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TOTVS anuncia solução gratuita de teleatendimento médico

A TOTVS, maior empresa de tecnologia do Brasil, lança recurso de teleconsultapara clínicas e consultórios. A solução nasce diante da necessidade de orientação médica a distância, atualmente ainda maior considerando o cenário de isolamento social decorrente da pandemia de Covid-19. A novidade está disponível para clientes da solução Eleve Saúde – linha Personal Med, sistema de gestão médica oferecido pela companhia.

“O Conselho Federal de Medicina autorizou o teleatendimento no final de março para flexibilizar as consultas médicas nesse período, então, decidimos acelerar. Queremos apoiar milhares de médicos a manter pacientes, principalmente aqueles enquadrados no grupo de risco, que necessitam permanecer protegidos em casa, além de ajudar a desafogar o sistema de saúde”, destaca Ramon Silva, diretor de micro e pequenos negócios da TOTVS.

Com o novo recurso, é possível apontar durante o agendamento da consulta se o atendimento será presencial ou remoto e, no caso da segunda opção, gerar automaticamente um link para o teleatendimento. Simultaneamente, o paciente recebe um e-mail com todos os dados e instruções para se conectar àteleconsulta.

A consulta acontece em um ambiente digital e seguro, sem a necessidade de fazer o download de nenhuma aplicação, facilitando ainda mais a comunicação entre médico e paciente. Além disso, está em conformidade com a Portaria 467 do Ministério da Saúde. “Vale destacar que o ambiente é totalmente seguro e garante a privacidade necessária para a realização do atendimento clínico”, complementa Ramon.

Webinar “Você sabe o que é Telemedicina e como funciona no Brasil?” 

No próximo dia 07 de maio, a TOTVS realiza o webinar “Você sabe o que é Telemedicina e como funciona no Brasil?”, com Dr. Nicolau Damico, diretor da Clinitha Medicina Integrada, Dr. Antonio Carlos Endrigo, diretor de tecnologia da informação da Associação Paulista de Medicina, além de dois especialistas da TOTVS, para debater a importância da telemedicina e como a funcionalidade foi disponibilizada para os clientes Eleve Saúde – linha Personal Med.

Faça sua inscrição clicando aqui , ou acessando: http://register.gotowebinar.com/register/8201224652697341195

Saiba como declarar investimentos no Imposto de Renda 2020

Em 2019, dobrou o número de brasileiros que investiram em ações, passandode 813 mil para 1.6 milhão, segundo dados da B3. E agora, com a temporada de Imposto de Renda, é a hora de declarar os investimentos. Para esclarecer as dúvidas mais comuns do contribuinte investidor, a IOB, marca referência nas áreas contábil, fiscal, tributária e trabalhista, preparou algumas orientações.

Vale ressaltar que todos os investimentos devem ser informados na Declaração de Imposto de Renda da Pessoa Física na ficha “Bens e Direitos”, na linha correspondente, desde que estejam dentro da obrigatoriedade disposta pela Receita Federal do Brasil.

Lembrando que a Receita Federal não alterou a liberação dos lotes de restituição. Portanto, quem enviar antes do prazo limite, será restituído primeiro. Além disso, quem já declarou e está preocupado com a data da restituição, pode ficar tranquilo. No programa da receita, é possível visualizar se a declaração já foi processada e em qual lote sua restituição será paga.

O que declarar? 

Cada investimento que o contribuinte tinha em carteira no ano de 2019 deve ser informado, embora alguns ganhos sejam isentos. Já o dinheiro na conta poupança, investimentos no exterior, fundos de investimentos, títulos de renda fixa, fundos imobiliários e até valores em bitcoins (criptomoedas), devem ser inseridos em fichas específicas da declaração. Ou seja, qualquer investimento deve ser informado, mesmo que não gere pagamento de impostos.

Para alguns investimentos como LCI (Letra de Crédito Imobiliário), LCA (Letra de Crédito no Agronegócio) e Debêntures Incentivadas a cobrança de imposto é isenta – colaborado para a rentabilidade do contribuinte.

Como declarar meu investimento? 

A ficha de “Bens e Direitos” é própria para a declaração de investimentos. Porém, cada código indica uma opção de investimento diferente e o saldo obrigatório, como, por exemplo, o “Código 41” para a Caderneta de Poupança e o “Código 73” para Fundos de Investimentos Imobiliários.

Nos casos específicos de ouro, ativo financeiro, mercados futuros, atente-se que no campo “Discriminação” devem ser informados além dos dados da instituição financeira, a quantidade de gramas, série das opções e data de vencimento.

Para entender melhor os saldos obrigatórios, a IOB preparou uma tabela com as aplicações e investimentos, com seus respectivos valores a serem declarados.

Com base na tabela acima, preenchendo a ficha “Bens e Direitos” da declaração indique a linha correspondente ao tipo de aplicação ou investimento. No campo “Discriminação”, informe os dados da instituição financeira, número da conta, se for o caso. Se for conjunta, coloque o nome e número de CPF do cotitular/ CNPJ da pessoa jurídica emissora. Na área “Situação em 31/12/2019 (R﹩)” informe o saldo existente até essa data, conforme o comprovante fornecido pela instituição financeira.

Já para informar rendimentos em fundos, no espaço “Discriminação” deve constar a administradora, quantidade de quotas, e, se a conta for conjunta, nome e número de inscrição no CPF do cotitular / CNPJ do fundo.

