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Ocyan seleciona 17 startups de todo o país para o Pitch Day do programa Ocyan Waves Challenge em seu 2º ano

Após análise de 106 startups interessadas em participar do programa de inovação Ocyan Waves Challenge, 17 empresas foram selecionadas para a segunda fase, chamada de Pitch Day .

Esta etapa acontecerá no dia 25 de junho e, este ano, será virtual devido à pandemia e o distanciamento social. Neste dia, os participantes apresentarão com mais detalhes soluções encontradas para os desafios operacionais definidos pela Ocyan.

“Ficamos surpresos com a grande quantidade de inscritos, uma vez que nesse ano os desafios são mais técnicos. Mesmo com essa complexidade, notamos que existem diversas startups qualificadas e especializadas no país. Esta etapa é muito importante devido à interação entre as startups e a Ocyan. É o momento em que as equipes das áreas que precisam das soluções terão o primeiro contato com os empreendedores. No Pitch Day todos poderão se conhecer, esclarecer dúvidas, dar sugestões e avaliar melhor as propostas” explica Rodrigo Lemos, Diretor de Produção Offshore e líder do Ocyan Waves .

Em 2019, a Ocyan lançou o programa Ocyan Waves Challenge para buscar startups que podiam apresentar soluções operacionais às diversas áreas da empresa e, depois de um ano de trabalho intenso, cinco startups foram contratadas e hoje os resultados já podem ser verificados e acompanhados .

Este ano, foram escolhidos cinco novos desafios: i) análise em tempo real de fluidos do BOP (Subsea Blowout Preventer); ii) autoatendimento em almoxarifado; iii) digital twin do BOP; iv) predição de falhas e gestão de mangueiras do Topdrive; e v) sistema inteligente de gestão de alarmes.

Startups de todo o país puderam se inscrever e a busca por diversidade, que faz parte dos valores da Ocyan, esteve representada entre os participantes. “A boa notícia é que temos encontrado empreendedores por todo o Brasil, muito além do eixo Rio-São Paulo”, afirma Lemos.

Para o desafio de análise em tempo real de fluidos do BOP (Subsea Blowout Preventer) as selecionadas foram: Bahri Inteligência Industrial; Eireli EPP; H2METRIC; TSMP Gestão de Ativos e XMachina .

Para o autoatendimento em almoxarifado, as que seguem para o Pitch Day são: GYTH Desenvolvimento de Sistemas Ltda; LEDCORP TAU LAB; SOLENTECH – SOLUTION, ENGINEERING & TECHNOLOGY; e TCIA – CFK .

Para o desafio digital twin do BOP as selecionadas foram GoEPIK; UBIVIS; Vidya Technology; e PhDsoft Tecnologia Ltda .

Em predição de falhas e gestão de mangueiras do Topdrive apenas uma se enquadrou no que a empresa busca: a 2SOLVE .

E finalmente para o sistema inteligente de gestão de alarmes avançaram no processo MURABEI DATA SCIENCE; CONCERT Cloud; Delfos Intelligent Maintentance; e Smart-Tech .

Por regiões, o Sudeste e o Sul estão representados por sete startups cada; o Centro-Oeste com duas e o Nordeste, uma, totalizando 17 startups.

As etapas seguintes do Ocyan Waves Challenge serão a Imersão, em que startups com maior aderência aos desafios da empresa, após análise das propostas, seguirão adiante até o projeto piloto, quando as soluções serão desenvolvidas. As startups aprovadas após o projeto piloto passam a ser fornecedoras da companhia .

A empresa Innoscience é a responsável pela estruturação e operacionalização do Ocyan Waves Challenge.

Microsoft Reactor: nova iniciativa de apoio ao ecossistema de startups e desenvolvedores é lançada no Brasil

A Microsoft lançou hoje o primeiro Microsoft Reactor da América Latina. São Paulo foi a cidade escolhida para abrigar o centro de aprendizado e compartilhamento técnico, onde desenvolvedores e profissionais de tecnologia podem se conectar com a comunidade local e desenvolver novas habilidades para impulsionar a inovação em suas organizações. Inicialmente e até que seja seguro reunir grupos, todas as atividades do novo Microsoft Reactor acontecerão online.

O Microsoft Reactor São Paulo nasce em uma parceria com o hub da Distrito, a maior comunidade independente de inovação e startups da América Latina, composta por 5 centros de tecnologia. Futuramente, quando as atividades presenciais forem retomadas, o Reactor terá como casa um dos espaços da Distrito, o prédio Distrito Adtech, que fica localizado no bairro dos Jardins, em São Paulo.

“Vivemos um momento em que a recapacitação tecnológica e a oferta de treinamento para o ecossistema de desenvolvedores e startups será ainda mais crucial para apoiarmos o desenvolvimento de inovações relevantes e geração de novos negócios no Brasil”, afirma Franklin Luzes, vice-presidente de operações da Microsoft Participações.

A companhia realizou uma transmissão ao vivo para a imprensa para apresentar as novidades da nova iniciativa de apoio à inovação. O evento online contou com a participação de Tânia Cosentino, presidente da Microsoft Brasil; Franklin Luzes, vice-presidente de operações da Microsoft Participações; Gustavo Araújo, CEO da Distrito; Camila Achutti, CEO e Fundadora da MasterTech; e Licia Souza, CEO da WE Impact.

“O Microsoft Reactor já é um programa com presença global consolidada e o lançamento da iniciativa no Brasil reforça o compromisso da Microsoft com a inovação no país e com o ecossistema de empreendedores e startups brasileiros para a criação de soluções colaborativas”, afirma Tânia Cosentino, presidente da Microsoft Brasil.

“Como Distrito, vemos grande valor em termos o Microsoft Reactor São Paulo em um dos nossos Hubs de Inovação. É um projeto internacional e de alto nível para a capacitação de startups e grandes empresas em tecnologias chave para a transformação digital, como inteligência artificial e cloud. A Microsoft notadamente se destaca no domínio dessas tecnologias e, ao capacitar o ecossistema com o que existe de mais avançado nessas áreas, impulsionará o desenvolvimento de empreendedores, startups e corporações brasileiras”, diz Gustavo Araújo, CEO da Distrito.

De acordo com Franklin Luzes, enquanto os eventos presenciais não são recomendados, os interessados podem acessar online os diversos cursos, treinamentos e paineis disponíveis, inclusive os ministrados pelos desenvolvedores e startups localizados nos demais Microsoft Reactors espalhados pelo mundo nas cidades de: Redmond, São Francisco, Nova York, Toronto, Londres, Estocolmo, Sidney, TelAviv, Abu Dhabi, Bangalore e Shangai.

Em suas dez semanas iniciais, o Reactor oferecerá cursos sobre ciência de dados, aprendizado de máquina, serviços de IA, blockchain e desenvolvimento web. Todo o conteúdo será gratuito e trará o que há de mais significativo nos principais tópicos de tecnologia, do nível introdutório ao avançado, para que os participantes construam a sua base de conhecimento. Confira o calendário de eventos: https://developer.microsoft.com/en-us/reactor/

O lançamento do Microsoft Reactor São Paulo se conecta às demais iniciativas que a empresa já possui para apoiar o ecossistema de inovação de empreendedorismo. Em novembro de 2019, a Microsoft lançou o Women Entrepreneurship (WE), um programa que tem como proposta estimular o empreendedorismo feminino no país. A primeira grande iniciativa do WE partiu da Microsoft Participações que, em parceria com Sebrae Nacional e M8 Partners, estruturou o fundo WE Ventures, que tem como foco o investimento em startups lideradas por mulheres e que estejam no chamado estágio do “vale da morte”. Os aportes vão de R$ 1 milhão a R$ 5 milhões. O WE Ventures já recebeu apoio de mais duas empresas investidoras – Flex e Grupo Sabin – e pretende captar R$ 100 milhões em cinco anos, já tendo levantado R$ 30 milhões.

Duas startups foram beneficiadas com aporte do Fundo WE Ventures, são elas: Pack ID, que possui uma tecnologia para monitoramento de temperatura e umidade em tempo real para qualquer ambiente; e a We Impact, um ecossistema digital desenvolvido para acelerar o sucesso de mulheres fundadoras de startups em todo o país. A We Impact acompanha as fundadoras de startups ao longo de toda sua jornada empreendedora, investindo capital estratégico e financeiro (pré-seed) para remover as mais importantes barreiras que distanciam mulheres dos negócios tecnológicos, escaláveis e inovadores. Esta última também é parceira do Fundo para originação, desenvolvimento e acompanhamento das startups investidas.

O programa WE como um todo – incluindo WE Ventures e WE Impact – já tem 19 startups lideradas por mulheres sendo apoiadas e elas também poderão se beneficiar das ofertas do Microsoft Reactor São Paulo.

O Microsoft for Startups é outro apoio importante oferecido ao ecossistema de empreendedorismo. Por meio da oferta de créditos na plataforma de nuvem Azure, oportunidades de desenvolvimento e eventos exclusivos, o programa Microsoft for Startups foca no fortalecimento de startups para ajudá-las a expandir e escalar seus negócios.

Desde maio de 2020, todas as startups afiliadas ao Microsoft for Startups também passaram a ter acesso gratuito por até 12 meses à Power Platform, um grupo de aplicativos e serviços projetados pela Microsoft para ajudá-las a criar aplicativos comerciais personalizados, de nível profissional, voltados à automatização de fluxos de trabalho e visualização dinâmica de dados. No Brasil, a Microsoft já disponibilizou mais de US$ 205 milhões em créditos de nuvem Azure para startups. Desde 2011, aproximadamente 7,1 mil startups já foram apoiadas pela empresa em todo o país.

