Page

Author admin

Fernanda Ribeiro assume como country manager da ShopFully no Brasil

A ShopFully, plataforma de geolocalização especializada em shoppers, anuncia a executiva Fernanda Ribeiro como country manager da operação brasileira. Fernanda, que atuava há um ano como head of sales, assume a liderança da Shopfully com o desafio de gerenciar toda a operação do Brasil, bem como pela definição das estratégias de vendas e marketing, desenvolvimento de produtos, parcerias e projetos especiais.

“Diante desse cenário tão desafiador que estamos vivendo, nosso objetivo é oferecer todo o suporte e ferramentas necessárias para garantir que lojistas e consumidores encontrem o que mais precisam de forma efetiva”, explica Fernanda. “Em um contexto no qual a influência do online no offline é indiscutível, passa a ser fundamental explorar as qualidades do digital à serviço da jornada do consumidor, tornando a experiência mais agradável”, conclui.

Representante brasileira das operações da ShopFully International Group, empresa fundada em 2010, na Itália, a ShopFully Brasil, que conta com 350 mil estabelecimentos mapeados, opera no modelo “drive-to-store” acompanhando toda a jornada de compra do consumidor, do planejamento à aquisição, influenciando o fluxo de clientes nas lojas físicas.

Ainda de acordo com Fernanda Ribeiro, “no futuro, o plano é estreitar ainda mais os laços com os varejistas e com a indústria, como já ocorre na Europa, para consolidar a plataforma como referência em geolocalização e O2O”, afirma.

Brasil é um dos países com mais acessos a aplicativos financeiros no mundo, aponta relatório

O ano de 2019 foi extremamente positivo para os aplicativos financeiros em todo o mundo. Com a digitalização dos bancos e o crescimento das fintechs e carteiras digitais, esse tipo de app se tornou cada vez mais presente no dia a dia das pessoas, e o número de acessos a eles superou a marca de 1 trilhão no ano passado. É o que aponta o novo relatório Mobile Finance Apps , da Liftoff, líder global em marketing e retargeting de aplicativos, realizado em parceria com a App Annie.

A pesquisa analisou 117 apps nos 12 mercados mais importantes do mundo entre 1 de janeiro e 31 de dezembro de 2019. Foram contabilizadas 22 bilhões de impressões, 382 milhões de cliques e 7 milhões de instalações.

Com mais de 550 fintechs em atividade, o Brasil registrou o terceiro maior número de acessos a apps financeiros no ano passado, atrás apenas de China e Índia, e à frente de países como Estados Unidos e Rússia.

O Nubank, que chegou à marca de 15 milhões de clientes em outubro do ano passado, foi o aplicativo de finanças mais acessado no Brasil em 2019. Os apps do FGTS e da Caixa Econômica e as carteiras digitais PicPay e Mercado Pago completam o top 5 brasileiro.

“O Brasil vem se mostrando um terreno muito fértil para fintechs e outras alternativas mais tecnológicas e menos burocráticas para cuidar do dinheiro. Nesse sentido, os aplicativos de finanças têm tudo para continuar crescendo e se consolidando no país, tanto os bancos mais modernos e 100% digitais, quanto os mais tradicionais”, afirma Antonio Affonseca, country manager da Liftoff no Brasil.

O relatório também mostra que as fintechs tiveram vantagem em relação aos bancos tradicionais no número de pessoas engajadas em seus aplicativos. A base de usuários dos apps de instituições financeiras digitais cresceu 20%, contra 15% dos bancos.

Covid-19

O uso de aplicativos móveis cresceu em praticamente todos os países analisados de março para cá, quando a pandemia da Covid-19 obrigou governos a decretarem quarentena ou incentivarem as pessoas a ficarem em casa. No Brasil, houve um crescimento de 35% no número de horas gastas em apps financeiros durante a primeira semana de março em relação à última semana do ano. Na Coreia do Sul e no Japão, esse crescimento foi de 85%.

