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Inova RS lança projeto de identidade digital para ambientes de inovação

O Rio Grande do Sul deu o primeiro passo em direção à criação de um sistema único e confiável de compartilhamento de dados e serviços entre ambientes de inovação. A Identidade Digital para usuários dos ambientes de inovação do ecossistema gaúcho (Inova ID-RS) faz parte de um projeto piloto liderado pelo Inova RS da região Metropolitana e Litoral Norte, programa da Secretaria de Inovação, Ciência e Tecnologia do Estado (SICT), em parceria com a Rede Nacional de Ensino e Pesquisa (RNP). A reunião virtual de lançamento ocorreu no dia 27 de julho e contou com a presença dos diretores de cinco ambientes de inovação convidados, que farão parte deste primeiro momento do projeto.

Dentre outras ações, o Inova ID-RS tem como objetivo possibilitar a colaboração e o compartilhamento de diversos serviços em um ambiente seguro para uma federação composta por estes atores. Com sua identidade digital federada, empreendedores e outros usuários poderão facilmente autenticar seu login de usuário e acessar os serviços online da federação. Com isso, o projeto visa conectar ambientes de inovação primeiramente em caráter regional e, posteriormente, podendo abranger instituições de todo o Brasil.

A iniciativa faz parte do projeto guarda-chuva da região dentro da área estratégica “Tecnologias de Informação e Comunicação”, o RS³, que tem como objetivo o desenvolvimento do ecossistema regional por meio de conexões, capacitações e captações. O RS³ foi priorizado pela própria região a partir da reunião da Mesa do Inova RS da região Metropolitana e Litoral Norte, realizada no dia 15 de outubro de 2020 e que contou com lideranças locais representando o tecido empresarial, universidades, sociedade civil organizada e entes públicos.

No encontro, foi gerado um cronograma conjunto de trabalho que estabelece a cooperação ativa dos ambientes de inovação juntamente às equipes da RNP e do Inova RS até dezembro de 2021. A próxima atividade programada é um treinamento sobre federação de identidade. Posteriormente, será iniciado o processo de design thinking com todos os participantes, a fim de possibilitar o início do desenvolvimento tecnológico do projeto piloto.

Estiveram presentes na reunião do dia 27 de julho: Pedro Valério, do Instituto Caldeira; Rafael Prikladnicki e Leandro Pompermayer, do Tecnopuc; Sandra Schafer e Marina Bohrer da Tecnosinos; Ana Paula Matei, do Parque Zenit/UFRGS; e Manuela Bruxel, do Feevale Techpark; além da equipe gestora do projeto. A abertura institucional do encontro foi realizada de forma síncrona pelo Secretário-Adjunto de Inovação, Ciência e Tecnologia do Rio Grande do Sul, Ricardo Bastos, e de maneira assíncrona pela Diretora de Pesquisa e Desenvolvimento da RNP, Iara Machado.

“Para a RNP, é uma oportunidade de trabalhar junto com o ecossistema de inovação do Rio Grande do Sul na construção de uma federação de identidade digital, utilizando nossa experiência exitosa com a comunidade acadêmica. Acreditamos que esse projeto promoverá uma integração desse ambiente e propiciará uma maior interação entre a academia e as empresas emergentes. O seu aspecto inovador também é um ponto importante, pois essa solução poderá ser aproveitada para outras comunidades”, declarou a diretora de Pesquisa, Desenvolvimento e Inovação da RNP, Iara Machado, durante a primeira reunião de alinhamento do grupo.

O que é o Inova RS?

O Inova RS foi lançado em agosto de 2019 pelo Governo do Rio Grande do Sul e regulamentado pelo Decreto n. 54.767/2019. O programa é promovido pela Secretaria de Inovação, Ciência e Tecnologia do Rio Grande do Sul (SICT/RS) e tem como objetivo tornar o Estado uma referência global em inovação como estratégia de desenvolvimento local.

Investimentos dos brasileiros somam R$ 4,4 trilhões de patrimônio líquido

Os investimentos dos brasileiros alcançaram os R$ 4,4 trilhões de patrimônio líquido no primeiro semestre deste ano de acordo com a ANBIMA (Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais). O resultado foi puxado pelos clientes do private, cujo volume financeiro cresceu 8,8% no período, seguido pelo varejo alta renda, com avanço de 8,5%. O varejo tradicional cresceu apenas 1,5%.

A base de dados da Associação foi ampliada após uma mudança no Código de Distribuição: desde junho, todas as instituições que atendem clientes do varejo devem enviar informações para as estatísticas. Antes, ficavam dispensadas as casas com menos de 50 agências bancárias ativas no país e/ou aquelas em que o patrimônio líquido do varejo fosse inferior a 1% do total da estatística da ANBIMA. Com a mudança, os dados do varejo correspondem a 73 instituições (eram 15 antes). A base do private conta também com três novos integrantes, somando 18 instituições. Mantida a base de dados anterior, o patrimônio líquido total seria de R$ 4,0 trilhões.

Ações são destaque do private


Pela primeira vez na série histórica (desde 2009), as ações se tornaram o principal produto da carteira dos investidores do private, respondendo por 29,2% dos recursos – em dezembro de 2020, esse percentual era de 26,3%. Os fundos de ações também despontaram: avançaram de 8,0% para 9,6% da carteira, na mesma base de comparação. Já os fundos multimercados, que ocupavam o primeiro lugar na preferência desses investidores, perderam participação de 29,2% no final do ano passado para 28,1% em junho de 2021, ficando agora com a segunda posição.

“O avanço das ações e dos fundos de ações mostra o movimento de diversificação das carteiras, com os clientes buscando investimentos mais arrojados e com maior potencial de rentabilidade. Esse movimento já acontecia desde o ano passado e se intensificou com a retomada da economia em 2021”, explica José Ramos Rocha Neto, presidente do Fórum de Distribuição da ANBIMA.

Na variação do volume financeiro, os fundos de ações cresceram 30,3% e as ações, 20,9% entre os clientes do segmento. Os fundos imobiliários, de renda fixa e a previdência tiveram variações negativas de 12,6%, 8,5% e 1,7%.

Ações, debêntures e fundos imobiliários crescem no varejo


As ações também aumentaram participação na carteira do varejo, com avanço de 7,2% para 8,1% no primeiro semestre de 2021. A poupança ainda ocupa o primeiro lugar entre esses investidores, mesmo com queda de participação de 38,8% para 36,9%, na mesma base de comparação, seguida pelos CDBs, que foram de 16,8% para 17,2%. Os fundos multimercados seguem na quinta posição entre os produtos com maior representatividade no portfólio: cresceram de 6,8% para 7,5% do volume financeiro do varejo.

Entre os clientes do varejo tradicional, os produtos que tiveram maior variação de volume foram as debêntures – com alta de 62,5% – e os fundos imobiliários – com variação positiva de 22,7%. “As debêntures tiveram grande volume de emissões no primeiro semestre e apresentaram boas rentabilidades, o que pode ter impulsionado esses papéis como alternativas de renda fixa”, analisa Rocha. “Já os fundos imobiliários seguem o movimento de um setor aquecido pelo início da retomada econômica pós-crise de covid-19, além de se mostrarem como opções para a diversificação das carteiras”, complementa. Esses produtos ainda correspondem a um pequeno volume financeiro na comparação com os demais: os fundos imobiliários equivalem a 1,4% da carteira do varejo tradicional e as debêntures por 0,4% das aplicações do segmento.

