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Em cinco anos, preço médio da refeição fora de casa subiu 27,33% aponta levantamento da Ticket

Felipe Gomes, Diretor-Geral da Ticket

O valor médio gasto pelo brasileiro no almoço cresceu em 27,33% nos últimos cinco anos, passando de R$ 27,36, em 2014, para R$ 34,84, em 2018, segundo levantamento da Ticket, marca pioneira no setor de benefícios de refeição e alimentação da Edenred Brasil, com base nos indicadores da Pesquisa +Valor.

“O levantamento é fundamental para que as empresas possam avaliar seus indicadores próprios relacionados ao benefício da alimentação. A Ticket está, há mais de 40 anos, comprometida com iniciativas que visam o bem-estar e a melhora da qualidade de vida e saúde dos trabalhadores. Mais do que oferecer soluções transacionais para empresas, empregados e comerciantes, temos como objetivo incentivar a qualidade na alimentação por meio da oferta de ferramentas que contribuem para a introdução da alimentação equilibrada e de outros hábitos saudáveis no dia a dia”, avalia Felipe Gomes, Diretor-Geral da Ticket.

O período em que o crescimento se deu de maneira mais acentuada foi no triênio 2015-2017. Este padrão de crescimento se repetiu regionalmente e Centro-Oeste e Sul foram as regiões com o maior incremento nos preços. A diferença entre a região com o menor e aquela com o maior índice de elevação dos preços é de 13,71 pontos percentuais.

O Nordeste foi a região que registrou a menor evolução percentual do preço médio da refeição nos últimos cinco anos. A diferença nos valores cobrados foi de R$ 5,68, passando de R$ 26,98, em 2014, para R$ 32,66 em 2018, com um reajuste real de 21,05%.

O Centro-Oeste, por sua vez, é a região com a maior variação: 34,76% nos últimos cinco anos, com os preços passando de R$ 26,09 para R$ 35,16, ou seja, uma diferença de R$ 9,07 no custo médio, na região. No caso do Sul, o aumento real nos preços foi de 32,99%, passando de R$ 25,70 para R$ 33,78.

No Sudeste, o custo da refeição fora de casa ficou R$ 7,96 mais cara, passando de R$ 27,76 para R$35,72, com um aumento real de 28,67%; e no Norte, almoçar fora de casa sofreu um aumento de 29,22%, passando de R$26,11 para R$ 33,74.

Inscrições abertas para programa de internacionalização de startups do Governo Federal

StartOut Brasil , programa de apoio à inserção de startups brasileiras nos mais promissores ecossistemas de inovação do mundo, está com as inscrições abertas para a primeira missão de 2020. Entre os dias 19 e 24 de abril, até 20 startups serão levadas para uma imersão no ecossistema de Nova York, nos Estados Unidos.

Apoiadas pelo Governo Federal brasileiro, essas empresas receberão treinamento de pitch internacional, acesso a workshops com prestadores de serviços e terão a oportunidade de se reunir e se conectar com potenciais parceiros de negócios, possíveis clientes e até investidores de um dos maiores hubs de inovação do mundo.

Gustavo Ene, Secretário de Desenvolvimento da Indústria, Comércio, Serviços e Inovação da Secretaria Especial de Produtividade, Emprego e Competitividade do Ministério da Economia, ressalta que a escolha do destino se deu com base na análise do potencial do ecossistema do mercado.

“Para definir Nova York como a primeira missão de 2020, avaliamos a quantidade de incubadoras, aceleradoras e fundos de investimento. Também é analisado o volume de investimento, apoio do governo local, abertura para startups estrangeiras, investimento em inovação, programas de apoio para softlanding e custos de instalação no país”, afirma o Secretário.

Berço das inovações tecnológicas, a capital econômica e cultural dos Estados Unidos conta com mais de 9 mil startups, 100 incubadoras e aceleradoras, 200 coworkings e 120 universidades, segundo o Startup Genome 2019. Apostando em Inteligência Artificial e Big Data, a cidade abriga unicórnios, como WeWork, UiPath, Infor, Oscar, Compass, Zocdoc, Sprinklr, SquareSpace, Warby Parker, Dataminr e Peloton.

Inscrições

O programa é destinado a startups brasileiras de qualquer área de atuação que já tenham tração no mercado doméstico e condições concretas de se internacionalizar, sem comprometer suas operações no país. Para participar, as empresas precisam já estar faturando ou já ter recebido algum tipo de investimento, além de contar com uma equipe 100% dedicada ao negócio.

As startups interessadas deverão se inscrever até 20 de janeiro no site do StartOut Brasil . O formulário deve ser preenchido obrigatoriamente em inglês, com dados específicos sobre a empresa e mercado-alvo.

Cada inscrição será inicialmente analisada por responsáveis das instituições organizadoras e as 40 startups mais bem posicionadas serão avaliadas por especialistas no mercado de destino. Ao final, serão selecionadas 15 startups brasileiras que nunca participaram ou fizeram parte de apenas um ciclo do programa, e até cinco startups classificadas como graduadas, ou seja, aquelas que participaram de dois ou mais ciclos do StartOut Brasil.

As startups selecionadas no ciclo de Nova York ganharão um dia de estande na TechDay NYC , uma das maiores feiras de tecnologia dos Estados Unidos. Trata-se de uma vitrine para que os participantes do programa aumentem ainda mais a exposição a investidores norte-americanos e a possibilidades de formação de parcerias com integrantes do ecossistema local de inovação.

O resultado será anunciado no dia 28/02.

Natal: 80% dos brasileiros planejam comprar via aplicativos

Segundo o estudo “Connected Shoppers Report”, realizado pela Salesforce, 80% dos consumidores brasileiros planejam fazer compras via aplicativos, e 68% devem comprar mais em Marketplaces.

A pesquisa também mostra que os brasileiros têm como principais fatores de decisão para as compras durante o período lojas que oferecem frete grátis, códigos promocionais e vendas via aplicativos. Este último quesito, aliás, deve ser um ponto de atenção para as empresas.

As marcas precisam preparar seus Apps para a alta demanda durante as compras de final de ano e para isso, é importante realizar testes prévios, como promoções antes da época de compras natalinas. Assim, é possível testar o desempenho do App, identificar e corrigir erros, para estar 100% nos dias de pico. Outros pontos de atenção com os Apps são o Layout, quanto mais simples e com informações claras, melhor; e a navegação, que precisa ser simples, fluída e intuitiva.

Sobre o Connected Shoppers Report 2019

Realizado pela Salesforce, líder mundial em CRM, a terceira edição do Connected Shoppers Report entrevistou 10 mil consumidores em mais de 20 países — o maior levantamento com consumidores já feito pela Salesforce -, focando no atual status do relacionamento entre vendedores e compradores. No Brasil, mais de 500 pessoas foram entrevistas, o resultado apontou para uma mudança de comportamento dos consumidores, que estão migrando para o ambiente digital à medida que navegam, compram e solicitam serviço ou suporte em pontos de contato digitais que são completamente separados do comércio físico.

