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Brasileira brain4care tem tecnologia liberada pelo FDA e planeja entrada nos EUA

O Food and Drug Administration (FDA) liberou para uso nos Estados Unidos a inovação tecnológica de grande impacto na medicina e na pesquisa da startup brasileira brain4care. Trata-se do método não invasivo de monitorização da complacência cerebral (CC) por meio da morfologia do pulso da pressão intracraniana (PIC). A solução envolve um sensor externo encostado na cabeça do paciente, que é capaz de captar alterações e condições que antes somente poderiam ser coletadas por meios invasivos, como um cateter inserido cirurgicamente no cérebro. Com essa nova possibilidade de acompanhar de maneira muito mais simples, rápida e acessível a evolução do quadro clínico de pacientes neurocríticos, a startup prevê a criação de um ‘novo sinal vital’, com potencial para transformar a vida de 1 bilhão de pessoas nos próximos anos.

“A liberação do nosso método pelo FDA é uma conquista importante para o próximo passo de nossa estratégia de consolidar a inovação no mercado norte-americano. No Brasil, já temos hospitais e instituições de pesquisa utilizando a monitorização não invasiva da PIC”, diz Plinio Targa, CEO da brain4care. Segundo o diretor científico da startup, Gustavo Frigieri, a coleta de dados da PIC por meio de métodos invasivos restringia essa opção a casos selecionados, em geral de pacientes mais graves. Com a possibilidade de monitorizar a PIC de maneira não invasiva, esses dados ficam acessíveis para uso em diagnóstico, acompanhamento de pacientes, além de abrir um enorme campo para pesquisadores.

Por sinal, nos Estados Unidos, a brain4care já faz uma importante pesquisa na Stanford University. Os cientistas dessa universidade estão comparando os dados da monitorização invasiva da PIC com a feita pelo método brain4care. As conclusões intermediárias do estudo serão publicadas no final deste ano. Diretor da brain4care nos Estados Unidos, Claudio Menegusso, destaca a importância de acelerar pesquisas em território norte-americano com objetivo de aumentar o volume de evidências científicas, ampliando o conhecimento do método pela comunidade médica.

Quebra de paradigma na medicina

O desenvolvimento o método inovador da brain4care foi possível graças aos estudos do Professor Sérgio Mascarenhas de Oliveira, físico e químico brasileiro reconhecido por sua atuação em ciência e educação. Diagnosticado em 2005, aos 77 anos, com hidrocefalia, doença que provoca acúmulo de líquor em cavidades do cérebro, Mascarenhas fez uma cirurgia para implantar uma válvula que drena o excesso de líquido e retornou à sua vida normal. Movido pelo inconformismo diante dos procedimentos invasivos, realizou experimentos que provaram que o crânio é expansível e que suas deformações podem ser captadas por fora. O resultado derrubou um dos pilares da Doutrina de Monro-Kellie, estabelecida há 200 anos. A partir de sua descoberta, Mascarenhas desenvolveu o método brain4care. A monitorização não invasiva por meio de um sensor levanta dados sobre a CC por meio da morfologia do pulso da PIC, expressa em dois gráficos: um mostra a morfologia da curva minuto a minuto e a correlação entre seus pulsos; e o outro, a tendência da pressão ao longo do período monitorado.

Steam Cloud Kitchens vai construir e operar 30 hubs para atender todos os aplicativos de delivery online

A Steam Cloud Kitchen vai construir e operar no próximo ano cinco hubs multiplataformas para abrigar restaurantes destinados exclusivamente ao delivery online. A primeira unidade, que terá as obras iniciadas em breve, começará a operar em março, no Tatuapé, na Zona Leste de São Paulo. As demais estão previstas para Brooklin e Santana, na Capital, e duas na região do ABC, em Santo André e São Bernardo. Estas serão apenas as primeiras. Nos próximos quatro anos, a Steam planeja um total de 30 cloud kitchen (literalmente, cozinha na nuvem), com um investimento estimado em R﹩ 30 milhões.

Empresa do grupo Suprainvest Participações e Empreendimentos Ltda, a Steam deverá ser a primeira operação multiplataforma, criada para atender qualquer aplicativo de delivery, oferecendo completa infraestrutura operacional e administrativa para funcionamento de até 10 restaurantes em cada hub. “Nosso conceito é que o dono restaurante se preocupe apenas com a produção dos seu cardápio e deixe o resto com a gente porque cuidamos de tudo”, afirma Eduardo Dias, diretor da Steam. O gerenciamento do hub inclui, por exemplo, desde segurança e monitoramento até o controle de normas da vigilância sanitária, com acompanhamento de nutricionista. “O tempo que se perderia com assuntos administrativos e questões burocráticas pode ser melhor empregado, inclusive, para criar novos pratos e ampliar a oferta aos clientes”, explica Eduardo Dias.

Entre outros benefícios do hub, ele menciona: baixo investimento inicial e menor custo operacional, aumento da eficiência da entrega dos pedidos, facilidade de expansão das vendas para clientes de novas regiões, maior possibilidade para experimentação de novas marcas e cardápios, recebimento de todos os pagamentos por meio eletrônico e modelo de multiplataforma aberto a todos os aplicativos que estão ou surgirem no mercado. Este será um diferencial importante para o restaurante porque poderá atender um conjunto maior de clientes, sem restrição.

O conceito cloud kitchen surgiu na Índia e, rapidamente, se tornou um sucesso em vários países. Sua origem está relacionada com a busca de solução para a crescente demanda do mercado de delivery de comida online no mundo. Segundo estudo divulgado pelo banco UBS, este mercado tem apresentado uma taxa de crescimento anual de 20% e poderá movimentar globalmente U﹩ 365 bilhões até 2030. No Brasil, de acordo com a Abrasel (Associação Brasileira de Bares e Restaurantes), o mercado já estimado é de R﹩ 11 bilhões.

Para atender cada vez mais clientes que começam a fazer pedidos pelo aplicativo, os restaurantes precisariam ampliar sua capacidade de produção, mas nem sempre dispõem dos recursos para os investimentos necessários. As cozinhas compartilhadas vieram para resolver este problema, do dono de restaurante com bom desempenho, negócio bem estabelecido, potencial de crescimento, mas sem condições financeiras para pensar em uma ampliação e expandir a entrega para outras regiões.

A Steam representa a possibilidade de alavancar o segmento de delivery, sem a necessidade de investimentos significativos. Dependendo do modelo de contrato, é possível ter uma cozinha funcionando com um custo mensal a partir de R﹩ 6,5 mil mensais, incluindo aluguel, IPTU e condomínio, com a ampla gama de serviços oferecidos. Além disso, o custo operacional é bem menor do que o de um restaurante convencional porque não há salão nem serviço de garçons.

Cargo X fecha 2019 com 100 milhões de reais de capital de giro investidos no mercado de transporte

A Cargo X, logtech brasileira fundada em 2013 com o objetivo de tornar as transportadoras brasileiras mais eficientes, finaliza 2019 com boas notícias para o fomento de negócios no mercado de transporte de cargas no Brasil.

Em agosto, a marca anunciou um aporte de 300 milhões de reais para capital de giro até 2020. Devido à grande procura das empresas do setor, a empresa fechará 2019 com 100 milhões de reais investidos no mercado de transporte e em transportadoras de todos os tamanhos.

