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Por que terceirizar a logística last-mile pode ajudar o negócio a crescer?

Quando falamos em cadeia logística de uma empresa, há diversos processos envolvidos, tornando esta uma das etapas mais complexas de um negócio. É preciso ter uma estratégia muito bem feita para que todos os itens cheguem a seu destino com pontualidade e segurança.

Normalmente, em um processo de produção e comercialização a primeira parte é a mais longa: o trajeto – feito em aviões, navios ou caminhões – das fábricas até portos, aeroportos e centros de distribuição. A segunda é menor, mas ainda mais importante: o transporte dos produtos até as mãos do cliente, em um processo conhecido como “last-mile”, em português última milha.

Apesar de ser a rota mais curta do processo, o last-mile é responsável por 53% dos custos da cadeia logística, de acordo com uma pesquisa da Business Intelligence. Considerando que 100 bilhões de pacotes devem ser transportados no mundo em 2020, segundo um estudo da McKinsey, é importante levar esses custos em consideração.

Segundo Albert Go, da Lalamove, plataforma online de soluções em entregas que conecta usuários e empresas a motoristas parceiros com carretos, utilitários, minivans, SUVs e motocicletas próprios, a explicação para os altos custos da cadeia de logística, principalmente do last-mile, está na necessidade de agilidade e qualidade, pois os consumidores querem que suas entregas sejam feitas rapidamente. “É uma etapa que exige transparência, ou seja, cada vez mais é preciso que as empresas estejam preparadas para mostrar aos clientes exatamente onde seu produto está a todo momento.” explica o diretor regional da empresa na América Latina.

Outro fator importante é que as entregas last-mile são um serviço mais complexo. Os profissionais do setor fazem muito mais que transportar produtos de um lugar a outro. Eles também lidam com pessoas e precisam atendê-las com excelência

Para manter elevado o padrão do serviço last-mile há empresas que criam frotas próprias de veículos, uma escolha que também eleva os custos e pode, inclusive, colocar em risco a sobrevivência do negócio como um todo. Por isso, as empresas estão constantemente buscando um equilíbrio entre oferecer um serviço last-mile de qualidade e manter as finanças saudáveis.
A solução para manter essa balança estável é a terceirização da logística last-mile. A flexibilidade é um dos principais benefícios disso. “As demandas das empresas podem ser flutuantes, com períodos com mais entregas e outras épocas mais calmas. Não é fácil prever como serão as demandas em momentos como o que estamos vivendo, por exemplo. Por isso ao repassar a estratégia last-mile, a empresa não precisa se preocupar com o número de veículos disponíveis e nem com a contratação de mais pessoas.” explica Albert.

Além disso, a rapidez ao conseguir um entregador pela plataforma também influencia positivamente a imagem que os clientes terão da empresa. As entregas ficarão mais rápidas do que a dos serviços tradicionais ou outras transportadoras e poderão ser acompanhadas em tempo real pelos clientes.

A Lalamove atua em 260 cidades do mundo, com uma base de mais de 2 milhões de motoristas parceiros, que já percorreram mais de 1 bilhão de quilômetros fazendo entregas desde a criação da startup. A empresa conecta usuários e empresas a motoristas parceiros com carretos, utilitários, minivans, SUVs e motocicletas próprios, sem nenhuma mensalidade ou pagamento adicional.

A startup também oferece um suporte especialmente feito para empresas, com um gerente de conta dedicado a atender as demandas e um time de atendimento ao cliente, o Lalajuda, altamente preparado para ajudar caso necessário.

Os empreendedores, por sua vez, ganham uma alternativa rápida, mais barata e que se adequa à sua demanda, ao contrário de quem tem uma frota própria ou um contrato fechado com uma transportadora. “Além disso, nesses dois modelos usados por empresas, os motoristas acabam ficando ociosos em períodos de baixa demanda. Nós também trouxemos uma solução para esses profissionais, que passam a encontrar oportunidades de renda em nossa plataforma.” completa o executivo.

Além das soluções em entregas, a plataforma disponibiliza diversos meios de pagamento, assinatura digital, rastreamento em tempo real e agendamento de entregas.

Como ataques fileless funcionam e persistem nos sistemas

Por Tales Casagrande, Sales Engineer na Trend Micro

Conforme as medidas de segurança melhoram na identificação e bloqueio de malwares e outras ameaças, os hackers modernos estão constantemente criando técnicas sofisticadas para evitar as suas detecções. Uma das técnicas de evasão mais persistentes envolve ataques fileless, que não exigem software malicioso para invadir um sistema. Em vez de confiar em arquivos executáveis, essas ameaças usam ferramentas que já estão no sistema para iniciar os ataques.

O relatório annual security roundup de 2019, elaborado pela Trend Micro, mencionou o quão comum as ameaças fileless se tornaram. Ao rastrear indicadores não baseados em arquivo e por meio de tecnologias como detecção e resposta de endpoints, bloqueamos mais de 1,4 milhão de incidências fileless no ano passado. A tendência era esperada dada a discrição e persistência que ameaças dessa natureza podem conceder a um atacante. Também foi evidente, com base nas inúmeras campanhas de malwares observadas usando componentes e técnicas fileless em seus ataques.

O que é um ataque fileless? Como os atacantes infiltram sistemas sem instalar software?

O termo “fileless” sugere que a ameaça ou técnica não requer um arquivo, que vive na memória de uma máquina. Funcionalidades fileless podem estar envolvidas em execução, roubo de informações ou persistência; uma cadeia de ataques não precisa necessariamente ser verdadeiramente “fileless”, pois algumas partes podem necessitar apenas de técnicas fileless de alguma forma.

Ataques do tipo não deixam nenhum rastro após a execução, tornando a detecção e remoção um desafio. As técnicas fileless permitem que os atacantes acessem o sistema possibilitando, assim, atividades maliciosas subsequentes. Ao manipular explorações, ferramentas legítimas, macros e scripts, os atacantes podem comprometer sistemas, elevar privilégios ou se espalhar lateralmente pela rede.