Wayra Brasil fecha 2019 com 36 startups no portfólio

Wayra, hub de inovação aberta do Grupo Telefónica no mundo e uma iniciativa da Vivo no Brasil, fecha 2019 com 36 startups no portfólio do Brasil. Essas empresas juntas já ultrapassaram a marca de R$ 1 bilhão de valor de mercado e devem faturar mais de R$ 500 milhões no ano. Ao todo, 74 empresas receberam um total de R$ 14 milhões de investimento da Wayra desde 2012, início da operação no país. As investidas ainda levantaram R$ 250 milhões de aporte externo no mesmo período.

“O ano de 2019 foi desafiador, repleto de novidades e com excelentes notícias que vamos divulgar em breve. Além dos investimentos, executamos projetos importantes com grandes parceiros, o que fortaleceu nossa penetração no ecossistema. Em 2020, vamos continuar buscando empresas que estejam em um estágio maduro e que possam gerar contratos com o Grupo Telefónica. O investimento é consequência”, explica o Country Manager da Wayra Brasil, Renato Valente.

Entre as investidas de 2019, Valente destaca a LinkApi, startup que oferece um kit para profissionais de desenvolvimento criarem APIs e integrações de maneira fácil e rápida, trazendo mais velocidade ao processo da transformação digital. A empresa aposta no conceito de IPaaS (Integration Platform as a Service) e já possui clientes como Samsung, iFood, Creditas e Mercado Livre.

Outra empresa que entrou para o portfólio da Wayra esse ano foi a Pluginbot, plataforma de gestão de robôs físicos e virtuais em um só lugar para facilitar o uso de Inteligência Artificial pelas empresas. A ferramenta permite
programar a lógica de conversação, criar base de conhecimento e implantação em diversas aplicações como e-concierge, autenticação de acesso, smart order e atendimento ao cliente no ponto de venda.

Parcerias

Além de investimento, conexões, mentorias e consultoria para os fundadores, a Wayra também faz parcerias para fomentar ainda mais o ecossistema e ampliar as oportunidades de encontrar startups para fazer negócios com a Vivo e a Telefónica. O Agro IoT Lab, programa de desenvolvimento de aplicações para o campo com foco em Internet das Coisas (IoT) foi um grande exemplo. A iniciativa, realizada no Pulse em parceria com a Wayra, Vivo, Ericsson e Raízen, trouxe para o portfólio da Wayra, a Iotag, empresa especializada em soluções de conectividade por meio da tecnologia de Internet das Coisas (IoT) para conectar pessoas a maquinário agrícola para uma gestão mais eficiente.

Outro destaque de 2019 foi o programa BNDES Garagem, executado por meio de uma parceria entre Wayra e Liga Ventures. A iniciativa do maior banco de desenvolvimento da América Latina selecionou mais de 70 startups, entre as cerca de 5 mil inscritas, para participarem dos módulos de criação e aceleração. Durante os seis meses de programa foram realizadas mais de 420 mentorias com profissionais do mercado e do BNDES, mais de 300 horas de workshops, mais de 250 reuniões para conexão das startups com corporações parceiras e investidores, além de outras atividades. Entre as 44 empresas do módulo de criação que finalizaram o programa, 63% pivotaram seus produtos, 54% abriram seus CNPJ e 43% começaram a gerar receita.

Investimento o ano todo

A Wayra atua no ecossistema de empreendedorismo como um micro Corporate Venture Capital, ou seja, um fundo de investimento corporativo de capital semente, investindo até R$ 500 mil por empresa. Os investimentos acontecem durante o ano todo, sem períodos específicos para inscrição, que pode ser feita a qualquer momento pelo site.

As áreas mais buscadas são de Data Analytics/Big Data, Inteligência Artificial, Cibersegurança, IoT, Realidade Virtual e Aumentada, além de fintechs, agtechs e edtechs.

Para conhecer todas as empresas do portfólio atual, acesse http://br-pt.wayra.com/startups.

 

Carteira de investimentos 2020: o que fazer para sair na frente

Ano novo, vida nova, carteira de investimentos nova. Com 2020 batendo na porta, essa é a hora do investidor revisitar sua estratégia de investimento e os títulos em que está posicionado para começar com o pé direito e pronto para o que o ano do mercado financeiro promete.

Com um ano marcado por repetidas quedas da taxa básica de juros, que atingiu 4,5% ao ano, menor índice já registrado no Brasil, é importante o pequeno investidor entender o cenário atual do mercado antes de definir seus investimentos para o ano que vem. O valor da Selic tem um impacto relevante no rendimento das aplicações de renda fixa, como Tesouro Direto, CDB (Certificado de Depósito Bancário), LCI (Letra de Crédito Imobiliário) e LCA (Letra de Crédito do Agronegócio).

Fabio Macedo, diretor comercial da Easynvest, explica que entender como a taxa de juros mexe com o bolso do investidor é o primeiro passo para tomar mais risco. “Com a Selic atual, é fundamental que o investidor perceba que, se a intenção é garantir maior rentabilidade para atingir seus objetivos, será inevitável ter cada vez mais ativos de renda variável na carteira”, esclarece.

Para quem está dando os primeiros passos em renda variável, Fundo de Investimento Imobiliário (FII) – que deve viver grande alta no próximo ano com a retomada do setor de imóveis -, Fundo Multimercado, Fundo de Índice (ETF) e Fundo de Ações são bons caminhos, pois tem alto potencial de rendimento, mas sem necessidade de tanto acompanhamento e estudo do investidor. “Os fundos são ótimas portas de entrada para a renda variável, pois fazem uma combinação de diferentes ativos do mercado. A grande vantagem é que você investe em diferentes papéis de uma só vez e delega a administração para um gestor profissional”, ressalta Macedo, lembrando que é preciso estudar o histórico do gestor e ficar de olho nas taxas de administração. “Não basta apenas ver o percentual da taxa de administração, mas, sim, calcular o custo disso frente à rentabilidade. Muitas vezes, os fundos mais rentáveis cobram mais pela administração, mas a conta acaba fechando”, aponta.

Ainda que a renda variável seja a grande categoria de 2020, o investidor deve lembrar de diversificar. “Não é porque o ano será promissor para a Bolsa que o investidor deve esquecer de renda fixa. É sempre importante ter uma boa distribuição entre as duas modalidades e, para isso, é essencial ter planejamento financeiro”, explica o executivo. Ativos como Tesouro Direto e CDB devem continuar recebendo atenção, principalmente para reserva de emergência. “O investidor nunca pode deixar todos os ovos na mesma cesta. Ter consciência de seus objetivos financeiros é o primeiro passo para definir sua estratégia de investimento e diversificação”, completa Macedo.

