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Burger King Brasil abre mais de 1500 vagas em todo Brasil

O Burger King Brasil está com o processo seletivo aberto para mais de 1500 vagas em todo o Brasil. As oportunidades são para atendente, coordenador e gerente de negócios para atuar nos restaurantes das marcas BURGER KING® e POPEYES®.

Para as vagas de atendente, os candidatos devem estar cursando ou ter concluído o ensino médio. No caso de coordenador, é necessário que estejam cursando ou tenham concluído o ensino superior. Já para as vagas de gerente, o requisito é ter o superior completo. As vagas para coordenador e gerente, exigem experiência de no mínimo um ano na função, e são para trabalhar no período diurno ou noturno.

Todas as vagas estão distribuídas em diversas regiões do país, como: São Paulo, Belo Horizonte, Rio de Janeiro, Curitiba, Fortaleza, Porto Alegre, entre outras. Os benefícios oferecidos são convênio médico, seguro de vida, transporte, alimentação e trilha de carreira.

“Buscamos pessoas que gostem de se desafiar, que querem crescer e também se divertir em um ambiente onde todos são bem-vindos”, conta Larissa Schaedler, Gerente de Gente do Burger King Brasil.

Os interessados devem cadastrar seu currículo através do WhatsApp (11 94317-6360). Vale lembrar que as vagas podem ser preenchidas a qualquer momento e não possuem um período específico.

Cognizant contrata mulheres para programa ‘Women in Tech’

No Brasil, levantamento divulgado ano passado pela Associação para Promoção da Excelência do Software Brasileiro (Softex) mostrou que, em dez anos, não apenas diminuiu a proporção de mulheres no mercado de tecnologia de informação (TI) como aumentou a diferença salarial entre elas e os homens.
O estudo é dividido em duas áreas: Core TI, que engloba os setores econômicos tipicamente da área, como desenvolvimento de programas, suporte técnico, tratamento de dados e provedores de conteúdo na internet; e TI in House, de profissionais que desempenham funções em outros setores, como financeiro, saúde e educação.
Em meio a esse cenário desfavorável para mulheres no mercado de TI, a Cognizant, uma das empresas líderes mundiais em tecnologia e negócios, investe no programa Aprendiz Women in Tech. A iniciativa visa a estimular, treinar e capacitar mulheres que estão cursando ou terminaram o ensino médio a atuar na área de tecnologia da informação.
Segundo Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílio do IBGE, só 20% dos profissionais que atuam no mercado de TI são mulheres. Para Carla Catelan, head da área de Aquisição de Talentos da Cognizant, o projeto vai ao encontro dos valores organizacionais da companhia, que estão voltados à inclusão e diversidade. “O que precisamos é que elas queiram aprender e estejam abertas a conhecer este mundo novo, porque muitas não fazem ideia do que seja o universo da tecnologia, imaginam que seja manutenção de computadores, mas a Cognizant irá prover acesso a um portfólio tecnológico muito mais amplo.”
Para participar do processo seletivo, basta ter entre 17 e 21 anos, estar cursando o terceiro ano ou ter concluído o ensino médio. “Como se trata de um programa de capacitação, não é necessária experiência profissional. Basta ter noções básicas de pacote Office, vontade de aprender e comprometimento. Queremos fazer com que se apaixonem por tecnologia.”
O treinamento tem duração de 18 meses. A profissional trabalhará 6 horas por dia, de segunda a sexta-feira. O programa oferece vale-refeição, vale-transporte, convênio médico e salário compatível com o mercado. Ao fim do programa, haverá possibilidade de efetivação e crescimento profissional na Cognizant. As vagas são para diversas áreas: digital business, suporte, operações e área corporativa.
Para se candidatar, acesse careers.cognizant.com/br/pt até dia 21 de fevereiro.

NIVEA lança programa de conexão com startups

A NIVEA anuncia o lançamento de seu programa de conexão com startups, o Desafio NIVEA. Com a iniciativa, a companhia, que é referência em cuidados com a pele há mais de 100 anos, busca empresas com soluções que transformem a experiência dos clientes, engajando o consumidor e gerando uma melhor performance de compra na categoria de cuidados faciais em pontos de venda físicos.

Startups de todo o Brasil podem inscrever soluções que simplifiquem o processo de decisão, que eduquem, informem e engajem o consumidor sobre os produtos. Além de melhorar a experiência dos clientes, a NIVEA busca uma solução escalável e que possa ser implementada em lojas de todo o país.

“Em um momento onde a transformação digital é chave para o desenvolvimento dos mercados, a NIVEA quer continuar fortalecendo seu ecossistema digital e, da mesma forma, evidenciar o compromisso da marca com o empreendedorismo do Brasil. Nesse sentido, queremos incentivar e apoiar a criação de soluções efetivas que melhorem a experiência de compra dos consumidores, “afirma Andrea Bó, Diretora de Marketing da NIVEA Brasil.

As inscrições estão abertas até o dia 17 de fevereiro. As startups selecionadas para a próxima fase poderão apresentar suas soluções para um time da NIVEA e as que mais se destacarem participarão de uma imersão na companhia em um formato de Startup Village, com reuniões para se aprofundarem no desafio de negócio. Após a evolução das propostas, haverá uma nova rodada de apresentação, dessa vez, até 5 ideias serão selecionadas para o teste em um cliente parceiro.

Em março, as startups apresentarão as soluções testadas em um Pitch Day em São Paulo para o board de diretores e presidente da companhia. A vencedora poderá se tornar parceira da NIVEA, colocando a solução em prática. Além disso, receberá uma cota de patrocínio em um evento da StartSe, no valor de R$ 20 mil. Já as startups posicionadas entre a segunda e quinta colocação, poderão expor suas soluções em um dos eventos da StartSe. Saiba mais no site oficial.

Caixas Eletrônicos diminuem agências bancárias e devem revolucionar mercado financeiro

Brasil o segundo maior mercado de cartões do mundo, de acordo com pesquisa do banco mundial. Especialistas em investimentos internacionais e também gestores de investimentos em caixas eletrônicos nos Estados Unidos afirmam longevidade e rentabilidade da rede de caixas no curto prazo.

Com o serviço de banco online em ascensão, os dias das grandes agências bancárias com pilares do renascimento grego e tetos abobadados estão contados. A cidade de Nova York se une a uma tendência que já domina o resto do país. Menos agências bancárias e estruturas menores. A Wall Street planeja uma presença reduzida nas principais ruas de Manhattan.

