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Quatro mentalidades para se tornar digital

Muito se fala sobre a necessidade de ter uma mentalidade digital e de mudar o mindset para se adaptar ao novo cenário do mercado de trabalho, que tem se tornado cada vez mais tecnológico. Para muitos, principalmente para os que não atuam na área da tecnologia, paira a dúvida sobre o que de fato é pensar de forma digital.

O Diretor Acadêmico da Digital House, escola para formação de profissionais de alta performance para o mercado digital, Edney Souza, conhecido no mundo digital como “Interney”, explica quais são as quatro mentalidades para uma pessoa transformar o pensamento e começar a se tornar digital:

Programador: Ter a capacidade de analisar algo e quebrar em pequenas tarefas para automatizar, esse é o mindset do desenvolvedor de software. Quando uma pessoa com essa mentalidade recebe uma tarefa pela primeira vez, ela a faz; na segunda, se for um trabalho manual, faz reclamando; na terceira ela desaparece e quando você se dá conta, ela está descobrindo um jeito para automatizar aquela demanda.

UX Designer: É a mentalidade de quem pensa “Que problema desse usuário estou resolvendo? Em que estou tornando a vida dele mais fácil?”. Às vezes seguimos os processos e burocracias da empresa e fazemos o de sempre, mas não estamos preocupados com o usuário. Essa pessoa terá o mindset para desenvolver alguma ferramenta para melhorar a experiência desses clientes.

Dados: Fala-se muito sobre dados serem o novo petróleo, mas não temos refinarias em casa. Se o dado não tem muito valor para você, não terá para as empresas também. Quem possui essa mentalidade saberá qual valor dessa informação, não deixará que a máquina decida por ela e usará os dados oferecidos para analisar todo o cenário e tomar uma decisão.

Marketing Digital: Ter a capacidade de contar histórias. Essa habilidade não é só para quem vende produtos e serviços, dentro da sua empresa você passou a vida inteira pensando que seu chefe não entendia o que você fazia, mas quando apresentava um projeto novo, só apontava os detalhes técnicos. Desenvolver este mindset ajudará a contar para ele uma história explicando como lucrar mais, como fazer para o consumidor fique mais feliz e compre mais. Se você não aprende a contar histórias, não venderá projetos dentro da empresa.

“Ser digital não é uma característica apenas daqueles que trabalham com tecnologia. Hoje todo mundo precisa ter uma mentalidade de programador, pegar tarefas e repartir em pequenas partes, descobrir como automatizar, isso independe da área em que atua. Quem mergulhar nessa mudança, terá mais sucesso no mercado de trabalho atual”, esclarece o Diretor.

Transformação digital gera impacto global e requer novas habilidades profissionais

A transformação digital é um tema que faz parte do dia a dia do brasileiro. Este é um processo que vem ocorrendo desde o final dos anos 90 e início dos anos 2000 e que pode gerar grande impacto econômico global. Segundo estudo da empresa de dispositivos móveis Ericsson, até 2030, as novas tecnologias podem aportar até US$ 3,8 trilhões (R$ 15,86 trilhões) à economia global.

A mudança de comportamento em diversas áreas provocada pela digitalização envolve a aplicação de uma série de novas tecnologias. Mas como essa mudança impacta às pessoas? De acordo com pesquisa conduzida pela Thomson Reuters, no Brasil 63% das empresas investem na capacitação de seus profissionais para uso da tecnologia e 80% dos executivos entrevistados acreditam que será impossível se manter competitivo nos próximos 3 anos sem a adoção das novas tecnologias.

Pensando na necessidade dos profissionais de dominar as tecnologias que estão transformando as organizações e o cenário dos negócios no mundo contemporâneo, o IGTI, escola de pós-graduação 100% online e classificada como TOP3 Brasil em inovação na educação, com cursos voltados para tecnologia e inovação, busca construir soluções baseadas em Inteligência Artificial, Cloud Computing, Blockchain, Big Data, IoT, Sistemas Cyberfísicos, Experiência Imersiva e outras tecnologias emergentes através da educação.

Segundo levantamento do IGTI mais de 90% dos profissionais do setor percebe que exige uma carência de conhecimento em tecnologias emergentes. Por outro lado, apenas 35% dos profissionais se mobilizam para buscar capacitação, o que reflete um campo enorme de possibilidades para quem quer se capacitar.

“O mercado exige capacitação constante e evolui rapidamente. A demanda por profissionais de tecnologia tende a aumentar consistentemente nos próximos dez anos. Soluções inovadoras baseadas em tecnologias emergentes vão gradualmente ganhar espaço em todos os setores da economia, permitindo que aplicações, robôs e dispositivos autônomos substituam funções que atualmente demandam intervenção humana.” explica Guilherme Cavalieri, diretor acadêmico do IGTI.

As mudanças trazidas pela transformação digital significam o fim de muitas profissões e a criação de outras, com isso serão criadas muitas oportunidades para quem quiser trabalhar com tecnologia, principalmente, para quem desenvolver habilidades humanas interpessoais e de análise que não serão realizadas pelas máquinas.

“Com a criação de novas profissões, o mercado ganha também com as oportunidades para profissionais que já são experientes mas que desejam ressignificar a carreira. Nesse caso o estudo e a atualização são essenciais.” afirma Guilherme.

Engajamento de CEOs em desafios de impacto global conquista apoio de investidores

Segundo o CEO Imperative Study 2019, realizado pela EY, mais de dois terços (67%) dos CEOs das maiores empresas do mundo afirmam que devem assumir, nos próximos cinco a dez anos, posicionamentos públicos sobre questões politicamente complexas relacionadas a desafios globais, como segurança cibernética, desigualdade de renda e desemprego relacionado à transformações tecnológicas. A pesquisa contou com a participação de aproximadamente 200 CEOs globais e 100 diretores independentes, além de 100 investidores institucionais de empresas multinacionais com pelo menos US $ 100 bilhões em ativos sob gestão.

De acordo com a pesquisa, 57% dos CEOs, 63% dos diretores e 54% dos investidores acreditam que para as grandes empresas é mais interessante que os CEOs assumam um papel mais ativo nos desafios globais e que 76% dos diretores e 79% dos investidores provavelmente apoiariam a decisão do CEO. Além disso, a maioria dos CEOs (57%) veem mais oportunidades do que riscos em enfrentar os desafios globais e quase metade dos conselheiros (49%) e investidores (42%) apoiam essa visão.

Para Luiz Sergio Vieira, CEO da EY Brasil, o papel do CEO deve se expandir para além dos objetivos relacionados aos negócios tradicionais se as empresas quiserem ampliar seus negócios, já que estamos em um mundo em constante transformação. “A maioria dos investidores e membros do conselho – assim como os clientes – esperam que os CEOs desempenhem um papel maior na abordagem dos desafios globais, tornando-se um imperativo de crescimento”, afirma Vieira.

Além disso, 60% dos investidores relatam apoiar investimentos de longo prazo para enfrentar desafios globais, mesmo quando o desempenho de curto prazo pode ser reduzido. A postura e as ações das empresas em desafios globais é um critério de investimento cada vez mais importante, com mais da metade (55%) afirmando que o ativismo de CEOs tem sido frequente, enquanto 35% dos investidores afirmam que os desafios globais têm sido ocasionalmente levado em consideração para decisões de financiamento nos últimos dois anos. Entretanto, 83% dos investidores dizem que as ações corporativas em desafios globais se tornarão um dos fatores mais importante nas tomadas de decisões nos próximos cinco anos.

