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Toyota do Brasil retoma produção a partir de 22 de junho

A Toyota do Brasil retoma a produção de suas fábricas no Estado de São Paulo de maneira gradual a partir de segunda-feira, 22 de junho. Nesta data, as unidades de São Bernardo do Campo, Indaiatuba e Porto Feliz retomam suas atividades produtivas, enquanto a planta de Sorocaba retornará na sexta-feira, 26 de junho.

Para garantir a segurança e o bem-estar de todos os colaboradores, um novo e completo protocolo de segurança foi implementado. Nas portarias das fábricas, câmeras termográficas foram instaladas, para medir a temperatura em tempo real logo na chegada dos colaboradores. Para evitar aglomeração, os fretados chegarão de forma escalonada, enquanto aqueles que chegam com veículos individuais terão a temperatura medida antes de entrar no estacionamento.

Em relação aos fretados, a capacidade foi diminuída para metade para oferecer o distanciamento correto dos funcionários, o que fez com que o número de veículos fosse dobrado. Todos eles contam agora com álcool em gel para higienização das mãos. A Toyota também reforçou a importância de os colaboradores da produção já virem uniformizados, para evitar aglomerações no vestiário.

Para o pessoal da parte administrativa, de segunda a quinta-feira, fica definido um rodízio, no qual, no máximo 50% da força-tarefa será feita de forma presencial, segundo as normas de segurança estabelecidas, com um distanciamento mínimo de um metro. Já as reuniões serão feitas por videoconferência. Às sextas-feiras, o trabalho remoto é para 100% dos colaboradores. Além disso, cada colaborador receberá um kit com dez máscaras para serem usadas durante o expediente.

No refeitório, em vez do self-service, as refeições serão servidas em porções embaladas individualmente. Já nas mesas, os colaboradores sentarão de forma intercalada, em “W”, para que ninguém fique em frente nem ao lado um do outro. E, durante esse horário, serão realizadas escalas de 20 minutos, para garantir a melhor circulação de ar no ambiente.

Outra medida adotada por causa do novo cenário é a disponibilização de álcool em gel em diversos locais de circulação. Já nas áreas comuns, como nas áreas de café, foi adotada a sinalização no piso, para mostrar a distância segura entre os colaboradores.

Contribuição com a sociedade

Desde o início da pandemia no Brasil, em março, a empresa sempre se mostrou atenta à segurança dos colaboradores, dos stakeholders e ao bem-estar da sociedade em torno das suas plantas. Tanto que anunciou uma série de iniciativas para ajudar no combate à covid-19.

Entre as medidas adotadas, destacam-se a doação de quatro unidades da Toyota Hilux adaptadas para ambulância e o fornecimento de cerca de 30 mil frascos de álcool em gel. A companhia ainda entregou 25 toneladas de alimentos para as comunidades em vulnerabilidade social das cidades onde atua, como São Bernardo do Campo, Indaiatuba, Sorocaba, Porto Feliz, todas no Estado de São Paulo, Guaíba, no Rio Grande do Sul, e em alguns municípios onde a Fundação Toyota tem projetos de conservação ambiental, como no Nordeste e na região da Serra da Mantiqueira, entre os estados de São Paulo e Minas Gerais. Neste último caso, foram doadas cestas funcionais, com hortaliças, produzidas por agricultores locais, com o objetivo de estimular a economia local.

A fim de gerar renda para essas comunidades do entorno, a empresa também anunciou a doação de 28 mil máscaras de tecido, das quais 8 mil foram produzidas por cooperativas de costureiras, por meio do Projeto ReTornar, feito em parceria com a Associação Social Comunidade de Amor (Asca), de Sorocaba (SP). O lote restante, foi produzido por uma cooperativa local de Tamandaré (IRCOS), no estado de Pernambuco.

Reparo de ventiladores

As ações não param por aí. A Toyota, em parceria com o Senai, participa da rede voluntária de empresas para o reparo de respiradores, na fábrica de Sorocaba. Até o momento, foram recebidas 51 unidades, 21 consertados e entregues a hospitais do Estado, em cidades como Itapetininga, Leme, Ribeirão Pires, São Bernardo do Campo, São Paulo, Sorocaba, Vinhedo, Taubaté e Votorantim.

Desde o final de maio, a companhia faz parte de uma iniciativa com outras empresas, inédita no setor, para produzir 4 mil ventiladores até o fim de julho. Para tanto, forneceu mão de obra e consultoria produtiva, com a utilização do Sistema Toyota de Produção (TPS), que busca aumentar a eficiência operacional.

Semana de Empreendedorismo vai auxiliar pequenos empresários traçar estratégia de sobrevivência para os últimos 180 dias do ano

Em 11 de março, a OMS decretou pandemia mundial do novo coronavírus. Uma crise internacional que conecta, há 100 dias, pequenos empresários de todo mundo e todos os setores diante do mesmo dilema: “eu vou sobreviver a este ano”.

Para ajudar essas lideranças a traçar uma estratégia de ‘fôlego’ para os últimos 180 dias de 2020, a Câmara Americana de Comércio no Brasil (Amcham Brasil) realiza, de 22 a 26 de junho, a Semana Nacional do Empreendedorismo, focada em técnicas de aceleração e recuperação comercial nos últimos dois trimestres do ano.

Com programação digital e interativa, a Semana Amcham de Empreendedorismo traz uma agenda online que envolve capacitação estratégica em tendências de consumo, intraempreendedorismo, criatividade e adaptação ao novo mundo pós-coronavírus. Além disso, a semana envolverá rodadas de networking virtual entre pequenas empresas e grandes corporações e multinacionais brasileiras e americanas, além da oferta de mentoria para pequenos empresários.

Na programação, estão confirmadas as participações de Luiz Alberto Garcia, Presidente de Honra do Conselho de Administração do Grupo Algar; João Appolinário, Fundador e Presidente da Polishop; César Gon, CEO e Fundador da CI&T; Artur Grynbaum, CEO Grupo Boticário; Gustavo Caetano, CEO da Sambatech; Jandaraci Araújo, Subsecretária Estadual do Empreendedorismo, Micro e Pequena Empresa (SP); e Cleusa Maria da Silva, Fundadora da Sodiê Doces.

“Todos ganham ao tirar as pequenas empresas da UTI econômica. Ganhamos em preservação de empregos, cadeia de fornecedores e na manutenção de produtos e serviços que formam boa parte do nosso setor privado nacional”, explica Deborah Vieitas, CEO da Amcham Brasil. Entre as mais de cinco mil empresas associadas a Amcham, 70% são PMEs. Para ver a programação completa, acesse aqui: http://www.amcham.com.br/calendario/

IBM lança Watson Works para ajudar empresas a planejar seu retorno ao local de trabalho

A IBM (NYSE: IBM) anunciou hoje o Watson Works, um conjunto de produtos selecionados que integra modelos e aplicativos de inteligência artificial (IA) do Watson para ajudar as empresas a gerenciar vários aspectos do desafio de retornar ao local de trabalho dando sequência às medidas de quarentena destinadas a conter a disseminação da COVID-19.

Para que as pessoas retornem ao local de trabalho durante uma prolongada pandemia global, são necessárias novas abordagens para promover a saúde, segurança e produtividade dos trabalhadores de maneira a preservar a privacidade. O Watson Works fornece insights baseados em dados para ajudar os empregadores a tomar decisões informadas sobre a volta ao local de trabalho, administração do escritório, alocação de espaço e outras prioridades associadas à COVID-19.

