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FastBuilt é aprovada pelo programa Acelera Startup SC

Uma parceria entre a Fundação de Amparo à Pesquisa e Inovação do Estado de Santa Catarina (Fapesc) e o Sebrae deu origem ao programa Acelera Startup SC, que destinou R$ 1,25 milhão para 25 startups promissoras de Santa Catarina. A FastBuilt, de Blumenau, que é especializada em soluções para o mercado da construção, foi uma das contempladas. A empresa recebeu o recurso de R$ 50 mil durante a edição de 2021 do Startup Summit.

Para Jean Ferrari, CEO da FastBuilt, a seleção no projeto chancela a carreira promissora da empresa, que completou três anos de fundação neste mês. “Nosso DNA é muito ligado à inovação e somos protagonistas no ecossistema catarinense. Este ano ingressamos no programa de mentorias Startup SC e o recurso do edital irá acelerar o lançamento de inovações no produto e nosso fortalecimento de mercado”, diz.

Com crescimento acelerado em 2021, a FastBuilt pretende chegar a 1 milhão de lares até 2023. A plataforma da companhia elimina a necessidade de manual do proprietário impresso, trazendo para o app todas as informações do imóvel com conteúdo interativo. Assistências técnicas e atendimento ao cliente também podem ser realizados pela construtora, que passa a acompanhar todo o projeto e a interação com o cliente de forma digital e integrada.

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Efund Investimentos, nova plataforma de Equity Crowdfunding, aposta em seleção rígida de startups nas fases Pré-seed e Seed

Após avaliar mais de 400 projetos, empresa lança captação de investimentos para a Otimiza, startup especializada em gestão de benefícios corporativos

O investimento em startups se consolida a cada dia como uma das alternativas mais utilizadas para obter rentabilidade com ativos alternativos, mas mitigar os riscos é sempre uma preocupação. Desta forma, pensando em unir empreendedores com projetos consistentes em busca de escalar seu negócio a investidores que procuram diversificar seus investimentos com robustez no processo de seleção, a Efund Investimentos, nova plataforma de equity crowdfunding, acaba de entrar em operação com a oferta de investimentos na startup Otimiza, que oferece soluções para compra e gestão de benefícios corporativos para empresas de todos os tamanhos e segmentos em todo o Brasil.

O objetivo desta primeira operação é captar um montante de R$ 1.2 milhão, com a oferta de um equity de 8%. Os aportes podem ser feitos a partir de R$ 3 mil enquanto existirem cotas à disposição.

A Otimiza traz para o mercado de recursos humanos a inovação de uma conta digital que concentra a compra e gestão de vale transporte e demais benefícios como incentivos e prêmios com suporte dedicado ao cliente e aos colaboradores. A solução agiliza os processos para as empresas ao concentrar em um ambiente único as ofertas presentes em mais de mil operadoras de todo o Brasil, uma vez que geralmente as empresas de Vale Refeição e Alimentação não se integram com as operadoras de vale transporte, e por muitas vezes, também não oferecem soluções em vale presente, mobilidade, benefício flexível, entre outras necessidades dos RHs como pagamentos, novas modalidades de benefícios, incentivos e prêmios.

“Escolhemos iniciar a operação da Efund com a Otimiza porque ela apresenta todas as características presentes em nossa tese de investimentos. Com um modelo de negócios já testado e aprovado pelo mercado, a empresa agora está pronta para escalar novos patamares de crescimento de forma sustentável e entregar resultados palpáveis aos investidores”, afirma o sócio fundador da Efund, Igor Romeiro.

A Otimiza teve seu projeto acelerado pelo Sebrae RJ e foi premiada pela Startup Farm em programa de inovação no Campus do Google no qual ficou com a 2ª melhor colocação entre 900 projetos do Brasil e América Latina. Em 2019 a Otimiza foi apontada como uma das principais startups de Benefícios Corporativos pela Liga Ventures.

O cofundador da Efund, Alcides Jarreta, ressalta o processo de seleção rigoroso desenvolvido pela plataforma até a decisão de lançar um projeto de captação. Segundo ele, além de números financeiros, outros critérios intrínsecos ao processo são considerados na tese de investimento. Entre eles o executivo cita a motivação dos sócios para o negócio, o conhecimento das fortalezas e fraquezas da empresa, a comunicação de forma simples e concisa entre os sócio, e a análise do mercado em relação à solução proposta. “Com base nestes valores criamos o projeto e colocamos à disposição dos investidores. Acreditamos que este seja o maior serviço que podemos prestar ao investidor e seguiremos com este critério para todas as captações que ofereceremos”, completa.

A Efund já avaliou mais de 400 startups e apenas cerca de 2% delas foram aprovadas para futuros lançamentos de projetos de captação. A empresa já tem uma agenda com pelo menos cinco outras empresas que serão oferecidas ao mercado nos próximos meses.

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5 soft skills fundamentais para as mulheres na área tech

Por Mariel Reyes Milk, fundadora da {reprograma}

Para ter sucesso na carreira profissional é necessário ter mais do que habilidades técnicas, é necessário habilidades interpessoais, o que chamamos de soft skills. Quando o assunto é mulheres no mercado de trabalho, as empresas, atualmente, buscam por candidatas que consigam desempenhar bem suas funções técnicas, mas que também possam se encaixar na cultura institucional da empresa e interagir com o time completo. 

Na área da tecnologia, por exemplo, é recomendado que as programadoras executem cinco principais soft skills, que irão servir de apoio para desempenhar bem suas funções. São elas: 

  1. Capacidade de trabalhar em equipe: seja dentro de uma equipe de desenvolvedores, designers ou uma equipe de projeto, as desenvolvedoras precisam trabalhar bem com as outras pessoas do time para ter sucesso;
  2.  Comunicação efetiva: as desenvolvedoras muitas vezes podem passar horas trabalhando sozinhas, mas ainda assim precisam ter excelentes habilidades de comunicação, uma vez que  raramente estão codificando todo o sistema ou projeto sozinhas. Além de outros devs – abreviação de desenvolvedoras-, precisam coordenar com outros membros da equipe e da empresa;
  3. Problem solving ou a habilidade de resolução de problemas: pensamento crítico e obtenção de uma solução criativa para um problema relacionado a software é essencial para uma programadora.
  4. Paciência e perseverança: é raro que um código ou programa funcione na primeira tentativa e, muitas vezes, as programadoras precisaram de várias tentativas e muito trabalho para fazer um aplicativo ou uma página funcionar corretamente, sem erros.
  5. Bom gerenciamento de tempo: trabalhar sob pressão e ainda cumprir prazos é extremamente importante na vida de uma boa dev.

Benefícios de habilidades bem desenvolvidas na área tecnológica

Quando bem entendidas e executadas, as habilidades resultam em pontos positivos para as programadoras, como: desenvolvimento do trabalho em equipe, no qual incentiva a colaboração na empresa; resolução de problemas de formas mais criativas; criação de produtos e serviços inovadores, com um mix de ideias, experiências e contribuições de todas; capacidade de lidar melhor com estresse e pressão e a menor chance de frustração, aptidão de continuar tentando e aprendendo com os erros. 

Desenvolvimento dos skills dentro das organizações 

O treinamento das equipes é fundamental para melhorar a dinâmica de trabalho, otimização do tempo e a conexão de ideias em diferentes setores das empresas. Por isso, é importante que as lideranças corporativas invistam no desenvolvimento dessas habilidades para uma melhor prática da cultura organizacional dos colaboradores. 