Mais de 820 mil pessoas participam da 1ª Semana Nacional de Negociação e Orientação Financeira

Mais de dez estádios do Maracanã lotados. Esse é o espaço que seria necessário para acomodar as mais de 820 mil pessoas que procuraram os bancos entre os dias 2 e 6 de dezembro para negociar suas dívidas na 1ª Semana Nacional de Negociação e Orientação Financeira, e receberam orientação de educação financeira, para evitar o superendividamento.

O mega mutirão foi a primeira iniciativa de um acordo de cooperação técnica assinado entre a FEBRABAN – Federação Brasileira de Bancos e o Banco Central (BC) para desenvolver ações coordenadas de educação financeira.

O foco em educação financeira foi um diferencial da iniciativa: um vídeo e um folder com dicas para gerir o orçamento doméstico foram produzidos especialmente para a Semana. Mais de 560 mil pessoas tiveram acesso ao vídeo, nas agências bancárias das instituições que participam da campanha. Além disso, o vídeo foi veiculado na internet, no site paporetocomfebraban.com.br/negociar, onde foi visto 173 milhões de vezes.

Nove bancos participaram no mutirão: Banco BV (ex-Votorantim), Banco do Brasil, Banco Pan, Banrisul, Bradesco, Caixa Econômica, Itaú Unibanco, Safra e Santander.

Durante a iniciativa, 329 agências bancárias de todo o Brasil funcionaram até às 20h oferecendo orientação financeira a clientes e a possibilidade de negociar dívidas em atraso. A negociação também poderia ser feita nas demais agências do país, no horário normal de funcionamento, nos canais digitais dos bancos e pela plataforma consumidor.gov.br.

“A ação foi um sucesso. O volume de pessoas que foram até os bancos interessadas em negociar suas dívidas foi 59% maior do que a média para o período”, diz Fabio Moraes, diretor de Educação Profissional e Financeira da FEBRABAN.

O volume total negociado foi de R$ 4,5 bilhões, montante, em média, 62% maior do que o registrado em uma semana padrão. Uma das explicações para o sucesso da ação foram as condições oferecidas pelos bancos: desconto médio de 65% e prazo longo para pagamento da dívida, 58 parcelas.

Os resultados alcançados foram considerados tão positivos que algumas instituições como Banco BV, Banco do Brasil, Bradesco, Caixa, Itaú e Santander estenderam a realização do mutirão até o final de dezembro. Nesta segunda fase, toda a rede bancária das instituições foi envolvida, praticamente em todos os canais e no horário normal de atendimento – com exceção do Banco BV, que participa da ação somente pelos canais digitais.

As condições são as mesmas daquelas oferecidas durante a Semana de Negociação e Orientação Financeira. Os clientes podem se informar pelos canais oficiais das instituições financeiras e nas agências bancárias.

AliExpress divulga os produtos mais procurados pelos brasileiros e aponta tendências para 2020

O AliExpress fez um levantamento das compras realizadas pelo consumidor brasileiro durante 2019 e já preparou uma previsão para o ano que vem no país. Entre os destaques, estão o aumento de 200% em “Moda Masculina” e os smart watches (relógios inteligentes) como os produtos mais vendidos.

Com base nas informações de consumo desse ano, o marketplace chinês aponta a categoria “Eletrônicos” como a mais popular do Brasil em 2020, com destaque para “Eletrônicos Inteligentes”, que ocupam quatro dos cinco produtos mais vendidos da categoria.

Os eletrônicos favoritos são fones de ouvidos, smart watches, acessórios inteligentes, pulseiras e controle remoto inteligente. Entre eles, os smart watches apresentaram o maior crescimento, registrando aumento de quase 400% no número de compradores.

Já “Moda Masculina” está ganhando popularidade. A categoria cresceu 200% e, entre os produtos, estão casacos, jaquetas, moletons, suéteres, meias e roupa íntima.

“Casa & Jardim” é outra categoria em ascensão no mercado brasileiro para 2020, segundo o AliExpress. Dentro de Casa e Jardim, a subcategoria voltada para cozinha e sala de jantar foi a mais procurada, seguida pela subcategoria “Produtos para Pet”, que apresenta itens para cachorros como o mais procurado, enquanto produtos para gatos registram o maior crescimento.

“Esporte e Lazer” fecha o grupo de categorias em alta para o consumidor brasileiro no ano que vem, com produtos de ciclismo aparecendo como os mais populares.

Black Friday

Os produtos mais vendidos na Black Friday do AliExpress no Brasil foram a Xiaomi Mi Band 4, o Amazfit Bip Smartwatch e o cartão de memória SanDisk Micro SD.

O sistema de casa inteligente cresceu mais de 15 mil por cento durante a Black Friday. Dentre os produtos mais vendidos da categoria, estão robôs aspiradores de pó, luminárias inteligentes, lâmpadas inteligentes, tomada inteligente, cortinas inteligentes, sistemas de controle central, etc.

Junior Achievement Americas e IBM lançam Start Up Challenge para treinar 4.600 estudantes na América Latina

A Junior Achievement Americas (JA) e a IBM anunciaram uma colaboração para treinar alunos do ensino médio e aumentar seus conhecimentos em tecnologias disruptivas, como Inteligência Artificial, Cloud, Blockchain, Metodologia Agile, Storytelling, Design Thinking, entre outras.

Segundo a IDC, a América Latina experimentará uma escassez de mais de 586.570 profissionais de TI até 2020, fazendo com que as empresas alterem seus planos e atrasem o lançamento de produtos e serviços no mercado, e causando perdas de pelo menos 0,9% do PIB da América Latina no mesmo ano.

O Start Up Challenge visa beneficiar 4.600 jovens estudantes dos últimos dois anos do ensino médio público, que participarão da iniciativa “Inovar para o Impacto Social”, uma competição que fornecerá ferramentas e desenvolverá habilidades essenciais para o seu futuro sucesso econômico, seja para criar empregos ou entrar no mercado de trabalho.

“Eu realmente acredito que os estudantes que são long-life learners terão sucesso no mundo, e que empresas e entidades públicas precisam estar comprometidas em ajudá-los nessa jornada de aprendizado. Profissionais e estudantes que estão constantemente aprendendo ao longo da vida estão mais bem posicionados para se tornar profissionais prontos para as demandas existentes hoje no mercado de trabalho e também para as demandas do futuro”, disse Ana Paula Assis, presidente da IBM América Latina. “O JA – Start Up Challenge visa dar aos jovens a possibilidade de trabalhar com tecnologias disruptivas, como nuvem e IA, desde cedo, e desenvolver as habilidades necessárias para se tornar parte da força de trabalho do futuro”.

