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O que é o “novo normal”?

Por Willian Kahler

Muito se ouve falar que após a pandemia existirá um “novo normal”. Mas, afinal de contas, o que seria isso?

Fazendo uma rápida reflexão, é possível evidenciar uma série de eventos recentes que mudaram nossos hábitos, tanto na vida pessoal, quanto profissional. Muitos deles foram acontecendo aos poucos. Iniciaram-se de maneira tímida, entrando em nossas vidas pelas beiradas e depois se expandindo rapidamente. Smartphones, internet, acesso à informação e, inclusive, transformações no mundo financeiro.

Com a globalização, tornou-se muito mais rápido obter dados e conhecimento: hoje, uma criança de 12 anos tem mais acesso a informações do que um presidente norte-americano tinha há 20 anos. Isso tornou e continua tornando as pessoas mais preparadas para as inovações.

Acontece que, quando falamos de evoluções gradativas no nosso cotidiano, muitas vezes não percebemos as grandes mudanças de comportamento que ocorrem conosco. Agora, pare e reflita: o que era o seu normal, dois anos atrás? Você enxerga que sua realidade atual é exatamente igual a como era antes?

O conceito de mudança é o ato de mudar, trocar ou alterar. É, basicamente, qualquer alteração em relação a uma situação anterior, sendo imposta ou não.

Diante do cenário que estamos vivendo, muitos acreditam que seremos “forçados” a alterar antigos padrões. Mas, será que isso já não vem acontecendo ao longo do tempo, com a tecnologia, as startups e seus conceitos disruptivos?
Pense!

Seria esse “novo normal” apenas uma hipérbole de algo a que já estamos sendo expostos há um bom tempo, sem nem mesmo percebermos?
Olhando para o mundo de investimentos, minha especialidade, vejo que, nos últimos anos, diversos investidores adaptaram-se a novas realidades – visto que os juros baixos agora praticados no Brasil acabaram com o conceito de sermos um país de rentistas.

Isso fez com que as pessoas abrissem a cabeça para formas sofisticadas de investimentos, aceitando mais riscos em busca de melhores retornos e procurando empresas e profissionais de assessoria financeira para auxiliá-las nessa mudança.

O impacto disso? Hoje, a XP Investimentos (empresa da qual somos o maior representante da rede no Brasil) já possui um valor de mercado superior ao de grandes instituições financeiras, como Banco do Brasil e Santander (fonte: Nord Research). Algo inimaginável poucos anos atrás, quando nosso país era dominado por cinco grandes bancos.

Logo, acredito que as fantasias sobre o período pós-pandemia, de certa forma, possam ser um pouco exageradas. Ocorrerão grandes transformações, sim! Porém, já estamos acostumados com essas situações. É fundamental ter mente aberta, adaptabilidade e otimismo. A história mostra que não existe outro caminho. Como disse o filósofo Heráclito, “nada é permanente, exceto a mudança”.

Para que tudo que está por vir sirva para melhorar nossas vidas, basta acionarmos aquele velho hábito dos seres humanos prósperos: a adaptação.

Willian Kahler, sócio-diretor da Messem Investimentos

Dólar alto aumenta competitividade de produtos brasileiros fora do país

Em meio à crise causada com o novo coronavírus, em 2020, o dólar já acumula alta de cerca de 32,6%. Para aqueles que desejam fazer compras do exterior a alta é prejudicial, mas para as empresas que desejam vender produtos para outros países, ou seja, praticar cross border, esses números são muito vantajosos.

Cross border é a prática de vender para fora do país de origem. No contexto de dólar alto, as empresas brasileiras que exportam conseguem vender produtos no exterior a preços menores e alcançar maior competitividade no mercado externo.

Segundo Felipe Dellacqua, Presidente da Associação Brasileira de E-commerce Cross Border, especialista em comércio internacional e sócio da VTEX, nesse período de pandemia, com pessoas viajando menos e comprando menos fisicamente, o consumidor continua desejando produtos que costuma comprar em viagens internacionais. Então, o cross border se torna uma necessidade tangente ao proporcionar que o consumidor compre aquele produto de outro país de forma online.

“Cross border é uma operação de e-commerce de um país para o outro. No ano passado, o brasileiro gastou mais de USD $ 2 bilhões de dólares em compras nos sites internacionais que entregam para o Brasil. Grande parte desse volume vem de lojas virtuais que atuam globalmente com origem na China, Europa e Estados Unidos. Então, para o brasileiro já é comum fazer compras em sites internacionais”, explica Felipe.

De acordo com o especialista, o produto brasileiro tem muita atratividade em grande parte do mundo porque também há muitos consumidores brasileiros vivendo fora do país que continuam querendo consumir produtos brasileiros. “A disparada grande do dólar tornou o real desvalorizado perto de outras moedas fortes. Se eu tenho um produto que vendo aqui a R$ 300 reais, o produto pode ser vendido a 50 dólares nos EUA. Nosso produto ficou mais barato e competitivo lá fora”, diz Felipe.

Um estudo da Accenture apontou que em 2020, 21% das compras online serão por transações cross border. Segundo Felipe, esses números são muito assertivos, pois o dólar dificilmente deve baixar, o que faz com que o Brasil tenha muito potencial para exportar e ser um expoente nesse segmento.

“Outro ponto positivo é que Brasil é país feito para exportadores. Neste ano, vamos bater récorde na agropecuária, com crescimento de 8% mesmo na crise. Quando você trabalha com cross border enviando produto para outro país, há vários incentivos fiscais que quase ninguém tem conhecimento, como a isenção de ICMS e IPI e, consequentemente, cerca de 17% a 20% a mais de margem porque está isento desses impostos”, explica.

Em 2019, Aliexpress se tornou o terceiro e-commerce mais acessado do Brasil atrás apenas do Mercado Livre e Americanas.com. A empresa com sede em Hangzhou, na China, emergiu como uma das principais intermediárias entre fábricas chinesas e a demanda mundial por equipamentos necessários para combater a pandemia, desde máscaras até respiradores artificiais.

Startup Xerpa anuncia trabalho remoto definitivo

A Xerpa, criadora do Xerpay, aplicativo que permite que o trabalhador acesse o seu salário referente aos dias já trabalhados, quando quiser, sem que precise esperar a data de pagamento, anunciou que todos os seus funcionários terão a livre escolha de trabalhar remotamente, mesmo após o fim da quarentena. A empresa está funcionando remotamente, desde o dia 16 de março em função da pandemia e tem tido uma experiência surpreendente nesse período.

Em uma pesquisa recente feita internamente, 94% dos funcionários sentem que a sua produtividade é igual ou melhor trabalhando remotamente, e isso também tem se comprovado nos resultados da Xerpa. Na mesma pesquisa, 77% responderam que gostariam de continuar trabalhando remotamente, quando o isolamento acabar.

Com base nessa experiência, a companhia está liberando os seus colaboradores para escolherem entre três planos de trabalho. Nos dois planos mais extremos, o funcionário trabalhará todos os dias remotamente, onde quiser, ou a semana toda no escritório, como já era feito antes da pandemia. O terceiro plano é um meio termo, no qual ele poderá optar por trabalhar de 2 a 3 dias na empresa, e o restante em casa.