O estudo conclui que tanto os CEOs quanto diretores e investidores reconhecem que têm um papel fundamental junto com o setor público na abordagem de desafios sociais em busca de crescimento sustentável.

Câmara de Comércio Brasil-Canadá e SP Negócios levam três empresas para imersão no Canadá

A Câmara de Comércio Brasil-Canadá (CCBC) e a SP Negócios, agência de promoção de investimentos e exportações do município de São Paulo, realizaram, pelo 2º ano consecutivo o SP Elevator Pitch um dos principais eventos da São Paulo Tech Week , maior festival de inovação e tecnologia do mundo. De um grupo de mais de 120 startups inscritas, 40 foram selecionadas para participar da competição, dessas, três conquistaram a oportunidade de embarcar ao Canadá e ter contato com grandes players do ecossistema de inovação e tecnologia do país. As ganhadoras são a CargoSnap, Celebrar e Moonshot Robots.

Para Paulo de Castro Reis, diretor de Relações Institucionais da CCBC, o destino é perfeito para as startups que desejam ser mais competitivas no mercado. “Ao longo dos últimos anos, o Canadá se tornou um país que conta com um ecossistema favorável para o desenvolvimento de empresas inovadoras, com incentivos fiscais, altos investimentos em pesquisas, com mão-de-obra qualificada e multicultural. A ida de startups brasileiras ao país é uma excelente oportunidade para quem deseja empreender, validar e escalar seu negócio”, comenta.

No Brasil, existem cerca de 12 mil startups, segundo a Associação Brasileira de Startups (ABStartups ). O número é mais do que o dobro registrado há seis anos, quando o modelo ainda começava a ganhar forma por aqui. Segundo Silvana Buzzi, presidente da SP Negócios, para que estas empresas ampliem seus potenciais de sucesso é imprescindível a troca de experiências com mercados maduros, como o canadense. “A SPTW busca estreitar a relação entre os empreendedores brasileiros e investidores de diversos países. Por isso, ter o apoio do Canadá nessa missão é fundamental, uma vez que eles têm um ecossistema de inovação muito forte e estão muito abertos a receber novos negócios. Nós ficamos imensamente honrados em fazer parte dessa iniciativa”, explica Buzzi.

Nesta edição, o Elevator Pitch contou ainda com o apoio da Totvs, empresa brasileira de software, e com a participação da iDEXO, hub de inovação de geração de negócios entre empresas e startups que tem como uma das fundadoras a Totvs.

Cirurgias robóticas agregam resultados significativos para os pacientes e exigem treinamento dos profissionais

Nos últimos cinco anos, as cirurgias robóticas cresceram cerca de 500% no Brasil, comprovando que o método está mais acessível e procurado pelos pacientes. Os robôs cirúrgicos já chegaram em todas as regiões do país, são 45 no total, sendo que quase metade (21) deles estão em São Paulo.

Por ser menos invasiva, a cirurgia robótica possibilita vantagens significantes, que incluem menos dores, traumas ou sangramentos. “”Tenho observado que, em nossos casos, o índice de complicações, sangramento intraoperatório e tempo de internação têm sido menores nas pacientes submetidas a cirurgias robóticas. A recuperação pós-operatória também, em nossa casuística até então, tem sido mais rápida, mesmo quando comparamos à laparoscopia convencional”, afirma o ginecologista Gustavo Anderman Silva Barison, do Hospital Santa Catarina.

A especialidade dele é uma das que mais utilizam robôs, ao lado da urologia e das cirurgias do aparelho digestivo. “Na ginecologia benigna, há muito espaço para essa plataforma, como em casos de miomectomia uterina, histerectomia, no tratamento de miomas e endometriose profunda”, destaca o médico, que já realizou mais de 50 operações com o robô Da Vinci Xi, em pouco mais de um ano.

O equipamento amplia a imagem do campo cirúrgico em visão tridimensional, e proporciona movimentos articulados, em 360 graus, com precisão de movimentos. “A visualização, com a imagem em 3D, dá a sensação de que estamos com os olhos dentro da barriga do paciente”, explica o gastroenterologista Fernando Bray Beraldo, também do Santa Catarina.

Ele destaca que o robô tem como dispositivo de segurança um filtro de tremor, que impede movimentos bruscos, durante a operação. “Proporciona refinamento e delicadeza para operar. As pinças são precisas e o paciente tem menos estresse cirúrgico. Com os braços robóticos, conseguimos chegar em espaços que seriam difíceis com a mão”.

A cirurgia robótica também proporciona melhor ergonomia para o médico, que movimenta os braços mecânicos e as pinças do equipamento remotamente. “Temos mais conforto e concentração, especialmente em procedimentos mais complexos e demorados”.

Capacitação em cirurgia robótica

Ao adquirir o robô Da Vinci Xi, em meados de 2018, o Hospital Santa Catarina implantou um programa de treinamento. Gustavo e Fernando participaram das duas primeiras turmas de capacitação. Hoje cerca de 30 profissionais do hospital passaram pelo programa, que envolve atividades em simulador e certificação internacional concedido na sede da empresa Intuitive, fabricante do Da Vinci, na Califórnia (EUA). Nos primeiros procedimentos, ainda há a assistência de cirurgiões com grande experiência no método (chamados de proctors).

O programa deu resultados no Santa Catarina. Dos hospitais que possuem apenas um robô no país, foi o que mais rápido completou 300 cirurgias (cerca de 1 ano e meio), e no último mês de outubro, foi o que mais fez procedimentos (47). “A prova de que o programa do Santa Catarina foi um sucesso é que 81% das cirurgias feitas aqui, com o robô, são de profissionais capacitados pelo hospital”, conta Fernando.

Recentemente outros dois hospitais da Associação da Congregação de Santa Catarina – a Casa de Saúde São José, no Rio de Janeiro (RJ), e o Santa Isabel, em Blumenau (SC) – adquiriram robôs. É um dos poucos grupos hospitalares do país a contar com três equipamentos desse tipo.

E para quem imagina que o robô tem alguma autonomia, Gustavo responde: “Ele (robô) é um divisor de águas. Porém, a responsabilidade da operação é inteira do cirurgião”.

InovAtiva chega a mil aceleradas

Nos dias 30 de novembro, 01 e 02 de dezembro, o InovAtiva Brasil , maior programa de aceleração de startups da América Latina, encerrou seu 10º ciclo de aceleração em evento realizado na Escola de Negócios do Sebrae, em São Paulo. Ao todo, foram mais de 400 presentes, sendo eles empreendedores, mentores, investidores, líderes de comunidades e agentes fomentadores do ecossistema.

Em novo formato, o evento de finalização, denominado InovAtiva Experience, promoveu mentorias, treinamentos de pitch e palestras inspiradoras. Além disso, no último dia as startups tiveram a oportunidade de apresentar suas soluções para a maior banca de investidores do país e se conectar com grandes empresas, como Bosch, Vale, Johnson & Johnson, ThermoFisher Scientific, Andrade Gutierrez, entre outras.