“O brasileiro está investindo cada vez mais, é importante lembrar a necessidade de informar esses rendimentos na Declaração do Imposto de Renda Pessoa Física, se atentando ao código referente às suas aplicações e investimentos. Preencher com atenção assegura que contribuinte não caia na malha fina ou precise pagar alguma multa”, afirma Valdir Amorim, coordenador de impostos da IOB.

Para mais informações sobre a Declaração do Imposto de Renda, acesse o site da IOB (http://info.iob.com.br/dirpf2020/)

Zoom seleciona Oracle como provedor de infraestrutura em nuvem para seu principal serviço de reunião online

Hoje a Oracle anunciou que a Zoom Vídeo Communications, Inc. passa a ter Oracle Cloud Infrastructure para apoiar seu crescimento e a evolução dos seus negócios, à medida que a empresa de comunicação corporativa por vídeo continua inovando e fornecendo um serviço essencial para uma extensa base de clientes.

“Recentemente, experimentamos o crescimento mais significativo que nossos negócios já viram, exigindo um grande aumento em nossa capacidade de serviços. Exploramos várias plataformas e Oracle Cloud Infrastructure foi fundamental para nos ajudar a escalar rapidamente e atender às necessidades de nossos novos usuários”, disse Eric S. Yuan, CEO da Zoom. “Escolhemos Oracle Cloud Infrastructure devido à sua segurança líder no setor, excelente desempenho e nível de suporte incomparável”.

Para atender à crescente demanda por seus serviços, incluindo um aumento repentino de 300 milhões de participantes diários, a ferramenta precisava rapidamente de capacidade adicional na nuvem. Com isso, a Zoom selecionou o Oracle Cloud Infrastructure por suas vantagens em desempenho, escalabilidade, confiabilidade e segurança superior na nuvem. Horas depois da implantação, o Oracle Cloud Infrastructure deu suporte a centenas de milhares de participantes simultâneos da reunião. Depois de alcançar a produção total, o Zoom agora permite milhões de participantes simultâneos da reunião no Oracle Cloud Infrastructure. A infraestrutura de nuvem de segunda geração da Oracle ajudará a escala do Zoom a continuar fornecendo serviços impecáveis ​​à sua base de clientes, a se adaptar às demandas em mudança e a liderar o setor de comunicações por vídeo.

“As comunicações por vídeo tornaram-se parte essencial de nossas vidas profissionais e pessoais, e a Zoom liderou a inovação desse setor”, disse Safra Catz, CEO da Oracle. “Estamos orgulhosos de trabalhar com o Zoom, tanto como provedor de infraestrutura em nuvem quanto como cliente, enquanto eles crescem e continuam conectando negócios, pessoas e governos em todo o mundo”.

A Oracle está posicionada de forma única para permitir a rápida expansão da Zoom e a inovadora plataforma de comunicação por vídeo, devido à sua arquitetura de rede, capacidade e localização do data center. O Zoom já está transferindo mais de sete petabytes pelos servidores Oracle Cloud Infrastructure por dia, o equivalente a 93 anos de vídeo em HD. A infraestrutura em nuvem de segunda geração da Oracle, combinada com a experiência em segurança, oferecerá suporte ao Zoom, proporcionando uma experiência de comunicação por vídeo pronta para a empresa.

Como a pandemia poderá interferir na folha de pagamento

Todos os meses empresas e empresários precisam estar atentos à elaboração do cálculo da folha de pagamento. Porém neste período de pandemia pela COVID-19, principalmente os profissionais de RH, têm uma árdua tarefa para lidar com todas as mudanças da folha de pagamento. A redução de salário, suspensão de contratos, prorrogação da CPP, do FGTS e da redução do sistema S são os fatores consequentes do isolamento que altera o balanço empresarial.

Na tentativa de reduzir os impactos da crise econômica gerada pela pandemia do coronavírus, as empresas têm adotado as medidas provisórias para preservar os empregos dos funcionários, bem como todos os direitos que cabem a eles, como por exemplo, o plano de saúde.

Para o vice-presidente da Asserttem e presidente do Grupo Employer, Marcos de Abreu, a recomendação é que as empresas façam o planejamento utilizando as medidas provisórias para sobreviver nos tempos de crise ” O ideal é que calculem a porcentagem de reajuste, façam os devidos acordos e que organizarem mensalmente os fluxos financeiros e de recursos humanos para que o impacto da pandemia não seja tão surpreendente”, explica.

O governo brasileiro aprovou a MP (Medida Provisória) 936 que permite legalmente que as empresas realizem acordos individuais diretamente com seus empregados, sem a anuência ou interferência direta do sindicato, no intuito de reduzir a jornada de trabalho e, consequentemente o salário, ou realizar a suspensão do contrato de trabalho por período determinado.

“As medidas são fundamentais para amenizar o impacto da redução de demandas, do cancelamento de encomendas e da queda de faturamento que as indústrias vêm passando. A Employer adaptou-se a nova medida o que consequentemente auxilia os empresários com o cálculo da folha de pagamento “, ressalta Abreu.