Entre os benefícios posso citar: 

  • Criar uma cultura de Mentorships: não só programas de mentorias, mas também incluir estas mentorias na cultura da empresa, para que todas possam desenvolver a mentalidade em ajudar uns aos outros a crescer.
  • Promover internamente e dar oportunidades de liderança que vão permitir o desenvolvimento de soft skills.
  • Oferecer oportunidades para praticar os soft skills e promover uma cultura de feedback: as colaboradoras da empresa podem praticar os soft skills, porém,  recebendo retroalimentação saberão se realmente estão desenvolvendo esses skills e quais podem ser as áreas a fortalecer.

Como as soft skills impactam na liderança 

Ser uma líder é mais do que guiar pessoas, tem a ver em se conectar com pessoas e saber lidar com situações de adversidades. Entre as principais habilidades para serem exercitadas no ambiente corporativo estão: 

  •     Capacidade de colaboração e comunicação clara e eficaz;
  •     Ser bom para ouvir aos outros e aprender dos outros;
  •     Liderar pelo exemplo, capacidade de ensinar e ser mentora;
  •     Ser confiável e respeitar e valorizar as diferenças das pessoas com quem trabalhe;
  •     Capacidade de dar e receber feedback construtivo.

Utilização das soft skills: maternidade x ambiente corporativo 

As habilidades desenvolvidas podem auxiliar mulheres em muitas áreas, dentro e fora da empresa. No meu caso, ao empreender e ser mãe ao mesmo tempo, várias soft skills foram desenvolvidas, no qual se conectam no ambiente de trabalho e na maternidade. No contato com a área tech, as habilidades ajudam a organizar a vida fora da empresa e contribuem para uma melhor qualidade de vida, como: 

  • Habilidades como melhor gerenciamento de tempo e priorização são muito importantes para poder dividir tarefas e priorizar entre atividades do trabalho e responsabilidades dentro de casa, com ou sem filhos; 
  • Paciência também é chave – como mãe de 3 pequenos, posso dizer que a paciência é essencial na educação dos filhos;
  • Trabalho em equipe é bem importante porque com sua parceira/seu parceiro em casa assim como com os colegas do trabalho todas precisam a compartilhar e dividir tarefas; 
  • Comunicação eficaz e capacidade de ouvir os outros. poder comunicar necessidades dentro de casa para poder focar as vezes em trabalho ou vice-versa é bem importante.

Tendência do cenário de crédito: em dez anos, todas as empresas poderão ser fintechs

O setor bancário caminha para um momento de muitas mudanças e há uma tendência de que empresas possam oferecer serviços bancários e financeiros próprios para seus clientes. Por meio da tecnologia e do aumento da acessibilidade, os negócios começaram a enxergar os ganhos em criar suas soluções, oferecendo o conceito conhecido como fintech as a service.

O surgimento dessas soluções nativas digitais, focadas em inovação, e com a evolução sendo fomentada pelo próprio Banco Central, é previsto que empresas de todos os portes contratem infraestrutura de terceiros ou tenham um produto bancário de ponta com a sua marca.

De acordo com Paulo David, CEO da Grafeno, há 15 anos empresas começaram a investir em tecnologia para se adaptarem ao mundo digital. “A tendência é de que, em dez anos, todas as grandes empresas também se tornem fintechs para oferecer serviços financeiros para seus clientes”, avalia.

Maior presença digital, com crescimento forte de onboarding e operações 100% digitais

A pandemia aumentou a demanda de digitalização dos serviços bancários, reduzindo fronteiras e oferecendo crédito das mais diversas localidades. “Se relacionar digitalmente com o cliente permitiu a facilidade de acesso a dados cadastrais e transacionais, com foco em maior escalabilidade no processo de distribuição de soluções e na experiência do cliente”, destaca Paulo David.

Crédito de ponta a ponta com portfólios ampliados

Com a ascensão das fintechs e implementação do open banking no país, as empresas buscarão soluções melhores e personalizadas fora dos grandes bancos. Com isso, o mercado de crédito estruturado deve ganhar mais espaço no Brasil, complementando seu portfólio de soluções com serviços financeiros de natureza mais recorrente como contas, cobranças, cartão, maquininha e seguro.

Mais segurança

Na era da digitalização e operações feitas inteiramente online, oferecer e investir em segurança é fundamental e, para isso, é necessário promover um serviço de qualidade que demanda maiores gastos. “Para evitar futuros custos para as empresas, as infraestruturas bancárias e financeiras as a service fornecem para os seus clientes licenças, práticas de KYC / AML, tecnologias de proteção de dados e recursos, entidades registradoras, LGPD, open banking e novas tecnologias, como a tokenização”, explica David.

Tecnologia como agente transformador

Presentes em ambiente de operações 100% digitais, a adoção de novas tecnologias se fez necessária, visto que o as a service lida com as empresas de maneira totalmente inteligente, sem processos burocráticos, decisões manuais e arbitrárias. Com isso, as empresas se beneficiarão de roadmaps de inovações e poderão ofertar novas funcionalidades para seus clientes.

Segundo o Global Fintech Rankings (Rankings Globais de Fintechs de 2021), o montante investido nas fintechs subiu de US﹩ 199 bilhões para US﹩ 440 bilhões no último ano. É esperado que esse movimento progressivo ganhe ainda mais força no final de 2021, quando o Banco Central planeja avançar para as fases finais de implementação do sistema de open banking no país.

“O mercado financeiro vem sendo alvo de muita mudança desde o surgimento das fintechs. O que vemos agora é um movimento de fintechzação em diferentes setores e isso se deu graças às novas regulamentações que foram aprovadas para o setor”, conclui o CEO da Grafeno, solução digital que dá segurança e agilidade para operações de crédito.

R3 adquire ativos da Ivno Software

A R3, empresa de software corporativo líder do mercado global em soluções enterprise de Blockchain, acaba de anunciar a aquisição da tecnologia e da equipe de especialistas em tokenização de ativos financeiros da Ivno. O negócio vai permitir o uso dos recursos desenvolvidos pela Ivno em toda a plataforma Corda, fortalecendo o posicionamento da R3 na área de ativos e moedas digitais.

Dinâmicos e seguros, os smart contracts e a plataforma de tokenização da Ivno foram projetados para empresas e serviços financeiros regulamentados. A tecnologia permite que os usuários tokenizem rapidamente ativos como ouro, dinheiro, garantias e obras de arte, fornecendo uma maneira moderna de aumentar a liquidez, melhorar a segurança e permitir a transferência de ativos de forma rápida e com baixo custo. A solução foi desenvolvida para atender requisitos regulamentares e seu design robusto oferece transações 24 horas por dia, sete dias por semana, eliminando falhas de liquidação, atrasos e problemas de infraestrutura.

Com a integração dos recursos da Ivno, os clientes da R3 poderão otimizar o gerenciamento do balanço patrimonial por meio da tokenização de ativos subjacentes, ao mesmo tempo em que se beneficiam do desempenho e da segurança da plataforma Corda. A tecnologia Ivno também vai aprimorar os recursos do R3 Sandbox para moedas digitais, permitindo que os clientes experimentem a tokenização de ativos digitais e explorem modelos emergentes de stablecoin antes de coloca-los em produção.

