Page

Author admin

Experiência digital no isolamento deverá manter e-commerce aquecido nos próximos seis meses

A experiência digital vivenciada pelos consumidores durante o isolamentosocial deverá manter elevada a intenção de compra on-line nos próximos seis meses, conforme nova edição da pesquisa Consumer Sentiment Brasil, realizada pelo Boston Consulting Group (BCG). O estudo tambémidentifica tendências nos canais físicos, entre elas a resiliência do comércio de vizinhança, que se destaca entre seus concorrentes na pandemia por ser o único a não registrar retração de hábitos.

“As compras on-line vieram para ficar”, prevê Flávia Takey, sócia e líder da prática de Varejo do BCG no Brasil. Essa tendência se confirma em especial entre as famílias com médio e alto nível de renda, uma vez que parcelas da população da baixa renda devem apresentar maior dificuldade de acesso aos canais digitais. O desafio para esses canais, observa, é oferecer uma boa experiência de compras para fidelizar o cliente.

O estudo mostra também variação entre as diferentes classes sociais nos fatores de motivação para a escolha de canal. Segundo Flávia, os consumidores de todas as classes sociais estão muito preocupados em cortar gastos e, para evitar grandes deslocamentos, preferem canais próximos de casa. No entanto, as classes A, B e C estão também muito preocupadas com saúde, ao passo que as classes D e E estão priorizando muito menos este fator em razão da maior restrição de caixa. “É importante entender as motivações por trás das mudanças de comportamento para adequar a estratégia de cada canal”, orienta.

O otimismo do e-commerce, porém, não é percebido em alguns outros segmentos de varejo, que registram forte queda no consumo em meios físicos. Entre os setores mais afetados, está o de vestuário, que registrou queda de 82% nas vendas nos meses de março e abril. “Nesse segmento não vemos crescimento na intenção de compras nos próximos meses”, afirma. Farmácias, lojas de departamentos e de artigos eletrônicos, porém, podem se beneficiar no comércio on-line no médio prazo.

Categorias

A Consumer Sentiment Brasil revela também a intenção do brasileiro de aumentar seus gastos com alimentos frescos. Ao lado de produtos de limpeza e desinfetantes, essa categoria é a mais beneficiada no cenário de coronavírus, com crescimento de 38% na intenção de compra.

Por subcategoria, o maior crescimento é o de frutas, com expansão de 17 pontos percentuais em relação a dezembro de 2019, cenário pré-crise. A intenção, porém, não é consistente em todas as subcategorias; algumas verificam retração, como são os casos de carne bovina e alimentos orgânicos, com redução, respectivamente, de 8 e 21 pontos percentuais muito em função de itens de preço mais elevado.

De acordo com o sócio Daniel Azevedo, o estudo revela ainda uma maior preocupação do brasileiro em poupar e reduzir o comprometimento da renda com dívidas. Nesta rodada, 65,5% afirmaram estar inseguros com sua situação financeira. Além disso, o avanço da pandemia associado ao isolamento social sustentado e perspectiva de cenário recessivo afetou o sentimento das pessoas. Nas últimas semanas, os brasileiros demonstram maior tristeza e preocupação com a saúde e o emprego, embora mantenham a esperança em uma vacina. O sentimento de tristeza subiu 15 posições no ranking de palavras relacionadas ao coronavírus em comparação à primeira sondagem, informa Flávia Gemignani, líder do Centro de Insights para o Consumidor do BCG.

A Consumer Sentiment, que ouviu 1,3 mil consumidores entre 17 e 19 de abril, indica ainda um maior ceticismo do brasileiro em relação à crise, o que se reflete na intenção do consumidor de normalizar gastos dentro de três a quatro meses, embora a percepção seja de que a economia pode demorar um pouco mais para se recuperar. Para apenas 7% dos entrevistados a situação estará melhor nos próximos seis meses, índice que sobe para 11% no cenário de um ano e para 23% nos próximos dois anos.

Home office deve gerar mudanças em projetos de casas e escritórios

O home office era uma prática adotada por algumas empresas, às vezes de forma apenas experimental, e vista com cautela por outras. Porém, com a epidemia de coronavírus e a necessidade de quarentena, o trabalho remoto se transformou na única solução para a sobrevivência de muitos negócios, forçando quem não estava preparado a se adaptar.

