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Com desemprego em alta, procura por e-commerce cresce 14%

A popularização da internet está ajudando uma parcela da população brasileira a fugir da informalidade e garantir uma renda fixa. Com mais de 12 milhões de desempregados no país, segundo o IBGE, o comércio online virou uma saída rentável e bem acessível para muitas pessoas.

Segundo os dados levantados pela Locaweb, especialista em serviços digitais no Brasil, em um ano, a ferramenta “Criador de Sites”, teve um aumento de 14% no número de pessoas ativas na base de clientes.

A ferramenta existe há um ano e surgiu como alternativa para as pessoas que desejavam empreender na internet com baixo custo. “A ideia foi ter uma ferramenta intuitiva, na qual o cliente tem total autonomia para montar o próprio site, seguindo passos básicos, já que é possível encontrar quase tudo pronto. Então, não há necessidade conhecer a linguagem de códigos ou algo assim para colocar a loja na internet. Com poucos cliques, o cliente pode começar a vender os próprios produtos”, explica Higor Franco, diretor de Varejo da Locaweb Serviços de Internet.

A ferramenta tem algumas facilidades como meio de pagamento integrado com as menores taxas do mercado, templates prontos para usar e cadastrar os produtos, suporte 24 horas e vídeo aulas explicativas. Assim, é possível ganhar tempo e economizar dinheiro, pois o cliente não depende de agências ou desenvolvedores. “É uma ferramenta ideal para quem está iniciando no negócio e pretende economizar gastos”, acrescenta o diretor de Varejo

O sêo Cido é um exemplo que deu certo. Ele tem 73 anos e, há um ano, vende pela internet as molduras que fabrica na oficina, que fica em São Bernardo do Campo, na região do ABC. Desde que montou a loja virtual, as vendas, encomendas e orçamentos cresceram 70%.

O moldureiro nasceu em Garanhuns, interior de Pernambuco, onde aprendeu com o avô a arte de criar molduras com as peças que sobravam. Aos 22 anos, ele deixou a terra natal e se mudou para São Paulo para tentar a vida na cidade grande.

A arte de fazer molduras só virou negócio aos 28 anos quando montou a primeira oficina. O trabalho rústico e artesanal cresceu, mas esbarrou na falta de alternativas para divulgar e comercializar as molduras. Há pouco tempo, o filho, Thiago Martins, que é designer e artista visual, entrou no negócio e se tornou sócio proprietário. “Eu senti a necessidade de manter isso vivo e ampliar o trabalho para o mercado digital” conta Martins.

Ele deu início ao projeto e colocou a oficina do pai na internet. Em uma parceria com a Locaweb Serviços de Internet, os donos tiveram o suporte para começar o negócio digital do zero. “Contamos com todo o suporte para a ferramenta ‘Criador de Sites’, colocamos os produtos e fizemos a ativação em pouco tempo, conta Thiago.

A partir daí os negócios da família cresceram. Com a opção do online, mais pessoas começaram a visualizar os trabalhos do sêo Cido. “Os clientes chegam na molduraria, na maioria das vezes, pela internet e fazemos a concretização da venda na loja física. Os diferenciais de ter loja virtual é a maior exposição da marca, facilitação no fechamento da venda e o contato mais fácil com o cliente e empresas”, explica.

Para o sêo Cido, a loja na internet representa a concretização de um sonho. O negócio que começou há tanto tempo se expandiu e, hoje, as molduras podem chegar a qualquer canto do país. “A gente vê que funciona, é tudo na internet, e hoje eu ponho muita confiança”, conclui.

Com soluções de conectividade da Oi, nova estação brasileira na Antártica começa a operar

Internet fixa com capacidade de transmissão de dados em alta velocidade; rede móvel com conexão 4G; sistema de recepção de sinal de TV via satélite; infraestrutura para acesso Wi-Fi; e conectividade com a rede corporativa da Marinha. Esses são alguns dos serviços prestados pela Oi na Estação Antártica Comandante Ferraz (EACF), inaugurada nesta quarta-feira (15/01) pelo governo brasileiro. Com 4.500 metros quadrados e capacidade para hospedar até 64 pessoas, a nova estação conta com equipamentos de última geração da Oi, que têm como objetivo garantir uma conexão de qualidade aos militares e pesquisadores brasileiros que atuam na Antártica.

Os sistemas de telecomunicações viabilizam a troca de dados entre as pesquisas de campo realizadas na Antártica e as instituições às quais os pesquisadores são vinculados no Brasil, contribuindo para o desenvolvimento da pesquisa brasileira, dentro dos objetivos do PROANTAR (Programa Antártico Brasileiro), que visa a produção de conhecimento científico do continente. Essa nova infraestrutura de telecom também permite o monitoramento remoto dos equipamentos vitais da estação, incrementando a segurança operacional da base brasileira, e a ligação à rede corporativa da Marinha para as atividades administrativas, além de garantir a comunicação dos ocupantes da EACF com seus familiares.

“Conectar os brasileiros que estão na Antártica com o resto do mundo é um desafio tecnológico que mostra a capacidade da Oi de apresentar sempre a melhor solução em conectividade, mesmo em casos tão complexos e específicos como este. E essa iniciativa está em linha com nosso plano estratégico anunciado no ano passado, que prevê fortalecer nossa atuação como provedora de soluções digitais integradas para o mercado corporativo, baseado na robustez e abrangência da infraestrutura da Oi”, afirma Rodrigo Abreu, COO da Oi. O plano estratégico da companhia prevê investimentos para massificação e liderança da companhia em infraestrutura de fibra ótica no país, com crescimento agressivo em soluções de Telecom e TI para o mercado corporativo e para o mercado de atacado.

A Oi fornece serviços de telecomunicações à Estação Antártica Comandante Ferraz desde 2006. No início do ano passado, a partir de um novo acordo de cooperação entre a Marinha do Brasil e a Oi, a companhia ampliou e modernizou os serviços prestados à EACF. O acordo de cooperação prevê ainda treinamento e qualificação anuais dos militares componentes do Grupo-Base, que permanecem na Estação por mais de um ano, para a operacionalização do sistema e a manutenção dos equipamentos de telecomunicações. Além disso, a Oi realiza a revisão e manutenção preventiva dos equipamentos instalados na estação.

Viagens e turismo internacionais se transformarão até 2040

Até o ano 2040, as viagens internacionais terão se tornado uma atividade mais rápida, fácil e muito mais sustentável, proporcionando uma experiência muito mais rica para os viajantes. A previsão é que o número de passageiros das companhias aéreas dobrará e os sistemas de reconhecimento de padrões faciais farão com que os rostos se tornem os passaportes e cartões de embarque. Experiências de viagens virtuais, visita à distância aos quartos de hotel e museus serão comuns. E essas previsões estão presentes no novo relatório encomendado pela Allianz Partners sob o título “The Future Travel Experience”, que compõe a série “O mundo em 2040 “, de autoria do futurólogo de renome internacional, Ray Hammond. A empresa é líder mundial em soluções de assistência e seguro B2B2C, fornecendo proteção, atendimento globais e serviços dedicados de seguro de viagem por meio da marca Allianz Travel, empresa líder em seguro viagem.