“Durante esse período de pandemia, é natural que as pessoas acessem mais os apps financeiros, já que agências bancárias estão fechadas. O auxílio emergencial do Governo Federal também exige um registro que pode ser feito via aplicativo, e isso deve aumentar ainda mais a movimentação nessas aplicações”, analisa Antonio Affonseca.

Edital da ABDI mira startups com projetos para comunidades de baixa renda

A crise do coronavírus afeta o país profundamente, mas principalmente a população mais vulnerável. Pensando nas cidades, bairros e comunidades de baixa renda, a Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial (ABDI) lança, nesta quarta-feira (dia 15), edital para buscar soluções inovadoras voltadas para essas comunidades. As inscrições podem ser feitas a partir desta quinta-feira, dia 16 de abril. (Acesse aqui o edital).

O Edital contempla três grandes frentes: o enfrentamento da pandemia COVID-19, voltada para soluções inovadoras para otimizar os serviços de saúde; o enfrentamento dos impactos socioeconômicos, direcionado a projetos com ações de implementação imediata para enfrentar os desafios socioeconômicos relacionados à COVID-19; e finalmente, empreendedorismo, contemplando soluções voltadas à ações de desenvolvimento sustentável socioeconômico.

O terceiro eixo visa projetos com ações para mitigar os impactos na saúde e socioeconômicos relacionados à COVID-19, a curto e médio prazos, com duração de até 18 meses. “Será uma chamada com o olhar mais à frente, para o pós-crise” disse Lanna Dioum, líder do programa Startup Indústria da ABDI. “Com o edital, queremos mobilizar as startups para ajudar as populações que mais podem ser impactadas com o coronavírus”, afirma o presidente da ABDI, Igor Calvet.

A primeira chamada do Edital irá destinar R$ 2,5 milhões de reais divididos em R$1 milhão, para o primeiro lugar, e R$ 600 mil, R$ 500 mil e R$ 400 mil, para os 2º, 3º e 4º lugares respectivamente. O primeiro lugar deverá apresentar soluções relativas aos projetos que contemplem soluções de diagnóstico para o coronavírus. As demais premiações atendem todas as temáticas restantes.

“Nos projetos, as startups serão avaliadas sob dois aspectos: a maturidade da solução, e da própria startup, e o projeto em si. As interessadas vão ter que se inscrever como startup, apresentando a solução e também o projeto para encaixar à situação emergencial do coronavírus”, explicou Lanna.

As soluções deverão contemplar projetos em áreas como diagnóstico; monitoramento de sintomas à distância; monitoramento e gestão de leitos de UTI; monitoramento de temperatura; telemedicina e atendimento à distância, incluindo atendimento psicológico, monitoramento de grupos de risco e soluções de Big Data para geração e gestão de dados e inteligência sobre a pandemia.

No que se refere aos projetos para enfrentamento dos desafios socioeconômicos relacionados à COVID-19, as soluções deverão se encaixar em áreas como ferramentas de mapeamento e georreferenciamento para matching de doações às zonas com necessidades, soluções para sustentabilidade de pequenos e médios empreendedores e empresas, entre outras.

Mas, atenção aos interessados: “é preciso entregar o projeto juntamente com os custos de implementação que já deverão ser previstos e contemplados dentro da premiação! explicou Lanna.

As inscrições estarão abertas a partir de amanhã, dia 16/04/2020, por meio do site da ABDI.

Oracle Academy promove palestras gratuitas para inspirar as jovens em tecnologia

Este ano, a Oracle Academy celebrará virtualmente o Girls in ICT Day, como parte dos eventos do Dia Internacional das Meninas nas TIC, ação liderada pela União Internacional de Telecomunicações da Organização das Nações Unidas. A 5ª versão do evento será realizada simultaneamente em diferentes países para promover a diversidade tecnológica em nível regional.

No Brasil, as palestras, feitas de forma virtual e gratuita, acontecerão no dia 23 de abril, entre 9h e 12h, econtarão com especialistas de tecnologia da Oracle e convidadas especiais, que demonstrarão a importância deferramentas como nuvem e algumas tecnologias emergentes. O evento espera promover um descontraídoencontro virtual, com bate-papo entre profissionais da área de tecnologia que abordarão suas trajetórias, desafios e vitórias até alcançar a posição em que se encontram hoje.

