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InovAtiva Brasil passa a ser um hub para startups


Determinado a desenvolver o empreendedorismo inovador, o InovAtiva Brasil amplia seu escopo de atuação e avança para se tornar um dos principais hubs para o ecossistema de startups do país.

Depois de acelerar mais de mil startups e impactar 30 mil empreendedores por meio de um programa nacional de aceleração de startups inteiramente gratuito, o InovAtiva assumiu, desde a última segunda-feira (10), mais duas frentes de atuação com produtos e ferramentas para fomentar ecossistemas locais de inovação e disseminar informações sobre o universo de empreendedorismo no Brasil. Além da Aceleração, também iremos atuar com o Ecossistema e o InovAtiva Academy, formando assim os três pilares do InovAtiva Brasil.

Com isso, o InovAtiva Brasil se propõe a assumir a missão de se tornar um hub para o ecossistema de startups brasileiro e de se consolidar como uma das principais políticas públicas de incentivo à inovação do país.

Por meio de um portfólio estruturado de ações, plataformas e iniciativas, o InovAtiva irá catalisar negócios, parcerias, oportunidades de inovação e, desta forma, incentivar a geração de emprego e renda no Brasil. Facilitar a conexão de diferentes atores do ecossistema de inovação, contribuir para a estruturação de startups de diferentes estágios de maturidade e incentivar empreendimentos inovadores em todo o país. Isso faz parte da missão do InovAtiva Brasil.

Alinhado à nova essência, o site foi remodelado e incorpora mais funcionalidades, além de apresentar melhor navegabilidade para os usuários. O padrão visual também foi adaptado para transmitir a empreendedores, parceiros, investidores e demais públicos de interesse os novos produtos do hub InovAtiva Brasil.

Com uma marca forte e metodologia reconhecida no Brasil e internacionalmente, o eixo de “Aceleração” seguirá acelerando startups brasileiras no estágio de operação e tração. Mais de 1000 mentores voluntários, representantes de grandes empresas como Google, Microsoft, Samsung, Siemens e Embraer, participam da rede de conexão do InovAtiva.

O eixo “Ecossistema” reunirá ações para fomentar o empreendedorismo e um ambiente favorável ao desenvolvimento de negócios inovadores em todo Brasil. Para isso, conta também com rede de mentores, líderes de comunidade de startups em todos os estados brasileiros e especialistas do mercado. Em 2021, por meio de parcerias “Powered by InovAtiva”, o InovAtiva apoiará institucionalmente iniciativas regionais de aceleração de startups por todo país, por meio da sua metodologia, além de eventos nos municípios brasileiros que disseminem valores de inovação e de empreendedorismo pelo país.

Para o secretário especial de Produtividade, Emprego e Competitividade do Ministério da Economia (Sepec/ME), Carlos Da Costa, o reposicionamento do InovAtiva Brasil vem com o intuito de agregar ainda mais valor ao ecossistema brasileiro de startups. “O InovAtiva já é conhecido nacionalmente por ser uma política pública que vem capacitando e conectando milhares de startups de todo o Brasil. Agora o InovAtiva será um hub, que promoverá ações junto aos ecossistemas locais, além de oferecer diversos conteúdos para empreendedoras e empreendedores interessados em avançar no desenvolvimento e crescimento de suas startups”, ressaltou Da Costa.

O presidente do Sebrae, Carlos Melles, explica sobre a importância desta iniciativa, “os novos eixos foram criados para identificarmos como parte integral do InovAtiva Brasil ações que já eram feitas de forma isolada, mas que mesmo assim traziam muito retorno para as startups e demais atores envolvidos. Em breve, teremos mais cursos disponibilizados para os empreendedores, além da realização de mais edições do InovAtiva Conecta e atividades referentes ao Powered by InovAtiva”, reforça.

Para atingir um número cada vez maior de empreendedores, o eixo “Academy” oferecerá cursos, webinars e conteúdos abertos sobre o universo de empreendedorismo no Brasil, com temas como Estratégias e Modelo de Negócios, Marketing e Vendas, Gestão de Pessoas, Impacto Socioambiental, Jurídico, Propriedade Intelectual, entre outros. As informações não serão restritas a startups participantes dos ciclos de aceleração, e os empreendedores poderão acessar facilmente no Youtube do InovAtiva Brasil. Os canais “Don’t Panic” e “Talk to Me” foram criados para aproximar startupeiros de mentores e especialistas.

Conheça os pilares do InovAtiva Brasil

Aceleração – Conjunto de iniciativas de aceleração gratuitos de startups focados em mentoria, conexão e visibilidade.

• Aceleração InovAtiva Brasil – voltado a startups de qualquer segmento;

• Aceleração InovAtiva de Impacto – para startups de impacto social e ambiental;

• InovAtiva Experience – evento realizado ao final dos ciclos de aceleração.

Ecossistema – Extensa malha de conexões estratégicas que leva as melhores oportunidades de crescimento, desenvolvimento e networking às startups que buscam investimento e/ou a inserção no mercado por meio de rodadas de negócio.

• Comunidade InovAtiva – rede composta por 29 líderes de comunidade, 18 líderes veteranos, 35 agentes e mais de 155 disseminadores presentes em todos os estados brasileiros;

• InovAtiva Conecta – eventos realizados pelo InovAtiva para conectar startups a empresas, investidores e instituições públicas para promover vendas, negócios, aquisições e investimento;

• Powered by InovAtiva (a partir de 2021) – apoio do InovAtiva a atividades e programações ligadas ao empreendedorismo e startups;

• InovAtiva Day (a partir de 2021) – parcerias promovidas em diversos estados para oferecer palestras com temáticas de interesse de startups, mentorias, treinamento de pitch e outros conteúdos ligados ao ecossistema de inovação.

Academy – Núcleo de educação empreendedora que oferece conteúdos variados e abertos de capacitação do empreendedor e fomento ao seu negócio. Entre as atividades oferecidas estão:

• Cursos – vídeos e materiais complementares estruturados em temas específicos;

• Conteúdos – webinars, e-books e demais informações veiculadas no blog e canal do Youtube;

• Capacitação – mentorias onlines e presenciais nos diversos eventos realizados ou apoiados pelo InovAtiva Brasil.

78% dos consumidores brasileiros eliminaram ou diminuíram o uso de dinheiro desde a chegada da COVID-19

A Visa publicou o estudo Visa Back to Business onde avalia a drástica migração para o comércio digital em resposta à pandemia de COVID-19, impulsionada, em grande parte, pela mudança nas expectativas dos consumidores e sua busca por um momento de pagamento seguro e sem contato. Segundo o estudo realizado em oito países com consumidores e micro e pequenas empresas (PMEs), 73% dos brasileiros mudaram seu método de pagamento para reduzir o contato e 84% das PMEs brasileiras tentaram uma nova estratégia para manter seu negócio nos trilhos, enquanto 67% das PMEs no mundo todo fizeram o mesmo. Mais de 78% dos consumidores brasileiros estão usando menos dinheiro – ou eliminaram totalmente seu uso – desde o início da pandemia.

