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Conectividade está impulsionando a produtividade na indústria

Por Ricardo Hayashi, responsável por produtos para Conexões Inteligentes da Atech

Na Indústria 4.0, tecnologias inovadoras vieram para transformar e otimizar todas as fases da cadeia produtiva, baseadas em interoperabilidade, virtualização, descentralização, informações em tempo real, computação em nuvem e modularização, digitalizando produtos, processos e equipamentos. E o que todas essas tecnologias têm em comum? A necessidade de conectividade para captar e interpretar informações, comunicarem-se entre si e, assim, agirem em conjunto, fornecendo uma visão holística das operações em toda a cadeia e permitindo reduzir custos de manutenção, bem como aumentar a vida útil dos ativos e a produtividade.

A conectividade no chão de fábrica já é uma realidade na aquisição de dados provenientes de diversos sensores e dispositivos de IoT implantados em toda uma linha de produção, possibilita a exploração de grande volume de dados por aplicações de Inteligência Artificial e Big Data Analytics, automatizando a tomada de decisão em busca de redução de custos operacionais, do aumento da produtividade e de novas oportunidades de receita.

Em nossos projetos de implementação de soluções de conexão inteligente e de gestão de ativos, observamos a eficiência dessa nova linha de montagem inteligente, onde o grande fluxo de dados estratégicos enviados e recebidos por todos os componentes da fábrica são analisados em tempo real, conectando pessoas, softwares, equipamentos, máquinas e robôs.

Megatendência tecnológica

A conectividade foi apontada pelo Fórum Econômico Mundial como uma três das tecnologias chaves para transformação da produção, em um estudo apresentado na reunião realizada em janeiro de 2019. Junto com a conectividade, que cria conexões entre dispositivos, sensores, máquinas e softwares, e aumenta a visibilidade do que ocorre no chão de fábrica, o relatório indica a inteligência artificial – que automatiza o reconhecimento do evento e o tratamento para a tomada de decisão – e a automação flexível, que incorpora mecanismos responsivos, automação e movimentos remotos, como as tecnologias que vão impulsionar a produtividade na indústria.

Segundo o estudo, a aplicação dessas tecnologias chaves é que vão determinar o impacto no âmbito da produção inteligente, a partir da escolha do melhor modelo para a integração entre a inteligência, a automação flexível e a conectividade.

Mas todos os benefícios das tecnologias que promovem a Indústria 4.0, fundamentada em inovação, produtividade e competitividade, só poderão ser alcançados se a infraestrutura de conectividade das “coisas” estiver plenamente disponível, e muitas empresas têm obtido sucesso nessa jornada com a implantação de soluções para conexões inteligentes como as Redes Mesh, tecnologia que já vem fazendo a diferença no setor de energia, dando conectividade a medidores inteligentes para permitir a medição remota do consumo.

Na indústria, as Redes Mesh têm permitido rastrear itens produzidos e monitorar grandes objetos físicos, proporcionando conexão sem fio de alta confiabilidade para coletar dados do chão de fábrica e várias outras áreas para a geração de estratégias de manutenções preditivas, superando desafios na busca de maior eficiência operacional, gerando novos negócios e mais valor aos seus produtos, capacitando as empresas que adotam as Redes MESH a enfrentarem a crescente pressão competitiva que marca o atual ambiente de negócios.

Uso de Inteligência Artificial estima reduzir em até 20% o estoque de processos nos Tribunais Estaduais

A Softplan, empresa de tecnologia com foco em Transformação Digital para Justiça, lança a Legal Intelligent Advisor (LEIA) Precedentes, uma solução que utiliza Inteligência Artificial (IA) para a identificação de processos candidatos a vinculação a temas de precedentes. Trata-se de processos que ficam suspensos até que casos semelhantes tenham uma decisão em instância superior ou, em casos já julgados, possam ter uma decisão praticamente instantânea.

A LEIA Precedentes é uma solução desenvolvida em parceria com os Tribunais Estaduais para análise de convergência de processos que tramitam na primeira e segunda instâncias. Com a IA, o sistema identifica e analisa temas de precedentes de recursos repetitivos e de repercussão geral, com o objetivo de agilizar na tomada de decisão do Juiz. Até hoje, a atividade de vincular um processo a um tema de precedente era manual e dependia de pessoal especializado. Isso causava grande congestionamento das unidades judiciais. A LEIA Precedentes é uma solução desenvolvida em parceria com os Tribunais Estaduais para análise de convergência de processos que tramitam na primeira e segunda instâncias. Com a IA, o sistema identifica e analisa temas de precedentes de recursos repetitivos e de repercussão geral, com o objetivo de agilizar na tomada de decisão do Juiz.

Até hoje, a atividade de vincular um processo a um tema de precedente era manual e dependia de pessoal especializado. Isso causava grande congestionamento das unidades judiciais.

Agora, o Conselho Nacional de Justiça (CNJ) define o conjunto de processos repetitivos como: casos nos quais a mesma questão de Direito se reproduz, de modo que a solução pelos Tribunais Superiores ou pelos próprios Tribunais locais possam ser replicadas para todos. Toda a atividade com a tecnologia pode garantir que as causas tenham a mesma solução, ganhando, assim, celeridade, isonomia e segurança jurídica no tratamento de questões com grande repercussão social.

“A adoção de gestão tecnológica na Justiça já faz parte do cotidiano brasileiro e a LEIA Precedentes poderá ajudar a reduzir a quantidade de processos em tramitação no Judiciário brasileiro em até 20%”, explica Ilson Stabile, diretor executivo da Softplan. Esse é o primeiro projeto aplicado para a Justiça Estadual a utilizar IA para classificar processos candidatos a sobrestamento.

A solução foi desenvolvida para contribuir para a redução das altas taxas de congestionamentos causadas por processos repetitivos. Ao serem suspensos para aguardar decisões superiores, esses processos deixam de fazer parte da já elevada carga de trabalho dos magistrados.

Atualmente, existem cerca de 3,8 mil temas de precedentes catalogados nos tribunais brasileiros em todas as competências. São casos de alta repercussão social, como a discussão quanto às hipóteses de aplicação da repetição em dobro prevista no CDC (STJ RR 929), entre outros.

O sistema

A LEIA Precedentes é baseada na técnica de Processamento de Linguagem Natural (PLN), que estuda a capacidade e as limitações de uma máquina em entender a linguagem dos seres humanos. Os algoritmos foram treinados a partir de um estudo técnico-jurídico dos processos já vinculados aos temas e validados pelos Tribunais. A Inteligência Artificial faz uma varredura das petições iniciais de cada processo em busca de correlações semânticas, indicando se aquele caso pode ser vinculado a um dos temas.