Levantamento realizado pelo IBGE aponta que em 2018, 3,8 milhões de brasileiros trabalhavam dentro de casa, número que já era 21% maior que o registrado em 2017. Agora, de acordo com pesquisa da empresa de monitoramento de mercado Hibou, 6 em cada 10 brasileiros estão trabalhando em home office. E este número deve aumentar. A Fundação Getúlio Vargas projeta que o número de empresas que irá adotar o trabalho remoto após a pandemia deverá crescer 30%.

Para Douglas Enoki, gerente de arquitetura da IT’S Informov, esta é a hora de repensar o trabalho nas empresas. “Temos uma grande oportunidade em repensarmos nossos hábitos cotidianos. A situação atual colocou a todos nós uma imposição de trabalho que antes era flexibilizado por determinação de cada empresa. Havia muita discussão sobre como o home office afetaria a produtividade das pessoas. De certa forma, o que temos observado é que a produtividade aumentou”.

Diante do crescimento do trabalho remoto, os projetos de escritórios e espaços corporativos deve mudar. “Áreas colaborativas podem ganhar mais espaço, possibilitando que as pessoas se reúnam no escritório esporadicamente. Como consequência, as áreas de staff, as mesas fixas, podem sofrer uma redução”, acredita Douglas.

Neste cenário, apenas as pessoas cujo trabalho presencial seja imprescindível teriam mesas fixas no escritório. A maior parte do espaço seria ocupado por salas de reunião, áreas de descontração e descompressão, salas de leitura e descanso. Este formato se assemelha ao que já vem sendo feito há algum tempo por gigantes da tecnologia, como Google e Facebook.

Douglas alerta, porém, que estas mudanças dependem de cada empresa, do tipo de negócio e de sua política de trabalho. “Vale ressaltar que as empresas que investem em tecnologia focada neste tipo de colaboração remota são as que mais deverão alterar a forma de trabalho. Sem a tecnologia, a eficiência produtiva do colaborador em home office é muito baixa”, explica o arquiteto.

Nas casas, o impacto do home office também acontece. A tendência é que as pessoas passem a se preocupar cada vez mais com a criação de espaços adequados para o trabalho em suas residências. Isso inclui o estabelecimento de áreas dedicadas, com escrivaninhas, cadeiras e iluminação próprias, além de objetos decorativos e artigos que atendam os gostos de cada um.

“Trabalhar em condições precárias em casa pode resultar em perdas de atenção e foco na produtividade. Entendo que devemos investir cada vez mais nas casas no conforto do colaborador, com iluminação, acústica e isolamento bem pensados. Isso seassemelha ao que já está sendo aplicado nos escritórios, com conceitos como biofilia e neuroarquitetura, sempre pensando no bem-estar e na produtividade das pessoas”, resume o gerente de arquitetura da IT’S Informov.

Quando o assunto é agronegócio e TI, os investimentos continuam porque o setor não para de crescer

Por Luciano Steinbruch

Não há pandemia ou crise que abale o agronegócio no Brasil. Segundo dados do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), fundação pública federal vinculada ao Ministério da Economia, as principais commodities brasileiras deverão sofrer pouco impacto com a crise instaurada pelo Coronavírus. O PIB de 2020 deve fechar com alta de 3,8%. Em outros momentos de retração, nos quais vários setores econômicos seguiam instáveis, vimos este mesmo cenário. O que isso significa? O setor agro não para de crescer. 

E quando falamos em investimentos, a área de tecnologia é a que mais desponta neste mercado. Não é de hoje que a automação entrou no campo por meio de suas máquinas e equipamentos. Internet das Coisas, tratores autônomos, robótica, drones e dados para uma melhor tomada de decisão. Mas inovar apenas o campo não é o suficiente. O ecossistema agrícola precisa acompanhar essa inovação para que faça sentido esse salto tecnológico. Ora, se o setor investe em equipamentos de alto valor agregado, a rede de serviços e suprimentos precisam andar no mesmo passo.

