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Trybe recebe aporte de R$ 42 milhões após seis meses de fundação

Em 2019, Matheus Goyas, João Duarte, Rafael Torres, Claudio Lensing e Marcos Moura, ao lado de seus antigos sócios e equipe de AppProva – startup de dados e avaliação fundada pelo grupo em 2012 e adquirida pela Somos Educação em 2017 – começaram a planejar seus próximos passos como empreendedores após encerrarem o primeiro ciclo de sucesso.

O grupo sempre trabalhou orientado por uma missão clara: gerar oportunidade para as pessoas por meio de soluções educacionais de alta qualidade. Somente por meio do AppProva ajudaram mais de cinco milhões de estudantes em todo Brasil e milhares de instituições de ensino. Com base nesse mesmo propósito de gerar oportunidades e após uma série de viagens e investigações para definir o novo problema que tentariam resolver, eles decidiram dar um próximo passo para apoiar o cenário de empregabilidade no Brasil.

Foi assim que nasceu, em agosto de 2019, a Trybe, a escola referência em formação em desenvolvimento de software, uma das profissões mais procuradas pelo mercado. A startup se destaca pelo foco na qualidade da formação de seus estudantes. A empresa estima que investe cerca de 3 a 4 vezes mais que ofertas similares para a capacitação de cada pessoa que se forma no curso.

O resultado é uma formação completa e aprofundada, que abrange desde as habilidades técnicas necessárias para desenvolvimento de software até as chamadas soft skills, essenciais e demandadas no mercado de trabalho. Além disso, a escola oferece mentorias individuais e uma série de desafios práticos para potencializar a formação dos estudantes e prepará-los para o mundo real.

O principal diferencial da escola é um programa de aprendizagem de alta qualidade de seis horas por dia com duração de um ano criado sob medida para formar pessoas que atenderão às demandas das principais empresas do Brasil e do mundo. “Nosso objetivo é acelerar a carreira da pessoa em desenvolvimento de software. A ideia é trabalhar ativamente desde o início do programa para preparar e conectar os estudantes com as nossas empresas parceiras”, enfatiza Goyas, CEO da startup.

As empresas que precisam recrutar pessoas em desenvolvimento de software podem estabelecer parcerias com a Trybe sem nenhum custo, já que o único objetivo da escola é aproximar os melhores empregadores de seus estudantes para oferecer boas oportunidades profissionais. A ideia, segundo a empresa, é sempre trabalhar para maximizar o sucesso das pessoas. Atualmente, a Trybe possui fila de espera de empresas querendo ser parceiras, tamanha a demanda.

Os interessados em se formar na escola também são numerosos. Foram mais de 4800 inscrições de pessoas interessadas em estudar na turma de janeiro, porém menos de 100 delas foram aprovadas – uma taxa de ingresso similar à de processos seletivos de universidades públicas e instituições estrangeiras renomadas. Isso porque o processo de seleção da Trybe é rigoroso e busca encontrar pessoas altamente esforçadas e capazes de aprender.

A estratégia está dando certo: apenas seis meses após sua fundação, a Trybe acaba de receber seu segundo aporte, de R﹩ 42 milhões, liderado pelo fundo Atlantico e composto por outros investidores, entre eles Canary, Global Founders Capital, e.Bricks, Maya e Norte. Anteriormente, a startup já havia captado uma rodada seed liderada pelo Canary e com participação de e.Bricks, Maya e Joa (fundo de investimento do apresentador Luciano Huck) e que contou, também, com investidores pessoas físicas de peso, como Armínio Fraga e Ronaldo Lemos.

Segundo Goyas, o valor será usado majoritariamente para investir na qualidade da formação dos estudantes. “A Trybe só ganha quando o estudante tem o sucesso profissional. Isso nos obriga a oferecer não só as melhores práticas de ensino, como também investir cada vez mais na qualidade e formação do estudante. Afinal, se nossos estudantes não forem bons profissionais, eles não terão sucesso e, consequentemente, nós perdemos com isso”, afirma o empreendedor.

Aqui, Goyas se refere a outro diferencial da escola, o Modelo de Sucesso Compartilhado (MSC). Nele, o estudante não precisa arcar com nenhuma taxa ou mensalidade até conseguir um trabalho que pague no mínimo R﹩ 3.500 por mês. Isso significa que a Trybe só ganha quando os estudantes passam a ganhar de verdade. Apesar de novo no Brasil, o modelo já vem sendo adotado nos Estados Unidos, conhecido por lá como ISA (Income Share Agreement).

A expansão também está no radar da startup. “Vamos expandir conforme tenhamos segurança que nossa qualidade está melhorando”, destaca o CEO da Trybe. Ainda neste ano, a escola espera abrir mais nove turmas e chegar a 600 estudantes. Até 2021, a startup, que atualmente tem hubs em Belo Horizonte, São Paulo, Itajubá e Florianópolis, além de operar em mais 12 cidades na modalidade sem hub, projeta alcançar a marca de três mil estudantes.

Ninguém está a salvo: coronavírus e cibersegurança

Por Anderson França, CEO da Blockbit

O Coronavírus colocou o mundo inteiro em estado de alerta máximo. Motivos, de fato, não faltam: a contaminação que se espalha pela China e que atinge diversos países de todo o planeta tem mostrado que o vírus é mais veloz e letal do que poderíamos imaginar. O que pouca gente sabe, porém, é que o Coronavírus tem representado cada vez mais uma ameaça digital.

Os cibercriminosos estão se aproveitando do estado de alerta da população mundial, principalmente nos países que têm maior risco de contaminação, para enviarem mensagens com conteúdos falsos que disseminam diversos agentes maliciosos especialmente criados para roubar dados bancários e ter acesso irrestrito aos arquivos (corporativos e pessoais).

Por meio de e-mails com links falsos ou de arquivos anexos perigosos que, aparentemente, trazem apenas as instruções de proteção e identificação do novo vírus, os criminosos estão atacando eletronicamente a população. Ao clicar no conteúdo de uma mensagem, os usuários têm seus computadores invadidos e seus dispositivos infectados com malwares, como o Trojan Emotet (eficaz em ataques a governos e instituições financeiras); Cavalo de Troia (capaz de espionar e roubar dados confidenciais, além de obter acesso ao sistema do dispositivo); e os Ransomwares (cuja função é restringir o acesso ao sistema e cobrar seu resgate em criptomoedas).

Vale destacar, porém, que não estamos diante de nenhuma grande novidade, pois hackers sempre enviam e-mails e conteúdos falsos para ‘fisgar’ os dados das pessoas. Porém, o que causa surpresa é a quantidade de ataques e a sofisticação das armadilhas.

Por isso, é importante ter em mente que estamos em uma era hiperconectada, na qual grande parte da população se informa e comunica pela Internet. Em outras palavras, estamos sujeitos a ser alvo desses ataques a cada clique que damos. A questão estratégica é o que podemos fazer para mitigar essas ameaças?

A primeira resposta é trabalhar a cautela. As empresas podem começar suas ações, limitando o acesso a links estranhos e orientando seus funcionários a não abrirem anexos de desconhecidos. É importante repensar de forma contínua os índices e as medidas de segurança a partir de planos específicos para capacitar e qualificar todos os colaboradores, como um mantra a ser seguido por todos. É preciso compartilhar melhores práticas de proteção na Web – inclusive em aplicativos de mensagens instantâneas. Os líderes devem acompanhar essa jornada de perto, buscando caminhos para orientar as equipes e alertar continuamente sobre a importância de parar e pensar antes de abrir links estranhos ou arquivos anexos suspeitos.

