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Seja gentil primeiro, esteja certo depois

Por Marvio Portela, vice-presidente do SAS para América Latina

“Be kind first, be right later”

Como parte do debate em andamento sobre inovação e novas maneiras de fazer as coisas, um dos desenvolvimentos que mais me empolga ao entrarmos em uma nova década é a mudança dos sistemas de trabalho tradicionais em direção a uma mentalidade baseada na gentileza.

No mundo da tecnologia, ouvimos muito a palavra “ecosystem” — que descreve uma configuração que engloba valores e interdependência compartilhados. Essa maneira de trabalhar visa substituir o “egosystem”: a insistência no status quo, a necessidade de auto-engrandecimento e estar certo o tempo todo.

Quando entramos em uma nova década, em que a colaboração será a tônica de todos os negócios de sucesso, essa maneira estabelecida de trabalhar dará lugar a uma cultura em que as equipes que vencerão serão aquelas em que as pessoas são gentis umas com as outras.

Embora nossos egos possam ser informados pela necessidade de estar certo e impor nossos pensamentos e crenças – para que sejamos respeitados e creditados por nossas realizações -, precisamos aceitar que podemos (e vamos) estar errados, mas sem nenhum senso de falha ou constrangimento. Essa aceitação, essa vulnerabilidade, é um elemento central de ser gentil.

Em 2020, celebrar e possibilitar as realizações de outras pessoas e sair dos holofotes sempre que necessário precisará ser muito mais difundido para que possamos liberar o real potencial das equipes. Como líderes, também precisaremos associar as ocasiões em que estamos incorretos com nossa jornada de aprendizado contínuo.

Para trabalharmos bem, precisamos estar menos obcecados com nossas próprias certezas

Fiquei imensamente satisfeito com os resultados da minha pesquisa por sinônimos da palavra gentil. Isso porque existem tantos, todos relacionados a coisas que gostamos de ver nas melhores pessoas: são calorosos, generosos, atenciosos, altruístas, bem-intencionados, pacientes, agradáveis, decentes.

Em minha pesquisa, também encontrei a origem real da palavra. Vem do inglês antigo, onde o sentido original é “natureza, a ordem natural”, também “caráter inato”. Então, estamos falando de uma característica básica de todos nós, algo em que todos somos capazes de explorar.

Considerando que todos somos capazes de ser gentis, os benefícios da gentileza para com o bem-estar, a satisfação com a vida e até quanto tempo vivemos, estão bem ao nosso alcance. E como as pessoas legais criam uma vida melhor para si mesmas, são capazes de fazer com que outras pessoas se sintam bem: neste momento, convido você a fechar seus olhos brevemente e pensar em pessoas que você conhece que se saem extremamente bem na vida. É muito provável que eles sejam principalmente indivíduos com quem as pessoas gostam de estar por perto e trabalhando.

Ser gentil é uma característica humana básica

À medida que nos aproximamos do final de um ano e início de outro, sou verdadeiramente grato a todas as pessoas com quem interagi nos últimos 12 meses. Tenho a sorte de que a maioria deles, particularmente na minha equipe, são pessoas que demonstram repetidamente o verdadeiro valor de ser gentil – seja nos negócios ou no sentido pessoal.

Em 2020, estou determinado a seguir as palavras sábias atribuídas a Kazuki Yamada, que sabiamente disse que nosso objetivo na vida deveria ser “be kind first, be right later”. Não é apenas a coisa mais natural e correta a ser feita como líder, mas como ser humano.

Startup espanhola desenvolve novas funções para seu aplicativo e cresce o número de lojas no Brasil

O ano de 2019 foi de crescimento no mercado de franquias. O setor obteve avanço nos três primeiros trimestres em relação ao mesmo período levantado em 2018. Os primeiro três meses a alta foi de 7%, no segundo foi de 5,9% e no terceiro o aumento foi de 6,1%, todos os dados em pesquisa feita pela ABF (Associação Brasileira de Franchising).

O segmento de lavanderias da Mr Jeff, de fevereiro até dezembro, abriu 59 lojas em todo o Brasil, divididos nos estados de São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Bahia, Pernambuco, Paraná, Rio Grande do Sul, Goiânia, Santa Catarina, Tocantins, Pará e o Distrito Federal.

A maior mudança foi em sua marca corporativa, a Mr Jeff se tornou Jeff e desenvolveu novas funcionalidades para expandir seu leque de serviços através do aplicativo “Jeff – O Super app de serviços”, mantendo as funções de lavanderia e adicionando as opções de cuidados com beleza e condicionamento físico, tudo isso em apenas um clique para satisfação e praticidade ao cliente.

“Essa expansão do nosso produto foi importante para abranger mais serviços de utilidade para as pessoas. Somado isso ao crescimento de franquias da Jeff espalhada pelo Brasil, terminamos 2019 com apreço pelo que foi feito, mas temos muito trabalho para 2020”, afirma Eloi Gómez, CEO e cofundador da Jeff.

O ano da Jeff também teve parcerias importantes ligadas ao esporte, a empresa se juntou ao Valencia, clube de futebol da Espanha e a seleção feminina de futebol da Argentina, para ser o patrocinador oficial da duas equipes para a temporada 2019/2020.

Ao todo, a startup obteve crescimento de 30% nos downloads do seu aplicativo e aumentou o números de lojas pelo país. Para o próximo ano, a Jeff espera mais inaugurações por vir. “Para o ano que vem há uma previsão mínima de duplicar o volume de lojas. O Brasil se tornou um ótimo mercado para os nossos serviços e é importante mantermos a expansão por aqui”, conclui Eloi.

Contact center do futuro: 5 investimentos essenciais

Por Paul Lang

Como centro da experiência do cliente, o contact center precisa evoluir fundamentalmente para que as organizações continuem competitivas em um mundo cada vez mais digital. Mas de que tipo de mudanças estamos falando? Como é esse “novo contact center”? Estudos sugerem cinco investimentos essenciais para navegar no contact center do futuro:

1) Autoatendimento sem esforço: o Gartner prevê que, até 2023, os clientes preferirão usar interfaces de fala para iniciar 70% das interações de autoatendimento, em comparação com 40% em 2019. Recursos poderosos de automação fornecem interfaces de conversação simples e fáceis de usar que melhoram a precisão, eficiência e eficácia do autoatendimento. Se um cliente decidir escalar a interação, um agente será preparado com todo o contexto da conversa, incluindo o histórico de transações e comunicações. Dessa maneira, “autoatendimento sem esforço” significa aumentar – não substituir – as conexões humanas; ele reconhece a importância tanto do físico quanto do digital ao longo da jornada do cliente.

2) Foco no agente: com tanta ênfase na experiência do cliente, pode ser fácil para as marcas ignorarem a experiência que seus funcionários precisam para atender efetivamente aos clientes. O contact center do futuro capacitará os agentes com desktops modernos que permitam acesso rápido às informações sem precisar pesquisar ou sair da tela principal (pesquisas mostram que a mudança de tela por parte do agente custa a um contact center típico US﹩ 1,57 milhão por ano em perda de produtividade). Isso inclui assistentes virtuais inteligentes capazes de desviar interações repetitivas ou tediosas para manter os agentes produtivos, imersos e engajados (de acordo com a Dimension Data, 62% dos executivos esperam que os assistentes virtuais tenham um lugar nas suas empresas nos próximos dois anos).

3) Insights sobre interação: segundo a Accenture, 81% dos clientes desejam que as marcas os entendam melhor para saber quando e como abordá-los. As organizações devem migrar da comunicação para a conversa a fim de impulsionar o alto nível de personalização requerido pelos clientes. Isso significa usar a análise conversacional em tempo real para entender melhor os tipos de experiências que os clientes estão tendo nos canais de comunicação (principais tendências, preferências, problemas). Significa também analisar essas conversas para melhorar a experiência dos agentes, obtendo um melhor entendimento das suas preferências, satisfação geral e de onde eles podem enfrentar problemas como limitações em aplicativos, procedimentos ou políticas.