A indústria que supre as necessidades do setor agro com serviços, por exemplo, tem que estar no mesmo passo de inovação. Veja, por exemplo, como se comporta o campo durante a safra. Os equipamentos agrícolas não podem ter paradas. Isso significa que tratores cada vez mais autônomos e digitais não podem contar com uma assistência analógica. Manutenção preventiva, parada programada, peças disponíveis just in time… tudo precisa operar como uma orquestra regida pela tecnologia. Isso significa oferecer o mínimo de intervenção possível. E como se atinge esse patamar? Com todo o ecossistema operando de forma digital.

Então, de fato, transformar os negócios digitalmente é o caminho da inovação? Para uma parcela significativa do alto escalão executivo, ela é um impulsionador. Numa pesquisa realizada neste último ano pela E-Consulting para saber como a Transformação Digital é aplicada nos negócios, 52% dos 203 CEOs ouvidos consideram que a inovação não depende da Transformação Digital, mas esta é um grande facilitador. Então, olhando para o cenário do agronegócio, o caminho é cada agente desse ecossistema buscar soluções para, cada vez mais, atender à demanda desta economia digital. O resultado são ganhos cada vez mais elevados e uma melhor sustentação econômica num setor que praticamente irá sustentar o PIB Nacional este ano.

Luciano Steinbruch, CEO da Focus IT, consultoria especializada em serviços SAP, suporte, sustentação e fornecimento de soluções complementares.

ACE promove webinars gratuitos para preparar empreendedores para o futuro pós-pandemia

Durante o mês de maio, a ACE, empresa de inovação, conhecida por ajudar empreendedores a transformarem suas startups em negócios de classe mundial, vai realizar gratuitamente uma série especial de webinars para auxiliar executivos e empresários a se organizarem e prepararem os seus negócios para o novo cenário econômico e social que irão enfrentar pós-pandemia.

Com transmissões ao vivo, a série ‘Novo Normal’ será composta por quatro episódios e irá receber para conversar com Pedro Waengertner, CEO e Co-fundador da ACE, convidados como: Alexandre Ostrowiecki, CEO da Multilaser; Pedro Englert, CEO da Startse; Lídia Abdalla, Presidente Executiva do Grupo Sabin; Claudia Elisa, Board Member da TOTVS e IBGC; Iuri Miranda, CEO do Burger King Brasil; e Richard Stad, CEO da Aramis.

O modelo de webinar pretende possibilitar conversas sobre como serão os novos modelos de trabalho, de atendimento aos clientes e modos de fazer negócios. Além de contar com espaço para interação do público com perguntas e comentários, via chat. As inscrições para participar do evento, podem ser realizadas no siteacestartups.com.br/eventos.

Webinar ACE | Série Novo Normal 

Programação completa:

07/05 às 17H

Convidados: Alexandre Ostrowiecki, CEO da Multilaser e Pedro Englert, CEO da Startse.

12/05 às 17H

Convidada: Lídia Abdalla, Presidente Executiva do Grupo Sabin.

14/05 às 17H

Convidada: Claudia Elisa, Board Member da TOTVS e IBGC, ex-CEO da FNAC.

19/05 às 17H
Convidados: Iuri Miranda, CEO do Burger King Brasil e Richard Stad, CEO da Aramis.

O futuro do banco digital na América Latina: 5 práticas que transformam o setor

A região da América Latina e do Caribe, conhecida por passar por uma das maiores transformações digitais do mundo, continua a equilibrar altos níveis de adoção digital e baixos níveis de inclusão financeira.

De acordo com novos dados de pesquisa encomendados pela Mastercard e conduzida pela Americas Market Intelligence, 55% dos consumidores da região têm uma conta bancária e mais da metade desses consumidores estão realizando suas transações bancárias online. Embora não seja surpreendente, essas estatísticas marcaram uma tendência real, pressionando os bancos a avançar para um modelo mais ágil, contínuo e digital. O estudo mais recente da Mastercard, “Banco Digital na América Latina”, descreve quatro tendências principais que estão impulsionando pagamentos futuros e fornece um roteiro de práticas recomendadas para alcançar essa transformação agora.

Existem quatro tendências principais que estão moldando pagamentos futuros mais relevantes do que nunca, uma vez que o COVID-19 impactou bastante a maneira como as pessoas interagem com suas instituições financeiras.