“Nós projetamos o Watson Works para ajudar as organizações a conceber o local de trabalho da maneira mais segura e eficiente possível durante a crise de saúde COVID-19 em andamento”, disse Natalia De Greiff, Vice-Presidente de Cloud e Cognitive Sofwate da IBM América Latina. “O uso de modelos e aplicativos de IA é particularmente útil nesse contexto, caracterizado por diferentes fontes de informações que as organizações devem considerar e pelo dinamismo contínuo de cada aspecto da situação”.

O Watson Works foi projetado para ajudar as organizações com esses elementos no processo de retorno ao local de trabalho, em resposta aos desafios relacionados à COVID-19

• Gerenciar instalações e otimizar a alocação de espaço usando dados em tempo real providos pelo empregador, incluindo Wi-Fi, câmeras, sinalizadores Bluetooth e telefones celulares. Coletados de maneira desenhada para preservar a privacidade dos funcionários, esses dados permitem que os gerentes redistribuam rapidamente espaços, designem zonas proibidas, organizem limpezas e controlem a circulação, o distanciamento social e o uso de máscaras faciais.

• Priorizar a saúde dos funcionários, habilitando os empregadores a tomar decisões baseadas em evidências sobre quando decidir que os funcionários retornem ao local de trabalho e quando determinados escritórios ou locais de trabalho devem ser fechados. Facilitar a coleta e análise de dados em tempo real de várias fontes, incluindo taxas e tendências locais de infecção, sintomas e resultados dos testes dos funcionários compartilhados de maneira voluntária, riscos à saúde dos funcionários e das famílias e regras estaduais e locais. Adicionalmente, os gerentes podem receber alertas rápidos sobre atualizações relevantes.

• Comunicar-se com funcionários, fornecedores e outras partes interessadas. Por meio de agentes virtuais e aplicativos que usam os recursos de processamento de linguagem natural de Watson, os funcionários podem obter respostas do empregador para a COVID-19 e questões de recursos humanos, autodeclarar sintomas ou saber se devem ou não se apresentar-se no trabalho naquele dia. Os funcionários também podem descobrir qual o melhor horário considerado pelo empregador para chegar ao escritório de forma a evitar aglomerações.

• Maximizar a eficácia do rastreamento de contatos, ajudando as organizações dando apoio para agentes de atendimento e rastreadores de contatos. Quando os funcionários notificam voluntariamente seus empregadores de um resultado positivo do teste, e dão consentimento, os rastreadores de contatos podem conduzir entrevistas e usar informações de várias fontes para ajuda a identificar os indivíduos que devem ser notificados sobre uma exposição potencial, documentar todas as informações relacionadas ao caso em um sistema seguro e que preserva a privacidade, e acionar fluxos de trabalho de gerenciamento de caso projetados pelo empregador para apoiar os funcionários enquanto eles se recuperam.

A IBM tem uma posição histórica de liderança no gerenciamento responsável das tecnologias e dos mais valiosos dados dos clientes. Watson Works estará em conformidade com os tradicionais altos padrões éticos da empresa ‘Princípios de Confiança e Transparência (Principles for Trust and Transparency)’ e as orientações para desenvolvimento de tecnologias em resposta à emergência pelo COVID-19. Watson Works é um conjunto de produtos selecionados baseados nas capacidades de IBM Return-to-Workplace Advisor, IBM TRIRIGA, IBM Watson Care Manager, IBM Maximo Worker Insights e IBM Watson Assistant.

Watson Works é um conjunto de produtos selecionados baseados nas capacidades de IBM Return-to-Workplace Advisor, IBM TRIRIGA, IBM Watson Care Manager, IBM Maximo Worker Insights e IBM Watson Assistant.

Para mais informações, visite: http://www.ibm.com/watson/watson-works

Inovação terá papel fundamental na cadeia agropecuária pós-pandemia, diz especialista do GenesisGroup

Devido à crise causada pela pandemia do novo coronavírus, muitas empresas têm priorizado projetos de curto prazo em detrimento de outros, de média e longa duração. “Em tempos de indefinições, é razoável verificar que poucas organizações focam em inovação. No entanto, o investimento em tecnologia indiscutivelmente será um fator transformador na cadeia de produção de alimentos após a pandemia”, entende André Donadel, diretor de T.I. do GenesisGroup, referência em testes, inspeções, análises, certificações e rastreabilidade para a cadeia do agroalimento.

“Diante de todas as mudanças ocorridas nesse período, não tenho dúvidas de que a conformidade com as normas e leis, o chamado compliance, será um processo cada vez mais automatizado e, por extensão, necessário. Isso transformará a cadeia de alimentos de uma forma geral, agregando valor e trazendo mais transparência, considerando que ela será muito mais eficiente do que hoje”, avalia Donadel.

O diretor de T.I. do Genesis ressalta que a pandemia também provocará mudança nos hábitos de consumo. “Por isso, as empresas devem estar preparadas para atender às novas demandas que vão surgir. No Genesis, todos os processos tecnológicos em andamento continuam rodando apesar da crise. Paralelamente, desenvolvemos soluções automatizadas para o controle de qualidade da cadeia de grãos e frutas e verduras, que devem ser oferecidas no mercado ainda este ano”, diz.

Para André Donadel a inovação não necessariamente precisa agregar conceitos disruptivos a todo instante. “Temos projetos muito complexos rodando sim, mas nosso foco também abrange micro inovações. E elas apresentam resultados satisfatórios. Neste cenário de crise, o investimento em inovação, macro ou micro, é um dos pilares da sustentabilidade de qualquer negócio”.

O especialista do GenesisGroup lembra também que o distanciamento social potencializou o uso de ferramentas tecnológicas, levando os produtores rurais ainda mais para o mundo digital. “O agro que sempre teve a característica da presença física nos negócios está se transformando. Os produtores inevitavelmente estarão aptos a pensar mais em processos digitais inovadores, tendo a consciência de que estando mais próximo das novas tecnologias estará um passo à frente em termos de eficiência,” ressalta.

Comércio exterior: incertezas atuais e futuro pós-pandemia

Por Marcia Hashimoto

Começamos 2020 cheios de expectativas positivas, principalmente quanto ao futuro do comércio exterior. Mas, fomos surpreendidos por uma pandemia devastadora que, rapidamente, resultou em uma crise econômica mundial, impactando diretamente na redução da oferta de mão de obra e rupturas de cadeias globais de valor.

Mesmo que incertezas cerquem as atividades econômicas, tornando cenários futuros difíceis de serem avaliados, é possível listar alguns aspectos que podem reduzir ou ampliar os efeitos do novo coronavírus no setor. Não é a primeira crise que vivemos, mas sem dúvida é uma das piores, e não será a única.

Recentemente, o Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (IPEA) divulgou um estudo que prevê a desaceleração do comércio internacional, causando uma retração nas exportações brasileiras de 11% a 20% em 2020. Mas, o relatório prevê, também, cenários otimistas obtidos por meio de um documento, produzido pela Organização Mundial do Comércio (OMC), que elabora simulações de impacto da Covid-19 sobre o comércio mundial a partir de um modelo de equilíbrio geral computável. No cenário otimista da OMC, as exportações sofreriam queda de 17,7% em 2020, recuando para US$ 185,4 bilhões. A perda acumulada no biênio (2020-2021) seria da ordem de US$ 9 bilhões, e o montante exportado ficaria em um nível próximo do registrado em 2017.

