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Linx lança Link de Pagamento para vendas à distância

A Linx, líder e especialista em tecnologia para o varejo, disponibilizará para seus clientes a solução de gateway ‘Link de Pagamento’, da Linx Pay Hub, fintech da empresa. A tecnologia visa auxiliar o varejista a ampliar o volume de vendas não-presenciais durante o período de distanciamento social, sem precisar de websites e usando apenas um link totalmente seguro via e-mail, WhatsApp ou qualquer outra rede social.

O Link de Pagamento facilita o cotidiano do varejista, pois é uma solução pronta para implementação, ou seja, não precisa de desenvolvimento, basta inserir os dados cadastrais do cliente e o valor a ser pago no sistema. O link é gerado e disponibilizado para o envio, que pode ser feito inclusive via Whatsapp. O cliente então efetua o pagamento, sem a necessidade de máquina de cartão e cobranças na entrega do produto, contribuindo também para a agilidade na distribuição das entregas. Vale ressaltar que a solução possui sistema antifraude integrado.

A tecnologia do Link de Pagamento foi desenvolvida para operar em todas as verticais do varejo atendidas pela Linx, com o intuito de diminuir o atrito no delivery, com destaque para os segmentos de Food (restaurantes e alimentação), Farmácias (entrega em domicílio de medicamentos controlados) e Moda, por exemplo.

“O Link de Pagamento foi desenvolvido pela Linx para ajudar o varejo a se manter firme diante deste cenário complexo que é o da pandemia da Covid-19. Estamos ao lado dos lojistas e queremos oferecer suporte para que as vendas continuem e os negócios não percam força neste período”, explica Denis Piovezan, vice-presidente da Linx Pay Hub.

Transformação digital chega ao alto escalão

Líderes de todos os setores já convivem com uma nova realidade: adaptar-se rapidamente aos desafios impostos pela pandemia do novo coronavírus, especialmente quando se trata de comandar toda a operação apenas de forma virtual.

Segundo Ricardo Basaglia, diretor-geral da Page Executive, unidade de negócio do PageGroup especializada em recrutamento e seleção de executivos para alta direção (o chamado “C-Level”), com o trabalho remoto, o alto escalão deve se preparar para instituir novas dinâmicas que permitam a continuidade das atividades de todos os colaboradores da empresa. “As habilidades e técnicas que aprendemos em MBA’s, cursos e certificações não são mais suficientes, afinal, não fomos prepararados para competências antes até consideradas mal vistas por muitos executivos, como a produção de lives e a manutenção de perfis ativos nas redes sociais”, conta.

O mercado de trabalho deve estar em constante adaptação às transformações sociais, para que empresas não fiquem em desvantagem competitiva em termos de participação e atração de talentos. Regras e recomendações profissionais são alteradas a todo o tempo por meio de influências econômicas e comportamentais. Com a recente instituição do home office, não foi diferente. Muitas atividades tiveram de ser repensadas e adaptadas para o momento.

“A realidade atual é de que precisamos nos preparar para fazer reuniões remotas com milhares de pessoas da empresa. Precisamos encontrar formas de engajar equipes sem contato pessoal e de impactar a todos com mensagens em posts curtos na internet, para que continuem interessados nas atividades da instituição. O home office é recente para grande parte das empresas mas, em meio ao momento atual, todas as alterações são necessárias”, conclui Basaglia.

Confira abaixo 5 atividades das lideranças que tiveram de ser transformadas por conta do trabalho remoto e readaptadas para o meio digital:

• Reuniões

Importantes para manter a comunicação e o relacionamento dentro e fora da empresa, as reuniões foram as primeiras atividades a sofrerem modificações em decorrência da pandemia vigente. No primeiro momento, houve restrições no número de participantes, prezando pelo distanciamento entre cada um, em caso de necessidade de conversas presenciais. Após a instituição do trabalho remoto por grande parte das empresas, as reuniões passaram a ser totalmente digitais. As lideranças ficaram encarregadas de descobrir as melhores ferramentas para que as conversas fluam com qualidade, mas também de aprender novas formas de comunicação capazes de engajar e direcionar equipes à distância. Com a transformação, muitos gestores perderam suas habilidades de mediar conflitos e reconhecer obstáculos por meio da presença física, mas ganharam chances de novos aprendizados para atuar em plataformas digitais.

• Eventos

O planejamento e a execução de eventos corporativos também sofreram impacto com a implementação do trabalho remoto. O que antes era discutido e idealizado nos mínimos detalhes pela reunião de diferentes equipes, hoje se depara com uma nova realidade, que envolve reuniões on-line, lives em redes sociais e webinars. Se, por um lado, os profissionais tiveram de aprimorar suas capacidades de organização e comunicação para executar os projetos com bons resultados, por outro, os usuários das redes sociais se depararam com o aumento da acesso à informação e a necessidade de selecionar de modo assertivo o que é mais relevante para a sua carreira.

• Divulgações internas

Os e-mails estão se tornando plataformas secundárias progressivamente. As preferências de consumo de informações mudaram. Aplicativos e plataformas mais ágeis, como Whatsapp, LinkedIn e redes internas que permitam o contato direto entre os colaboradores, estão captando a atenção dos profissionais, que dificilmente lerão comunicados e decisões internas enviados por e-mail. As lideranças se depararam com a necessidade de criação de grupos e de estabelecer contato direto com sua equipe por meio das ferramentas recentes e das redes sociais, que também se demonstraram úteis para que gestores transmitam as mensagens da empresa para demais interessados em suas atividades, atraindo potenciais talentos.

• Recrutamento virtual

Com o objetivo de apoiar o combate ao coronavírus, sem expor colaboradores e candidatos, muitas lideranças estão estimulando a adoção de processos de recrutamento virtual em suas empresas. A medida permite a continuidade dos processos seletivos, movimentando a economia, ao mesmo tempo em que reduz o tempo de trabalho da equipe de Recursos Humanos, fornecendo informações valiosas sobre o perfil do candidato por meio de tecnologias como a Inteligência Artificial, possibilitando escolhas assertivas.

• Instituição da cultura de home office

Como líder, é importante ser referência no estabelecimento de normas e recomendações da empresa. Certamente, grande parte dos colaboradores não estão preparados para o novo modelo de trabalho, adotado às pressas. Portanto, é essencial que o gestor esteja apto para transmitir os direcionamentos para que a equipe consiga bons resultados trabalhando remotamente. A liderança nunca deve se ausentar e deve se esforçar ao máximo para identificar vitórias e gargalos entre seus times, estabelecendo progressivamente uma cultura de home office.