Covid-19: Bloomberg lança ferramenta de mapeamento para rastrear exposição ao vírus

A Bloomberg desenvolveu uma ferramenta de mapeamento, MAP VIRUS, para ajudar a rastrear a pandemia de Covid-19. Usando o MAP VIRUS, os analistas de pesquisa podem quantificar melhor o impacto do vírus e obter ideias que eles podem transmitir aos gestores de portfólio ou traders, para ajudá-los a entender o impacto da pandemia nas empresas.

Essa nova ferramenta de mapeamento faz parte da solução {MAP } da Bloomberg, disponível no Terminal Bloomberg. O MAP exibe informações de acordo com o contexto espacial e a orientação, ajudando os analistas a responder perguntas relacionadas à localização e permitindo a solução de problemas espaciais.

O MAP VIRUS extrai dados de diversas fontes, como a Universidade John Hopkins, Organização Mundial da Saúde, agências de notícias, informações de empresas públicas e sites do governo. Os dados estão disponíveis para o Brasil e o México, além de outros países da América Latina.

“Quer os dados venham da Bloomberg ou de outras fontes, podemos incorporá-los ao Terminal Bloomberg e ajudar os usuários a visualizar a correlação entre diversos conjuntos de dados no contexto de um local. É mais fácil identificar tendências e obter percepções quando você visualiza essas sobreposições em um mapa. Registramos o maior uso de {MAP } nos primeiros três meses de 2020 desde o seu lançamento em 2016 “, disse Bobby Shackelton, chefe de aplicativos e dados geoespaciais da Bloomberg.

Os usuários do Terminal Bloomberg podem procurar empresas ou grupos específicos de empresas, obtendo informações sobre seus ativos físicos (como fábricas, lojas de varejo e ativos de energia), uma lista com curadoria de notícias relacionadas ao Coronavírus mencionando determinada empresa ou setor, desempenho de mercado e dados indexados. Por exemplo, um analista pode medir a exposição de uma empresa observando o impacto em sua cadeia de suprimentos se uma grande proporção de suas fábricas e força de trabalho estiver localizada nos EUA, a fonte da pandemia e onde as medidas de bloqueio econômico e social foram implementadas pela primeira vez.

Os usuários também têm a opção de filtrar os dados colocando-os em conjuntos de dados alternativos, como tráfego de carros ou movimentos marítimos. Eles também podem realizar análises de séries temporais, pois a ferramenta inclui o histórico completo do surto de Coronavírus. Os analistas podem clicar em uma data específica da série cronológica para visualizar as estatísticas desse dia, que são refletidas na visualização do mapa.

Aplicativos de mensagens são principal canal utilizado por empresas para vendas on-line no Brasil, aponta Cetic.br

Em 2019, 57% das empresas venderam pela Internet, com destaque para os setores da indústria, comércio, informação e comunicação, alojamento e alimentação. A maior parte das empresas utilizou aplicativos de mensagens como WhatsApp, Skype ou chat do Facebook (42%) para intermediar as transações. Outros meios utilizados para a transação foram e-mail (39%), redes sociais (20%), website da empresa (16%) e plataformas de venda (14%). Os resultados integram a pesquisa TIEmpresa2019, divulgada nesta terça-feira (28) pelo Comitê Gestor da Internet no Brasil (CGI.br) por meio do Centro Regional de Estudos para o Desenvolvimento da Sociedade da Informação (Cetic.br) do Núcleo de Informação e Coordenação do Ponto BR (NIC.br).

A TIC Empresas aponta ainda que, em 2019, 70% das empresas brasileiras compraram pela Internet, o maior percentual verificado na série histórica da pesquisa. “O comércio eletrônico tem sido uma das principais formas de participação das empresas brasileiras na economia digital. Os dados da pesquisa oferecem uma ampla radiografia de como os diversos setores econômicos estão preparados para a digitalização de suas atividadesde negócios, o que tem se mostrado fundamental neste momento em que medidas de isolamento social estão sendo adotadas em várias partes do Brasil”, ressalta Alexandre Barbosa, gerente do Cetic.br.

A pesquisa mostra ainda diferenças no comércio eletrônico por porte e setor. Os mercados de atuação em que amaioria das transações se deram entre empresas (B2B), como indústria e construção, usaram boleto ou débitoon-line/transferência bancária como forma de pagamento mais frequente. Setores que atuaram principalmentecom pessoas físicas (B2C), como comércio, alojamento e alimentação, utilizaram o pagamento na entrega e o cartão de crédito em maiores proporções.

A TIC Empresas também investiga as barreiras que restringem o comércio eletrônico. A preferência pelo modelocomercial atual foi apontada por 51% das empresas, seguida por inadequação dos produtos para venda on-line(49%), alto custo de desenvolvimento e manutenção (38%) e a baixa demanda pela Internet (36%).

Novas tecnologias 

Indicadores inéditos da TIC Empresas apontam que o uso de tecnologias emergentes pelas empresas brasileiras ainda é incipiente. O estudo indica que os serviços em nuvem foram mais usados pelas companhias:39% delas pagaram por e-mail em nuvem, 27% pagaram por software de escritório em nuvem, 38% pagaram por armazenamento de arquivos ou banco de dados em nuvem e 23% pagaram por capacidade de processamento em nuvem.

Dentre as empresas que possuem área de TI (40% do total das empresas brasileiras), 10% afirmaram que realizaram análises de big data; o uso de robôs industriais atingiu 4%, o de robôs de serviço, 2%; e impressão 3D, 5%.

