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FURNAS lança edital para startups com foco no combate ao coronavírus

FURNAS abre chamada pública de inovação, nesta quinta-feira (16/4), para selecionar startups em parceria com o Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (SENAI). O objetivo é encontrar novas tecnologias voltadas para o setor elétrico e a no enfrentamento à Covid-19. Serão investidos R$ 3 milhões nos projetos selecionados.

O certame prevê o desenvolvimento de soluções inovadoras para aprimorar a jornada do profissional do setor elétrico voltadas, por exemplo, para Equipamentos de Proteção Individual (EPIs) utilizados por operadores. Outro desafio é aprimorar ainda mais a segurança no ambiente de trabalho, com a criação, por exemplo, de dispositivos para detecção de infecção, monitoramento e sanitização das unidades operacionais..

“O setor elétrico é essencial nesse momento de pandemia, já que a operação plena do sistema é fundamental para manter as atividades dos demais setores funcionando. Por isso, acreditamos que todos os esforços precisam ser feitos para proteger e suprir as necessidades imediatas dos nossos profissionais, especialmente os operadores, que estão na linha de frente”, explicou a Superintendente de Estudos de Mercado e Inovações de FURNAS, Fabiana Cristina Teixeira.

As inscrições podem ser feitas até o dia 30 de abril no endereço http://plataforma.editaldeinovacao.com.br/. Como os projetos aprovados deverão ser executados em até dois meses devido à situação de pandemia, FURNAS reserva-se ao direito de fechar o período de inscrições antes da data estabelecida.

São elegíveis startups, com CNPJ ativo, de qualquer atividade econômica, possuindo ou não CNAE (Classificação Nacional de Atividades Econômicas) primário industrial, desde que apresente competência tecnológica para solucionar o desafio lançado.

A divulgação do resultado dos projetos selecionados será no dia 08/5, nos sites de FURNAS e SENAI (Inovação).

FURNAS x Covid-19 – Desafio de Startups

O que: chamada pública para seleção de startups
Inscrições: a partir 16/4 até 30/4, no endereço http://plataforma.editaldeinovacao.com.br/
Quem pode participar: Startups, com CNPJ ativo, de qualquer atividade econômica, possuindo ou não CNAE primário industrial
Investimento: R$ 3.000.000,00 (R$ 1,5 mi FURNAS – R$ 1,5 mi Senai)
Critérios de avaliação: As propostas serão avaliadas por FURNAS, em conjunto com o SENAI.

ANBIMA oferece gratuitamente cursos sobre mercado financeiro

A ANBIMA (Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais) tornou gratuito todo o seu portfólio de cursos online sobre o mercado financeiro. Direcionado para os profissionais da área, os cursos tratam de assuntos do dia a dia de quem trabalha com investimentos em uma instituição financeira.

A gratuidade faz parte do posicionamento da Associação frente ao distanciamento social imposto pela pandemia de Covid-19. “Mesmo em um momento como este, precisamos continuar cumprindo nosso compromisso de prover educação técnica aos profissionais do mercado financeiro de todo o país”, explica Ana Leoni, superintendente de Educação e Informações Técnicas da ANBIMA. “Os cursos online gratuitos são mais uma forma de mantê-los atualizados e engajados com a sua qualificação”, afirma.

Estão disponíveis 16 cursos de temas diversos, com conteúdos que vão do básico ao avançado. É possível aprender sobre fundos de investimento, se aprofundar em gestão de risco ou conhecer as características dos ETFs (fundos de índice) no mercado brasileiro. Em breve, a ANBIMA colocará no ar outros quatro cursos gratuitos que abordarão fundos imobiliários, FIPs (Fundos de Investimento em Participações), FIDCs (Fundos de Investimento em Direitos Creditórios) e valuation.

As inscrições podem ser feitas pela plataforma de educação da ANBIMA: cursos.anbima.com.br.