Ataques fileless são eficazes em evitar a detecção de softwares de segurança tradicionais, que procuram por arquivos escritos no disco de uma máquina para analisá-los e avaliar se eles são maliciosos. Tais ameaças não são tão visíveis, pois podem ser executadas na memória de um sistema, residir no registro ou abusar de ferramentas comumente listadas como PowerShell, Windows Management Instrumentation (WMI) e PsExec.

Muitas ameaças fileless abusam do framework de automação de tarefas e gerenciamento de configuração PowerShell, que é um recurso embutido em muitos sistemas operacionais Windows. O framework da Microsoft acessa interfaces de programação de aplicações (APIs) que executam funções cruciais de sistema e aplicação. Os atacantes acham essa ferramenta atraente porque ela lhes permite distribuir payloads e executar comandos maliciosos de forma fileless.

WMI, por outro lado, é outro aplicativo conhecido do Windows que é usado para realizar tarefas do sistema para endpoints, o que o torna ideal para a condução de ataques. Os atacantes abusam do WMI para execução de código, movimento lateral e persistência; repositórios WMI também podem ser usados para armazenar scripts maliciosos que podem ser ativados em intervalos de tempo regulares. PowerShell e WMI são normalmente usados por redes empresariais para automação de tarefas de administração de sistemas. Os atacantes geralmente aproveitam essas ferramentas porque elas podem ser usadas para evitar sistemas de detecção baseados em assinatura, manter a persistência, extrair dados e outros motivos maliciosos.

Como as organizações podem se defender de ameaças fileless?

A variedade de técnicas fileless permite que os ataques sejam persistentes, o que por sua vez pode afetar a integridade da infraestrutura de negócios de uma organização. Apesar da falta de um binário discreto ou executável, ameaças fileless ainda podem ser barradas por usuários e empresas.

Combater ataques fileless requer uma abordagem multicamadas ou defense-in-depth que não dependa de contramedidas tradicionais baseadas em arquivos para mitigar ameaças. As organizações devem proteger os sistemas, desinstalar aplicativos não utilizados ou não críticos e monitorar o tráfego de rede.

Empregar mecanismos de monitoramento de comportamento permite monitorar modificações incomuns de softwares e aplicações como PowerShell e WMI. Sandbox personalizado e sistemas de detecção de intrusão e prevenção também podem ajudar a deter o tráfego suspeito, como a comunicação C&C ou a exfiltração de dados.

Plataforma desenvolvida por universitários auxilia PMEs de Porto Alegre


Com o cenário da pandemia do coronavírus que se instalou globalmente, a realidade de muitas empresas mudou e uma das mais afetados são as PMEs. Visando auxiliar os pequenos empresários, a Brasil Júnior, instância que representa as Empresas Juniores brasileira, acaba de lançar a nova versão da plataforma “Unidos pelo Brasil”, com o objetivo de oferecer ajuda gratuita para este público.

“Frente a atual crise, entendemos nossa oportunidade e responsabilidade. Oportunidade de, através do que acreditamos, auxiliar centenas de pequenos empreendedores a passar com o mínimo de danos possível por esse momento, e nossa responsabilidade em colocar em prática o poder de 15 mil jovens frente a uma crise sem precedentes e assim, colocar a educação empreendedora como uma importante ferramenta na formação de lideranças capazes de mudar o país”, afirma Ana Beatriz Cesa, presidente da Brasil Júnior.

O suporte acontece por meio de uma metodologia desenvolvida pela Brasil Júnior com auxílio de parceiros e mantenedores – que são empresas que fazem doações e que tornam esse projeto viável. O objetivo para 2020 é auxiliar mais de 100 pequenos empreendedores em todo o Brasil.

Neste ciclo, os focos das mentorias serão com temas sobre contingenciamento de custos e oportunidades de crescimento. Todo o processo acontecerá de forma online, pela plataforma do “Unidos pelo Brasil” Esse formato também impulsiona os resultados antecipados para o pequeno empreendedor, mesmo durante o período de quarentena e isolamento social.

Para os Pequenos Empreendedores que buscam receber o auxílio, podem se inscrever por meio do link. Para se inscrever os candidatos precisam ser PME e será feito uma triagem, para verificar a existência do CNPJ. Será então realizado um pré-diagnóstico da situação da empresa, para que a mentoria seja melhor direcionada na solução dos problemas que esses empreendedores vem enfrentando.

Já para realizar uma doação para o projeto é necessário clicar no mesmo link. Pessoas físicas ou jurídicas podem apoiar o “Unidos pelo Brasil”. Esse projeto já uniu mais de 600 empresas juniores e 20 mil empresários juniores que auxiliaram, em média, 11 mil projetos de 27 federações no País.

O que muda nos contratos em tempos de pandemia

Os impactos econômicos causados pela pandemia do novo coronavírus são refletidos em todo o mundo. No Brasil, com esse cenário de insegurança e incertezas, as empresas estão cautelosas em relação ao futuro. Uma das principais preocupações é sobre como serão encarados os contratos firmados antes da sanção da Lei 13.979/20, que dispõe sobre as medidas para enfrentamento da emergência de saúde pública.

As relações comerciais têm sido fortemente impactadas e inúmeras empresas enfrentam dificuldades para cumprir com obrigações contratuais anteriormente definidas. Sob esse aspecto, muitas organizações precisarão renegociar cláusulas e estabelecer eventuais acordos.

“Apesar de não existir um posicionamento dos Tribunais e dos Poderes Legislativo e Executivo sobre os efeitos jurídicos decorrentes das medidas de prevenção adotadas para diminuir os impactos da Covid-19, o entendimento possível é de caracterizar a pandemia como caso fortuito, considerando as medidas que já foram tomadas e as que ainda estão por vir”, explica Ana Rita Petraroli, sócia-fundadora do Petraroli Advogados.