Sabemos que o mercado, de forma geral, tem seus altos e baixos – uma hora favorável para importação, outra para exportação. Por isso, é necessário que o empresário esteja disponível e atento para os dois mercados, seja para buscar novos produtos, soluções, inovação em outros países ou para adaptar e disponibilizar sua mercadoria. Os negócios do Brasil com o exterior não pararam durante a pandemia. E isso se deve ao fato do nosso país, inclusive a alfândega, ter investido muito em tecnologia e sistemas nos últimos anos, o que permite que hoje muitas atividades sejam realizadas remotamente.

Ainda segundo o IPEA, para 2021, o crescimento das exportações deve ficar em uma faixa de 10% a 15%. Em valores, isso significaria algo entre US$ 200 bilhões e US$ 230 bilhões, a depender do valor efetivamente registrado em 2020. Nas importações, uma avaliação dos diferentes métodos e cenários permite prever crescimento em 2021 entre 10% e 20%, o que significaria, em valores, algo entre US$ 154 bilhões e US$ 168 bilhões.

Quando superarmos a crise sanitária causada pelo novo coronavírus, é possível prever que, a economia mundial se depare com um ambiente de negócios internacionais mais propenso à imposição de restrições de vários tipos aos fluxos de comércio e, também, aos fluxos de investimento direto estrangeiro. Apesar disso, as oportunidades irão surgir, e é preciso estar preparado.

Por isso, o conselho que dou a você, que importa, exporta ou quer entrar nesse mercado, é: esteja atento! Não deixe de acompanhar as movimentações. Aproveite o tempo para aprender, passar pelos processos necessários para que seus negócios estejam aptos para a retomada. E uma última orientação, estar perto de seus clientes é muito importante, mas não se esqueça de seus fornecedores, pois ter uma boa carteira de fornecedores vai ajudá-lo a estar pronto para o recomeço.

Por isso, o conselho que dou a você, que importa, exporta ou quer entrar nesse mercado, é: esteja atento! Não deixe de acompanhar as movimentações. Aproveite o tempo para aprender, passar pelos processos necessários para que seus negócios estejam aptos para a retomada. E uma última orientação, estar perto de seus clientes é muito importante, mas não se esqueça de seus fornecedores, pois ter uma boa carteira de fornecedores vai ajudá-lo a estar pronto para o recomeço.

Marcia Hashimoto, Diretora Executiva da Infolabor Consultoria

Tray e Yapay abrem vagas nas áreas de tecnologia, comercial e negócios

A Yapay, plataforma de pagamentos e a Tray, plataforma de e-commerce completa, fazem parte do commerce da Locaweb, e estão com processo seletivo em aberto para 23 vagas, em regime home office full time, enquanto durar o isolamento social para o bem-estar e saúde de todos os colaboradores.

As oportunidades para candidatura em Marília (SP) são: Programador, Desenvolvedor de Software, Analista de Infraestrutura/Devops, Programador Ruby, Analista de Atendimento, Analista de Infraestrutura, Scrum Master, Analista de Contas, Analista de Riscos e Cobranças, Desenvolvedor Front End, Analista de Cobranças e Analista de Negócios.

O regime de contratação é CLT e a empresa oferece salário compatível com o mercado e pacote completo de benefícios: plano de saúde, vale transporte e/ou estacionamento gratuito, seguro de vida, plano odontológico, vale refeição ou vale alimentação, PPR (Programa de Participação de Resultados), além de oferecer frutas todos os dias, máquina de café à vontade, parceria com diversos estabelecimentos na área de saúde, lazer, entretenimento e estudos em geral, além de day off.

Para obter mais informações sobre as oportunidades, assim como se candidatar, acesse: http://jobs.kenoby.com/locaweb

Home office: sonho ou pesadelo?

Renato Alves, Diretor de expansão da Bicalho Consultoria Legal

Antes da pandemia do novo coronavírus eclodir no Brasil e no mundo afora, milhares de pessoas tinham o sonho de poder trabalhar de casa, usando o seu computador, internet e telefone. Conciliar o serviço com as outras atividades do dia, ter mais tempo com os familiares e amigos e conseguir atuar dentro do horário comercial, sem precisar enfrentar o trânsito nem encarar transportes públicos lotados, parecia a solução de grande parte dos problemas. No entanto, depois de semanas sendo obrigados a trabalhar em esquema home office para evitar a proliferação da doença, pergunto: será que o sonho virou pesadelo?

É óbvio que as condições atuais não faziam parte do cenário que em outro tempo imaginávamos. Se por um lado, de repente, muitos indivíduos se viram trabalhando em casa, junto com a presença integral das pessoas com quem divide o lar e em ambiente improvisado, por outro, empresas que nunca tinham adotado o home office, encontraram enormes dificuldades para gerenciar o negócio à distância, garantir que não sofresse os impactos da pandemia e que a qualidade da entrega dos seus colaboradores não iria declinar, uma vez que as cobranças e os direcionamentos passaram a ser feitos por e-mail e videoconferências.

Estamos tendo tempo o suficiente para nos adaptar a essa nova realidade e acredito que essa mudança no mercado de trabalho veio para ficar em definitivo. E não é apenas a minha opinião que aqui exponho. Uma pesquisa realizada pela consultoria Cushman & Wakefield, especializada em serviços imobiliários comerciais, aponta que quase 74% das companhias pretendem instituir o trabalho remoto depois que a crise passar. A organização entrevistou 122 executivos de multinacionais que atuam no Brasil.

Para comparação, na Bicalho Consultoria, rede onde sou diretor de expansão, 70% da equipe manifesta interesse em continuar trabalhando de suas casas.

Trabalhar sozinho exige muito foco e disciplina para que a rotina seja satisfatória e é difícil, ainda mais no meio de uma pandemia, encontrar a performance ideal para fugir das armadilhas que estar em casa proporciona, como acordar mais tarde, passar o dia de pijama e fazer pausas para descansos no meio do expediente. Estabelecer regras, horários e pontuar as prioridades como se estivesse no escritório é fundamental para que você seja produtivo.

E lembre-se: estar em casa não significa se esforçar mais que o necessário. A mente precisa descansar e temos que dedicar tempo para ficar com os filhos, ler, estudar, praticar exercícios e fazer o que quisermos, dentro dos nossos limites atuais.

Sou apaixonado pelas pessoas, por dividir o meu dia com os outros e espero que em breve toda a situação em que nos encontramos hoje melhore. Ainda que tenhamos que trabalhar de dentro das nossas casas para sempre, que o ir e vir seja livre para podermos encontrar nossos parentes, amigos e quem tanto nos fez falta durante a quarentena e o isolamento social. Enquanto isso, não se sinta solitário.

Use as ferramentas digitais a seu favor e mantenha uma boa comunicação com a sua equipe. Se tudo der certo, logo estaremos juntos!

Rumo a um Contact Center cada vez mais cognitivo

Por Pablo Sánchez Pérez, Diretor de Marketing Corporativo da Atento

De acordo com estudos realizados pelo IDC Research Spain, o mercado de RPA dobrará nos próximos anos, crescendo a taxas de 50,1% de CARG (2019-2021). Outro aspecto que se destaca é a coexistência entre humano e máquina, estimando-se que em 2024, 20% dos trabalhadores especializados terão um assistente digital, enquanto 50% das tarefas repetitivas serão automatizadas em 4 anos.

Com o objetivo de fornecer as melhores ferramentas para os agentes dos centros de experiência do cliente, as empresas estão introduzindo diferentes tecnologias, como RPA, Inteligência Artificial, Speech Analytics, NLP (Natural Language Processing), Machine Learning, Assistentes Virtuais, Analytics… Todas essas tecnologias estão disponibilizando ao usuário um ecossistema de autoatendimento sem precedentes, o que o permite resolver autonomamente a maioria das etapas necessárias ao entrar em contato com as marcas. Esse seria um nível de sofisticação de Front que, em pouco tempo, adquirirá um nível de autogerenciamento incrivelmente eficiente, o que resultará na melhoria da Experiência do Cliente.