John Delaney, COO da Xerpa, acredita que muitas empresas vão seguir no futuro pós-pandemia com equipes, fisicamente, distribuídas e trabalhando num modelo mais flexível. “Como a maioria das empresas, nós antes deduzíamos que precisávamos de uma equipe fisicamente presente para ter sucesso, mas a realidade é outra. Descobrimos neste período de quarentena que o estilo de trabalho distribuído é tão eficiente quanto (ou mais) o que fazia os colaboradores irem de casa ao trabalho, diariamente. E, considerando o potencial ambiental, social e os benefícios pessoais, sentimos uma obrigação de nos mover nessa direção. Acredito que muitas empresas vão seguir neste mesmo caminho conosco”, explica o executivo.

No entanto, John complementa: “sabemos também que o trabalho remoto tem seus desafios, é uma opção muito pessoal. Por isso, decidimos que, assim como oferecemos liberdade financeira aos colaboradores das empresas que são nossas clientes, queremos oferecer essa liberdade e autonomia para os membros do nosso time, para que eles possam escolher a forma que mais se encaixe na rotina deles. Parte disso é deixar claro, desde já, a nova política permanente da empresa, para que os nossos colaboradores consigam se planejar melhor. E claro, estaremos em constante aprendizado sempre, abertos à sugestões e ajustes”, finaliza Delaney.

A Xerpa permanece trabalhando 100% remotamente por enquanto e os planos que incluem o uso do escritório estarão disponíveis para o time assim que a empresa puder reabrir o escritório com segurança.

Sergio Prada assume posto de diretor de vendas para América Latina da Infobip

A Infobip, uma das maiores plataformas de mensageria do mundo, anuncia Sergio Prada como novo diretor de vendas para América Latina (Latam). Ele estará à frente de posicionar a empresa como provedora de SaaS e CpaaS, apoiando o desenvolvimento e implementação de planos estratégicos de negócio, marketing assim como, programas de suporte às vendas para dar continuidade ao crescimento da empresa na América Latina.

Prada tem 19 anos de experiência no mercado mobile e de tecnologia. Foi executivo internacional de vendas da PayU Latam, na Europa, e teve uma trajetória de quase sete anos na Oracle, onde foi gerente de contas do sistema operacional Open Source, líder de representantes de desenvolvimento de negócios e vendas para a América Latina e gerente sênior de produtos e desenvolvimento de negócios. Agora, em seu novo posto na Infobip, vai liderar todas as áreas de relacionamento com cliente: vendas, customer success, parcerias, pré-vendas e suporte.

“Sinto-me lisonjeado por ter sido escolhido para ocupar esse cargo. O crescimento da Infobip na América Latina se deve ao incrível trabalho de todas as equipes e a um portfólio inovador de soluções”, afirma Prada. “Sempre tive um sentimento de pertencimento desde meu primeiro contato com a empresa e sua cultura, e acho que isso contribuiu para que eu chegasse até aqui.”

A expectativa do novo diretor de Vendas da América Latina é que seu amplo conhecimento de negócios ajude a manter o crescimento exponencial da Infobip na região, por meio do completo portfólio. Além disso, ele também se preocupa em colaborar com o desenvolvimento profissional das equipes e com a contínua satisfação dos clientes.

Kraft Heinz faz série de lives para apresentar a companhia para interessados em participar do programa de estágio


Prestes a lançar seu programa de estágio 2020, a Kraft Heinz, empresa dona das marcas Heinz, Quero e Kraft, fará uma série de lives no perfil do Instagram @eunakraftheinz para apresentar a companhia para os futuros candidatos. Entre os temas das lives, que começam no dia 13/7, estão comunicação não violenta, dia a dia na fábrica, inteligência emocional, mindfullness e integridade, área comercial jornada de autoconhecimento, e diversidade.

“Mais que atrair talentos para o programa de estágio, queremos que nosso processo seletivo ofereça desenvolvimento desde o começo, por isso decidimos criar um ciclo de conteúdos antes da abertura de nosso programa de estágio. Ninguém melhor do que os próprios colaboradores para apresentarem a Kraft Heinz, dividirem seu conhecimento, compartilharem nossa essência e valores e contarem um pouco mais sobre como é trabalhar na companhia”, explica Irina Preto, head de People Brasil da Kraft Heinz Company. O programa de estágio da Kraft Heinz será aberto no dia 4/8.

Confira as datas das lives que acontecem em julho (após a transmissão ao vivo, todas ficarão salvas no IGTV do Instagram

http://www.instagram.com/eunakraftheinzbr/
13/07, às 19h – Comunicação Não Violenta com Matheus Camargo
15/07, às 19h – Mindfulness e Integridade com Naraiana Lessa
24/07, às 19h – Jornada de autoconhecimento com Carol Dias

SAP Innoweeks 2020: competição de inovação do SAP Labs apresenta soluções de tecnologia para empresas da América Latina

O SAP Labs Latin America promove a edição 2020 do SAP Innoweeks, competição de inovação e desenvolvimento de novas tecnologias para os desafios propostos pelas empresas participantes. As soluções serão apresentadas para as companhias de diferentes países da América Latina no dia 15 de julho, na final aberta que será totalmente remota. Serão anunciados os vencedores de cada categoria e o grande campeão do evento.

Neste ano, o SAP Innoweeks reuniu oito organizações que indicaram desafios relacionados aos seus setores de atuação. No Brasil, a ONG Banco de Alimentos do Vale dos Sinos tinha como desafio melhorar a acessibilidade e rapidez na comunicação com os doadores; a KleperWeber, do agronegócio, busca redesenhar a experiência de prospecção para o cliente e vendedor, e a indústria alimentícia Wickbold indicou a reformulação da experiência de controle da bandeja de padaria reutilizável, para obter um rastreamento em tempo real e reduzir os custos para a empresa.

As representantes da Colômbia, Crystal e o Instituto Nacional de Cancerologia, propuseram os desafios de reinventar a experiência multicanal para os clientes e tornar mais eficaz o uso das informações de prontuário pela equipe de saúde, respectivamente. O Instituto Tecnológico y de Estudios Superiores de Monterrey, do México, questionou como poderia melhorar a saúde mental dos estudantes fazendo o uso de ferramentas que reconhecem sua ansiedade, depressão e outros sintomas, enquanto o Mercado Livre, da Argentina, propôs a criação de um sistema de aviso para evitar despesas incorretas. Já a Belcorp, do Peru, indicou a necessidade do redesenho das vendas digitais para consultores, no intuito de expandir sua rede de consumidores.

Cerca de 100 profissionais das áreas de TI, negócios e clientes foram divididos em oito grupos que começaram a trabalhar em suas propostas no primeiro dia de junho. O vencedor do SAP Innoweeks será aquele que apresentar a prova-de-conceito com o melhor potencial de mercado, inovação e propósito a serem julgados por um grupo diverso de colaboradores da SAP, professores universitários e digital influencers da América Latina.

As equipes trabalharam em seus projetos com o apoio do time de inovação do SAP Labs, que adaptou a competição para o formato virtual, para manter a realização do tradicional evento mesmo em um período de isolamento social.

Para Matheus Souza, líder de inovação da SAP Labs Latin America, era fundamental seguir com o Innoweeks, que contou com um número maior de companhias participantes nesta edição. “A inovação e a criatividade são impulsionadas por desafios, pela resolução de problemas e para encontrar caminhos em situações de dificuldade. Para o SAP Labs é muito gratificante poder realizar o evento diante do cenário atual, pois este é momento em que a tecnologia ganha ainda mais destaque para apoiar empresas de diferentes setores, com soluções de alto impacto”, explica.

