a lista:

Cargo: Analista/Especialista de Infraestrutura e Redes 

O que faz: responsável por suportar e garantir o funcionando dos softwares, sistemas e toda a infraestrutura de redes de uma empresa, incluindo servidores e bancos de dados de projetos e/ou sistemas existentes na empresa.

Perfil da vaga: importante que o profissional tenha experiência em operações com redes de dados e/ou afins, além de administração de infraestruturas em geral (ou específica de cada empresa). Experiência com implantação de projetos e certificações são diferenciais.

Salário: R﹩ 8 mil a R﹩ 12 mil

Motivo para alta: diante do cenário de Covid-19, centenas de empresas tiveram que migrar rapidamente para ohome office e, assim, aumentou-se a necessidade de profissionais especializados em Infraestrutura e Redes com o intuito de suportar todos os acessos remotos com acesso à internet e sistemas remotamente. Além disso, segmentos que são considerados de missão crítica, como saúde, comercio eletrônico e mercado financeiro exigem mais atenção ainda à qualidade dos acessos para que nada saia do ar e atrapalhe as operações diárias.

Analista de Suporte e Service Desk 

O que faz: Administra solicitações, problemas e mudanças, analisa chamados, realiza testes e identifica a solução de problemas. Instala e presta assistência aos sistemas operacionais e técnicos.

Perfil da vaga: Conhecimento em tecnologia em geral, infraestrutura e redes. Atenção, comunicação e disponibilidade são competências comportamentais importantes para o cargo. O inglês avançado na maioria dos casos é um grande diferencial.

Porque está em alta: Diante do cenário atual, muitas empresas que ainda não possuíam política de home office, tiveram que migrar rapidamente para o modelo e não estavam preparadas para toda uma operação trabalhando de forma remota. Surge então uma alta demanda de chamados, adaptação de bugs e atendimento aos usuários – que com a distância, acabam precisando de suporte muitas vezes durante o trabalho.

Remuneração: 4 a 6k.

Analista de Cyber Security 

O que faz: profissional atua dentro do time de segurança cibernética e, apesar de ter diferentes enfoques dependendo do segmento da empresa, de forma genérica, é responsável pela análise de ataques, planejamento e execução de ações de contenção e recuperação de ambientes afetados.

Perfil da vaga: profissionais que possuam conhecimento em soluções de segurança, sistemas operacionais, bancos de dados e redes.

Salário: R﹩ 7 mil a R﹩ 11 mil

Motivo da alta: o movimento de contratação desses profissionais já estava em alta diante da implantação da LGPD no Brasil em 2020. Com a chegada da pandemia e a mudança rápida para modelo de home office, as empresas que ainda não estavam preparadas no que se refere a processos de segurança da informação, sofrem com ataques e fraudes. As empresas aceleraram as buscas a fim de evitar eventuais fraudes e/ou perda de informações sigilosas.

Líder de Cyber Security 

O que faz: profissional responsável por liderar a área de segurança da informação e segurança cibernética, entendendo necessidades do negócio e implementando ações e políticas de segurança, assim como implantar ferramentas, estratégias e metodologias que envolvam a proteção de dados e informações da companhia.

Perfil da vaga: os profissionais dessa área em geral possuem histórico de tecnologia e estudos e conhecimentos em políticas de governança, gestão de segurança da informação, riscos e auditoria.

Salário: R﹩ 25 mil a R﹩ 35 mil

Motivo da alta: profissionais já em alta desde meados de 2019, as empresas vinham agilizando as buscas por profissionais executivos com alto nível de conhecimento em segurança da informação e crimes cibernéticos. Com a pandemia, muitas empresas aproveitam o cenário para buscarem os melhores profissionais do mercado, evitarem crises de fraudes e vazamento de informações e já aproveitam para preparar a empresa para uma possível transformação digital e consequentemente desenho de novas políticas e processos de segurança.

Especialista em Cloud 

O que faz: propõe soluções de arquitetura para infraestrutura de TI em nuvem, observando aspectos como conectividade, segurança, fluxo de dados e continuidade.

Perfil da vaga: experiência e conhecimento em cloud computing, arquitetura híbrida para serviços e arquitetura de datalake e banco de dados distribuídos são os conhecimentos mais procurados.

Salário: R﹩ 14 mil a R﹩ 19 mil

Motivo da alta: As empresas tiveram que correr contra o tempo para se adaptarem a um novo formato de trabalho em home office, com isto, muitos projetos de transformação digital e migração de sistemas para cloud que já estavam sendo analisados, foram agilizados. Os especialistas em Cloud (geralmente com foco em AWS ou Azure) apoiam as companhias na sustentação saudável da operação remota e garante que todos os sistemas em cloud funcionem bem e não atrapalhem o dia a dia da operação.

Líder em Data Science 

O que faz: profissional focado em ciência de dados e engenharia de dados com o objetivo de prover insights e informações para definição de estratégias de negócio para direcionamento das decisões das companhias.