·• A primeira tendência destaca como os consumidores estão exigindo um melhor alinhamento com suas necessidades e valores. Em um mundo conectado digitalmente, isso se traduz em acesso eficiente e instantâneo a serviços financeiros.

·• A segunda tendência destaca uma incorporação atualizada e facilidade de uso geral. Mais do que nunca, os consumidores querem contas bancárias digitais 100% sem barreiras à entrada.

·• Melhor atendimento ao cliente é a terceira tendência, que está levando os bancos a implementar chatbots baseados em IA que ajudam a fornecer uma interação mais personalizada, mantendo os custos baixos.

·• Finalmente, a quarta tendência desafia os bancos a criar uma interface digital simples, como um aplicativo tudo em um, que simplifica a experiência bancária e os serviços digitais, como recargas de celulares, aplicativos de entrega de alimentos e outros.

“Como a pandemia global continua a impactar o setor financeiro e a vida dos consumidores na região da América Latina e Caribe, há uma necessidade real de parceiros bancários novos e tradicionais de apoiar melhor as comunidades em todos os lugares”, afirma Ana Paula Lapa, VP de Produtos Mastercard Brasil e Cone Sul. “Os bancos mais inovadores entendem que devem incorporar os valores com os quais os consumidores se identificam e criar uma experiência do usuário que reflita suas necessidades agora”, complementa.

Segundo a pesquisa, existem cinco práticas recomendadas que as instituições financeiras devem procurar ativar durante 2020 e além.

1) Expansão para além das operações bancárias: Os consumidores estão interagindo diretamente com as marcas mais do que nunca. Os bancos estão se movendo para além de serviços financeiros, entrando nos domínios do comércio, transporte e redes sociais. Como resultado, os bancos não podem mais operar em um silo. A corrida para um banco operar na velocidade de nossas vidas está em andamento e todos devem participar.

2) Aproveitar a inteligência artificial: Enquanto cada cliente quer se sentir especial, oferecer atendimento individual em um ambiente de baixo custo nem sempre é uma opção. Especialmente agora, em uma era de mudanças de pessoal nas instituições financeiras devido à pandemia do COVID-19, os bancos devem usar ferramentas como chatbots e assistentes virtuais para ajudar os clientes a navegar em sua experiência bancária.

3) Passar de Omnichannel para Unichannel: a tolerância de usar diferentes aplicativos e plataformas ao realizar transações está mais baixa do que nunca. Aplicativos bancários poderosos e abrangentes são tanto a tendência, como o objetivo.

4) Novas estratégias de monetização: pagar para efetuar um pagamento está ficando fora de moda. Como visto anteriormente, a pressão para reduzir as taxas bancárias é uma tendência poderosa em toda a região. Como alternativa, o fluxo de receita mais importante será a monetização dos dados do cliente. Embora ainda haja muito a ser feito para que isso aconteça com segurança, essa tendência certamente não desaparecerá no futuro próximo.

5) Fomentar a confiança do consumidor: Confiança e segurança continuarão sendo a base sobre a qual o setor bancário se baseia. Enquanto instituições financeiras tradicionais passaram décadas desenvolvendo a confiança do consumidor, os novos atores devem se concentrar em estratégias para acelerar o processo de construção de confiança na região.

Os bancos estão mudando quem e o que são à medida que evoluem de instituições físicas para parceiros ágeis e digitais para os consumidores. No entanto, o vencedor final é o consumidor que, com essa experiência, pode esperar receber um conjunto de serviços bancários mais flexível, transparente e acessível.

Abstartups promove CASE Studio com webinars gratuitos

Buscando ajudar empreendedores a se adaptarem ao mundo 100% digital, a Associação Brasileira de Startups (Abstartups), entidade sem fins lucrativos que representa o ecossistema brasileiro de startups, anuncia o lançamento da 2ª edição do CASE Studio, uma versão 100% online e gratuita da Conferência Anual de Startups e Empreendedorismo (CASE).

Entre 11 e 25 de maio, os participantes poderão consumir informações sobre empreendedorismo, mercado de eventos, marketing digital, vendas e customer success, compartilhadas por meio de painéis ao vivo, com especialistas do mercado de startups. Ao todo serão cinco encontros, que contarão com 12 especialistas de diferentes setores reunidos para compartilhar seus conhecimentos e percepções sobre o cenário atual e as mudanças para o futuro.