Mas essa tecnologia é disponibilizada não apenas ao Front, mas também ao Back. Esse é o conceito que chamamos de Cognitive Contact Center e que consiste, basicamente, em colocar todas essas ferramentas avançadas a serviço dos agentes, para que operem com mais eficiência e qualidade, concentrando-se apenas em gestões de alto valor, pois os demais terão resposta automática. Indo um passo adiante, esses esforços serão resolvidos pelos agentes, aproveitando a tecnologia em um nível muito mais alto do que o atual, fazendo com que essa tecnologia seja capaz de uma autoaprendizagem contínua, para que gradualmente assuma tarefas cada vez mais complexas. Agora, se há uma mudança tecnológica que o setor de relacionamento com o cliente experimentará nos próximos anos, será a chegada do Cognitive Contact Center. Uma nova era que trará o salto mais disruptivo dos últimos anos.

Focando-nos em uma dessas peças da engrenagem do Cognitive Contact Center, temos a tecnologia RPA e vemos que ela pode agregar valor em três níveis. Atualmente, estamos na primeira etapa, na qual usamos RPA em processos específicos para melhorar a eficiência e torná-los mais produtivos. O próximo passo seria criar o próprio processo a partir da RPA para obter resultados rápidos, ou seja, não apenas adaptar, mas já pensar nos processos a partir de uma mentalidade RPA. A etapa final desejada para o Contact Center, que tem sua natureza no gerenciamento dos processos, é conseguir uma transformação dos negócios por meio da implementação do RPA; isso seria alcançado se aproveitarmos essa tecnologia para desenhar um projeto mais robusto, que consiga agir como base para todas as operações.

Ainda estamos dando pequenos passos, aproveitando as chamadas “quick wins”, para convencer uma organização dos benefícios do RPA. No momento em que houver uma abordagem prévia que assuma o RPA como parte da estratégia, e não como um patch tático, o resultado será surpreendente.

Mandic Cloud Solutions adota home office como modelo de trabalho permanente

Apoiada por uma pesquisa interna, a Mandic Cloud Solutions, referência em gerenciamento de Cloud e DevOps na América Latina e líder brasileira na gestão de ambientes em nuvem, decidiu implementar o modelo home office como prática permanente da companhia em todos os seus escritórios. A mudança engloba 300 colaboradores de todos os níveis, que atuam em Maringá (PR), São Paulo e Rio de Janeiro, e promete mais eficiência e qualidade de vida.

Por conta das medidas de isolamento social impostas pela Covid-19, a Mandic Cloud já estava operando com 100% da equipe em trabalho remoto nos últimos três meses. A decisão de manter esse modelo até o final de 2020 se deu com base em uma pesquisa de opinião interna com os funcionários e avaliação de todos os pontos que envolveriam uma fase intermediária de retorno. Com isso, e em função do baixo número de casos de Covid-19 no Paraná, apenas o escritório de Maringá seguirá operando de maneira fixa. Nele, os trabalhadores poderão optar pelo trabalho presencial ou remoto.

O levantamento apontou que 85% dos colaboradores tiveram uma percepção de aumento de produtividade no home office e 71% sentiram melhora na qualidade de vida. Além disso, 88% citaram como benefício menos stress e economia do tempo em trânsito e 66% apontaram mais disponibilidade para se dedicar a capacitação. Já a respeito dos desafios, 63% disseram sentir falta da interação social e 47% mencionaram a falta de troca de informação entre equipes.

“Com a nossa pesquisa identificamos que mais de 90% dos colaboradores gostariam de trabalhar em um modelo home office mais abrangente. Era desejo da empresa ter uma política de trabalho remoto, pois isso era visto como um benefício importante para melhora na qualidade de vida”, comenta Vanessa Haba, diretora de Pessoas da Mandic Cloud.

“Claramente, existem vários desafios na gestão das equipes, comunicação e engajamento dos times – o home office envolve autonomia, confiança, proximidade e apoio do gestor com sua equipe. Por outro lado, este cenário permite mais flexibilidade e amplia a nossa estratégia de contratações, inclusive para profissionais que residem fora do país. Acredito que esse modelo de trabalho será adotado por muitas empresas como diferencial”, completa a executiva.

Com essa ação, todos os processos de seleção e recrutamento têm sido e permanecerão sendo realizados de forma remota. Isso ajuda a companhia a prospectar talentos em outras regiões, como a Colômbia, onde já conta com uma operação. Os novos colaboradores serão integrados seguindo um protocolo que envolve um manual geral de orientação e uma trilha de desenvolvimento na Mandic Universidade Corporativa. A prática já era adotada com os times e viabilizou a implementação do modelo home office com mais facilidade.

“A mudança na forma de organizar as equipes faz parte do propósito da Mandic de ser uma empresa fantástica para se trabalhar, por isso, ouvimos nossos colaboradores e definimos esse modelo, tomando todas a medidas necessárias para que a medida seja eficaz. Além de proporcionar mais qualidade de vida ao time, queremos prepará-los para modelos futuros de trabalho e estar à frente também na gestão da equipe”, ressalta Maurício Cascão, CEO da Mandic Cloud.

Para apoiar os colabores no processo de montagem dos escritórios em suas casas, a companhia disponibilizará um auxílio financeiro, além de descontos em empresas parceiras para viabilizar a aquisição de mesas, cadeiras e acessórios e periféricos de trabalho. O funcionário também receberá um adicional mensal para gastos com luz e internet.

A Mandic Cloud Solutions ainda segue de acordo com todos os protocolos de saúde e segurança em relação à Covid-19. Caso algum colaborador, familiar ou pessoa conhecida venha a contrair a doença ou apresentar sintomas, todos que tiveram contato devem permanecer em quarentena por 14 dias e tomar todas as recomendações necessárias.

Vagas

A Mandic Cloud segue com oportunidades abertas e está com mais de 50 vagas, de nível júnior a sênior, para as áreas de Engenharia Cloud, Governança, Serviços Dedicados, Arquitetura de Soluções, SRE, Suporte e Sustentação. As inscrições e pré-requisitos podem ser consultados no link: http://jobs.kenoby.com/mandic-cloud-vagas/.

“O setor continua muito promissor e estamos demandando mais profissionais da área. Com a pandemia, alguns perfis ficaram até mesmo mais valorizados! Isso porque a digitalização que já ocorria foi acelerada e as empresas passaram a se preocupar ainda mais em tornar suas estruturas mais escaláveis e ágeis. Assim, passamos por uma transformação cultural de 6-7 anos em 3 meses e precisamos acompanhar essa evolução nas relações de trabalho”, finaliza Vanessa.

Programa de Inovação da CDL POA busca startups para desenvolver soluções transformadoras ao varejo

A CDL Porto Alegre lança Programa de Inovação para conectar startups de todo o Brasil ao setor do varejo. A iniciativa propõe uma transformação 360° do mercado varejista com um olhar para o futuro, a partir da implementação de soluções que qualifiquem e desenvolvam empresas para superar desafios. O anúncio oficial do Programa ocorrerá nesta quinta-feira (18) .