VidaClass oferece telemedicina para coronavírus

A VidaClass, ferramenta que conecta pessoas a serviços da saúde a preços acessíveis, oferece para a população, através da plataforma de telemedicina, um profissional da área que, seguindo o protocolo do Ministério da Saúde, poderá fazer todas as observações, dará orientações e possíveis recomendações quanto aos sintomas de cada paciente.

Com esse serviço, o paciente poderá ter uma opinião profissional antes de tomar decisões precipitadas, evitando automedicação e deslocamentos aos prontos socorros de maneira desordenada.

Há quase um mês, a Organização Mundial da Saúde (OMS) declarou estado de emergência de saúde pública global devido ao surto de contágio do coronavirus. Os números coletados até o momento mostram a expansão do problema: já são mais de dois milhões de pessoas infectadas e mais 143 mil mortes pelo Mundo até o momento.

No dia 19 de março, o CFM (Conselho Federal de Medicina) regulamentou a telemedicina no Brasil em uma medida emergencial. No começo de 2019 a medicina à distância já tinha sido regulamentada, mas o Conselho voltou atrás depois de discordância entre os grupos médicos.

“O pânico causado pela doença pode acabar lotando hospitais e, com isso, aumentar o risco de contagio. Através da nossa plataforma iremos disponibilizar avaliação online dos sintomas com profissionais de saúde a um preço acessível.”, explica Vitor Moura, CEO da VidaClass.

ZEISS adere ao movimento #NÃODEMITA

A divisão VISION CARE da ZEISS, multinacional alemã com forte presença no Brasil, adere ao movimento #NãoDemita (http://www.naodemita.com/), criado em 3 de abril por iniciativa da Ânima Educação. O manifesto propõe manter, a princípio até 31 de maio, os empregos de cerca de 2 milhões de trabalhadores no Brasil durante a pandemia de COVID-19, que tem gerado uma onda mundial de demissões. O site naodemita.com já conta com assinaturas de mais de 4 mil empresas de diversos setores.

“Este é um movimento sério, com a participação de muitos empresários, que pretende garantir os empregos por pelo menos dois meses em função dos suportes oferecidos pelo governo, visando a solidariedade com a população e manutenção do sustento das famílias e do consumo. Algo totalmente alinhado com o que a ZEISS VISION CARE no Brasil acredita. Neste momento temos o compromisso ético com nossos stakeholders, para superar esta crise juntos e tornar a marca ainda mais forte para o amanhã. Mesmo com a pandemia, prezamos pelos nossos profissionais e nos comprometemos a não demitir. Até o momento, também não tivemos redução de salários, uma alternativa alinhada aos subsídios do governo, que tentamos evitar”, ressalta Gabriele Carlos, Diretora de Recursos Humanos da ZEISS.

Atualmente a empresa possui um quadro com 750 colaboradores, sendo 64% em operações fabris e 36% em funções adminstrativas e comerciais. Para manter a equipe sem cortes em meio à crise do coronavírus, a empresa analisou todos os benefícios e subsídios oferecidos pelo governo, bem como os cenários apontados pelo mercado, e focou em medidas de saúde e segurança da equipe, como home office, férias e adequação do ambiente de trabalho nas fábricas, com turnos diferenciados. Além disso, a multinacional alemã postergou pequenos investimentos e suspendeu novas contratações, e segue à risca as recomendações do Ministério da Saúde, realizando reuniões por vídeo conferência, evitando aglomerações e ampliando a higienização nos departamentos, por exemplo.

XP Inc. mantém plano de expansão e planeja abrir ao menos 600 novas vagas de trabalho neste ano

A XP Inc., que reúne as principais empresas de investimentos do país, anunciou que vai manter seu plano de contratações ao longo deste ano, mesmo em meio à pandemia provocada pela Covid-19. O objetivo é chegar ao final do ano com um total de 3.100 colaboradores, o que representa ao menos 600 novas vagas e um crescimento de 25% em relação ao quadro atual (2.500 funcionários).

A empresa busca profissionais para diversas áreas de negócios, que vão de suporte, atendimento ao cliente, desenvolvimento de produtos, tecnologia e dados. Os salários para essas novas vagas variam de R$ 5.000 e R$ 20 mil, além de remuneração variável e uma lista completa de benefícios como assessoria e fundo de investimentos exclusivos, aplicativo que dá acesso a academias, coach de corrida, entre outros.

Outro diferencial da empresa é o fato de a empresa ser uma partnership. “Na XP Inc. somos de fato donos. Cerca de 25% do nosso quadro de funcionários é de sócios. O nosso sócio mais jovem tem 23 anos. Aprendemos desde cedo a dividir para crescer, pois sempre acreditamos que o nosso sucesso depende de pessoas” afirma Guilherme Sant’Anna, sócio responsável pela a área de Gente e Gestão da XP Inc.

Entre os projetos que deverão transformar o mercado financeiro para melhorar a vida das pessoas está o lançamento do cartão de crédito com os juros mais baixos do mercado, em parceria com a Visa, além de empréstimos para pessoa física, conforme recentemente anunciados. A empresa também está focada na garantia da robustez das suas plataformas de investimentos (XP Investimentos, Rico e Clear), responsáveis pela maior fatia de receita do Grupo.

“Estamos em busca de pessoas com espírito empreendedor, mente aberta e sonho grande. Temos um projeto de longo prazo que é transformar o mercado financeiro para melhorar a vida das pessoas. E este plano perpassa a pandemia” afirma Sant’Anna, “Os grandes bancos ainda possuem 95% do mercado de investimentos no Brasil, mas estamos aqui para romper essa lógica e ser exatamente o que o sistema financeiro nunca foi”, complementa.

A XP Inc. foi considerada uma das melhores para trabalhar no país, de acordo com o LinkedIn Top Companies, possui horário flexível, dress code livre, opção para trabalhar fora do escritório e sede nos principais centros financeiros do mundo. Os interessados em trabalhar na empresa devem acessar as vagas pelo site.