Os descumprimentos contratuais que tenham como causa evento extraordinário ou imprevisível, como é o caso da pandemia, caracterizam hipótese de força maior ou onerosidade excessiva. O contratante deverá comprovar o impacto causado pela pandemia da Covid-19, para justificar o descumprimento da obrigação contratual, sempre levando em conta as peculiaridades de cada contrato e de cada uma das partes.

“A interpretação contratual depende das circunstâncias, mas os efeitos jurídicos devem ser avaliados minuciosamente. Para que os impactos da pandemia sejam considerados como evento de caso fortuito e, assim, haja a possibilidade de revisão ou encerramento contratual, é fundamental a comprovação de que o seu cumprimento se tornou extremamente oneroso ou da impossibilidade do cumprimento das obrigações”, destaca a advogada.

Já nos contratos com a administração pública ou daqueles regidos pelo Código de Defesa do Consumidor, deve ser analisada tutela específica, para ser caracterizada força maior ou onerosidade excessiva, por terem regras que tratam do interesse público e do consumidor.

“Assim, considerando não haver culpa por nenhuma das partes, o devedor, em tese, não responderá pelos possíveis prejuízos causados. Casos extraordinários ocorrerão, se no contrato constar o dever de responder pelo inadimplemento, mesmo na hipótese da ocorrência de eventos deste tipo”, conclui Ana Rita.

Bancos: pensar e atuar Digital First para não ser ignorado pelo cliente

Por Maristela Martins, Country Manager Brasil da Backbase

A nova geração de consumidores já não quer mais ter a obrigação de ter de comprar uma casa para morar ou para veraneio, ou um carro, como aconteceu com as gerações de nossos pais. Serviços de aplicativos de motorista e de hospedagem estão conquistando a preferências das novas gerações e muitos de nós já nos tornamos adeptos desta nova modalidades de acesso a serviços, por demanda. Muitos outros serviços por demanda estão em alta: vídeo, filmes, música e é cada vez maior o número de usuários que acederem ao novo formato.

Os aplicativos de motoristas e de hospedagem líderes são ótimos exemplos dessa mudança, e estas empresas criaram seus negócios baseados em uma plataforma tecnológica de alto impacto, de fácil utilização e com elevada experiência do usuário, conectando todas as partes interessadas em um único ambiente de contato. Essa já é a realidade em muitos setores da economia e agora estamos vendo o mesmo movimento no setor bancário.

No cenário criado pela pandemia COVID-19 muitos outros serviços se apresentaram na modalidade online para garantir o distanciamento social, como as plataformas de telemedicina e ensino, entre outras. Os serviços de entrega de produtos (principalmente comida) que já eram fortes, quase que triplicaram sua clientela.

Temos vários bons exemplos de bancos digitais no Brasil, mas gostaria de comentar dois exemplos dos quais eu posso citar nominalmente, como é o caso do alemão N26 The Mobile Bank e do britânico Revolut -que inclui a oferta de cartão de pré-pago, câmbio, troca de criptomoedas Bitcoin – e que estão revolucionando a maneira como os bancos podem ser, com seus modelos de negócios atuando como distribuidores e agregadores para permitir aos clientes paguem somente pelo que usam, nem mais, nem menos. Nada de tarifa fixa mandatória.

Para os bancos que desejam prosperar e se adaptar rapidamente ao novo mundo, o único caminho a seguir é alinhar sua estratégia, modelo de negócios e arquitetura de TI com a mentalidade Digital First e incorporar novas tecnologias e ambientes (nuvem, IA, Machine Learning etc.) com rapidez e flexibilidade (metodologia ágil) e novos modelos de negócios (combinando valor + identificação de oportunidades de monetização). Isso poderá resultar em um aumento contínuo nas vendas digitais, maior engajamento, retenção e fidelidade, o que significa ir além do simples acompanhamento das demandas em constante mudança.

A era digital é agora e os bancos têm a necessidade de avançarem rumo à sua transformação digital, não apenas em seus processo, mas principalmente como entregam serviços aos cliente. O Digital First não é algo especulativo, um termo da moda. O banco, que fez uma revolução ao se tornar 24 horas, agora precisa ir além, e se ajustar à nova forma de consumo de produtos bancários, saindo do contexto onde um produto serve para todos, para um novo modelo de ofertas hiper-personalizadas, disponíveis quando o cliente quer e através do canal que ele escolher e vivenciar uma jornada simples, fácil, rápida e altamente conectada com o cliente.

Entendendo a mente do cliente bancário digital

Ao analisar a movimentação do mercado digital, é correto afirmar que os clientes terão suas necessidades de serviços financeiros atendidos por meio de uma nova geração de plataformas cada vez mais aderentes às suas expectativas e as empresas que não responderem rapidamente a qualquer mudança brusca do desejo do cliente ficará pelo caminho. Pode parecer assustador, mas isso é altamente desafiador.

As plataformas caminham para atuar como hubs de serviços bancários digitais, assim como N26 e Revolut, que construíram um ecossistema de parcerias estratégicas com fintechs que tinham negócios complementares aos seus. Os bancos que atuam apenas no fornecimento dos seus produtos e serviços sem atualizar o seu modelo de negócios podem ficar para trás e aqueles com visão de futuro e que realmente desejam se posicionar como o hub digital para seus clientes devem, então, alinhar a plataforma tecnológica, estratégia e modelo de negócio para entregar jornadas mais encantadoras. Entender o seu cliente e entregar o que ele precisa, na hora que ele precisa e da maneira que ele quer é o grande desafio.

Atender à cultura digital

Os principais componentes de um hub digital devem atender à cultura Digital First, onde as experiências são tão impactantes como as oferecidas pela Apple, envolventes quanto as do Instagram, convenientes quanto Uber ou até tão maravilhoso como o 1-Click da Amazon. A transformação de modelos de negócios, cultura, ritmo e tecnologia fazem parte do processo de transformação focada nos anseios e experiência do cliente. O banco que desejar deixar de ser analógico ou semi digital tem que levam isso em consideração.