Responsável pelo Girls in ICT Brasil, Fabiana Valente, gerente do programa Oracle Academy no Brasil, comenta que a ideia é levar conhecimento e inspiração às jovens. “Nosso objetivo é inspirar as estudantes que se interessam por tecnologia e pelas carreiras de STEM (Science, Technology, Engineering and Mathematics), relacionadas com disciplinas de Ciências, Tecnologia, Engenharia e Matemática, para que entendam que esta pode ser uma grande oportunidade profissional para elas. Queremos demonstrar, com histórias de vidas reais, o poder que a tecnologia tem de transformar suas vidas. Queremos tocar seus corações e fazê-las acreditar que tecnologia também é coisa de menina e que elas devem, sim, acreditar nos seus sonhos e seguir seus caminhos nesta área”.

Kadu Lopes, vice-presidente de Customer Services e líder da Comunidade Oracle Women Leadership, será responsável pela palestra de abertura e falará sobre o futuro do trabalho. “Quero alertar a todas sobre o grandenúmero de oportunidades de trabalho no mercado de TI e como a tecnologia está alinhada às profissões do futuro. Aprender e dominar uma tecnologia é algo que poderá ajudá-las profissionalmente”.

Entre as convidadas especiais estão:

• Debora Naomi, sócia e diretora da Happy Code, empresa que possui um franquia de escolas de programação para crianças e adolescentes;

• Talita Souza, professora do Instituto Federal de Bragança Paulista. Juntamente com as estudantes, CamilaLima e Miriã Santos, vencedoras da Feira Bragantec; vão contar o desafio de incentivar jovens estudantes do ensino médio a se interessarem por pesquisas cientificas nas diversas áreas do conhecimento;

• Simone Viana, professora e atual caso de sucesso do Programa Oracle Academy que contará sua visão sobre “A Mulher na Tecnologia e seu Papel na Sociedade”.

O evento seguirá com a palestra “Uma viagem no tempo”, que será conduzida por Patricia Villa Nova Teixeira. Ela contará sua trajetória de paleontóloga a analista de Tecnologia do programa Oracle Academy e ainda fará uma demonstração técnica sobre a solução em nuvem da Oracle, a Oracle Cloud Infrastruture. As considerações finais serão feitas por Daniele Botaro, líder de Diversidade e Inclusão para Oracle na América Latina.

“Por meio desses workshops do programa Oracle Academy, esperamos envolver as jovens na educação datecnologia por meio de atividades divertidas e inovadoras”, disse Richard Delgado, diretor da Oracle Academy para a América Latina e o Caribe.

Todas as alunas das instituições membros da Oracle Academy no Brasil, e suas amigas, estão convidadas aparticipar deste evento.

Girls in ICT Day 

Data: 23/04, das 9h às 12h

Para se inscrever no evento, clique aqui .

Grupo Bradesco Seguros adere ao movimento #NãoDemita

A organização Bradesco aderiu ao movimento empresarial #NãoDemita e o Grupo Bradesco Seguros também anuncia o comprometimento com a iniciativa que tem como principal objetivo preservar empregos e evitar demissões causadas pelo impacto econômico gerado pela disseminação da Covid-19. Para a seguradora é importante preservar o bem-estar e a proteção dos mais de 7 mil funcionários e de seus dependentes e familiares, considerando a manutenção dos empregos e rendas diretas e indiretas.

A companhia reforça que a iniciativa é um importante compromisso social que contribui para a valorização, capacitação e aprimoramento do funcionário, além de reforçar a sólida trajetória da empresa focada no desenvolvimento do capital humano.