4. Emparelhamento inteligente: uma das grandes frustrações – se não a maior delas – no contact center continua sendo as transferências desnecessárias entre agentes. Os insights de interação podem ser usados para emparelhar clientes e agentes de forma inteligente, com base nos principais dados de negócios (por exemplo, histórico de comunicação, padrões de conversação) e características (sentimento, relacionamento, emoção) para gerar uma conexão humana mais significativa, aumentando a receita e reduzindo os custos trabalhistas. Em um banco, por exemplo, um chamador pode ser encaminhado para um especialista em gestão de capital já que as últimas cinco perguntas feitas no chat ao vivo eram sobre gastos com contas. O emparelhamento inteligente ajuda a evitar esforços exaustivos para levar as pessoas ao representante e/ou canal de serviço certo, acelerando os resultados e aumentando a probabilidade de lealdade e advocacy.

5. Ecossistema de aplicativos: uma abordagem de ecossistema de aplicativos permite que as organizações avaliem com flexibilidade as tecnologias de contact center necessárias para fornecer experiências incríveis para clientes e agentes. Eles podem obter acesso a aplicativos e recursos do tipo “clique para adicionar” aparentemente intermináveis (por exemplo, análise de fala, relatórios avançados, roteamento inteligente, gerenciamento de conhecimento, automação de processos robóticos) para criar um ambiente personalizado de contact center que atenda às necessidades exatas dos seus colaboradores e clientes. Segundo o Gartner, até 2025, uma empresa típica de contact center estará explorando os benefícios de uma abordagem de ecossistema de aplicativos para capacitar melhor a equipe e aprimorar o serviço.

Há uma coisa que todos esses investimentos têm em comum: inteligência artificial. A IA está impulsionando recursos verdadeiramente revolucionários no contact center que atuam na tendência abrangente da transformação digital. Quando implementada de maneira eficaz, a IA nessa área de negócios reduz custos, melhora a receita, fortalece o desempenho da força de trabalho e, acima de tudo, gera uma conexão humana mais significativa. O contact center do futuro é construído em IA, a ponto de 81% das marcas acreditarem que deixar de adotar essa tecnologia agora lhes custará na próxima década.

O fato é: o contact center experimentará mais mudanças nos próximos 10 anos do que nos próximos 100; por isso, é preciso investir já, ou a conta a ser paga depois será muito cara…

Paul Lang lidera a área de Contact Center Marketing da Avaya

Taxação de energia solar desestimula investimentos no agro, diz SRB

A Sociedade Rural Brasileira (SRB) apoia a decisão do Presidente da República, Jair Bolsonaro, de manter os descontos para empresas e consumidores que utilizam energia solar no Brasil. Bolsonaro assegurou na última terça-feira (07/01) que a taxação está descartada, mas a decisão final só será tomada no dia 21, data da próxima reunião de diretoria da Aneel (Agência Nacional de Energia Elétrica). Para a entidade, a chamada “taxação do sol”, proposta pela agência reguladora, representa custos adicionais aos produtores e desmotiva os investimentos em geração de energia limpa nas propriedades rurais.

Residências e empresas com painéis solares se enquadram na modalidade de Geração Distribuída (GD) de produção de energia. A norma atual prevê que consumidores dessa modalidade podem ceder o excedente de energia produzido para o sistema geral, ficando como um crédito. Nesse caso, o consumidor de GD não paga o custo da rede de transporte de energia para a distribuidora. A proposta da Aneel prevê o fim dessa isenção. “O desconto é um incentivo para o setor concentrar o uso da maior parte dos equipamentos elétricos nos horários de menor consumo de energia e, portanto, reduzir a demanda nos horários de pico”, explica Marcelo Vieira, presidente da SRB.

Segundo a SRB, boa parte dos produtores rurais no Brasil investem em fontes sustentáveis e alternativas de energia, como eólica, solar e a partir de biomassa e resíduos florestais, para garantir o abastecimento das propriedades. Esses investimentos foram viabilizados a partir de 2012, quando a Aneel lançou normativo que permitiu aos consumidores gerar a sua própria energia. “Muitos produtores têm dificuldade de acesso à rede de distribuição de energia elétrica, o que torna a geração alternativa ainda mais importante”, ressalta Vieira.

Para a entidade, a aprovação da nova proposta torna inviável a implementação de sistemas de geração de energia, já que o prazo para recuperar o valor investido nas instalações será ainda mais longo. A SRB lembra ainda que aumentar a participação de bioenergia sustentável na matriz energética é um dos compromissos firmados pelo Brasil durante o Acordo de Paris, em 2015.

A entidade destaca que os custos com energia elétrica para o agronegócio são altos e correspondem a uma parcela significativa nos investimentos da produção. “Gerar a própria energia é uma alternativa para baratear os custos e deixar os produtores menos dependentes do fornecimento tradicional”, completa Vieira.

A energia solar está cada vez mais presente em propriedades rurais. Somente no primeiro semestre de 2019, foram produzidos 32.963kWp, o que representa cerca de 86% do total gerado durante o ano todo em 2018. Os dados são da própria Aneel. Segundo a SRB, a matriz energética brasileira já é uma das mais limpas entre as grandes economias. “Estamos comprometidos em dobrar a produção de biocombustíveis e quintuplicar a produção de bioenergia, precisamos que as agências reguladoras estejam em consonância com esse pensamento”, conclui o presidente da SRB.

Grupo BID lança Desafio de Inovação Aberta para reduzir o uso de plástico

O Grupo do Banco Interamericano de Desenvolvimento, junto com o MIT Solve, lança um Desafio de Inovação Aberta que busca encontrar as soluções mais inovadoras que reduzam substancialmente ou eliminam resíduos de plástico e plástico descartável na América Latina e no Caribe. O Desafio Rethink Plastics oferece prêmios no total de US$ 60.000 às soluções selecionadas.

Os plásticos mudaram as indústrias em todo o mundo, de medicamentos para alimentos, e são onipresentes em nossas vidas diárias. No entanto, os plásticos tiveram imensos impactos adversos na saúde humana e ambiental. A produção de plásticos a partir de combustíveis fósseis é o segundo maior e de mais rápido crescimento nas emissões de industriais de gases de efeito estufa, o principal fator de mudança climática. Em todo o mundo, um milhão de garrafas plásticas descartáveis são usadas a cada ano, e apenas uma pequena fração é recuperada. Com a maioria terminando em nosso ambiente, o lixo plástico libera substâncias químicas tóxicas no abastecimento de água doce, no solo e nos ecossistemas marinhos.

A região da América Latina e do Caribe produz mais de 400 milhões de toneladas de resíduos plásticos por ano e 36% são plásticos descartáveis. Isso está criando problemas econômicos, ambientais e de saúde para as próximas gerações. Como consumidores, empresas e governos reduzem ou eliminam o plástico descartável e o resíduo de plástico é uma questão crítica de desenvolvimento.

Vários países da região instituíram proibições e impostos sobre o varejo de sacolas plásticas que levaram a reduções no seu uso. Os métodos inovadores de incentivar bairros aumentaram a reciclagem, e os aplicativos de celular estão ajudando as pessoas a descartarem adequadamente o lixo na ausência de serviços formais de coleta de lixo. Embora estes sejam passos promissores na direção certa, a América Latina e o Caribe estão bem posicionados para desenvolver e implementar novas práticas para reduzir substancialmente ou eliminar os resíduos de plástico e plástico descartável.

“O plástico está em todo lugar. Flutua nos nossos oceanos e se amontoa no formato de montanhas; já estamos comendo cerca de um cartão de crédito em microplásticos por semana. Plástico é uma emergência global, e nós estamos enfrentando um dos maiores desafios dos nossos tempos: como apoiar países e comunidades a desenvolver uma resposta radical a esta realidade.” Disse Juliano Seabra, Chefe da Divisão de Inovação e Criatividade no Banco Interamericano de Desenvolvimento. “Com esse Desafio , esperamos inspirar pessoas com uma forte paixão por desenvolver soluções inovadoras a tentar repensar como usar plásticos.”

Para reduzir ou eliminar a produção de plástico descartável e resíduos de plástico na América Latina e no Caribe, o Banco Interamericano de Desenvolvimento busca soluções inovadoras que:

Afastem os modelos de negócio do uso de plásticos em embalagens ou transporte;
Reduzam plásticos descartáveis e resíduos através da promoção de mudanças no comportamento do consumidor e incentivando a reutilização e a reciclagem;
Permitam que o setor público, especialmente os municípios, pilotem e implementem sistemas novos e inovadores em seus sistemas de gerenciamento de resíduos.
O Desafio oferece US$ 60.000 em prêmios em dinheiro , com um prêmio máximo de US$ 30.000. Além disso, as propostas vencedoras poderiam ser consideradas para um projeto piloto financiado pelo Grupo BID de até US$ 250.000, sujeito à devida diligência e aprovações internas. As organizações nomearão um representante para apresentar durante a Reunião Anual do BID. As despesas de viagem e acomodação dos finalistas serão cobertas pelo BID.