O tempo médio de tramitação de um processo até chegar à segunda instância é de 1.070 dias. Como a LEIA Precedentes atua na petição inicial, um processo pode ser vinculado a um tema e sobrestado, ou receber sentença instantaneamente, já no início da tramitação, eliminando todos os atos até chegar ao julgamento.

Fase inicial

A primeira etapa do projeto LEIA Precedentes foi realizada em cinco Tribunais da Justiça Estadual: Acre, Alagoas, Amazonas, Ceará e Mato Grosso do Sul. Ao todo, os algoritmos de IA avaliaram 1,9 milhão de processos do acervo desses Tribunais, analisando 50 temas. A solução indicou um total de 242 mil sugestões de vinculação em 168 mil processos (um processo pode conter mais de uma sugestão). Ou seja, 9% dos processos analisados pela Inteligência Artificial são passíveis de suspensão, descongestionando as filas de trabalho dos gabinetes.

“Para os cientistas de dados da Softplan, quando a LEIA Precedentes for aplicada a todos os temas atualmente catalogados, o número de processos passíveis a sobrestamento poderá chegar a 20% do total do acervo da Justiça brasileira”, avalia o especialista de negócios da Softplan, Tiago Melo. “É uma grande quantidade de processos que deixaria de tramitar, economizando tempo e dinheiro do Judiciário”.

Para magistrados e assessores dos cinco Tribunais Estaduais, a LEIA Precedentes atuará – dentro do Sistema de Automação da Justiça (SAJ), solução de gestão processual utilizada nessas instituições -, para que os usuários encontrem a relação com os processos sugeridos pela IA. Com as informações, caberá aos responsáveis pelos processos aceitar ou não a sugestão de sobrestamento.

Com a solução em uso, o mecanismo de precedentes no Brasil conseguirá desestimular conflitos judiciais, que ocorriam por causa da demora na avaliação de casos semelhantes já existentes. Outro ponto positivo da aplicação da tecnologia é proporcionar uma maior isonomia e previsibilidade na decisão às partes envolvidas em conflitos judiciais. Processos semelhantes passam a ter a mesma decisão.

A Leia Precedentes atende à Resolução 235 do CNJ, sobre a padronização de procedimentos administrativos decorrentes a julgamentos de repercussão geral e de casos repetitivos. A tecnologia também está de acordo com o artigo 927 do Novo Código de Processo Civil (NCPC), que utiliza uma metodologia para a pesquisa bibliográfica e documental na resolução de processos civis.

“Este projeto é um exemplo real de como a Inteligência Artificial pode apoiar os tomadores de decisão dentro dos Tribunais, com o propósito de garantir uma prestação jurisdicional cada vez mais célere e efetiva à sociedade”, conclui Ilson Stabile.

Como o SaaS e as APIs estão transformando as áreas de negócios e TI

Por Diogo Lupinari, CEO na Wevo

A quantidade de novas tecnologias disponíveis para as empresas cresce rapidamente, atendendo demandas que sequer existiam há pouco tempo. Este é um movimento natural — afinal, explorar, experimentar e adotar novas soluções faz parte do processo de transformação digital que todas as organizações estão passando ou irão passar, cedo ou tarde. Entretanto, o grande desafio é como fazer com que essas inúmeras aplicações conversem entre si e entreguem valor aos profissionais e líderes. É neste ponto que entram as plataformas de integração, garantindo uma verdadeira revolução nas áreas de negócios e de tecnologia da informação.

A necessidade de integrar sistemas e dados se intensificou com a explosão da disponibilização, adoção e uso do SaaS (software como serviço, na sigla inglesa). Relatório da consultoria Gartner mostra que esse mercado deve movimentar US$ 85,1 bilhões em 2019 e atingir o total de US$ 113,1 bilhões em 2021, um crescimento de 32,9% em apenas dois anos.

Hoje, essas soluções estão cada vez mais especializadas e, em muitos casos, são utilizadas para resolver uma fração de um processo de negócios. As empresas, por sua vez, com o objetivo de oferecer a melhor experiência para o consumidor e/ou estarem a frente da concorrência adquirem mais e mais softwares para atender com a maior excelência possível todos os seus departamentos. Desta forma, fica cada vez mais distante uma realidade da década de 90, em que uma empresa era capaz de contratar todas as soluções necessárias para sua operação de um ou no máximo dois grandes fabricantes.

Como efeito do crescimento do SaaS no ambiente corporativo, é possível correlacionar também o aumento da disponibilização de APIs (interface de programação de aplicações, em inglês) bem como do volume de dados gerados e trafegados por elas. Levantamento do Imperva.com mostra que 46% das organizações possuem mais de 300 APIs públicas disponíveis para que parceiros de negócios troquem dados com os sistemas destas empresas. Já estimativas do Seagate e IDC indicam que o volume de dados deve crescer mais de quatro vezes nos próximos seis anos, atingindo 175 zettabytes em 2025. Ou seja, torna-se cada vez mais inviável viabilizar e administrar a troca de dados entre sistemas dentro das organizações ou entre parceiros de negócios sem o apoio de ferramentas tecnológicas especializadas.

A constante digitalização das áreas de negócios e TI promove a fragmentação da informação, que é espalhada entre as diferentes aplicações e departamentos de uma organização, criando silos de dados dentro da companhia. Desta forma, as organizações geram e administram uma grande quantidade de informações, mas como estão espalhadas de forma desestruturada, o gestor tem dificuldade de extrair inteligência delas. Esta é uma consequência comum da transformação digital. Por este motivo, as companhias precisam ter a capacidade de integrar rapidamente todas as tecnologias e dados adotados neste processo.

Os formatos tradicionais de integração de sistemas e dados, conhecidos como integração ponto-a-ponto, não são escaláveis. Uma empresa que possui, por exemplo, 12 sistemas vai precisar desenvolver no mínimo 78 pontos de contato entre eles para garantir a conexão. Ao utilizar uma solução especializada na integração de sistemas e dados como o IPaaS (plataformas de integração como serviço, na sigla inglesa), os times de negócio e de TI são capazes de habilitar a comunicação entre os sistemas com apenas 12 pontos de contato, promovendo uma arquitetura mais simples de administrar e uma melhor governança das integrações. Por meio deste tipo de plataforma, é possível garantir a entrega dos dados entre os diferentes sistemas, monitorar e tratar eventuais erros, gerenciar todo o ciclo de vida das integrações e usufruir de conectores pré-desenvolvidos prontos para conectar as diferentes soluções.