Perfil da vaga: formação acadêmica em exatas como Matemática, Estatística e Física são diferenciais, além de experiências com BI, Analytics e Engenharia de dados.

Salário: R﹩ 19 mil a R﹩ 29 mil

Motivo da alta: um dos perfis mais requisitados do mercado, independente do segmento, continua em alta. No novo cenário, os profissionais focados em trazer inteligência e estratégia para as companhias são ainda mais desejados, uma vez que podem ajudar as empresas a encontrar o melhor caminho de operação em um cenário de incerteza. Análise inteligente dos dados nunca foi tão importante e ajuda ainda mais as empresas a se direcionarem no cenário de pandemia e crise econômica.

Como reduzir os custos das empresas?

Conseguir gerir as finanças da empresa e contribuir para o crescimento sustentável é uma das principais habilidades de um gestor. Seja para conseguir se manter durante um período de crise ou para investir em melhorias em infraestrutura ou na capacitação contínua dos funcionários.

O primeiro passo é entender a diferença entre custos e despesas, que são conceitos distintos. Paulo Lira,coordenador e supervisor acadêmico da HSM University, explica que “custos se refere a entrega de seus bens eprodutos finais. Já a despesa, se dá a gastos necessários para o bom funcionamento da empresa, como, por exemplo, salários e marketing”.

Mas, como reduzir os cursos sem prejudicar o desenvolvimento do negócio?

Avalie o regime tributário – Com a ajuda de um contador ou uma consultoria contábil, o empreendedor pode verificar qual tributação é mais adequada ao volume da empresa, já que cada uma tem deduções e alíquotas próprias.

Negocie com fornecedores – Ter mais de um parceiro é interessante para evitar imprevistos e contratempos. Além de ajudar na negociação.

Invista em medidas sustentáveis – Troca de copos descartáveis por canecas personalizadas, de lâmpadas por LED e colocar sensores de presença nos banheiros e corredores, são alguns dos exemplos, que ajudam na redução dos gastos.

Automatize processos – Trabalhar a tecnologia aliada ao negócio, permite a otimização de processos, diminuição de retrabalhos e equipes focadas em atividades estratégicas.

“Reduzir custos é importante para manter o crescimento saudável do negócio, além de ser essencial em períodos de crise e recessão. Portanto, estar atento à produtividade das equipes e investir em tecnologia e infraestrutura são alguns dos passos que contribuirão para alavancar os negócios”, finaliza Lira.

Stone tem vagas de tecnologia para trabalho remoto

O home office deixou de ser benefício e se tornou a rotina de muitos profissionais durante a crise. Quem gosta de trabalhar em casa e já está habituado a desenvolver todas as tarefas online é o candidato adequado para a área de Inovação da Stone, fintech de serviços financeiros e de pagamentos. O time oferece mais de 10 vagas para profissionais de tecnologia, que podem optar pelo trabalho remoto de qualquer cidade do Brasil. Para se candidatar, é só acessar avagadárenLinkedIn.

No link, há todos os detalhes e requisitos para as novas oportunidades de emprego, que incluem vagas principalmente para desenvolvedores de software e designers. Não há data limite para as inscrições e, mesmo que não sejam selecionados, os perfis ficarão cadastrados na plataforma. As oportunidades estão relacionadas à construção da Conta Stone, uma conta de pagamento feita para empreendedores.

Renata Zenaro, da área de Inovação da Stone, explica que a empresa busca profissionais alinhados à sua cultura para as vagas de tecnologia. “Temos vagas em áreas diversas de atuação, que demandam conhecimento específico para cada uma. Contudo, buscamos profissionais que se identificam com o nosso propósito e que valorizam o aprendizado”, esclarece. “Boa comunicação também é fundamental, já que a equipe trabalha de forma remota”, enfatiza Renata.

A área já era habituada a conduzir processos seletivos com todas as etapas online, mas agora isso virou regra, com o objetivo de garantir a segurança e a saúde dos candidatos e dos recrutadores. A empresa oferece os benefícios de vale alimentação e refeição, vale transporte, plano de saúde e odontológico, seguro de vida, auxílio creche e auxílio academia.
As novas contratações visam impulsionar o ritmo acelerado de crescimento da companhia. A novidade acompanha os resultados financeiros positivos da Stone, que atingiu a marca de 495,1 mil clientes no final de 2019, e representa uma ótima oportunidade para profissionais que estejam à procura de emprego durante a crise.

Um dos primeiros unicórnios brasileiros, a Stone abriu capital na bolsa eletrônica Nasdaq, em Nova York, em outubro de 2018. A companhia tem como propósito facilitar a vida do empreendedor brasileiro, permitindo-o vender mais, gerir melhor seu negócio e crescer sempre, com uma oferta diferenciada de soluções de pagamento e gestão, além de atendimento personalizado.