Infraestrutura de acesso à Internet 

No que diz respeito à infraestrutura, a fibra óptica se tornou a principal forma de acesso à Internet usada pelas empresas brasileiras. Em 2019, 67% das empresas afirmaram possuir conexão via fibra óptica – em 2017, o percentual era de 49%, um crescimento de 18 pontos percentuais em dois anos. Também houve aumento das velocidades de Internet contratada pelas empresas: em 2017, 49% das empresas possuíam entre 1Mbps a 10 Mbps, enquanto em 2019, 53% das empresas declararam contratar entre 10 Mbps a 100 Mbps.

“Com as necessárias medidas de isolamento, em que diversas atividades cotidianas passaram a ser feitas essencialmente via Internet, houve um aumento substancial do tráfego da rede. O IX.br, por exemplo, registrou um pico de tráfego agregado de 11 Tb/s, o que reforça a importância de uma conexão estável e uso de tecnologias avançadas, como é o caso da fibra óptica”, explica Barbosa.

Presença on-line 

A pesquisa constata um cenário de estabilidade entre as empresas brasileiras que possuem website: em 2019, 54% das empresas possuíam um website, proporção que era de 55% em 2017. Porém, a presença em redes sociais teve um crescimento de 8 pontos percentuais em relação a 2017, atingindo 78% das empresas em 2019. Percebeu-se, ainda, o avanço nas companhias de todos os portes: 77% das pequenas empresas possuíamconta em redes sociais, enquanto 78% das médias e 80% das grandes.

O pagamento por anúncios na Internet também ganhou relevância: em 2019, 36% das empresas afirmaram quepagaram por anúncios na rede. Dentro deste universo, destaque para o setor de alojamento e alimentação, em que 50% das empresas pagaram por anúncios.

Em sua 13ª edição, a pesquisa TIC Empresas 2019 mediu o acesso das tecnologias de informação e comunicação (TIC) entre as pequenas, médias e grandes empresas brasileiras. O estudo entrevistou 7 mil companhias em todo o território nacional, com a coleta de dados ocorrendo entre abril e agosto de 2019.

Para acessar os indicadores completos da pesquisa TIC Empresas 2019 visite o endereçohttp://www.cetic.br/pesquisa/empresas/indicadores. Além de baixar os dados em português, agora também é possível fazer o download das informações em inglês e espanhol.

World FinTech Report 2020: colaboração das FinTechs é ainda mais essencial para que os bancos atinjam o foco no cliente neste momento

A Capgemini e a Efma publicaram o World FinTech Report 2020, revelando que, apesar de um abismo crescente entre bancos tradicionais de um lado e as BigTechs e bancos desafiadores do outro, as empresas financeiras tradicionais têm uma oportunidade de prosperar no mercado atual ao abraçar o Open X (*1) e tornaram-se bancos inovadores (*2).

A diferença entre o que os clientes esperam e o que os bancos tradicionais atualmente entregam nunca foi tão grande, mas agora é o momento certo para os bancos acompanharem do front ao back-end para oferecer a melhor experiência ao cliente. Com experiências hiper personalizadas e alimentadas por dados em tempo real, tanto BigTechs como os bancos desafiadores demonstraram sua capacidade de conquistar clientes. Por outro lado, embora os bancos tradicionais tenham investido pesadamente na infraestrutura de TI de front-end para melhorar a experiência do cliente, os esforços até o momento não se ajustaram ao que se tornou habitual em outros setores, especialmente com fornecedores de tecnologia. Para que os bancos permaneçam atraentes e competitivos nesse cenário de mudanças, o relatório destaca que eles devem se transformar em bancos inovadores, ágeis e centrados no cliente, adotando o Open X e assumindo um papel especializado, em vez de universal, como fornecedor ou agregador dentro do novo ecossistema aberto.

O caminho a seguir: colaboração estruturada eficaz é essencial para o sucesso de parcerias entre bancos e FinTechs

Bancos e FinTechs estão atualmente frustrados com os resultados sem brilho de suas colaborações até o momento. O World FinTech Report 2020 revelou vários pontos negativos:

– Apenas 21% dos bancos dizem que seus sistemas são ágeis o suficiente para colaboração;
– Apenas 6% dos bancos alcançaram o ROI desejado com a colaboração;
– 70% das FinTechs não vêem, nos campos cultural ou organizacional, o mesmo que seus parceiros bancários;
– Mais de 70% das FinTechs dizem estar frustrados com as barreiras de processo dos bancos;
– Metade dos executivos das FinTechs afirma que não encontrou o parceiro colaborativo certo.

“O mundo mudou dramaticamente nos últimos dois meses. As empresas evoluirão e emergirão da crise do COVID-19 de maneiras diferentes e profundas. Para os bancos tradicionais, isso se traduzirá em uma necessidade ainda maior de experiência digital por meio de mais colaboração com a FinTechs. Desde que começamos este relatório, há 3 anos, as FinTechs passaram de disruptores para players maduros, e agora é essencial que os bancos históricos os considerem não apenas como concorrentes formidáveis, mas como parceiros de escolha necessários para atender às mudanças nas expectativas dos consumidores”, comenta Anirban Bose, CEO dos Serviços Financeiros da Capgemini e Membro do Conselho Executivo do Grupo. “A colaboração eficaz exige maturidade de pessoas, negócios e processos. Embora, para os bancos tradicionais, o fracasso não seja uma opção, as FinTechs são rápidas no mercado e estão prontos para o fracasso. Bancos inovadores com vontade e capacidade de colaborar em escala e “industrializar” a inovação provavelmente prosperarão no ecossistema compartilhado do Open X”.