Para o CEO da Ivno, Aaron Grantham, os clientes poderão aproveitar as vantagens dos recursos de software de tokenização da Ivno com os benefícios oferecidos pela estrutura empresarial fornecida pela R3. “Estou convencido de que isso permitirá a rápida adoção de novas soluções de negócios usando paradigmas de tecnologia liderados por DLT”, afirma.

Já o CPO (Chief Product Officer) da R3, Todd McDonald, lembra que o caixa digital e os ativos líquidos tokenizados representam uma das maiores inovações nos mercados financeiros. Mais que isso, a tecnologia subjacente oferece uma oportunidade de otimizar significativamente o custo e a velocidade das transações financeiras. “A aquisição do software da Ivno baseado em Corda acelera significativamente a capacidade da R3 de oferecer aos nossos clientes recursos de emissão de moeda estável e regulamentada. Inicialmente, os recursos da Ivno serão integrados ao Digital Currency Sandbox da R3”, revela.

Let’s Code e Iguatemi criam programa de formação em Full Stack para pessoas com 50 anos ou mais

Rede de shoppings investe em treinamento com especialistas; inscrições acontecem até 21 de outubro

A Let’s Code anuncia mais um projeto de desenvolvimento de profissionais, desta vez em parceria com uma das maiores empresas full service no setor de shopping centers do Brasil, a Iguatemi. Com 24 semanas de curso e aulas ao vivo e online, o programa tem como objetivo recrutar e incluir novamente profissionais 50+ no mercado de tecnologia, possibilitando também uma oportunidade para uma virada na carreira.

Quando o assunto é mercado de trabalho hoje, as chances de conseguir uma boa oportunidade de emprego vão além da experiência, análise de um bom currículo ou da preparação para as entrevistas. As empresas buscam cada vez mais solucionar o gap em relação às soft skills, competências socioemocionais, de seus colaboradores .

Segundo a pesquisa do Ipea, realizada em 2019, 27,3% dos profissionais sem ocupação com mais de 40 anos insistem sem sucesso na busca por trabalho há pelo menos dois anos e muitas empresas têm apostado em iniciativas exclusivas para recrutar esse público. A Let’s Code, escola que forma desenvolvedores para o mundo real, junto com a Iguatemi, criaram um programa para esta faixa etária, que irá capacitar pessoas desenvolvedoras com 50 anos ou mais para atuar no mercado de tecnologia em desenvolvimento full stack.

“Muitos dos profissionais com 50 anos ou mais se graduaram em um modelo que já está ultrapassado, principalmente quando falamos em tecnologia que é um mercado que evolui muito rapidamente. A nossa proposta é formar essas pessoas com as melhores técnicas do mercado, desenvolvendo também as soft skills necessárias para a área, e assim impulsionar as milhares de oportunidades que temos hoje. A parceria com a Iguatemi reforça nosso objetivo de tornar o setor de tech cada vez mais diverso, com profissionais qualificados para as exigências reais das empresas”, explica Felipe Paiva, CEO da Let’s Code.

Ao todo, são 400 horas de formação em uma jornada única e num ambiente diverso, de modo que os alunos tenham uma preparação focada no mercado de trabalho com professores que possuem ampla experiência para ensinar a programar na prática.

Para Vivian Broge, Diretora de Recursos Humanos da Iguatemi, a parceria com a edtech para a realização do programa é fundamental para garantir a atualização e formação dos profissionais e dar mais possibilidade para entrada, e até recolocação, no mercado de trabalho. “A Iguatemi tem as pessoas no centro do negócio e um dos objetivos é direcionar o foco da companhia em iniciativas de

diversidade e inclusão. Há cinco anos, a empresa criou um Comitê de Equidade para trabalhar ações afirmativas e compromissos para o avanço da diversidade e inclusão em todos os marcadores sociais. A inclusão de pessoas com 50 anos ou mais é outro passo no sentido de garantir maior diversidade no mercado de trabalho”, afirma Vivian.

Hoje, a Iguatemi possui um time de tecnologia com mais de 80 colaboradores e todos os participantes do programa com a Let’s Code podem ter a oportunidade de integrar o quadro de colaboradores da companhia.

As inscrições para o programa acontecem até o dia 21 de outubro. O início da turma está previsto para 06 de dezembro e ter 50 anos ou mais é pré-requisito básico. Para participar, as pessoas que quiserem se candidatar podem acessar: https://letscode.com.br/iguatemi-50-mais.

Marfrig economiza nove mil horas de trabalho com o uso de robôs de automação

A Marfrig, líder global em produção de hambúrgueres e uma das maiores empresas de carne bovina do mundo, busca constantemente novas formas de expandir e aperfeiçoar suas operações. A transformação digital é uma grande aliada neste processo de inovação para diversos segmentos da empresa, o que inclui o uso de robôs de automação no sistema operacional da companhia.

Implantados em 2020 pela área de Evoluções Tecnológicas da Marfrig, os robôs de automação são ferramentas utilizadas para automatizar tarefas manuais que exijam processos de repetição, como por exemplo copiar dados de forma digital no sistema interno. Há dois meses, 4 novos robôs foram implantados para executar funções em áreas de negócios como TI, tesouraria, insumos, logística e financeiro. Ao todo, já são 20 em operação. Desta forma, os colaboradores podem se dedicar a atividades que exijam análises e garantem uma economia efetiva em horas de trabalho.

“A ideia é que o uso da ferramenta seja democrático e auxilie a empresa como um todo, 24 horas por dia. Os robôs de automação são como funcionários compartilhados entre as áreas. Nós adquirimos uma licença, eles recebem a agenda de atividades e depois executam,” diz Joel Santiago, diretor de tecnologia da informação da Marfrig. Atualmente são dois robôs em operação para os países da América do Sul em que a Marfrig está presente, compostos por Brasil, Chile, Uruguai e Argentina.

Santiago explica que a implantação foi gradual. “Inicialmente, quando começamos a falar no uso de robôs, as pessoas imaginavam uma máquina andando pela empresa ou algo apenas visto apenas em filmes. Investimos em explicar como a tecnologia funciona, mostrando que é um software capaz de navegar por sites, acessar sistemas e fazer atividades repetitivas. Quando as pessoas entenderam como o mecanismo funciona, as áreas começaram a demandar o uso dos robôs de automação.” 

Antes da efetiva participação dos robôs de automação em um determinado setor da empresa, a área entende cada uma das necessidades e verifica se é uma solução que pode ser feita pelo robô e uma avaliação financeira. Em seguida, parte-se para o processo de criação, testes, implantação e produção. No dia a dia, o time de desenvolvimento fica responsável por acompanhar esses robôs e sua devida manutenção.

Até agosto deste ano foram contabilizadas 9.000 horas economizadas com o uso de robôs de automação no sistema operacional da Marfrig. Eles são capazes de fazer tarefas de maneira mais eficiente e rápida (cerca de 70% mais rápido), pois tratam-se de processos repetitivos e que tendem a gerar erros. Em pedidos de transferência, por exemplo, um robô deveria economizar 630 horas de um funcionário da área. Atualmente, foram economizadas 1.500 horas, mais do que o planejado inicialmente. 

Além deste fator, o segundo maior benefício é a redução dos erros operacionais. “Pedidos digitados manualmente de maneira errada, por exemplo, fazem com que a mercadoria fique parada na unidade em vez de ser transferida. Os robôs garantem que esse processo seja feito de maneira correta”, diz Santiago.