Além do WE, a Jornada Empreendedora já teve também o Fundo BR Startups, criado em 2014 pela Microsoft Participações. Ele fomentava o ecossistema de startups com investimentos entre R$ 500 mil e R$ 3 milhões em empresas nacionais. Além da Microsoft, era formado pelo Banco do Brasil Seguros, Banco Votorantim, Algar, Bayer, e Agência de Fomento do Estado do Rio de Janeiro (AgeRio). Em 5 anos de operação, o Fundo BR Startups captou R$ 32 milhões e investiu em 15 startups.

Usuários de apps de compra estão cada vez mais engajados em todo o mundo, aponta pesquisa

Os aplicativos de compras vêm tendo um crescimento significativo em todo o mundo, e adquirir usuários por meio de ações de marketing é uma tarefa cada vez mais simples. No Brasil, a maior parte das pessoas navega pelos apps logo no primeiro dia depois do download. É o que aponta o relatório ShoppinAppRepor2020, promovido pela Liftoff, líder global em marketing e retargeting de aplicativos, e a Adjus.

A pesquisa analisou 129 apps de e-commerce, marketplace e cupons (rewards), 53 bilhões de impressões, 558 milhões de cliques, 10 milhões de instalações e 2 milhões de primeiros eventos (primeira compra em um app) entre 1 de abril de 2019 e 1 de abril de 2020.

As transações por meios digitais já crescem quase cinco vezes mais rápido que as vendas em lojas físicas , e os smartphones devem ser responsáveis por quase três quartos de todas as compras online até 2021. Com isso, profissionais de app marketing têm um ambiente favorável para a promoção de campanhas com custos cada vez mais baixos em todas as etapas do funil de vendas.

O custo médio para adquirir um cliente que realiza sua primeira compra caiu pela metade em relação ao ano passado, de US﹩ 39,38 para US﹩ 19,47. Os custos por instalações e registros também caíram, respectivamente, para US﹩ 2,87 e US﹩ 8,76. (gráfico 1)

“Os consumidores estão mais receptivos do que nunca para comprar pelo celular. Essa é uma tendência que observamos para o pós-pandemia, com mais e mais pessoas descobrindo a comodidade e a segurança que você tem quando faz uma compra pelo smartphone”, analisa Antonio Affonseca, country manager da Liftoff no Brasil.

O engajamento também vem crescendo significativamente nos aplicativos de compras. A taxa de compras por instalação subiu de 10,5% para 14,7%, enquanto a de registro por instalação foi de 29,8% para 32,8%. (gráfico 2)

O relatório aponta ainda que o tempo médio entre o download do app e o registro é de 16 minutos, e de quase 9h entre a instalação e a primeira compra. (gráfico 3) Houve um aumento na taxa de retenção dos usuários até o sétimo dia após a instalação, mostrando que o usuário está cada vez mais propenso a navegar pelo app nos primeiros dias depois de fazer o download. No Brasil, a taxa vai de 29% no primeiro dia de download para 5% no dia 30. (gráfico 4)

“O usuário de shopping apps é mais pragmático que o de outros tipos de aplicativos. Por isso, o tempo entre o download, o registro e a primeira compra são tão curtos. Em apps de jogos, por exemplo, a conversão da instalação em uma compra pode demorar dias”, analisa Antonio Affonseca .

Assim como se observa em outras categorias, adquirir um usuário no iOS exige mais investimento em relação ao Android. No entanto, as taxas de engajamento do iOS possuem vantagem: 43,7% em registros por instalação e 23,8% em registros por compra, contra 32,6% e 11,8% no Android. (gráfico 5)

A pesquisa também comparou dados de quatro grandes regiões globais: América do Norte, América Latina, Ásia-Pacífico (APAC) e Europa-Oriente Médio-África (EMEA). A América Latina apresenta os custos mais baixos de para adquirir instalações, de apenas US﹩ 1,36. (gráfico 6)

A região também possui vantagem sobre as demais na taxa de conversão em registros (48,2%). A América do Norte, apesar do custo mais alto no topo de funil, leva a melhor na taxa de conversão em compras. (gráfico 7)

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Gráfico 6:

Gráfico 7:

BizCapital recebe investimento de R$65 milhões

A BizCapital, fintech que concede empréstimo online para micro e pequenas empresas, levantou uma rodada de investimento Série B, de R$65 milhões, liderada pelo DEG (Deutsche Investitions – und Entwicklungsgesellschaft), braço de investimento internacional do banco de desenvolvimento alemão KfW. O aporte reforça a confiança de investidores internacionais na capacidade de inovação da BizCapital no mercado de crédito, apesar das circunstâncias desafiadoras causadas pela Covid-19 no Brasil. O MELI Fund, fundo de corporate VC do Mercado Livre, também investiu na rodada.

O investimento levantado pela BizCapital é maior que a soma das duas rodadas anteriores da startup. A fintech já havia recebido aportes da monashees, Chromo Invest e 42K Investimentos, em janeiro de 2018, no valor de R$ 15 milhões. E, em setembro do mesmo ano, houve uma segunda rodada liderada pelo fundo de investimentos Quona Capital, especializada em fintechs em mercados emergentes, no valor de R$ 20 milhões. Os investidores atuais acompanharam a rodada da Série B, reforçando a confiança no potencial da empresa em se tornar líder de mercado.

O dinheiro da nova rodada será utilizado no desenvolvimento de novos produtos para apoiar micro e pequenos empresários, além do investimento em novos canais de distribuição que permitam alcançar ainda mais empreendedores nessa nova fase da empresa. “O que queremos com essa injeção de recursos é ampliar ainda mais a oferta dos nossos produtos, auxiliando o empreendedor, em todas as etapas, ainda mais em um momento tão delicado como esse. Com a crise econômica causada pela pandemia do coronavírus, a BizCapital se mostra uma empresa atuante em seu mercado, trazendo novas oportunidades para que os empresários não fechem suas portas”, explica Francisco Ferreira, CEO da BizCapital.

A fintech, que tem mais de 5 mil clientes espalhados em mais de 1200 cidades brasileiras, viu um aumento ainda maior no número de acessos à plataforma com relação ao ano passado: foram 4x mais empreendedores em busca de crédito. Em meio à crise causada pela pandemia, houve também um aumento de 19% em solicitações de empréstimo por dia útil em março e abril de 2020, em relação ao mesmo período do ano anterior.

Desde sua fundação, em 2016, a BizCapital já cresceu 18 vezes em tamanho e busca desburocratizar o acesso ao crédito, oferecendo aos pequenos empreendedores uma forma rápida de conseguir capital para potencializarem seus negócios, com linha de crédito de até R$ 200 mil para pessoa jurídica.

Corporações globais lançam “Restarting Together”: uma iniciativa para impulsionar a recuperação de empresas após a Covid-19

Telefónica, Endeavor, Boston Consulting Group, CEMEX, Airbus BizLab, BASF, BID Lab, Citi, IE, IESE Business School, Microsoft for Startups e South Summit lançaram o Restarting Together, um desafio global que busca impulsionar projetos inovadores após o impacto da COVID-19. O objetivo da iniciativa é promover projetos desenvolvidos por empreendedores e PMEs que contribuam para acelerar a recuperação econômica após os efeitos da pandemia e criar uma sociedade mais resiliente, com capacidades mais eficazes e sustentáveis contra futuras crises semelhantes. Por meio dessa iniciativa conjunta, esse grupo diversificado de líderes da indústria deseja promover o engajamento da comunidade para construir uma sociedade melhor.

O objetivo geral do Restarting Together é encontrar projetos inovadores que busquem acelerar o retorno à normalidade após o período de confinamento causado pela pandemia da COVID-19. A iniciativa também busca identificar projetos para impulsionar a recuperação econômica de maneira sustentável, visando especialmente a melhoria do emprego, a revitalização do ecossistema de pequenas empresas e a criação de redes e mecanismos de ajuda financeira para situações de crise. Da mesma forma, o desafio incentiva os participantes a propor soluções que fortaleçam a resposta das cidades a qualquer tipo de crise no futuro, seja sanitária, econômica ou impulsionada por questões ambientais ou de mudanças climáticas.

Os participantes interessados podem apresentar suas propostas até 30 de junho de 2020, acessando o site do Restarting Together . As propostas serão avaliadas com base no impacto social e econômico de seus projetos, viabilidade, tempo rápido de implementação e grau de sustentabilidade e inovação. Os nove projetos mais promissores participariam de um Pitch day digital em 9 de setembro de 2020, onde apresentariam sua solução diretamente aos representantes das empresas organizadoras, que selecionariam três vencedores para compartilhar sua visão com líderes globais das empresas envolvidas. Os três vencedores teriam a possibilidade de receber recursos corporativos das empresas organizadoras, incluindo potencial aceleração ou investimento. Além disso, todas as propostas devem estar disponíveis para desenvolvimento, promoção e implementação por todas ou algumas das empresas organizadoras do Restarting Together. O foco global e multidisciplinar dos líderes da indústria que compõem o Restarting Together permite a implementação dessas soluções, com o potencial de obter resultados globais e causar o maior impacto potencial na sociedade.

As empresas organizadoras oferecerão aos participantes sua experiência e conhecimento em diversos setores, bem como a oportunidade de estabelecer relacionamentos com empresas multinacionais líderes e possível acesso a capital de investimento. Para mais informações sobre o Restarting Together e o processo de inscrição, visite o site.

Por que as PMEs precisam migrar para nuvem?

Migrar de mecanismo e ir para a nuvem, espaço conhecido como Cloud Computing, é um processo ainda temido. Mas o movimento tem marcado o posicionamento de pequenas e médias empresas que buscam a valorização das suas informações internas.

E, para compreender as vantagens e saber como é possível implementar a ferramenta ao seu negócio, Higor Franco, diretor geral de Varejo da Locaweb, empresa de capital aberto que é uma das pioneiras em soluções Business to Business (B2B) para transformação digital, contextualiza como a tendência pode ser incorporada no seu serviço.

