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ABRINT anuncia nova diretora executiva

A ABRINT – Associação Brasileira de Provedores de Internet e Telecomunicações fez mudanças em sua área de direção e anuncia Alessandra Lugato como a nova diretora executiva da entidade. A Direção Executiva, posição criada com a reforma do estatuto realizada em 2018, tem o objetivo de implementar as ações estratégicas definidas pelo Conselho de Administração, juntamente ao restante da equipe em Brasília.

Lugato é cientista política e socióloga graduada pela Universidade de Brasília (UnB) e possui mais de 10 anos de experiência na área de telecomunicações. Atuou como assessora parlamentar na Câmara dos Deputados e no Senado Federal. Além disso, atuou com a formulação de estratégias em relações governamentais e apoio com abordagem governamental para grandes empresas como Santander, Itaú e Telefônica.

“A ABRINT é um novo desafio para mim como profissional, e de fato, muda-se um pouco o mercado porque agora não são as grandes operadoras, são os provedores regionais que estão na liderança da banda larga no Brasil. Então, uma das minhas responsabilidades é mapear esses riscos e oportunidades para atuar sobre eles de forma estratégica”, explica a diretora.

Outro desafio importante para a executiva é a implementação de uma gestão estruturada para trazer melhorias de processos internos que resultará em melhorias no atendimento das demandas dos associados e, ao mesmo tempo, aumentará a visibilidade da ABRINT, gerando cada vez mais credibilidade para a entidade.

WeWork disponibiliza acesso global gratuito a membros do Brasil


A WeWork, líder global em espaços de trabalhos flexíveis, dá um novo passo na estratégia de promover ainda mais flexibilidade a seus membros. A partir de hoje, 14 de agosto, empresas com posições em qualquer prédio da rede no Brasil poderão utilizar o “WeWork All Access”, que dá acesso gratuito aos mais de 800 prédios WeWork em todo o mundo.

Para usar o benefício, os membros devem reservar sua estação de trabalho no endereço desejado pelo aplicativo da WeWork com pelo menos uma hora de antecedência. “Nosso objetivo é atender a crescente necessidade das nossas empresas membro e seus funcionários por flexibilidade – neste caso oferecendo a possibilidade de uso de diversas opções de espaços de trabalho seguros mais próximo de suas casas ou onde for mais conveniente, contribuindo para evitar tempo em trânsito ou no transporte público”, explica Lucas Mendes, diretor geral da WeWork no Brasil.

O benefício também passa a estar disponível para novas empresas membro que estejam buscando soluções flexíveis para apoiar o processo de retorno ao trabalho de sua força de trabalho. Mais informações estão disponíveis no site http://www.wework.com/pt-BR/workspace.

Plano de adaptação dos espaços de trabalho

Todas as mais de 800 unidades WeWork no mundo estão adaptadas com as medidas de segurança previstas no plano global da empresa para adequação dos seus espaços para o cenário pós-pandemia, priorizando o bem-estar, conforto e segurança das suas empresas membro e funcionários. O protocolo é focado em três pilares principais: distanciamento profissional, ampliação de higienização e sinalização comportamental.

No pilar de distanciamento profissional, a WeWork realizou ajustes no design dos espaços compartilhados, com assentos escalonados e áreas vazias, a fim de priorizar o espaço pessoal entre membros e colegas de equipe. Para ampliar a higienização, as medidas de limpeza foram aprimoradas para garantir a saúde e o bem-estar de todos, com desinfecção mais frequente nas áreas comuns e fornecimento de produtos de sanitização, como álcool em gel, em suportes touch free em diversos pontos de cada uma das unidades. Por fim, os novos protocolos são reforçados com sinalizações estrategicamente posicionadas a fim de evitar aglomerações em corredores e áreas comuns. Espaços como áreas de copa e recepções, que possuem uma grande movimentação, contam com sinalizações nas paredes e pisos para que todos mantenham uma distância segura.

Pulse e Shell Box promovem hackathon para atrair startups para desenvolvimento de novas tecnologias

Até 28 de agosto, o Pulse, hub de inovação da Raízen – empresa integrada de energia e licenciada da marca Shell no Brasil – estará com inscrições abertas para o hackathon voltado para o desenvolvimento de ferramentas complementares para o Shell Box. Com objetivo de buscar ideias inovadoras e soluções viáveis que possam ser incorporadas ao aplicativo para pagamento de combustíveis da marca Shell – a maratona Out of the Box irá desafiar startups a desenvolverem projetos ao longo de três dias imersivos que acontecerão de forma totalmente online.

“A Raízen é uma empresa integrada com atuação do campo ao posto e esta é a primeira grande ação do Pulse fora do agronegócio. Promover um hackathon como este nos dará a possibilidade de conectar startups com ideias disruptivas a uma das marcas mais emblemáticas do País por meio do seu aplicativo de pagamento, o Shell Box, além de ser uma forma de agregar ainda mais valor à plataforma”, destaca Pedro Leal Noce, gerente de Inovação Digital da Raízen.

Dentre alguns dos desafios propostos para o hackaton estão: painel de gestão – plataforma analítica para gestão de transações e operação de frotas; recolha de nota fiscal – uma visão sistêmica da recolha de nota fiscal; identificação de veículos e controle de quilometragem; monitoramento do comportamento de consumo; soluções ou plataformas para gamificação e recompensa; dentre outros que poderão ser encontrados no edital do evento.

Além de identificar o melhor desafio que a startup se encaixa, elas terão que atender alguns requisitos, tais como: CNPJ ativo e capacidade técnica na área de Desenvolvimento de Softwares/Plataformas, segurança da informação e dados, assim como atender aos prazos estipulados pelo programa, além de um MVP (Produto Mínimo Viável).

Após o período de inscrições, os times de Shell Box e Pulse farão as análises e a convocação das selecionadas. Durante os três dias de maratona, que acontece de 28 a 30 de setembro, as startups selecionadas receberão instruções detalhadas sobre o desafio e os meios que poderão ser utilizados para o desenvolvimento dos projetos em conjunto com as squads do Shell Box. Todas as soluções apresentadas serão analisadas por uma banca avaliadora do evento, que irá considerar a usabilidade, inovação e desenvolvimento da tecnologia. As equipes vencedoras seguirão em projeto piloto e poderão ter sua solução contratada, tornando-se uma fornecedora de tecnologia do Shell Box, além de ganhar 1 ano de abastecimento com etanol nos postos Shell.

“Queremos que Shell Box seja cada vez mais uma plataforma de relacionamento com o nosso cliente, com inovações embarcadas que garantam agilidade e praticidade no seu dia a dia. Este Hackathon será um momento para vivenciarmos diversas experiências e ir da idealização de um projeto à entrega de uma solução completa, com co-criação e experimentação de novos conceitos”, afirma Marcelo Couto, diretor de Marketing da Raízen, licenciada da marca Shell.

Os interessados podem se inscrever até 28 de agosto pelo link: http://bit.ly/30RY5UM
Hackathon – Out of the box
Prazo de inscrição: 13 a 28 de agosto de 2020
Link para inscrição: http://bit.ly/30RY5UM
Realização online do Hackathon: 28 a 30 de setembro de 2020
Participação gratuita.