“Nesta edição, nós temos um número importante. O InovAtiva está passando de 1 mil startups aceleradas. Essa conquista só foi possível porque o Brasil é um dos países mais empreendedores do mundo. Atualmente nós temos 6,5 milhões de micro e pequenas empresas no Brasil e mais de 9 milhões de empreendedores e microempreendedores individuais. Cerca de 58% dos brasileiros já foram donos de negócios. Juntos, vamos transformar o Brasil na maior nação empreendedora do mundo”, comenta Carlos da Costa, Secretário Especial de Produtividade, Emprego e Competitividade do Ministério da Economia.

Destaques do InovAtiva Experience

As 108 startups que tiveram participação ativa durante todo o programa foram divididas em sete bancas, de acordo com o seu ramo de atuação. Elas tiveram cinco minutos para apresentar seus pitchs e mais três minutos para responder as perguntas dos investidores. Ao final, foram escolhidas duas startups de cada banca como destaques do programa:

• Banca 1: Comércio & Setor Financeiro – Pricefy, plataforma que aumenta a venda dos varejistas automatizando a divulgação das promoções nas mídias online e offline, e ZH Soluções Especialistas, modelo SaaS que permite a gestão, saneamento e enriquecimento de todos os tipos de cadastros de empresas;

• Banca 2: Educação & Recursos Humanos – Jovens Gênios, plataforma digital adaptativa de aprendizagem gamificada para o ensino Fundamental II, e AppGuardian, solução tecnológica que ajuda pais e filhos a organizarem suas rotinas no mundo digital;

• Banca 3: Indústria & Jurídico – James Tip, startup que atua com indústrias, distribuidores e varejistas para aumentar o faturamento e reduzir as rupturas de estoque de seus clientes, e Crave Industry, empresa que desenvolve soluções Digital Twin embasadas em conceitos de Indústria 4.0 para o segmento industrial;

• Banca 4: Marketing & Serviços – Implanta IT Solutions, solução de inteligência de dados com recursos de inteligência artificial que aproxima a indústria do seu consumidor final, e Peepi, ferramenta que ajuda empresas a identificar, engajar e mobilizar seus defensores para que façam ações pela marca, como compartilhamento de conteúdo em redes sociais, reviews, depoimentos, indicações e produção de conteúdo;

• Banca 5: Alimentação & Saúde – Far-me, primeira empresa do Brasil a oferecer o serviço de dispensação customizada que torna a utilização de tratamentos contínuos mais simples e segura, e PWTECH, sistema de purificação que transforma água contaminada em água potável;

• Banca 6: Tecnologia, Construção & Setor Imobiliário – T&D Sustentável, desenvolvedora e comercializadora de projetos com foco na redução do consumo de água de seus clientes, e Data2go, startup que impulsiona o crescimento de empresas PME’s por meio de soluções de inteligência que transformam dados simples em informações estratégicas;

• Banca 7: Impacto social e ambiental – Coletando Soluções, primeira fintech do mundo a disponibilizar pontos móveis que trocam lixo por dinheiro em comunidades vulneráveis, e Cycor Cibernética, startup desenvolvedora do primeiro exoesqueleto do Brasil, que pode ser usado por pessoas paraplégicas totais e tetraplégicas parciais.

A Cycor Cibernética já tinha passado pelo processo de aceleração no primeiro ciclo de 2019, oportunidade em que também foi escolhida como um dos destaques. Essa visibilidade gerou a ela um convite para participar do Shark Tank Brasil – Negociando com Tubarões, programa televisivo em formato que game show em que empreendedores apresentam seus negócios a grandes investidores.

“Durante a aceleração do InovAtiva, conseguimos refinar melhor o negócio e, então, fomos indicados por alguém que assistiu à apresentação e premiação da Cycor no ciclo 2019.1 como startup destaque para participar do Shark Tank. Por isso, posso dizer que o programa nos impactou de diversas formas, como na estruturação, reconhecimento e visibilidade da empresa”, afirma Michele Salles de Souza, fundadora da Cycor Cibernética.

InovAtiva Conecta

Após a premiação, mais de 90 startups aceleradas foram convidadas para realizar oito rodadas de negócios, de 20 minutos cada, com cinco aceleradoras, cinco fundos de investimento/associações de investidores anjos e 10 grandes empresas que possuam programas de interação com startups.

Para a Share360, uma das startups que participou do InovAtiva Conecta, a oportunidade foi fantástica. “O programa foi um divisor de água para nós. Pela nossa experiência, estávamos a ponto de tomar decisões que poderiam impactar fortemente e negativamente o nosso negócio. Aqui, recebemos esclarecimentos importantes e conseguimos fechar parcerias, tanto com grandes empresas, como com uma das startups destaque, a Jovens Gênios”, comenta Cezar Trindade Ituassu, Diretor Comercial na Share360.

Quais serão os desafios e pautas de investimentos em TI em 2020?

Por Mara Maehara, CIO da TOTVS

Apesar das turbulências do cenário econômico brasileiro, em 2020, os investimentos globais com TI devem ter uma recuperação acentuada, comprovando que a tecnologia está, de fato, virando protagonista dos processos das empresas na era digital.

Segundo projeção do Gartner, os gastos com TI devem ter alta de 3,7% em relação a 2019, quando o aumento estimado era apenas de 0,4%. Com diferentes níveis de maturidade, podemos citar algumas tecnologias que continuarão a ditar as pautas de investimentos e a evolução do mercado em 2020.

A inteligência artificial, que vem sendo aplicada em diferentes tipos de usabilidade na busca de eficiência, dentre outros benefícios; o blockchain, que garante segurança e rastreabilidade; as assistentes virtuais, que estão se popularizando em uso tanto doméstico como profissional; a realidade aumentada, que está cada vez mais presente no segmento de saúde e no varejo de produtos e serviços; e a internet das coisas (IoT), a qual tem sido utilizada para conectar cada vez mais coisas e pessoas

Além das tendências tecnológicas citadas acima, um assunto que deve consumir investimentos das empresas é a necessidade de adequação à Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD), cuja vigência prevista para agosto de 2020 pode ser adiada em dois anos. Consultorias para mapeamento de processos, ferramentas para mapeamento de dados, esforço de adequação sistêmico e gastos com escritórios de advocacia são alguns exemplos de contratação que demandará necessidade de investimentos.

Desafios das corporações

A adequação legal citada, LGPD, soma-se aos demais desafios que já são uma realidade nas empresas hoje. A cultura da agilidade, por exemplo, que deve ser trabalhada na empresa como um todo para garantir entregas adequadas e sustentáveis, visto que uma entrega dificilmente fica limitada apenas a uma determinada área.

Outro ponto a considerar é um time de tecnologia muito conectado ao negócio, sem desmerecer o conhecimento técnico atualizado, mas com destreza para aplicar da melhor forma a tecnologia na busca do benefício esperado.

Um desafio importante é uma liderança que garanta a devida gestão para manter um time engajado nas entregas.

E por falar em times, novas capacidades e habilidades das equipes também serão exigidas pelo mercado. Em um momento em que as empresas ajustam seu negócio às mudanças comportamentais, econômicas e sociais, a busca por agilidade tem provocado o surgimento de times multidisciplinares, onde profissionais das áreas de negócio e técnicas precisam trabalhar juntos. Este cenário exige habilidades e competências que viabilizem a colaboração e o engajamento dos times. Flexibilidade, capacidade de

adaptação e relacionamento interpessoal são algumas delas que farão diferença no resultado final.