Data Center como Serviço chega ao Brasil com Lenovo e CLM

A Lenovo e a CLM, distribuidora latino-americana de valor agregado, lançam no Brasil o Lenovo TruScale™, infraestrutura de data center como serviço. Lançado mundialmente no ano passado, o novo modelo de comercialização, com base em assinatura, chega ao País e permite que os clientes usem e paguem por hardware e serviços de data center – no local ou em um local escolhido por ele – sem precisar comprar o equipamento. A solução Lenovo TruScale pode ser aplicada a qualquer configuração que atenda às necessidades do cliente – seja de computação, com armazenamento sofisticado, muitos servidores, hiperconvergente, Stack Cloud On-Premises, de alto desempenho – e pode ser dimensionada de acordo com características de cada negócio.

Entre as várias vantagens da solução Lenovo TruScale, de acordo com o Presidente da Lenovo Data Center, Rodrigo Guercio, está o monitoramento exclusivo de energia e a opção de uso por capacidade (GB), para storage, que garante às corporações alinharem seus objetivos gerais de crescimento e gerenciamento de despesas, além de estarem preparados para qualquer alteração de capacidade no futuro.

“Toda solução moderna de TI precisa ser escalável e ter atualizações automáticas. A terceirização da gestão de recursos permite que as organizações de TI possam se concentrar na inovação do seu negócio,” defende Guercio, que explica: “No novo modelo de comercialização, a empresa não paga pelo equipamento instalado, o que reduz drasticamente a necessidade de caixa, permite gerenciar corretamente suas despesas e pode escalar facilmente, sempre que precisar.”

Data Center de ponta a ponta

O fundador da CLM, Francisco Camargo, explica que a oferta do Data Center como Serviço vem com o pacote completo: equipamento, instalação, implantação total do sistema, gerenciamento proativo, monitoramento remoto e contínuo 24×7, manutenção, atualização e treinamento. Tudo feito por profissionais altamente qualificados e experientes, usando ferramentas, sistemas e práticas de última geração.

Nesta dinâmica de atendimento ponta a ponta às empresas, há a certeza da escolha das soluções mais adequadas para suas necessidades com as várias opções, que o portfólio completo de produtos da Lenovo, que inclui o ThinkSystem e ThinkAgile, oferece. Sendo possível ainda ajustar facilmente a capacidade ou adicionar novo hardware, à medida que os negócios crescem.

“Com o dinamismo do mercado e a evolução exponencial da demanda por armazenamento, ter respostas rápidas às necessidades é essencial. Estamos atentos para não só acompanhar como nos antecipar a diversos movimentos do mercado. A Solução Lenovo TruScale está em consonância com esta visão,” comenta o fundador da CLM.

Setor considera que DC’s atuais não atendem às necessidades
“Vale mencionar que pesquisas mostram que um terço dos tomadores de decisão nos data centers consideram que as instalações atuais não atendem às suas necessidades. Este lançamento realmente muda a perspectiva de tudo que foi feito em data centers no mercado até hoje.

A empresa passa a ter os mais avançados equipamentos instalados, sempre a partir de acurada avaliação de profissional, de forma personalizada e ela paga apenas pelo que consome,” ressalta Camargo.
https://go.clm.com.br/DataCenter

Principais características do TruScale

Com o TruScale, os custos iniciais são mínimos e o cliente recebe uma estrutura completo, com pagamentos mensais, adequados ao seu fluxo de caixa.

Sem compromisso de uso mínimo

A CLM e a Lenovo cuidam da implantação e da instalação de tudo, o que acelera a obtenção de valor. E não há compromisso de capacidade mínima, de 0% a 100%. A empresa de TI decide sobre o equilíbrio entre custo e flexibilidade. Os clientes pagam pela capacidade nominal, apenas quando suas cargas de trabalho estiverem ativamente em execução.

O serviço garante benefício contínuo de segurança física no local e do controle da capacidade e dados da empresa. Conta com monitoramento proativo do sistema, que garante o máximo de tempo de atividade. A solução de medição exclusiva da Lenovo oferece as vantagens de economia semelhante à Nuvens públicas. As estruturas de preços mensais são simples e incluem todos os serviços associados (manutenção, suporte, monitoramento remoto e integridade do sistema) em uma única conta.

Os serviços de infraestrutura Lenovo TruScale combinam a flexibilidade econômica da Nuvem com a segurança dos dados no local, o que permite aos clientes mais agilidade, eficiência e simplicidade na maneira como operam.

Transparência: portal do cliente mostra todos os detalhes do consumo
Os clientes Lenovo TruScale têm visibilidade contínua de seu consumo pelo portal do cliente. Isso permite que eles tenham fácil acesso a qualquer nível de detalhe necessário, bem como caminhos diretos para alcançar a resolução de qualquer problema que enfrentem.

O Lenovo TruScale foi lançado mundialmente no ano passado e paulatinamente vem sendo implantado em todo o mundo por meio de representantes de vendas e parceiros de canal da Lenovo. Desde o lançamento, a empresa trabalha com parceiros estratégicos para dimensionar adequadamente os modelos de negócio Lenovo TruScale para atender melhor às necessidades de cada localidade.

Shopping centers apostam em marketplaces para atender os consumidores

Por Sandro Stanczyk

Transformação digital e adaptação das lojas físicas aos canais virtuais – há alguns anos, o modelo de negócio online batia à porta do varejo. E o que era uma opção para ampliar as vendas se tornou uma necessidade, diante da pandemia que temos enfrentado, afinal, muitas lojas, tanto de rua quanto de shopping, trabalham com o atendimento em horário restrito, fator que impacta diretamente nas vendas.

Inovação digital é a palavra de ordem para todos os segmentos. Nesse caso, não apenas para aumentar as possibilidades de comercialização, mas também para a segurança de todos, dos varejistas e dos consumidores. Não há dúvida que esse é o caminho mais seguro no atual momento. Por isso, shoppings e lojas, em geral, têm apostado nos marketplaces, isto é, uma espécie de shopping center virtual, que reúne as lojas físicas dos shoppings em uma única plataforma digital, ou seja, em um grande marketplace.

Essa foi a maneira que os shoppings e lojistas encontraram para continuar operando e vendendo, independente das restrições estabelecidas. É a possibilidade real das lojas permanecerem “abertas” 24 horas, sete dias na semana, porém, em um mundo virtual, que rompe com as barreiras físicas.

Hoje, ser ou vender em um marketplace é o desejo de muitas marcas e e-commerce. Para isso, existem soluções inovadoras, como o SAP Customer Experience, uma alternativa para as empresas alçarem novos voos em um momento tão complicado. A plataforma reúne ferramentas de vendas e relacionamento ao cliente, com módulos Sales, Services, Marketing, Customer Data e Commerce. Tudo isso de forma integrada, com acesso simples e interativo.

Ao viabilizar as vendas via marketplace, os lojistas possibilitam que os consumidores tenham experiências digitais e físicas, dispondo de mais de um canal de vendas e relacionamento, que funciona 24X7, além de uma plataforma confiável de informações e visão 360° dos clientes. Essa integração multicanal permite, ainda, a jornada unificada de compras dos clientes.

Outras vantagens aos lojistas é obter uma rica fonte de informações, incluindo as preferências e hábitos desses clientes, por meio da centralização de dados. Além disso, a plataforma faz a recomendação inteligente, que ajuda os vendedores na sugestão de produtos na retirada, eventuais trocas e promoções.

Já os clientes, ao utilizarem o marketplace para suas compras, podem participar de programas de bonificação, pontuação, games, eventos físicos e digitais exclusivos, passam a receber conteúdos personalizados, melhores promoções, tudo isso com consentimento e facilidade na gestão dos dados.