Um dos setores mais beneficiados foi o agronegócio – que apresentou um crescimento de mais de 100% nas operações; mas, para 2020, a Cargo X irá expandir seu pacote de serviços para que todos os segmentos do mercado de transportes sejam incluídos e prevê um investimento na ordem de 500 milhões de reais capital de giro para transportadoras especializadas em diferentes setores e com rotas em todo País.

“Acreditamos que o futuro do transporte está nas transportadoras e queremos evoluir todas as frentes do setor. Nosso objetivo é que as nossas empresas parceiras de todos os tamanhos vejam suas operações crescerem por meio das soluções oferecidas pela Cargo X. E em 2020, proveremos ainda mais serviços centrados nas necessidades de nossos clientes e parceiros. Ao proporcionarmos tecnologia e inovação, reforçamos a nossa sólida parceria com as transportadoras”, afirma o COO da Cargo X, Daniel Carvalho.

Além do investimento de capital de giro, a Cargo X terá outras medidas tomadas e previstas para 2020, onde oferece tecnologias como machine learning e big data para que as transportadoras entendam com mais eficiência os dados do negócio e uma força de vendas, capaz de auxiliar a expandir as operações.

Seis importantes tópicos para o mercado de Segurança Digital prestar atenção em 2020

Por Thiago Bordini, diretor de inteligência cibernética e pesquisa do Grupo New Space

Mal aproveitamos o merecido descanso tradicional de fim de ano, já precisamos ficar atentos às ameaças cibernéticas que certamente impactarão milhões de pessoas em todo mundo. Após um 2019 com muitos ataques, o cenário de 2020 começa ainda pior. Elenco abaixo seis questões que profissionais e o mercado como um todo de Segurança Digital deverá levar em conta em suas respectivas estratégias de defesa. Eleições em várias partes do mundo, ataques mais realistas e humanizados, e até uma real possibilidade de guerra cibernética entre Estados Unidos e Irã constam como os assuntos mais preocupantes para 2020.

Irã x Estados Unidos

É impossível começar esse artigo e não mencionar o conflito entre Estados Unidos e o Irã. Atentando-se apenas às questões de tecnologia, já observamos ataques como o do site FDLP (Depositório Federal do Programa de Bibliotecas) do governo americano, que teve seu conteúdo original removido e substituído por mensagens pró-Irã. Vale mencionar também que o diretor da CISA (Agência de Cibersegurança e Segurança de Infraestrutura, da sigla em inglês), Chris Krebs, publicou em seu twitter que há um aumento da atividade maliciosa do Irã no ciberespaço, com ênfase em “destrutivos ataques wiper”, nos quais dados são deletados, em vez de um “simples” roubo de dinheiro e informações.

Eleições

Se você acha que as eleições de 2018 foram marcadas pelas fake news, você não sabe o que te aguarda em 2020. Enquanto que nos Estados Unidos a população escolherá um novo presidente, por aqui, no Brasil, iremos às urnas para escolher os nossos representantes em âmbito municipal. Atualmente, com o uso de inteligência artificial e machine learning, a possibilidade de criar conteúdo, manipular imagens e áudios não exige mais um alto conhecimento de tecnologia. Existem, inclusive, sites em que você pode, por exemplo, fazer upload de um vídeo ou áudio e, em poucos minutos, receber um material criado a partir de informação não verídica. Certamente veremos diversos casos de ataques para promover a manipulação da opinião pública e a desinformação. Então, mais do que nunca, cuidado ao clicar e compartilhar as coisas na internet. A temporada de fake news apenas começou.

Ataques direcionados de ransomware

Há pelo menos três anos, os ataques direcionados de ransomware figuram na lista de principais ameaças cibernéticas. Isso acontece por conta da facilidade de se promover um e pelos retornos financeiros aos atacantes. Em 2020 não será diferente, a novidade é que os hackers têm usado técnicas cada vez mais sofisticadas frente a um nível de maturidade em cibersegurança ainda baixo. Para esse ano, acredito que os grupos de cibercriminosos escolherão alvos de alto perfil, nos quais o impacto do ataque e sua repercussão na imprensa poderão comprometer a operação e a reputação das organizações afetadas. Há também o caso de se aproveitar da Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais, mas abordo com mais propriedade abaixo.

Alerta para usuários do Windows 7

Um dos sistemas operacionais mais populares da Microsoft, o Windows 7, está com os dias contados: em 14 de janeiro de 2020, chega ao fim o suporte para a plataforma. Lançado em 2009, o software ainda opera em 26,86% dos computadores no mundo, segundo dados da empresa NetMarketShare, mas deixará de receber atualizações do Windows Update e assistência técnica neste ano. A recomendação aqui é fazer o upgrade para uma versão mais atual da empresa, pois cibercriminosos certamente aproveitarão quaisquer brechas que encontrarem para fazer um ataque.

Roubo de credenciais

Com a crescente popularidade dos serviços de streaming (Netflix, Spotify, Youtube, Steam etc.) e o lançamento de novos serviços (Disney +, HBO Max, entre outros), fica claro que esse tipo de crime aumentará. Mas não só por conta do crescimento do número de assinantes, mas também porque as credenciais têm um bom valor de mercado no mundo do cibercrime. É aquela máxima do investimento mínimo que normalmente traz um alto retorno.

Brechas na LGPD

A Lei Geral de Proteção de Dados sancionada em agosto de 2018 e que entra em vigor em agosto de 2020 certamente será um campo fértil para crimes digitais, principalmente os de extorsão. Isso porque a nova lei penaliza empresas que exponham, intencionalmente ou involuntariamente, as informações pertinentes aos seus funcionários e usuários. É consenso entre muitos especialistas que o Brasil ainda não está pronto para essa nova legislação, fato que certamente será aproveitado pelos criminosos.

Grupo Tigre lança canal de vendas eletrônico

Visando trazer mais comodidade aos seus clientes, o Grupo Tigre, líder em soluções para construção civil e cuidados com a água, coloca seus produtos para vendas online nos principais marketplaces brasileiros. No canal, que será mais uma opção de compra, os consumidores terão acesso a todas as soluções da Tigre Metais, marca do Grupo responsável pela fabricação de metais sanitários e acessórios.

No canal de vendas, os clientes terão à disposição todas as linhas de metais para banheiro e cozinha da companhia nos marketplaces das Americanas, Shoptime, Mercado Livre e Submarino. “Atualmente, os consumidores já conseguem encontrar os produtos da Tigre Metais em diversas revendedoras e home centers de todo o país, mas o nosso objetivo foi ampliar os canais de venda, permitindo que os clientes de todo o Brasil tenham mais esta opção e possam encontrar nossas soluções”, comenta Luiz Fernando Turatti, diretor de Marketing, Inovação e Sustentabilidade da empresa.

Turatti explica que a compra por meio do marketplace, além de ser uma comodidade ao consumidor, pela otimização do tempo já que o cliente poderá comprar o item online e escolher onde precisa que seja entregue, sem a necessidade de se descolar até a obra, por exemplo, também ajuda a ampliar a área de cobertura da Tigre Metais.

No Mercado Livre, os clientes encontrarão as soluções da Tigre Metais em um espaço exclusivo da empresa, que pode ser acessado no link: http://loja.mercadolivre.com.br/tigre-metais. Já nas lojas Americanas, Shoptime e Submarino, os consumidores encontrarão os produtos selecionando na busca dos portais o nome da Tigre ou o tipo de produto.