Fica como recomendação para o planejamento de 2020 a definição de critérios maduros para guiar onde priorizar o investimento, nunca esquecendo da segurança e a busca pela estabilidade operacional.

Gartner prevê que vendas globais de drones de uso corporativos crescerão 50% em 2020

As vendas mundiais de drones para uso corporativo integrados às redes de Internet das Coisas (IoT) chegarão a 526.000 unidades em 2020, o que representa um aumento de 50% em relação a 2019, segundo estimativa do Gartner, Inc., líder mundial em pesquisa e aconselhamento para empresas. A previsão é de que as vendas globais anuais atinjam 1,3 milhão de unidades até 2023.

“O setor de construção é um dos primeiros a adotar os drones, o que faz com que o monitoramento de obras e construções seja o maior caso de uso atual das vendas em todo o mundo”, diz Kay Sharpington, Analista Principal do Gartner. “Estima-se que as remessas para esse segmento atinjam quase 210.000 drones em 2020 e mais que dobrem até 2023, pois os drones estão assumindo tarefas como mapeamento de terreno e gerenciamento de terraplanagens, pois são mais rápidos e seguros para realizarem este tipo de tarefa.”

Para economizar custos ao pesquisar e analisar locais, a expectativa é que a relação entre o número de funcionários da área de construção nas obras diminua de 2.400 operários/drone utilizado em 2018, para 640 operário/drone em uso já em 2020.

A maior parte das aplicações são para vigilância e monitoramento devido à complexidade técnica de outros aplicativos. Em 2020, o segundo e o terceiro principais exemplos de uso de drones no mercado corporativo serão o monitoramento de serviços de incêndio e a investigação de seguros.

Tabela 1: Os 5 principais casos de uso de drones corporativos dentro de redes de IoT – Remessas mundiais de 2019 a 2023 (em milhares de terminais)

Casos de Uso

2019
2020
2021
2022
2023
Monitoramento de Obras e Construções
141.1
209.8
294.2
394.3
509.5
Monitoramento de serviços de incêndio
32.7
48.5
58.2
63.7
67.0
Investigação de seguros
31.8
46.4
67.2
96.3
135.8
Investigação e Recolhimento de provas policiais
26.8
45.1
60.4
72.0
80.7
Aplicação de varejo
12.9
24.9
44.4
75.1
122.0
Outros casos de uso
106.2
150.8
206.5
275.3
356.5
Total
351.5
525.6
730.9
976.7
1,271.6

Notas: O Gartner prevê drones corporativos em mais de 25 casos de uso em seu banco de dados de Previsão da Internet das Coisas. Os totais podem não somar devido a arredondamentos.

Fonte: Gartner (dezembro de 2019)

Setor de seguros adota rapidamente drones para realizar inspeções – O setor de seguros é o terceiro maior caso de uso, com expectativa de remessas de 46.000 drones previstas para este setor em 2020. Espera-se que a presença desses equipamentos praticamente triplique nos próximos anos, atingindo 136.000 dispositivos comercializados em 2023. “Os drones são usados ​​para realizar inspeções em edifícios e estruturas após uma reclamação, para avaliar a extensão e a causa dos danos. Eles também podem ser usados ​​para avaliar o tipo e condição do edifício ao fornecer uma cotação de seguro”, afirma o analista do Gartner. “Seus benefícios são valiosos. Por exemplo, eles reduzem o custo de andaimes, escadas e tempo dos funcionários, ao mesmo tempo em que fornecem um registro fotográfico abrangente das condições do prédio ou terreno.” Para pesquisar as áreas de reclamações a um custo menor, o Gartner espera que os drones aplicados na área de seguros cresçam de uma relação de 152.000 pessoas por drone em uso pelas seguradoras, em 2018, para uma taxa de 72.000 pessoas por equipamento utilizado em todo o mundo em 2020.

Instituições governamentais estão usando drones para aumentar a segurança – A polícia e as agências de combate a incêndios em todo o mundo estão implantando drones em operações de segurança pública, gerenciamento de incêndios florestais, investigação da cena do crime e operações de busca e salvamento. O Gartner estima que o número de drones usados ​​pela polícia e pelos corpos de bombeiros passará da taxa de um equipamento para mais de 210.000 pessoas para uma relação de 47.000 habitantes por drone em operação já no ano de 2020. “Os drones dos bombeiros usam câmeras e imagens térmicas para identificar fontes de incêndio, áreas de calor extremo, pessoas presas e as posições dos bombeiros no campo”, explica o analista do Gartner. “Consequentemente, as agências de combate a incêndios podem implantar recursos nas áreas certas em emergências e investigar incidentes, minimizando o risco de vida”.

Adoção de drones no setor de varejo aumentará rapidamente após 2023 – Os drones usados ​​para entregas no varejo fornecerão aos clientes um serviço rápido, e permitirão que os varejistas tenham acesso a seus consumidores, mesmo em áreas remotas. No entanto, as restrições regulatórias e o desafio logístico de coordenar as rotas de voo, gerenciar o espaço aéreo em áreas densamente povoadas e gerenciar várias cargas úteis, significa que o varejo, em geral, é uma oportunidade de longo prazo para os drones. As remessas de drones totalizarão 25.000 em 2020 e subirão para 122.000 unidades em 2023. Seguindo essa trajetória, a maior oportunidade para o varejo ocorrerá somente após 2023. Além disso, o Gartner estima que o número de funcionários por drone diminuirá de 73.000 colaboradores por drone em 2018, para uma razão de 18.000 funcionários globais por equipamento em 2020.

Expectativa de vendas nos shoppings para o Natal aumenta em relação a 2018 e chega a 10%, diz Abrasce

De acordo com a pesquisa realizada pela Associação Brasileira de Shopping Centers (Abrasce), a expectativa de crescimento das vendas durante o Natal é de 10%. O índice é maior do que a estimativa de 2018, que foi de 8%. Além disso, os shoppings brasileiros esperam um ticket médio acima de R﹩ 200,00 e um aumento de 10% no número de contratação de temporários para o período.

Para o presidente da Abrasce, Glauco Humai, os indicadores revelam o bom momento do setor. “Estamos vivendo um ano de muito dinamismo. Somente em outubro, o crescimento nas vendas foi de 10,5% e durante a Black Friday o aumento em relação a 2018 foi de 19,5%. O consumidor está mais confiante para comprar. O Natal é uma data tradicional, em que as pessoas gostam de presentear, e com a liberação de parte do FGTS e a queda dos juros, a expectativa aumenta ainda mais”, reforça.

As categorias de produtos que devem alavancar as vendas são vestuário, calçados, telefonia, brinquedos e eletroeletrônicos. Além disso, para atrair ainda mais os visitantes, os shoppings prometem novidades, como realidade virtual e simulador 6D. Ainda segundo a pesquisa, 28% dos empreendimentos irão aumentar os investimentos em decoração, com um crescimento médio de 10% em relação a 2018. Outra novidade é que o setor espera um aumento de 19,7% de quiosques e lojas pop-up, principalmente nas categorias de acessórios, alimentação e perfumaria e cosméticos.

Para manter o fluxo constante durante as vendas do Natal, os shoppings irão antecipar o horário de funcionamento: 96% pretendem funcionar das 9h às 23h. As principais promoções de final de ano serão: sorteio, sendo o carro 0 km o produto mais ofertado aos clientes.