O relatório identifica as principais tendências que, coletivamente, revolucionarão o cenário das viagens até 2040:

Realidade virtual e aumentada:

• A tecnologia multissensorial de realidade virtual aumentada permitirá que os turistas entrem em quartos de hotéis virtualmente, visitem carnavais de rua, explorem museus ou entrem em restaurantes a partir do conforto de sua própria sala de estar. Com essa novidade, é esperado que o turista seja estimulado a conhecer novos lugares.

Check-in instantâneo graças à nova tecnologia

• Os sistemas de reconhecimento de padrões faciais já estão em uso experimental em alguns aeroportos e, dentro de 20 anos, os sistemas de computador, que podem identificar com segurança seu rosto, estarão em uso generalizado para fazer o check-in sem problemas.

Assistentes de software para hotéis

• Enquanto alguns hotéis de luxo cumprimentarão seus convidados com um rosto humano, muitos hotéis econômicos e de negócios usarão check-in e orientações automáticas para os quartos fornecidos por assistentes de software. Alguns hotéis fornecerão até portadores de bagagem robóticos para transportar as malas.

Trens super rápidos

• As viagens de trem “cross-border” serão mais agradáveis e melhoradas em muitas partes do mundo. As redes de computadores e a “Internet das Coisas” (IoT) gerenciarão redes ferroviárias nacionais e internacionais, permitindo que os trens circulem mais rápido e ainda mais conectados. A velocidade também aumentará, com grande parte da frota operando acima dos 201 km/h (125 mph).

Impressão de roupas 3D no local

• Em 2040, será possível enviar suas medidas corporais para o hotel e roupas volumosas, como por exemplo, capas de chuva ou sapatos, serão impressas antes da sua chegada, reduzindo a quantidade de bagagem. O baixo custo das roupas impressas em 3D significa que os viajantes poderão deixar as roupas para reciclagem no local.

Cruzeiros sustentáveis

• Os cruzeiros serão muito mais ecológicos do que os gigantes transatlânticos de hoje. Os navios serão movidos a Gás Natural Liquefeito (GNL), um combustível fóssil leve e com baixa emissão de gases de efeito estufa, transformando as férias nos cruzeiros em uma das maneiras mais ecológicas de viajar pelo mundo. A variedade de destinos também continuará a crescer, expandindo especialmente para Ásia.

Viajar para o espaço será um destino comum

• Para alguns viajantes, em 2040, os destinos do planeta terra poderão não ser mais suficientes. A essa altura, é provável que os turistas estejam voando regularmente para Lua enquanto procuram a experiência de ver a Terra do espaço.

Comentando sobre a transformação esperada para os viajantes até 2040, Ray Hammond disse: “A forma da viagem como conhecemos mudará drasticamente nos próximos 20 anos. É estimado que os números de passageiros das companhias aéreas dobrem e o setor de viagens está sofrendo crescente pressão dos viajantes por experiências mais rápidas e eficientes. Até 2040, os assistentes de software pessoais serão suficientemente inteligentes para ajudar os turistas a reservar suas viagens on-line e serão capazes de lidar com todas as complexidades do planejamento com vários destinos, a fim de atender às necessidades do viajante. As viagens também estarão mais ligadas à aventura, à realização e ao aprendizado de novas habilidades, em vez de apenas preencher uma lista de lugares visitados”.

Falando sobre o impacto do relatório para os negócios, Joe Mason, Chief Marketing Officer da Allianz Partners para o segmento de Travel, disse: “O estudo ‘Future Travel Experience’ permite à Allianz Partners identificar as tendências e mudanças nas viagens para que possamos trabalhar buscando aperfeiçoar o seguro de viagem. Isso inclui a entrega de novos produtos e serviços inovadores, além de gerar mais valor para nossos parceiros e clientes. Os usuários se beneficiarão dessa mudança por meio de processos mais responsivos, soluções mais receptivas e uma maior sensação de segurança, proteção e bem-estar geral quando a Allianz Partners os acompanha durante suas jornadas”.

“Embora alguns aspectos das viagens devam ser muito menos estressantes até 2040, ainda haverá alguns imprevistos a se enfrentar, como cancelamentos, atrasos e emergências no exterior. O que significa que os turistas contarão com os serviços de proteção e assistência para viajar com tranquilidade”, completa.

O relatório completo “Future Travel Experience” está disponível para leitura aqui .

Motorola anuncia brasileiras como líderes globais de Relações Públicas e Marketing da Divisão de Mobility

A Motorola acaba de anunciar duas brasileiras como líderes globais da sua Divisão de Mobility. Renata Altenfelder é a nova diretora executiva global de Marketing para MBG da Motorola; e Luciana Vedovato, diretora global de Relações Públicas.

Renata Altenfelder fará a transição de seu papel como líder de Marketing de Latam, para que possa se dedicar totalmente às suas responsabilidades como diretora executiva global de Marketing da MBG. Renata vai supervisionar a estratégia global de marca e VI, varejo, campanhas de produtos, parcerias e execução de ativos digitais.

Já Luciana foi diretora de Comunicação América Latina da Motorola Mobility, e, além do seu papel global, continuará a liderar as relações públicas da região. Como líder global ela irá coordenar a estratégia de comunicação da marca, bem como os eventos de lançamento de produtos, além de trabalhar em estreita colaboração com porta-vozes para garantir que as mensagens da empresa ressoem junto ao público da Motorola.

Brasileiros mudam perfil de investimento nos Estados Unidos

Fintechs, aplicativos e até aluguel de motorhomes estão no radar do novo investidor brasileiro nos Estados Unidos. Este mês, grupo de 20 brasileiros investirá o total US$ 227 mil dólares em empresa americana de locação de motorhomes nos EUA. Especialista acredita que busca por diferenciação de investimentos se deve ao momento promissor da economia americana e à criatividade do brasileiro.

Até bem pouco tempo o setor de alimentação, bares, restaurantes e produtos ‘made in Brasil’ formavam o bloco quase exclusivo de interesse de brasileiros que buscam investir no exterior. Mas este cenário está mudando. De acordo com o especialista em gestão de negócios internacionais, André Duek, o perfil mais criativo e empreendedor dos Brasileiros que buscam investir nos EUA está aumentando investimentos em áreas, produtos e soluções antes não pensadas para se investir.

Estudo recente divulgado pelo Itamaraty mostrou que existem quase 10 mil micros e pequenas empresas de origem brasileira nos Estados Unidos. Para André Duek, grande parte destes novos negócios já atende à uma nova lógica de investimento e empreendedorismo aplicada por brasileiros na terra do tio Sam.
“Percebemos mais brasileiros ávidos por investir em plataformas de tecnologia, aplicativos, fintechs e até mesmo iniciativas inusitadas como empresas de aluguel de motorhomes. A regra agora é ousar e apostar em seguimentos que proporcionem uma maior rentabilidade nos curto e médio prazos, além da consonância com o jeito americano de viver e consumir”, explica o especialista em gestão de negócios internacionais que atua nos EUA há quase 10 anos.

Casas Móveis

Um grupo de 20 brasileiros fará, este mês, o investimento de US$ 227 mil dólares em uma empresa que aluga motorhomes nos Estados Unidos. Pesquisa da associação de veículos RV’s — ou motorhomes nos EUA mostrou que impacto geral do setor na economia americana, foi de US$ 114bi gerando 600 mil empregos diretos ano passado. Somente na Flórida o impacto econômico foi de 3.7 bi com geração de mais de 25 mil empregos.