Todos saem ganhando, inclusive os gestores de shopping centers que, por meio de uma plataforma única, podem centralizar os dados cadastrais, registros e histórico de relacionamento de clientes, entendendo os seus interesses, perfis e hábitos. Assim, com base em dados analíticos, passam a criar promoções e gerar informações relevantes e individualizadas.

É uma evolução importante ao segmento, uma verdadeira transformação para o modelo de negócio, que têm se reinventado, por meio de um serviço de inteligência de mercado, com a gestão de vendas automatizada, campanhas personalizadas e de baixo custo em mídias digitais, além da possibilidade de expansão de vendas, mesmo com o isolamento social.

Sandro Stanczyk, Director Business Unit Customer Experience da FH

Liftit recebe aporte de U$ 22,5 milhões para automatizar logística de última milha na América Latina

A Liftit, plataforma de tecnologia para automação e execução de entregas do tipo última milha líder na América Latina, anunciou nesta terça-feira (07) o recebimento de um aporte de 22,5 milhões de dólares. O investimento será utilizado para aprimorar a capacidade de automação de entregas última milha (para o destino final, conhecida também como “last mile”) pela América Latina, além de continuar a desenvolver sua tecnologia na região.

A rodada de investimento série B foi liderada pela Cambridge Capital, com participação do International Finance Corporation (IFC), Monashees, Jaguar Ventures, NXTP Ventures e outros líderes do setor. Em conjunto com o investimento, Ben Gordon e Matt Smalley, da Cambridge Capital, e Ed Feitzinger, ex-VP de logística Global da Amazon, se juntam ao quadro de Diretores da Liftit.

Por meio da plataforma tecnológica própria da Liftit, hospedada em nuvem, grandes expedidores de carga da América Latina podem se conectar com uma rede de motoristas. Com diversas classes de veículos comerciais, essa rede possibilita a execução de qualquer tipo de entrega com caminhões, permitindo a rastreabilidade em tempo real e o acompanhamento de métricas-chave. Por meio da automatização e otimização da entrega, com base em inteligência artificial e machine learning, a Liftit oferece a seus clientes uma significativa redução de custos operacionais.

A Liftit também está investindo em uma rede própria de caminhoneiros autônomos (chamados de “Lifters”) nos cinco países da América Latina em que atua. Por meio dela, os caminhoneiros utilizam a tecnologia de oferta de cargas da Liftit para construir pequenos negócios de transporte. A plataforma permite aos Lifters reduzir o tempo gasto à procura de cargas e aumentar de forma significativa sua renda. Os motoristas mais ativos já chegaram a usar o dinheiro recebido para adquirir novos caminhões, montando uma pequena frota de crescimento rápido.

“Estamos muitos felizes em anunciar esse novo aporte. A Cambridge Capital é a parceira perfeita para nós, por ter uma profunda experiência em logística global. Trabalhar com eles vai nos permitir continuar desenvolvendo a nossa plataforma, investir em lideranças e seguir nossa trajetória de alto crescimento em 2021 e nos próximos anos”, afirma Brian York, CEO da Liftit.

“Estamos muito empolgados em nos tornamos parceiros da Liftit como investidores líderes dessa rodada. Nossa experiência como desenvolvedores de negócios globais em logística e nosso ponto de vista único como um grupo de operadores, conselheiros estratégicos e investidores focados exclusivamente nesse mercado, vão nos permitir ajudar a Liftit a continuar construindo seu negócio em um segmento de crescimento rápido e de muitos bilhões de dólares: a tecnologia para logística last mile com caminhões na América Latina”, afirma Bem Gordon, sócio-diretor da Cambridge Capital. “O contínuo crescimento exponencial, assim como o atendimento unificado aos principais expedidores em diversos países pela Liftit são validações da grande oportunidade de mercado e de um excelente ajuste de seu produto ao segmento”, acrescenta Matt Smalley, Diretor da Cambridge Capital.

“A Liftit está resolvendo um grande problema para expedidores na América Latina, conectando essas empresas aos caminhoneiros por meio de tecnologia desenvolvida para atender as necessidades específicas na região”, afirma Ed Feitzinger. A atuação mais recente de Feitzinger foi como VP de Logística Global da Amazon e, anteriormente, como CEO de uma transportadora atuante em 59 países. “A América Latina tem um dos maiores custos de distribuição do mundo e o transporte a curtas distâncias em caminhões, especialmente de última milha, são um grande problema para expedidores. A Liftit entrega uma combinação única de tecnologia e execução operacional que resolvem esse problema”, completa.

Com grandes clientes como Walmart, Pepsi e Grupo Bimbo, a Liftit já é líder de mercado na América Latina. Com esse novo aporte, a empresa está ampliando e aprofundando parcerias com os grandes expedidores da região.

Contabilidade e pandemia: como as empresas estão sobrevivendo

Por Adriana Manni Peres, Especialista em Impostos da IOB

O mundo mudou e, com a crise da Covid-19, muitas empresas precisaram reinventar seus negócios. Em tempos de pandemia mundial, como elas estão sobrevivendo? O comércio viu no e-commerce uma saída para seguir operando. E além de aprender essa nova forma de comercialização, os varejistas se viram obrigados a contratar empresas para realizar todo o processo de vendas online e de serviços de entrega. E o novo normal trouxe também um desafio para fazer a gestão contábil.

Sua empresa está vendendo online e precisa de uma transportadora? Fique atento à forma de tributação dessa atividade, porque a prestação ora terá a tributação do ISS ora do ICMS, o que envolve órgãos diferentes de arrecadação. O primeiro cabe aos municípios, quando se tratar de serviços realizados dentro da própria cidade. Já o segundo é de responsabilidade do estado e aplicado no transporte de cargas realizado entre municípios ou estados.

Já a indústria que está investindo na diversificação, inúmeras empresas apostaram na produção de álcool em gel 70%, para doar ou comercializar, devido à alta demanda. E em termos tributários e fiscais, quem está lançando um novo produto deve se atentar em classificá-los corretamente, já que alguns estados diminuíram a alíquota de ICMS de produtos utilizados no combate ao Covid-19 e os que são vendidos para hospitais públicos.

Os governos federais, estaduais e municipais estão empenhados na sobrevivência das empresas e oferecem vários benefícios como prorrogação de parcelamento de impostos, suspensão de processos administrativos e tributários, prorrogação de certidões entre outros. Porém, mesmo com os incentivos, existem as dificuldades. Por exemplo, se as vendas online aumentaram, em contrapartida cresceu também o número de devoluções, cancelamento de operações compra de mercadorias antes adquiridas para entrega futura, além da alteração de preços de mercadorias que já foram vendidas e estão pendentes de entrega.

Tudo isso reflete no dia a dia dos profissionais da área fiscal e o contador desponta como profissional habilitado para dizer qual o melhor caminho a seguir, as providências fiscais, os benefícios fiscais que sua empresa tem direito, além de ajudar a organizar as despesas com tributos e checar oportunidades de parcelamento e adoção de regimes especiais, quando necessário.

O fato é que, mesmo na crise, as empresas estão buscando meios para manter o negócio funcionando, criando atividades, diversificando operações e aprimorando a forma de vender. Nesse caso, o contador é peça-chave para o esforço coletivo de fazer a economia continuar funcionando e manter o emprego de muitos brasileiros.