O mito da baixa produtividade no home office

Por Daniel Schwebel, Country Manager da Workana no Brasil

Antes de o mundo inteiro se ver tomado por uma pandemia que nos impôs repentinamente o isolamento social, implementar o trabalho remoto acabava por ficar restrito às poucas empresas que ousavam inovar – se é que em pleno século XXI ainda é possível chamar home office de inovação, e não de evolução natural para acompanhar as necessidades do mercado, da sociedade, e do desenvolvimento tecnológico. Hoje, a descentralização do trabalho se disseminou, e escancarou a pequenas, médias e grandes empresas que o temor da queda na produtividade não passava de falta de hábito, e até de certo conservadorismo acerca de relações corporativas não convencionais.

Cogitar adotar o teletrabalho estava, a meu ver, equivocadamente atrelado a assumir o risco de ter quedas expressivas nos resultados. O pensamento era de que não haveria progresso, mas a Covid-19 fez acelerar esse processo rumo à flexibilização do modelo antigo de trabalho, e os resultados mostram outra perspectiva sobre produtividade nesse novo modelo. De acordo com o relatório anual da Workana, para 71% dos executivos, o desempenho em casa está igual ou superior ao do escritório. Isso porque nem estamos experimentando um home office de fato, mas sim uma situação adversa com filhos e familiares em casa 24 horas, com a impossibilidade de sair, sob a ameaça de um inimigo invisível, e sem poder usufruir de vantagens do trabalho remoto – como a tranquilidade de trabalhar de qualquer lugar, e ter autonomia sobre os horários, por exemplo.

É inegável que se ganha em qualidade de vida, poupa-se tempo, e se vê praticamente desaparecer o estresse causado pelo trânsito – que em algumas cidades chega a tomar 3 horas do dia de um trabalhador que precisa se deslocar até o escritório. Abre-se a possibilidade de, nesse tempo extra, fazer novas atividades, estudar, se dedicar a um hobby que, até então, tinha ficado esquecido, fazer freelas, aproveitar mais a família. São inúmeros os benefícios, tanto que não é nada difícil entender porque 70% dos executivos brasileiros se sentem motivados a seguir remotamente depois do término do período de isolamento compulsório, e porque 81,9% deles acreditam que sua produtividade foi excelente ou muito boa .

Pela visão dos profissionais, os números são bastante positivos. Mas será o trabalho remoto benéfico também às empresas?

Para 31,4% dos líderes, manter a equipe produtiva foi o principal desafio durante a pandemia. 63,2% deles disseram ter notado que a produtividade dos funcionários aumentou ou permaneceu a mesma. Então, fazendo um balanço, tudo certo no quesito desempenho. Porém, trago uma reflexão importante sobre o quão fundamental a comunicação assertiva se tornou nessas relações à distância, e como o gestor tem um papel essencial à motivação dos colaboradores, pois é aqui que está a resposta sobre obter ou não sucesso com equipes remotas.

Minha percepção é de que talvez o mito da baixa produtividade no home office tenha sido criado pela dificuldade de adaptação das empresas aos novos desafios impostos por novos modelos de trabalho, como a preocupação com a saúde mental dos colaboradores, por exemplo. Portanto, o foco neste momento tem que estar sob a gestão. Estar sempre presente para direcionar, mas, ao mesmo tempo, ter empatia e deixar o funcionário livre para atuar de forma a extrair seu melhor, nos horários que achar melhor, e como se sentir melhor, é um grande passo. Mas o ponto-chave aqui acredito ser ouvir. E esse ouvir vai desde a opinião do empregado em relação aos processos diários, a como ele tem se sentido, do que precisa para desenvolver bem seu trabalho, se necessita de suporte psicológico, suporte técnico, e demais percalços que possam surgir. Não à toa, as empresas que mais se saíram bem durante a quarentena, foram as que ouviram e atenderam às necessidades dos funcionários, Neste ano atípico que está sendo 2020, evoluímos 5 anos em poucos meses no que tange trabalho remoto. Que com isso, nossos processos e nossa mentalidade acerca das diferenças – e das vantagens e desvantagens que elas trazem – também evoluam, porque estamos diante de um modelo trabalho que deve de consolidar e crescer a cada ano.

CIOs devem enfrentar os desafios da retomada pós-pandemia para manter relevância em suas empresas

Os Chief Information Officers (CIOs) aumentaram sua credibilidade dentro das organizações por conta da pandemia de COVID-19, mas eles terão de enfrentar desafios ainda mais complexos durante as etapas de recuperação dos negócios para manter este valor em alta. É isso o que indica a mais recente pesquisa divulgada pelo Gartner, Inc., líder mundial em pesquisa e aconselhamento para empresas.

De acordo com pesquisa realizada com CIOs de todo o mundo, batizada como o Gartner CIO Research Circle, 43% dos diretores e líderes de TI afirmam que o planejamento para a estratégia pós-COVID-19 de suas empresas já começou, enquanto 38% ainda indicam que estão lidando com os efeitos da pandemia – embora eles prevejam que suas empresas focarão exclusivamente na retomada em breve.

“Em muitas organizações, os CIOs foram fundamentais para lidar com o impacto inicial do COVID-19. As empresas continuam operando com uma grande carga de aplicações sustentadas pela área de TI, permitindo que uma boa parte da força de trabalho trabalhe em casa. Consequentemente, muitos diretores e especialistas agora têm uma nova oportunidade de se sentar à mesa, enquanto os executivos de negócios decidem a estratégia empresarial e quais linhas devem ser ampliadas e quais precisam ser reduzidas”, afirma Andy Rowsell-Jones, Vice-Presidente de Pesquisa do Gartner.

A pesquisa do Gartner mostrou que a crise do COVID-19 melhorou o relacionamento dos CIOs com os líderes de negócios, e que essa perspectiva gerou benefícios para os dois lados. Quase 75% dos entrevistados disseram que educaram seus CEOs e outros líderes seniores durante a crise, enquanto dois terços dos diretores de TI disseram que ganharam conhecimento das operações de negócios.

“O envolvimento aprimorado com o CEO se origina dos recursos de negócios fornecidos pela TI durante a resposta inicial à pandemia”, diz Rowsell-Jones. “Por exemplo, 67% dos CIOs disseram que assumiram a liderança de iniciativas de alto impacto durante o processo de trabalho neste período. Isso provavelmente se refere ao apoio às medidas de trabalho remoto para os funcionários, já que 70% dos CIOs listaram o suporte para o Home Office como sua realização de maior orgulho na resposta à crise. No entanto, essa boa vontade com o CEO desaparecerá rapidamente, a menos que os especialistas de TI possam estendê-la, ajudando a empresa a entregar outras iniciativas de alto impacto necessárias durante a recuperação.”

Concentre-se no próximo conjunto de desafios empresariais para manter o ímpeto – A pandemia de COVID-19 não desencadeou uma grande reorganização das áreas de TI e pode ter atrasado uma que já estava em andamento. Muitas equipes de TI, por exemplo, estavam em processo de mudança para um modelo de entrega mais centrado no produto quando a pandemia atingiu e substituiu esses planos por algo muito mais imediato. Entretanto, o que funcionou bem durante a resposta inicial à pandemia não levará a empresa ao sucesso enquanto as organizações redefinem sua estratégia.

Sendo assim, os CIOs terão que fazer mudanças substanciais para ajudar suas empresas a alcançar seus principais objetivos de negócios durante a recuperação. A pesquisa mostrou que os diretores e líderes de TI já reconhecem algumas das mudanças que precisam fazer na organização de suas estruturas, mas podem não perceber até que ponto precisam fazer as mudanças.