A colaboração entre JA e IBM envolve capacitar e aumentar o conhecimento dos jovens estudantes em tecnologias disruptivas que agora são cada vez mais parte de nossas vidas diárias, além de oferecer a possibilidade de aprender habilidades sociais que também os ajudarão em seu desenvolvimento como profissionais.

“A empregabilidade dos jovens é, sem dúvida, uma grande oportunidade e um desafio para a competitividade de nossa região. 32 milhões de jovens não estão trabalhando nem estudando, estão apenas esperando as oportunidades chegarem para eles”, afirmou Leo Martellotto, presidente da JA Americas. “É por isso que iniciativas como o JA – Start Up Challenge permitem que eles acessem as habilidades técnicas que, juntamente com as habilidades para a vida, lhes permitam confiar em si mesmos e tomar uma ação. O impacto coletivo dos setores público, privado e civil que trabalham juntos agora é uma peça fundamental para lidar com essa complexidade”.

A IBM e a JA fornecerão treinamento em 11 cidades da América Latina para uma estimativa de 50 alunos por workshop, contemplados em quatro fases diferentes – Metodologia Agile, Modelo Canvas, Storytelling e IBM Watson & IBM Cloud.

DB1 Global Software cresce 60% com projetos para empresas como EBANX, Neon e Beblue

Com um portfólio de clientes do calibre de CNA, EBANX, Beblue, Neon e Senac MS, a DB1 Global Software, uma empresa do DB1 Group, especializada no desenvolvimento de software e tecnologias sob demanda com base em metodologias ágeis, anuncia o balanço dos negócios em 2019.

A empresa cresceu 60% em faturamento em relação ao ano anterior, sendo responsável por 50% do faturamento de todo o grupo. Para dar conta do crescimento e da complexidade dos projetos, a equipe da DB1 Global Software cresceu cerca de 65%, saltando de 157 para 260 colaboradores.

Entre os muitos projetos desenvolvidos pela DB1 em 2019, alguns merecem destaque. É o caso da EBANX, primeiro unicórnio da região sul do país, que conta com a empresa maringaense para o desenvolvimento de soluções de tecnologia para ajudar a startup em sua estratégia de liderar pagamentos na América Latina até 2022.

A DB1 também foi escolhida pela fintech Beblue para auxiliar no seu crescimento, apoiando em projetos por meio de conhecimento de mercado, experiência no desenvolvimento de software e um time capacitado e comprometido com nada menos que o melhor.

Já para a Neon, a DB1 foi chamada para atuar em um novo projeto da fintech, que contempla o desenho macro da necessidade do negócio e no desenvolvimento de solução Back End com a tecnologia .Net Core. A performance do novo parceiro começou a se espalhar rapidamente pela Neon e a DB1 também foi chamada também para atuar em um projeto de desenvolvimento para a área de Logística, que inclui a integração de parceiros para agilizar e acompanhar a entrega de cartões em todo o Brasil.

A empresa também desenvolveu o app de pedidos e todo o sistema operacional para a Dejú, a primeira padaria online do Brasil onde é possível comprar pães, laticínios, frios e bebidas de alta qualidade sem sair de casa. Além do desenvolvimento do app e sistemas, o DB1 Group também teve participação na estruturação do projeto com foco na aceleração da plataforma digital, no processo de mentoria e plano de negócios, e ainda no apoio de marketing e na área de qualidade.

A DB1 Global Software também foi contratada para desenvolver o Sistema Integrado de Gestão para o Senac Nacional, com impacto direto em mais de 1 milhão de alunos além do corpo docente e área administrativa. Mato Grosso do Sul e Bahia foram os primeiros estados a utilizar a ferramenta. Para 2020 a expectativa é que o sistema seja implementado em outros 24 estados brasileiros.

De acordo com David Santos, diretor executivo e CEO da DB1 Global Software, o crescimento demonstra o comprometimento da empresa com as mais modernas metodologias como a OKR e Management 3.0. “Em nossa missão de ser a extensão transformadora do cliente, criamos software sob demanda nas mais avançadas tecnologias e contamos com um time com alta capacitação tecnológica, com a missão de realizar entregas de impacto e ajudar nossos clientes a serem ainda mais competitivos”, explica.

Rodrigo Ladeira é o novo diretor de Marketing da SONDA

Rodrigo Ladeira é o novo diretor de Marketing da SONDA, maior empresa latino-americana de serviços de TI. Ele chega para liderar as áreas de posicionamento de marca, geração de demanda, comunicação, marketing de relacionamento, inteligência de mercado e eventos.

O executivo responderá localmente para Affonso Nina, CEO do Grupo SONDA Brasil, com reporte matricial para Alberto Merino, Vice-Presidente de Desenvolvimento de Negócios para a América Latina.

“A SONDA tem expandido as fronteiras de tecnologias disruptivas, com a utilização de IoT, analytics, RPA e cloud em serviços tradicionais da TI. Ladeira se une ao nosso time para ampliar o cross selling e o upselling; sempre olhando para soluções inovadoras como forma de levar mais produtividade e receita aos nossos clientes”, comenta Merino.

O novo Diretor de Marketing da SONDA tem 20 anos de experiência, com passagens pela Ingenico, onde atuou como Diretor de Marketing para América Latina, nos últimos dois anos, BT Group, Ericsson e Flextronics. O executivo é graduado em Administração, pela Universidade Federal de Santa Catarina, especialização em Comunicação, pela Universidade do Estado de Santa Catarina, e MBA em Marketing, pela Fundação Getúlio Vargas.

“A SONDA tem o maior portfólio de soluções de TI do mercado e vem apresentando fortes taxas de crescimento. A tarefa de orquestrar um planejamento estratégico adequado com a aplicação correta do mix de marketing é desafiante e, ao mesmo tempo, uma oportunidade incrível, diante de um portfólio tão extenso”, avalia Ladeira.

Neste mês, a SONDA divulgou crescimento de receita de 6,8%, nos primeiros nove meses de 2019 em toda a América Latina, atingindo uma receita consolidada de US﹩ 836,2 milhões, com destaque para o Brasil, que apresentou crescimento de 13,7% em peso chileno.

Conheça 6 aplicativos que vão te ajudar com as finanças pessoais

Com os gastos das festas de final e início de ano, as contas tendem a aumentar e a possibilidade de entrar em uma fria e acabar se afundando em dívidas é grande. Segundo a Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), o mês de maior endividamento dos brasileiros é novembro – percentual subiu de 64,7% em outubro para 65,1% em novembro. Também houve elevação em relação a novembro de 2018, quando essa fatia de endividados era de 60,3%.