Já para os clientes do segmento de varejo alta renda, além das debêntures, que tiveram alta de 21,4% no volume financeiro, destacam-se os fundos de ações, com variação positiva de 25,5% no patrimônio líquido no primeiro semestre, e as próprias ações, com alta 17,9% no volume financeiro.

Contas de fundos multimercados crescem 19% no varejo


No número de contas do varejo tradicional, os produtos que mais cresceram foram os fundos multimercados, ações, fundos imobiliários e fundos de ações, com altas de 19,2%, 18,2% e 12,7% para os dois últimos colocados, respectivamente. No total do segmento, a quantidade de contas caiu 3,8%, impulsionada pela redução de contas-poupança, fechando junho com 117,2 milhões.

O varejo alta renda, por sua vez, alcançou 12,3 milhões de contas em junho, resultado 4,8% maior que o registrado em dezembro do ano passado. Os destaques em crescimento na quantidade de contas ficam com debêntures (21,8%), ações (14,6%) e fundos imobiliários (13,5%).

Sudeste responde por 68,8% dos investimentos dos brasileiros


Todas as regiões do Brasil tiveram aumento no volume financeiro: o Sul cresceu 3,1% (somando R$ 733,6 bilhões), enquanto Nordeste e Norte avançaram 3,3% cada (alcançando R$ 359,5 bilhões e R$ 70,8 bilhões). As maiores altas foram do Sudeste, que avançou 7,3%, atingindo os R$ 3,0 trilhões, e do Centro-Oeste, que cresceu 9,2%, chegando aos R$ 221,3 bilhões. Com os bons resultados, essas duas regiões também ganharam participação no total do país: o Sudeste responde agora por 68,8% dos investimentos dos brasileiros, enquanto o Centro-Oeste chegou a 5%.

Como a integração de tecnologias ajuda no futuro do e-commerce

Por Paulo Sanford, CEO da WAP

O acesso à internet está cada vez mais democrático. Com isso, observamos uma grande evolução nos sistemas tecnológicos, que vem trazendo grandes transformações no comportamento do consumidor, especialmente durante sua jornada de consumo. Diante desse cenário, as companhias vêm passando por profundas mudanças em suas culturas e as que estiverem se preparando para trabalhar em um formato data-driven, com seu foco em Business Intelligence, AI e Big Data, terão diferenciais sólidos para acelerarem seus negócios e se destacarem no mercado.

Com a facilidade de acessar dados e informações estruturadas, que resultam da alta tecnologia inserida no escopo da empresa, a tomada de decisão ficou muito mais ágil, precisa e consistente, pois todos os colaboradores ganharam autonomia e são estimulados diariamente. Isso tornou as corporações muito mais dinâmicas, com estruturas mais horizontais e menos burocráticas, com grande foco em execução e na flexibilização da estratégia, que deixa de ser engessada, se tornando mais adaptável e centrada no encantamento dos clientes.

Como dito anteriormente, a tecnologia revolucionou o varejo, pois transformou completamente a jornada do consumidor, que antes era a maior parte física, baseada no FMOT (First Moment of Truth) para uma jornada phygital, fundamentada no conceito do ZMOT (Zero Moment of Truth). Diante disso, os clientes ficaram muito mais exigentes no processo de consideração de compra, e houve uma mudança crucial com a explosão do e-commerce e dos marketplaces, onde as prateleiras deixaram de ser finitas para serem praticamente infinitas.

Assim percebe-se que os produtos deixaram de ser o principal personagem do setor varejista, e a satisfação do cliente a partir de uma experiência ímpar de consumo passou a ser o fator predominante. Mas vale comentar que vivemos numa era de excesso de informações, na qual é muito mais difícil conquistar a atenção. Então, torna-se cada vez mais necessário apostar em tecnologias que direcionam promoções mais individualizadas, entregando sempre a mensagem certa na hora exata da jornada de consumo.

Para colocar em prática, soluções de Cloud, Data Lake, Data Warehouse, ETL, BI, AI / Machine Learning, Business Analytics e Blockchain auxiliam nesse processo e ajudam também na maximização das margens e otimização dos recursos comerciais necessários para cada venda. Dessa forma são essenciais para escalar rapidamente os negócios, aumentar a produtividade e otimizar constantemente os processos.

Já nas vendas em pontos físicos, a aposta precisa girar em torno de um ambiente sensorial, buscando a experimentação de produtos e relacionamento com a marca. Inclusive, muitos destes espaços já estão se transformando em mini centros de distribuição para atender o last mile dos serviços de entrega para compras feitas no e-commerce.

Por fim, acredito que a adoção cada vez mais ampla destas tecnologias fará com que o varejo e as marcas desenvolvam processos cada vez mais inovadores que facilitem a jornada de compra e tragam aos clientes uma nova maneira de consumir. Já não vivemos mais como antes, onde todos os processos eram realizados apenas em locais físicos. Hoje a jornada phygital já é uma realidade e veio para ficar. Precisamos caminhar de encontro com as necessidades e novidades do setor, pois quem não se aprimora, fica para trás. Estude sua empresa, entenda por onde começar a mudar e vá em frente.

Paulo Sanford é engenheiro pelo CEFET e UNIFOR, com gestão empresarial pela FGV e STC em Kellog.

Randstad participa do Potências Negras Tec com mais de 200 vagas focadas em tecnologia

Com o objetivo de enegrecer o setor tecnológico no Brasil e diminuir a desigualdade do mercado de trabalho, acontece no dia 14 de agosto o Potências Negras Tec, evento online e gratuito com mais de 10 horas de palestras, painéis, entrevistas especiais e atrações culturais. A ação é organizada pela Profissas, escola com foco em diversidade, e pela consultoria de diversidade e inclusão Ana Minuto. A Randstad, líder global de soluções de RH, terá um estande virtual para conversar com os participantes sobre as mais de 200 vagas disponíveis na área, a maioria para desenvolvedores (JAVA, React, Mobile IOS e Android), mas também com oportunidades para analista de segurança da informação e de Big Data.

“Nossos clientes passam o escopo da vaga e nós temos a missão de conectar talentos ao perfil encaminhado por eles. Com um time de Tech Recruiters, especializado neste mercado, procuramos profissionais tanto com hard quanto soft skills, que nada mais é que conhecimento técnico e habilidades comportamentais que sejam aderentes ao perfil da vaga, bem como ao fit cultural da empresa. Ao dar esse match, conectamos os talentos com as diversas oportunidades disponíveis, apoiando o mercado a ampliar a diversidade e inclusão desses profissionais, cada vez mais valorizados”, comenta Priscila Magalhães Eleutério, Gerente de Recrutamento & Seleção de Technologies na Randstad.

Dicas valiosas para conseguir uma oportunidade em tecnologia

A Randstad sabe que ao procurar um trabalho, dicas valem ouro e fazem a diferença para conseguir a oportunidade desejada. A companhia destaca a importância de um candidato saber se adaptar de acordo com o mercado e oportunidades, ter flexibilidade para aprender coisas novas e viver mudanças constantes de cenários, tão frequentes hoje. Outro ponto importante é fazer networking para além das conexões das redes sociais. Eventos como o Potências Negras Tec, por exemplo, são uma oportunidade para fazer relacionamento, além de entender o que o mercado está buscando. Outra dica valiosa é a busca constante pelo desenvolvimento profissional, com isso, o candidato mostra ao recrutador que tem essa mentalidade e vontade de ser um constante aprendiz, afinal é isso que pode fazer uma grande diferença, saber que pode contar com essa evolução constante que agrega tanto às empresas quanto ao próprio profissional.