Em um cenário de intensa competitividade, com a transformação digital exigindo dinamismo e inteligência das empresas, é necessário integrar rapidamente os diferentes tipos de tecnologias e, ao mesmo tempo, garantir inteligência em todos os processos. Com a grande quantidade de SaaS e APIs no dia a dia corporativo, o IPaaS pode ser usado para unificar sua estratégia e arquitetura de integração, transformando a forma como as empresas fazem negócio e se relacionam com a tecnologia.

Cresce número de startups que facilitam rotina de pessoas e empresas

2019 foi um ano e tanto para novos negócios no ramo de serviços. Segundo dados da Startupbase, iniciativa da Associação Brasileira de Startups (ABStartups), atualmente existem, no Brasil, 12,7 mil empresas nascentes. Boa parte desse montante, 26,9% , representam segmentos que visam atender necessidades tanto de organizações públicas e privadas quanto de pessoas (Business to Business to Consumer ou B2B2C). Ou seja, um modelo de negócio que permite que empresas atendam clientes utilizando uma solução de terceiros. O MercadoLivre e o iFood funcionam dessa forma, onde empresas de bens e serviços usam a plataforma para vender para clientes que acessam esses marketplaces. A plataforma online de entregas ultra-rápidas Motoboy.com é outro exemplo.

Criada em 2013, a startup veio para atender uma necessidade de mercado, tanto de entregadores autônomos e empresários, quanto de pessoas que precisam de agilidade para entregar um produto, mercadoria ou documentos em algum lugar. Disponível por meio de aplicativo de celular ou website, a Motoboy.com é um marketplace de entregadores, onde esses profissionais podem receber chamadas de serviço de pessoas e empresas que procuram um motoboy. Além da plataforma, os clientes podem utilizar um chatbot para cotações e pedidos através do Facebook Messenger.

Conheça outros exemplos de startups criadas para facilitar a rotina de pessoas e empresas com portes e perfis diverso.

Criando ambientes de trabalho mais felizes

Após pesquisar e entender diversos problemas no setor de gestão de pessoas das empresas, os empreendedores Bruno Soares e Gabriel Leite fundaram a Feedz, com um e meio de mercado, a startup de Florianópolis (SC) conta com 90 clientes e mais de 9 mil usuários ativos na sua plataforma. A startup desenvolve uma plataforma completa para gestão estratégica de pessoas, através de feedbacks contínuos, okrs, avaliação de desempenho, pesquisa de engajamento por pulsos, celebrações, termômetro de humor, comunicados e até gamificação. Tudo em um só lugar. O objetivo é ajudar os gestores e o setor de RH das empresas a aumentar o engajamento, melhorar a comunicação interna e a reter talentos. “A Feedz nasceu com o propósito de criar ambientes de trabalhos mais felizes, a partir do nosso entendimento de que empresas são pessoas e pessoas precisam estar bem para fazer um bom trabalho”, explica Bruno Soares, CEO e cofundador da startup.

Oferecendo mão de obra qualificada em tecnologia

A Codenation, startup de Florianópolis (SC) criada em 2017, tem como propósito suprir a demanda de mão de obra especializada na área de tecnologia por meio da capacitação, criando um recrutamento sustentável. Por meio de seu programa de aceleração, o AceleraDev, fundamentado na abordagem Challenge Based Learning (aprendizado baseado em desafios), os desenvolvedores e cientistas de dados realizam desafios de programação, recebem auxílio de tutores e assistem palestras com convidados que já atuam no mercado, tudo de forma gratuita graças ao apoio de empresas parcerias. As acelerações possuem diferentes edições, cada uma com foco em uma linguagem de programação, ao final, os participantes destaque têm chances de contratação nas empresas apoiadoras. A startup atende tanto estudantes recém-saídos da universidade e sem experiência, quanto profissionais que já trabalham no setor e não conseguem chegar aos polos de tecnologia, além das próprias empresas que estão em busca de novos talentos.

Crédito facilitado

O Brasil vive um crescimento no número de empreendedores, o que tem aumentado também a demanda por crédito vinda de autônomos, pequenos e médios empresários. Com a dificuldade em conseguir crédito nos bancos tradicionais, fintechs surgem no mercado como uma alternativa. O Asaas, por exemplo, que é uma conta digital para empreendedores, passou a oferecer antecipação de receitas para seus clientes neste ano. Com a compra de recebíveis, por meio de um Fundo de Investimento em Direitos Creditórios (FIDCs) próprio, a empresa libera até R$ 150 milhões por mês em crédito para os usuários do software. “As altas taxas e a burocracia exigidas pelos bancos geraram essa demanda do mercado. Como empreendedores, vimos que havia uma abertura para oferecermos uma modalidade de crédito para nossos clientes que estão abrindo novos negócios ou querem fazer algum investimento”, completa.

Automatização de processos

A Effecti, startup especializada em desenvolver soluções para fornecedores que participam de editais, busca otimizar o tempo das equipes e proporcionar oportunidades para micro e pequenos empreendedores se tornarem competitivos através da automatização de processos. No total são quatro soluções: Aviso de Licitações, na qual um robô identifica quando há oportunidades em editais abertos; a Automação e Envio de Propostas, com o preenchimento automático das informações nos portais de compra; a Disputa de Lances, em que o licitante pode definir os valores que está disposto a oferecer durante o pregão eletrônico; e, por fim, o Monitoramento do Chat do Pregoeiro, que facilita a comunicação entre comprador e fornecedor. “Com a automatização, o empreendedor passa a competir em igualdade com grandes empresas, pois não precisa alocar mão de obra exclusivamente para isso. Assim, as licitações auxiliam na sustentabilidade do negócio”, comenta Fernando Salla, CEO da Effecti.

Accenture nomeia 260 mulheres entre novos diretores

A Accenture (NYSE: ACN) nomeou 787 novos diretores executivos (MD, ou Managing Directors, na estrutura da empresa) e diretores executivos sêniores. Do grupo, as 260 mulheres que passaram a diretoras-executivas representam 36% das promoções para este nível, um aumento de 32% em comparação com 2018.

As promoções refletem a diversidade e amplitude dos negócios da Accenture e demonstram o compromisso de longa data da empresa com a igualdade de gênero. Até 2020, a Accenture pretende aumentar globalmente o percentual de mulheres diretoras-executivas para 25%.