Micro e Pequenas Empresas vão ser protagonistas no debate sobre a MP do Contribuinte Legal

Presidente da Facesp, Alfredo Cotait Neto, e deputado federal Marco Bertaiolli viabilizaram audiência pública na entidade que representa as MPEs

A categoria que mais gera emprego e renda no País, as Micro e Pequenas Empresas (MPEs), terá a oportunidade de ser protagonista no debate sobre a Medida Provisória do Contribuinte Legal (MP 899/19), que estabelecerá regras para a negociação de dívidas com a União. A Federação das Associações Comerciais do Estado de São Paulo (Facesp) vai receber uma audiência pública da Comissão Mista, formada por deputados e senadores, que analisa a MP no Congresso Nacional. O encontro ocorrerá em fevereiro, em data ainda a ser definida.

A chance dos empreendedores se manifestarem é resultado do trabalho do deputado federal e vice-presidente da Facesp, Marco Bertaiolli, escolhido como relator do projeto.

“Este é um momento muito importante, uma vez que a MP será transformada em uma lei que definirá as regras de como as negociações de dívidas tributárias com o Governo Federal passarão a ser realizadas. Desta forma, os chamados Refis deixarão de existir”, explicou Bertaiolli. A medida provisória 899/19 prevê a redução de juros, multa e oferece a possibilidade de parcelamento dos valores.

O deputado federal, que também é presidente da Frente Parlamentar em Defesa das Associações Comerciais do Brasil, lembrou que, assim que o texto chegou ao Congresso Nacional, “a Facesp, os vice-presidentes da Federação e, principalmente, o presidente Alfredo Cotait, não mediram esforços para que as micro e pequenas empresas pudessem participar ativamente das discussões”.

“Foi esta mobilização que resultou na oportunidade e na grande responsabilidade de relatar um projeto desta magnitude”, afirmou Bertaiolli. “Nada mais justo que levar uma discussão com tamanha seriedade a uma entidade que tem como missão a defesa dos interesses das micro e pequenas empresas”, afirmou o parlamentar.

INCLUSÃO DO SIMPLES

Antes mesmo de ser escolhido como relator, Bertaiolli já trabalhava para reparar o que considera um erro da MP. O texto original, encaminhado pelo presidente Jair Bolsonaro, exclui o regime tributário do Simples Nacional. Na prática, isto significa que a grande maioria das MPEs ficaria de fora.

Assim que a MP foi enviada ao Congresso, Bertaiolli apresentou uma emenda que solicitava a inclusão do Simples. “Como defensor deste segmento tão importante para a economia do nosso País, passamos a atuar para reverter esta situação e incluir as empresas de pequeno porte na concessão de benefícios fiscais”, argumentou. E, logo após ser escolhido como relator, o vice-presidente da Facesp já se reuniu com o procurador-geral da Fazenda, Levi Mello, para tratar sobre esta inclusão.

O presidente da Facesp, Alfredo Cotait Neto, afirma que, caso o projeto passe a compreender os pequenos e médios empresários, “haverá um importante fomento de novos negócios”.

Representante de 420 Associações Comerciais de todo o Estado de São Paulo, que defendem os interesses de mais de 200 mil empreendedores, sendo a maioria absoluta formada por MPEs, a Facesp apoia, de forma incondicional, a inclusão dos empresários optantes do Simples que, em 2019, foram responsáveis pela por oito em cada dez postos de trabalho criados País.

A Comissão Mista foi instituída em dezembro. O grupo é presidido pelo senador Luiz Osvaldo Pastore. Além da audiência pública na Facesp, outras reuniões, com diversos segmentos, serão realizadas. O prazo de conclusão dos trabalhos será no final de março.

Fintechs da América Latina e Caribe estão transformando a maneira como consumidores e pequenas empresas acessam empréstimos

As startups de tecnologia financeira (Fintechs) estão começando a transformar o universo das finanças de forma única em todo o mundo. Globalmente, essas Fintechs procuram operar em escala, cada vez mais incorporadas às experiências financeiras diárias. Ao longo de 2019, essas empresas receberam um financiamento significativamente maior do que em 2017, um sinal de que 2020 provavelmente será um ano importante para as Fintechs. A CB Insights, em parceria com a Mastercard Start Path, divulgou um relatório com as cinco principais tendências globais para Fintechs. “As Fintechs em 2020: cinco tendências globais a serem observadas” examina a América do Norte, Europa, Ásia-Pacífico, América Latina e Caribe (LAC) e Oriente Médio e África.

Na região da América Latina e Caribe, as novas Fintechs emergentes estão transformando a maneira como os consumidores e as pequenas e médias empresas da região acessam empréstimos. As Fintechs estão conseguindo auxiliar um público que estava subatendido  há muito tempo, tornando a região um ponto focal para métodos inovadores de financiamento. Entre as novas empresas da região está a brasileira Creditas, com financiamento divulgado de US$ 312 milhões. A Credijusto do México com US$ 152 milhões em financiamento digulgado e que afirma ter originado mais de US$ 70 milhões em empréstimos a partir de março de 2019. Uma startup menor é a Sempli da Colômbia, que divulgou financiamentos de US$ 17 milhões. As oportunidades de expansão são maiores especialmente na Colômbia, que é o terceiro maior mercado de empréstimos para pequenas e médias empresas em LAC.

Mesmo com esforços regulatórios fragmentados evoluindo em ritmos diferentes, alguns mercados permanecem proativos quando comparados a outros. Por exemplo, em março de 2018 o México promulgou a Lei das Fintechs que concede às empresas legitimidade e diretrizes. Em abril de 2018, os novos regulamentos brasileiros passaram a permitir que as Fintechs forneçam serviços de empréstimos entre pares (P2P). Enquanto 45% dos empresários de Fintechs da LAC consideraram a regulamentação atual como “muito solta” ou inexistente em uma pesquisa de 2018 do Banco Internacional de Desenvolvimento e da Finnovista, os investidores ainda enxergam opo rtunidades. Entre os principais investidores de 2019 estão a argentina Kaszek Ventures e a brasileira Monashees,  juntamente com as americanas Goldman SachsQED Investors, e Redpoint Ventures, e a japonesa Softbank, que anunciou em 2019 um fundo de tecnologia de US$ 5 bilhões focado na América Latina e Caribe.

As startups e Fintechs mais promissoras do mundo hoje operam como a Mastercard – em microssegundos. Por meio do premiado programa Start Path, a Mastercard habilita as startups de tecnologia em estágio avançado a expandirem rapidamente por meio de acesso à sua tecnologia, soluções especializadas e parceiros em todo o mundo. O impacto desses esforços está sendo observado na América Latina e em outros lugares, à medida que muitas das novas startups crescem e ganham acesso a novas fontes de financiamento. As Fintechs da LAC deverão prosperar no futuro neste mercado emergente, proporcionando benefícios tanto aos consumidores como às empresas.

Para saber mais sobre essas tendências e perspectivas na LAC e em todo o mundo, acesse o relatório completo (em inglês) aqui.