No Brasil, embora a possibilidade de usar um cartão de débito em uma rede de caixas eletrônicos diferente da rede do banco que emitiu o cartão seja baixa, os usos de cartões são em ATMs são a aposta do mercado global como avalia o especialista em investimentos internacionais Nilo Mingrone. Para ele o cenário é muito promissor com a facilitação tecnológica que já está sendo aplicada em caixas eletrônicos em todo o mundo.

“Sem dúvida as redes de caixas eletrônicos deverão crescer em todo o mundo. Nos Estados Unidos, onde a população já adota uma postura mais autossuficiente na execução de operações financeiras via caixas eletrônicos, a realidade dos ATM’s (caixas eletrônicos) já é impressionante. A cidade de Nova York, por exemplo, está se unindo a uma tendência que já domina o resto do país. Menos agências bancárias ou agências bancárias menores”, explica Mingrone.

A interoperabilidade também é uma questão de grande relevância para que se possa dar continuidade ao desenvolvimento das fintechs no Brasil, que têm o potencial de aumentar a concorrência no setor financeiro. Algumas das novas fintechs podem ter contas operacionais e emitir instrumentos de pagamento. Mas seus clientes precisam poder usar os caixas eletrônicos para sacar dinheiro.

Mercado de Cartões

Enquanto isso, estudo do Banco Mundial informa que o mercado de cartões no Brasil é o segundo maior do mundo e o país possui 21 redes de caixas eletrônicos. Apesar disso, somente em duas redes (24 Horas e Saque e Pague) clientes de diferentes bancos podem fazer saques, pagar boletos e realizar consultas. As outras 19 redes são exclusivas para clientes das instituições financeiras que mantêm os equipamentos. Isso encarece os custos para o setor e os clientes.

“Em um mundo totalmente tecnológico em que as pessoas não querem perder tempo, investimentos cada vez maiores em sistemas melhores e ampliação das redes de caixas eletrônicos serão inevitáveis”, explica Francisco Moura, Diretor da ATM Club – empresa pioneira como incorporadora de investimentos em caixas eletrônicos nos Estados Unidos.

As tendências mundiais são claras e apontam para um nível alto de interoperabilidade das redes de caixas eletrônicos em nível global. Aproximadamente dois terços dos bancos centrais que participaram de uma recente Pesquisa sobre Sistemas Globais de Pagamento indicaram que seus caixas eletrônicos e terminais POS são totalmente interoperáveis.

Visando avançar em direção a esse objetivo, o Bacen lançou uma consulta pública para aprimorar o sistema atual. O Banco Mundial também publicou recentemente uma nota sobre algumas experiências internacionais nesse sentido. Especialistas defendem que se o Brasil tem como objetivo aumentar a concorrência no setor financeiro, melhorar a experiência do cliente e reduzir os custos, além de realizar o pleno potencial das fintechs, garantir a interoperabilidade dos caixas eletrônicos seria um grande passo à frente.

Retorno a cada Saque

Os especialistas da ATM Club, Nilo Mingrone e Francisco Moura estão no Brasil para apresentar a modalidade de investimentos inovadora ao público brasileiro. Segundo eles, já houve aumento da procura por investidores brasileiros interessados em obter a rentabilidade em dólar no mercado de caixas eletrônicos americano.

“Quando decidimos apostar na iniciativa, não seguindo a tendência de investimentos usuais nos EUA, sabíamos que o mercado era promissor. Não por outra razão já detectamos um aumento de 30% na procura de outros investidores que desejam também investir em máquinas de caixa eletrônico nos EUA. Nossa meta para esse ano é aumentar a rede e expandir o número de caixas a todos os estados americanos”, afirma Francisco Moura.

A ATM Club — ou o clube de caixas eletrônicos ao qual se refere Moura vendeu US$ 2 milhões de dólares em 2019 e prevê um crescimento ainda maior para este ano. A geração de empregos nos Estados Unidos também está prevista e o projeto prevê a expansão para outros estados americanos ainda este ano.

Produção de café exige motores que se adequem a variações energéticas

Drauzio Menezes, diretor da Hercules Motores Elétricos

A eficiência energética em inúmeras áreas rurais do Brasil — que são importantes para atividades de agronegócios, como nos processos do segmento cafeicultor — não possui qualidade equivalente à de grandes centros urbanos. Essa ineficiência energética pode significar inúmeros prejuízos ao setor, por isso o produtor precisa de precauções específicas diversas, entre elas o maior cuidado na aquisição de motores elétricos e equipamentos, que sejam resistentes a instabilidades. Uma iniciativa importante na expansão e modernidade da rede elétrica de áreas ruralistas é o programa Mais Clic Rural, que a Copel iniciou em 2015 no Paraná.

Nestas áreas ruralistas, o uso de motores elétricos e equipamentos inadequados — que podem apresentar falhas devido à instabilidade energética — também pode afetar adversamente a lucratividade do agronegócio, devido às possíveis paradas de produção e perdas por lucros cessantes. “A competitividade de uma empresa pode ser afetada por falhas repetitivas de motores elétricos e, por isso, torna-se fundamental uma estratégia eficaz tanto na aquisição como na manutenção deles, para que minimizem os custos e evitem as paralizações imprevistas na produção”, alerta Drauzio Menezes, diretor da Hercules Motores Elétricos (empresa especializada em motores para diversos segmentos, como construção civil, alimentício, agrícola, industrial, entre outros.

Para ele, diante deste cenário, torna-se fundamental que as companhias rurais invistam em motores modernos e tecnológicos, desenvolvidos especificamente para trabalharem com a oscilação de tensão: “Hoje, a tecnologia está avançada e já produzimos motores elétricos que são mais eficientes e leves — com carcaça de alumínio e pés intercambiáveis. A Hercules desenvolveu um componente de proteção, adicionado ao mecanismo do motor, que aciona e desliga partes do funcionamento. O sistema absorve o pico de corrente, que é enviada antes aos contatos do mecanismo, evitando, assim, maiores danos e, consequentemente, sua queima”.