“As empresas e os consumidores brasileiros são ágeis e, em pouco tempo, já adquiriram a expectativa de um comércio digital-first. Com as PMEs no mundo todo sentindo o impacto financeiro da COVID-19, os brasileiros mudaram sua maneira de abordar os pagamentos digitais e o e-commerce para priorizar a segurança durante a COVID-19”, diz Fernando Pantaleão, vice-presidente de Soluções para o Comércio da Visa do Brasil. “Os consumidores do Brasil e de toda a América Latina e Caribe entenderam que podem comprar praticamente qualquer produto digitalmente e retirá-lo via drive-thru, recebê-lo em casa ou buscá-lo na loja. Hoje, nas lojas brasileiras, os pagamentos sem contato marcam tanta presença no checkout quanto as máscaras faciais e o álcool gel, e muitas dessas novas experiências estão se tornando um hábito”.

Consumidores brasileiros e PMEs adotam o comércio digital e novas estratégias

Embora estejam incrivelmente otimistas, as PMEs brasileiras têm suas preocupações: 64% delas querem atrair novos consumidores (vs. 40% globalmente) e, mais de metade, perdeu receita depois do início da pandemia. Para resolver isso, estão abraçando o comércio digital e outras estratégias, entre as quais:

• 50% das PMEs brasileiras estão migrando seu negócio para o canal online;

• 50% estão usando publicidade direcionada nas redes sociais;

• 33% estão oferecendo entrega residencial;

• 30% aceitam pagamentos por aproximação com celulares ou cartões, por exemplo;

• 87% dos consumidores brasileiros estão tomando medidas para manter seus cartões limpos .

Os consumidores brasileiros também estão adotando o digital. Quase três quartos (73%) dos consumidores brasileiros mudaram seu método de pagamento desde o início da COVID-19; 56% compram on-line sempre que possível, e 43% usam pagamentos por aproximação. A maioria dos consumidores eliminou ou diminuiu o uso de dinheiro (78%).

A Visa está comprometida a ajudar a PME no Brasil e no mundo

O estudo Visa Back to Business é a mais recente de uma série de iniciativas da Visa para oferecer as ferramentas e recursos que as PMEs precisam para se reconstruir ou construir negócios mais fortes. No Brasil, a Visa lançou o Vai de Visa, parte do movimento #compredopequeno, ajudando o pequeno comerciante a encontrar os parceiros certos para criar suas lojas e a recompensar os consumidores que compram serviços e produtos perto de casa.

“A Visa está comprometida em ajudar os consumidores e as PMEs brasileiras a se recuperarem da COVID-19”, diz Pantaleão. “Sabemos que bancos, estabelecimentos comerciais e consumidores precisam estar bem informados para tomar suas decisões, e é por isso que investimos em estudos como o ‘Visa Back to Business’ e em programas como o Vai de Visa. Queremos que as pequenas empresas saibam que a Visa pode ajudá-las a atender às novas necessidades e expectativas dos seus clientes de uma forma rápida, fácil e com reflexos duradouros em seu negócio”.

CANATHON inicia hoje os desafios que irão revolucionar o setor de bioenergia

O CANATHON, o primeiro hackathon exclusivamente voltado à bioenergia, começa nesta quinta-feira (20/08), com a participação de mais de 800 profissionais de diversas áreas do conhecimento entre maratonistas e mentores inscritos, que prometem revolucionar o setor com propostas de soluções rápidas em Tecnologia da Informação para problemas apontados por representantes de empresas de toda a cadeia de valor deste mercado.

O evento, realizado em formato 100% online e que vai até o dia 26 de agosto, é organizado pela FENASUCRO & AGROCANA, Think Lab Brasil e UFSCar e terá a participação de representantes de todos os estados brasileiros, Distrito Federal e de outros países como Argentina, Angola e Estados Unidos.

Dinâmica do Desafio

Os participantes estarão organizados em equipes multidisciplinares para trabalharem em projetos em TI que envolvem questões e situações de gestão, produção e novos negócios. De acordo com Marcos Eduardo de Oliveira, CEO da Think Lab Brasil, devem ser formadas mais de 140 equipes que apresentarão as propostas para um Conselho Consultivo, formado por alguns dos mais renomados representantes do setor de bioenergia no Brasil e no mundo.

“Cada equipe será formada por cerca de 5 pessoas de áreas diferentes. O primeiro desafio dos participantes será encontrar seus pares para compor a equipe e depois definir em qual dos três pilares irá trabalhar em busca de uma solução. No decorrer do evento, eles terão o apoio de 120 mentores que se revezarão 24 horas durante todos os dias para atender as demandas. Todo o trabalho produzido, troca de informações, palestras e mentorias serão realizadas em uma plataforma específica para o CANATHON”, diz Oliveira.

As equipes terão um prazo de cerca de 52 horas, entre 18h de sexta-feira (21) e 22h de domingo (23) para realizar as cinco etapas que compreendem a formação das equipes multidisciplinares, imersão (identificação e conhecimento do problema), ideação (geração de ideias), prototipação (transformação de ideias em algo palpável) e solução (entrega da solução final).

“As equipes não precisam estar online o tempo todo e terão liberdade para escolher a solução que será desenvolvida, para organizar os seus horários, atividades e revezamentos para cumprir as etapas dentro do prazo estipulado”, afirma Oliveira.

Cada membro do Conselho Consultivo receberá um vídeo, uma apresentação e um relatório com as descrições da solução proposta que deverá ser avaliado entre segunda-feira (24) e quarta-feira (26) com atribuição de notas e suas considerações.

Na quarta-feira, 26, a partir das 18h, acontecerá a cerimônia de encerramento por meio de uma transmissão online, que fará a apresentação das três soluções vencedoras. “Além das vencedoras, as demais soluções entregues serão apoiadas pela Think Lab Brasil para que se transformem em startups para o setor. A proposta é apresentar as demais soluções na FENASUCRO & AGROCANA de 2021, quando também realizaremos a segunda edição do CANATHON”, diz Oliveira.

Perfil dos participantes

Marcos ressalta que os participantes estão concentrados no setor de bioenergia e negócios, ciências de dados, desenvolvedores e marketing. O perfil revela ainda que cerca de 39% dos participantes tem pós-graduação ou doutorado em sua área de atuação, 31% graduação, 21% são estudantes e 7% têm curso técnico. Os participantes são de universidades públicas como USP, UFSCar e de várias empresas do setor de bioenergia.

O que deve vir por aí…

Entre as soluções a ser apresentadas, o CEO da Think Lab Brasil acredita que devem contemplar situações como simulações de safra e análise de dados para ajudar os gestores a tomarem decisões, análise de clima e ciclos de manutenção com Inteligência Artificial e Data Science, além de propostas que possam vislumbrar novos mercados e usos para açúcar e álcool, comercialização de excedentes ou identificação de CBIOs. “Ouvimos empresas de todos os estados brasileiros e fizemos uma compilação dos principais problemas visando contribuir com o desenvolvimento do setor”, diz Oliveira.

Paulo Montabone, Diretor da Fenasucro & Agrocana, explica que o evento tem um caráter de ineditismo ao mostrar que é possível gerar inovação para o mercado de bioenergia com custo relativamente baixo. “A eficiência por meio do uso dos dados e informações, o “famoso” data driven, pode levar a soluções de baixo custo aos gestores de toda a cadeia para encarar com mais assertividade as novas oportunidades, incluindo neste contexto as energias renováveis. Importante sempre lembrar que o nosso setor é vanguardista em tecnologia e a Fenasucro & Agrocana, reforça seu propósito de apresentar inovação e ser vitrine para soluções através do CANATHON, que reforçará a competência do mercado brasileiro em exportar soluções nacionais para as usinas e indústrias bioenergéticas pelo mundo todo”, afirma.