Guia de compliance americano alerta para gerenciamento de riscos de terceiros

O Departamento de Justiça dos Estados Unidos (DOJ, na sigla em inglês) disponibilizou a terceira atualização do Guia de Avaliação dos Programas de Compliance. O documento orienta os promotores de Justiça do país a avaliarem se empresas investigadas por crimes estão cumprindo todas as normas e regras relacionadas às atividades que exercem.

De acordo com o advogado Bruno Ferola, sócio da P&B Compliance, a principal mudança desta edição em relação às anteriores se refere ao gerenciamento de riscos de terceiros. A nova versão reforça como a empresa deve se preocupar com o relacionamento com o parceiro de negócio durante toda a vida útil desse relacionamento e não apenas no processo de contratação.

Ferola lembra que atualmente, em meio à pandemia da Covid-19, algumas entidades públicas podem contratar equipamentos e serviços sem licitação. Por conta disso, alguns riscos acabam tomando uma proporção muito maior do que seria num cenário de normalidade. Logo, a atualização do documento pelo DOJ vem em bom momento ao explorar que é preciso investir em um processo de gestão de terceiros (due diligence), ou seja, no processo de conhecimento do seu parceiro de negócio para reduzir o risco de ocorrer falhas no cumprimento contratual. Assim, a parte que está contratando um serviço ou comprando um produto, pode verificar com mais clareza a integridade da outra parte do negócio e, com isso, ter mais segurança na operação.

“Os governos estaduais no Brasil estão enfrentando um desafio muito grande para combater à pandemia da Covid-19 e um dos principais temas nessa agenda é a compra de respiradores cujos fornecedores podem ser de outros países e com isso, eleva-se a complexidade logística da entrega. Outro ponto importante, é conhecer bem o fornecedor, seja ele nacional ou internacional, para conseguir avaliar se os preços ofertados estão adequados. Para melhor avaliação e diminuição desses riscos, a aplicação de um processo de compliance seria o ideal. Caso não exista um processo robusto implementado e ocorra um problema, como superfaturamento do preço ou até mesmo o pagamento antecipado desses equipamentos e sua não entrega, a consequência pode ser a apuração por meio de uma investigação dos entes competentes em relação ao contrato firmado”, exemplifica Ferola.

Ainda segundo Ferola, nesse tipo de investigação pelos entes competentes, são observados todos os critérios para a seleção e contratação do fornecedor, como a prática de due diligence, essencial em qualquer programa de compliance.

O advogado Claudio Bidino, sócio do Bidino & Tortima Advogados, alerta que, ao contrário do que pode parecer à primeira vista, a atualização deste guia tem o potencial de produzir impactos significativos e imediatos no mercado corporativo brasileiro, já que a legislação e a prática do compliance no país são bastante influenciadas pelo que vem sendo desenvolvido nos EUA.

“Assim, o atendimento às diretrizes estabelecidas neste guia parece ser um passo importante a ser dado pelas empresas que almejam genuinamente o desenvolvimento de um programa de compliance que venha a ser considerado, de fato, efetivo e adequado”.

Bidino destaca que as empresas brasileiras que mantêm negócios com os EUA precisam se ajustar rapidamente a essas diretrizes, porque as empresas norte-americanas estão exigindo dos seus parceiros comerciais, com cada vez mais frequência, que respeitem as normativas daquele país, como verdadeira condição para continuidade dos negócios.

“As empresas que, em tese, podem vir a ser responsabilizadas penalmente pela prática de crimes nos EUA, como é o caso, por exemplo, das empresas que negociam ações em alguma bolsa norte-americana, sujeitas ao FCPA (Foreign Corrupt Practices Act), devem estar ainda mais atentas a essa recentíssima atualização. Afinal, a redução significativa dos seus riscos jurídico-penais depende disso”, orienta Bidino.

Daniel Gerber, advogado criminalista com foco em gestão de crises e compliance político e empresarial, avalia que as alterações trazidas pelos EUA “apenas acompanham a evolução do mecanismo de compliance dentro das empresas”.

“Eis que a experiência tem demonstrado inúmeros casos onde, não obstante a criação de departamentos e procedimentos específicos para tanto, a cultura da conformação e a consequente vigilância contínua e diversificada dos atos empresariais por parte de todos ainda não se faz presente. Sem essa alteração substancial no conceito prático do compliance e aceitação de todas as suas consequências ao ambiente empresarial, as normas e procedimentos internos estabelecidos para sua implementação deixarão sempre a desejar, gerando custos desnecessários ao empresário sem a contrapartida jurídica que ele espera alcançar com tal política”, afirma.

Leia a íntegra do Guia: http://www.justice.gov/criminal-fraud/page/file/937501/download

Qintess anuncia programa de aceleração de startups

Com o objetivo de levar a inovação de forma real para empresas de todos os portes e segmentos, a Qintess, uma das principais fornecedoras de soluções de tecnologia do Brasil e América Latina, anuncia o lançamento do Qintess Ignite StartupS, programa de aceleração que investirá na geração de novos negócios em seu ecossistema de clientes, shareholders e parceiros. O Qintess Ignite StartupS oferecerá suporte completo para as participantes, com direito a sessões de mentoria, suporte a desenvolvimento tecnológico especializado, infraestruturas resilientes, coworking para co-criação de soluções e, ainda, espaço de trabalho dentro do novo escritório central da Qintess, em São Paulo.

“A busca pela inovação está em nosso DNA e não há forma melhor de encontrar as novidades que farão a diferença no mercado do que valorizando quem está disposto a repensar os modelos existentes”, diz Nana Baffour, Chairman, CEO e Chief Culture Officer da Qintess. “O Qintess Ignite StartupS é, nesse sentido, uma plataforma de mão-dupla bastante importante para nós: de um lado, nos ajudará a ter a melhor visão sobre as soluções digitais que vão transformar e ajudar os clientes, colaboradores e sociedade.

E, ao mesmo tempo, nos dará a chance de contribuir com a construção de um ecossistema de inovação digital cada vez mais sustentável no Brasil”.

Aberto para startups com soluções em 6 segmentos e mercados iniciais (Digital Finance e Financial Retail, Digital Retail e CPG, Digital Marketing, Digital Insurance e Digital Government), o programa garantirá a aceleração completa das startups. “Nosso objetivo é contribuir para melhorar as opções de negócios disponíveis para cada uma. Neste programa, os participantes terão acesso a todo o conhecimento e experiência de nossa equipe de mentores experientes e também ao nosso ecossistema de fundos de investimento global”, destaca Breno Barros, Vice-presidente de Inovação & Marketing da companhia para o Brasil e América Latina.

O executivo destaca também que o Qintess Ignite StartupS deverá simplificar o acesso das startups a um ambiente profissional de alta performance, com nossos cerca de 3.500 colaboradores, ampliando a produtividade e eficiência das mesmas. “Vamos avaliar questões como real necessidade e momento do mercado, escalabilidade, capacidade de integração, viabilidade econômica, internacionalização, dentre outros, como fatores iniciais. As melhores poderão, no fim, ser integradas ao nosso ecossistema de empresas investidas”.

Outro diferencial é a integração dos participantes à rotina da operação da Qintess. A companhia disponibilizará espaço de coworking para reforçar a colaboração entre as equipes, incentivando o desenvolvimento de tecnologias em conjunto. “Além disso, os projetos do Qintess Ignite StartupS farão parte do ecossistema de Open Innovation com as ideias que surgem de nossos colaboradores – Qintess Labs – que a Qintess já possui em atividade”, explica Barros.