SulAmérica adere ao movimento #NãoDemita

O Grupo SulAmérica uniu-se ao time de empresas que aderiram ao movimento #NãoDemita, que tem o objetivo de manter os postos de trabalho durante a pandemia de coronavírus. “Apesar de a SulAmérica não ter considerado a redução do quadro em nenhum momento, entendemos que é importante sinalizar esse compromisso para a sociedade”, afirma Patrícia Coimbra, vice-presidente de Capital Humano, Administrativo e Sustentabilidade da SulAmérica. Além da adesão a este movimento, a SulAmérica manteve as contratações já previstas antes da pandemia e não congelou vagas. Mais de 100 colaboradores, por exemplo, foram efetivados em março. 

Esta ação faz parte do compromisso da SulAmérica de cuidar de pessoas. Outras ações já adotadas visando a segurança e o bem-estar de seus colaboradores foram a adoção do home office para praticamente 100% dos funcionários e terceiros, acompanhamento médico para colaboradores e seus familiares infectados ou com sintomas de COVID-19, vacinação contra gripe em sistema drive thru, cancelamento de viagens nacionais e internacionais, entre outras. 

Para mais informações sobre coronavírus, acesse: sulamerica.com.br/coronavirus. 

Para saber mais sobre o manifesto #NãoDemita, acesse: www.naodemita.com 

Caio Borges assume posto de head de vendas da Infobip no Brasil

A Infobip, uma das maiores empresas de mensageria do mundo, anuncia Caio Borges como novo head de vendas da empresa no Brasil. Ele será responsável por liderar o time de vendas local, acompanhando as diretrizes da matriz, com objetivo de posicionar a empresa como grande player no mercado de SaaS.

Borges tem mais de dez anos de experiência nos mercados mobile e mobile marketing. Formado em administração pela Universidade Paulista (Unip), com especialização em finanças pela Fundação Getúlio Vargas (FGV), ele trabalhou em empresas de grande porte nacionais e multinacionais, como Nokia e Pontomobi, antes de ingressar na Infobip em 2015. Começou como gerente de vendas e alcançou os cargos de líder do time de vendas da empresa em São Paulo e gerente de desenvolvimento de vendas, antes de sua promoção.

“Estamos entrando em um mercado que já conta com grandes players com plataformas bem estruturadas. Para ter um diferencial competitivo, apostaremos na qualidade de nossas soluções desenvolvidas in-house e em um atendimento personalizado e consultivo”, afirma Borges. “A Infobip é reconhecida para qualidade de canais como SMS e WhatsApp, e trabalharemos para que seja reconhecida, também no mercado de SaaS.”

Afinal, quais são os segredos para as PMEs sobreviverem à crise?

Por Francisco Ferreira, fundador da BizCapital

Não é novidade dizer que os setores mais afetados pelo coronavírus são aqueles que dependem da presença física do cliente, como restaurantes, lanchonetes e salões de beleza. Entretanto, a pandemia nos obrigou a despertar um novo olhar sobre esses negócios. Serviços de delivery ou vendas online podem ser alternativas para que essas empresas sobrevivam a esse momento.

Os dados só comprovam o que já sabemos: o cenário atual não parece promissor. Segundo pesquisa feita pelo Sebrae, 89% das micro e pequenas empresas brasileiras já observam uma queda no seu faturamento. O estudo foi realizado com mais de 9 mil donos de pequenos negócios e mostrou que, na média, a redução no faturamento das empresas foi de 69%.

E para que esses índices não piorem ainda mais, é preciso ter cautela. É provável que tenhamos uma redução na receita da maior parte das empresas por alguns meses. É difícil prever como as organizações irão se manter daqui para frente, mas a intensidade e a duração da quarentena, bem como as ações para a retomada após o fim da epidemia, vão ditar os próximos passos do empresariado.

E por esse motivo, além de se reinventarem e encontrarem outros caminhos, alguns aspectos relacionados à estratégia passam a ser fundamentais nesse momento. Agora mais do que nunca, os negócios precisam investir em gestão financeira. Mapear todos os custos e entender o que é fixo e o que é variável. É importante renegociar contratos e postergar pagamentos quando for possível. Manter o crédito na praça também é fundamental. É a hora de entrar em contato com os credores, propor alternativas e negociar.