Cursos EAD: quarentena aumentou buscas em cerca de 70%

Devido às medidas de isolamento adotadas em todo o país, as pessoas estão explorando novas formas de se qualificar sem sair de casa. É o que aponta levantamento realizado pela Catho Educação. Segundo a pesquisa, a plataforma registrou um aumento de 68% em matrículas para cursos EAD ou semipresenciais, entre o período de 21 de março e 06 de abril.

Ainda de acordo com o levantamento, as primeiras semanas de quarentena já apontaram crescimento. Entre a semana de 03 e 20 de março, a plataforma já havia registrado acréscimo 44% na procura por cursos a distância.

Dentre as disciplinas mais procuradas estão: Administração, Gestão de RH, Biomedicina, Ciências Contábeis e Logística.

De acordo com Fernando Gaiofatto, gerente da Catho Educação, as pessoas têm buscado na qualificação alternativas para sair da crise ainda mais preparadas para o mercado de trabalho pós-pandemia. Além disso, o profissional identifica o momento como ideal para testar outros formatos na execução de tarefas, inclusive, estudar e adquirir novas habilidades.

“Além do baixo custo, em comparação aos modelos tradicionais de ensino, os cursos EAD têm sua metodologia de enfoque maior na prática profissional, ideal para uma aprendizagem à distância. No atual cenário, o ensino pode ser encarado também como oportunidade, não só de qualificação mas também de adaptação às circunstâncias”, afirma.

Ainda de acordo com outro levantamento da Catho Educação, o mercado de trabalho está mais aberto em relação a candidatos com cursos a distância, comparado há alguns anos. Segundo a pesquisa, para 79% dos recrutadores, o formato de qualificação – seja EAD ou presencial – não é critério determinante de avaliação para recrutar profissionais.

“A pesquisa reforça que a grande dificuldade dos recrutadores está em encontrar profissionais qualificados para preencherem as vagas. De acordo com 81,5% desses entrevistadores, esse é o ponto de avaliação imprescindível para contratação”, explica Gaiofatto.

Imagens de satélites podem ajudar em ações para conter a expansão mundial do coronavírus

A pandemia causada pelo novo coronavírus pode provocar grandes danos não só no sistema de saúde, mas também afetar mercados econômicos por todo o mundo. Assim como cientistas de toda parte correm contra o tempo para produzirem um remédio para tratar a Covid-19, diferentes setores sociais se mobilizam para missão. Uma vez que o processo para que um tratamento seja declarado eficaz é grande e passa por diferentes etapas, inúmeras ferramentas tecnológicas se apresentam como solução para amenizar a situação. É o caso, por exemplo, do sensoriamento remoto.

As imagens de satélites não podem ajudar diretamente no combate a doença, porém, podem ajudar autoridades em ações para evitar a expansão do vírus. “Com esse tipo de tecnologia é possível acompanhar a movimentação, o que está acontecendo no terreno observado, e assim saber se as novas regras de convívio social estão sendo respeitadas”, explica Leonardo Barros, diretor-executivo da Hex, empresa de tecnologia geoespacial que ajudou a PF a chegar ao suspeito do vazamento de petróleo que atingiu a costa marítima do país em 2019.

Além de fazer esse monitoramento quanto às regras de isolamento social, com o sensoriamento remoto é possível acompanhar ações de montagem e construção de estruturas voltadas para o combate das doenças, como hospitais, barreiras nas estradas. “Pode parecer um detalhe esta geração de dados, mas quando projetamos isto ao longo de todo o território nacional, municípios remotos, o geolocalização dos dados possibilita a visualização das informações de forma correta no mapa e, ainda, possibilita checar pelas imagens de satélite a realidade de campo”, destaca Leonardo.

Diferencial

A geração de informação devidamente geolocalizada somada ao rastreamento e visualização de movimentações contraindicadas para o momento, como aglomerações, podem indicar situações de risco ou emergências a serem verificadas pelas autoridades competentes.