Indústria desacelera lançamento de produtos em 2019

Índice GS1 Brasil de Atividade Industrial aponta desempenho fraco da produção

Entre os meses de janeiro e dezembro de 2019 a indústria brasileira recuou na intenção de lançar produtos no mercado. O Índice GS1 de Atividade Industrial, calculado pela Associação Brasileira de Automação-GS1 Brasil, apresentou queda de 8,4% na comparação com o mesmo período do ano anterior, tendência também identificada no comparativo com dezembro de 2018 (3,7%). O índice se baseia nos pedidos de registro de código de barras para bens de consumo. O código é atribuído pela associação e é um padrão mundial de identificação na cadeia de abastecimento.

“Em seu terceiro ano de publicação, o Índice GS1 Brasil de Atividade Industrial tem demonstrado antecipar a produção da indústria nacional com acuracidade. O indicador apontou o desaquecimento de 2017, a retomada em 2018 e novamente, em 2019, um arrefecimento da confiança. O ano que começou positivo, tendo os dois primeiros trimestres com crescimento significativo em relação a 2018, viu a partir de julho uma desaceleração no lançamento de produtos, resultando em um terceiro e quarto trimestres abaixo do esperado. Esperamos que em 2020 a renovação de portfólio nas empresas aconteça com maior entusiasmo, tendo a GS1 Brasil como parceira em todos os momentos”, afirma Virginia Vaamonde, CEO da Associação Brasileira de Automação-GS1 Brasil.

Sobrevida – Em dezembro de 2019, no entanto, o Índice GS1 Brasil de Atividade Industrial apresentou aumento de 2,7% na comparação com o mês anterior no dado livre de efeitos sazonais. Há dois setores da indústria que podem comemorar saldo positivo em 2019. A indústria de bebidas e a de vestuário e acessórios lançaram 8,6% e 1,7% mais produtos do que em 2018, respectivamente.

Setores em destaque:

Índice por regiões do País:

Entenda o Índice GS1

Índice antecedente de produção industrial que mede a intenção de lançamento de novos produtos no Brasil, por meio dos pedidos de códigos barras pelas empresas.

• ORIGINAL – dado bruto reflete as solicitações de GTIN mês a mês.

• DESSAZONALIZADO – série livre de efeito sazonal, exclui efeitos típicos de meses específicos e permite uma avaliação mais intuitiva de tendência do crescimento da série entre os meses (ex. comportamento histórico de aumento de pedidos por conta de datas comemorativas).

• O Índice GS1 Brasil de Atividade Industrial será divulgado:

• Todo 1º dia útil do mês

• Primeiro indicador antecedente de Indústria a ser divulgado

• Poder explicativo adicional – não direto – com significância estatística

• Relacionado com Inovação – portfólio de produtos das empresas

• Setores relacionados com CNAE – Divisão 10 a 33

• Número Índice (Base: média de 2012 = 100)

• Elaboração: GS1 Brasil com o apoio da 4E Consultoria

Microsoft anuncia que será carbono negativa até 2030

A Microsoft Corp. anunciou na quinta-feira uma meta ambiciosa e um plano novo para reduzir até acabar com sua pegada de carbono. Até 2030 a Microsoft será carbono negativa, e até 2050 a Microsoft removerá do meio ambiente todo o carbono que a empresa emitiu diretamente ou por consumo de energia elétrica desde sua fundação em 1975.

Em um evento no campus Redmond, Satya Nadella, diretora executiva da Microsoft, Brad Smith, presidente, Amy Hood, diretora financeira e Lucas Joppa, diretor ambiental, anunciaram as novas metas da empresa e um plano detalhado para torná-la carbono negativa.

“O mundo precisará alcançar zero de emissões, e aqueles de nós que podem se dar ao luxo de agir mais rápido e fazer mais, devem fazê-lo. É por isso que hoje estamos anunciando um objetivo ambicioso e um plano novo para reduzir até acabar com a pegada de carbono da Microsoft”, disse Brad Smith, presidente da Microsoft. “Até 2030 a Microsoft será carbono negativa, e até 2050 a Microsoft removerá do meio ambiente todo o carbono que a empresa emitiu diretamente ou por consumo de energia elétrica desde sua fundação em 1975”.

O blog oficial da Microsoft tem mais informações sobre o objetivo ousado da empresa e o plano detalhado para remover sua pegada de carbono: https://blogs.microsoft.com/?p=52558785.

A empresa anunciou um programa agressivo para reduzir as emissões de carbono em mais da metade até 2030, tanto para suas emissões diretas como para toda sua rede de fornecimento e valor. Isto inclui reduzir suas próprias emissões diretas e emissões relacionadas com a energia que é utilizada para quase zero até meados desta década. Também foi anunciada uma nova iniciativa para usar a tecnologia Microsoft para ajudar seus fornecedores e clientes em todo o mundo a reduzir suas próprias pegadas de carbono e um novo fundo de inovação climática de um bilhão de dólares para acelerar o desenvolvimento global de tecnologias para redução, captura e remoção de carbono. A partir do próximo ano, a empresa também tornará a redução de carbono um aspecto explícito de seus processos de aquisição p ara sua rede de fornecimento. Um novo Relatório de Sustentabilidade Ambiental anual irá detalhar a jornada de impacto e redução de carbono da Microsoft. Além disso, a empresa usará sua voz e ajuda para apoiar políticas públicas que irão acelerar as oportunidades de redução e remoção de carbono.

Mais informações podem ser encontradas no microsite da Microsoft: https://news.microsoft.com/climate.

A Microsoft (Nasdaq “MSFT” @microsoft) possibilita a transformação digital para a era de uma nuvem inteligente e de uma borda inteligente. Sua missão é capacitar todas as pessoas e empresas do planeta para que possam conseguir mais.

LGPD: 85% das empresas brasileiras não estão preparadas, entenda os impactos

Desde o ano passado, a nova legislação em relação a segurança da informação e privacidade dos usuários é um assunto recorrente entre os profissionais de tecnologia. A Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais (LGPD) foi sancionada em 2018 e entra em vigor já este ano. A lei brasileira regulamenta o uso e o tratamento de dados pessoais por parte de empresas públicas e privadas no país. Seu principal objetivo é garantir a segurança e a privacidade dos dados e informações pessoais de qualquer pessoa física.

Segundo Maximiliano de Carvalho Jácomo, coordenador do curso de segurança digital do IGTI, a nova regulamentação, que entrará em vigor plenamente até agosto deste ano, permite que os proprietários dos dados tenham conhecimento sobre o que está sendo feito por parte das empresas a partir da coleta e tratamento dessas informações. Em consequência destas mudanças, haverá um grande impacto para as empresas de todos os tamanhos.

“As empresas serão amplamente impactadas com esta mudança e precisarão atender às novas condições legais. A partir da nova lei os titulares das informações terão o direito não só de saber como os dados pessoais estão sendo coletados, processados, armazenados, distribuídos, compartilhados e descartados, mas também poderão ter o controle total sobre os seus dados pessoais.” explica o professor.

Segundo o especialista, o impacto financeiro e cultural também é algo que as empresas devem considerar. Para que possam estar em conformidade com os princípios exigidos pela LGPD, será necessária uma série de investimentos relacionados a reestruturação de suas tecnologias da informação, processos, pessoas e políticas internas em relação ao tratamento de dados dos clientes, sejam eles internos ou externos.

As adaptações podem gerar custos. Será preciso criar uma base legal com o conhecimento e a autorização do titular dos dados. “Toda e qualquer empresa de qualquer tipo precisará se reformular para garantir que suas responsabilidades sejam cumpridas. Caso alguma exigência seja ignorada os prejuízos financeiros e de imagem podem ser altos, a penalidade aplicada pela ANPD caso a lei não seja respeitada pode chegar a até 2% do faturamento anual ou a R$ 50 milhões por infração.” conta Maximiliano.