Os bancos tradicionais devem investir em operações de middle e back-end para oferecer uma melhor experiência ao cliente

De acordo com o World FinTech Report 2020, para permanecer competitivo e apelar para os consumidores, os bancos devem priorizar a transformação do middle e back-end por meio de parcerias centradas em dados e no cliente com as FinTechs, o que acabará por melhorar também o front-end. Embora o investimento geral em novos desenvolvimentos de TI (vs. manutenção) tenha aumentado de 24% em 2016 para 33% em 2019, as operações de middle e back-end continuam baseadas em processos de negócios complexos e frequentemente manuais, levando a uma experiência fragmentada do cliente.

O relatório destacou que a experiência de última milha do front-end – por exemplo, embalagem e entrega de produtos aos clientes – está atualmente perdendo a marca, resultando em insatisfação dos clientes, pois sentem que não recebem um relacionamento personalizado do banco (50%) e não pode fazer pagamentos por débito direto em vários sites comerciais (60%). Enquanto isso, 48% dos clientes da nova era (geração Y e especialista em tecnologia) ficam frustrados com a estreita gama de produtos e serviços oferecidos pelo banco tradicional principal, impulsionando-os a mudar no próximo ano para players da nova era, à medida que procuram serviços que correspondam às suas preferências e se integrem a outras plataformas/aplicativos. Melhorar toda a cadeia de valor, do início ao fim, é essencial para ingressar na onda Open X e melhorar o crescimento dos lucros e resultados, aumentar a produtividade, aprimorar o envolvimento do cliente, reduzir custos, aumentar a transparência e aumentar a satisfação dos funcionários.

Bancos e FinTechs que priorizam a colaboração eficaz prosperarão na economia de compartilhamento do Open X

O “Open X Readiness Index”, da Capgemini, é uma ferramenta de benchmarking global que mede a prontidão dos bancos para colaborar efetivamente em escala com as Startups, medindo sua maturidade nos pilares de pessoas, finanças, negócios e tecnologia. Apresentado no World FinTech Report 2020, o índice mostra que os principais bancos colaborativos são aqueles com uma equipe de parceria de inicialização autônoma e dedicada e que demonstram uma abordagem inovadora à prova de falhas para determinar valor e reduzir perdas rapidamente. Os pioneiros de prontidão também são pioneiros no investimento em tecnologias emergentes e têm pouca dependência de sistemas legados, facilitando a integração com as FinTechs.

“Os bancos tradicionais estão em um momento crítico. Eles devem abraçar o Open X ou correr o risco de se tornar irrelevantes “, disse John Berry, CEO da Efma. “Para acompanhar as constantes mudanças nas expectativas dos clientes no mercado de hoje, os bancos existentes devem se transformar em bancos inovadores com o apoio colaborativo de parceiros qualificados da FinTech”.

Metodologia do relatório

O Relatório Mundial FinTech 2020 baseia-se em informações de pesquisa das Entrevistas Executivas Globais de 2020 da FinTech e do Índice Capgemini Open X Readiness.

Entrevistas globais de executivos FinTech 2020

A edição 2020 do relatório inclui informações de entrevistas focadas com executivos seniores de bancos líderes de todas as regiões.

Capgemini’s Open X Readiness Index

O Open X Readiness Index da Capgemini avalia bancos com base em 98 pontos de dados para avaliar sua prontidão de colaboração em quatro pilares: Pessoas, Finanças, Negócios e Tecnologia. Cada parâmetro recebeu uma ponderação apropriada e as pontuações finais foram mapeadas em um gráfico de dispersão (rebatizando a pontuação em 100). A visão dos bancos sobre a prontidão da colaboração é representada no eixo X, enquanto o eixo Y representa o sucesso da colaboração do banco.

Nova tecnologia vai descontaminar até mil máscaras hospitalares em duas horas

Pesquisadores da Unidade EMBRAPII – Instituto de Física de São Carlos, da USP, desenvolveram uma câmara de ozônio capaz de descontaminar equipamentos de proteção individual para reutilização

A falta de Equipamentos de Proteção Individual (EPIs) para profissionais de saúde é uma das preocupações da Organização Mundial de Saúde (OMS) no combate à pandemia do novo Coronavírus. Em busca de alternativas inovadoras que possam contribuir com a segurança dos profissionais de saúde, a EMBRAPII (Empresa Brasileira de Pesquisa e Inovação Industrial), organização social vinculada ao Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovação e Comunicação (MCTIC), desenvolveu em tempo recorde, uma câmara de ozônio capaz de fazer a descontaminação de até mil máscaras no período de duas horas.

Pesquisadores da Unidade EMBRAPII do Instituto de Física de São Carlos (IFSC) da USP, no interior paulista, estão à frente deste projeto atendendo a demanda da NSF, empresa parceira na área de descontaminação de alimentos. O objetivo é receber os EPIs de unidades de saúde da região para que sejam esterilizados e reutilizados.