Prefeitura seleciona startup PluzApp como solução para pequenos negócios prejudicados pela Covid-19 em Curitiba

A Agência Curitiba de Desenvolvimento abriu edital para selecionar tecnologias, produtos e serviços para auxiliar empreendedores que passam por dificuldades provocadas pela crise do coronavírus. 

Uma das soluções já aprovadas é o PluzApp. Lançado recentemente, o aplicativo auxilia no atendimento e vendas pelo WhatsApp sem cobrar taxas de quem vende ou adquire produtos e serviços pela plataforma e pode ajudar muitos empreendedores.

O empresário Eduardo Aguiar, idealizador da novidade, explica que “a ferramenta elimina o custo alto imposto pelos aplicativos de delivery tradicionais”, o que pode ser decisivo para a sobrevivência dos empreendedores na crise atual, criada pelos cuidados com a Covid-19.

Em Curitiba, o chamamento público da prefeitura ficará aberto até 31 de julho. Os interessados poderão tirar dúvidas pelo telefone (41) 3213-7590 ou fazer o download do edital no site www.agenciacuritiba.com.br. As propostas em arquivo PDF deverão ser enviadas pra o email licitacoesagencia@agenciacuritiba.com.br.

Como benefício, as empresas selecionadas terão suas soluções e produtos divulgados através dos canais e mídias da Agência Curitiba.

Carlos Júlio faz palestra virtual sobre gerenciamento de tempo no contexto de confinamento

Projeto #ConectaPlaneta: Carlos Júlio aborda em palestra online como aplicar as boas práticas de gerenciamento de tempo no contexto de confinamento

A pandemia do novo coronavírus e suas medidas de contenção, como o distanciamento social, estão obrigando as pessoas a redefinirem prioridades e a moldarem a rotina. Como lidar com a nova realidade e conseguir equilibrar tarefas relacionadas ao trabalho e à vida pessoal em tempos de confinamento? Na próxima segunda-feira (20) às 18h, um dos palestrantes mais requisitados do país Carlos Júlio realiza palestra virtual gratuita intitulada O que eu não posso deixar de fazer hoje?. Cofundador da Digital House Brasil, conselheiro profissional em diversas empresas, além de coach profissional de vários presidentes de corporações, Júlio é especialista em gestão de tempo e, na palestra, vai compartilhar o que aprendeu ao longo de sua trajetória de sucesso, aplicando suas estratégias ao contexto atual.

Na palestra, Júlio vai abordar temas como:

– Explicação de como o gerenciamento de tempo é ainda mais significativo para quem está trabalhando de casa.

– Como estabelecer prioridade para assuntos familiares e para assuntos de trabalho: a pergunta “o que eu não posso deixar de fazer hoje?” e como respondê-la bem.

– Como se organizar: canvasdo tempo, cronograma, agenda, estabelecer rotina.

– A importância das pausas.

– Ameaça dos ladrões do tempo.

O projeto #ConectaPlaneta tem como objetivo trazer informação e entretenimento por meio de palestras realizadas pelos nossos autores e estimular uma rede de solidariedade ao apoiar livrarias independentes, um dos segmentos mais fragilizados do mercado no atual contexto, e auxiliar entidades filantrópicas. O livro do Carlos Júlio, O que eu não posso deixar de fazer hoje?, lançado pelo selo Planeta Estratégia, estará à venda ao final do bate-papo. Parte da verba será destinada a uma instituição. A inscrição pode ser realizada pelo site do projeto.

#ConectaPlaneta 

Palestra online com Carlos Júlio: O que eu não posso deixar de fazer hoje?

Segunda-feira, 20 de abril, às 18h

Gratuito

99% das empresas não são digitais. Qual impacto com esta crise?

Por Victor Carreiro

Uma pesquisa da Harvard Business Review Analytics Services mostra que 68% das companhias líderes digitais tiveram melhorias na rentabilidade dos seus negócios e mais de 80% relataram que o maior risco associado à digitalização é não abraçar esta mudança. Tais números reafirmam a necessidade vital das empresas em olharem para a inovação e a transformação digital de forma estratégica. E o Coronavírus veio para mostrar essa necessidade. 

Tivemos uma prova com a exigência do isolamento que inovação e transformação digital ainda são dois conceitos bem distantes na realidade diária das empresas, em especial nas organizações brasileiras. E o impacto da crise, nessas, certamente será maior. Para se ter uma ideia, um levantamento realizado pela operação americana da consultoria Protiviti com mais de 1.500 pessoas, sendo 30% composto por C-Levels dos mais diferentes segmentos, mostra que menos de 1% das companhias analisadas foram classificadas como líderes digitais em seus segmentos.

Em relação às outras 99%, conclui-se que são empresas que não olham para as possibilidades existentes da economia disruptiva e têm, mesmo que de forma involuntária, uma certa dificuldade de romper com modelos mais tradicionais. Se não reagirem, essas organizações ficarão fadadas ao ostracismo, sem forte associação da marca com inovação e sem entregar uma experiência diferenciada ao cliente, que mudou seus hábitos com a quarentena. Mais do que nunca, é preciso ter planos de negócios digitais aprofundados a curto ou médio prazo.

Com base neste cenário, é possível projetar a atual situação de inovação e transformação digital das corporações brasileiras, considerando que, segundo divulgações da IDC Corporate, em 2019, foram investidos U$ 1,2 trilhão em inovação e 50% desse investimento foi realizado pelos Estados Unidos ou China. Claramente este investimento resulta desde a classificação do País no Índice Global de Inovação, no qual o Brasil está em 66°, e até mesmo o nível digital das empresas.

Dentre as possíveis explicações em torno destes dados é que a transformação digital ainda causa medo dentro da economia mundial tradicionalista, principalmente as brasileiras. Há movimentos, mas são tímidos, resumidos apenas em entrega de serviços e de produtos. Só! E o Coronavírus vai forçar o movimento de adoção da Transformação Digital que há tempos estava apenas nos planos das empresas. Há muito mais a explorar, visando principalmente agilidade e vantagem competitiva. No Brasil, apenas 4% das empresas possuem comportamento digital, de acordo com dados da Exec e Panorama Researc, e o impacto, nessas organizações, será maior agora.