“Todos os dias, essas líderes inspiradoras criam um ambiente em que suas equipes podem inovar, forçar fronteiras e ser verdadeiras parceiras de nossos clientes”, disse Julie Sweet, CEO da Accenture. “Ao celebrarmos suas promoções, também reconhecemos suas notáveis contribuições para nossos negócios – e esperamos trabalhar com elas e com todo o nosso pessoal, para continuarmos a fazer uma diferença positiva para nossos clientes, nossas comunidades e uns aos outros.”

Inovação reaproveita calor na produção de tijolos e gera economia

Uma empresa cerâmica da cidade de Campos de Goytacazes, no interior do Rio de Janeiro, decidiu inovar e readequar velhos procedimentos na fabricação de tijolos. O objetivo era reduzir o consumo de combustível e a emissão de partículas e gases durante a queima, mas sem perder em qualidade no produto final. A ideia saiu do papel após parceria com a EMBRAPII (Empresa Brasileira de Pesquisa e Inovação Industrial) por meio do desenvolvimento de um sistema de reaproveitamento energético.

A tecnologia é composta por um “trocador de calor”, dispositivo que aproveita a alta temperatura gerada e que seria perdida durante o procedimento de queima dos tijolos para se tornar fonte de energia para novas remessas. Desta forma, o sistema possibilita que o forno já esteja pré-aquecido no início dos trabalhos e não em temperatura ambiente, padrão no tipo de forno utilizado.

A iniciativa foi desenvolvida com toda expertise de pesquisadores do IFF – Instituto Federal Fluminense (Unidade EMBRAPII) e está em uso há cerca de dois anos. A economia a cada fornada gira em torno de 20%, tanto no gasto com a serragem, matéria-prima que alimenta o forno, quanto no tempo de queima e quantidade de emissão de gases, o tornando mais sustentável.

Para o empresário Rodolfo Sardinha, o resultado do projeto superou as expectativas. “O apoio da EMBRAPII e do IFF foi fundamental, porque sem a ajuda deles eu não conseguiria, não foi apenas o desenvolvimento do projeto, mas todo o monitoramento, suporte e trabalho de pesquisa que tornou nosso trabalho muito mais eficiente”, comemora. “Hoje, praticamente, já recuperei o valor investido. A tecnologia não pode ficar na gaveta.”

Sucellos anuncia parceria com Mont Capital para prospectar negócios em tecnologia

A Sucellos, responsável por levar inteligência aos processos de investimento, fusão e aquisição de empresas, anuncia parceria com a Mont Capital. A ideia das empresas é se tornarem a “casa” gestora dos produtos de Corporate Venture desenvolvidos pela Sucellos, com foco inicial na prospecção de empresas de TI que possuem verba via Lei de Informática e que, desde 2018, podem montar fundos para aportar em startups em complemento aos seus programas de inovação vigentes.

Para aproximar e catequizar o mercado, a Sucellos será co-responsável pela estratégia de fundos de Corporate Venture para que estas empresas possam, de forma estruturada, investir em startups somando a inovação em modelos de negócios dos iniciantes com o mercado, conhecimento e planejamento das corporações. Na outra ponta, a Mont Capital ficará responsável pela gestão do fundo.

Para João Gabriel Chebante, CEO da Sucellos, a parceria pode capitalizar os negócios da Sucellos em Venture Capital. “A soma da inteligência da nossa consultoria com o know-how da Lei da Informática e os casos de sucesso já desenvolvidos pela Mont Capital, como o CVC da Positivo Informática, podem acelerar oportunidades a ambas as organizações, bem como a empresa beneficiárias deste incentivo que ainda não se estruturaram para entrar no ecossistema de startups de forma assertiva”, explica.

Governo de Santa Catarina facilita a emissão de certificados digitais para servidores

O projeto para facilitar a emissão de certificados digitais para os servidores públicos entra em execução em Santa Catarina com o auxílio técnico do Instituto Nacional de Tecnologia da Informação – ITI. A partir deste novembro, o Centro de Informática e Automação de Santa Catarina — Ciasc tornou-se a primeira Autoridade de Registro do estado a emitir os certificados no padrão da Infraestrutura de Chaves Públicas Brasileira — ICP-Brasil para os servidores públicos de forma ágil sem a necessidade da presença física a um local determinado, conforme previsto nos normativos que regem a ICP-Brasil.

A solicitação, identificação, validação e aprovação do certificado digital dar-se-á a partir dos sistemas já existentes de cadastro do servidor público. O assessor especial do ITI Ruy Ramos explica que o processo de emissão do certificado para os servidores será mais ágil e econômico, pois utilizará os dados já cadastrados pela Administração Pública no momento da posse do servidor e a biometria registrada em base oficial dos Prestadores de Serviço Biométrico — PSBios credenciados pela ICP-Brasil ou outra base biométrica oficial dos estados ou da União.

Agilidade e economia para a expansão digital

O governo catarinense já utiliza a certificação digital na administração direta, principalmente no Sistema de Gestão de Protocolo Eletrônico -SGPe. Porém, a tecnologia pode ser expandida e também usada em quaisquer sistemas que produzam documentos que requeiram uma assinatura digital. As possibilidades vão desde prontuários médicos até diários de classe e investigações policiais. A intenção do Ciasc é apresentar este novo método para outras instituições e cada vez mais contribuir na promoção de um governo digital.

O coordenador da área de Certificação Digital do Ciasc, Jefferson Velasco, explica como a integração dos sistemas administrativos do governo catarinense possibilitou a novo processo de emissão dos certificados digitais, tornando-o mais vantajoso para o governo, com economia para os cofres públicos, e reforçando o projeto governo sem papel.

“Nós corremos na frente e somos o primeiro estado do Brasil a implementar esse projeto. Construímos um sistema que busca no banco de dados da folha de pagamento do governo as informações de identificação do servidor público e, posteriormente, busca nas bases de identificação civil a confirmação da existência dos dados biométricos. Esse processo otimiza a validação de fé pública, não sendo mais necessária a vinda do servidor até o órgão certificador, o que gera uma redução de custos”, ressaltou.

Os maiores erros de um líder (e como consertá-los)

Por Marcelo Furtado, fundador e CEO da Convenia

Em uma recente pesquisa divulgada pela consultoria Mckinsey foi constatado que mais de 90% dos CEOs planejam aumentar seus investimentos em desenvolvimento de lideranças porque eles vêem este como uma das questões mais importantes enfrentadas por suas empresas. Em um mundo em constante transformação onde o capital intelectual ganha cada vez mais relevância, formar lideranças passou a ser imprescindível para escalar as empresas. Na verdade, em muitas empresas, como as de tecnologia, formar lideranças passou a ser a única forma de melhorar eficiência, aumentar rentabilidade e, consequentemente, gerar mais valor de mercado.