O mercado tecnológico é extremamente dinâmico e mudanças relevantes foram feitas na área nos últimos anos. “Grandes empresas de tecnologia, as chamadas ‘big techs’, por exemplo, derrubaram a formação superior como fator decisório nas contratações e passaram a avaliar os candidatos por suas habilidades, por sua capacidade de entrega. O que importa são as competências e não somente seus títulos. Desta forma, as empresas ampliam o leque para novas maneiras de aprendizado. Sabemos que no mercado em geral as qualificações acadêmicas ainda são levadas em consideração, e continuam sendo um ponto importante na avaliação de um candidato, mas já não são o fator principal”, complementa Priscila.

Algumas empresas têm considerado as capacidades desenvolvidas em empregos anteriores, esforço próprio, ou bootcamps, que são programas de ensino imersivo. “Hoje vemos uma tendência muito forte de acelerar conhecimento através dos cursos livres ou por conta própria, porque abordam de fato o que a posição pede. Uma forma de adquirir conhecimento mais rápido e de forma mais acessível. Para quem deseja ingressar na área de TI, minha dica final é: comece estudando pela internet mesmo, assista a vídeos com conceitos básicos de desenvolvimento e programação, invista no que é possível acessar gratuitamente e busque alternativas de se desenvolver. É isso que fará a diferença na sua contratação: o que você sabe fazer, o que você entrega, não só os títulos acadêmicos que você tem”, finaliza Priscila.

SERVIÇO

O que: Randstad no Potências Negras Tec

Quando: 14 de Agosto de 2021, das 9h às 20h, com estande virtual da Randstad disponível das 13hr às 14hrs.

Onde: Online & Gratuito, pelo Youtube*

Inscrições: https://potenciasnegras.com.br/ ( inscrições até 14/08, dia do evento)

Link de acesso às mais de 200 vagas da Randstad: https://insights.randstad.com.br/pt-br/potenciasnegrastec

*é preciso inscrever-se previamente para receber todas as orientações

everis tem 800 vagas abertas para profissionais de tecnologia

Aumento da demanda por serviços digitais durante a pandemia está impulsionando os negócios da everis. Desde o começo do ano passado, foram contratados quase 4 mil colaboradores

A pandemia forçou muitas empresas a realizar em poucos meses a transformação digital que estava planejada para ser feita em anos. Essa aceleração foi fundamental para que as companhias ganhassem eficiência e pudessem atender remotamente seus clientes e consumidores. Para auxiliar nessa jornada, muitas companhias contrataram serviços de consultoria. Desde o ano passado, a everis Brasil, consultoria multinacional de negócios e TI do Grupo NTT Data, registrou aumento da demanda por esses serviços.

Em 2020, foram contratados 2063 novos profissionais para atender à demanda. Até julho deste ano, a empresa gerou mais 1888 empregos, sendo parte deles reposição pela saída de profissionais (turnover). No total, são 4 mil colaboradores associados aos escritórios e hubs de serviço. Não é o suficiente: atualmente, a everis tem 800 vagas abertas para profissionais de TI em diversos níveis e tecnologias demandas pelos clientes.

As vagas atendem escritórios base e “hubs de serviços”, que concentram colaboradores de cidades próximas de suas regiões. São 460 vagas para os escritórios de São Paulo e Rio de Janeiro e 340 para os centros de Florianópolis, Blumenau, Curitiba, Brasília, Recife, Goiânia e Uberlândia. “Mas, dependendo das necessidades, as vagas podem ser preenchidas por profissionais que estejam baseados em qualquer lugar do território nacional por meio do modelo de teletrabalho”, diz Tatiana Porto, diretora de Recursos Humanos da everis. Há vagas para programadores, arquitetos de informação, especialistas em cloud, desenvolvedores, entre outras.

“O relacionamento de longo prazo e principalmente o nosso histórico de serviços de qualidade provocaram aumento significativo da demanda de nossos clientes desde o início da pandemia, possibilitando um rápido e seguro crescimento de nossas operações no país”, afirma Ricardo Neves, presidente da everis. Segundo ele, é um grande orgulho proporcionar milhares de novos empregos em um momento de alto desemprego, além de permitir o avanço de carreira de muitos dos colaboradores da everis. “Promovemos centenas deles a novas posições.”

Na maior parte dos casos, as vagas em aberto exigem conhecimentos de TI. Mas a seleção dos profissionais não é feita a partir desse critério. “Queremos profissionais que saibam resolver problemas de forma criativa e trabalhar em equipe”, informa a diretora de Recursos Humanos da everis.

A capacitação técnica pode ser obtida dentro da everis ou em diversos programas de treinamento com parceiros. O principal deles é a parceria com a Digital Innovation One, uma plataforma de educação on-line de tecnologia. Desde o ano passado, foram realizados quatro bootcamps. Há outros quatro em andamento. Os programas já receberam cerca de 47.788 inscritos. O número de formados chegou a 1.754 e 106 desses profissionais foram contratados pela everis.

“Em um momento em que milhões de pessoas estão sem emprego e o setor de tecnologia demanda profissionais, criamos esses programas não apenas para formar talentos para a everis, mas para contribuir com o país e com o setor de tecnologia”, completa Neves.

Os interessados nas vagas podem acessar o site https://jobs.everis.com/pt-pt/ofertas-brasil .

Ericsson busca jovens talentos para apoiar na construção do futuro a partir do 5G

De hoje até o dia 8 de setembro, a Ericsson (NASDAQ: ERIC) receberá inscrições de jovens que tenham interesse em participar do Ericsson Next Generation 2022, programa de atração e desenvolvimento de novos talentos que, neste ano, oferece 40 vagas para Estágio e outras 5 para Trainees.

Os perfis selecionados iniciarão suas atividades na Ericsson em fevereiro/março do ano que vem em diferentes sites, de forma híbrida (home office/presencial no retorno pós pandemia) – na sede da operação LATAM South que está localizada no Jardim das Perdizes, em São Paulo (SP); no escritório do Rio de Janeiro, na Barra da Tijuca; no Centro de Pesquisa, Desenvolvimento e Inovação em Indaiatuba (SP); e também, na operação de São José dos Campos (SP), onde recentemente foi inaugurada a primeira linha de produção de rádios 5G da América Latina e de todo o hemisfério Sul do planeta.

O objetivo do programa é buscar mentes inovadoras, com espírito de curiosidade, interesse genuíno em tecnologia, e que queiram contribuir para o desenvolvimento dos próximos avanços que transformarão toda a sociedade, em especial a partir da tecnologia 5G.

“Na Ericsson, as pessoas são realmente nosso maior ativo e estão no centro da trajetória de inovação que capitaneamos aqui. Lideramos um mercado que cria e desenvolve o futuro, e se antecipa a ele por meio da tecnologia. A evolução ao 5G que estamos apoiando no País e em todo mundo é uma prova viva disso. Não estamos falando de um G a mais em gerações de tecnologias móveis. O 5G é a plataforma de inovação mais importante da próxima década, que impactará e trará novas oportunidades de negócios para todos os setores da economia. E poder ver isso de perto e fazer parte dessa construção se traduzem em uma oportunidade singular para a nova geração”, diz Silvio Paciello, Vice Presidente de Pessoas para a Ericsson no Cone Sul da América Latina.