Ao pensar no Digital First, devemos levamos em conta o Hub Digital, que é uma porta de entrada para a vida financeira de um cliente. Assim como plataformas revolucionárias, tais como Siri, Alexa ou Google Assistant, o banco digital tem que pensar em como a sua plataforma pode ser interativa, ao mesmo tempo que ajuda a vida do seu cliente. A verdadeira Inteligência Artificial, combinada com Machine Learning e Experiência do Usuário devem estar no centro das atenções para que as necessidades do cliente sejam antecipadas e atendidas. Não espere que o cliente procure, entregue antes e o cliente verá o valor dos seus serviços.

Pensar um passo à frente. Antecipe-se

Ao pensar no Digital First, desafios se apresentam e devem ser encarados de frente e levar em consideração em quem será o provedor desse de hub digital financeiro para os clientes da nova geração. Em termos de infraestrutura em nuvem, temos girantes como AWS, Google, Microsoft. Este cenário deixa os bancos em condições de atuarem potencialmente um ou mais de três papéis diferentes:

1. Como provedor de Hub Digital;
2. Como provedor de infraestrutura, Platform-as-a-Service;
3. Como fornecedor de produtos / serviços para outros Hubs Digital, Banking-as-a-Service, fornecendo acesso à API’s Premium.

Os bancos com visão de futuro deverão ter o hub digital como o centro da sua estratégia e desenvolver um conjunto de APIs para ajudar a facilitar a vida financeira do cliente. Atuar na vanguarda digital é, então, pensar e ser digital tendo o cliente em primeiro lugar em seu radar.

Pensar digital para não ser ignorado pelo cliente

Muitas empresas do amplo espectro da inovação tendem a achar que elas estão, de fato, intimamente conectadas com os anseios do cliente. No entanto, esta pode não ser uma realidade; aliás este é o verdadeiro desafio a ser superado por muitas empresas.
O banco que deseja ser o preferido do cliente tem que pensar como o seu cliente pensa. Se apresentar como um Hub Digital financeiro completo e integrado, pode ser muito desafiador, mas esta é a nova demanda e nova forma de consumir produtos e serviços, inclusive os financeiros. Para o cliente, não basta ser digital. Tem que pensar e agir como tal.

Trybe anuncia contratação de Ex-VP de Produto e Engenharia do Google

 

A Trybe – escola referência em formação em programação, uma das profissões mais procuradas pelo mercado – dá mais um ambicioso passo em sua visão de ser a melhor instituição para formação de pessoas em desenvolvimento de software na América Latina. Reforçando ainda mais sua preocupação constante com qualidade, a escola resolveu investir ainda mais na formação dos estudantes e acaba de anunciar a chegada de Nelson Mattoscomo Conselheiro Técnico e Pedagógico Sênior. “Ter um profissional do nível do Nelson no time com certeza valida ainda mais nosso comprometimento com a qualidade da formação que visamos oferecer aos nossos estudantes,comenta Matheus Goyas, CEO e cofundador da Trybe.

 

Nelson traz para a escola uma bagagem rica de experiência no mercado. Durante seus 30 anos de carreira como executivo técnico, foi vice-presidente de Produto e Engenharia do Google para Europa e Mercados Emergentes, engenheiro e vice-presidente de Tecnologias da Informação e do Usuário da IBM, bem como professor da Universidade de Kaiserslautern, na Alemanha. No Google, o executivo aumentou o número de funcionários técnicos na Europa de menos de 300 para mais de 3.5 mil engenheiros. “Em todo mundo ocidental a falta de mão de obra qualificada na área de desenvolvimento de software se tornou um problema muito grave. A Trybe tem tudo para resolver esse desafio e, com isso, ter um impacto muito positivo não somente na sociedade e na economia do Brasil, como o restante do mundo.  Por isso aceitei o convite de ajudá-los”, explica Mattos.

Com a chegada de Nelson, a escola pretende reforçar as melhores práticas de formação dos seus estudantes, tanto pela sua perspectiva acadêmica como Phd, como pela sua perspectiva profissional como VP Google e IBM. Além disso Nelson vai atuar diretamente com o time de tecnologia, produto e aprendizagem na formação e aprimoramento das pessoas, do produto, da formação e do currículo da companhia.

 

A bagagem de Nelson para a Startup é indiscutível, ao longo de sua trajetória, o executivo e seu time fez contribuições importantes para muitos projetos do Google, incluindo Google Chrome, Android e aplicativos para celular, Google Hangouts, privacidade, extensões para proteção das crianças no sistema de busca, ferramentas de proteção de direitos autorais do YouTube, recursos do Google Maps como trânsito e rotas, Google Agenda e Google Flights, Gmail, entre outros. Nelson também esteve à frente dos esforços do Google para fortalecer o ecossistema de empreendedorismo no Reino Unido, liderando a abertura do Google Campus em Londres e, mais tarde, em São Paulo. Também impulsionou os esforços do Google para trazer conteúdo cultural on-line, criando o Instituto Cultural do Google baseado em Paris e liderando projetos culturais do Google no mundo todo.

 

Por fim, Nelson liderou os esforços do Google nos mercados emergentes. “Eu sempre quis tornar a internet parte integrante da vida cotidiana das pessoas na África, Ásia, América Latina e no Oriente. Por isso, entre 2009 a 2014 conduzi uma série de iniciativas que ajudaram a aumentar a adoção da internet nos mercados emergentes, melhorando a infraestrutura nesses países, fornecendo produtos inovadores e aumentando a conscientização e, em particular, o conhecimento e a educação sobre a internet”, conta Mattos.

 

Atualmente, Nelson é conselheiro de startups no Vale do Silício, Brasil, Europa, África e Ásia, além de membro ativo do conselho de administração de seis organizações e membro de um fundo de investimento em tecnologia no Oriente Médio. Ocupa o cargo não-remunerado de diretor de operações da Karimu International Help Foundation, conduzindo projetos para eliminar a pobreza das comunidades rurais da Tanzânia. Também atua como voluntário em organizações na Indonésia e nas Filipinas.