O objetivo dos investidores brasileiros é triplicar o valor da companhia até 2022, meta que não deve ser dificilmente alcançada se consideramos o quão promissor este mercado se mostra nos Estados Unidos. Estudo recente realizado pelo CBRE Hotels Advisory Group comparou o custo de oito dos tipos de hospedagem de férias mais populares usando uma família hipotética de quatro pesoas, composta por dois adultos e duas crianças. O estudo determinou que as férias em motorhome são de longe as mais econômicas — em média 27% a 62% menos caras por dia em comparação com outras opções de hospedagem de férias analisadas.

“A internet facilitou muito a vida dos brasileiros. Mudou radicalmente o setor de turismo e, sem dúvida, buscar investimentos neste setor, desde que contando com todo o respaldo e planejamento especializado, pode significar um retorno expressivo do capital investido. Acabou a era de brasileiros que apostavam somente em restaurantes e venda de produtos como coxinha e pão de queijo. Um planejamento bem elaborado pode oferecer opções de investimento tão inusitadas quanto o perfil do empreendedor mais audacioso”, afirma André Duek.

Desde a produção das primeiras unidades das ‘casas ônibus’ nos EUA em 1967, os motorhomes nunca foram tão populares entre os brasileiros. A empresa brasileira que atua no mercado americano e que receberá o investimento, detectou um aumento de 40% na procura por aluguéis de sua frota de veículos somente nos últimos três meses deste ano. Uma conduta que pode estar sendo motivada pela alta do dólar no Brasil.

Na Bolsa e no Bolso

Dados do Mapa Bilateral de investimentos Brasil X EUA, divulgados pela Apex, mostrou que o estoque de investimentos oriundos do Brasil pulou de US$ 9 bilhões para mais de R$ 42 bilhões em 10 anos e empresas nacionais que se arriscaram na bolsa dos EUA levantaram acima de US$ 5 bilhões desde 2017. A criatividade brasileira nunca foi tão bem-vinda no mercado americano. Brasileiros que apostam em tecnologia, inovação e empreendimentos ‘fora do comum’ estão em alta nos Estados Unidos.

Outras empresas tupiniquins testaram seu sucesso na concorrida Bolsa de Valores americana. Desde 2018, dez companhias nacionais, a maioria ligada ao ramo tecnológico, como as redes de pagamentos PagSeguro e Stone e a empresa de sistemas de educação Arco, abriram seu capital nos EUA. Esses movimentos fizeram com que, nos últimos 3 anos, as companhias nacionais levantassem o valor histórico de US$ 5,3 bilhões em solo americano, conforme dados do Citi Brasil.

Com um mercado de negócios instável no Brasil, muitos empresários têm buscado se tornar o próximo exemplo de sucesso nos EUA, que vive sua menor taxa de desocupação em 50 anos — 3,5% — e apresenta uma economia aquecida e disposta a receber imigrantes qualificados com boas ideias.

“O momento é extremamente oportuno para quem pretende proteger seu patrimônio em uma economia fortalecida como a americana. O mercado está aberto para investidores estrangeiros e o brasileiro que tiver coragem, deve aproveitar para dar esse passo de investimento internacional agora”, avalia André Duek.

GFT amplia experiência na indústria com a aquisição de empresa pioneira no setor

A GFT, empresa alemã referência em tecnologias exponenciais para a transformação digital e projetos ágeis, fez a aquisição da in-integrierte informationssysteme GmbH (in-GmbH), companhia de software que tem sede em Constança, na Alemanha. Com a compra, a GFT está acelerando sua jornada digital rumo à indústria 4.0, ganhando experiência, além de uma nova unidade de negócios.

Para Michael Hecker, diretor de indústria da GFT, a empresa in-GmbH é uma opção ideal para o portfólio da empresa no setor. “A nossa estratégia de crescimento está voltada para oferecer aos clientes uma gama completa de serviços para a implementação de suas estratégias de digitalização. Estamos empenhados em fortalecer experiência na rede horizontal de processos de negócios e em fornecer mais de nossos próprios produtos de software escaláveis”, explica o executivo.

A digitalização dos processos de produção e de negócios com o auxílio de plataformas IoT é um tópico central para muitas empresas industriais. Com a solução pronta para a nuvem, “sphinx open online”, a in-GmbH já possui uma gama comprovada e versátil de instrumentos em seu portfólio. O produto permite que os clientes interajam, visualizem, controlem e automatizem coisas e dados, desde mensagens de status de máquinas ao consumo de energia de edifícios e intralogística. Os outros serviços da in-GmbH também foram projetados para aumentar a transparência e o controle dos processos de negócios para um novo nível.

“Criamos um poderoso menu de produtos que está sendo constantemente expandido e fornece aos nossos clientes novos conhecimentos e processos perfeitos. É baseado na experiência coletiva de longo prazo de nossos especialistas em software. O objetivo sempre foi ampliar nosso portfólio geral e impulsioná-lo internacionalmente. O fato de, agora, poder oferecer e aprimorar nossas soluções como parte do Grupo GFT significa que conseguimos atender clientes em todo o mundo”, diz Siegfried Wagner, fundador da in-GmbH, que continuará atuando como diretor administrativo.

A aquisição da in-GmbH já é a segunda iniciativa voltada à indústria feita pela GFT. Em julho de 2019, a companhia adquiriu a AXOOM, na época uma subsidiária da fabricante de máquinas Trumpf. “A in-GmbH é uma ótima opção para o nosso portfólio focado no setor industrial. A adição de soluções inovadoras de IoT e Indústria 4.0 às nossas soluções é um componente essencial da estratégia de diversificação em larga escala da GFT e de transformar, exponencialmente, os negócios de nossos clientes”, diz Marco Santos, presidente para a GFT Brasil e América Latina.

Como se tornar um cientista de dados?

Falar que o cientista de dados é a profissão do futuro pode parecer um clichê, mas está longe de ser uma afirmação falsa ou exagerada. Na era digital, a infinidade de dados gerados pelas empresas e seus clientes é um instrumento valioso para “reduzir as dores” do negócio e promover um crescimento consistente.

A pesquisa “Profissões Emergentes”, do LinkedIn , aponta que o cientista de dados é um dos 15 cargos que tendem a crescer mais no Brasil em 2020. Para se ter uma ideia do papel da inovação nesse cenário, dentre as 15 profissões destacadas, nove são relacionadas ao setor de tecnologia.

O cientista de dados é um profissional que alia a capacidade técnica de coletar e apurar informações, ou seja, dominar a tecnologia e transformá-la em insights eficazes para o negócio. A boa notícia é que a ciência de dados ainda é um setor a ser amplamente explorado. Quem quiser se especializar nessa área será um ativo valioso no mercado.

“O cientista de dados ajuda o negócio a antever necessidades e futuras ações. Ou seja, não se olha somente para dados do passado. Seu papel é formular hipóteses e prever comportamentos, melhorando os serviços para o usuário e para a sociedade”, diz Fábio Meneghim, gerente de vendas da Hitachi Vantara.