Substituir seu centro de processamento de dados pela nuvem pode ser uma solução para gerar maior produtividade, agilidade e até mesmo segurança. “O diferencial da hospedagem em nuvem é ter mais recursos para suportar acessos simultâneos, já que você proporciona ao usuário uma boa experiência na navegação, com carregamento rápido de informações e resolução mais imediatas”, explica Higor Franco.

Além disso, a segurança das nuvens tem sido cada vez mais garantida, já que os provedores têm estado mais especializados nos serviços de computação em nuvem. Portanto, essa infraestrutura garante que as práticas operacionais sejam oferecidas de acordo com a privacidade de dados necessária.

A facilidade possibilitada pela ferramenta também é uma de suas vantagens. Ter acesso de documentos e informações de forma descomplicada acaba otimizando os processos. Segundo Franco, “essa praticidade acaba sendo obrigatória nos dias de hoje e, mesmo nos pequenos negócios, a tendência é ter soluções como as lojas virtuais, sites e a hospedagem compartilhada”.

Esses pontos positivos se tornam mais perceptíveis ainda caso sua marca esteja em crescimento. “Quando o negócio começa a crescer em acessos, o ideal é ir para nuvem. É uma solução com os recursos dedicados que garantem mais estabilidade e performance para os sites, mesmo que com picos de acesso”, afirma o diretor de Varejo da Locaweb.

E, ao contrário de que alguns pensam, não é preciso ter conhecimento em programação para optar pela nuvem. Há serviços para diferentes demandas e até mesmo automatizadas de acordo com a sua performance. “É importante desmistificar que o cloud é uma solução apenas para desenvolvedores. Atualmente, temos modelos para quem tem mais conhecimento e precisa de liberdade para programar e também para quem não tem domínio técnico na área”, relata Franco.

Na Locaweb, a Hospedagem VPS tem sido referência por não exigir um grande investimento por parte do contratante. Segundo o diretor da área, “esse é um produto similar à hospedagem compartilhada, com painel de gerenciamento intuitivo e bem prático. E, enquanto o sistema operacional e o banco de dados são assistidos pela marca, o cliente precisa apenas se preocupar com a sua aplicação”.

As soluções digitais têm tido grande aderência não só devido à qualidade do serviço, mas, também, por consequência das vantagens de possuir maior autonomia no seu negócio.

Pipefy adota sistema remoto até final de 2020 com suporte para todo o time

Por conta das instruções de quarentena para contenção do Coronavírus, milhares de empresas pelo mundo aderiram ao sistema de trabalho remoto. A Pipefy, startup curitibana de gerenciamento de processos eficientes que está presente em mais de 150 países, estabeleceu que manterá suas rotinas em home office até o final do ano.

Seguindo a tendência que já foi adotada por outros gigantes da inovação, a Pipefy vai além e oferece suporte financeiro e também psicológico para que seus funcionários tenham mais ferramentas para passar pelo período de quarentena. Sempre atenta ao material humano da empresa, a startup com mais de 250 funcionários espalhados por diferentes partes do mundo, prioriza o cuidado com a equipe.

Com sedes em Curitiba, São Paulo e em São Francisco, no Vale do Silício (EUA), a Pipefy sempre acreditou no modelo home office, com alguns núcleos já 100% remotos. Inclusive, conta com colaboradores na área de tecnologia em diversos países como Paquistão e Egito. Desde o início da quarentena, a empresa trabalha para manter seus funcionários engajados.

Segundo o CEO e fundador da empresa, Alessio Alionço, a empresa direciona esforços e investimentos para garantir que a experiência de trabalho do time, mesmo em casa, seja tão confortável e adequada como era no escritório. “Fornecemos ajuda de custo desde março – quando o time todo passou a trabalhar remotamente – para gastos com infraestrutura e adaptações necessárias, além do suporte psicológico profissional e atividades para cuidar da saúde mental e física deles, como meditação e práticas de yoga”, conta o CEO.

Independentemente do fim do decreto ou não, todos os funcionários ficarão neste sistema até o final de 2020. “Após essa data e, caso a crise tenha passado, avaliaremos a possibilidade de cada funcionário escolher se quer voltar para o escritório ou seguir fazendo home office”, finaliza Alionço.

Brasil volta ao ranking dos 25 principais destinos de investimento estrangeiro, aponta consultoria global Kearney

O investimento direto estrangeiro deve desacelerar no próximo ano como resultado do COVID-19 e da incerteza em torno do tempo de recuperação das economias globais, de acordo com o 2020 Kearney Foreign Direct Investment (FDI) Confidence Index® (Índice de Confiança para Investimento Direto Estrangeiro 2020), divulgado hoje pela consultoria de gestão estratégica Kearney.

A Kearney estava em campo com a pesquisa quando o COVID-19 começou a se espalhar pelo mundo, com as crises dos mercados começando a surgir, e em um momento em que o mundo entrava em uma enorme tempestade. No início do período de estudo, antes do vírus se espalhar, os líderes de negócios em todo o mundo estavam consideravelmente otimistas em relação à economia global e o futuro dos investimentos diretos. Aparentemente, o COVID-19 seria contido ainda na Ásia. Inclusive, muitos investidores disseram estar mais otimistas em relação ao ano vindouro do que estavam no ano anterior.

No entanto, conforme esses investidores perceberam que estavam “entrando na tempestade” ainda durante as duas últimas semanas da pesquisa, sua confiança diminuiu de maneira previsível em todos os mercados – desenvolvidos, emergentes e os de fronteira, refletindo o rápido surto da pandemia. Entre as duas primeiras e as duas últimas semanas da análise, as notas para cada em todos esses mercados caíram entre 25% e 33%.

A rápida proliferação do vírus representa um ponto de inflexão muito crítico. A pandemia e os choques econômicos que a sucederam mostram como o ambiente operacional externo pode mudar rápida e profundamente. Alguns mercados se recuperarão mais rapidamente do que outros. Isso possivelmente explica o aparente retorno da atenção a mercados grandes e mais estáveis, com estruturas políticas e regulatórias mais previsíveis.

Os mercados desenvolvidos tendem a continuar bem este ano, porque provavelmente demonstrarão força em fatores que os investidores costumam priorizar, como um ambiente de investimentos atraente e uma forte infraestrutura tecnológica.

São justamente esses fatores que explicam a atratividade dos Estados Unidos junto aos investidores – o país aparece na liderança do ranking de confiança dos investidores pelo oitavo ano consecutivo. Os Estados Unidos oferecem tamanho de mercado, infraestrutura e ambiente regulatório amigáveis. Segundo a análise, isso ajuda investidores a manterem a confiança em sua economia. Por outro lado, dizem os especialistas, a crescente polarização sino-americana o índice de confiança nas duas potencias econômicas à medida que os potenciais investidores se preocupem com o impacto negativo que a deterioração desse relacionamento bilateral possa causar.

Brasil
O Brasil, que em 2019 deixou a lista dos top 25 pela primeira vez desde que o ranking começou a ser editado, em 1998, reaparece na relação, agora na 22ª colocação. De acordo com o estudo da Kearney, a confiança dos investidores na América Latina cresceu no último ano. “Como o Brasil está entre as maiores economias da região, cresceu também a confiança no País”, explica Mark Essle, sócio da Kearney no Brasil.

O índice de confiança no Brasil passou de 1,37, em 2018, quando o País ocupou a 25a colocação do ranking, para 1,65 este ano. A maior confiança na economia brasileira também pode ser atribuída parcialmente ao programa de privatização vigente no País desde 2019, que prevê privatizar grandes estatais. Segundo o estudo da Kearney, a privatização de gigantes como Eletrobrás e Telebras, que deve avançar em 2020, também contribui para atrais mais investimento direto estrangeiro.

E, apesar dos impactos negativos do COVID-19, a aprovação da reforma da previdência pode acelerar a economia local e potencialmente economizar US$ 194 bilhões aos cofres públicos na próxima década, o que também chama a atenção de investidores.

Pós-COVID
Alguns mercados podem não atingir seu potencial econômico pré-COVID em um futuro próximo. Os mercados emergentes e fronteiriços sofrerão desproporcionalmente devido a uma confluência de fatores, incluindo infraestrutura médica inadequada, opções fiscais limitadas e níveis mais altos de pobreza em geral.

Apesar das mudanças recentes no sentimento do investidor nas semanas mais ao fim do período em que a pesquisa da Kearney aconteceu, alguns resultados sugerem que os investidores foram pegos de surpresa pelo impacto colossal e a deterioração econômica causados pelo COVID-19. Eles se apegaram a visões existentes antes do início da pandemia. Por exemplo, o otimismo dos investidores em relação às perspectivas para a economia global. Por isso, a maioria das perspectivas econômicas regionais permaneceram estáveis ​​ao longo da pesquisa. De fato, mais de 80% dos investidores esperavam um aumento de seu FDI (Índice de Investimentos Diretos) nos próximos três anos – um número que não mudou significativamente nas seis semanas em que a pesquisa estava em campo.

No geral, os resultados do Índice de Confiança FDI 2020 da Kearney sugerem fortemente que os investidores começaram a perceber que a economia global estava em crise apenas no último momento. “Os investidores parecem só ter percebido as perturbações econômicas iminentes no último segundo, e muitos acabaram pegos de surpresa”, diz Paul A. Laudicina, criador do FDI Confidence Index e chairman do Global Business Policy Council da Kearney. Para Sachin Mehta, sócio da Kearney no Brasil, o índice deve servir de alerta para que os executivos entendam que não podem assumir que o ambiente operacional global permanecerá constante no curto prazo. “É fundamental que se adotem ferramentas estratégicas preditivas e estratégias de planejamento aprimoradas para se proteger de potenciais choques na economia”, diz Mehta.

