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Via Varejo abre vagas para as áreas de Tecnologia e Segurança da Informação, Saúde e Crédito

A Via Varejo, empresa que administra a Casas Bahia, o Pontofrio e o Extra.com, está com vagas abertas para profissionais das áreas da Saúde do Trabalho, Tecnologia e Segurança da Informação e Crédito.

As vagas são para Médico(a) do Trabalho, Enfermeiro(a) do Trabalho, Enfermeiro(a) de Segurança do Trabalho, Analista de Modelagem Pleno, Analista de Políticas/Estratégias de Crédito Pleno, Consultor(a) de Políticas/Estratégias de Crédito, Consultor(a) de Cyber Security — Red e Especialista em Engenharia Cloud.

Além de salário comissionado, os colaboradores efetivados também terão como benefícios o vale alimentação, PLR (Participação nos Lucros e Resultados), convênios médico e odontológico e parcerias educacionais com algumas universidades que garantem descontos nas mensalidades de cursos superiores ou de pós-graduação e licença maternidade e paternidade estendida.

Para participar, os interessados devem se cadastrar no site de vagas da companhia http://viavarejo.gupy.io/.

Linx anuncia mudanças na estrutura de Big Retail

A Linx, líder e especialista em tecnologia para o varejo, anuncia novidades para a vertical de Big Retail. Daniel Mayo, que antes liderava a diretoria comercial do segmento, assume agora como diretor executivo da área responsável por suportar grandes varejistas, como lojas de departamento, moda, farmácias e home centers.

Ao mesmo tempo, Roberta Valle Caribé foi contratada como a nova diretora comercial de Big Retail, ocupando o antigo posto de Mayo. Formada em Marketing pela Universidade Presbiteriana Mackenzie e com MBA Executivo pelo Insper, a executiva acumula passagens por empresas de renome, como Getnet, Rede, Ambev e First Data Corporation.

Daniel Mayo, que está na Linx há 20 anos e também é responsável pela expansão da empresa na América Latina por meio do braço internacional Napse, comenta a movimentação: “a vertical de Big Retail vem passando por transformações significativas nos últimos meses. Com a nova estrutura, reforçamos o nosso compromisso de entregar as melhores soluções para o varejo omni nos grandes varejistas”.

Para Roberta Valle Caribé, o desafio é animador. “Chego na Linx em um período de grande evolução da empresa como um todo, especialmente da área de Big Retail. Estou empolgada com a responsabilidade que me foi dada e pretendo aplicar a experiência que adquiri nas últimas empresas pelas quais passei para continuar fazendo a vertical crescer”, conta a executiva.

Entre os varejistas atendidos pela vertical de Big Retail da Linx estão Renner, Pernambucanas, Centauro e Leroy Merlin.

Evento gratuito em SP discutirá os desafios das mulheres na tecnologia

O WallJobs, em parceria com a Cognizant, uma das maiores empresas de tecnologia do mundo, realizará a segunda edição do Meet Up – Mulheres na Tecnologia, que discutirá os desafios da mulher na tecnologia e como continuar conquistando esses espaços. O evento, gratuito, será realizado no dia 3 de março, no InovaBra Habitat.
A iniciativa foi criada com o objetivo de compartilhar conteúdos e ideias por mais mulheres na tecnologia. As palestras, que visam a apoiar e trazer insights e discussões sobre o tema, são combustível tanto para mulheres que estão estudando e buscam uma oportunidade na área, quanto para as que estão passando por transição de carreira.
“Nosso objetivo é estimular, treinar e capacitar mulheres para atuar na área de tecnologia da informação, hoje um mercado predominantemente masculino”, diz Carla Catelan, Head de Aquisição de Talentos da Cognizant. “Apoiar iniciativas como essa vai ao encontro dos valores organizacionais da companhia, que estão voltados à inclusão e diversidade.”
O evento contará com a presença de três mulheres profissionais:
Esteffany Souza, da Cognizant . Com uma trajetória de cinco anos no mercado, formada em sistemas para internet, iniciou a carreira como analista de suporte e hoje atua como especialista de ferramentas Google em um grande cliente da multinacional Cognizant. Trará o tema Softskills na área de tecnologia.
Vanessa Me Tonini, da Alura , uma das maiores plataforma de cursos on-line, instrutora e desenvolvedora de software na Caelum há mais de dez anos, estudante de mestrado em ciência da computação no IME/USP. Também faz parte da coordenação do coletivo hacker feminista Marialab . Ela falará um pouco sobre Métodos Ágeis: Entregando Software Feliz.
E por fim, Por mais Mulheres em TI, Grace Borges, da Fatech Girls . Professora de programação na Fatec São Paulo, responsável pelo Grupo Fatech, formada em processamento de dados pela Fatec, mestrado em ciências da computação pela USP, e mestrado em engenharia de sistemas pela UFABC.
As inscrições para o Meet Up – Mulheres na Tecnologia devem ser realizadas neste link: http://meetupmulheresnatecnologia.splashthat.com/

MetrôRio passa a aceitar pagamento por aproximação Mastercard

Uma parceria entre a Mastercard e o MetrôRio, empresa do grupo Invepar, permitirá, a partir de 21 de fevereiro, que os passageiros do metrô efetuem o pagamento da tarifa por aproximação com os cartões Mastercard habilitados com tecnologia NFC (Near Field Communication). A forma de pagamento estará disponível em todas as três linhas e 41 estações de metrô do Rio de Janeiro.

As tarifas poderão ser pagas apenas aproximando do validador cartões de crédito, débito, smartphones, smartwatches ou pulseiras de pagamento, democratizando a alternativa para os cidadãos cariocas e turistas estrangeiros que visitarem a cidade, já que os cartões emitidos fora do País também serão aceitos.

“Já aceitamos cartões por aproximação desde abril de 2019 e a partir de agora aceitaremos Mastercard. Continuaremos trazendo inovações e facilidades aos nossos clientes” disse Charles de Sirovy, diretor comercial do MetrôRio.

“Agora, consumidores Mastercard poderão utilizar o transporte público da cidade com o mesmo cartão ou dispositivo que utilizam para suas compras diárias, tirando a necessidade de se ter dinheiro no bolso”, explica João Pedro Paro Neto, presidente e CEO da Mastercard Brasil e Cone Sul. “A tecnologia de pagamento por aproximação traz agilidade e praticidade para a cidade, já que é cerca de 10 vezes mais rápida que o pagamento em dinheiro”, finaliza.

Projeto pioneiro e olho no futuro

A Mastercard é pioneira na implementação da tecnologia de pagamento por aproximação no transporte público na América Latina, tendo realizado o primeiro projeto em 2017 em todos os ônibus da frota da cidade de Jundiaí (SP). A empresa também implementou os pagamentos por aproximação em diversas estações de trem do Rio de Janeiro. Em setembro de 2019, a empresa também iniciou o projeto piloto de pagamento por aproximação nos ônibus de São Paulo.