Por um lado, o geoprocessamento atribui aos dados, localizações geográficas e a partir disso possibilita o estabelecimento de correlações, indicando padrões e/ou anomalias de comportamento em determinada região. Por outro, o sensoriamento remoto por meio das imagens de satélite disponibiliza os acontecimentos, os detalhes dessas regiões apontadas.

“O sensoriamento remoto fornece aos gestores visualização rápida de determinadas áreas, de forma ágil, e isso em um momento onde todos os recursos estão escassos. Essa tecnologia pode ser um auxílio importante nesse momento delicado para todo mundo”, aponta o diretor.

A geolocalização precisa dos dados (geoprocessamento), como por exemplo, incidência de novos infectados pelo vírus, aponta nos mapas as “manchas de calor” – pontos que mostram a intensidade da incidência da ocorrência e a tendência da propagação. E então, a partir da associação das imagens de satélites a estes mapas, pode-se verificar as condições de acesso, logística, de forma rápida, sendo informações importantes para guiar a tomada de decisões.

Rodobens se junta a grandes empresas na campanha #NãoDemita

A Rodobens, um dos maiores grupos empresariais do Brasil, se juntou na semana passada a 40 empresas, e que hoje conta com mais de 2.000 empresas e associações de diversos setores como varejo, indústria, educação, tecnologia e alimentos, entre outros, para a campanha #NãoDemita. O objetivo do movimento #NãoDemita, segundo Líbano Barroso, presidente da Rodobens, é estimular e orientar empresários brasileiros a adotarem medidas que permitam que a empresa mantenha até o final de maio o quadro de funcionários, período que pode ser o mais crítico para o país por causa da crise sanitária com impactos econômicos gerada pelo coronavírus.

“É um manifesto, um convite às pequenas, médias e grandes empresas para uma iniciativa que tem como foco a responsabilidade social. Essa crise não tem data para acabar e, neste momento, acreditamos que ações pontuais podem garantir a continuidade das atividades econômicas e minimizar impactos. É uma resposta a sociedade e uma forma de retribuir a contribuição para o desenvolvimento de tantas empresas Brasil afora”, ressalta Barroso.

As empresas interessadas em aderir à campanha #NãoDemita devem acessar o site criado pelas instituições idealizadoras: http://www.naodemita.com. A iniciativa conta com apoio da Associação Brasileira de Operadores Logísticos (ABOL), Associação Brasileira de Recursos Humanos do Rio de Janeiro (ABRH).

Cinco mitos sobre trabalhar em home office

A situação atual obriga muitas empresas a permitir que seus funcionários trabalhem em casa. Mas elas estão realmente convencidas de que esta é uma solução viável para seus negócios e continuarão a dar a seus funcionários essa oportunidade após a crise? Talvez agora seja a chance de mudar os padrões tradicionais de pensamento.

Mito número 1: a infraestrutura de TI em casa não é boa. Não é seguro trabalhar lá, e os hackers podem ter mais facilidade para acessar os dados da empresa.

Isso não precisa ser assim. Há algumas dicas a serem consideradas: o equipamento de TI no escritório doméstico deve estar sempre atualizado e os processos compatíveis com a LGPD devem ser seguidos. Isso também se aplica a todos os provedores de nuvem usados. Além disso, a troca de dados sempre deve ser criptografada. A proteção por senha, antivírus e criptografia são essenciais no escritório em casa, mesmo que o trabalho seja feito em dispositivos privados.

Mito número 2: Os muitos meios digitais de comunicação criam confusão e as pessoas perdem o foco.

É verdade que existem vários meios de comunicação digitais que aumentam o fluxo de informações. Mas esse problema também existe no escritório. É aqui que a comunicação direcionada ajuda. Em outras palavras, o canal de comunicação deve ser cuidadosamente selecionado de acordo com as informações, grupo-alvo e urgência. Além disso, existem soluções, como o OTRS, nas quais a comunicação pode ocorrer por e-mail, telefone, SMS, bate-papo ou mídia social; então todos os fios de comunicação fluem juntos e são agrupados em um único local para que nada se perca e tudo possa ser rastreado.