Na produção de café, os motores elétricos utilizados necessitam ser precisos e ter características específicas quanto a índice de carregamento e rendimento compatíveis com o fornecimento elétrico da região produtora. “Como esses motores elétricos são aplicados normalmente em fazendas e sítios, onde a tensão energética fornecida pode ser de baixa qualidade ou com variação muito alta, precisam ser preparados para atender a estas variações. Por isso a Hercules possui motores especialmente desenvolvidos e preparados com o chamado Clik Rural e atendem a tensões de 110-127 V; 220-254 V; 220-254 V e de 440-508 V”, comenta.

Menezes explica que neste segmento os motores mais utilizados são de grau de proteção IP 44, que são protegidos contra poeira, e os motores de grau de proteção IP 55, resguardados contra pó e jatos de água. “O maior cuidado neste segmento é entre uma safra e outra fazer a manutenção preventiva dos equipamentos, trocar correias e manter os rolamentos dos motores sempre em giro, pois eles precisam estar com sua pista lubrificadas”, finaliza.

Os trainees mudaram: nova geração traz um protagonismo mais coerente

Com as novas gerações chegando ao mercado de trabalho, as empresas estão se adequando e repensando os seus modelos de negócios. Diante dessas mudanças, as exigências para os processos de recrutamento de trainees também evoluíram. De acordo com a Mazars, auditoria e consultoria empresarial, requisitos-chaves para a contratação são habilidades interpessoais, boa comunicação, capacidade de aprendizado e resolução de problemas.

“Quando a área de Recursos Humanos busca alguém pensando em seu futuro em uma função de gestão, procura por profissionais que tenham potencial para agregar ao negócio e o desejo de construir a empresa em parceria com os outros. Além disso, é fundamental ter a mente aberta para mudanças, pois, em ambientes de disrupção, o trainee também precisa ter jogo de cintura”, afirma João Cordeiro, supervisor de Recursos Humanos da Mazars.

Na Mazars, quando um candidato é aprovado no programa de trainee, passa por diferentes atividades da área. “Ao longo da trajetória, proporcionamos quatro etapas de formação. Na primeira etapa, o trainee aprende o trabalho e colabora com o time. Na segunda, começa a ensinar e construir relações. Na terceira, já dispõe de poder administrativo e é inserido em contextos comerciais. Na última, assume uma posição de gestão de negócio. Em resumo, todos esses ciclos exigem habilidades interpessoais. Cada fase dura um período de três anos”, diz Cordeiro. Ele ainda acrescenta que, na Mazars, os trainees devem compreender que, apesar da proposta de crescimento profissional, há uma série de percalços e desafios.

“Nesses programas, buscamos pessoas que serão preparadas para o futuro, ou seja, que podem crescer na companhia. Quem tem interesse precisa ter a consciência que é preciso estudar bastante, estar disponível, aproveitar ao máximo para aprender com as experiências com níveis superiores e compreender que haverá mudanças em seu roteiro”, explica.

Outro ponto importante são os desafios com as expectativas que a nova geração tem. Salários e benefícios não são os únicos fatores considerados pelos trainees em suas escolhas.

“Nos dias de hoje, os anseios dos jovens são em relação à estrutura que as empresas oferecem, as experiências que poderão viver até atingirem seu objetivo e uma relação mais próxima com a liderança. Não acho que buscam uma posição às pressas, como costumam dizer. Vejo uma preocupação maior na construção deste processo. Essas ambições são mais nobres”, afirma Cordeiro.

Além dessas pretensões, Cordeiro também acrescenta que esses novos profissionais são mais conscientes em relação à continuação nos estudos. “Há mais interesse na capacitação. Ao mesmo tempo em que essa geração busca a especialização em algum segmento, compreende que precisa entender todo o processo de sua indústria”, finaliza.

Linx anuncia aquisição da Neemo

A Linx, líder e especialista em software para o varejo, anuncia a aquisição da Neemo. Dona do Delivery App, a empresa é uma das pioneiras em soluções de delivery personalizado para restaurantes, por meio da integração do aplicativo de delivery do estabelecimento e sua plataforma de e-commerce, oferecendo ao consumidor uma experiência omnichannel.

A experiência omnichannel provida pela Neemo também habilita os restaurantes e os seus consumidores a retirar pedidos em loja, fazer pedidos na mesa com uso de QR Code e por serviços de mensagem, como o Facebook Messenger.

A aquisição da Neemo é mais um passo da Linx para reforçar a estratégia de cross selling, agregando soluções financeiras aos seus demais produtos, soluções e serviços. “Atuamos para atender as necessidades dos varejistas, do microempreendedor ao dono de uma rede. E, essa compra nos permite oferecer uma solução própria de gerenciamento de delivery com produtos relacionados a serviços financeiros agregados. Dessa forma, expandimos a atuação da nossa fintech Linx Pay Hub e reforçamos a vertical de Food Services”, avalia Alberto Menache, diretor-presidente da Linx.

Pela aquisição, a Linx pagará o total de R$ 17,6 milhões à vista e, adicionalmente, sujeito ao atingimento de metas financeiras e operacionais, para os anos entre 2021 a 2023, pagará o valor de até R﹩4,8 milhões.

Fundada em 2010, a Neemo possui sede em Garça (SP) e reúne atualmente cerca de 47 funcionários.

Superjobs Venture anuncia investimentos em mais duas startups

De olho no mercado e em startups inovadoras que buscam impactar positivamente o mundo, a Superjobs – venture com foco em investimentos de alto impacto – inicia o ano de 2020 a todo vapor.

A companhia, que já contava com 22 startups em seu portfólio, anuncia investimentos em mais duas empresas de setores diferentes, mas que têm em comum o desejo de prosperar na nova economia de forma engajada e transparente. São elas a mineira Metha Energia, focada em geração de energia distribuída e renovável, e a pernambucana Marta Inteligência Imobiliária, plataforma desenvolvida para potencializar negócios entre construtoras e clientes interessados em comprar imóveis de maneira inteligente.

“Estes aportes vêm ao encontro do propósito da Superjobs, que é adiantar-se diante das transformações pelas quais o mundo está passando, criando tendências e investindo em inovações”, afirma André Martins, co-fundador da venture. A organização, que hoje reúne fintechs, empresas de health care, biotecnologia, entre outros nichos, agora tem presença nos Estados de São Paulo, Paraná, Santa Catarina, Rio Grande do Sul, Piauí, Ceará, Pernambuco e Minas Gerais, além da participação na Babel Ventures no Vale do Silício, na Califórnia (EUA).