Porém, por mais que este assunto já seja tratado com a sua devida prioridade, ainda é comum encontrarmos empresas que não sabem exatamente o que é analisar e muito menos como desenvolver em novas lideranças. Abaixo identifico alguns erros comuns em líderes e como resolvê-los.

1. O líder “guru”

Esta é, talvez, a maior confusão em novos líderes: assumir que o líder é aquele que tem as respostas para todos os problemas que o time enfrenta. Na visão destas pessoas o líder deveria ser um oráculo que ao ser consultado deveria ter uma solução quando na realidade um verdadeiro líder deveria fazer as perguntas certas para que o seu time pense e chegue nas soluções. Se você, como líder, não deixa que seu time contribua com ideias e tome riscos, o que acaba acontecendo é que você se vê isolado em um time que apenas “aperta parafuso”. Para exercer a verdadeira liderança tenha na cabeça que você, provavelmente, não tem a melhor resposta. E é justamente para isso que você contrata e capacita pessoas para o seu time.

Uma forma prática de não cair neste erro é ser curioso e incentivar o time a compartilhar suas ideias. Além disso, deixar claro que as ideias que foram compartilhadas são importantes para você. O resultado que você vai observar é que ao invés de se tornar um líder mais fraco, isso vai fazer com que o time te admire e, consequentemente, você se torne um líder inspirador.

2. O líder “amigão”

Este tipo de líder é aquele que orienta todas as suas tomadas de decisões para um objetivo: satisfazer o lado pessoal dos integrantes do time. Este líder é muito preocupado em promover pessoas, deixá-las felizes, mas em contrapartida não entrega nenhum resultado. Sim, olhar para as pessoas do time é essencial, mas de nada adianta se o resultado não for entregue. Um líder deve otimizar para o coletivo e nunca para o indivíduo. Isso significa que as tomadas de decisões devem olhar para o bem do grupo, da empresa – sempre claro, respeitando os indivíduos. Se você olha apenas para agradar uma ou várias pessoas do grupo, é muito provável que o resultado seja prejudicado.

O líder com estas características deve garantir que os resultados sejam entregues. Para isso é importante absorver incertezas internas e manter o time focado em um objetivo específico. Acompanhar as metas e compartilhar informações com os liderados é essencial para garantir as entregas sem grandes surpresas.

3. O líder “carrasco”

Este tipo de líder é o oposto do líder “amigão”. Aqui, o gestor está preocupado apenas com a entrega de resultados, não importando se para isso ele tenha que sacrificar os anseios e desejos das pessoas integrantes do time. Os resultados até podem vir no curto prazo, porém, no médio prazo os liderados perdem motivação e param de produzir.

Se você se vê nesta situação pense em como pode contribuir para desenvolver os membros do seu time profissionalmente e pessoalmente. Você está de fato dando autonomia para que eles aprendam a pensar e não apenas a executar? Você está orientando para que eles desenvolvam competências que os tornem mais eficientes? Além disso, você os inspira compartilhando o propósito (o motivo) pelo qual o time foi formado? Estas são questões essenciais para ter uma visão mais orientada a pessoas.

4. O líder que não está próximo ao time

Para estes líderes, há uma hierarquia a ser respeitada e por este motivo o líder não deveria estar próximo aos seus liderados. É uma relação muito mais de comando e controle do que de time. O pensamento é que caso ele fique muito próximo dos membros do time, o respeito será perdido. Este é um dos maiores erros que um líder pode cometer. Independente de qualquer teoria de liderança, é imprescindível que o gestor esteja próximo não apenas fisicamente como emocionalmente à todas as pessoas que ele lidera.

Liderar não é um trabalho fácil. Muitos anseiam por se tornarem líderes em suas carreiras mas poucos conseguem ter a real dimensão da responsabilidade que isso trás. É praticamente impossível aprender sobre liderança lendo livros ou assistindo palestras. Liderança se aprende na prática, errando e aprendendo. Não se sinta culpado se você perder o time por algum momento. Não se sinta responsável se algum resultado não vier. O mais importante é o processo de aprendizagem que você e os membros do time estejam tendo. No final, liderar não é um fim. Deve ser encarado como uma jornada de evolução do gestor.

Ramo Sistemas é premiada pela SAP pelo desempenho nas vendas e mantém liderança no mercado de SAP Business One

Modelo de negócio diferenciado de assinatura para aquisição do SAP Business One, rápida implementação ou migração para SAP HANA, inclusão da consultoria e suporte para os clientes. É com esta premissa inovadora no mercado que a Ramo Sistemas ocupa uma posição de destaque como parceira SAP para a venda e implementação do SAP Business One para o mercado de pequenas e médias empresas. Hoje, são 630 clientes, um salto de 15% no comparativo com o mesmo período do ano anterior e 50 novos clientes em SAP HANA.

O reconhecimento da SAP para o desempenho dos parceiros no terceiro trimestre de 2019, foi em quatro categorias: Maior quantidade de New Names — maior aquisição de novos clientes; maior número de clientes de adotaram o SAP HANA; Maior Quota Achievement Gold — cumprimento da meta de vendas na categoria de parceiro Gold; G8 Group 2019 — presença no grupo dos principais parceiros SAP.

Há dois anos a Ramo Sistemas traçou um plano de expansão geográfica com a abertura de Unidades de Negócio e filiais em regiões estratégicas, com um amplo leque de oportunidades de expansão nas vendas do SAP Business One. Hoje, a companhia mantém uma carteira de mais de 630 clientes, 14 Unidades de Negócios, 170 parceiros e cinco filiais. “O reconhecimento da SAP confirma que a nossa estratégia de mantermos um modelo de negócio que facilita a adoção do SAP e a expansão geográfica por meio de parceiros e Unidades de Negócio traz resultados e amplia a nossa atuação no mercado”, comenta o presidente da Ramo Sistemas, Décio Krakauer.

Como ser um desenvolvedor de software na OLX

Estudos recentes como o da empresa de recursos humanos Korn Ferry, divulgado nesta semana, endossam a busca crescente das empresas por mão de obra qualificada no Brasil, com uma estimativa de déficit de 1,8 milhão de pessoas para vagas mais especializadas. A OLX também enfrenta esse desafio, como uma das empresas de tecnologia que mais crescem no país. São cerca de 15 vagas para posições técnicas a serem preenchidas ainda em 2019 e, para ter sucesso no processo seletivo, o RH da maior plataforma de compra e vendas do país compartilha algumas dicas.