O processo de descontaminação funciona assim: as máscaras são colocadas dentro da câmara, por onde passam por ciclos de vácuo (remoção do ar da câmara) e injeção de ozônio produzido por um gerador acoplado ao equipamento. O ozônio é conhecido como um dos mais rápidos e eficazes agentes microbicidas, tanto para bactérias quanto para vírus. Após vários ciclos, totalizando duas horas, todos os micro-organismos são eliminados e as máscaras prontas para serem usadas novamente. De acordo com os pesquisadores, quatro ciclos bastariam, no entanto, são feitos outros três como garantia adicional.

O projeto teve como objetivo inicial a descontaminação de alimentos, porém diante da pandemia de Covid-19, ele está sendo adaptado para ser utilizado em máscaras respiratórias e outros tipos de EPIs, materiais que passam por uma escassez em todo o mundo. Para o professor Vanderlei Bagnato, pesquisador coordenador da Unidade EMBRAPII IFSC, o projeto vai contribuir para aumentar a oferta destes equipamentos sem a necessidade de novas aquisições. “O financiamento e o modelo EMBRAPII foram fundamentais neste desenvolvimento. Certamente, o sistema vai ser muito importante na atual crise, mas também depois dela, se tornando um novo produto para a empresa”, afirma Bagnato.

Outras iniciativas EMBRAPII

A EMBRAPII adotou uma série de medidas que irão contribuir para o desenvolvimento de projetos emergenciais contra o Coronavírus com o objetivo de viabilizar soluções que unam a pesquisa ao setor empresarial. Tudo de forma rápida, flexível e sem burocracia. Veja algumas ações:

• R﹩ 6 milhões destinados para startups e pequenas empresas. Desse total, R﹩ 2 milhões vieram da parceria com o SEBRAE. As tecnologias podem incluir softwares, sistemas inteligentes, hardware, peças, equipamentos médicos, entre outros;

• O modelo tradicional da instituição, que arca com até 1/3 do valor dos projetos com recursos não reembolsáveis, foi flexibilizado. Para atender a esta demanda emergencial, o estímulo será maior e avaliado de acordo com a necessidade de cada proposta;

• R﹩ 20 milhões da parceria EMBRAPII, Senai e ABDI para projetos de aplicação imediata destinados à prevenção, diagnóstico e tratamento da Covid-19. As propostas podem abordar temas como ampliação do número de respiradores; desenvolvimento de testes de detecção do vírus, equipamentos de proteção individual (EPIs), componentes de UTIs, entre outros.

Google apresenta programa gratuito de mentoria para PMEs

Para ajudar as pequenas e médias empresas (PMEs) brasileiras durante a pandemia da COVID-19, o Google apresenta o programa de Mentoria Cresça com o Google Por meio dele, empreendedores terão a oportunidade de tirar dúvidas e receber orientação de profissionais sobre as principais áreas da rotina de uma empresa que foram impactadas durante a pandemia. 


O programa terá mais de 30 mentoras selecionadas por meio de uma parceria com a Rede Mulher Empreendedora (RME). Durante dois meses, os interessados poderão agendar reuniões de 30 minutos com as mentoras – no total, serão oferecidas 120 sessões de mentoria on-line diárias, totalizando 5 mil ao final do período. Os interessados poderão escolher entre seis temas: vendas on-line (e-commerce), finanças e contabilidade, inteligência emocional para empreendedores, inovação e modelos de negócio, apoio jurídico e marketing digital. 

 
Confira mais informações sobre cada tema: 

 
• Vendas on-line: Saiba como oferecer o seu produto na Internet, como funciona o processo de vendas on-line e quais técnicas você deve utilizar. Além de como montar uma estratégia de vendas e quando abrir uma loja virtual. 

 
• Finanças e Contabilidade: Receba dicas sobre planejamento financeiro, organização de fluxo de caixa e como ter acesso a créditos ou empréstimos. Entenda como as ações governamentais impactam autônomos, como MEIs. 

 
• Inteligência Emocional para Empreendedores: Aprenda a identificar as suas emoções e lidar com elas. Saiba como equilibrar trabalho e família, tomar decisões mais assertivas e exercer um papel de liderança nesse período. 

 
• Inovação e Modelos de Negócios: Tire suas dúvidas sobre quais inovações podem ser colocadas em prática agora. Aprenda como executar um novo modelo de negócio para aumentar a sua receita. 

 
• Apoio Jurídico: Receba orientação profissional sobre como proceder com contratos, como gerenciar fornecedores e colaboradores. Conheça mais sobre questões trabalhistas e tributárias. 

 
• Marketing Digital: Como melhorar a divulgação on-line do seu negócio, atrair novos clientes e fazer melhor uso das ferramentas disponíveis no mercado de acordo com o perfil da sua empresa serão alguns dos temas abordados nessa mentoria. 

 
A Mentoria Cresça com o Google foi criada especialmente para apoiar as PMEs no momento de incerteza gerado pelo surto de COVID-19. De acordo com um estudo do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae), cerca de 13 milhões de PMEs sofrerão os impactos da crise ocasionada pela pandemia.Além disso, a Organização das Nações Unidas (ONU) já aponta que as empreendedoras estão sendo mais afetadas pela situação, já que o trabalho doméstico aumenta ao mesmo tempo em que a renda diminui. De acordo com a RME, 38% das empreendedoras brasileiras tem o seu negócio como principal fonte de renda da família. 

