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AMAZÔNIA: Bradesco, Itaú e Santander lançam plano conjunto para desenvolvimento sustentável da Amazônia

Os três maiores bancos privados do País, Bradesco, Itaú Unibanco e Santander, divulgam hoje um plano integrado com o objetivo de contribuir efetivamente para o desenvolvimento sustentável da Amazônia. O material inclui 10 medidas, construídas a partir de três frentes de atuação identificadas como prioritárias para a região: conservação ambiental e desenvolvimento da bioeconomia; investimento em infraestrutura sustentável; e garantia dos direitos básicos da população da região amazônica.

O plano foi apresentado nesta quarta-feira (22) ao governo federal e, a partir de agora, os três bancos trabalharão em conjunto no detalhamento das iniciativas e no estabelecimento de metas. Entre as ações que farão parte desse plano, estão:

• Estimulo às cadeias sustentáveis na região (ex: cacau, açaí e castanha) por meio de linhas de financiamento diferenciadas e/ou ferramentas financeiras e não financeiras

• Viabilização de investimentos em infraestrutura básica para o desenvolvimento social (ex: energia, internet, moradia e saneamento) e ambiental (ex: transporte hidroviário)

• Fomento de um mercado de ativos e instrumentos financeiros de lastro verde

• Atração de investimentos e promoção de parceiras para o desenvolvimento de tecnologias que impulsionem a bioeconomia

• Apoio para atores e lideranças locais que trabalhem em projetos de desenvolvimento socioeconômico na região

Para que as ações sejam efetivas, é fundamenta que ocorra uma intensificação das medidas de proteção da floresta Amazônica. Por isso, a atuação dos bancos será coordenada com o governo, e as ações serão implementadas em alinhamento com as iniciativas públicas, potencializando, assim, o impacto das ações para o desenvolvimento social e econômico da região.

“Este projeto une Bradesco, Itaú e Santander pelo propósito de contribuir para um mundo melhor. A ideia é que todos precisam assumir sua parcela de compromisso com as futuras gerações. Por isso, lançamos uma agenda objetiva que pretende defender e valorizar a Amazônia, suas riquezas naturais, florestas, rios e cultura diversificada. Queremos dar passos concretos para tornar discurso em realidade. A Amazônia não é um problema. O ato de proteger a Amazônia guarda boa parte das respostas corretas para um mundo que tem dúvidas e incertezas”, afirma o presidente do Bradesco, Octavio de Lazari Junior.

“Temos presente a nossa reponsabilidade como agentes importantes do sistema financeiro e compartilhamos as mesmas preocupações a respeito do desenvolvimento socioeconômico da Amazônia e da conservação ambiental. Acreditamos que os três bancos têm forças complementares e, atuando de forma integrada, vemos grande potencial de geração de impacto positivo na região”, afirma Candido Bracher, presidente do Itaú Unibanco.

“A dimensão do desafio impõe uma atuação firme e veloz a todos os atores que puderem participar da construção de um modelo de desenvolvimento sustentável para a Amazônia, que inclua as necessidades da população e de preservação dos nossos recursos naturais. Com a união de esforços da nossa indústria, conseguiremos fazer ainda mais por essa região, que tem um valor inestimável não só para o País, mas para todo o planeta”, diz Sérgio Rial, presidente do Santander Brasil.

Os bancos estabelecerão, agora, um conselho de especialistas com diferentes experiências e conhecimentos sobre as questões sociais e ambientais envolvendo a Amazônia. Esse grupo será responsável por auxiliar nos desdobramentos dos planos, cujas ações estão previstas para começar ainda este ano, e na criação de métricas e objetivos alinhados aos desafios locais.

Tecnologia em tempos de quarentena: como aproximar as relações com seus colaboradores

Antes de entrarmos em um cenário atípico como o isolamento e distanciamento social, há quem dizia que a tecnologia afastava os ciclos sociais e o convívio entre as pessoas. Porém, mediante a um cenário totalmente diferente do que todos estavam habituados, ela foi a responsável em aproximar e auxiliar a população, principalmente às empresas, que precisaram se reinventar e se adaptar dia após dia.

Para Mônica Schimenes, CEO da MCM Brand Group, a tecnologia mudou a forma como as pessoas se relacionam e, consequentemente, como pensam a respeito do tema. “Para muitas empresas o trabalho remoto era algo ainda distante e acabou se transformando cotidiano para diversas delas. Mas, para que tudo isso fosse possível, todos passaram por um turbilhão de emoções, levando em consideração que a realidade dentro da casa de cada pessoa é única”, comenta a empresária.

De acordo com uma pesquisa realizada pela consultoria Cushman & Wakefield, 73,8% das empresas multinacionais que atuam no Brasil pretendem adotar o home office como prática definitiva no país. Este dado afirma o quanto a tecnologia e a nova maneira de se relacionar com os colaboradores, com um olhar mais humano e acolhedor, pode ser benéfica e positiva para os negócios. Essa mesma pesquisa afirma que para 25,4% dos executivos, a experiência do teletrabalho foi positiva, enquanto outros 59% perceberam mais pontos positivos do que negativos. “Todas essas mudanças que vêm ocorrendo em 2020 trazem valor tanto para as empresas, quanto para a vida das pessoas, impactando diretamente no desenvolvimento pessoal e profissional de todos. Com isso, vemos – inclusive – que nunca foi tão importante se atualizar, aprender e ensinar. Esse processo todo de transformação tem o seu lado doloroso e sabemos disso, mas sem esforço não há conquistas”, destaca Schimenes.

Entretanto, com tamanha liberdade que a tecnologia traz, as companhias precisam ser cautelosas e assumir um papel de persona, tanto nas suas interações, como em suas linguagens e horários. Essa adequação será essencial a todas as marcas que querem permanecer no mercado, principalmente com a nova proposta de reformulação do B2B e B2C para H2H – conhecido como humanos para humanos -, onde a tecnologia entra como uma ferramenta essencial aos envolvidos.

“Na MCM Brand Group, todos os projetos possuem um propósito e, para que ele se concretize, as expectativas sempre são alinhadas com os clientes. Somos, inclusive, bastante procurados para realizar ações que visem o desenvolvimento de colaboradores de grandes marcas. Atualmente temos uma solução que atende exatamente este tema que se chama ‘Apaixonados pela marca’ e é um programa de destaque para colaboradores que amam onde trabalham e um reconhecimento por parte da empresa”, acrescenta a CEO.

Vivemos, atualmente, na era do antropoceno – onde o ser humano é o foco do negócio – e a tecnologia vai continuar avançando ao passo que as pessoas consigam desenvolver seus comportamentos e atitudes. Para isso, é importante quantificar e analisar toda a efetividade de competências humanas, mais conhecidas como soft skills. Desta maneira, será possível medir a produtividade de cada nova ação implementada e como cada colaborador tem se sentido durante o processo, fazendo com que as empresas possam escolher os melhores modelos de negócios para se adaptar e manter o sucesso.

Mas como implementar esses novos modelos dentro das empresas?

Como citado anteriormente, com a grande expertise da empresa em desenvolver ações com colaboradores, Mônica Schimenes listou algumas dicas de como manter essa nova relação dentro das empresas. Confira abaixo:

Mudanças: Esteja sempre aberto para elas, pois surgem quando a gente menos espera.

Prepare novos líderes: Liderança é uma construção baseada em confiança e potencial.

H2H (human to human): Teste pensar em projetos e processos centrados no ser humano.

Empatia: Item essencial no dia a dia. Seja empático em todas as relações.

Pandemia fortalece estruturas familiares e dá mais poder às mulheres, aponta Observatório FEBRABAN

Depois de quatro meses de isolamento social, as famílias brasileiras passaram pelo teste de fogo do confinamento e sairão fortalecidas desse período. Ao mesmo tempo, as mulheres assumiram maior responsabilidade, não apenas no sustento da casa, mas também na gestão do orçamento doméstico. A crise sanitária, que pegou o mundo desprevenido e mudou subitamente as rotinas das pessoas, trará consequências importantes para as estruturas familiares, que tendem a se unirem mais e se preocuparem mais com a saúde.

É o que revela o segundo levantamento Observatório FEBRABAN, pesquisa FEBRABAN-IPESPE, feito entre os dias 7 e 15 de julho, com 1,5 mil chefes de família, homens e mulheres responsáveis pelo sustento da casa (isoladamente ou de forma compartilhada), de todas as regiões do país.

“Seguindo seu propósito de ser um levantamento aprofundado, que mapeia a visão da população sobre os temas que impactam o Brasil, a nova pesquisa Observatório FEBRABAN revela algo interessante: apesar do aumento da carga de trabalho doméstico e do convívio intenso em meio à pandemia, não foi relatada intensificação de conflitos familiares”, diz Isaac Sidney, presidente da FEBRABAN.

“Embora estejam pagando um preço alto na pandemia, afetadas pelo desemprego e sobrecarregadas com tarefas domésticas, as mulheres sairão dessa fase histórica mais empoderadas. Essa segunda rodada do Observatório Febraban mostra que o isolamento social, ao forçar a reconfiguração da agenda nos lares, aumentou o seu papel na gestão do orçamento e no planejamento do futuro das famílias “, diz o sociólogo e cientista político Antonio Lavareda, presidente do Conselho Científico do Ipespe.