Mercado

Para Daniel Rossi, CEO do Grupo Capitale e fundador da ZEG (Zero Emission Generation), o CANATHON contribuirá para o mercado conhecer novas tecnologias e ideias, além de ser uma excelente ferramenta para troca de experiências e criação de negócios promissores.

“Ainda que o Brasil tenha papel de destaque na produção e consumo do etanol, o mercado de biogás ainda é incipiente no Brasil e tem capacidade de agregar muito valor. Inovar é a alma do mercado de bioenergia. O profissional que deseja atuar neste mercado deve estar antenado as tendências e novas tecnologias, ser disruptivo, criativo, flexível e estar preparado para errar algumas vezes antes de acertar”, afirma Rossi.

Segundo Maurício de Menezes, gerente de Marketing Tático da John Deere, eventos como o CANATHON proporcionam uma grande oportunidade de se inserir empresas e pessoas em um ambiente que estimula a inovação e que permite o surgimento de ideias disruptivas para o setor da bioenergia.

“A John Deere é uma empresa comprometida em fornecer produtos, tecnologia e serviços avançados para os produtores, aumentando a eficiência da agricultura brasileira e ajudando na missão de alimentar o mundo de forma sustentável. Quando pensamos em tornar os recursos renováveis, como é o caso da bioenergia, em uma oportunidade de negócio, já damos passos importantes em identificar pontos de melhoria e como tornar o nosso empreendimento mais rentável e responsável. Ainda temos muito potencial para aprimorar a eficiência do sistema bioenergético com muita tecnologia. Por exemplo, estamos inovando o mercado a partir do desenvolvimento da colhedora de cana CH 950, criada especialmente para o mercado brasileiro e que possui diferenciais importantes para o segmento canavieiro, como as duas linhas de corte trabalhando simultaneamente, trazendo também diminuição na compactação de solo em até 60%, e redução de 30% no consumo de combustível”, afirma Menezes.

Abertura

Nesta quinta-feira, dia 20, durante a primeira semana de conteúdo digital da FENASUCRO & AGROCANA TRENDS, acontecerá um encontro de diversas personalidades de toda a cadeia do mercado de bioenergia para debaterem sobre o impacto da inovação para o setor sucroenergético, a partir das 16 horas. Mais detalhes pelo link http://bit.ly/3iVLlCM.

Em seguida, a partir das 18hs, iniciam-se oficialmente os desafios do CANATHON, ao vivo e com abertura de grandes nomes, que darão as boas-vindas para os maratonistas e mentores. Para acompanhar, acesse a partir das 18h, pelo link http://bit.ly/31bS59S .

Automatizar o fluxo de trabalho da equipe é não se perder nas atividades remotas

Por Ricardo Recchi

A adoção em massa do trabalho à distância – uma das recomendações das organizações de saúde na contenção da pandemia do Coronavírus, e sua possibilidade de prorrogação, intensificou não somente o número de calls, mas alguns dos problemas já existentes nas empresas, como a falta de gestão dos processos e suas consequências.

Isso porque, com o distanciamento entre os membros de uma equipe, algumas questões antes resolvidas ‘no ato’, agora podem se perder por necessitar de um alinhamento virtual. E aqui há um risco iminente de queda de produtividade ou a perda de controle dos processos que, por vezes, passam por diferentes fases e profissionais, resultando em retrabalhos e atrasos. Essa falta de organização pode ser resolvida com a automação das atividades, que entram em ação por meio de ferramentas de acompanhamento dos fluxos de trabalho.

Os ganhos ocorrem em todas as pontas. Pelo lado das empresas, elas passam a contar com processos mais ágeis e eficientes, dando aos gestores a condição de acompanhar e avaliar a evolução das atividades, mantendo a performance da equipe. Para os colaboradores, a comunicação e o reporte aos superiores ficam mais facilitadas. O resultado é um fluxo de trabalho sem interrupções e com foco na execução, evitando a perda de tempo com o processo.

Isso significa manter a velocidade das entregas, principalmente neste momento em que todos estamos (e continuaremos) dispersos. Mais uma vez observamos que as tecnologias têm se mostrado cada vez mais essenciais para as empresas na obtenção de respostas imediatas, permitindo não somente a continuidade dos negócios, mas a melhoria da qualidade, mesmo com equipes reduzidas.

Em linha com essa demanda por agilidade, a adoção de soluções low-code – com pouca linguagem de programação e necessidade de infraestrutura, vem ao encontro dessa demanda por rapidez no desenvolvimento de aplicações e simplicidade de utilização das soluções.

O Covid-19 nos trouxe o impulsionamento do uso da tecnologia, que se tornou essencial para manter as empresas organizadas internamente, principalmente sob o ponto de vista das comunicações, para suportar o externo, ou seja, as mudanças que já aconteceram e acontecerão no mundo dos negócios daqui por diante.

Ricardo Recchi, country manager da Genexus Brasil, desenvolvedora da ferramenta de automação de fluxos de trabalho GXflow

Paula Paschoal é nova conselheira do PRAVALER

O PRAVALER, maior fintech de soluções financeiras para educação e líder no segmento de financiamento privado do ensino superior, anuncia a chegada de Paula Paschoal ao conselho administrativo da empresa.

Com sólida experiência em serviços financeiros e consultoria, Paula Paschoal chega ao PRAVALER com o compromisso de apoiar o processo de aperfeiçoamento das estratégias e expansão do negócio, que tem meta de superar um milhão de alunos, cinco vezes o volume atual, até 2025. Recentemente, a fintech foi reconhecida como uma das empresas que crescem mais rápido nas Américas pelo Financial Times. “É uma honra integrar o conselho administrativo de uma fintech que vem crescendo consistentemente nos últimos anos e tem o propósito de democratizar o acesso à educação. A inserção de pessoas com baixa renda nas faculdades é um passo importantíssimo na luta contra desigualdade”, afirma.

Com mais de 15 anos de experiência no desenvolvimento de negócios de várias empresas, Paschoal também é defensora da igualdade de gênero e da diversidade dentro das empresas, com reconhecimento como uma das 40 mulheres mais poderosas do Brasil de acordo com a Forbes. Nos últimos 10 anos, a executiva atua no PayPal Brasil, tendo passado pelas áreas de Desenvolvimento de Negócios e Comercial. Desde 2017, é diretora sênior da companhia no País, estando à frente da estratégia da empresa no maior mercado na América Latina.

Como o RH pode potencializar o resultado no retorno das atividades

A pandemia do novo coronavírus fez com que as rotinas passassem por mudanças. Entre as ações rotineiras que tiveram que ser alteradas por conta da COVID-19, está a maneira de trabalhar, como é o caso da adoção do home office. Esta modalidade de trabalho tem sido muito usada para que as empresas continuem em funcionamento durante a crise, ainda, muitas dessas instituições prometem manter esse modelo, mesmo após o fim da pandemia. Apesar dos números de casos da doença ainda estarem altos, muitas empresas já sinalizaram o retorno de atividades. Dessa forma, os RHs das instituições repensam como manter o distanciamento social, a organização e o fluxo para que se evitem contaminações.