Entre os palestrantes, estão o presidente da Abstartups, Amure Pinho; a coordenadora de estratégias e conteúdo da Resultados Digitais, Carolina Lima; a fundadora do Instituto Cliente Feliz e co-fundadora doReclameAqui, Gisele de Paula; o diretor da Resultados Digitais, Denis Braguini e o sócio-diretor da M-S Live, Mário Sergio.

Para mais informações e cadastro, acesse: http://case.abstartups.com.br/case-studio/

Linx monta ‘war room virtual’ para ajudar varejistas nas vendas de Dia das Mães

A Linx, líder e especialista em tecnologia para o varejo, montará uma operação especial para prestar suporte a lojistas que pretendem faturar com o Dia das Mães, mesmo com o cenário desafiador enfrentado pela economia diante da crise da Covid-19. Na quinta e na sexta-feira, profissionais da empresa estarão à disposição para ajudar clientes que apresentarem instabilidade em seus sistemas no período que antecede a data comemorativa.

O atendimento será prestado por meio de duas salas virtuais: ‘Linx’ e ‘Microvix’, que concentram as demandas relacionadas aos principais softwares da empresa para lojas de vestuário, cosméticos e acessórios. A dinâmica consistirá em receber o pedido de suporte por meio desses ambientes e direcionar o cliente para uma conversa privada, também à distância, para que o apoio técnico seja feito da melhor maneira possível.

Atualmente, a Linx é o parceiro tecnológico de mais de 20 mil clientes que atuam em shopping centers de todo o Brasil. Com essa operação especial, a empresa fará um atendimento imediato a varejistas que precisarem de suporte para corrigir qualquer desvio de rota que possa surgir por causa da demanda na data especial. Em dias normais, o processo de atendimento é iniciado por telefone ou chat. Neste caso, o serviço será prestado por videoconferência, usando tecnologias de conexão, acelerando o diagnóstico do problema e a resolução, além de personalizar mais o contato.

“Para garantir que nossos clientes tirem o melhor proveito das vendas de Dia das Mães, faremos contato proativo com milhares de varejistas para checar se a operação está funcionando normalmente. Além disso, disponibilizaremos times das áreas de Suporte, Pesquisa & Desenvolvimento, Comercial, Serviços, além dos diretores de segmentos e vice-presidentes”, explica Gilsinei Hansen, vice-presidente da Linx Core.

War room virtual

Nas principais datas comemorativas, a Linx organiza um esquema especial para prestar suporte local aos principais shopping centers do Brasil para ajudar lojistas a resolverem qualquer barreira tecnológica que possa dificultar suas vendas em períodos especiais, como Dia das Mães, Natal, Black Friday e Dias dos Namorados. No entanto, será a primeira vez que a companhia fará esta operação de forma totalmente remota.

Por causa do distanciamento social provocado pela pandemia do coronavírus, a maioria dos shopping centers está com acesso restrito ao público e, por isso, lojas estão realizando entregas em domicílio ou conectando seus estoques a marketplaces, como Rappi, Magalu, Mercado Livre e B2W. “Mesmo assim, sabemos que nossa ajuda será essencial aos nossos clientes, já que o Dia das Mães representa um período oportuno e de possível pico de vendas”, conclui Hansen.

SAP NOW Brasil: edição 2020 será digital e ainda mais interativa

A SAP Brasil confirma a realização da edição do SAP NOW Brasil no mês de setembro, reforçando o seu compromisso com clientes e parceiros. Seguindo a estratégia global da SAP, baseada nas recomendações dos órgãos oficiais de gestão e de saúde e em atenção ao bem-estar de todos os profissionais envolvidos na realização do evento e participantes, a edição 2020 do segundo maior evento da companhia no mundo será inteiramente online, apoiada nas melhores tecnologias, para promover uma experiência imersiva e baseada em muita troca de conhecimento.