O Observatório FEBRABAN, pesquisa FEBRABAN-IPESPE, é parte de uma série de medidas da FEBRABAN para ampliar a aproximação dos bancos com a população e a economia real, de forma cada vez mais transparente. Sua divulgação será mensal. A primeira edição do novo Observatório, lançada em junho, identificou as expectativas da população que possui contas em bancos para a retomada das atividades econômicas no período pós-pandemia.

Abaixo os principais resultados do segundo levantamento:

Papel das Mulheres nas famílias

Na administração do orçamento doméstico, as mulheres dominam: 56% das entrevistadas declararam assumir essa função, contra 44% dos homens. Chama atenção a equivalência entre homens (47%) e mulheres (45%) em relação ao gerenciamento da poupança e investimentos da família. Além do papel de gestoras do orçamento e da poupança familiares, as mulheres absorveram, na sua maior parte, o aumento da carga de trabalho doméstico em meio à pandemia.

Famílias fortalecidas

Considerando que 88% dos entrevistados afirmam ter cumprido o isolamento social durante algum tempo, o levantamento mostra que em 71% dos lares brasileiros não houve aumento de brigas, discussões e conflitos familiares. Em 8% deles as brigas até diminuíram e em apenas 13% aumentaram.

Houve aumento ou manutenção da satisfação com a moradia após a experiência de passar mais tempo em casa. Mesmo em confinamento, quase 90% dos entrevistados aumentaram (31%) ou mantiveram (56%) a satisfação com seus lares no mesmo patamar de antes da Covid-19.

Crianças e adolescentes mais preparados

O Observatório Febraban revela ainda que as crianças e adolescentes são os que melhor estão conseguindo lidar com a pandemia – adultos (26%) e idosos (24%) estão tendo maior dificuldade de enfrentar os efeitos cotidianos da pandemia, enquanto 16% dizem ser as crianças e 11% os adolescentes. Para 13%, todos os membros da família estão conseguindo atravessar a pandemia sem maiores dificuldades de ordem emocional.

Mais atenção à saúde e à solidariedade pós pandemia

O estudo revela ainda que a expectativa dos chefes de família sobre a vida após a pandemia está profundamente marcada pela ideia de mudança. Mais da metade preveem que os hábitos de suas famílias não serão os mesmos quanto à: forma de estudar (60%); de trabalhar (57%); e ao modo de fazer compras (55%).

No mundo pós-pandemia, a grande maioria dos entrevistados acredita que suas famílias irão dedicar maior atenção à saúde (67%) enquanto 29% dizem que esse cuidado continuará do mesmo jeito de antes. Investir mais tempo em ações de solidariedade com os mais carentes (48%) é outra tendência de comportamento e para 45% ficará igual. A prática de exercícios físicos também ganhará força entre os hábitos (42%), permanecendo o mesmo para 46%.

Alerta para novas formas de trabalho

Sobre o trabalho, empresários e autônomos têm elevada expectativa de digitalização no trabalho e estudo (ambos 59%), ao passo que apenas 35% dos desempregados esperam isso. Esse último dado sugere um alerta: os desempregados estarão menos preparados para os desafios e mudanças do mercado de trabalho no mundo pós-pandemia.

Como reconhecem que a digitalização dos serviços educacionais é um fato inescapável, 35% expressam a pretensão de fazer (ou outras pessoas da família) cursos online. Os mais jovens (46%), os de instrução Superior (40%) e os homens (39%) se mostram os mais predispostos a investir na qualificação por via digital.

Estudo on line agrada, mas preocupa

O nível de satisfação dos entrevistados que fazem aulas online ou estão acompanhando familiares nessa jornada encontra-se dividido: 47% estão satisfeitos contra 46% de insatisfeitos. Mas, a despeito da razoável satisfação com as aulas online, como é uma atividade nova para as escolas e para as famílias, um expressivo percentual de 83% teme prejuízos de aprendizagem para os estudantes.

A vida vai melhorar

A pesquisa anterior do Observatório FEBRABAN já havia registrado com surpresa a expectativa elevada (45%) dos entrevistados de dedicarem mais tempo aos filhos e à família após a fase de isolamento. A nova pesquisa comprova que a maioria das famílias tem esperança na recuperação: 60% dos entrevistados acreditam que a vida das suas famílias vai melhorar (25%) ou pelo menos voltar à situação pré-pandemia (36%). Um terço espera dias mais difíceis (para 32% a vida vai piorar).

Como atestado no levantamento de junho, em relação ao futuro, a expectativa predominante é a de manutenção dos gastos no patamar anterior à pandemia (53%) ou até de aumento dos mesmos (27%). Apenas 17% preveem cortes no orçamento familiar. Os mais jovens (18 a 24 anos) manifestam a mais elevada expectativa de aumento de despesas (47%).

Segundo os dados levantados, a alimentação será priorizada nas despesas das famílias (37%), seguida das contas de serviços básicos, como energia, água e gás (15%).

A íntegra do segundo levantamento Observatório FEBRABAN pode ser acessada neste link

Conheça startups de saúde que lançaram tecnologias para prevenção da Covid-19

A Vertical Saúde da Associação Catarinense de Tecnologia (ACATE) reúne diversas soluções que auxiliam o trabalho do governo e dos profissionais de saúde.

A corrida para encontrar uma vacina contra a Covid-19 ainda não gerou resultados concretos, porém, enquanto isso, recursos tecnológicos estão sendo grandes aliados da sociedade e dos governos no combate e prevenção ao vírus. A pandemia impulsionou a transformação digital e levou até mesmo o segmento de saúde a se reinventar, desenvolvendo novas plataformas e produtos junto à empresas inovadoras.

De frente à um cenário que demanda cada vez mais soluções inovadoras para conter a pandemia, em Santa Catarina, a Associação Catarinense de Tecnologia (ACATE) vem reunindo diversas empresas da área de tecnologia para saúde para atuação conjunta contra a doença. “Essa crise, como nunca antes vista, demonstrou a importância de um ecossistema bem organizado e de uma sociedade que trabalhe em conjunto com as autoridades políticas em busca de soluções”, explica Walmoli Gerber Junior, diretor da vertical de saúde da Associação Catarinense de Tecnologia.

Confira oito tecnologias que estão acelerando o combate ao coronavírus:

Innovasens

A empresa dedicada a sensores óticos lançou um projeto para medida de temperatura corporal automatizada e com reconhecimento facial. Trabalhado com câmeras de análises térmicas, que medem a temperatura das pessoas que circulam no seu campo de visão, a solução permite que estabelecimentos com grandes fluxos de pessoas, como colégios, aeroportos e indústrias, possam medir a febre dos transeuntes à distância e de forma automatizada. Com o uso da biometria facial, é também possível identificar o indivíduo com alteração, recebendo um alerta imediato sobre o caso.

CogniSigns

Com o objetivo de identificar indícios de estresse, ansiedade e depressão em colaboradores — doenças que tendem a crescer pelo momento de pandemia —, a CogniSigns, desenvolvedora de um software capaz de diagnosticar o autismo em crianças e adultos, criou a V.E.R.A. (Virtual Empathic Robot Assistant) Saúde Mental. A ferramenta é, além de um suporte ao RH, uma plataforma digital preditiva que identifica e apoia indivíduos fragilizados, auxiliando em ações individuais de busca por atendimento especializado e permitindo a criação de estratégias corporativas educativas que previnem o desenvolvimento de comportamentos prejudiciais em equipes.

Anestech

Um dos profissionais de saúde com maior risco de contaminação pela Covid-19 é o anestesiologista, que lida com a via aérea e é chamado para intubar os pacientes em estados avançados. Para evitar que, assim como em outros países, esses profissionais se tornem o maior número de infectados dentro da área de saúde, a Anestech lançou novas configurações para a solução AxReg, aplicativo desenvolvido para dar apoio ao trabalho de anestesiologistas, que passa a divulgar orientações específicas para que os procedimentos sejam realizados com mais segurança. Além disso, a empresa lançou uma releitura de um modelo de respirador comum entre os anos 50 e 80 no Brasil. O ventilador não substitui dispositivos mais robustos para pacientes em estado grave, mas permite que um primeiro atendimento de ventilação mecânica seja feito fora da UTI.

Rentsy

O aluguel de equipamentos mostra-se ainda mais relevante neste momento para clínicas e hospitais, já que a demanda por aparelhos como ventiladores e monitores multiparamétricos é temporária. A Rentsy, plataforma de aluguel de equipamentos hospitalares, fechou recentemente uma parceria para ofertar aos profissionais de saúde a locação de equipamentos de proteção individual (EPI) — as máscaras com respiradores, que regulam o fluxo de ar com o próprio padrão de respiração do usuário. O equipamento, que é novo no Brasil, torna a rotina dos médicos e enfermeiros mais confortável e prática, já que, por conta da pandemia, precisam usar máscaras ao longo de todo o expediente. O foco da empresa no momento é trazer outros aparelhos que possam fazer a diferença durante este período crítico, proporcionando mais segurança no tratamento de pacientes. Além de ir atrás das tecnologias, o marketplace permite que instituições e profissionais de saúde que têm dispositivos seminovos parados também os anunciem gratuitamente para locação na plataforma.