Serviço | Stone – Vagas abertas
Área: Tecnologia e Inovação
Inscrições no site: http://stonebanking.gupy.io/

10 passos para as empresas sobreviverem à crise atual

Muitos empresários estão desesperados com o momento que atravessando, buscando alternativas para seus negócios sobreviverem à diminuição de movimentação e vendas em função da crise gerada pelo coronavírus (COVID 19). Um fato é certo, as empresas que não se estruturarem imediatamente para esse momento terão muito mais chances de fechar as portas.

“Ter planejamento e estratégias sempre é um diferencial para as empresas, mas isso se evidência ainda mais em períodos de crise como atual. Assim, se a empresa já projetou possíveis cenários para o futuro e estratégias, já deu um bom passo para sobrevivência. Caso ainda não tenha feito, ainda é tempo”, avalia o diretor executivo da Confirp Consultoria Contabil, Richard Domingos, especialista em gestão de empresas.

Para que as empresas sobrevivam ao cenário atual, Richard Domingos elaborou dez passos para salvar uma empresa em época de CRISE!

1. PLANEJAR CENÁRIOS

Desenvolver um planejamento com base nas perspectivas de faturamento para os próximos seis meses, buscando no mínimo três cenários para adequação da empresa. Desses três cenários se deve escolher o mais provável e seguir com as ações, medindo a cada dia e semana se o cenário previsto está sendo realizado, e tomando ações a partir dessa medição. Ou seja, cada cenário deve propor gatilhos a serem acionados quando se chega a um patamar preestabelecido nesses marcadores. Planejar nesse momento é fundamental para diminuir erros ou a emoção na tomada de decisão. Tomar decisão sobre pressão já é um erro a ser corrigido. Outro ponto, estamos em um momento anormal e, portanto, as decisões a serem tomadas não devem ser normais.

2. ADEQUAR PROCESSO PRODUTIVO E COMERCIAL

Com base nos cenários levantados, promover o volume de produção para cada projeção ou cenário proposto (horas necessárias de mão de obra, matérias primas, mercadorias etc.). Isso vale tanto para empresas industriais e comerciais, como para prestadoras de serviços;

3. ADEQUAÇÃO DOS CUSTOS E DESPESAS PARA A REALIDADE VIVIDA

Com base nos cenários propostos, é evidente que os custos e despesas deverão ser revistos, mas isso deve ser feito de forma inteligente. Muitos contratos preveem multas ou prazos de aviso prévio, outros são essenciais ao processo produtivo. Deve-se entender quem são os fornecedores estratégicos, propor uma adequação momentânea com base nos cenários propostos para adequação dos gastos da empresa. Em vez de demitir funcionários sumariamente, entendido o volume de produção ou comercialização do cenário escolhido, pode-se alternativamente negociar a jornada de trabalho com redução de salário momentâneo, cancelar novas vagas ou não prorrogar contratos determinados. Tudo isso pode ser feito junto, além de queimar banco de horas e utilizar saldo de férias a serem gozadas.

4. FORMALIZAÇÕES A EMPREGADOS E FORNECEDORES

Definidas as ações que devem ser tomadas, é fundamental a formalização das negociações feitas. Isso vale para uma repactuação de jornada de trabalho, passando por aditamento de contratos e rescisões contratuais. É fundamental que tudo esteja bem detalhado para evitar processos futuros, reivindicando diferenças deixadas de serem pagas.

5. RENEGOCIAÇÃO DE DÍVIDAS

É fundamental adequar as dívidas e financiamentos da empresa para os cenários desenhados, buscando períodos de carência, redução de juros e extensão nos prazos de pagamento.

6. PREPARAR-SE PARA MUDANÇA CONSTANTE

Como diz o provérbio popular: “é preciso estar com um olho no peixe e outro no gato”. Não dá para prever o que vai acontecer, mas é possível medir diariamente para onde estamos indo e as metas estabelecidas. Essa leitura deve permitir uma visão de onde se está e onde se quer chegar, se as coisas continuarem da forma que está. Então, mudar é algo que não pode ser um desafio.

7. ADMINISTRAÇÃO DO CAIXA

Pior que vender é vender e não receber. O controle do caixa é fundamental nesse momento. A cobrança vira uma área fundamental na empresa. As negociações têm que ser rápidas para cortar fornecimento imediato em determinados casos que podem levar a empresa a sucumbir. Gestão de créditos e pagamentos é uma arte que tem que ser feita a todo instante. Não pagar algo não quer dizer que o “algo” deixou de existir. Muitas empresas financiarão tributos, mas não se pode deixar de lembrar que esses débitos continuam lá e uma hora terá que ser pago. Portanto, ainda que a estratégia seja manter no caixa esse dinheiro, ele deve ser separado do fluxo mensal para não o queimar em políticas de preço ou em despesas.