O diretor também reforça que o uso da tecnologia não torna o ser humano indispensável, muito pelo contrário. “Os robôs não conseguem avaliar a experiência do usuário e a sua satisfação, por exemplo. Com esta implantação, liberamos nossos funcionários para atividades mais estratégicas que trazem valor para o nosso negócio.”

A Marfrig tem planos de expansão e pretende comprar mais dois robôs de automação até o final do ano, a fim de criar novos horizontes facilitadores para o dia a dia de seus colaboradores.

M&A: a bola da vez

Por Rodolfo Fücher, presidente da Associação Brasileira das Empresas de Software

Diversos estudos e pesquisas apontam uma forte tendência para o amadurecimento do empreendedorismo no Brasil, acelerada pelo movimento de transformação digital e que trouxe como bagagem a “febre global das startups”. E, mais recentemente, exponencializada pela pandemia, levando a uma corrida desesperada por inovação, como forma de assegurar a sobrevivência do negócio. O título deste artigo talvez dê uma dica para a resposta de uma simples pergunta: qual é o caminho mais curto e rápido nesta corrida em busca de inovação, com menor risco? E se você não for rápido, talvez seu concorrente seja.

Duas pesquisas do GEM (Global Entrepreneurship Monitor) realizadas com apoio do IBQP e Sebrae, uma de 2001 e outra de 2019, demonstram o processo de evolução do empreendedorismo no Brasil, que saiu de uma taxa de 14,2%, onde de cada 100 brasileiros, 14 eram empreendedores em 2001, para a taxa de 38,7% da população adulta – aumento de mais de 270%. Outro estudo que deixa claro o momento propício ao empreendedorismo, mas especificamente às startups, são os dados apresentados em relação aos investimentos em startups no Brasil, pela Distrito Dataminer, apontando um crescimento de 17% em relação a 2019, atingindo a cifra de US﹩ 3.5 bilhões em 2020.

Esse crescimento significativo do mercado de empreendedorismo acaba gerando um imenso mercado de fusões e aquisições, que movimentou US﹩ 52,1 bilhões no primeiro semestre de 2021, superando os US﹩ 45,9 bilhões gerados durante todo o ano de 2020, segundo a Dealogic, que coleta dados do mercado financeiro. Um estudo global da consultoria EY sobre o desinvestimento corporativo, aponta que 95% dos negócios que foram alvo de aquisições admitem que deveriam ter vendido o negócio antes.

Estes dados fortalecem ainda mais a tendência de M&A no mercado, até como uma opção de exit para investidores. Diante do crescente volume de investimentos em startups, M&A passa a ser uma saída mais rápida para o investidor, ao invés de esperar 10 anos, em média, por um IPO.

Essa tendência é confirmada por uma recente pesquisa publicada pela ABES em parceria com a BR Angels e a Solstic Advisor, referente a percepções sobre fusões e aquisições no atual cenário do mercado brasileiro. Ela apontou que 86% dos empreendedores entrevistados veem fusão ou aquisição como forma para o crescimento do negócio, e 50% pretendem realizar alguma transação neste sentido nos próximos 12 meses.

O mesmo estudo também revelou a necessidade do mercado de adequar seus negócios à nova realidade, diante dos desafios da pandemia, fortalecendo o cenário para fusões e aquisições, especialmente no setor de TI, o qual mostrou que 50% aumentaram os investimentos neste setor. Destes, 85% investiram em softwares, como SaaS e Cloud, 40% em hardware e equipamentos e 39% em serviços, como manutenção e instalação.

O setor de tecnologia deve continuar a ter destaque, ainda segundo o estudo da ABES em parceria com a BR Angels e a Solstic Advisor, devendo ser responsável por 66%, e-commerce 5,7% e logística 5,7%. O estudo apontou ainda: que 36% dos entrevistados pretendem investir entre R﹩ 1 milhão e R﹩ 5 milhões em aquisições; 17% planejam aplicar entre R﹩ 5 milhões e R﹩ 15 milhões e 9% consideram valores entre R﹩ 30 milhões e R﹩ 50 milhões. Cerca de 4% afirmaram que devem aportar mais de R﹩ 50 milhões.

Outra conclusão é que os esforços voltados a fusões e aquisições devem ganhar destaque ao longo dos próximos dois anos. 24% pretendem implementar um programa de Corporate Venture para investir ou adquirir negócios externos iniciantes. Porém, 75% ainda não tem uma área de M&A estruturada na empresa.

Na hora de realizar uma transação de M&A, cerca de 64% avaliam o modelo de negócio da empresa a ser investida ou adquirida. Além disso, os executivos também dão importância a escalabilidade, inovação, saúde financeira, equipe e liderança, como principais pontos a serem analisados no processo.

Interessante analisar as razões que a pesquisa apontou como principais motivadores para considerarem uma operação de fusão ou aquisição: em primeiro lugar, aparece a possibilidade de aumentar o market share com cerca de 43%, seguido pela necessidade de incorporar tecnologias com 36%, a aceleração da transformação digital e inclusão de talentos com 21%.

Diante de um mercado cujo a dinâmica da transformação digital foi potencializada devido a pandemia, a busca por soluções inovadoras e disruptivas, considerada um fator competitivo, tornou-se uma questão de sobrevivência. As startups passaram a ser principal fonte destas soluções, como também a necessidade de unir forças para enfrentar os desafios deste ambiente. Por outro lado, a ânsia dos investidores em agilizarem o retorno de seus investimentos (exit) tornam as operações de fusões, M&A, o caminho mais seguro e rápido, para não serem defenestrados do mercado por um concorrente mais ágil e ávido em ocupar um espaço.

Projeto oferece capacitação gratuita para formar profissionais de TI e participantes concorrem a vagas de trabalho

O setor de tecnologia da informação (TI) enfrenta déficit de profissionais. No Brasil, essa carência deve ser de mais de 400 mil trabalhadores até 2022. O país forma anualmente cerca de 45 mil especialistas em tecnologia, contra 70 mil novas vagas abertas por ano, de acordo com a Associação das Empresas de Tecnologia da Informação e Comunicação (Brasscom). Ainda segundo a Associação, nos três primeiros meses de 2021, foram contratados 41 mil profissionais de TI no país, um número surpreendente quando se considera que, em todo o ano de 2020, foram 47 mil.

Uma das alternativas encontradas pelas organizações para amenizar a falta de mão de obra é oferecer cursos e treinamentos internos como estratégia para formar pessoas. Essa tendência reflete a expectativa de que o déficit deve crescer ainda mais nos próximos anos.

Foi pensando em contribuir com a formação de profissionais de TI e capacitar quem deseja ingressar nesse mercado, que o Grupo FCamara, consultoria de soluções tecnológicas e transformação digital, lançou o “Migração de Carreira”. O projeto vai preparar pessoas que desejam mudar de área e atuar como Quality Assurance ou analista de Teste. Além da preparação técnica, os participantes poderão concorrer a vagas de trabalho no Grupo FCamara.