O Desafio Rethink Plastics é alimentado pela plataforma MIT Solve , uma iniciativa do Instituto de Tecnologia de Massachusetts que usa inovação aberta e crowdsourcing para resolver desafios globais. Por meio da premiada plataforma do MIT, inovadores, empreendedores e organizações, onde quer que estejam no mundo, podem enviar sua solução para este Desafio.

O Banco Interamericano de Desenvolvimento tem como missão melhorar vidas. Criado em 1959, o BID é uma das principais fontes de financiamento de longo prazo para o desenvolvimento econômico, social e institucional da América Latina e o Caribe. O BID também realiza projetos de pesquisas de vanguarda e oferece assessoria sobre políticas, assistência técnica e capacitação a clientes públicos e privados em toda a região.

SYNNEX anuncia plano de separação em duas empresas de capital aberto

A SYNNEX Corporation anuncia seu plano de se separar em duas companhias de capital aberto: a SYNNEX Technology Solutions, uma empresa líder em distribuição de TI, serviços e soluções integradas, e a Concentrix, uma empresa líder global em soluções de customer experience. Imediatamente após a transação, os acionistas da SYNNEX vão contar com ações de ambas as empresas, SYNNEX e Concentrix.

“Hoje, a SYNNEX está tomando medidas afirmativas para aumentar ainda mais o valor para os acionistas, anunciando nosso plano de separação em duas empresas públicas fortes e independentes”, diz Dennis Polk, presidente e CEO da SYNNEX. “O spin-off vai proporcionar a cada empresa um foco estratégico e gerencial mais preciso e permitirá que os acionistas da SYNNEX possuam e valorizem cada negócio separadamente. Estamos muito orgulhosos de nossa empresa e dos retornos que geramos investindo na distribuição de TI e nos serviços de customer experience ao longo de quase 40 anos de história. Estamos igualmente orgulhosos de ter essas duas empresas atingindo um ponto em que são líderes de mercado e bem posicionadas para serem empresas públicas independentes de sucesso”.

Chris Caldwell, presidente da Concentrix, acrescenta: “Com a Concentrix alcançando sua escala e eficiência acima das expectativas, juntamente com as oportunidades de mercado que temos pela frente, o momento apropriado para a separação é agora. A separação dos dois negócios vai aumentar a posição competitiva de cada empresa e acelerar oportunidades significativas de criação de valor. Eu, juntamente com o restante do time da Concentrix, sou grato pelo nosso tempo na família SYNNEX e esperamos continuar com o seu bem-sucedido legado”.

Detalhes da transação

SYNNEX Technology Solutions

A SYNNEX Technology Solutions, com aproximadamente US$ 19 bilhões em receita anual, continuará como uma das três principais empresas de distribuição de TI nas Américas e no Japão, fornecendo uma gama abrangente de serviços de distribuição, logística e integração para o setor de tecnologia. Com uma das linhas e portfólio de serviços mais robustos do setor, a SYNNEX está bem posicionada para investir ainda mais em recursos e iniciativas que continuarão a aumentar sua participação de mercado. Com essa separação, a SYNNEX terá flexibilidade, foco e controle para executar ainda mais suas iniciativas estratégicas.

Concentrix

A Concentrix, com aproximadamente US$ 4,7 bilhões em receita anual, continuará como uma das duas principais fornecedoras globais de soluções de customer experience com foco em tecnologia, centrada em ajudar os clientes a aprimorar a experiência da marca para seus consumidores e fornecer recursos de ponta a ponta que impulsionam o engajamento do cliente. Com um portfólio diferenciado de soluções, a Concentrix atende mais de 125 clientes presentes no Global Fortune 2000 e mais de 50 clientes disruptivos e de alto crescimento em mais de 275 localidades no mundo, oferecendo uma experiência de marca consistente em todos os canais. Como uma empresa autônoma, a Concentrix estará mais bem posicionada para impulsionar um crescimento sustentável e lucrativo.

Estrutura de gerenciamento

Ambas as empresas têm equipes de liderança fortes e bem firmadas, com experiência significativa no setor, adequadas para liderar as duas empresas em seus distintos mercados.

Dennis Polk, presidente e CEO da SYNNEX, continuará ocupando essa posição e liderando a SYNNEX após a separação.

Chris Caldwell, presidente da Concentrix, vai liderar a Concentrix como presidente e CEO e continuará a supervisionar os negócios como uma empresa autônoma após a separação.

Nos próximos meses, a Concentrix vai reunir seu Conselho de Administração e anunciar as nomeações próximo a data prevista de separação.

Processo de transação

A transação está prevista para ser concluída no segundo semestre de 2020. A separação pretende se qualificar como uma transação isenta de impostos para fins de imposto de renda federal para a SYNNEX Corporation e para os atuais acionistas da SYNNEX. Imediatamente após a separação, os acionistas da SYNNEX possuirão ações da SYNNEX Technology Solutions e da Concentrix na mesma porcentagem possuída da SYNNEX antes da transação.

A conclusão da separação não exigirá voto dos acionistas, mas estará sujeita às condições habituais de fechamento, incluindo a aprovação final do Conselho de Administração da SYNNEX, o recebimento de opinião favorável em relação à natureza isenta de impostos da transação, e a efetividade de um Form-10 arquivado na U.S. Securities and Exchange Commission.

A SYNNEX vai operar em uma base “Negócios como de costume” enquanto os detalhes da separação estão sendo finalizados. Após a separação, espera-se que a SYNNEX e a Concentrix sejam capitalizadas adequadamente com ampla liquidez para apoiar os investimentos e crescimento em andamento.

Cresce o investimento de empresas em causas sociais

O consumidor está cada vez mais atento ao posicionamento político, social e ambiental das organizações. E, ao contrário do que muitos pensam, a convicção em relação ao engajamento da empresa é um fator determinante na hora da compra para a maioria dos consumidores brasileiros. Segundo o estudo global Edelman Brand 2018, 69% das pessoas declararam que realizam compras por convicção sobre os valores de uma organização. O percentual cresceu 13 pontos em comparação com 2017, ano em que 56% dos entrevistados declararam essa motivação.

Quando o assunto são os colaboradores, o estímulo da empresa para que os funcionários pratiquem voluntariado ou se engajem em causas sociais também apresenta melhorias para a produtividade. Uma pesquisa realizada pela Ação Social para Igualdade das Diferenças (ASID) mostrou que 89% dos gestores de diferentes áreas consideram que o voluntariado corporativo faz a pessoa ser um profissional melhor.

Nesse contexto, a preocupação das marcas com a responsabilidade social tem crescido nos últimos anos. E as formas de se engajar são diversas. “Quando a empresa se engaja com uma causa com a qual a marca e os colaboradores se identificam, o apoio torna-se ainda mais relevante para ambos os lados”, explica Carla Lettieri, Coordenadora de Programas & Projetos no Instituto Ronald.

A Aspen Pharma, farmacêutica sul-africana que é líder do continente africano e uma das 20 maiores do segmento de branded generic no mundo, apoia desde 2018 o Instituto Ronald McDonald, que atua para promover saúde e qualidade de vida para crianças e adolescentes com câncer. Para 2019, a Aspen Pharma apoiará diversas ações para arrecadar fundos com o objetivo de ajudar o Instituto Ronald a realizar suas metas, uma delas é chegar em dez anos no mesmo patamar de chances de cura de países como Estados Unidos e Canadá, que corresponde a 85%. Hoje as chances de cura estão em torno de 64% no Brasil. Entre as ações realizadas pela Aspen estão o patrocínio em Workshops com foco no diagnóstico precoce da doença, jantares beneficentes e o apadrinhamento de restaurantes para o McDia Feliz.

Organizações sem fins lucrativos, como o Instituto Ronald, dependem do apoio de empresas e doadores para colocar em prática os projetos e programas em prol de causas. E como o Instituto atua ao redor do Brasil? Desde sua fundação, em 8 de abril de 1999, o Instituto Ronald McDonald – vencedor do prêmio de Melhor ONG em saúde e classificado entre as 100 melhores ONGs do Brasil de acordo com o Instituto Doar e a Revista Época – age nas principais necessidades no antes, durante e após o tratamento, através do desenvolvimento e da coordenação de programas como Diagnóstico Precoce, Atenção Integral, Espaço da Família Ronald McDonald e Casa Ronald McDonald.