8. TRANSPARÊNCIA COM TODOS OS COLABORADORES

O empresário precisa ter um canal direto com todos os seus empregados para que todos saibam do que está acontecendo e o que se espera nesse momento. Mas essa não é uma missão que apenas o empresário precisa ter: agora é uma missão para todos. Portanto, é hora do RH agir com estratégia, baseado nas diretrizes montadas pela alta gestão.

9. PRODUTOS, MERCADORIA E SERVIÇO DO MOMENTO

Ter a sensibilidade do momento e do produto fornecido. Tem que se adequar rapidamente ao que o mercado busca e valoriza nesse momento de crise. De nada adianta produzir e comprar mercadoria para revenda, se ninguém vai comprar. Os produtos e serviços devem ser pensados e direcionados para linha de frente em momentos de crise.

10. CONTROLE

É fundamental ter controle: controle da operação, controle emocional e controle de tudo que puder nesse momento. É fato que com controle na mão a leitura do momento fica mais fácil, permitindo repensar os caminhos a serem adotados a cada instante.

Wirecard mantém processos seletivos e integra novos colaboradores remotamente durante a quarentena

Líder global em plataformas digitais de pagamento, a Wirecard trabalha para manter a qualidade dos seus serviços no Brasil e continua promovendo processos seletivos para a chegada de novos colaboradores.

Desde o início da quarentena em diversos estados do país para o controle da pandemia do novo coronavírus, a sede brasileira da empresa alemã já contratou e integrou 10 colaboradores, em sua maioria para a área de tecnologia. Com toda a companhia em trabalho remoto, o processo de integração dos novos colaboradores foi realizado de maneira um pouco diferente.

“Todo o onboarding foi feito por meio de chamadas de vídeo. Foi algo bem curioso, afinal era a primeira vez para os dois lados, tanto para os que chegaram quanto para nós. E é um momento muito importante para aculturar os novos funcionários na nossa empresa. Ambos tiveram uma paciência ímpar para que tudo desse certo”, afirma Michael Citadin, headde Recursos Humanos da Wirecard Brasil.

O processo de integração de novos colaboradores dura dois dias. Os novos colaboradores receberam seus materiais de trabalho (notebook, fonte, mouse) em casa e, nesses dias, conversaram com membros das principais áreas da empresa para contar um pouco do que fazem, como são os times e no que podem ajudar.

As oportunidades não param por aí: 50 novas posições ainda estão em aberto no site da Wirecard para os setores de tecnologia e infraestrutura. Durante o processo, serão priorizados os CVs de profissionais demitidos por causa da crise da COVID-19. Tudo, é claro, 100% online.

“Primeiro mandamos e-mail às pessoas que se candidatam com algumas perguntas, e com base nas respostas ligamos para as que deram maior match. Depois, enviamos um desafio, e os que obtiverem melhores resultados são chamados para um bate-papo online com o gestor da área. Em seguida, chamamos o time todo para conhecer a pessoa e, por fim, mandamos a oferta de trabalho”, explica Michael Citadin.

Novas oportunidades no time da Wirecard Brasil podem ser encontradas no LinkedIn da empresa.

Nestlé ganha agilidade com solução fiscal da Engineering

A Nestlé detém um complexo cenário de apurações fiscais e tributárias devido à sua presença em quase 100% do território brasileiro. Hoje, a indústria de alimentos gera um volume de cerca de 20 mil obrigatoriedades anuais relativas a mais de 20 milhões de notas ficais eletrônicas emitidas em 24 estados e 128 municípios onde opera, cada um com sua legislação, o que resulta em burocracia e muitos riscos.

Para ter ganho em performance e produtividade nas apurações fiscais, além de tomadas de decisões ágeis orientadas a dados, a companhia descontinuou seu software fiscal anterior e implementou o DP-FISC, solução focada nas apurações fiscais e obrigações acessórias homologada e certificada pela SAP e que é fornecida pela Engineering, companhia global de Tecnologia da Informação e Consultoria especializada em Transformação Digital.

O DP-FISC eliminou um problema histórico da Nestlé, que era a duplicação das informações na base de dados do sistema de gestão empresarial, o SAP. “Isso nos tornava muito reativos, pois tínhamos que esperar o mês finalizar para fecharmos as apurações a fim de não corrermos o risco de duplicidade de informações “, explica Fábio Donatelli, gerente de impostos indiretos da Nestlé.

“A solução, acrescenta o diretor de operações SAP da Engineering, Martim Tuma, é totalmente nativa ao ambiente SAP e trouxe agilidade nas apurações e obrigações acessórias. Com uma arquitetura robusta e escalável, o DP-FISC utiliza o poder do processamento HANA. Com isso, obrigações que eram geradas em horas passaram a ser processadas em minutos.”