Os investimentos serão destinados à criação de um elo consistente entre a oferta e a demanda. “Nossa expectativa é a empresa expanda os serviços de energia com preços mais acessíveis para outros estados do país. Para isso, o plano é realizar novas associações com outras concessionárias e aumentar as conexões com as comercializadoras”, disse Martins. Atualmente, a Metha tem atuação em 180 cidades do estado de Minas Gerais; até o final do ano, este número deve ultrapassar 250 somente neste estado, além de iniciar a operação em mais duas capitais.

“Estamos satisfeitos em ter ao nosso lado investidores estratégicos. Consideramos que este será um dos principais diferenciais para o nosso crescimento. O expertise, networking e visão sobre o negócio trazidos por eles são um ativo que antecipará muitos passos em nossa jornada”, diz Victor Soares, fundador e CEO da Metha.

O aporte na empresa Marta será primordial para sua expansão nacional. A empresa já possui atuação significativa no Nordeste, onde conta com 200 construtoras parceiras e cerca de 10 mil corretores que ajudam a abastecer a plataforma com informações sobre o comportamento dos clientes. Com isso, a solução vem propiciando inteligência capaz de minimizar os custos de encontrar clientes, garantindo alta performance na vendas de imóveis, atingindo 6% de média na conversão em vendas e quatro vezes menos investimento em mídia.

“A expectativa é que a empresa amplie a atuação no Estado de São Paulo, sobretudo para osnegócios envolvendo imóveis usados fora do Nordeste”, afirma Martins, da Superjobs.

Nos últimos 12 meses, Marta cresceu cinco vezes em faturamento, e em 25 vezes a quantidade de dados capturados e analisados, contando hoje com 40 pessoas no time. Para Sand Coutinho, fundador e CEO da Marta, a empresa vai manter o mesmo ritmo de crescimento em 2021 e dobrar a equipe, chegando a 80 colaboradores. “Ainda no primeiro semestre, teremos projetos pilotos em regiões de São Paulo que já foram mapeadas”, finaliza Coutinho.

A importância de monitorar concorrentes para gerar insights

Por Eduardo Prange

Em um mercado cada vez mais competitivo onde tudo se transforma muito rápido, é imprescindível que as empresas estejam atentas às estratégias de negócios para entender o cenário como um todo. Nesse caso, uma análise profunda dos dados pode ser de suma importância. Um estudo realizado pela Forrester Consulting, empresa norte-americana de pesquisa de mercado, revelou que 90% das organizações vão usar insights orientados por essas referências para conduzir seus negócios até 2020.

Isso mostra que as decisões já não podem ser tomadas com base em “achismos”, mas sim em fatos. Os gestores precisam respaldar suas medidas para estratégias mais assertivas. Ou seja, nada mais é realizado sem que se explore a fundo todas as informações capturadas. Dessa maneira, o que fará toda a diferença não é só ter esses elementos em si, mas a maneira como cada um deles é “tratado”.

Principalmente, quando falamos em monitoramento de concorrentes, é essencial entender o que vem sendo realizado no cenário como um todo e ir além dos dados de mercado normalmente contemplados, só assim será possível estar alinhado ao novo ambiente competitivo.

Hoje em dia, estar de olho em quem concorre com a sua empresa é essencial não só para saber o que vem sendo feito, mas também para entender o que o público-alvo está pensando sobre as ações realizadas. Dessa maneira, é possível enxergar forças e fraquezas para que os resultados sejam mais assertivos.

Porém, com tantas transformações que o mercado vem sofrendo, você sossegue me listar assim rapidamente quem são seus reais concorrentes? Pois é, tarefa um pouco complicada, né? Hoje, não é tão simples identificar quem são eles. Se antes tínhamos que nos preocupar somente os diretos, hoje, por outro lado, os indiretos podem se tornar tão fortes quanto aqueles que oferecem a mesma solução que você.

Por isso, os dados se tornaram cada vez mais imprescindíveis quando falamos em estratégias para alcançar seus consumidores. Só eles serão capazes de direcioná-lo para o que é de fato é uma ameaça para o seu negócio e como criar uma oportunidade em cima disso.

Em linhas gerais, ficou claro que não é mais possível idealizar uma estratégia de marketing com base no que se considera “legal”, é preciso ir além. Estar munido de muito conhecimento sobre o mercado e sobre os outros competidores é o primeiro passo. Depois, é preciso saber o que fazer com esse conhecimento, afinal, de nada adianta ter todo esse ouro em mãos e pensar: “ótimo, mas vou seguir por esse outro caminho, acho que dará certo”. Valorize essas informações e as trate com o máximo de zelo, são elas que o farão caminhar cada vez mais longe!

Eduardo Prange, CEO da Zeeng — Data Driven Platform

Linx adquire PinPag

A Linx, líder e especialista em software para o varejo, anuncia a aquisição da PinPag. O grupo oferece soluções personalizadas e disruptivas de parcelamento para o varejo de serviços em diferentes segmentos, com destacada liderança entre despachantes e autoescolas.

A aquisição da PinPag é mais um passo da Linx para reforçar a estratégia de cross selling de produtos e serviços da sua fintech Linx Pay Hub. O movimento da companhia também traz novos clientes para a Linx, entre varejistas, oficinais mecânicas e autoescolas.

“Com a chegada da PinPag, fortaleceremos a nossa fintech Linx Pay Hub e expandiremos sua atuação, direcionada principalmente para o ramo de serviços. Esse movimento também trará 17 mil novos clientes para a Linx. Em breve, as soluções inovadoras de parcelamento da PinPag estarão disponíveis para toda a base de clientes da Linx”, comemora Alberto Menache, diretor-presidente da Linx.

Pela aquisição, a Linx pagará o total de R﹩135,0 milhões à vista e, adicionalmente, sujeito ao atingimento de metas financeiras e operacionais, para os anos entre 2021 a 2022, pagará o valor de até R﹩65,0 milhões.

Fundada em 2006, a PinPag conta hoje com 90 funcionários diretos em São Caetano do Sul e uma filial em Porto Alegre.

L’Oréal Brasil e Fábrica de Startups iniciam programa de inovação

L’Oréal Brasil e Fábrica de Startups firmam parceria para acelerar empreendedores. É a primeira vez que um projeto no segmento da beleza faz parte do portfólio da incubadora, que já inovou em setores tradicionais da economia, como o de óleo e gás, e em segmentos que estão provocando uma onda de desbancarização – as fintechs.