A pesquisa do Gartner perguntou aos entrevistados sobre as mudanças de prioridade que fizeram em resposta ao COVID-19. Uma grande porcentagem de CIOs fez de algumas coisas uma prioridade mais alta, incluindo mudar a cultura organizacional e alinhar as prioridades de negócios. No entanto, a maioria dos líderes que mudaram as prioridades o fizeram apenas em pequena escala, apenas o suficiente para lidar com a crise imediata.

“Para que a organização de TI desempenhe um papel maior no desenvolvimento e na execução da estratégia de negócios, os CIOs terão que fazer um grau muito maior de mudança em muitas áreas. Por exemplo, usar serviços em Nuvem para implementar aplicações de forma mais rápida para funcionários remotos pode representar uma mudança significativa na plataforma para algumas empresas, mas permanece dentro do reino das operações”, observa o analista. “Uma estratégia de TI orientada para os negócios provavelmente envolveria a construção de uma plataforma de tecnologia de negócios digital – uma tarefa longa e complexa.”

OLX abre mais de 60 vagas

A OLX Brasil, uma das maiores plataformas de compra e venda online do país, seleciona para diversas áreas e cargos em mais de 60 vagas abertas neste momento. A empresa, que tem escritórios em São Paulo e Rio de Janeiro, está trabalhando em regime remoto desde março deste ano por conta da pandemia da Covid-19.

São 40 vagas abertas para Tecnologia e Produto e 26 oportunidades para o núcleo corporativo (Marketing, Comercial, Financeiro, RH, Publicação, etc). Há posições para Desenvolvedor (a), Engenheiro (a) de Dados, Gerente de Tecnologia, Data Analyst, Data Specialist, Gerente de Produtos, Analista de Dados, Analista de Mídias, Consultor (a) Comercial, Analista de Processos, e outros. A empresa também seleciona para o Banco de Talentos (Comercial, Jovem Aprendiz, Estagiário e Profissionais com Deficiência).

“Além das vagas em diversas áreas, acabamos de lançar a OLX Pay, solução de pagamento digital, e precisamos aumentar ainda mais o time para continuarmos evoluindo com as nossas atividades e novos desenvolvimentos. Sendo assim, mantivemos as nossas contratações mesmo com a pandemia”, diz Sergio Povoa, CHRO da OLX.

O processo seletivo tem sido feito de forma online e os aprovados já iniciam suas atividades em formato home office. O perfil que a OLX busca é o de profissionais que se identifiquem com a cultura da empresa e que estejam dispostos a trabalhar em um ambiente dinâmico, diverso e com um time proativo, que acredita na sustentabilidade e na economia compartilhada.

Os interessados podem conferir as vagas e se candidatar no site da OLX, por meio do link. As posições têm sido preenchidas à medida que a empresa avalia e entrevista os candidatos.

Automação de processos é tendência entre mercados

O avanço da tecnologia cresce a passos largos e vêm contribuindo para diversas áreas de trabalho, como por exemplo, a jurídica. Se antes o trabalho manual era realizado somente por advogados e funcionários administrativos, hoje observamos uma grande demanda de robôs que otimizam o andamento de processos e aumentam a produtividade dos escritórios de advocacia. “Com essa tecnologia a empresa pode realizar consultas processuais em grandes volumes e até realizar levantamento de valores e outras informações, após nossos robôs capturarem diversos dados documentais” explica João Drummond, CEO da Crawly , startup especializada na criação de robôs personalizados para automação de rotinas de dados.

Outra área que observa um “boom tecnológico” é a imobiliária, que usa robôs de coleta de dados para gerar insights e trazer informação de diversos sites, simultaneamente e em grande volume. Esses robôs de captura de dados podem encontrar inúmeras informações sobre preço médio de uma região, “tempo de prateleira” de imóveis tanto para venda quanto para aluguel, cruzamento de dados de IPTU e registro de imóveis, enriquecimento com dados do IBGE, dentre outros.

Já a área fiscal é outro setor que vem sendo beneficiado com o uso do RPA. De acordo com uma pesquisa do Banco Mundial, o Brasil gasta mais de 1500 horas para pagamentos de tributos no ano.

Auxiliando as empresas a otimizar tempo e ter resultados assertivos, a Dootax , startup especializada em simplificação de tarefas fiscais, oferece soluções para a otimização de pagamentos de tributos Federais, Estaduais e Municipais, como IPI, PIS, COFINS, GNRE, DIFAL, ICMS, entre outros, por meio de um software que atua com a utilização de Robotic Process Automation (RPA), operando em escala de 24 por 7 e agilizando os processos.

“Em poucas palavras, automação fiscal é deixar o trabalho manual, repetitivo e que não agrega valor algum, nem para o profissional que executa, nem para a empresa, à cargo dos robôs”, explica Thiago Souza, co-founder e head de marketing da empresa.

Em meio à pandemia do novo coronavírus, a startup vem se destacando por minimizar a burocracia e auxiliar com eficácia as empresas do ramo hospitalar, que precisam agir depressa.

Como no caso da multinacional GE Healthcare. A empresa produz e distribui respiradores, máquinas de ultrassom e tomografia para grandes hospitais e os processos que antes demoravam várias horas e se a necessidade do hospital fosse em feriado ou fim de semana teria de aguardar pelo dia útil seguinte, agora são feitos em minutos, através do uso do software de automação fiscal.

Além de empresas de diversos setores, a startup também beneficia operações que atuam no e-commerce, agilizando os processos de logística para entregas interestaduais, graças à automação da parte fiscal para emissão e pagamento de GNRE que deve ser feito antes do transporte.

Aumento na utilização em âmbito mundial

A automação robótica de processos é uma forte tendência desse movimento de modernização das empresas, como foi apontada pelo estudo Global Industry Vision. Até 2025, a expectativa dos pesquisadores é que 10% das tarefas das empresas usarão essas soluções de automação no dia a dia do trabalho.

A força da liderança feminina e seu papel na busca pela representatividade das mulheres

Por Livia Rigueiral

Recentemente, uma imagem com mulheres líderes de países que se destacaram no combate ao coronavírus rodou as redes sociais. De acordo com a mídia e com especialistas, essas lideranças femininas foram donas das melhores estratégias contra a Covid-19. A Nova Zelândia – país que tem Jacinda Arden como primeira-ministra, por exemplo -, estava há quase um mês sem nenhum caso da doença. Porém, apesar dessa constatação positiva sobre mulheres ocupando cargos de liderança, é inevitável não lembrar que em 2018, as líderes políticas representavam somente dez dos mais de 150 chefes de estado eleitos.

Será que somos representadas? Ou melhor, será que nós mulheres estamos tendo as mesmas oportunidades que os homens no que tange liderar nações? O mesmo questionamento é válido para o mundo corporativo. Uma pesquisa da consultoria McKinsey revelou que, ao observarmos as empresas como um todo, a presença de executivas mulheres está maior. Mas, ainda assim, continuamos sendo minoria.

Por isso, trago à tona uma reflexão: Nós apoiamos umas as outras para crescermos juntas e sermos maioria?