“Nossa luta é para que as crianças sejam curadas do câncer e possam sonhar. Pois cada sonho pode se transformar em um novo craque de bola, em um médico, engenheiro, e até mesmo em um líder de verdade para o nosso País, que tanto precisa”, ressalta o CEO da companhia, Alexandre França.

Saiba como apoiar a causa do câncer infantojuvenil no Brasil

O Instituto conta com o apoio de diversas empresas e pessoas físicas para desenvolver e manter seus programas. Saiba mais sobre as fontes de arrecadação, os programas e as instituições beneficiadas em http://www.institutoronald.org.br.

10 dicas para conquistar um emprego novo

Janeiro é o mês oficial das novas metas. Entre um novo amor, um novo estilo de vida, ou o sonho de uma viagem, muita gente tem na vida profissional como foco para o ano novo. Para essas pessoas que querem mudar de emprego em 2020, Pollini Jorio, especialista em RH e co-fundadora da plataforma Feedback House, lista 10 dicas para tornar essa meta mais fácil de atingir.

1. Evite pedir demissão antes de ter uma vaga engatilhada. A não ser que seja um caso extremo, como situações de assédio sexual, moral ou risco de vida. É muito mais fácil conquistar um emprego quando se está empregado.

2. Atualize seu Linkedin, que é uma ferramenta ampla e valiosa para recrutadores. Seu perfil precisa estar bem completo. As empresas vão checar a sua rede profissional mesmo tendo recebido currículo para verem recomendações de outros profissionais e mais informações sobre as outras empresas pelas quais passou.

3. Procure emprego usando ferramentas adequadas: o Linkedin não é a única. Os sites das próprias empresas em que você quer trabalhar possuem espaço para envio de currículos ou ainda anúncios de seleção em andamento.

4. Faça um bom mapeamento de empresas nas quais gostaria de trabalhar. Seja por segmento, por estratégia, ou pelo mercado onde você já tem experiência prévia. Mande o CV para aquelas que você selecionar como prioritárias com mensagem personalizada.

5. Nesse mapeamento, veja quais são as empresas em que amigos e conhecidos já trabalham e talvez possam te indicar. Ser apresentado por alguém de dentro não garante a vaga, mas aumenta as possibilidades de conseguir uma entrevista.

6. Não faça SPAM de email de CV. Claro que você precisa avisar sua rede de contatos que está em busca de oportunidades. Mas evite o básico “Prezado fulano…” enviando para centenas de emails. Personalize a mensagem e saiba exatamente para qual empresa você está prospectando. Melhor mandar para menos pessoas com qualidade de apresentação, do que um SPAM genérico.

7. Entenda a diferença entre Head Hunter e Outplacement. O Head Hunter não tem a pessoa como cliente, ele tem as empresas como clientes, então ele não vai buscar uma vaga para você. O Outplacement sim, trabalha para o profissional, especificamente para recolocá-lo.

8. Use o Networking! Muito! Não é só postar no Facebook “Manda Jobs”. A lição de casa é bem mais ampla: acione seus conhecidos e pessoas que já trabalharam com você para saberem que está procurando. Marque almoços, cafés, bate-papos, conte como está sua carreira, exponha seus desejos de um novo emprego. Faça com que sua rede saiba que você está disponível, porém com qualidade nessa mensagem.

9. Saiba se seu perfil condiz com a vaga. Há cargos que permitem a mudança de indústria, como por exemplo, o RH. Não faz tanta diferença se você trabalhou a vida toda em RH de empresas de bebidas e aplicar para uma vaga de RH em tecnologia. Porém, há outros departamentos que tornam essa mudança de indústria bem mais difícil.

10. Falando nisso, mudar de área de atuação não é impossível, mas exige mais paciência. É difícil mudar de empresa e já partir para outra área na qual não tem experiência prévia. Caso o interesse seja mudar de área, tente mudar dentro da empresa na qual já atua primeiro.

Tendências de tecnologia para 2020

Por Vincent Goetten, diretor do TOTVS Labs, laboratório de inovação e pesquisa da TOTVS

A tecnologia evolui constantemente e prever os destaques para o futuro é um grande desafio. Mas algumas tecnologias que foram muito faladas em 2019, provavelmente deverão ganhar ainda mais escala em 2020, deixando de ser tendência para se tornarem uma realidade.

Pensando em facilitar o plano de negócios para 2020 e entender o que pode ser aplicado para ampliar os resultados, listamos abaixo seis tecnologias que você deve ficar de olho a partir de agora.

Processamento em linguagem natural e automação de processos

Em 2020 vamos viver uma explosão ainda maior em projetos que utilizem linguagem natural para automatização de processos. Áreas como RH, atendimento ao cliente, helpdesk, dentre outras vão contar com processos cada vez mais inteligentes e disponíveis 24×7. A evolução dos algoritmos e técnicas de NLP (natural language processing) combinadas ao grande volume de dados são fatores decisivos para isso. Veremos ainda a adoção cada vez maior de voz como interface no mundo corporativo.

Visão computacional em todos os lugares

Em 2019 vimos muitos casos de aplicação de tecnologia de visão computacional, desde processos como marcação de ponto com reconhecimento facial até identificação de pragas na lavoura com um simples smartphone. O aumento do poder computacional nos dispositivos da ponta (edge computing) deve permitir o uso de visão computacional em processos como checagem de qualidade em linha de produção, identificação de risco de pragas nas plantações, identificação de anomalias em exames de imagem e vários outros.

Aumento da capacidade do ser humano com IA

A inteligência artificial vai nos ajudar a aumentar ainda mais a nossa capacidade cognitiva ao invés de nos substituir. Em 2020 (e nos anos subsequentes) vamos contar com modelos de Machine Learning nos ajudando a tomar decisões do dia a dia como, por exemplo, aprovação ou não de uma requisição de compra, previsão de vendas, aprovação automática de um procedimento médico e até identificar o risco de fraudes.

O poder computacional nas pontas – Edge computing

Cada vez que um carro, que tem a funcionalidade de “self-driving” (auto-condução), toma uma decisão de mudar de faixa para fazer uma ultrapassagem, pegar uma saída na estrada ou parar porque um pedestre está atravessando a rua, a computação para essa tomada de decisão acontece sem que o carro precise consultar o datacenter na nuvem. A próxima onda de Cloud Computing vai combinar o poder de processamento local juntamente com o poder de computação quase infinito que temos na nuvem. Temos visto isso já acontecendo em segmentos como agricultura, manufatura e saúde.

Aplicações Low e No-code

O sonho de se ter apps desenvolvidos por não desenvolvedores e que possam ser disponibilizados de forma ágil e com uma boa experiência de uso não é algo novo. No entanto, nos anos recentes o avanço de conectividade e de tecnologias das plataformas de low code ou até mesmo no-code tem tornado isto possível. No ano de 2019 trabalhamos em diversos projetos com os nossos clientes onde processos de negócio viraram apps que aumentaram muito a eficiência das empresas. Nossa aposta é que em 2020 o uso de plataformas no/low code deve aumentar ainda mais.

Privacidade e transparência

O surgimento da LGPD (Lei Geral da Proteção dos Dados) e a conscientização das pessoas da importância da segurança vai exigir que empresas invistam mais em segurança e prezem pela privacidade dos dados dos seus funcionários e clientes. Para os serviços em que nós somos os produtos (redes sociais, por exemplo), as pessoas vão exigir cada vez mais transparência para saber como esses dados são compartilhados. Já em 2019 notamos uma movimentação no mercado para definição e implementação de estratégias de dados com segurança e privacidade. Em 2020 acreditamos que haverá uma aceleração na adoção dessas tecnologias.

A digitalização do valor e a “banquerização do próximo bilhão” – Bitcoin

Você pode não acreditar na moeda digital de maior destaque do mundo, o Bitcoin. No entanto, desde o início da existência do Bitcoin, não houve uma indisponibilidade ou ataque hacker com sucesso sequer e o seu uso cresce ano após ano. Nos últimos nós do TOTVS Labs utilizamos o Bitcoin para pagamento de fornecedores baseados nos mais diversos lugares do mundo. Além disso, utilizamos o blockchain do Bitcoin para assegurar a imutabilidade de dados importantes. Um outro caso bastante interessante que exploramos esse ano com nossos clientes, foi a utilização da rede lightning do Bitcoin em um Data Marketplace com suporte a microtransações sem intermediários.