Apesar dos dados serem assustadores, principalmente sob a perspectiva brasileira, esse é um momento oportuno para as empresas se tornaram digitais ou para aquelas que já se encontram em estágio mais avançado virarem líderes digitais. Obviamente, existem obstáculos para a transformação digital, tais como: mudança cultural, desenvolvimento de novos modelos de negócios, melhoria na experiência do cliente, entre outras, porém o primeiro passo é realizar um diagnóstico de transformação digital para atuar de forma mais assertiva, obtendo os melhores resultados. É hora da teoria virar prática!

Victor Carreiro, líder de Transformação Digital na ICTS Protiviti

PicPay segue contratando e tem 75 vagas em SP e ES

Em meio à crise de Covid-19, o PicPay – maior carteira digital brasileira, com cerca de 18 milhões de usuários – continua contratando e tem 75 vagas abertas em São Paulo e Vitória. A fintech já admitiu 29 novos colaboradoresmesmo em home office.
CONTRATAÇÃO | Hoje, a empresa tem 75 vagas em aberto, para áreas essenciais ao negócio, sendo 72 em São Paulo e 3 em Vitória, cidade natal da fintech.

Em franca expansão, o PicPay viu seu time crescer de 200 pessoas em Vitória, no final de 2018, para 1.200 colaboradores no final do ano passado, após a abertura do escritório paulista, em julho.

Para 2020, a perspectiva é expandir para 1.800 pessoas até dezembro. Somente no primeiro trimestre deste ano, foram admitidos 181 novos funcionários.
ADMISSÃO ONLINE | O processo de onboarding dos novos 29 colaboradores aconteceu online e foi o primeiro nesse formato desde que a fintech instaurou o home office para todos os funcionários, em 11 de março.

Onboarding de 29 novos colaboradores do PicPay, realizado em 7 de abril. Imagem: Divulgação.
Segundo o VP de Pessoas e Cultura do PicPay, Dárcio Stehling, o trabalho à distância está fluindo muito bem, sem nenhum tipo de intercorrência operacional, as reuniões ficaram mais breves e o time tem relatado um sensível aumento na produtividade. Para aproximar os colegas de trabalho, happy hours por videoconferência também têm sido realizados.

Real Valor é selecionada para programa de aceleração do Google

A fintech Real Valor, plataforma gratuita que acompanha e controla investimentos em um só lugar, acaba de ser selecionada para o Google Launchpad Brasil, programa de aceleração do Google. O objetivo do programa é empoderar e capacitar startups brasileiras de tecnologia a escalarem seus negócios.

Foram selecionadas apenas 10 startups do Brasil para participar e, segundo o CEO e cofundador da Real Valor, Eduardo Belotti, estar entre essas startup significa muito para eles. “Será uma oportunidade única para nós. Participamos de outros programas ao longo de nossa história, mas ter a oportunidade de ser acelerado pelo Google vai nos trazer conhecimentos e aprendizados inesquecíveis, principalmente pela troca de experiência com empreendedores de outros países”, revela Eduardo.

O programa contará com as aulas 100% online, por conta do distanciamento social, e os empreendedores poderão contar com mentores de qualquer lugar do mundo. Além disto, alguns aspectos do programa serão transformados devido à pandemia, ou seja, o programa é focado em nuvem e IA, mas também vão dar suporte a outras áreas, entendendo o foco das empresas nesse novo momento.

Propostas de mudanças no mercado de EPIs aumentam as expectativas sobre a FISP

A importância dos equipamentos de proteção individual (EPIs) nunca esteve tão clara quanto neste momento de combate à pandemia. A falta de certos itens, de produção nacional escassa, tende a intensificar as discussões sobre mudanças no setor – algumas em curso mesmo antes da eclosão do novo coronavírus. Esse pano de fundo aumenta as expectativas em torno da 23ª edição da FISP – Feira Internacional de Segurança e Proteção, a ocorrer entre os dias 20 e 22 de outubro no São Paulo Expo.

Promovida pela Cipa Fiera Milano, a FISP é a principal feira do gênero na América Latina e a segunda maior do mundo, atrás apenas da alemã A+A. Conta com realização da Animaseg (Associação Nacional da Indústria de Material de Segurança e Proteção no Trabalho), da Abraseg (Associação Brasileira dos Distribuidores e Importadores de Equipamentos e Produtos de Segurança e Proteção ao Trabalho) e do Sindiseg (Sindicato da Indústria de Material de Segurança), acontecendo simultaneamente à 14ª Fire Show – International Fire Fair. Juntas, as feiras devem atrair um público de mais de 50 mil visitantes e 700 empresas expositoras.

“Como muitos sabem, diversos EPIs que estão em falta na área hospitalar são importados. Eles poderiam estar sendo fabricados aqui se houvesse, há anos, uma política de apoio à produção nacional”, observa Raul Casanova Junior, Diretor Executivo da Animaseg e da Abraseg. Das quase 1,3 mil empresas que compõem a nata do setor, apenas 5% trabalham com equipamentos de proteção respiratória. Outros 5% fornecem luvas hospitalares. “O setor está disposto a ouvir, propor e agir para o alinhamento de mudanças estratégicas”, afirma o porta-voz.

Novo registro de informações 

A abertura ao debate tem pautado a conduta da indústria de saúde e segurança do trabalhador no tocante à Medida Provisória 905, instituída em novembro de 2019. Entre outras ações, a MP visa instituir um novo modelo de certificação para os EPIs, em substituição ao Certificado de Aprovação (CA) – instrumento utilizado há mais de 40 anos no Brasil.

A AnimasegpoexemplocrioRA, registro voluntário para centralizar informações do EPI como laudos, certificados, indicações de uso, restrições e validade atestados por laboratórios ou Organismos de Certificação de Produto (OCPs). “O RA fornece dados e garantias a mais do que o CA, assegurando ao consumidor que o produto adquirido seja idêntico ao ensaiado”, afirma Casanova Junior.

A conversão da MP 905 em Lei segue em curso. O texto foi aprovado pelo Congresso em 14 de abril e agora depende do aval do Senado. O prazo para o término de todo o processo é 20 de abril. “A tendência é de aprovação. Por isso, estamos atentos e também mantendo o governo a par das nossas iniciativas”, diz o executivo da Animaseg e da Abraseg.

Os organizadores e realizadores da FISP confiam em medidas para aprimorar a proteção laboral no Brasil. De acordo com o Observatório Digital de Segurança e Saúde do Trabalho, de 2012 a 2018 o país registrou 4,7 milhões de acidentes de trabalho, ou um a cada 49 segundos. No mesmo período houve 17,2 mil mortes em razão de incidentes ou doenças ligados ao ofício (um falecimento a cada 3 horas e 40 minutos).