Antes de fundar o Homer, em 2016, passei por outras empresas onde presenciei e vivi o preconceito de gênero. Para minha surpresa, notei que ele não está só nos homens, mas também em algumas mulheres que demonstram acreditar que promoções ou aumentos, por exemplo, só ocorrem quando há uma relação “diferenciada” entre os colaboradores e pessoas de cargos superiores – e não apenas graças a seu mérito e competência, que são os fatores que deveriam ser levados em conta. Isso está longe de ser apoiar alguém, e ver esse pensamento pairar na cabeça de muitos profissionais, independente do gênero, só me fez ter certeza que esse é um problema estrutural da sociedade e que tal atitude só faz reforçar o preconceito quanto à capacidade das mulheres.

Em relação à presença feminina em startups, a coisa não muda muito de figura. É perceptível que, por ser um mercado de tecnologia e inovação, muitos pensam haver menos espaço para as mulheres e, consequentemente, menos qualidade nas profissionais do sexo feminino. Isso porque existe um déficit muito grande delas nas chamadas carreiras STEM – Ciência, Tecnologia, Engenharia e Matemática na sigla em inglês -, o que faz com que tenhamos um número reduzido de CTOs e CEOs nas startups brasileiras. No entanto, felizmente já existem diversas ações que impulsionam as jovens a buscarem carreiras em áreas de tecnologia e na gestão de empresas do ramo, uma delas é promovida pela ONG Inspiring Girls, da qual sou voluntária e embaixadora .

Olhando para o caminho que percorri desde o início da minha carreira e agora em quatro anos como CEO de uma startup e sócia de um fundo de investimento, acredito que ser líder vai muito além de fazer uma empresa crescer e ganhar dinheiro. É desafiador, porque essa responsabilidade engloba criar um ecossistema justo e quebrar paradigmas para termos mais representatividade no mercado, e ainda sinto que, no mercado corporativo, faltam mulheres que puxam mulheres para cima. Por isso, esse é o papel que tenho buscado exercer como liderança feminina: contribuir para que outras mulheres tenham a oportunidade de crescer, ser líder ou, simplesmente, desempenhar funções que merecem ou almejam em suas carreiras.

É meu dever – mas também é seu – promover essa igualdade apoiada em princípios da diversidade e respeito mútuo. O que você tem feito por isso? Que tal começar por dar mais oportunidade a elas, e auxiliar em seu desenvolvimento? Garanto que muito resultado positivo há de vir, não só no âmbito profissional, mas pessoalmente falando – e até mesmo pensando como a sociedade num todo -, afinal, quem incentiva uma mulher está, indiretamente, ajudando também uma mãe, filha, irmã, esposa, a apoiar todos ao seu redor.

Livia Rigueiral, CEO do Homer, aplicativo pioneiro e gratuito que utiliza inteligência artificial para fazer conexões entre corretores imobiliários em todo o país.

A maior carga tributária do mundo sobre o consumo

Por Bruce Bastos Martins, advogado – Lobo & Vaz

Segundo o relatório de pesquisa (parcial) do Insper sobre tributação da renda no Brasil, o sistema tributário brasileiro é ineficiente e injusto: institui distorções que podem induzir a alocação ineficiente de recursos e sobrecarrega a renda do trabalho, sobretudo dos trabalhadores menos qualificados.

Assim, o Brasil consegue ter a maior carga tributária do mundo sobre o consumo, mas tem entre as menores sobre a renda da pessoa física. Daí a alíquota no Brasil de 27,5% de IRPF ficar tão distante da dos países da OCDE, que ultrapassa 40%. Nos EUA chega a 37%, por exemplo.

Empresas também são prejudicadas. Nos estudos apresentados, seria, pois, um enorme ajuste reduzir as alíquotas de IRPJ e CSLL dos atuais 34% para, pelo menos, a média da OCDE de 23,3%, compensando com uma tributação progressiva de IRPF sobre lucros e dividendos distribuídos. Afinal, o alto custo do crédito no país exige das empresas que reinvistam o seu lucro, notadamente os setores que requerem intensidade de capital.

Por tudo isto e mais o sistema torna-se ineficiente e injusto, desonerando as maiores rendas para sobrecarregar o trabalho desqualificado e a produção de capital intensivo nas indústrias e infraestrutura. Não por outro motivo o IRPF no Brasil representa 7% do total da arrecadação, enquanto a média da OCDE é de 23,9%, sendo 27,1% na Alemanha e 29,9% na Noruega. E não por outro motivo no Brasil a tributação sobre o consumo corresponde a 44,28% do total da arrecadação, enquanto a média da OCDE é de 32,4%, sendo 26,3% na Alemanha e 30,9% na Noruega.

Esta é a regressividade do sistema tributário, que, segundo o relatório, estimula inclusive a fuga de capitais do país e o investimento de portfólio no exterior. Lá o rendimento auferido é tributado na efetiva distribuição, sendo ainda mais gravoso quando se organiza por meio de holdings.

Deste jeito é possível o desenvolvimento? Enfrentar a desigualdade social é condição primeira sem o que não se resolve esta equação institucional. Quem afirma o contrário, decerto há muito parou de ler o que se sabe sobre o assunto. O progresso passa pelo combate imediato das causas que nos dividem socialmente como nação, a começar pela tributação.

8 dicas para preparar um currículo em inglês

O mercado de trabalho está cada vez mais competitivo e exigente, o inglês se tornou um diferencial de peso em processos seletivos. Pensando nisso, a Rockfeller Language Center selecionou oito dicas para quem deseja preparar um currículo em inglês e buscar o “emprego dos sonhos”. Confira, abaixo:

• Não use o Google Translate

O uso de um tradutor pode conter erros elementares e te deixar fora de um processo seletivo, é preciso ter cuidado na hora de preparar um currículo em inglês utilizando alguma plataforma de tradução, principalmente o Google.

• Invista em pesquisa

Escreva os “cursos e cargos” corretamente. Busque os cargos que você já trabalhou no Brasil, pois as nomenclaturas podem ser mais específicas em inglês e colocar o cargo correto pode te ajudar a se diferenciar.

• Escreva um “Cover Letter” (Carta de Apresentação)

Sabe aquela introdução que você escreve sobre você e seus objetivos? É isso, só que mais objetivo. Busque detalhar sobre os pontos positivos de sua carreira. Isso irá te ajudar a se destacar.

• Descreva suas experiências

Conte as suas principais atividades, começando pelas experiências mais recentes e as mais antigas para o final. Embaixo de cada “job”(trabalho), descreva como contribuiu para aquele determinado projeto, usando palavras como: Launch [Lançar], Direct [Dirigir, Guiar], Create [Criar], Lead [Liderar].

• Seja preciso

Por exemplo: “I led the (name) project, a sales effort that generated 2.3 million dollars in 18 months.” (Fui responsável pelo projeto (nome), em uma campanha de vendas que, em 18 meses, gerou um faturamento de 2,3 milhões de dólares). Não se esqueça: quanto mais específica a informação, mais bem informado o recrutador estará sobre as suas competências.

• Seja honesto

Se a empresa pede um “resume” (currículo) em inglês, este idioma é fundamental para seu novo “job” (trabalho), então, diga a verdade sobre o quanto você sabe. Nessas horas, os certificados internacionais são seus aliados.

• Escreva, leia e revise sempre

Garanta que seu “resume” (currículo) não tenha nenhum erro de gramática ou ortografia antes de enviá-lo. Em caso de dúvidas, peça ajuda aos seus amigos ou ao famoso dicionário. Eles nunca irão te decepcionar.