Carteira Nacional de Trânsito: saiba tudo sobre o app que reúne diversos documentos

O avanço da tecnologia tem tornado possível que os motoristas brasileiros substituam documentos em papel por versões digitais, hospedadas em aplicativos. Primeiramente, foi a Carteira Nacional de Habilitação (CNH). Depois, o Certificado de Registro e Licenciamento de Veículo (CRLV), o popular “documento do carro”, ganhou sua versão digital. Recentemente, o Governo Federal anunciou a chegada da nova Carteira Digital de Trânsito (CDT), unificando todos esses documentos, que agora podem ser acessados rapidamente pela tela de um smartphone, facilitando a vida dos cidadãos. Veja mais detalhes sobre esta novidade.

1. O que é a Carteira Digital de Trânsito?

É um aplicativo que contempla as versões digitais da CNH e do documento do carro.

2 . Em quais estados está disponível a CDT?

O serviço está disponível em todos os 27 estados brasileiros e no Distrito Federal.

3. Como obter esse serviço?

Para obter a CDT é necessário, baixar o app em questão, realizar seu cadastro e baixar a CNHe seguindo as etapas descritas no site da Serpro:

· Selecione a opção “Habilitação”, em seguida selecionar “Toque aqui para adicionar a sua CNH”.

· Não estando habilitado, o usuário deve optar um módulo de autenticação: “Validação pelo celular (Validação Facial), Certificado Digital (Portal de Serviços Denatran) ou Sem Certificado Digital (Validação de balcão do Detran).

“O processo com o Certificado Digital é bastante simples, uma vez que ele é a identidade digital do meio eletrônico. Do início ao fim, a solicitação é realizada on-line rapidamente”, explica Leonardo Gonçalves, diretor de Relações Institucionais da Certisign, empresa especializada em identificação digital.

· Por fim, é necessário baixar o CRVLe.

4. A CNH e o documento digital do carro já estão disponíveis em todo o Brasil?

Apenas a CNH eletrônica está disponível em todos os estados brasileiros. A versão digital do documento do carro ainda não está disponível aos motoristas dos seguintes estados: Bahia, Minas Gerais, Pará, Paraíba, Piauí, Rio Grande do Norte, São Paulo e Tocantins. Para acompanhar a liberação/implantação do documento digital do carro em mais estados, basta acessar o site do Denatran.

5. Todos os motoristas podem solicitar a CDT?

Embora todos os motoristas brasileiros possam fazer o download do aplicativo e a CNH eletrônica esteja disponível em todos os estados, apenas aqueles cujo documento impresso foi emitido a partir de maio de 2017 podem baixar a versão digital. Quem não tiver e quiser usar a CDT terá que tirar a segunda via da Carteira de motorista.

6. Já tenho a CNH Digital em meu celular. Terei que baixar mais este aplicativo?

Não, basta atualizar o atual e, caso deseje, acrescentar a versão eletrônica do documento do carro.

7. Há algum custo para obter a CDT?

O aplicativo em si é gratuito. O motorista pagará apenas para obter a primeira ou a segunda via da CNH e do documento digital do carro. As taxas cobradas devem ser consultadas diretamente no Detran de cada estado.

8. Os documentos da CDT tem validade jurídica?

Sim. Portanto, ela é aceita da mesma forma que os documentos na versão física.

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Grupo Telles anuncia construção de nova usina fotovoltaica

A matriz energética brasileira vem ganhando rapidamente um novo protagonista: a energia solar. Dados da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) apontam que em 2019 a geração solar já supera a nuclear, com 2,1 gigawatts de potência instalada. O crescimento está apoiado nos inúmeros benefícios que esse tipo de energia traz, como a redução dos impactos ao meio ambiente e a diminuição dos gastos nas contas com energia elétrica. A previsão, segundo a Aneel, é de que até 2021 os investimentos no setor cheguem a R$ 8 bilhões.

O Brasil, particularmente, se vale de sua condição geográfica favorável à essa expansão. Grande parte do território fica na chamada zona térmica tropical, o que contribui para a presença do sol durante quase todo o ano. A irradiação é determinante para o sucesso da captação solar através das placas fotovoltaicas. E é no Nordeste onde ocorre a maior média de incidência diária. Não à toa, a região é uma das que mais investem nessa forma de geração de energia.

O Grupo Telles é um exemplo dessa tendência. A empresa dará início nos próximos meses à sua segunda usina, que vai abastecer o seu negócio de envase de água mineral natural, a Naturágua, na cidade de Horizonte (CE). O valor do investimento é de R$ 20 milhões. “No momento em que a economia brasileira ainda ensaia uma recuperação, o setor de energia solar é extremamente importante e estratégico para o desenvolvimento do país”, afirma Everardo Ferreira Telles, presidente do Conselho do Grupo Telles.

A expansão vem dois anos após o êxito alcançado na primeira usina do Grupo, em Aquiraz (CE). Considerada uma das maiores usinas solares privadas do Brasil, a planta é responsável por fornecer integralmente a energia utilizada pela Santelisa, fábrica de embalagens de papel e papelão reciclado. Com 9.223 painéis fotovoltaicos de 1 metro por 1,80 metro cada, a usina ocupa uma área de 50 mil metros quadrados e tem capacidade para gerar 5 megawatts.

“O Nordeste, como sabemos, enfrenta longos períodos de estiagem. Precisávamos encontrar uma solução economicamente viável para suprir nossa demanda produtiva”, explica Everardo Ferreira Telles. “Além disso, os aumentos na tarifa de energia aumentam muito as despesas. A energia solar, então, se mostra mais atrativa por exigir um investimento mais baixo”. Com a inauguração da usina solar, em 2017, a economia na conta de energia da Santelisa chegou a 80% do consumo total.

Os investimentos em energia renovável são exponenciais em todo o mundo. Países como Estados Unidos, Japão e Alemanha vêm trabalhando gradativamente para substituir a matriz energética por fontes renováveis. Por serem limpas, essas fontes inesgotáveis, como a solar, ressaltam uma maior preocupação das empresas com a preservação do meio ambiente.

Empresas suecas pretendem aumentar seus investimentos no Brasil em 2020

O Brasil se encontra hoje em uma situação econômica considerada regular para a atração de investimentos, porém há uma perspectiva positiva com relação à expansão e geração de empregos em 2020. É o que aponta a Swedish Business Climate in Brazil, estudo realizado anualmente pela Câmara de Comércio Sueco-Brasileira (Swedcham Brasil. A nona edição do estudo contou com a participação de 53 empresas suecas de grande porte presentes no Brasil e foi realizada com o apoio da LLYC, consultoria global de comunicação e assuntos públicos.

Diferente do ano anterior, quando havia uma visão mais promissora sobre o ambiente de negócios, esse ano o clima é de cautela por parte das empresas suecas. O relatório aponta que 59% delas pretende aumentar seus investimentos no país nos próximos 12 meses (em 2018 era 73%). Ainda assim, para o próximo ano, 78% esperam que o volume de negócios nos seus setores de atuação aumente e 64% acreditam que a lucratividade também melhorará.
“Pode-se perceber no estudo desse ano que os empresários enxergam um potencial de melhora no cenário econômico brasileiro e, por isso, pretendem investir no crescimento de suas empresas no país”, aponta Jonas Lindström, diretor executivo da Swedcham.