O professor ainda alerta que as empresas brasileiras não estão prontas para estas mudanças. De acordo com pesquisas realizadas no final do ano de 2019, 85% das empresas brasileiras ainda não estão totalmente preparadas para as novas regras de proteção à privacidade de dados pessoais. Os maiores problemas estão relacionados à governança, gestão de processos e gestão de riscos.

Embora muitas modificações ainda sejam necessárias, o especialista acredita que a LGPD é uma grande conquista para os brasileiros no que diz respeito à garantia dos direitos a liberdade, proteção e privacidade de dados e informações pessoais e, um grande avanço para o Brasil. Isto porque a legislação insere o país em um grupo seleto de outros países que assumem a responsabilidade de garantir que os direitos de seus cidadãos, sejam legalmente cumpridos e respeitados pelas empresas quanto ao uso e tratamento de dados pessoais.

Exit da Wayra: Teravoz é comprada pela Twilio e retorna mais de 30x o capital investido

A Wayra, hub de inovação aberta do Grupo Telefónica e uma iniciativa da Vivo no Brasil, iniciou 2020 com um case de sucesso com uma das maiores saídas de uma startup de seu portfólio. A Teravoz, investida desde 2017, anuncia a sua aquisição pela Twilio (TWLO – NYSE), empresa de comunicação na nuvem sediada no Vale do Silício que oferece infraestrutura para gigantes da tecnologia como Uber, Amazon e Netflix.

“A Teravoz foi o tipo de startup que tinha o encaixe perfeito para fazer parte do nosso hub de inovação aberta, principalmente pelas sinergias com os negócios da Vivo”, comenta Renato Valente, country manager da Wayra no país.

Além de marcar a chegada oficial da Twilio em terras brasileiras, a aquisição da Teravoz representa também mais uma validação importante da qualidade dos empreendedores brasileiros e demonstra o sucesso das estratégias de inovação aberta realizadas por grandes grupos como a Telefônica. “A saída da Teravoz não só retorna mais de 30 vezes o investimento que a Wayra fez na startup, como também representa novas oportunidades de negócio com a Vivo no Brasil e Telefónica no mundo. É excelente para todos os envolvidos. Toda corporação deveria investir nessa estratégia, funciona e muito bem”, analisa Valente.

“A Wayra nos ajudou com negociações na Vivo e trouxe mais visibilidade para nossa empresa, além de ter nos proporcionado o primeiro espaço para trabalhar fora de casa”, reconhece Dov Bigio, um dos fundadores da Teravoz. Durante a temporada em que esteve no hub, a Teravoz melhorou a eficiência do seu acordo de negócios com a Vivo, que oferece a infraestrutura de telecomunicações da startup, além de ganhar novas conexões de mercado, como a com o fundo de investimentos Canary, responsável por parte do aporte de investimentos na iniciativa. A partir daí, a startup decolou no cenário nacional.

“Contar com esse apoio foi muito valioso. Construímos uma equipe incrível, que se dedicou integralmente a ajudar os mais de 500 clientes que atendemos hoje, que trafegam mais de 8,5 milhões de minutos por mês na nossa plataforma”, afirma Bigio.

Fundada em 2014 com o objetivo de modernizar a telefonia corporativa, levando os PABXs para a nuvem, a Teravoz se transformou em um dos melhores sistemas de telefonia com gerenciamento via web, podendo ser adaptado para qualquer tamanho de empresa. Ao permitir integrações do sistema de telefone com outros softwares, a startup também facilitou a obtenção de dados e estatísticas dos atendimentos, trazendo mais visibilidade de métricas e indicadores para importantes clientes nacionais, como Nubank, Creditas, QuintoAndar e RockContent.

Com a aquisição pela Twilio, a Teravoz deixa os fundos de investimento com uma grande valorização para todos os seus investidores, inclusive a Wayra, que foi a primeira a apostar na startup. Além do excelente resultado financeiro, a saída da Teravoz também demonstra o sucesso da estratégia de inovação aberta realizada por uma grande corporação. A expectativa é que, neste momento, a Teravoz passe por um período de adaptação para unificação da empresa com a Twilio, passando a atuar localmente sob o nome de Twilio Brasil. O fundador Dov Bigio torna-se o country manager no País.

A Wayra encerrou o ano de 2019 com 36 startups no portfólio do Brasil e irá continuar a conectar inovadores, entre startups e parceiros, com a Telefônica e a Vivo, além de outras corporações do mercado e investidores, para gerar oportunidades de negócios e inovação. Os investimentos acontecem durante o ano todo, sem períodos específicos para inscrição, que pode ser feita a qualquer momento pelo site http://br-pt.wayra.com/. As áreas mais buscadas são de Data Analytics/Big Data, Inteligência Artificial, Cibersegurança, IoT, Realidade Virtual e Aumentada, além de fintechs, agtechs e edtechs.

Para conhecer todas as empresas do portfólio atual, acesse http://br-pt.wayra.com/startups

Parceria oferece 100 mil vagas gratuitas em cursos de programação

Com o objetivo de formar e identificar novos talentos na área de programação, e conectá-los a empresas que tenham alta demanda desses profissionais, a Digital Innovation – startup de open education em TI – disponibiliza em 2020, com o apoio do Sindicato das Empresas de Processamento de Dados e Serviços de Informática do Estado de SP (SEPROSP), cerca de 100 mil vagas gratuitas em diversos cursos de Tecnologia.

O resultado de sucesso da plataforma de open education – que tem despertado o interesse em parceria com diversas empresas do país – também tem chamado a atenção de empresas localizadas em outros países, que buscam preencher vagas em TI, independente da nacionalidade.

A instituição afirma que a plataforma acaba de ser ampliada, facilitando ainda mais a sua utilização. Novos cursos e projetos práticos foram lançados para engajar ainda mais os alunos, assim como as ferramentas para acelerar a formação. É possível, por exemplo, receber um análise do perfil individual do estudante, com as competências que ainda precisam ser desenvolvidas, para que ele se torne mais competitivo. Além disso, ele poderá visualizar quais cursos disponíveis ajudarão nessa capacitação.

De acordo com Iglá Generoso, CEO da Digital Innovation One, essa iniciativa pretende democratizar o acesso ao estudo de programação e resolver um problema crônico enfrentado pelas organizações do setor, que têm vagas ociosas, com o déficit de mão de obra qualificada.

Segundo dados da Associação Brasileira de Startups (Abstartups), a área de tecnologia vai na contramão do desemprego no Brasil e tem milhares de vagas ociosas –são pelo menos 5 mil posições não ocupadas em 2019. Estatística do IDC já apontava o crescimento de 10,5% na oferta do segmento. Até 2024, pelo menos outros 70 mil cargos serão criados para atender o mercado.

“As empresas precisam acelerar, está vindo cada vez mais uma demanda maior e mais global. A concorrência hoje é transversal e coloca os negócios em grande pressão pela eficiência e resultados rápidos. Então a SEPROSP veio com a gente para propiciar competitividade às empresas de tecnologia, por meio dos treinamentos. Nosso currículo é flexível, com um ecossistema open education escalável, alinhado às principais tecnologias e inovações para formar novos talentos, que poderão suprir lacunas existentes no mercado”, afirmou.