Revelado na festa do primeiro aniversário da sede brasileira da aceleradora corporativa em novembro de 2019, a L’Oréal, líder mundial em beleza, é a próxima empresa âncora que está buscando inovação por meio de soluções de startups no Brasil.

A inovação é um dos pilares da L’Oréal e a parceria reafirma o compromisso da empresa com a inovação em todos os seus processos. “A transformação digital permeia todas as áreas de negócio e através dela queremos entregar cada vez mais produtos e experiências inovadoras às nossas consumidoras. Perseguimos a meta de nos tornarmos empresa número um em beauty tech do mundo.”, destaca Patricia Borges, CMO da L’Oréal Brasil.

A CMO da Fábrica de Startups, Ula Amaral, destacou a importância da parceria. “O programa de aceleração da L’Oréal com a Fábrica de Startups é um marco para o mercado de beleza do Brasil. As startups terão a oportunidade de solucionar desafios de uma gigante do seu segmento, com a possibilidade de fechar negócio e colaborar a longo prazo com a empresa. Vamos juntos criar a beleza do futuro, olhando para a diversidade da população brasileira e suas demandas específicas.”, comentou a CMO da Fábrica de Startups.

A primeira etapa da fase de aceleração foi um roadshow para startups apresentarem soluções para dois desafios. Um deles envolvia a rentabilização e otimização de demanda, produção e distribuição das amostras de produtos, já o outro desafio tinha a proposta de tornar a projeção de vendas mais assertiva para o consumidor final. A apresentação dos modelos escolhidos aconteceu no dia 28 de janeiro, na sede da Fábrica de Startups.

A partir de março, será iniciado o programa de aceleração que irá contar com 8 startups. O período de inovação será de 5 meses, quando em agosto será conhecida a solução que mais se destacou.

Tendência para inovação

O novo projeto entre Fábrica de Startups e L’Oréal confirma a avaliação da plataforma CB Insights em relatório que aponta as tendências para o mercado de beleza em 2020. O setor está habilitado cada vez mais para a tecnologia, apoiada ao uso de blockchain, big data, impressão 3D e inteligência artificial para tornar os produtos mais eficazes e personalizados.

Para Ula Amaral, CMO da Fábrica de Startups: “O consumidor irá se conectar com as marcas através de tecnologia, isso é uma certeza. O que precisamos pensar juntos é como fazer essa conexão. Como reduzir a fricção no processo de relacionamento com o público e aumentar o encantamento através de experiências cada vez mais disruptivas. É um mercado que irá mudar muito nos próximos anos e a L’Oréal estará no centro dessa mudança ao lado das startups do programa.”

As 7 principais inovações tecnológicas de 2019

Além dos aplicativos de tecnologia exibidos durante a Consumer Electronics Show (CES) deste ano em Las Vegas, 2019 foi um ano marcado por inovações que transformarão a maneira como vivemos nos próximos anos. A Honeywell listou as 7 principais inovações do ano.

• Táxis aéreos. 2019 foi um ano importante para a mobilidade aérea urbana e, em breve, os táxis aéreos serão um modo de transporte do futuro, o que significa que o espaço aéreo estará mais lotado do que nunca. Um novo sistema compacto Fly-By-Wire (sistema de controle por cabo elétrico), usado em aeronaves tradicionais, foi redesenhado para táxis aéreos com o tamanho de um livro de bolso.

O sistema redesenhado reúne os cérebros dos controles de voo de uma aeronave em um sistema. Ele opera como se o piloto automático estivesse sempre ativo, trazendo agilidade, estabilidade e segurança para futuras decolagens e pousos virtuais eletrônicos.

• Prevenção de acidentes de avião. A manutenção preventiva de aviões pode evitar acidentes. Um software combina aeronaves individuais e dados gerais da companhia aérea em um painel de controle, onde as equipes podem acompanhar a evolução dos sistemas, detectar falhas e consertar partes do avião antes mesmo delas quebrarem.

O Honeywell Forge for Airlines também ajuda a reduzir os atrasos nos voos causados ​​por reparos inesperados, para que as companhias aéreas possam maximizar os ganhos melhorando a eficiência do serviço e melhorando a segurança dos passageiros.

• As câmeras de vigilância veem o comportamento do comprador. As câmeras de segurança, que tradicionalmente monitoram o roubo, agora podem ser usadas para ajudar os varejistas a tomar decisões sobre a exibição de produtos, o horário de funcionamento e a equipe.

Os sistemas de vigilância podem prever tendências futuras monitorando o comportamento do comprador e os padrões de loja. Isso é útil para varejistas, que podem analisar esses dados e influenciar a experiência dos compradores nas lojas, aumentando, por fim, as vendas.

• Proteção auditiva inteligente. Os trabalhadores são frequentemente expostos a ruídos excessivos, o que pode significar um ambiente de trabalho prejudicial. Durante 2019, a Honeywell desenvolveu uma nova proteção auditiva, com os fones de ouvido da Verishield. Com tecnologia baseada na nuvem, os fones monitoram os níveis de ruído aos quais os trabalhadores estão expostos, fornecendo alertas em tempo real quando o ruído excede os níveis seguros.

O fone de ouvido pioneiro coleta dados sobre padrões de ruído e fornece informações sobre a exposição a longo prazo, permitindo que os gerentes desenvolvam um programa eficaz de conservação de ruído para proteger a audição dos trabalhadores.

• Comunicação rápida durante emergências. Cada segundo conta em uma crise. As comunicações de emergência tradicionais podem incluir paginação relativamente lenta ou sinalização de código de cores. Os funcionários de hospitais, escolas, aeroportos e outros edifícios de alta densidade precisam personalizar as comunicações entre equipes específicas, com base na gravidade da situação.

Em 2019, um Command and Control Suite foi desenvolvido, fornecendo visualização aprimorada das instalações, navegação aperfeiçoada no mapa e recursos mais amplos de edição, permitindo que as equipes de emergência tenham respostas mais rápidas e salvem vidas.

• Engenharia virtual. Uma nova tecnologia de sistema de controle – que é o hardware e o software que operam plantas industriais – permite que as plantas executem projetos em menos tempo, com menor custo e menor risco, melhorando o rendimento, a qualidade e a confiabilidade operacional.