Afinal, o que uma pessoa precisa para se tornar um cientista de dados? Confira algumas dicas a seguir:

1. Entenda o negócio da empresa

Num primeiro momento, o cientista de dados não precisa ter amplo conhecimento técnico. Ou seja, não é tão necessário ser um profissional de TI para iniciar uma carreira no setor. Antes de tudo, o essencial é mergulhar no modelo de negócios da companhia, conhecer os detalhes, o comportamento dos clientes e parceiros, os dados e métricas que permitem uma análise da situação verdadeira do negócio. Isso significa que o cientista de dados precisa ser um expert na sua empresa.

Aliado a esse conhecimento do negócio, vale ressaltar que é essencial ter bons conhecimentos de Estatística e Matemática, afinal a construção de algoritmos é a base da ciência de dados. Ou seja, se você sabe muito do seu negócio mas ainda não tem tanta facilidade com os números, é hora de buscar essa formação e se diferenciar no mercado.

2. Cultive relacionamentos e se comunique bem

Aquele velho estereótipo do profissional de tecnologia que fica no canto do escritório, calado, com várias telas de computador à frente e em silêncio absoluto durante o expediente não se aplica ao cientista de dados. Comunicar-se bem é essencial. Afinal, o cientista de dados precisa estar em contato direto com a diretoria da empresa e os times de marketing e vendas para compreender as dificuldades e necessidades do negócio e quais dados deverão ser analisados para se chegar a um algoritmo.

“O cientista de dados precisa saber interagir com as pessoas, fazer as perguntas certas para as pessoas certas, e acima de tudo ter noções de desenvolvimento humano. Afinal, os dados são gerados pelo ser humano e para o ser humano”, afirma Fábio Meneghim.

3. Busque formação técnica em cursos

A apuração e análise de dados requer alguns conhecimentos técnicos específicos. O cientista de dados precisa dominar linguagens como Phtyon, SDL e R, e isso pode ser alcançado em cursos como os oferecidos pela Data Science Academy e pela Udemy .

Outro diferencial é ter noções de BI (Business Intelligence), que permitem uma análise mais profunda de dados passados da empresa para a construção de hipóteses e insights futuros em sotfwares como o Pentaho , da Hitachi Vantara. Isso tudo, é claro, somado à capacidade de lidar com bancos de dados e informações de diversas fontes, como CRM, ERP, sistema fiscal, sistema de vendas, SPC, Serasa, IBGE, etc.

“Em meio a essa tendência de automatização de vários processos nas empresas com o machine learning e a inteligência artificial, a ciência de dados adquire um papel cada vez mais importante. Afinal, apenas o ser humano tem a capacidade de analisar informações e construir hipóteses a partir delas”, aponta Meneghim.

Cubo Itaú e Redpoint eventures promovem 1ª edição do “Cubo Mental Health Day”

No dia 21 de janeiro, acontece a primeira edição do Cubo Mental Health Day, evento focado em discutir a saúde mental dentro das organizações. Na ocasião, psicólogos, empreendedores, gestores e especialistas do setor de RH falarão sobre a importância de investir em saúde mental, além de falar sobre estresse, burnout, vulnerabilidade, inteligência emocional, resiliência e outras habilidades sociais que serão requeridas dos profissionais do futuro.

O Cubo Mental Health Day foi desenhado pela Vittude, startup que ajuda empresas a cuidarem da saúde mental e bem-estar dos colaboradores, em parceria com a Redpoint eventures, fundo de investimento em venture capital focado em startups de tecnologia, e o Cubo Itaú, um dos maiores centros de empreendedorismo tecnológico da América Latina.

Segundo a fundadora e CEO da Vittude, Tatiana Pimenta, o mês de janeiro é dedicado a conscientizar a população sobre saúde emocional, qualidade de vida e bem-estar. “Sabemos que o desafio das organizações é crescente. Somos o país mais ansioso do mundo e o quarto mais depressivo. De acordo com o ISMA-BR, mais de 70% da população economicamente ativa sofre com os sintomas físicos do estresse crônico. Além disso, os gastos decorrentes de afastamento, absenteísmo, presenteísmo, turnover e desengajamento têm pesado no bolso das empresas. Por essa razão, falar de saúde mental corporativa passou a ser estratégico e crucial para sustentabilidade dos negócios”, explica a empreendedora.

O evento contará com atividades exclusivas para residentes do Cubo no período da manhã, entre elas: aula de yoga, facilitações de mindfulness e um encontro fechado sobre inteligência emocional para CEOs e Founders do Cubo e do Portfólio da Redpoint.

As palestras e painéis abertos ao público acontecerão no auditório principal e terão início às 14h. Entre os painéis programados está um bate-papo exclusivo sobre o tema de saúde mental com Manoel Lemos e Romero Rodrigues, sócios da Redpoint eventures. O bate-papo com os empreendedores sobre experiências com a terapia ocorrerá a partir das 18h. Para se inscrever nas palestras, acesse o site: http://www.sympla.com.br/vittude.

Todos os conteúdos abertos serão transmitidos ao vivo pela Netshow.me.

Conteúdos abertos:

14:00h – Terapia: quando eu mudo, tudo muda!

14:30h – Benefício de investir na saúde mental dos colaboradores.

15:30h – Inteligência Emocional e Resiliência: habilidades do profissional do futuro

16:30h – Estresse e Burnout no ambiente de trabalho

17:30h – Como manter a saúde mental nos dias atuais

18:00h – Por que eu faço terapia? Bate-papo com os investidores Romero Rodrigues e Manoel Lemos, sócios da Redpoint

 
Evento: Cubo Mental Health Day

 
Data: 21 de janeiro

Horário: 09h às 19h

Local: Cubo Itaú | Alameda Vicente Pinzon, 54 – Vila Olímpia, São Paulo – SP, 04547-130

Mais informações:

Verão e viagens: como não cair nas armadilhas das compras on-line?

A chegada do verão, férias de janeiro e a atmosfera festiva provocada pelo Carnaval inspiram o brasileiro a relaxar, viajar e a curtir as altas temperaturas. Junto com o clima de descontração, surgem as promoções fraudulentas, que oferecem preços muito atrativos mesmo na alta temporada, em sites falsos similares às páginas de empresas conhecidas.

Conhecido como phishing, esse ataque visa obter números de cartão de crédito, dentre outras informações pessoais e financeiras. De acordo com Oscar Zuccarelli, gerente de Segurança da Informação Certisign, empresa especializada em segurança digital, e-mails e mensagens instantâneas são os meios mais utilizados para levar as pessoas até os sites falsos.

“É tentador pensar que uma viagem para aproveitar a alta temporada no Nordeste, por exemplo, possa sair por um preço irrisório, mas é sempre bom desconfiar de ofertas que fujam demais do que é praticado pelo mercado. Por isso, é importante não clicar em links que sejam de origem duvidosa”, alerta.

Para não cair em armadilhas, o especialista destaca alguns cuidados básicos, como manter o antivírus atualizado, verificar a ortografia da URL e conteúdo do site, fazer a comparação de preços, garantindo que o valor visto não é muito diferente dos demais prestadores de serviços, e o mais importante: verificar se o site é seguro.

“Somente os sites protegidos pelo Certificado SSL garantem um ambiente seguro para compras e exibem alguns sinais ao internauta: letra S no HTTP, portanto, HTTPS; cadeado na barra do navegador e Selo de Segurança, como o Site Seguro”, explica.