Soma-se a isso, as compras de natal e presentes comuns à época. Para ajudar quem quer um melhor controle e não acabar o ano com um problema financeiro, alguns aplicativos e plataformas podem ajudar. Além de apps para o planejamento, o mercado tem disponível ferramentas que ajudam até a ganhar mais dinheiro, com investimentos, cashback e economia na comparação de valores entre produtos. Por isso, Carlos Terceiro, CEO e fundador da Mobills, aplicativo completo para gestão de finanças pessoais, indica os principais aplicativos para uma vida financeira saudável:

Mobills

Mobills é um aplicativo completo para gestão de finanças pessoais. Com o objetivo de auxiliar os brasileiros a terem uma vida financeira mais saudável, o app realiza uma análise completa sobre ganhos e gastos em um layout visual com gráficos e porcentagem, centraliza informações sobre contas, cartões, investimentos, despesas e rendas e permite cadastrar objetivos financeiros de curto, médio e longo prazo. Além disso, a plataforma disponibiliza conteúdo sobre educação financeira e recentemente lançou um curso EAD sobre planejamento financeiro na prática.

App renda fixa

No app você encontra os melhores investimentos de renda fixa de diversas corretoras, facilitando sempre os bons investimentos e ajudando a conseguir uma boa rentabilidade. Além de consultar, é possível pesquisar vários tipos de investimentos reais por valor, período de vencimentos, tipos de investimentos e corretoras.

Zoom

Sempre é bom garantir que está fazendo um bom negócio. Nesse app é possível comparar os preços em várias lojas, definir alertas de preço e ainda ver o histórico para ter certeza que não está pagando mais do que deveria em determinado produto.

Pelando

Aplicativo que disponibiliza milhares de cupons e descontos em diferentes produtos. Entre as lojas com promoções cadastradas no site estão Submarino, Americanas, Walmart, Extra, Ponto Frio, Amazon, Magazine Luiza, Fast Shop, Ricardo Eletro, Shoptime, Boticário, Dafiti, Saraiva. Os membros da comunidade ainda podem postar comentários sobre suas experiências com os produtos e trocar informações.

Méliuz

Lançado em 2011, o Méliuz é uma empresa que devolve ao consumidor, em dinheiro, parte do valor das compras em mais de 1600 lojas físicas e online do Brasil (cashback). O serviço é totalmente gratuito para os clientes. A proposta é simples: as lojas pagam para anunciar no site e no app do Méliuz e a empresa devolve ao cliente, em dinheiro, parte desse valor. Assim, as lojas incentivam as vendas e os consumidores recebem vantagens em todas as compras. A empresa já devolveu mais de R﹩100 milhões aos usuários.⠀

Trademap

Este é o aplicativo para quem tem interesse em acompanhar a carteira de investimentos e o mercado de ações em tempo real. Além da sincronização do mercado, o app disponibiliza notícias e fatos relevantes das empresas da Bolsa de Valores.

Microcamp retoma expansão de franquias em 2019 com crescimento de 25%

Para voltar a expandir sua rede de franquias de escolas de informática e inglês, num momento difícil da economia brasileira, a solução da Microcamp no início de 2019, foi desenvolver um modelo de negócio mais enxuto, econômico e viável. Onze meses depois do lançamento do modelo Smart, a marca conclui que tomou a decisão acertada: está com dez escolas em fase de montagem (incluindo uma unidade própria), o que significa 25% de crescimento Para 2020, a projeção é ainda mais ambiciosa, com a abertura de mais 20 unidades.

O formato tem despertado interesse de investidores com diferentes perfis: tem pequenos e médios investidores, há antigos franqueados que têm escola no modelo antigo e querem experimentar o novo, e até diretores da empresa que decidiram empreender.

Enquanto o modelo antigo tinha um investimento inicial de cerca de R﹩ 500 mil e era montado em regiões centrais de cidades de médio e grande porte, e comportava milhares de alunos, sendo necessárias 120 matrículas por mês, o atual pode ser instalado em municípios a partir de 100 mil habitantes. “São escolas pequenas, com no máximo 8 funcionários e capacidade para 800 alunos, com necessidade de 30 matrículas (mínimo) por mês para atingir as metas de faturamento propostas, o que facilita a operação” avalia Davi Tuffi, CEO da Microcamp.

De acordo com o diretor, o investimento inicial baixo (entre R﹩ 70 e 120 mil), o ponto de equilíbrio já no 6º mês de operação (em média), o retorno do investimento em torno do 18º mês e o lucro líquido de, no mínimo, R﹩ 30 mil por mês, são os principais atrativos que estão garantindo o sucesso do novo modelo.

Além disso, a marca não cobra taxa de publicidade, tem royalties de 2%, considerado baixo, e facilita o pagamento da taxa de franquia. Com essas facilidades, calcula Tuffi, a expectativa é que a marca esteja presente nos 26 estados e em todas as cidades com mais de 100 mil habitantes nos próximos 10 anos. As cidades onde as escolas estão sendo instaladas são: Araçatuba-SP, Araraquara-SP, Belo Horizonte-MG, Campinas-SP (já inaugurada), Fortaleza-CE, Guarapuava-PR, Pindamonhangaba-SP, Rio de Janeiro-RJ (Santa Cruz e Taquara) e Votuporanga-SP.

América Latina e Caribe lideram avanços em ações de bem-estar corporativo, segundo estudo da Aon

O Estudo de Tendências Globais dos Custos de Saúde 2020, publicado pela Aon, identificou a América Latina e o Caribe (ALC) como a região mais avançada em ações de bem-estar no ambiente corporativo. A pesquisa foi realizada em 105 escritórios da Aon, com cada representante do país, que intermedia, administra ou aconselha de alguma maneira os planos médicos financiados por empregadores. Devido a grandes aumentos nos custos médicos nos últimos 10 anos, os empregadores, as operadoras de saúde e as empresas de consultoria, como a Aon, têm se conscientizado em adotar planos de promoção de saúde e prevenção de doenças no ambiente de trabalho.

O empregador passou a estar mais envolvido nos temas de saúde e a tomar medidas tanto com os colaboradores que já possuem necessidade de acompanhamento médico, quanto com os que ainda não demandam cuidados específicos.

O estudo mostra, também, que as doenças classificadas como não transmissíveis continuam a ter os maiores impactos nos custos de assistência médica em todo o mundo, incluindo a América Latina. As doenças cardiovasculares, câncer, diabetes, pressão alta e problemas musculoesqueléticos são as cinco condições que aumentarão ainda mais as solicitações de assistência médica. Além disso, a pesquisa apresenta o crescimento de fatores de risco atrelados a hábitos pessoais prejudiciais, como pressão alta, falta de atividade física, colesterol alto, dieta inadequada e gerenciamento inadequado do estresse. As classificações de risco e doença diferem significativamente em todo o mundo. Na América Latina, a situação se repete.