 
Dessa forma, a Mentoria Cresça com o Google auxiliará ambos os lados: os empreendedores que precisam de ajuda durante esse período de incerteza e as mentoras, que vão receber uma renda extra por participarem do programa. 

 
O Cresça com o Google tem como objetivo oferecer conteúdos e ferramentas para o aprimoramento de habilidades, carreiras e negócios. Desde de 2017, o projeto já capacitou mais de 100 mil pessoas presencialmente. “Com a pandemia do COVID-19, pequenas e médias empresas precisam, mais do que nunca, ajuda para manter seus clientes, receitas e funcionários. A Mentoria Cresça com o Google vem suprir essa demanda de conhecimentos técnicos e suporte emocional nesse momento tão difícil para os empreendedores brasileiros”, afirma Valdir Leme, head de marketing do Google Brasil. 

 
O agendamento para as sessões de mentoria já está aberto e pode ser feitos por meio do site g.co/EmCasa até o final de junho de 2020. É necessário ter uma Conta Google para realizar a inscrição e há o limite participação em uma mentoria por tema a cada 30 dias. Veja abaixo o passo a passo: 

 
• Acesse g.co/EmCasa; 

 
• Escolha um dos temas de interessevendas on-line, finanças e contabilidade, inteligência emocional para empreendedores, inovação e modelos de negócio, apoio jurídico e marketing digital. 

 
• Preencha o formulário com seus dados pessoais, dados do seu negócio e suas principais dúvidas; 

 
• Escolha data e horário para receber a mentoria; 

 
• Aguarde o e-mail de confirmação e posteriormente o aparecimento do compromisso no seu calendário.

ThoughtWorks Brasil apresenta novo Head of Sales

A ThoughtWorks, consultoria global de software, oficializou hoje a contratação do novo Head of Sales para sua filial brasileira. Carlos Augusto Gordilho vai responder diretamente às diretoras-presidentes Caroline Cintra e Marta Saft, além do Global Commercial Officer – Sai Mandapaty e irá liderar o time comercial e de relacionamento com clientes do mercado local, com o objetivo de aprimorar as estratégias comerciais e expandir a presença da ThoughtWorks no Brasil.

Com mais de 20 anos de experiência na área comercial de serviços de Tecnologia e Consultoria, Carlos Gordilho esteve envolvido em projetos que definem estrategicamente as iniciativas digitais, aumentando o poder dos dados com análises, soluções cognitivas, aplicativos inovadores e serviços em nuvem. Gordilho passa a integrar a equipe da ThoughtWorks após passar por grandes empresas como IBM e Accenture Brasil e grupo Telefônica. Recentemente teve também uma rica passagens por startups de sucesso como a Mooven Consulting.

Carlos Gordilho é bacharel em Engenharia Civil pela PUC-BA, com MBA em Negócios pela FGV e especialização em Desenvolvimento de Negócios Latam pela Fundação Dom Cabral. Também possui formação executiva em análise de Indústria e Estratégias Digitais, pela Harvard Business School e Universidade de Columbia, respectivamente.

Magalu e Sebrae fecham acordo que pode digitalizar milhares de pequenos empreendedores em todo o Brasil

O Magalu e o Sebrae assinaram um acordo que pode trazer ao Parceiro Magalu, plataforma de digitalização de pequenos varejistas, milhares de novos empreendedores. O Sebrae terá um canal direto para inclusão de seus pequenos no canal do Magalu e também oferecerá cursos para capacitação.

Com essa parceria, o Magalu passa a contar com a marca forte que o Sebrae possui junto aos pequenos empreendedores, além da grande capilaridade da entidade no território nacional e o seu know how de capacitação e consultoria. “O comércio eletrônico é um processo irreversível em todo o mundo, mas que estava restrito aos médios e grandes estabelecimentos.

Modernizar e fortalecer o pequeno negócio tradicional, que atua na loja física e agora está com dificuldade de chegar ao cliente, é uma das principais missões do Sebrae neste momento de crise. Apostamos nesta parceria com o Magalu para oferecer uma ferramenta fácil e eficiente para ampliar as vendas e reforçar os caixas das empresas durante a pandemia”, ressalta o presidente do Sebrae, Carlos Melles.

O Parceiro Magalu foi lançado no começo das restrições impostas pelo combate do Covid-19. A plataforma permite, de forma rápida e fácil, que o pequeno varejistas MEI ou pertencente ao Simples disponibilize seus produtos no site, app e, futuramente, lojas do Magalu (por intermédio do Mobile Vendas). Até 31 de julho deste ano, a empresa vai cobrar um percentual de 3,99% por venda, apenas para cobertura dos custos de operação.

“Levamos alguns anos para digitalizar o Magalu, e fomos bem sucedidos. Agora queremos digitalizar o Brasil, sobretudo os pequenos empreendedores — um propósito ambicioso que ganha ainda mais relevância num momento como este”, afirma Frederico Trajano, CEO do Magalu. “Contar com o talento e conhecimento do Sebrae nessa jornada nos dá mais segurança de que chegaremos lá”.