A SAP Brasil está estruturando a transformação digital do evento para manter o mesmo patamar de qualidade estabelecido nos últimos anos, alinhado com o SAPPHIRE NOW Reimagined. Em breve serão anunciados mais detalhes, mas, de acordo com a área de Marketing da SAP, o novo formato puramente digital permitirá entregar uma experiência muito mais acessível,  com grande interação e engajamento entre todos os clientes e parceiros.

“Com a mudança para o formato digital, aumentamos nossa cobertura e alcance para todo território nacional e, verdadeiramente, poderemos atingir todos os cantos do país, oferecendo uma experiência excepcional, mostrando os objetivos, estratégias e propósito da SAP. Será um evento imersivo, com muita troca de informações, showcases e com a participação de todo o ecossistema SAP unido para oferecer uma edição surpreendente”, explica Fernando Migrone, vice-presidente de Marketing da SAP Brasil.

Cristina Palmaka, presidente da SAP Brasil, reforça que os meses de março e abril já mostraram que a tecnologia é a principal aliada das empresas para lidar com situações adversas. “Durante as semanas de isolamento ficou claro que a maturidade digital é um fator decisivo para que as empresas sigam com seus negócios, mesmo em situações de crise. Ainda que o cenário seja mais crítico para alguns setores, a inteligência dos negócios está cada vez mais apoiada em dados, e no SAP NOW Brasil vamos mostrar como as soluções SAP transformam empresas em negócios inteligentes em um momento importante de retomada  da economia”, destaca.

O evento físico, como realizado há 25 anos e com grande relevância no mundo da tecnologia, retomará o seu formato tradicional em 2021, em data a definir.

Tags, , ,

FGV EAESP: 56% dos brasileiros têm dificuldade alta ou moderada de equilibrar as atividades profissionais e pessoais durante o isolamento social

O Centro de Inovação da Escola de Administração de Empresas de São Paulo da Fundação Getulio Vargas (FGVin) fez uma pesquisa sobre o home office durante o isolamento social para conter a Covid-19. Entre os resultados, 56% dos entrevistados afirmaram que encontraram muita dificuldade oudificuldade moderada em equilibrar as atividades profissionais e pessoais. O levantamento constatou ainda quepara 45,8% houve aumento da carga de trabalho após o isolamento. Enquanto 31% mantiveram a mesma cargae 23% dos respondentes afirmaram que diminuíram.

O aumento da carga de trabalho está diretamente relacionado à faixa salarial, segundo ao levantamento. Para 52,8% dos respondentes que recebem acima de 15 salários mínimos, houve esse aumento de demanda. Enquanto para mais da metade (51,5%) dos que recebem menos de três salários mínimos houve queda nohorário de expediente.

O levantamento revela ainda que a capacidade de concentração tem relação direta com a questão da estabilidade no emprego. A maioria dos respondentes (45,8%) afirmou não estar confiante de que permaneceráempregada nos próximos 12 meses e tem mais dificuldade de manter o foco no seu cotidiano. Entre aqueles que não estão confiantes, mas também não desconfiam que permanecerão empregados, o índice é de 30,9%. Já os que confiam que estarão empregados, o número é de 34%.

Em relação à Geração, o trabalho remoto também possui distintos impactos. Por mais que os Baby Boomers (nascidos entre 1940 e 1960) não sejam nativos digitais, a pesquisa indicou que essa geração é a que está lidando melhor com o trabalho no isolamento social. Os respondentes da Geração X (nascidos entre 1960 e 1980) e Geração Y (nascidos entre 1980 e 1995) indicaram o mesmo padrão de dificuldade em relação aos desafios do trabalho remoto. Por fim, a Geração Z (nascidos entre 1995 e 2010) é a que mais está sofrendo com as mudanças exigidas pelas circunstâncias atuais.

Outro fator que influi na produtividade no período de trabalho em home office é o porte da empresa em que os entrevistados atuam. Para 49,6% dos funcionários de multinacionais, manter a produtividade tem sido fácil. Uma possível explicação para o resultado é que empresas multinacionais costumam ter processos de trabalho mais definidos e constantes. Quando se trabalha em empresas nacionais, manter a produtividade tem sido fácil para 42,7% dos respondentes. Já para aqueles que atuam especificamente em startups, 32,5% consideraram tranquilo. O que pode explicar esta diferença é o fato de que o trabalho realizado pelos funcionários de startups é mais suscetível a alterações repentinas de escopo, o que pode ser amplificado em um momento de instabilidade econômica.