Assim como muitas indústrias, a de equipamentos de proteção individual (EPIs) vinha se recuperando após um recuo no conturbado biênio 2015-2016. A Animaseg pretende divulgar o balanço de 2019 durante a 23ª FISP, mas antecipa que o ano passado manteve a tendência de retomada. Em 2018, as associadas da entidade, que representam 85% do mercado nacional, movimentaram R$ 4,36 bilhões, com destaques para os segmentos de vestimentas e luvas de segurança.

“A FISP vai novamente apresentar o que existe de mais moderno e inovador em trajes especiais, proteção da face, luvas, calçados e cintas, entre outros itens de segurança”, afirma Rimantas Sipas, Diretor Comercial da Cipa Fiera Milano. “E, como em edições anteriores, o evento também promoverá a capacitação de quem atua no setor. No Techshow, por exemplo, o público poderá participar de palestras gratuitas dos expositores, atualizando-se quanto a informações e tecnologias”.

Sipas pontua que, apesar de consolidada como o maior encontro de profissionais do setor de saúde e segurança do trabalho (engenheiros, médicos do trabalho, inspetores de risco, técnicos, cipeiros e bombeiros), a FISP também representa uma oportunidade importante para empresários e compradores em geral. “Números apontam que mais de 98% das empresas brasileiras são pequenas e não contam com alguém dedicado à prevenção. Conhecer o assunto é importante para todos”.

Qlik adquire RoxAI e amplia os recursos de Inteligência Artificial

A Qlik, líder em análise de dados, anuncia a aquisição da RoxAI e de seu software de alerta inteligente, Ping. Com isso, a empresa passa a fornecer recursos de automação de workflow e alertas self-service que aprimoram a capacidade dos usuários e sistemas analíticos de monitorar e gerenciar, em tempo real, dados de negócios para acelerar decisões orientadas por insights.

As organizações buscam acelerar seu valor por meio de dados, mas eles estão sempre mudando. Os alertas self-service inteligentes do Ping, integrados à plataforma líder de analytics da Qlik, podem notificar imediatamente os usuários em seus dispositivos móveis, e-mail e redes sociais, de alterações em seus dados e contexto, permitindo decisões e ações rápidas. Além disso, o software permite que qualquer usuário projete e crie seus próprios alertas de acordo com a sua necessidade – com base nos dados e dashboards existentes – sem precisar de um desenvolvedor ou administrador.

“A limitação da maioria dos dashboards e aplicações analíticas é que você precisa acessá-las para saber o que está acontecendo ou o que mudou”, afirma Mike Capone, CEO da Qlik. “O que precisamos é da integração total do ciclo entre alterações nos dados, analytics, alertas e notificações que são enviadas imediatamente aos usuários ou outros sistemas. A combinação do Qlik Data Integration, Qlik Data Analytics e agora RoxAI e Ping fornecerá aos clientes um ciclo de inteligência em tempo real que norteia as ações”.

Analytics de última geração abrangem um workflow completo, desde a preparação e integração inicial de dados (Qlik Data Integration), passando por insigths orientados por Inteligência Artificial (Qlik Sense®), até o compartilhamento operacional das conclusões. Com o Qlik Insight Bot™, a Qlik já aumenta a capacidade do usuário de explorar dados em um workflow via analytics conversacional. Com a RoxAI e o Ping, a empresa expande a possibilidade de fornecer insights em tempo real, orientado por dados, onde e quando possam ser um diferencial para os negócios.

A Qlik planeja integrar o Ping às soluções de workflow e RPA (Robotic Process Automation), por meio de APIs que irão acelerar ainda mais o valor de negócio dos dados dos clientes. As melhorias estão planejadas para incluir também a funcionalidade de “alertas baseados em proximidade”, nos quais, por exemplo, um fornecedor de produtos on-line pode alertar automaticamente um gerente regional com informações de desempenho quando o mesmo chegar ao local da loja.

O Ping pode aumentar a inteligência do usuário de analytics de várias formas, como design e criação de alertas self-service diretamente nos dashboards; alertas gerenciais avançados com base em tendências estatísticas e avaliação de outliers; compartilhamento predeterminado ou ad-hoc de alertas com colegas diretamente do celular ou e-mail; avaliação histórica de tendências com base em um repositório de métricas; e exploração guiada de dados em tempo real via celular ou computador, tendo como referência alertas que vão além dos relatórios de dados iniciais para gerar ações imediatas.

“À medida que os dados são democratizados, os usuários não querem apenas entender os dados, mas utilizá-los em tempo real para gerenciar seu negócio e automatizar os fluxos de trabalho”, destaca Ranjit Bahia, fundador da RoxAI. “Estamos empolgados com a oportunidade dos clientes da Qlik agora se beneficiarem dos alertas inteligentes que direcionam ações”.

RoxAI e Ping são bem conhecidos no ecossistema da Qlik como um parceiro já existente e um Trusted Extension Developer (TED), cuja solução é acreditada, garantindo segurança aos usuários pela qualidade e funcionalidade, e se beneficiando do framework de API’s abertas da Qlik.

O Ping está disponível hoje e será empacotado como uma solução da Qlik no primeiro semestre de 2020. Ao integrar esses recursos com o Qlik Cloud Services e acionar workflows em tecnologias de automação de terceiros, a Qlik fornecerá a mais completa solução de ponta a ponta para acelerar o valor de negócio dos dados.

Em tempos de coronavírus, entrevistas de emprego por vídeo chamada se tornam tendência; Veja dicas para estar bem preparado

Desde que a contaminação do COVID-19 se espalhou pelo mundo, a economia se desestabilizou principalmente por conta das medidas de confinamento para a contenção da transmissão do vírus. No entanto, na contramão da crise, muitos setores do mercado têm apresentado crescimento de vendas, precisando, inclusive, aumentar seus quadros de funcionários para atender o aumento das demandas.

Justamente por conta da recomendação do isolamento social, agora as contratações de novos funcionários estão acontecendo através de entrevistas por vídeo chamada. Este recurso, que até então estava apenas começando a ser utilizado pelos recrutadores e possuía potencial para se tornar tendência apenas daqui um tempo, com a pandemia, passou a ser uma necessidade imediata e a ser muito utilizada.