• Cuidado com a Gramática

Muita atenção aos tempos gramaticais. Um dos tropeços mais recorrentes é a diferenciação entre o “Simple Past” (passado simples) e o “Present Perfect” (presente perfeito). Lembre-se de que devemos usar o “Simple Past” para descrevermos as atividades concluídas, como cursos concluídos e os cargos que você já não ocupa mais. Para descrever seu cargo atual ou cursos e projetos ainda em andamento, utilize o “Present Perfect.”

Abaixo, a Rockfeller Language Center separou algumas palavras e expressões em inglês para ajudar na construção do currículo em inglês:

– Melhorar, implementar, gerar, organizar: “IMPROVE”, “IMPLEMENT”, “GENERATE”, “ORGANIZE.”

– Realizar: “CARRY OUT” ou “PERFORM”

– Criar: “ORGANIZE”, “DEVELOP”, “PUT TOGETHER”, “CARRY OUT (A PLAN)”

– Ser responsável: “RESPONSIBLE” ou “TO BE IN CHARGE OF”

– Cargo: “POSITION”

– Realização: “ACHIEVEMENT” e “ACCOMPLISHMENT”

– Conhecimentos de…: “KNOWLEDGE OF” ou “WORKING KNOWLEDGE OF…”

– Conhecimentos de Informática: “COMPUTER SKILLS”

– Estágio: “INTERNSHIP”

– Estagiário/a: “INTERN” ou “TRAINEE”

– Analista: “ANALYST”

– Experiência Profissional: “EXPERIENCE”, “WORK EXPERIENCE”, “PROFESSIONAL EXPERIENCE” e “POSITIONS HELD”

– Formação Acadêmica: “EDUCATION” ou “EDUCATIONAL BACKGROUND”

– Aluno de Graduação: “UNDERGRADUATE STUDENT”

– Aluno de Pós-Graduação: “GRADUATE STUDENT”

– Extracurricular: “EXTRACURRICULAR (COURSES, ACTIVITIES etc.)”

– Fazer curso: “TO TAKE A COURSE”

– Competências: Use “SKILLS” ou “SKILLS SET”.

Anahp busca as melhores soluções criadas por startups para encontro com lideranças do mercado de saúde

Em um mundo que vem se reinventando por conta da pandemia do novo coronavírus, a tecnologia tem se mostrado uma grande aliada na busca por soluções eficazes no setor de saúde. Com o objetivo de destacar as principais soluções encontradas no mercado, o Congresso Nacional de Hospitais Privados (Conahp), realizado pela Associação Nacional dos Hospitais Privados (Anahp), promove a terceira edição do Startups Anahp.

Esse ano, o programa conta com uma parceria inédita entre a Anahp e a techtools ventures, empresa que ajuda a acelerar a adoção de inovação e tecnologias inéditas em saúde, contribuindo para a redução de custos e aumento da qualidade dos serviços. A techtools dará a o suporte nas etapas de seleção das startups, analisando as soluções oferecidas pelas empresas participantes.

Serão escolhidas até 20 empresas que atendam aos critérios para que apresentem seu projeto. Após avaliação de um comitê especial, as 10 melhores startups serão convidadas a participar do Conahp, o principal congresso do setor hospitalar do Brasil, que este ano apresenta uma edição 100% digital e gratuita, com o tema “Lições da pandemia: desafios e perspectivas para o sistema de saúde”.

De acordo com José Mauro Vieira Jr., presidente da Comissão Científica do Conahp 2020, tecnologia e inovação são elementos fundamentais para o avanço do setor da saúde. “Em um momento de pandemia, como o que enfrentamos atualmente com a covid-19, fomentar novas ideias e soluções é uma forma de contribuir diretamente com a saúde da população. É fundamental darmos visibilidade para essas iniciativas no mercado de saúde”, destaca.

As 10 startups selecionadas ganharão uma área especial na plataforma do evento para apresentar sua iniciativa: espaço com possibilidade de exposição de vídeo, catálogo e chat para contato direto com o público. Além disso, as três melhores empresas serão escolhidas para participar de um debate com o presidente da techtools ventures, Jefferson Plentz, que será veiculado durante a programação do evento.

“Participar de desafios como o Startups Anahp colabora com a nossa expertise de conectar as necessidades dos hospitais com as novas soluções trazidas pelas startups, além de nos ajudar no mapeamento constante que fazemos do que existe de mais novo entre as health techs. Vamos avaliar as startups de acordo com a nossa metodologia proprietária e exclusiva denominada STREM, que analisa características de gestão, viabilidade do produto e potencial do mercado”, explica Plentz.

As inscrições estão abertas e devem ser feitas até o dia 11 de setembro, pelo site do Conahp , por empresas de até 20 funcionários e faturamento anual de até R$ 2 milhões, com visão clara do potencial para o mercado nacional. O regulamento completo pode ser conferido aqui .

Cronograma:

10.08.2020 – Abertura das inscrições para a sessão Startups Anahp
11.09.2020 – Encerramento das inscrições
15.09 a 30.09.2020 – Avaliação das soluções das startups – fase 1
01.10.2020 – Devolutiva para startups
26.10.2020 – Pitch Day – fase 2
30.10.2020 – Devolutiva para as 20 selecionadas
16.11 a 20.11.2020 – Exposição online no CONAHP 2020 das 10 finalistas

Mastercard apresenta novas Fintechs parceiras do programa Start Path na América Latina

A Mastercard anuncia a expansão do portfólio de fintechs na iniciativa Accelerate, acrescentando quatro empresas ao Start Path, seu programa de engajamento de startups. A companhia também fechou parcerias com cerca de 50 novos negócios na área de tecnologia para a rede Engage, fornecendo acesso a especialistas que podem ajudar os clientes a implantar novos serviços de forma rápida e eficiente.

Os programas Start Path e Engage da Mastercard têm como principal objetivo ajudar marcas emergentes a evoluírem seus negócios, apoiando suas iniciativas e fornecendo os recursos necessários.

“Há muitos anos, a Mastercard é a parceira preferida das Fintechs na América Latina e nosso sucesso é resultado de muita colaboração e confiança”, disse Kiki del Valle, Vice-Presidente Sênior da Mastercard LAC Digital Partnerships. “À medida que continuamos a viver a dramática mudança na direção dos pagamentos digitais, nunca houve um momento mais empolgante para ajudar marcas emergentes a crescer e expandir seus negócios – apoiando os seus programas hoje e fornecendo aquilo que sabemos que precisarão nas próximas décadas”.

Mastercard Start Path

As quatro fintechs da América Latina que entraram para o programa Start Path são:

• Bit Capital: empresa brasileira que oferece uma plataforma de banco aberto baseada em blockchain, que permite aos clientes entregar seus próprios produtos financeiros digitais com segurança e rapidez.

• Aper: faz parcerias com instituições financeiras para desenvolver seus próprios mercados de e-commerce, permitindo que entrem em um novo mercado, façam vendas cruzadas de produtos financeiros e se protejam de fintechs e disruptores tecnológicos.

• Finerio Connect: a primeira interface de programação ponta a ponta de aplicativos de gestão de finanças pessoais e bancárias abertas da América Latina que capacita fintechs e instituições financeiras a criar soluções personalizadas e rápidas.