De acordo com o Adriano Gonçalvez, gerente de negócios em RH da Employer, um grande aliado das empresas neste momento são as soluções tecnológicas especializadas para o RH, que simplificam rotinas, aumentam a produtividade e trazem inúmeros benefícios aos profissionais de recursos humanos, garantindo a saúde de todos e a segurança de informações sensíveis. “Dentre as soluções que trazem eficiência para empresa, principalmente nesse momento, são o sistema de ponto online, holerite digital com canal de comunicação online entre empresa e colaboradores e plataforma de contratação totalmente digital, tudo integrado a folha de pagamento que está sempre atualizada com as diretrizes das medidas provisórias do governo. Dessa forma, com a adesão dessas tecnologias, as equipes realizam seus processos de RH de forma mais rápida, com maior nível de informação para orientar as decisões estratégicas e preservar a saúde de todos, o que é o mais importante nesse momento”.

Além da tecnologia que é fundamental para essa retomada, Gonçalvez comenta sobre medidas que as empresas devem tomar no dia a dia com intuito de retornar ao ambiente de trabalho de forma segura. “Muitas atividades não podem ser substituídas pelo home office. Dessa forma, as empresas que estão voltando devem garantir o distanciamento social, como por exemplo, durante as entrevistas de emprego com os candidatos. Sem contar com a utilização das máscaras que é indispensável. Além disso, tem que haver também cuidado com o local de trabalho que deve estar bem arejado e com cadeiras espaçadas caso os funcionários precisem compartilhar o mesmo ambiente. Não sabemos ainda até quando a pandemia vai durar, por isso é extremamente necessário que empregador e empregado sigam corretamente as orientações”, afirma.

Segundo a Portaria divulgada pelo Diário Oficial da União, que tem como objetivo estabelecer medidas de prevenção e controle na transmissão da COVID-19 nas atividades industriais, os trabalhadores devem utilizar máscaras de tecido e cirúrgicas, trocando a cada três horas de uso ou quando estiverem sujas ou úmidas. “É extremamente importante que as empresas leiam o comunicado e façam as adaptações para oferecer um ambiente seguro”, diz.

Segundo Gonçalvez, as relações de trabalho também passaram por mudanças, com a adoção de modelos de teletrabalho, previstos na Medida Provisória 927, que autoriza as empresas a adotarem o home office para tornar a rotina de trabalho possível. “Mesmo com a retomada de forma gradual de algumas empresas, empregados que são do grupo de risco, ou que convivem com pacientes de risco devem realizar o teletrabalho para sua segurança e da família”, explica. Ele comenta ainda que, com a crise econômica, o home office é uma excelente alternativa para que as empresas não fechem.

As empresas que não conseguem adotar 100% o home office e estão retornando, necessitam criar um novo fluxo para realizar o trabalho com segurança. “Pode ser interessante nesse momento a flexibilização de turnos, que evita os horários de pico e alteração de dias de trabalho entre as equipes”, comenta.

Neste cenário a contratação de temporários é considerada uma das melhores saídas para que o contratante tenha rapidez e baixo custo. Com essa modalidade, o empregador prioriza a contratação de temporários que não fazem parte do grupo de risco, supre o setor que está defasado e pode ainda contratá-los quando a situação da empresa estiver melhor. “Por ser uma modalidade flexível e uma opção de contratação formal prevista na Lei n° 6.019, o trabalho temporário atua como um recurso seguro tanto para as empresas, quanto para os contratados. Essa forma de contrato temporário está sendo umas das principais adaptações para a crise, ajudando a minimizar os impactos econômicos durante esse período de incertezas”, afirma o executivo.

Greve dos Correios: Startup cria calculadora de fretes para ajudar lojistas virtuais a encontrarem alternativa de envios

Nos últimos dias, a Fentect (Federação Nacional dos Trabalhadores dos Correios, Telégrafos e Similares) anunciou uma possível greve dos funcionários dos Correios para o dia 18 de Agosto. Só para se ter uma ideia, uma pesquisa da plataforma de e-commerce Loja Integrada mostrou que 86% dos pequenos e médios e-commerces usam os Correios como principal forma de envio seguido por transportadoras e motoboys.

Por isso, neste momento é preciso estar atento e se adequar às diversas possibilidades que o mercado de logística oferece, em casos como esse uma das principais saídas é a parceria com empresas que contam com diferentes tipos de integrações para entrega. É o caso do Melhor Envio, plataforma de gestão de fretes que ajuda empreendedores a otimizarem tempo, ganharem competitividade com fretes mais baratos, integrações e rastreios automatizados.

Entre as funcionalidades da plataforma, a calculadora de fretes é que mais chama a atenção e neste momento pode ser usada com a funcionalidade de entender e usar novos caminhos para não parar as entregas durante a greve. Com o uso da calculadora, é possível inserir o tamanho do pacote, peso e destinatário. Em segundos, o resultado aparece com uma tabela com valores e diversos meios de envio, o que facilitará para o empreendedor a escolha do melhor caminho para as suas encomendas. Tudo isso sem precisar dos servidores das transportadoras, ou seja, mesmo que a demanda esteja alta e o sistema de alguma delas caia, as lojas integradas à plataforma continuarão com suas cotações funcionando normalmente.

“Nossa startup conta com cinco transportadoras integradas ao sistema, dessa forma, conseguimos oferecer geração de fretes, monitoramento em tempo real, sem mensalidade para o e-commerce, pagando apenas pelo envio gerado na plataforma”, explica Éder Medeiros – CEO da plataforma.

O especialista em fretes, deixou abaixo algumas dicas que podem ajudar neste momento e no futuro para que o seu e-commerce continue em alta.

1) Ajuste os prazos de entrega
Em seu e-commerce, aumente os prazos de entrega informados aos clientes. Dessa forma, o consumidor ao realizar a compra ficará ciente sobre o tempo de entrega do produto.

2) Ofereça diversas opções de frete
Nunca dependa de apenas uma opção de entrega. Use um mix de transportadoras ou meios de frete, dessa forma é possível oferecer outras alternativas fretes mais baratos e mais rápidos.

3) Avise seus clientes
Neste momento é preciso oferecer total transparência, portanto, avise sobre o possível problema e explique que talvez a demanda para entrega demore mais do que o esperado.

4) Utilize transportadoras privadas
Com o Melhor Envio, o empreendedor pode utilizar transportadoras privadas com descontos exclusivos, vantagem essa que pode ser repassada para o seu consumidor final. As transportadoras privadas correm pouco risco de paralisação.

5) Atente-se às novidades e a normalização
Aproveite o momento para se aproximar do cliente, tenha um pós-venda proativo e que passe informações sobre a greve e a possível normalização dos serviços. Seja uma fonte confiável nesse momento tão delicado. Isso mostrará o seu interesse em ajudar o seu consumidor.

Dia dos Pais 2020: varejo de alimentação cresce 40% no período

A Linx, líder e especialista em tecnologias para o varejo, e a Fundação Getúlio Vargas (FGV IBRE) acabam de lançar um levantamento sobre a movimentação do comércio no Dia dos Pais desse ano. O estudo analisou vendas em lojas físicas de cerca de 30 mil estabelecimentos de segmentos como: varejo de alimentação (produtos alimentícios em geral e supermercados), serviços de alimentação (restaurantes) e moda. Além de 8,9 milhões de notas fiscais de compra online de diversos artigos como: tênis, eletroportáteis, camisetas e smartphones.

Os dados apontam que o varejo físico de alimentação (lojas de alimentos) cresceu 40% o seu ticket médio. Já o setor de serviços de alimentação, que engloba restaurantes e correlatos, cresceu 8,5%, todos em comparação ao ano anterior. Enquanto o segmento de moda apresentou queda no faturamento e no volume de vendas, caindo 1,9% em relação ao ticket médio de 2019.