Existe um movimento bastante grande em utilizar o Bitcoin para “banqueirizar” as mais de 1,2 bilhão de pessoas que vivem hoje no continente africano. Como exemplo, temos a decisão do CEO da Square e Twitter, Jack Dorsey, em se mudar para a África em uma missão de levar Bitcoin para o continente.

Em 2020 as tecnologias continuarão evoluindo de forma eficaz para facilitar cada vez mais nossas vidas. Inovação e tecnologia são praticamente sinônimos, com os investimentos corretos e os parceiros ideais a sua companhia caminhará lado a lado com essas evoluções e se manterá competitiva no mercado.

Mega Polo Moda lança o Startup Fashion, maior projeto de aceleração de marcas de moda do país

O Mega Polo Moda, maior shopping de atacado da América Latina, acaba de lançar a Startup Fashion, uma plataforma inédita de mentoria para marcas, que reúne moda, tecnologia e negócios.

O novo projeto tem como objetivo expandir e inovar o mercado de moda atacadista brasileiro e investir em marcas novas e com propósitos inusitados que desejam se modernizar frente ao cenário nacional através do seu produto ou estratégia de negócio.

Serão mais de 10 milhões de reais investidos ao longo da aceleração. As marcas escolhidas participarão de mentorias e workshops de moda, vendas e branding com nomes como Ricardo Amorim, Mônica Salgado, Núbia Mota entre outros nomes. Entre os benefícios, a Startup Fashion oferece imersão de conhecimento no setor atacadista, um ano de aluguel da loja no Shopping Mega Polo Moda, e consultorias financeiras e jurídicas.

“Queremos marcas que buscam crescimento, conhecimento e inovação. O programa foi criado para as empresas, de todos tamanhos, que buscam uma nova oportunidade de negócio dentro do atacado. É um momento de fomentar informações e aproveitar o programa em todas as suas dimensões. Quanto mais marcas e segmentos inscritos, mais rico ficará o programa”, comenta Juliana Gama, diretora comercial do Mega Polo Moda.

As inscrições para participar do Startup Fashion é feita de forma gratuita através do site do programa (www.startupfashion.br.com) e já estão abertas para todas as marcas que desejam se candidatar. Empresas de todo Brasil serão aceitas, varejistas ou atacadistas, e 30 marcas receberão a mentoria prevista até 2021.

Inaugurado em 2005, o Mega Polo Moda é o primeiro a trazer sofisticação para o bairro do Brás, com mais de 80 mil m2 de conforto e segurança. Sua importância no setor da moda e vestuário é reconhecida por todo o país, reinventado no Brasil o conceito de compra em atacado.

Hughes cria biblioteca colaborativa para incentivar a leitura

A Hughes do Brasil, uma subsidiária da Hughes Network Systems LCC (HUGHES), líder mundial em redes e serviços de internet de banda larga via satélite, criou uma biblioteca colaborativa para incentivar o hábito da leitura entre seus colaboradores, além de propiciar o engajamento entre eles.

De acordo com a última edição da pesquisa Retratos da Leitura no Brasil, publicada em 2016 e realizada pelo Instituto Pró Livro a cada quatro anos, no período de 2011 e 2015, a estimativa de brasileiros que consomem livros passou de 50% para 56%, totalizando 104,7 milhões de pessoas. A quantidade anual média de livros lidos por habitante passou de 4 para 4,96.

“Ainda que a pesquisa aponte um aumento no crescimento de leitores no Brasil, consideramos de suma importância incentivar e estimular os colaboradores a adquirir o hábito da leitura. Por isso, criamos a biblioteca colaborativa, onde eles podem pegar emprestado e até mesmo doar obras”, diz Rafael Guimarães, presidente da Hughes.

Mayara Moura, analista de Planejamento Comercial na Hughes, está empolgada com a iniciativa da empresa. “Ter uma biblioteca tão perto da gente, dentro do escritório, me incentivou a ler ainda mais. É muito legal doar livros e indicar para os colegas de trabalho títulos que li e me transformaram de alguma maneira”.

Para doar um livro, basta o colaborador se identificar com seu nome e área. Para pegar emprestado, é preciso registrar o empréstimo, e o leitor poderá ficar com o livro por até quatro meses, com possível renovação desse prazo. A biblioteca colaborativa está disponível para todos os colaboradores da companhia.

62% dos brasileiros tendem a comprar com uma marca em mente

A terceira edição do Connected Shoppers Report 2019, realizado pela Salesforce em mais de 20 países (incluindo o Brasil) apontou para uma mudança de comportamento dos consumidores. Segundo o estudo, estes estão migrando para o ambiente digital à medida que navegam, compram e solicitam serviço ou suporte em pontos de contato digitais que são completamente separados do comércio físico.

Abaixo, separamos quatro tendências emergentes do Brasil, todas remetendo ao crescente processo de transformação digital no varejo:

● Varejistas, marcas e marketplaces do Brasil estão “lutam entre si” pela carteira do consumidor: na era da “conectividade constante”, que está inserida no contexto da quarta revolução industrial, o relacionamento entre empresa e cliente encontra-se baseado em dois pilares (contato direto da marca com o consumidor e engajamento personalizado entre as partes). Assim, o modelo de compra praticado atualmente – cada vez mais online -, não se parece em nada com o modelo de compras do comércio físico – mais “tradicional e conservador”. A prova disso é que 88% dos brasileiros participantes da pesquisa afirmaram que compram de uma combinação de varejistas, lojas de marcas e marketplaces online.

● As compras estão evoluindo, devido às novas formas de fidelização dos clientes com as marcas: o varejo atual é muito mais do que uma transação no caixa de uma loja. É possível fortalecer as relações entre vendedores e consumidores ao fazer com que se sintam tratados de forma personalizada, como se fossem “especiais”. É por isso que 62% dos consumidores brasileiros relataram que tendem a concluir a compra já tendo uma marca específica em mente. A pesquisa mostra, ainda, que experiências e promoções exclusivas de compras são maneiras valiosas (e lucrativas) para as empresas criarem relacionamentos de fidelidade com seus clientes.

● A jornada do consumidor está nos canais controlados pelas marcas: a disseminação de pontos de contato digitais levou os consumidores brasileiros a usarem, em média, três tipos de canal para se comunicarem com as empresas. Dentre os entrevistados, 33% já utilizam carteira virtual para realizar as compras, 33% o fizerem por redes sociais e 25% via aplicativos de mensagens. “Na experiência virtual, em especial com o smartphone, o consumidor busca uma experiência fluída. Se não a encontra na loja ou marketplace visitado, parte no ato para o concorrente”, destaca Fabio Costa, gerente geral da Salesforce para o Brasil.

● As lojas físicas permanecem essenciais como centros de descoberta, experiência e satisfação: elas permanecem bastante relevantes no cenário do comércio, porém seus papéis estão evoluindo ao se tornarem centros de descoberta, experiência e satisfação. No Brasil, as principais razões apontadas pelos entrevistados para realização de compras diretamente na loja física são, pela ordem: retirar imediatamente o produto, possibilidade de tocar o produto e oportunidade de obter vantagens ou descontos disponíveis apenas presencialmente. Além disso, a pesquisa menciona outra possibilidade: a compra online para retirada na loja física, com 67% dos ouvidos afirmando já terem praticado essa modalidade.

Elo e MoneyPag lançam primeiro cartão no Brasil sem número impresso

A Elo, empresa 100% brasileira de tecnologia de pagamentos, e a MoneyPag lançam o MoneyPag Elo, primeiro cartão no Brasil sem numeração impressa. O cartão não cobra anuidade e oferece mais segurança ao disponibilizar acesso ao número, data de validade e código de segurança somente pelo app MoneyPag. O usuário pode controlar toda a sua conta pelo aplicativo, onde também acessa os comprovantes de compra e recebe notificações a cada utilização.

A iniciativa de restringir os dados específicos do cartão MoneyPag Elo ao app garante segurança ao portador e evita que informações fiquem expostas na versão física. Pelo aplicativo MoneyPag o usuário poderá controlar sua vida financeira com facilidade e agilidade: comprar, pagar contas, transferir e receber dinheiro, recarregar celular, fazer saques e depósitos em pontos credenciados, entre outras funcionalidades.