Mito número 3: Os funcionários estão mais distraídos e menos produtivos no home office.

De acordo com um estudo da Airtasker com 1004 pessoas, aqueles que trabalham em home office trabalham 1,4 vezes mais por mês do que seus colegas. Outro argumento convincente é que também há mais paz e sossego em casa para se concentrar em questões complicadas. Além disso, o tempo perdido devido ao deslocamento é economizado. No entanto, o bom gerenciamento do tempo deve sempre ser uma prioridade.

Mito número 4: Em casa, os funcionários às vezes fazem outras coisas rapidamente e nem sempre estão no PC. Como os funcionários podem saber quando seus colegas estão disponíveis?

Existem várias ferramentas que mostram se um funcionário está disponível no momento. Os calendários podem ser compartilhados com outras equipes para uma melhor visão geral, para encontrar horários de compromissos comuns mais rapidamente. As ferramentas de comunicação com uma função de bate-papo normalmente mostram o status online da pessoa, o que ajuda a mostrar quando um funcionário está disponível no momento.

Mito número 5: Os funcionários não podem perguntar aos colegas algo rapidamente. A transferência de conhecimento está perdida.

Muitos sistemas, como o OTRS , possuem uma base de conhecimento na qual informações valiosas podem ser armazenadas como um artigo categorizado. Os funcionários podem encontrar respostas para as perguntas mais frequentes – ou até postar uma contribuição que possa ser útil para seus colegas. Se essa informação não for suficiente, é claro que a assistência especializada ainda pode ser solicitada digitalmente.

“Até recentemente, o conceito de trabalhar em home office era repetidamente questionado. Agora as empresas são quase forçadas a permitir que seus funcionários trabalhem remotamente. Esta é uma oportunidade para repensar processos e procedimentos e revisar o status da transformação digital”, diz Sabine Riedel, membro do conselho da OTRS AG e especialista em transformação digital. “Em uma situação de crise, podemos ver rapidamente quais empresas já implementaram a transformação digital e são capazes de agir de maneira ágil. Para todas as outras, agora há uma oportunidade de fazer mudanças a longo prazo para poder reagir melhor. a imprevistos “.

Você pode encontrar mais informações sobre os benefícios do trabalho remoto aqui: http://otrs.com/remote-work-software/

Estudo da Wayra aponta que 57% das startups estão otimistas quanto ao futuro

A crise do novo coronavírus colocou todas as áreas e setores da sociedade em alerta. Nessa realidade, as startups têm a agilidade e a criatividade necessárias para responder de forma rápida e o mais positiva possível aos desafios que estão sendo gerados pela pandemia da COVID-19. Para compreender como as empresas do seu portfólio estão superando esse momento conturbado, a Wayra, hub de inovação aberta do grupo Telefónica e uma iniciativa Vivo, entrevistou as startups do seu portfólio (Wayra e Telefónica Open Innovation) espalhadas por nove países (Alemanha, Argentina, Brasil, Colômbia, Chile, Espanha, Peru, México e Reino Unido) entre os dias 1 e 3 de abril desse ano para melhor entender os impactos econômicos no ecossistema empreendedor e colaborar para minimizar os impactos dessa crise. Afinal, hoje mais do que nunca, a inovação não pode parar.

Oportunidades de digitalizar permitem manter e até expandir equipes

Apesar de planos de contingência em ação, incluindo corte de gastos, entre as startups entrevistadas, mais de 80% delas não têm planos de demitir colaboradores e apenas 9% estão apostando na redução de horas como forma de superar a crise. Talvez por serem essencialmente digitais, a grande maioria das startups (85%) conseguiu rapidamente implementar o trabalho a partir de casa, continuando com suas operações mesmo com as equipes atuando à distância.