Diante disso, o que podemos fazer agora para nos organizarmos? Na minha visão, uma opção bastante viável é reduzir ou cortar gastos: a crise é sempre uma boa hora para rever despesas desnecessárias e negociar contratos com fornecedores e parceiros. Outra alternativa é buscar novas fontes de receitas.

O Brasil respondeu rápido a pandemia com medidas bastante contundentes. E se essas providências forem implementadas com agilidade, os impactos serão menores, e teremos mais empresas atravessando esse momento de dificuldade. No entanto, quando confinamento for reduzido ou encerrado, alguns setores terão uma retomada mais rápida, enquanto outros precisarão de mais meses para se recuperar.

Acredito que o consumidor precisará de mais tempo para recuperar a confiança. Um dos motivos para isso é a insegurança da sociedade com possíveis contaminações, que vai continuar afetando setores que dependem da presença física. Outra razão é a diminuição do poder de compra por conta da redução da atividade econômica.

As crises são sempre oportunidades para melhorar: as empresas precisam se reinventar e buscar mais produtividade e novas oportunidades. Embora o momento seja desafiador, é importante seguir em frente com os negócios. A Covid-19 vai passar e as empresas continuarão aqui para atender às demandas dos clientes.

Startups se unem e criam Manual de Sobrevivência para PMEs

Com o objetivo de minimizar os efeitos colaterais causados pelo COVID-19, as startups Octadesk, Gama Academy, Ramper e Runrun.it desenvolveram o “Manual de Sobrevivência para PMEs”, direcionado para pequenas e médias empresas. O conteúdo gratuito é dividido em seis categorias e foi elaborado por meio de entrevistas com os CEOs e líderes dessas empresas.

“Diante do cenário de incertezas, pequenas e médias empresas são as primeiras a reduzir o quadro de colaboradores, contrair altas dívidas e até fechar as portas. Foi para ajudar outras empresas e fortalecer a economia que estamos compartilhando nosso conhecimento, experiência, erros e acertos”, conta Rodrigo Ricco, CEO da Octadesk.

Nas entrevistas, os especialistas compartilham os efeitos que já foram percebidos em seus negócios, estratégias adotadas frente a essas mudanças e dicas que podem ser colocadas em prática por outras empresas a curto prazo. As categorias abordadas no material são: Negócios, Vendas, Atendimento, Marketing, Recursos Humanos e Gestão de Equipe.

Segundo Guilherme Junqueira, CEO da Gama Academy, uma das startups participantes do projeto, o momento é de união para que todos possam se ajudar. “As empresas mais afetadas pelo Coronavírus serão as PMEs, que empregam mais de 50% da população brasileira. Portanto, nosso papel como empresas digitais que estão sendo menos impactadas por todo este cenário, é reunir a maior quantidade possível de profissionais que estão enfrentando este momento e assim ajudá-las. É justamente isso que estamos fazendo dentro desse manual de sobrevivência”, conclui.

O manual é atualizado com 12 vídeos por semana e já conta com mais de 9 horas de conteúdo contínuo. Além de garantir informação e instrução de qualidade para os empresários, na página também há espaço para comentários e registro de dúvidas. Os idealizadores do projeto acreditam que é fortalecendo e trocando informações que as empresas poderão atravessar esta fase.

Sobre as empresas idealizadoras do projeto:

Octadesk – empresa focada em inovação e relacionamento com o cliente, ajudando outras empresas a colocarem o consumidor como centro de sua estratégia e multiplicarem a força do atendimento e vendas com agilidade, organização e escala.

Gama Academy – escola que seleciona talentos e forma profissionais para o mercado digital nas áreas de design, marketing, programação e vendas.

Ramper – plataforma de prospecção digital que possibilita escalar a geração de leads B2B e automatizar a prospecção de ponta a ponta – desde construção de listas com seus clientes ideais, passando pelas abordagens até que o lead esteja pronto para ir para o CRM.

Runrun.it – software de gestão de projetos, tarefas e fluxo de trabalho, com relatórios sobre prazos e custos dos projetos e desempenho das pessoas.