A iniciativa é realizada em parceria com Conie Menezes, Quality Assurance que atuou por sete anos como designer de interiores, até passar por uma transição de carreira para a área de Tecnologia. Nisso, viu a oportunidade de criar uma comunidade onde pudesse compartilhar e aprender mais sobre a área de testes. Foi então que criou a Girls Testing, comunidade com mais de 300 integrantes, desde júnior a sênior, e também, com mulheres que buscam transição de carreira, cria conteúdos junto a outras criadoras de conteúdos sobre QA, tecnologia, empoderamento, e motiva mais mulheres para a área da tecnologia. “Enxerguei a oportunidade de me realizar se arriscasse uma nova área. Com essa experiência, preparamos o Migração de Carreira, para possibilitar que outras pessoas, com o mesmo desejo que eu, estudem e se profissionalizem para esse mercado em ascensão”.

O projeto disponibiliza uma trilha de conteúdo totalmente gratuita. Após consumi-lo, o participante poderá se candidatar na página de carreiras do Grupo FCamara. A partir daí, poderá ser chamado para participar de processo seletivo na empresa.

Mesmo os participantes que acabem não sendo contratados têm o benefício de acessar conteúdo gratuito e de qualidade e de adquirir conhecimento técnico, permitindo que se habilitem para outras oportunidades no mercado.

“O objetivo é ajudar a suprir a falta de profissionais no mercado e investir na carreira dessas pessoas que se esforçam e querem mudar de profissão. Acredito que estamos fazendo a diferença tanto na vida das pessoas quanto na conjuntura do mercado, investindo em aprendizado e acreditando na capacidade de evolução de cada um”, afirma Fabio Camara, CEO do Grupo.

Para participar do projeto Migração de Carreira, os interessados podem se inscrever em: https://digital.fcamara.com.br/migracaodecarreira.

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Desafio de inovação da Johnson & Johnson vai apoiar projetos e startups de saúde no Brasil

Com o objetivo de apoiar projetos e startups que desenvolvem tecnologias e soluções inovadoras, a Johnson & Johnson abriu chamada pública para o programa “Johnson & Johnson – Biominas Health Innovation”. Resultado de iniciativa da farmacêutica Janssen e da Johnson & Johnson Consumer Health, o programa irá conectar projetos do setor de saúde com o ecossistema de inovação de Minas Gerais em parceria com a Biominas Brasil. As inscrições são gratuitas e os interessados terão até o dia 15 de novembro de 2021 para participar.

Serão selecionados até dois projetos/startups inovadores que passarão por um programa de desenvolvimento de negócios específico para healthtechs e biotechs, alicerçado nas metodologias da Biominas Brasil. Para isso, as equipes selecionadas poderão se beneficiar de conexões com especialistas da Janssen e Johnson & Johnson Consumer Health, e de uma das modalidades de participação no Biominas HUB: presencial (coworking) ou virtual.

Quem pode se inscrever no programa?


O “Johnson & Johnson – Biominas Health Innovation” é feito para pesquisadores e empreendedores interessados em desenvolver suas soluções em saúde por meio de um programa inovador, que promoverá capacitações dentro de um ambiente de inovação especializado no setor de biotecnologia, o Biominas HUB.

Poderão participar desta chamada projetos e startups que desenvolvem soluções nas seguintes áreas de atuação:

• Autocuidado: Dor; Alergia; Anti-tabagismo; Saúde da mulher.

• Saúde da pele: Acne; Envelhecimento da pele; Pele sensível; Proteção Solar.

• Terapias (small molecules, biológicos, terapia gênica e celular) aplicadas à: Oncologia; Neurociência; Doenças Cardiovasculares; Doenças Infecciosas; Vacinas; Imunologia; Hipertensão Pulmonar; Doenças Metabólicas.

• Plataformas & Tendências: Personalização do cuidado – Terapia digital, Diagnóstico em casa (point-of-care); Microbioma; Ingredientes Naturais e Sustentáveis; Formulações e embalagens sustentáveis; Refil e modelos de reuso de produtos; Vetores virais; Inteligência artificial aplicada ao design de moléculas.

O que o seu projeto/startup pode ganhar ao participar?


Os selecionados serão beneficiados com seis meses de participação em uma das modalidades do Biominas HUB: presencial (coworking) ou virtual, conforme for viável à época e de acordo com as demandas do projeto/startup. Durante este período, os selecionados terão acesso a:

• Interação com as instituições organizadoras;

• Acesso a uma rede de fundos de investimentos e investidores-anjo interessados em oportunidades do setor, fomentada pela Biominas Brasil;

• Metodologia específica para o desenvolvimento de negócios no setor de ciências da vida, que combina as mais recentes ferramentas em modelagem de negócio e design thinking, com abordagem direcionada para validar oportunidades, testar diferentes modelos, criar estratégias e desenvolver novas habilidades de forma ágil;

• Acompanhamento individualizado de especialistas técnicos e de negócios;

• Mentorias e conexões com potenciais parceiros, diferentes públicos do setor de saúde, membros de instituições públicas, entidades de classe, centros de pesquisa e empresas líderes neste mercado.

Além disso, os projetos ou startups selecionados terão direito a mentorias com especialistas da Janssen e da Consumer Health, empresas da Johnson & Johnson, nas áreas científicas e de mercado, com possível acesso às instalações de P&D e à rede global de parceiros da companhia.

Como inscrever seu projeto/startup no programa?


Os projetos e startups interessadas em fazer parte do “Johnson & Johnson – Biominas Health Innovation” devem se inscrever preenchendo o formulário disponível online até 15 de novembro de 2021.

A seleção dos projetos/startups que poderão ser contemplados com os benefícios listados acontecerá a partir do dia 06 de dezembro de 2021. Os selecionados receberão o contato da equipe responsável para que tenham acesso aos benefícios.

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Magalu começa a operar com caminhões elétricos

O Magalu, maior ecossistema multicanal do varejo brasileiro, começou a eletrificar sua frota de caminhões. Os 23 primeiros veículos urbanos de carga (VUC) elétricos já começaram a circular este mês em cidades dos estados de São Paulo, Paraíba e  Bahia. Até dezembro, a frota chegará a 51 veículos com emissão zero de gases do efeito estufa. A iniciativa faz parte de uma série de ações da companhia, com objetivo de diminuir o impacto de sua operação sobre o meio ambiente.

“A eletrificação das frotas ainda é incipiente no mundo inteiro, mas é um caminho sem volta, porque todas as empresas terão de reduzir suas emissões de gases do efeito estufa”, afirma Grasiella Nascimento, gerente de Transportes do Magalu. “Estamos dando o primeiro passo aqui, mas queremos estimular que os transportadores que trabalham conosco migrem cada vez mais para veículos elétricos.”

O projeto da frota elétrica é uma parceria das áreas de Logística e de Sustentabilidade do Magalu com transportadores parceiros que adquiriram os 51 VUCs da montadora JAC Motors. Os veículos ficarão a serviço exclusivo do Magalu por três anos e serão usados para abastecer lojas e para entregas de produtos de maior porte, como móveis e eletrodomésticos.

Atualmente, a estrutura de logística do Magalu conta com 23 centros de distribuição espalhados pelo Brasil e cerca de 8 000 veículos de diversos portes. Cerca de 220 lojas já funcionam com energia solar. 

Coleta responsável

Em junho deste ano, a companhia iniciou seu programa de reciclagem de eletroeletrônicos e eletrodomésticos. Até o fim de 2021, 500 lojas do Magalu estarão prontas para receber produtos fora de uso, descartados pelos consumidores. 