 

Ao longo de sua carreira, Nelson recebeu uma série de prêmios e reconhecimentos, incluindo o título de Embaixador de Kaiserslautern, na Alemanha, e o título de Embaixador Mundial de Porto Alegre, no Rio Grande do Sul, por suas contribuições para ambas as cidades, além de servir como modelo para futuras gerações de profissionais. Recebeu seu Ph.D. em Ciência da Computação pela Universidade de Kaiserslautern e é bacharel e mestre em Ciência da Computação pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul. Publicou mais de 80 artigos sobre gerenciamento de banco de dados e tópicos relacionados, possui 13 patentes e é autor do livro Uma Abordagem à Gestão da Base de Conhecimento.

 

Ainda neste ano, a Trybe espera abrir mais nove turmas e chegar a 600 estudantes. Até 2021, a startup, que atualmente tem hubs em Belo Horizonte, São Paulo, Itajubá e Florianópolis, além de operar em mais 12 cidades na modalidade sem hub, projeta alcançar a marca de três mil estudantes.

É seguro trabalhar com o assistente de voz ligado?

Começar o dia perguntando ao assistente de voz sobre o clima na cidade pode trazer riscos à privacidade durante o trabalho? A popularização dos dispositivos de assistente de voz em casa, seja Amazon Alexa, Google Assistant, Siri da Apple ou Microsoft Cortana, oferece uma série de facilidades para a rotina. A ESET, empresa líder em detecção proativa de ameaças, faz um alerta sobre essa função e dá dicas sobre como usuários podem manter a segurança de informações pessoais ao mesmo tempo em que desfrutam dessa tecnologia.

Apenas diga as palavras

Um estudo recente realizado pelo Imperial College London juntamente com a Northeastern University examinou quantas vezes os assistentes de voz são ativados sem que a palavra ativadora seja usada. Os dispositivos foram submetidos a 125 horas de conteúdo da Netflix, e o conteúdo verbal foi analisado através do texto da legenda fechada do programa para eliminar os momentos em que um ator poderia ter usado a palavra de ativação real. Os dispositivos interpretaram erroneamente uma palavra e foram ativados até 19 vezes por dia.

O experimento foi repetido 12 vezes com o mesmo conteúdo e o resultado mostrou pouca ou nenhuma consistência: menos de 9% de todos os diálogos “mal interpretados” conseguiram ativar novamente o mesmo dispositivo em 75% ou mais das repetições. Alguns dispositivos foram ativados por padrões específicos de palavras ou sons de letras; por exemplo, o Alexa foi ativado em palavras que contêm um “k” e soam semelhantes ao Alexa, como “exclamation” (exclamação) ou “Kevin’s car” (carro do Kevin). Ao não ser capaz de replicar o mesmo resultado do teste, percebe-se que há um nível de aleatoriedade nas ativações indesejadas.

Quando o assistente digital acorda e ganha vida, o dispositivo captura as interações para que possam ser analisadas e, em seguida, aplicadas de acordo com as instruções. Alguns sistemas mantêm uma gravação de voz ou transcrição de texto das interações até o momento em que sejam removidas pelo usuário ou pela política do fornecedor, dependendo do tempo ou de outros critérios.

Exclua o histórico

Para evitar qualquer ativação inesperada ou que ativações sejam armazenadas, o assistente pode excluir a última interação. Por exemplo, se durante um programa de TV o dispositivo despertar por engano, uma resposta sua como “Alexa: exclua o que acabei de dizer” removerá a última interação. Para os mais preocupados com a privacidade, dizer “Alexa: exclua tudo o que eu disse hoje” pode fazer parte da rotina antes de ir dormir.

Caso o assistente digital tenha sido apresentado a amigos digitais adicionais, como um sistema de automação residencial, a interação será analisada e a instrução ou solicitação será transferida para os outros dispositivos. O tipo de dado compartilhado dependerá da funcionalidade dos serviços ou dispositivos adicionais.

Portanto, é bom lembrar que o dispositivo ouve constantemente, sendo ativado sob demanda ou aleatoriamente e potencialmente armazenando a interação para sempre. E, em algumas circunstâncias, talvez converse com outros amigos digitais para atender às solicitações deles.

Escolha bem o espaço de trabalho

Para quem trabalha regularmente em casa, a primeira atividade do dia pode ser participar de uma videoconferência com a equipe da empresa. Se, em circunstâncias normais, existe um espaço de escritório aberto e colaborativo, provavelmente um espaço privado deve ser utilizado para participar de videoconferências mais confidenciais, a fim de evitar o compartilhamento inadvertido de informações.

Entretanto, quando o colaborador está trabalhando em casa com a presença de um assistente digital que está constantemente ouvindo tudo o que é dito no ambiente e não é um colaborador da empresa vinculado a qualquer contrato de confidencialidade, é melhor ter um cuidado extra, até mais do que no escritório.

Desligue a câmera e o microfone

Ao fazer uma videoconferência confidencial enquanto trabalha em casa, é recomendado que se desligue o microfone e a câmera do assistente digital para evitar o compartilhamento de informações confidenciais. Se for difícil desconectar o assistente, a dica é alterá-lo para um modo operacional “conforme necessário” enquanto estiver trabalhando.

O risco não é apenas o compartilhamento excessivo de informações com o fornecedor do assistente digital, também existe o risco de um criminoso obter acesso à conta do usuário ou gerar uma brecha de dados que afeta o fornecedor e, consequentemente, ter acesso a todas as interações anteriores.