• Juvo: analisa os dados da rede móvel para construir identidades financeiras para 68% dos adultos em todo o mundo que não possuam histórico de crédito formal. A solução única da Juvo permitiu que centenas de milhões de consumidores em toda a América Latina e sudeste da Ásia construíssem identidades financeiras, permitindo às instituições financeiras atender a novos segmentos.

Desde 2014, a Mastercard já convidou mais de 230 startups em estágio avançado em todo o mundo para participar de seu programa virtual de seis meses de duração, fornecendo orientação técnica, suporte operacional e compromissos comerciais dentro do ecossistema da empresa.

O Start Path avalia mais de 1.500 aplicativos a cada ano e seleciona aproximadamente 40 startups que ofereçam as tecnologias mais promissoras e demonstrem condições de escala. As startups da rede já levantaram US$ 2,7 bilhões em capital após participarem do programa e colaboram com a Mastercard, grandes bancos, comerciantes e outras organizações de alto perfil.

Mastercard Engage

As expectativas do consumidor estão evoluindo mais rapidamente do que nunca e os bancos, instituições financeiras e players digitais buscam uma agilidade ainda maior para levar novas soluções ao mercado. O alcance global e as raízes locais da Mastercard permitem que ela fomente uma rede forte e cuidadosamente selecionada de parceiros de tecnologia qualificados com base nos padrões da Mastercard e nos requisitos do setor. A Mastercard está expandindo seu programa Engage para oferecer suporte a um número ainda maior de soluções e proporcionar melhores oportunidades de aprendizado e promoções para parceiros.

O Engage identifica, atende e promove uma rede de mais de 170 parceiros estratégicos conformes com a certificação e as regras da Mastercard para construir e implantar novas soluções em nome de fintechs, bancos e comerciantes. Somente no primeiro trimestre de 2020, a Engage assinou quase 50 novos negócios com parceiros como Antelop, Giesecke+Devrient Mobile Security, MeaWallet, Netcetera, Payair e Thales em toda a Europa, América Latina, Ásia Pacífico, Oriente Médio e África.

O fortalecimento das capacidades dos parceiros de tecnologia é ainda mais crítico em tempos de crise, portanto as fintechs podem inovar mais rapidamente e atender melhor aos consumidores e empresas. O Engage habilitou mais de 200 milhões de cartões para apoiar o crescimento financeiro e a entrada no mercado de fintechs em todo o mundo. Recursos adicionais estão agora disponíveis para parceiros no novo site do Mastercard Engage.

GFT Brasil abre mais de 100 vagas

A GFT, empresa global referência em tecnologias exponenciais para transformação digital e projetos ágeis, anuncia a abertura de mais de 100 vagas para atender um projeto de inovação e fazer parte da criação de um banco digital. Os profissionais de todo o país podem se inscrever no processo seletivo, que ocorre no formato digital.

As posições são voltadas para as áreas de Java, arquiteto AWS, NOde.JS, Front-end, Mobile e Full Stack. Não é necessário ter ensino superior na área, já que companhia oferece incentivos à programas, treinamentos, certificações, graduação e pós-graduação. Todas as oportunidades são para trabalho remoto neste momento, podendo haver mudanças após a pandemia.

Além dessas oportunidades, a companhia anunciou recentemente que está com 154 posições abertas para Arquitetura e Desenvolvimento de Softwares, Analistas de Testes e Gestão de Projetos.

Desde o início da pandemia, a companhia também investiu em processos de seleção e contratação digitais. Os novos contratados começam a trabalhar de forma remota e recebem em casa o kit de boas-vindas e os equipamentos para desenvolver as atividades. Os profissionais também participam de treinamentos, bate-papos digitais, landing com o presidente e iniciativas culturais.

Ao longo deste ano, a GFT já contratou mais de 350 colaboradores, sendo 183 no período de isolamento social, reforçando que a companhia tem no seu DNA a excelência digital. “A GFT busca sempre por inovações e pelas melhores respostas e soluções para os nossos clientes. É uma característica intrínseca. Isso nos permite agir rapidamente diante de situações complexas e a nossa expansão contínua é um reflexo dessa concepção”, complementa Santos.

Para se candidatar às vagas, acesse o site: http://jobs.gft.com/search

Abstartups e Sebrae anunciam speakers internacionais e nacionais no CASE+Startup Summit 2020

Após anunciar a união da Conferência Nacional de Startups e Empreendedorismo (CASE) e do Startup Summit, a Associação Brasileira de Startup , o Sebrae e a ACATE confirmam os nomes dos primeiros palestrantes que farão parte do casting de mais de 300 especialistas do maior evento digital de empreendedorismo da América Latina.

Totalmente online e gratuito, os participantes poderão compartilhar do conhecimento de nomes como Brad Feld (cofundador da aceleradora Techstars); Alphonse Voigt (cofundador e CEO da Ebanx); Stelleo Tolda (cofundador e COO do Mercado Livre); Fabricio Bloisi (CEO do iFood); Christine Tsai (CEO da 500 Startups); Lincoln Ando (cofundador e CEO da Idwall); Claudio Franco (CMO da Gympass); Florian Hagenbuch (cofundador e CEO da Loft); Ana Bavon (sócia fundadora da B4People); Camilla Junqueira (diretora da Endeavor) e Ariel Lembrecht (cofundador da 99).

Em formato inovador, o CASE + Startup Summit 2020 apresentará conteúdos 24h por dia. Pela manhã, o público poderá acompanhar conteúdos administrados pelos patrocinadores e, à tarde, terão a oportunidade de participar dos painéis principais em quatro palcos simultâneos. A primeira edição acontece entre 19 e 23 de outubro, e espera reunir mais de 20 mil participantes de todo o Brasil e América Latina.

Ao todo serão 14 trilhas de conteúdo que abordarão temas importantes dentro do ecossistema de startups, como tendências em marketing, vendas, tecnologia, produtos, internacionalização e captação de talentos, entre outras discussões compartilhadas por grandes nomes nacionais e internacionais. O evento contará ainda com salas de networking e de negócios, promovendo assim um ambiente propício para novos projetos, conexões e para compartilhar conhecimento.

Para os interessados, a programação inicial e outras informações podem ser encontradas no http://www.casestartupsummit.com.br/

Curitiba testa app que monitora distanciamento em locais de grande fluxo

Imagens de simulações do funcionamento do aplicativo Distância2 nos terminais de Curitiba. Ilustração: IPPUC

A Inteligência Artificial (IA) é uma ferramenta de Curitiba para a prevenção e controle do novo coronavírus. Nas próximas semanas, administração municipal dará início a testes do aplicativo Distância2 para monitorar o distanciamento social em tempo real em locais de grande fluxo de pessoas. A cidade é a primeira do Brasil a utilizar o aplicativo em ações de combate à covid-19.

Desenvolvida pelo Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID) e disponibilizada sem custo ao município, a plataforma utiliza a infraestrutura de câmeras de vídeo instalada na cidade e algoritmos de IA para medir a distância das pessoas nos locais monitorados.

A parceria com o BID para o uso do aplicativo tem o suporte do Instituto de Pesquisa e Planejamento Urbano de Curitiba (Ippuc) e da Urbs. Os testes estão previstos para os terminais do Boqueirão, Capão Raso, Pinheirinho, Portão e Santa Cândida. As estações-tubo da Praça Carlos Gomes, nos sentidos Boqueirão e Pinheirinho, Praça Rui Barbosa sentido Pinheirinho, Eufrásio Corrêa e Estação Central também estarão incluídas. Os encaminhamentos técnicos estão em curso. Serão 10 câmeras em um primeiro momento. A fase inicial é a de coleta das informações através das imagens e, após isso, será iniciada a fase de construção de ferramentas de inteligência.