A região Sudeste observou a maior participação em faturamento, sendo que o estado de São Paulo liderou o ranking nas três categorias, representando cerca de 34% do total da base nacional. Enquanto isso, o Rio de Janeiro perdeu a vice-liderança para o Paraná apenas no setor de moda.

Com relação ao faturamento na modalidade digital de vendas, em 2020 houve um crescimento de 50,6% comparado ao ano anterior. Apesar do número de vendas online ter aumentado apenas 1,6% em comparação a 2019. A análise sugere um maior gasto com compras pela internet, embora o aumento na quantidade ter sido relativamente pequena.

A análise ainda detectou que as compras online ocorreram em peso nos três primeiros dias da semana que antecede a data comemorativa. Já no varejo físico, o setor de moda obteve picos de vendas no sábado anterior ao Dia dos Pais, sendo que na data propriamente dita, a alta foi dominada pelos segmentos de alimentação.

De acordo com o estudo, a maioria dos gastos pela internet foi inferior a R﹩ 100,00 para as categorias de eletroportáteis, roupas e camisetas, e inferior a R﹩ 200,00 para a categoria tênis, a líder de vendas, e inferior a R﹩ 2.000,00 para a categoria de smartphones. Já nas vendas físicas, o consumo se concentrou acima de R﹩ 250,00 no segmento de moda, e inferior a R﹩ 50,00 para os relacionados à alimentação.

Mercado de computadores cai 12,6% no segundo trimestre de 2020, revela estudo da IDC Brasil

Rodrigo Okayama Pereira, analista de mercado da IDC Brasil

O ano começou favorável para o mercado de computadores, mas a reação não se confirmou. No primeiro trimestre, para se adequar às demandas do home office e do home schooling houve um aumento de 16% nas vendas, porém no segundo trimestre o mercado caiu 12.6% em relação ao mesmo período do ano passado. A conclusão é do estudo IDC Brazil PCs Tracker 2Q2020, que computou vendas de 1,265 milhão de máquinas entre abril, maio e junho de 2020, 183 mil a menos do que no 2º trimestre de 2019 e 205 mil menos do que no 1º trimestre deste ano.

O maior impacto foi causado pelo mercado corporativo, para quem foram endereçadas 359.538 máquinas, sendo 137.892 desktops e 221.646 notebooks. “Mais do que uma terrível crise sanitária, as empresas estão enfrentando uma crise de fluxo de caixa e precisam congelar investimentos”, explica Rodrigo Okayama Pereira, analista de mercado da IDC Brasil, líder em inteligência de mercado, serviços de consultoria e conferências com as indústrias de Tecnologia da Informação e Telecomunicações. Segundo ele, o aumento de preços devido ao valor do dólar e mudanças nas cobranças do IPI e ICMS também influenciaram as compras empresariais no período. O destaque positivo do mercado corporativo foi o setor educacional, que continuou indo às compras no segundo trimestre e cresceu 11,2%.

O desempenho do varejo foi melhor. Em lojas físicas, e-commerce ou em supermercados, que por se manterem abertos durante toda a quarentena surpreenderam como ponto de venda de computadores, foram comercializadas 906.423 máquinas, sendo 111.072 desktops e 795.351 notebooks. “O que chamou atenção foi o crescimento de 90% (ano a ano) de máquinas de alto desempenho. Apesar de ainda representarem nichos de mercado, gamers, editores de arte, fotógrafos, arquitetos etc., que precisam de máquinas de alta performance, com maior poder de processamento, compraram 92 mil notebooks e 20,4 mil desktops”, conta o analista da IDC Brasil.

Se as vendas caíram, os preços subiram. Entre abril, maio e junho do ano passado, um desktop custava, em média, R$2.150, e um notebook R$2.670. Um ano depois, o preço médio do desktop ficou em R$3.607,08 e do notebook em R$4.342,45, altas de 67,8% e 62.6%, respectivamente. Já em relação aos três primeiros anos de 2020, a alta foi de 46,7% para desktops e de 38,2% para notebooks. “O segundo trimestre foi marcado pelo repasse de preços para o consumidor”, afirma Rodrigo. Quanto à receita total do mercado de computadores no 2º trimestre de 2020 foi de R$5,314 bilhões, ante R$4,545 do 2º tri de 2019 e ante R$5,252 do 1º tri de 2020

Expectativas

Para os próximos meses, a previsão da IDC Brasil para o mercado de computadores é de crescimento tímido, com 1,2% no 3º tri e de 3,5% no 4º tri de 2020. “Aos poucos as empresas estão voltando a fazer negócios, principalmente as pequenas e médias que sofreram muito com a pandemia mas têm condições de reagir mais rapidamente. Ao mesmo tempo, observamos índices ascendentes de confiança”, diz o analista da IDC. “Nada que represente uma grande virada. De certo mesmo, é que os notebooks vão fazer os números do ano, tanto no varejo como no mercado corporativo”. Para 2020, a estimativa da IDC Brasil é de crescimento de 4,4% no varejo e de queda de 9,9% no corporativo.

Stefanini lança plataforma para trabalho remoto

Acelerado pela pandemia, o home office veio para ficar. De acordo com pesquisa recente da empresa de recrutamento Robert Half, 86% dos entrevistados gostariam de trabalhar remotamente com mais frequência do que antes da Covid-19; 77% planejam agendar menos reuniões presenciais; 6 em cada 10 profissionais passarão menos tempo em áreas comuns do escritório (58%) e 52% vão reconsiderar viajar a negócios.

Para as empresas que pretendem manter o trabalho remoto após a retomada, o Grupo Stefanini , referência em soluções digitais, lançou a solução Stefanini@Home , que garante serviços de qualidade para clientes em diversos setores. O modelo tem como base os pilares de praticidade, segurança e excelência na prestação de serviços, sendo estruturado por meio de tecnologias de acesso remoto, que buscam eficiência operacional a distância, a partir de um ambiente controlado e com profissionais de alta performance.

A nova oferta visa atender demandas de diferentes indústrias, como as de bens de consumo, serviços financeiros, saúde, seguros, varejo ou born digitals. Por meio dela, as empresas terão acesso a um pool de talentos qualificado, sem limitações geográficas, o que permitirá uma completa adesão do trabalhador ao público de cada

negócio. Além da infraestrutura modular no formato de uma cabine, que vem sendo desenvolvida em parceria com a NOAK e a Minimal Design , as empresas podem contratar profissionais especializados em atendimento ao cliente, suporte técnico, backoffice, sales & collection, entre outros serviços.

“A pandemia testou a estratégia de resiliência de diversas organizações. Poucos planos de contingência previam uma transição extremamente rápida para o trabalho 100% remoto, com restrições de distanciamento social. A Stefanini foi além e desenvolveu uma plataforma completa para diferentes perfis de empresas, ampliando os limites de suas soluções para melhor atender nossos clientes”, destaca Marco Stefanini, CEO Global do Grupo Stefanini.

Com a solução é possível realizar a gestão a distância, em tempo real, com acesso aos dados dos colaboradores, monitoramento do tempo de login/logout e planejado x realizado. Além da interação via chat, a plataforma Stefanini@Home gera relatórios inteligentes, com a análise da jornada de trabalho, aplicativos utilizados e índices de performance.