A carreira de desenvolvedor segue a tendência de valorização no país, mas para se destacar no mercado são exigidos dos profissionais mais do que conhecimento técnico, como sinergia com propósito e valores. “No caso da OLX, além de especialização em linguagens de programação específicas e agilidade para lidar com um ambiente de mudanças constantes, é importante que os candidatos acreditem na economia colaborativa e na sustentabilidade como pilares para o incentivo a um novo hábito de consumo do brasileiro”, comenta Sérgio Povoa, CHRO da empresa.

Conhecimento em automação, internet das coisas e inteligência artificial são diferenciais, mas estar apto a analisar, projetar, documentar, testar e implementar sistemas, tanto para computadores quanto para outros dispositivos, é fundamental.

Processo seletivo:

A porta de entrada para fazer parte do time da OLX é a página oficial de carreiras (olxbrasil.recruiterbox.com), onde é possível verificar as vagas abertas e se candidatar.

1. Na primeira fase do recrutamento, os candidatos aprovados pela triagem online passam por uma conversa remota com Tech Recruiters da plataforma. A ideia nessa fase é conhecer o candidato, e saber sobre sua trajetória e suas expectativas para o próximo desafio profissional. Além disso, é uma oportunidade de o entrevistado conhecer a OLX e tirar possíveis dúvidas sobre a empresa e a posição para a qual está concorrendo. É o momento de alinhar os interesses e as expectativas de ambos os lados.

2. Caso o perfil combine com os valores da OLX e o candidato tenha interesse em continuar no processo seletivo, chega o momento de uma entrevista remota com o gestor da vaga para apresentar uma visão da área de engenharia. São avaliados aspectos como expertise em testes automatizados, integração e deployment contínuo, versionamento, infraestrutura de código, monitoramento e instrumentação, processos de desenvolvimento de software e documentação. Além disso, é verificado o knowhow em diferentes tipos de produtos e soluções, mercados e domínios, níveis de complexidade e escala, plataformas, processos e times.

3. A fase seguinte é uma entrevista técnica presencial ou remota com os especialistas da empresa, em que são avaliados os conhecimentos técnicos em desenvolvimento de software, como expertise em estruturas de dados, algoritmos, análise de complexidade, design patterns, linguagens de programação, fundamentos matemáticos e estatísticos, arquitetura e design de sistemas, conhecimento em plataformas distribuídas (web e mobile), conhecimento de diferentes camadas da aplicação (frontend, backend, dados); DevOps, Cloud Computing, design de APIs e serviços escaláveis. O objetivo é que o candidato desenvolva uma solução com base no cenário proposto pelos avaliadores.

4. Na última etapa, os profissionais selecionados são convidados a passar algumas horas com o seu possível futuro time. Eles se juntam à equipe para discutir um problema vivenciado no dia-a-dia da OLX para verificar a sinergia entre o grupo.

Uma última dica importante para interessados em participar de qualquer seleção, seja na OLX ou em outros lugares, é sempre pesquisar sobre a empresa que pretende trabalhar e os desafios da posição que está concorrendo, o que torna o processo muito mais interessante e proveitoso para todos.

Huawei lança plataforma de cloud no Brasil com Inteligência Artificial e Big Data

A Huawei lança no Brasil a plataforma de computação em nuvem, com tecnologia de ponta focada em Inteligência Artificial e Big Data, denominada Huawei Cloud. O destaque do lançamento está na capacidade de ajudar empresas a aperfeiçoarem os sistemas de armazenamento de forma customizada, por meio de arquitetura múltipla, nuvens híbridas e suporte técnico local com uso de expertise global.

“A Huawei Cloud está comprometida a se tornar o solo fértil que facilita as tendências da indústria e, por fim, ajudar na melhoria da eficiência e competitividade dos setores público e privado. A Huawei continuará aumentando seu investimento em nuvem pública para o mercado brasileiro”, afirma Yao Wei, CEO da Huawei no Brasil.

Computação em nuvem é, sem dúvida, um fator essencial para o impulsionamento da Transformação Digital, que vem ganhando crescente importância nos últimos anos entre as empresas brasileiras (principalmente nos setores de varejo, finanças, transporte e logística), devido à rápida escalabilidade que ela proporciona.

“Por esse motivo, faremos um trabalho intenso para disseminar o conceito da Huawei Cloud como uma plataforma inovadora que pode, consequentemente, contribuir com o desenvolvimento econômico do País e transformar o Brasil em uma potência digital”, destaca Erik Schanz, gerente de desenvolvimento de negócios da Huawei Cloud no Brasil.

Considerado um dos centros digitais da América Latina, o Brasil é uma base sólida para a atuação da Huawei com sua nova plataforma, a qual foi lançada recentemente também no Chile e no México, e logo deve chegar em outros países da região.

A plataforma já se encontra em conformidade com as mais diversas legislações de cada país, como a Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD), o que lhe permite reforçar a estratégia de integrar Inteligência Artificial à nuvem para acelerar os processos de negócios nas mais diversas verticais de mercado.

Outro ponto importante dos benefícios proporcionados pela Huawei Cloud é relacionado ao desenvolvimento da tecnologia 5G no Brasil, cujas características principais são velocidade muito alta, latência extremamente baixa e alta conectividade. Como a nuvem pode suportar armazenamento massivo de dados, alto desempenho e compartilhamento de informações entre diversos domínios com baixo custo, a colaboração para o 5G será vista, por exemplo, em aplicações de logística, telemedicina, casa inteligente e realidade aumentada ou realidade virtual.

Programa de parcerias para Huawei Cloud

Para atingir seus objetivos, a Huawei também está lançando o programa Huawei Cloud Partner Network (HCPN), o qual já conta com 291 parceiros cadastrados pela Huawei em toda a América Latina, sendo 80 no Brasil.

“O programa fornece aos parceiros suporte comercial, técnico, de marketing e de entrada no mercado, de modo a ajudá-los a desenvolver uma estrutura personalizada para atendimento ao cliente final do Huawei Cloud”, destaca Schanz.