Sobre o pagamento por aproximação

Rápido, prático e seguro, o pagamento por aproximação oferece a conveniência de fazer transações apenas aproximando os dispositivos em um leitor habilitado. Os pagamentos por aproximação são ideais para transações de baixo valor e situações que requerem uma velocidade de pagamento maior para diminuir filas.

Allianz Risk Barometer 2020: Cyber aparece, pela 1a vez, como a principal ameaça global para as empresas

Pela primeira vez desde o início da pesquisa, os Incidentes Cibernéticos (39% das respostas) ocupam o 1º lugar global como o risco comercial mais preocupante, de acordo com o Allianz Risk Barometer 2020, tendo Interrupção nos Negócios (BI) (37%) na segunda posição. As ameaças cibernéticas vêm crescendo rapidamente nos últimos anos, impulsionadas pelo fato de as aumentarem a dependência de dados e sistemas de TI e devido ao histórico de incidentes high-profile. Há sete anos, cyber ocupava o 15º lugar, com apenas 6% de respostas.

Mudanças de Legislação e Regulamentações (3o lugar com 27%) e Mudanças Climáticas (7a posição — 17%) foram as ameaças que tiveram as maiores arrancadas, principalmente em decorrência da guerra fiscal entre China e EUA, Brexit e pela preocupação das empresas e nações também com o aquecimento global. A pesquisa anual que mapeia os riscos aos quais empresas do mundo todo estão sujeitas, é realizada pela Allianz Global Corporate & Specialty (AGCS) e mostra, este ano, a visão de um recorde de 2.718 especialistas, incluindo CEOs, gestores de risco, corretores e profissionais da área de seguros.

“O Allianz Risk Barometer 2020 destaca que riscos cibernéticos e as mudanças climáticas são dois desafios importantes para os quais as empresas precisam voltar sua atenção nesta nova década,” afirma Joachim Müller, CEO AGCS. “Existem muitos outros riscos, porém se os executivos e gestores de risco não cuidarem especialmente de cyber e da questão climática, isso terá um impacto significativo na performance das companhias, nos resultados financeiros e na reputação da empresa. O planejamento frente a essas ameaças demonstra tanto uma vantagem competitiva quanto uma questão de resiliência em uma era de digitalização e aquecimento global”.

América do Sul: planejamento contra imprevistos
Ao passo em que, mundialmente, o principal perigo as empresas são os ataques cibernéticos, companhias sul-americanas estão mais preocupadas com a Interrupção nos Negócios. Primeiro colocado no ranking Brasil (33%) e Colômbia (35%), este é um risco que reflete a necessidade de as empresas pensarem em planos de prevenção e de contingência para os mais diversos incidentes. “BI pode muitas vezes ser somente a ponta do iceberg em termos de perdas para uma empresa. Um sinistro de Interrupção de Negócios pode desencadear diversos outros, levando uma companhia a perdas inimagináveis”, comenta Glaucia Smithson, CEO AGCS América do Sul.

A importância da prevenção e do planejamento, além do diálogo próximo e aberto entre empresa e seguradora são fundamentais para minimizar os riscos e as perdas. “Trabalhando de maneira bem próxima com o cliente, nós podemos oferecer uma análise da operação e da natureza da companhia, avaliando quais os riscos que podem afetá-la e o que o cliente pode fazer para diminuir ou até mesmo eliminar os riscos em sua operação. A AGCS trabalha com uma rede global integrada de especialistas que podem desenhar, junto com nosso cliente, modelos de prevenção e planos de contingência, além de termos um processo de sinistros muito eficiente e parceiro dos clientes, que fazem a diferença quando a operação de uma empresa está parada”, completa a executiva.

Ameaças cibernéticas continuam a evoluir
Além de ser o risco número 1 no mundo, Incidentes Cibernéticos estão no top 3 de muitos dos países entrevistados: Áustria, Bélgica, França, Índia, África do Sul. Coreia do Sul, Espanha, Suécia, Suíça, Reino Unido e Estados Unidos. As empresas enfrentam quebras de dados cada vez maiores e mais custosas, um aumento nos casos de ransomware e spoofing, além de multas e litígios decorrentes desses incidentes. Uma mega quebra de dados — comprometendo mais de um milhão de registros — agora pode custar aproximadamente $42mi[1], aumento de 8% comparado ao ano passado. “Os incidentes estão se tornando cada vez mais prejudiciais, visando cada vez mais empresas grandes, com ataques sofisticados e demandas pesadas de extorsão. Cinco anos atrás, uma demanda típica de ransomware estaria na casa das dezenas de milhares de dólares. Agora eles podem estar na casa dos milhões,” afirma Marek Stanislawski, Vice Diretor Global Cyber AGCS.

A extorsão é apenas uma parte do problema: as empresas podem sofrer grandes perdas de BI devido à indisponibilidade de dados, sistemas ou tecnologia críticos, seja por meio de uma falha técnica ou por um ataque cibernético. “Muitos incidentes são resultado de erro humano e podem ser mitigados por treinamentos de conscientização da equipe, que ainda não são uma prática rotineira nas empresas.,” completa Stanislawski.

Interrupção nos Negócios — uma ameaça antiga com novas causas
Após sete anos no topo, BI cai para a segunda posição no Allianz Risk Barometer. No entanto, a tendência para perdas de BI maiores e mais complexas continua inabalável. As causas estão se tornando cada vez mais diversas, variando de incêndio, explosão ou catástrofes naturais a cadeias de suprimentos digitais ou até violência política. “As plataformas e cadeias de suprimentos digitais hoje permitem total transparência e rastreabilidade de mercadorias, mas um incêndio em um data center, uma falha técnica ou uma invasão pode trazer grandes perdas de BI para várias empresas que confiam e compartilham o mesmo sistema e que não podem voltar atrás aos processos manuais ”, diz Raymond Hogendoorn, Diretor Global de Sinistros de Property e Engenheria AGCS.

As empresas também estão cada vez mais expostas ao impacto direto ou indireto de protestos, manifestações civis ou ataques terroristas. “O ano passado foi de grande mobilização popular em vários locais como Hong Kong, França, Chile, Bolívia e Colômbia, resultando em danos a propriedades públicas e privadas, interrupção em diversos negócios e até mesmo serviços básicos à população”, relembra Smithson.