A pesquisa é uma iniciativa do FGVin com o apoio da Liga Ventures – Aceleradora Corporativa. A coleta de dados foi realizada entre os dias 13/04 e 27/04 e teve um total de 464 respondentes.

Ipea divulga Índice de Custos de Tecnologia da Informação, utilizado como indexador nos contratos da Administração Pública

O Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) divulga mensalmente, desde 2018, o Índice de Custos de Tecnologia da Informação (ICTI). Ele é aplicado paracorrigir, a partir de 2020, os valores dos contratos de serviços e soluções de tecnologia pelos órgãos que fazem parte do Sistema de Administração dos Recursos de Tecnologia da Informação (Sisp) do Poder Executivo Federal.

O cálculo do ICTI é relevante porque custos efetivos na área de TI podem evoluir de forma distinta da média dos preços na economia, captada pelos índices gerais. E o reajuste de valores contratuais do governo federal com base nesses índices gerais pode configurar prejuízos indevidos ao erário ou às empresas fornecedoras de serviços de TI, causando distorções indesejáveis nas contas públicas e na economia do país.

Os dados divulgados nesta quarta-feira, 06, mostram que o índice teve alta de 0,73% em março de 2020, na comparação com o mês anterior – ou seja, 0,34 ponto percentual acima da taxa registrada em fevereiro. Frente ao mesmo mês de 2019, o índice apontou estabilidade. Com a incorporação desse resultado, o ICTI acumulou uma variação de 5,7% nos doze meses encerrados em março, patamar acima do Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

O levantamento mostrou que, na desagregação pelos oito grupos que compõem o ICTI, a maior contribuição para o avanço no acumulado em doze meses veio do segmento de despesas com pessoal, cuja alta de 8,54% foi responsável por aproximadamente 70% da variação total apresentada pelo índice.

Acesse a íntegra do indicador

Sua empresa está preparada para tecnologias emergentes?

Se a transformação digital não é mais um diferenciador entre empresas, as tecnologias emergentes (Inteligência Artificial (IA), Aprendizado de Máquina, Internet das Coisas (IoT), Blockchain, Assistentes Virtuais, Realidades Aumentadas e Virtual) são os novos “must have” dos negócios. Em um mundo em que os resultados devem chegar rapidamente, uma vez que os recursos financeiros não são infinitos e, portanto, devem ser bem investidos, essas soluções são usadas para obter informações dos clientes, alterar estratégias e ir além na modelagem a uma rotina de trabalho que traz lucros para as empresas.

Nesse cenário, ser digital não é mais suficiente. É necessário navegar na onda de tecnologias emergentes como forma de personalizar a experiência do cliente e atrair cada vez mais valor para a marca. Por esse motivo, o estudo “Tecnologias emergentes: a vantagem competitiva para finanças e operações” *, realizado pela Oracle em 2020, mostra como as áreas de finanças e operações estão lidando com investimentos nessas soluções. Para se ter uma ideia, 58% das 700 empresas entrevistadas usam tecnologias emergentes e tiveram um crescimento de 58% na receita. Outros destaques incluem:

• 80% das organizações na América Latina usam pelo menos uma tecnologia emergente;

• 91% de todos os entrevistados acreditam que o SaaS é um facilitador para a adoção de tecnologias emergentes;

• Uso da IA: 83% das empresas concordam que, nos próximos cinco anos, os processos financeiros serão totalmente automatizados com a IA;

• 74% das empresas dizem que as informações financeiras devem se concentrar no uso da automação inteligente após mudanças regulatórias globais;

• 92% dos entrevistados veem que os aplicativos financeiros SaaS são facilitadores para a adoção de tecnologias emergentes;

• Os usuários de IA nos sistemas financeiros relatam que viram melhorias significativas: 33% mais produtividade e 37% de redução de erros.

• 4 dias é o número de dias que as empresas conseguiram reduzir em seus processos de fechamento financeiro.

• Melhorias no ROI (retorno do investimento) com a IoT: 88% das organizações que aproveitam o uso de dados com essa inovação em seus sistemas financeiros estão atendendo ou excedendo as expectativas de retorno do investimento.