O projeto é realizado em parceria com a Associação Brasileira de Reciclagem de Eletroeletrônicos e Eletrodomésticos (ABREE), responsável pela destinação ambientalmente adequada do material. As lojas físicas da rede funcionam como pontos de recepção e abrigam coletores que aceitam itens eletrônicos de todos os tamanhos, desde fones de ouvido e secadores de cabelo, até geladeiras e aparelhos de TV. Equipamentos maiores são recolhidos pelos vendedores, treinados para armazenar os itens e posteriormente encaminhar para a associação responsável pela reciclagem. 

Não existe protagonismo no ESG: caminho é coletivo e urgente

A sigla ESG, ou sustentabilidade, sociedade e governança, não para de aparecer em manchetes no mundo todo. Ao mesmo tempo que os cidadãos compreendem melhor o tema e passam a exigir mudanças reais das empresas e do governo, o mundo corporativo começa a perceber que o movimento consciente veio para ficar e que as obrigações legais seguem em avanço.

Segundo Daniela Klaiman, um dos principais nomes brasileiros na futurologia, quando falamos em ESG nos referimos a um ecossistema no qual cada ator tem seu papel, importância e momento. Ela explica que o impacto positivo não se faz sozinho, mas coletivamente e que cada elo dessa corrente é uma peça fundamental.

“Todos os anos nós ultrapassamos o limite de uso dos recursos naturais da Terra, ou seja, usamos mais matérias-primas do que temos capacidade de recuperar. Por isso, precisamos nos unir e pensar juntos na forma como nos relacionamos com o planeta”, diz Klaiman. Segundo ela, as empresas devem liderar essa mudança de mentalidade .

Consumo consciente em disparada

Vale dizer que os brasileiros estão cada vez mais conscientes desse compromisso. A “Pesquisa Akatu 2018 – Panorama do Consumo Consciente no Brasil: desafios, barreiras e motivações” mostra que a expectativa dos consumidores é que as marcas façam mais do que a legislação exige e cuidem da sociedade como um todo. Em uma pesquisa da Confederação Nacional da Indústria (CNI) divulgada em novembro de 2020, 98% dos entrevistados se consideram preocupados com o meio ambiente e 80% acreditam que é possível explorar de maneira inteligente os recursos da natureza, para preservá-los.

Uma das maneiras mais simples de permitir que o cidadão tenha informação acessível e rápida sobre a marca que está consumindo são os selos com atuação séria e efetiva (preferencialmente auditados), que estão impressos nas embalagens para comprovar as ações dessa marca, como o selo eu reciclo (maior certificadora de logística reversa de embalagens do país), que informa, em suas três versões, sobre a atuação da marca para garantir a reciclagem de um material equivalente ao que coloca no mercado.

Setor privado: o meio ambiente e o futuro dos negócios

Os investidores já estão atentos e, atualmente, muitos deles já tratam o comprometimento e o engajamento das marcas com a sustentabilidade como um requisito. Isso mostra que os resultados e lucros não dependem mais apenas das vendas, mas da conquista aos mercados consumidor e investidor. “Larry Flink, CEO do BlackRock, um dos maiores fundos de investimento do mundo, disse que não terá mais em seu portfólio as empresas que não estiverem comprometidas com as metas globais e a neutralização da emissão carbono até 2050 para combater as mudanças climáticas”, completa Klaiman.

Uma grande aliada no processo rumo à sustentabilidade é a tecnologia. Unir ações e inovação é a maneira mais simples de colocar em prática uma jornada ESG. “Podemos tornar o processo escalável e garantir transparência e segurança quando trazemos avanço tecnológico para viabilizar medidas em prol do meio ambiente”, explica Camila Bós Vidal, head de Marketing da eureciclo .

Por meio de um sistema que tem como base a inovação, a certificadora ajuda as empresas a entrarem nessa jornada promovendo a compensação ambiental de suas embalagens. Existe uma enorme dificuldade de realizar a logística reversa e a reciclagem dos resíduos sólidos em um país tão grande como o Brasil, porque uma embalagem comercializada no sul do país pode ser descartada, por exemplo, no norte, o que compromete a logística.

“Quando uma marca fecha parceria com a eureciclo, investe diretamente na causa e na cadeia de reciclagem como um todo. Dessa forma, conseguimos garantir duas coisas muito importantes: que uma quantidade equivalente daquele material foi efetivamente reciclada e que os operadores da região receberam uma remuneração adicional justa pelo trabalho importante que eles fazem. Portanto, o impacto positivo ocorre social e ambientalmente”, diz a head de Marketing.

Poder público: compensação ambiental e legislação

“O mecanismo de garantir a reciclagem de quantidades equivalentes do mesmo material e na mesma região, que chamamos de compensação ambiental, é uma maneira de cumprir a lei, que já instituiu como meta a reciclagem de pelo menos 22% das embalagens colocadas no mercado, com total transparência e amparo jurídico”, segundo Camila Vidal.

Muitas empresas de consumo já internalizaram a necessidade de causar impacto positivo e estão trabalhando com a eureciclo para tornar suas marcas regenerativas. Cerca de 20% dos clientes da certificadora fazem a compensação ambiental de mais embalagens do que o exigido por lei, o que mostra uma tendência no setor.

Paketá abre mais de 8 vagas no modelo anywhere office

A Paketá , empresa de tecnologia que provê crédito para colaboradores CLT, acaba de abrir novas oportunidades para atuar nas áreas de tecnologia e operação. A empresa aposta no modelo anywhere office (trabalhe onde quiser) e as vagas são para os cargos de Analista de Operações, Assistente de Triagem & Atendimento, Estagiário de Operações, Analista de Modelagem, Coordenador de Controladoria e FP&A, Gerente de Produto, Desenvolvedor backend – NodeJS e Desenvolvedor frontend – React.

Recentemente a empresa recebeu um aporte de R﹩27 milhões e um dos objetivos com o ativo é investimento no time. “Excelência técnica e transparência são fatores chave da nossa cultura e buscamos profissionais que levem isso como prioridade. Esperamos que os novos profissionais colaborem com a entrega de soluções cada vez mais inovadoras com uso intensivo de tecnologia em todas as nossas áreas de atuação”, conta Fabian Valverde, CEO e fundador da Paketá.

Os benefícios contemplam Vale Refeição, Assistência Médica, e Remuneração variável. Para se ter acesso aos respectivos pré-requisitos para cada oportunidade basta acessar o link:

https://handbook.paketa.com.br/

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75% das organizações brasileiras atribuem ataques cibernéticos prejudiciais a vulnerabilidades na tecnologia implementada durante a pandemia

A Tenable ®, Inc., The Cyber Exposure Company, anuncia estudo global do setor que revela que 75% dos líderes brasileiros de negócios e de segurança atribuem os ataques cibernéticos recentes com impacto nos negócios* à vulnerabilidades na tecnologia implementada durante a pandemia. Os dados são provenientes do estudo “Além das fronteiras: o futuro da segurança cibernética no novo mundo do trabalho”, conduzido pela Forrester Consulting em nome da Tenable, com mais de 1.300 líderes de segurança, executivos de negócios e funcionários remotos, incluindo 118 respostas do Brasil.

Realizado em abril de 2021, o estudo encontrou um forte contraste entre a rápida implantação de tecnologias nas organizações para facilitar o novo mundo de trabalho e a realidade para protegê-lo. Espera-se que esses desafios continuem, já que mais de três quartos das organizações brasileiras adotaram o trabalho remoto, e 84% dos líderes de segurança e negócios acreditam que isso expõe suas organizações a um risco maior.