Alta liderança debate sobre como é ser um líder mais humano em tempos de incertezas

O Grupo Adecco, líder mundial em recrutamento e seleção, promove um encontro degrandes líderes de empresas renomadas em uma live para falar sobre gestão de empresas e pessoas. O bate-papo, realizado entre André Vicente, CEO do Grupo Adecco Brasil e os executivos Maren Lau, VP Latam do Facebook, Patrick Mendes, CEO América do Sul da ACCOR, Gil Torquato, CEO da Compasso UOL, Ricardo Rocha, Diretor Executivo Brasil da Spring Professional, e Rodrigo Romero, Fundador e Presidente do G100 Brasil, abordará temas relacionados sobre como ser um líder mais humano diante de cenários desafiadores. O evento será realizado no dia 13 de maio, às 17h, é aberto ao público e os interessados em participar podem fazer sua inscrição por meio desse link .

A alta liderança das empresas conversará sobre as diferenças e características em ser um líder mais humano,os maiores desafios enfrentados desde o início abrupto das restrições até hoje, as maiores preocupações dos funcionários e quais foram as ações tomadas, e sobre a visão da liderança sobre o período pré, durante e pós-crise do covid-19, considerando o início mais crítico e depois o “novo normal”. A iniciativa é parte da Adecco Talk Series, webinar especial da empresa que trará encontros virtuais de importantes executivos para discutir melhores práticas durante a pandemia do novo coronavírus.

“O primeiro webinar foi um sucesso ao contar com a participação de um público plural. A nossa missão é continuar oferecendo os melhores conteúdos para a sociedade, e a Adecco Talk Series, série de encontrosvirtuais de lideranças corporativas, foi projetada para aproximar os líderes das pessoas e promover informações relevantes para alavancar a carreira dos candidatos”, destaca André Vicente, CEO da Adecco no Brasil.

Serviço

Data da 2ª live: 13 de maio

Horário: 17h

Os 3 estágios para reabertura do comércio

Por Reinaldo Monma, consultor de varejo da Logicalis Brasil

Não é novidade que a pandemia exigiu grandes mudanças, não só por parte das corporações, mas de toda a sociedade. Agora, o que está ganhando cada vez mais força nas discussões é: como será o retorno do comércio quando tudo isso passar? E como retomar as atividades depois de tantas adaptações? Os temas ainda não têm uma resposta certa, mas já é possível desenhar alguns cenários com o que está sendo feito em alguns lugares pelo mundo.

Os Estados Unidos, por exemplo, vêm se preparando para reabertura do varejo físico. Ainda que as regulamentações não sejam exatamente as mesmas, boa parte dos protocolos e práticas recomendadas, recentemente publicadas pela NRF (National Federation Retail), podem ser aplicadas no Brasil, ou pelo menos adaptadas, ajudando os varejistas brasileiros a se prepararem para este momento. Considerando o protocolo da NRF, o plano para reabertura está estruturado em três estágios:

1 – Quarentena

Já bem conhecido por todos, neste primeiro estágio o isolamento social é necessário, e, por isso, foi determinada a interrupção dos serviços considerados não essenciais, o que impactou, em maior ou menor escala, no varejo físico. Com isso, soluções de e-commerce e delivery são, em muitos casos, as únicas formas de manter a continuidade das vendas e o vital fluxo de caixa, ainda que em níveis inferiores.

Mas, mesmo os serviços essenciais, como o varejo alimentar, que pôde manter o funcionamento de suas lojas físicas respeitando algumas regras, tem testemunhado um expressivo aumento de demanda nas vendas online, decorrente da preferência dos consumidores por opções mais seguras durante o período de quarentena.

Além do delivery, as compras online com opções de retirada na loja também ganharam adeptos, pois este modelo reduz o tempo do consumidor no estabelecimento, podendo, inclusive, ser combinado com o uso de lockers, com senhas transmitidas diretamente para o celular do cliente, reduzindo substancialmente o contato entre as pessoas. E, para capturar todas as oportunidades de venda, bem como otimizar a gestão do estoque e operação de entregas, o conceito ‘omnicanalidade’ deve ser pauta obrigatória no processo de retomada.

2 – Reabertura das lojas físicas

Na reabertura das lojas, o principal desafio será coordenar a distância segura entre as pessoas, controlar o índice de ocupação dos estabelecimentos e aplicar rigorosas práticas de higiene, sanitização e autoexame orientado por sintomas básicos. Para isso, será fundamental uma comunicação massiva nos estabelecimentos, por meio de quadros e sinalizações, disseminando as melhores práticas e incentivando a adoção delas pelos consumidores. Além disso, a definição de horários específicos para grupos de risco, quando possível, tem sido altamente recomendada.

Para apoiar no controle do índice de ocupação e na distância entre as pessoas, algumas tecnologias podem ser aplicadas, como por exemplo câmeras inteligentes com vídeo analytics, especialmente nas áreas de checkout. Essas soluções podem ainda ser usadas para melhorar o atendimento.

Ainda, visando reduzir as filas de pagamento e a concentração de pessoas, tecnologias como ‘self-checkout’, em que o cliente paga sua própria compra, são bastante convenientes. Pagamentos sem contato físico também devem estar na lista de adoção dos varejistas e Pin Pads modernos, com pagamento por NFC (near field communication), devem ser bem vistos pelos clientes. Para completar as ações do segundo estágio, um cuidado adicional, e não trivial, deve ser colocado em prática: sanitização de todas as trocas e devoluções.

3 – O novo normal

Finalmente, no último estágio, quando os riscos de contaminação fizerem parte do passado, espera-se poder remover todos os protocolos operacionais relativos ao Covid-19, com exceção das práticas de sanitização e autoexame. Quando atingirmos o “novo normal”, as transformações digitais ocorridas em todos os estágios devem se manter e devem continuar sendo utilizadas para conquistar mais clientes, conhecê-los melhor e atendê-los de forma mais segura, prática e conveniente.