Para Iglá a parceria com o sindicato foi fundamental para o início e a manutenção das atividades da plataforma, assim como para o alcance que ela tem conquistado. “A educação e formação de profissionais é uma de nossas prioridades para fortalecer as empresas do setor de tecnologia da informação, fato que contribui diretamente para a competitividade e desenvolvimento socioeconômico”, afirmou o presidente do SEPROSP, Luigi Nesse.

Iglá Generoso explica que os cursos oferecidos pela plataforma estão mais relacionados ao desenvolvimento de softwares. Os interessados podem, por exemplo, aprender Javascript, HTML, Reactjs, banco de dados, Python, Git, blockchain e inteligência artificial. As jornadas de cada módulo são de 40 horas e geram certificado aos concluintes.

Além das empresas que têm utilizado a plataforma da Digital Innovation One para recrutar profissionais especializados, mais de 120 instituições de ensino também tornaram-se parceira do programa para estimular a participação dos alunos nos cursos e permitir que eles conquistem uma formação mais próxima com a realidade do mercado, além de entrarem na “vitrine” do mercado profissional.

O CEO explica que as ferramentas gratuitas disponíveis de forma online não são destinadas apenas a estudantes, mas também para profissionais que querem dar uma guinada na carreira ou mudar o campo de atuação.

Para Iglá, com o aumento das vagas, programas educacionais e ampliação dos parceiros, a Digital Innovation One deve tornar-se o maior ecossistema de open education do Brasil em 2020.

Os interessados em aproveitar as bolsas e conquistar oportunidades de emprego em empresas de tecnologia devem acessar o site da Digital Innovation One e realizar um cadastro na página.

Com desemprego em alta, procura por e-commerce cresce 14%

A popularização da internet está ajudando uma parcela da população brasileira a fugir da informalidade e garantir uma renda fixa. Com mais de 12 milhões de desempregados no país, segundo o IBGE, o comércio online virou uma saída rentável e bem acessível para muitas pessoas.

Segundo os dados levantados pela Locaweb, especialista em serviços digitais no Brasil, em um ano, a ferramenta “Criador de Sites”, teve um aumento de 14% no número de pessoas ativas na base de clientes.

A ferramenta existe há um ano e surgiu como alternativa para as pessoas que desejavam empreender na internet com baixo custo. “A ideia foi ter uma ferramenta intuitiva, na qual o cliente tem total autonomia para montar o próprio site, seguindo passos básicos, já que é possível encontrar quase tudo pronto. Então, não há necessidade conhecer a linguagem de códigos ou algo assim para colocar a loja na internet. Com poucos cliques, o cliente pode começar a vender os próprios produtos”, explica Higor Franco, diretor de Varejo da Locaweb Serviços de Internet.

A ferramenta tem algumas facilidades como meio de pagamento integrado com as menores taxas do mercado, templates prontos para usar e cadastrar os produtos, suporte 24 horas e vídeo aulas explicativas. Assim, é possível ganhar tempo e economizar dinheiro, pois o cliente não depende de agências ou desenvolvedores. “É uma ferramenta ideal para quem está iniciando no negócio e pretende economizar gastos”, acrescenta o diretor de Varejo

O sêo Cido é um exemplo que deu certo. Ele tem 73 anos e, há um ano, vende pela internet as molduras que fabrica na oficina, que fica em São Bernardo do Campo, na região do ABC. Desde que montou a loja virtual, as vendas, encomendas e orçamentos cresceram 70%.

O moldureiro nasceu em Garanhuns, interior de Pernambuco, onde aprendeu com o avô a arte de criar molduras com as peças que sobravam. Aos 22 anos, ele deixou a terra natal e se mudou para São Paulo para tentar a vida na cidade grande.

A arte de fazer molduras só virou negócio aos 28 anos quando montou a primeira oficina. O trabalho rústico e artesanal cresceu, mas esbarrou na falta de alternativas para divulgar e comercializar as molduras. Há pouco tempo, o filho, Thiago Martins, que é designer e artista visual, entrou no negócio e se tornou sócio proprietário. “Eu senti a necessidade de manter isso vivo e ampliar o trabalho para o mercado digital” conta Martins.

Ele deu início ao projeto e colocou a oficina do pai na internet. Em uma parceria com a Locaweb Serviços de Internet, os donos tiveram o suporte para começar o negócio digital do zero. “Contamos com todo o suporte para a ferramenta ‘Criador de Sites’, colocamos os produtos e fizemos a ativação em pouco tempo, conta Thiago.

A partir daí os negócios da família cresceram. Com a opção do online, mais pessoas começaram a visualizar os trabalhos do sêo Cido. “Os clientes chegam na molduraria, na maioria das vezes, pela internet e fazemos a concretização da venda na loja física. Os diferenciais de ter loja virtual é a maior exposição da marca, facilitação no fechamento da venda e o contato mais fácil com o cliente e empresas”, explica.

Para o sêo Cido, a loja na internet representa a concretização de um sonho. O negócio que começou há tanto tempo se expandiu e, hoje, as molduras podem chegar a qualquer canto do país. “A gente vê que funciona, é tudo na internet, e hoje eu ponho muita confiança”, conclui.

Com soluções de conectividade da Oi, nova estação brasileira na Antártica começa a operar

Internet fixa com capacidade de transmissão de dados em alta velocidade; rede móvel com conexão 4G; sistema de recepção de sinal de TV via satélite; infraestrutura para acesso Wi-Fi; e conectividade com a rede corporativa da Marinha. Esses são alguns dos serviços prestados pela Oi na Estação Antártica Comandante Ferraz (EACF), inaugurada nesta quarta-feira (15/01) pelo governo brasileiro. Com 4.500 metros quadrados e capacidade para hospedar até 64 pessoas, a nova estação conta com equipamentos de última geração da Oi, que têm como objetivo garantir uma conexão de qualidade aos militares e pesquisadores brasileiros que atuam na Antártica.

Os sistemas de telecomunicações viabilizam a troca de dados entre as pesquisas de campo realizadas na Antártica e as instituições às quais os pesquisadores são vinculados no Brasil, contribuindo para o desenvolvimento da pesquisa brasileira, dentro dos objetivos do PROANTAR (Programa Antártico Brasileiro), que visa a produção de conhecimento científico do continente. Essa nova infraestrutura de telecom também permite o monitoramento remoto dos equipamentos vitais da estação, incrementando a segurança operacional da base brasileira, e a ligação à rede corporativa da Marinha para as atividades administrativas, além de garantir a comunicação dos ocupantes da EACF com seus familiares.

“Conectar os brasileiros que estão na Antártica com o resto do mundo é um desafio tecnológico que mostra a capacidade da Oi de apresentar sempre a melhor solução em conectividade, mesmo em casos tão complexos e específicos como este. E essa iniciativa está em linha com nosso plano estratégico anunciado no ano passado, que prevê fortalecer nossa atuação como provedora de soluções digitais integradas para o mercado corporativo, baseado na robustez e abrangência da infraestrutura da Oi”, afirma Rodrigo Abreu, COO da Oi. O plano estratégico da companhia prevê investimentos para massificação e liderança da companhia em infraestrutura de fibra ótica no país, com crescimento agressivo em soluções de Telecom e TI para o mercado corporativo e para o mercado de atacado.