No entanto, Zuccarelli destaca que o internauta deve, além de conferir esses sinais, clicar no cadeado e no Selo de Segurança, que geralmente fica fixado no rodapé da página do site. “Ao clicar, pode-se conferir se o Certificado Digital SSL foi emitido para a página em questão, observando-se assim a autenticidade do ambiente on-line”.

Robert Half dá 5 dicas para montar seu primeiro currículo

O currículo é o seu primeiro contato com o recrutador. Por isso, organizar bem as informações e com objetividade é essencial para chamar a atenção do headhunter. Para te ajudar a conquistar seu primeiro emprego, a gerente de recrutamento da Robert Half, Maria Eduarda Silveira, separou algumas dicas para elaborar um currículo de destaque:

1. Comece com seus dados

A sugestão é incluir, logo no começo, seus dados pessoais: nome, data de nascimento, endereço e formas de contato, como telefone e e-mail. Tome cuidado para não digitar nenhum número ou letra errado, ou se esquecer de colocar o DDD, porque isso pode inviabilizar o recrutador de chegar até você.

2. Monte tópicos

Texto corrido não facilita a leitura, principalmente para um profissional que está analisando vários currículos. Sendo assim, coloque o texto em tópicos, destaque os pontos mais importantes e espere o dia da entrevista para explicar cada um deles.

3. Idiomas

É importante destacar seu domínio de idiomas, bem como sua disponibilidade para deslocamento ou mudança de cidade, estado ou país. Pode até parecer que esses pontos deveriam ficar para um segundo momento, mas são informações que ajudam os recrutadores a direcionar melhor as vagas de seu interesse.

4. Inclua outras competências relevantes

Se a vaga pede, por exemplo, experiência com liderança de equipes e você não teve nenhuma prática relacionada, mas participou de algum projeto voluntário, inclua o voluntariado no currículo e aponte a experiência de liderança que você desempenhou: quantas pessoas gerenciou, problemas enfrentados e resultados alcançados. Afinal, neste tipo de trabalho, você desenvolve muitas competências.

5. Seja sincero

Um ponto importante: a sinceridade! Um estudo da Robert Half mostra que 33% dos recrutadores admitem excluir um candidato na primeira fase do processo seletivo por notar mentiras do currículo. Esse comportamento pode comprometer a sua credibilidade e gerar uma primeira impressão negativa por parte dos entrevistadores. É mais indicado você dizer que tem facilidade para aprender e deseja desenvolver as competências que ainda não possui. Isso vale para tudo: conhecimento técnico, experiência prática, idiomas, etc.

Pipefy abre inscrições para programa de trainee e leva vencedor para experiência no Vale do Silício

Com forte expansão no mercado global e crescimento anual de 300% a Pipefy, startup de gerenciamentos de processos que tem clientes em mais de 150 países, vem se destacando no ecossistema e busca de novos talentos para seu time. Por meio do programa Young Guns, a empresa selecionará de 15 a 20 profissionais, que passarão por um programa de trainee durante um ano com a possibilidade de um intercâmbio no Vale do Silício, na Califórnia, com cursos, eventos e visitas em outras empresas para o vencedor.

O processo seletivo tem três etapas. A primeira é a fase de inscrição — que acontece até o dia 8 de fevereiro- com avaliação de currículos. Já na segunda etapa, são realizadas dinâmicas em grupo em que os participantes enfrentarão desafios complexos para terem uma percepção da atuação da empresa. A terceira etapa consiste em entrevistas individuais com líderes da startup. Por fim, serão divulgados os resultados.

No último ano, o programa teve mais de 2.500 inscrições de todo o Brasil e de países como, Índia, Itália, EUA e Irlanda. Segundo a recrutadora Natasha de Lara, a oportunidade de ter uma vivência internacional e de conhecer em profundidade a operação de uma startup global são grandes atrativos para os candidatos. “Nosso objetivo é fazer com que esses profissionais cresçam na Pipefy. Por isso, fazemos questão de acompanhar a performance deles e levar o vencedor para uma experiência imersiva no Vale do Silício”, conta Natasha.

Segundo Giovanni Riva, coordenador do programa, o Young Guns é a grande porta de entrada não só para a área de vendas, mas para outras áreas da empresa. “Hoje, 65% do time comercial é composto por profissionais que passaram pelo programa. Além disso, temos muitos casos de profissionais que terminaram o programa e migraram para times como Marketing, Produto e Customer Success, inclusive chegando a posições de liderança”, conta.

A cultura da empresa é um dos motivos pelos quais a retenção desses profissionais é alta. “O Pipefy é um lugar onde a gente sente que está fazendo a diferença, construindo algo realmente relevante. O que mais me impressiona é estar cercado de pessoas que são muito boas no que fazem e poderiam estar trabalhando em qualquer empresa”, comenta Bernardo Rosa, atual participante do programa.

Não é necessária experiência prévia nem formação em vendas para participar. Os candidatos podem se inscrever pelo site http://www.pipefy.com/young-guns/ até o dia 8 de fevereiro.

IBM Brasil registra 94 patentes em 2019

Por 27 anos, ou mais de um quarto de século, a IBM é a líder em patentes e tecnologias avançadas que buscam melhorar a maneira que as pessoas vivem e trabalham. Globalmente, os pesquisadores da empresa atingiram um recorde de 9.262 patentes. Já no Brasil, os inventores brasileiros alcançaram outro recorde, registrando o total de 94 patentes em 2019, um aumento considerável em relação a 2018, que teve 56 registros, e 2017, quando a empresa apresentou 44 patentes made in Brazil.

No total, os inventores latino-americanos da IBM registraram 132 patentes para contribuir com o objetivo de capacitar clientes, pessoas e a sociedade. A cultura de inovação da IBM estimula constantemente o desenvolvimento de tecnologias transformadoras que estão redefinindo setores como inteligência artificial, blockchain, nuvem, segurança, internet das coisas e computação quântica.

Como exemplo de patentes, a equipe de pesquisadores da IBM Brasil, formada por Marco Aurelio Stelmar Netto e Lucas Correia Villa Real, juntamente com os colegas de várias disciplinas, apresentou a descrição de um método para facilitar as previsões meteorológicas centradas na população. Por meio de análises avançadas, o sistema pode refinar automaticamente a área de maior atividade na região e fornecer uma previsão do tempo mais rápida e precisa.

Outra novidade é que a IBM ingressou na LOT Network, uma comunidade de empresas sem fins lucrativos que cria uma barreira protetora contra “sequestradores de patentes” ou entidades de afirmação de patente. A LOT Network é uma comunidade que trabalha para proteger os usos tradicionais de patentes, promover a inovação e combater ameaças ao sistema provenientes das Entidades de Asserção de Patentes (PAE). Essa decisão está alinhada com a aquisição histórica da Red Hat, membro fundador da LOT Network, e é outra prova de como os clientes e a comunidade de código aberto se beneficiarão da união entre a IBM e a Red Hat. Este é um grande passo no avanço da inovação, garantindo que nossas patentes não possam ser usadas como armas contra desenvolvedores de código aberto.