Ciclix

Em hospitais, é essencial que pacientes com doenças infectocontagiosas fiquem isolados para evitar a transmissão da doença. E, em uma pandemia, os riscos envolvidos no não cumprimento dessa medida são ainda maiores. Caso o paciente infectado entre em contato com pessoas externas, a identificação dessas deve ser feita o mais rápido possível. Pensando em facilitar esse trabalho e reduzir os custos no ambiente hospitalar, a Cliclix desenvolveu uma ferramenta de rastreamento para ser usada em hospitais. Por meio de uma pulseira, a localização interna de todos os pacientes que entram no local é registrada. Assim, os ambientes pelos quais ele passou e os equipamentos e as pessoas com que ele teve contato são rastreados e ficam à disposição dos profissionais de saúde. O sistema também permite que funcionários tenham acesso simultâneo à localização de equipamentos, otimizando o tempo para tratamento dos pacientes.

SaveLivez

Pensando na volta das pessoas ao trabalho pós-quarentena, a SaveLivez lançou a ferramenta Livia.bot, um robô inteligente que usa dados para gerenciar o risco de contaminações dentro das empresas. Por meio de um aplicativo web, os colaboradores podem visualizar orientações dos empregadores, tirar dúvidas de forma automática 24h por dia e ter acesso aos serviços de saúde oferecidos pela empresa. A solução também permite que os negócios exijam um check-in para qualquer entrada no local por meio de de uma triagem automática que verifica o risco de contaminação da pessoa e autoriza ou não sua entrada. Além disso, caso alguém seja contaminado, é possível saber com quem o colaborador teve contato nos últimos dias e assim fazer exames de forma direcionada — evitando uma contaminação em massa.

Aquarela Advanced Analytics
Com o surgimento do novo coronavírus, ficou evidente a necessidade de antecipar demandas, crescimento de casos e mudanças de indicadores, impulsionando a importância de se encontrar padrões e achar saídas ainda não vistas. Sendo assim, a Aquarela Advanced Analytics oferece uma ferramenta de inteligência artificial para encontrar relações de causa e efeito sistêmicos a partir da análise da progressão dos pacientes, em conjunto com o histórico, tratamento e quadro clínico dos mesmos. A empresa está à frente de um projeto de análise de dados em um dos maiores hospitais do país, que prevê o movimento de pacientes e a necessidade e complexidade de leitos.

EpHealth

Logo no início da pandemia, a healthtech lançou uma tecnologia de alerta aos profissionais de saúde. Em um primeiro momento, o aplicativo dos agentes tornou possível reportar informações sobre casos confirmados, suspeitos e descartados de Covid-19 aos enfermeiros e médicos. Aproximadamente 25 mil notificações foram emitidas na primeira fase do alerta. Hoje, o sistema já possui uma ficha mais completa, com a opção de registrar assintomáticos respiratórios e inserir todos os sintomas do paciente. Mais de 250 mil notificações foram emitidas por essa nova ficha. Além disso, 51 prefeituras clientes da EpHealth, distribuídas por 10 estados, passaram a ter seus relatórios digitalizados, podendo visualizar tudo por meio de  um dashboard que contém informações como sexo, idade e condição de saúde pré-existente dos pacientes assintomáticos respiratórios.

Concurso gratuito vai ajudar startups e grandes corporações se conectarem

Em meio à pandemia do coronavírus, conquistar um grande cliente é o sonho da maioria dos empreendedores, especialmente, dos pequenos negócios inovadores e estreantes no mercado.

Para ajudar as startups brasileiras a conquistar networking comercial com grandes compradores e vencer também sua primeira grande crise, a Câmara Americana de Comércio abriu inscrições para o Amcham Arena, competição nacional que conecta multinacionais a soluções e inspirações que revolucionem seus negócios, mantendo assim o espírito de inovação vivo no mercado brasileiro. A inscrição no Arena é gratuita e abrange startups de todo o território brasileiro. O formulário para participar está disponível no site www.amcham.com.br/arena até o dia 02/08.

“Ter visibilidade com grandes empresas já era o maior desafio de 65% das startups brasileiras no final do ano passado. O isolamento comercial potencializou ainda mais essa dificuldade de interação de ecossistemas, especialmente, para as startups que estão enfrentando sua primeira grande crise.

Enquanto isso, do outro lado da pandemia econômica, temos grandes corporações perdidas em busca de inovações e ferramentas tecnológicas das mais variadas funcionalidades. O Arena conecta esses dois mundos – gerando uma interação direta entre grandes executivos e lideranças de startups de todos os segmentos e cantos do país”, explica a CEO da Amcham Brasil, Deborah Vieitas, entidade que reúne mais 5 mil empresas associadas em todo o País e 800 startups já mapeadas no projeto.

QUEM PODE?

O Amcham Arena é um concurso gratuito e aberto a participação de startups em estágio operacional, ou seja, com produtos e serviços já em circulação. Empreendedores de todo o País podem participar, além das cidades em que estamos presentes fisicamente (Belo Horizonte, Brasília, Campinas, Campo Grande, Curitiba, Fortaleza, Joinville, Goiânia, Salvador, Porto Alegre, Recife, Ribeirão Preto, Rio de Janeiro, São Paulo e Uberlândia).

VOTO POPULAR

Uma das novidades neste ano é a abertura de votação das melhores startups para associados da Amcham. Com mais de 5 mil empresas associadas e 90 mil executivos em sua base, as avaliações são mais uma oportunidade para aproximar negócios mais consolidados das startups. A nota dos executivos ajudará a eleger quem são os empreendedores que vão prosseguir na competição.

POR QUE PARTICIPAR?

Sair do isolamento comercial provocado pela pandemia e se conectar com uma rede de empreendedores de todo o País, além de grandes executivos e nomes importantes do setor privado.

Para sobreviver no mercado, relacionamento é fundamental. O Arena traz o seu negócio para o holofote em frente a altos executivos das maiores empresas do País, que podem ajudar a potencializar a sua solução de produto e serviço. A banca de avaliadores trará insights importantes e pode alavancar o seu negócio.

Sua startup estará visível para os mais de 90 mil executivos associados à Amcham. Uma parte da avaliação do Arena envolverá a votação pelo júri popular – ou seja, são diversos empresários olhando a sua solução para dar nota.

Acesso a premiações nacionais e regionais que irão alavancar sua startup (conheça aqui o regulamento e premiações).

ETAPAS

As startups serão avaliadas através da plataforma por nossa base de associados (mais de 90 mil empresários) e banca de especialistas, composta por jurados de grandes empresas. A nota dos jurados (75%) será somada a do público (25%). As startups com melhor avaliação participarão de um evento para networking e apresentação de seus negócios para convidados especiais.

Em setembro, acontecem as finais locais por SEGMENTO de atuação. Serão realizadas oito finais temáticas por segmento: Finanças; Cadeia do Varejo; Cadeia da Indústria; saúde e bem estar; Agrobusiness, meio ambiente e sustentabilidade; construbusiness, mobilidade e smart cities; serviços; e GovTech.

Em paralelo, acontecem as finais locais por REGIONAL, ou seja, as cinco melhores startups de cada cidade de atuação da Amcham, escolhidas pelo voto popular.

Escolhidos esses vencedores, as campeãs por regional e por segmento de atuação irão para a semifinal nacional. As seis melhores notas classificarão as startups para a final nacional: um evento digital em que será escolhido o grande vencedor.

Adobe, IBM e Red Hat anunciam parceria estratégica para avançar na transformação da experiência do cliente

A Adobe (Nasdaq: ADBE), a IBM (NYSE: IBM) e a Red Hat anunciam hoje uma aliança estratégica para ajudar a acelerar a transformação digital e fortalecer a segurança de dados em tempo real para as empresas, com foco em indústrias reguladas. O objetivo da parceria é permitir que as empresas ofereçam experiências mais personalizadas ao longo da jornada do cliente, gerando maior engajamento, rentabilidade e lealdade.

À medida que as empresas passam por suas transformações digitais e movem cargas de trabalho para a nuvem, toda a equipe executiva enfrenta uma reformulação de suas funções para atender às demandas dos clientes, mantendo a segurança como prioridade central. Os diretores de marketing (Chief Marketing Officers) e digital (Chief Digital Officers), especialmente aqueles que trabalham em setores regulamentados como bancos e saúde, estão percebendo que estão se tornando gestores de informações críticas dos negócios e dos clientes. Para esses executivos, a necessidade de proteger os dados e, ao mesmo tempo, proporcionar experiências significativas ao cliente é fundamental.

A parceria inicialmente se concentrará em:

•Flexibilidade de implementação de nuvem híbrida: A Adobe, a IBM e a Red Hat visam permitir que as marcas gerenciem e entreguem seu conteúdo e ativos em qualquer ambiente de nuvem híbrida, de várias nuvens públicas a data centers locais. Ao certificar e entregar o Adobe Experience Manager 6.5 – parte da Adobe Experience Cloud -, para rodar em Red Hat OpenShift – a plataforma empresarial de contêiner e código aberto líder do setor, – a IBM oferecerá aos clientes a flexibilidade de hospedar, acessar e alavancar dados no ambiente de sua escolha

•Adobe habilitado para serviços financeiros: A Adobe se une ao ecossistema de parceiros estratégicos da IBM, fornecendo soluções de Client Experience (CX) para o IBM Cloud for Financial Services. Com isso, a IBM estenderá o Adobe Experience Manager para profissionais deste setor para ajudá-los a atender aos requisitos de regulamentação e de segurança, fornecendo experiências personalizadas aos seus clientes.