A expectativa é, com isso, valorizar a visão de negócios e a possibilidade de integração entre iniciativas de inovação. Além disso, a ação também pretende apoiar a expansão do portfólio da companhia, destacando a diversidade para novos negócios. “Estamos ansiosos para reunir ideias e soluções que nos permitam oferecer o melhor da tecnologia a nossos clientes, colaboradores, acionista e sociedade”, destaca o executivo. “Nosso compromisso é ser uma fornecedora de inovação completa, preparada para a realidade das empresas nesses novos tempos”, diz.

As startups interessadas em participar dos processos de seleção do programa devem preencher as fichas de inscrição disponíveis no link www.qintess.com/ignite, até o dia 17 de julho de 2020. No site, os interessados também encontram mais informações sobre o programa e os requisitos técnicos e organizacionais para a participação.

Projetos brasileiros concorrem a 30 mil euros na final dos Prêmios Fundación MAPFRE à Inovação Social

A Fundación MAPFRE anuncia os três projetos brasileiros que concorrerão a 30 mil euros na terceira edição dos Prêmios Fundación MAPFRE à Inovação Social. A premiação, que ocorre em âmbito mundial, seleciona as melhores iniciativas nas categorias “Inovação em Seguros”, “Mobilidade Sustentável e Segurança Viária” e “Melhora da Saúde e Tecnologia Digital (e-health)”.

O finalista nacional em “Inovação em Seguros” foi a startup de São Paulo Electrowave, que utiliza o conceito de Internet das Coisas – IoT (que prevê a conexão de equipamentos à internet para transmitir dados) para oferecer uma solução de baixo custo e fácil instalação capaz de fornecer informações sobre a qualidade da energia e anomalias elétricas, ajudando a reduzir o risco de danos elétricos nas residências e empresas.

Para a categoria “Mobilidade Sustentável e Segurança Viária”, o projeto escolhido para representar o Brasil foi o Guiaderodas, solução colaborativa de acessibilidade . O sistema de uma startup paulistana que permite a pessoas com deficiência e mobilidade reduzida consultar e avaliar as condições de acessibilidade de lugares, como restaurantes, hotéis, edifícios residenciais e comerciais em todo o mundo.

Já em “Melhora da Saúde e Tecnologia Digital (e-health)”, o projeto selecionado para participar da grande final foi uma plataforma de inteligência artificial que envia alertas aos profissionais de saúde de pacientes em risco de deterioração clínica, reduzindo a mortalidade hospitalar e o tempo de internação. Desenvolvido pelo Instituto Laura Fressatto, no Paraná, o sistema ajuda a salvar vidas diariamente.

“Os brasileiros têm grande potencial criativo e as propostas finalistas são capazes de causar impacto relevante em suas áreas. Para a Fundación é importante investir em projetos que contribuam de forma efetiva para o avanço e melhoria de aspectos fundamentais da sociedade, como saúde, mobilidade e acesso à proteção seguradora. É um orgulho promover essa iniciativa.”, afirma Fernando Pérez-Serrabona, representante da Fundación MAPFRE no Brasil e CEO da MAPFRE no país.

Os projetos foram escolhidos por um júri composto por representantes da Fundación MAPFRE e do IE Business School (parceira dos Prêmios) e profissionais de inovação e empreendedorismo social de entidades como Impact Hub, Ashoka Brasil, Anjos do Brasil e Associação Brasileira de Startups.

Grande final

Os projetos finalistas brasileiros poderão usufruir de diversos canais de promoção para seus projetos e terão sessões de coaching para comunicar e desenvolver suas propostas de forma mais efetiva.

Além disso, as startups passam a fazer parte da Rede INNOVA, uma comunidade empreendedora com mais de 60 startups, incluindo os vencedores de edições anteriores, que compartilha projetos e experiências e tem sido especialmente ativa durante o confinamento. Assim, muitos empreendedores sociais adaptaram seus serviços às necessidades geradas pela pandemia, como a produção de equipamentos médicos com impressoras 3D ou a oferta de serviços psicológicos gratuitos.

Os projetos concorrem ainda ao prêmio de 30 mil euros por categoria na final internacional, que acontecerá em outubro. As propostas serão avaliadas junto às de demais países da América Latina e Europa.

Conheça mais sobre os Prêmios Fundación MAPFRE à Inovação Social em https://www.fundacionmapfre.com.br/fundacion/br_pt/bolsas-de-auxilio/bolsas-auxilios/fundacion-mapfre-inovacao-social/

Minha empresa está quebrando! E agora?

Os tempos não estão fáceis para os chamados médios empresários (Middle Market). Por conta da crise causada pela pandemia do novo coronavírus, diversas empresas apresentaram problemas de caixa e, algumas, infelizmente, não conseguiram contornar a situação e faliram, outras seguraram o barco, mas vão quebrando gradualmente.

Embora a situação possa parecer incontornável à primeira vista, existem caminhos que o empresário pode percorrer, e a escolha dele, via de regra, depende da gravidade da situação da empresa e das condições oferecidas pelo mercado.

Antes de mais nada, é importante ressaltar que diferentemente da crença presente no imaginário da população, o empresário que se vale das medidas de recuperação empresarial ou do processo de falência não tem por objetivo passar seus credores para trás.

Muito pelo contrário, caso as medidas sejam aplicadas corretamente, os credores terão boa parte de seus créditos satisfeitos, e o empresário poderá tentar um novo começo.

Segundo João Pedro Louzada, Advogado Especialista em RJ – Recuperação Judicial do GVM advogados, os donos de empresas, diante do agravamento da crise, podem, então, optar por duas opções: a Recuperação Extrajudicial ou a Recuperação Judicial.

Recuperação Extrajudicial

A primeira opção é a Recuperação Extrajudicial, sendo a mais adequada para empresas que estejam em um estágio intermediário de crise, seja porque está concentrada em um grupo de credores ou o caixa ainda não está severamente comprometido.

A Recuperação Extrajudicial consiste em negociar com os credores, ou grupos de credores, novas formas e condições de pagamento para os créditos já existentes. Um ponto interessante desse procedimento é a possibilidade de escolha do tipo de credor que irá participar, sendo possível fazer uma recuperação extrajudicial apenas com as instituições financeiras com as quais a empresa está em débito, por exemplo.

A maior vantagem dessa opção é que no momento do ajuizamento/anúncio do processo para o mercado, que é um dos maiores gargalos de crédito na Recuperação Judicial, a negociação já foi concluída. Já a grande desvantagem é que as negociações são feitas a portas fechadas, não havendo suspensão automática das ações e execuções em curso contra o devedor, o que dificulta a empresa conseguir fôlego enquanto negocia.

Embora a negociação se dê de forma extrajudicial, é necessário que o Plano de Recuperação Extrajudicial, o documento com os novos termos e condições de pagamento dos créditos, seja homologado judicialmente.

Recuperação Judicial

Outra opção é a Recuperação Judicial, sendo esta a medida mais adequada para empresas em que a crise já está efetivamente instalada, mas é passível de superação, seja em razão do patrimônio da empresa, da sua capacidade de continuar produzindo mesmo estando em crise ou das condições do mercado.

A principal vantagem de se optar pela chamada “RJ” é a ocorrência do stay period, um período de 180 (cento e oitenta) dias que começa após a decisão que determina o processamento da Recuperação Judicial. Durante esse prazo, as ações e execuções que correm contra a empresa ficam suspensas e a empresa não pode sofrer bloqueios e/ou penhoras, ou mesmo ter a falência decretada.