Segundo a pesquisa a maioria das empresas (62%) acredita que o ano foi regular para negócios no país, enquanto 21% se mostraram satisfeitas ou muito satisfeitas com o ambiente de negócios, uma queda com relação ao ano anterior que registrou 41%, mas ainda assim superando a percepção negativa de 17%.

“Este resultado pode ser reflexo da mudança de metodologia para a questão sobre o clima de investimentos. Até o ano passado as empresas precisavam avaliar o cenário escolhendo de 1 a 10 e este ano elas precisavam definir um valor de 1 a 5, o que as permitiu definir o cenário com uma perspectiva mais mediana” explica o executivo. “Esta alteração é parte da iniciativa para aplicar a pesquisa globalmente em 2020 com uma única metodologia” complementa.

Ainda assim, o relatório chama atenção para um ano positivo financeiramente nas empresas, no qual 60% apresentaram lucratividade, e apenas 17% tiveram perdas e 2% grandes perdas.

Geração de empregos e expansão

As empresas suecas participantes do estudo são, atualmente, responsáveis pela geração de 31 mil empregos diretos e mais de 100 mil indiretos no Brasil. Presentes em mais de 20 setores da economia local, o estudo aponta que 82% das empresas entrevistadas possuem mais de 500 funcionários em todo o mundo, indicando que o Brasil é um mercado atraente para empresas com grande potencial de criação de emprego.

Ainda que 27% delas tenham diminuído o número de empregados em 2019, o panorama futuro se mostra positivo, quando mais de 59% destas afirmam que querem aumentar seu quadro de funcionários no próximo ano.
No contexto de desenvolvimento, o otimismo se confirma com resultados que mostram que 49% das empresas consideram expandir seus negócios para outras regiões do país nos próximos 03 anos (em 2018, eram 45%), principalmente para o Nordeste e Sul do Brasil, diferentemente do ano passado, onde o foco foi o Nordeste e Centro-Oeste.

O grande desafio nesta área permanece no aumento da presença das mulheres em cargos de comando dentro das organizações. Hoje, elas representam um terço da força de trabalho e apenas 6% das empresas têm mais mulheres do que homens em posições de liderança.

Cenário político e reformas

A avaliação das empresas também considerou os aspectos políticos atuais. Ainda que a análise do ano corrente indique que a instabilidade política seja citada como ponto negativo por 75% das entrevistadas, 62% considera que medidas tomadas pelo governo favoreceram o investimento estrangeiro no Brasil e 52% projetam mais investimento para o próximo ano.

A Reforma Tributária foi citada 30% das vezes como um tema crucial para o progresso e desenvolvimento no próximo ano. Outra questão importante, que pode ser considerado relevante para o crescimento da atuação sueca no país, é o acordo comercial entre o Mercosul e a União Europeia, em que 90% das empresas se posicionam a favor.

“Quando realizamos a última pesquisa, em novembro de 2018, havia um grande otimismo, principalmente pela esperança de uma economia reformista. A nossa percepção é que muitas expectativas não foram atingidas no primeiro semestre, o que gerou certo desânimo. Porém, essa nova pesquisa mostra que o otimismo vem crescendo novamente. Mais uma vez os suecos mostram que seu comprometimento com o país continua mais fortalecido ainda”. finaliza Jonas Lindström.

A 9° edição da Swedish Business Climate in Brazil contou com apoio do Team Sweden Brazil, grupo formado pela Embaixada da Suécia, a Swedcham (Câmara de Comércio Sueco-brasileira), Consulados e Business Sweden.

TruckPad abre 150 vagas após aporte de gigante chinesa

O TruckPad, maior plataforma de conexão entre caminhoneiros e cargas da América Latina, está com 150 vagas abertas, para apoiar o momento de expansão da empresa. O foco principal é a área de sucesso do cliente, com cerca de 50 posições em aberto. O crescimento do time faz parte da primeira ação após o aporte recebido em novembro pela Full Truck Alliance, empresa chinesa do mesmo segmento.

“O mercado de logística no Brasil tem um potencial imenso e o TruckPad está em pleno crescimento com planos ousados para o futuro. Para isso, estamos investindo na formação de um time de alta performance, buscando jovens determinados e com perfil arrojado”, afirma Carlos Mira, fundador e CEO do TruckPad. “Temos um ambiente de muito dinamismo, inovação e autonomia. Aqui nossos colaboradores são incentivados a tomarem a iniciativa, empreender e se desenvolver”, completa.

A área de sucesso do cliente, maior foco dessa etapa de contratações, compreende as pessoas que realizam o contato direto com os caminhoneiros que usam a plataforma, ajudando-os com dúvidas no cadastro e na escolha de fretes, e também funcionários que atuam com foco nos clientes B2B, as transportadoras que utilizam a plataforma para encontrar serviços de frete. As demais vagas são para cargos nas áreas comercial, engenharia, marketing e desenvolvimento de produto.

As principais características buscadas nas vagas de operação são habilidades de comunicação, resolução de problemas, foco, organização e proatividade. Além de um ambiente de trabalho super descolado – com um andar exclusivo chamado de TruckPad Play, com com mesa de bilhar, ping-pong e simulador de caminhões – a startup ainda oferece ótimos benefícios de vale-refeição e/ou alimentação, vale transporte, bicicletário e vestiário com chuveiro, plano de saúde e odontológico, seguro de vida, licença maternidade e paternidade, auxílio creche, massagem semanal, mesa com café, chá, snacks e frutas da estação, cerveja e ausência de dress code.

Além disso, os funcionários são incentivados a participarem de cursos técnicos e de línguas, universidades, eventos, palestras e compra de livros. Para se candidatar às vagas, basta acessar a página de carreiras do TruckPad e escolher a que mais se encaixa no seu perfil.

“Temos um clima descontraído de startup, sempre buscando inovação e dando à equipe autonomia para crescer e gerar impacto. Enfatizamos muito o trabalho em equipe e buscamos pessoas que sejam compatíveis com a nossa cultura de ter sonho grande, pensar no sucesso de nosso usuário, ser objetivo, ser curioso e ter postura de dono”, ressalta Mira.

Com mais de 1,2 milhão de downloads e 400 mil motoristas autônomos cadastrados, o TruckPad movimentou cerca de R$ 700 milhões em frete este ano, e planeja chegar a R$ 2 bilhões em 2020, bem como quadruplicar seu quadro de funcionários, com mais 450 contratações até junho.

Empresas do setor financeiro devem gerar $140 bilhões com automação até 2025, aponta estudo da Accenture

Empresas de serviços financeiros na América do Norte podem liberar até US$ 140 bilhões em ganhos de produtividade e redução de custos até 2025, de acordo com o novo estudo Workforce 2025: The Financial Services Skills & Roles of the Future , conduzido pela Accenture (NYSE: ACN). Estimativas do relatório ainda apontam até 48% dos processos no setor poderiam ser aprimorados com as tecnologias de automação.

Bancos, seguradoras e empresas do mercado de capitais devem gerar ganhos de produtividade na ordem de ﹩ 59 bilhões, ﹩37 bilhões e ﹩21 bilhões, respectivamente. Resultados do estudo mostram como tecnologias disruptivas que expandem a criatividade e habilidades humanas devem transformar a força de trabalho no mercado financeiro nos próximos 5 a 10 anos. Um exemplo é a implementação de inteligência artificial (IA), que pode ajudar os consultores financeiros a fazer recomendações personalizadas em tempo real, além de apoiar agentes de crédito a determinar riscos padrão com mais precisão.