Além da formação de uma cultura orientada à cibersegurança, é preciso investir no uso de tecnologias capazes de identificar vulnerabilidades e prevenir os ataques, com filtros de conteúdo e firewalls que limitem o acesso de informações e mantenham todos os dispositivos protegidos, usando antivírus e, também, por programas certificados de proteção e detecção de ataques.

Outra forma de se proteger é ter soluções específicas para cada equipamento. Utilizar ferramentas adequadas e sempre atualizadas ajuda a evitar o roubo de dados, espionagem, exposições indevidas ou a danificação de bases de dados estratégicas para o negócio. Contar com soluções de última geração – que permitam uma análise inteligente, proativa e em tempo real – é importante para impedir que vírus atualizados entrem na rede corporativa, causando danos irreparáveis. Essa proteção deve estar presente em PC, servidores e em smartphones, pois esses aparelhos estão entre os mais usados pelos brasileiros.

Além da mudança de hábito do usuário, que deve desconfiar sempre do remetente desconhecido e não abrir qualquer arquivo recebido, a tecnologia de proteção já está disponível no Brasil e pode ser encarada como um fator imprescindível para aumentar a segurança digital das empresas. O Coronavírus tem nos mostrado que combater epidemias exige trabalho conjunto, coordenação e muito controle. Hoje, todos nós queremos ter informação rápida e global, mas vale a pergunta: sua organização está realmente preparada para trabalhar com segurança? A resposta começa pela tecnologia que utiliza e pelas políticas de cibersegurança. Manualmente é impossível proteger os ataques.

Nível de automação no Brasil cresce 4%

O Índice de Automação do Mercado Brasileiro chega ao terceiro ano de publicação e constata que o nível de automação nas empresas aumentou 4% de 2018 para 2019. O estudo, realizado pela Associação Brasileira de Automação-GS1 Brasil com apoio da empresa de pesquisas GfK, tem como objetivo mensurar o quanto a automação está presente nas empresas brasileiras e na vida do consumidor. O índice é mensurado em um intervalo de avaliação de 0 a 1, sendo 0 a ausência de automação e 1 a representação da automação plena.

Indústria
O método de estudo contempla seis dimensões para as indústrias (Sistemas, Logística, Atendimento, Relacionamento com o Colaborador, Relacionamento com o Cliente e Fábrica), avaliando em cada dimensão como é a adoção de tecnologias de automação. Com leituras por porte e categorias de uso, no último ano se destacaram indústrias de pequeno porte que aumentaram seu índice de automação de 0,273 para 0,275, e do setor de Bens de Consumo Semiduráveis que passou de um índice de 0,249 para 0,259.

Comércio e Serviços
Para o setor de Comércio e serviços, também são consideradas seis dimensões, sendo diferenciado da indústria pela inclusão da avaliação da loja (Sistemas, Logística, Atendimento, Relacionamento com o Colaborador, Relacionamento com o Cliente e Loja). Com leituras por porte e por tipo (Varejo, Atacado e Serviços). Entre os destaques para o ano de 2019 estão o varejo que passou de um índice de 0,213 para 0,234, e o e-commerce que passou de 0,295 para 0,317.

De acordo com João Carlos de Oliveira, presidente da Associação Brasileira de Automação-GS1 Brasil, o Índice de Automação do Mercado Brasileiro foi criado para auxiliar empresas a planejar estratégias com base nas novas demandas na era 4.0. “A comunidade de negócios pode contar com nossa entidade para compreender melhor a dinâmica da automação e da inovação.”

O estudo constata que o conceito de automação está bem difundido nas empresas e que está diretamente ligado à produtividade e à inovação. Enquanto o conceito de automação para a indústria está mais ligado à produção e logística com o uso de maquinário, esteiras e sensores óticos, para o comércio e serviços ele se amplia a todos os equipamentos que tornam os processos mais eficientes – incluindo sistemas de gestão do ponto de vendas e do estoque.

Consumidores
A automação para consumidores está muito mais ligada à adoção de tecnologias. Também avaliado em 6 dimensões, mas com um foco diferente das empresas, o índice de automação do consumidor brasileiro também teve uma evolução em 2019, passando de 0,174 pontos para 0,181. As maiores evoluções na adoção de tecnologias pelos consumidores ocorreram no aumento do acesso à internet e na adoção de tecnologias no veículo como sensor de ré e a integração do celular e do GPS ao sistema de multimídia dos veículos.
Durante um ano foram entrevistados 2.680 consumidores; na indústria, 1.979 empresas; e no comércio/serviços, 2.833 empresas de todos os portes e com abrangência nacional. No ano de 2019, o cálculo do índice de Automação do mercado Brasileiro foi reformulado para considerar as novas tecnologias de automação disponíveis no mercado nacional.
Mais detalhes sobre este e outros estudos você pode acessar na área de dados e estatísticas da GS1 Brasil http://www.gs1br.org/dados.

Hackathon social: Fundação 1Bi e Atados promovem desafio tecnológico voltado para impacto nas ONGs

Como aumentar o impacto de ONGs com soluções de tecnologia? Esse é o desafio proposto pela Fundação 1Bi, organização social apoiada pelo Grupo Movile, e o Atados, plataforma que conecta pessoas a oportunidades de voluntariado, no hackathon que acontecerá no dia 28 de março, em São Paulo. Os interessados podem se candidatar até o dia 18 de março pelo site do Hack for Good.

O objetivo é mostrar como as empresas podem contribuir para um impacto social positivo. “Acreditamos que os profissionais e empresas de tecnologia têm um papel muito importante a cumprir, disseminando seus conhecimentos para o terceiro setor e ajudando as organizações sociais e aumentarem seu poder de transformação por meio das novas ferramentas”, afirma Débora Nunes, responsável pela Fundação 1Bi. O evento faz parte da programação do Dia das Boas Ações, realizado anualmente pelo Atados para promover o voluntariado.

A maratona de 12h será realizada no escritório da Movile, em São Paulo, das 9h às 21h. Podem participar pessoas que atuam nas áreas de tecnologia, dados, design e produto. A melhor equipe será premiada com um Kindle para cada participante e uma mentoria com líderes do Grupo Movile e do Atados para execução da solução desenvolvida.

De acordo com a pesquisa Charity Landscape 2019, desenvolvida pela instituição britânica Charities Aid Foundation (CAF), 87% dos líderes de organizações não governamentais vêem o investimento em tecnologia como uma prioridade, mas apenas 45% deles afirmam ter uma estratégia definida para lidar com as transformações nessa área. Para trazer luz para um assunto de muita relevância no cenário atual, o evento faz parte da programação de 2020 da rede Tech for Good, formada pelas duas instituições, Fundação 1Bi e Atados, que conta ainda com ações como o curso AI for Good, que ensina inteligência artificial para impacto social e um programa de aceleração para ONGs.

Para fazer inscrição no Hack For Good, acesse:
http://bit.ly/hackforgood2

Declaração de Imposto de Renda 2020 – veja 8 pontos importantes

Na próxima segunda-feira (02) tem início o período de entrega da Declaração de Imposto de Renda 2020 – Ano Base 2019. Que para este ano apresenta algumas novidades e que o conteúdo a ser apresentado deve ser foco de grande atenção por parte dos contribuintes, lembrando que no ano passado foram 700.221 declarações que foram para a malha fina, 2,1% do total entregue.