O Covid-19 intensificou a necessidade de digitalização de todos os setores, mas não espere o “novo normal” chegar para iniciar esse processo. O ideal é que o varejo físico aproveite esse momento, em que as lojas estão fechadas, para acelerar sua transformação digital de forma a atender cada vez mais as necessidades dos clientes, pois depois de todo esse período, a experiência física, mais do que nunca, precisa ser igual ou melhor do que a digital.

Como fomentar a cultura da inovação todos os dias

Por Gustavo Almeida

No dia 21 de abril celebramos o Dia Mundial da Criatividade e Inovação, criado pela Organização das Nações Unidas (ONU). A data nos recorda como é importante para as empresas estimular uma cultura de inovação que envolva a todos. Essa necessidade é ainda maior em um ambiente de incertezas como o que estamos vivendo.

Nesse cenário, é crucial capacitar nossos colaboradores e promover o espírito empreendedor. É o caso da Alstom. Embora ainda produza material rodante, a companhia evoluiu e se tornou uma promotora de mobilidade inteligente. Nossas soluções de mobilidade digital seguem as tendências mundiais. Buscam fluidez e eficiência para atender passageiros e operadores. E isso se deve, e muito, às inovações de nossos funcionários.

Desde 2018, as unidades da América Latina visam encontrar e promover ideias que possam ser replicadas em toda a região. Essa iniciativa vem de um programa que surgiu para dar mais visibilidade às sugestões dos colaboradores.

As etapas desse programa são a captação de projetos, a avaliação por uma comissão julgadora, um evento de apresentação e a divulgação das melhores propostas, que serão implementadas. Os critérios de avaliação são seis: o impacto da ideia, sua capacidade inovadora, o retorno esperado do investimento, a viabilidade da implementação, a multidisciplinaridade na equipe e o custo. Na 2ª temporada foram submetidos e avaliados 92 projetos. Os vendedores dos projetos mais criativos ganham prêmios de 1.500 euros e as equipes têm oportunidades de desenvolvimento de carreira.

A abertura à inovação permitiu à Alstom desenvolver soluções inovadoras em sinalização e em multimodalidade. A Alstom Digital Mobility apresentou inovações como a Optimet, solução de ocupação de trens em tempo real, projetada pela Metrolab, que ajuda a redistribuir os passageiros pela plataforma graças a um auxílio visual intuitivo e universal. Testes mostram que o sistema influencia 30% de passageiros em espera e reduz em 10% seu tempo de permanência nas plataformas.

Outra solução é o Iconis, sistema de segurança e controle que monitora a segurança das redes de transporte e, em caso de problema, permite a reação imediata tanto no solo quanto nos sistemas de informações aos passageiros. Com mais de 150 trens sem condutor gerenciados simultaneamente, a solução é oferecida há mais de 10 anos em 10 países, e proporciona até 20% de economia de energia. Há também o Aptis, ônibus elétrico revolucionário que transporta até 95 passageiros e possui autonomia de 200 quilômetros, oferecendo transporte limpo, suave e econômico. A inovação já foi testada em 2019, na América Latina, em Santiago, no Chile.

Em termos globais há o programa “I Nove You”, realizado todos os anos e projetado para liberar o poder inovador de todas as pessoas da Alstom. O “I Nove You” deu origem a várias soluções inovadoras. Entre elas estão o Coradia iLint, o primeiro trem de hidrogênio do mundo, o StationOne, plataforma on-line de peças de reposição, bem como o conjunto de manutenção digital HealthHub e o sistema de freios regenerativos Hesop, que permite que até 99% da energia gerada na frenagem seja usada para abastecer as redes inteligentes de energia. Na 12ª edição do “I Nove You”, em dezembro passado, na França, foram enviados 620 projetos de 23 países, envolvendo mais de 2.000 participantes. Entre os finalistas, funcionários da América Latina, de países como Brasil e México.

Essa abordagem confirma a importância da inovação para o Grupo. A inovação está no coração do plano estratégico “Alstom In Motion”, para construir e reinventar a mobilidade de amanhã. E assim reforçamos nosso compromisso de fazer mais e melhor, com metodologia ágil e que favoreça a criatividade e inovação das pessoas.

Gustavo Almeida, Vice-presidente de Recursos Humanos da Alstom para a América Latina

Digisystem abre 380 vagas e reforça apoio a campanha nacional “Não Demita”

Mesmo com o cenário desfavorável para novas contratações em decorrência da pandemia do COVID-19, a Digisystem , companhia brasileira fornecedora de soluções de negócios de tecnologias avançadas que ajudam as empresas a passarem pela jornada da transformação digital, anuncia a abertura de 380 novas vagas relacionadas à área de tecnologia para atuação em São Paulo e Rio de Janeiro. A iniciativa reforça o apoio da empresa à campanha nacional “Não Demita” , criada pela Ânima Educação. Com 700 colaboradores contemplando a equipe atualmente, a expectativa da Digisystem é que as novas contratações sejam concluídas remotamente até 1 de junho próximo.

De acordo com o CEO da Digisystem, Marcos Antônio Perez, a companhia aderiu ao abaixo assinado “Não Demita” para enfatizar a importância de manter os funcionários empregados neste momento de pandemia, para preservá-los e ainda garantir a entrega dos serviços contratados e fortalecer dos negócios quando o mercado retomar o crescimento. “Muito antes da pandemia e das estratégias, estão os nossos valores corporativos. Dentre eles, o que temos de mais relevante é a valorização das pessoas e do conhecimento, base fundamental do nosso negócio e nosso diferencial de mercado”, esclarece.

O Diretor Executivo da Digisystem, João Paulo Nieto esclarece que além das novas contratações, a companhia pretende abrir, ainda em 2020, novas filiais físicas no Rio de Janeiro e Brasília. “Atualmente, 90% da equipe está trabalhando em regime de home office e vem entregando ótimos resultados. Optamos por esta modalidade para preservar a saúde de nossos colaboradores. É extremamente importante investir em projetos de atração e de retenção de talentos, especialmente neste momento”, explica.