O stay period serve para que a empresa ganhe fôlego e tenha melhores condições de negociar com seus credores, de modo que ao final dos 180 (cento e oitenta) dias, o Plano de Recuperação Judicial seja aprovado e as dívidas anteriores sejam todas incluídas no plano, com novos prazos para pagamento.

Diferentemente da Recuperação Extrajudicial, na Recuperação Judicial, não é possível escolher os credores que farão parte da RJ. A parte das exceções que a lei prevê, todos os créditos existentes na data do pedido, ainda que não tenham vencido, estarão submetidos à Recuperação Judicial.

A Recuperação Judicial é uma ótima solução para superação de crises, mas por se tratar de um procedimento oneroso, de longa duração e por ser possível a decretação da falência no curso do processo, a empresa deve se certificar de que tem condições de passar pelo processo, pois no momento em que a Recuperação Judicial é anunciada, se tornará mais difícil obter crédito.

Pesquisa do LinkedIn aponta que 29%dos funcionários de grandes empresas se sentem obrigados a voltar ao trabalho

Com a reabertura parcial de atividades comerciais e empresariais sendo instituída em vários estados e municípios brasileiros, o LinkedIn, maior rede social profissional do mundo, foi entender como os profissionais se sentem. A pesquisa, realizada entre 1 e 14 de junho entre usuários cadastrados na plataforma constatou que boa parte não se sente segura em voltar e teme não estar protegida o suficiente para evitar contágio. Os 1.261 respondentes foram divididos entre as gerações millennial (nascidos entre a década de 80 e começo dos anos 2000), Geração X (nascidos no início de 1960 até o início dos anos 80) e Baby Boomers (nascidos entre os anos de 1946 e 1964).

A confiança para voltar ao local físico de trabalho é divergente entre as gerações. A pesquisa concluiu que os millennials e baby boomers são os que mais se sentem obrigados a voltar ao escritório, num total de 16% em cada geração. Essa percepção muda para a Geração X (8%). Em contrapartida, ainda entre os millennials, um quarto (27%) alegou que já faz home office ou prefere ficar em casa enquanto houver risco.

As principais preocupações sobre a retomada do local de trabalho físico dizem respeito à segurança. Os trabalhadores brasileiros que se sentem obrigados a voltar ao trabalho estão preocupados com a higienização do local e ao acesso a equipamentos de proteção. 57% dos respondentes afirmam ainda que temem a exposição a outras pessoas que não levam a sério as diretrizes e precauções de segurança. Entre os millenials, essa preocupação é de 67%, uma diferença de 10 pontos percentuais.

Também são preocupações do total de profissionais consultados:

41% – áreas de trabalho próximas a outros colegas ou clientes
31% – áreas de alimentação ou descanso em espaços públicos / compartilhados
31% – grandes reuniões / encontros para o trabalho
29% – trajeto para o trabalho

O comportamento também difere de acordo com o tamanho da empresa onde se trabalha. 26% dos funcionários de pequenas empresas não se sentem seguros retornando a um local de trabalho físico e, portanto, continuarão trabalhando remotamente por enquanto. Já 25% dos funcionários de empresas de pequeno porte mantiveram as atividades em local físico desde o início da pandemia, esse número cai para 24% em funcionários de grandes companhias.

Entre os que se sentem obrigados a voltar, 29% são funcionários de grandes empresas, 15% estão em companhias de médio porte e outros 7% trabalham em pequenos negócios.

Hotel Transamerica São Paulo e Transamerica Expo Center se unem em mega complexo de eventos

O Hotel Transamerica São Paulo e o Transamerica Expo Center anunciam a junção de suas operações em um arrojado projeto que visa entregar ao mercado um complexo de eventos totalmente integrado, com infraestrutura para eventos, hospedagem, gastronomia e entretenimento. À frente disso está Alexandre Marcílio, Diretor Geral do Transamerica Expo Center, que agora assume também as áreas de vendas, operações e de marketing do Hotel Transamerica.

Com a fusão, a região formada pelos empreendimentos desponta como um poderoso destino para eventos, negócios e lazer. Ao todo, são 43.000 m² de espaços de eventos, 3 auditórios completos – com palco, sonorização e iluminação – para mais de 2000 pessoas, além de salões, restaurantes e uma exclusiva área verde, com capacidade para atender os mais variados tipos de eventos. Com isso, somam-se também as expertises em eventos e hotelaria dos times Transamerica em prol de um novo formato de atendimento, mais moderno e conectado às novas demandas do público pós-pandemia.

Para a direção do projeto, a escolha de Alexandre foi assertiva. Com mais de 30 anos de experiência em gestão de negócios e familiaridade com ambos os empreendimentos, Alexandre esteve em importantes momentos de expansão da Transamerica, como a implantação do Transamerica Resort Comandatuba em Una, na Bahia, do Transamerica Salvador Morro do Conselho e da primeira unidade da rede no Rio de Janeiro, além do Centro de Convenções SulAmérica (administrado pela Transamerica Eventos) e do próprio Transamerica Expo Center, que há um ano sofreu um retrofit em todas as suas instalações. Agora o executivo será responsável pelo direcionamento de novos produtos e pelas ações de marketing e vendas de todo o complexo.

“Estou muito empolgado com a fusão e com os novos desafios que ela trará. Entramos nessa empreitada com o objetivo de oferecer serviços ainda melhores e trabalharemos avidamente para que o complexo continue a ser o grande destino de eventos da cidade de São Paulo, e que, em breve, apresente novas atrações ao mercado. Temos muitos diferenciais competitivos e seguiremos nesta nova fase com produtos mais robustos e muitas novidades”, comenta o executivo.

Grupo Solví lança 1º programa de aceleração do país para startups de meio ambiente

A Solví, empresa comprometida em soluções de resíduos e valorização energética, quer atrair startups da área de meio ambiente, por meio da primeira corporate venturing – movimento de uma grande corporação em busca de inovação – destinada a esse segmento no país. A companhia criou a SMARTie, que consiste num programa de aceleração que buscará ideias inovadoras voltadas à destinação, valorização, transporte e uso de resíduos para gerar ou otimizar energia. Para buscar essa aproximação, estão previstos tickets entre R$ 500 mil a R$ 3 milhões junto aos empreendedores da área.

O novo projeto foi apresentado pelo diretor-técnico do Grupo Solví e integrante do conselho da SMARTie, Diego Nicoletti, durante uma live no Youtube em comemoração ao Dia do Meio Ambiente. A transmissão ao vivo pela internet que debateu o tema “Inovação é a Nova Sustentabilidade” foi organizada pelo STATE Innovation Hub, um ambiente de inovação de biotecnologia e sustentabilidade. O programa da companhia ficará sediado nesse espaço localizado na Vila Leopoldina, Zona Oeste da capital paulista.

“Não tenho dúvida de que empresas com compromisso ambiental serão cada vez mais procuradas pelos novos profissionais diante dessa nossa realidade”, destacou Nicoletti durante a live. Com essa iniciativa, o Grupo Solví reforça ainda mais sua preocupação em buscar bons resultados na destinação dos resíduos de forma sustentável e benéfica para o meio ambiente.

A criação da STARTie mostra também um esforço em ampliar sua atuação com o foco em inovação, desta vez com a aproximação junto às iniciativas empreendedoras fora da empresa. Na prática, o novo projeto de aceleração da companhia acompanha um movimento de franco crescimento nesse setor no país. Entre 2015 e 2019, houve um crescimento de 207% no número de startups no país. Até o fim do ano passado, essa quantidade era de 12.727 unidades, de acordo com a Associação Brasileira de Startups (ABStartups).