A expectativa da Receita Federal é que sejam entregues 32 milhões de declarações. Para o diretor executivo da Confirp Consultoria Contábil, Richard Domingos, é interessante que as pessoas se preparem com antecedência para declarar, já procurando e separando os documentos necessários.

“Quanto mais preparado o contribuinte estiver melhor, já que os primeiros dias são os mais interessantes para o envio e isso por dois motivos: quem entrega o material com antecedência receberá sua restituição antes, além disso, em caso de problemas, o contribuinte terá tempo para resolvê-los, evitando a necessidade de realizar uma declaração retificadora, depois do prazo de entrega, que será 30 de abril”, alerta.

Para entender melhor, a Confirp detalhou os principais pontos sobre o tema:

Prazo de entrega

O prazo neste ano será das 08 horas do dia 02 de março até o último minuto do dia 30 abril.

Quem é obrigado a entregar

• Quem recebeu rendimentos tributáveis, sujeitos ao ajuste na declaração, cuja soma foi superior a R$ 28.559,70;

• Quem recebeu Rendimentos isentos, não tributáveis ou tributáveis exclusivamente na fonte, cuja soma foi superior a R$ 40.000,00;

• Quem obteve, em qualquer mês, ganho de capital na alienação de bens ou direitos, sujeito à incidência do imposto, ou realizou operações em bolsas de valores, de mercadorias, de futuros e assemelhadas;

• Relativamente à atividade rural, quem:

• Obteve receita bruta em valor superior a R$ 142.798,50;

• pretenda compensar, no ano-calendário de 2019 ou posteriores, prejuízos de anos-calendário anteriores ou do próprio ano-calendário de 2019

• Quem teve, em 31 de dezembro, a posse ou a propriedade de bens ou direitos, inclusive terra nua, de valor total superior a R$ 300.000,00;

• Quem passou à condição de residente no Brasil em qualquer mês e nesta condição se encontrava em 31 de dezembro; ou

• Quem optou pela isenção do imposto sobre a renda incidente sobre o ganho de capital auferido na venda de imóveis residenciais, cujo produto da venda seja aplicado na aquisição de imóveis residenciais localizados no País, no prazo de 180 (cento e oitenta) dias contados da celebração do contrato de venda, nos termos do art. 39 da Lei nº 11.196, de 21 de novembro de 2005.

Desconto simplificado

Poderá optar pelo desconto simplificado de 20% do valor dos rendimentos tributáveis na Declaração de Ajuste Anual, limitado a R$ 16.754,34 em substituição de todas as deduções admitidas na legislação tributária.

Penalidade pela não entrega

• Multa de 1% ao mês de atraso, calculado sobre o valor do imposto devido na declaração, sendo essa multa limitada a 20%;

• Multa mínima de R$ 165,74 (apenas para quem estava “obrigado a declarar”, mesmo sem imposto a pagar).

Como elaborar

• Por computador, mediante a utilização do PGD – Programa Gerador da Declaração (PGD) relativo ao exercício de 2019, disponível no site da Receita Federal do Brasil (www.receita.fazenda.gov.br).

• Também por computador, mediante acesso ao serviço Meu Imposto de Renda, disponível no Centro Virtual de Atendimento (e-CAC) no site da Receita Federal do Brasil (www.receita.fazenda.gov.br), com uso obrigatório do Certificado Digital (do contribuinte ou representante/procurador)

• Por dispositivos móveis, tablets e smartphones, mediante a utilização do serviço Meu Imposto de Renda

Declaração pré-preenchida que poderá ser baixada do site da Receita Federal do Brasil (http://www.receita.fazenda.gov.br), por meio de certificado digital (do contribuinte ou representante/procurador)

Despesas Dedutíveis

• Valor anual por Dependente: R$ 2.275,08;

• Contribuições para a Previdência Social da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios;

• Despesas médicas ou de hospitalização os pagamentos efetuados a médicos de qualquer especialidade, dentistas, psicólogos, fisioterapeutas, terapeutas ocupacionais, fonoaudiólogos, hospitais, e as despesas provenientes de exames laboratoriais, serviços radiológicos, aparelhos ortopédicos e próteses ortopédicas e dentárias;

• Previdência Privada [PGBL] cujo limite será de 12% do total dos rendimentos tributáveis no ano;

• Importâncias pagas em dinheiro a título de Pensão Alimentícia em face das normas do Direito de Família, quando em cumprimento de decisão judicial ou acordo homologado judicialmente ou por escritura pública, inclusive a prestação de alimentos provisionais;

• Despesas escrituradas em Livro Caixa, quando permitidas;

• Soma das parcelas isentas vigentes, relativas à Aposentadoria, Pensão, Transferência para a reserva remunerada ou reforma, pagas pela previdência oficial, ou privada, a partir do mês em que o contribuinte completar 65 anos;

• Despesas pagas com instrução (educação) do contribuinte, de alimentandos em virtude de decisão judicial e de seus dependentes, até o limite anual individual de R$ 3.561,50;

• Despesas com aparelhos ortopédicos e próteses ortopédicas pernas e braços mecânicos, cadeiras de rodas, andadores ortopédicos, palmilhas e calçados ortopédicos, e qualquer outro aparelho ortopédico destinado à correção de desvio de coluna ou defeitos dos membros ou das articulações.

• Seguro saúde e planos de assistências médicas, odontológicas.

Quem pode ser dependente

• Companheiro(a) com quem o contribuinte tenha filho ou viva há mais de 5 anos, ou cônjuge;

• Filho(a) ou enteado(a), até 21 anos de idade, ou, em qualquer idade, quando incapacitado física ou mentalmente para o trabalho;

• Filho(a) ou enteado(a), se ainda estiverem cursando estabelecimento de ensino superior ou escola técnica de segundo grau, até 24 anos de idade;

• Irmão(â), neto(a) ou bisneto(a), sem arrimo dos pais, de quem o contribuinte detenha a guarda judicial, com idade até 21 anos, ou em qualquer idade, quando incapacitado física ou mentalmente para o trabalho;

• Irmão(â), neto(a) ou bisneto(a), sem arrimo dos pais, de quem o contribuinte detenha a guarda judicial, com idade até 24 anos, se ainda estiver cursando estabelecimento de ensino superior ou escola técnica de segundo grau;

• Pais, avós e bisavós que, em 2018, tenham recebido rendimentos, tributáveis ou não, até R$ 22.847,76;

• Menor pobre até 21 anos que o contribuinte crie e eduque e de quem detenha a guarda judicial;

• Pessoa absolutamente incapaz, da qual o contribuinte seja tutor ou curador.

Novidade para 2020

1. Informações complementares de Bens e Direitos (ainda opcional) – Ainda é opcional o preenchimento de informações complementares sobres alguns tipos de bens, tais como: Imóveis, Veículos, Aeronaves e Embarcações. Para essa declaração de imposto de renda essas informações continuam opcionais. Veja:
a. Imóveis – Data de aquisição, Área do imóvel, Inscrição municipal (IPTU), Registro de inscrição no órgão público e Registro no Cartório de Imóveis;
b. Veículos, Aeronaves e Embarcações – Número do RENAVAM e/ou registro no correspondente órgão fiscalizador;

2. Informações obrigatórias na ficha de bens e direitos – Com exceção dos Bens Imóveis e Veículos, de todos os demais bens são exigidos a informação se pertencem ao titular ou aos dependentes (obrigatório). Em relação a quotas de capitais, exige a informação se o bem pertence ao titular ou dependente (obrigatório) e exige o número do CNPJ da empresa (obrigatório). Por fim, saldos de conta-corrente, caderneta de poupança, aplicação financeira, VGBL etc: exige o CNPJ do banco (obrigatório), demais dados são facultativos (nome do banco, agência, conta corrente e DV)

3. Doação a fundo destinado ao Estatuto do Idoso – A partir desse ano é possível realizar a doação a fundos relativos ao Estatuto do Idoso por meio de DARF cod 9090 com vencimento 30/04/2020 com limite individual de até 3% de dedução no Imposto de Renda devido e 6% do limite global (ECA e IDOSO) juntos.