A tecnologia simplifica o sistema de controle, a implementação e o gerenciamento do ciclo de vida, concentrando o gerenciamento diário dos servidores em um data center centralizado.

• Machine learning para combater ataques cibernéticos. Os algoritmos que detectam anomalias identificam imediatamente os riscos para os sistemas e adicionam camadas adicionais de proteção contra-ataques cibernéticos, mesmo em ambientes industriais.

Os algoritmos analisam os riscos que podem passar despercebidos pelos detectores comuns de ameaças à segurança cibernética. Isso inclui ameaças como malware polimórfico, que muda constantemente para evitar a detecção, entre outros tipos de ameaças. Esses algoritmos operam com dados em tempo real para identificar imediatamente novos perigos para os sistemas de controle industrial e a Internet Industrial das Coisas.

GoPro premia em US$22 mil três brasileiros vencedores do Million Dollar Challenge

A GoPro divulgou seu segundo vídeo do desafio anual Million Dollar Challenge — feito a partir da contribuição da comunidade GoPro em celebração às novas câmeras HERO8 Black e MAX, sempre reforçando a paixão e a criatividade incrível de sua comunidade de clientes. No resultado final, 45 criadores foram premiados — entre eles, três brasileiros.

Os usuários das novas câmeras da GoPro foram incentivados a enviar vídeos inspiradores com perspectivas únicas, visuais espetaculares e momentos cativantes de atividades e assuntos pelos quais são apaixonados. As melhores gravações foram selecionadas pela GoPro para serem incluídas no vídeo de destaque do GoPro Million Dollar Challenge e os remetentes em destaque receberão uma parcela igual de um milhão de dólares.

Este ano, pessoas de 104 países enviaram seu conteúdo HERO8 Black e MAX para avaliação, resultando em 42.000 vídeos — quase o dobro dos envios do ano anterior.

“A tecnologia e a facilidade de uso de nossas câmeras HERO8 Black e MAX tornam fácil para os usuários comuns capturar imagens impressionantes e de qualidade profissional em qualquer atividade”, disse Nick Woodman, fundador e CEO da GoPro. “A HERO8 Black e a MAX capturam conteúdo estonteante, de cinema, nas mãos de usuários novatos, e o GoPro Million Dollar Challenge é nossa maneira de celebrar os recursos insanos de nossas câmeras mais recentes, além da incrível criatividade de nossos usuários. Nosso mundo é um lugar incrível, repleto de pessoas incríveis e você pode ver isso claramente no vídeo deste ano do GoPro Million Dollar Challenge”.

A equipe de produção de vídeos da GoPro assistiu a cada clipe enviado, totalizando mais de 350 horas de vídeo, para selecionar os melhores momentos e integrá-los em um hino comemorativo da GoPro. Por fim, 45 criadores foram selecionados para o vídeo final, ganhando US$ 22,222 cada — uma parcela igual de US $ 1 milhão — pelo envio do material. Ninguém foi avisado com antecedência sobre sua inclusão — todos ficaram sabendo da premiação ao assistir o vídeo.

Para obter uma lista completa dos ganhadores do prêmio GoPro Million Dollar Challenge, visite a página de notícias da GoPro, The Inside Line. Para mais informações sobre a tecnologia revolucionária do carro-chefe da GoPro, a HERO8 Black, e a versátil câmera de lente dupla MAX, visite gopro.com.

 

TIM tem nova diretora nacional de vendas

A TIM tem nova liderança em sua área de vendas. Silmara Máximo acaba de assumir o cargo de Diretora de Sales Consumer & SMB e será responsável por garantir o desenvolvimento e a gestão comercial da operadora com foco no consumidor pessoa física e no segmento de pequenas e médias empresas. A executiva está à frente de uma equipe de aproximadamente 2.900 colaboradores, além de toda a força de vendas da companhia.

Silmara retorna à TIM, onde já trabalhou por cerca de 15 anos. Ela iniciou a carreira na operadora na área de logística, na TIM Nordeste, até se consolidar na área comercial. Passou por diversas funções e chegou ao posto de diretora regional de vendas para o Rio de Janeiro, Minas Gerais e Espírito Santo, cargo que ocupou entre 2012 e 2014, quando deixou a empresa. No período longe da companhia, atuou como diretora geral da Stylux Brasil Sistemas de Iluminação.

Na nova função, irá gerir todos os canais de venda da TIM no Brasil, incluindo lojas próprias, revendas, grande varejo, distribuidores e os parceiros comerciais do segmento corporativo. Também coordena a comunicação com a força de vendas, a estrutura e positivação das lojas e demais pontos de comercialização da operadora, a gestão de terminais e o suporte às operações comerciais.

Shoppings superam expectativa e registram aumento de 7,9% nas vendas em 2019

O setor de shopping centers registrou crescimento de vendas acima das expectativas e fechou o ano de 2019 com aumento de 7,9% e faturamento de R﹩ 192,8 bilhões, de acordo com o Censo Abrasce. Os resultados são os melhores desde 2014 e demonstram a evolução e robustez do setor em todo o Brasil.

Para Glauco Humai, presidente da Abrasce, o crescimento observado com mais força nos últimos anos comprova a força do setor na economia do País. “Em 2019, os shoppings superaram as expectativas de 7%, a partir de uma perspectiva de crescimento do PIB de 2,5%. No entanto, o resultado apresentado pelo setor superou nossas expectativas, mesmo diante de um crescimento do PIB que deverá ficar em torno de 1%”, comenta.

Ainda de acordo com Humai, a inflação controlada, a expansão do crédito, a recuperação, ainda que tímida, do mercado de trabalho e algumas medidas de política econômica (liberação dos saques do FGTS, por exemplo) contribuíram positivamente para o aumento das vendas. “Além disso, o setor apresenta um alto grau de inovação, buscando se adequar rapidamente às mudanças percebidas no comportamento do consumidor, ou seja, além de compras, tornaram-se centros de lazer, convivência e conveniência. Os investimentos em promoção e marketing foram determinantes para aumentar o fluxo de visitantes e as vendas em datas comemorativas. Somam-se a esses fatores os onze novos empreendimentos inaugurados ano passado, fundamentais para atingirmos este resultado que consideramos bastante expressivo”.