Pelotas Parque Tecnológico receberá instalação de usina fotovoltaica com geração de energia sustentável

Um novo projeto irá mudar a forma do Pelotas Parque Tecnológico se relacionar com o meio ambiente e a energia graças à instalação de uma usina de geração solar fotovoltaica no local. A assinatura para o início da sua execução aconteceu em 09 de janeiro, na Prefeitura Municipal de Pelotas, que também participará com uma contrapartida sob a gestão da Secretaria de Desenvolvimento, Turismo e Inovação. A operação municipal é da Secretaria de Planejamento e Gestão (SEPLAG). O investimento total será de cerca de R﹩ 425.000,00.

A implementação da usina é resultado de uma emenda parlamentar de responsabilidade do senador Lasier Martins, que destinou R﹩ 420.774,00 em recursos. O senador havia visitado as obras de Pelotas Parque em 2015 e se comprometido em buscar verbas para potencializar o empreendimento visando o desenvolvimento sustentável. Para o representante gaúcho no Senado, que é um entusiasta do trabalho que vem sendo realizado, o Parque se destaca a nível nacional. “É um ambiente fomentador de pesquisa, inovação, geração de renda e empregos e significa muito dentro das novas tecnologias e economias”, afirma. A prefeitura municipal também é parceira da instalação da usina com uma contrapartida no valor de R﹩ 4.250,24.

Ao todo, serão instalados 245 painéis solares que irão gerar 109.000 kWa/ano, formando um teto com estrutura para 32 vagas de estacionamento coberto. Nos recursos também estão previstos os custos com a compra de outros equipamentos necessários e toda a infraestrutura do projeto elétrico. Para o Presidente do CONSAD -Conselho de Administração do Pelotas Parque, Mauro Meireles Leite, o impacto irá gerar uma economia de 90% no consumo das áreas comuns utilizados pelas empresas, parceiros e comunidade .

Vantagens competitivas

O desenvolvimento sustentável sempre se enquadrou entre as vertentes do Pelotas Parque Tecnológico. Com a instalação da usina, o empreendimento passará a ganhar condições de ainda mais competitividade. Além da questão de diminuir os custos na fatura de energia elétrica, essa será uma energia limpa, abundante, gratuita e renovável.

Já quanto a sua instalação, a usina se caracteriza por não emitir ruídos e também poder ser ampliada pelo fato de ser modular. Portanto, se houver necessidade de mais placas devido ao aumento de consumo, isso também será possível. A manutenção otimiza ainda mais os custos: as placas necessitam apenas de lavagem de seis em seis meses.

Mauro Meireles destaca também que a instalação valoriza o próprio imóvel, além de ser combinado a uma nova estrutura coberta para o estacionamento dos veículos para 50% das vagas existentes, o que hoje não existe no local. As obras devem iniciar no segundo trimestre deste ano, após a tramitação do projeto na Caixa Econômica Federal e processo de licitação.

Estiveram presentes no Gabinete da Prefeita Paula Mascarenhas, além do presidente do CONSAD, o vice-prefeito de Pelotas, Idemar Barz; representantes da SEPLAG – Secretaria de Planejamento e Gestão; Caixa Econômica Federal; representantes da SDETI – Secretaria de Desenvolvimento, Turismo e Inovação, Lisandra Cardoso e Diego Knorr e os Diretores do Pelotas Parque Tecnológico, Cristian Kuster, João Carlos Deschamps e Rosâni Ribeiro.

EBANX lança conta digital no Brasil e marca entrada no segmento de produtos para o consumidor

O EBANX, fintech brasileira conhecida por oferecer soluções de pagamento da América Latina a sites nacionais e internacionais, acaba de lançar em fase beta — por meio da sua nova empresa de pagamentos locais, o EBANX Pagamentos Ltda. — o EBANX GO, uma conta de pagamentos digital com cartão físico e virtual Visa para consumidores brasileiros.

O produto marca a entrada da empresa, que atingiu o status de unicórnio em outubro do ano passado, no segmento de produtos voltados para o consumidor final, o que amplia o leque de atuação da fintech e reforça sua presença no mercado de pagamentos brasileiro.

“Oferecer acesso sempre foi a grande missão do EBANX. Começamos com soluções de pagamentos latino-americanos para sites internacionais, que ajudaram a popularizar produtos e serviços globais como Airbnb, Spotify e AliExpress no Brasil e em outros sete países da América Latina. O EBANX GO é mais um passo nessa direção, dessa vez atuando diretamente no mercado brasileiro”, afirma Wagner Ruiz, cofundador e CFO do EBANX.

O cartão do EBANX GO foi lançado em caráter experimental, em parceria com a Dock (do Grupo Conductor) e a Visa do Brasil, e foi oferecido por convite a 10 mil consumidores brasileiros num primeiro momento. Ele pode ser acessado por meio de um aplicativo, disponível para os sistemas Android e iOS. Há uma lista de espera para quem tiver interesse no produto, que deve ser lançado em definitivo no mercado brasileiro no início do segundo semestre de 2020.

“Estamos muito felizes em apoiar o EBANX na construção dessa solução. Ser parceiro de um produto tão disruptivo e inovador é estratégico para o nosso compromisso de acelerar a transformação por trás do aumento do uso dos pagamentos eletrônicos no Brasil”, conta Fernando Teles, country manager da Visa do Brasil.

Entre as funcionalidades em teste do EBANX GO, está o cashback de 5% para compras realizadas em 18 e-commerces e serviços digitais parceiros, como AliExpress, Gearbest e Spotify. O dinheiro é disponibilizado no próprio EBANX GO, e pode ser usado em outras transações ou transferido a uma segunda conta, de acordo com a preferência do usuário.

“É um produto extremamente competitivo, com cashback de verdade, sem prazo de expiração. Entramos neste mercado com uma visão diferente, aplicando toda nossa experiência adquirida com clientes globais e aprendizado com consumidores brasileiros ao longo de muitos anos para garantir um serviço diferenciado sem perder o DNA do EBANX, que sempre está atrelado a acesso, velocidade e democratização financeira. Estamos orgulhosos de oferecer mais uma plataforma a milhares de brasileiros”, diz Ruiz.

Um em cada três brasileiros não tem acesso a uma conta bancária, segundo pesquisa recente. O Brasil também tem um dos maiores spreads bancários do mundo, de acordo com o Banco Mundial. O lançamento do EBANX GO contribui para a transformação dessa realidade ao oferecer acesso a serviços financeiros baratos e de qualidade para milhares de consumidores.

O EBANX GO foi criado por uma área da fintech que se dedica exclusivamente à inovação e ao desenvolvimento de novas soluções. Entre os produtos criados, está o EBANX Track, uma plataforma de rastreamento de encomendas.

“No EBANX, a inovação está presente em todas as áreas, e não restrita a um setor específico. Os projetos criados na área de End User se alimentam disso, e têm base nos insights trazidos por todas elas”, afirma Ariel Patschiki, diretor de produto para End User do EBANX Pagamentos Ltda.

Como funciona

O EBANX GO é um cartão pré-pago Visa e pode ser usado para compras em qualquer estabelecimento, site ou aplicativo que aceite a bandeira. O produto é vinculado a uma conta de pagamento, que pode ter seu saldo adicionado pelo próprio usuário. É com esse saldo que o consumidor pode fazer suas compras, usando o EBANX GO como um cartão virtual e físico.

Não são cobradas taxas para o depósito, manutenção ou para a abertura da conta digital, nem para transferências — que serão possíveis do EBANX GO para qualquer conta corrente ou poupança.