4. Dedução da contribuição patronal de empregados domésticos no IR – Não é mais permitido a dedução da Contribuição Patronal paga à Previdência Social pelo empregador doméstico incidente sobre o valor da remuneração do empregado

5. Débito Automático – Foi estendido para 10 de abril de 2020 o prazo para quem entregar a declaração e deseja pagar a primeira quota do Imposto de Renda via débito bancário.

6. Contas bancárias pré-cadastradas – O sistema armazenará o número de contas bancárias informadas na Ficha Bens e Direitos e poderão ser utilizadas na Ficha Cálculo do Imposto, para fins de débito em conta de valores de IR devido ou para fins de restituição

7. Novo calendário de restituição do IRPF/2020 – Outra novidade é que a partir do Exercício 2020 a RFB diminuiu os lotes de 7 para 5, além de alterar as datas para restituição:
• 1º lote: 29/05/2020
• 2º lote: 30/06/2020
• 3º lote: 31/07/2020
• 4º lote: 31/08/2020
• 5º lote: 30/09/2020

8. Destaque no número do recibo de entrega da declaração anterior – Para a elaboração e a transmissão de DIRPF 2020, ano-calendário de 2019, deve ser informado o número constante no recibo de entrega da última declaração apresentada, relativa ao exercício de 2019, ano-calendário de 2018.

BID abre inscrições para primeiro curso gratuito em português de Gestão de riscos em projetos

O Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID) está com inscrições abertas para a primeira edição em português do curso online e gratuito sobre Gestão de Riscos em Projetos. As aulas são destinadas aos empreendedores, gestores do setor público ou privado, empresários de todos os portes, profissionais autônomos e estudantes universitários que desejam iniciar ou aprimorar sua jornada adquirindo conhecimentos sólidos sobre como gerenciar riscos em negócios.

A capacitação terá início no dia 16 de abril, com conteúdo previsto para cinco semanas – em média são seis horas semanais. Entretanto, o aluno possui flexibilidade para realizar o curso dentro do seu próprio ritmo, desde que o conclua em, no máximo, quatro meses. As inscrições podem ser feitas pelo link: http://www.edx.org/course/gestao-de-riscos-em-projetos-de-desenvolvimento

Segundo um relatório divulgado em 2018 pelo Sebrae sobre o percentual de sobrevivência de empresas no Brasil, de cada quatro negócios abertos por aqui, um fecha antes de completar dois anos no mercado. Já a Project Management Institute (PMI) afirma que apenas 51% dos projetos do setor público e privado conseguem terminar a tempo, e apenas 57% seguem o orçamento original.

Uma das razões para este desempenho abaixo do esperado é que as empresas focam muito no planejamento do projeto e nem tanto nos riscos que podem surgir ao longo do caminho. Por outro lado, há outras equipes que até desenham cenários, mas não contam com habilidades e conhecimentos para avaliar tantas variáveis desconhecidas.

O objetivo do curso do BID é oferecer aos participantes ferramentas para que tenham condições de dar continuidade aos projetos em cenários de incerteza. Para isso, serão disponibilizados aos participantes casos práticos, leituras selecionadas e outros recursos de aprendizagem. “É muito comum equipes inteiras dedicarem muito tempo e esforços para resolver problemas que poderiam ter sido previstos. A capacitação ajuda gestores a se anteciparem aos riscos por meio de boas práticas internacionais adotadas em diversos países da América Latina e Caribe, seja na iniciativa privada ou pública.”, afirma Morgan Doyle, representante do BID no Brasil.

Doyle acrescenta que, no conteúdo programático, estão pontos importantes como a identificação de riscos em cenários de incerteza, definição de quem pode dar apoio, entendimento de como gerenciar riscos em situações em que os recursos são limitados, estabelecimento de estratégias para responder aos riscos e monitoramento e atualização dos riscos ao longo do projeto.

Participantes podem ganhar 30 unidades de desenvolvimento PMI®

Embora o curso seja totalmente gratuito, os participantes que atingirem bom desempenho podem obter o Certificado de Identidade Verificada, emitido pelo BID, ao custo de US﹩25. Caso opte pelo certificado verificado, ele receberá ainda 30 unidades de desenvolvimento profissional (PDUs) PMI®.

PDUs são as unidades de medida usadas para quantificar as atividades de aprendizado necessárias para renovar a certificação do PMI. Em português são chamadas de Unidades de Desenvolvimento Profissional. Cada hora de atividade equivale a 1 PDU.

Aqueles que não tiverem interesse no certificado verificado e atenderem as expectativas acadêmicas estabelecidas terão direito a receber um certificado de código de honra.

O curso aberto e massivo (MOOC, na sigla em inglês) é oferecido por meio da plataforma digital edX, fruto de uma parceria entre a Universidade de Harvard e o Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT).

Curso Gestão de Riscos em Projetos

Gratuito – Opção de certificado verificado por US﹩ 25

Período de disponibilidade do curso: 16 de abril a 16 de julho de 2020

Duração: 5 semanas, até 6 horas semanais ou no ritmo do participante

Idioma: Português

Logística 4.0: um conceito que vem revolucionando a indústria mundial

Muito se fala no desenvolvimento de novas tecnologias que prometem mudar a forma como conhecemos diversos setores econômicos e industriais. É a chamada era da Indústria 4.0 ou Quarta Revolução Industrial, que defende e incentiva a adoção de tecnologias inteligentes e automatizadas, conectando empresas e negócios mundo afora.

Inovações como automação industrial, computação em nuvem, inteligência artificial, internet das coisas (IoT) e robotização passam a ser cada vez mais comuns no dia a dia das empresas, que buscam na tecnologia uma estratégia para reduzir custos, otimizar recursos e ganhar eficiência no abastecimento de toda a cadeia de suprimentos, nacional e internacional.

As últimas tendências das tecnologias aplicadas à logística e a gestão da cadeia de suprimentos estarão na Intermodal South America 2020, que ocorre de 17 a 19 de março no São Paulo Expo, em São Paulo (SP). Em sua 26ª edição, o evento, maior ponto de encontro para estes setores na América Latina, reúne mais de 450 marcas expositoras, de 37 países, que trazem para a Intermodal o que há de mais moderno no mercado em termos de tecnologia.

Uma delas é a PagBem, considerada uma das principais empresas de gestão logística e financeira para operações de frete e pedágio rodoviário do País, que leva para a feira o SuperApp, um aplicativo exclusivo para os caminhoneiros que já possuem o cartão PagBem, lançado neste ano. Nele, o usuário encontra informações completas sobre fretes, serviços financeiros (como transferências e pagamentos de contas) e recargas de celular.