•Adobe e IBM Services: O IBM iX, o braço de design de negócio de IBM Services, estenderá suas ofertas a todos os principais aplicativos empresariais da Adobe. Com um suporte mais amplo e integrado para clientes nas áreas de Adobe Creative Cloud, Adobe Experience Cloud e Adobe Document Cloud, o IBM iX acelerará a maneira como as marcas globais usam dados para projetar, implementar e dimensionar experiências personalizadas de clientes para incorporar confiança em cada parte do seu negócio.

“Agora, mais do que nunca, as empresas estão acelerando seus esforços para se engajar com os clientes digitalmente”, diz Anil Chakravarthy, vice-presidente executivo e gerente geral de Digital Experience da Adobe. “Estamos empolgados em fazer parceria com a IBM e a Red Hat para permitir que empresas de setores regulamentados atendam ao desafio atual e usem dados de clientes em tempo real para oferecer experiências com segurança em qualquer ponto de contato digital, em escala e em conformidade com as regulações”.

“A realidade é que hoje as empresas de todos os setores estão operando em um mundo que coloca a experiência em primeiro lugar, onde é possível obter um valor imenso dos dados se a confiança e a flexibilidade tecnológica desempenharem um papel central na equação”, afirma Bridget van Kralingen, vice-presidente sênior de IBM Global Markets. “Esses princípios que são o foco da nossa parceria – a experiência de marketing da Adobe, o conhecimento do domínio de indústria da IBM e a inovação aberta da Red Hat – darão aos clientes a confiança para usar seus dados para obter uma nova vantagem competitiva”.

“Ser competitivo na economia digital requer entregar inovação rapidamente”, comenta Ashesh Badani, vice-presidente sênior de Cloud Platforms da Red Hat. “Com essa colaboração, a Adobe, a IBM e a Red Hat estão permitindo que as organizações ofereçam experiências digitais em qualquer ambiente, com flexibilidade e velocidade através da nuvem híbrida, seja em data centers locais ou em várias nuvens públicas.” Como parte da parceria, a IBM nomeou a Adobe seu “Global Partner for Experience” e começará a adotar o Adobe Experience Cloud e seus aplicativos empresariais para transformar seu próprio marketing global.

Como parte da parceria, a IBM nomeou a Adobe seu “Global Partner for Experience” e começará a adotar o Adobe Experience Cloud e seus aplicativos empresariais para transformar seu próprio marketing global.

Shoppings brasileiros devem adaptar espaços por conta da Covid-19

Os shoppings começaram a reabrir em diversas cidades no Brasil, mas os impactos que a Covid-19 deixou nos hábitos de consumo devem mudar a forma como as pessoas se relacionam com grandes centros de compra e entretenimento. Segundo pesquisa da EY realizada com mais de mil consumidores, administradores de shoppings e varejistas de diversas regiões do Brasil, 78% dos consumidores darão preferência para shoppings com espaços abertos e 50% das administradoras acreditam que o modelo será uma tendência no médio a longo prazo.

Ter ambientes mais amplos e com menos aglomerações já era uma tendência, mas assim como outras transformações, foi acelerada em razão da novo coronavírus. Sem uma plataforma eficiente de venda, varejistas também tiveram que intensificar a digitalização dos serviços – cenário que deve ser mantido no país mesmo após a pandemia.

Durante o período de isolamento, 61,32% das pessoas entrevistadas buscaram serviços online de lojas e/ou restaurantes que costumavam frequentar nos shoppings. Mesmo assim, 73% afirmam que a plataforma digital não irá substituir completamente os espaços físicos destinados a esses serviços.

“Teremos um período de incerteza até contarmos com uma vacina, por isso é essencial mesclar o presencial e o online, aprimorando o e-commerce, o delivery center, as parcerias com aplicativos de entregas, entre outros. Ao mesmo tempo, é importante estabelecer uma ligação emocional com o consumidor e desenvolver novas estratégias de atração e venda, criando um vínculo mais forte de fidelidade com a marca e o local”, afirma Roberta Tedesco, diretora executiva de estratégia em finanças corporativas da EY.

Entretenimento e segurança

Segundo Abrasce (Associação Brasileira de Shopping Centers) o setor teve R$192,8 bilhões em faturamento em 2019, gerando 1,1 milhão de empregos e atingindo 502 milhões de visitantes ao mês.

Esse grande volume reflete-se no fato de que, no Brasil, há um relacionamento particular com os shoppings, que são encarados não apenas como ambientes de compra, mas de entretenimento e segurança. Entre os consumidores entrevistados pela pesquisa, 33,5% dos que sentem falta de ir ao shopping responderam ser em razão da recreação (cinema, teatro, eventos). Mais uma razão para os comerciantes olharem com atenção para o empreendedorismo inovador.

“O comércio em shoppings tem um papel importante e não se vislumbra nenhuma ruptura total desse padrão de negócio, mas a pandemia mostrou que os hábitos de consumo estão em transformação. O uso da tecnologia aliada a produtos e atrações específicas será uma maneira de levar esse consumidor ao shopping”, diz Roberta.

Transações por aproximação ultrapassam 19 milhões no mês de junho, indica Mastercard

Com as restrições impostas pela Covid-19, os consumidores passaram a adotar novos hábitos de pagamento em ritmo acelerado e estão cada vez mais se afastando do dinheiro e optando por experiências digitais e por aproximação – e não pretendem voltar atrás, segundo estudo global da Mastercard realizado em 15 mercados, incluindo o Brasil. Com esse impulso, as transações por aproximação bateram recorde de uso no mês de junho, superando 19 milhões no Brasil.

Entre os estabelecimentos preferidos do consumidor para utilizar essa modalidade de pagar, estão os supermercados, postos de combustível, além de farmácias e redes de fastfood. A cidade de São Paulo é a que mais realiza transações por aproximação no Brasil.

Segundo dados da Abecs, o número de pagamentos por aproximação passou de R$708 milhões para R$3,9 bilhões no primeiro trimestre de 2020, um aumento de 456% na comparação com o mesmo período do ano anterior.

Os pagamentos por aproximação são uma forma rápida, prática e segura de finalizar transações presenciais. A tecnologia NFC (Near Field Communication) permite que o pagamento seja realizado sem a necessidade de inserção do cartão na maquininha. Pioneira em pagamentos por aproximação no país, a Mastercard liderou a iniciativa na América Latina e Caribe para aumentar o limite de transações por aproximação sem o uso de senha que, conforme anúncio recente da Abecs, será elevado de R$ 50 para R$ 100, tornando a tecnologia ainda mais usual em compras diárias.

Considerando a crise mundial na saúde, a indústria de meios de pagamentos tem recomendado a utilização do pagamento por aproximação com cartões ou carteiras digitais como forma de evitar o contato direto dos consumidores com o dinheiro em circulação. Ao que tudo indica, essa recomendação vem sendo seguida por consumidores, segundo levantamento realizado globalmente pela Mastercard, 69% dos brasileiros entrevistados afirmaram que a COVID-19 os incentivou a usar pagamentos por aproximação, enquanto 14% dos entrevistados deixaram de utilizar dinheiro durante a pandemia e 63% diminuíram significativamente o seu uso.

RapiGEN traz ao Brasil teste antígeno rápido para covid-19 que pode substituir o RT-PCR com resultado em até 8 minutos

A RapiGEN, fabricante sul-coreana de soluções inovadoras na área da saúde, entrou no mercado brasileiro com o Kit de Teste Rápido BIOCREDIT COVID-19 Ag para detecção do covid-19. A importação do produto, já com licença da Anvisa e aprovação INCQS/FIOCRUZ, é realizada pela operação Biocredit, que investiu mais de R$ 10 milhões no projeto.

O principal diferencial do teste, em relação ao RT-PCR, é a detecção do vírus em até 8 minutos. Para Darcy Itiberê, responsável pela operação, o principal objetivo do produto é agilizar a retomada da economia e das atividades presenciais com segurança. “A detecção e a triagem rápidas restringem a proliferação do vírus, porque as pessoas identificadas positivamente pelo nosso teste podem ser isoladas e tratadas imediatamente”, afirma.

Metodologia e eficácia

A RapiGEN atua há mais de 18 anos no desenvolvimento de testes rápidos para o diagnóstico de diversos tipos de vírus (antígenos virais). O BIOCREDIT COVID-19 Ag é o primeiro teste a fazer a detecção do antígeno para a covid-19 usando a tecnologia Black Gold Particle, o que permite uma alta sensibilidade e especificidade. O profissional da área de saúde realiza a coleta de uma amostra nasofaríngea, que é analisada na placa de teste. A interpretação do resultado é simples, semelhante aos testes de gravidez. Em poucos minutos o paciente sabe se está com o vírus. A eficácia é similar à do teste de RT-PCR para a detecção da covid-19.

Atualmente o padrão ouro para a testagem da Covid-19 no Brasil é o RT-PCR, contudo seus resultados saem em no mínimo 48 horas. Ou seja, cada metodologia apresenta vantagens e desvantagens. “O teste BIOCREDIT COVID-19 Ag é mais barato que o RT-PCR. Não é preciso enviá-lo a um hospital ou laboratório, o que agiliza o processo em regiões carentes”, diz Roberta Bevilacqua, farmacêutica-bioquímica e consultora da RapiGEN. “O teste promove ainda maior segurança para os profissionais da área de saúde, que devem ser testados regularmente.”

Projetos sociais

Com pronta-entrega, a RapiGEN tem distribuição em todo o território nacional. Uma das suas ações foi a entrega de 1.000 kits para as tribos dos índios Xingu, no estado do Mato Grosso. “Nosso objetivo é expandir essas ações socias para mais comunidades carentes”, diz Itiberê. A empresa também visa difundir o produto entre caminhoneiros, com o projeto Estrada Segura.