A iniciativa da Entidade está alinhada ao seu propósito para os próximos anos: investir em tecnologia e inovação a fim de fortalecer e impulsionar empresas varejistas, reconstruindo estruturas e possibilitando um ambiente de renovação aos negócios. As primeiras ações surgiram ainda em 2019, quando a CDL POA aderiu como signatária e membro da mesa diretiva ao Pacto Alegre – movimento destinado à criação de um ambiente criativo e inovador na Capital gaúcha. Formalizou, ainda, sua participação como sócia-fundadora do Instituto Caldeira – hub de inovação com a missão de impulsionar transformações e novos negócios, conectando empresas e startups. No fim do ano, também promoveu o Hackathon – Inovando o varejo e transformando negócios a fim de discutir os desafios de transformação do mercado, propondo soluções ao setor.

Para o presidente da CDL POA, Irio Piva, o Programa de Inovação vem como resultado dos esforços da Entidade em busca de transformação e alternativas que reinventem e impulsionem o setor varejista com tecnologia e soluções eficientes para fortalecer o mercado. Segundo o dirigente, a intenção é incentivar a criação de novos e mais qualificados produtos e serviços: “Aos empresários do segmento, o Programa propiciará o acesso a soluções que façam diferença nos seus negócios, e às startups, oportunizará maior visibilidade e impacto no ecossistema varejista. E o resultado disso é um ambiente estimulador de novas ideias, onde todos ganham”. Ainda, Irio Piva ressalta que o Programa também atende às novas necessidades do mercado, que passa por um profundo momento de reconstrução, auxiliando empresas de todos os portes e segmentos.

Sobre o Programa de Inovação da CDL POA

O Programa será executado em sete etapas, com início na seleção das startups e término com a premiação e a aceleração das vencedoras. O Projeto contará também com a mentoria da Grow+ e da Anlab – empresas reconhecidas no mercado por sua expertise em inovação. As inscrições estarão abertas entre os dias 18 de junho e 17 de julho de 2020, e poderão ser realizadas pelo site http://www.cdlpoa.com.br.

Os projetos serão selecionados a partir de sua aplicabilidade nas áreas de Cultura Digital, com soluções para capacitações, treinamentos, gamificação e ações de engajamento; Eficiência Operacional, para conectar todas as pontas de uma operação, desde a logística até as compras; Experiência de Compra, auxiliando em uma experiência de compra personalizada por meio de novas tecnologias; e Inteligência de Dados, voltada para captura e análise de dados em cada etapa da jornada de compra .

Durante o Programa, serão realizadas sete etapas de execução:

1. Inscrição das startups;
2. Seleção – 20 startups avançam para o Pitch Day;
3. Pitch Day – apresentações para a banca avaliadora;
4. Bootcamp – treinamento, identificação de gaps e aprofundamento das soluções;
5. Demoday – demonstrações das soluções e propostas de aplicabilidade ao Programa;
6. Formalização – possibilidade de contratação e de ingresso na etapa de aceleração;
7. Aceleração – startups vencedoras executarão suas soluções sob a coordenação de Grow+ e Anlab, focadas nas demandas da CDL POA.

Ao final do Programa de Inovação, as três startups vencedoras serão premiadas com valores que podem chegar até R﹩ 30 mil, além da aceleração de seus negócios. Durante todo o processo de seleção e desenvolvimento, as startups terão a possibilidade de fechar contratos e parcerias comerciais com a CDL POA; aderir ao portfólio de soluções da Entidade; acessar as três mil empresas associadas e as 130 entidades parceiras da CDL POA, que impactam em mais de 200 municípios do Rio Grande do Sul e 30 mil empresas; participar de eventos e ações relacionados; manter contato com a base de dados e produtos SCPC, já que a CDL POA é parceira de negócios da Boa Vista Serviços.

Mercado de computadores surpreende e cresce 16% no primeiro trimestre de 2020, revela estudo da IDC Brasil

O mercado de computadores vendeu 1,47 milhão de unidades entre os meses de janeiro e março de 2020 e cresceu 16%, desempenho bastante relevante em relação ao mesmo período de 2019, quando caiu 6,2%. A conclusão é do estudo IDC Brazil PCs Tracker 1Q2020, da IDC Brasil, líder em inteligência de mercado, serviços de consultoria e conferências com as indústrias de Tecnologia da Informação e Telecomunicações. Do total de vendas, 71,9% foram notebooks, com 1,064 milhão de unidades, e 28,1% foram desktops, com 415,6 mil. Em relação ao primeiro trimestre do ano passado, as vendas de notebooks cresceram 18,8% e as de desktops 9,6%. A receita do mercado de computadores também teve alta de 30,6% e foi de R﹩ 5,16 bilhões .

Segundo Rodrigo Okayama Pereira, analista de mercado da IDC Brasil, o motivo para o aumento de vendas foi a pandemia de covid-19 . “Empresas tiveram que comprar ou alugar equipamentos para colocar seus funcionários em home office. Enquanto isso, nas casas, as famílias precisaram de um computador por pessoa para dar continuidade ao trabalho e estudo durante a quarentena”, explica. O analista da IDC ressalta que a demanda foi tão alta que mesmo grandes empresas, que costumam fazer suas compras via canal de distribuição, foram até o varejo para completar o número de máquinas necessárias para dar continuidade aos negócios. A quarentena também alavancou os negócios de integradores de sistemas e as vendas de assinaturas de DaaS (Dispositivo como Serviço).

Comparado aos meses de janeiro, fevereiro e março de 2019, as vendas de computadores para o segmento corporativo cresceram 17,2%, com 531.170 unidades. Segundo o analista da IDC Brasil, esse crescimento não surpreendeu. “Desde o início do ano, fabricantes e canais vinham acompanhando a evolução do novo coronavírus pelo mundo, previram que chegaria ao Brasil e anteciparam seus negócios, mantendo preços e estoque”, explica. Com crescimento de 60%, comparado ao mesmo período de 2019, educação surpreendeu no segmento corporativo e, de acordo com Rodrigo, o home schooling promoveu a transformação digital da vertical antes do esperado .

No varejo, o crescimento foi de 15,4%, com a venda de 943.392 máquinas. O preço médio dos computadores no primeiro trimestre de 2020 foi de R﹩ 2.798,06, alta de 12,4% em relação ao mesmo período do ano passado.

Expectativas

Para a IDC Brasil, no segundo e terceiro trimestre de 2020 o mercado de computadores sentirá os impactos da pandemia de covid-19, da alta do dólar e do desemprego. “Inicialmente, era esperado fechar o ano em alta, mas agora a previsão é de queda de 1% no mercado corporativo e de 5% no varejo”, afirma Rodrigo, lembrando que o modelo Device as a Service seguirá como tendência no mercado corporativo.

Ocyan seleciona 17 startups de todo o país para o Pitch Day do programa Ocyan Waves Challenge em seu 2º ano

Após análise de 106 startups interessadas em participar do programa de inovação Ocyan Waves Challenge, 17 empresas foram selecionadas para a segunda fase, chamada de Pitch Day .

Esta etapa acontecerá no dia 25 de junho e, este ano, será virtual devido à pandemia e o distanciamento social. Neste dia, os participantes apresentarão com mais detalhes soluções encontradas para os desafios operacionais definidos pela Ocyan.

“Ficamos surpresos com a grande quantidade de inscritos, uma vez que nesse ano os desafios são mais técnicos. Mesmo com essa complexidade, notamos que existem diversas startups qualificadas e especializadas no país. Esta etapa é muito importante devido à interação entre as startups e a Ocyan. É o momento em que as equipes das áreas que precisam das soluções terão o primeiro contato com os empreendedores. No Pitch Day todos poderão se conhecer, esclarecer dúvidas, dar sugestões e avaliar melhor as propostas” explica Rodrigo Lemos, Diretor de Produção Offshore e líder do Ocyan Waves .