“Em breve, os profissionais poderão contar também com uma nova funcionalidade do aplicativo, chamada Soluções de Abastecimento, a mais completa solução para consulta de redes credenciadas. Nela, o caminhoneiro poderá encontrar os postos com melhor nível de serviço, avaliar e fiscalizar preços. Fora isso, outras novidades estão a caminho, sempre com o objetivo de oferecer a melhor experiência para nossos clientes”, afirma o CEO da PagBem, Gustavo Maniero.

Tecnologia da Informação — Outra companhia que espera ansiosa a realização da Intermodal é a Startrade, especializada na concepção de inovações em tecnologia da informação. “Apesar de estarem presentes no mercado há mais de 20 anos, nossas ferramentas de TI para o setor logístico são sempre uma grande novidade. Sem similares nacionais e com grande apelo a melhorias em processos, atendemos, atualmente, a 200 companhias que estão listadas entre as 500 maiores do Brasil”, diz o diretor de soluções em TI para o setor logístico da empresa, Luís Maurício Gardolinski.

Segundo o executivo, para o evento deste ano, a companhia reserva a exposição de duas grandes novidades. “Estamos levando para a feira a apresentação das nossas mais novas soluções para o setor. Uma delas é um software exclusivo para o gerenciamento de recursos logísticos no mercado de comércio exterior, o LRM. Já a segunda inovação, é uma solução dotada de um sistema único de internet das coisas (IoT), desenvolvido especialmente para salvar vidas, o Heroby. Com ele, equipamentos de segurança e sinalização, em áreas de grande movimentação de máquinas, passam a ser ainda mais eficientes na prevenção de acidentes e fatalidades”, acrescenta.

“Sem contar nossos outros produtos já consolidados e com grande aceitação do mercado, como softwares para desenvolvimento de embalagens, para planejamento de cargas em veículos, para etiquetagem de códigos de barras, para simulação de processos, entre outros, que também integram nosso portfólio que estará exposto no evento”, finaliza Gardolinski.

Estas são apenas algumas das inovações que marcam mais uma Intermodal. Além delas, muitas outras estarão disponíveis aos profissionais do setor que visitam o evento, afinal, a feira conta com a participação de diversas outras empresas especializadas em tecnologia, como Average, Bysoft, Compex, Ecomex, Envimat, Logcomex, Kestraa, Open Tech, Runtec e T2S.

Outro diferencial desta edição neste sentido será a Arena TI Innovation, um espaço dedicado, exclusivamente, para a apresentação de cases inovadores no que refere a automação de processos, ao uso da inteligência artificial e de outras tecnologias disruptivas nas várias fases da operação logística.

26ª Intermodal South America

Data: De 17 a 19 de março de 2020.
Horário: Das 13 às 21 horas.
Local: São Paulo Expo – Rod. dos Imigrantes – Vila Água Funda, São Paulo — SP.

A introdução do PIX e seus potenciais impactos

Por Josilmar Cia

A iniciativa do Banco Central de desenvolver e lançar o PIX, que é uma infraestrutura para permitir transferências bancárias instantâneas (chamado de Pagamento Instantâneo) entre correntistas, pode revolucionar a forma como os brasileiros lidam com o dinheiro.

Na medida em que o uso do PIX se dissemine pela economia, o uso do papel moeda tende a desaparecer. Na China, por exemplo, que foi o primeiro grande país a adotar um sistema semelhante, até pessoas em situação de rua têm uma espécie de crachá com código QR! Eles recebem o dinheiro eletronicamente das pessoas benevolentes através de uma aplicativo chamado WeChat, que é semelhante ao popularíssimo WhatsApp.

Com a redução do uso de papel moeda, diminui o custo ligado à logística do transporte de cédulas para estabelecimentos de varejo, agências bancárias e caixas eletrônicos por meio de carros fortes. Esse fato trará menos perigo de assalto a banco, explosões em caixas eletrônicos, assaltos do tipo “saidinha de banco”, aumentando a segurança para todos.

Essa praticidade do PIX para pessoas físicas e jurídicas deverá levar à consequente queda no uso de cédulas em papel, facilitará a fiscalização de atividades ilegais e a sonegação de impostos. O risco nesse ponto é ter um aumento de circulação de dólares em papel moeda para financiar atividades ilegais. A saída para essa potencial falha seria permitir contas bancárias em moedas estrangeiras.

Josilmar Cia , graduado em Economia, mestre e doutor em Administração de Empresas, professor da Universidade Presbiteriana Mackenzie.

Pesquisa revela que empreendedores planejam investir e faturar mais em 2020

Considerado pelos analistas financeiros como um momento de recuperação da economia, a Sage, empresa líder de mercado em soluções de gestão na nuvem, realizou uma pesquisa para desvendar as perspectivas dos empresários para o ano de 2020 no país. A Pesquisa de Otimismo do Empresário Brasileiro 2020 ouviu 180 donos de microempresas, empresários de pequeno porte e MEIs de diversos setores, como indústria, varejo e serviços.

Os resultados mostram que a maioria (78,1%) acredita que este ano será melhor que 2019; 78% esperam faturar acima do que foi registrado ano passado e 60,7% apostam no crescimento dos seus negócios. “Com o estudo pudemos comprovar que os empreendedores, esses heróis da economia brasileira, apostam na melhoria do país e pretendem investir em 2020, especificamente na área da tecnologia. Esses dados servem como termômetro do panorama atual e indicam um período mais otimista para os negócios”, diz Osvaldo Meneghel, diretor de marketing da Sage Brasil.

A pesquisa apontou ainda que mais da metade dos entrevistados pretende investir mais em 2020 (51,4%). As áreas mais beneficiadas serão: tecnologia (42,1%), marketing (39,3%) e reformas e modernização da empresa (37,2%). Entretanto, mesmo com cenário promissor, 58,5% pretendem manter a quantidade de funcionários nas empresas, 34,4% desejam ampliar o quadro, e somente 7,1% acreditam que vão reduzir o número de colaboradores.
Apesar da expectativa otimista para 2020, na visão dos empresários ouvidos pela Sage, nos últimos 12 meses o avanço da economia foi abaixo das projeções esperadas.

Para os empresários, os principais entraves para o crescimento das suas empresas foram: alta carga tributária (56,3%), fatores políticos (44,3%) e burocracia (41%) — pontos que ficarão no radar para este ano.

Stark Bank recebe aporte liderado pela Iporanga Ventures

A Stark Bank, fintech b2b líder em open banking no Brasil, recebeu um aporte financeiro liderado pela Iporanga Ventures. O fundo já realizou aportes em startups bem-sucedidas como a Loggi, Gorila Invest, Quero Educação entre outras. Fundada em 2018, a fintech brasileira planeja investir o valor recebido no desenvolvimento contínuo do produto.

A Stark Bank permite que seus clientes façam suas operações bancárias via API, simplificando processos e eliminando gargalos financeiros e operacionais. A solução ajuda startups que estão buscando rápida expansão a efetuarem um grande volume de transações de forma automatizada, permitindo que essas empresas escalem seus pagamentos. Como resultado, os times financeiros ganham mais controle, tranquilidade, segurança e produtividade, focando no core business.

Para o Founder e CEO da Stark Bank, Rafael Stark, o mercado brasileiro recebeu muito bem a proposta do produto. “Quando você olha para o seu cliente e tenta entender a dor dele, percebendo como sua solução tecnológica pode agregar é fantástico. Nós sabemos que o Brasil vive um boom de startups e quanto mais elas crescem, mais complexas se tornam suas operações financeiras. Para realizar muitas transações, são obrigadas a usar arquivos de remessa, uma tecnologia arcaica dos anos 90 que é ineficiente, lenta e ainda passível de fraudes. Isso é inadmissível nos tempos de hoje.”, explica.