Ele acrescenta: “Estamos falando da possibilidade de aprender e trabalhar no desenvolvimento das tecnologias que tornam a vida das pessoas melhor – seja uma conectividade mais acessível, sejam soluções de Inteligência Artificial que melhorem a eficiência energética e protejam o clima, ou uso de IoT massiva que torna o tráfego de dados mais seguro”.

O foco em incluir jovens talentos na jornada de cocriação é uma marca forte na história da Ericsson no País, e as oportunidades de desenvolvimento e crescimento profissional na empresa são expressivas. Bom exemplo é o fato de que mais de 35% do time de liderança sênior que atualmente reporta à Presidência começou na companhia como estagiário ou trainee.

Assim como no ano passado, o processo seletivo será 100% virtual, e não será restrito à participação de estudantes das melhores universidades, alinhado ao nosso objetivo de abrir mais possibilidades para todos. A avaliação inclui estudo de caso, games interativos e as entrevistas finais com os gestores.

“Um ponto importante é que queremos seguir quebrando a tendência histórica que colocou Telecom como um setor majoritariamente formado por homens. Na Ericsson, há três anos, 1 em cada 5 estagiários contratados era mulher. Há dois anos, essa relação caiu para 1 em cada 3. Nosso objetivo é manter uma relação de equidade entre gêneros, de 1 para 1”, reforça Paciello.

Ericsson Next Generation tem duração de um ano para trainees, com três rotações (job rotations) no período, e de até dois anos para estagiários.

Programa de Estágio – Foi elaborado para oferecer a plataforma de desenvolvimento que os jovens precisam para fazer um significativo avanço em suas carreiras, com experiências que irão maximizar suas habilidades de negócios, adicionar mais conteúdo aos seus repertórios e prepara-los para impactar positivamente o cenário global das telecomunicações. As praças de atuação são São Paulo, Indaiatuba, São José dos Campos e Rio de Janeiro. Para ser elegível à candidatura, é preciso ter formação acadêmica entre dezembro de 2022 e dezembro de 2023. Clique aqui para saber mais.

Habilidades técnicas e Idiomas – É necessário ter habilidades no pacote Microsoft Office. Somos flexíveis quanto ao domínio do inglês e do espanhol, mas eles são diferenciais para algumas posições-chave.

Cursos de Bacharelado – Ciência da Computação, Engenharia Elétrica, Engenharia Mecânica, Engenharia de Produção, Engenharia Mecatrônica, Engenharia Eletrônica, Engenharia de Telecom, Administração de Empresas, Economia, Sistemas de Informação/TI, Ciência de Dados, Marketing, Publicidade e Matemática.

Benefícios oferecidos – Bolsa auxílio, Assistência Médica, Assistência Odontológica, Seguro de Vida, Vale Transporte, Horário Flexivel, Participação em Projetos, Recesso de Fim de Ano, Política de Home Office para as posição que não exigem atuação presencial, Plataforma de Desenvolvimento (Degreed), Programa Gympass, Restaurante no local ou Vale Refeição, Bicicletário e Chuveiro (na reabertura dos escritórios pos pandemia e dependendo da localização), entre outros.

Programa de Trainee – Oferece aos candidatos a possibilidade de obter uma visão global da empresa. As atividades serão planejadas e orientadas por diferentes gestores e profissionais da área de People, visando proporcionar aprendizado diferenciado para que os trainees possam assumir, futuramente, posições de gestão na companhia. Disponibilidade para viagens nacionais e internacionais, além de inglês fluente, são requisitos fundamentais. Espanhol será considerado um diferencial na decisão final. Pacote atrativo de benefícios. Para mais informações, clique aqui.

Cursos de Bacharelado -Engenharia Elétrica, Engenharia Mecânica, Engenharia de Produção, Engenharia Mecatrônica, Engenharia Eletrônica, Engenharia de Telecom.

Parque tecnológico de Ribeirão divulga projetos selecionados para incubação

Aprovados já iniciaram jornada de capacitações na Incubadora; prazo mínimo de incubação é de 24 meses

Onze empresas foram classificadas no processo seletivo de incubação da SUPERA Incubadora, uma das âncoras do SUPERA Parque de Inovação e Tecnologia de Ribeirão Preto. As empresas foram selecionadas por meio do processo seletivo do 1º semestre de 2021 e agora se juntam às outras 48 startups apoiadas pela Incubadora.

Saulo Rodrigues, gerente da Supera Incubadora, explica que, mesmo com a pandemia do Covid-19, foram continuadas as atividades para prestar apoio a estas empresas e fortalecer o ecossistema de inovação e tecnologia. “Sem dúvidas, é um momento desafiador, mas decidimos continuar com o nosso propósito de apoiar e acelerar projetos de base tecnológica, bem como fomentar o ecossistema empreendedor e de tecnologia e inovação. Elas contam, agora, com todo nosso apoio e expertise”, conta.

As empresas selecionadas receberão orientações para a elaboração do Planejamento Estratégico do Negócio, sobre questões jurídicas e financeiras (formalização do empreendimento), dentre outros assuntos. Também participarão de mentorias individualizadas e oficinas práticas.

Processo seletivo 2021.2 em inscrições finais


Empreendedores com negócios de base tecnológica, que estão em processo de validação da ideia ou em fase inicial de funcionamento, podem se inscrever para participar do processo seletivo do ciclo 2021.2 da Supera Incubadora de Empresas de Base Tecnológica, até o dia 13 de agosto pelo site http://superaparque.com.br/selecao-de-empresas, onde também pode ser acessado o edital. A inscrição é gratuita e o processo seletivo acontecerá em etapas, todas com caráter eliminatório.

A incubação no Supera Parque visa fomentar negócios inovadores de alto valor agregado, sobretudo, nas áreas de saúde, biotecnologia, tecnologia da informação e agronegócio, que são vocações científicas e empresariais dae região. Empresas de outros segmentos também podem participar do habitat de inovação, desde que sejam negócios de base tecnológica.

Todos os anos, a Incubadora realiza duas seleções de empresas, sendo uma por semestre.

Conheça as startups aprovadas:


AgroByte – plataforma digital para pesagem de gado, na qual o peso do animal é registrado automaticamente em um aplicativo de celular, conectado à balança por meio de uma central eletrônica, que cabe na palma da mão. O sistema permite um controle mais preciso dos pesos e maior segurança com o armazenamento na nuvem;

BIND – desenvolve um serviço para identificação e análise de nitrosaminas, que são impurezas com potencial cancerígeno, encontradas em alguns medicamentos, visando a auxiliar o controle dessas substâncias pela indústria farmacêutica, sendo este controle uma nova exigência da ANVISA e órgãos reguladores em todo o mundo;


ByMyCell – tem a proposta de identificação e produção de proteínas para a indústria de transgênicos;, e análise da microbiota (conjunto de micro-organismos presente no corpo humano) a partir de sequenciamento genético, destinado a grupos de pesquisas em universidades, hospitais, indústria alimentícia e farmacêutica;

Emgoma Lav – oferece serviços de lavanderia e passadoria de roupas, fornecidos por profissionais autônomos credenciados, criando a oportunidade de uma nova renda para pessoas impactadas pela crise;


Goox – plataforma online para a busca de médicos por localização, especialidade, avaliações e preços, a fim de facilitar o processo de agendamento de consultas;