O cartão é aceito em mais de 9,5 milhões de estabelecimentos no País, e pode ser usado para sacar em mais de 23 mil caixas na rede 24h. Além disso, a conta digital MoneyPag também pode ser utilizada por quem não possui conta bancária ou cartão de crédito. “A parceria reforça nosso compromisso de ser uma empresa de tecnologia de pagamentos flexível e que se atenta às particularidades do mercado nacional”, afirma Jacó Silva, diretor de desenvolvimento de negócios da Elo.

Projeto de inovação da Rumo é selecionado pelo MIT

A Rumo (controlada pela Cosan) teve um projeto de inovação selecionado para receber o apoio de uma das mais renomadas universidades e centros de pesquisa científica do mundo: o Massachusetts Institute of Technology (MIT). O trabalho escolhido no final do ano passado envolve a aplicação de um algoritmo de inteligência artificial (IA) para otimizar a operação de formação de trens no Porto de Paranaguá (PR). Essa parceria é o primeiro case do projeto da Cosan em se aproximar de universidades nos Estados Unidos.

“As parcerias entre empresas e instituições de ensino fazem parte da agenda do grupo”, afirma Paula Kovarsky, head de Relações com Investidores e do escritório de Nova York da Cosan. “Essas iniciativas permitem trocas ricas de conhecimento e um contato direto com tecnologia de ponta e futuros talentos. Agora, vamos ampliar essa experiência para os outros negócios da Companhia”.

Os objetivos do projeto feito pela Rumo e MIT são reduzir custos e aumentar a eficiência do giro de vagões que descarregam no cais e precisam voltar rapidamente para os terminais do interior. A apresentação do projeto ocorreu no próprio MIT em meados do mês passado, sendo muito elogiado pela banca.

“Os estudantes do MIT desenvolveram um algoritmo para usarmos em nossos sistemas”, diz Roberto Rubio Potzmann, diretor de tecnologia da Companhia. “Com esta solução em mãos, poderemos ajustá-la conforme as nossas necessidades”.

O projeto de inovação da empresa brasileira foi selecionado pelo Analytics Lab (A-Lab), departamento do MIT no qual estudantes de graduação e MBA aplicam processos e métodos de analytics, machine learning e tecnologias digitais de ponta para resolver problemas de negócios.

Durante o último mês de 2019, colaboradores da empresa brasileira de serviços logísticos e do instituto norte-americano trabalharam juntos para propor soluções de IA coacona formação de trens no Porto de Paranaguá (PR). Ali, todos os meses, centenas de vagões da concessionária descarregam grãos e precisam voltar rapidamente para os terminais do interior.

Com cinco anos de existência, o A-Lab do MIT já levou cerca de 300 estudantes para trabalhar em soluções de projetos que abrangem internet das coisas (IoT), tecnologia digital, finanças, marketing, comércio eletrônico, varejo, manufatura, saúde, cadeias de suprimentos médicos e segurança de trabalho.

Dois em cada três usuários de aplicativos de transporte consideram desistir de seus carros futuramente, revela estudo da Accenture

Quase dois terços (63%) dos proprietários de automóveis nos EUA que usam aplicativos de transporte disseram que considerariam desistir de seu veículo pessoal durante a próxima década, de acordo com uma nova pesquisa da Accenture (NYSE: ACN).

A pesquisa, que entrevistou mais de mil consumidores nos EUA, constatou que a satisfação do consumidor com os aplicativos de transporte é muito forte (92%), e que a grande maioria (93%) dos entrevistados espera manter ou aumentar seus gastos com esses serviços neste ano. Apesar dessas descobertas, no entanto, mais da metade (52%) dos entrevistados relatou alternar entre aplicativos que oferecem serviços online para pegar caronas, ou corridas compartilhadas.

“Esses serviços têm crescido em satisfação dos clientes graças à praticidade que representam, incluindo a confiabilidade nos horários de início e término das corridas, a possibilidade de fazer reservas, e a simplicidade no pagamento”, disse Andrea Cardoso, diretora-executiva da Accenture para Indústria Automotiva. “O desafio agora para essas empresas é manter essa fidelização do cliente, por meio da customização de experiências”.

A pesquisa da Accenture indica uma oportunidade para as empresas que oferecem carona por plataformas digitais ꟷ bem como outras empresas de plataforma que estão enfrentando alto crescimento orgânico por meio da conquista de clientes ꟷ aprofundar seu relacionamento com os consumidores, considerando o seguinte:

• Os relacionamentos devem ter como base a confiança. Quase sete em cada 10 participantes (69%) disseram que ter seus dados pessoais protegidos é um aspecto extremamente importante da experiência, mas apenas 27% dos participantes disseram que confiam totalmente em seu provedor.

• As marcas devem ter um propósito. Menos de um em cada três motoristas de aplicativo norte-americanos (29%) disseram que sentem fortemente que sua marca é um negócio responsável que promove interesses ambientais e sociais. Pesquisas adicionais da Accenture descobriram que os clientes têm duas vezes mais chances de compartilhar dados pessoais com marcas que retribuem à sua comunidade do que com marcas que não fazem.

• A relevância é quem manda. Mais da metade dos consumidores está disposta a andar de veículo autônomo no próximo ano, incluindo veículos de passeio (62%), veículo pessoal (61%) e ônibus públicos (56%). No entanto, menos da metade (42%) dos veículos de passeio americanos expressam interesse em serviços adjacentes de empresas de transporte de passageiros, como entrega de alimentos e modos de transporte alternativos, como bicicletas e patinetes.

“A crescente demanda por marcas confiáveis ​​e direcionadas por propósito colocou a experiência do cliente no centro de como as empresas de plataforma criam e agregam valor aos seus usuários”, afirmou Robin Murdoch, que lidera a prática global de software e plataformas da Accenture. “É imperativo que eles tenham um entendimento muito claro das necessidades e expectativas de seus consumidores antes de lançar novos serviços”.

Para obter os resultados da pesquisa, visite:

http://www.accenture.com/us-en/industries/software-and-platforms-index

Metodologia

A Accenture Research conduziu uma pesquisa online com 1.003 consumidores nos EUA que usam serviços digitais de carona para entender suas percepções sobre corridas compartilhadas, hábitos de uso, fidelidade à marca e serviços adicionais que os consumidores estariam interessados ​​em usar com esses tipos de empresas. A pesquisa foi realizada em novembro de 2019.

Dassault Systèmes anuncia expansão do 3DEXPERIENCE Lab, programa de aceleração de startups para impactar positivamente o planeta

A Dassault Systèmes anuncia as novidades de seu laboratório de inovação aberta e de programa de aceleração 3DEXPERIENCE Lab. Dando continuidade em sua missão de fomentar inovações disruptivas que impactam positivamente a sociedade mundial, a Dassault Systèmes ampliou o alcance do 3DEXPERIENCE Lab ao acolher novas startups, incubadoras e novos parceiros como fab lab (laboratórios de fabricação) dentro de seu ecossistema internacional. O anúncio global está sendo divulgado esta semana, após pré-lançamento feito durante o 3DEXPERIENCE Lab, evento realizado no centro de arte digital Oficina das Luzes (Atelier des Lumières), em Paris.

Quinze novas startups vindas da Bélgica, China, França, Índia, África do Sul e Estados Unidos foram adicionadas ao programa de aceleração do 3DEXPERIENCE Lab, que permite a companhias selecionadas acessarem a plataforma 3DEXPERIENCE para desenvolver digitalmente seus projetos transformadores que impactam a sociedade, atendendo uma ou mais metas sustentáveis estabelecidas pelo plano de desenvolvimento das Nações Unidas (ONU), além de se beneficiarem de sessões especiais de mentoria e de capacitação. As startups escolhidas são a AgreenCulture (robótica agrícola inteligente), DAMAE Medical (dispositivo para detectar câncer de pele), FEops (simulações específicas para intervenções cardíacas em pacientes), Gyrolift (nova solução de mobilidade), Inali (prótese de mão acessível), PKvitality (solução vestível para diabéticos – bio-wearable) e SparkCharge (unidade de carregamento elétrico portátil e ultra-rápida). Os projetos baseados em comunidades incluem a Magic Wheelchair (organização sem fins lucrativos que cria roupas épicas para crianças cadeirantes) e o Open R2 (para projetar e construir o famoso robô R2-D2).