Mudanças de Legislação e Regulamentações aparecem como terceiro risco na pesquisa, uma posição acima de 2019. Sanções, Brexit, tarifações e protecionismo foram citados como as principais preocupações. Só em 2019 foram cerca de 1.300 novas barreiras de comércio implementadas. A disputa comercial EUA-China aproximou a tarifa média dos EUA a níveis vistos pela última vez na década de 1970. “Diretrizes comerciais estão se tornando apenas mais uma ferramenta política para muitos fins diferentes, como diplomacia econômica, influência geopolítica ou política ambiental”, explica Ludovic Subran, Economista-Chefe da Allianz. “Esse ativismo não se restringe aos EUA: se espalhou pelo Japão e Coréia do Sul, Índia e UE”.

Novos desafios regulatórios na próxima década se concentrarão no impacto ambiental, descarbonização e mudanças climáticas. “A regulamentação de sustentabilidade da UE nada mais é do que uma virada no jogo. O impacto nas empresas será tão amplo quanto o das novas regras de contabilidade e proteção de dados foram no passado ”, diz Subran.

Mudanças climáticas trazem maior complexidade de risco
As Mudanças Climáticas alcançaram seu patamar mais alto — 7o lugar — em toda a história do Risk Barometer e é um dos três principais riscos na região Ásia-Pacífico, sobretudo na Austrália, Hong Kong, Índia e Indonésia. Um aumento nas perdas físicas é o que os gestores de risco mais temem ( 49% das respostas) já que a elevação do nível dos oceanos, períodos de secas severos, tempestades intensas e inundações ameaçam fábricas, ativos fixos, redes de transporte e energia que conectam cadeias de abastecimento. Há ainda a preocupação com impactos operacionais (37%), tais como realocação de unidades e potenciais impactos regulatórios e de mercado (33% e 35%). As empresas precisam estar preparadas para um aumento na quantidade de litígios futuros –casos de mudança climática direcionados a ‘empresas de carbono’ já foram apresentados em 30 países ao redor do mundo, com a maioria dos casos nos EUA.

“Há uma crescente conscientização entre as empresas de que os efeitos negativos do aquecimento global acima de dois graus Celsius terão um impacto dramático”, diz Chris Bonnet, Diretor de Serviços Empresariais ESG na AGCS. “A falta de ação desencadeará ações regulatórias e influenciará as decisões de clientes, acionistas e parceiros de negócios. Ignorar as mudanças climáticas custa mais do que lidar com elas. Portanto, toda empresa precisa definir seu papel, posição e ritmo para sua transição durante a mudança climática – e os gestores de risco precisam desempenhar um papel fundamental nesse processo. ”

6 práticas campeãs dos líderes digitais do mundo

Qual o segredo para aproveitar tecnologias digitais como inteligência artificial (IA), computação em nuvem, blockchain, internet das coisas, segurança, entre outras, na era digital? O Institute for Business Value (IBV), divisão de IBM Services, conduziu um estudo com 1.500 executivos C-level, cerca de 10% deles da América do Sul, para identificar as características e estratégias das empresas que estão se destacando nesse cenário.

Essas organizações líderes estão ganhando em quase todas as frentes, como crescimento, lucratividade, e conduzindo uma transformação digital de amplo espectro, com 6 estratégias principais: orquestrando ecossistemas e plataformas digitais, construindo confiança para fortalecer a marca, reimaginando o comportamento do cliente, fazendo a curadoria de dados que “pensam” e “agem”, criando um ambiente de aprendizado exponencial e promovendo uma cultura de inclusão.

“As conclusões do estudo estão alinhadas com o que observo nas empresas latino-americanas com as quais trabalhamos na jornada de reinvenção digital. Essas estratégias estão cada vez mais naturais e evidentes e vêm sendo fundamentais para impulsionar a transformação que precisa ser feita rumo a uma empresa cognitiva. Além de orquestrar tecnologias exponenciais para gerar eficiência e inovação, elas têm uma obsessão por repensar os desejos de seu cliente e por criar uma cultura de aprendizado contínuo”, diz Thais Marca, gerente geral da IBM Services na América Latina.

6 segredos vencedores:

1) Orquestrar ecossistemas e plataformas digitais: Os líderes relatam que as plataformas digitais estão em ascensão, com a possibilidade de crescimento da receita e lucratividade para as empresas. 81% já são orquestradores de plataformas de negócios. Quando questionados sobre quais modelos comerciais e operacionais suas organizações estão adotando ou considerando para o futuro, a maioria dos entrevistados declarou sua intenção de atuar como integradores de recursos em uma cadeia de valor. A maioria das empresas concorda com a importância das plataformas de negócios para o futuro de suas organizações.

2) Construir confiança para fortalecer a marca: A confiança é um ingrediente-chave. 93% dos entrevistados mencionam a reputação da marca como o aspecto mais crítico de seus negócios. As pessoas tendem a confiar mais nas outras pessoas do que em instituições. É importante aproveitar esse poder da influência, talvez oferecendo os benefícios de “pertencer” a algo maior que eles mesmos. O resultado? Uma experiência holística de marca que enfatiza a importância de todas as partes.

3) Reimaginar o comportamento do cliente: Os líderes vencedores estão reimaginando mudanças rápidas nas atitudes do cliente e personalizando suas experiências usando técnicas de design e marketing. Para 89% dos líderes, a maior prioridade e o objetivo único dos negócios é melhorar a experiência do cliente. De fato, eles estão mais focados nisso do que em qualquer outro objetivo, incluindo o lançamento de novos produtos e serviços, a entrada em novas regiões e crescimento no mercado.

4) Fazer curadoria de dados que “pensam” e “agem”: 85% dos líderes cultivam e fazem curadoria de uma grande quantidade de dados, transformando ideias em ações. Rapidamente, eles integram tecnologias de “pensamento”, como IA e automação. Assim, usam também robótica e modelos de inteligência artificial para repensar processos e fluxos de trabalho.

5) Criar um ambiente de aprendizado exponencial: Quase 90% dos entrevistados usam self learning para implementar uma cultura de aprendizado exponencial, humano e mecânico, em toda a organização. Os sistemas de inteligência artificial e computação cognitiva baseados em deep learning usam combinações de processamento algorítmico, linguagem natural e recursos de machine learning para permitir que pessoas e máquinas interajam mais naturalmente.

6) Promover uma cultura de inclusão: Por fim, as empresas líderes são inclusivas com seus funcionários, redes de parceiros e clientes e, ao mesmo tempo, geram experiências personalizadas para todos. Eles sabem que a diversidade da força de trabalho é chave. 96% dos principais executivos da amostra compartilham sua visão corporativa para unir e inspirar funcionários. Eles entendem que movimentos disruptivos só podem ser alcançados compartilhando uma visão forte, única e criando uma organização engajada e inspirada.

Para acessar o relatório completo, clique aqui.

 

 

Automation Anywhere anuncia primeira solução integrada de descoberta de processos

Automation Anywhere , líder global em Automação Robótica de Processos (RPA, na sigla em inglês), anuncia hoje a primeira solução integrada de descoberta de processos por inteligência artificial (IA) do mundo, que observa o comportamento no ambiente corporativo e analisa as aplicações empresariais para identificar e automatizar processos administrativos de ponta a ponta.