MONISSA – oferece um sistema de monitoramento remoto de pacientes com demência no Brasil, baseado em padrões de sinais vitais e de sintomas, a fim de orientar cuidadores e familiares destes pacientes;


NOTRUCK – conecta empresas com transportadores de carga autônomos, demonstrando como o maior benefício uma maior flexibilização na contratação do serviço de transporte de cargas;


OBYKAA – desenvolve dermocosméticos personalizados, com nutrientes escolhidos pelo cliente, e de acordo com as características e necessidades da pele, visando a uma maior praticidade no cuidado com a pele e menores custos pelo uso de um único produto ao invés de vários, entre outros benefícios;


PET ADVISER – plataforma para localização dos estabelecimentos que aceitam animais de estimação, promovendo a avaliação e divulgação destes locais, além de benefícios exclusivos para os clientes;

PRESAVI – desenvolve uma plataforma para orientação nutricional de pacientes pré-diabéticos, contribuindo para uma melhor qualidade de vida, incluindo ainda um clube de benefícios com descontos em empresas parceiras como farmácias, academias, supermercados, etc.;


TAGMAVISIONS – oferece uma plataforma de treinamento médico, focada nas técnicas cirúrgicas, com utilização de impressão 3D e Realidade Aumentada.

Novo hub de educação, Education Journey capta R﹩ 1,2 milhão e alcança valuation de R﹩ 26 milhões

A Education Journey, primeira plataforma a oferecer produtos e soluções educacionais em tecnologia na forma de benefícios, acaba de captar R﹩1,2 milhão em uma rodada pré-seed. Os recursos são provenientes dos fundos Latitud Fund, Norte Capital e SaasHolic. Ariel Lambrecht, fundador da 99 e Yellow, também participa do aporte.

O valor será aplicado especialmente na área de tecnologia, para o desenvolvimento e aprimoramento do produto, além de contratações. O objetivo é alcançar 50 mil usuários nos próximos 12 meses. O valor do investimento poderia ter sido ainda maior devido à alta procura pela rodada. A empresa, no entanto, decidiu estrategicamente limitar a captação a R﹩1,2 milhão, um excelente patamar para o mercado, para não diluir precocemente seu capital. Com isso, a Education Journey alcança um valuation de USD 5 milhões (cerca de R﹩26 milhões).

Fundada em Menlo Park, no Vale do Silício, pela empreendedora Iona Szkurnik, a Education Journey reúne em um só lugar as melhores soluções em educação do mercado. A plataforma é oferecida pelas empresas de forma subsidiada a seus funcionários na forma de um benefício corporativo flexível e estes podem acessar através de uma assinatura. Seu sistema é integrado às edtechs parceiras por meio de APIs (Interface de Programação de Aplicações), permitindo que os colaboradores das empresas acessem diversos cursos de soft e hard skills para aperfeiçoamento e requalificação. Recentemente, a empresa entrou para o Latitud Fellowship, programa de empreendedorismo criado por Brian Requarth, fundador da Viva Real, que traz empreendedores de toda a América Latina e de diversos segmentos do mercado.

“Nunca houve tanta oportunidade de transformar a educação como agora. Queremos levar mais inovação para que empresas e seus funcionários se mantenham atualizados para um futuro em transformação digital por meio de uma educação de qualidade que atenda as demandas atuais.”, diz Iona Szkurnik, idealizadora do projeto. “Queremos ser o principal hub entre todos os interessados em Educação e Inovação no Brasil e no mundo. Sabemos que não é uma missão fácil, mas com uma comunidade mais forte e informada, as chances de sucesso aumentam”, explica.

A co-fundadora Marcela Quintella explica que a escolha dos investidores não foi por acaso. Além do aporte financeiro, a Education Journey buscou investidores que pudessem agregar suas experiências, redes e talento para dar suporte ao crescimento da empresa. “O investimento endossa a visão que temos para a empresa e o futuro da educação corporativa”, explica Marcela Quintella. Com isso, a Education Journey quer aperfeiçoar e requalificar a força de trabalho para um mundo em constante transformação.

Na semana passada, a Education Journey foi reconhecida como uma das 25 edtechs mais inovadoras do mundo pela GSV Cup, maior competição de startups early-stage do Vale de Silício no ramo de educação. A escolha das Top 25 foi feita por um grupo de cerca de 150 investidores do mundo todo com base na avaliação de aspectos como produto, equipe, potencial, previsibilidade e propósito do negócio. A colocação deixa a Education Journey entre os 3,5% melhores concorrentes.

Ecossistema de inovação e o mercado de Educação

Um dos mais aquecidos no momento, o setor de educação estava estagnado há quase 100 anos, preso a um modelo da era industrial. A disrupção já iminente foi acelerada pela pandemia, que forçou usuários a adotarem novas tecnologias e metodologias de ensino e aprendizado. Somente em 2020, foram mais de 11 bilhões de dólares em investimentos. Somente no Brasil, o número de edtechs passou de 434 para 559, aumento de 28%, segundo dados do Distrito. A projeção é que a indústria de edtechs valha USD 350 bilhões até 2025.

Bancos de desenvolvimento e agências de fomento lideram empréstimos do Pronampe, com mais de R$ 15 bi disponibilizados

Montante representa 77,3% do total emprestado às micro e pequenas empresas na segunda fase do programa

O Sistema Nacional de Fomento (SNF) – que envolve bancos públicos, cooperativas de crédito, bancos de desenvolvimento e agências de fomento – foi responsável por 77,3% do total contratado na nova fase do Programa Nacional de Apoio às Microempresas de Pequeno Porte (Pronampe), liderando os aportes disponibilizados a micro e pequenas empresas. O levantamento, realizado pela Associação Brasileira de Desenvolvimento (ABDE), revela que, dos R$ 20 bilhões emprestados até a última segunda-feira (9), R$ 15,4 bilhões foram operados pelo SNF.

“O programa é essencial para socorrer as micro e pequenas empresas na crise causada pela pandemia. As instituições financeiras de desenvolvimento estão trabalhando incansavelmente para atender a procura. O Sistema Nacional de Fomento está muito bem estruturado, tem capilaridade, e está conseguindo alocar os recursos com dinamismo”, destaca o presidente da ABDE, Sergio Gusmão Suchodolski.

Dentre os associados ABDE, o Banco do Brasil é a instituição com maior volume de contratações (R$ 6,6 bilhões), seguido por Sicoob (R$ 1,6 bilhão), Sicredi (R$ 1,5 bilhão) e BDMG (R$ 141 milhões).

Pronampe

Criado em 2020 para ajudar as micro e pequenas empresas a enfrentar a crise causada pela pandemia, o Pronampe emprestou R$ 37,5 bilhões no ano passado. Doze entidades do SNF (Badesul, Banco da Amazônia, Banco do Brasil, Banco Sicoob, Banrisul, BDMG, BNB, Caixa, Sicredi, GoiásFomento, Banestes e Banese) operaram 78,5% do valor contratado, totalizando R$ 29,5 bilhões em garantias.

O programa foi retomado no início de julho, com aporte de R$ 5 bilhões no Fundo Garantidor de Operações (FGO) para cobrir até 20% da carteira total de cada instituição. A estimativa é de disponibilizar pelo menos R$ 25 bilhões nesta fase.