Muitos fatores de risco levam a condições crônicas com tratamentos longos, pressionando os custos com mais aumentos. No entanto, eles podem ser controlados com medidas concretas implementadas por empregadores e com a colaboração dos funcionários. “Como passamos uma parte considerável do nosso tempo no emprego, o local de trabalho é o lugar lógico para criar uma cultura mais saudável e mudar comportamentos. Nosso objetivo é orientar os empregadores à medida que eles se tornam mais importantes para ajudar indivíduos e suas famílias a desempenhar um papel mais ativo no gerenciamento de sua saúde, o que inclui participar de atividades saudáveis e de bem-estar para reduzir riscos de saúde e gerenciar melhor as condições crônicas”, comenta Paulo Jorge Cardoso, médico e VP de Health & Retirement Solutions da Aon Brasil.

América Latina espera redução na inflação médica em 2020

Globalmente, a tendência é que o aumento médio anual dos planos médicos financiados pelo empregador esteja em linha com o de 2019, com um crescimento de 0,2% em 2020, principalmente devido ao aumento de doenças crônicas, à expansão dos benefícios e ao ligeiro aumento previsto da inflação geral. O custo dos benefícios médicos oferecidos pelos empregadores deverá crescer até 8% em 2020, excedendo a inflação geral em 4,9 pontos percentuais.

“O aumento dos custos médicos e a prevalência de condições crônicas continuam sendo um foco de atenção em todo o mundo”, afirma Paulo Jorge Cardoso. “Oferecer aos nossos clientes soluções líderes de mercado que permitem a escolha do consumidor, promovam a transparência e facilitem o bem-estar dos colaboradores a fim de gerar melhores resultados financeiros continuará sendo uma prioridade para nós na Aon em 2020”, completa.

Em relação aos custos médicos, a América Latina espera uma leve redução na inflação médica em 2020, permanecendo na casa de dois dígitos. Porém, se levarmos em consideração que, na região, há uma expectativa de aumento da inflação geral, em termos líquidos, o estudo da Aon indica que a taxa líquida de inflação médica deve cair cerca de um ponto percentual, ficando em 7,5% comparada a 8,5% em 2019.

“A América Latina ainda tem uma expectativa da maior inflação médica comparada à inflação geral (taxa líquida de 7,5%, contra 4,9% na expectativa global). A diferença está diminuindo, mas ainda em ritmo lento. No Brasil e na Colômbia, por exemplo, as seguradoras aumentaram os esforços de controle de custos, contribuindo significativamente para a queda observada na América Latina. Com o progresso desses esforços, essa queda deve continuar para os próximos anos”, explica Paulo Jorge Cardoso.

A partir da pesquisa da Aon, é possível notar que as taxas de tendências médicas previstas continuam a variar consideravelmente, dependendo da região. Espera-se que os custos para serviços médicos tenham o maior aumento nas regiões da América Latina e Oriente Médio/África, com taxas médias estimadas em 13,1 e 12,2%, respectivamente. Por outro lado, na Europa, projeta-se um aumento de 5,7% na taxa média de tendência médica.

Para mitigar os custos, o relatório da Aon revelou que mais empregadores estão optando por programas de bem-estar, por exemplo, estratégias preventivas como exames de check-up, triagem, alimentação saudável e programas de promoção de atividade física, com o objetivo de reduzir as condições crônicas. Os empregadores também continuam a usar estratégias tradicionais, como o redesenho do benefício médico, com o uso crescente de medidas para controlar o uso excessivo do plano de saúde, otimização das redes assistenciais e a adição dos planos de benefícios flexíveis.

Para visualizar o relatório na íntegra, clique aqui .

Metodologia

As respostas à pesquisa refletem as expectativas que os profissionais da Aon têm em relação às tendências médicas com base em suas interações com clientes e seguradoras representadas no portfólio de negócios de planos médicos da empresa em cada um dos países participantes.

FGV IBRE: Natal mais promissor

O brasileiro, animado com a liberação do FGTS, aproveitou as promoções da Black Friday para comprar. A boa notícia para o Comércio é que o fato não vai impedir de o consumidor voltar às compras, agora para o Natal — melhor data para o varejo. Segundo pesquisa realizada pelo Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getulio Vargas (FGV IBRE), 33,0% dos entrevistados antecipavam as compras do Natal na Black Friday em 2017. Esse percentual caiu para 18,2% este ano. Já o indicador que mede o ímpeto de compra avançou para 65,5 pontos, superior ao registrado em 2018 (61,1) — o melhor nível para o Natal desde 2014, ano em que o país mergulhou em sua pior recessão.

Viviane Seda, coordenadora da pesquisa e da Sondagem do Consumidor do FGV IBRE, acredita que há avanço, mas vê os números com cuidado. “O resultado mostra que há uma melhora, mas ainda estamos abaixo da média. É um bom prognóstico que foi motivado pela liberação do FGTS, cujo efeito tende a ser passageiro. Os consumidores, principalmente de menor renda, ainda estão com nível de endividamento mais alto e cautelosos com relação aos próximos meses. Ainda é cedo para falar em melhora financeira para os consumidores em geral, mas há sinais positivos”, ponderou.

Há mais otimismo entre famílias de maior poder aquisitivo, que ganham acima de R$ 9.600: 11,9% pretendem gastar mais, percentual ligeiramente menor que em 2018 (12,6%). A maioria (56,9%) das famílias com renda mensal de até R$ 2.100 deve desembolsar menos que no ano passado. Ainda de acordo com o levantamento, a cautela pode estar relacionada ao nível ainda elevado de endividamento desses consumidores em relação aos demais.

Para Viviane, a liberação do FGTS ajuda os consumidores a quitarem parte de suas dívidas e a liberarem orçamento familiar para novas compras, mas há preocupação com o cenário no médio prazo. De qualquer forma, as vendas devem crescer acima de 2,1% este ano em relação ao Natal anterior. “Nossos dados mostram que há grandes chances de um aumento da expectativa de vendas de segmentos cujas vendas são estimuladas nessa época do ano, considerando crescimento de novembro e dezembro igual ao de outubro”, analisou.

Mais que lembrancinhas

A média de preços dos presentes, também considerada na pesquisa, aumentou de R$ 86 para R$ 104, mostrando que o consumidor está disposto a gastar um pouco mais, o que tende a crescer quanto maior for a renda do indivíduo. As roupas (43%) e os brinquedos (19,6%) encabeçam a lista de preferência do brasileiro.

Natura conclui o ano com mais de 400 franquias pelo Brasil

A Natura finaliza o ano de 2019 celebrando sua presença multicanal. Até 31 de dezembro, a empresa contará com 420 lojas “Aqui Tem Natura” espalhadas por todo o Brasil. Em apenas um ano, a quantidade de inaugurações quadruplicou. O salto exponencial comprova o sucesso da estratégia da empresa ao estimular o empreendedorismo de sua rede de Venda por Relações, pois as franquias são oferecidas exclusivamente para Consultoras de beleza.