Só no primeiro mês em produção, o DP-FISC já realizou 80% das entregas acessórias mensais, que equivalem a cerca de mil obrigatoriedades. A agilidade proporcionada pela solução trouxe ganhos consideráveis em performance e produtividade, como a redução no tempo de entrega do SPED Fiscal, passando de 7 horas para 12 minutos, ou seja, uma economia de 3400%. Já o SPED Contribuições, que antes era gerado em oito horas, caiu para 17 minutos, o que equivale a 2724% de redução.

Outra melhora perceptível foi no tempo de recebimento de notas fiscais, que agora são automatizadas por meio de um painel eletrônico, possibilitando, também, a detecção do número de erros, além da mensuração de documentos por localidades. “Com essa digitalização, agora temos tempo para, de fato, trabalhar como analistas. Deixamos simplesmente de subir notas fiscais no sistema para nos dedicarmos a uma posição mais estratégica, que é a tomada de decisões e o apoio ao negócio orientados pela ótica Data-Driven”, explica Bárbara Calil, coordenadora de projetos da Nestlé.

O projeto de Tax Transformation da Nestlé compreende as obrigações federais, estaduais, municipais e regimes especiais do setor alimentício: ISS (Imposto sobre Serviços), IPI (Imposto sobre Produtos Industrializados) PIS, COFINS, ECD (Escrituração Contábil), ECF (Escrituração Contábil Fiscal), Siscoserv (Sistema Integrado de Comércio Exterior de Serviços, Intangíveis e Outras Operações que Produzam Variações no Patrimônio) e Transfer Price.

A Engineering realizou customizações na solução a fim de criar as validações dos documentos fiscais com regras pré-definidas e automatizar ao máximo as rotinas de apuração de impostos. “Com isso, entregamos à Nestlé uma transformação fiscal segura, ágil e com melhores experiências para os usuários”, finaliza Tuma.

Conheça três programas de conexão com startups para ajudar a alavancar seus negócios nesta crise

O cenário de incerteza atual tem sido desafiador, especialmente, para as pequenas empresas. No Brasil, mais de 10 mil startups enfrentam essa realidade, tendo que lidar com perda de faturamento, dificuldade de captação de recursos de investidores e tentativa de manutenção de sua mão de obra empregada. Uma das possíveis saídas para a crise pode ser a geração de novos negócios, por meio de parceria entre startups e grandes empresas.

As empresas SLC Agrícola, Ingredion e Ocyan, em parceria com a Innoscience, estão com as inscrições abertas para os seus programas de conexão com startups. As companhias são gigantes nacionais e multinacionais do segmento agrícola, soluções em ingredientes e de óleo e gás.

O objetivo dos programas é resolver desafios de forma eficiente e inovadora. As startups selecionadas poderão executar um projeto piloto pago em uma das empresas, com suporte da consultoria. As que tiverem melhor desempenho poderão ser contratadas como fornecedoras, parceiras ou até discutir relação de investimento em participação. Ao todo são 19 desafios nos mais diversos segmentos. São elegíveis startups que tenham pelo menos um MVP (mínimo produto viável) desenvolvido e validado no mercado.

No próximo dia 15 de abril, às 17h, representantes das empresas farão uma live para apresentar os programas de forma detalhada e compartilhar informações sobre os desafios. As inscrições estão abertas e são gratuitas e podem ser feitas pelo link http://www.sympla.com.br/digital-roadshow—programas-de-conexao-grandes-oportunidades__830387
Confira mais detalhes dos programas abaixo

Programa Ingredion Open – Ingredion – Inscrições até 26 de abril
Desafios: Gestão de ponto, Automação planejamento industrial, Gestão de documentos, Antecipação de recebíveis, rastreabilidade de matéria-prima, novos canais para comercialização de ingredientes.
Acesse o site e faça sua inscrição: www.ingredionopen.com.br

Programa AgroExponencial – SLC Agrícola – Inscrições até 3 de maio
Desafios: Operações, Vendas & Novos Negócios, RH e Sustentabilidade
Acesse o site e faça sua inscrição: http://slcagricola.brightidea.com/agroexponencial

Programa Ocyan Waves Challenge – Ocyan – Inscrições até 15 de maio
Desafios: Digital Twin do BOP, Análise de fluido do BOP em tempo real, Gestão de Alarmes, Predição de Falhas e Gestão de mangueiras do Topdrive e Autoatendimento em almoxarifado
Acesse o site e faça sua inscrição: http://www.ocyan-sa.com/

Startups usam IBM Cloud para oferecer serviços de saúde e educação durante pandemia de COVID-19

Duas startups brasileiras adotaram a nuvem publica da IBM para oferecer novos serviços de saúde e educação durante a pandemia de COVID-19. A Mindify, empresa que desenvolve softwares de apoio a decisões clínicas, criou um sistema voltado para a triagem e acompanhamento de pacientes com suspeita ou diagnóstico de COVID-19, e a Adalace, companhia que oferece aplicações de negócios, está oferecendo de maneira gratuita um sistema de gestão da aprendizagem personalizado. As duas soluções são hospedadas na nuvem pública da IBM. 