Mudanças climáticas
Uma área em que os investidores parecem prever importantes mudanças é a do clima – as questões associadas às mudanças climáticas afetam os investimentos diretos estrangeiros de 80% das empresas, segundo o levantamento da Kearney. “O notável nível de conscientização sobre os riscos das mudanças climáticas refletido na pesquisa deste ano sugere que essas questões estão no topo de prioridades dos investidores. No entanto, a preparação para esses riscos exigirá um planejamento cuidadoso e um pensamento estratégico”, diz Erik Peterson, diretor administrativo da Global Conselho de Política Empresarial e co-autor do estudo. Uma grande maioria dos investidores – 60% – antecipa perdas financeiras relacionadas às mudanças climáticas nos próximos três anos. E o impacto ambiental das metas potenciais de IDE é um fator nas decisões de investimento para a esmagadora maioria – 85% – dos investidores.

Destaques regionais
Américas: Os resultados são variados na região. Os Estados Unidos aparecem em primeiro lugar do ranking pelo oitavo ano seguido, enquanto o Canadá sobe para a segunda posição. O Brasil retorna à lista após um ano ausente. Em decorrência do crescimento da pandemia, o otimismo dos investidores com o cenário econômico regional caiu ao longo das seis semanas em que o estudo foi realizado.

Europa: Com 14 mercados, a Europa é novamente a região com o maior número de países no ranking do Índice de Confiança FDI. Portugal, a exemplo do Brasil, volta à lista depois de um ano fora assumindo a 21ª posição. O foco contínuo do investidor nos mercados europeus provavelmente decorre de ambientes reguladores amigáveis, juntamente com forças de trabalho qualificadas, infraestrutura tecnológica avançada e estabilidade econômica. A confiança dos investidores sobre a Europa permaneceu estável durante todo o estudo.

Ásia Pacífico: O número de mercados da Ásia-Pacífico no Índice diminui para sete este ano em relação aos oito em 2019, e apenas três dos países da região estão entre os 10 primeiros: Japão, China e Austrália. A China cai para a 8ª posição, registrando a sua classificação mais baixa na história do índica da Kearney, mas continua sendo o mercado emergente melhor classificado. Primeira região a sofrer as consequências do coronavírus, a Ásia-Pacífico viu a confiança do investidor cair ao longo das seis semanas em que a pesquisa foi realizada.

Oriente Médio e África do Norte: A região do Oriente Médio e África do Norte ganhou representantes no ranking deste ano. Os Emirados Árabes Unidos aparecem em 19º lugar, duas posições acima da ocupada em sua última aparição na lista, em 2017. A dinâmica regional é bastante negativa, no entanto, uma vez que a pandemia do COVID-19 e a queda dos preços do petróleo atingiram fortemente as economias da região após a conclusão da pesquisa com investidores.

Fórum Econômico Mundial anuncia Descomplica como “Tech Pioneer company”

Seguindo o seu objetivo de auxiliar alunos por todo o Brasil a alcançar educação de qualidade aliada a inovação e tecnologia, o Descomplica é uma startup que foi fundada em 2011, tendo se tornado a primeira edtech a ingressar no mercado de Ensino Superior em 2020 e que, atualmente, alcança 5 milhões de estudantes ao mês. A empresa trabalha com um modelo 100% online de aulas para estudantes do Ensino Médio – com conteúdo focado no Enem e em vestibulares – , além de alunos de graduação e pós-graduação. Hoje, a edtech é anunciada como uma das “Tech Pioneers” do Fórum Econômico Mundial, um reconhecimento global a companhias baseadas em tecnologias que estejam entre o estágio inicial e de crescimento. As empresas são consideradas startups promissoras e se encontram no chamado “scale-ups”, definição dada a companhias que crescem pelos menos 20% ao ano. São empresas no front da inovação tecnológica e de seus negócios.

“Estamos muito contentes com a oportunidade de fazer parte de um grupo tão renomado. Essa é uma recompensa pelo nosso trabalho duro em educação, e a prova de que estamos no caminho certo ao usar a tecnologia para os nossos estudantes conseguirem alcançar seus objetivos”, conta Marco Fisbhen, CEO do Descomplica.

A startup é uma das duas empresas brasileiras compondo a lista, que conta com um total de 100 companhias. Agora, a edtech começa a trilhar uma jornada de dois anos fazendo parte do “World Economic Initiatives”, quando participará de eventos e atividades do Fórum Econômico Mundial para debater questões de cunho global. É este o caso da educação, hoje um dos pilares que compõem os 17 Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da ONU, agenda criada pela instituição para levar prosperidade e desenvolvimento a todo o globo.

“É uma oportunidade única de aprender com outras companhias que vêm fazendo trabalhos incríveis e têm conseguindo ajudar as pessoas em seus países de origem. Estou seguro de que terminaremos essa jornada daqui a dois anos mais ricos em experiência e ainda mais engajados para colocar a educação no Brasil em um caminho mais democrático e de maior qualificação”, diz Marco.

Após retomada, Stefanini colocará 50% de seus profissionais em home office

Muitas empresas perceberam que os profissionais podem ser tão ou mais produtivos com o trabalho remoto. Este é o caso da Stefanini, que planeja colocar 50% de seus profissionais em home office após o fim da pandemia. A ideia é trabalhar com três modelos: um de home office total, um parcial e um de flexibilidade em relação a horários. Trata-se do projeto “Stefanini Everywhere”, que incentiva a contratação de talentos em qualquer lugar do País, mesmo que não haja escritório na cidade de origem do candidato.

“Imagine atuar em diversos desafios e projetos sem sair de sua cidade e no conforto e segurança da sua casa? O modelo de home office que estamos construindo permitirá que os novos colaboradores exerçam suas funções de onde estiverem, com a possibilidade de trabalhar em uma grande empresa”, explica Rodrigo Pádua, VP Global de Gente e Cultura do Grupo Stefanini.

Segundo o executivo, a produtividade cresceu pelo menos 10% em todas as áreas da empresa. “Houve um engajamento de todos para fazer o trabalho remoto dar certo”, afirma Pádua, ao mencionar a conquista de novos clientes durante a pandemia.

O “Digital First”, de acordo com o VP, deixa de ser uma tendência e se torna um caminho viável para treinamentos e reuniões, que antes aconteciam apenas de forma presencial por haver dúvidas sobre sua efetividade no modelo on-line. “As viagens corporativas também serão reduzidas. A pandemia mostrou que é possível viajar menos e continuar fazendo bons negócios por meio de plataformas digitais”.

Uma pesquisa da Fundação Dom Cabral e da Talenses, realizada com 375 companhias no Brasil, aponta que mais de 70% sinalizaram a intenção de adotar o home office parcial ou integralmente após a pandemia. Na indústria, o índice chega a quase 80%, enquanto na área de serviços ele é de 89%.

“Nossa expectativa é que a empresa continue crescendo com as novas aquisições, sem a necessidade de ampliação de escritórios. A ideia do ‘Stefanini Everywhere’ é ser mais flexível e inclusivo, até porque há colaboradores que não se adaptam ao trabalho remoto e querem manter o formato tradicional”, afirma o VP Global de Gente e Cultura.

A proposta da Stefanini é repensar como as pessoas podem desempenhar melhor suas funções. No caso do home office, a ideia é fazer algo mais planejado e estruturado para garantir a evolução contínua desse tipo de trabalho, com a garantia de que as operações serão mantidas com a mesma qualidade e eficiência.

“Não temos um modelo fechado, pois estamos aprendendo com o trabalho a distância. Queremos testar novos formatos, analisar o que funciona mais e cocriar com a equipe. A pandemia mostrou que somos capazes de fazer em três meses o que havíamos planejado para o período de três anos”, destaca Marco Stefanini, CEO Global do Grupo Stefanini.

De acordo com Rodrigo Pádua, as plataformas digitais permitiram aos líderes se aproximar mais de suas equipes. “Entramos literalmente nas casas de nossos funcionários, conhecemos seus filhos e animais de estimação. Criou-se uma conexão de que estamos todos juntos numa mesma jornada”.

Onboarding digital

Com a utilização de novas plataformas é possível implementar o onboarding digital, processo pelo qual o novo colaborador passa pelas entrevistas, testes e admissão, sem contato físico com a empresa. Os treinamentos com metodologias ágeis podem auxiliar no mapeamento de talentos e identificação de colaboradores que estejam disponíveis para novos desafios.

“Com o trabalho remoto, as possibilidades se potencializam ainda mais. O mundo mudou, os negócios estão se transformado e todos nós aprendendo com o novo normal. O importante é manter o equilíbrio, a confiança e criar uma experiência do colaborador cada vez mais humanizada e digital para enfrentar os desafios e transformá-los em grandes oportunidades para o futuro. Esta é a grande proposta do Stefanini Everywhere ”, complementa Pádua.

Com tecnologia da Agile Content, canais digitais da CNN Brasil atingem em um mês a audiência estimada para seis

Para estrear no País com tudo funcionando de forma excepcional no ambiente digital, a CNN Brasil apostou na plataforma OTT, do inglês Over the Top, da Agile Content, para distribuir conteúdo e vídeos pela internet. A tecnologia faz o gerenciamento completo de todas informações produzidas pelos mais de 400 jornalistas do canal de notícias, em todas as regiões do País, além do fluxo de trabalho de vídeo OTT, aplicativos da web e nativos para levar conteúdo da CNN aos milhões de assinantes brasileiros. Desta forma, o canal, lançado em março, atingiu em apenas um mês a audiência que a empresa estimava conquistar até outubro de 2020.

A Agile foi escolhida após um complexo processo de seleção, que teve início no começo de 2019 e analisou diversos provedores de tecnologia. “Executamos uma análise exaustiva dos principais players no espaço OTT e a Agile Content foi escolhida nesse processo. Estamos felizes em ter a Agile como um parceiro de confiança que nos ajudou a levar nosso conteúdo para milhões de usuários no Brasil. Escalabilidade e referências comprovadas foram os principais requisitos em nossa decisão”, assinala Virgílio Abranches, VP de programação e multiplataforma da CNN Brasil.