Inovação para a área da saúde é premiada no SAP Innoweeks 2020

O Instituto Nacional de Cancerología (INC), do Governo Federal da Colombia, foi o grande vencedor da edição 2020 do SAP Innoweeks, evento anual de coinovação promovido pelo SAP Labs Latin America. Para atender ao desafio proposto de apoiar a equipe de saúde do INC no uso eficaz das informações de prontuário, otimizar a tomada de decisão e gerar conhecimento, foi apresentado o PredicINC, desenvolvido por um time de funcionários do SAP Labs e do Instituto.

A solução reúne todas as informações e dados do histórico clínico dos pacientes em uma única plataforma, integrando dados valiosos para que a equipe médica possa tomar as melhores decisões de tratamento. Usando aplicações como Natural Language Processing, Machine Learning e o SAP Data Intelligence, o PredicINC consegue prever e simular possíveis cenários levando em conta as patologias dos pacientes, além de automatizar um processo que normalmente levava muito tempo.

O INC conquistou o principal prêmio do SAP Innoweeks 2020 e foi eleito como Best Innovation, além de ser reconhecido em duas categorias técnicas de escalabilidade e engajamento. A Wickbold, com um projeto para rastreamento e devolução de grades usadas na distribuição de produtos, levou o Best Showcase e também o prêmio técnico de design, enquanto o Banco de Alimentos Vale dos Sinos, ficou com o prêmio Purpose, ao apresentar uma tecnologia que otimiza a comunicação da ONG com os doadores.

Outros dois vencedores foram o Instituto Tecnológico y de Estudios Superiores de Monterrey, do México, com uma solução voltada ao mapeamento de emoções para apoiar necessidades relacionadas à saúde mental dos alunos, e a companhia de produtos de beleza do Peru, Belcorp, que tinha como desafio redesenhar a venda digital para as consultoras. As organizações foram premiadas nas categorias técnicas de arquitetura e integração, respectivamente.

Com 100 profissionais envolvidos, a competição, que tem como objetivo apresentar soluções tecnológicas inteligentes para solucionar desafios de negócios de empresas da América Latina, foi adaptada para um formato totalmente remoto este ano e trouxe diversos aprendizados.

Entre eles, Matheus Souza, líder de Inovação do SAP Labs Latin America, destaca o uso de ferramentas digitais para viabilizar o contato entre as equipes e as companhias participantes. “Não apenas pudemos manter as interações necessárias para o desenvolvimento dos projetos, mas também conseguimos diminuir o impacto ambiental dos deslocamentos que seriam realizados. Reduzimos por volta de 600 horas de viagens dos participantes”, comenta. “O SAP Innoweeks 2020 entregou trabalhos muito qualificados e teve um número maior de empresas nesta edição, cumprindo nossa missão de engajar pessoas em prol de soluções inovadoras e com propósito”, completa.

Startup promove feira de contratações online

A Gama Academy, escola de capacitação para profissionais e estudantes que desejam ingressar ou evoluir suas carreiras no mercado digital, promoverá uma Feira de Contratações 100% online para empresas que estão em busca de talentos nas áreas de desenvolvimento front-end, design, marketing digital e vendas. Os candidatos participantes foram selecionados e capacitados através do Gama Experience – programa intensivo de formação de profissionais para o mercado digital, que em sua 34ª edição, está formando mais de 100 pessoas.

Na feira contamos com pelo menos 1 aluno de cada estado do país, mas a grande maioria é de São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais e Santa Catarina. As empresas interessadas devem adquirir o ingresso no valor de R$ 50,00 e a partir daí terão acesso ao perfil dos candidatos para o pré-agendamento das entrevistas, que serão realizadas no dia 28 de julho.

Para a edição virtual a expectativa é que cerca de 100 pessoas saiam recolocadas em empresas de todo o Brasil. A Feira de Contratações da Gama acontece há mais de 4 anos e já conectou mais de 2 mil profissionais a vagas em empresas como Nubank, Ifood, Mercado Pago, Maxmilhas, Herospark e Octadesk. As inscrições para as empresas acontecem até 24 de julho. Mais informações no link: http://bit.ly/feira-gama-jul

De olho na regulamentação, casas de apostas investem em patrocínios a clubes brasileiros

Ceará é mais um clube brasileiro a ter patrocínio de casas de apostas. Foto: Divulgação

Clube que disputa a primeira divisão do futebol nacional, o Ceará fechou recentemente um acordo de patrocínio master com a empresa alemã de apostas esportivas Estadium Bet, que estampará sua marca na camisa do time até 2021.

O “Vozão” não é o único time com o qual o grupo fechou contrato de patrocínio. Também já receberam aporte da casa de apostas o Santa Cruz (PE), Salgueiro (PE), Decisão (PE), Vila Nova (GO) e Atlético (GO) – este último, a exemplo do Ceará, também faz parte da Série A do Brasileirão.

O investimento da Estadium Bet é mais um exemplo de como as empresas ligadas aos jogos de azar acreditam no mercado brasileiro, ainda que a regulamentação do setor não esteja finalizada no congresso. A empresa alemã é apenas um caso de muitas que enxergam o mercado publicitário nacional como um bom investimento.

Esse é um movimento recorrente desde 2018, quando foi aprovada a Lei 13.756/18, decorrente da MP 846/2018, que autorizou que empresas de apostas de cota fixa (que é o modelo comum adotado por todas as casas de apostas) a estamparem suas marcas em camisas de clubes e outras formas de publicidade.

Apesar de ter sido considerado o marco para a total regularização das apostas esportivas no Brasil, o processo de regulamentação ainda segue em andamento. As perspectivas otimistas dos principais players do mercado dão conta de que essa regulamentação seja finalizada até o final desde ano, o que geraria um impulsionamento ainda maior no mercado brasileiro.

Logo, embora ainda não haja uma data, a discussão para possível liberação de apostas esportivas e jogos de azar caminha para um desfecho positivo e já conta inclusive com apoio de entidades americanas. Somando isso tudo a uma pressão por parte de alguns setores e uma sinalização positiva de nomes como o ministro da Economia, Paulo Guedes, e o presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (ambos já se mostraram à favor da regulamentação dos jogos de azar), o que existe é um cenário de otimismo no mercado.

Vale lembrar que, embora as empresas de casas de apostas não sejam autorizadas a constituir pessoa jurídica em território brasileiro, a grande maioria dos grupos opera no mercado digital com licenças em outros países, o que possibilita o acesso de jogadores brasileiros sem qualquer impedimento legal. No entanto, a expectativa é de que a regulamentação gere ainda mais receita para esse mercado que é cada vez mais crescente.

Outras empresas também patrocinam clubes

NetBet estampa sua marca da camisa do Vasco. Foto: Divulgação/Facebook

Assim como a estratégia da Estadium Bet, muitas empresas investem em mais de um clube do futebol brasileiro. Também é o caso da NetBet, que é parceira oficial de Vasco da Gama e Red Bull Bragantino, dois clubes da Série A. O acordo de patrocínio com os dois times prevê, inclusive, a veiculação da marca da camisa das equipes.

Além disso, de acordo com um levantamento do Ibope, considerando a Série A do Campeonato Brasileiro do ano passado, 13 dos 20 clubes tiveram verba de patrocínio proveniente de alguma casa de apostas. Isso faz do setor de jogos de azar o sexto maior em termos ne presença nos grandes clubes no que diz respeito a patrocínio (atrás de saúde, alimentação, construtoras, instituições financeiras e marcas de material esportivo).

O Flamengo, por exemplo, foi campeão brasileiro e da Libertadores estampando a marca da Sportsbet.io – que também é patrocinadora master do Watford, clube que disputa a Premier League, primeira divisão inglesa. Vice-campeão, o Santos teve patrocínio do grupo Casa de Apostas.

Se considerarmos outras divisões do futebol nacional – ou até mesmo levando em conta apenas times que disputam campeonatos regionais e estaduais – o número de patrocínios cresce. A BetWarrior, que chegou recentemente ao país, é parceira oficial de apostar dos rivais Remo e Paysandu.

Não são apenas os clubes que são vistos com bons olhos pelas empresas do setor. A Betfair, por exemplo, é patrocinadora do maior campeonato do continente, a Copa Libertadores, tendo sua marca estampada em placas de publicidade de todos os jogos da competição. Já outras empresas, como Bet365, Sportingbet e Bodog aparecem com frequência nos comerciais de TV, inclusive investindo em nomes do esporte como embaixadores, casos de Felipe Melo (volante do Palmeiras) e Fabrício Werdum (lutador do UFC).

Jogadores como Felipe Melo também são “apostas’ do mercado publicitário das empresas. Foto: Divulgação

De uma forma ou de outra, todas as empresas do setor já entenderam que a regulamentação é uma questão de tempo e que isso deve impulsionar ainda mais um mercado que já é um dos maiores do mundo em volume de apostas. Tudo isso deve impactar o mercado publicitário em todos os tipos de mídia. Nos próximos anos, a tendência é que casos como o do Ceará, Flamengo, Santos, Vasco e tantos outros clubes virem uma realidade cada vez maior, como acontece na Europa – sobretudo na Inglaterra.