Além disso, algumas startups do portfólio global da Telefônica (26%) observaram que os impactos da crise podem significar também oportunidades para seus negócios: já que o momento exige uma aceleração dos processos de digitalização das companhias de diversos setores, algumas startups ganharam uma gama de novos potenciais clientes em tempo recorde.

Por conta disso, boa parte das startups (72%) têm planos de manter ou até expandir suas equipes dentro dos próximos meses, já que o trabalho tende a aumentar. Costuma ser o caso das startups de setores como educação (edtech), finanças (fintechs), saúde (ehealth) e telecomunicações, que estão sendo bastante requisitadas, já que permitem que diversos setores possam atuar mesmo durante a crise, ajudando a sociedade a continuar em movimento apesar da pandemia.

O estudo também detectou uma especial aceleração na digitalização de pagamentos na América Latina, já que os pagamentos digitais podem ser realizados tanto à distância quanto sem contato, o que tem sido bastante indicado na atual conjuntura. Outra evolução que pode ser antecipada é a digitalização de pequenas e médias empresas (PMEs), que vão precisar adotar serviços digitais e armazenamentos na nuvem para serem mais eficientes neste momento onde todos estão sendo encorajados a trabalhar remotamente.

Planos de contingência ajudam a lidar com as preocupações

No entanto, as startups também têm lidado com grandes preocupações sobre a manutenção de seus negócios nos próximos meses. O receio é especialmente maior entre as empresas que atuam nos setores que mais sofrem com a crise neste momento, como é o caso das áreas de viagens, varejo, serviços para a casa e aquelas que precisam fechar negócios ao vivo. Em geral, a maior preocupação é a queda nas vendas (43%), seguida pela suspensão de pagamentos (17%) e a perda de clientes (11%). Diante deste cenário, as startups têm sido convidadas a montar planos de contingência para mitigar os efeitos da crise. Até o momento da pesquisa, quem mais tinha se preocupado em tomar medidas nesse sentido eram as startups europeias (66%), provavelmente pelo fato dos impactos terem sido sentidos primeiro naquela região. Na América Latina, apenas 34% disseram estar tomando o cuidado de criar planos de contingência.

“Apesar desse número, a maior parte das startups do portfólio da Wayra no Brasil vem desenhando cenários em meio à crise, redesenhando estratégias e segurando bastante o caixa. Muitas delas, inclusive, possuem soluções para ajudar empresas e população durante esse período e, com isso, aumentar sua receita e clientes”, comenta Carolina Morandini, Head de Portfólio e Startup Scout da Wayra Brasil.

Entre as principais atitudes tomadas por quem está se preparando para a turbulência que está por vir nos próximos meses, está a redução dos custos operacionais, a redução de investimentos em marketing e estratégias que ajudem a reter os clientes já conquistados. Surpreendentemente, são poucas as startups que estão apostando na redução de pessoal.

Vai passar

O receio que ronda a economia no mundo todo também afeta as startups, que em sua maioria (74%) acham que a crise do novo coronavírus terá impactos negativos nos seus negócios. Apesar dessa sensação, há uma onda de otimismo em 57% das entrevistadas, que estão na expectativa de dias melhores assim que a crise arrefecer, quando acreditam que poderão retomar suas atividades.

Além do otimismo com o futuro, a maioria das startups do portfólio da Telefônica (59%) estão liderando ações que geram impacto positivo para a sociedade nesse momento tão crítico. A atitude mais comum tem sido o desenvolvimento ou a oferta de conteúdo grátis, bem como a liberação de licenças sem custo para a área da saúde e outros setores mais afetados. Outras startups têm atuado de forma assertiva, oferecendo serviços que podem fazer toda a diferença neste momento. Algumas edtechs focaram em apoiar as escolas no desenvolvimento de aulas remotas para os alunos que estão com seus semestres letivo em suspenso.