Como funciona

O sistema possui um painel de controle para fornecer dados úteis para a tomada de decisões, de acordo com os parâmetros que a cidade determina (por exemplo % de pessoas a menos de 2 metros de distância em cada unidade de tempo). Em caso de aglomerações é possível emitir alertas para que as pessoas possam guardar distância segura entre si.

Nenhuma informação privada de indivíduos é utilizada, uma vez que nenhum traço particular ou característica única é analisado. As pessoas são detectadas anonimamente e a distância entre elas é estimada.

Os testes do Distância2 serão iniciados a partir das câmeras instaladas nos terminais de transporte. O modelo pode ser replicado em outros locais de grande movimento na cidade e com infraestrutura de monitoramento, como parques e ruas comerciais.

O Distância2 já está em operação nos países vizinhos em cidades como Buenos Aires, Bogotá, Medellin, e Quito, no Equador, além de mais nove cidades em território equatoriano.

O aplicativo tem interface com circuitos fechados de TV (CCTV), em Curitiba disponíveis no Centro de Controle Operacional (CCO) que integra o sistema de monitoramento da cidade. O Distância2 permite, além de detectar pessoas e mensurar a distância, o registro das informações em base de dados ou armazenamento na nuvem, a geração de indicadores e a formatação de mapas de calor para a avaliação dos horários de picos de movimento em polos de grande fluxo.

A ferramenta recebe o vídeo, processa as informações a partir de IA e entrega um conjunto de dados que podem ser visualizados. O processamento é feito nos frames que compõem o vídeo e consiste em detectar pessoas na cena observada pela câmera e estimar a distância entre elas.

A entrega de dados gera arquivos ou estruturas para Bancos de Dados, com as informações geradas pelo algoritmo. Ao mesmo tempo, é gerado um streaming de vídeo com as marcações feitas pela ferramenta para visualizar o processamento em tempo real. Um painel padrão também é gerado para visualizar os dados de forma agregada e facilitar sua compreensão.

Fonte: Prefeitura de Curitiba

O que você precisa saber sobre segurança bancária durante a Covid-19

Por Luciano Quintela, Diretor de Serviços Financeiros da Unisys para a América Latina

O momento atual trouxe novos hábitos financeiros para a população brasileira. Mesmo quem não abria mão de ir até uma agência bancária teve de se adaptar ao uso de aplicativos e sites para realizar transações financeiras. Mas o uso da internet para acessar seus dados bancários pode ser uma porta de entrada para cibercrimes. Vemos, inclusive, grandes instituições reforçando suas comunicações sobre como se proteger de invasões de hackers e roubo de dados. Tais crimes podem começar com simples armadilhas, como falsas ligações e e-mails, até sofisticados e inimagináveis golpes financeiros, como sequestro de dados.

É de se esperar que durante um pico de conexões remotas para trabalho e realização de tarefas pessoais, haja também crescimento de cibercrimes financeiros. De acordo com o Índice Unisys de Segurança, apurado em 2020 durante a Covid-19, 80% dos brasileiros afirmam estar muito ou extremamente preocupados com fraudes bancárias, contra a marca de 75% em 2019.

Felizmente, é possível tomar medidas simples para aumentar a segurança de nossas informações financeiras:

• Garanta que seu banco trabalhe com múltiplas camadas de segurança, como encriptação de dados, logout automático, programação antivírus e anti-malware, isolamento dinâmico de dados, firewalls, autenticação multifator e tecnologias biométricas.

• Não informe suas senhas de acesso ou dados de token a ninguém por telefone, nem por mensagem de texto ou e-mail. Nem mesmo o seu banco lhe solicitaria esses códigos, exceto para validar uma transação financeira que você mesmo esteja realizando.

• Se o aplicativo do seu banco oferecer ferramentas de autenticação multifator, invista um tempo para cadastrar seus dados, como a impressão digital o reconhecimento facial.

• Garanta que baixou e está utilizando o aplicativo oficial do seu banco. Muitos golpistas criam aplicativos parecidos com o de bancos para ter acesso a dados de usuários.

• Nunca utilize um wi-fi público para acessar seu banco. As redes de wi-fi abertas (ou sem senhas) podem ser facilmente invadidas.

• Caso esteja acessando um site e não um aplicativo, verifique as URLs para ter certeza de que estão protegidas (ou seja, contém o https ou o ícone de bloqueio visíveis).

• Mude suas senhas periodicamente e utilize combinações longas e que contém letras minúsculas e maiúsculas, números e símbolos.

• Configure alertas para transações realizadas na sua conta. É possível receber notificações no celular a cada transação, por exemplo.

Como os hackers podem atuar

Trojans bancários são aplicativos disfarçados de uma ferramenta qualquer, como um jogo, um serviço de streaming. Essas aplicações são projetadas para rastrear seus movimentos online. Ou seja, quando você abre sua conta bancária em um dispositivo (computador ou celular) infectado por um trojan, suas credenciais podem ser roubadas sem que você perceba. .

Os golpes de phishing podem ser realizados por e-mail, telefone e mensagens de texto. Normalmente os criminosos estão disfarçados de outras instituições. Os métodos podem ser a solicitação de dados ou o incentivo ao clique em um link, que descarrega silenciosamente um malware ou software que passa a rastrear seu dispositivo e abre janelas para roubos de dados. Um exemplo clássico: você recebe um e-mail de um endereço que, à primeira vista, parece ser do seu banco. Você assume que é seguro e clica em um link ou responde com informações privadas. Nesse momento, você pode ter compartilhado dados com um hacker.

Não quero desencorajar as pessoas a confiar na tecnologia. Pelo contrário, acredito que a tecnologia está no centro de magníficas transformações nos negócios e na sociedade. No mundo bancário, posso mencionar uma ação tão simples e, ao mesmo tempo, extraordinária: apontar a câmera do celular a um boleto e pagá-lo em 10 segundos ou fazer transferências com poucos cliques.

No entanto, crises como a Covid-19 desencadeiam grandes preocupações com saúde pessoal que podem ser aproveitadas por golpistas. Ao trabalhar de casa, as pessoas podem ter uma falsa sensação de segurança e não perceberem que seus dados estão sob ameaça. Nesse caso, a informação e a prevenção são ferramentas-chave para se proteger e seguir colhendo frutos dos benefícios da revolucionária transformação digital.

PepsiCo impulsiona mulheres no empreendedorismo com o programa Mulheres com Propósito

A PepsiCo, uma das maiores empresas de alimentos e bebidas no mundo, tem entre suas prioridades contribuir com a promoção da equidade de gênero. Como reflexo desse direcionamento, a operação brasileira já conta com 44% de mulheres em posições de liderança, e a meta é atingir 50% até 2025. Dentro dessa premissa, a companhia também incentiva a representatividade feminina da porta para fora, no mercado de trabalho, por meio do programa Mulheres com Propósito que, em parceria com o FUNDES América Latina, potencializa o empreendedorismo feminino no país com capacitação de mulheres que desejam iniciar ou melhorar seus negócios.