No entanto, de acordo com Mônica Camargo Tracanella, uma das sócias-fundadoras da Trilogie, empresa de branding e carreira, esse método pode ser muito mais desafiador do que uma conversa realizada pessoalmente. “Diferentemente da entrevista presencial, que pode prover naturalmente um momento inicial mais descontraído, com água, cafezinho e comentários despretensiosos sobre o trânsito, a entrevista online acaba sendo mais direta ao ponto, podendo ser iniciada imediatamente após a conexão, o que pode impactar nas primeiras impressões que o recrutador tem do candidato”, explica.

Ainda segundo Mônica, para o profissional estabelecer sintonia com o recrutador do outro lado da tela é necessário falar sobre sua experiência e evidenciar prontidão para a posição desejada, mas não apenas isso. Também é essencial tomar alguns cuidados prévios para que a entrevista seja realizada da melhor maneira possível. Confira:

Garanta toda infraestrutura necessária

Uma boa conexão de internet e um bom aparelho para realizar a entrevista (seja notebook, computador, tablet ou celular) são essenciais para que a conversa ocorra sem imprevistos e não correr o risco de perder a oportunidade.

Escolha um local apropriado

O ambiente precisa ser calmo, tranquilo e com um fundo o mais neutro possível. Uma dica importante é checar com antecedência a visão que o entrevistador terá do seu ambiente.

Tenha a certeza de que não será interrompido por ninguém ao longo da entrevista

Comunique o horário da entrevista para os outros moradores, evitando interrupções e barulhos durante a conversa.

Vista-se como se vestiria para uma entrevista presencial

Não é porque o candidato está em casa que ele não deve se arrumar. Pelo contrário: a entrevista continua sendo uma ocasião formal em que é necessário passar a imagem mais profissional possível. Logo, a dica é se vestir como se fosse para o local onde ocorreria a entrevista presencial.

Torne-se íntimo da ferramenta de vídeo chamada

Faça testes com antecedência e, caso necessário, treine a navegação para ter certeza de estar dominando suas principais funcionalidades. Esta é uma importante imagem do candidato a ser passada para o recrutador: que ele tem domínio da tecnologia.

Tenha papel, caneta e água por perto

Dessa forma, não será necessário pedir licença durante a conversa.

Redobre os cuidados com a comunicação

Durante a conversa online, podem ocorrer problemas de delay e entendimento. Sendo assim, espere sempre o entrevistador acabar de falar para você iniciar a sua fala. Dialogue com clareza e tranquilidade, tomando cuidado com a dicção.

Olhe sempre para a câmera

Na vídeo chamada, o tão importante “olhos nos olhos” de uma entrevista presencial é substituído pelo olhar diretamente para a webcam, tentando manter o objetivo de criar uma sintonia com o recrutador.

Prepare o conteúdo da conversa

Esteja preparado para contar sua história e construa seu discurso de forma a evidenciar tanto suas competências técnicas quanto comportamentais, comunicando seus diferenciais e demonstrando estar preparado para o desafio proposto pela vaga. No entanto, é importante manter a objetividade durante o diálogo – o que já é importante na entrevista presencial e torna-se imprescindível na vídeo chamada.

Informe-se previamente sobre a empresa

Demonstre ao entrevistador o seu interesse pelo local, pesquisando sua história, seu método de trabalho e quais são seus valores. Essas são informações que podem ajudar no desempenho do candidato durante a entrevista, além de ser uma das formas de mostrar entusiasmo pela oportunidade.

Cargill e USP promovem hackathon para apresentar soluções para Food Service no pós-pandemia

A Cargill e a Universidade de São Paulo (USP) estão com inscrições abertas para a 3ª edição da maratona tecnológica SancaThon, que neste ano acontecerá entre os dias 25 de abril e 13de maio, e desafiará estudantes, desenvolvedores, empreendedores, designers e entusiastas a criarem, em uma semana, modelos de negócios, produtos, serviços e tecnologias para o futuro do food service pós-pandemia de COVID-19. O desafio está sendo realizado em conjunto com parceiros de toda a cadeia do Food Service, como BRF (pelo BRF Hub), Bloomin’ Brands (Outback), Turn the Table, Abia, Abrasel, IFB, Grupo Alento, Arco Foods, Irmãos Avelino, Galunion, Food Consulting GS&Libbra, FCSI, Mintel, Fispal Food Service, Delivery do Bem, Zygo Tecnologia, Liga Ventures, Weme e Foodtech Hub.

Realizada anualmente de forma presencial, a 3ª edição do SancaThon será promovida 100% online em 2020, com engajamento de várias universidades de todo o país. As inscrições são gratuitas e devem ser feitas até dia24/04, diretamente pelo site do evento http://www.sel.eesc.usp.br/sancathon. Os grupos serão formados no início do desafio.

“Estamos vivenciando um momento de incertezas, onde teremos que buscar novas alternativas para antigos hábitos e negócios. Para auxiliar pequenas e médias empresas do ramo a enfrentarem esses e outros desafios, junto com a principal universidade do país, queremos trazer ideias e inovação para pensarmos sobre as tendências para o food service”, afirma Augusto Lemos, Diretor Geral da Cargill Foods para América do Sul.

São esperados participantes de todo o país, com perfis diversos, entre desenvolvedores, designers e negócios, e não é necessário nenhum conhecimento prévio do setor, uma vez que será oferecida uma imersão bastante completa com líderes e parceiros que são referência nacional em Food Service. Os participantes poderão competir em grupos de quatro a seis pessoas, sendo formados de forma multidisciplinar.

“A Engenharia é a arte de identificar problemas, e propor e desenvolver soluções para a preservação e melhoria da qualidade de vida da sociedade. A crise, como a pandemia que vivenciamos, exige, subitamente, novas soluções para problemas desconhecidos. Esse é o momento em que a criatividade humana leva a novas descobertas, inventos e estratégias, a partir do desafio, da aflição e da esperança. O Hackathon proposto, certamente, apresentará novas soluções de interesse imediato,” comenta o Prof. Edson Cezar Wendland, Diretor da Escola de Engenharia de São Carlos da USP.