No Brasil, as startups do portfólio da Wayra estão com várias iniciativas e benefícios como forma de amenizar os impactos da pandemia de COVID-19, com destaque para a PluginBot, startup de robôs físicos e virtuais que está com robôs de telepresença para auxiliar na triagem de pacientes em hospital de São Paulo, a bem.care que está com sessões gratuitas de psicólogo por seis meses e a Netshowme que colocou sua plataforma online à disposição de eventos presenciais que teriam que ser cancelados.

Este período serão meses em que as startups poderão provar que são disruptivas diante de cenários inimagináveis, colaborando com a sociedade e apostando na solidariedade para a resolução dos desafios de um momento tão crítico.

Confira o relatório completo do estudo aqui.

Thomson Reuters disponibiliza treinamentos e webinars gratuitos para capacitação profissional

A Thomson Reuters, multinacional de tecnologia provedora líder de soluções Fiscais, Tributárias, Contábeis, Jurídicas e de Comércio Exterior, engajada em acelerar a capacidade de resposta e recuperação de seus clientes, parceiros e mercados, implementou um programa de treinamentos e webinars gratuitos para todo o ano de 2020. Dessa forma, os interessados poderão ter acesso ao conteúdo regulatório e tecnológico da companhia, incluindo desde discussões jurídicas até aspectos de Softwares as a Service (SaaS) e cloud, que se tornarão ainda maisimportantes nesse período. Para participar, basta solicitar acesso no portal da companhia (link abaixo).

A primeira iniciativa é a liberação dos treinamentos da companhia, que ficarão disponibilizados de forma gratuita até o fim de 2020 e incluem capacitação para os produtos do portfólio da empresa. Para o segmento Fiscal, estarão disponíveis as capacitações para as academias Tax One, solução tributária em nuvem, e DW, software de gerenciamento das obrigações tributárias. Além disso, para as empresas focadas em gerenciamento de comércio exterior, os cursos incluem integraçãocom sistema da SAP, regimes especiais (Recof e Drawback), gestão de exportações, entre outros. Até então, todas asaulas eram destinadas apenas para colaboradores da empresa.

Segundo Menotti Franceschini, Líder de Corporate Value Proposition da Thomson Reuters Brasil, esta é uma das açõesque a companhia tomou para apoiar todo o time, clientes e parceiros durante o momento da pandemia. “Em épocas de crise, é muito importante que as empresas se fortaleçam e busquem aperfeiçoar suas entregas, pois sabemos que momentos difíceis passam e, quando esse acabar, é preciso estar pronto para atender à alta demanda do mercado”, explica o executivo.

Sabendo da importância de impulsionar toda a cadeia do segmento, a companhia também criou uma programação comwebinars gratuitos abertos ao público geral. Dessa forma, possibilita que as pessoas possam utilizar o período de quarentena para se capacitar. Os temas englobam assuntos relacionados ao mercado jurídico e são apresentados por especialistas do setor.

Dentre eles estão as boas práticas de governança e autorregulação regulada da LGPD, como as ferramentas jurídicaspodem apoiar as startups, dicas para os advogados se manterem produtivos em épocas de crise, direito digital e fakenews. “Com isso, ajudamos os nossos clientes a se manterem informados sobre aspectos legais que podem impactar odia a dia e as empresas não somente em diversos momentos”, completa Franceschini.

Para mais informações sobre os treinamentos, acesse: http://bit.ly/3bTXqos

O cronograma de webinars está disponibilizado em:

Associação Brasileira de Startups lança banco de talentos

Com a missão de fomentar o setor, a Associação Brasileira de Startups (Abstartups), entidade sem fins lucrativos que representa o ecossistema brasileiro de startups, anuncia a criação de uma ferramenta para ajudar profissionais e empresas a se conectarem no mercado de tecnologia.

O Abstartups Jobs é um banco de talentos digital gratuito tanto para profissionais que buscam recolocação se cadastrarem quanto para startups que estão a caça de talentos. “Trata-se de mais um pilar de atuação diante do atual cenário de pandemia que vivemos para que possamos superar e sair ainda mais unidos”, ressalta do diretor executivo da entidade, José Muritiba.