O Automation Anywhere Discovery Bot utiliza IA e aprendizado de máquina para captar e analisar ações de usuários automaticamente, a fim de descobrir etapas comuns e repetitivas de processos conforme os empregados usam os diferentes aplicativos administrativos. Então, prioriza as oportunidades de automação de acordo com o potencial de retorno sobre investimento (ROI) e cria bots de RPA para automatizar essas tarefas – acelerando a jornada de automação de processos.

Pesquisa realizada pela Automation Anywhere mostra que quase 80% das tarefas administrativas manuais e repetitivas, tanto de front como de back office, que podem ser automatizadas ainda não foram descobertas. Os métodos manuais tradicionais de descoberta de processos são lentos e demorados, e têm ROI incerto.

A nova tecnologia inteligente de descoberta de processos – desenvolvida na plataforma inteligente de automação nativa da nuvem da Automation Anywhere – utiliza anos de investimento em RPA, IA e aprendizado de máquina para acelerar a descoberta e a automação de processos. Sendo uma solução zero-client, pode ser facilmente aplicada na empresa inteira e permite que usuários, TI e desenvolvedores colaborem na mesma interface baseada na web e reduzam o tempo que gastam para entender os fluxos de trabalho nos processos administrativos.

Até 2023, estima-se que cerca de 50% dos novos bots de software sejam gerados dinamicamente por meio de descoberta de processos movida a IA – e, já em 2024, as organizações poderão contar com uma redução nos custos operacionais de até 30% graças a essa tecnologia, segundo o Gartner Research. ¹

“Em 2020, a adoção da RPA continua ultrapassando outras tecnologias, com as organizações buscando iniciativas de transformação digital mais agressivamente. No entanto, ao mesmo tempo, os clientes têm dificuldade até de entender quais processos deveriam automatizar”, afirma Prince Kohli, diretor executivo de Tecnologia da Automation Anywhere. “Com o Process IQ, eles obtêm uma compreensão abrangente de todos os processos de suas empresas, podem estabelecer prioridades em seu backlog de automação e, com um só clique, criar e implantar novos bots para processos repetitivos, tudo isso cinco vezes mais rápido do que com as abordagens tradicionais.”

“Quase dois terços do tempo que se leva para automatizar um processo empresarial é dedicado a entender como o processo de fato funciona dentro da organização”, diz Amardeep Modi, diretor de Prática do Everest Group. “A solução de descoberta de processos da Automation Anywhere pode ajudar as empresas a acelerar substancialmente o ritmo da automação e viralizar a automação.”

Automation Anywhere Discovery Bot já está disponível para clientes preliminares e será disponibilizado para todos nos próximos trimestres.

Para saber mais, acesse aqui .

Mazars alerta para os desafios e diferentes modelos tributários para empresas de softwares

O Brasil é um dos maiores mercados do mundo para as indústrias de software e serviços de alto valor. Por conta do complexo sistema tributário brasileiro, nos âmbitos municipal, estadual e transacional, os investidores estrangeiros adotam estratégias diferentes nos negócios localizados no país.

“A adoção da tributação indireta permite que as autoridades fiscais brasileiras fiquem menos preocupadas com os típicos modelos de negócios globais desse segmento de indústria e com os resultados na pesada taxação para o governo”, afirma Fagner Souza, líder da área de tax da Mazars, auditoria e consultoria empresarial.

Para ter um negócio no Brasil, as empresas não residentes no país podem adquirir companhias brasileiras, estabelecer subsidiárias, taxas de licenciamento ou firmar contratos de serviços com clientes locais, sem estabelecer uma presença. “Agora, caso o plano seja ter presença, o principal veículo de investimento é a sociedade de responsabilidade limitada (LLC). Nesse caso, ela está relacionada ao impacto comercial no relacionamento com clientes locais”, acrescenta Souza.

Esse modelo de negócios é baseado em acordos para acréscimo de custo. “A subsidiária brasileira recebe uma taxa de comissão com base na plena concorrência para suporte de marketing e vendas, no caso o pré e o pós-vendas”, diz Souza.

Souza ainda alerta que os diferentes modelos de negócios geram diversas consequências tributárias. Por exemplo, os pagamentos devidos por eles podem ser tratados como royalties, taxas de serviço e, eventualmente, como bens intangíveis.

“O tratamento fiscal de SaaS, IaaS e PaaS também é muito importante nessa discussão, como os acordos contratuais, impacto fiscal e questões de estabelecimento permanente. Cada plataforma possui especificações que podem acionar uma tributação diferente, mesmo se combinadas com tecnologia não turva. Os contratos globais, geralmente, exigem ajustes locais e uma linguagem tributária que leve em conta as especificidades das regulamentações brasileiras é crucial”, finaliza o executivo.

Bancos batem recorde de lucro em 2019, mas fintechs exigem adaptação rápida, aponta Capital Research

Especialistas da casa analisam resultados de 2019 dos grandes bancos brasileiros e traçam seu cenário futuro

A economia brasileira passou por grandes transformações nos últimos dois anos, impulsionada por um cenário de baixa taxa de juros e inflação controlada. Por conta disso, os investidores precisaram partir em busca de novas modalidades de investimento para obter retornos maiores, enquanto as projeções apontavam a retomada do crescimento. No entanto, segundo avaliação da Capital Research, para as grandes instituições bancárias, as mudanças estão sendo ainda mais profundas.

“A chegada das fintechs, empresas de serviços financeiros com base em tecnologia, ameaçam o reinado dos tradicionais bancos brasileiros e as projeções já indicam mudanças nos resultados em 2020. Acostumados a ocuparem um lugar privilegiado e não serem incomodados, eles viram a concorrência aumentar com a chegada de novos players ao segmento”, comenta Ernani Reis, analista da casa de análises.

Diante desse cenário, a Capital Research avalia que os bancos foram obrigados a acelerar seus processos de digitalização, na tentativa de acompanharem o ritmo de lançamento das fintechs. “A iniciativa também vem acompanhada de uma grande transformação na logística de pontos físicos e busca por melhor eficiência financeira. Dessa forma, só em 2019, Itaú, Bradesco e Santander fecharam 430 agências e demitiram quase sete mil funcionários, principalmente por meio dos programas de demissão voluntária”, avalia o especialista.

Na tentativa de arrumar a casa, os três bancos alcançaram recorde nos resultados anuais, somando um lucro líquido de R$ 86,6 bilhões em 2019. Mas, segundo os analistas da casa de análises independente, a comemoração é singela e a indicação veio do mercado. “Se nos respectivos dias em que os balanços foram divulgados, as ações do Itaú (ITUB4) apresentaram alta moderada de 1,69%, Bradesco (BBDC4) alta de 1,93% e Santander (SANB11) queda de 2,24%, para 2020, o mercado já espera a desaceleração do crescimento do lucro líquido das instituições privadas, que deve ficar entre 5% e 9% no ano, de acordo com o consenso Bloomberg”, comenta Reis.