Essa exposição é amplamente impulsionada por três fatores:

Capacitação deuma força detrabalho semfronteiras: 82% dos trabalhadores remotos no Brasil têm seis ou mais dispositivos conectados às suas redes domésticas, e muitos admitem usar um dispositivo pessoal para acessar dados de clientes (55%) e registros financeiros (38%). Como resultado dessa superfície de ataque expandida, seis em cada dez líderes de segurança não têm visibilidade das práticas de segurança doméstica de funcionários remotos. Não é surpresa que 72% dos ataques cibernéticos com impacto nos negócios tenham como alvo funcionários remotos.
Migração para nuvem: mais de dois terços das organizações brasileiras migraram funções essenciais dos negócios para a nuvem, e 26% farão a mudança nos próximos 1 a 2 anos. Quando questionadas se isso expõe a organização a um maior risco cibernético, 97% acreditam que sim. Essas preocupações foram justificadas, pois 59% das organizações sofreram ataques que afetaram os negócios envolvendo ativos da nuvem.

Expansão da cadeia de fornecimento de software: 66% dos líderes de segurança e de negócios atribuem ataques cibernéticos recentes a comprometimentos em software de terceiros; 56% relatam aumento do risco devido à expansão da cadeira de fornecimento de software.

“Abraçar esse novo mundo de trabalho abriu as organizações para riscos cibernéticos novos e não gerenciados. Enquanto as organizações brasileiras lutavam para entender e lidar com esses riscos, os invasores evoluíram rapidamente, resultando em um aumento sem precedentes nos ataques cibernéticos”, explica Arthur Capella, Country Manager na Tenable Brasil. “Os CISOs e os líderes de InfoSec devem reavaliar sua abordagem para navegar com eficácia e proteger a força de trabalho remota e garantindo que as organizações brasileiras não fiquem vulneráveis a ataques cibernéticos.”

“As estratégias de trabalho remoto e híbrido vieram para ficar, assim como os riscos que elas apresentam, a menos que as organizações entendam como é sua nova superfície de ataque”, explica Amit Yoran, CEO da Tenable. “Este estudo revela dois caminhos a seguir: um repleto de riscos não gerenciados e ataques cibernéticos implacáveis e outro que acelera a produtividade e as operações dos negócios de maneira segura. CISOs e CEOs têm a oportunidade e a responsabilidade de controlar com segurança o poder da tecnologia e gerenciar o risco cibernético para o novo mundo do trabalho.”

A reabertura do comércio presencial e seus impactos no e-commerce

Por Fernando Cirne, CEO da Locaweb

Desde o ano passado, observamos que o processo de migração do varejo para o ambiente digital veio para ajudar o mercado a lidar com os desafios impostos pela pandemia e pelas restrições ao atendimento presencial em estabelecimentos comerciais. Graças às tecnologias desenvolvidas e implementadas para as plataformas de e-commerce, muitas empresas puderam manter suas operações, o que permitiu que empregos pudessem ser preservados e que a economia não sofresse danos ainda maiores.

Diante desta perspectiva, muitas pessoas podem ficar com dúvidas sobre o futuro do e-commerce, uma vez que a vacinação tem avançado no Brasil e as lojas começam a retomar suas atividades com público de forma gradual, em linha com os protocolos de segurança sanitária. É possível que as compras online parem de crescer ou voltem a ser alternativas eventuais na cultura do consumidor?

Ao mesmo tempo que o ambiente digital de vendas cresceu nos últimos meses, houve mudanças bastante rápidas, mas muito consolidadas no comportamento deste consumidor brasileiro, que adotou hábitos digitais para diversas situações, sem contar os novos e-consumidores. Com as lojas virtuais cada vez mais intuitivas, o avanço da logística e o investimento realizado pelas empresas em eficiência e segurança em meios de pagamento, quem começou a comprar online não deve abandonar essas novas formas de consumo.

Esta tendência vem ao encontro de fenômenos que já são observados ao redor do mundo. Antes mesmo da pandemia, o Brasil registrava uma participação muito baixa no varejo digital em comparação com grandes potências mundiais do consumo, como Estados Unidos e China. Hoje, a jornada online do consumidor brasileiro já evoluiu muito e envolve desde a pesquisa de produtos e preços até as vendas realizadas por meio das plataformas..

Além disso, o e-commerce não funciona de forma isolada ou descolada do ambiente presencial de vendas. Com a adoção de estratégias omnichannel ou multicanal, os empreendedores dos mais variados segmentos conseguem criar conexões entre seus meios de interação com o consumidor e combinar o uso de ferramentas on e offline para dinamizar seu atendimento, de acordo com o perfil dos clientes.

Todos estes fenômenos sugerem que a retomada das lojas físicas não diminuirá a importância que o digital ganhou nas nossas vidas, em especial desde o ano passado. Em linha com a perspectiva de um futuro mais seguro e estável em relação ao coronavírus, todos os caminhos apontam para uma atividade sinérgica, integrada e pulsante, que demandará bastante esforço e cuidado, mas renderá frutos importantes para empreendedores e consumidores. O mais importante de tudo isso é que agora o consumidor tem em suas mãos a informação, a tecnologia e o hábito do digital. Cabe a ele decidir como usar tudo isso a seu favor.

Logcomex lança seu primeiro Programa de Aceleração Digital

Iniciativa beneficiará 50 PMEs do setor de Comércio Exterior para acelerar crescimento e transformação digital

De acordo com a pesquisa Anual do Uso de Tecnologia da Informação no Brasil, divulgada pelo Centro de Tecnologia de Informação Aplicada (FGVcia), da Fundação Getúlio Vargas (FGV), o período de pandemia intensificou o processo de transformação digital até para pequenos players do mercado. O investimento das empresas em TI chegou em média a 8% da receita das companhias, enquanto no setor de serviços chegou a 11,4%.

Pensando nisso, a Logcomex anuncia ao mercado o lançamento de seu primeiro Programa de Aceleração Digital, iniciativa que beneficiará 50 pequenas e médias empresas do setor de Comércio Exterior.  Elas contarão com a mentoria Comex Data Driven, oferecida pela empresa, além de benefícios tecnológicos e auxílio no desenvolvimento de sua transformação digital.

Referência em automação e big data para tomadores de decisão em Comércio Exterior, a Logcomex destaca ainda que o programa será completamente gratuito e dará, além de prêmios em dinheiro, descontos de até 50% no uso da plataforma de inteligência em Comex da companhia, somando mais de R$1 milhão em vantagens para os participantes. 

De acordo com o fundador e CEO da Logcomex, Helmuth Hofstatter, o programa será destinado exclusivamente para pequenas e médias empresas que não sejam clientes da marca. “A ideia do programa é que as empresas que não utilizam tecnologia passem a adotar no seu dia a dia, utilizando incentivos financeiros para utilizá-los”, comenta o executivo.

“A transformação digital envolve diretamente o uso da tecnologia para melhorar o desempenho, aumentar o alcance e garantir resultados superiores às corporações. No segmento do comércio exterior, a transformação digital nada mais é do que a aplicação da tecnologia nas operações que intermediam o comércio internacional”, completa o executivo. 

Para participar, a empresa deve realizar a inscrição no site www.logcomex.com/campanhas/aceleracao-digital que estará disponível até o dia 20 de outubro. 