Para cadastro, acesse: http://absjobs.netlify.app/

Como encarar as diferentes gerações dentro do mercado de tecnologia

Por Natália Zeferino, gerente de Gente do Grupo Movile

O estereótipo do programador brilhante e muito jovem, recém saído da faculdade, muitas vezes se confirma. No cenário empresarial, os profissionais de tecnologia são predominantemente jovens, por serem nativos digitais ou conviverem com isso em casa desde muito cedo. No entanto, transformações da sociedade, fazem com os que profissionais fiquem mais tempo no mercado. Pessoas mais velhas não necessariamente se verão no final de suas carreiras, e a tendência é que a atualização se torne cada vez mais necessária e constante. Um exemplo disso é um estudo do MIT Sloan School of Management que levantou que nos EUA a idade média na qual um empreendedor alcança o sucesso é de 45 anos.

Sendo assim, a diversidade etária é uma questão a ser levada em consideração. Muito se tem falado, felizmente, sobre mulheres em tecnologia ou diversidade racial nas empresas, questões sem dúvida de extrema importância, mas outro aspecto menos discutido ainda da diversidade é a questão etária. A variedade de idades dos colaboradores também contribui para um ambiente mais inovador, com visões distintas sobre os assuntos e que permite a criação de soluções mais efetivas para um número maior de pessoas da sociedade. As diferenças, a colisão de ideias e pensamentos, tudo isso contribui para o desenvolvimento do time.

E como as empresas podem manter uma boa convivência em equipes com pessoas de diversas gerações? A boa notícia é que uma pesquisa realizada pela Mappit, do Talenses Group, revelou que no Brasil só 11% dos profissionais dizem ter dificuldade em trabalhar com pessoas de outras gerações. Pelo lado das empresas, o essencial é ter uma cultura forte, que dialogue com todos, dos mais jovens aos mais seniores. O desafio é criar uma comunicação, eventos internos e ações que sejam relevantes para todos, que encontre o que há de comum entre pessoas e ofereça insumos que cada um pode absorver à sua maneira, aplicar em sua própria realidade e momento da carreira.

Toda nova geração no mercado de trabalho influencia a dinâmica e os hábitos do ambiente em que se insere. Ela pode chegar mais adaptada às novidades, por exemplo, enquanto aqueles que já estão na área há mais tempo estão mais familiarizados com o mercado e o desafio de uma determinada área. Ainda que tenham prioridades diferentes, como o desenvolvimento profissional, a qualidade de vida ou a estabilidade, por exemplo, as gerações não necessariamente vivem em conflito no ambiente profissional.

É importante não se deixar levar por um viés simplista de que uma geração será melhor, mais inovadora do que a outra, e não duvidar que pessoas de qualquer idade podem aprender e se reinventar, mas estar atento ao que cada um traz de melhor ao time, de forma que todos se sintam pertencentes e colaborando ativamente na conquista dos objetivos coletivos.

Valorizando as experiências e qualidades de cada indivíduo é que se cria times coesos e cooperativos, sem que a idade se torne uma barreira. Pessoas mais novas podem liderar funcionários mais experientes, por exemplo, sem que isso se torne um impasse mais. Em uma cultura baseada em reconhecimento, idade não é um fator de promoção. Uma boa forma de fazer isso é destacar a trajetória de cada colaborador, seus resultados, seu desenvolvimento e o que ele já construiu, para que sua liderança seja vista como algo merecido e sua figura como inspiradora, tornando assim a convivência mais simples e natural. Assim praticamos a diversidade em todos os seus aspectos e, com empresas sendo um retrato melhor da sociedade, podemos criar soluções mais pertinentes para todos os públicos.

Fernanda Ribeiro assume como country manager da ShopFully no Brasil

A ShopFully, plataforma de geolocalização especializada em shoppers, anuncia a executiva Fernanda Ribeiro como country manager da operação brasileira. Fernanda, que atuava há um ano como head of sales, assume a liderança da Shopfully com o desafio de gerenciar toda a operação do Brasil, bem como pela definição das estratégias de vendas e marketing, desenvolvimento de produtos, parcerias e projetos especiais.