Em 2019, a Ocyan lançou o programa Ocyan Waves Challenge para buscar startups que podiam apresentar soluções operacionais às diversas áreas da empresa e, depois de um ano de trabalho intenso, cinco startups foram contratadas e hoje os resultados já podem ser verificados e acompanhados .

Este ano, foram escolhidos cinco novos desafios: i) análise em tempo real de fluidos do BOP (Subsea Blowout Preventer); ii) autoatendimento em almoxarifado; iii) digital twin do BOP; iv) predição de falhas e gestão de mangueiras do Topdrive; e v) sistema inteligente de gestão de alarmes.

Startups de todo o país puderam se inscrever e a busca por diversidade, que faz parte dos valores da Ocyan, esteve representada entre os participantes. “A boa notícia é que temos encontrado empreendedores por todo o Brasil, muito além do eixo Rio-São Paulo”, afirma Lemos.

Para o desafio de análise em tempo real de fluidos do BOP (Subsea Blowout Preventer) as selecionadas foram: Bahri Inteligência Industrial; Eireli EPP; H2METRIC; TSMP Gestão de Ativos e XMachina .

Para o autoatendimento em almoxarifado, as que seguem para o Pitch Day são: GYTH Desenvolvimento de Sistemas Ltda; LEDCORP TAU LAB; SOLENTECH – SOLUTION, ENGINEERING & TECHNOLOGY; e TCIA – CFK .

Para o desafio digital twin do BOP as selecionadas foram GoEPIK; UBIVIS; Vidya Technology; e PhDsoft Tecnologia Ltda .

Em predição de falhas e gestão de mangueiras do Topdrive apenas uma se enquadrou no que a empresa busca: a 2SOLVE .

E finalmente para o sistema inteligente de gestão de alarmes avançaram no processo MURABEI DATA SCIENCE; CONCERT Cloud; Delfos Intelligent Maintentance; e Smart-Tech .

Por regiões, o Sudeste e o Sul estão representados por sete startups cada; o Centro-Oeste com duas e o Nordeste, uma, totalizando 17 startups.

As etapas seguintes do Ocyan Waves Challenge serão a Imersão, em que startups com maior aderência aos desafios da empresa, após análise das propostas, seguirão adiante até o projeto piloto, quando as soluções serão desenvolvidas. As startups aprovadas após o projeto piloto passam a ser fornecedoras da companhia .

A empresa Innoscience é a responsável pela estruturação e operacionalização do Ocyan Waves Challenge.

Microsoft Reactor: nova iniciativa de apoio ao ecossistema de startups e desenvolvedores é lançada no Brasil

A Microsoft lançou hoje o primeiro Microsoft Reactor da América Latina. São Paulo foi a cidade escolhida para abrigar o centro de aprendizado e compartilhamento técnico, onde desenvolvedores e profissionais de tecnologia podem se conectar com a comunidade local e desenvolver novas habilidades para impulsionar a inovação em suas organizações. Inicialmente e até que seja seguro reunir grupos, todas as atividades do novo Microsoft Reactor acontecerão online.

O Microsoft Reactor São Paulo nasce em uma parceria com o hub da Distrito, a maior comunidade independente de inovação e startups da América Latina, composta por 5 centros de tecnologia. Futuramente, quando as atividades presenciais forem retomadas, o Reactor terá como casa um dos espaços da Distrito, o prédio Distrito Adtech, que fica localizado no bairro dos Jardins, em São Paulo.

“Vivemos um momento em que a recapacitação tecnológica e a oferta de treinamento para o ecossistema de desenvolvedores e startups será ainda mais crucial para apoiarmos o desenvolvimento de inovações relevantes e geração de novos negócios no Brasil”, afirma Franklin Luzes, vice-presidente de operações da Microsoft Participações.

A companhia realizou uma transmissão ao vivo para a imprensa para apresentar as novidades da nova iniciativa de apoio à inovação. O evento online contou com a participação de Tânia Cosentino, presidente da Microsoft Brasil; Franklin Luzes, vice-presidente de operações da Microsoft Participações; Gustavo Araújo, CEO da Distrito; Camila Achutti, CEO e Fundadora da MasterTech; e Licia Souza, CEO da WE Impact.

“O Microsoft Reactor já é um programa com presença global consolidada e o lançamento da iniciativa no Brasil reforça o compromisso da Microsoft com a inovação no país e com o ecossistema de empreendedores e startups brasileiros para a criação de soluções colaborativas”, afirma Tânia Cosentino, presidente da Microsoft Brasil.

“Como Distrito, vemos grande valor em termos o Microsoft Reactor São Paulo em um dos nossos Hubs de Inovação. É um projeto internacional e de alto nível para a capacitação de startups e grandes empresas em tecnologias chave para a transformação digital, como inteligência artificial e cloud. A Microsoft notadamente se destaca no domínio dessas tecnologias e, ao capacitar o ecossistema com o que existe de mais avançado nessas áreas, impulsionará o desenvolvimento de empreendedores, startups e corporações brasileiras”, diz Gustavo Araújo, CEO da Distrito.

De acordo com Franklin Luzes, enquanto os eventos presenciais não são recomendados, os interessados podem acessar online os diversos cursos, treinamentos e paineis disponíveis, inclusive os ministrados pelos desenvolvedores e startups localizados nos demais Microsoft Reactors espalhados pelo mundo nas cidades de: Redmond, São Francisco, Nova York, Toronto, Londres, Estocolmo, Sidney, TelAviv, Abu Dhabi, Bangalore e Shangai.

Em suas dez semanas iniciais, o Reactor oferecerá cursos sobre ciência de dados, aprendizado de máquina, serviços de IA, blockchain e desenvolvimento web. Todo o conteúdo será gratuito e trará o que há de mais significativo nos principais tópicos de tecnologia, do nível introdutório ao avançado, para que os participantes construam a sua base de conhecimento. Confira o calendário de eventos: https://developer.microsoft.com/en-us/reactor/

O lançamento do Microsoft Reactor São Paulo se conecta às demais iniciativas que a empresa já possui para apoiar o ecossistema de inovação de empreendedorismo. Em novembro de 2019, a Microsoft lançou o Women Entrepreneurship (WE), um programa que tem como proposta estimular o empreendedorismo feminino no país. A primeira grande iniciativa do WE partiu da Microsoft Participações que, em parceria com Sebrae Nacional e M8 Partners, estruturou o fundo WE Ventures, que tem como foco o investimento em startups lideradas por mulheres e que estejam no chamado estágio do “vale da morte”. Os aportes vão de R$ 1 milhão a R$ 5 milhões. O WE Ventures já recebeu apoio de mais duas empresas investidoras – Flex e Grupo Sabin – e pretende captar R$ 100 milhões em cinco anos, já tendo levantado R$ 30 milhões.

Duas startups foram beneficiadas com aporte do Fundo WE Ventures, são elas: Pack ID, que possui uma tecnologia para monitoramento de temperatura e umidade em tempo real para qualquer ambiente; e a We Impact, um ecossistema digital desenvolvido para acelerar o sucesso de mulheres fundadoras de startups em todo o país. A We Impact acompanha as fundadoras de startups ao longo de toda sua jornada empreendedora, investindo capital estratégico e financeiro (pré-seed) para remover as mais importantes barreiras que distanciam mulheres dos negócios tecnológicos, escaláveis e inovadores. Esta última também é parceira do Fundo para originação, desenvolvimento e acompanhamento das startups investidas.

O programa WE como um todo – incluindo WE Ventures e WE Impact – já tem 19 startups lideradas por mulheres sendo apoiadas e elas também poderão se beneficiar das ofertas do Microsoft Reactor São Paulo.

