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Cogna reduz emissões de gases de efeito estufa com o uso de fontes renováveis de energia

A Cogna,uma das principais organizações educacionais do mundo, divulgou seu primeiro Inventário de Gases de Efeito Estufa (GEE). O levantamento identificou que a companhia conseguiu reduzir em 18% suas emissões totais como resultado da estratégia de optar e investir em fontes renováveis de energia. A publicação, que cobre o período de 1° de janeiro a 31 de dezembro de 2021, mapeou as principais fontes emissoras e considerou dois escopos: emissões diretas e consumo de energia elétrica. Com base neste inventário, a Cogna poderá dar sequência ao seu plano de metas sustentáveis para quantificar e organizar suas emissões de forma correta e assumir compromissos para reduzir seu impacto ambiental.

O levantamento foi realizado de acordo com a metodologia GHG Protocol (protocolo de gases estufa, em tradução livre da sigla em inglês), a mais adotada no mundo para esse fim. Esta metodologia de cálculo de emissões de GEE segue as normas da International Organization for Standardization (ISO) e está alinhada com os modelos de quantificação (para emissões e remoções de GEE) do Painel Intergovernamental sobre Mudança Climática (IPCC). Foram consideradas as emissões das 4 unidades corporativas, 3 centros de distribuição, frotas e 124 unidades de ensino superior, as quais incluem salas de aula, laboratórios e fazendas escolas, com atividades agrícolas e pecuárias, sendo considerados insumos agrícolas, emissões relacionadas aos animais e operações mecanizadas.

“Atuar promovendo o equilíbrio entre pessoas e natureza é um dos três pilares dos Compromissos Cogna por um Mundo Melhor, em que definimos metas para avançarmos na eficiência energética, aprimorar a gestão das emissões de gases de efeito estufa (GEE) e ampliar os esforços em educação ambiental”, explica Juliano Griebeler, sócio e diretor de Relações Institucionais e Sustentabilidade da Cogna. “Mensurar nossas emissões e atuar para compensá-las faz parte de um programa de ações ambientais que incluem o incentivo a projetos socioambientais no ensino superior alinhados aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) e a geração do conhecimento na temática ambiental para os nossos públicos de relacionamento”, completa.

A Cogna consolidou diversas iniciativas relacionadas aos aspectos ambiental, social e de governança (ESG, na sigla em inglês) que apontam caminhos a serem trilhados nos próximos anos além de demonstrar os resultados dos investimentos realizados nos últimos anos. A importância da agenda ESG na estratégia da companhia e a maturidade do tema se consolidaram nos Compromissos Cogna por um Mundo Melhor, um manifesto público fruto da reflexão sobre desafios e oportunidades. Ao todo, são 14 objetivos, com metas de atingimento entre 2022 e 2025, em três pilares: Equilíbrio entre Pessoas e Natureza; Educação, Diversidade e Direitos Humanos; e Governança e Integridade. “A partir desse diagnóstico, que por sinal apresenta uma emissão relativamente baixa considerando a modalidade de nosso negócio a Cogna reafirma a sua estratégia de gestão corporativa de emissões de GEE que direcionem as atividades da companhia para um cenário de baixo carbono. Nosso próximo passo agora é evoluir nas ações de compensação e redução, diante do que diagnóstico realizado”, avalia Marina Pequeneza de Moraes, Gerente de Sustentabilidade da Cogna.

No pilar de equilíbrio entre pessoas e natureza há metas para avanços na eficiência energética, aprimoramento da gestão das emissões de gases de efeito estufa (GEE) e ampliação dos esforços em educação ambiental, atuando diretamente na formação de profissionais capacitados, incentivando projetos socioambientais. Em 2022, a Cogna já implementou vários projetos nas mais diversas regiões, como: instalação de módulos geradores de energia solar fotovoltaica na Faculdade Pitágoras Eunápolis (BA), com 152 painéis com capacidade equivalente a 83.6 KWp que totalizam 550 KWp de potência; instalação do sistema de energia solar na unidade Anhanguera Jaú (SP), que prevê uma economia de até R$ 83 mil reais por ano na conta de luz;  troca das lâmpadas de vapor metálico pela tecnologia em LED abastecida pela luz do Sol nas luminárias externas nas instituições localizadas em Paragominas (PA) e em Taubaté (SP),  captação de águas da chuva para realizar a limpeza das áreas comuns e das irrigações do campus da Faculdade Anhanguera Jundiaí (SP) e da Unopar Piza (PR), entre outros.  O objetivo é ter, até 2025, 90% da energia consumida em toda a operação proveniente de fontes renováveis.