“A partir de agora, o Grupo Solví adiciona as startups como foco para atuar na inovação em meio ambiente. Geralmente, elas têm uma boa solução, mas precisam dar um salto que não depende só dela. Por outro lado, a empresa tem toda uma estrutura de corporação consolidada e pode oferecer uma cadeia de parceiros. Ou seja, tudo aquilo que é necessário para escalar”, explicou Julio Begali, head de Operações da SMARTie.

Como vai funcionar

O primeiro corporate venturing destinado ao meio ambiente do país estará sediado no STATE Innovaton Huirá funcionar com um total de seis fases. A SMARTie lança no fim de junho a primeira etapa do programa, com lançamento de desafios para atrair as startups que atuam em quatro diferente verticais (segmentos), todos destinados ao meio ambiente. Entre elas, estão a de valorização de resíduos, recuperação e otimização de energia, logística e logística reversa, e otimização e automação de processos.

Para cada vertical, a SMARTie vai organizar dois diferentes desafios. No caso da valorização de resíduos, o processo abrangerá o tratamento do chorume e o de lodo das estações de tratamento de efluentes (ETEs). Já no de recuperação e otimização de energia, haverá os desafios de aplicação de energia limpa e o de resíduo como combustível.

A vertical de logística e logística reversa contará com os temas aplicação de blockchain em resíduos e economia circular. Por último, a de otimização e automação de processos abordará como desafios a transformação digital aplicada às gestões ambiental e a de frota e logística. Os desafios serão lançados pelos canais digitais do próprio programa nas redes sociais @smartie.global e no site oficial da SMARTie.

Recebimento das inscrições e entrevistas

Depois do lançamento dos desafios, a SMARTie dará início à segunda etapa, com o recebimento das inscrições das interessadas. O processo de captação funcionará por meio de um formulário disponível na landing page na internet. A meta é conseguir captar pelo menos 300 startups.

A terceira etapa será através das entrevistas de seleção junto às escolhidas na fase anterior. A equipe da SMARTie fará uma análise de comportamento e competências – conhecido como assessment – das startups. Em seguida, ocorrerão reuniões por videoconferência para as interessadas detalharem melhor suas soluções, a sua equipe e estrutura.

A partir dessa avaliação, será elaborado um relatório de recomendação com as selecionadas para análise do Conselho SMARTie, composto pelos principais executivos do Grupo Solví. Serão escolhidas 20 startups nessa fase, até o fim de agosto.

Pitchs e provas de conceito

Depois da seleção, os escolhidos mostrarão suas ideias inovadoras por meio dos pitchs (apresentações rápidas) de dez minutos cada. Os representantes das startups responderão as perguntas feitas pela banca, também composta por executivos do Grupo Solví. Esse processo que corresponde à quarta etapa de todo o processo definirá até 10 selecionados, no início de setembro.

Após essa fase, eles entrarão na quinta etapa, que corresponde o de provas de conceito Nessa parte, os contemplados passarão por mentorias técnicas concedidas pelos próprios diretores executivos do Grupo Solví. “Cada um deles ficará responsável por uma startup e passará orientações, vivências e experiências para esses escolhidos, além de ajudar nas conexões internas”, detalhou Begali.

Durante a fase de provas de conceito, as startups também visitarão a sede do Grupo Solví, no bairro do Jaguaré, em São Paulo e as operações da companhia. Fora isso, elas também farão estudos de viabilidade de suas ideias inovadoras, terão acesso aos modelos de negócio e conexões necessárias para formatar seus respectivos projetos.

Demo day

Após a prova de conceitos, as startups passarão pelo demo day, que consiste em fazer uma nova apresentação à banca da SMARTie. Após a demonstração da ideia inovadora, os componentes da banca poderão optar por três formas de aceleração para cada startup. A primeira delas é a parceria de negócios, explica o head do programa.

“Nesse caso, a banca propõe uma maneira do Grupo Solví se tornar um cliente, ou um fornecedor ou um parceiro da própria empresa. No entanto, a companhia não entra com investimento em participação societária”, esclareceu Begali.

A segunda maneira de aceleração a ser oferecida é o de equity. Nessa situação, a empresa entra com recursos para serem aplicados na startup. “O Grupo Solví adquire uma participação minoritária no projeto”, ressaltou o head SMARTie. A terceira opção pode ser um modelo misto, que envolvem investimentos e uma parceria de negócios.

Além disso, a banca pode optar por não fazer proposta para a startup que fizer a apresentação. “Nossa pretensão é propor algo para todas as selecionadas nessa fase, mas vai depender se a ideia inovadora de fato é viável”, completa Begali.

Cresça com o Google apresenta Mentoria Coletiva

O programa Mentoria Cresça com o Google , em que empreendedores de pequenas e médias empresas têm a oportunidade de tirar dúvidas e receber orientação on-line de profissionais mulheres sobre as principais áreas da rotina de uma empresa que foram impactadas durante a pandemia, apresenta a Mentoria Coletiva.

O programa conta com sessões coletivas, gratuitas, com duração de uma hora e conduzidas por especialistas dos temas escolhidos. Inicialmente, serão abertas 24 sessões de Mentorias Coletivas. São 200 vagas por sessão com uma especialista do tema e ocorrerão três vezes por semana: terças, quartas e quintas-feira.

Segundo Jimena Tomás, gerente de marketing do Google, as mentorias representam a oportunidade aprender com as dúvidas de outros empreendedores, além de compartilhar experiências em grupo. “Enxergamos aqui uma ótima oportunidade de atender mais pessoas, além de otimizar o aprendizado, já que a dúvida de um pode ser a dúvida de outros, e oferecer um networking qualificado”, completa.

A primeira Mentoria Coletiva está marcada para o dia 21 deste mês e abordará o tema “Como definir o público alvo do meu negócio e minhas estratégias de conteúdo”. Além disso, também serão realizadas mentorias voltadas para as áreas de Inovação, Vendas, Inteligência Emocional, Finanças, entre outros. Para se inscrever, basta acessar o site g.co/EmCasa . O interessado precisa, apenas, ter uma Conta Google, um computador ou smartphone com uma câmera e um microfone, além de uma conexão com a Internet ou dados móveis. Não há limite de participação, todos eles podem escolher quantas mentorias coletivas quiserem.

Além da novidade, o programa segue com as mentorias tradicionais de 30 minutos que são ministradas por uma mentora da Rede Mulher Empreendedora (RME). Até o final de setembro, 10 mil mentorias individuais serão oferecidas.

A Mentoria Cresça com o Google foi criada especialmente para apoiar as PMEs no momento de incerteza gerado pelo surto de COVID-19. De acordo com um estudo do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae), cerca de 13 milhões de PMEs sofrerão os impactos da crise ocasionada pela pandemia. Além disso, a Organização das Nações Unidas (ONU) já aponta que as empreendedoras estão sendo mais afetadas pela situação, já que o trabalho doméstico aumenta ao mesmo tempo em que a renda diminui. De acordo com a RME, 38% das empreendedoras brasileiras tem o seu negócio como principal fonte de renda da família.

Dessa forma, a Mentoria Cresça com o Google auxiliará ambos os lados: os empreendedores que precisam de ajuda durante esse período de incerteza e as mentoras, que vão receber uma renda extra por participarem do programa.