O cashback de 5% será oferecido apenas para compras realizadas em 18 e-commerces e serviços digitais que estão participando da fase beta do EBANX GO. Entre eles, estão Spotify, AliExpress, Gearbest, UseGiraffe, PatPat, Ctrip, Civitatis e Cambly. A lista completa pode ser consultada no site www.ebanxgo.com/.

A cada compra realizada nesses sites, o consumidor terá direito a 5% do valor da transação de volta. Esse valor não tem data de expiração para ser usado, e será depositado em até 15 dias úteis, na conta digital EBANX GO. Ele ainda pode ser transferido para outra conta ou usado em futuras compras, de acordo com a preferência do cliente.

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PluzApp tem máquina de débito e crédito para pessoas físicas

Dando sequência a uma parceria fechada com o EBANX, gigante nacional em meios de pagamentos, foi lançada, nesta semana, PluzApp Business Conections, máquina de cartão de débito/crédito para Pessoas Físicas, ferramenta que vai auxiliar o trabalho de autônomos parceiros do aplicativo PluzApp na cobrança de vendas e serviços.

O PluzApp foi criado para facilitar negócios entre quem vende e quem compra pelo Whatsapp, serviço de mensagens que se tornou uma ferramenta poderosa para alavancar vendas e escalar negócios com baixo investimento e resultados exponenciais.

A maquininha não tem custo inicial, somente as taxas no débito e crédito que são as de mercado.

Saiba mais sobre o PluZapp em https://www.vendawhatsapp.com.br/

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Congressos irão debater o futuro da energia solar distribuída e resultados de projetos de biomassa no Brasil

As fontes renováveis para a geração de energia elétrica têm obtido aumento da capacidade instalada e, consequentemente, participação ainda mais expressiva na matriz energética brasileira.

De acordo com o Balanço Energético Nacional 2019, da EPE – Empresa de Pesquisa Energética, houve um aumento de 131% na geração distribuída, em comparação ao ano anterior.

O Brasil é o país com a maior produção de energia limpa do planeta. Isso devido, principalmente, às hidrelétricas, mas solar, biomassa e eólica avançam. E, para debater esse tema estratégico para o país, dois eventos acontecerão em paralelo à Ecoenergy 2020 – Feira e Congresso Internacional de Tecnologias Limpas e Renováveis para Geração de Energia .

O primeiro é o Congresso Ecoenergy, que será realizado entre os dias 14 e 16 de abril de 2020, no pavilhão do São Paulo Expo. Tem o objetivo de debater questões imprescindíveis para o desenvolvimento das energias solar no Brasil, como a disponibilização de linhas de financiamento e novas iniciativas de adequação às necessidades dos empreendedores, assim como tecnologias disruptivas e alianças estratégicas entre os agentes.

O tema central será o “Retorno sobre o Investimento e Empreendedorismo em Geração Solar Distribuída”, com painéis sobre “Geração distribuída e perspectivas para avanços na geração de energia solar em 2020”; “Modelo regulatório em pauta: análise de especialistas sobre a gestão de investimentos em geração distribuída no Brasil”; “Empreendedorismo em energia solar: como buscar capacitação e começar um novo negócio no mercado de energia solar?”; “Potencial de mercado para gestão de projetos, instalação de painéis fotovoltaicos e manutenção de sistemas”; “Requisitos a serem cumpridos em Segurança do Trabalho: Normas Regulamentadoras (NRs) a seguir e Equipamentos de Proteção Individual (EPIs) fundamentais para a atividade”.

No segundo dia, estarão em debate a “Inovação tecnológica e parceria com fabricantes de equipamentos, softwares e gestão operacional e controles na produção de energia solar: como construir parcerias de sucesso?”; “Gestão financeira do negócio e análise do retorno sobre o investimento: diretrizes para os empreendedores que já estão no mercado e aos que estão começando novos negócios voltados à instalação e gerenciamento de projetos”; “Implantação de sistemas de energia solar em prédios públicos e em condomínios residenciais ou corporativos: quais são os impactos na redução de custos e o efetivo retorno sobre o investimento?” e “Geração de energia solar em plantas industriais, prédios comerciais e residenciais: benefícios operacionais e financeiros para os gestores de Facilities, Manutenção e aos próprios condôminos”.

Já no último dia, congressistas e palestrantes irão debater “Alternativas de financiamento de equipamentos para geração de energia solar”; “Comercialização de energia: o que é fundamental saber sobre a operacionalização e ganhos com a venda de energia excedente”; “Direcionamento a respeito da tributação de energia solar”; “Seguros para empreendimentos de geração distribuída em energia solar”; e “Quais as soluções propostas pelas startups para a geração de energia solar e eficiência energética dos empreendimentos? A Inteligência Artificial já é uma realidade em energia solar?”.

A biomassa como alternativa

Paralelamente ao Congresso Ecoenergy, acontecerá nos dias 14 e 15 de abril a 4ª edição do Biomass Day – Congresso Internacional de Biomassa que discutirá a utilização da biomassa para a geração de energia elétrica. O evento vai tratar das “Vantagens Competitivas e Potencial para Geração de Receitas em Projetos de Biomassa” diante do imenso potencial de geração de energia elétrica, vapor e bioprodutos de acordo com as particularidades dos vários tipos de biomassa.

O tema central será “Vantagem competitiva, eficiência energética e resultados financeiros no aproveitamento das biomassas agrícolas, florestais e urbanas”, com painéis sobre “Panorama da biomassa no Brasil, participação na matriz energética e potencial para atração de investimentos”; “Panorama, perspectivas e potencial para atração de investimentos em biomassa”; “Questões jurídicas que norteiam os resíduos agrícolas, florestais ou urbanos”; “Aproveitamento de resíduos urbanos, gestão industrial e as vantagens econômico-financeira dos projetos waste-to-energy na geração de biogás”; “Eficiência energética e tecnologia orientada à otimização da biomassa para geração de energia e vapor nas caldeiras de alta pressão”; “Mercado de compra e venda de biomassa agrícola para cogeração de energia: como rentabilizar a operação?”.

No último dia, a programação segue com painéis sobre “Tributação e gestão fiscal em operações de comercialização de biomassa”; “Estudo de viabilidade financeira para uso dos resíduos”; “Comercialização de energia – como operacionalizar a venda da energia excedente, produzidos por meio da cogeração de biomassa”; “Economia circular e a construção de parcerias para monetizar os resíduos de origem florestal e urbana”.

Ecoenergy 2020

Data: de 14 a 16 de abril

Horários: Congressos – 9h às 18h | Feira – 13h às 20h

Local: São Paulo Expo Exhibition & Convention Center

Rodovia dos Imigrantes, Km 1,5 – São Paulo/SP

http://feiraecoenergy.com.br/16/

Cinco tendências de segurança de redes para 2020

Por Guilherme Araújo, Diretor de Serviços da Blockbit

Dois trilhões de dólares. Segundo pesquisas globais, esse é o tamanho do prejuízo provocado por crimes virtuais ao longo de 2019, em uma lista de ataques que inclui todo o tipo de fraudes e contaminações em busca do roubo e sequestro de dados. De fato, números como os registrados este ano deixam claro que nunca foi tão complexo manter a segurança digital das informações como hoje em dia. Afinal de contas, ao mesmo tempo em que a tecnologia evolui, os cibercriminosos também continuam a desenvolver suas armadilhas e truques.