• As empresas que adotam mais agressivamente essas tecnologias (para uso em finanças e operações) aumentaram seus lucros anuais em 80%.

• 72% das empresas que usam IA têm uma melhor compreensão do desempenho de seus negócios

• 61% das empresas relatam que o uso da IA ​​reduziu o horário de trabalho para concluir tarefas.

• 63% das empresas acreditam que o uso de assistentes digitais pode ajudar a reduzir custos administrativos.

• IA e aumento da produção: 76% das empresas mencionam maior produção de funcionários com o uso de IA no gerenciamento da cadeia de suprimentos.

• 78% das empresas dizem que o blockchain ajuda a reduzir a fraude na cadeia de suprimentos em mais de 50% ou mais em 5 anos.

O caminho das pedras 

Para alcançar esses resultados, não basta investir em tecnologias, mas seguir algumas etapas com um planejamento integrado de operações. A modernização do sistema crítico e a migração para o SaaS é o primeiro ponto, pois será possível ter maior escalabilidade e visão de negócios em tempo real. A adoção de soluções predefinidas com tecnologias emergentes ajuda a economizar tempo na implementação e, às vezes, no investimento.

Por outro lado, um projeto piloto com um objetivo mensurável é essencial para fazer melhorias internas e facilitar a medição do sucesso. A recompensa também tende a ser maior, especialmente em termos de capital humano.

Finalmente: saia da sua zona de conforto. Bons resultados são acompanhados por mentes que exploram comoessas tecnologias emergentes podem melhorar o desempenho da empresa. Além das melhorias corporativas, as tecnologias emergentes oferecem oportunidades de treinamento. No final, a mudança será de 360 ​​graus,com lucros para empresas e funcionários.

Sobre a pesquisa: 

O estudo conduzido pela Oracle e ESG foi realizado por meio de uma pesquisa on-line de gerentes e executivos nas áreas financeira e operacional dos EUA. EUA, Canadá, Reino Unido, Alemanha, França, Holanda, ArábiaSaudita, Emirados Árabes Unidos, Austrália, Índia, Cingapura, Brasil e México – 14% dos quais são latino-americanos. No total, foram ouvidos 700 entrevistados, usuários freqüentes de ERP, EPM ou SCM. Para maisinformações, visite o site .

Conta Azul promove cursos gratuitos e online para empreendedores superarem a crise

A Conta Azul, fintech de gestão B2B mais inovadora do Brasil, com apenas 15 dias do movimento #pequenagrande já conseguiu impactar 4.700 empreendedores. A inscrições permanecem abertas para cursos que são online e 100% gratuitos e tem como objetivo capacitar e donos de negócios e contadores para enfrentarem a crise e saírem mais forte.

A ação faz parte do movimento #pequenagrande lançado pela fintech para minimizar os impactos nas pequenas empresas e nas empresas contábeis durante a crise provocada pela pandemia da Covid-19. O movimento destaca a importância da pequena empresa para o Brasil e conta com o apoio da Endeavor Brasil, Fenacon e Sustentare.

As aulas práticas são online e divididas por módulos, com temáticas que abordam a importância do fluxo de caixa, redução de custos, empréstimos, linhas de créditos e oportunidades de mercado. Os cursos exclusivos para o profissional contábil, peça fundamental nesse momento para as empresas, irão abordar temas como migração para contabilidade digital, redução de custos do escritório contábil e mudança de mindset.

Para Vinícius Roveda, CEO da Conta Azul, o objetivo no momento é auxiliar os donos de negócios diante de um cenário de incertezas. “Disseminar conteúdo de qualidade com ações práticas e soluções rápidas que podem salvar uma empresa é a nossa responsabilidade neste momento”, ressalta Vinícius.

Além dos cursos, a iniciativa da Conta Azul também disponibilizou o Guia “Saúde do caixa da pequena empresa na maior crise que o mundo já viu”. O material tem formato de “auto-consultoria” com soluções rápidas, práticas e de curto prazo.

Para conferir a lista completa dos cursos e realizar a inscrição basta acessar o site www.pequenagrande.com.br e fazer o cadastro.