O Microsoft for Startups é outro apoio importante oferecido ao ecossistema de empreendedorismo. Por meio da oferta de créditos na plataforma de nuvem Azure, oportunidades de desenvolvimento e eventos exclusivos, o programa Microsoft for Startups foca no fortalecimento de startups para ajudá-las a expandir e escalar seus negócios.

Desde maio de 2020, todas as startups afiliadas ao Microsoft for Startups também passaram a ter acesso gratuito por até 12 meses à Power Platform, um grupo de aplicativos e serviços projetados pela Microsoft para ajudá-las a criar aplicativos comerciais personalizados, de nível profissional, voltados à automatização de fluxos de trabalho e visualização dinâmica de dados. No Brasil, a Microsoft já disponibilizou mais de US$ 205 milhões em créditos de nuvem Azure para startups. Desde 2011, aproximadamente 7,1 mil startups já foram apoiadas pela empresa em todo o país.

Além do WE, a Jornada Empreendedora já teve também o Fundo BR Startups, criado em 2014 pela Microsoft Participações. Ele fomentava o ecossistema de startups com investimentos entre R$ 500 mil e R$ 3 milhões em empresas nacionais. Além da Microsoft, era formado pelo Banco do Brasil Seguros, Banco Votorantim, Algar, Bayer, e Agência de Fomento do Estado do Rio de Janeiro (AgeRio). Em 5 anos de operação, o Fundo BR Startups captou R$ 32 milhões e investiu em 15 startups.

Usuários de apps de compra estão cada vez mais engajados em todo o mundo, aponta pesquisa

Os aplicativos de compras vêm tendo um crescimento significativo em todo o mundo, e adquirir usuários por meio de ações de marketing é uma tarefa cada vez mais simples. No Brasil, a maior parte das pessoas navega pelos apps logo no primeiro dia depois do download. É o que aponta o relatório ShoppinAppRepor2020, promovido pela Liftoff, líder global em marketing e retargeting de aplicativos, e a Adjus.

A pesquisa analisou 129 apps de e-commerce, marketplace e cupons (rewards), 53 bilhões de impressões, 558 milhões de cliques, 10 milhões de instalações e 2 milhões de primeiros eventos (primeira compra em um app) entre 1 de abril de 2019 e 1 de abril de 2020.

As transações por meios digitais já crescem quase cinco vezes mais rápido que as vendas em lojas físicas , e os smartphones devem ser responsáveis por quase três quartos de todas as compras online até 2021. Com isso, profissionais de app marketing têm um ambiente favorável para a promoção de campanhas com custos cada vez mais baixos em todas as etapas do funil de vendas.

O custo médio para adquirir um cliente que realiza sua primeira compra caiu pela metade em relação ao ano passado, de US﹩ 39,38 para US﹩ 19,47. Os custos por instalações e registros também caíram, respectivamente, para US﹩ 2,87 e US﹩ 8,76. (gráfico 1)

“Os consumidores estão mais receptivos do que nunca para comprar pelo celular. Essa é uma tendência que observamos para o pós-pandemia, com mais e mais pessoas descobrindo a comodidade e a segurança que você tem quando faz uma compra pelo smartphone”, analisa Antonio Affonseca, country manager da Liftoff no Brasil.

O engajamento também vem crescendo significativamente nos aplicativos de compras. A taxa de compras por instalação subiu de 10,5% para 14,7%, enquanto a de registro por instalação foi de 29,8% para 32,8%. (gráfico 2)

O relatório aponta ainda que o tempo médio entre o download do app e o registro é de 16 minutos, e de quase 9h entre a instalação e a primeira compra. (gráfico 3) Houve um aumento na taxa de retenção dos usuários até o sétimo dia após a instalação, mostrando que o usuário está cada vez mais propenso a navegar pelo app nos primeiros dias depois de fazer o download. No Brasil, a taxa vai de 29% no primeiro dia de download para 5% no dia 30. (gráfico 4)

“O usuário de shopping apps é mais pragmático que o de outros tipos de aplicativos. Por isso, o tempo entre o download, o registro e a primeira compra são tão curtos. Em apps de jogos, por exemplo, a conversão da instalação em uma compra pode demorar dias”, analisa Antonio Affonseca .

Assim como se observa em outras categorias, adquirir um usuário no iOS exige mais investimento em relação ao Android. No entanto, as taxas de engajamento do iOS possuem vantagem: 43,7% em registros por instalação e 23,8% em registros por compra, contra 32,6% e 11,8% no Android. (gráfico 5)

A pesquisa também comparou dados de quatro grandes regiões globais: América do Norte, América Latina, Ásia-Pacífico (APAC) e Europa-Oriente Médio-África (EMEA). A América Latina apresenta os custos mais baixos de para adquirir instalações, de apenas US﹩ 1,36. (gráfico 6)

A região também possui vantagem sobre as demais na taxa de conversão em registros (48,2%). A América do Norte, apesar do custo mais alto no topo de funil, leva a melhor na taxa de conversão em compras. (gráfico 7)

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Gráfico 7:

BizCapital recebe investimento de R$65 milhões

A BizCapital, fintech que concede empréstimo online para micro e pequenas empresas, levantou uma rodada de investimento Série B, de R$65 milhões, liderada pelo DEG (Deutsche Investitions – und Entwicklungsgesellschaft), braço de investimento internacional do banco de desenvolvimento alemão KfW. O aporte reforça a confiança de investidores internacionais na capacidade de inovação da BizCapital no mercado de crédito, apesar das circunstâncias desafiadoras causadas pela Covid-19 no Brasil. O MELI Fund, fundo de corporate VC do Mercado Livre, também investiu na rodada.

O investimento levantado pela BizCapital é maior que a soma das duas rodadas anteriores da startup. A fintech já havia recebido aportes da monashees, Chromo Invest e 42K Investimentos, em janeiro de 2018, no valor de R$ 15 milhões. E, em setembro do mesmo ano, houve uma segunda rodada liderada pelo fundo de investimentos Quona Capital, especializada em fintechs em mercados emergentes, no valor de R$ 20 milhões. Os investidores atuais acompanharam a rodada da Série B, reforçando a confiança no potencial da empresa em se tornar líder de mercado.

O dinheiro da nova rodada será utilizado no desenvolvimento de novos produtos para apoiar micro e pequenos empresários, além do investimento em novos canais de distribuição que permitam alcançar ainda mais empreendedores nessa nova fase da empresa. “O que queremos com essa injeção de recursos é ampliar ainda mais a oferta dos nossos produtos, auxiliando o empreendedor, em todas as etapas, ainda mais em um momento tão delicado como esse. Com a crise econômica causada pela pandemia do coronavírus, a BizCapital se mostra uma empresa atuante em seu mercado, trazendo novas oportunidades para que os empresários não fechem suas portas”, explica Francisco Ferreira, CEO da BizCapital.

A fintech, que tem mais de 5 mil clientes espalhados em mais de 1200 cidades brasileiras, viu um aumento ainda maior no número de acessos à plataforma com relação ao ano passado: foram 4x mais empreendedores em busca de crédito. Em meio à crise causada pela pandemia, houve também um aumento de 19% em solicitações de empréstimo por dia útil em março e abril de 2020, em relação ao mesmo período do ano anterior.

Desde sua fundação, em 2016, a BizCapital já cresceu 18 vezes em tamanho e busca desburocratizar o acesso ao crédito, oferecendo aos pequenos empreendedores uma forma rápida de conseguir capital para potencializarem seus negócios, com linha de crédito de até R$ 200 mil para pessoa jurídica.