Para o analista, o maior temor dos investidores neste momento é de que os lucros futuros e dividendos dos bancos tradicionais sejam impactados pela concorrência de fintechs, como Nubank, Inter, C6 e Creditas. No entanto, ele também ressalta que “entram nessa conta empresas de tecnologia, como Google, Amazon e Facebook, que já contam com plataformas de pagamentos e ensaiam expandir seus serviços financeiros no momento em que o Banco Central estuda meios de implementar uma base única de compartilhamento de informações, conhecido como open banking.”

A Capital Research salienta que é importante observar que, apesar do ambiente competitivo, os grandes bancos ainda têm ampla margem de manobra. “A expectativa atual ainda é de crescimento sustentado com o aumento do crédito e da continuidade do programa de redução de agências, mas, nos quesitos tecnologia e market share, os bancos buscam a atualização das plataformas digitais, firmando parcerias e aquisições ou incubando suas próprias versões de fintechs”, diz Ernani Reis, que cita exemplos como o do Itaú com a XP; do Bradesco com a Ágora; e do Santander com a PI Investimentos.

Ainda segundo análise da casa, é possível dizer que o setor está passando por uma transformação que põe em contraste a velocidade das novas fintechs e a estrutura dos grandes bancos, que, em algum momento, devem se convergir e estancar a diluição do market share. Diante disso, a recomendação da instituição para o investidor é ter paciência e cautela para acompanhar os próximos resultados, fundamentos e tendências, mas sem considerar que os grandes bancos estão ameaçados de extinção. “Afinal, pensar no longo prazo e na geração de valores ainda é a melhor estratégia para se construir patrimônio”, encerra Ernani.

BB cada vez mais na briga

Ainda na esteira dos resultados divulgados pelos grandes bancos, a Capital Research fez um relatório sobre o Banco do Brasil, instituição que tem seu papel recomendado pela casa de análises na sua Carteira Recomendada de Ações. Para o analista Felipe Silveira, “o Banco do Brasil está reduzindo a diferença de rentabilidade em relação aos grandes bancos privados do país”.

Para sustentar esse argumento, Silveira destaca o ROE (return on equity, retorno sobre o patrimônio líquido) do Banco do Brasil. No relatório consta que, enquanto em 2018 a média do ROE dos bancos privados era de 20,3% e a do Banco do Brasil, apenas 13,9%. Em 2020, o ROE médio de Itaú, Bradesco e Santander foi de 22,0%, enquanto o do BB foi de 17,3%, ou seja, uma redução de 6,4 pontos percentuais para 4,7 p.p.

O analista, porém, ressalta um problema no balanço divulgado pelo banco público. “O Banco do Brasil, assim como todos os outros bancos grandes, ‘aproveitou’ o ganho não recorrente de crédito tributário, devido ao aumento da CSLL para lançar um grande provisionamento de PDD e de contingências, todos apenas no lucro contábil, o que faz a diferença entre esse e o lucro recorrente não parecer tão grande. Nada, porém, que comprometa a perspectiva positiva sobre o banco, que atingiu todas as projeções para o ano que havia estabelecido previamente”, analisou Silveira.

5 dicas para ser uma Empresa Pró-Ética

Por Flávia Mommi

O Empresa Pró-Ética é uma iniciativa pioneira da Controladoria-Geral da União (CGU), com envolvimento do Instituto Ethos e outras instituições, para promover no Brasil um ambiente corporativo mais íntegro, ético e transparente. Ter este reconhecimento exige muito além da adesão por um programa de compliance robusto.

A última edição bienal, equivalente ao período de 2018 e 2019, contou com a participação de 373 empresas. Embora o número seja expressivo, o que surpreende é quantidade de organizações aprovadas e reconhecidas como Empresas Pró-Ética, permanecentes a um seleto grupo de 26 companhias. De acordo com a avaliação feita pelo comitê gestor do Empresa Pro Ética, mesmo próximas, muitas organizações tiveram dificuldades em demonstrar a efetividade do programa de compliance.

Tal proximidade se dá porque estas empresas investem em elementos essenciais do programa de compliance, como código de ética, ações de treinamento e comunicação, canal de denúncias e processo de apuração. Entretanto, o que pode levar uma empresa a não atingir a pontuação mínima? O que ainda precisa ser feito?

Para auxiliar as companhias na conquista deste reconhecimento, listei cinco dicas a fim de ajudar no momento de preparação. Vamos a elas:

1. Realizar o mapeamento de riscos de compliance – Ainda há muitas empresas que ignoram o mapeamento de riscos de compliance ou fazem sem seguir as melhores práticas. Um bom diagnóstico é fundamental para ter um plano de ação e mitigar os riscos da companhia.

2. Implantar indicadores de gestão – Os indicadores de compliance permitem acompanhar e avaliar continuamente a efetividade do programa. Isso possibilita o aperfeiçoamento e definição de estratégias de melhoria nas áreas e nos processos de maior atenção. Devem abranger os oito passos do programa efetivo de compliance.

3. Ser transparente – Muitas empresas têm programa de compliance robusto, porém não dão a devida atenção quando o assunto é transparência. Vale ressaltar que o termo relações transparentes não é referido somente a questões obrigatórias por lei e regulamentação. É preciso adota-lo na prática como um dos pilares da gestão.

4. Registrar e organizar as evidências – O maior desafio é demonstrar a efetividade e a constante evolução do compliance. Há casos de empresas que realizam o treinamento sobre a lei anticorrupção e esquecem de gerar uma evidência, como colocar uma lista de presença ou de fotografar o evento.

5. Considerar que não haverá a auditoria in loco – Até o momento e, diferentemente de certificações, como a ISO 37.001, o regulamento do Empresa Pró-Ética não prevê auditoria in loco para testar a efetividade do programa de compliance. Tal checagem é feita apenas em empresas estatais. Por isso, no momento da aplicação é fundamental que as organizações tenham em mente a importância das evidências como fotos, relatórios, dentre outros procedimentos.

Dada as dicas é ideal as empresas interessadas se prepararem logo na implementação das ações necessárias de manutenção. Se o plano de treinamento contemplar ações em novembro deste ano, estas serão consideradas somente na edição 2022 e 2023 tendo em vista as regras atuais. Na mesma linha, ações realizadas no primeiro semestre de 2020 deverão ser consideradas na edição 2020/21. Ou seja, o momento é propício para buscar a coroação de anos de trabalho contínuo. Boa sorte!