O Diretor de Serviços Profissionais LATAM da Agile, Rafael Fuzari, revela que um dos principais desafios foi combinar o cronograma agressivo e os padrões de qualidade e sofisticação tecnológica estabelecidos pela marca CNN no mercado mundial: “Tivemos um prazo de cinco meses entre o fechamento do contrato e a entrega do projeto, no início de março”. E ressalta: “nosso objetivo é agregar valor aos negócios, ajudando a levar o conteúdo da CNN para milhões de usuários brasileiros. Estamos entusiasmados por trabalhar este que é um dos maiores conglomerados de comunicação do mundo, e temos o prazer de apoiá-los nesse ambicioso projeto no Brasil”.

A plataforma de vídeo usada pela CNN

A plataforma da Agile implantada na CNN Brasil resolve o fluxo end-to-end de vídeo, desde a inclusão e a transformação automática para todos os formatos necessários para atender as versões web, Android, iOS e todas as demais plataformas, até a disponibilização aos usuários. Inclui também toda organização nas diversas editorias e a aplicação do DRM – Digital Rights Management, ou gerenciamento de direitos digitais –, que protege o conteúdo para que não seja baixado de forma indevida.

Distribuição em tempo real

O modelo OTT da Agile faz a distribuição otimizada do conteúdo por meio do uso de CDN (Content Delivery Network), garantindo a melhor experiência possível, independente do dispositivo, rede ou localização do usuário. Tudo em tempo real. “O tempo entre a publicação no escritório de São Paulo e a visualização da notícia no celular de um usuário no interior do país é de poucos segundos”, esclarece Fuzari.

Outra vantagem para os usuários da CNN Brasil é o formato de vídeo adaptativo. O executivo da Agile Content explica que para cada uma das resoluções, desde as mais baixas até o full HD, a plataforma faz um vídeo diferente que é transformado de acordo com as diversas resoluções que o usuário tem e se modulam a partir da qualidade da internet.

Este recurso identifica qual plataforma o assinante está usando e entrega os diferentes tipos de conteúdo de acordo com a qualidade da sua internet, o que permite que ele não perca a conexão e continue a assistir o vídeo, mesmo tendo variações de conectividade ou plano de dados reduzido.

CNN usa o CMS editorial da Agile para gestão de conteúdo
O projeto inclui a plataforma de CMS – Content Management System, ou plataforma de gestão de conteúdo – da Agile Content, que suporta tanto texto como vídeos e transmissão ao vivo para os variados formatos digitais dos fabricantes (iOS, Android, Apple TV, Smart Tvs, etc).

Segundo Virgílio Abranches, 100% da redação, em todos os estados do Brasil, usam essa plataforma para inserir conteúdo jornalístico, em tempo real. “A entrega da Agile incluiu não só a tecnologia, mas suporte e treinamento aos nossos profissionais para usarem a solução”, explica.

Evolução futura

Após o sucesso do momento inicial de estreia, a CNN Brasil investirá pesado no casamento entre tecnologia, agilidade e jornalismo, trazendo ao mercado evoluções de sua plataforma de notícias aberta e também o CNN Brasil Go, que permitirá o acesso a conteúdos completos por assinantes, acordo com Virgílio Abranches: “A CNN Brasil continuará inovando no uso de tecnologias de suporte ao trabalho editorial, oferecendo ao consumidor brasileiro a melhor plataforma de jornalismo online do mercado, suportada por uma tecnologia em par com o que há de melhor nas grandes redações do mundo”.

Syngenta inaugura estrutura global de negócios para fortalecer investimento em tecnologias e serviços digitais

Altamente representativo quando o assunto é produção e exportação de alimentos, o Brasil é o primeiro país da Syngenta a implementar a nova estrutura global de negócios da empresa, que agrega modernas tecnologias e serviços para a gestão de lavouras: a Syngenta Digital. Ativa a partir de hoje, 16 de junho, a nova frente congrega e fortalece as soluções digitais da companhia. Neste processo, a Strider, agtech adquirida em 2018 pela Syngenta, será incorporada definitivamente.

Denominada de Cropwise, a nova plataforma de produtos amplia o acesso por parte de pequenos e médios produtores às mais inteligentes e modernas ferramentas de gestão e monitoramento do plantio, que já são utilizadas por mais de 2.500 produtores brasileiros, presentes em 4,5 milhões de hectares. Atualmente, as soluções abrangem plantações de soja, milho, café, algodão e FLV (frutas, legumes e verduras), com possibilidade de expansão para novas culturas.

“As tecnologias e serviços digitais são parte indissociável do DNA da Syngenta que, ao longo dos anos, tem investido fortemente na expansão de soluções cada vez mais inteligentes e orientadas para as distintas necessidades de agricultores ao redor do mundo. Como evolução desta jornada estruturamos, por meio da Syngenta Digital, um novo pilar para acelerar a inovação, por meio da integração de iniciativas digitais globais e da transformação de tecnologias complexas em soluções de fácil utilização. Dessa forma, damos mais um importante passo no que toca a modernidade e a sustentabilidade da agricultura”, afirma Greg Meyers, Head Global de Agricultura Digital na Syngenta.

Nos últimos anos, a Syngenta conduziu diversas aquisições globais no segmento digital, que atendiam especificamente às geografias onde haviam surgido. Por meio da criação da Syngenta Digital, será possível integrar essas diferentes soluções na plataforma Cropwise, em benefício dos agricultores de diversas partes do mundo. Com este foco de agregar contínuo valor ao campo, a empresa seguirá buscando parcerias que se somem à plataforma recém-criada.

Neste processo, todos os profissionais da Strider foram incorporados à Syngenta Digital, que mantém a expertise e o relacionamento construído durante anos com diversos produtores de todo o Brasil. “Faremos, inclusive, novas contratações para a unidade de Belo Horizonte, onde nasceu a agtech, precisamente porque o nosso objetivo é fortalecer e expandir a frente de soluções digitais no Brasil”, acrescenta André Savino, Diretor de Marketing da Syngenta no Brasil.

Cropwise

O portfólio de tecnologias e serviços da Syngenta Digital passa a ser chamado de Cropwise, e tem como objetivo levar ao agricultor soluções mais modernas e eficazes, para que possam acompanhar e gerir lavouras de modo cada vez mais inteligente. O portfólio também possibilita acesso simplificado às ferramentas para os pequenos e médios produtores.

“A meta da Cropwise é lançar novas funcionalidades a cada mês ao longo de 2020, focando em interfaces mais amistosas, integração de tecnologias e ambientes de navegação simplificados, onde o produtor acessa todas as informações necessárias para gerir a lavoura com apenas poucos toques”, revela Savino. “Estamos trabalhando em soluções para serem utilizadas também em pequenas e médias propriedades, que poderão se basear em dados para aumentar a produtividade, gerando alto impacto no combate sustentável às pragas e doenças”, completa.

Cropwise estreia com duas linhas principais de produtos: o Cropwise Protector e o Cropwise Imagery .

1- Cropwise Protector: desenvolvida a partir das necessidades e desafios do agricultor brasileiro, o Protector monitora mais de 4 milhões de hectares, em mais de 3 mil propriedades de diversas culturas. Sua nova versão incorpora inúmeras melhorias, que resultaram em processos e diagnósticos mais ágeis e simplificados, viabilizando um mapeamento completo da lavoura. A atualização integra inteligência artificial e machine learning, o que torna os dados mais precisos e detalhados. A interface, por sua vez, foi modificada para facilitar o acesso às informações, entregando novas funcionalidades. As análises, mapas e gráficos são gerados com base no monitoramento digital e permitem que o produtor aja com rapidez e precisão sobre os indicadores e eventos que trazem risco à lavoura.

2- Cropwise Imagery: é a evolução do sensoriamento remoto por satélite da Syngenta. Com nova roupagem e ainda mais precisão, está totalmente integrado ao Cropwise Protector.

Outra frente de tecnologia que está sendo desenvolvida pela Syngenta Digital diz respeito à contagem de estande, utilizando a inteligência artificial para deixar o processo de coleta de dados no campo mais simples, ao realizar automaticamente o reconhecimento e a contagem das plantas a partir da análise das fotos da lavoura. Este processo conta com maior precisão nas avaliações, além de dispensar a apuração manual, gerando menos desgaste às equipes de campo.

De acordo com Savino, um dos principais atributos da Syngenta Digital e de seu portfólio Cropwise é o fortalecimento da parceria com o agricultor, base fundamental para todos os negócios da empresa. “A agricultura não se faz sozinha. Desde a sua fundação, a Syngenta se une à grande comunidade do campo para colocar-se no protagonismo da evolução do digital no agronegócio. A agricultura digital só é possível por meio de alianças de confiança, que construímos dia a dia, acompanhando o produtor em todas as etapas e necessidades inerentes à sua jornada. Esta nova fase simboliza a união com agricultores, revendas, cooperativas, parceiros e colaboradores, sem os quais não é possível trilhar os novos caminhos necessários para o desenvolvimento sustentável da prática agrícola”, sublinha.

Todas as fábricas da Volkswagen voltam à produção a partir de hoje

A fábrica em Puebla, no México, hoje retoma a produção. Com isso todas as 16 fábricas da marca Volkswagen Passenger Cars em todo o mundo retornaram às atividades. Andreas Tostmann, membro do Conselho de Administração da marca Volkswagen Passenger Cars responsável pela Produção e Logística, disse: Somente para as fábricas europeias da marca, a Volkswagen compra cerca de 100 mil peças diferentes de seus fornecedores.