Para 2020, já foram anunciados 19 novos empreendimentos em todo o país, sendo 7 no Nordeste, 5 no Sudeste, 4 no Sul e 3 no Centro-Oeste. Além disso, 6% dos shoppings já estão em expansão e 10% pretendem expandir neste ano. “A Área Bruta Locável (ABL) dos empreendimentos teve um crescimento de 2,7% em comparação com 2018, chegando a um total de 16.757.937m² nos 577 shoppings do Brasil. Estes números demonstram a pujança do setor, que apresentou em 2019 o seu melhor desempenho desde uma das piores crises econômicas do país”, complementa o presidente da Abrasce.

Outro destaque é com relação ao crescimento de 1,6% no número de empregos totais gerados, seguindo a tendência de aumento desde de 2012, totalizando 1.102.171 de vagas diretas.

NÚMERO DE LOJAS

O número de lojas aumentou 0,6% comparado ao ano anterior, saltando de 104.928 para 105.592, sendo em média 184 lojas por shopping.

PERFIL DOS FREQUENTADORES

As classes AB predominam com mais de 60% no índice de frequentadores dos shoppings em todo o Brasil. Quando separadas por região, essas classes representam 65% do público no Centro-Oeste, 64% no Sudeste, 62% no Sul e 55% no Nordeste e no Norte.

NÚMERO DE SHOPPINGS

São considerados shopping centers pela Abrasce os empreendimentos com Área Bruta Locável (ABL) superior a 5 mil m², formados por diversas unidades comerciais com administração única e centralizada, que praticam aluguel fixo e percentual. Em 2019, o setor fechou com 577 empreendimentos e alta de 2,7% na ABL, totalizando 16.757.937m² em todo o país.

COMPLEXO MULTIUSO

Os shoppings centers continuam sendo grandes complexos integrados para atender as necessidades dos visitantes que procuram resolver tudo em um único lugar. Entre os empreendimentos interligados aos shoppings estão: condomínio empresarial (68%), centro médico e/ou laboratório (37%), hotel (35%), faculdades/universidades (28%), condomínio residencial (22%), e outros (15%).

CINEMA

Um dos espaços mais usados para lazer nos shoppings, as salas de cinema continuam em ritmo de crescimento. Houve um aumento de 2,3% no número das salas, passando 2.836 de 2018 para 2.900, em 2019.

Thomson Reuters reforça a área de Recursos Humanos com duas contratações

A Thomson Reuters, multinacional de soluções em tecnologia provedora de soluções Fiscais, Tributárias, Contábeis, Jurídicas e de Comércio Exterior, anuncia a contratação de dois novos gestores para o departamento de Recursos Humanos da companhia. Juliana Boscolo é a nova Gerente de RH, enquanto Nilson Nascimento assume a função de Head de Talent & Development LatAm. A vinda dos novos gestores reforça o propósito global da Thomson Reuters de redefinir a maneira como os profissionais trabalham. Ambos reportam diretamente para a Head de Recursos Humanos da Thomson Reuters na América Latina, Andréa Ziravello Elias.

Formada em Psicologia com pós-graduação em Gestão de Pessoas e certificação em Coaching, Juliana tem sólida experiência em gestão de talentos, desenvolvimento, recrutamento e seleção, tendo atuado anteriormente em empresas como Stefanini IT Solutions, International Paper e Omron. Já Nilson Nascimento é formado em Administração com especializações em Recursos Humanos, Dinâmicas do Grupo e Gestão de Negócios. Nascimento acumula passagens em gestão de talentos em organizações como Ingersoll Rand, Bematech e Aliança Renault-Nissan.

ISH comemora bons resultados em vendas e faturamento em 2019 e dá continuidade aos planos de expansão em 2020

A ISH Tecnologia, empresa líder nos segmentos de cibersegurança, infraestrutura crítica e nuvens blindadas, conseguiu, mesmo em um ano difícil para a economia nacional, obter resultados expressivos em seus principais indicadores financeiros: o faturamento foi ampliado em 41% para R$ 175 milhões, o booking em 20%, a margem operacional em 39% e o EBTIDA em 44%. Outro resultado positivo é que a ISH terminou 2019 com backlog (volume de contratos a faturar) 34% maior que o ano anterior.

“2019 foi um ano desafiador para todo o mercado nacional, mas nós conseguimos entender às expectativas das empresas brasileiras em relação à infraestrutura de TI, segurança da informação, bem como cloud híbrida e privada, para viabilizar sua transformação digital, o que nos gerou muito trabalho e se refletiu em muitas conquistas”, afirma Rodrigo Dessaune, CEO da ISH Tecnologia.

Segundo o CEO da ISH, os resultados positivos se devem em parte ao maior foco da empresa na ampliação da oferta de soluções as a service, em especial de MSSP (Managed Security Services Provider), que foi ao encontro da maior procura dos clientes por fornecedores únicos, prontos a oferecer soluções completas, seguras e customizadas, pagas mensalmente, e com garantias de SLA (Service Level Agreement).

Outros fatores, apontados como relevantes para o crescimento obtido, foram os investimentos realizados para expandir a atuação da ISH junto à empresas privadas dos setores de finanças, saúde e varejo, entre outros, em especial nos estados de São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais e na região sul do País, assim como a criação de novas áreas estratégicas para tornar viável a conquista e superação de seus objetivos. “Nós aumentamos de forma considerável nossa carteira ao duplicar o número de empresas de finanças, principalmente com fintechs e bancos de médio porte, triplicar às de saúde e aumentar em 50% as varejistas. Um resultado muito proveitoso, que mostra nossa capacidade de diversificação da carteira”, informa Armsthon Zanelato, vice-presidente de Vendas.

No ano passado, a companhia criou também a diretoria de Inovação e Alianças, liderada pelo executivo Allan Costa (um novo sócio da ISH), com a missão de contribuir para que a ISH se torne o principal player do mercado na oferta de gestão de serviços de segurança da informação das Américas. A nova área também é responsável por aprimorar processos, buscar tecnologias inovadoras no portfólio de alianças, além de desenvolver produtos próprios e de parceiros por meio do ISH Labs e de governança das “spin-offs” derivadas.