Flávia Momii, gerente de compliance na ICTS Protiviti,

Caminhões do futuro são conectados e ecológicos

A moving truck on a highway. Blue graphics around the truck visualize an advanced driving technology.

A Terceira Conferência de Perspectivas de Veículos Comerciais da DEKRA, em Berlim, contou com profissionais das áreas de política, indústria, pesquisa e transporte para discutir o potencial de tecnologias inovadoras para telemática e veículos comerciais. As discussões abordaram questões como: segurança ativa, direção automatizada, conexão em rede inteligente, mobilidade eletrônica, redução de CO2, digitalização e telemática.

Com o avanço tecnológico na indústria de veículos comerciais na última década, os caminhões mudaram a imagem negativa que tinham como sendo veículos barulhentos, poluentes e causadores de acidentes. Porém, mesmo com um considerado progresso, a indústria de veículos comerciais ainda enfrenta desafios que podem definir processos e decisões de investimento nas empresas de transporte e logística nos próximos anos. Um exemplo disso diz respeito aos sistemas automatizados de direção, digitalização, conexão em rede ou sistemas de tração alternativos.

As principais forças desse setor automotivo ficaram claras durante os dois dias de conferência. Uma plateia com cerca de 300 convidados e renomados palestrantes de diversas áreas de atuação discutiram a necessidade de ação para a otimização sustentável com eficiência, clima e segurança no trânsito. “Nossa Conferência deste ano analisa as megatendências que definirão amplamente o transporte rodoviário de mercadorias nos próximos anos”, ressalta em seu discurso de abertura o Diretor Administrativo da DEKRA, Automobil GmbH, Jann Fehlauer.

Redução de CO2 e proteção em acidentes de curva à direita

No que diz respeito à mudança climática, os participantes concordaram que todos deveriam se unir para alcançar as ambiciosas metas da União Europeia. De acordo com as resoluções da Comissão da UE, os caminhões devem reduzir suas emissões de CO2 em 15% até 2025 e em até 30% até 2030.

A segurança rodoviária de veículos comerciais também foi tema abordado na conferência. O fato de o assistente de curva poder aumentar significativamente a segurança dos usuários desprotegidos nas estradas foi respaldado pelos comentários a respeito da solução da Mercedes-Benz Trucks e as soluções de retrofit, disponibilizadas por empresas como a Luis Technology, a Wüllhorst Fahrzeugbau e a Edeka Südbayern.

Dieter Schoch, da Daimler AG, aproveitou a oportunidade para anunciar que a Mercedes-Benz começou recentemente a oferecer o assistente de curva disponível de fábrica desde 2016 como uma solução de retrofit para vários modelos das séries Actros, Arocs ou Econic. Schoch também prometeu que a quinta geração do Assistente de Freio Ativo com detecção de pedestres será instalada em todos os novos caminhões Actros e Arocs na Europa como padrão a partir de janeiro de 2020.

Telemática inteligente

No congresso, especialistas e profissionais da indústria e de pesquisa também analisaram a situação atual e os desenvolvimentos em andamento nos sistemas telemáticos de veículos e reboques, tendo como destaque os benefícios para as empresas de logística e transporte, controle e economia.

A telemática foi apontada pelo reitor da Faculdade de Tecnologia da Universidade Estadual Cooperativa de Baden-Wuerttemberg, Heinz-Leo Dudek, como a pioneira na digitalização de transporte e logística. Segundo Dudek, a digitalização no setor de transportes já atingiu um estágio muito avançado, mas que, se tratando de big data, por exemplo, na forma de plataformas de computação digital, ainda não foi suficientemente compreendida.

Direção automatizada: desafios para inspeções veiculares

Considerando que quase 90% dos acidentes de trânsito são causados por erro humano, os sistemas de assistência ao motorista e as funções de direção automatizada oferecem potencial de segurança, prevenindo erros humanos ou reduzindo suas consequências.
“É preciso garantir neste contexto que os sistemas sejam testados de forma abrangente no decorrer de seu desenvolvimento e no contexto de aprovação de tipo. Além disso, os sistemas precisariam funcionar de forma confiável durante todo o ciclo de vida do veículo, assim é possível testá-los em inspeções constantes” enfatiza Jann Fehlauer.

A segurança do veículo deve ser garantida durante todo o ciclo de vida e, na era digital, isso só pode ser feito com base no acesso direto e independente aos dados relevantes de inspeção e funções de diagnóstico no veículo.

Como melhorar a eficiência da sua empresa

Por Roni Franco

Passada a época de festas e recesso, pode-se dizer que, finalmente, o ano produtivo começou. É época de dar “play” nas estratégias de negócio já estabelecidas e elaborar os planos ainda não traçados.

Por isso, é imprescindível, também, avaliar as perdas e/ou desperdícios do período anterior: ver se uma quantia muito alta foi gasta em algo que não proporcionou rendimentos para a empresa ou que pode ser barateado; avaliar se compensa manter aquele equipamento que sempre precisa de reparos; e analisar despesas que possam ser reduzidas, dentre outras economias viáveis. A capacidade de realizar esse diagnóstico e buscar formas de agregar melhorias está relacionada a um conceito muito importante: eficiência operacional.

Para atingi-la, no entanto, não é simples e tampouco imediato. É preciso analisar o todo, pois mudanças aparentemente “inofensivas” podem fazer com que seu propósito seja atingido a curto prazo, mas, no futuro, causar prejuízos para a empresa. Por exemplo: dispensar um colaborador é uma medida válida para cumprir meta de diminuir os gastos, mas é preciso avaliar se a falta dele ou de sua posição fará com que a operação fique prejudicada, o que, por fim, acaba refletindo no cliente final.

Considerando todas essas variáveis, é importante estabelecer prazos e metas para a equipe. Isso pode parecer óbvio, mas, em algumas empresas, não é algo tão cobrado ou reforçado. É importante sempre estipular prazos e metas para que seus colaboradores saibam o quanto eles têm de produzir em determinado período. Dessa forma, eles conseguem organizar-se melhor e realizar as tarefas com mais foco. Mas, importante: antes de qualquer coisa, é preciso avaliar se a quantidade de trabalho está adequada para o tempo estipulado. Pressionar o colaborador não fará com que ele seja mais eficiente, mas apenas mais rápido, o que não significa que ele entregará um serviço de qualidade.

Investir em tecnologia também é importante. Às vezes, pagar uma quantia para um técnico “ressuscitar” aquele computador é mais barato do que comprar um novo, mas coloque na ponta do lápis: quantas vezes ele já foi reparado? Quanto tempo ele fica inoperante, até seu conserto? E quanto isso causa de prejuízo para seu negócio? Investir num equipamento novo pode parecer oneroso em curto prazo, mas, com o passar do tempo, será notória a melhora da eficiência na empresa.