Para a competição, os participantes terão acesso a sessões de conteúdo com diversos especialistas sobre o contexto e necessidades do atual cenário, apontando as principais demandas e dificuldades do setor. E, durante a maratona, os desafiados contarão ainda com a orientação de mentores das diversas áreas, que ajudarão a sanar dúvidas para acelerar o desenvolvimento de suas ideias.

O diferencial dessa competição será uma segunda etapa, também de uma semana, na qual até 20 equipes serão selecionadas e receberão uma ajuda de custo para testarem a sua ideia junto a operadores e distribuidores. E, após passarem por uma banca de jurados, formada por líderes e especialistas da Cargill, da USP e das organizações parceiras, os grupos poderão negociar a continuidade do projeto com interessados nasua implementação. Contando, ainda, com premiações financeiras, cursos, experiências, exposição no mercadoe indicações a banco de talentos dos parceiros.

A SancaThon é uma maratona de desenvolvimento de tecnologia que fomenta a cultura empreendedora e desperta o desejo dos participantes de desenvolverem projetos inovadores. Com uma proposta direcionada,oferece mentorias e treinamentos para auxiliar na elaboração de protótipos e modelos de negócios viáveis.

O evento é realizado em conjunto pela Cargill, EESCIn (Centro Avançado EESC para apoio à Inovação daEscola de Engenharia de São Carlos da Universidade de São Paulo), Núcleo de Empreendedorismo da USP São Carlos (NEU-SC) e pela Semana da Integração da Engenharia Elétrica (SIEEL).

Com novo e-commerce, testfy triplica suas vendas de testes de RT-PCR por meio de autocoleta

A testfy, startup de testes genéticos e clínicos por meio de autocoleta, vem aumentando sua relevância e presença, desde a implementação de seu e-commerce no início do mês. A expectativa é que através do novo canal os testes se tornem ainda mais acessíveis aos consumidores, fazendo com que eles não precisem sair de casa. Os números são expressivos, tendo em conta que a healthtech iniciou suas operações em janeiro de 2020.

“Já na primeira semana, o volume de aquisições pelo e-commerce triplicou comparado aos nossos demais canais de venda; telefone, e-mail e WhatsApp. Com o kit para detecção do covid-19 (método RT-PCR) lançado em abril, por exemplo, produzimos 3.200 análises na primeira quinzena”, explica o CEO Gustavo Janaudis. A empresa, habilitada pelo Instituto Adolfo Lutz para a realização deste tipo de diagnóstico, atualmente conta com a capacidade de realizar até 26.000 análises para este teste e prevê dobrá-la em meados de maio.

Dado o atual cenário, a startup tem feito o possível para focar no desenvolvimento de soluções inovadoras, que colaborem com a sociedade e ofereçam o máximo de praticidade, acessibilidade e segurança. Além disso, a testfy também disponibilizará nas próximas semanas o teste de anticorpos IgA e IgG para o covid-19. O diferencial está na capacidade de precisar a fase em que se encontra a infecção: aguda, crônica ou de imunização. No mês de maio a healthtech será capaz de realizar até 10.000 análises por mês neste método.

A testfy acredita que os produtos voltados à detecção do coronavírus podem corresponder a até 80% de sua demanda no próximo mês. “As coletas domiciliares são de grande auxílio para a contenção da pandemia neste momento, uma vez que não existe a necessidade da pessoa se deslocar a pontos de aglomeração, reduzindo a possibilidade de contágio”, acredita o CEO.

Para a realização da autocoleta, o cliente deve se registrar no site da testfy e ativar o seu kit através de seu código individual, assim tendo acesso a um portal com todas informações, incluindo vídeos explicativos e fichas clínicas muito intuitivas para fácil manuseio. Entre outros produtos oferecidos no portfólio da testfy estão testes para intolerâncias alimentares, além de testes genéticos ginecológicos, esportivos, dermatológicos, de microbioma intestinal e nutrigenético. “Todos os nossos métodos são validados e aprovados pelas autoridades sanitárias competentes”, conclui Janaudis.

 

Como o ecossistema de automação robótica pode ser um caminho para a geração de empregos?

Por Denis Pineda 

Você já pensou em ter um robô trabalhando ao lado de um ser-humano na linha de produção? Pois eu te digo que essa ideia apenas parece estranha. Quando olho hoje para o mercado, já é possível enxergar cada vez mais a presença da automação robótica dentro das indústrias, inclusive no Brasil, e a tendência é que isso sóaumente.

Segundo um relatório realizado pela Euromonitor, empresa de inteligência de mercado, indicou que a automação e robótica estavam na segunda posição entre as tecnologias que terão impacto nas organizaçõesnos próximos cinco anos e a explicação é simples, seus benefícios. A redução do tempo de produção de um produto, a diminuição das chances de defeito e de tempo de inatividade dentro das fábricas estão entre eles.

Algumas pessoas, entretanto, observam essa tendência e se perguntam: Isso significa que as indústrias vão substituir pessoas por robôs? E a resposta é não! E nem devem. Acredito que o segredo para o futuro não está na substituição de pessoas por máquinas, mas sim na colaboração entre esses dois players, o que só é possível graças aos “cobots”, ou robôs colaborativos. Ou seja, ferramentas projetadas para atuarem em conjunto com seres humanos e que podem ser manuseadas por eles sem qualquer tipo de perigo.

Para se ter uma ideia, um report da International Federation of Robotics (IFR) avaliou a presença desses equipamentos nos ambientes de trabalho do futuro. A maioria das pesquisas avaliadas por eles indicou que a substituição de vagas por automação não chegará a 10% dos casos. E não, a linha de produção não será totalmente automatizada. Ainda teremos robôs e trabalhadores coexistindo no chão de fábrica, mas a questão vai além disso!

O que deve ocorrer é uma importante transformação de tarefas: serão necessários trabalhadores mais qualificados e mais bem pagos, assumindo funções específicas – algumas já conhecemos, comodesenvolvedores, analistas e mineradores de dados, designers de robôs, além de especialistas em comunicação digital – e outras surgirão no futuro!

Em suma, o que o mercado nos mostra é que a Sociedade 5.0, em que máquinas e seres-humanos coexistem, já está batendo a nossa porta, mas precisamos nos preparar para recebê-la, seja qualificando os profissionais que virão ou preparando a nossa empresa para a automatização. O futuro já está aí, não o deixe passar!