Embora a produção tenha sido suspensa por cerca de seis semanas na Alemanha e na Europa e por cerca de 10 semanas na América do Sul – que incluem as fábricas de São Bernardo do Campo, Taubaté, São Carlos no estado de São Paulo e São José dos Pinhais, no estado do Paraná, todas no Brasil, bem como as fábricas argentinas em Pacheco e Córdoba – como resultado da pandemia, a fábrica no México está agora retomando a produção após cerca de 11 semanas hoje. Como a primeira fábrica de veículos, Zwickau retomou a produção do ID.31 em 23 de abril de 2020, seguida pela maior fábrica da marca em Wolfsburg em 28 de abril. Todas as fábricas na China também retornaram à produção.

As unidades fabris da Volkswagen Passenger Cars agora estão produzindo novamente com diferentes capacidades. A implantação de capacidade nas plantas representa, em média, de 60 a 70% dos níveis de capacidade anteriores à crise do COVID-19. Com relação à forma como a crise foi gerenciada, Andreas Tostmann disse

A principal prioridade para a retomada da produção foi e ainda é a saúde dos empregados. Em conjunto com o conselho de empresa, a VW desenvolveu um plano para a máxima proteção à saúde, que é vista como um padrão para o setor. A Volkswagen publicou o plano e obteve mais de 120 mil downloads por fornecedores e outras empresas em todo o mundo. Em Wolfsburg, por exemplo, já foi possível passar do estágio de proteção mais alto (fase 1) para a fase 2; o plano prevê um total de quatro fases.

Estudos da IBM apontam complexidade e Shadow IT como principais desafios para a segurança na nuvem

IBM Security liberou novos dados que examinam os principais desafios e ameaças que impactam a segurança na nuvem. Entre as descobertas está o fato de que a facilidade e a rapidez de implementação de novas ferramentas de nuvem podem dificultar ainda mais o seu controle pelos times de segurança. De acordo com os dados das pesquisas da IBM e análises de estudo de casos, os principais fatores de risco que as organizações devem endereçar para ajudar a garantir segurança nas operações baseadas na nuvem continuam sendo a supervisão de questões básicas de segurança, incluindo governança, vulnerabilidades e configurações incorretas. A análise de incidentes de segurança nos últimos anos também chamou atenção sobre como os cibercriminosos estão atingindo os ambientes de nuvem com malwares customizados, ransomware e outros.

Com as empresas migrando rapidamente para a nuvem para acomodar as demandas da força de trabalho remota, é essencial entender os desafios de segurança impostos por essa transição para gerenciar os riscos. Embora a nuvem permita muitos recursos críticos de negócios e tecnologia, a adoção e gerenciamento ad-hoc de recursos da nuvem também pode criar complexidade para os times de TI e segurança. De acordo com a IDC, mais de um terço das empresas adquiriram mais de 30 tipos de serviços de nuvem de 16 diferentes provedores somente em 2019[1]. Esse panorama distribuído pode levar a uma falta de clareza sobre a responsabilidade da segurança na nuvem, pontos cegos na política de segurança e a potencial introdução de vulnerabilidades e configurações incorretas acarretadas pelo shadow IT.

Para obter uma visão clara da nova realidade de segurança das empresas, o IBM Institute for Business Value (IBV) e o IBM X-Force Incident Response and Intelligence Services (IRIS) examinaram os desafios que estão impactando as operações de segurança na nuvem, assim como as principais ameaças cujo alvo são os ambientes em nuvem. Os principais resultados incluem:

· Complexidade na determinação de responsabilidade: 66% dos entrevistados[2] disseram que dependem de fornecedores de nuvem para a segurança básica; no entanto, a percepção sobre a responsabilidade de segurança entre os entrevistados variou bastante entre plataformas de nuvem e aplicações específicas.

· Aplicações na nuvem deixam portas abertas: O caminho mais comum para que criminosos cibernéticos comprometam o ambiente de nuvem é por meio de aplicações baseadas em nuvem, representando 45% dos incidentes relatados nos estudos de casos[3] de IBM X-Force IRIS. Nesses casos, os criminosos cibernéticos aproveitam os erros de configuração e as vulnerabilidades dentro das aplicações em nuvem que são adotadas por funcionários fora dos canais aprovados.

· Amplificando ataques: Embora o roubo de dados seja o principal impacto dos ataques, os hackers também usaram a nuvem como alvo para ações como criptomineração e ramsonware, usando recursos na nuvem para amplificar o efeito desses ataques.

“A nuvem oferece um enorme potencial para eficiência e inovação nos negócios, mas também pode criar um entorno complexo e amplo, com mais ambientes distribuídos para as organizações gerenciarem e protegerem”, disse João Rocha, líder de IBM Security Brasil. “Quando bem executada, a nuvem pode tornar a segurança escalável e mais adaptável – mas, primeiro, as organizações precisam abandonar as premissas anteriores e adotar novas abordagens de segurança projetadas especificamente para essa nova fronteira da tecnologia, utilizando a automação onde for possível. Isso começa com uma visão clara das obrigações regulatórias, além dos desafios técnicos e de políticas de segurança e ameaças externas direcionadas à nuvem.”

Quem é responsável pela segurança na nuvem?

Uma pesquisa do IBM Institute for Business Value encontrou organizações que dependiam fortemente de provedores de nuvem para sua própria segurança na nuvem, apesar do fato que problemas de configuração – que tipicamente são responsabilidade dos usuários – foram frequentemente culpados pelas violações de dados (contabilizando mais de 85% de todas as violações em 2019). [4]

Além disso, as percepções de responsabilidade de segurança na nuvem variam amplamente entre as plataformas e aplicações. Por exemplo, a maioria dos respondentes (73%) acredita que os provedores de nuvem pública foram os principais responsáveis por garantir a segurança de software-as-a-service (SaaS), enquanto apenas 42% acreditam que os provedores foram primariamente responsáveis por garantir a segurança de nuvem no modelo infrastructure-as-a-service (IaaS).

Enquanto esse tipo de modelo de responsabilidade compartilhada é necessário para a era de nuvem híbrida e multicloud, isso também pode levar a políticas de segurança variáveis e a falta de visibilidade entre os ambientes de nuvem. Organizações que são capazes de otimizar sua nuvem e operações de segurança podem ajudar a reduzir esse risco, por meio de políticas claramente definidas que se aplicam através de todo seu ambiente de TI.

Principais ameaças na nuvem: roubo de dados, criptografia e ransomware

Para ter uma melhor visão de como os ambientes de nuvem estão sendo atacados, especialistas do X-Force IRIS conduziram uma análise [5]aprofundada de casos relatados durante o ano passado. A análise encontrou:

· Criminosos cibernéticos lideram a culpa: Movidos por intenções financeiras, os criminosos cibernéticos foram a categoria de grupo de ameaça mais observada nos ataques aos ambientes de nuvem, de acordo com os incidentes analisados pelo IBM X-Force.

· Explorando aplicativos em nuvem: O ponto de entrada mais comum para os atacantes foi por meio das aplicações na nuvem, incluindo táticas como ataques de força bruta (processo automatizado de tentativa e erro usado para adivinhar as credenciais de autenticação), exploração de vulnerabilidades e configurações incorretas. As vulnerabilidades geralmente permanecem não detectadas devido ao shadow IT, quando um funcionário sai de canais aprovados e adota um aplicativo em nuvem vulnerável. Gerenciar vulnerabilidades na nuvem pode ser desafiador, pois as vulnerabilidades nas soluções em nuvem permaneceram fora do escopo das CVEs (Common Vulnerabilities and Exposures) tradicionais até 2020.

· Ransomware na nuvem: Ransomware foi utilizado três vezes mais do que qualquer outro tipo de malware nos casos de respostas a incidentes em ambientes de nuvem, seguido por criptomineração e malware de botnet.

· Roubo de dados: Além do uso de malware, o roubo de dados foi a atividade de ameaça mais comum que a IBM observou nos ambientes de nuvem durante o último ano, variando de informações de identificação pessoal a emails relacionados a clientes.

· Retorno exponencial: Agentes de ameaça usaram recursos de nuvem para amplificar o efeito dos ataques como criptomineração e DDoS. Adicionalmente, grupos de ameaça usaram a nuvem para hospedar suas infraestruturas e operações maliciosas, adicionando escala e uma camada adicional para se manterem indetectáveis.

“Com base nas tendências indicadas em nossos casos de resposta a incidentes, é provável que os casos de malware direcionados à nuvem continuem a se expandir e evoluir à medida que a adoção dessa tecnologia aumenta”, disse Charles DeBeck, IBM X-Force IRIS. “Nosso time notou que os atacantes já começaram a desenvolver tipos de malware que desativam produtos comuns de segurança em nuvem e estão desenhando malware que tiram proveito da escala e agilidade oferecida pela nuvem”.

Amadurecimento de CloudSec pode levar à rapidez na resposta de segurança

Enquanto a revolução da nuvem está colocando novos desafios para os times de segurança, organizações que são capazes de apontar para uma forma mais madura e um modelo de governança simplificado para segurança da nuvem podem ajudar na agilidade de segurança e habilidades de resposta.

A pesquisa do IBM Institute for Business Value aponta que as organizações que contam com alta maturidade tanto em nuvem quanto em segurança foram capazes de identificar e conter violações de dados de forma mais rápida em comparação a empresas que ainda estavam na fase inicial de suas jornadas de adoção da nuvem. Em termos de tempos de resposta à violação de dados, as organizações mais maduras foram capazes de identificar e conter violações de forma duas vezes mais rápida do que as organizações menos maduras (a média de ciclo de vida da ameaça é de 125 dias vs 250 dias).

À medida que a nuvem se torna essencial para a operação de negócios, IBM Security recomenda que as organizações estejam focadas nos seguintes elementos para ajudar a melhorar a cibersegurança para ambientes híbridos e multicloud:

· Estabelecer uma governança colaborativa e cultura: Adotar uma estratégia unificada que combina as operações de nuvem e de segurança – unindo os times de desenvolvedores de aplicações, operações de TI e segurança. É necessário designar políticas claras e responsabilidades tanto para os recursos de nuvem existentes quanto para os novos a serem adquiridos.