Todos os dados são protegidos e contam com soft-client para acesso seguro à plataforma de virtualização e validação com biometria facial. Também possui controle de conexão e acompanhamento da internet do colaborador com análise de latência e consumo de banda.

“Uma verdadeira plataforma de aprendizagem inteligente, que permite melhorar o desempenho dos funcionários a partir da capacitação on-line e da fluidez na comunicação. A solução dispõe de várias funcionalidades como feed de notícia, cursos, chatbot, engajamento de mobilidade, base de conhecimento, dashboards e moderação de conteúdo, além de uma infraestrutura modular para que os colaboradores possam desempenhar o home office de maneira efetiva e produtiva”, finaliza Stefanini.

72% dos Brasileiros exigem o uso de EPI pelos colaboradores para retornar às compras

A série de levantamentos Consumidor e Força de Trabalho da Salesforce realizado com mais de 3.500 pessoas em sete países, incluindo o Brasil, aponta dados comportamentais das pessoas em meio à pandemia do Covid-19.

Em relação às compras nas lojas físicas, os brasileiros entrevistados elencaram suas principais demandas pessoais para voltar a realizar essa atividade. A utilização de equipamentos de proteção individual (EPI) pelos colaboradores foi elencada como a principal demanda por 72% dos entrevistados, seguida pelas medidas de distanciamento social, escolhida por 64%, e pela demanda por disponibilidade de EPIs para os clientes, com 57%.

Um ponto interessante é que a disponibilidade de uma vacina para a Covid-19 foi elencada por 48% dos consumidores brasileiros como uma demanda para retornar aos hábitos normais de compra nas lojas físicas.

Além dessas demandas, os consumidores brasileiros apontaram o que eles esperam que as lojas ofereçam para preservar a saúde dos clientes e colaboradores. Sobre isso, 76% esperam que as lojas sigam medidas de distanciamento social, 75% desejam uma expansão das medidas para limpeza e sanitização dos espaços, 73% esperam a disponibilização de álcool em gel para higienização das mãos.

Quais são seus requisitos pessoais para retornar ao comportamento normal de compras nas lojas?

• 72% exigem equipamento de proteção individual (EPI) para os colaboradores

• 64% esperam medidas de distanciamento social

• 57% demandam os EPIs para os clientes

• 48% disponibilidade de uma vacina para a Covid-19

• 44% disponibilidade de um teste para a Covid-19

• 40% disponibilidade de um tratamento para a Covid-19

• 28% garantia do governo nacional de que fazer compras é seguro

• 27% garantia do governo local de que fazer compras é seguro

O que você espera que as lojas ofereçam no momento?

• 76% esperam que as lojas sigam medidas de distanciamento social

• 75% desejam uma expansão das medidas para limpeza e sanitização do espaço

• 73% esperam por álcool em gel

• 51% desejam horários diferenciados para grupos vulneráveis

• 48% Barreiras Físicas

• 29% Toalhas desinfetantes

Metodologia

Os dados são resultado de uma pesquisa feita com 3.542 trabalhadores de período integral e meio período nos Estados Unidos, Reino Unido, França, Alemanha, Brasil e Austrália entre os dias 14 e 15 de maio de 2020.

IdeiaGov anuncia selecionados pelo edital de diagnóstico da COVID-19 por meio de exames de imagem

O IdeiaGov, Hub de inovação que traz soluções de mercado e da sociedade para desafios do Governo do Estado de São Paulo, selecionou três proponentes para participarem do desafio tecnológico e encontrarem uma solução para o uso de algoritmo de inteligência artificial para diagnóstico da COVID-19 por meio de imagem de tomografia computadorizada e raios-x de tórax.

Os três selecionados para cumprirem o desafio e mostrarem como a inteligência artificial pode estar atrelada a benefícios da saúde foram: Consórcio entre MICLB FEEC Unicamp e Neuralmin, Otawa Health e Visibilia.

O consórcio entre MICLB FEEC Unicamp e Neuralmin apresentou uma solução que pode ser utilizada tanto na radiografia do tórax quanto na tomografia computadorizada e que envolve o uso de redes neurais convolucionais (CNN), visando melhorar a eficiência nas decisões e no atendimento.

Já Otawa Health, que tem experiência em desenvolvimento de aplicativos móveis e em projetos de inteligência artificial, criou uma ferramenta AIIA COVID-19 para detecção de probabilidade para COVID-19 por meio de imagens de raio-x.

A Visibilia, consultoria latino-americana especializada em aplicação e desenvolvimento de soluções estratégicas empresariais, apresentou um sistema nomeado de FADCIL, que vai fazer a identificação automática de coronavírus em imagens médicas do pulmão usando Deep Learning, tipo de machine learning que treina computadores para realizar tarefas como seres humanos, o que inclui reconhecimento de fala, identificação de imagem e previsões.

“O desafio foi muito bem definido e as soluções escolhidas cumpriram, exatamente, o que nós estávamos esperando do uso da inteligência artificial para diagnóstico por imagem”, explica Felipe Massami Maruyama, diretor de inovação em governo do Impact Hub à frente do IdeiaGov.

“Trata-se de uma nova e esperada etapa da plataforma RadVid-19 – que faz parte do IdeiaGov – e desde abril tem contribuído no diagnóstico do novo coronavírus em hospitais de todo o país. Agora, com estas empresas selecionadas poderemos trabalhar com algoritmo nacional e dar sequência a este projeto”, explica o Prof. Dr Giovanni Guido Cerri, presidente do Centro de Inovação Tecnológica – InovaHC do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo(HCFMUSP).

Benefícios

As empresas vão ter acesso as equipes técnicas do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (HCFMUSP), do Instituto de Pesquisas Tecnológicas do Estado de São Paulo (IPT) e da Companhia de Processamento de Dados de São Paulo (PRODESP), para orientação, apoio na execução de provas de conceito e testes pilotos, além de troca de informações técnicas, de caráter não sigiloso, relacionadas ao enfrentamento da pandemia de Covid-19.

Além disso, vão contar com um direcionamento ao HCFMUSP ou a outras Instituições Científicas, Tecnológicas e de Inovação (“ICTs”) ligadas à Secretaria da Saúde do Estado de São Paulo (SES) para realização de testes, casos de uso e projetos piloto e, também, poderão aplicar a solução em ambientes de uso real para a testagem e validação do método tanto para aprovação tecnológica quanto mercadológica.

Eles também serão conectados com potenciais fornecedores e parceiros para o escalonamento da produção em escala da solução que foi apresentada, vão receber suporte para a internacionalização das soluções que forem implementadas e terão uma conexão entre os proponentes dos projetos selecionados com investidores-anjo e fundos de venture capital, bem como fontes de financiamento público e privado de PD&l.

Itaú Unibanco lança programa “iPhone pra Sempre”

O Itaú Unibanco vai possibilitar que seus clientes possam trocar seu iPhone por um modelo mais novo em intervalos regulares e com uma das menores parcelas do mercado. Por meio do programa “iPhone pra Sempre”, os clientes com cartões do Itaú poderão adquirir um modelo de iPhone por meio dos aplicativos do banco e da Itaucard, com parcelamento estendido para pagar o valor total do aparelho e a opção de trocá-lo a cada 21 meses.