O lançamento dessas soluções foram possíveis graças ao suporte do StartuWitIBM, programa que visa apoiar empreendedores e startups por meio de acesso a infraestrutura e serviços em IBM public cloud, que podem chegar até 120 mil dólares por ano em créditos. Esses créditos podem ser usados para acessar mais de 130 serviços da empresa, incluindo o IBM Watson, IBM Blockchain, Analytics e Security. 

Para Flávia Carvalho, líder de startups e ecossistema de desenvolvedores da IBM Brasil, prover tecnologia e orientação para essas startups significa, acima de tudo, incentivar a criação de soluções que podem se tornar essenciais para a sociedade. “Nosso time acompanha de perto desenvolvimentos de plataformas como essa por acreditar no potencial da inovação para o bem-estar de todos. E ter uma parcela de contribuição em projetos tão relevantes mostra que estamos no caminho certo”, comenta. 

Mindify: Ajudando a triagem de pacientes 
O sistema de diagnósticos automatizados lançado pela Mindify pode ser disponibilizado para empresas e instituições de saúde de todo Brasil. A plataforma, que conta com segurança e escalabilidade da nuvem pública IBM, interage a partir de inteligência artificial com o paciente, fazendo perguntas essenciais para o diagnóstico e, após as respostas, realizando a classificação e o direcionamento, de acordo com as respostas, para um profissional da saúde por telefone ou videoconferência. 

Além disso, caso o sistema confirme que o paciente está infectado com o COVID-19, o software realiza contatos diários para acompanhar a evolução do caso e fazer os encaminhamentos adequados a partir da evolução da doença. A solução já está sendo utilizada por planos de saúde e instituições de Goiás e São Paulo, com projetos de expansão para outras regiões do país. 

Segundo André de Paula Ramos, fundador da Mindify, em um período como o atual, em que as idas aos hospitais devem ser evitadas, a tecnologia pode ser uma forte aliada. “Nosso objetivo foi criar uma ferramenta intuitiva e ágil, que permite às unidades de saúde a otimização de tempo com diagnósticos e treinamentos, podendo focar nos atendimentos dos casos mais graves, além de propiciar conforto e segurança aos pacientes que utilizam o serviço”, ressalta o executivo. 

Adalace: Educação de qualidade a distância 
Elaborada por um time de desenvolvedores do Rio Grande do Norte, a solução de gestão da aprendizagem da Adalace é voltada para instituições de ensino de todo o Brasil que desejam continuar trabalhando conteúdos educacionais com alunos remotamente durante o período de quarentena devido à pandemia de COVID-19. A plataforma, que roda na nuvem pública da IBM, disponibiliza uma série de recursos, como textos, vídeos e salas de aulas virtuais, que dão suporte ao processo de aprendizagem, permitindo seu planejamento, implementação e avaliação. 

O sistema oferecido e adaptado pela startup é o Moodle (Modular Object-Oriented Dynamic Learning Environment), um dos pacotes de software educacionais mais populares do mundo. Trata-se de uma plataforma livre que ajuda a criar experiências efetivas no ensino e aprendizado on-line em um ambiente privado e colaborativo. Disponível em mais de 100 idiomas, o Moodle é utilizado por pequenas e grandes organizações, impactando milhões de usuários em todo o mundo. 

O objetivo da Adalace é que o sistema personalizado seja implementado por dezenas de instituições do País, que contarão com a flexibilidade e alta estabilidade da nuvem pública IBM e a capacitação oferecida pela startup para a utilização e administração da plataforma. “Com a compreensão de que a educação é um direito fundamental e observando a dificuldade das organizações em um momento como esse, de pandemia e quarentena, não poderíamos ficar de braços cruzados. Por isso, decidimos usar nossa expertise em prover aplicações com excelência operacional e entregar uma plataforma como essa de forma gratuita”, afirma Samuel Queiroz, CEO da Adalace. 

Empresas de saúde e outras organizações interessadas na plataforma da Mindify podem entrar em contato com startup por meio do site http://www.mindify.net. Já as instituições interessadas em adotar a plataforma educacional da Adalace podem se inscrever por meio do site http://www.adalace.com. 

Vivo integra o movimento “Não Demita”

A Vivo é uma das empresas signatárias do movimento “Não Demita” (www.nãodemita.com), anunciado no início de abril, e que reúne mais de 2 mil companhias no país. A iniciativa sugere que empresários não realizem demissões até o dia 31 de maio de 2020. A ação recomenda que as empresas mantenham seus quadros de colaboradores para ajudar a evitar ou minimizar os impactos econômicos e sociais provocados pela pandemia. A Vivo é a única operadora de telefonia que apoia a iniciativa, que conta com grandes companhias dos mais diversos segmentos.