Nesse cenário, garantir a segurança da infraestrutura de TI demanda uma postura proativa, que invista em soluções e processos que mitiguem as possíveis ameaças, eliminando as brechas e vulnerabilidades que, porventura, existam dentro das organizações como um todo. Além disso, é fundamental ter sistemas de segurança capazes de monitorar a estrutura tecnológica de forma contínua.

Com ajuda da tecnologia, é possível aumentar a proteção digital das empresas e iniciar uma jornada de maior performance empresarial. Para manter as empresas em alerta, destacamos as tendências que merecem destaque e atenção dos executivos líderes de TI e, também, dos responsáveis por segurança. As cinco principais tendências de segurança digital para 2020:

1. Privacidade de Dados – Com a entrada em vigor da nova Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais (LGPD) prevista para agosto de 2020, a “privacidade de dados” será um tema bastante frequente para as empresas, especialmente aquelas com grandes operações e diversos canais de atendimento a clientes. Contudo, vale destacar que as organizações serão responsáveis por todos os tipos de dados pessoais – incluindo o de parceiros e colaboradores, além dos consumidores. Isso exigirá que os líderes de negócios e TI trabalhem para fortalecer suas defesas, incluindo a gestão de links e o reforço de políticas de controle de acesso às informações.

2. Gestão de dispositivos pessoais – Aproximadamente dois terços dos problemas de segurança acontecem por meio de falhas humanas, com erros de processo e negligência durante as operações. Outro ponto interessante é que a maior parte dos ataques virtuais começam com contaminações de equipamentos “pessoais” (dos colaboradores), que são usados dentro da rotina corporativa. Isso significa, portanto, que gerenciar redes com cada vez mais dispositivos conectados é uma atividade verdadeiramente desafiadora – e complexa – para as equipes de cibersegurança. Em ambientes onde os usuários podem usar seus próprios equipamentos, é indicado que as companhias estabeleçam políticas de segurança mais rigorosas, com filtros de conteúdo práticos. Outra medida importante é contar com firewalls de próxima geração, com recursos avançados para o monitoramento e proteção das informações.

3. Internet das Coisas (IoT) e Inteligência Artificial (IA) – À medida que a Quarta Revolução Industrial avança, podemos esperar que novas ameaças contra os novos padrões de interação homem-máquina surjam gradualmente. Os projetos de IoT estão sendo construídos em diferentes camadas, com redes e sistemas que podem ser atacados em diferentes pontos e formatos. Hoje, estudos já indicam o aumento das tentativas de fraude direcionadas aos sistemas de automação, sensores e access points utilizados na estrutura geral. Além disso, clusters em Nuvem e servidores locais também podem ser alvos de contaminações. É recomendado investir em novas ferramentas de identificação de ameaças, com detecção inteligente de invasões e anomalias de rede.

4. Foco nas pessoas – Um dos desafios das empresas para 2020 será conscientizar e engajar os profissionais para a importância do tema cibersegurança, uma vez que a proteção digital depende da atenção e do empenho de todos. Com processos cada vez mais rápidos e alta exigência por eficiência, é extremamente importante que os usuários entendam seus papeis dentro da segurança da organização como um todo. Até porque é bastante provável que as tentativas de Phishing – envio de iscas maliciosas por e-mail, mensagem e redes sociais – siga sendo o principal mecanismo de infecção de vírus e malwares. Nesse cenário, as empresas devem treinar seus colaboradores, estabelecendo regras práticas de atuação. O objetivo é diminuir ao máximo as vulnerabilidades, sem abrir mão da produtividade trazida à tona pela transformação digital.

5. Prepare-se para mudanças – Estamos diante de um cenário em evolução tecnológica, no qual as ameaças cibernéticas também estão aumentando ano após ano em todo o planeta. Vale deixar claro, porém, que os ataques não visam apenas as grandes empresas – hoje, até mesmo os pequenos negócios são alvo de hackers, que ficam à procura de brechas em seus sistemas de segurança. Para enfrentar esse ambiente desafiador, as organizações devem adotar ferramentas para monitorar seu ambiente de TI e contar com o apoio de especialistas que trabalham constantemente para manter as configurações bem ajustadas às necessidades de desempenho e proteção das redes. É fundamental observar a segurança das redes como um ponto estratégico, com impactos diretos às vendas, à produção e, desse modo, ao resultado geral da companhia. É hora de se antecipar às ameaças buscando as inovações que permitirão aos líderes uma nova experiência para gerenciar os riscos e maximizar as oportunidades.

EMBRAPII recebe aporte de 80 milhões para ampliar pesquisa e inovação

A EMBRAPII (Empresa Brasileira de Pesquisa e Inovação Industrial) recebeu aporte de R﹩ 80 milhões do Ministério da Educação (MEC). O recurso será destinado para credenciamento de universidades e institutos federais como novas Unidades EMBRAPII, além de financiar e desenvolver mais projetos de inovação com os centros de pesquisa cadastrados.

No modelo da EMBRAPII, as empresas que possuem um projeto avaliado como inovador podem buscar uma das 42 Unidades credenciadas pela instituição (renomados centros de pesquisa distribuídos pelo país) para desenvolverem seus projetos. A demanda da indústria é avaliada, inclusive, com análise de questões como viabilidade técnica e interesse do mercado. Caso aprovados, os gastos para o desenvolvimento são divididos em três partes. A EMBRAPII fica responsável por até um terço do investimento (recursos não reembolsáveis). Os 2/3 remanescentes dos recursos necessários para a execução são negociados entre a unidade credenciada e as empresas contratantes do projeto.

O diretor-presidente da EMBRAPII, Jorge Almeida Guimarães, lembra que, desde 2013, a instituição tem contribuído para o desenvolvimento da pesquisa e inovação na indústria brasileira. Já são mais de 850 projetos apoiados em diferentes áreas, beneficiando empresas em todas as regiões do Brasil. O recurso aportado irá contribuir para que este trabalho continue crescendo, juntamente com a colaboração dos institutos de pesquisas.

“As universidades brasileiras têm reconhecida competência para atuar em projetos de inovação e a EMBRAPII oferece tais possibilidades pelo financiamento com recursos não reembolsáveis, centrado em um processo simples, ágil, flexível e sem burocracia. Com apoio, é possível construir um espaço maior de inovação em cada campus universitário”, destaca.

Para o ano de 2020, estão previstos R﹩ 47,8 milhões oriundos de emenda parlamentar, que fortalecerá as ações da instituição. Somado a esse montante, a expectativa é que outros aportes venham do MCTIC (Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações) e Sebrae (Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas), bem como um aporte do orçamento de 2020 do MEC.

Modelo que aproxima pesquisa e indústria

A EMBRAPII é uma organização social que tem contrato de gestão com três ministérios: Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTIC), Educação (MEC) e Saúde (MS).

Possui um modelo próprio de incentivo à inovação industrial inspirado em organizações internacionais e adequado ao ecossistema brasileiro. Em seis anos de atuação, já beneficiou mais de 600 empresas dos mais variados segmentos, tanto no desenvolvimento de projetos, quanto em seu financiamento.