Denis Pineda, gerente regional da Universal Robots na América Latina, empresa dinamarquesa líder na produção de braços robóticos industriais colaborativos

Como o RH pode ajudar a mitigar os efeitos de medo do novo coronavírus entre os funcionários

Por Paulo Oliveira, coordenador de marketing da Apdata

São diversos os desafios que o novo coronavírus está trazendo para as empresas, mas um dos mais difíceis de lidar é a incerteza e o medo, que levam a um aumento da ansiedade entre os colaboradores. Os receios envolvem desde a contaminação de si próprio e da família, até a insegurança com relação ao mercado de trabalho.

Ou seja, é um momento de muitas dúvidas e poucas respostas. Isso gera um aumento da tensão entre os funcionários. Portanto, o RH deve auxiliar a liderança a criar um clima organizacional em que as pessoas se ajudem e se apoiem.

Não é hora de deixar as opiniões e perspectivas impactarem nas relações de trabalho. Assim, algumas estratégias podem ser utilizadas pelo RH para ajudar a organização a mitigar os efeitos de medo do novo coronavírus entre os funcionários.

Valores

Utilize, nas tomadas de decisões, o discurso que sua empresa propaga. Se “bem-estar do colaborador” é um dos valores, então use-o para estimular as equipes a ficarem em casa sempre que possível e cuidarem de si mesmos e suas famílias.

Além disso, forneça todo o apoio necessário tanto para aqueles que precisam ir até o trabalho quanto para os que estão de home office.

Estimule o diálogo

O novo coronavírus é o assunto que mais está sendo falado por todos. Porém, cada pessoa tem acesso a uma diferente fonte de informação e reage de modos diversos.

Estimular o diálogo aberto e transparente é uma forma da organização garantir que os colaboradores falem sobre seus medos e o que esperam da empresa. Essas conversas aproximam as pessoas e mostram que elas não estão sozinhas nesse enfrentamento, de forma que a empatia e colaboração entre todos aumenta.

Além disso, é uma oportunidade para a liderança avaliar se as atitudes que a organização está tomando estão de acordo com o que o funcionário espera e deseja.
Quem toma as decisões finais sobre como lidar com o novo coronavírus dentro da companhia é a gestão, mas em momentos de crise é fundamental que elas estejam alinhadas às expectativas de todos.

Comunique regularmente

Já foi dito que as informações são oriundas de diversas fontes, e sabemos que uma grande parte delas é falsa. Portanto, como compromisso ao colaborador e estratégia para evitar o pânico, a empresa deve providenciar meios de informar dados reais.

O RH deve trabalhar para divulgar informações oficiais sobre o cenário atual e de combate ao coronavírus. Um informativo especial sobre o assunto pode ser enviado diariamente a todos, bem como é importante ter uma estratégia pré-definida para comunicar qualquer emergência.

Forneça suporte

Muitos dos colaboradores estão, pela primeira vez, trabalhando remoto ou em horários flexíveis. Juntando a inexperiência ao medo da pandemia, é preciso entender que uma adaptação se faz necessária.

Assim, a empresa deve ser compreensiva nesse momento e guiar o processo da forma mais sadia possível para todos os envolvidos. É importante acompanhar o desempenho individual e, caso haja queda na produtividade, entender como a organização pode ajudar o funcionário a se adaptar ao modelo.

Softex lança campanha #EstamosJuntos reunindo startups que contribuem para superar os desafios gerados pelo coronavírus

Dezenas de startups integrantes dos programas operados pela Softex, e também pertencentes ao ecossistema de inovação, estão desenvolvendo soluções que atendem diversas das demandas da sociedade nesse momento de união no combate à expansão do COVID-19.

A partir desta constatação, a entidade decidiu reunir essas iniciativas através da #EstamosJuntos, permitindo um acesso rápido dos interessados a todo um universo de soluções.Uma delas é a plataforma de Healthcare desenvolvida pela Tyaro. Seu diretor, Paulo Sérgio Rangel Garcia, explica que ela combina diversas tecnologias de baixo custo “e permite que pacientes, cuidadores, médicos e familiares compartilhem todos os dados relevantes como frequência e dosagem dos medicamentos e históricos, incluindo exames tradicionais e de imagem”.

Segundo Paulo Rangel, a solução permite que todos os interessados “possam estar na mesma página em relação a qualquer uma das fases do tratamento, reduzindo a exposição aos riscos de contágio dos idosos e/ou pessoas com imunidade reduzida, além de diminuir os deslocamentos até hospitais e consultórios, através de teleconsulta”.

A Tyaro é Integrante do Conecta Startup Brasil da Softex e, segundo Paulo Rangel , o programa “tem grande importância não só ao viabilizar o acesso a recursos, uma vez que o desenvolvimento de uma solução exige mão de obra qualificada, mas também ao dar uma validação à nossa ideia, que passou a ser vista sob a perspectiva de um negócio com potencial de retorno financeiro”.

Participante do Projeto Setorial Brasil IT+, desenvolvido pela Softex e pela Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil), a paranaense Chkout.me desenvolveu um aplicativo de carteira digital que permite realizar pagamentos com QR Code em estabelecimentos físicos e lojas virtuais, através do saldo disponível na conta digital ou por meio de cartão de crédito.

Seu CEO, Daniel Rigotti, lembra que a Chkout participou de diversas iniciativas da Softex, desde o planejamento inicial até o go to market, e que a empresa vem crescendo de forma sólida nos seus dois anos de presença no mercado. “O atual cenário representa uma oportunidade adicional ao favorecer o pagamento sem contato físico”, analisa Daniel.

Um número expressivo de segmentos está contemplado na Campanha #EstamosJuntos: Logística e Rastreabilidade (Amachains, LotsApp, Zumpy); Educação online (AulaLivre, EiTV); E-commerce, Varejo, Negociação e Fidelização (BigBang, Conatus, ShowKase); Pagamento Digital, Doações (Chkout.me, Risu); Home Office, Comunicação e Treinamento Remoto (Citrus Squade, Immail, Inevent, Leadfind, Virti); Medicina à Distância (Doctor Konnect, Fjsoft, Medbloc, Receita Digital, Rfid Brasil, Salutho, S3ND, Tail Technology, Techpain, Tyaro HealthCare); e Serviços de Limpeza e Higienização (Dona Rita, Sli Technology).

Saiba mais em http://softex.br/estamosjuntos/