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15 anos de Brasil: uma história de talento, conquistas e compromisso

Por Berthier Ribeiro-Neto, Diretor de Engenharia do Google na América Latina, e Fabio Coelho, Presidente do Google Brasil

Quando fez sua oferta de ações públicas, em 2004, o Google ainda não tinha presença física no Brasil, mas já estávamos presentes na vida das pessoas. Era o auge da rede social Orkut e os brasileiros representavam cerca de dois terços dos usuários. Na época, a popularidade do Gmail fez com que nosso serviço gratuito de e-mails logo ganhasse uma versão em português. Enquanto isso, a Busca se tornava cada vez mais relevante no cotidiano.

Em 20 de julho de 2005, há exatos 15 anos, essa história ganhou um capítulo local que aumentou nosso compromisso com os brasileiros e também levou a nossa brasileirisse para dentro do Google.

Valorizando o talento nacional

Nesse dia, o Google oficializou a compra da Akwan Information Technologies, uma empresa brasileira que fornecia serviços de busca e que, assim como o Google, foi criada por acadêmicos, mais precisamente, por professores e estudantes da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), em Belo Horizonte. Além de fazer pesquisa de ponta, o objetivo da Akwan era desenvolver um buscador 100% nacional, o Todobr.

Os fundadores do Google, Larry Page e Sergey Brin, em visita ao então escritório do Google em Belo Horizonte, em 2006

Pouca gente sabe, mas o processo de compra começou no ano anterior, quando o Google estava em busca de novos negócios para adquirir e um brasileiro que já trabalhava na empresa, Luiz André Barroso, hoje vice-presidente de engenharia, sugeriu uma visita a Belo Horizonte para conhecer a Akwan e sua equipe de 12 engenheiros especializados em tecnologia de busca.

Em pouco tempo, o trabalho do time de especialistas brasileiros ganhou reconhecimento da nossa sede em Mountain View e, em novembro de 2006, foi inaugurado em Belo Horizonte o primeiro Centro de Pesquisas e Desenvolvimento do Google Inc. na América Latina.
Hoje, o “escritório de BH” reúne 181 profissionais — 174 são engenheiros, incluindo profissionais vindo de países como Peru, Argentina, Colômbia, Venezuela e Índia. Além de ser uma referência em desenvolvimento de algoritmos para a Busca, esse time é responsável por outros projetos importantes, como o Family Link, aplicativo que ajuda famílias a criarem hábitos digitais saudáveis em seu dia a dia, e tecnologias de combate a ataques de phishing e spam.

Durante este momento desafiador que enfrentamos com a pandemia, os engenheiros de Belo Horizonte foram fundamentais para o desenvolvimento do painel informativo da Busca sobre a COVID-19, que é usado no mundo todo com dados oficiais da Organização Mundial da Saúde e também do Ministério da Saúde, no caso do Brasil. Como já falamos, o painel sobre COVID-19 faz parte de diversas iniciativas focadas em apoiar o país a atravessar este período difícil.

Excelência em negócios

Alguns meses depois da aquisição da Akwan, o Google abriu seu escritório de negócios em São Paulo, um dos primeiros da América Latina. Na época, Sergey Brin, co-fundador do Google junto com Larry Page, contou ao jornal Folha de S.Paulo que o Brasil não podia ser ignorado e que o país era um dos maiores mercados mundiais em termos de tráfego no buscador.

Assim como os engenheiros de Belo Horizonte, nosso time de vendas rapidamente se provou capaz de entregar resultados, inovação, criatividade e ajudar clientes na adoção de novas tecnologias. Logo depois da chegada do Orkut, em 2005, o Google também passou a exibir anúncios dentro da rede social, impulsionando a conexão entre marcas e consumidores. Anos depois, a rede social ganharia um formato de anúncio gráfico na home e, por conta do grande número de usuários brasileiros, passaria a ser gerida pelo Google Brasil em 2008.

Inauguração das novas instalações do Centro de Engenharia de Belo Horizonte, em 2016

Nos anos seguintes, fomos aumentando nossa relevância. Abrimos espaços importantes como o Campus de São Paulo do Google for Startups e o Google Partner Plex São Paulo, ambiente para discutir estratégias, desafios e oportunidades de negócios com clientes e parceiros. Hoje, o time é formado por gerentes de contas, analistas, engenheiros de inovação comercial, gerentes de parcerias e muitos outros profissionais que transformaram o escritório de São Paulo em uma referência global quando o assunto é usar as nossas ferramentas para gerar novos negócios, ajudando empresas de todos os tamanhos e tipos a explorar o potencial do digital.

Foco nos brasileiros

Nossa trajetória também é marcada por um esforço por priorizar o usuário brasileiro. Em 2007, lançamos a versão local do Google Maps e o Centro de Engenharia de BH foi o responsável pela adaptação do serviço. No mesmo ano, também lançamos a versão em português do YouTube. Dois anos depois, chegaram ao Brasil os primeiros telefones Android, nosso sistema operacional móvel. Em 2010, o Google Street View foi lançado por aqui. A partir daquele dia, quem acessava o Google Maps podia passear virtualmente por 51 cidades brasileiras. O país foi o primeiro da América Latina a ser contemplado pelo serviço. Em 2014, recebemos o primeiro hardware do Google, o Chromecast, a tempo de assistir à Copa do Mundo daquele ano. Na mesma época, lançamos o Street View dos 12 estádios que sediaram os jogos.

Também incorporamos os grandes momentos da cultura brasileira, seja em nossos Doodles em homenagem ao país, seus festejos e personalidades da música e da literatura, bem como na preservação da memória nacional, a exemplo da visita virtual ao Museu Nacional, no Rio de Janeiro, com imagens captadas antes do incêndio em 2018, e da maior coleção já reunida sobre o pintor Cândido Portinari – ambas disponíveis no Google Arts & Culture.

Hoje, o Brasil figura entre os top cinco na nossa lista de nove produtos do Google com mais de um bilhão de usuários: Busca, Android, Chrome, YouTube, Maps, Play Store, Fotos, Drive e Gmail. Ao todo, já somos mais de 1.100 funcionários trabalhando nas diferentes instalações do Google no país, que incluem também o o YouTube Space, no Rio de Janeiro.

Compromisso com o Brasil

Com o objetivo de entender como essa jornada de 15 anos impactou a vida dos brasileiros, pedimos à empresa de pesquisa Kantar que entrevistasse 1.100 pessoas on-line por todo o país para avaliar o antes e depois da rotina dos brasileiros em relação a mais de vinte de nossos produtos. De acordo com a pesquisa inédita, 81% dos entrevistados acreditam que o Google contribuiu positivamente para a sociedade e que nossos produtos ajudaram a melhorar a vida dos brasileiros em diferentes áreas, em especial no estudo e trabalho.

Além disso, também acabamos de lançar a versão mais recente do nosso Relatório de Impacto Econômico, mostrando que em 2019 as nossas ferramentas de Busca e publicidade – além do YouTube e do Google Play, incluídos pela primeira vez no estudo – ajudaram a movimentar R$ 51 bilhões em atividade econômica no Brasil. No total, mais de 188 mil empresas, publishers, ONGs, criadores e desenvolvedores no país se beneficiaram de nossas ferramentas.

Seguimos firmes em nosso compromisso com o Brasil, trabalhando com o objetivo de ajudar os brasileiros em seu cotidiano por meio da tecnologia, democratizando o acesso à informação e ao entretenimento, apoiando pequenas e grandes empresas, levando educação e treinamento para todas as regiões do país e auxiliando cada um em suas tarefas diárias.

Que venham os próximos 15 anos! #15AnosGoogleBrasil

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CASE e Startup Summit se unem e consolidam o maior evento de empreendedorismo online da América Latina

Promover ações de incentivo, pulverizar o conhecimento sobre crescimento e performance e alcançar o maior número de pessoas na América Latina. É com base nessas premissas que o CASE, Conferência Anual de Empreendedorismo e Startups, e o Startup Summit, principal evento do ecossistema de inovação do Sul do país, se unem, e em ação inédita, consolidam a maior reunião digital de empreendedorismo em continente latino americano.

Após inúmeros encontros, os dirigentes da Associação Brasileira de Startups (Abstartups), do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae) e da Associação Catarinense de Tecnologia (ACATE) entenderam o momento em que o mundo passa e se certificaram da missão que tinham: ajudar empreendedores de todo o continente a alavancar seus negócios. Desses encontros surgiu a primeira edição totalmente online e gratuita do CASE + Startup Summit, que será realizada entre os dias 19 e 23 de outubro.

“Neste momento de crise, precisamos apoiar de todas as formas os empreendedores e empresas do ecossistema brasileiro e internacional. Por isso, decidimos em uníssono realizar o maior evento do setor, de forma online e gratuita, com toda a expertise de duas das entidades mais atuantes no Brasil”, comenta José Muritiba, diretor executivo da Abstartups.

Em 2020, os visitantes digitais contarão com uma série de palestras, workshops e debates sobre empreendedorismo, investimentos, tendências, marketing, vendas, diversidade, entre outras discussões compartilhadas por grandes nomes nacionais e internacionais. Ao todo são esperados mais de 20 mil participantes.

Segundo Luc Pinheiro, diretor técnico do Sebrae Santa Catarina a expectativa para essa primeira edição online é atrair participantes que nunca puderam acompanhar o CASE ou o Startup Summit. “Entendemos que o momento que vivemos é delicado e repleto de restrições. Mas conseguimos enxergar a atual situação com uma chance para ampliar nosso leque de atuação e levar toda a atmosfera de inovação para pessoas que ainda não tiveram essa oportunidade no mundo físico. Por meio da tecnologia, conseguiremos atingir um número ainda maior de empreendedores”, pontua.