As startups estão sendo adicionadas ao programa acelerador que analisou mais de 500 ideias, muitas das quais avançaram significativamente nos últimos meses. Entre os exemplos estão a Biomodex, que está produzindo órgãos personalizados e impressos em 3D para simulação de cirurgias a partir de seu escritório localizado em Boston (Estados Unidos) e já arrecadando sua segunda rodada de financiamentos; a EEL Energy, que testou com sucesso sua membrana em um instituto francês; a Syo, que já vendeu mais de 11.000 instrumentos musicais sob medida; e a XSun que acaba de lançar seu drone solar de longo alcance não tripulado.

Desde a criação do 3DEXPERIENCE Lab na França em 2015, a Dassault Systèmes já o expandiu a iniciativa para os Estados Unidos e a Índia. Agora conta com mais de 25 parceiros entre incubadoras, aceleradoras, instituições de educação, desenvolvimento de empreendedores, fornecedores tecnológicos e fab labs em todo o mundo. Como um acelerador colaborativo aberto, o 3DEXPERIENCE Lab também se associou a empresas multinacionais para co-acelerar projetos promissores em setores específicos. Sua crescente comunidade de 1.200 mentores fornece conhecimento em disciplinas que incluem design, simulação, regulamentação e marketing.

Entre os novos parceiros de 2019 estão as incubadoras MIT Enterprise Forum CEE (Polônia), Greentown Labs (Estados Unidos), Centech (Canadá), OuiCrea (China) e Tshimologong (África do Sul); além deles, destaque à Escola de Negócios HEC (França); e o laboratório Communautique FabLab (Canadá).

“O 3DEXPERIENCE Lab é um exemplo do poder da inteligência coletiva, da inovação aberta e das plataformas digitais armazenadas em Nuvem para possibilitar inovações revolucionárias para o bem da sociedade mundial, com os ganhos que se alinham aos objetivos de desenvolvimento sustentável da ONU”, afirma Frédéric Vacher, Diretor de Inovação da Dassault Systèmes. “A Dassault Systèmes está buscando extensivamente apoiar o desenvolvimento do planeta por meio de projetos e comunidades em estágio inicial para reforçar ainda mais essa missão e contribuir para criar um mundo melhor”.

Último mês para inscrições: Omie distribui mais de R$ 50 mil em prêmios de inovação

A Omie , plataforma de gestão em nuvem número um para pequenas e médias empresas, anuncia as últimas vagas para inscrições no primeiro prêmio a unir contabilidade e empreendedorismo no Brasil.

Com o objetivo de reconhecer e incentivar ações inovadoras por parte de estudantes de contabilidade, empresários contábeis e empreendedores, a scale-up criou o Prêmio Omie de Inovação Empreendedora, que distribuirá mais de R﹩ 50 mil para os vencedores das três categorias. O regulamento completo pode ser conferido no link, bem como as inscrições, que vão até dia 11 de fevereiro de 2020.

“Criamos o prêmio para estabelecer um espaço de integração entre estudantes de contabilidade – que representam o futuro do setor – contadores e empreendedores que estão pensando fora da caixa; queremos reconhecer seus esforços de inovação e, mais uma vez, tangibilizar nosso propósito de reduzir o gap de eficiência da PME brasileira, contribuindo para que elas sejam mais prósperas e vivam todo seu potencial”, afirma o fundador e CEO da Omie, Marcelo Lombardo.

A coordenação do prêmio fica por conta da RP Consultoria, especializada em programas de reconhecimento de mérito, e que geriu o Prêmio Esso de Jornalismo por mais de duas décadas. A comissão de julgamento dos trabalhos será composta por especialistas em contabilidade e empreendedorismo, acadêmicos e grandes nomes do mercado.

Em todas as categorias, a ideia é a mesma: recompensar ideias e ações inovadoras que tenham impacto real nos negócios. Estudantes poderão submeter TCCs, relatos técnicos e monografias, enquanto empresários contábeis e empreendedores deverão inscrever cases demonstrando os resultados práticos da implementação de projetos inovadores em suas empresas.

Serão escolhidos três vencedores em cada categoria, ranqueados em 1ª, 2º e 3º lugar. Os premiados receberão R﹩ 10 mil, R﹩ 5 mil e R﹩ 3 mil, respectivamente.

A iniciativa faz parte de uma série de ações da Omie, embaixadora da #culturadocrescimento, que visam a empoderar empreendedores e contadores, de forma a desenvolver o mercado de PMEs do país como um todo, cumprindo assim seu propósito.

Estudo da Cognizant aponta 42 tendências e seus impactos no futuro do trabalho

Cognizant , uma das empresas líderes mundiais em tecnologia e negócios, apresenta estudo com 42 tendências sobre o futuro do trabalho. O levantamento contém análises e insights coletados nos 10 anos de trabalho do Center for the Future of Work (CFoW – Centro para o Futuro do Trabalho) da empresa. As tendências foram divididas em cinco categorias: mudanças nos modos, nas ferramentas, na estética, nos desafios e no significado do trabalho.
“A ideia do estudo era demonstrar como a tecnologia teve e continua tendo impactos contundentes no mercado de trabalho. Os humanos serão cada vez mais necessários. Não para tarefas repetitivas, mas para dar um direcionamento crítico e criativo para os insights que os bots nos trarão”, afirma João Lúcio de Azevedo Filho, presidente da Cognizant no Brasil.
 
Modos de trabalho
 
• De hierarquia para “wirearquia” – Apesar de terem sido importantes, as hierarquias não pertencem a um mundo colaborativo. Aí entram as “wirearquias”, um modelo de organização baseado em auxílio mútuo e confiança. O futuro da estrutura organizacional está em equilibrar esses dois modelos.
 
• De cargos para tarefas – Nossas profissões são um pedaço de nossa identidade. Contudo, o futuro do trabalho requer que as profissões sejam pensadas de maneira mais fluida, aceitando mudanças e reinvenções. Isso quer dizer que cargos estão sendo desconstruídos em tarefas, que são a forma mais sustentável de lidarmos com a força de trabalho homem-máquina.
 
• De segunda a sexta para segunda a quinta – A jornada de trabalho de 40 horas distribuídas em cinco dias ao longo da semana é fruto da Primeira Revolução Industrial. Mas agora o trabalho pode ser realizado a qualquer hora, de qualquer lugar. E a tendência é que o fim de semana passe a contemplar a sexta-feira também.
 
• De assistentes para robôs assistentes – Os assistentes facilitam o trabalho daqueles em posições de liderança. Mas esses profissionais poderiam ter profissões mais rentáveis e produtivas. Dessa forma, os robôs não vão roubar empregos, mas sim facilitar o trabalho. O novo assistente funcionará com zeros e uns, não com café.
 
• De comprar para alugar – Os custos de comprar são maiores do que a ideia de comprar. A ligação entre riqueza e posses está diminuindo. E logo será desfeita. Embora a ideia de posse tenha sido um dos pilares do mundo moderno, a tendência é de mudança. Possuir bens não é mais tão sedutor assim para os jovens que estão entrando no mercado.
 
• De robôs maus para robôs bons – Uma ideia disseminada pelo imaginário popular é a de que os robôs fazem muitas coisas boas, mas também podem fazer coisas muito ruins. De quem é a culpa? Nossa! Bots mal programados só podem ser corrigidos por humanos. Ou seja, bons humanos ainda são necessários para desenvolver bons bots.
Ferramentas de trabalho
 
• Do polegar para a voz – Pode ser a era digital, mas o ato de digitar é cada vez mais supérfluo. Seus gadgets são capazes de ouvir tudo que você fala agora. Com isso, a tendência é cada vez menos digitar e cada vez mais utilizar os comandos por voz.
 
• De microscópios para datascópios – Tal como os microscópios mudaram a medicina, a inteligência artificial é um datascópio que trará soluções antes inimaginadas. A IA, assim como outras ferramentas, não substituirá as pessoas, mas sim permitirá que façamos coisas incríveis.
 
• De programação a (quase) sem programação – Os softwares estão engolindo o mundo – incluindo outros softwares. Por isso, plataformas que requerem pouco ou nenhum conhecimento de programação estão democratizando a maneira com que sistemas empresariais são desenvolvidos, utilizados e expandidos.
 
• Da insegurança para a segurança – Estamos às vésperas de uma transformação em que a tecnologia será o aspecto central da sociedade moderna. Portanto, as empresas não devem hesitar em investir em cibersegurança. Quadruplicar o investimento atual é um bom começo.
 