Conheça as empresas vencedoras do Prêmio Experiência do Cliente 2019

Foi anunciado na última quinta-feira (28), os vencedores do Prêmio Experiência do Cliente 2019. A cerimônia aconteceu durante a 5ª edição do CX Summit 2019, no Memorial da América Latina, em São Paulo, e entre os destaques da noite está a Vitta, líder nas categorias Prêmio de Destaque e Cultura – a única vencedora em duas posições.

“Participar do evento, para nós, é super positivo e os prêmios que ganhamos hoje endossam o fato que estamos no caminho certo, trilhando uma jornada baseada no nosso propósito, que é promover algo positivo. Temos 9 anos de mercado e queremos transformar a experiência, não só vender um imóvel, queremos proporcionar uma boa experiência de moradia, fazer com que as pessoas se sintam bem no seu novo lar”, comenta Alexandre Rago, Gerente de Experiência do Cliente da Vitta Residencial.

Foram 134 cases de 79 empresas que concorreram em sete categorias: História de Destaque, Cultura, Jornada, Métrica, Profissional, Inovação Disruptiva e Prêmio de Destaque. Na primeira fase da premiação, três finalistas foram selecionados por uma equipe de curadores e experts em Customer Experience, composta por Tomás Duarte, CEO da Track; Cláudia Vale, CEO da EID Institute e da Flow!; Manoel Carlos Junior, consultor e CEO da Experiencialize; Rodrigo Tavares, Diretor de Atendimento da PagSeguro e Lucied M. Marques, Head de Customer Experience da Yara Fertilizantes.

Além da curadoria feita pelos especialistas, a premiação contou com uma votação popular. A categoria Prêmio de Destaque recebeu mais de 4.500 votos de internautas. Durante o evento, Tomás Duarte, um dos principais especialistas em Net Promoter Score (NPS) e fundador do CX, destacou: “Ficamos muito felizes de ter recebido inúmeros cases de qualidade e inovação, isso mostra o quanto as empresas estão engajadas e se preocupam com o Customer Experience. Junto disso, quero agradecer também cada pessoa que trabalhou aqui hoje, todos que fazem parte da minha equipe e colaboraram para que o CX e a premiação acontecesse”, pontua.

Confira abaixo os premiados de cada categoria:

História de Destaque

Essa é a única categoria que foi aberta para votos de internautas. A premiada Amaro, somou 2.820 votos e foi reconhecida pela história memorável de Customer Experience na empresa. Ela se destacou na mentalidade focada na experiência, efetividade nas ações de evolução da experiência e ações de maior impacto na Experiência do cliente.

Jornada

Como empresa de destaque que entrega a melhor e mais consistente jornada, visando atender em alto nível em todos os pontos de contato com o cliente, está a 99app.

Cultura

A Vitta é a empresa que se destacou como cultura de Customer Experience entre seus colaboradores e com os clientes. Como critérios para a categoria estavam engajamento de alta liderança com ações práticas relacionadas à cultura centrada no cliente em diferentes níveis hierárquicos, reconhecimento formal de melhores práticas na adoção de uma cultura centrada no cliente e resultados mensuráveis de avanço na cultura centrada no cliente.

Métrica

Já a melhor empresa com melhor gestão de métricas de satisfação do cliente é a XPinvestimentos.

Profissional

O profissional que mais se destacou na implementação da cultura de Customer Experience em sua empresa, demonstrando resultados e evolução perceptível pelo mercado foi Telcon Salvador. Sendo destaque com base nos critérios mentalidade focada na Experiência, efetividade nas ações de evolução da experiência, cultura centrada no cliente intrínseca ao profissional transparecido através da sua atuação profissional; perfil proativo para sanar desejos, vontades e necessidades dos clientes.

Inovação Disruptiva

A empresa com melhor inovação em Experiência do Cliente no ano de 2019 foi a SulAmérica.Ela se destacou nos critérios de criação de tecnologia disruptiva para evolução em CX, efetividade e aplicação da nova tecnologia e grau de transformação de um mercado através de uma inovação.

Prêmio de Destaque

A empresa com maior pontuação geral nas categorias aplicadas foi a Vitta, que ganhou o Prêmio da categoria. A Vitta é a única empresa de todas as edições do prêmio que liderou duas categorias.

Inmetrics lança programa Tech Talent que busca talentos em tecnologia no Brasil

A Inmetrics, companhia referência em Serviços de Eficiência em Tecnologia da Informação no Brasil, apresenta o programa Tech Talent, que tem como objetivo captar, capacitar, investir e reter novos talentos que ainda estão na universidade.

“Um dos maiores obstáculos enfrentados pelas empresas de tecnologia, sejam elas nacionais ou multinacionais, é o alto turnover de funcionários. Esse movimento acaba impactando diretamente na entrega de projetos, além de refletir, inclusive, na fidelização de clientes, na margem de lucro, na receita etc. O programa foi criado para reverter essa grande rotação natural do setor”, explica Bianca Arantes Liberatore Hermida, diretora da Área de Pessoas da Inmetrics.

O grande diferencial do programa Tech Talent é o método de contratação, que já se inicia como CLT e com direito a todos os benefícios dos funcionários da empresa. Com duração de 18 meses, a cada semestre os novos talentos passam por uma avaliação de desempenho e recebem um reajuste salarial caso estejam aderentes às expectativas e desafios propostos.

A ideia é que estudantes de tecnologia, de qualquer idade, independentemente do segmento, passem por uma formação de base e se desenvolvam com os melhores profissionais da organização.

“Após o projeto experimental, a empresa notou que o turnover dessa turma foi reduzido a quase zero. Das 20 pessoas contratadas, 19 permanecem na Inmetrics. Hoje o Tech Talent está abaixo do guarda-chuva do programa Aceleração de Carreira, em que também se encontram o Projeto de Jovem Aprendiz e os programas de trainee e estágio. Nossa ideia é absorver 100% desses talentos”, afirma Bianca.

O processo seletivo para a próxima turma já está em andamento e os interessados devem acessar o site da Inmetrics para se inscrever: http://carreirainmetrics.gupy.io/

VidaClass faz captação de €2 milhões de empresas espanholas

VidaClass, a plataforma brasileira que tem como intuito ligar pessoas sem convênio a serviços de saúde por um preço acessível, acaba de receber um aporte de investimentos no valor de € 2 milhões, o equivalente a mais de R$ 13 milhões, das empresas espanholas Iporanga Advisory, sediada em Madri, e a GEM Research, com sede em Barcelona.

A startup que atua no Brasil, com abrangência nacional tem em seu projeto para os próximos anos a expansão para a Europa: “Queremos ir para Portugal e Espanha e, mais para frente, chegar ao Leste Europeu. Hoje, médicos portugueses já conseguem atender pacientes brasileiros através da teleconferência via online”, conta Vitor Moura, CEO da VidaClass.