O Mulheres com Propósito visa aumentar a receita das participantes e facilitar a incorporação de seus negócios na cadeia de valor. Ao todo, mais de 900 mulheres já passaram pelos encontros desde seu lançamento em 2018 no Brasil; na América Latina foram 10 mil impactadas diretamente, colhendo bons frutos.

O programa foi desenvolvido com foco em três frentes: ampliar oportunidades no mercado de trabalho, abrir o próprio negócio e planejar a vida profissional e financeira. A capacitação acontece por meio de quatro oficinas e também com a disponibilização de uma plataforma on-line com diversos cursos com temas que permeiam a criação ou aprimoramento de seus próprios negócios, passando por aulas desde precificação até comunicação.

Após a conclusão dos cursos do Mulheres com Propósito, aquelas que sentem necessidade de um olhar ainda mais individual para os seus empreendimentos, podem se candidatar à etapa de Mentoria. Em seguida, é realizada uma seleção de acordo com o perfil do negócio e quantidade de mentoras disponíveis. Na mentoria, as empreendedoras têm acesso a um acompanhamento personalizado junto com uma mentora, que divide ferramentas e conteúdos que podem trazer impacto positivo no desenvolvimento do negócio; além de aumentar o networking e abrir portas para novas oportunidades.

Com o apoio de 21 funcionárias PepsiCo voluntárias – considerando a pluralidade de cargos, sendo estagiárias, analistas, coordenadoras, gerentes e diretoras da companhia -, as empreendedoras receberam orientação durante quatro meses. As mentoras têm como missão identificar os pontos que devem ser reforçados ou modificados nos negócios, a fim de melhorar os resultados e sanar dúvidas ou problemas preexistentes.

Durante a pandemia, a etapa de Mentoria foi realizada pela primeira vez no formato totalmente on-line, respeitando os direcionamentos do isolamento social. O foco foi continuar apoiando essas mulheres a seguirem firmes neste novo cenário ainda mais desafiador, enxergando oportunidades e adaptando os negócios para que pudessem sobreviver ao período e impulsionar os seus resultados a longo prazo. ​

A vice-presidente de Finanças da PepsiCo Brasil, Flávia Schlesinger, foi uma das mentoras do Mulheres com Propósito em 2020. Para ela, o mais importante é que a iniciativa é um exercício de escuta. “A gente joga luz nos pontos fortes da mentorada e também identifica suas oportunidades. Saímos do programa inspiradas pela troca de experiências e pelo compartilhamento da nossa jornada pessoal”, afirma a executiva.

“Um ano tão atípico, onde as dificuldades do dia a dia têm nos mostrado tanto nossas fortalezas, quanto nossas fraquezas. Aprendemos a importância da resiliência e da ajuda ao próximo. Foram quatro meses de encontros, ajudando outras mulheres na busca pelo empreendedorismo”, afirma Adriana Carpinelli, especialista de Planejamento Financeiro da PepsiCo, que também atuou como mentora.

“Meu negócio cresceu 75% na pandemia”

A empreendedora Renata Pereira Santos, 47 anos, de Ermelino Matarazzo, Zona Leste de São Paulo, viu seu negócio deslanchar durante a pandemia. Ela tem um charmoso estabelecimento: o Café Quintal de Casa. “Quis remeter à experiência que temos na casa da nossa avó, quando sentamos e comemos bolo, batemos papo. Orientada por minha mentora do Mulheres com Propósito, implantei o sistema de delivery, mesmo eu sendo resistente a esse processo até então, e obtive um crescimento de 75% no faturamento da minha empresa”, conta Renata, que já está reformando o espaço para receber seus clientes com ainda mais conforto após a pandemia.

“Me senti abraçada”

Claudionice Rosa de Oliveira, 25 anos, de São Paulo, criou uma startup na área de franchising, a Dimo. A iniciativa é voltada para quem tem o desejo de ter seu próprio negócio, mas não possui 100% do capital. Com o programa de mentoria da PepsiCo, ela teve a possibilidade de ingressar em duas aceleradoras. “Eu me senti muito abraçada com esse projeto, pois encontrei mulheres negras que tinham as mesmas dores que as minhas. A mentoria foi um laço perfeito para esse presente que foi o Mulheres com Propósito na minha vida”, comenta.

“Aprendi a enxugar os custos”

A empreendedora Andrea Vilas Boas dos Santos Jorge, 45 anos, é proprietária da pizzaria Mestre Babbo, no bairro da Mooca, em São Paulo. Ela participou do Mulheres com Propósito no final de 2019 e realizou a mentoria em junho de 2020. Para ela, ambas as iniciativas abriram oportunidades para aprimorar o seu negócio. “Eu percebi que tinha de buscar informação para continuar meu empreendimento de forma profissional. Um exemplo é como fazer o fluxo de caixa e fui orientada pela minha mentora a adquirir um software para essa finalidade. Também aprendi a usar o WhatsApp como ferramenta de fidelização dos meus clientes. Na pandemia, como o meu forte já era delivery, recebi orientações mais voltadas a enxugar os custos fixos, o que foi fundamental”, afirma a empresária.

No segundo semestre de 2020, as turmas de capacitação terão aulas 100% on-line, com o objetivo de formar 200 mulheres até o final do ano; a meta até 2025 é qualificar 2 mil mulheres no Brasil. O formato virtual também possibilitará atingir todos os estados brasileiros, e apoiar mulheres por todo o país.

IBM revela os primeiros desafios da Maratona Behind the Code

No próximo sábado, 15 de agosto, começam os desafios da Maratona de programação mais esperada do ano, que já está com as inscrições abertas. Pela IBM, queremos compartilhar com você uma prévia de quais serão os primeiros desafios que devem ser resolvidos pelos desenvolvedores do Brasil.

Desafios em português

O primeiro desafio ficará a cargo da Cocamar Cooperativa Agroindustrial – cooperativa com 8 indústrias e mais de 80 unidades operacionais no Norte e Nordeste do Paraná, São Paulo e Mato Grosso do Sul, que conta atualmente com mais de 15 mil associados que atuam na produção de soja, milho, trigo, café e laranja. Os desenvolvedores usarão o IBM Visual Recognition, serviço na IBM Cloud que permite identificar, classificar e procurar conteúdo visual usando machine learning, para criar um agrônomo virtual para auxiliar na detecção de pragas nas lavouras de soja.

O segundo desafio ficará a cargo da UNINASSAU – Centro Universitário e Faculdades Maurício de Nassau, presente em todos os estados das regiões Nordeste, além do Pará e Brasília, por meio das quais oferece mais de 500 cursos de graduação, pós-graduação, técnico e Educação a Distância. Os desenvolvedores precisarão usar o IBM Watson Studio, plataforma de machine learning focada no campo de análise de dados, e o IBM Watson Assistant, a API do Watson para a criação e desenvolvimento de interfaces conversacionais ou chatbots, para criar um tutor cognitivo para alunos EAD usando modelos de classificação.

Sobre a Maratona Behind The Code

A Maratona Behind the Code tem como objetivo encontrar os melhores desenvolvedores da América Latina. A competição de codificação virtual sem precedentes reunirá desenvolvedores para resolver desafios de negócios do mundo real através do uso de tecnologias disruptivas como AI, IoT, Blockchain e Kubernetes, entre outras, todas disponíveis na IBM Cloud. As inscrições estão abertas e podem ser efetuadas pelo site http://ibm.biz/maratona.