A Oi fornece serviços de telecomunicações à Estação Antártica Comandante Ferraz desde 2006. No início do ano passado, a partir de um novo acordo de cooperação entre a Marinha do Brasil e a Oi, a companhia ampliou e modernizou os serviços prestados à EACF. O acordo de cooperação prevê ainda treinamento e qualificação anuais dos militares componentes do Grupo-Base, que permanecem na Estação por mais de um ano, para a operacionalização do sistema e a manutenção dos equipamentos de telecomunicações. Além disso, a Oi realiza a revisão e manutenção preventiva dos equipamentos instalados na estação.

Viagens e turismo internacionais se transformarão até 2040

Até o ano 2040, as viagens internacionais terão se tornado uma atividade mais rápida, fácil e muito mais sustentável, proporcionando uma experiência muito mais rica para os viajantes. A previsão é que o número de passageiros das companhias aéreas dobrará e os sistemas de reconhecimento de padrões faciais farão com que os rostos se tornem os passaportes e cartões de embarque. Experiências de viagens virtuais, visita à distância aos quartos de hotel e museus serão comuns. E essas previsões estão presentes no novo relatório encomendado pela Allianz Partners sob o título “The Future Travel Experience”, que compõe a série “O mundo em 2040 “, de autoria do futurólogo de renome internacional, Ray Hammond. A empresa é líder mundial em soluções de assistência e seguro B2B2C, fornecendo proteção, atendimento globais e serviços dedicados de seguro de viagem por meio da marca Allianz Travel, empresa líder em seguro viagem.

O relatório identifica as principais tendências que, coletivamente, revolucionarão o cenário das viagens até 2040:

Realidade virtual e aumentada:

• A tecnologia multissensorial de realidade virtual aumentada permitirá que os turistas entrem em quartos de hotéis virtualmente, visitem carnavais de rua, explorem museus ou entrem em restaurantes a partir do conforto de sua própria sala de estar. Com essa novidade, é esperado que o turista seja estimulado a conhecer novos lugares.

Check-in instantâneo graças à nova tecnologia

• Os sistemas de reconhecimento de padrões faciais já estão em uso experimental em alguns aeroportos e, dentro de 20 anos, os sistemas de computador, que podem identificar com segurança seu rosto, estarão em uso generalizado para fazer o check-in sem problemas.

Assistentes de software para hotéis

• Enquanto alguns hotéis de luxo cumprimentarão seus convidados com um rosto humano, muitos hotéis econômicos e de negócios usarão check-in e orientações automáticas para os quartos fornecidos por assistentes de software. Alguns hotéis fornecerão até portadores de bagagem robóticos para transportar as malas.

Trens super rápidos

• As viagens de trem “cross-border” serão mais agradáveis e melhoradas em muitas partes do mundo. As redes de computadores e a “Internet das Coisas” (IoT) gerenciarão redes ferroviárias nacionais e internacionais, permitindo que os trens circulem mais rápido e ainda mais conectados. A velocidade também aumentará, com grande parte da frota operando acima dos 201 km/h (125 mph).

Impressão de roupas 3D no local

• Em 2040, será possível enviar suas medidas corporais para o hotel e roupas volumosas, como por exemplo, capas de chuva ou sapatos, serão impressas antes da sua chegada, reduzindo a quantidade de bagagem. O baixo custo das roupas impressas em 3D significa que os viajantes poderão deixar as roupas para reciclagem no local.

Cruzeiros sustentáveis

• Os cruzeiros serão muito mais ecológicos do que os gigantes transatlânticos de hoje. Os navios serão movidos a Gás Natural Liquefeito (GNL), um combustível fóssil leve e com baixa emissão de gases de efeito estufa, transformando as férias nos cruzeiros em uma das maneiras mais ecológicas de viajar pelo mundo. A variedade de destinos também continuará a crescer, expandindo especialmente para Ásia.

Viajar para o espaço será um destino comum

• Para alguns viajantes, em 2040, os destinos do planeta terra poderão não ser mais suficientes. A essa altura, é provável que os turistas estejam voando regularmente para Lua enquanto procuram a experiência de ver a Terra do espaço.

Comentando sobre a transformação esperada para os viajantes até 2040, Ray Hammond disse: “A forma da viagem como conhecemos mudará drasticamente nos próximos 20 anos. É estimado que os números de passageiros das companhias aéreas dobrem e o setor de viagens está sofrendo crescente pressão dos viajantes por experiências mais rápidas e eficientes. Até 2040, os assistentes de software pessoais serão suficientemente inteligentes para ajudar os turistas a reservar suas viagens on-line e serão capazes de lidar com todas as complexidades do planejamento com vários destinos, a fim de atender às necessidades do viajante. As viagens também estarão mais ligadas à aventura, à realização e ao aprendizado de novas habilidades, em vez de apenas preencher uma lista de lugares visitados”.

Falando sobre o impacto do relatório para os negócios, Joe Mason, Chief Marketing Officer da Allianz Partners para o segmento de Travel, disse: “O estudo ‘Future Travel Experience’ permite à Allianz Partners identificar as tendências e mudanças nas viagens para que possamos trabalhar buscando aperfeiçoar o seguro de viagem. Isso inclui a entrega de novos produtos e serviços inovadores, além de gerar mais valor para nossos parceiros e clientes. Os usuários se beneficiarão dessa mudança por meio de processos mais responsivos, soluções mais receptivas e uma maior sensação de segurança, proteção e bem-estar geral quando a Allianz Partners os acompanha durante suas jornadas”.

“Embora alguns aspectos das viagens devam ser muito menos estressantes até 2040, ainda haverá alguns imprevistos a se enfrentar, como cancelamentos, atrasos e emergências no exterior. O que significa que os turistas contarão com os serviços de proteção e assistência para viajar com tranquilidade”, completa.

O relatório completo “Future Travel Experience” está disponível para leitura aqui .

Motorola anuncia brasileiras como líderes globais de Relações Públicas e Marketing da Divisão de Mobility

A Motorola acaba de anunciar duas brasileiras como líderes globais da sua Divisão de Mobility. Renata Altenfelder é a nova diretora executiva global de Marketing para MBG da Motorola; e Luciana Vedovato, diretora global de Relações Públicas.

Renata Altenfelder fará a transição de seu papel como líder de Marketing de Latam, para que possa se dedicar totalmente às suas responsabilidades como diretora executiva global de Marketing da MBG. Renata vai supervisionar a estratégia global de marca e VI, varejo, campanhas de produtos, parcerias e execução de ativos digitais.

Já Luciana foi diretora de Comunicação América Latina da Motorola Mobility, e, além do seu papel global, continuará a liderar as relações públicas da região. Como líder global ela irá coordenar a estratégia de comunicação da marca, bem como os eventos de lançamento de produtos, além de trabalhar em estreita colaboração com porta-vozes para garantir que as mensagens da empresa ressoem junto ao público da Motorola.

Brasileiros mudam perfil de investimento nos Estados Unidos

Fintechs, aplicativos e até aluguel de motorhomes estão no radar do novo investidor brasileiro nos Estados Unidos. Este mês, grupo de 20 brasileiros investirá o total US$ 227 mil dólares em empresa americana de locação de motorhomes nos EUA. Especialista acredita que busca por diferenciação de investimentos se deve ao momento promissor da economia americana e à criatividade do brasileiro.