Usando Microsoft Teams, Estácio está levando aulas online para 300 mil alunos

Mais de 300 mil estudantes da Estácio em todo o país estão utilizando o Microsoft Teams, plataforma de colaboração, para dar continuidade às suas aulas. A decisão de migrar para o ensino remoto foi feita com o objetivo de minimizar os impactos por conta do cenário do COVID-19 e a estimativa é de que 15 mil aulas sejam ministradas semanalmente.

De acordo com a Estácio, 80% dos alunos avaliaram as aulas online como ótimas ou boas e o modelo está registrando índices altos de presença, por vezes até maior que os identificados presencialmente. No curso de medicina, por exemplo, as 130 aulas programadas tiveram 99% de presença. Além disso, a direção identificou que a adesão a simulados teve recorde de participação, atingindo 68%, em comparação com 50% quando o modelo era realizado presencialmente.

“Mesmo no cenário da crise, o número de acesso a essa atividade aumentou. Isso é uma evidência de que os alunos estão realmente estudando de casa e incorporaram as aulas remotas como parte de seu cotidiano. A vida acadêmica deles está fluindo, sem prejuízos”, comemora Juliana Matos, diretora de Ensino.

Agora, os alunos continuam organizados de acordo com seus cursos e turmas e têm, online, as mesmas aulas que teriam presencialmente, com seus respectivos professores e de acordo com os horários pré-estabelecidos no calendário acadêmico. As programações são transmitidas ao vivo por meio do Microsoft Teams, com interações de dúvidas e discussões via chat, e ficam gravadas na plataforma para o acesso posterior.
“Percebo que muitos alunos que são mais envergonhados de participar das aulas em sala se sentem mais à vontade para perguntar via web. O número de perguntas está maior e os alunos lidam com muita facilidade com a plataforma. É uma geração que gosta do ambiente virtual e está se virando muito bem com o novo formato de aulas”, explica a Profa. Dra. Tâmara Lis, dos cursos de Jornalismo, Publicidade e Design Gráfico da unidade da Estácio em Juiz de Fora (MG).

Além dos alunos, a mudança impactou o corpo docente e também o setor administrativo, que continua com a rotina de atendimento aos alunos via Microsoft Teams. Ainda, a Estácio está realizando o seu primeiro vestibular online para os cursos que terão início no segundo semestre.

“Nosso foco é garantir a continuidade acadêmica, facilitando a vida do aluno presencial na adaptação para o novo modelo, e também a saúde e o bem-estar dos alunos, professores e colaboradores. Essa é uma situação excepcional e de transição até que tenhamos retorno das aulas presenciais. Não é a oferta dos cursos do nosso portfólio EaD, é uma solução diferente, em que o professor está igualmente escalado para a aula, no mesmo horário, com o mesmo conteúdo. Só a sala de aula é diferente”, finaliza o vice-presidente de Operações Presenciais da Estácio, Adriano Pistore.

Faturamento do mercado de fidelidade cresceu 11,6% no último ano

A ABEMF, Associação Brasileira das Empresas do Mercado de Fidelização, divulgou seu balanço anual que aponta um faturamento de R$ 7,7 bilhões entre suas associadas em 2019, representando um crescimento de 11,6% na comparação com o ano anterior. Somente nos últimos três meses do ano (4T19) foram R$ 2,1 bilhões, valor recorde para um único trimestre desde que a associação passou a divulgar seus indicadores de mercado, em 2015.

A quantidade de pontos/milhas emitidos em 2019 somou 308,2 bilhões, número 7,5% maior que o registrado em 2018. Na comparação entre os trimestres, 4T19 com 4T18, o crescimento é ainda maior, 8,9%. A principal fonte de acúmulo de pontos/milhas continua sendo o varejo. Os pontos oriundos dessa modalidade, incluindo aqueles vindos dos bancos, com as compras no cartão de crédito, somaram 88,6% do total acumulado no ano. Os demais, 11,4% foram emitidos em viagens.