CIP seleciona quatro startups para seu programa de inovação

A CIP selecionou, por meio de seu programa de Inovação Aberta – o InovaCIP – quatro startups parceiras que trouxeram soluções disruptivas para o seu negócio. As escolhidas – UpLexis, Receita Digital, ProntMed e Klavi – terão o desafio de realizar um projeto piloto e desenvolverem produtos e serviços com o apoio técnico e consultivo da CIP e da Innoscience, consultoria de inovação corporativa responsável pela execução do programa. O programa recebeu mais de 80 inscrições.

Os pilotos serão direcionados para três desafios propostos pelo programa: monetização de dados; prontuários eletrônicos e prescrições médicas e odontológicas; e gestão de caixa.

“O Programa InovaCip tem sido um sucesso de gestão e um processo inovador”, comenta Leonardo Demola Ribeiro, Superintendente de Negócios da CIP. “Trouxemos competitividade e visibilidade dentro do ecossistema de startups e fintechs. Mais um passo importante em nossa estratégia de Inovação Aberta, porque interage e articula com outras empresas e instituições para o desenvolvimento de novos produtos e serviços” acrescenta.

“O InovaCIP é a consolidação de diversas iniciativas da CIP que culminou em um processo estruturado para relacionamento com o ecossistema. Estar junto das startups será essencial para nos mantermos na vanguarda das tecnologias e novos modelos de negócios.” Raphael Mielle, Innovation leader da CIP.

Para mais informações do Programa InovaCIP, acesse o site https://www.cip-bancos.org.br/inovacip

Perto de IPO, Invest Tech mantém ritmo de investimentos

A LogComex, startup curitibana que oferece inteligência por meio de Big Data para o comércio exterior, acaba de receber um aporte de US﹩ 10,3 milhões (cerca de R﹩ 53,6 milhões) em rodada série A liderada por Alexia Ventures e Igah Ventures. Também participaram da rodada a Endeavor Scale Up Ventures e os investidores atuais da companhia, Invest Tech e Caravela Capital, que aumentaram suas participações.

Prestes a realizar seu IPO, que deve ocorrer em setembro, a Invest Tech não desacelera seus investimentos. Esta foi a terceira rodada realizada pela companhia nos últimos três meses. O cofundador e CEO da companhia, Maurício Lima, reforça o foco dos investimentos em empresas que usem a tecnologia como fator crítico para a melhoria de processos, eficiência e longevidade do negócio. “O IPO deve ampliar nossa capacidade de investimento e o alcance deste foco”, afirma.

Além da LogComex, outras duas empresas foram investidas pela Invest Tech nos últimos meses. Em junho, a Uello, logtech que usa de tecnologia e rede colaborativa para oferecer serviços de frete expresso com experiência superior, concluiu sua rodada de investimento Série A com um aporte de R﹩ 17 milhões. A rodada foi liderada pelo fundo britânico Better Tomorrow Ventures (BTV) e seguida pelos fundos Capital Lab e pela Invest Tech. A startup aproveitou a onda de crescimento do e-commerce impulsionada pela pandemia para lançar novos produtos, ampliar sua área de atuação, e, com isso, ver seu faturamento crescer 4x nos últimos 12 meses.

Já em julho, a GoBots, empresa especializada no desenvolvimento de inteligência artificial para lojas virtuais, recebeu R﹩ 2,2 milhões em investimentos. A rodada de investimento seed foi liderada pela Invest Tech e complementada pela Aimorés Investimentos. Além da rodada, a GoBots foi selecionada para o programa Growth do Startup Chile, a maior aceleradora da América Latina, onde receberá o investimento adicional de R﹩ 500 mil.

Lima destaca que o ritmo de investimentos deve crescer com IPO, acompanhando a própria dinâmica do mercado. Ele lembra que muito deste crescimento deve-se ao fato de que alguns setores, que antes eram reativos ou muito lentos em relação ao uso da tecnologia, estarem agora a adotando de forma massiva. “Isso fica muito claro nas áreas de saúde e finanças, por exemplo. Além disso, assistimos a algumas quebras de paradigmas, mesmo em setores acostumados a investir em TI”, diz, lembrando que o portfólio da Invest Tech tem hoje um crescimento médio de 18% ao ano, com algumas empresas crescendo mais de 100% ao ano.

Abstartups abre inscrições para o Batch#3 Impact

Ao longo de todo o mês de agosto estarão abertas as inscrições do Batch#3 Impact, programa da Associação Brasileira de Startups (Abstartups) para contribuir cada vez mais com o cenário de inovação no Brasil.

Os escolhidos para se tornarem um Associado Impact terão a oportunidade única de participar de programas de mentoria, treinamento de pitch, conversas com investidores e fazer networking em diversas oportunidades exclusivas, como o Jantar Impact. Além disso, os participantes poderão colaborar para o blog da Abstartups.

O interessado em tornar sua startup uma Associada Impact precisa estar pronto para uma criteriosa seleção que leva em conta o faturamento, time, investimentos, impacto no ecossistema e o produto. Startups que são consideradas grandes players do ecossistema, como Buser, Docket, Gama Academy, Track.co e PontoMais já fizeram parte do programa de Associado Impact e tiveram a oportunidades de alavancar o negócio.

O caso de sucesso mais recente entre os Associados Impact, é a Customer X, startup de software para gestão de Customer Success, que recebeu um aporte de R﹩1,5 milhão de cinco grandes grupos de investidores.

As inscrições para o Batch#3 Impact vão até o dia 05/09 e o resultado será divulgado no dia 08/09. Para se inscrever, basta acessar: https://abstartups.com.br/associados-impact/

Google lança primeiros episódios do Commerce Connections on Air

O Google lança nesta semana, os primeiros episódios de podcast do Commerce Connections on Air, criado com o objetivo fomentar as discussões sobre as grandes transformações pelas quais passa o ecossistema de comércio no Brasil e no mundo. O Commerce Connections on Air é parte do Think with Google , site dedicado a compartilhar dados, tendências e pesquisas do Google com profissionais do marketing. Na estreia, três episódios do podcast estarão disponíveis e o conteúdo será ampliado semanalmente ao longo dos próximos meses.

O Commerce Connections On Air chega em meio à aceleração das mudanças nos hábitos de compra dos consumidores em todo o mundo por conta da pandemia da COVID-19. Com a iniciativa, o Google quer expandir o conhecimento sobre as tendências no ecossistema de comércio, promover discussões e reflexões a respeito do tema, disseminar boas práticas de empresas brasileiras e globais e capacitar empresas na utilização das ferramentas do Google.

“Queremos oferecer o melhor ecossistema para empresas de qualquer segmento e tamanho se conectarem com quem quer comprar um produto, seja num canal on-line ou off-line. Ter uma estratégia de Commerce com a alocação dos recursos necessários deve ser prioridade para todas as empresas”, afirma Flávia Verginelli, diretora geral de estratégia de produtos e inovação do Google Brasil.

O Commerce Connections on Air é uma entre várias iniciativas do Google para ajudar o mercado a acelerar a adoção de produtos e melhores práticas de Commerce. Além do podcast, o Google também disponibilizará treinamentos sobre Commerce na plataforma Google Academy e workshops exclusivos para clientes e agências. O hub, que pode ser acessado pelo g.co/ thinkbr/commerceonair, estreia com três episódios de podcasts:

Afinal, o que é Commerce?

Em um papo descontraído, Gleidys Salvanha, diretora de negócios para o Varejo, e Rafael Russo, diretor de produtos de publicidade, abordam as diferentes transformações pelo qual o ecossistema de Commerce está passando, o perfil do novo consumidor e como o Google pode ajudar as empresas a aproveitar as oportunidades.