Para gerar tração e engajamento do público de todo o país, o CASE + Startup Summit apresentará conteúdos 24h por dia. Pela manhã, o público poderá acompanhar conteúdos administrados pelos patrocinadores e, à tarde, terão a oportunidade de participar dos painéis principais em quatro palcos simultâneos.

“Diferente das edições anteriores, o CASE + Startup Summit terá cinco dias de duração, com conteúdos ininterruptos. Com isso desejamos atingir o maior número de interessados em mergulhar no mundo do empreendedorismo e, seguindo uma tendência mundial, nos encaixarmos na rotina de cada um. Ou seja, uma grande oportunidade para se aprimorar e poder ter o conselho de grandes nomes do mercado ao alcance de um clique”, explica Iomani Engelmann, presidente da ACATE

Tanto o CASE quanto o Startup Summit já possuem uma trajetória de sucesso consolidada. Em seis edições, o CASE já reuniu mais de 20 mil participantes na cidade de São Paulo e levou ao público grandes nomes como Neil Patel, Daniel Hoe (Salesforce), Gustavo Caetano (Samba Tech), Paul Walsh (Visa), Geoff Ralston (Y Combinator), Morten Primdahl (Zendesk), Chris O’Neill (Evernote) e Paula Belizia (Microsoft).

Já o Startup Summit, em duas edições (2018 e 2019) reuniu mais de sete mil empreendedores em Florianópolis/SC, onde o evento ocorre. No palco do Summit já passaram nomes como: Uri Levine (Waze), Ragnar Sass (Pipedrive), Eric Santos (RD), Leandro Caldeira (Gympass), Vinicius Roveda (ContaAzul), Renata Centurion (Winning By Design), Camilla Junqueira (Endeavor), Diego Gomes (Rock Content) e Camila Farani (Shark Tank Brasil).

Para a edição de união e consolidação do ecossistema de startups e empreendedorismo, em 2020, são esperados mais de 300 palestrantes. Entre os confirmados estão Alphonse Voigt (cofundador e CEO da EBANX); Brad Feld (cofundador da aceleradora Techstars); Brian Requarth (cofundador da Viva Real); Camilla Junqueira (Diretora da Endeavor); Florian Hagenbuch (cofundador e CEO da LOFT); Eric Santos (cofundador e CEO da Resultados Digitais); e Thais Suzuki (head de customer experience da iFood).

“Pela primeira vez conseguimos reunir os esforços de duas grandes forças que são esses eventos em prol de levar conhecimento, expertise e, mais do que isso, esperança a todos os empreendedores brasileiros. Sabemos da luta de todos para manter suas empresas abertas e nossa missão é ser o alicerce nesse momento”, ressalta Bruno Quick, diretor técnico do Sebrae Nacional.

Além dos painéis e debates de conteúdos, o evento contará ainda com o já renomado Startup Awards, o Oscar das startups brasileiras. Assim como nas edições anteriores, serão contempladas 13 categorias, como: Aceleradoras, Comunidade do Ano, Comunidade Revelação, Corporate, Educação, Herói (a), HUB, Impacto Social, Investidor (a) Anjo (a), Mentor (a), Imprensa, Startup do Ano e Startup Revelação.

CASE + Startup Summit 2020

Data: 19 a 23 de outubro

Acesso: http://www.casestartupsummit.com.br/

Acqio anuncia novo CEO

Nesta semana, a fintech de soluções de pagamento, ACQIO, anuncia mais um passo importante na evolução da empresa: a transição do cargo de CEO de Robson Campos para Felipe Valença, que já contribuía estrategicamente na companhia durante os últimos quatro anos.

A mudança visa o aprimoramento corporativo da empresa com o objetivo de fortalecer o princípio inicial da companhia, que é oferecer os melhores serviços financeiros para as massas. Além disso, em seu sexto aniversário, a fintech vem aprimorando as suas bases para alcançar um crescimento sustentável de suas operações.

Nestes últimos seis anos, a ACQIO vem crescendo de forma exponencial e hoje a companhia estreia um novo ciclo de expansão, que vem sendo desenhado ao longo dos últimos meses.

“Diante das dificuldades enfrentadas no mercado de meios de pagamento, nós planejamos um projeto de reestruturação das áreas da empresa e conseguimos ótimos resultados através de novas parcerias e soluções. Tenho certeza de que a passagem desse ‘bastão’ fará com que a empresa seja ainda mais admirada e respeitada no mercado, pois o Felipe nos ajudou a construir essa maturidade até aqui”, afirma o fundador Robson Campos, que passa a presidir o Conselho de Administração da empresa e representará a ACQIO institucionalmente.

Aos 42 anos, Felipe Valença possui mais de 20 anos de experiência no mercado financeiro, além de expertise em diversos segmentos da economia. O novo CEO fazia parte do Conselho de Administração da ACQIO desde fevereiro de 2019 e passa a liderar uma nova fase no processo evolutivo da empresa.

“Fico muito feliz em fazer parte deste importante momento da empresa e engajado nessa missão de ser o melhor serviço financeiro para as massas. Nos últimos anos atingimos grandes resultados, e, em breve teremos ainda mais novidades para fortalecer ainda mais nossa missão e entregarmos serviços diferenciados para nossos clientes e parceiros”, afirma Valença.

5G: uma revolução na vida urbana e nos novos modelos de negócios

Antes da pandemia da Covid-19, o mundo já estava orientado a uma ótica voltada à adoção da Transformação Digital, mas com uma velocidade menor. É fato que a crise de saúde pública mundial acelerou o processo de digitalização. Mas, o potencial de novos negócios gerados em decorrência do Coronavírus só vai ganhar força com um novo padrão de internet: o 5G. Podemos dizer que a tecnologia de quinta geração suportará, com velocidade, as inovações e novidades trazidas, mudando, definitivamente, o nosso modo de pensar em novas tecnologias.

O 5G como padrão para internet móvel irá mudar completamente o que vivemos nas etapas anteriores. No passado, o 2G permitiu o envio de SMS e e-mails sem a necessidade de um computador. Já o 3G endereçou o compartilhamento de fotos e vídeos. E, em seguida, o 4G – geração que vivemos até hoje – possibilitou um ganho de velocidade sem precedentes, permitindo a realização de atividades on-line e, ou, o download de arquivos com agilidade. Já a tecnologia de quinta geração (5G), que possui uma velocidade considerada 20 vezes maior que o 4G, permitirá uma sociedade ultra conectada, fomentando diretamente novos modelos de negócios e permitindo estabelecer uma nova relação entre a tecnologia e as pessoas.

Graças à sua característica técnica, que vai além das funções tradicionais de telefonia e conexão móvel, a principal vantagem do 5G será sustentar o uso exponencial de tecnologias como IoT (do inglês, Internet das Coisas), Realidade Virtual e Inteligência Artificial e, com isso, possibilitar o desenvolvimento das Smart Cities e da oferta de serviços com um milhão de equipamentos conectados por metro quadrados, menos de 10 milissegundos de latência, entre outras novidades.

Com a sociedade mais conectada, o 5G fomentará, sobretudo, a melhoria da qualidade de vida urbana com casas conectadas, carros autônomos, drones para serviços de entregas, delivery automatizado enquanto acelerador de atividades que podem ser desenvolvidas em casa, melhor qualidade de vídeo para serviços de atendimento a partir de qualquer localidade, gerenciamento de tráfego e segurança em tempo real e uso massivo de inteligência artificial para acelerar análises dos dados e traçar decisões e, ou, tendências de comportamento, entre outros.

O 5G é a premissa para que, de fato, as Smart Cities saiam do papel. Como podemos imaginar, por exemplo, eliminar o congestionamento de tráfego, se a troca de dados entre os agentes móveis é congestionada? Como os carros autodirigidos, outra inovação esperada para o futuro, podem trocar informações em tempo real entre si ou entre dispositivos móveis de pedestres, evitando possíveis colisões?

Enquanto em alguns países da Ásia, Europa e cidades dos Estados Unidos a internet 5G já está sendo implantada, no Brasil o tema segue em discussão. A Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) prevê o leilão das redes 5G para o final de 2020, prazo que tem gerado expectativas e confiança de que a tecnologia não vai demorar a se estabelecer no Brasil. Em contrapartida, o Annual Internet Report de 2020, publicado pela Cisco, projeta que o Brasil deve chegar a 2023 com apenas 6% das conexões com 5G.

Mesmo com a prevalência do 4G, o primeiro passo já foi dado – a proposta para o edital de leilão da nova frequência. Somado a isso, a partir de agora, as prestadoras de telefonia poderão implantar redes com a tecnologia 5G utilizando equipamentos que operam nas faixas que elas já utilizam (4G, 3G, 2G e TDMS) desde que os produtos atendam aos requisitos publicados pela Anatel. A propósito, todas as grandes operadoras de telecomunicações do Brasil já têm cidades de teste com cobertura 5G e os relatórios dos resultados alcançados até agora são realmente contundentes.

A consciência de que esta nova geração irá possibilitar, definitivamente, a melhoria da relação entre as cidades e as pessoas, além da aceleração da adoção de soluções inovadoras e disruptivas, servindo como uma fonte de inspiração para novos e inimagináveis modelos de negócio, representa uma alternativa muito importante, se não a mais esperada, para suportar aos avanços tecnológicos obtidos com a Transformação Digital. Uma nova revolução tecnológica está começando!