Dentro de casa – para manter o máximo de condições de segurança para seus colaboradores, a Vivo adotou as recomendações apresentadas pelo Ministério da Saúde e ampliou, por exemplo, a prática de trabalho remoto, que já era adotada pela empresa, para todos os trabalhadores administrativos. E, desde o dia 27 de março, toda a área de atendimento próprio presente nas cidades de Curitiba (PR), Maringá (PR), Fortaleza (CE) e São Paulo passou a trabalhar em home office.

Além disso, os funcionários e dependentes do plano de saúde disponibilizado pela Vivo passaram a contar com o serviço de Pronto Atendimento Virtual-Telemedicina, que possibilita a realização de consultas online por uma equipe médica especializada.

Abstartups e CIEB divulgam 2º mapeamento de edtechs

Buscando compreender o ecossistema de startups em suas diversas atuações a fim de conectar soluções e demandas, a Associação Brasileira de Startups (Abstartups), em parceria com o Centro de Inovação para a Educação Brasileira (CIEB), anuncia a divulgação do Mapeamento Edtech – Investigação sobre as startups de tecnologia educacional – 2019.

O mapeamento de 2019 reúne iniciativas, segmentos de atuação, soluções oferecidas e modelos de negócio, baseado nas informações das startups do setor cadastradas na base de dados da Abstartups, o StartupBase. “Nossa intenção é que cada vez mais agentes participem e venham somar forças com esse setor e com as tecnologias apresentadas, fazendo parte desse movimento de inovação na educação”, ressalta o presidente da Abstartups, Amure Pinho.

Em um acordo de cooperação técnica firmado desde 2017, o mapeamento conta com a coordenação de Mairum Andrade, gerente de tecnologias educacionais do CIEB, e tem como objetivo ser um levantamento sistemático e banco de dados vivo das soluções de tecnologias educacionais disponíveis no Brasil.

“Conhecer as ofertas disponíveis no mercado é indispensável para que educadores e redes de ensino possam saber quais são as possibilidades de uso de tecnologia e onde elas estão disponíveis para a efetiva incorporação em seus processos educacionais”, afirma Mairum Andrade. “Do outro lado, empreendedores e investidores podem identificar os gaps de ofertas de solução e adequar seus produtos ou desenvolver novos projetos e produtos para atender, de forma mais completa e integral, às necessidades dos educadores, escolas e redes de ensino”, ressalta o coordenador do mapeamento.

Destaques do Mapeamento

Realizado entre agosto e outubro de 2019, o mapeamento compreendeu 449 edtechs ativas no Brasil, sendo a maioria (59%) localizada na Região Sudeste, com o estado de São Paulo liderando (35,1%). Em relação aos perfis, predominam soluções cujo modelo de negócio são SaaS (61%), em negócios operados por até funcionários (64,1%).

Quando agrupadas pelo segmento de ensino que atendem, desde educação até aquelas voltadas ao corporativo, 48,11% focam no ensino fundamental e médio, seguido pelo ensino infantil (22,49%), cursos livres (16,93%), ensino superior (16,04%) e corporativo (13,59%) fechando o TOP 5.

Vale lembrar que as edtechs foram identificadas e classificadas de acordo com o segmento e os tipos de recursos educacionais que oferecem para o ecossistema de educação, sendo possível que uma mesma edtech atue em mais de um segmento. Essa soma nos mostra um dado importante: 70,6% estão focadas em soluções para o ensino básico.

Grande parte das startups (67,04%) são classificadas como plataformas, seguidas pelas ferramentas (26,28%) e conteúdos (14,03%). Ao todo, contempla-se a seguinte divisão das edtechs voltadas para os ensinos infantil, fundamental e médio; superior; educação corporativa; preparatórios; idiomas e cursos livres.

“A diversidade de soluções disponibilizadas por essas edtechs pode apoiar diferentes processos escolares ou de ensino e aprendizagem. Chama a atenção, por exemplo, o aumento de soluções voltadas a inclusão de alunos com algum tipo de deficiência física ou intelectual”, analisa Pinho.

O raio-x por atuação das edtechs e o mapeamento completo estão disponíveis em http://abstartups.com.br/edtech-2020/

Para evitar aglomerações, 75% dos brasileiros preferem comprar perto de casa, indica Kantar

Dados da quarta edição do Kantar Thermometer, estudo que contempla os principais impactos socioeconômicos no Brasil e no mundo decorrentes da pandemia do Covid-19, indicam que 75% dos brasileiros têm preferido comprar em supermercados mais próximos de casa, como forma de evitar as aglomerações de pessoas mais comuns em supermercados maiores. Prevendo tempos difíceis em termos de renda, os consumidores estão ainda mais atentos aos preços dos produtos e a promoções. Isso traz um desafio grande para as marcas que precisam ser competitivas nesse cenário de canal de vendas mais pulverizado.
Entre os que preferem comprar nos canais de e-commerce, 54% consideram a experiência mais positiva do que comprar em lojas físicas, mas 24% ainda consideram comprar online desafiador. Isso mostra que, embora muitos gostem da opção principalmente pelos preços e conveniência, há uma oportunidade de melhorar a experiência, já que cada vez mais pessoas poderão ficar dependentes desse canal para compras e serviços.