Até bem pouco tempo o setor de alimentação, bares, restaurantes e produtos ‘made in Brasil’ formavam o bloco quase exclusivo de interesse de brasileiros que buscam investir no exterior. Mas este cenário está mudando. De acordo com o especialista em gestão de negócios internacionais, André Duek, o perfil mais criativo e empreendedor dos Brasileiros que buscam investir nos EUA está aumentando investimentos em áreas, produtos e soluções antes não pensadas para se investir.

Estudo recente divulgado pelo Itamaraty mostrou que existem quase 10 mil micros e pequenas empresas de origem brasileira nos Estados Unidos. Para André Duek, grande parte destes novos negócios já atende à uma nova lógica de investimento e empreendedorismo aplicada por brasileiros na terra do tio Sam.
“Percebemos mais brasileiros ávidos por investir em plataformas de tecnologia, aplicativos, fintechs e até mesmo iniciativas inusitadas como empresas de aluguel de motorhomes. A regra agora é ousar e apostar em seguimentos que proporcionem uma maior rentabilidade nos curto e médio prazos, além da consonância com o jeito americano de viver e consumir”, explica o especialista em gestão de negócios internacionais que atua nos EUA há quase 10 anos.

Casas Móveis

Um grupo de 20 brasileiros fará, este mês, o investimento de US$ 227 mil dólares em uma empresa que aluga motorhomes nos Estados Unidos. Pesquisa da associação de veículos RV’s — ou motorhomes nos EUA mostrou que impacto geral do setor na economia americana, foi de US$ 114bi gerando 600 mil empregos diretos ano passado. Somente na Flórida o impacto econômico foi de 3.7 bi com geração de mais de 25 mil empregos.

O objetivo dos investidores brasileiros é triplicar o valor da companhia até 2022, meta que não deve ser dificilmente alcançada se consideramos o quão promissor este mercado se mostra nos Estados Unidos. Estudo recente realizado pelo CBRE Hotels Advisory Group comparou o custo de oito dos tipos de hospedagem de férias mais populares usando uma família hipotética de quatro pesoas, composta por dois adultos e duas crianças. O estudo determinou que as férias em motorhome são de longe as mais econômicas — em média 27% a 62% menos caras por dia em comparação com outras opções de hospedagem de férias analisadas.

“A internet facilitou muito a vida dos brasileiros. Mudou radicalmente o setor de turismo e, sem dúvida, buscar investimentos neste setor, desde que contando com todo o respaldo e planejamento especializado, pode significar um retorno expressivo do capital investido. Acabou a era de brasileiros que apostavam somente em restaurantes e venda de produtos como coxinha e pão de queijo. Um planejamento bem elaborado pode oferecer opções de investimento tão inusitadas quanto o perfil do empreendedor mais audacioso”, afirma André Duek.

Desde a produção das primeiras unidades das ‘casas ônibus’ nos EUA em 1967, os motorhomes nunca foram tão populares entre os brasileiros. A empresa brasileira que atua no mercado americano e que receberá o investimento, detectou um aumento de 40% na procura por aluguéis de sua frota de veículos somente nos últimos três meses deste ano. Uma conduta que pode estar sendo motivada pela alta do dólar no Brasil.

Na Bolsa e no Bolso

Dados do Mapa Bilateral de investimentos Brasil X EUA, divulgados pela Apex, mostrou que o estoque de investimentos oriundos do Brasil pulou de US$ 9 bilhões para mais de R$ 42 bilhões em 10 anos e empresas nacionais que se arriscaram na bolsa dos EUA levantaram acima de US$ 5 bilhões desde 2017. A criatividade brasileira nunca foi tão bem-vinda no mercado americano. Brasileiros que apostam em tecnologia, inovação e empreendimentos ‘fora do comum’ estão em alta nos Estados Unidos.

Outras empresas tupiniquins testaram seu sucesso na concorrida Bolsa de Valores americana. Desde 2018, dez companhias nacionais, a maioria ligada ao ramo tecnológico, como as redes de pagamentos PagSeguro e Stone e a empresa de sistemas de educação Arco, abriram seu capital nos EUA. Esses movimentos fizeram com que, nos últimos 3 anos, as companhias nacionais levantassem o valor histórico de US$ 5,3 bilhões em solo americano, conforme dados do Citi Brasil.

Com um mercado de negócios instável no Brasil, muitos empresários têm buscado se tornar o próximo exemplo de sucesso nos EUA, que vive sua menor taxa de desocupação em 50 anos — 3,5% — e apresenta uma economia aquecida e disposta a receber imigrantes qualificados com boas ideias.

“O momento é extremamente oportuno para quem pretende proteger seu patrimônio em uma economia fortalecida como a americana. O mercado está aberto para investidores estrangeiros e o brasileiro que tiver coragem, deve aproveitar para dar esse passo de investimento internacional agora”, avalia André Duek.

GFT amplia experiência na indústria com a aquisição de empresa pioneira no setor

A GFT, empresa alemã referência em tecnologias exponenciais para a transformação digital e projetos ágeis, fez a aquisição da in-integrierte informationssysteme GmbH (in-GmbH), companhia de software que tem sede em Constança, na Alemanha. Com a compra, a GFT está acelerando sua jornada digital rumo à indústria 4.0, ganhando experiência, além de uma nova unidade de negócios.

Para Michael Hecker, diretor de indústria da GFT, a empresa in-GmbH é uma opção ideal para o portfólio da empresa no setor. “A nossa estratégia de crescimento está voltada para oferecer aos clientes uma gama completa de serviços para a implementação de suas estratégias de digitalização. Estamos empenhados em fortalecer experiência na rede horizontal de processos de negócios e em fornecer mais de nossos próprios produtos de software escaláveis”, explica o executivo.

A digitalização dos processos de produção e de negócios com o auxílio de plataformas IoT é um tópico central para muitas empresas industriais. Com a solução pronta para a nuvem, “sphinx open online”, a in-GmbH já possui uma gama comprovada e versátil de instrumentos em seu portfólio. O produto permite que os clientes interajam, visualizem, controlem e automatizem coisas e dados, desde mensagens de status de máquinas ao consumo de energia de edifícios e intralogística. Os outros serviços da in-GmbH também foram projetados para aumentar a transparência e o controle dos processos de negócios para um novo nível.

“Criamos um poderoso menu de produtos que está sendo constantemente expandido e fornece aos nossos clientes novos conhecimentos e processos perfeitos. É baseado na experiência coletiva de longo prazo de nossos especialistas em software. O objetivo sempre foi ampliar nosso portfólio geral e impulsioná-lo internacionalmente. O fato de, agora, poder oferecer e aprimorar nossas soluções como parte do Grupo GFT significa que conseguimos atender clientes em todo o mundo”, diz Siegfried Wagner, fundador da in-GmbH, que continuará atuando como diretor administrativo.

A aquisição da in-GmbH já é a segunda iniciativa voltada à indústria feita pela GFT. Em julho de 2019, a companhia adquiriu a AXOOM, na época uma subsidiária da fabricante de máquinas Trumpf. “A in-GmbH é uma ótima opção para o nosso portfólio focado no setor industrial. A adição de soluções inovadoras de IoT e Indústria 4.0 às nossas soluções é um componente essencial da estratégia de diversificação em larga escala da GFT e de transformar, exponencialmente, os negócios de nossos clientes”, diz Marco Santos, presidente para a GFT Brasil e América Latina.