· Ter uma visão baseada em risco: Avaliar os tipos de carga de trabalho e dados que você planeja mover para a nuvem e definir políticas de segurança apropriadas. Comece com uma avaliação baseada em risco para obter visibilidade de seu ambiente e crie um plano para a adoção gradual da nuvem.

· Aplique um forte gerenciamento de acesso: Alavancar políticas de gerenciamento de acesso e ferramentas para acessar recursos da nuvem, incluindo autentificação multifator, para prevenir infiltração usando credenciais roubadas. Restrinja contas privilegiadas e redefina todos os grupos de usuários com os privilégios mínimos necessários para minimizar os danos causados pelo comprometimento de conta (zertrusmodel) .

· Tenha as ferramentas certas: Garantir ferramentas para monitoramento de segurança, visibilidade e resposta que sejam efetivas através de todas as nuvens e recursos on-premise. Considere mudar para tecnologias abertas e padrões que permitam uma maior interoperabilidade entre as ferramentas.

· Automatização de processos de segurança: Implementar uma automatização de segurança efetiva no seu sistema pode ajudar a aumentar sua detecção e capacidade de resposta, ao invés de depender da ação manual dos eventos.

· Usar simulações proativas: Ensaie vários cenários de ataques; isso pode ajudar a identificar onde os pontos cegos podem existir, e também dirigir qualquer problema forense que possa surgir durante a investigação do ataque.

Para acessar o Relatório X-Force IRIS Cloud Security Landscape, clique aqui .

[1] IDC CloudPulse Summary Q119
[2] IBM Institute for Value Survey of 930 senior business and IT professionals
[3] IBM X-Force IRIS: “Cloud Security Landscape Report”
[4] IBXForcThreaIntelligencIndex2020
[5] IBM X-Force IRIS “Cloud Landscape Report,” based on client incident response cases taking place between June 2018 and March 2020

Mercado de impressoras tem alta de 4,1% no primeiro trimestre de 2020, segundo a IDC Brasil

O mercado de impressoras vendeu 659.468 unidades e cresceu 4,1% no primeiro trimestre de 2020 em relação ao mesmo período de 2019. Do total de unidades, foram 313.084 modelos tanque de tinta, um aumento de 20%, 116.510 foram a laser (- 2,4%), 228.865 foram de cartucho (-9%), e 1.009 foram matriciais (-27,5%). Os resultados são do estudo IDC Brazil Quarterly Hardcopy Tracker Q12020, realizado pela IDC Brasil, líder em inteligência de mercado, serviços de consultoria e conferências com as indústrias de Tecnologia da Informação e Telecomunicações.

Segundo Rodrigo Okayama Pereira, analista de mercado da IDC Brasil, o volume de vendas de modelos tanque de tinta comprova tendência de mercado, que vem dando sinais de preferência por essa categoria. Microempresas (de 1-9 funcionários) e pequenas empresas (de 10-99 funcionários) aumentaram em 27,1% e 25,3%, respectivamente, as compras dessas impressoras. No varejo, as vendas desse modelo cresceram 18,1%.

A expansão do home office a partir da segunda quinzena de março também impulsionou o mercado de impressoras tanque de tinta. “Elas são boas opções para quem procura custo-benefício. Por mais que o seu preço seja um pouco mais alto, o investimento pode ser compensado a médio e longo prazo com o suprimento, que oferece maior rendimento”, explica Rodrigo. Neste período, a IDC Brasil percebeu pessoas comprando impressoras para usar em casa e empresas alugando ou oferecendo subsídio para seus funcionários fazerem essa compra e continuarem trabalhando durante o distanciamento social causado pela pandemia.

No segmento a laser, a IDC Brasil revela que as fabricantes focaram na oferta de modelos de entrada, que imprimem abaixo de 30 ppm, para empresas. “Essa categoria teve crescimento de 8,5 enquanto as impressoras acima de 31 ppm tiveram queda de 11,1%”, diz Rodrigo.

No começo do ano, a IDC Brasil esperava crescimento de impressoras a laser e queda no segmento de tinta, mas aconteceu o contrário. Segundo Rodrigo, a pandemia de covid-19 levou ao adiamento de projetos de bancos e governo, por exemplo, que estavam agendados para o início desse ano. “Com isso, o mercado deixou de contabilizar no primeiro trimestre de 2020 um volume importante de unidades que deveriam ser vendidas se esses projetos tivessem acontecido”, revela o analista da IDC Brasil .

As vendas no setor corporativo representaram 65,8% do mercado de impressoras no primeiro trimestre de 2020, com 434.024 unidades. No varejo, as vendas representaram 34,2%, com 225.444 impressoras.

Expectativas

A projeção da IDC Brasil para o mercado de impressão é de queda de dois dígitos no segundo trimestre de 2020 e de retração anual de 5,4%. Entre os fatores, Rodrigo aponta a alta do dólar e o consequente repasse de preços, e os impactos da pandemia de covid-19 no varejo físico. “Há um forte movimento de adoção ou migração para o digital, mas essa adaptação e os resultados não acontecem de uma hora para outra e o resultado de vendas deve ser abaixo do normal para o período. Mas, por outro lado, caso os projetos adiados no primeiro trimestre aconteçam, podem dar fôlego principalmente ao segmento a laser”, finaliza o analista da IDC Brasil.

Zoox lança Zoox Pay, carteira digital para pagamento por reconhecimento facial em qualquer plataforma

Investir em inovação e estar ainda mais atenta aos desejos e à segurança do consumidor são duas das principais premissas da Zoox para este momento. Empresa de tecnologia especialista em soluções integradas de Big Data, Analytics e Geolocalização, a Zoox agora direciona a sua inteligência tecnológica para lançar o Zoox Pay, plataforma de pagamento via reconhecimento facial. A solução é multiplataforma, poderá funcionar integrada às famosas maquininhas ou até mesmo para pagamento em um e-commerce. Basta ter uma câmera no dispositivo.

Prevista para ser lançada no mercado em agosto, a tecnologia é integrada com todo o sistema de dados e plataformas da Zoox. Uma vez cadastrado no Data Lake da empresa, por meio de qualquer outra solução, o usuário já será reconhecido, sem a necessidade de novo cadastro ou login.

“Estamos trabalhando nesta nova solução que vai permitir a realização de pagamentos por meio do reconhecimento facial. Ela estará integrada com todo o sistema da Zoox, portanto, se o usuário utilizar qualquer uma das nossas outras soluções espalhadas por diferentes estabelecimentos do Brasil – em aeroportos, shoppings, academias, hotéis – e entrar em um local para realizar um pagamento por meio da Zoox Pay, ele será reconhecido imediatamente pela foto do seu rosto e realizará a transição em segundos. Uma opção segura e que não exige, até mesmo, estar com a carteira. Estamos muito atentos ao novo comportamento de pouco contato e trazendo o poder dos nossos dados para ajudar nesse momento pós-pandemia “, explica Rafael de Albuquerque, CEO e fundador da Zoox.

A Zoox tem dedicado 75% do investimento voltado para o desenvolvimento da empresa na área de inovação. Prova disso, são as recém-lançadas soluções Zoox Eye, plataforma de big data que combina geolocalização com inteligência de dados, e que está em uso na iniciativa Dados do Bem desde abril; e Zoox Experience, plataforma digital completa para hotéis, que será lançada em julho, ancorada na premissa do autoatendimento via reconhecimento facial pelo celular ou totem, e que reúne todos os serviços oferecidos pelo empreendimento aos hóspedes, incluindo check-in, check-out e pagamento.

Zoox Eye

Aliar a inteligência de dados e a geolocalização para guiar planos de negócios, como a expansão de uma empresa para uma determinada região, por exemplo, é o que oferece a plataforma de geomarketing Zoox Eye. Com mais de 20 fontes de dados públicos/censitários, mais de 250 variáveis à disposição para serem analisadas e mais de 18 milhões de empresas de diferentes setores cadastradas, a Zoox Eye traz, em uma única plataforma, inteligência geográfica e de dados para se entender, dentre outras questões, como se comporta o público de uma determinada região. São entregues informações sociodemográficas e de consumo detalhados: distribuição por sexo, idade, número de população total, número de domicílios, número de empresas, renda mensal per capta, distribuição das despesas mensais por domicílio e das despesas totais por mês, entre outras. A partir de um dashboard intuitivo, que facilita a navegação, a plataforma entrega um mapa interativo com informações sociodemográficas para ajudar na expansão e tomada da decisão do negócio, baseada em Analytics. Outra opção oferecida pela Zoox Eye é um mapa que mostra informações organizadas do entorno dos pontos de interesse do negócio, permitindo entender o perfil da população daquela área e a concorrência existente.

Com um recorte só em empresas, a plataforma também oferece ao usuário um mapa interativo com informações de concorrentes e mercado local, um conjunto de gráficos que relacionam as informações empresariais, configurando um painel para análises e insights; e uma tabela dinâmica com informações detalhadas de todas as empresas mapeadas.

Zoox Experience

Líder em tecnologia no setor hoteleiro, o qual faz parte do seu DNA, a Zoox lança em julho o Zoox Experience, uma plataforma digital completa para hotéis, que reúne todos os serviços oferecidos pelo empreendimento aos hóspedes, incluindo um cadastro único para check-in e check-out. Ancorada na premissa do autoatendimento por parte do hóspede, através do próprio celular ou de totens presentes no hotel, a nova solução da Zoox traz mais segurança, simplicidade, conforto e rapidez à experiência do cliente.