• De petaescala para exaescala – O Eniac, primeiro computador a ser comercializado, completou 74 anos. Mas não vimos nada ainda. O futuro do trabalho será baseado na exaescala – um sistema computacional capaz de realizar um quintilhão de cálculos por segundo.
 
• Do 4G para o 5G – O advento do 5G vai acelerar a transmissão de dados ante as redes 4G. O próximo espectro de banda larga será a fase seguinte da revolução digital. E a fusão do 5G com a inteligência artificial vai aumentar a escala da Internet das Coisas.
 
• Da inteligência artificial para o machine learning – As aplicações comerciais da IA e do ML estão trazendo grandes retornos financeiros. Os filmes de Hollywood com robôs inteligentes malvados são uma miragem. Mas modelos de negócio baseados em machine learning serão uma realidade.
 
• Do centralizado para o descentralizado – A tecnologia moderna deu mais ferramentas de centralização e controle para pessoas, governos e sociedades. Mas são as expressões descentralizadas que fazem as democracias liberais. A descentralização – se feita da maneira correta – será o antídoto para a polarização na era digital.
 
• Do desenvolvimento de software para engenharia de software – O maior desafio dos desenvolvedores de software hoje em dia é conseguir acompanhar a velocidade com a qual o mercado muda. É o fim da programação como a conhecemos. A engenharia de software fará com que o desenvolvimento de programas acompanhe a economia digital.
 
• Do bit para o qubit – O futuro é muito mais do que números binários. O futuro da sociedade e da inteligência artificial está no qubit – a base da computação quântica.
 
• De cloud para edge computing – A IoT pôs fogo na definição de cloud computing. A nuvem sobrecarrega a distribuição de computadores, mas a próxima parada está nas beiradas da rede. A mudança de cloud para edge computing vai acelerar e virtualizar o mundo em níveis sem precedentes.
 
• Da internet para a splinternet – A internet como uma vila global está se dividindo em tribos locais da splinternet conforme países aplicam diferentes regulações em seu funcionamento. A internet como conhecemos está morrendo.
 
• De smartphones para smartdevices – Aplicativos, plataformas, sistemas e websites fazem parte do nosso cotidiano. Você não precisa aprender como a tecnologia funciona. Você precisa aprender como trabalhamos e vivemos com ela.
 
• Do servidor para o contêiner – A arquitetura cliente/servidor foi padrão por muito tempo. Agora esse modelo está sendo desafiado pelo surgimento de softwares de visualização que redefinem o que é um servidor. Contêineres estão substituindo componentes de hardware por códigos.
 
Estética do trabalho
 
• Do terno para o capuz – Os ternos não combinam mais com essa nova era de disrupções. Os softwares comandam o mundo dos negócios agora, e os ternos caindo em desuso foi só dano colateral.
 
• Do cubículo para o sofá – Atualmente, conseguimos trabalhar de qualquer lugar com um computador, celular ou tablet: num café, no saguão de um aeroporto, num quarto de hotel e até mesmo em um escritório. Nossos cubículos serão extintos.
 
• Do subúrbio para a cidade – Antes isolados tecnologicamente, os subúrbios urbanos agora estão florescendo. Procurando pela Quarta Revolução Industrial? Ela está lá.
 
• De vidro e aço para tijolos e madeira – Novas ideias vêm de prédios antigos. Ambientes legais não são apenas aqueles feitos de vidro e aço. Prédios antigos estão sendo rejuvenescidos para abrigar empresas desenvolvendo novas tecnologias.
 
• De “originals” para “digit-alls” – No mundo da TI, os “originals” cuidam da parte de infraestrutura, enquanto os “digit-alls” desenham os aplicativos e plataformas que dominarão o mundo. Os primeiros ficarão até toda a carga de trabalho de infraestrutura do mundo ser automatizada. Os segundos ficarão até saírem de moda.
 
Desafios
 
• De “ver” para “tome cuidado com o que vê” – A manipulação digital está fazendo com que questionemos o que é real e o que não é. Os deepfakes também são um perigo no mundo digital.
 
• De “somos todos um” para “todos somos um” – A personalização da tecnologia está acabando com a crença de que todos temos uma identidade em comum. Com a chegada da realidade virtual, a tendência é que cada um viva sua realidade de forma cada vez mais pessoal.
 
• De “wi-fi grátis” para “sem wi-fi” – Ficar conectado o tempo todo está deixando todos malucos. Por isso, espaços sem wi-fi vão restaurar a calma e a sanidade de nossos cérebros confusos.
 
• De “a privacidade morreu” para ” vida longa à privacidade” – Assinar newsletters e fazer testes on-line pode ser divertido, mas as pessoas estão começando a questionar se vale a pena trocar seus dados por isso. As grandes empresas de tecnologia estão na mira da sociedade por conta de problemas com a privacidade do usuário. Não, a privacidade não morreu ainda.
 
• De humano para ciborgue – Hoje, nós acessamos as informações por meio de nossos gadgets. No futuro, todas as respostas serão enviadas diretamente para nossas mentes. Nossos avós acham que já somos super-humanos, mas seremos simplórios perto de nossos netos. Estamos nos transformando em ciborgues, e as gerações futuras terão curiosidade para saber como era ser um humano pré-tecnológico.
 

Significado do trabalho

• De “cuidado com a língua” para “desembucha!” – Estamos eliminando as formalidades. Prepare-se para ficar chocado. A necessidade de sermos cada vez mais autênticos causará o fim da conversa fiada.
 
• De #sextou para #segundou – Você saberá que o futuro do trabalho chegou quando se sentir motivado em uma segunda-feira. Esqueça o medo de os robôs tomarem todos os nossos trabalhos. Pode ser que o que nos torna humanos seja o trabalho em si.
 
• De serviços para experiências – A não ser que você seja um gamer ou um influencer, você se desenvolveu em uma carreira na área de serviços. Mas o que vem depois? Prepare-se para a era das experiências. Tecnologias como realidade aumentada, realidade virtual, inteligência artificial e cross reality vão abrir as portas para a criatividade e experiências imersivas.
 
• De uma carreira para várias – O mindset de ter apenas uma carreira está virando um problema. O crescimento da automação e da IA fará com que o modelo “educação-emprego-carreiras” fique obsoleto. Há mais de um caminho para o sucesso – você pode só precisar de mais de uma carreira para alcançá-lo.
 
• Do vermelho para o verde – Energias renováveis. Reciclagem. Transporte público. É o encontro do capitalismo com o conservacionismo. Ainda bem que várias tecnologias estão mudando a percepção do público em relação à sustentabilidade, fazendo com que ideias ecológicas de negócio sejam cada vez mais possíveis. A sustentabilidade finalmente faz sentido (e dinheiro).
 
• Da produção privada à produção individual – Prototipações rápidas e produções velozes abrirão para bens personalizados feitos pelo próprio usuário. As produções individuais são a alternativa ecológica para a manufatura e o varejo.
 
• Da reciclagem para a economia circular – Há mil anos, os japoneses produziram o primeiro papel reciclado. Mas precisamos pensar em novas abordagens. A sustentabilidade está completando seu ciclo, e, na economia circular, todo dia é o Dia da Terra.
 
• De informação grátis para informação paga – A onda das informações públicas disponibilizadas na internet está acabando, mas serviços de assinatura podem ser uma salvação. Não há gratuidade – pelo menos não do ponto de vista da privacidade.
 
• Da aposentadoria à continuidade – Nosso ciclo de trabalho esteve bem definido no decorrer do último século. Os 65 anos eram a linha de chegada da carreira de muita gente. Mas agora precisamos dar umas voltas a mais. O jogo não acaba com a chegada da aposentadoria.
 
• Do CEO para a SHEO – Ainda teremos uma era em que a chegada de uma mulher ao cargo de CEO de uma grande empresa não será notícia por si só. O mundo corporativo ainda é predominantemente masculino, mas isso está acabando.
 
• Do Ocidente para o Oriente – O domínio econômico do mundo ocidental está desaparecendo com a chegada da era da informação. O Ocidente levou a melhor nas três primeiras Revoluções Industriais, mas pode perder a Quarta para países como a China, os Emirados Árabes Unidos e a Índia.
 
• Da diversidade ao pertencimento – A diversidade é um conceito que está na ponta da língua. Mas a inclusão para minorias no ambiente de trabalho deve ser mais do que um representante no meio da maioria. Essa abordagem está chegando ao fim. Não importa nossa identidade, todos nós queremos sentir que pertencemos a algum lugar.