E isso vale para qualquer tipo de tecnologia ou solução. Por exemplo, você pode utilizar um Portal de Assinaturas para formalizar os documentos da sua companhia por meio do Certificado Digital ou assinatura eletrônica. Há, também, a opção de inserir essas funcionalidades no sistema da sua companhia. Trata-se de um investimento que torna o processo de assinatura de contratos mais rápido e menos oneroso, uma vez que não há uso de papel e gastos com transporte e armazenamento físico. Do início ao fim, tudo é realizado on-line.

Por fim, atentar-se ao mercado também faz parte. Sabe aquele ditado “O inteligente aprende com os próprios erros, enquanto o sábio aprende com os erros dos outros”? Ele se aplica perfeitamente neste item. Isso porque estar por dentro do que os concorrentes diretos ou indiretos estão fazendo colabora para que se possa adaptar estratégias ou evitar aquelas que não apresentaram bons resultados — o que, consequentemente, será mais um empurrãozinho para que não se gaste mais tempo ou dinheiro com ações que tenham grande possibilidade de falha para, assim, focar os esforços naquelas que realmente valham a pena.

O mais importante é começar já a executar os planos para 2020, que principiou com muita força e novas perspectivas de crescimento do PIB. O ano já começou. Não é preciso esperar o fim do Carnaval.

Roni Franco, Diretor Administrativo da Certisign

22% dos brasileiros não realizam planejamento para pagar contas do início do ano

Apenas um em cada dez brasileiros tem condições de pagar as despesas de início de ano sem comprometer a renda. É o que aponta pesquisa divulgada recentemente pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) em parceria com o Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil). O levantamento considerou despesas como IPTU, IPVA e material escolar, cujos boletos chegaram recentemente para os brasileiros, e descobriu que só 11% das pessoas têm dinheiro suficiente para quitar os pagamentos e que 22% dos entrevistados não realizaram qualquer planejamento para pagar as contas no início de 2020.

Para Fernando Iodice, especialista em finanças pessoais e co-fundador do iq, startup de soluções financeiras, “o ideal é se programar ao longo do ano para arcar com os gastos extras no começo do próximo. Mas, caso isso não seja possível, deve haver uma priorização das contas de maior valor e daquelas que podem impactar o dia a dia e trazer outros transtornos, como a conta de luz, que se não paga pode acarretar o corte do serviço”.

Além disso, o executivo recomenda otimizar os recursos, como reutilizar materiais escolares do ano anterior e pagar o IPTU de forma parcelada. “Esta é uma despesa que costuma ter valor alto. Em nossa plataforma, identificamos que a média deste imposto na zona norte de São Paulo é de R$1.723, enquanto na zona sul é de R$ 5.268, apenas para se ter uma ideia. Como o desconto oferecido pelas prefeituras para pagamento à vista costuma ser menor que 10% – na capital paulista o abatimento é de 3%, por exemplo -, vale a pena avaliar se esse dinheiro não será investido, ou destinado a contas com juros maiores, e garantir esse valor para pagar parcelado, mês a mês”.

Para não cair no esquecimento

Além da falta de preparo financeiro para arcar com os gastos no início do ano, o que já pode implicar em dívidas, outro fator que merece atenção são os atrasos no pagamento. A multa para a ausência de quitação da parcela do IPTU em São Paulo, por exemplo, é de 0,33% ao dia, podendo atingir o limite de 20%, além de atualizações monetárias e juros mora de 1% nos meses seguintes.

Pensando em oferecer uma solução para evitar as multas pelo atraso, a partir deste ano, o iq conta com um serviço gratuito de cadastramento das parcelas do IPTU e de outras contas para garantir os pagamentos todos os meses. “Os nossos clientes conseguem quitar as contas com o cartão de crédito e, desta forma, garantir os pagamentos, acumular milhas e não ter de se preocupar com as datas de vencimento. Fazemos tudo automaticamente, ou seja, não é necessário pagar manualmente os boletos todos os meses”, ressalta Iodice. A startup prevê que cerca de 25% de seus usuários que pagam contas pelo seu site e app devem aderir ao pagamento do imposto também pelos canais.

Riachuelo convida startups a integrar projetos no Riachuelo Lab

Seguindo seu comprometimento com a inovação, a Riachuelo abriu inscrições para startups no Riachuelo Lab, hub de pesquisa e desenvolvimento de soluções inovadoras do Grupo Guararapes. Buscando trazer novos talentos para dentro da companhia no setor de tecnologia, o programa procura iniciativas para otimizar e agregar na experiência dos clientes, colaboradores e parceiros em todas as vertentes de seu negócio.

O objetivo do projeto é aproximar ainda mais a Riachuelo ao mundo das startups, que oferece um leque cheio de possibilidades de inovação para firmar parcerias. Todas as áreas da companhia estão abertas para o cadastro das microempresas, como comunicação e moda, operações de varejo, digital e outros como arquitetura, engenharia, RH, jurídico e segurança da informação, além de soluções para o braço financeiro da marca.

“A inovação faz parte do DNA da Riachuelo e nosso objetivo é entregar iniciativas alinhadas ao que nosso cliente espera. As parcerias com startups têm o objetivo de ampliar nossas possibilidades e buscar novos talentos para a área, que cresce a cada dia”, comenta Carlos Alves, Diretor Executivo de Tecnologia da Riachuelo.

A companhia já vem investindo em inovação em toda a sua dinâmica, incluindo hubs e centros tecnológicos e universitários, assim como parcerias e associações com players estratégicos. Além disso, há diversos novos projetos nas lojas, nas operações físicas e online. Em 2019, foi inaugurado o Espaço RCHLO+, área dedicada para a customização de peças como jaquetas, t-shirts e até bodys infantis em que o cliente pode criar uma estampa e imprimir na hora, além de adicionar patches em seus produtos. A loja também conta com lockers inteligentes para retirada de compras online de forma totalmente autônoma; provadores interativos, que permitem ao cliente checar a disponibilidade de cores e tamanhos dos pedidos, consultar outros modelos e peças pelo e-commerce a ajustar a intensidade da luz do espelho; além de otimizar a experiência de pagamento do consumidor, disponibilizando dispositivos para que as compras sejam pagas através de colaboradores espalhados pela loja, evitando filas.

Para se cadastrarem, as startups devem preencher o formulário no link http://www.riachuelo.com.br/cadastro-de-startups , ou acessar o site da empresa, clicar em “Sobre a Riachuelo” no menu inferior e selecionar “Cadastro de Startups”.

ASUS inicia plano de expansão no Nordeste do Brasil

Neste ano, a ASUS investirá na ampliação da distribuição de sua linha de produtos em diversos lugares do Brasil. Além dos smartphones, a empresa deseja reforçar principalmente a venda de notebooks nos varejistas dos principais estados do país. Para o início do projeto, a ASUS contará com a apoio da Rcell Telecom, que atuará como sua principal parceira de distribuição.