Projetadas para espaços comerciais em ruas e galerias, as lojas são oferecidas para Consultoras a partir do nível prata (terceiro estágio da atividade, que pode chegar até o quinto nível, diamante).

“Queremos gerar cada vez mais prosperidade e independência para as consultoras. Hoje temos franquias abertas em todos os estados brasileiros”, conta Erasmo Toledo, vice-presidente de Negócios Brasil. “Em 2020, ampliaremos ainda mais nossa presença no território nacional”, completa.

O modelo de negócios é ideal para uma experiência de compra mais completa aliada a praticidade e conveniência. As franqueadas contam com o apoio de uma equipe dedicada para suporte na gestão e marketing, além de cursos de capacitação e treinamentos.

“A ideia é que as lojas atraiam novos consumidores e incentivem a experimentação dos produtos. Além disso, é uma forma de reconhecermos o desempenho e promovermos o empreendedorismo da nossa rede”, conclui o executivo.

O fracasso é o ponto de partida

Por Laís Macedo, CEO do LIDE FUTURO

Na era da empresa unicórnio, da receita do sucesso e da glamurosa jornada do empreendedorismo, fracassar virou o sinônimo do fim, da incapacidade de honrar essa jornada.

Banimos a chance de erro e somamos à ilusão das jornadas de assertividade e segurança em nosso instável Brasil empreendedor. Às vezes nos vemos tão próximos da necessidade de fracassar e nos anulamos, afinal, isso não pode estar na pirâmide de Maslow do empreendedorismo. Você não leu errado, pode ser uma necessidade sim, é ela que pode te fazer encarar algum problema, o medo ou o desconhecido, algo que esteja ali te rondando, ainda tímido, mas que essa atitude traz força a esse inimigo. É o convite para a mudança. Aí vem a ansiedade e a insegurança, aquela que faz com que a gente olhe ao redor e encontre tantas histórias de sucesso. Qual o nosso problema?

Não nos permitimos degustar o erro, sentir seu cheiro, sabor, textura e entender o que faz por aqui. Ele está de passagem, mas se soubermos encarar de frente, sem dúvidas, há o que (de bom) ele deixe antes da sua partida.

Se chegamos até o fracasso é porque nos permitimos tentar, se a tentativa nos trouxe a uma jornada, é porque acertos foram realizados, e nossa falta de compaixão (com a gente mesmo) nos faz míope nesse diagnóstico.

E aí olhamos para fora, para a sociedade empreendedora na vitrine, aquela que está no youtube, ou em uma palestra em uma das centenas de evento de pessoas de sucesso, a live com as 10 dicas da trajetória daquele infalível ceo – nada, nada deu errado. O problema é só seu.

A nossa capacidade de assumir uma escolha ou um caminho com menos êxito não nos faz menos capaz, pelo contrário, sou partidária a valorização de quem conta que sim, algo deu errado, e está tudo bem, porque é essa montanha russa, de altos e baixos, que nos faz crescer e desfrutarmos do que compreendemos, em nosso individual desejo, do sucesso.

Fracasso não é o fim. Fracasso é ponto de partida.

Como o crescimento de dados não estruturados está resultando em novos desafios

Dados não estruturados são aqueles que não possuem um formato padronizado para leitura, que podem ser documentos de Word, páginas de internet, vídeos, áudios, entre outros. E para as organizações conseguirem manter toda essa base, elas devem estar atentas às estratégias de governança de dados, como: responsividade, segurança, transformação digital, regulação e conformidade.

Uma pesquisa da 451 Research mostra que 46% dos prestadores de serviços e 29% das empresas, relataram que dados não estruturados estão crescendo muito mais rápido quando comparados a outros dados corporativos.

Com esse aumento constante de dados, as empresas estão buscando cada vez mais utilizá-los com rapidez e eficiência, podendo com isso, abrir uma vantagem competitiva. Conheça os desafios que as organizações encontrarão em 2020:

1 • Inteligência Artificial

Um levantamento feito pelo Laboratório do Futuro, da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), aponta que a automação ameaça mais da metade dos empregos em todos os 5.570 municípios do país até 2040. São cerca de 27 milhões de trabalhadores, 60% dos que têm carteira assinada, correm o risco de ter alguma tarefa assumida por um sistema de inteligência artificial. Isso significa que as máquinas trarão uma revolução na forma em que trabalhamos. Algumas atividades serão eliminadas de fato, mas a maioria será apenas
modificada, com robôs e humanos atuando em colaboração.

A Hitachi Vantara, subsidiária de infraestrutura e soluções digitais da Hitachi, está colocando este conceito de inteligência artificial em prática, ajudando companhias aéreas e aeroportos a resolverem problemas com atrasos de voos e congestionamentos no check-in. Ações como essa além de melhorarem a experiência do consumidor, trazem economia e mais segurança.

2 • DataOps e DevOps

Essa forma de abordagem colaborativa e multifuncional de análise, pode ser inovadora quando adotada. De acordo com o Gartner, a atual taxa de adoção de DataOps é de menos de 1% do mercado, mas esse 1% tem uma enorme vantagem competitiva. Isso porque essa análise transforma organizações de dados de equipes desorganizadas e lentas, em equipes de alto desempenho. O verdadeiro desafio é encontrar uma maneira de entender e descobrir como utilizar esta metodologia para fins comerciais.

Já o DevOps é uma metodologia que utiliza a comunicação para integrar desenvolvedores de software e profissionais de infraestrutura de TI. O que acaba acontecendo, é que muitas empresas liberam novas versões de software com grande periodicidade, e, para conseguir a agilidade necessária para colocar as aplicações em produção, é imprescindível considerar as orientações DevOps, que distribuem esses serviços em alta velocidade e de maneira otimizada.

3 • Video Analytics

Os vídeos vão muito além do entretenimento hoje em dia. Negócios baseados em vídeo, como cursos à distância, treinamentos corporativos e negócios empresariais, lançaram novas formas de ter um acesso versátil a qualquer conteúdo com a possibilidade de economizar dinheiro. Os investimentos em tecnologia de vídeo levam à inovação, além de melhorar a colaboração e a produtividade dos funcionários. Essa intensidade e necessidade de transformação tecnológica que vivemos hoje é tão grande que reflete nas organizações, que até 2020, pretendem iniciar uma formação para a competência em análise de dados, de acordo com o Gartner.

Um exemplo de como o Video Analytics pode mudar a experiência do usuário, foi a sua utilização na cidade de Tequila, no México. A Hitachi Vantara implantou soluções que proporcionaram à cidade, uma transformação no turismo. Com cerca de 15 câmeras, APs e sensores, foi possível capturar dados sobre pessoas e volumes de tráfego, bem como a frequência de visitas a restaurantes e lojas. Com esses dados, foi possível ajudar moradores e visitantes a fazer melhores escolhas sobre onde visitar, comer e estacionar (acidade conta com displays inteligentes que mostram o tempo de espera em estacionamentos e restaurantes). O impacto dessa ação resultará no aumento de turistas na cidade, que recebeu em 2019 40 mil turistas e tem expectativas de receber 1,4 milhões de pessoas em 2020.