As empresas de serviços financeiros também alcançariam boas margens em ganhos de produtividade e eficiência ao automatizar tarefas como entrada, coleta e processamento de dados, além da reconciliação de contas. A estimativa é que 7 a 10% das tarefas possam ser automatizadas, gerando uma economia adicional de $12 bilhões para os bancos, $7 bilhões para seguradoras e $4 bilhões para empresas do mercado de capitais.

No entanto, muitas empresas ainda carecem de uma abordagem coerente e estratégica para reimaginar a experiência do cliente, o trabalho e a força de trabalho em um futuro mais digital e centrado nas pessoas. Na pesquisa, 3 em cada 4 executivos do setor avaliam que o nível de maturidade digital entre seus colaboradores hoje é maior do que na organização, evidenciando a defasagem do sistema.

“Há uma nova era pela frente para empresas que enxergam o valor da combinação entre a engenhosidade humana e personalização com a eficiência e precisão das tecnologias para criar novas fontes de crescimento. Em um momento em que as empresas estão usando ferramentas de automação para gerar mais valor, a liderança responsável é a chave para conquistar a confiança”, avalia Cathinka Wahlstrom, que lidera a prática de Serviços Financeiros da Accenture para América do Norte. “Não se trata de cortar custos para melhorar os resultados, mas de abraçar as tecnologias para transformar a lógica do trabalho. Bancos, seguradoras e empresas do mercado de capitais deveriam investir na capacitação de seus funcionários para o domínio de novas habilidades e de novas formas de trabalhar”.

Considerando a escassez de profissionais com competências digitais, de dados e cibernéticas, as empresas precisam fazer da requalificação um imperativo, conclui o estudo. O desenvolvimento de funcionários – em vez de investir apenas no recrutamento – deve gerar valor imediato. Além de reduzir custos e identificar eficiências, o fortalecimento e a automação devem otimizar tempo, que pode ser reorientado a processos de alto valor, como para inovação, relacionamento com clientes e desenvolvimento.

“Em vez de tirar as pessoas do mercado, a tecnologia pode permitir que as organizações ofereçam experiências mais personalizadas e humanas em escala e melhorem sua capacidade de inovar e crescer em novas áreas”, aponta Bridie Fanning, diretora administrativa da Accenture que lidera a área de Talents&Organization para a prática de Serviços Financeiros na América do Norte. “Ao automatizar tarefas do front e back office, essas empresas podem fornecer aos funcionários um trabalho significativo e desenvolver relacionamentos com seus clientes caracterizados mais pelo lado humano do que pelas transações rotineiras”.

As tecnologias avançadas trarão profundas mudanças na maneira como as instituições financeiras gerenciam sua força de trabalho e interagem com os consumidores. Além do potencial deslocamento de empregos, questões como a forma como os algoritmos são usados ​​para tomar decisões e a maneira como os dados são coletados e aproveitados no local de trabalho estão começando a atrair a atenção de legisladores e reguladores. Neste cenário, as organizações devem tratar a transparência sobre sua forma de lidar com pessoas e o uso responsável de IA e de dados no local de trabalho como uma vantagem competitiva.

Metodologia

A Accenture Research avaliou dados de emprego no setor norte-americano de serviços financeiros da O-Net Online e projetou cenários-base de economia de custos para automação, alinhando dados de funções de trabalho com grupos de tarefas específicas. As previsões para o mercado de trabalho da indústria (crescimento e substituição de empregos) até 2026 foram calculadas usando os dados do Bureau of Labor Statistics 2017 . Os custos futuros projetados em dólares por hora e o salário médio foram calculados usando as premissas dos dados de inflação do Fundo Monetário Internacional. O cenário de projeções se baseia em dados do “Relatório do Futuro do Emprego de 2018 do Fórum Econômico Mundial”.

Robô brasileiro com IA chega a Angola para monitorar processos e indicadores

A Ucall é a maior empresa de serviços de contact center e experiência de cliente da Angola, conhecida por oferecer soluções de primeira linha com foco em resultados. Em 2019, completa 10 anos de existência.

Para comemorar o aniversário de uma década, a Ucall resolveu investir em inovação e tecnologia ao contratar o Tinbot, primeiro robô brasileiro interativo que reúne Inteligência Artificial , Cognição e IoT (Internet of Things ) , para fazer parte da equipe, a fim de aperfeiçoar os resultados entregues aos clientes. A aquisição foi realizada por meio da Tinbot Robótica, uma empresa do DB1 Group, grupo de empresas de tecnologia sediadas em Maringá – PR, Presidente Prudente – SP e Campo Grande – MS.

O Tinbot oferece uma experiência diferenciada para as pessoas e constrói uma imagem inovadora para as empresas. De porte pequeno e com design cativante, o robô maringaense chamou a atenção da angolana Ucall no Whow Festival , maior festival de inovação para negócios do Brasil. Após conhecer de perto suas funcionalidades, a empresa decidiu empregá-lo como parte da rede de colaboradores para ser responsável pelo monitoramento de processos e indicadores internos. O Tinbot também será utilizado em eventos e recepção de convidados e clientes.

O Tinbot conta com fala natural em português, reconhecimento facial e de voz, gestos e expressões, além de ser integrável a outros sistemas por meio de APIs, possibilitando interatividade e personalidade humanizada. Além disso, também permite que cada empresa personalize e programe a plataforma de acordo com suas necessidades.

Ele é palestrante e figurinha carimbada (e muito admirada!) em diversos eventos país afora como Rio Info, RD Summit, Welcome Tomorrow, IT Fórum Expo, FIC Porto Alegre, Tomorrow by Vindi, ID 360, The Developer’s Conference, VTEX Day, E-commerce Brasil, RH Ágil HSM, Conotel, além do WHOW! Festival de Inovação. Ufa, é tanta palestra que a gente até se perde.

O Tinbot coleciona admiradores por onde passa. O robô foi um dos protagonistas da série “O Melhor do Brasil é o Brasileiro” , da Globonews e participou da última temporada de um dos mais importantes programas sobre games na televisão brasileira e no Jornal Nacional. O robô também participou do reality Shark Tank e recebeu investimento de João Apolinário, da Polishop.

O robô já foi adquirido por mais de 20 empresas como UniCesumar e Evoa Aceleradora, onde atua na recepção de visitantes, Sicoob, para gerenciamento de indicadores, no Hotel Villa Rossa, como concierge e na Becomex como auxiliar na gestão de projetos, além do Colégio Objetivo de Maringá.

O apagão da mão de obra de TI e o desenvolvimento low-code

Por Ricardo Recchi

De acordo com a Associação Brasileira das Empresas de Tecnologia da Informação e Comunicação (Brasscom), dos 70 mil empregos que devem ser criados, anualmente, no setor de TI até 2024, metade deles podem não ser preenchidos. Isso porque formam-se apenas 46 mil alunos por ano com perfil tecnológico no ensino superior, ou seja, haverá um déficit de 290 mil profissionais.

Se por um lado o Governo mantém programas de incentivo ao acesso a universidades, como FIES e PROUNI, que, segundo a Brasscom, corroboram para evitar a evasão nos cursos tecnológicos, nós, enquanto sociedade, devemos estar cientes que a união faz a força.