“Diante desse cenário tão desafiador que estamos vivendo, nosso objetivo é oferecer todo o suporte e ferramentas necessárias para garantir que lojistas e consumidores encontrem o que mais precisam de forma efetiva”, explica Fernanda. “Em um contexto no qual a influência do online no offline é indiscutível, passa a ser fundamental explorar as qualidades do digital à serviço da jornada do consumidor, tornando a experiência mais agradável”, conclui.

Representante brasileira das operações da ShopFully International Group, empresa fundada em 2010, na Itália, a ShopFully Brasil, que conta com 350 mil estabelecimentos mapeados, opera no modelo “drive-to-store” acompanhando toda a jornada de compra do consumidor, do planejamento à aquisição, influenciando o fluxo de clientes nas lojas físicas.

Ainda de acordo com Fernanda Ribeiro, “no futuro, o plano é estreitar ainda mais os laços com os varejistas e com a indústria, como já ocorre na Europa, para consolidar a plataforma como referência em geolocalização e O2O”, afirma.

Brasil é um dos países com mais acessos a aplicativos financeiros no mundo, aponta relatório

O ano de 2019 foi extremamente positivo para os aplicativos financeiros em todo o mundo. Com a digitalização dos bancos e o crescimento das fintechs e carteiras digitais, esse tipo de app se tornou cada vez mais presente no dia a dia das pessoas, e o número de acessos a eles superou a marca de 1 trilhão no ano passado. É o que aponta o novo relatório Mobile Finance Apps , da Liftoff, líder global em marketing e retargeting de aplicativos, realizado em parceria com a App Annie.

A pesquisa analisou 117 apps nos 12 mercados mais importantes do mundo entre 1 de janeiro e 31 de dezembro de 2019. Foram contabilizadas 22 bilhões de impressões, 382 milhões de cliques e 7 milhões de instalações.

Com mais de 550 fintechs em atividade, o Brasil registrou o terceiro maior número de acessos a apps financeiros no ano passado, atrás apenas de China e Índia, e à frente de países como Estados Unidos e Rússia.

O Nubank, que chegou à marca de 15 milhões de clientes em outubro do ano passado, foi o aplicativo de finanças mais acessado no Brasil em 2019. Os apps do FGTS e da Caixa Econômica e as carteiras digitais PicPay e Mercado Pago completam o top 5 brasileiro.

“O Brasil vem se mostrando um terreno muito fértil para fintechs e outras alternativas mais tecnológicas e menos burocráticas para cuidar do dinheiro. Nesse sentido, os aplicativos de finanças têm tudo para continuar crescendo e se consolidando no país, tanto os bancos mais modernos e 100% digitais, quanto os mais tradicionais”, afirma Antonio Affonseca, country manager da Liftoff no Brasil.

O relatório também mostra que as fintechs tiveram vantagem em relação aos bancos tradicionais no número de pessoas engajadas em seus aplicativos. A base de usuários dos apps de instituições financeiras digitais cresceu 20%, contra 15% dos bancos.

Covid-19

O uso de aplicativos móveis cresceu em praticamente todos os países analisados de março para cá, quando a pandemia da Covid-19 obrigou governos a decretarem quarentena ou incentivarem as pessoas a ficarem em casa. No Brasil, houve um crescimento de 35% no número de horas gastas em apps financeiros durante a primeira semana de março em relação à última semana do ano. Na Coreia do Sul e no Japão, esse crescimento foi de 85%.

“Durante esse período de pandemia, é natural que as pessoas acessem mais os apps financeiros, já que agências bancárias estão fechadas. O auxílio emergencial do Governo Federal também exige um registro que pode ser feito via aplicativo, e isso deve aumentar ainda mais a movimentação nessas aplicações”, analisa Antonio Affonseca.