Em 2019, a Stark Bank cresceu 81% ao mês em receita e 89% ao mês em volume movimentado em sua plataforma. Para 2020, a expectativa é transacionar R$ 10 bilhões ano. Segura e escalável, a API da Stark Bank coloca o desenvolvedor como centro do produto, fazendo com que a integração seja feita em poucos minutos, similar ao Stripe, startup americana de pagamento online avaliada em mais de US$ 35 bilhões.

“Resolvemos apoiar a Stark Bank porque acreditamos que haja uma dor real no processamento de pagamentos em escala para as empresas, uma vez que a tecnologia dos bancos ainda se apóia em arquivos de remessa, o que se traduz em erros operacionais e lentidão. Quando conhecemos o produto, o time e os números da Start Bank nos convenceram a fazer o investimento”, declara Leonardo Teixeira, sócio da Iporanga Investimentos.

O produto e os resultados da fintech fizeram com que seus colaboradores e até outros founders que já eram clientes da Stark Bank participassem dessa rodada de investimentos, como Marcelo Abritta, CEO da Buser, Gabriel Benarros, CEO da Ingresse, e Bruno Nardon Ex-CEO da Rappi Brasil. Além disso, a empresa foi apontada como startup tendência no Digital Banking Brasil, conforme estudo da Fisher Venture Builder, patrocinado pela KPMG. O levantamento apontou que as soluções de open banking e pagamentos instantâneos para o mercado B2B são considerados trends do mercado financeiro, principalmente por resolverem três gaps principais: reduzir riscos de lavagem de dinheiro, eliminar erros de cobrança bancária em grande escala e ajudar a escalar negócios.

“No Brasil temos hoje mais de 12 mil Startups e esse número cresce 30% ao ano. Temos 11 unicórnios, sendo 5 deles só em 2019 e tem muito mais ainda por vir. Acreditamos que esse boom de empresas de tecnologia irá acelerar a economia brasileira e tem um potencial de movimentar R$ 1 trilhão ao ano. Nós iremos impulsionar todos os empreendedores que, assim como nós, querem mudar o Brasil para melhor usando tecnologia”, afirma Rafael Stark.

A Stark Bank está preparada para empresas de qualquer tamanho e volume de transações financeiras. Seus clientes atuais incluem Rappi, Buser, Ingresse, Kovi, Rebel e Enova, entre outros. Empresas interessadas em usar as soluções open banking da Stark Bank para impulsionar suas operações podem saber mais e aderir aqui.

76% dos brasileiros interagem com marcas via WhatsApp, mostra pesquisa patrocinada pela Infobip

76% dos brasileiros já interagem com marcas via WhatsApp, aplicativo presente em 99% dos celulares no País. É o que a aponta a pesquisa “Panorama de Mensageria”, realizada pela Opinion Box e pelo portal Mobile Time, com patrocínio da Infobip, uma das maiores provedoras de serviços de comunicação do mundo.

“O WhatsApp é o aplicativo de mensageria mais popular do Brasil”, comenta Marcelo Ramos, Regional Manager South LATAM da Infobip. “A abertura da API deles chamou a atenção de muitas marcas, que passaram a utilizar o WhatsApp em campanhas de marketing ou como canal de suporte ao cliente.” A própria Infobip, como um dos brokers homologados pelo aplicativo no mundo, já aplicou a solução em empresas como Unilever e Reclame Aqui.

No Brasil, 77% dos usuários do WhatsApp se comunicam com marcas e empresas pelo aplicativo com objetivo para tirar dúvidas e pedir informações. Outros 65% querem receber suporte técnico, e 61% desejam receber promoções. Ressalte-se que é proibido o uso do WhatsApp para disparo de mensagens em massa para fins promocionais.

Finanças – Além disso, o levantamento indica que 61% dos usuários do app querem usá-lo para realizar pagamentos e transferência de dinheiro. Desses, 47% preferem gerenciar o dinheiro por meio de uma conta bancária virtual criada no próprio WhatsApp, 30% preferem transferir de suas contas tradicionais, e 23% optam pelo cartão de crédito. O lançamento do WhatsApp Payments, previsto para este ano, visa a atender esse público.

Demais aplicativos

Além do WhatsApp, o Panorama de Mensageria também avaliou o desempenho do Facebook Messenger, do Instagram e do Telegram no mercado brasileiro. O Messenger, por exemplo, está presente em 79% dos smartphones brasileiros, mas apenas 59% de sua base de usuários acessa o aplicativo todo dia ou quase todo dia. Por outro lado, cresceu o uso do Messenger para a publicação de stories – de 23% para 37% em seis meses. Essa é uma funcionalidade destacada tanto pelo aplicativo quanto pelo próprio Facebook, que a posiciona no topo da tela.

Além disso, os stories são uma funcionalidade bem conhecida do Instagram, que está presente em 76% dos smartphones brasileiros. Desses, 58% usam o app para trocar mensagens privadas, e, dentro desse grupo, dois em cada três entrevistados afirmam se comunicar com marcas por meio desse canal. Para 84%, as mensagens diretas no Instagram servem para tirar dúvidas sobre produtos e serviços; 75% gostam de receber promoções pelo canal e 69% compram produtos ali.

O Telegram, por sua vez, aumentou sua base de usuários. O aplicativo está presente em 27% dos celulares – 8% a mais do que em agosto do ano passado, quando foi realizado o último Panorama de Mensageria no Brasil. Por outro lado, a fidelização dos usuários não acompanhou o aumento da base: apenas 53% abrem o Telegram todos os dias.

SMS sobrevive

Ao contrário do que muitos previam, o SMS não foi extinto com a abertura da API do WhatsApp para uso corporativo. A pesquisa indica que o SMS é um canal que apresenta certa sazonalidade – sua frequência de uso aumenta em janeiro, mas cai em agosto. “O SMS ainda é muito utilizado pelos setores financeiro e varejista para envio de notificações aos consumidores. Por ser um canal barato e universal, o SMS acaba tendo um custo-benefício interessante”, analisa Ramos.

E mais: o que pode “salvar” o canal de vez é o Rich Communication Services (RCS), que funciona como um SMS mais moderno, capaz de carregar até mesmo imagens e vídeos. No Brasil, nem todas as operadoras adotaram o RCS, e ainda falta um modelo de negócios claro. Mesmo assim, as perspectivas são otimistas, de acordo com executivo.

Conclusões

Soberano no Brasil, o WhatsApp caminha para se tornar um superaplicativo, ainda mais se conseguir emplacar o WhatsApp Payments. “A única desvantagem que o WhatsApp tem em relação aos concorrentes é uma interface mais básica. A experiência do usuário no Facebook Messenger e no RCS é mais rica”, comenta Ramos. “Entretanto, essa pode ser uma estratégia do Facebook para diferenciar os dois canais.”

O fortalecimento de aplicativos de pagamento móvel, porém, pode dificultar a penetração do WhatsApp Payments no País, principalmente se a funcionalidade for implementada depois que o Banco Central regulamentar a questão dos pagamentos instantâneos. Mas, se chegar antes, é bem capaz que o WhatsApp tenha muito impacto no mercado por conta de sua enorme base de usuários ativos.

Repom tem vagas para analista de produtos e de business intelligence

A Edenred, líder mundial em soluções transacionais para empresas, comerciantes, e empregados, está com vagas abertas para seu escritório de Barueri (SP).