Chega ao Brasil o Google Wifi

O Google anunciou hoje a chegada ao Brasil do Google Wifi, seu roteador com tecnologia mesh que oferecerá aos brasileiros uma conexão rápida, confiável e com cobertura para a casa toda. O aparelho do Google foi desenvolvido para quem busca uma conexão de alta qualidade em toda a residência, e não apenas ao lado do roteador, seja para conversar em videochamadas ou para assistir a vídeos de alta qualidade via streaming. O aparelho já se encontra à venda nos principais varejistas do país e pode ser adquirido individualmente, pelo preço unitário de R$ 999,00, ou em kits com três unidades, por R$ 1.999,00.

O Google Wifi funciona de maneira diferente de um roteador tradicional. O dispositivo utiliza a tecnologia mesh (que significa malha ou rede, em inglês). Além de fornecer uma conexão sem fio de alta potência e velocidade estável em todos os cômodos, essa engenharia também elimina as chamadas “zonas mortas” – aqueles pontos cegos da casa em que o sinal fica muito fraco ou não chega. Isso porque, para ampliar ainda mais a potência da cobertura, o roteador do Google foi desenvolvido com antenas de alto ganho e amplificadores poderosos, que tornam o sinal mais forte e de maior alcance e garantem uma distribuição melhorada do sinal. Atualmente, o Google Wifi é o roteador mesh mais vendido nos Estados Unidos.

“Com o Google Wifi, os brasileiros terão uma conexão rápida e sem oscilações, graças ao sinal poderoso que ele emite por toda a casa. Isso vai permitir que vários dispositivos conectados funcionem ao mesmo tempo, o que é o caso na maioria das residências hoje, já que as pessoas trabalham, estudam e se divertem em casa”, explica Vinicius Dib, Head de Devices do Google para a América Latina.

Além de todas essas vantagens, o novo dispositivo do Google tem um processo de instalação simples e intuitivo. Basta conectá-lo à energia e ao cabo de rede do modem de seu provedor de internet e abrir o app Google Home  para fazer a configuração.

O aplicativo oferece várias funcionalidades, como criar senhas alternativas para convidados, testar facilmente a velocidade do wifi, visualizar os dispositivos conectados à rede e selecionar aqueles que terão prioridade para uma conexão ainda mais rápida.

Este é o quarto produto lançado pelo Google no Brasil. Em 2014, a empresa trouxe o Chromecast , que permitiu transmitir o conteúdo do smartphone, tablet ou laptop na tela da TV, e o dispositivo logo caiu nas graças dos brasileiros . Em 2019, foi a vez do Nest Mini, caixa de som inteligente com Assistente integrado, e, neste ano, chegou também o Nest Audio , desenvolvido para os amantes da música e que oferece um som encorpado, claro e natural.

Sistema de malha amplia alcance e mantém potência do sinal

Um único Google Wifi conectado ao modem consegue distribuir internet para todos os ambientes em uma residência de até 110 m². Para cobrir áreas maiores, outros roteadores do Google poderão ser incorporados à rede, formando uma malha uniforme que, diferentemente das redes ampliadas por repetidores comuns, é capaz de entregar a mesma qualidade de sinal, não importa de qual ponto de Wifi você esteja mais próximo. Com um kit de três unidades, é possível obter cobertura para um espaço de até 330 m².

Graças ao sistema mesh, os pontos de Wifi ligados à rede trabalham juntos para determinar o melhor caminho para os seus dados. Essa comunicação entre os roteadores permite, entre outras coisas, andar de um canto para outro da casa com um dispositivo conectado, sem que haja nenhuma perda de desempenho – o que pode ser muito útil, por exemplo, durante uma videoconferência em que a pessoa queira se locomover do quarto para a sala sem sair da chamada.

Outro atributo importante integrado ao Google Wifi é o Network Assist, uma tecnologia avançada que seleciona automaticamente o canal que esteja mais nítido (2,4 GHz ou 5GHz), ajudando a maximizar a conexão com o dispositivo. O recurso ainda fornece insights úteis para melhorar o desempenho da rede, como sugerir que você mova um de seus roteadores para um ambiente em que obterá melhor desempenho.

Gerenciamento e segurança para as famílias

O Google Wifi também mantém a sua rede pessoal mais protegida, pois o sistema é constantemente atualizado com novas ações de segurança – e tudo isso é feito sem interromper sua conexão.

Para as famílias, há ainda outra funcionalidade importante: pais ou responsáveis poderão colocar os dispositivos das crianças em ‘pausa’, seja na hora de jantar, antes de dormir, ou em momentos para que elas possam brincar com outras atividades fora da tela. O recurso também permite bloquear automaticamente o acesso a sites impróprios em dispositivos selecionados.

Design

O Google Wifi possui um design moderno, com visual e tamanho discretos o suficiente para se integrar a qualquer canto da casa. O modelo é resultado de mais de três anos de aperfeiçoamento, envolvendo diversas equipes e mais de uma centena de testes para oferecer o hardware ideal para a sua residência. Todas as operações para o desenvolvimento do dispositivo seguiram os mais altos padrões ambientais: 49% do plástico usado no dispositivo é reciclado, e as operações são neutras em emissão de carbono (leia mais em Google.com/green ).

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Decathlon apresenta vagas em todo o Brasil com foco no desenvolvimento de lideranças para o varejo

Desde a abertura da sua primeira loja em Campinas, em 2001, a Decathlon se consolidou entre as maiores varejistas de artigos esportivos no País e chegou aos 20 anos de Brasil em plena expansão. Dando continuidade ao seu plano de crescimento, a empresa lança o programa de aceleração de carreira.

As inscrições para o Programa de Aceleração de Carreira – Seja Escalado para o Time Decathlon estão abertas até o dia 30 de Outubro de 2021. O programa é voltado para pessoas que querem fazer carreira no varejo em uma empresa em constante crescimento.

Com o Programa, a Decathlon busca atrair e desenvolver talentos, dando a oportunidade de acelerar sua carreira e, para assumir cargos de liderança nas lojas dos seguintes estados: São Paulo, Paraná, Rio Grande do Sul, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Distrito Federal e Goiás.
A varejista busca pessoas ousadas e apaixonadas por esporte, que se identifiquem com os valores da empresa como vitalidade, generosidade, responsabilidade e autenticidade. O início das atividades está previsto para Novembro de 2021.

Os contratos serão no modelo CLT e terão todos os benefícios, como vale-transporte, vale-refeição, assistência médica e odontológica, seguro de vida, premiação variável, participação nos lucros e resultados, licença maternidade estendida, universidade corporativa para treinamentos e desenvolvimento do colaborador, auxílio esporte e desconto de 30% em produtos das marcas próprias Decathlon.

As inscrições são feitas pela página de carreiras.

Pré-requisitos para participar do Programa
– Paixão pelo esporte;
– Desejável ensino superior completo;
– Vivência em gestão de pessoas;
– Disponibilidade de mobilidade aberta para o país;
– Autonomia para tomada de decisão;
– Trabalho em escala 5×2;
– Disponibilidade para trabalhar aos finais de semana e feriado;
– Etapas do programa.

Etapas do programa
Etapa 1: Aplicação na vaga
Etapa 2: Testes Online
Etapa 3: Dinâmica de Grupo Presencial
Etapa 4: Entrevista Individual
Etapa 5: Carta proposta

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