Michele Liguoro, sales director da Engineering

A revolução dos pagamentos instantâneos e rede 5G

Em um contexto cada vez mais dinâmico e de alta conectividade, contando com uma maior capacidade de processamento e com uma maior adoção da computação na nuvem, a expectativa é que o segmento de pagamentos seja impactado por uma transformação sem precedentes nos próximos anos, acelerando a materialização de uma demanda eminente e até então reprimida – a realização de transações de pagamento 24 horas por dia, 7 dias por semana a um baixo custo. A combinação destes fatores propicia um ambiente totalmente favorável para os chamados pagamentos instantâneos, no qual possibilitarão o surgimento de novos conceitos, novos modelos de negócio, e consequentemente novos produtos e serviços. Na essência, o pagamento instantâneo permitirá entregar uma melhor experiência aos clientes, bem como melhores ofertas de serviços financeiros, além de agregar praticidade, conveniência e segurança no dia-a-dia das pessoas.

Em diversas regiões do mundo, modelos de pagamentos instantâneos, bem como suas infraestruturas de suporte, encontram-se em diferentes estágios, seja de estudos, implementação ou ainda mais avançados. Seguindo tendências observadas em localidades como Reino Unido, Estados Unidos, Austrália, China e África do Sul, o nosso Banco Central, por meio do comunicado 32.927, divulgado em dezembro de 2018, apresentou os requisitos para o desenvolvimento do Sistema de Pagamentos Instantâneos Brasileiro.

Diferentemente de outros países, o regulador brasileiro está desenvolvendo a plataforma e será responsável por liquidar as operações, centralizando também a base de endereçamento, ou seja, a identificação única de cada cliente e conta. A nova plataforma batizada de PIX, teve seu lançamento anunciado em fevereiro num evento marcado por esclarecimentos e novidades por parte do órgão regulador, antes mesmo da finalização das especificações técnicas e da definição das regras do novo arranjo de pagamento. A previsão é que a plataforma entre em funcionamento a partir de novembro de 2020, para que esteja funcionando de modo pleno em dois anos. Os testes de conectividade já foram iniciados e deve ser homologado a partir de junho, conforme cronograma apresentado pelo Banco Central. Até a data do lançamento, 13 instituições já haviam demonstrado prontidão e enviado certificados de conexão para iniciar os testes. Alguns pontos relevantes como a tarifação e ferramentas de liquidação fora dos horários do STR ainda estão sob avaliação e é esperado que sejam esclarecidos nas próximas interações.

Adicionalmente, pelo fato da segurança ser crucial para este ecossistema, foi criado, no âmbito do Sistema de Pagamentos Brasileiro (SPB), um fórum executivo permanente para assuntos relacionados a operações instantâneas e segurança da informação, cuja missão é auxiliar o regulador na criação de um modelo aberto e interoperável.

O Brasil já apresenta infraestrutura de pagamentos considerada avançada quando comparada às de outros mercados e potencializada pela elevada alta penetração de celulares e smartphones na população adulta, se torna um terreno fértil para o desenvolvimento deste tipo de pagamentos. Estima-se que a nova modalidade propiciará operações realizadas em até 10 segundos, com alta disponibilidade e resiliência (99,9% do tempo), com capacidade de 2.000 transações por segundo.. O sistema permitirá transferências mútuas entre pessoas, entre consumidores e estabelecimento e, ainda, entre empresas e órgãos do governo, em um universo com abrangência estimada em em R$ 8 trilhões em transferência no sistema bancário tradicional (DOC e TED) e cerca de R$ 666 bilhões de transações de débito (dados projetados pela Febraban em 2019).

A nova modalidade de transferência representa uma experiência de pagamentos ultrarrápidos para usuários do sistema e proporciona inúmeros outros benefícios para os diversos elos da cadeia, sendo os principais o governo e as transações rastreáveis, com possibilidade de aumento da arrecadação de impostos. Os possíveis ganhos para a economia também estarão relacionados com o aumento da velocidade de circulação do dinheiro, maior eficiência e competição de mercado. Um grande beneficiário será a sociedade, pois espera se menos crimes de roubo e furto, em decorrência da diminuição do porte de papel moeda, redução de fraudes, facilidade de acesso a serviços financeiros e aumento da formalização da economia.

Na China, por exemplo, parte considerável dos pagamentos é realizada por empresas intermediadoras das operações. Hoje o sistema brasileiro é controlado diretamente pelo regulador. De acordo com pesquisa desenvolvida pela Fischer, em 2018 em parceria com a KPMG havia cerca de 114 startups brasileiras atuando no setor de pagamentos. No entanto, apesar da ampla gama de benefícios, alguns desafios operacionais são impostos, visto que, em poucos segundos, os provedores de infraestrutura devem decidir se efetuam ou não o pagamento de um cliente ou se recebem ou não o dinheiro enviado.

Nesse panorama, a chegada da rede 5G ao Brasil, prevista para meados de 2021, desempenhará papel essencial. Por meio de uma rede pautada por frequências elevadas, teremos mais velocidade de processamento e repasse dos dados, maior número de conexões e menor latência. Será viabilizada, portanto, a incorporação massiva de dispositivos conectados a chamada “internet das coisas” e com ela uma grande disponibilidade de quantidade de dados e que se explore ao máximo o verdadeiro potencial desta tecnologia.

É evidente que o rápido avanço tecnológico tem proporcionado que se materializem uma série de oportunidades tanto para os clientes e novos entrantes do sistema financeiro, como para as organizações e para a sociedade em geral. Sabemos que as novas plataformas e as novas tecnologias precisam passar por numerosos testes antes da adoção comercial, ainda temos muito caminho por percorrer. Entretanto, é fundamental que, neste momento, as empresas repensem suas estratégias e se posicionem neste novo contexto de negócio, para que possam ter um papel de protagonismo no futuro.

Cláudio Sertório, sócio-líder de serviços financeiros da KPMG no Brasil.

Dustin Pozzetti, sócio-líder de tecnologia, mídia e telecomunicação da KPMG no Brasil.

Whatsapp vira porta de entrada para o e-commerce

Presente em mais de 120 milhões de aparelhos no Brasil – o segundo país com maior número de usuários – o Whatsapp se tornou, novamente, protagonista. Desta vez, em um período de instabilidade econômica, causada pela Covid-19, o aplicativo de mensagens instantâneas se tornou aliado das PMEs, que viram a necessidade da digitalização para se conectar novamente com o consumidor. Hoje, a ferramenta já é vista como principal canal de comunicação e venda para muitas empresas.

“E-mails e aplicativos de conversas cresceram muito nos último trimestre. No Brasil, por exemplo, houve um crescimento em 500% nas conversas pelo WhatsApp durante o período de isolamento social, segundo dados interno”, diz Rodrigo Ricco, CEO da Octadesk , startup que auxilia empresas a venderem via canais digitais. Confira quatro dicas listadas pelo empreendedor que podem auxiliar na utilização máxima das funcionalidades do app:

1) Chatbot

Chatbot é uma aplicação que você pode usar dentro do WhatsApp para automatizar ações. Com ele, você responde de forma rápida as principais dúvidas, oferece suporte, compartilha catálogo e, conecta automaticamente cliente e vendedor, economizando tempo das equipes e dos clientes.

Para quem gosta de colocar a mão na massa, existem várias plataformas no mercado para a criação dos bots. Para quem se assusta apenas ouvindo a palavra “programação”, também há soluções prontas oferecidas no mercado. É só ajustar o conteúdo de acordo com o seu produto e ativar o chatbot no seu WhatsApp. Em minutos você consegue potencializar sua força de vendas com um funcionário que trabalha 24 horas por dia, 7 dias da semana.

2) Objetivos

A ideia de usar o WhatsApp é empolgante para quem está começando a usar o aplicativo como canal, mas tem que tomar alguns cuidados. Para Rodrigo, as pessoas deverão se questionar em relação aos objetivos da empresa dentro do app.

“Muita gente erra porque quer usar todas as ferramentas de uma vez, com o mesmo objetivo. Você acredita que já recebi a mesma mensagem de uma empresa no WhatsApp e no e-mail? Pensei: por que essa empresa está se comunicando por dois canais simultaneamente?”, completa o empreendedor.

3) Conteúdo

Outro ponto que deve se levar em conta sobre o WhatsApp é o tipo de conteúdo. Para Ricco, deve se evitar textos enormes, áudios extensos entre outros materiais que não têm relação com o aplicativo.

“Tenha em mente que o aplicativo tem suas particularidades como: tamanho das mensagens escritas e até de áudio (se for o caso), tom de voz usado, a quantidade de material enviada etc. Qualquer excesso pode ser motivo de bloqueio do número da sua empresa pelos seus contatos”. Enfatiza.

4) Pesquisas

A utilização do termo data-driven por empresas (organizações que tomam decisões a partir de dados coletados) tem se tornado comum nos últimos anos. Com o aumento do uso dos bots, a ferramenta dentro do aplicativo tornou-se uma opção também para a realização de pesquisas de satisfação, de mercado ou de opinião.

“Realizando pesquisas de mercado, e entendendo o que cada cliente procura, você pode direcionar promoções para o consumidor correto, evitando compartilhar ofertas incompatíveis com aquela pessoa, o que pode causar um mal-estar entre empresa e cliente”, finaliza Rodrigo.