Corporações globais lançam “Restarting Together”: uma iniciativa para impulsionar a recuperação de empresas após a Covid-19

Telefónica, Endeavor, Boston Consulting Group, CEMEX, Airbus BizLab, BASF, BID Lab, Citi, IE, IESE Business School, Microsoft for Startups e South Summit lançaram o Restarting Together, um desafio global que busca impulsionar projetos inovadores após o impacto da COVID-19. O objetivo da iniciativa é promover projetos desenvolvidos por empreendedores e PMEs que contribuam para acelerar a recuperação econômica após os efeitos da pandemia e criar uma sociedade mais resiliente, com capacidades mais eficazes e sustentáveis contra futuras crises semelhantes. Por meio dessa iniciativa conjunta, esse grupo diversificado de líderes da indústria deseja promover o engajamento da comunidade para construir uma sociedade melhor.

O objetivo geral do Restarting Together é encontrar projetos inovadores que busquem acelerar o retorno à normalidade após o período de confinamento causado pela pandemia da COVID-19. A iniciativa também busca identificar projetos para impulsionar a recuperação econômica de maneira sustentável, visando especialmente a melhoria do emprego, a revitalização do ecossistema de pequenas empresas e a criação de redes e mecanismos de ajuda financeira para situações de crise. Da mesma forma, o desafio incentiva os participantes a propor soluções que fortaleçam a resposta das cidades a qualquer tipo de crise no futuro, seja sanitária, econômica ou impulsionada por questões ambientais ou de mudanças climáticas.

Os participantes interessados podem apresentar suas propostas até 30 de junho de 2020, acessando o site do Restarting Together . As propostas serão avaliadas com base no impacto social e econômico de seus projetos, viabilidade, tempo rápido de implementação e grau de sustentabilidade e inovação. Os nove projetos mais promissores participariam de um Pitch day digital em 9 de setembro de 2020, onde apresentariam sua solução diretamente aos representantes das empresas organizadoras, que selecionariam três vencedores para compartilhar sua visão com líderes globais das empresas envolvidas. Os três vencedores teriam a possibilidade de receber recursos corporativos das empresas organizadoras, incluindo potencial aceleração ou investimento. Além disso, todas as propostas devem estar disponíveis para desenvolvimento, promoção e implementação por todas ou algumas das empresas organizadoras do Restarting Together. O foco global e multidisciplinar dos líderes da indústria que compõem o Restarting Together permite a implementação dessas soluções, com o potencial de obter resultados globais e causar o maior impacto potencial na sociedade.

As empresas organizadoras oferecerão aos participantes sua experiência e conhecimento em diversos setores, bem como a oportunidade de estabelecer relacionamentos com empresas multinacionais líderes e possível acesso a capital de investimento. Para mais informações sobre o Restarting Together e o processo de inscrição, visite o site.

Por que as PMEs precisam migrar para nuvem?

Migrar de mecanismo e ir para a nuvem, espaço conhecido como Cloud Computing, é um processo ainda temido. Mas o movimento tem marcado o posicionamento de pequenas e médias empresas que buscam a valorização das suas informações internas.

E, para compreender as vantagens e saber como é possível implementar a ferramenta ao seu negócio, Higor Franco, diretor geral de Varejo da Locaweb, empresa de capital aberto que é uma das pioneiras em soluções Business to Business (B2B) para transformação digital, contextualiza como a tendência pode ser incorporada no seu serviço.

Substituir seu centro de processamento de dados pela nuvem pode ser uma solução para gerar maior produtividade, agilidade e até mesmo segurança. “O diferencial da hospedagem em nuvem é ter mais recursos para suportar acessos simultâneos, já que você proporciona ao usuário uma boa experiência na navegação, com carregamento rápido de informações e resolução mais imediatas”, explica Higor Franco.

Além disso, a segurança das nuvens tem sido cada vez mais garantida, já que os provedores têm estado mais especializados nos serviços de computação em nuvem. Portanto, essa infraestrutura garante que as práticas operacionais sejam oferecidas de acordo com a privacidade de dados necessária.

A facilidade possibilitada pela ferramenta também é uma de suas vantagens. Ter acesso de documentos e informações de forma descomplicada acaba otimizando os processos. Segundo Franco, “essa praticidade acaba sendo obrigatória nos dias de hoje e, mesmo nos pequenos negócios, a tendência é ter soluções como as lojas virtuais, sites e a hospedagem compartilhada”.

Esses pontos positivos se tornam mais perceptíveis ainda caso sua marca esteja em crescimento. “Quando o negócio começa a crescer em acessos, o ideal é ir para nuvem. É uma solução com os recursos dedicados que garantem mais estabilidade e performance para os sites, mesmo que com picos de acesso”, afirma o diretor de Varejo da Locaweb.

E, ao contrário de que alguns pensam, não é preciso ter conhecimento em programação para optar pela nuvem. Há serviços para diferentes demandas e até mesmo automatizadas de acordo com a sua performance. “É importante desmistificar que o cloud é uma solução apenas para desenvolvedores. Atualmente, temos modelos para quem tem mais conhecimento e precisa de liberdade para programar e também para quem não tem domínio técnico na área”, relata Franco.

Na Locaweb, a Hospedagem VPS tem sido referência por não exigir um grande investimento por parte do contratante. Segundo o diretor da área, “esse é um produto similar à hospedagem compartilhada, com painel de gerenciamento intuitivo e bem prático. E, enquanto o sistema operacional e o banco de dados são assistidos pela marca, o cliente precisa apenas se preocupar com a sua aplicação”.

As soluções digitais têm tido grande aderência não só devido à qualidade do serviço, mas, também, por consequência das vantagens de possuir maior autonomia no seu negócio.

Pipefy adota sistema remoto até final de 2020 com suporte para todo o time

Por conta das instruções de quarentena para contenção do Coronavírus, milhares de empresas pelo mundo aderiram ao sistema de trabalho remoto. A Pipefy, startup curitibana de gerenciamento de processos eficientes que está presente em mais de 150 países, estabeleceu que manterá suas rotinas em home office até o final do ano.

Seguindo a tendência que já foi adotada por outros gigantes da inovação, a Pipefy vai além e oferece suporte financeiro e também psicológico para que seus funcionários tenham mais ferramentas para passar pelo período de quarentena. Sempre atenta ao material humano da empresa, a startup com mais de 250 funcionários espalhados por diferentes partes do mundo, prioriza o cuidado com a equipe.

Com sedes em Curitiba, São Paulo e em São Francisco, no Vale do Silício (EUA), a Pipefy sempre acreditou no modelo home office, com alguns núcleos já 100% remotos. Inclusive, conta com colaboradores na área de tecnologia em diversos países como Paquistão e Egito. Desde o início da quarentena, a empresa trabalha para manter seus funcionários engajados.

Segundo o CEO e fundador da empresa, Alessio Alionço, a empresa direciona esforços e investimentos para garantir que a experiência de trabalho do time, mesmo em casa, seja tão confortável e adequada como era no escritório. “Fornecemos ajuda de custo desde março – quando o time todo passou a trabalhar remotamente – para gastos com infraestrutura e adaptações necessárias, além do suporte psicológico profissional e atividades para cuidar da saúde mental e física deles, como meditação e práticas de yoga”, conta o CEO.

Independentemente do fim do decreto ou não, todos os funcionários ficarão neste sistema até o final de 2020. “Após essa data e, caso a crise tenha passado, avaliaremos a possibilidade de cada funcionário escolher se quer voltar para o escritório ou seguir fazendo home office”, finaliza Alionço.