E, quando o assunto é um setor que ignorou a crise econômica dos últimos anos no Brasil e vem crescendo acima do PIB, é hora de prestar atenção nesta mensagem e propor mais estímulos aos estudos e aos recursos que apoiem os profissionais para reduzir o déficit de mão de obra especializada.

Claro que essa escassez de especialistas não será resolvida facilmente. Mas, é possível sair da inércia e trilhar caminhos pensando em como o setor pode evitar o apagão técnico e apoiar o crescimento da economia a longo prazo. Um dos caminhos a serem trilhados – mas não o único – é o desenvolvimento e a disponibilização de programas de capacitação técnica para jovens recém colocados no mercado de trabalho.

Levando em consideração que entre as especializações mais requisitas e que precisam de mão de obra imediata estão os desenvolvedores web e mobile, é possível executar uma estratégia para qualificar mais profissionais nesta área.

Sabemos que um profissional de desenvolvimento precisa entender sobre diversas linguagens de programações, como Java, Python, JavaScript., C#. e NET. Mas, e se tivéssemos uma maneira de encurtar esse aprendizado e formar um profissional capaz de desenvolver em uma única linguagem que automatizasse a programação das demais? Isso é software criando software com comando humano! Em outras palavras, low-code!

A escrita em low-code permite reduzir o tempo de programação pela metade em comparação às linguagens tradicionais. E qual o segredo deste software? Ocultar as linguagens de programações, gerando automaticamente um código fonte que permite focar apenas no desenvolvimento da solução e não na programação.

E o resultado? No que tange ao desenvolvimento, podemos elencar agilidade, produtividade, flexibilidade e escalabilidade na resolução de problemas de missão crítica. Levando em consideração nosso cenário econômico, no entanto, teremos mais profissionais qualificados para qualquer demanda de desenvolvimento, além de um setor fortalecido que almeja uma economia sólida e em expansão. Low-code para todos!

Ricardo Recchi, country manager da Genexus no Brasil, desenvolvedora global de produtos para software baseados em Inteligência Artificial.

Fortinet adquire CyberSponse, provedora de plataforma SOAR

A Fortinet® (NASDAQ: FTNT), líder global em soluções de cibersegurança abrangentes, integradas e automatizadas, anunciou hoje que concluiu a aquisição da CyberSponse, fornecedora líder de plataforma SOAR (orquestração, automação e resposta de segurança) com sede em Arlington, Virgínia. A CyberSponse, parceira do Fortinet Security Fabric, ampliará os recursos de automação e resposta a incidentes do FortiAnalyzer, FortiSIEM e FortiGate , por exemplo, e simplificará ainda mais as operações de segurança.

“O número crescente de ferramentas de segurança implementadas pelas empresas trouxeram complexidades operacionais que deixaram as organizações mais vulneráveis a violações. Com a integração da robusta plataforma SOAR da CyberSponse ao Fortinet Security Fabric, podemos oferecer aos clientes respostas mais rápidas a incidentes e a capacidade de padronizar e escalar processos que melhorem a postura de segurança e reduzam riscos aos negócios e seus custos associados.” afirma Ken Xie, fundador e CEO da Fortinet

Operações de segurança simplificadas

O cenário atual de ciberameaças está em constante evolução. Além disso, o número crescente de produtos de segurança pontual contribui para esgotar o ambiente complexo de operações de segurança, que já sofre com a escassez de talentos em cibersegurança. Para combater essa complexidade, as empresas e os provedores de serviços buscam simplificar suas operações e maximizar a eficiência dos SOCs (centros de operações de segurança), consolidando e priorizando alertas de uma ampla variedade de produtos de segurança, além de automatizar análises e tarefas repetitivas para economizar recursos valiosos e utilizar playbooks bem definidos para permitir respostas a incidentes em tempo real.

A união da Fortinet e CyberSponse fornecerá aos analistas de segurança de organizações de todos os portes uma solução forte, patenteada, exclusiva e diferenciada, que inclui:

• Arquitetura escalável em toda a empresa, com múltiplos clientes distribuídos, que otimiza as operações do SOC e permite que os MSSPs (provedores de serviços de segurança gerenciados) ofereçam serviços de detecção e resposta gerenciados (MDR) com facilidade.

• Mais de 325 conectores para integração fácil com todos os principais fornecedores e tecnologias de segurança, oferecendo apenas um ponto centralizado de visibilidade e controle.

• Mais de 200 playbooks diferenciados de fácil configuração para automatizar a sequência de ações de resposta a incidentes e tarefas rotineiras.

• Módulos mais avançados de gerenciamento de casos, com cronograma de incidentes e visualizações de correlação de ativos, além de uma ferramenta automatizada de ROI ou medição de economia.

• Controle de acesso granular com base na função do usuário para proteger dados relacionados ao usuário.

“Esta é a união ideal. A missão da CyberSponse sempre foi tornar o gerenciamento de operações de segurança mais fácil e eficaz, com tecnologias inovadoras e transformadoras. A força da união do Fortinet Security Fabric e da tecnologia SOAR da CyberSponse vai garantir aos clientes a proteção da plataforma mais sofisticada de operações de segurança global, que inclui centenas de integrações, permitindo a execução simplificada de playbooks diferenciados”. – Joseph Loomis, fundador e CSO da CyberSponse.

Empreendedoras criam primeira escola de liderança feminina no país

Mesmo em maior número nas universidades, mulheres recebem salários 23,51% menores que os homens, exercendo as mesmas funções. Nos cargos de gerência, apenas 38% são ocupados por profissionais do gênero feminino, de acordo com a última pesquisa realizada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). A preocupação com essa realidade despertou o interesse das empreendedoras Carine Roos e Amanda Gomes, que, juntas, criaram a primeira escola de liderança feminina do Brasil, a ELAS.

Com quase dois anos, a escola oferece mentorias, workshops, palestras e cursos, que, somente em 2018, impactaram três mil mulheres e certificaram mais de 200 alunas. O objetivo das iniciativas é tornar as participantes mais seguras, confiantes, autossuficientes e empoderadas. Com uma metodologia própria, experiência em equidade de gênero e desenvolvimento comportamental, Carine e Amanda formam mulheres que desejam assumir posições de destaque no mundo corporativo e na sociedade.

“Nós sempre vimos muitas iniciativas de apoio, mas poucas ações práticas capazes de transformar esse cenário”, diz Carine.

No Programa ELAS, que possui 54 horas de duração distribuídas em três módulos, as mulheres trabalham o autoconhecimento, forças e fraquezas e técnicas de negociação e de influência, alinhados aos Sete Princípios do Empoderamento das Mulheres nas Empresas, defendidos pela ONU.

Neste período, as cofundadoras diagnosticam as participantes em três dimensões que podem ser analisadas no término do Programa, mapeando o desenvolvimento e a evolução de cada uma dentro de determinadas competências. “Nós identificamos que nossas alunas finalizam o curso mais ambiciosas para conquistar espaços no mercado de trabalho e cientes de seus valores como pessoa e mulher”, explica Amanda.

Fundada em agosto de 2017, a ELAS já impactou mais de 6 mil mulheres por meio de palestras, imersões e workshops. Também possui 600 alunas certificadas, sendo que 30% delas já foram promovidas ou receberam aumento salarial dentro de seis meses após participarem do Programa ELAS.