O aporte captado será direcionado à tecnologia, ao marketing e às melhorias de infraestrutura da plataforma para ampliar o raio de atuação – “nossa meta é bem ousada: queremos promover e tornar os serviços de saúde acessíveis no Brasil e em toda a comunidade de língua portuguesa espalhada pelo mundo”, ressalta Vitor.

Philips expande o portfólio de informática para radiologia, com a tecnologia Carestream de imagens baseadas na nuvem.

A Royal Philips (NYSE: PHG, AEX: A PHIA), líder global em tecnologia da saúde, expandiu seu portfólio de diagnóstico por imagem na América Latina, ao adquirir a Unidade de Sistemas de Informação em Saúde (HCIS) da Carestream Health Inc. A plataforma de colaboração clínica, baseada na nuvem, complementará a linha de tecnologias de diagnóstico da Philips e trará melhorias na produtividade de suas soluções, no gerenciamento de dados de diagnóstico e na visualização e análise de informações.

“Como líder global em tecnologia de saúde, demos um passo à frente para atingir o quadruple aim: melhorar a experiência do paciente, os resultados médicos, a experiência da equipe e o custo dos cuidados médicos. Unir forças com a Carestream melhorará o atendimento ao paciente e a produtividade das instituições, oferecendo soluções flexíveis para hospitais e sistemas de saúde, bem como uma base sólida para cumprir nossa promessa de um diagnóstico de precisão. Desta forma, fortalecemos nosso compromisso de fornecer soluções de TI para a saúde e imagens clínicas líderes no setor”. David Reveco Sotomayor, CEO da Philips América Latina.

A plataforma de colaboração clínica, baseada na nuvem, complementa as soluções e os serviços da Philips, coloca o paciente no centro de sua estratégia e fortalece a inovação técnica de primeira classe no nosso mercado.

A Philips também oferecerá aos prestadores de serviços médicos no Brasil a tecnologia avançada “Vendor Neutral Archive” (VNA) – tecnologia de dados clínicos no formato Dicom e Não Dicom como PDF, JPG, vídeo etc., o que facilita o intercâmbio de informações. A solução integra plataformas de visualização para diagnóstico, relatórios multimídia interativos, ferramentas de análise habilitadas para Inteligência Artificial (IA), bem como telerradiologia e serviços de gerenciamento de pacientes e diagnóstico; tudo isso para aumentar a interoperabilidade com um fluxo de trabalho eficiente.

A plataforma de colaboração clínica da Carestream é uma solução líder no setor, e ficou com o primeiro lugar como “VNA” da KLAS em todo o mundo, em outubro de 2019. “Com a incorporação da HCIS pela Carestream, a Philips do Brasil conta agora com um portfólio de informática hospitalar empresarial líder no setor que abrange o prontuário eletrônico (EMR); soluções avançadas para Radiologia, Cardiologia, Patologia e Oncologia; e tecnologia avançada de visualização que pode ser perfeitamente integrada ao nosso conjunto de soluções e ferramentas. Nosso portfólio de informática, combinado com a abordagem em soluções hospitalares completas, nos permite desenvolver propostas líderes para o setor”, disse Vickram Sharma, diretor de Negócios de Informática da Philips.

A Philips Healthcare Information Solutions faz parte do negócio de informática para diagnóstico empresarial da Philips dentro da divisão de Diagnóstico de precisão.

Executivos elegem as 50 maiores referências em transformação digital no Brasil em ranking da E-consulting

O estudo “A Transformação Digital no Brasil 2019”, desenvolvido pela E-Consulting, traz o ranking com as 50 empresas mais lembradas quando o assunto é transformação digital. A consultoria conversou com 807 lideranças das 1000 maiores companhias do País, entre CEOs, CMOs e CIOs, a fim de saber quais são as maiores referências no assunto.

O Google foi a empresa mais lembrada com nota 8, 98, considerando uma escala de 0 a 10. Seguido o Top 10 encontram-se: Apple, Uber, 99 Taxis, iFood, Samsung, Coca-Cola, Whirlpool, Amazon e Netflix.

De acordo com a E-Consulting, para chegar ao resultado final, foram avaliados atributos como: ofertas digitalmente nativas, ações estratégicas inovadoras, jeitos de trabalhar, multicanais próprios, posicionamento e cultura digital.

Confira a lista das 50 mais lembradas:

Green Mining vence Greentech Challenge

Rodrigo Oliveira no Greentech Challenge

Com o objetivo de conectar soluções verdes inovadoras com investidores, organizações governamentais e empresas, a Prefeitura de São Paulo, por meio da Secretaria de Desenvolvimento Econômico e Trabalho e a empresa dinamarquesa Green Innovation Group, realizaram pela primeira vez no Brasil o evento Greentech Challenge que, na última quinta-feira, 29, selecionou 3 startups para o programa de aceleração. Dentre elas, a brasileira Green Mining, que por meio da logística reversa inteligente, soluciona um dos problemas relacionados ao descarte de embalagens pós consumo.

O programa, que prevê o acompanhamento das startups escolhidas pelo período de quatro meses, entre janeiro e abril de 2020, consiste em mentorias para acompanhamento dos negócios em oito encontros quinzenais, que totalizarão 24 horas de atividades com cada uma das empresas. Atuando em três eixos: mapeamento de atores locais; acompanhamento e desenvolvimento de startups verdes com desafios de problemáticas da cidade e meetups para integração do setor, a ação foi criada para impulsionar o desenvolvimento de serviços e ações de tecnologias verdes, por meio de uma plataforma online.

“Para nós, que começamos nosso projeto em São Paulo, sermos novamente selecionados para um programa de aceleração é mais uma grande conquista e reconhecimento do nosso compromisso com o meio ambiente. Já coletamos mais de 500 toneladas de resíduos e já evitamos mais de 84 mil quilos de CO2. Seguiremos na missão de reduzir a exploração de recursos naturais e continuaremos dando dignidade ao trabalho de catadores, carroceiros ou cooperados”, afirma Rodrigo Oliveira, presidente da Green Mining que no mês de novembro completou 1 ano.

A base de dados da aceleradora conta com mais de seis mil tecnologias de impacto mapeadas globalmente. Das startups aceleradas pela Greentech, mais de 70% que participaram de edições internacionais do Greentech Challenge aumentaram o capital em aproximadamente 500 mil euros.

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