O processo seletivo conta com oportunidades para Repom, marca com foco em soluções de gestão e meios de pagamento de despesas de transporte rodoviário de cargas.

A demanda é por analista de business intelligence e analista de produtos, para atuação em Barueri. Os profissionais devem ter formação superior completa e conhecimento da respectiva área de atuação. Os interessados devem se candidatar ao processo seletivo pelo site: http://edenred.com.br/carreiras/.

Workshop Gratuito: Desafios dos Profissionais no Mercado de Trabalho na Era Digital

 

Os profissionais de TI em transição de carreira – ou em movimentação na mesma empresa, em novo cargo ou novos desafios internos ou externos na carreira -, fortemente impactados pelas mudanças no mercado de trabalho provocadas pela Era Digital, terão a oportunidade de debater os desafios na recolocação e capacitação continuada, e desenvolvimento ágil de produtos e serviços, além de dinâmicas em trabalho em equipes.

Para estes profissionais que precisam se reciclar constantemente será realizado o workshop gratuito: Desafios dos Profissionais no Mercado de Trabalho na Era Digital no dia 19 de março, das 08h30min às 12h30min, na sede da Sucesu-SP, em parceria com a AT-HOM by Altio (plataforma de gestão de home office para do profissional de TI), e OAT Solutions, especializada em melhoria de Processos e Tecnologia da Informação.

A atividade terá um painel sobre o mercado profissional e uma dinâmica de capacitação para mudanças ágeis com foco na transformação humana e também abordará a atenção que deve ser dada pelos profissionais à confidencialidade de suas informações pessoais nos currículos à luz da LGPD e como os RH devem atender esta demanda legal.

Na oportunidade serão apresentados os termos da parceria entre a Sucesu-SP e a OAT Solutions, que inclui programa de capacitação continuada — OAT Inside – que facilita o treinamento dos profissionais que atuam em TI, Desenvolvimento, Negócios, RH, DevOps, Scrum, Lean, Testes Ágeis, Business Agility, entre outras atividades de negócio.

Sem custos para os participantes, as inscrições podem ser feitas AQUI

Mandic Cloud Solutions reforça time executivo com novo diretor de negócios

A Mandic Cloud Solutions, especialista em gestão de cloud corporativo, anuncia Alexandre Martinez como seu novo diretor de negócios. O executivo, que possui mais de 30 anos de experiência nas áreas de tecnologia, segurança da informação, logística e vendas, acumulando passagens por grandes empresas, chega para apoiar o atual momento de transformação e crescimento acelerado no qual a Mandic Cloud está inserida, respondendo diretamente para Maurício Cascão, CEO da companhia.

“Estou muito feliz com esse novo desafio na minha carreira pois já passei por corporações de diversos portes e em diferentes áreas, então conheço bem as dores enquanto cliente. Em momentos decisivos – como mudança de go to market, modernização do ambiente, jornada digital dos negócios, crescimento acelerado, entre outros – toda companhia precisa de um parceiro especializado, que sustente a estabilidade e continuidade de suas operações. Tive a oportunidade de participar de projetos importantes como os citados acima, vivenciei suas etapas a partir das diferentes áreas nas quais atuei – TI, logística e vendas – e é com esse olhar, com o conhecimento do quão fundamental é o papel de um bom parceiro, que espero contribuir para a melhoria contínua das operações e soluções da Mandic Cloud”, afirma Martinez.

Trabalhando segundo a metodologia Mandic CIMS (Consultoria, Implantação, Migração e Sustentação), o time da empresa faz um estudo aprofundado do ambiente do cliente para entender qual a melhor nuvem – pública, híbrida ou privada – adotar. Após essa primeira etapa, tem início a migração de todas as aplicações e operações e, por fim, a equipe de serviços se encarrega pela sustentação do projeto.

Formado em Administração pela Universidade Anhembi Morumbi e com passagens pelas áreas de tecnologia, segurança, logística, serviços operacionais e vendas, Martinez atuou em companhias como Unilever, Dell, CPM, Etek, Agility, CYLK, entre outras. “Estou totalmente comprometido com esse novo desafio e espero, com a minha experiência e contando com todo o know how da equipe Mandic, contribuir com as estratégias de crescimento da companhia, garantindo engajamento dos times, satisfação dos clientes e abrindo novas oportunidades de negócios no mercado enterprise”, finaliza.

Romeu Amim é o novo líder de Alianças e Canais para Tecnologia e Aplicativos da Oracle Brasil

A Oracle Brasil anuncia a nova liderança da área. Desde janeiro deste ano, Romeu Amim terá papel fundamental na transformação dos negócios de nuvem e na condução local do programa de canais da empresa que acaba de ser modernizado – o OPN Modernized – que acelera a transição dos seus parceiros para a nuvem, impulsionando a experiência e resultados de negócios dos clientes.

Com uma carreira de mais de 27 anos no setor, Romeu tem ampla experiência em Serviços e já atuou na liderança de Vendas na IBM (Brasil e na América Latina). Formado em Ciência da Computação pela Universidade Federal Fluminense, o executivo também tem MBAs em Marketing pela Fundação Getúlio Vargas e Gestão Empresarial pela Fundação Dom Cabral.

Golpe com o código de verificação rouba contas do WhatsApp

O laboratório da ESET, empresa líder em detecção proativa de ameaças, analisou recentemente novas ameaças de ciberataques e golpes para evitar que usuários sejam enganados na internet.

O novo golpe é feito por meio do WhatsApp e tem o objetivo de sequestrar contas de usuários do aplicativo. Tudo começa com uma mensagem através do app ou de um SMS por meio do qual um contato (também vítima do golpe) menciona que, sem querer, um código de verificação de seis dígitos (que, supostamente, não era dirigido a ela) foi enviado para o seu telefone e solicita que a mensagem seja reenviada com o código.

Neste caso, como a vítima não solicitou a recuperação de nenhum código, pode pensar que a mensagem, de fato, foi enviada por um contato que precisa recuperar o acesso a sua conta. O que, na realidade, estão fazendo os criminosos por trás desse golpe é entregar o código de verificação para registrar sua conta de WhatsApp em outro dispositivo.

Uma vez que se reenvia a mensagem com o código de verificação de seis dígitos: o cibercriminoso registrará o WhatsApp em outro celular com a combinação numérica (o número telefônico aparece no cabeçalho da mensagem recebida), enquanto a vítima apenas verá em sua tela uma mensagem que a informa ter perdido o acesso à sua conta, ainda que momentaneamente.

Nestes casos, geralmente, o cibercriminoso ativa a verificação em duas etapas dentro do WhatsApp, fazendo com que o usuário original da conta não consiga recuperá-la.

“A educação é um ponto-chave para evitar cair em golpes, já que a conscientização permite que, ao conhecer os riscos, se tomem as medidas necessárias para evitar ser vítimas de golpes. Ironicamente, o recurso de dupla verificação que leva adiante o cibercriminoso é (se já estiver implementado) o melhor aliado que os usuários têm para evitar cair nesse tipo de golpe que busca tomar o controle do serviço de mensagem mais utilizado atualmente”, comenta Luis Lubeck, especialista em Segurança Informática da ESET na América Latina.

Para ativar o recurso, primeiro é necessário acessar os Ajustes na parte superior direita da tela do dispositivo.