Prepare-se para o consumidor zigue-zague

Maíra Ramos, head de measurement e on-line to off-line (O2O) do Google Brasil, conversa com João Machado, gerente sênior de digital da Adidas, e Daniel Milagres, diretor de marketing do Carrefour, sobre a nova jornada de compra dos consumidores e estratégias que as marcas podem adotar para conquistá-los.

A transformação digital da Loja do Mecânico

A Loja do Mecânico, e-commerce especializado em ferramentas e máquinas, conseguiu aumentar em 80% o faturamento durante a pandemia da COVID-19 ao aliar a tecnologia com impacto social. O fundador e CEO, Thiago Gurgel, conta essa história no podcast na companhia da head de Varejo para pequenas e médias empresas do Google Brasil, Fernanda Bromfman.

Accenture abre mais de 200 vagas em Minas Gerais

A Accenture é uma empresa global de serviços profissionais líder em soluções para digital, nuvem e segurança, que oferece serviços nas seguintes áreas: Strategy and Consulting, Interactive, Technology e Operations. A organização acaba de abrir 200 vagas para aqueles que se identificam com a cultura da empresa. O processo seletivo será realizado pela Taqe – plataforma de recrutamento e seleção digital que usa inteligência de dados, teste de fit cultural e gamificação.

São 220 oportunidades, sendo que 20 são para profissionais PCDs, nas áreas de atendimento e administrativo, além de Analistas de Cadastro Júnior. Todas as vagas são em Minas Gerais, nas cidades de Belo Horizonte, Nova Lima e Uberlândia.

Todo o processo seletivo acontecerá via aplicativo da Taqe. Lá o participante passará por testes interativos para que o perfil do candidato seja traçado e, caso dê match com a empresa, ele passa para as próximas fases. Para conferir as vagas basta acessar aqui.

ABES repudia alterações no Imposto de Renda

A ABES – Associação Brasileira das Empresas de Software alerta o mercado e as autoridades a respeito dos danos a economia pátria que resultarão da aprovação do PL 2337/21, que introduz alterações na legislação do Imposto de Renda. Causando em aumento substancial da arrecadação, principalmente de micro e pequenas empresas com faturamento de até R$ 78 milhões, este PL atinge diretamente o segmento de software.

“No último ano, a produção local de software obteve resultados que podem não se repetir em 2021. O crescimento recorde de 35% em 2020, apontado no estudo do setor de software da ABES com dados do IDC deste segmento – majoritariamente (95%) composto por micro e pequenas empresas – certamente é fruto de inúmeras ações de incentivo e fomento do próprio governo brasileiro e investimentos estrangeiros, que agora devem perder totalmente seu sentido”, explica Rodolfo Fücher, presidente da ABES. “O infindável processo de judicialização, alto custo, escassez de mão de obra e um inferno tributário, onde até o passado é incerto, desestimula o empreendedorismo e faz com que o Brasil perca empregos, investimentos, divisas e tecnologia”, ressalta.

A associação reconhece a necessidade de uma reforma tributária ampla, porém defende que seja necessário fazê-la por meio de um amplo debate, envolvendo o Congresso Nacional, as entidades representativas do setor produtivo e os cidadãos e cidadãs, de forma a minimizar os riscos que podem resultar da aprovação precipitada do PL 2337/21.

“De forma geral, o impacto da PL 2337/21 é devastador e irá atingir mais de oito milhões de empresas que empregam mais de quinze milhões de pessoas. São micros empresas, empresas de pequeno porte e empresas que são tributadas pelo lucro presumido, incluindo aquelas formadas por profissionais liberais, que podem receber elevação de até 36% no imposto de renda devido. Em outras palavras, esse PL afeta diretamente a classe média e estanca a propalada recuperação da economia nacional, atingindo de modo especial o segmento de software e serviços de tecnologia da informação, cuja capilaridade se repercute no crescimento e recuperação dos demais setores” afirma Dr. Manoel dos Santos, diretor jurídico da ABES.

Mercado de tecnologia cresceu 22,9% em 2020

O estudo “Mercado Brasileiro de Software – Panorama e Tendência 2020”, realizado pela ABES com dados do IDC, mostra que mesmo nesse cenário, o setor cresceu 22,9% e investiu cerca de R$ 200,3 bilhões (US$ 50,7 bilhões), se considerados os mercados de software, serviços, hardware e também as exportações do segmento. Considerando apenas o mercado interno, sem as exportações, o setor de tecnologia no Brasil investiu cerca de US$ 49,5 bilhões. Dentro desse montante, 53,7% (US$ 26,5 bilhões) foram utilizados em hardware; 26,3% (US$ 13 bilhões) em software; e 20% (US$ 10 bilhões) em serviços.

Para esse ano, a previsão do estudo é de que haja um crescimento do setor de 11,1% em relação ao ano passado. O 5G será o responsável por proporcionar cerca de US$ 2,7 bilhões na geração de novos negócios envolvendo Inteligência Artificial, Realidade Aumentada e Virtual, Big Data e Analytics, IoT, Cloud, Segurança e Robotics.

Digibee capta R﹩ 13,5 mi em venture debt

Criada em 2017 com o objetivo de auxiliar grandes empresas na integração de sistemas digitais internos, a Digibee anuncia nova captação para impulsionar o grande momento de crescimento da empresa, que tem atraído um número expressivo de novos clientes. O valor total da captação é de R﹩ 13,5 milhões em modelo Venture Debt, aportado pelo Brasil Venture Debt . A modalidade foi escolhida por permitir à startup captar recursos relevantes sem implicar em diluição acionária dos atuais empreendedores e investidores.

Por meio da Digibee HIP, plataforma de integração de sistemas (Hybrid Integration Platform), a startup oferece a possibilidade de integrar diferentes sistemas (on premises e em cloud) utilizados dentro de uma companhia, aprimorando o tempo e processo de adaptação de novas ferramentas. Todo e qualquer processo pode ser realizado em uma velocidade até 10 vezes mais ágil e eficiente que as abordagens tradicionais. Tal modelo de negócios tem atraído grandes nomes que utilizam a solução oferecida pela Digibee, como Accenture, Bauducco, Carrefour, DASA, Porto Seguro, Cielo, Santander e B3.

A startup, que está em constante expansão, registrou crescimentos em diferentes aspectos nos últimos 12 meses. Atendendo empresas de diversas áreas, como indústria, varejo, financeiro, healthcare, TI e serviços, a startup viu seu número de clientes aumentar 57% entre julho de 2020 e junho de 2021. O quadro de colaboradores também aumentou, passando de 57 para 110 funcionários, resultando num crescimento de 93%. Naturalmente, a Digibee registrou um aumento de 246% no faturamento do último ano, passando de R﹩ 860 mil para mais de R﹩ 2 milhões de receita mensal recorrente.

Com tal crescimento, esta captação é vista pelo CFO da Digibee, Rafael Nardelli como um movimento natural. “Esta operação de Venture Debt faz parte da nossa estratégia de funding para estarmos robustos na nossa trajetória de consolidação do mercado brasileiro e de expansão global, além de nos posicionar muito bem para a próxima rodada de investimento nos EUA”, sinaliza.

Com boa reputação no mercado, a startup conta com grandes investidores, como Paulo Veras, cofundador e ex-presidente executivo da 99. “Comprei o sonho da Digibee logo na partida, entendendo a revolução que proporciona aos clientes e o tamanho da ambição. A Digibee vai se transformar numa referência global, acelerando a transformação e competitividade de seus clientes enterprise neste cenário de disrupção que só vai se intensificar nos próximos anos”, prevê.