A Zoox Experience faz uso de uma outra tecnologia da empresa, a Zoox Pass, focada em reconhecimento facial. Com isso, o hóspede poderá realizar o check-in, gerar a chave de acesso ao apartamento, pedir serviços de quarto e realizar o check-out tirando uma simples selfie. A plataforma reúne em seu sistema os seguintes serviços: check-in e check-out, reconhecimento facial, solução de pagamento, integração com o sistema hoteleiro, criação de chave com tecnologia RFID, scanner de documentos, Ficha Nacional de Registro de Hóspedes (FNRH), Room Service e informações do hotel.

A agilidade nos processos e a sustentabilidade do negócio hoteleiro são dos atributos por trás da adesão ao Zoox Experience. Para o hóspede efetuar o check-in (tirar a selfie, conferir os dados da FNRH, escolher o quarto e fazer a chave) serão gastos, em média, 60 segundos. Para o check-out (tirar a selfie, conferir os dados da fatura, adicionar itens extras, escolher o cartão de crédito cadastrado ou escolher um novo, colocar o PIN e selfie de autenticação e finalizar) serão cerca de 1 minuto e 25 segundos.

Marketing da Kraft Heinz Company passa a ter liderança majoritariamente feminina

A Kraft Heinz, gigante alimentícia detentora das marcas Heinz, Quero e Kraft, anuncia mudanças nas lideranças da área de marketing no Brasil e LATAM. Isabella Rizzo assume a cadeira de VP de Marketing e P&D LATAM, Cecília Alexandre chega à companhia na posição de Diretora de Marketing Brasil e Raquel Lo-Buono se torna Gerente de Brand Building.

Na Kraft Heinz desde 2015, Isabella Rizzo foi Head de Marketing Brasil por mais de quatro anos e responsável por ações icônicas na companhia, como a campanha O Maior Rótulo do Mundo. A executiva assumiu recentemente o novo desafio de ser VP de Marketing e P&D LATAM. Isabella é formada em comunicação social pela PUC-RJ e tem mestrado em administração pela COPPEAD – UFRJ, com extensão na Universidade Nova de Lisboa. Em mais de 20 anos de carreira, entre outras empresas, a executiva passou pela Ambev, onde ocupou funções de inovações, comunicação e trade marketing, desenvolvendo novos produtos e campanhas para as marcas Brahma e Antarctica, e pela Unilever no marketing de categorias de Personal Care e Alimentos.

Outra novidade na área de marketing é Cecilia Alexandre que passa a integrar a equipe da Kraft Heinz como nova Diretora de Marketing Brasil. Formada em administração de empresas pela FEA-USP e pós-graduada em marketing pela ESSEC Business School na França, a executiva conta com 20 anos de experiência com passagens por gigantes alimentícias como Ambev, onde ficou por três anos, Lu France (hoje dentro de Mondelez), atuando por cinco anos como Brand Manager e BRF, onde ocupou o cargo de Executive Marketing Manager das duas maiores marcas (primeiramente Perdigão e depois Sadia).

Quem também abraça um novo desafio dentro da Kraft Heinz é Raquel Lo-Buono. Bacharel em Administração pela Universidade Federal de Minas Gerais e formação complementar em Business pela University of Applied Sciences Schmalkalden, na Alemanha, Raquel entrou para a companhia como trainee em 2015, foi coordenadora de marketing e gerente de marcas locais cuidando da Quero e agora passa à cadeira de Gerente de Brand Building sendo responsável pelo marketing das três marcas da companhia, Quero, Heinz e Kraft.

SAP apresenta inovações para enfrentamento dos desafios da cadeia de suprimentos e outros setores da indústria

Empresas de todo o mundo estão enfrentando desafios inéditos e se voltando para tecnologias para ter informações confiáveis para ajudá-las no apoio aos funcionários, clientes e fornecedores. Pensando em atender mais rapidamente a essas demandas, a SAP SE (NYSE: SAP) inovou com mais do que apenas tecnologia e software. Está oferecendo às empresas meios para aprimorar a cadeia de suprimentos e processos específicos de cada setor, para se conectar por meio de uma rede de negócios e para incorporar a sustentabilidade como uma medida essencial para o sucesso dos negócios. O anúncio foi feito durante o SAPPHIRE NOW Converge  que acontece on-line entre os dias 15 e 19 de junho de 2020.

“Em tempos de incertezas, as empresas precisam de um parceiro de confiança para auxiliá-las a tomar decisões confiáveis e elevar os níveis de agilidade e a resiliência durante e depois da atual crise da COVID-19”, destaca Thomas Saueressig, membro do Conselho Executivo e diretor de Engenharia de Produtos da SAP. “No mundo hiperconectado de hoje, é ainda mais importante reagir rapidamente às mudanças ambientais e de mercado. Estamos ajudando a enfrentar esses desafios com novas maneiras de abordar a sustentabilidade, de liderar cada setor e de ampliar as redes de negócios. A SAP possui estratégias, experiência, soluções e o ecossistema de parceiros ideal para permitir que os clientes administrem seus negócios como uma empresa inteligente.”

Climate 21

A SAP anunciou o programa Climate 21 para apoiar os clientes na busca de objetivos relacionados ao clima. Em um roteiro plurianual, trabalhará com parceiros de coinovação para incorporar métricas de sustentabilidade ao portfólio de soluções da SAP. Isso ajudará os clientes a entender, analisar e otimizar a pegada de carbono de seus produtos e operações ao longo da cadeia de valor.

 A aplicação SAP Product Carbon Footprint Analytics já está disponível como primeira solução do programa Climate 21. Usa os dados do SAP S/4HANA e fontes de terceiros e calcula essas informações para calcular e faz cálculos dentro da solução SAP Analytics Cloud. Isso ajuda os clientes a entender sua pegada de carbono e fornece uma base para analisar e otimizar as emissões de gases de efeito estufa.

Para saber mais, consulte o material “Our Decade Of Delivery For Climate”, de Thomas Saueressig e “SAP Launches Carbon Emissions Accounting System to Address Climate Change.”

Industry Cloud

Empresas inteligentes são capazes de encontrar o equilíbrio entre aperfeiçoar os atuais modelos de negócios e inovar em seu segmento para desenvolver novos fluxos de receita e potencial de crescimento usando tecnologias digitais. A SAP e seus parceiros estão oferecendo soluções de nuvem por setor  que estendem os processos de ponta a ponta do pacote inteligente da SAP para ajudar a impulsionar os principais negócios dos cliente em seus diversos setores.

Essa estratégia de nuvem fornecerá soluções verticais e inovadoras da SAP e de seus parceiros. As soluções serão desenvolvidas usando tecnologias do portfólio Business Technology Platform, uma estrutura aberta de APIs, modelo de processos aberto, modelo de domínios abertos e serviços de negócios comuns para criar uma melhor experiência para clientes e usuários. A interoperabilidade com o pacote inteligente da SAP permitirá acelerar o desenvolvimento, implantação e integração. Inteligência Artificial (IA), Internet das Coisas (IoT) e outras tecnologias avançadas da SAP estarão disponíveis para ajudar os desenvolvedores a acelerar o desenvolvimento e agregar maior valor para os negócios, assegurando práticas aprimoradas e inovação em cada vertical.

Para saber mais, consulte o material “Innovation at the Vertical Edge: New Business Models for a Digital Economy”, de Peter Maier, presidente da área de Assessoria para Clientes e Setores da SAP.

SAP aumenta investimentos na Indústria 4.0 em toda a cadeia de suprimentos

A SAP apresenta inovações relevantes para toda a cadeia de suprimentos, do design às operações, para assegurar mais insights, automação e capacidade de resposta com a iniciativa Industry 4.Now. Essas inovações podem ajudar as empresas a projetar e fabricar produtos e ativos inteligentes, capazes de capturar e analisar grandes volumes de dados vindos de sensores em toda a cadeia de suprimentos. Isso permite que os clientes migrem para a Indústria 4.0, indo de uma iniciativa com foco nas fábricas para uma estratégia de negócios abrangendo toda a empresa.

Com o Industry 4.Now, a SAP fornecerá inovações que as empresas precisam para criar e capturar um segmento digital desses produtos e ativos inteligentes durante todo o seu ciclo de vida para fornecer informações em tempo real dos processos de negócios, do design às operações. Com análises integradas e recursos preditivos, essa inteligência possibilita a melhor tomada de decisões e pode impulsionar novos modelos de negócios e fluxos de receita.

 Para saber mais, consulte o material “Why the Time For Industry 4.0 Is NOW”, de Richard Howells, vice-presidente da área de Gestão de Soluções para Cadeia de Suprimentos Digital da SAP.

 SAP anuncia estratégia para rede unificada de negócios

A SAP anunciou uma estratégia para garantir visibilidade completa, maior eficiência e recursos de colaboração em todos os processos da cadeia de suprimentos, incluindo design, planejamento, fornecimento, compras, manufatura, logística e operações de ativos. Ao criar uma rede de empresas inteligentes, a SAP pode ajudar a digitalizar processos de negócios para aprimorar a visibilidade e a colaboração em todo o ecossistema.

Essa iniciativa abrange toda a SAP, usando insights de sistemas ERP em tempo real, análises avançadas e soluções de redes bem-sucedidas, como Ariba Network, SAP Asset Intelligence Network, SAP Logistics Business Network e SAP Fieldglass, para oferecer inteligência coletiva por meio de um rede de negócios aberta e interoperável. Com mais de US$ 3,3 trilhões trafegando entre empresas, a SAP vai permitir o desenvolvimento de cadeias de suprimentos sustentáveis ​​e resilientes, transformar modelos de negócios e garantir proteção ágil contra interrupções globais.

Para saber mais, consulte o material “Creating a Unified, Open and Intelligent Business Network”, de Chris Haydon, presidente da Soluções de Procurement da SAP e Paige Cox, vice-presidente sênior e diretor de Redes Digitais de Cadeia de Suprimentos da SAP.