Consumo: classe AB lidera o abastecimento e papel higiênico é o item mais procurado

Depois de registrar altas de consumo a partir de 16 de março, início da quarentena, em comparação com a primeira quinzena de março, já é possível observar uma queda de frequência. A região da Grande São Paulo concentra as maiores cestas, com crescimento de 26% em unidades. Nesse contexto, a classe AB foi a que mais se abasteceu, principalmente alimentos básicos e produtos de limpeza.

Com o fechamento de bares e restaurantes, o delivery se tornou uma solução mais viável. Dentre os brasileiros que optaram pelo serviço, 53% fez a escolha duas a três vezes na última semana. Entre os que não pediram, 33% alegaram não ter o costume de pedir comida pronta, 27% afirmaram ter tempo para cozinhar e 16% preferiram economizar por conta da crise.

Observando as tendências da Espanha, percebe-se que o país tem feito mais lanches nesse período de quarentena. A ocasião cresceu 74% durante a primeira semana de confinamento, o que fez ascender o consumo de itens como creme de cacau (+56%), chocolate tablete (+55%) e biscoitos doces e salgados (+40%).

As variações apresentadas no Brasil podem ser entendidas, principalmente, por conta de o País, diferentemente da Europa e países da América Latina, não estar em situação de lockdown – tanto que 21% da população não conseguiu manter o isolamento social completo e precisou sair de casa para trabalhar.

Mídia: audiência de TV se consolida, número de campanhas sobre a Covid-19 crescem

Os patamares de audiência diária se estabilizaram, tanto durante a semana quanto aos fins de semana, em todo o País. A exceção fica por conta da região Norte, que continua com a média do tempo consumido em ascensão.

Além do crescimento do consumo de vídeo, os conteúdos de áudio tiveram aumento expressivo na geração de conversas no Twitter após o início das medidas de distanciamento social.

Rio e São Paulo tiveram um volume maior de campanhas publicitárias na TV com a temática Covid-19. Tanto o setor privado como o público investiram em campanhas com o tema entre os dias 30 de março e 05 de abril. Os setores que mais anunciaram foram Comércio, Financeiro e Securitário e Administração Pública e Social. De forma geral, 48% dos anunciantes mencionaram o tema em suas peças veiculadas e 31% das novas campanhas tiveram o Covid-19 como tema central. Na mídia digital, as categorias de delivery e streaming foram as que mais aumentaram o número de inserções, com altas de 39% e 36%, respectivamente.

A versão completa da quarta edição do Kantar Thermometer já está disponível no site http://br.kantar.com/covid-19/, que traz atualizações frequentes sobre os impactos do novo coronavírus.

Mercer divulga a maior pesquisa brasileira sobre uso de home office e práticas de trabalho remoto e flexível durante a crise do COVID-19

O distanciamento social imposto como resposta ao COVID-19 tem levado as empresas a repensar e, em muitos casos, a reestruturar suas práticas de trabalho para garantir, na medida do possível, a continuidade dos negócios. A Mercer, líder global de consultoria em carreira, saúde, previdência e investimentos, desenvolveu uma pesquisa especialmente direcionada para que as organizações identifiquem e avaliem suas experiências e práticas de trabalho durante este momento de crise.

A pesquisa “Práticas de Trabalho Flexível e Remoto”, realizada com 609 empresas no Brasil, revela que 78% das organizações oferecem pelo menos uma das seguintes modalidades de atividade laboral: home office, trabalho remoto ou jornada flexível. Dessas empresas, entretanto, 15% oferecem essas alternativas apenas devido à pandemia (COVID-19).

Também dentre essas companhias que oferecem pelo menos uma das modalidades, 34% possuem uma política formal de trabalho remoto. Desse total, 22% relataram problemas com infraestrutura na implementação da política. Já entre as empresas que não possuem política formal, 88% consideram que a inclusão de uma dessas modalidades seria vista como um benefício pelos funcionários e seria positiva para os resultados da companhia.

“A pandemia do coronavírus é um novo vetor que está acelerando a quebra de paradigmas laborais e que mudará a concepção de trabalho para sempre”, afirma Rafael Ricarte, líder de produtos de carreira da Mercer Brasil. “O principal objetivo da pesquisa é consolidar e apresentar informações valiosas sobre o que há de mais atual nos modelos de trabalho remoto e flexível, possibilitando às empresas que tomem decisões precisas e cada vez mais imprescindíveis no processo de transformação das formas de trabalho”, explica o executivo.

As organizações interessadas na pesquisa podem obter mais informações pelo correio eletrônico HRProducts@mercer.com.