O Magalu tem como uma de suas principais bandeiras a digitalização do varejo brasileiro. A companhia, que nasceu em 1957 como uma pequena varejista do interior de São Paulo, é a que melhor conseguiu fazer a transição do mundo físico para o virtual. Em 2020, foi apontada pela revista americana Fast Company, referência em tecnologia, como a empresa mais digital do Brasil. Agora, com o Parceiro Magalu, a empresa quer dividir o que aprendeu nesse processo com todos os pequenos empreendedores do país.

A parceria com o Sebrae será realizada, inicialmente, em Pernambuco e São Paulo, como projeto-piloto. Depois, será expandida para um estado em cada região do país e, por fim, em todo o território nacional.

Digital Colony lança a Scala Data Centers S/A, plataforma latino-americana de Data Centers Hiperescaláveis

A Digital Colony Management, plataforma de investimentos de infraestrutura digital da Colony Capital, Inc. (NYSE: CLNY), anunciou hoje a implantação da Scala Data Centers S/A, uma plataforma de datacenters hiperescaláveis sediada em São Paulo, por meio da aquisição de ativos da UOL Diveo. Ao fechar o acordo de compra, Marcos Peigo, atualmente sócio da Digital Colony, se tornará também CEO da Scala. Dados financeiros da transação não foram divulgados.

Após a aquisição, a Scala se torna uma das maiores plataformas de Data Centers do Brasil e está preparada para crescer eficientemente por meio de crescimento orgânico e aquisições. Como a nona maior economia do mundo, o Brasil é um mercado atraente e sub atendido para infraestrutura de Data Centers. Além disso, a expectativa é que a demanda continue a crescer rapidamente, impulsionada por migrações para nuvem, terceirização de TI e adoção de novas tecnologias, como o 5G. Atenta a opções complementares de investimento, a Digital Colony enxerga na região uma indústria de infraestrutura digital e data centers com oportunidades multibilionárias.

Apesar das condições atuais do mercado, a Digital Colony mantém seu comprometimento em identificar oportunidades de investimento promissoras, dando apoio a fortes equipes de gestão e construindo negócios de ponta posicionados para usufruir um crescimento de longo prazo na economia digital. Essa transação se segue à recente aquisição da Zayo Group Holdings, Inc, fechada em março de 2020 por US$14,3 bilhões, assim como a expansão europeia da Vantage Data Centers por meio da aquisição da NextGeneration Data. A Scala é o segundo investimento da Digital Colony no Brasil e o quarto na América Latina. Anteriormente, a empresa adquiriu a Highline do Brasil em 2019, a Andean Telecom Partners em 2017 e a Mexico Towers Partners em 2013, por meio de sua afiliada Digital Bridge.

Com mais de 20 anos de experiência como líder em empresas de tecnologia e infraestrutura, Marcos Peigo traz conhecimento profundo sobre o mercado latino-americano. Recentemente, ele ocupou o cargo de Vice-Presidente de Value Creation da IBM para a América Latina, onde liderou as equipes de soluções de indústria, desenvolvimento de negócios, arquitetura e inovação. Antes disso, foi diretor-executivo e COO na UOL Diveo, empresa de serviços de tecnologia e data centers do UOL Diveo, fundador e CEO da Lemniscata Ventures, uma empresa de assessoria e investimentos focada em empresas que têm em seu cerne forte uso de TI, e CEO da Solvo S/A, uma empresa de serviços gerenciados focada em infraestrutura de missão crítica. Em 2017, Peigo foi nomeado Executivo de TI do Ano pela Korn Ferry/ IT Midia.

“Estamos muito felizes em receber o Marcos na equipe da Digital Colony e expandir nossa presença na América Latina. Com o seu histórico sólido, conhecimento em infraestrutura digital e rede de contatos em toda a região, é a melhor pessoa para liderar a Scala e supervisionar nossas estratégias de crescimento no continente”, afirmou Jon Mauck, Managing Director da Digital Colony. “Data Centers Hperscaláveis são mais necessários do que nunca e estamos certos de que a Scala, com suas instalações de ponta, capacidade de expansão notável e equipe de liderança experiente, entregará uma solução superior para o mercado. A operação está posicionada perfeitamente para apoiar o crescimento da demanda de serviços em nuvem e de terceirização de serviços de TI em toda a América Latina, atendendo às demandas de nossos clientes globais.

“Admiro há muito tempo a Digital Colony por sua plataforma global de investimentos em infraestrutura digital, excelência operacional e relacionamento com empresas líderes em todo o mundo. Estou animado em começar a trabalhar em conjunto com a empresa e apresidir a Scala, que se beneficiará tremendamente da presença global e da liderança da Digital Colony nesta indústria, bem como de seu forte time de gestão”, afirmou Peigo. “A estratégia de investimentos da Scala na América Latina é bastante agressiva e seus data centers de qualidade viabilizarão a chegada da nova geração de conectividade e mobilidade na região”.

“A UOL Diveo tem a confiança de que a Scala, com suas instalações de ponta e histórico comprovado de performance, ao lado de seu experiente time de gestão e associação com a Digital Colony será o parceiro ideal para o nosso negócio, enquanto continuamos a escalar a nossa demanda de infraestrutura no longo prazo” comentou Gil Torquato, CEO da Compasso UOL. “A UOL Diveo continuará a prover serviços de infraestrutura baseados na parceria com a Scala, além de serviços gerenciados, multicloud, segurança, desenvolvimento de software e soluções digitais a partir de sua companhia de serviços, a Compasso UOL.”