Foi criada também a área de Customer Success, cujo objetivo é garantir que as necessidades e expectativas dos clientes sejam ouvidas e atendidas ou antecipadas pela ISH. “A ideia é que este departamento funcione com um ombudsman da ISH para o mercado, trazendo para o âmbito interno a perspectiva externa, com uma visão imparcial, ou seja, nos traga opiniões, reclamações e soluções para garantir cada vez mais excelência no atendimento aos nossos clientes”, explica Zanelato.

Em 2019, a ISH Tecnologia também aumentou sua infraestrutura para oferecer cloud híbrida e privada, com soluções de cibersegurança de última geração ao inaugurar um novo SOC (Security Operation Center) em Vitória (ES), que se soma aos outros dois – o primeiro instalado na capital capixaba desde 2006 e o outro em São Paulo, que entrou em operação em 2013. Esse crescimento em 2019 resultou na contratação de mais de 100 novos postos de trabalho para especialistas na área de TI – principalmente de segurança da informação -, de marketing e vendas.

“Nós tivemos um ano realmente muito bom, com ampliação de 25% na nossa carteira de clientes – que fechamos com mais de 500 clientes ativos. Para o próximo ano, nossa expectativa é aumentar o booking em 31% e o faturamento em 20%, com a geração de uma margem operacional 34% superior e EBTIDA 23% maior”, acrescenta Dessaune. O CEO da ISH acredita que será possível manter o ciclo virtuoso da companhia porque as empresas brasileiras estão investindo na transformação digital de suas estruturas.

Para atender às novas demandas mercadológicas, geradas pela retomada da economia e pela adoção de tecnologias disruptivas, para que as empresas conquistem novos clientes e consigam manter os atuais, a ISH continuará investindo em sua expansão e no aperfeiçoamento dos produtos e serviços que oferecerá ao mercado. “Este ano, queremos estruturar melhor nossa atuação em outras regiões e para isto abriremos duas novas filias – uma no Estado do Paraná para atender a região sul e outra em Goiás para atender ao Centro-Oeste. Também em 2020, iniciaremos nossas operações nos EUA, inicialmente por meio da spin-off Cyberpass”, informa Dessaune. Atualmente, a ISH já conta, além da matriz em Vitória (ES), com filiais nos estados de São Paulo, Rio de Janeiro e Minas Gerais.

Dessaune ressalta que a empresa continuará com a estratégia de complementar seu portfólio, por meio da criação de soluções próprias e da aquisição de empresas com produtos complementares. “Para isto, contratamos um novo gerente de Produtos, que terá o desafio de transformar nossas ofertas tradicionais em soluções as a service, além de incrementar o desenvolvimento de novos produtos. Além disso, nossa diretoria de Inovação e Alianças estará empenhada em analisar concorrentes e startups com ofertas interessantes, que podem vir a agregar ao nosso portfólio”, detalha o CEO da ISH Tecnologia.

“Em 2020, nós investiremos mais de R$ 15 milhões em nosso projeto de expansão. Com isto, devemos dobrar o tamanho de nossa filial em São Paulo – triplicando a capacidade do SOC da capital paulista. Vamos também quadruplicar a capacidade do SOC de Vitória, tornando a estrutura completamente separada do NOC (Network Operation Center), aperfeiçoando ainda mais nossa excelência na oferta e a cibersegurança”, completa Dessaune.

A evolução do papel do CIO

Por Diego Império

Com o avanço da tecnologia, o papel que o CIO (Chief Information Officer) desempenha dentro da companhia sofreu alterações notáveis ao longo dos últimos anos. O claro impacto das novas soluções nos negócios fez com que o profissional se tornasse um dos principais responsáveis pelo crescimento das empresas, destacando cada vez mais sua atuação. Com isso, esses profissionais precisam ser a força motriz da inovação, uma tarefa nada fácil, mas não impossível.

De acordo com o estudo recente do IDC, o FutureScape: Latin America IT Industry Predictions, até 2022, mais de 50% do PIB da América Latina será digitalizado. Isso acontecerá por causa do crescimento da digitalização em todos os setores, impulsionada principalmente por ofertas, operações e relacionamentos. Além disso, de 2019 a 2022, cerca de 380 bilhões de dólares serão investidos em despesas relacionadas à TI.

Neste contexto, compartilho ideias que considero essenciais para explorar o desafio dessa transformação, bem como as possíveis alternativas para uma transição bem-sucedida:

1) Exercer a liderança digital: para que uma empresa tire o máximo proveito das soluções tecnológicas, o CIO terá que estabelecer uma agenda com todos os executivos C-levels, como reuniões formais e informais individuais, com o objetivo de debater ideias com foco em inovação. Dessa forma, será possível criar uma lista de projetos de transformação digital, que deverão ser compartilhados em uma reunião geral.

2) Expandir a sua capacidade para além das fronteiras atuais: uma vez concebido o projeto, é ​​essencial que a análise da transformação digital seja aprofundada. Para isso, é necessário obter a aprovação dos diretores e, posteriormente, promover conversas com funcionários em todos os níveis.

3) Investir tempo buscando, recebendo e ouvindo fornecedores: o profissional deve encaixar em sua rotina o hábito de fazer buscas, diariamente, sobre novas práticas tecnológicas usadas pelo mercado e capazes de resolver problemas recorrentes de clientes e usuários. Com isso, será possível melhorar a produção e oferta de serviços, tendo em vista que, atualmente, os integradores estão adotando empresas de tecnologia especializadas em executar funções como o uso de plataformas IoT.

4) Contar com uma infraestrutura preparada para as mudanças tecnológicas: Big Data, analytics e inteligência artificial serão uma realidade cada vez mais próxima e imprescindível para sucesso na concorrência com as inúmeras opções do mercado. Somado-se a isso, os profissionais precisam colocar na agenda ações que envolvem reduções de custo, prevenção nas violações de segurança informática, automação de processos, terceirização de atividades e migrações para a nuvem.

5) Garantir a segurança e a confidencialidade da informação: manter o armazenamento e a proteção das informações críticas da empresa é essencial para promover um bom relacionamento e fomentar a confiança dos clientes, fornecedores, funcionários e executivos. Por isso, invista em plataformas de manutenção e segurança cibernética.

Em resumo, a evolução da indústria e o fato da transformação digital ser inevitável na maioria dos setores, manterá os CIOs em estado de alerta por algum tempo. Por isso, líderes dinâmicos e qualificados para administrar esse novo ambiente empresarial serão cada vez mais buscados e valorizados.

Diego Império, President & CEO da Ricoh América Latina