Investimento em Venture Debt

O Venture Debt é um produto de dívida customizado para empresas inovadoras. “É uma forma de atender as necessidades das empresas e startups por meio de um produto com juros, garantias e prazos adequados à realidade financeira e operacional de cada negócio, tendo como foco a geração de valor de longo prazo. Com esse investimento, a Digibee ganhará fôlego para consolidar seus bons resultados, aumentar seu valuation e fazer uma captação maior no futuro”, conta Gabriela Gonçalves, Managing Partner do Brasil Venture Debt, fundo responsável por este aporte, que conta com fundo de R﹩ 140 milhões dedicado exclusivamente a operações de Venture Debt, e possui investidores como BNDES, XP Investimentos, BDMG e Bossa Nova.

O modelo de aporte é utilizado para complementar os investimentos de equity, promovidos por fundos de Venture Capital, ele tem o benefício de mitigar a diluição ao longo do das diversas etapas de fundraising, além de possuir processos ágeis de due diligence e de permitir que as startups alonguem suas runways, realizando captações em estágio com maior de maturidade, com um valuation maior.

Apesar de novidade no Brasil, o Venture Debt já é consolidado nos Estados Unidos como uma das principais opções de financiamento para startups. Em 2019, representou aproximadamente 20% do mercado estadunidense de Venture Capital, e estima-se que foi utilizado em 40% das rodadas de investimento levantadas por startups nesse país nos últimos 6 anos.

BTG Pactual, Magazine Luiza, Bloomberg, Unicef e M.Dias Branco se unem para apoiar projeto de inclusão digital na Bahia

O BTG Pactual (BPAC11), maior banco de investimentos da América Latina, se uniu à Magazine Luiza e à Bloomberg, para doar 220 computadores para o Projeto Zé Conecta, iniciativa de inclusão digital na Bahia que busca garantir o direito de jovens à educação por meio de computadores, tablets e acesso à internet. Essa é uma iniciativa da Fundação Jose Carvalho, que atua com o suporte à educação para mais de 4 mil alunos da região. Os computadores serão entregues a seis escolas da Fundação na região, que atendem mais de 600 alunos.

A M.Dias Branco também participa da ação, por meio da doação mensal de alimentos para as crianças e adolescentes assistidas pela fundação.

“A pandemia e a restrição de deslocamento e interrupção das aulas evidenciou a necessidade de inclusão digital para que jovens continuassem a assistir às aulas. A doação dos computadores vai permitir que os alunos sigam com o calendário escolar e tornará a inclusão digital uma realidade mais próxima na região”, explica Mario Cavalieri, diretor executivo do BTG Pactual.

“A Bloomberg tem orgulho em se unir ao BTG Pactual e Magazine Luiza para apoiar o projeto Zé Conecta. Acreditamos que fortes parcerias podem ajudar a colocar o interesse dos estudantes em primeiro lugar. Através da Filantropia Corporativa da Bloomberg, ficamos muito felizes em contribuir com computadores e conectividade de Internet para 600 alunos que vivem em áreas rurais,” afirma Geraldo Coelho, Líder de Vendas na Bloomberg para América Latina.

“Educação é o que vai transformar o mundo: esse é um sonho que alimentamos na M. Dias Branco. Por isso, apoiar toda iniciativa que proporcione o acesso à educação é motivo de muita felicidade para nós. Acreditamos que parceria entre grandes empresas e o terceiro setor são caminhos para a construção de uma sociedade melhor”, afirma Tiago Cid Timbó, gerente de Comunicação, Cultura e Sustentabilidade da M. Dias Branco.

“É um propósito do Magalu levar acesso e a tecnologia é um meio poderosíssimo para isso. Acreditamos que ações como essas têm potencial para impactar e mudar a vida de muitas pessoas”, afirma Ana Luiza Herzog gerente de reputação do Magalu.

A Fundação José Carvalho há 46 anos desenvolve trabalhos de inclusão e desenvolvimento social em Pojuca. “Se por um lado as dificuldades educacionais que já eram imensas na Região Nordeste tomaram uma dimensão ainda maior, por outro, vimos uma oportunidade de potencializar os usos das tecnologias e novas formas de ensino dentro da rede. Sem dúvida, após a pandemia, a educação jamais será a mesma”, afirma Rosely Machado, diretora educacional da Fundação.

Esta é mais uma iniciativa do BTG no apoio do combate ao Coronavírus. Desde março do ano passado o BTG Pactual e seus sócios já doaram mais de R﹩ 50 milhões para projetos de combate ao Covid-19, que somados ao apoio de parceiros, clientes e colaboradores, já totalizam mais de R﹩ 70 milhões em doações.

Associação Brasileira de Automação apresenta a base para a Transformação Digital na ABAD 2021

A Associação Brasileira de Automação-GS1 Brasil se posiciona como fonte agregadora e fornecedora de informações para toda cadeia de abastecimento durante a 40ª Convenção Anual do Canal Indireto-ABAD 2021. Com essa premissa, traz para esse encontro anual a qualificação dos dados como tema principal na sua participação.

Para João Carlos de Oliveira, presidente da Associação Brasileira de Automação-GS1 Brasil, “as novas demandas do setor atacadista distribuidor impulsionam cada vez mais a transformação digital em diferentes formatos e, sem dúvida nenhuma, o atual momento exige uma reinvenção de estratégias, trazendo grandes oportunidades aos empreendedores”. “Para acompanhar a velocidade da renovação do mercado, é preciso que as empresas tenham otimização de dados, com informações qualificadas, estruturadas e principalmente atualizadas”, completa Oliveira.

Marketplaces – “Avanços tecnológicos e mudanças no hábito de compras impulsionam o marketplace no Brasil e no mundo” é o tema apresentado por Ana Paula Maniero, gerente de engajamento setorial da Associação Brasileira de Automação-GS1 Brasil, no segundo painel da convenção, que será realizada entre os dias 9 e 11 de agosto. Ela comenta a importância de os players da cadeia em priorizarem o uso do GTIN na gestão dos produtos, principalmente nas transações dos marketplaces.

O GTIN é o conjunto numérico que compõe o código de barras nas embalagens dos produtos e é um dos padrões criados e administrados pela GS1 Global – organização sem fins lucrativos que atua em mais de 150 países, entre eles o Brasil. Tendo o GTIN como padrão para o cadastro de produtos na base de dados da cadeia de abastecimento, garante-se a qualidade da informação e evita-se riscos como aumento de custos operacionais e de mão-de-obra, melhor gerenciamento de armazenagem, precisão de inventário, duplicação de cadastro de produtos e consonância entre loja física e online.

O compartilhamento de dados entre distribuidores, varejo e a indústria faz com que as reações do mercado sejam rápidas e tenha melhor análise de negócios. Para vencer todos esses desafios, a Associação Brasileira de Automação-GS1 Brasil oferece a todos os 58 mil associados no país o Cadastro Nacional de Produtos (CNP) – um banco de dados que possui mais de 57 milhões de produtos cadastrados, que garante informações alinhadas entre a indústria e o atacado distribuidor com agilidade, precisão, redução de custos e maior disponibilidade para operações online.


ABAD 2021 Atibaia – 40ª Convenção Anual do Canal Indireto
9 a 11 de agosto de 2021
Inscrições aqui para acompanhar online