A estratégia teve início pela região Nordeste, que representa cerca de 18% do mercado brasileiro de notebooks no varejo, de acordo com informações de institutos do setor. Já foram fechadas mais de dez parcerias para comercialização de produtos ASUS em grandes lojas como Zenir Móveis e Smart Eletron no Ceará, Armazém Paraíba e Pintos no Piauí, Laser Eletro, Millena Móveis e Império Móveis em Pernambuco, Miranda Computação no Rio Grande do Norte, Login na Bahia, Qualitech na Paraíba, entre outros.

A marca já estava presente na região Nordeste com a linha de smartphones, principalmente em redes varejistas nacionais nos estados de Alagoas, Bahia, Ceará, Pernambuco, Piauí e Rio Grande do Norte. A meta é aumentar a distribuição de notebooks da marca tanto nesses varejos nacionais quanto em redes regionais de diversos estados. “Nós enxergamos um grande potencial de crescimento no Nordeste e estamos focados em trazer novos produtos para a região em 2020. Estamos confiantes no sucesso da distribuição da nossa linha de notebooks para o mercado local”, afirma Manuel Castro, diretor comercial da ASUS Brasil.

Gustavo Salvino é o novo diretor de tecnologia da Locaweb

A Locaweb, pioneira em soluções Business to Business (B2B) para transformação digital, anunciou a contratação do novo diretor de tecnologia, Gustavo Salviano.
Graduado em Ciência da Computação pela Universidade Estadual Paulista (UNESP), com MBA pela Universidade Federal Fluminense (UFF), Salviano apresenta sólida carreira na área de tecnologia, com experiência de mais de 20 anos em empresas como DASA, Telefônica — Vivo e Dedalus Sistemas.

Na Locaweb, Salviano será responsável pelas áreas de operações e infraestrutura. “O conhecimento adquirido ao longo da minha carreira profissional irá auxiliar a equipe a cumprir todos os desafios e evoluir cada dia mais, conquistando novos espaços em um momento tão importante para a empresa”, conta o executivo.

Programa IA2 MCTIC: inscrições abertas para credenciamento de aceleradoras e ICTs

Estão abertas até o dia 13 de março as inscrições para as instituições credenciadas ao CATI (ICTs) e as aceleradoras com experiência aplicada em Inteligência Artificial interessadas em participar do Programa IA2 MCTIC, iniciativa do Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTIC) com o apoio da Softex.

Nesta etapa, até 20 equipes formadas por ICTs e aceleradoras serão selecionadas. O Programa IA2 MCTIC oferece investimentos totais de até R﹩ 500 mil por startup e seus principais eixos temáticos são as áreas de agronegócio, saúde, indústria e cidades inteligentes. As aceleradoras podem reter equity e o Programa realizará um aporte de co-investimento de mesmo valor.

As ICTs serão responsáveis pelo apoio, acompanhamento do desenvolvimento da solução e suporte tecnológico enquanto as aceleradoras responderão pelo investimento e suporte na escalabilidade do modelo de negócios dos projetos de pesquisa selecionados. As instituições podem inscrever diversos projetos sob o mesmo CNPJ.

O Programa IA2 MCTIC, que tem por objetivo selecionar 100 e financiar até 30 projetos de pesquisa, permitirá que ICTs e aceleradoras atuem em conjunto com startups desenvolvendo soluções mais robustas e criando negócios de maior impacto. Além do fomento a novos negócios, ele viabiliza acesso aos mercados nacional e também internacional por meio de inovação aberta.

Assim que forem selecionadas as ICTs e Aceleradoras, será realizada a chamada para a seleção de startups, empresas de TI e grupos de pesquisa. Confira todos os detalhes do edital no endereço http://softex.br/iamctic/

Quatro empresas brasileiras compõem ranking dos maiores varejistas do mundo, aponta pesquisa da Deloitte

As perspectivas para a economia global e para o setor de varejo no mundo em 2020 ainda são incertas. De modo geral, o crescimento econômico deve ser moderado, porém positivo, com menor crescimento nos gastos dos consumidores e a inflação na maioria dos países controlada. Nesse cenário, a pesquisa “Os Poderosos do Varejo Global 2020”, elaborada pela Deloitte, identifica os 250 maiores varejistas em todo o mundo, com base em dados do ano fiscal de 2018, encerrado em junho do ano passado, e analisa o desempenho do setor em diferentes regiões.

Embora o cenário econômico brasileiro ainda esteja complexo, há sinais positivos de recuperação no País, como os menores custos de capital e mais investimentos. O País está presente no ranking do relatório da Deloitte com quatro grandes redes varejistas: Via Varejo, na 143ª posição, seguida pelas Lojas Americanas (211ª), Magazine Luiza (238ª) e Raia Drogasil (239ª). A Via Varejo entrou no ranking nessa edição; as outras três empresas brasileiras já apareciam no relatório anterior.

“A presença de grandes varejistas brasileiras no ranking mundial é um sinal bastante positivo que aponta para uma retomada gradual do crescimento da economia no Brasil. A tendência é que haja uma melhora cada vez maior no quadro econômico do País, e principalmente um aumento da confiança dos consumidores que será muito importante não só para o setor de varejo, mas de modo geral”, avalia Reynaldo Saad, sócio-líder da Deloitte para Bens de Consumo e Produtos Industriais.

No ranking global, as varejistas norte-americanas Walmart, Costco e Amazon estão no Top 10 da pesquisa “Os Poderosos do Varejo Global 2020”. O Walmart, inclusive, aparece na 1ª posição mais uma vez, mantendo sua posição de maior varejista do mundo.

De acordo com o levantamento, que compreendeu o ano fiscal de 2018 (encerrado em junho de 2019), as 250 maiores varejistas globais geraram receitas agregadas de US$ 4,74 trilhões, representando um crescimento composto de 4,1% em relação ao ano anterior. “Ao analisarmos o desempenho dos 250 principais varejistas em um período de cinco anos, embora empresas individuais tenham experimentado mudanças significativas em suas fortunas nesse período, no nível agregado, as 250 principais exibiram estabilidade notável”, diz Vicky Eng, Líder Global do Setor de Varejo, Atacado e Distribuição da Deloitte. “O crescimento da receita de varejo ano a ano, a margem de lucro líquido e a internacionalização permaneceram todos em uma faixa relativamente estreita”.

Global Powers of Retailing 2020

A 23ª edição da pesquisa Global Powers of Retailing foi realizada com 250 empresas, incluídas com base na receita de varejo para o ano fiscal de 2018 (abrangendo os exercícios fiscais das empresas até junho de 2019). O estudo tem como objetivo oferecer um reflexo da dinâmica do mercado e do impacto sobre o setor de varejo durante o período.