“Estamos muito entusiasmados em apresentar a nossos clientes o novo programa “iPhone pra Sempre”, oferecendo uma forma totalmente inovadora para aquisição do smartphone. O mercado brasileiro geralmente trabalha com parcelas de até 12x, o que torna o valor de cada parcela mais caro. Agora estamos tornando mais fácil para que mais clientes do Itaú possam desfrutar da experiência de alta qualidade do iPhone – e oferecendo a opção de atualizar para um novo modelo regularmente”, afirma Rubens Fogli, diretor de Negócios Digitais do Itaú Unibanco.

Para fazer parte do programa, o cliente do Itaú deve acessar a versão atualizada dos apps do banco ou da Itaucard, ir até a aba “Serviços” e escolher a opção “iPhone pra Sempre”. Ali, ele seleciona seu modelo preferido, incluindo as versões de iPhone 11 e iPhone 11 Pro, o iPhone XR e também o iPhone SE, o lançamento mais recente da Apple. O iPhone vem com recursos poderosos e inovadores, incluindo uma experiência de câmera incomparável, os chips mais rápidos e inteligentes, recursos de privacidade líderes da indústria e está totalmente integrado com o iOS 13, oferecendo acesso imediato à App Store, Apple Music, Apple Pay, iCloud, e mais.

Definido o modelo, o dono do novo iPhone o recebe no endereço indicado durante o processo de compra e passa a pagar, na fatura mensal de seu cartão, parcelas a partir de R﹩ 140,91 sem juros. A oferta é limitada a 1 aparelho por CPF, válida para pessoas com limite disponível no cartão suficiente para cobrir o valor total do celular escolhido.

Depois de 21 meses, o cliente terá pago cerca de 70% do valor de mercado do aparelho. Daí em diante, o cliente contará com três opções:

• permanecer em definitivo com o iPhone, pagando uma última parcela correspondente a aproximadamente 30% do valor daquele aparelho;

• trocar o produto em uso por uma versão mais moderna, com a abertura de um novo ciclo de financiamento; ou

• devolver o aparelho e sair do programa.

Se a opção for pela troca ou devolução do iPhone, o cliente não precisa pagar a parcela equivalente a 30% do valor do aparelho. Mais detalhes sobre o programa “iPhone pra Sempre” estão disponíveis em http://feitopara.vc/iphone-pr

Entidades encaminham Carta Conjunta ao Senado Federal em prol da aprovação do PLV nº 32/2020

Entidades do terceiro setor organizado encaminharam nesta segunda-feira, 17, Carta Conjunta ao Senado Federal solicitando a inclusão do Projeto de Lei de Conversão nº 32/2020, oriundo da Medida Provisória nº 983/2020, na pauta de votações do Plenário do Senado Federal.O PLV dispõe sobre as assinaturas eletrônicas em comunicações com entes públicos e em questões de saúde e sobre as licenças de softwares desenvolvidos por entes públicos. Na carta, as entidades signatárias reiteram o apoio ao parecer aprovado pela Câmara dos Deputados e à aprovação da matéria sem novas alterações.

A carta é assinada pela Associação das Autoridades de Registro do Brasil – AARB, a Associação Nacional de Certificação Digital – ANCD, a Associação Brasileira de Tecnologia e Identificação Digital – ATID, a Associação Brasileira das Empresas de Tecnologia da Informação e Comunicação – BRASSCOM, a Confederação das Associações Comerciais e Empresariais do Brasil – CACB, a Câmara Brasileira de Comércio Eletrônico – camara-e.net, a Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas – CNDL, a Federação das Associações Comerciais do Estado de São Paulo – FACESP, a Federação Nacional das Empresas de Serviços Contábeis e das Empresas de Assessoramento, Perícias, Informações e Pesquisas – Fenacon, a Instituto Fenacon – IFEN e União Nacional de Entidades do Comércio e Serviços- UNECS.

Para as entidades, o parecer à MP 983/20, elaborado e aprovado na Câmara dos Deputados, consolida os anseios não apenas do setor de Tecnologia da Informação e Comunicação, como também da sociedade brasileira como um todo. As alterações propostas à redação original representam importantes avanços em direção a desburocratização e digitalização dos serviços públicos de forma segura e em consonância com as principais legislações internacionais sobre o tema.

O PLV 32/2020 amplia a cidadania digital no Brasil ao estabelecer níveis de assinatura eletrônica, simples, avançada e qualificada, e destacar os usos de cada um desses dispositivos. O texto também trata de questões relacionadas a telemedicina, essencial neste momento de pandemia, e de softwares livres (de código aberto) nas tratativas entre órgãos públicos, o que deverá não apenas preservar a soberania nacional, mas também reduzir morosidades e custos ao erário, ao ampliar o reuso e valorizar o reaproveitamento de tecnologias.

Outro importante ponto do PLV é a incorporação de dispositivo advindo da MPnº 951/20, que perdeu sua validade em 12 de agosto, quegarante a continuidade na oferta de certificados digitais no padrão da Infraestrutura de Chaves Públicas Brasileira – ICP-Brasil ao público em geral de forma remota, sem a necessidade de comparecimento presencial, observando as recomendações de distanciamento social impostas pela pandemia decorrente do Coronavírus.

As entidades signatárias ressaltam a importância da aprovação da matéria de forma célere, e nos termos do texto elaborado mediante pareceres e discussões técnicas na Câmara dos Deputados. De tal forma, garantir-se-á a manutenção da ICP-Brasil em consonância com as metas do Decreto nº 10.332, de 28 de abril de 2020, que estabelece a “Estratégia de Governo Digital” para o período de 2020 a 2022 e que possui entre suas diretrizes a desburocratização, redução de custos e a consequente massificação da certificação digital para o cidadão brasileiro.

Bayer anuncia chegada de Malu Weber para assumir a Comunicação Corporativa no Brasil

A multinacional Bayer anuncia a chegada de Malu Weber para assumir a posição de Diretora Sênior de Comunicação Corporativa no Brasil. Com reporte direto ao presidente da Bayer no Brasil, Marc Reichardt, a executiva ficará baseada em São Paulo e representará o país no time global de comunicação corporativa da Bayer.

“É um presente iniciar essa nova jornada na Bayer, grupo que tem como aspiração atingir “saúde para todos, fome para ninguém” e que como líder global tem clareza da sua responsabilidade e compromisso em construir um futuro mais sustentável nas áreas essenciais da vida: saúde e agronegócio”, afirma Malu Weber.

Malu chega na Bayer com a missão de desenvolver e implementar uma estratégia integrada de comunicação corporativa que apoie a estratégia de negócios da companhia e posicione a Bayer como a catalizadora da mudança e da transformação das áreas de saúde e do agronegócio no Brasil, país que se tornou extremamente relevante para os resultados do Grupo Bayer globalmente.

“A liderança da Malu, guiada por propósito, vai trazer muito valor neste momento de transformação da companhia, além de reforçar a diversidade em nosso time de liderança Brasil”, afirma Marc Reichardt, Presidente do Grupo Bayer no Brasil.

Com mais de 25 anos de experiência, Malu teve passagens por empresas nacionais e multinacionais como Johnson & Johnson, Grupo Votorantim e Grupo Globo (EPTV Campinas), liderando times de comunicação com assento em boards de negócios globais, regionais e locais. Formada em Jornalismo pela UNAERP, com pós-graduação em Comunicação com o Mercado pela ESPM, Comunicação Corporativa pela Syracure University/Aberje e Organizational Leadership pela Briyah Institute.