A divulgação das vagas será realizada pelo site da Adecco e as contratações ocorrerão 100% remotas. Após a primeira seleção de currículos, o profissional será direcionado para a equipe de RH da Digisystem, que em conjunto com a área técnica, realizarão as entrevistas e a aplicação dos testes virtualmente. Após aprovação dos candidatos, os trâmites da contratação continuam remotos. O exame admissional por exemplo, será realizado por meio do recurso de telemedicina e a abertura de conta também de maneira online. Após a contratação, os treinamentos e imersões serão viabilizados através de ferramentas de colaboração.

Atualmente, a Digisystem conta com os seguintes cargos, para atuação em São Paulo e Rio de Janeiro: Administrador de infraestrutura Pleno, Administrador de infraestrutura Sênior, Supervisor e Gestor de Service Desk, Gestor de 3º Nível, Coordenador de Suporte Técnico, Auxiliar de Suporte Técnico, Técnico de Suporte Júnior, Técnico de Suporte Pleno, Técnico de Suporte Sênior, Técnico de Suporte de Campo (Field), Analista de Suporte Pleno, Analista de Projetos, Analista de ITSM, Analista de Infraestrutura, Analista de Monitoramento Júnior, Analista de Processo Pleno, Analista de Suporte Bilíngue, Analista de Teste Pleno, Analista de Teste Sênior, Consultor BMC Sênior- TAS, Consultor BMC- TO, Consultor de Segurança e Cyber Risk, Consultor Funcional, Consultor de ServiveNow, Consultor Tasy, Desenvolvedor de BI- Analytics, Desenvolvedor, Desenvolvedor Full Stack, Desenvolvedor Java Júnior, Desenvolvedor Java Pleno, Desenvolvedor PeopleSoft, Especialista BPM e ODM.

A divulgação das vagas será realizada pelo site da Adecco e as contratações ocorrerão 100% remotas. Após a primeira seleção de currículos, o profissional será direcionado para a equipe de RH da Digisystem, que em conjunto com a área técnica, realizarão as entrevistas e a aplicação dos testes virtualmente. Após aprovação dos candidatos, os trâmites da contratação continuam remotos. O exame admissional por exemplo, será realizado por meio do recurso de telemedicina e a abertura de conta também de maneira online. Após a contratação, os treinamentos e imersões serão viabilizados através de ferramentas de colaboração.

Desde o início de março, a Digisystem está atenta às medidas para garantir a segurança de seus colaboradores, clientes e parceiros. A companhia criou um comitê de gestão de crise, com o objetivo de avaliar os impactos da pandemia e instruir frequentemente os funcionários sobre medidas de segurança e prevenção do COVID-19, por meio de canais informativos. Perez explica que neste momento, é necessário demonstrar a confiança no Brasil e no mercado brasileiro. “Não podemos deixar de investir em função desta pandemia. O mercado está com aumento de liquidez e as empresas que estiverem preparadas poderão surfar uma onda de oportunidades”, finaliza o executivo.

Startups de impacto socioambiental podem se inscrever em programa de aceleração online

Segundo dados do 2º Mapa de Negócios de Impacto , estudo que acompanha a evolução dos negócios de impacto socioambiental no Brasil, o país conta hoje com 1002 soluções voltadas para essa área. Para ajudar no fomento ao ecossistema, o InovAtiva de Impacto , vai selecionar 40 empresasinovadoras, de base tecnológica, com potencial para gerar lucro e, ao mesmo tempo, resolver problemas sociais e/ou ambientais, para participar do Ciclo 2020 de Aceleração. O programa é coordenado pela Secretaria Especial de Produtividade, Emprego e Competitividade do Ministério da Economia e pelo Sebrae.

A escolha dessas soluções será realizada por uma rede de avaliadores qualificados para analisar os projetos submetidos com base em quatro critérios: Grau de Inovação, Potencial de Mercado, Maturidade da Solução e Equipe, e Tese de Mudança. No dia 22 de julho será anunciado, no site do programa, as startups que receberão, durante seis meses, gratuitamente e de forma totalmente online, cursos de capacitação, mentorias individuais e coletivas, além de treinamento de simulação de pitch (discurso feito a investidores).

“Desde 2016, realizamos quatro ciclos do InovAtiva de Impacto. Como fruto desta iniciativa, conseguimos acelerar negócios de todo o país com foco em meio ambiente e/ou sociedade. Para isso, contamos com uma rede de 600 mentores que auxiliaram nossas startups com informações, conselhos e contatos”, comenta Gustavo Ene, Secretário de Desenvolvimento da Indústria, Comércio, Serviços e Inovação da Secretaria Especial de Produtividade, Emprego e Competitividade do Ministério da Economia.

Ao final do ciclo, conforme seu desenvolvimento durante o programa, 20 startups serão convidadas a participar do InovAtiva Experience, evento de conexão com organizações e empresas voltadas para impacto, em que se apresentam para uma banca de investidores e representantes de aceleradoras e de outras instituições ligadas ao tema.

“Sustentabilidade é bom para os negócios, pois estamos falando de oportunidades para as empresas, para a sociedade e para os consumidores. Negócios de impacto socioambiental se tornam cada vez mais importantes, pois trazem soluções voltadas a resolverem problemas reais, ao mesmo tempo em que buscam viabilidade econômica”, explica o Diretor Técnico do Sebrae, Bruno Quick. Ele ressalta ainda que o Sebrae apoia os pequenos negócios que já estão neste caminho ou querem se tornar mais sustentáveis e que o tema está na agenda do Sistema Sebrae, junto ao ganho de competitividade e inovação, temas fundamentais de atuação da instituição.

Inscrições

As inscrições para o Ciclo 2020 de Aceleração do InovAtiva de Impacto deverão ser realizadas até 1º de junhono site do programa . Para participar, as startups precisam estar formalizadas como empresas, possuir base tecnológica ou um modelo de negócios inovador,ter como missão gerar impacto social ou ambiental positivo econtar com alto potencial de escalabilidade.