Neste momento, o usuário deve escolher uma senha de seis dígitos, que será solicitada na próxima vez que queira registrar o WhatsApp em qualquer dispositivo. É possível que, por segurança, a aplicação solicite a senha, de tempos em tempos, para evitar leituras não autorizadas das mensagens.

“Desta forma, a conta fica protegida ao estar associada não apenas ao número telefônico que fez a instalação, mas também a uma chave numérica e a um e-mail. Com essas medidas adicionais, se por algum motivo o usuário entrega a chave de registro do WhatsApp, as outras camadas de segurança impediriam que um terceiro se registrasse em outro celular”, menciona Luis Lubeck.

“A verificação em duas etapas segue sendo o método mais seguro para evitar acessos não autorizados às contas. Este tipo de camada de segurança se encontram, atualmente, na maioria das redes sociais, assim como nos sistemas de e-mail mais utilizados”.

Como melhorar a comunicação entre empresa e colaboradores

Por André Franco

Uma boa comunicação dentro de uma empresa é essencial para um ambiente menos estressante e mais harmônico. De acordo com uma pesquisa realizada pela empresa Dynamic Signal , cerca de 80% de seus colaboradores que participaram do levantamento, disseram que a ausência de comunicação acarreta em um ambiente estressante de trabalho. E como exemplo disso, podemos perceber o alto índice de pessoas com problemas psicológicos e o surgimento de doenças relacionadas ao trabalho como a Síndrome de Burnout, identificada pela Organização Mundial da Saúde (OMS) recentemente.

Por isso, empresas que desejam se manter atualizadas precisam investir no serviço de comunicação interna para ontem. Mesmo porque, essa nova geração que tem chegado ao mercado de trabalho – conhecida como geração Z – não vai querer trabalhar em um local sem propósito. Mas você deve estar se perguntando o motivo da comunicação interna bem feita ser tão importante para as corporações.

Um líder, dependendo do tamanho da empresa, nem sempre vai ter acesso a todos os colaboradores e isso pode criar uma distância e um sentimento de falta de significância e pertencimento para os colaboradores. E quando falamos dessa geração atual, precisamos lembrar que são jovens que gostam de ser ouvidos e querem ajudar em tomadas de decisões, notando sua relevância na organização, além de estarem informados sobre o que acontece na companhia, e não apenas nos seus silos.

Nas empresas que não possuem canais modernos de comunicação ponta-a-ponta, o contato entre a liderança e os colaboradores operacionais, normalmente, acontece via ‘cascateamento de informação’, o que facilita o famoso telefone sem fio, alimentando ainda mais a “rádio-corredor”.

Como melhorar a comunicação e evitar esses problemas?

Para lidar com a nova geração citada acima, é preciso adaptar-se à forma que ela tem maior propensão de consumir informação e se engajar. Assim, o uso de tecnologia e formatos que se assemelham com redes sociais – que são muito usadas pelos jovens no Brasil – podem ser um ganha-ganha, pois além de atrair colaboradores, geram métricas de alcance, absorção e engajamento para os gestores. Isso porque, é um local criado apenas para essa comunicação da empresa, com uma linguagem mais informal, para chegar em colaboradores de todos os cargos. Nela é possível criar diálogos, informar novidades e até identificar quem são os influenciadores da sua equipe.

Com esse canal mais claro e mais efetivo do que comunicados em cartazes ou e-mails – que muitas vezes são ignorados pelos colaboradores – é possível que o setor de recursos humanos também comunique para todos os benefícios que a empresa lhes proporciona, pois muitos colaboradores nem sabem os benefícios que podem ter. Dessa forma, colaboradores alinhados com o propósito e engajados tornam-se embaixadores da marca, ou seja, falam bem da empresa para as pessoas externas pelos simples fato de sentir orgulho de pertencerem àquela equipe, impactando positivamente na reputação da empresa e, consequentemente, nos resultados do negócio. O mesmo podemos dizer sobre o aumento da lucratividade das empresas que têm colaboradores engajados. Um estudo do Gallup Institute de 2017 afirma que empresas cujos colaboradores são engajados tem 21% maior rentabilidade e seus colaboradores são 17% mais produtivos do que em empresas com baixos índices de engajamento.

Além disso, não basta apenas implementar boas campanhas de comunicação e se esquecer do fato de que é preciso mensurar sua eficácia. “Canais modernos proporcionam desde métricas de alcance da comunicação até o índice de absorção de campanhas internas em cada setor e localidade da empresa, em tempo real, possibilitando aos gestores identificarem falhas de comunicação e atuarem com agilidade. O resultado da melhoria de comunicação tem impacto direto no negócio, reduzindo turnover e aumentando a produtividade dos colaboradores.

Se você é um gestor de comunicação interna ou de pessoas, vai querer se atualizar ou ficar para trás das tendências de comunicação internas atuais?

André Franco, CEO do Dialog .ci, startup responsável por desenvolver uma ferramenta online para melhorar a comunicação e engajamento dentro das empresas

Women’s Meeting: Omie promove evento para estimular empreendedorismo feminino

No dia 05 de março, das 9h às 12h10, a Omie, plataforma de gestão em nuvem número um para PMEs, promove a quarta edição do Women’s Meeting com o objetivo de debater o empreendedorismo feminino no Brasil.

O encontro gratuito reúne temas que ajudam na compreensão da trajetória de mulheres que abriram negócios de sucesso, abordando a gestão de tempo da vida profissional, a importância do networking e das redes de apoio femininas, a relevância do marketing para os negócios e dicas para mulheres que desejam empreender. As inscrições podem ser feitas por meio do link.

O evento conta com a participação de Alessandra Montuori, empresária no segmento de moda; Carla Nunes, criadora da marca Beleza Negra; e Sol Santos, empresária e especialista em comportamento e desenvolvimento humano.

“A essência da marca é levar prosperidade para PMEs, isso significa, também, debater, mostrar cases inspiradores e estimular o crescimento de quem ainda está no começo da caminhada. Somos parceiros e trabalhamos para que desde o começo da jornada, nossas empreendedoras tenham as melhores ferramentas sejam tecnológicas ou de conhecimento”, afirma Ana Meneguini, diretora de marketing da Omie.

Dados da pesquisa Global Entrepreneurship Monitor, produzida pelo Sebrae, apontam o aumento do público feminino no mercado de trabalho, assim como o número de mulheres que iniciaram seu próprio negócio. De acordo com o levantamento, no Brasil existem 24 milhões de empreendedoras, número que fica pouco atrás dos homens, que totalizam 25 milhões.

Entre as principais motivações para o empreendedorismo feminino estão a necessidade de uma fonte de renda adicional, de independência financeira e de flexibilidade de horários devido à dificuldade de conciliar o tempo de trabalho com o da família.

Conhecimento e feira de negócios

Para complementar a programação do Woman’s Meeting, seis empreendedoras de segmentos diferentes serão indicadas por colaboradores da Omie para participarem de uma feira de vendas que acontece das 12h às 14h na sede da empresa.

Com objetivo de incentivar os negócios, de capacitar mulheres e de fomentar o empreendedorismo feminino, a Omie oferece às indicadas um treinamento completo ministrado pela área de Sucesso do Cliente para potencializar conhecimentos sobre gerenciamento de negócios e otimização de resultados. Além disso, cada uma também recebe estruturas personalizadas para a venda de seus produtos durante a feira.

Evento gratuito

Data: 05/03/2020

Horário: Das 09h às 12h10

Local: Av. Jurubatuba, 460 – Brooklin, SP