As líderes de comunicação dos negócios, Daniela Barros (Crop Science), que até então estava interina na função de Diretora de Comunicação Corporativa; Aline Pasetchny (Pharma); Lilian Torres (Consumer Health) e Larissa Battistini (Corporativo) passam a reportar diretamente para Malu.

Hash abre 20 vagas com home office

A Hash , fintech de meios de pagamento, pretende aumentar em 30% seu quadro de funcionários com o anúncio de 20 vagas abertas nas áreas de Suporte, Design, Operações, Produto e Tecnología – setor com maior número de contratações. Os interessados podem acessar informações sobre cada uma das vagas disponíveis por meio deste link .

“Tivemos um crescimento importante nos últimos meses e vimos que é o momento de aumentar o nosso time. Queremos construir o próximo case de tecnologia do Brasil e, para isso, buscamos pessoas que gostem de desafios e nos ajudem a transpor as barreiras do ecossistema de serviços financeiros”, afirma João Miranda, fundador e CEO da Hash.

Benefícios

Além dos benefícios básicos como seguro saúde, odontológico, de vida e vale-refeição ou alimentação, a Hash ainda fornece subsídios para prática de esportes e para fins de autodesenvolvimento. A companhia oferece também licença maternidade estendida de seis meses, licença paternidade de 20 dias e um auxílio financeiro mensal por filho, para ajudar e apoiar nos cuidados necessários com os bebês e crianças.

Trabalho remoto está no DNA

Desde a sua fundação a Hash se preocupa em disponibilizar horários flexíveis e home-office para todos os funcionários, independente da área. A empresa conta, inclusive, com colaboradores de outros estados e países.

Diante do “novo normal”, todo o time alocado no escritório de São Paulo, sede da empresa, deve permanecer trabalhando de casa até o fim deste ano. Todo o processo seletivo, assim como a imersão dos recém-contratados, serão realizados de forma online.

Confira as vagas disponíveis:

CUSTOMER SUCCESS

– Support Analyst

DESIGN

– Designer/Art Director

– Lead Product Designer

OPERATIONS

– I.T. Security Specialist

– Logistics Analyst

– Risk Analyst

PRODUCT

– Data Infrastructure Product Manager

– Product Operations Manager

– Project Manager

TECH

– Data Engineer

– Senior Software Engineer

– Site Reliability Engineer

Qintess nomeia Thaís Trapp como Diretora de Marketing para o Brasil e América Latina

A Qintess, uma das principais fornecedoras de soluções de tecnologia do Brasil, anuncia a nomeação de Thaís Trapp como nova Diretora de Marketing da companhia para a América Latina. Na companhia desde 2019 como Gerente de Marketing para América Latina, a executiva assume agora a diretoria da área com a missão de impulsionar ainda mais a presença da empresa no cenário nacional e latino-americano, reforçando o posicionamento estratégico da marca como parceiro completo para a transformação digital e inovação de seus clientes.

“Estamos crescendo rapidamente e uma das pessoas que seguramente tem nos ajudado nessa jornada é a Thaís, uma profissional com grande experiência na área de Marketing e que há mais de 10 anos atua na indústria de Tecnologia”, afirma Nana Baffour, CEO global da Qintess. “Nessa nova etapa, ela certamente nos ajudará a fortalecer a mensagem e o propósito de nossa companhia, mostrando o que a Qintess está fazendo para inovar e atender com excelência o mercado”.

Graduada em Jornalismo, com pós-graduação em Comunicação Internacional e Organizacional pela PUC de São Paulo e especialização em Planejamento Estratégico de Marketing pela Escola Superior de Propaganda e Marketing (ESPM), a executiva soma diversos projetos internacionais, desenvolvidos em países como EUA, Inglaterra e México. Em sua trajetória profissional, teve passagens pela Brasscom (Associação Brasileira de Empresas de Tecnologia da Informação e Comunicação), Câmara de Indústria e Comércio Brasil-Alemanha e empresas como Softtek e BExpert.

“Em um ano pude liderar o projeto de rebrand da Qintess e conduzir toda a estratégia de posicionamento, change management e go-to-market da companhia. Tenho certeza de que estamos vivendo um momento singular, de rápida consolidação e expansão, e que ainda há muito a fazer para manter nossa marca crescendo de forma sólida e sustentável”, diz Thaís. “Como líder de Marketing para a América Latina, tenho a missão de fortalecer o nosso time para cobrir todas as geografias de forma integrada, com foco em inovação e nas melhores práticas do mercado”, afirma.

Segundo a diretora, uma de suas grandes metas é destacar a cultura de apoio às novas ideias dentro da empresa, ressaltando os diferenciais que guiam o processo de expansão sustentável da Qintess. “Somos parte de uma startup que nasceu com mais de 3 mil pessoas e que tem o ESG como o grande pilar da estratégia de transformação. Por isso, o nosso foco agora é fazer com que o mercado conheça as nossas melhores práticas e tenha acesso ao nosso portfólio de inovação e soluções digitais”, acrescenta Thaís.

Como reestruturar equipes após a crise do coronavírus

Como forma de enfrentar os impactos causados pela crise do novo coronavírus (COVID-19), muitas empresas precisaram adotar medidas drásticas. Dentre elas, adaptação ao trabalho remoto, antecipação de férias e feriados, flexibilização da jornada, redução salarial e, de acordo com as normas do governo, até mesmo, o desligamento de funcionários.

Agora, com a gradual retomada de diversos setores, muitas empresas estão reestruturando equipes para atender a demanda. Mas quem contratar primeiro? Para Fabio Battaglia, CEO da Randstad, empresa global em soluções de recursos humanos, o recomendado é começar pelos cargos de gestão. “Os gestores serão fundamentais para nortear a equipe na rotina do trabalho ou auxiliar no processo de contratação dos demais colaboradores, uma vez que farão parte do time que ele irá gerenciar”, orienta o especialista.

Quando o assunto é a contratação de ex-funcionários, Battaglia diz que se o desempenho do colaborador era bom e ele foi desligado apenas em decorrência de crise financeira, vale a recontratação, se a política de RH da empresa permitir. “O profissional em questão já conhece a organização, os processos e a equipe, tem bons requisitos para continuar um trabalho de qualidade. Sem contar que, caso o colaborador que foi desligado ainda não tenha encontrado uma recolocação no mercado de trabalho e estiver disposto a voltar, será uma boa oportunidade de retomar sua segurança profissional e financeira”, comenta.

Caso não exista um cenário que possibilite a recontratação de colaboradores desligados anteriormente, o especialista em RH orienta que em momentos como este, as empresas não deixem de buscar profissionais com valores alinhados ao da companhia, que mostrem capacidade rápida de adaptação, disponibilidade em aprender e compromisso com os objetivos que o cargo pressupõe.

Processos

A pandemia mudou as relações de trabalho antes conhecidas. Mesmo com o retorno aos escritórios, o digital se faz mais presente na comunicação e na forma que as pessoas se relacionam profissionalmente. Tarefas como contratar e recepcionar funcionários à distância, trabalhar remotamente, realizar reuniões e feedbacks por videoconferência mostram que os processos podem ser ágeis, sem perder a qualidade.

“Este é o nosso ‘novo normal’. Mas, mesmo que a tecnologia nos aproxime e facilite a rotina, é essencial manter uma comunicação constante e transparente com as equipes. Essas práticas podem ajudar no engajamento dos colaboradores à distância, além de aproximá-los com o gestor e com o próprio time e, consequentemente, manter o desempenho no trabalho”, finaliza o CEO da Randstad.