4 • Cloud computing, edge computing e fog computing

A computação em nuvem (cloud computing) já possui uma grande popularidade, já que seus benefícios podem ser mensurados na velocidade e implantação de softwares, sistemas e modelos. Ela transfere a responsabilidade de processamento e armazenamento de informação para servidores hospedados em datacenters e que podem ser acessados via internet.

Já a computação de borda (edge computing) fornece novas possibilidades para o conceito de IoT. Os dispositivos que executam computação cognitiva e que dependem de um processamento mais poderoso estão se beneficiando deste tipo de aplicação para tarefas como detecção de faces, processamento de linguagem natural e até sistemas de recomendação.

Por fim, a computação de neblina (fog computing), existe para atender a necessidade de dispositivos e empresas estarem hiperconectados. Este é um tipo de computação que permite uma mistura de nuvem inteligente com borda inteligente. Possui esse nome porque não está totalmente na borda, onde ocorre a aquisição dos dados, e nem totalmente na nuvem, longe da fonte de dados e necessitando de uma conexão com a internet. Todas essas novas formas de conexão estão ganhando espaço para trazer um impacto positivo em diferentes ambientes empresariais.

A importância de armazenar e processar tantos dados pode ser notada na PierianDx, empresa de pesquisa médica de precisão, que utilizou os serviços em nuvem da Hitachi Vantara. A PierianDx procurava usar a computação em nuvem como uma maneira de armazenar economicamente grandes conjuntos de dados. Foi realizada uma migração da solução para uma arquitetura híbrida na nuvem Amazon Web Services, e serviços gerenciados, a fim de garantir a conformidade com HIPPA. Com isso, a empresa conseguiu melhorar sua infraestrutura, segurança e conformidade, criando melhores soluções de medicina personalizadas para seus clientes.

“A Hitachi Vantara continua investindo em soluções que automatizem o design, implantação e o gerenciamento de dados, com os níveis adequados de governança e metadados para melhorar a qualidade, uso e valor dos dados em ambientes dinâmicos”, pontua Marcelo Sales, Diretor de Arquitetura e Pré-Vendas para América Latina

Usend se posiciona no segmento de fintechs de câmbio e prevê forte crescimento no mercado brasileiro a partir de 2020

Fernando Fayzano, CEO Pontual Money Transfer – Foto: Steven Lippman

O Usend é um dos serviços mais utilizados nos Estados Unidos por pessoas e empresas que precisam enviar dinheiro para o Brasil. Diferentemente de outras empresas estrangeiras que aterrissam no Brasil sem conhecer a língua, costumes e a regulamentação do país, o Usend já nasceu com DNA brasileiro.

O aplicativo integra uma gama de serviços de pagamentos internacionais da Pontual Money Transfer, empresa fundada em 2005, nos Estados Unidos, pelo brasileiro Fernando Fayzano, que desde 2017 utiliza a tecnologia para transformar a companhia em uma das líderes mundiais em pagamentos internacionais para o Brasil. Essa posição de liderança já foi alcançada no território americano, de onde a empresa transacionou aproximadamente R$ 2 bilhões para o Brasil, somente este ano. A expectativa da empresa para 2020 supera os R$ 20 bilhões em operações, considerando novos produtos e serviços.

No país, o Usend irá oferecer agilidade, baixo custo e tecnologia para quem precisa fazer operações de câmbio. Para Fernando Fayzano, CEO da empresa, os atrativos do Usend em relação aos concorrentes — incluídos aí tanto os bancos tradicionais quanto outros serviços baseados em plataformas digitais — são agilidade e preço. “Basta comparar o preço final do Usend com o de qualquer outro serviço: temos o melhor custo”, afirma Fayzano. Outro diferencial é que o Usend é o único serviço internacional de câmbio que conta com suporte ao usuário no Brasil em três idiomas. Dessa forma, caso tenha alguma dúvida na operação, o usuário pode recorrer à orientação de uma equipe de assistentes em português, inglês ou espanhol.

Com forte presença no Brasil e usuários em 60 países, a empresa aposta também em mercados como Portugal, Canadá, México e Espanha para fortalecer seu crescimento internacional. O objetivo é criar uma rede para facilitar e intensificar as transferências monetárias de brasileiros para qualquer parte do exterior, assim como as de pessoas de outras nacionalidades para o Brasil ou outros territórios, abrindo vias de diversas mãos que possibilitem a redução de custo para o cliente final.

Essa expansão do Usend se dá graças à captação recente feita pela Pontual, que trouxe para a fintech investidores como Jorge Paulo Lemann e o fundo Pier 18 LP (administrado pela Volt Partners), e à perspectiva de novos investimentos no primeiro semestre do ano que vem. Por isso, a empresa vem montando um time de alto nível de executivos, investidores e advisors brasileiros, como Marcelo Peano, ex-sócio da GP Investimentos e responsável pela estratégia de investimento e M&A; Aloísio Matos, ex-Pinheiro Neto Advogados, liderando o desenvolvimento de novos serviços em um mercado altamente regulamentado; e Guto Cappio, ex-CEO da Agência SunSetDDB, responsável pela estratégia global de comunicação e marketing da companhia.

A entrada de novos recursos possibilita à fintech o desenvolvimento de produtos inovadores. É o caso do wallet internacional para brasileiros, uma conta digital nos Estados Unidos que poderá ser aberta por brasileiros, mesmo estando no Brasil, permitindo ao usuário investir e fazer compras no exterior de forma muito mais barata. O novo serviço deve ser disponibilizado já no início de 2020. Com o lançamento da carteira digital, o potencial é alcançar o mesmo volume de transações feitas a partir dos Estados Unidos, ou seja, cerca de R$ 2 bilhões, também em sentido inverso. “Hoje somos uma empresa sólida, regulamentada, licenciada e auditada nos Estados Unidos, pronta para continuar crescendo e alcançar dimensão mundial”, finaliza Fayzano.

Expansão da marca

Com a chegada do publicitário Guto Cappio, como investidor estratégico, a divulgação do Usend também ganhou corpo e terá uma campanha veiculada em janeiro. A estratégia de comunicação para o Brasil é investir fortemente em uma campanha de branding para tornar a marca Usend referência no mercado de remessa de dinheiro para o exterior, consolidando os atributos de liderança, inovação e qualidade de serviço. O publicitário adiantou que será feita uma concorrência no final de janeiro para escolher a agência parceira para os próximos dois anos.