Essa realidade é inversa na análise de pontos/milhas resgatados. Ao trocar seu saldo, os participantes seguem dando preferência aos bilhetes aéreos. Em 2019, 77,8% dos pontos/milhas foram para a aquisição de passagens, enquanto 22,2% resultaram em produtos e serviços. No total, foram trocados 265,1 bilhões de pontos/milhas em 2019, 8,2% a mais que a soma do ano anterior.

Para o presidente da ABEMF, João Pedro Paro Neto, o mercado de fidelidade no Brasil tem demonstrado, a cada ano, avanços importantes. “Além da evolução desses indicadores, que apontam uma maior utilização dos programas por parte dos clientes, temos assistido à chegada da fidelização em novos mercados e um constante desenvolvimento de tecnologias que permitem uma maior interação entre marcas e consumidores, o que gera aumento do engajamento e possibilita aos programas oferecerem mais e melhores ofertas”, afirma.

Um outro indicador importante é a taxa de breakage, que representa a quantidade de pontos/milhas expirados no período. Em 2019, a média de expiração ficou em 16,8%, uma queda de 1,3 ponto percentual em relação a 2018. Vale ressaltar o valor do último trimestre do ano: 15,2%, 2,2 pontos percentuais abaixo do 3T19 e o menor já registrado pela ABEMF.

Os cadastros nos programas de fidelidade da associação somavam 147,4 milhões no fim do ano passado. A queda de 2,1% em relação ao fim de 2018, quando havia 150,6 milhões de inscrições, é explicada pela consolidação das bases de duas empresas, uma vez que a Dotz concluiu a compra das operações da Netpoints em 2019.

AMARO implementa venda pelo WhatsApp durante quarentena por Covid-19

A AMARO, fashiontech brasileira, deu início à estratégia de diálogo com as clientes da marca pelo WhatsApp para impulsionar as vendas durante a crise do Covid-19. Com todas as Guide Shops fechadas, a empresa realizou treinamentos com mais de 15 gerentes e vendedores das operações físicas para que elas passassem a oferecer dicas de moda, além de apresentar novos produtos ou apenas conversar com as clientes neste período de isolamento, tudo via whatsapp.

A operação foi iniciada no dia 26 de março e acontece utilizando duas bases de clientes: lojas físicas (ativo) e atendimento ao cliente da AMARO (receptivo). Na primeira, o time aciona a base de clientes das Guide Shops com uma mensagem no Whatsapp. Já no SAC, as ligações de consumidoras que têm alguma dúvida sobre um produto ou demonstram interesse em comprar algum item, são direcionadas para outra parte da equipe de vendas. Nesse caso, a continuidade do atendimento acontece também pelo programa de mensagens instantâneas.

As compras podem ser finalizadas via Whatsapp com a vendedora ou pela cliente pelo aplicativo ou site da AMARO. No total, cerca de 35 mil consumidoras da base receberão contato por meio do WhatsApp. O objetivo é suprir 25% da receita das lojas físicas por meio das vendas via WhatsApp e, na primeira semana de operação, já foi possível observar que o número deve ser superado.

“Somos uma empresa que já nasceu no ambiente digital, então pra nós foi mais simples adaptar a estrutura de atendimento para o Whatsapp. O objetivo é que essa nova ferramenta atue como uma sustentação do e-commerce neste período de crise, não esquecendo também de suprir a necessidade da cliente que prefere um contato mais próximo e humanizado”, explica Daniela Valadão, diretora de Physical Retail da AMARO.

O treinamento para as colaboradoras foi ministrado em conjunto pelas equipes internas das lojas físicas e do atendimento ao cliente. Os conteúdos aplicados falavam sobre a nova jornada do cliente no WhatsApp e a linguagem/ abordagem que deve ser realizada com as clientes. O treinamento contemplou, ainda, um workshop intensivo para utilização da plataforma que reúne o histórico e perfil de compra das consumidoras e também da ferramenta que projeta as imagens de looks, tudo para que o atendimento virtual chegue o mais próximo possível do físico.